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Capítulo 6 de ‘American Horror Story: Roanoke’ ganha teaser, assista!

Com a sétima temporada mais do que confirmada, ‘American Horror Story: Roanoke‘ ganhou sua primeira prévia para o episódio 6, também chamado de Capítulo 6.

Confira:

Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×03 

Teoria liga ‘American Horror Story – Roanoke’ com a Murder House da 1ª temporada 

Em entrevista à Entertainment Weekly, Ryan revelou que ele está trabalhando em uma surpresa para os fãs da s

“Estou trabalhando em uma temporada secreta. Eu e um roteirista estamos finalizando uma temporada que só ele e eu temos conhecimento. É como um projeto de dois anos que vamos continuar a trabalhar às escondidas e não vamos contar a ninguém”, afirmou.

Ele ainda afirma que não sabe quando a “temporada secreta” vai estrear, mas que pode ser ainda em 2016.

“É uma maneira diferente de fazer um lançamento. Uma pessoa já roteirizou todos os episódios. Podemos ter filmado às escondidas e lançá-la a qualquer momento”, concluiu.

Vale lembrar que o primeiro episódio da sexta temporada se tornou o mais visto na história do canal, com 10,9 milhões de espectadores.

Roanoke” é um falso documentário narrado por Lily Rabe como Shelby, uma mulher contando um momento em que ela foi puxada para o chão e perdeu seu bebê. Ela e seu marido, Matt, se mudaram para a floresta em Roanoke, Carolina do Norte. Eles acabam em uma casa de fazenda que está à venda – aonde a série se passará.

A história faz referência à Colônia de Roanoke, abandonada sem explicação 1590 depois que 117 pessoas desapareceram. ao passar dos anos, a história se tornou uma das mais clássicas lendas do Oeste dos Estados Unidos.

 

3º Episódio da 5ª Temporada de ‘Arrow’ ganha primeiras prévias

Apesar de ter tido uma estreia extremamente abaixo para os padrões de super-heróis da CW, ‘Arrow‘ parece ter ficado mais interessante a partir do segundo capítulo da quinta temporada, exibido nessa quarta-feira nos Estados Unidos.

Então, partiu conferir as duas primeiras prévias liberadas:

Vale lembrar que enquanto ‘The Flash‘ voltou com quase um milhão a menos de espectadores, ‘Arrow declinou nada menos que 30% com relação a temporada 2015/2016.

Para que você tenha ideia, o episódio de estreia da quinta temporada foi assistido por apenas 1,9 milhão de pessoas nos Estados Unidos.

O ComicBookMovie e o The Wrap, por exemplo, já mencionam que a palavra cancelamento não está muito distante de ser utilizada nas próximas reuniões da cúpula do canal


Em agosto, Marc Guggenheim, um dos criadores de ‘Arrow’ e ‘Legends of Tomorrow‘, revelou por meio de seu perfil no Twitter que o título do primeiro episódio da 5ª Temporada será “Legado“.

‘Arrow’: Stephen Amell explica o controverso romance de Oliver e Felicity

A 5ª Temporada deverá estrear em meados de Outubro de 2016.

 

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Assista ao trailer final de ‘Rogue One – Uma História Star Wars’

Rogue One – Uma História Star Wars‘ ganhou seu trailer final legendado.

Assista, com o último cartaz liberado:

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Da Lucasfilm vem o primeiro longa Star Wars independente, Rogue One – Uma História Star Wars, uma nova aventura épica. Em um momento de conflito, um grupo de heróis improváveis se unem em uma missão para roubar os planos da Estrela da Morte, a mais poderosa arma de destruição do Império. Este evento-chave na linha do tempo Star Wars reúne pessoas comuns que optam por fazer coisas extraordinárias, e ao fazê-los, tornam-se parte de algo maior que eles mesmo.

Rogue One – Uma História Star Wars é dirigido por Gareth Edwards e é estrelado por: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, Donnie Yen, Mads Mikkelsen, Alan Tudyk, Riz Ahmed, com Jiang Wen e Forest Whitaker. Rogue One – Uma História Star Wars estreia nos cinemas dos EUA em 16 de dezembro de 2016.

‘Rogue One’: Teoria afirma que  Jyn Erso é a mãe de Rey 

Rogue One – Uma História Star Wars‘ estreia nos cinemas nacionais dia 15 de dezembro de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.

Rogue One‘ está situado antes dos eventos de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘ e fará um desvio dos filmes da saga, mas tem elementos que são familiares para o universo de Star Wars.

