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‘A Torre Negra’: Novo vídeo traz Stephen King comentando sobre o filme

A Sony Pictures liberou o mais novo vídeo de ‘A Torre Negra.

Nele, Stephen King, Idris ElbaMatthew McConaughey comentam mais detalhes sobre o filme.

Confira:

O dinamarquês Nikolaj Arcel (‘O Amante da Rainha’) dirige. Roteirista da versão sueca de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, o cineasta é um grande fã dos livros e sua visão sombria para o filme chamou a atenção do estúdio. A intenção é mesclar os gêneros terror e fantasia.

A trama acompanha a jornada do pistoleiro Roland Deschain através do Mundo Médio e outros para frustrar o objetivo do Rei Carmim de destruir a Torre Negra, o eixo que mantém todos os universos intactos.

Lembrando que a estreia está marcada para 4 de agosto.

Assista ao trailer:

 

 

‘Além da Morte: Kiefer Sutherland no comercial do remake de ‘Linha Mortal’

O remake de Linha Mortal ganhou um novo comercial. E o vídeo traz um personagem antigo para o remake da produção.

Kiefer Sutherland, que estrelou o filme original, retorna com o seu mesmo papel para a produção.

A estreia de Além da Morte‘ nos EUA acontece dia 29 de setembro, de 19 de Outubro no Brasil.

Confira, com fotos e cartazes:

 

O elenco conta com Kiefer Sutherland (que também estrelou o original), Nina Dobrev (da série ‘The Vampire Diaries’), Ellen Page (‘Freeheld’) e Diego Luna (‘Star Wars: Rogue One’, ‘E Sua Mãe Também’).

O original foi estrelado por Julia Roberts, Kevin Bacon, Kiefer Sutherland, William Baldwin e Oliver Platt.

Page vive a mesma personagem de Julia Roberts no original. Os personagens de Luna e Dobrev não foram divulgados. Com relação a Kiefer, ele irá interpretar um médico, muito possivelmente, assim, o mesmo personagem da produção original.

O dinamarquês Niels Arden Oplev dirige. Oplev realizou em 2009 ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres‘, filme sueco baseado no romance homônimo de Stieg Larsson, que bateu recordes de bilheteira na Europa, arrecadando mais de US$ 100 milhões – e ganhou um remake norte-americano dirigido por David Fincher (‘A Rede Social’).

O roteiro fica por conta de Ben Ripley, do elogiado ‘Contra o Tempo‘ (Source Code).

Um grupo de ambiciosos estudantes de Medicina está para morrer… e viver para contar tudo sobre isso. Embarcando numa experiência desafiadora, os cinco pretendem penetrar nos limites da vida e tocar a face da morte. Em sua busca pelo conhecimento, entretanto, os cinco descobrem as consequências de mexer com os destinos e com a imortalidade.

Saiba qual filme liderava as bilheterias no dia em que você nasceu!

Que legal! O site Playback.fm criou uma ferramenta divertidíssima…

Ele te mostra qual filme liderava as bilheterias norte-americanas no dia que você nasceu.

Clique na imagem para descobrir qual é o seu e poste nos comentários abaixo:

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A informação pode não ser tão importante quanto saber seu signo ou definir sua personalidade com detalhes da astrologia, mas certamente é legal saber qual filme estourava nas bilheterias.

O mecanismo uniu todos os filmes que lideraram as bilheterias nos últimos 100 anos, e descobre qual blockbuster estava em primeiro lugar no dia em que você nasceu.

Obs: O do jornalista que vos escreve foi ‘Loucademia de Polícia 3: De Volta ao Treinamento‘, de 1986. Credo! hahaha

‘Black Mirror: Bandersnatch’: Filme interativo da Netflix não funciona em alguns dispositivos; Confira!

O filme interativo da Netflix, ‘Black Mirror: Bandersnatch‘, foi lançado ontem e ganhou a atenção dos usuários do serviço de streaming.

Porém, várias pessoas estão reclamando que o filme não funciona em seus dispositivos. Algumas Smart TVs mais antigas com aplicativos da Netflix não serão atualizadas para o filme devido aos requisitos de pré-visualização. Você também não poderá assistir ao Bandersnatch usando o Google Chrome ou o Apple TV, por motivos técnicos.

Algumas pessoas também reclamaram de problemas de funcionalidade no Amazon Fire Stick.

Você teve problemas em assistir ao filme em seu dispositivo? Conte pra gente nos comentários!

Black Mirror: Bandersnatch‘ tem por volta de cinco finais disponíveis e que, dependendo das escolhas do espectador, a duração é impactada significativamente.

Em conversa com Charlie Brooker, criador da série, a Variety confirmou o número de finais, além de ter conseguido diversas declarações interessantes:

“Há muito que nós podemos fazer, mais do que a TV linear. Nós quisemos que os espectadores tenham escolhas bem-sucedidas desde o começo. O filme tem bilhões de possibilidades”.

A média de duração do filme é de 90 minutos, sendo a versão mais curta contando apenas com 40 minutos.

Além disso, a publicação afirma que isso gera um bilhão de possibilidades para o desenvolvimento da trama. Somando todas as possibilidades, o longa terá mais de 5 horas de duração, mas o espectador só verá em torno de duas horas de filme – dependendo o destino que ele decidir para a trama.

A narrativa é construída para evitar que os espectadores se afastem da história real e sejam pegos em um loop desnecessário. Se você chegar a um ponto em que você não está mais conectado à história real de Bandersnatch, o filme dará ao seu personagem uma opção para essencialmente fazer alguma coisa, permitindo que você dê um passo ou dois de volta e vá em uma direção diferente.

O longa já está disponível na Netflix:

Confira o trailer:

Dirigido por David Slade, os espectadores poderão fazer algumas escolhas chave para o protagonista, determinando o destino do personagem.

Na trama, enquanto adapta um romance de fantasia para videogame em 1984, um jovem programador começa a questionar o próprio conceito de realidade e acaba enfrentando um desafio alucinante. Bem-vindo de volta.

‘Velozes e Furiosos 9’: Dublê de Vin Diesel deixa a UTI após acidente no set

Depois de sofrer uma lesão no set de ‘Velozes e Furiosos 9‘ no mês passado, a condição do dublê Joe Watts melhorou.

Watts sofreu um ferimento na cabeça no set em 22 de julho, interrompendo temporariamente a produção depois que um cabo de segurança quebrou e ele despencou a 10 metros do chão em uma sacada.

O dublê foi internado na UTI desde então, mas seu quadro melhorou nos últimos dias, revelou a família em um comunicado.

“Enquanto Joe permanece no hospital e ainda há um longo caminho pela frente, ele foi retirado da UTI e os médicos estão satisfeitos com seu progresso. Gostaríamos especialmente de enviar um enorme obrigado à equipe da ambulância aérea, todos os médicos, enfermeiros e funcionários fantásticos do Royal London Hospital, que prestaram cuidados incríveis a Joe”.

AUniversal Pictures emitiu sua própria declaração sobre sua lesão e recuperação:

“A Universal Pictures e os cineastas, talento e equipe de Velozes e Furiosos 9 estão animados que Joe está no caminho da recuperação. Ele é um profissional em todos os sentidos da palavra, e seu compromisso com o seu ofício é inspirador para todos nós. Sabemos que ele continuará a nos inspirar durante toda a sua recuperação.”.

Fiquem ligados no CinePOP para informações sobre o estado do dublê.