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‘Homem-Aranha’ tira selfie no World Trade Center na primeira foto oficial do filme

O EW divulgou a primeira imagem oficial de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, que traz o herói tirando uma selfie em cima do One World Trade Center.

Confira:

img_8055Segundo eles, o cabeça de enfrentará um terceiro vilão, além dos já confirmados Shocker e Abutre.

O grande vilão não terá superpoderes, ele será um cara normal que começa a namorar a Tia May (Marisa Tomei).

A fonte não informou quem é o personagem, mas especula-se os nomes Norman Osborn, Eddie Brock e J. Jonah Jameson.

Chris Evans quer participar de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

O elenco conta com Donald Glover, Marisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark, também conhecido como Homem de Ferro.

Michael Keaton viverá o vilão Abutre.

Artes revelam como seriam os vilões de ‘Homem-Aranha 4’, de Sam Raimi 

A produção vai mostrar o jovem Peter Parker (Tom Holland) em seu primeiro ano do colegial.

Recentemente, o 4Chan revelou ter tido acesso ao roteiro e divulgou várias informações e a trama do filme – leia mais!

Diretores querem Deadpool em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ 

Detalhes da participação do Homem-Aranha em ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.

‘Deadpool’ e ‘Homem-Aranha’ podem ganhar um crossover nos cinemas 

Saiba quanto tempo dura a participação do Homem-Aranha em ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 27 de Julho de 2017.

Confira o logotipo do filme:

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Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×04

“Apenas homens de barriga cheia podem se dar
ao luxo de ter uma consciência.”

Sei que critiquei bastante os dois primeiros episódios desta temporada – e continuo mantendo minha opinião, diga-se de passagem –, mas é inegável que este sexto ano já conseguiu me conquistar. Havia gostado bastante do terceiro episódio, e esse conseguiu ser ainda melhor. Continuo não sendo um grande fã do formato mockumentary (documentário falso), mas acredito que me acostumei com os relatos; além do fato de que eles têm sido menos recorrentes nessas últimas semanas. Vale lembrar que o Ryan Murphy prometeu uma grande reviravolta no sexto episódio, e se considerarmos o ritmo da trama, é provável que o desfecho da “história dentro da história” chegue ao seu ápice na próxima semana, deixando-nos em um terreno desconhecido em relação ao resto da temporada.

Teoria liga ‘American Horror Story – Roanoke’ com a Murder House da 1ª temporada 

Uma das coisas que eu mais tenho gostado desde o primeiro episódio deste ano é o seu foco. Alguns dos maiores erros das temporadas anteriores foram o excesso de subtramas. Coven, Freakshow e Hotel foram as que mais sofreram desse mal, apresentando plots desnecessários, que muitas vezes eram jogados de lado sem ao menos uma conclusão. Roanoke tem sido a temporada mais focada até o presente momento, e isso tem funcionado muito bem para sua história. A narrativa no começo pode ter sido lenta – tentando preservar um certo mistério –, mas nunca se desviou. O segundo episódio apresentou uma história clichê sobre o passado da casa que parecia ser um tanto aleatória, mas até mesmo esse plot foi aprofundado nesta semana, costurando-o junto da trama principal.

Este quarto episódio tratou de fornecer ainda mais informações que o da semana passada, o que é ótimo para a construção da mitologia deste sexto ano. Soubemos bem mais sobre a Açougueira, e também sobre a entidade interpretada pela Lady Gaga. Não posso deixar de elogiar o excelente trabalho da Kathy Bates, que está sensacional nesta temporada. Acredito que a Açougueira seja sua melhor personagem da franquia até o momento, e ela consegue roubar todas as cenas em que aparece. Uma antagonista de peso, que ganha vida através de uma interpretação forte. Isso nos leva à Lady Gaga, que está interpretando o verdadeiro mal por trás de tudo isso. Ela tem desaparecido um pouco no background, o que é proposital, considerando que sua personagem era um dos maiores mistérios desses primeiros episódios. A atriz, no entanto, parece bem mais segura do que na sua estreia no ano passado, e tem feito um bom trabalho.

Essa semana, tivemos duas baixas importantes. Acontece que o personagem do Denis O’Hare ainda estava vivo, e ele foi o responsável por conectar as histórias passadas da casa maldita – o que me lembrou bastante o enredo de Rose Red – A Casa Adormecida, especialmente por causa do conceito “os que não são encontrados mortos, desaparecem”. Ele viveu o suficiente para jogar uma luz sobre o passado do lugar, e logo em seguida morreu brutalmente, o que considerei um desperdício do personagem. Mas eis que o Cricket retorna com a mesma função que o agora falecido Denis O’Hare, ou seja, ajudar o casal a sobreviver àqueles espíritos territoriais. E, infelizmente, Matt e Shelby viram sua segunda chance de saírem vivos morrer na sua frente.

É uma pena que o Cricket já tenha morrido. Ele apareceu apenas em dois episódios, mas mostrou uma enorme presença através da sua personalidade peculiar. Ele conseguiu roubar todas as cenas em que esteve esta semana, soltando algumas pérolas ridiculamente engraçadas. Eu ainda estava rindo da tirada dele sobre o Uber estar chegando quando ele soltou “gay for pay” para o motorista. Aquilo foi trash e hilário! E, de alguma forma, não quebrou o clima sério desse episódio. O roteiro conseguiu manter um ótimo equilíbrio, e sua participação foi uma excelente adição à temporada. A única questão é que, com as únicas duas pessoas que poderiam ajudar o casal principal mortas, o que irá acontecer daqui para frente? É por isso que o próximo episódio grita “confronto final”, o que provavelmente irá encerrar a narrativa do documentário e apresentar uma nova perspectiva na trama.

3ª episódio de ‘American Horror Story – Roanoke’ ganha prévia

Crítica | American Horror Story: Roanoke – 6×01 (Season Premiere) 

A única coisa que eu realmente não gostei na mitologia que foi apresentada essa semana foi o fato de que os espíritos só podem matar os vivos durante um curto período de seis dias durante todo o ano. Isso restringe drasticamente o perigo em potencial. Com esse conhecimento na manga, uma família poderia viver o ano tranquilamente na casa sem correr o risco de ser mutilada, e, durante o período mortal, passar uma semana na Disney sem maiores preocupações. Matt e Shelby tiveram o azar de se mudar para lá justamente neste período, e a recusa em sair de lá por causa da menina desaparecida fez sentido – ainda que a menina brincando de cabra-cega com os espíritos na floresta não faça.

Há algumas coisas que ainda faltam ser esclarecidas, especialmente envolvendo a personagem da Lady Gaga, a quem o Cricket diz se tratar de um deus antigo. Por que ela precisa tanto acasalar com o Matt? E, como não conseguiu concluir, seria ela responsável por impedir que a Açougueira os corte pedaço por pedaço? Espero mais informações na próxima semana, especialmente se for o fim desta narrativa que nós conhecemos. Antes de encerrar o texto, porém, gostaria de corrigir uma coisa. Na crítica anterior eu disse que a voz do entrevistador era do Evan Peters, mas acontece que ela é do Cheyenne Jackson. Ainda assim, continua fazendo sentido que seu personagem seja apresentado oficialmente quando a reviravolta acontecer. Por último, preciso destacar a excelente maquiagem/efeitos dos caçadores mortos, andando pela floresta com buracos de tiro enormes no rosto. Foi uma imagem bastante impactante e bem feita.

 


 

‘Mulher-Maravilha’ é a nova embaixadora da ONU

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, revelou que a Mulher-Maravilha é a nova embaixadora da ONU.

A heroína das HQs e do filme usará seus superpoderes para ajudar na campanha de defesa dos direitos das mulheres e o empoderamento feminino.

A personagem será oficialmente nomeada embaixadora da ONU durante uma cerimônia que será realizada no dia 21 de outubro, e contará com a presenta da presidente da DC Entertainment, Diane Nelson e da atriz Lynda Carter, que interpretou a Mulher-Maravilha na série de TV dos anos 70.

Gal Gadot fala sobre a bissexualidade da ‘Mulher-Maravilha’ 

A estreia do novo filme da personagem acontece em 2 de junho de 2017.

Assista ao trailer:

Saiba com qual vilão a Mulher-Maravilha vai lutar em ‘Batman vs Superman’ 

Conheça a história de origem da Mulher-Maravilha em ‘Batman v Superman’

Chris Pine (franquia Star Trek) será Steve Trevor.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

Scarlett Johansson confirma negociações para o filme solo da ‘Viúva Negra’

Em entrevista com à Variety, Scarlett Johansson confirmou que está em negociações com a Marvel para o filme solo da ‘Viúva Negra‘.

“Estamos conversando frequentemente sobre o filme. A Marvel está investindo alto na personagem, e eles tem ótimas ideias. É uma personagem com um passado muito rico em histórias, e eu gostaria muito de saber sobre o passado dela em um filme solo. Já avisei pra eles que temos que fazer o filme enquanto eu ainda puder usar aquele uniforme apertado”, brincou.