Ainda sem detalhes sobre a trama, ‘Velozes e Furiosos 9′ estreia em 10 de maio de 2020.

‘Resgate 2’: Diretor quer fazer pré-sequência focada no personagem de Chris Hemsworth

Em entrevista ao Collider, o diretor Sam Hargrave revelou que tem interesse em realizar uma pré-sequência de ‘Resgate‘, o novo filme de ação estrelado por Chris Hemsworth.

“A Netflix estava muito feliz com os diários de produção e começamos a pensar que poderíamos fazer uma sequência. As pessoas pensavam: ‘Oh, isso poderia ser legal…’. Você sabe, você fala sobre todas essas coisas. É uma franquia? Vamos continuar? Tínhamos que esperar o filme sair e o público responder. Vocês serão os únicos que decidirão. Mas foi comentado. Assim que Joe Russo apareceu, um ponto interessante foi que, na maioria das vezes, você recebe uma sequência. Raramente você volta no tempo em pré-sequências. Você tem a sensação de que Chris [Hemsworth] e [David] Harbour têm uma ótima química. Então pensamos que era uma maneira muito interessante, voltar no tempo e fazer uma pré-sequência”, afirmou.

O que você acha da ideia?

Sam Hargrave, que foi dublê do Chris Evans nos filmes do MCU, dirige a produção.

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme da Franquia Star Wars

Ninguém imaginava, nem mesmo o criador George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi pra época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multi milionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série, desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem à icônica franquia, o CinePOP resolveu criar uma lista ranqueando todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

11) A Ameaça Fantasma (1999)

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader na nova trilogia como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então porque este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou a toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

10) A Ascensão Skywalker (2019)

Essa foi uma decisão difícil. Mas para além de nossa opinião, contamos com a ajuda dos críticos de forma geral e também com a opinião do grande público. Realmente fico em dúvida, pois não gosto nada da segunda trilogia. Todos os filmes da segunda trilogia são descartáveis em minha opinião (blockbusters desalmados e mal produzidos). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J.J. Abrams tinha começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Digna de folhetim mesmo. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

09) O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou que não sabe escrever diálogos, então a paquera fica soando como aquele adolescente virgem em seu primeiro encontro. Que diabos foi aquele papo da areia? As frases de efeito usadas como flerte causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o pior ator em atividade em Hollywood. Se formos olhar pelo lado de que ele encaixa como perfeição na pele de uma versão adulta de Jake Lloyd (igualmente um ator limitado), talvez Lucas tenha acertado. O que não melhora o caso para o filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital com pó de mico na cueca saltitando de um lado para o outro. Ridículo. A força não exige lutas físicas, ela vai além. Lucas desaprende o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de bonecos e games para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais a minha geração. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos legais envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou seu pai Jango Fett – que mesmo subconscientemente ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

08) Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

07) A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não goste destes filmes, preciso admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir de forma melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, tempos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice nas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um desenho animado do que como um filme. Pegando por comparação, J.J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento de uma porta.

06) Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem qualquer apelo cômico, marca registrada do universo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figura K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

05) Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito. Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas coisas apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou por broxar grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, fãs. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, mesmo para os detratores. Ame ou Odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudir.

04) O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância era o preferido. A cena do resgate de Han no palácio de Jabba era um prato cheio para crianças da minha geração. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos quanto os gungans. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. Quando precisam comer sua comida, e confundem C3PO com um Deus. Puro anos 1980. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a mais broxante. E a Vingança dos Sith, a pseudo sombria. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

03) O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte, voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de estar fazendo Star Wars certo, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração “leite com pera”. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

02) Uma Nova Esperança (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Pro bem ou pro mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados.

01) O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado pelos heróis. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes obras-primas do cinema. Não à toa se mantém como número 14 entre os melhores filmes já produzidos pela sétima arte. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One), vale dizer apenas uma frase. Parem, vocês estão errados.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Ainda inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Enquanto a plataforma de streaming Disney+ não chega ao Brasil, o público precisa se contentar com os downloads ilegais na internet, para poder conferir o elogiado programa. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado, no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de irmãos pequenos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizem de dois. Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Irrrrrg. Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo é claro produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985 – 1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares. Bem que podíamos ver seu retorno nos novos filmes!

Droids (1985 – 1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

‘Resident Evil’: Netflix apoia a representatividade e contrata ator negro para viver Albert Wesker

A Netflix anunciou o elenco completo da série live-action ‘Resident Evil‘, e apoiou a representatividade.

O ator Lance Reddick (‘John Wick’) irá viver o vilão Albert Wesker. Será a primeira vez que um ator negro interpreta o personagem.

O elenco ainda contará com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.

Quase três décadas após a descoberta do T-Vírus, um novo surto revela os segredos mais sombrios da Umbrella Corporation.

Na primeira timeline, as irmãs adolescentes Jade e Billie Wesker se mudam para Raccoon City. Uma cidade manufaturada e corporativa, mas quanto mais tempo eles passam lá, mais elas percebem que a cidade é mais do que parece e seu pai pode estar escondendo segredos obscuros. Segredos que podem destruir o mundo.

A segunda timeline será ambientada uma década no futuro: há menos de 15 milhões de pessoas no planeta. E mais de seis bilhões de monstros – pessoas e animais infectados com o T-Vírus. Jade, agora em seus trinta anos, luta para sobreviver nesse novo mundo, enquanto seu passado – sobre sua irmã, seu pai e a si mesma – continua a assombrá-la.

Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

“Para todos os fãs de ‘Resident Evil’, incluindo as pessoas que se juntarão a nós pela primeira vez, essa série estará repleta de velhos conhecidos e algumas coisas (insanas e sedentas de sangue) que vocês nunca viram antes,” declarou o showrunner Andrew Dabb (‘Supernatural’), que também servirá como produtor executivo e roteirista da série.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Vale lembrar que a Netflix também lançará uma série animada baseada na franquia, intitulada ‘Resident Evil: No Escuro Absoluto‘, que se passará alguns anos após os eventos do jogo ‘Resident Evil 4‘.

Confira o trailer:

A produção será lançada na plataforma no dia 8 de julho.

“Em 2006, havia vestígios de acesso indevido a arquivos secretos do presidente encontrados na rede da Casa Branca. O agente federal americano Leon S. Kennedy está entre o grupo convidado à Casa Branca para investigar o incidente, mas quando as luzes se apagam repentinamente, Leon e a equipe da SWAT são forçados a derrubar uma horda de zumbis misteriosos.

Enquanto isso, Claire Redfield, membro da equipe da TerraSave, encontra uma imagem misteriosa desenhada por um jovem em um país que ela visitou, enquanto fornece apoio aos refugiados. Assombrada por este desenho, que parece ser de uma vítima de infecção viral, Claire inicia sua própria investigação.

Na manhã seguinte, Claire visita a Casa Branca para solicitar a construção de um centro de bem-estar. Lá, ela tem uma chance de se reunir com Leon e usa a oportunidade para mostrar a ele o desenho do menino. Leon parece perceber algum tipo de conexão entre o surto de zumbis na Casa Branca e o estranho desenho, mas ele diz a Claire que não há relação e vai embora. Com o tempo, esses dois surtos de zumbis em países distantes levarão a eventos que irão abalar a nação.”