Rumor indica que Viúva Negra pode aparecer em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

Em recente entrevista The Wrap, o diretor e roteirista Joss Whedon revelou que gostaria de roteirizar e dirigir o filme.

Whedon havia anunciado que iria se afastar dos super-heróis após ‘Vingadores: Era de Ultron‘, mas revelou que o filme solo da personagem o interessa bastante.

“Com certeza eu estou interessado. Eu gosto mais de histórias do estilo Jessica Jones do que o estilo da Supergirl, mas é uma série deliciosa e minha filha adora”, afirmou.

Whedon também revelou que está empolgado com o filme da ‘Capitã Marvel‘.

“Kevin [Feige] batalhou bastante para conseguir colocar esse filme na agenda de estreias. Será um grande um começo para incluir mais heroínas em nossos filmes”, concluiu.

Recentemente, o próprio Kevin Feige revelou que está trabalhando em um filme da Viúva Negra.

“A Marvel anunciou seus próximos nove filmes, dez se contarmos ‘Guerra Civil’, e eles vão estrear até 2019. Ainda estamos discutindo o que vem depois, já que estamos focados nessa quantidade de filmes que estamos desenvolvendo. Emocionalmente, estamos bastante comprometidos em fazer o filme da Viúva Negra”, afirmou.

Ele ainda teceu elogios à personagem.

“Ela é incrível. A personagem que Scarlett Johansson desenvolveu é incrível. Ela é uma Vingadora com histórias incríveis, e seria ótimo e divertido em criar uma franquia de filmes solo para a personagem”, concluiu.

O filme solo da personagem ainda não figura no calendário de estreias até 2020.

Em uma enquete lançada pelo Fandango, empresa americana responsável por venda de ingressos online, o público foi questionado sobre qual personagem da Marvel merecia ganhar um filme solo e escolheu a Viúva Negraleia mais!

“A Viúva Negra nunca quis ser uma Vingadora”, afirma Scarlett Johansson 

Viúva Negra deveria ter ganhado um filme solo em 2004, antes mesmo do lançamento de ‘Homem de Ferro‘ (2008). A Lionsgate estava a cargo do desenvolvimento do longa sobre a heroína da Marvel, que seria escrito por David Hayter (‘X-Men 1 e 2’), mas o estúdio acabou abandonando o projeto.

Segundo a publicação, a Lionsgate temia a recepção nas bilheterias de um filme estrelado por uma até então desconhecida heroína dos quadrinhos.

Seis anos depois, Johansson assinou para encarnar Natasha Romanofff/Viúva Negra em ‘Homem de Ferro 2‘ (2010). A princípio, a atriz só faria uma participação especial, mas o sucesso da personagem estendeu o contrato de Johansson com a Marvel, que depois apareceu em outros dois filmes do estúdio (‘Os Vingadores‘ e ‘Capitão América 2‘).

 

‘Power Rangers’ ganha site com várias novidades

A Lionsgate divulgou o site da Escola de Alameda dos Anjos, local em que os jovens de ‘Power Rangers‘ estudam.

O site da escola fictícia vem com várias informações e imagens inéditas dos protagonistas.

Clique aqui para acessar!

Também foram divulgadas as descrições dos ‘Power Rangers‘, revelando os problemas pessoais enfrentados pelos protagonistas.

Jason, Ranger Vermelho (Dracre Montgomery) era uma lenda do futebol americano em sua pequena cidade de Angel Grove até um erro fatal. Quando vemos Jason pela primeira vez, ele está em necessidade de redenção e está lutando para encontrar a si mesmo. Mas logo é dada a ele a oportunidade de liderar uma nova equipe de super-heróis formada por um improvável grupo de adolescentes que devem encontrar a si mesmo para enfrentar o desafio.

Kimberly, Ranger Rosa (Naomi Scott), costumava ser a rainha da escola de Angel Groge, mas foi expulsa do grupo popular e agora está lutando para encontrar sua identidade. Ela torna-se rebelde, tem atitudes nervosas, mas ela também está escondendo um segredo que a faz se sentir profundamente vulnerável.

Billy, Ranger Azul (RJ Cyler), sempre foi desafiado em suas habilidades para se comunicar e interagir socialmente. inteligente e doce, ele é o coração mais puro do grupo. Billy nunca teve um amigo, assim que ele ele encontra os outros adolescentes sua história começa, e logo ele passa a se conectar com as pessoas de uma maneira que ele nunca foi capaz de fazer antes.

Trini, Ranger Amarela (Becky G) é misteriosa, mas extremamente brilhante. Seus pais se mudam constantemente por conta do trabalho, fazendo dela uma garota que sempre troca de escolas. Solitária, Trini é auto-suficiente e está sempre atenta. Tudo o que ela quer é encontrar sua turma de amigos, mas ela nunca vai admitir que gostaria de fazer parte de um deles.

Zack, Ranger Preto (Ludi Lin), é repleto de arrogância. Ele é resistente as mudanças e aparenta ser muito destemido. Zack se faz sentir acima de todos, mas em seu interior ele se sente abaixo de todo mundo.

 

Ao som de ‘I walk the line’, na voz da jovem cantora Halsey, o teaser com pouco mais de 2 minutos apresenta a descoberta dos poderes de cada Ranger, que são protagonizados por Dacre Montgomery como o Ranger Vermelho, RJ Cyler como o Ranger Azul, Naomi Scott como a Ranger Rosa, Becky G como a Ranger Amarela e Ludi Lin como o Ranger Preto. O filme dirigido por Dean Israelite, de ‘Projeto Almanaque‘, ainda reúne os atores Bryan Cranston e Elizabeth Banks no elenco.

Assista:

O filme estreia em 23 de Março de 2017.

‘Power Rangers’: Teoria afirma que Rita Repulsa era a Ranger Verde; Entenda! 

Ator de ‘The Flash’ faz campanha para estrelar reboot de ‘Power Rangers’

Os ‘Power Rangers‘ tiveram um filme lançado nos cinemas em 1995, dirigido por Bryan Spicer. Nele, o vilão Ivan Ooze retira os poderes dos power rangers e de seu líder Zordon. Agora os heróis precisam viajar a uma planeta distante para aprender os segredos dos antigos Ninjetti.Só então poderão dispôr da força capaz de restaurar suas habilidades de metamorfose e derrotar o maléfico Ooze.

Bill Hader (Saturday Night Live) viverá o icônico Alpha 5. Ele mesmo, do “Aye-yi-yi-yi-yi!”.

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Darth Vader em novo cartaz de ‘Rogue One – Uma História Star Wars’; Trailer sai amanhã!

Rogue One – Uma História Star Wars‘ ganhou um novo cartaz.

O novo trailer será lançado amanhã, dia 13.

Confira:

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Da Lucasfilm vem o primeiro longa Star Wars independente, Rogue One – Uma História Star Wars, uma nova aventura épica. Em um momento de conflito, um grupo de heróis improváveis se unem em uma missão para roubar os planos da Estrela da Morte, a mais poderosa arma de destruição do Império. Este evento-chave na linha do tempo Star Wars reúne pessoas comuns que optam por fazer coisas extraordinárias, e ao fazê-los, tornam-se parte de algo maior que eles mesmo.

Rogue One – Uma História Star Wars é dirigido por Gareth Edwards e é estrelado por: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, Donnie Yen, Mads Mikkelsen, Alan Tudyk, Riz Ahmed, com Jiang Wen e Forest Whitaker. Rogue One – Uma História Star Wars estreia nos cinemas dos EUA em 16 de dezembro de 2016.

‘Rogue One’: Teoria afirma que  Jyn Erso é a mãe de Rey 

Rogue One – Uma História Star Wars‘ estreia nos cinemas nacionais dia 15 de dezembro de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.

Rogue One‘ está situado antes dos eventos de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘ e fará um desvio dos filmes da saga, mas tem elementos que são familiares para o universo de Star Wars.

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Crítica | Kubo e as Cordas Mágicas

Cultura Japonesa encontra Beatles na nova obra de excelência dos estúdios Laika

O gênero animação foi o que mais evoluiu esteticamente ao longo dos anos. Hoje, as criações 3D de computadores dominam o mercado, se mostrando uma técnica eficiente, mais rica em detalhes e menos custosa. Antes criados através de desenhos à mão, os longas animados foram inteiramente substituídos pela ‘técnica do futuro’, prenunciada por Toy Story (1995) e pelo tupiniquim Cassiopéia (1996), que ainda deseja crédito pelo pioneirismo.

Bem, para toda regra existe exceção, e alguns guerreiros guardam intensamente seus fortes, resistindo com estéticas quase dizimadas pelo tempo. O estúdio japonês Ghibli é um dos nomes quando o assunto é animação tradicional, daquele tipo que reinava na era pré-3D. Correndo em paralelo, o stop-motion sempre foi o primo pobre da animação e servia mais para mesclar atores com criaturas inexistentes. O stop motion tem como marco o ícone Ray Harryhausen, fez escola para Tim Burton e hoje vê no estúdio Laika um dos maiores representantes.