‘A Fuga das Galinhas 2’ ganha primeira imagem e sinopse oficial

A Netflix acaba de divulgar o título oficial e a primeira imagem da sequência de ‘A Fuga das Galinhas‘, a amada animação desenvolvida pela Aardman Animations.

A sequência ganhou o título ‘Chicken Run: Dawn of the Nugget‘, ou ‘A Fuga das Galinhas: O Amanhecer do Nugget‘.

Confira a imagem e a sinopse:

Após conseguir uma fuga que desafia a morte da fazenda de Tweedy, Ginger finalmente encontrou seu sonho – um santuário pacífico em uma ilha para todo o rebanho, longe dos perigos do mundo humano. Quando ela e Rocky chocam uma garotinha chamada Molly, o final feliz de Ginger parece completo. Mas de volta ao continente todo o tipo de galinha enfrenta uma nova e terrível ameaça. Para Ginger, mesmo que isso signifique colocar em risco sua própria liberdade duramente conquistada – desta vez, eles vão invadir!

A estreia na Netflix acontece em 2023.

Porém, o dublador do protagonista não retorna. Mel Gibson não voltará para dublar Rocky na sequência. O ator e diretor se afastou de Hollywood após diversas polêmicas, incluindo declarações antisemitas.

Para dublar o personagem, a Netflix contratou o IRMÃO de Mel, Donal Gibson. Ele fez dublagem em programas de televisão como ‘ReBoot‘ e ‘Justice League Unlimited‘.

Julia Sawalha deve retornar como a galinha Ginger. 

A produção terá o retorno dos roteiristas Karey Kirkpatrick e John O’Farrell, enquanto Sam Fell (ParaNorman’, ‘Por Água Abaixo) irá assumir a direção. 

Relembre a sinopse oficial:

No galinheiro de uma fazenda inglesa dos anos 1950, galinhas cumprem sua função e vivem pacatamente sonhando com uma vida melhor. Uma delas, Ginger, sonha com a liberdade e planeja sair voando dali junto com suas companheiras.

A animação original conquistou o posto de ser o stop-motion mais bem sucedido do cinema, arrecadando mais de US$ 224 milhões mundialmente.

Netflix CANCELA série de comédia e os assinantes estão furiosos; Confira as reações!

A Netflix continua sua onda de cancelamentos e a nova vítima do streaming foi a série LGBTQ+ ‘Uncoupled‘, que foi cancelada após apenas uma temporada.

Estrelada por Neil Patrick Harris (‘How I Met Your Mother’, ‘Desventuras em Série’), a atração segue os passos de ‘1899′ e ‘O Clube da Meia-Noite‘, que também foram canceladas após a temporada de estreia.

Nas redes sociais, os assinantes se revoltaram com o final inconclusivo da série… que acontece depois de diversas outras séries com tema LGBTQIA+ terem sido canceladas:

 

 

No mesmo ano, já havia a especulação de que ‘Uncoupled não continuaria na Netflix, quando fontes indicaram que a co-produtora MTV Entertainment Studios estava tentando encontrar uma nova plataforma ou emissora para a atração.

Na época, o plano era mover a série para uma rede da Paramount Global, possivelmente o canal Showtime, mas a proposta acabou fracassando.

Criada por Darren Star (‘Emily em Paris’) e Jeffrey Richman (‘Modern Family’), a trama irá girar em torno de Michael (Harris), cuja vida aparentemente perfeita vira de cabeça para baixo quando seu marido inesperadamente o deixa após 17 anos. De repente, Michael precisa enfrentar dois pesadelos: perder quem ele pensou ser sua alma gêmea e encarar uma nova vida como um gay solteiro de 40 e poucos anos em Nova York.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Emerson BrooksColin HanlonIván Amaro BullónJay SantiagoJhulenty DelossantosPaul Robert Kane e outros completam o elenco.

‘A Sociedade da Neve’: Netflix divulga trailer IMPACTANTE da nova adaptação da história real de ‘Vivos’

A Netflix divulgou um novo trailer de ‘A Sociedade da Neve‘, filme que reconta a história real de uma equipe de rúgbi uruguaia que sobreviveu a um acidente de avião em 1972 e que foi selecionado como representante da Espanha no Oscar 2024.

Assista:

Quando o voo alcançou a Cordilheira dos Andes, o avião despencou, causando a morte de boa parte dos tripulantes e apenas 29 permaneceram vivos, inicialmente.

Ao longo de três meses perdidos em um ambiente hostil e quase inacessível, eles precisavam fazer o que fosse necessário para sobreviverem até serem eventualmente resgatados.

O filme chega aos cinemas em dezembro de 2023, sendo lançado na plataforma de streaming em 04 de janeiro de 2024.

A trama foi contada pela primeira vez no livro ‘Tenía que Sobrevivir‘, escrito pelo sobrevivente do acidente, Dr. Roberto Canessa, em parceria com o jornalista Pablo Vierci.

Já a adaptação é escrita e dirigida por J.A. Bayona (‘O Impossível’)

O elenco inclui Enzo Vogrincic, Matías Recalt, Agustín Pardella, Diego Vegezzi, Esteban Kukuriczka, Rafael Federman e Andy Pruss.

Ex-fuzileiro enfrenta a corrupção em suspense da Netflix que conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A Netflix lançou um novo suspense que está dando o que falar e se tornou o título mais visto do streaming.

Rebel Ridge‘ acompanha um ex-fuzileiro que enfrenta a corrupção em uma cidadezinha quando sua tentativa de pagar a fiança do primo se transforma em um confronto violento com o chefe de polícia local. Ele não queria entrar nessa briga, mas agora irá até o fim.

O longa conquistou uma impressionante aprovação de 93% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 44 análises, e uma aprovação de 84% do público.

rebel ridge

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Jeremy Saulnier, destacando os cortes de câmera, a fotografia e as cenas de ação.

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“Embora a política racial possa levar Saulnier a tratar o personagem com um pouco mais de consideração do que é comum entre muitos veteranos do cinema, as exigências do gênero acabam por eliminar essas sutilezas quando a última sequência de ação explosiva e vazia é exibida”, disse Todd Gilchrist da Variety.

“Nossos corações aceleram com a trilha sonora, uma batida incessante de drones e tambores, além do trabalho verdadeiramente sensacional da câmera de David Gallego, que, assim como o protagonista, se movimenta com inteligência medida e faz uso tático de cada espelho à vista”, disse Amy Nicholson do New York Times.

Rebel Ridge consegue alcançar o patamar baixo de ser competente e assistível. O filme tem uma estética bastante atraente, com belas vistas amplas do horizonte avermelhado. Infelizmente, o próprio filme é tão plano quanto essa linha do horizonte”, disse Caryn James do The Hollywood Reporter.

“É o que um sucesso moderno deveria ser: inteligente, cativante e com um propósito significativo”, disse A.A. Dowd do IGN Movies.

“Um thriller que mistura um pouco de Rambo, um pouco de Reacher e é totalmente dominado por Aaron Pierre, ele entra em cena com confiança, dá umas boas surras e depois se retira com apenas alguns arranhões aqui e ali”, disse Chase Hutchinson do
Collider.

Rebel Ridge parece ser um retorno decidido à intensidade implacável dos primeiros filmes de Saulnier”, disse Dom Sinacola do Paste Magazine.

“John Boyega foi originalmente escalado para o papel de Terry, mas Pierre faz com que o personagem seja totalmente seu, tornando difícil imaginar qualquer outra pessoa no papel. Ele domina a tela com uma presença marcante e autoritária”, disse Daniel Joyaux do IndieWire.

Rebel Ridge é ótimo no melhor sentido da palavra: divertido, empolgante e sempre cativante”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.

O longa está disponível na Netflix.

Jeremy Saulnier, do aclamado ‘Sala Verde‘, é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Don Johnson, AnnaSophia Robb, David Denman, Emory Cohen, James Cromwell, Steve Zissis, Zsané Jhé e Dana Lee.

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Minissérie documental da Netflix que mostra o lado SOMBRIO dos influencers infantis

Para aqueles que assistiram à youTuber Piper Rockelle e suas amigas crescerem nas redes sociais, o mundo em que elas viviam parecia divertidamente idílico.

Conhecidos coletivamente como The Squad, o grupo encenava pegadinhas elaboradas, navegava por paixões e percorria as ruas de Los Angeles em busca de diversão – à medida em que conquistavam milhões de visualizações e muito dinheiro.

Mas nem tudo é o que parece e a verdade por trás desse popular grupo de influenciadores é bem mais macabra do que muitos jamais esperariam.

Essa é a história de Má Influência: O Lado Sombrio dos Influencers Infantis, nova minissérie documental que chegou no último dia 09 de abril no catálogo da Netflix.

A produção, que pertence ao gênero true crime, foi dirigida por Jenna Rosher e Kief Davidson e é focada em Piper, que se tornou um fenônemo descomunal nas plataformas e redes sociais quando criança.

Contando com mais de 12 milhões de seguidores no YouTube, cada passo rumo ao sucesso da influencer foi arquitetado pela mãe, Tiffany Smith, que convidou várias aspirantes a estrelas infantis para se juntarem à sua filha na frente das câmeras. Mas com o passar do tempo, vários membros do grupo conhecido como The Squad — assim como seus pais — começaram a sentir que algo estava seriamente errado.

A série abre as cortinas para revelar as histórias perturbadoras dos antigos companheiros de esquadrão de Piper sobre suposta exploração, manipulação de culto e abuso nas mãos da mãe e empresária Tiffany.

Má Influência: O Lado Sombrio dos Influencers Infantis‘ é dividida em três partes e foi produzida pela Decoy Productions.

Confira o trailer:

‘Entre Facas e Segredos’ é a franquia de ‘Agatha Christie’ para os NOVOS TEMPOS

Independente de seu apreço por ele ou por seus filmes, é indiscutível que o cineasta norte-americano Rian Johnson, de 48 anos, é uma das vozes mais autorais do cinema popular de Hollywood. E isso numa época em que os filmes de entretenimento tem cada vez menos personalidade e o dedo de seu criador, parecendo mais terem sido criados em uma linha de montagem de uma fábrica. Vindo do lado alternativo, do cinemão indie, com produções pequenas como A Ponta de um Crime (2005) e Os Vigaristas (2008), Johnson começou a dar passos mais ambiciosos em 2012, com Looper: Assassinos do Futuro. Todos estes três filmes, é claro, têm sua assinatura, tendo sido igualmente escritos pelo diretor e saído unicamente de sua cachola.

E bastaram estes três projetos, cujo destaque do trio fica mesmo para Looper, para Johnson ser escalado para comandar nada menos do que a maior franquia da história do cinema: Star Wars! O realizador foi o arquiteto do Episódio VIII – Os Últimos Jedi, recebendo inclusive carta branca das poderosas Disney e LucasFilm para escrever o filme que quisesse. Mesmo que obviamente tenha havido eventual interferência por parte dos estúdios, é difícil imaginar que Johnson tenha sido muito podado, porque ele conseguiu fazer o que poucos talvez tivessem, ou seja, subverteu todas as expectativas e entregou o filme que queria, não o que os fãs esperavam. E isso deu uma confusão…

Autoral numa época de pouca autonomia. O diretor Rian Johnson é uma das mentes mais criativas e interessantes da Hollywood atual.

Em pouco tempo, Johnson era alvo de ódio dos fãs ardorosos da franquia, que chegaram a fazer um abaixo assinado para retirar o oitavo filme da cronologia. Por muito pouco Rian Johnson não se tornava persona non grata em Hollywood, afinal não é todo dia que um estúdio major tem uma tremenda batata quente dessas nas mãos. O cineasta se manteve fiel à sua veia artística, mas para isso mexeu num vespeiro.

Corta para outra cena. No mesmo ano em que Os Últimos Jedi chegava às telonas mundiais, em 2017, o diretor Shakespeareano Kenneth Branagh também iniciava um projeto ambicioso: adaptar os clássicos da literatura de sua conterrânea Agatha Christie para o cinema, costurando as obras num único universo com a presença do detetive Hercule Poirot, interpretado pelo próprio. No passado, o mais perto que essa empreitada chegou foi com produções que foram decaindo até serem lançadas direto na TV – todas protagonizadas por Peter Ustinov como Poirot. Ao contrário, os filmes de Branagh possuem a pompa de superproduções, com visual moderno e arrojado, repleto de astros da atualidade, bancadas por um dos maiores estúdios de Hollywood: a 20th Century Fox. O pontapé inicial escolhido pelo diretor foi Assassinato no Expresso do Oriente – o projeto escolhido no passado também, mesmo que de forma inconsciente, para iniciar os filmes de Ustinov (mesmo este contendo Albert Finney como Poirot).

Assassinato no Expresso do Oriente’ foi o pontapé inicial para o Agathaverso moderno, de Kenneth Branagh.

Em pouco tempo, Assassinato no Expresso do Oriente, de Kenneth Branagh, se tornava uma das produções mais aguardadas de seu respectivo ano de lançamento. Um projeto audacioso que, acima de tudo, visava introduzir um dos grandes nomes do suspense (o de Christie) para toda uma nova geração, não tão familiarizada com sua arte. E numa época em que Hollywood começava a priorizar o conceito de universo compartilhado como ordem da vez, onde todo grande estúdio queria sua parcela do sucesso da Marvel – vide o abortado “Monstroverso” da Universal (que deveria ter iniciado com A Múmia, de Tom Cruise) – o “Agathaverso” de Kenneth Branagh e a Fox chegava com ares refrescantes. Afinal, tinham o respaldo e a classe de uma das maiores autoras literárias de todos os tempos, moldado ao cinema pipoca entretenimento.

O resultado tímido, mas positivo, de Assassinato no Expresso do Oriente (2017) somado a críticas mornas apontavam para a falta de ousadia na proposta de Branagh – que é um realizador mais conservador. A ideia do cineasta foi mesmo dar apenas uma roupagem visual mais estilosa e chamativa e deixar o texto de Christie intacto. Sim, é verdade, tivemos uma mudança étnica com o personagem Arbuthnot (que ainda teve alterado seu posto de Coronel para Doutor) explicitando uma bem-vinda representatividade racial. Mas em sua narrativa e roteiro, Branagh se manteve na linha clássica.

Morte no Nilo’, o segundo passo do Agathaverso, pronto desde 2019, é uma das produções mais adiadas dos últimos anos.