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Coraline e o Mundo Secreto (2009), ParaNorman (2012) e Os Boxtrolls (2014) são as produções que a Laika possui no cinturão, e agora Kubo e as Cordas Mágicas se junta à seleta lista. A técnica utilizada pelo estúdio exala um realismo maior na animação, dando aspecto palpável aos personagens, e menos impressão de estarmos vendo um “desenho” opaco. Ajuda o fato dos personagens existirem como objetos inanimados em nosso mundo, manejados por seus criadores, ao contrário de habitarem somente o universo virtual.

Obviamente a técnica é bem mais trabalhosa e exige mais tempo para ser confeccionada, o que torna ainda mais impressionante e louvável sua remanescência. Além da técnica, a Laika usa constantemente em seus roteiros temas sobrenaturais e assombrosos, talvez intensos demais para crianças menores, quase sempre recomendados também para os pais. ParaNorman, por exemplo, era banhado em referências aos anos 1980, que os pequeninos não pescariam.

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Com Kubo, a Laika decide investir na abordagem à cultura japonesa, mergulhando na mitologia nipônica, para contar a história do pequeno e otimista personagem título – seus protagonistas são sempre crianças descobrindo novos mundos. Kubo (voz de Art Parkinson no original) é um menino criado pela mãe catatônica, num vilarejo do Japão antigo. Os dois vivem em uma caverna no alto da montanha, já que, apesar do menino cuidar mais da mãe atualmente do que o contrário, a matriarca resguarda sua cria, com medo do que acontecerá se seu paradeiro for descoberto. Aos poucos as histórias que a mulher conta ao filho passam de somente lendas antigas, para perigos bem reais.

Depois que é encontrado pelas macabras tias (voz de Rooney Mara no original), Kubo parte em uma jornada para descobrir suas raízes e ao mesmo tempo pôr fim a uma maldição. Ao seu lado, uma macaca (voz de Charlize Theron no original) e um guerreiro besouro (voz de Matthew McConaughey no original) serão a proteção necessária e os personagens secundários servindo de alívio cômico. As figuras excêntricas são algumas das referências no roteiro de Marc Haimes e Chris Butler, baseado na história de Shannon Tindle e do próprio Haimes, no quesito mitologia japonesa, que ainda utiliza origamis, canções, artefatos (como espadas e armaduras mágicas) e ensinamentos tipicamente saídos do país asiático, salpicado ao longo do filme.

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Kubo e as Cordas Mágicas é belíssimo esteticamente e muito bem trabalhado, principalmente nas coisas simples, como feições de personagens e no texto proferido pelos lábios artificiais, nos quais podemos fazer a leitura exata. Travis Knight, prata da casa e chefe de animação em todas as propriedades do estúdio, faz a transição e assume o comando de seu primeiro filme. O resultado é no mínimo satisfatório, demonstrando que Knight impõe um ritmo mais apropriado e intenso do que os antecessores Graham Annable e Anthony Stacchi, que estiveram à frente de Os Boxtrolls, a obra mais inconsistente da casa de ideias.

Mesclando com perfeição humor, ação, teor sombrio, clima de aventura e a beleza, lendas e cultura do país milenar, Kubo e as Cordas Mágicas possui poucos momentos descartáveis, funcionando bem em sua linha narrativa e conseguindo inclusive emocionar – elemento que poucos dominam dentro do gênero. Além disso, a Laika segue demonstrando que liberdade e originalidade ainda são mais afluentes longe de grandes estúdios, que dominam o mercado. Com delicadeza de sentimentos e a melhor versão adaptada da canção “While My Guitar Gently Weeps”, dos Beatles, inserida na trama, Kubo e as Cordas Mágicas já nasce um clássico no segmento.

Crítica | É Fada!

VÃO FALAR QUE ESTA CRÍTICA É COISA DE HATER

 

A única coisa que se aproxima do suportável no filme É Fada!, de Cris D’Amato, vulgo filme da Kéfera, é a atuação de Klara Castanho, que consegue transformar borracho em bronze – porque criar ouro a partir do roteiro, só uma Meryl Streep. A menina tem futuro; torcer para receber melhores papéis no cinema. Tirando isso, a única coisa razoável no filme é sua duração: menos de 90 minutos. Os pais agradecem!