Um pulo temporal e chegamos ao ano de 2019, onde dois fatos foram decisivos para a continuidade do Agathaverso. O primeiro foi a compra da Fox pela Disney, aprovada pelo governo americano. O que acontece é que o estúdio já havia escolhido a continuação direta para o Agathaverso, sendo esta opção por Morte no Nilo (o primeiro estrelado por Ustinov na década de 70). O filme estava pronto e aguardando a estreia desde 2019, mas devido à mencionada aquisição, todos os projetos da Fox foram momentaneamente engavetados – voltando a serem liberados sob o selo 20th Century Studios em 2020. Nesse embargo, um dos filmes que mais sofreu foi justamente o segundo capítulo do Agathaverso de Kenneth Branagh, Morte no Nilo – que ao que tudo indica verá a luz das salas de cinema agora em fevereiro de 2022, com lançamento marcado para este fim de semana no Brasil e o mundo.

O segundo fator evidente para a desestabilização do Agathaverso, mesmo que de certa forma despropositadamente, foi a estreia de Entre Facas e Segredos (Knives Out), no mesmo ano de 2019. E aqui voltamos lá para o início do texto, e para o diretor Rian Johnson. Algum engravatado de Hollywood seguiu vendo claramente o potencial de Johnson apesar do “tiro pela culatra” gerado por sua investida em Star Wars. Enaltecido pelos críticos como “um dos melhores filmes daquele ano” e “a volta da diversão aos cinemas”, Entre Facas e Segredos marcou a quinta obra autoral saída da mente de Rian Johnson. E dessa vez o cineasta resolvia brincar de Agatha Christie, com um suspense tipicamente moldado ao estilo da autora. Ou seja, uma grande mansão, o assassinato de um rico patriarca, e uma vasta gama de personagens, onde a maioria é membro de tal clã e todos são suspeitos. Ah sim, e um brilhante investigador de métodos excêntricos à frente de desvendar o mistério.

‘Entre Facas e Segredos’ é o melhor filme de Agatha Christie, que não é baseado em Agatha Christie.

Implementada a fórmula, podemos dizer que a “brincadeira” de Rian Johnson é o filme de Agatha Christie que precisávamos para os tempos modernos – superando até mesmo as clássicas obras da autora. Calma, antes das pedras, explico. A bibliografia de Agatha Christie é uma das mais ricas e constantes da literatura mundial, e graças a ela podemos ter todo tipo de suspense nas telas influenciados por seu estilo e modelo. Porém, como toda arte do passado, em especial livros e filmes, o corpo literário da autora é muito o produto de seu tempo. Hoje, valores e questões sociais são discutidas com mais afinco. Determinados tipos de texto possuem mais importância e relevância. Certas situações se encontram datadas.

Essa é a grande diferença crucial entre o Agathaverso de Kenneth Branagh e a “homenagem” prestada por Rian Johnson em Entre Facas e Segredos. Provando este argumento de aceitação está o fato de que o filme de Johnson foi indicado a 114 prêmios nas mais variadas premiações de cinema, incluindo um Oscar, e obteve 52 vitórias ao longo de sua trajetória; enquanto Assassinato no Expresso do Oriente se tornou um filme de consumo rápido e logo esquecido. Fazendo uma analogia culinária, Entre Facas e Segredos é uma degustação num restaurante refinado, enquanto Expresso do Oriente é um fastfood “bate entope”. Mas como isso pode ser? Se Branagh bebe diretamente na fonte da autora, enquanto Johnson apenas a homenageia. Sabe o ditado “a fortuna favorece os audazes”? Pois bem, ela se aplicar de forma certeira nesta comparação entre obras.

Kenneth Branagh, como o detetive Poirot, é a mente por trás do Agathaverso – mas falta ousadia a seus filmes.

Posso estar enganado, mas ao que tudo indica (pelos trailers e prévias), Morte no Nilo seguirá à risca o criado por Branagh em Expresso do Oriente. E não tem nada de errado com isso. Serve perfeitamente para encaixar com a direção mais tradicional do cineasta veterano. E serve também para apresentar Christie a toda uma nova geração, como dito. A maior dissonância nos filmes de Branagh se encontra no duelo entre forma e conteúdo. O visual chamativo, repleto de efeitos modernos e a edição acelerada e com muitos cortes não dialoga de forma muito precisa com o conteúdo antiquado e perdido no tempo. É como se Branagh e a Fox quisessem fazer um filme clássico e moderno ao mesmo tempo.

Por outro lado, a proposta de Rian Johnson é mais adequada ao seu argumento. Passado nos dias de hoje, e com a tecnologia e questões atuais sendo adereçadas constantemente (e tomando parte da trama), Johnson segue o caminho inverso de Branagh. Seu filme é moderno, mas emula os clássicos em teor e atmosfera. A estrutura é a de um suspense típico dos escritos por Christie, no entanto, inserido nesta época atual, abordando questões fervorosas muita debatidas na atualidade, como luta de classes, preconceito contra imigrantes e até a “fábrica” de ódio nas redes sociais. O que Johnson fez foi inserir Agatha Christie nos dias de hoje, confeccionando o que, possivelmente, a autora faria se fosse nossa contemporânea.

Entre Facas e Segredos 2’ é um dos filmes mais esperados de 2022, e o carro-chefe da Netflix para o ano.

Na contramão disso, Kenneth Branagh apenas refaz, palavra por palavra, situação por situação, o que a autora deixou como legado, estacionado numa época que há muito envelheceu em pensamentos e comportamentos. Mudando apenas as roupas e cenários mais vistosos, além do elenco de nomes quentes na atualidade. No fundo, os fãs sempre reclamam de refilmagens que não adicionam nada ao material original, e apenas recriam sem entregar qualquer novo elemento em troca. E não dá para fugir desta sensação ao presenciarmos os filmes do Agathaverso de Branagh, ainda mais se levarmos em conta que os dois filmes entregues pelo cineasta já haviam sido produzidos na década de 70  – tornando a atmosfera de remake ainda mais latente.

Não dá para prever a longevidade do Agathaverso de Branagh nos cinemas – tudo irá depender do resultado financeiro de Morte no Nilo. E sinceramente, espero que origine novas desventuras de Hercule Poirot, mesmo que seja nas telinhas do Star Plus – caso Morte no Nilo não atenda às expectativas do estúdio nas telonas. Seja como for, levando todos estes argumentos em conta, fica difícil não privilegiar a excitação para o vindouro Entre Facas e Segredos 2, agora nas mãos da Netflix, novamente escrito e dirigido por Rian Johnson, em detrimento ao bem mais previsível e domado Morte no Nilo. Afinal, o suspense precisa funcionar na surpresas de sua história, mas quando temos telegrafada para onde a trama irá caminhar devido a uma inserção de décadas na cultura popular, o fato pode se tornar um empecilho para o frescor de uma obra do gênero.

Colin Trevorrow afirma que ‘Jurassic World 3’ não terá dinossauros híbridos

Apesar dos dois primeiros filmes da trilogia ‘Jurassic World‘ terem focado em dinossauros híbridos, não espere que o terceiro filme siga pelo mesmo caminho.

Descrito como um “suspense de ficção científica”, Colin Trevorrow afirmou que o último capítulo da franquia “retornará ao básico”.

“Estou ansioso para, no terceiro filme, voltar um pouco para o mundo paleontológico, vida selvagem, a verdadeira natureza dos dinossauros,” Trevorrow afirmou ao Total Film. Ele também revelou que o Indoraptor será o último híbrido que veremos nesta trilogia.

Recentemente, foi confirmado que Trevorrow irá escrever e dirigir ‘Jurassic World 3‘. Ele já havia dirigido ‘Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros‘, e é o nome por trás do desenvolvimento da nova franquia, sendo responsável por todos os roteiros.