No filme, a fada Geraldine (Kéfera Buchmann) perde as asas e, para recuperá-las, precisa dar um jeito na vida de Julia (Klara Castanho). Julia leva uma vida humilde ao lado do pai. Com o regresso da sua mãe rica, ela passa a estudar em uma escola de alto padrão. É a clássica história da garota que não consegue se adaptar ao meio. Isto não seria problema. O clichê, se bem usado, resulta em bons filmes, como o Cinderella, de 2015. É Fada! não! Personagens, situações, desenvolvimento, piadas, lógica, enfim, tudo é ruim e superficial.

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O roteiro não consegue estabelecer a lógica da sua protagonista. Os limites dos poderes de Geraldine são confusos, apesar das explicações. Lá pelo final do segundo ato, ao tentarem invadir uma festa, Geraldine diz que uma magia para transportarem elas para dentro da festa consumiria muita energia. Mas, logo em seguida, ela mesma se teletransporta para o interior da festa, para ajudar Julia a escalar uma parede! Custava ter levado a garota junto?! Geraldine também é invisível, sendo visível apenas quando e para quem ela quer. Então, por que diabos, no primeiro ato do filme, ela usa mil e um disfarces para stalkear Julia na escola, se ela poderia ter feito tudo isso invisível?!

A falta de lógica se justifica “em nome do humor”. Na tentativa de fazer piada, a lógica foi mandada embora. Afinal, é muito engraçado ver a Kéfera de barbixa… O que o roteiro não compreende é que implodir a lógica interna da narrativa para fazer piada desidrata qualquer tentativa de humor – isto ficou evidente na minha sessão, onde os risos ficaram aquém dos esforços do filme.

É Fada! deixa evidente o esquematismo das comédias da Globo Filmes: uma história cheia de furos, com piadas sem sal, temperada com um momento supostamente dramático que vai render alguma cena final supostamente edificante para justificar as falhas de caráter dos personagens e fazer o público sair leve da sala de cinema. O problema disso é que os filmes nem abraçam o lado anárquico das comédias (derrubando qualquer moralismo ou visão politicamente correta) e nem abraçam o lado mais edificante, comum em comédias dramáticas. No fundo, são comédias inofensivas, que muitas vezes reforçam estereótipos e preconceitos e, muitas vezes, não fazem o básico, divertir o público!

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Além de elevar o esquematismo ao cubo, É Fada! acrescenta injúria à infâmia: Julia é maravilhosa, mas sente o impacto de começar a estudar em uma escola cheia de alunos fúteis. Em geral, esse novo ambiente seria suficiente para despertar o conflito “da garota que vai contrariar a sua natureza boa e cometer erros para se tornar popular”. Mas, a grande responsável por desviar Julia do caminho é Geraldine. Basicamente, ela convence Julia da importância de ser fútil e de mudar seu jeito para ser aceita pelo grupo. Essa postura duvidosa de Geraldine não é claramente questionada. Claro, temos um momento “mamãe, quero ser edificante”, com um rap brevíssimo falando da importância de ser você mesmo e o elenco se confraternizando, nada que desfaça as mensagens tortas passadas durante a projeção.

Isso já seria ridículo em uma comédia para adultos; por ser uma obra dirigida ao público juvenil, e por colocar um ídolo seu agindo de forma duvidosa, o filme acaba confirmando a ideia que muitos adolescentes já tem: o importante na vida é ser popular e conseguir joinhas no seu vídeo do YouTube. O filme peca duplamente: finge transmitir a mensagem “o importante é ser você mesmo”, mas apenas reforça a ideia preconcebida de que o bom é aumentar os seguidores no Insta. Por outro lado, o filme não alcança aquele grau de anarquia cômica que detona com o moralismo ou o politicamente corretas – mas, justiça seja feita, isto é raríssimo em comédias juvenis.

Nem gastarei muito tempo falando da direção de Cris D’Amato, que ainda uso câmera lenta para produzir efeito dramático. Cortes mal feitos, problemas de eixo, computação gráfica escabrosa (meu senhor, o que era aquele cachorro falante?!), uma direção de uma ruindade sem fim… Vamos falar da Kéfera.

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No vídeo de lançamento do trailer, ela falou do seu sonho de ser atriz. Não vou aqui discutir os sonhos das pessoas, todos temos direito ao delírio. Meu ponto é outro: a Kéfera do filme, do YouTube e das entrevistas é a mesma. Fico na dúvida: Kéfera está sendo apenas ela mesma, ou ela criou uma personagem que se repete em todos os lugares?