A roteirista Emily Carmichael irá ajudá-lo a escrever a terceira – e última – parte, que chegará aos cinemas no dia 11 de junho de 2021.

‘WiFi Ralph’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

WiFi Ralph‘ ultrapassou a marca de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Com US$ 187 milhões arrecadados apenas nos EUA, o longa soma mais de US$ 217 milhões no mercado internacional.

Ao total, a animação já arrecadou mais de US$ 405.4 milhões mundialmente.

Para termos de comparação, o primeiro filme arrecadou US$ 471.2 milhões globais.

WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.

Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.

Sony está desenvolvendo várias séries do universo ‘Homem-Aranha’

De acordo com o presidente da Sony, Tony Vinciquerra, há várias séries do universo do ‘Homem-Aranha‘ sendo desenvolvidas para a televisão e serviços de streaming.

Vinciquerra aponta que há umas “cinco ou seis” séries sendo planejadas na franquia, e fez novas declarações sobre o futuro do personagem principal do universo:

“O Homem-Aranha se saía bem antes de fazer parte do MCU. Ele se saiu melhor com isso, mas agora temos o nosso próprio universo, ele terá um papel mais importante. Acredito que somos capazes de fazer o que é necessário aqui.”

Sobre os futuros projetos, há rumores de um derivado animado de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ nas telinhas, mas a informação ainda não foi confirmada.

Infelizmente, Vinciquerra revelou que não existe a possibilidade de um acordo com a Marvel Studios.

“As portas para negociações estão fechadas no momento. Nós agradecemos Kevin Feige pela grande fase que nos filmes do Homem-Aranha, e até tentamos buscar maneiras de continuar a parceria. A Marvel é ótima e tem nosso respeito. Mas a Sony também tem ótimos profissionais, e Kevin não fez todo o trabalho sozinho. O Homem-Aranha já existia bem antes e somos muito capazes de fazê-lo funcionar no cinema”, afirmou Vinciquerra.

Recentemente, Tom Holland falou pela primeira vez sobre o término da parceria entre a Marvel Studios e a Sony Pictures:

“Não tenho vergonha de expressar como os últimos cinco anos foram incríveis com a Marvel”, revelou Holland. “Eu realmente tive o melhor momento da minha vida e, em muitos aspectos, eles realizaram meus sonhos como ator. A Sony também foi muito boa para mim, e o sucesso global do Homem-Aranha: Longe de Casa é um verdadeiro testemunho de seu apoio, habilidade e compromisso. O legado e o futuro o aracnídeo estão nas mãos seguras da Sony. Eu realmente não sou nada além de agradecer e fiz amigos pela vida ao longo do caminho.”, afirmou.

Assista nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

‘Esquadrão Suicida’: Diretor revela começo alternativo focado na Magia

Através do seu Twitter, o diretor David Ayer confirmou que ‘Esquadrão Suicida‘ originalmente começava com uma sequência focada na vilã Magia, e que a narrativa da personagem seria melhor explorada em sua versão do filme.

A Magia/June Moore tinha um arco narrativo muito mais aprofundado na minha versão do filme.”


Vale lembrar que o longa passou por diversas refilmagens antes de ser lançado. Quando questionado sobre o lançamento de um possível “Ayer Cut”, o cineasta respondeu:

“Não é minha decisão ou uma propriedade minha. Eu amo a Warner Bros, esse estúdio sempre foi a minha casa. Eu respeito e apoio a incrível jornada que o Universo da DC está trilhando sob sua liderança. Minha versão de ‘Esquadrão Suicida’ pode sempre ser apenas um rumor. E eu estou bem com isso.”

O diretor revelou que o primeiro corte de ‘Esquadrão Suicida‘ tinha 2 horas e 45 minutos.

“É engraçado porque … vou contar uma coisa para vocês. Há três filmes que você faz: Há um filme que você escreve, há um filme que você filme e há o filme que você edita. O primeiro corte do filme tinha um pouco menos de 3 horas, eu acho que algo em torno de 2 horas e 45 minutos”, afirmou.

Vale lembrar que a versão lançada nos cinemas tem 2 horas e 3 minutos.

Confira o post:

 

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘The Thing About Pam’: Renée Zellweger estrelará nova série de suspense da NBC

De acordo com o TVLine, Renée Zellweger estrelará a minissérie de suspense ‘The Thing About Pam‘, que está sendo desenvolvida pela NBC.

Esse marcará o primeiro papel da atriz na televisão aberta americana.

Baseada em uma história real, a trama irá focar no real assassinato de Betsy Faria, pelo qual seu marido, Russ, foi condenado apesar de insistir não ter sido o autor do crime. Posteriormente, a condenação do Russ foi anulada, mas a morte da Betsy começou uma reação em cadeia que acabou expondo um esquema diabólico envolvendo Pam Hupp (que será interpretada pela Zellweger).

Seis episódios foram encomendados para o projeto.

“As reviravoltas dessa histórias são mais estranhas do que a ficção,” afirma Susan Rovner, presidente de entretenimento da NBCUniversal, em uma declaração. “Nas mãos dessa equipe talentosa, essa série trará um ponto de vista completamente novo para uma história que já cativou milhões de espectadores.”

Além de estrelar, Zellweger também será a produtora executiva da série.

Jessika Borsiczky (‘UnREAL‘ e ‘House of Lies‘) será a showrunner.

‘Isolation’: Terror antológico traz histórias SINISTRAS de sobrevivência; Confira o trailer!

O terror antológico ‘Isolation‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi dirigido por Dennie Gordon (‘Legion’), Larry Fessenden (‘The Last Winter’, Bobby Roe (‘The Houses October Built’), Andrew Kasch (‘Contos de Halloween’), Zach Passero (‘Wicked Lake’) e Christian Pasquariello (Alien Invasion: S.U.M. 1).

A trama antológica acompanha nove contos independentes – mas levemente conectados – de terror de todos os cantos do mundo, enquanto as pessoas confrontam seus medos mais sombrios, na tentativa de sobreviver uma pandemia mortal.

O terror será lançado em VOD no dia 2 de novembro.

Sylvester Stallone vive um chefe da máfia no teaser de ‘Tulsa King’, nova série da Paramount+

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser da série ‘Tulsa King‘, estrelada pelo astro Sylvester Stallone.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 13 de novembro.

A série foi criada por Taylor Sheridan, da aclamada ‘Yellowstone‘.

Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.

O elenco ainda conta com Andrea Savage, Martin Starr, Max Casella, Domenick Lombardozzi, Vincent Piazza, Jay Will, A.C. Peterson e Garrett Hedlund.

POLÊMICA! Ator afirma que “fãs do Snyder estão felizes” com o fracasso de ‘Shazam! 2’

Através do seu Twitter, Zachary Levi quebrou o silêncio sobre o fracasso da sequência ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘, que registrou uma estreia global de apenas US$ 65.5 milhões – um resultado extremamente fraco para um filme de super-herói.

O ator culpou o marketing da produção pelo baixo desempenho nas bilheterias, além de concordar que os fãs do Zack Snyder estão felizes com o fracasso do filme.

Ao responder o comentário de um fã, Levi confirmou as alegações: “Isso é verdade. Triste, mas verdade. E não sabemos o quanto [a reação dos fãs do Snyder] afetam as bilheterias. Mas acredito que o maior problema que nós temos é com o marketing. Esse é um filme perfeito para a família, mas muitas delas não são cientes disso. É uma pena.”

Confira nossas impressões:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Speak No Evil’: Remake da Blumhouse é ADIADO em um mês

O remake do aclamado terror dinamarquês, ‘Speak No Evil‘, que está sendo desenvolvimento pela Blumhouse e a Universal Pictures, teve sua estreia adiada em um mês.

Inicialmente previsto para 9 de agosto, o longa teve seu lançamento alterado para o dia 13 de setembro.

Anteriormente, a nova versão havia recebido uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistida por maiores de idade. O terror foi classificado pelo MPAA por “forte violência, linguagem, conteúdo sexual e breve uso de drogas”.

James Watkins (‘A Mulher de Preto’) é responsável pela direção e roteiro.

O elenco da nova versão conta com Mackenzie Davis (‘Os Órfãos’), James McAvoy (‘Fragmentado’) e Scoot McNairy (‘Argo’).

Paul Ritchie, Christian Tafdrup, Jacob Jarek e Bea Sequeira servem como produtores.

A versão original de Speak No Evil foi selecionado como um dos 12 Melhores Filmes de Terror Internacionais de 2022 pelo Bloody Disgusting.

Relembre o trailer:

Crítica | Speak no Evil: Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

O longa foi escrito e dirigido por Christian Tafdrup.

“De férias em Toscana, uma família dinamarquesa faz amizade imediata com uma família holandesa. Meses depois, o casal dinamarquês recebe um convite inesperado para visitar os holandeses em sua casa de madeira e decide passar o fim de semana. No entanto, não demora muito para que a alegria do reencontro seja substituída por mal-entendidos. As coisas gradualmente saem do controle, à medida que os holandeses se tornam algo muito diferente do que aparentavam ser. A pequena família dinamarquesa agora se encontra presa em uma casa, na qual ela gostaria de nunca ter entrado.”

O elenco conta com Morten Burian, Sidsel Siem, Koch Fedja, Van Huêt, Karina Smulders, Liva Forsberg e Marius Damslev.

‘Kaos’: Série mitológica com Jeff Goldblum é CANCELADA após uma temporada

A Netflix cancelou oficialmente ‘Kaos‘, série cômica de mitologia grega, que traz o icônico Jeff Goldblum (‘Jurassic Park’) como Zeus, depois de apenas uma temporada.

Através de seu Instagram, em uma postagem já deletada, a atriz Aurora Perrineau confirmou o cancelamento: “Bem, isso machuca. Quando fiz teste para participar desta série, eu sabia que seria especial. Os roteiros de Charlie Covell realmente ressoaram comigo de uma forma que muitos outros não haviam conseguido. Eu amei todos esses personagens. Pela primeira vez na minha vida, eu me senti muito orgulhosa. Quando fui contratada para a série, eu me senti vista. Uma garota que não apenas faz parte de uma minoria, como também é uma sobrevivente de agressão sexual. Tudo o que aconteceu desde então realmente mudou minha perspectiva. Mal posso acreditar que tive a chance de participar de tudo isso. Nós criamos algo estranho, sinistro, hilário e absolutamente trágico – algo completamente humano. Esse é um sentimento que eu planejo levar comigo.”

Infelizmente, a produção terminou com um desfecho aberto, uma vez que sua narrativa foi pensada para se desenvolver no decorrer de três temporadas. Em entrevista ao Deadline, o criador Charlie Covell havia comentado sobre o final: “Não queria deixar um final completamente sem conclusão. Eu espero que o desfecho da primeira temporada seja satisfatório, mas espero que possamos continuar. Eu realmente amaria continua a narrativa.”

Na trama, Zeus tem uma crise existencial quando pensa que pode estar envelhecendo e decide se afastar de toda essa coisa de “rei dos deuses” e aproveitar a vida aos olhos mortais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Confira as novas imagens oficiais do derivado de ‘Outlander’

O canal Starz divulgou as novas imagens oficiais da série derivada ‘Outlander: Blood of My Blood‘, que servirá de pré-sequência ao seriado original.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção, que contará a história dos pais de Jamie (Sam Heughan) e Claire (Caitriona Balfe), estreará no dia 8 de agosto.

A série trama focará em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.

Sara VickersBrian McCardieJhon LumsdenPeter Mullan são os protagonistas.

Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.

O restante do elenco conta com Rory Alexander (‘Pistol’), Sam Retford (‘Coronation Street’), Seamus McLean Ross (‘Payback’), Conor MacNeill (‘O Turista’), Harriet Slater (‘Indiana Jones e A Relíquia do Destino’), Jamie Roy (‘Flowers and Honey’), Hermione Corfield (‘Os Renegados’) e Jeremy Irvine (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’).

A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).

Tubarão espreita em clipe inédito de ‘Deep Water’, novo terror do diretor de ‘Do Fundo do Mar’

O terror ‘Deep Water‘, próximo filme de tubarão assassino do diretor Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), ganhou um novo clipe.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de julho, pela Diamond Films.

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“Um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões. Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.”

Aaron Eckhart e Ben Kingsley estrelam. O elenco ainda conta com Molly WrightAngus SampsonKelly Gale, Li WenhanNashi.

Este é o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene SimmonsGary Hamilton.

Tom Holland ajudou Jon Bernthal a conseguir o papel de ‘Justiceiro’; Entenda!

Enquanto promovia seu mais novo filme, ‘Pilgrimage’, no Festival de Cinema de Tribeca, Jon Bernthal fez uma revelação que ninguém imaginaria.

O ator Tom Holland, seu colega de elenco na produção, o ajudou a conquistar seu papel como o Justiceiro na série original da Netflix, ‘Demolidor’. E como se isso não fosse o bastante, ele também revelou que ajudou o jovem ator a conseguir o papel de Homem-Aranha.

Durante uma entrevista ao site da revista Variety, Bernthal contou que nos intervalos das gravações, ambos contribuíram para as fitas de teste que futuramente seriam as responsáveis para os atores entrarem para o hall seleto de heróis da Marvel.

Em uma das filmagens teste de Holland, Bernthal lê as falas fora da câmera. Já no material do intérprete do Justiceiro, o jovem chegou a atuar em uma cena em questão.

Segundo Jon:

“Eles usam cenas simuladas, mas era um homem contando para esse garoto sobre atirar em um veado – descrevendo o momento em que o matava, eu acho. Nós tivemos que brincar que o veado estava lá e eu o via se preparando para matá-lo. Ele estava fora da câmera e eu o chamava: ‘vem para cá e faça a cena comigo’”.

Em outra tomada feita para a audição, filmada em um parque na Bélgica, o ator Stanley Weber chegou a andar pela floresta, fingindo ser o animal.

Jon Bernthal também aproveitou a ocasião para elogiar Tom Holland e sua dedicação profissional:

“Me faltam elogios sobre Tom. Ele tem uma força, um talento e uma coragem que não apenas é memorável para alguém de sua idade, mas é realmente memorável para qualquer pessoa, independente de sua faixa etária. Todos nós fomos parte do processo dele conseguir conquistar o papel de Homem-Aranha. Nós pudemos ver sua determinação. Eu nunca vi algo assim – o quão duro ele lutou por isso – e é assim que ele aborda seu trabalho diariamente”.

Pilgrimage’ está em exibição no Festival de Cinema de Tribeca e chega aos cinemas norte-americanos em 11 de agosto de 2017.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Thor: Ragnarok’: Grão-Mestre busca um colega de quarto em divertido vídeo

Thor: Ragnarok‘ já saiu dos cinemas há um bom tempo, mas ganhou um divertido vídeo, que traz o personagem Grão-Mestre no planeta Terra, dividindo quarto com um novo amigo.

Confira:

Thor: Ragnarok‘ se tornou um fenômeno nas bilheterias e ultrapassou a marca dos US$ 833 milhões nas mundialmente. Com o valor, o filme da Marvel conseguiu ultrapassar ‘Mulher-Maravilha‘ – que fez US$ 821 milhões mundialmente.

O Brasil se destacou e tem a terceira melhor bilheteria internacional de ‘Thor: Ragnarok‘. Com US$ 100 milhões acumulados, o longa é a 7ª maior bilheteria de 2017 por aqui, desbancando ‘Guardiões da Galáxia – Vol. 2‘, ‘A Cabana‘ e ‘Moana‘.

Detalhes sobre a Manopla do Infinito “falsa” de ‘Thor: Ragnarok’ [SPOILERS] 

‘Peaky Blinders’: Sam Claflin em primeira imagem da quinta temporada

A quinta temporada da série da Netflix,Peaky Blinders‘, ganhou um reforço caprichado em seu elenco. E dentre os acréscimos está o astro Sam Claflin, que teve sua primeira imagem da produção divulgada.

Confira:

O novo ciclo ainda vai contar com os astros Brian Glesson e Neil Maskell, que se juntam à Anya Taylor-Joy, Kate Dickie, Comos Jarvis, Emmett J. Scanlan, Elliot Cowan, Charlene McKenna, Andrew Koji e Daryl McCormack.

A série acompanha família de gângsteres na Inglaterra no começo do século 20 e conta com Cillian Murphy, Tom Hardy, Paul Anderson, Helen McCrory e Annabelle Wallace.

A previsão é que a quarta temporada de ‘Peaky Blinders’ retorne no segundo semestre de 2017, mas ainda não há uma data confirmada.

 

 

 

‘O Irlandês’: Vídeo destaca a brilhante direção de Martin Scorsese; Assista!

O Irlandês‘ já se tornou um grandioso sucesso de crítica, conquistando mais de 14 indicações a diversas premiações até o momento.

E a Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores, que destaca a brilhante direção do cineasta Martin Scorsese. O vídeo ainda traz entrevistas com produtores, designers de figurino, entre outros membros de sua equipe técnica.

Assista:

Recentemente, o CEO da Netflix, Ted Sarandos, revelou durante o UBS Global que ‘O Irlandês‘ teve 26,4 milhões de visualizações ao redor do mundo em sua primeira semana de lançamento.

O filme teve 17,1 milhões de visualizações somente nos EUA, e 9,3 milhões do resto do mundo.

Segundo Sarandos, cerca de 70% das pessoas assistiram ao filme completo.

Lembrando que a Netflix não costuma divulgar seus dados de audiência, assim como outros serviços de streaming, exceto em casos de grande destaque, como este.

Reunindo Robert De Niro, Al Pacino, e Joe Pesci, o longa atingiu 96% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes por conta da crítica especializada, além de receber inúmeros elogios ao roteiro e às atuações.

Além disso, a produção já recebeu prêmios do National Board of Review e do New York Films Critics Circles como Melhor Filme.

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

Confira o trailer:

Série de ‘A Princesa e o Sapo’ ganha sinopse oficial

Os fãs das animações originais da Walt Disney Animation serão presenteados com inúmeros projetos da plataforma Disney+ e um deles é a série de TV baseada no longa ‘A Princesa e o Sapo’.

Intitulada ‘Tiana‘, a nova produção acaba de ganhar sua sinopse oficial:

A trama será uma série de comédia musical com a extraordinária empreendedora que agora é a princesa do reino da Maldônia. As novas aventuras exploram tanto Maldônia, bem como a amada cidade natal de Tiana, Nova Orleans.

Tiana é a primeira princesa a ter sua própria série pela Walt Disney Animation Studios.

A série tem previsão de estreia para o ano de 2022, em data a ser revelada.

Confira a logo oficial:

Lembrando que o longa foi a última produção em 2D lançada pelo estúdio, que decidiu se concentrar em animações de CGI.

No filme, a trabalhadora e ambiciosa Tiana sonha em um dia abrir o seu próprio restaurante em Nova Orleans. Seus planos tomam um rumo diferente quando ela conhece o príncipe Naveen, o qual tinha se tornado um sapo pelo maldoso Dr. Facilier. Porém, o príncipe, que agora é um sapo, tem esperanças de ser um humano novamente se Tiana beijá-lo.

 

 

‘As Ondas’: Aclamado drama da A24 com Sterling K. Brown e Lucas Hedges já está disponível na Netflix

O aclamado drama ‘As Ondas‘, produzido pela A24 e estrelado por Sterling K. Brown e Lucas Hedges, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação.

A trama acompanha a épica jornada emocional de uma família negra americana, que tenta lidar com uma perda trágica que afeta profundamente as suas vidas, navegando através de sentimentos como amor, perdão e união.
Kelvin Harrison Jr., Taylor Russell, Renée Elise Goldsberry e Alexa Demie completam o elenco.
Trey Edward Shults assina o roteiro e a direção do longa.
As Ondas‘ teve a sua estreia mundial no Festival de Toronto 2021.
Assista ao trailer:

Diretor revela porque Pedro Pascal foi SUBSTITUÍDO no terror ‘A Hora do Mal’

Pedro Pascal esteve muito próximo de estrelar o novo terror ‘Weapons‘, do diretor Zach Cregger (de ‘Bizarra’), mas acabou sendo substituído por Josh Brolin após mudanças inesperadas no cronograma do longa.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Cregger revelou que o ator de ‘The Last of Us‘ e ‘The Mandalorian‘ foi originalmente escalado para viver Archer Graff, o pai de uma das crianças desaparecidas que protagoniza a trama do suspense. No entanto, a greve dos atores e roteiristas de Hollywood em 2023 acabou causando uma série de atrasos e colisões de agenda.

“Tínhamos um elenco totalmente diferente para este filme. Com a greve, o cronograma do Pedro Pascal nos jogou no caos. Precisei refazer todo o elenco”, contou o diretor.

Cregger deixou claro que não houve conflitos pessoais com os atores, apenas a consequência natural de atrasos em uma indústria que depende de agendas cuidadosamente coordenadas.

“Não guardo mágoa de ninguém. Só fomos adiados várias vezes. Foi um efeito dominó”.

Além de Pascal, Brian Tyree Henry (‘Atlanta’) e Renate Reinsve (‘The Worst Person in the World’) também estavam no elenco original, mas precisaram sair do projeto pelos mesmos motivos.

Apesar de ter ficado de fora de ‘Weapons‘, Pedro Pascal não passou despercebido nas telas em 2025. O astro esteve presente em diversos projetos de destaque, incluindo o drama familiar ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ da Marvel, o suspense ‘Eddington‘ da A24 e, claro, a segunda temporada do sucesso da HBO, ‘The Last of Us‘. Ele também brilhou no novo longa de Celine Song, ‘Amores Materialistas‘.

Lembrando terror ‘A Hora do Mal‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 7de agosto.

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A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelará a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda contará com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.