Não estou pedindo para que ela tivesse feito algo diferente no filme – nem teria lógica, já que a razão de ser de É Fada! é a figura que a Kéfera consagrou em seus vídeos. Mas, se ela na frente e fora das câmeras é a mesma pessoa, não temos uma atriz. Ou, se a Kéfera dos vídeos e do filme for uma personagem que ela criou, então posso considerá-la uma atriz limitada. Sim, ela tem carisma e seu estilo conseguiu milhões de fãs. Estes méritos, ela tem, mas não mudam a questão: ou ela não é ainda atriz ou é uma atriz limitada.

É importante não confundir os méritos da Kéfera em seu trabalho para a internet com sua tentativa de ser atriz. Mesmo não gostando do seu canal, achando até certos vídeos de gosto bastante duvidosos, reconheço sua capacidade de comunicação e carisma. Mas, isto não a torna uma atriz.

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É Fada! já arrecadou ótimos R$ 5 milhões. Não me surpreendo. O canal da Kéfera tem 9 milhões de inscritos. Nada mais cinematográfico do que explorar essa base de seguidores – as adaptações de quadrinhos e livros seguem a mesma lógica. O que incomoda nesse tipo de filme é que aqueles dispostos a gostar do filme, vão gostar de qualquer jeito, pouco importa se bom ou ruim – assim como aqueles dispostos a odiar o filme, vão odiá-lo de qualquer jeito. É curioso, os fãs que deveriam ser os primeiros a exigir que seu objeto de devoção recebesse tratamento VIP, são os primeiros a aceitar qualquer coisa. E se os fãs são jovens, isso fica ainda mais forte, pela natural pouca vivência cinematográfica deles. É realmente uma pena quando uma produção se aproveita da idolatria do público para descuidar da qualidade. Por mais despretensiosa que seja a produção, o feijão com arroz tem que ser bem feito. Há uma infinidade de comédias que querem apenas fazer rir e não descuidam do básico. Infelizmente, É Fada! deixou esse básico de lado.

Nota: É Fada! recebeu verba pública, via leis de incentivo. Pena, porque este filme teria totais condições de se financiar de forma privada.

E, aí, o que achou do filme? Gostou ou acho só uma comédia boba? É hater da Kéfera e está adorado as críticas falando mal do filme? Ou é fã dela e acha que os críticos são um bando de invejosos que estão em busca de audiência e curtidas nas suas páginas? Acertou!!! Vai lá, comente, xingue, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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‘Kong: A Ilha da Caveira’ ganha cartaz REVELADOR com segredos de ‘Godzilla’

A Warner divulgou um cartaz genial de ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (Kong – Skull Island) durante a Comic-Con de Nova York.

Quando a arte é iluminada com uma luz negra, ela traz vários easter eggs reveladores.

Entre eles, podemos ver o logotipo da agência secreta do governo Monarch, que ligará ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ à sequência de ‘Godzilla’.

Confira, com o trailer:

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‘Kong: Skull Island’, ‘Godzilla 2’ e ‘Godzilla VS. Kong’ ganham novidades

‘Kong – Skull Island’ terá ligação com o remake de ‘Godzilla’ 

Kong: A Ilha da Caveira‘ é estrelado por Tom Hiddleston, Sam Jackson, Brie Larson, John Goodman, Tian Jing, Corey Hawkins, Jason Mitchell, John Ortiz, Shea Whigham e Toby Kebbell.

Dirigido por Jordan Vogt-Roberts, o longa fará uma imersão completa do público na misteriosa e perigosa casa do rei dos macacos, quando uma equipe de exploradores se aventura no traiçoeiro interior da ilha.

A estreia mundial está prevista para o dia 9 de março de 2017 nos formatos 2D, 3D e IMAX.

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‘Capitã Marvel’ será a heroína mais PODEROSA da Marvel, revela Kevin Feige

Em entrevista ao IGN, Kevin Feige revelou que a ‘Capitã Marvel‘ será a heroína mais poderosa do Universo Cinematográfico da Marvel.

“Ela será a personagem mais poderosa que já introduzimos nos filmes, a mais forte heroína de todas. Como vamos mostrar suas limitações e suas vulnerabilidades? Isso é algo que estamos trabalhando atualmente na história que estamos criando para a personagem. Nas HQs, ela tem uma história muito interessante e acredito que teremos uma maneira única de contá-la. Vamos mostrá-la como a personagem importante do nosso Universo Cinematográfico”, afirmou.

Ainda segundo ele, o estúdio continua procurando por uma diretora para o projeto.

Rebecca Thomas, que dirigiu ‘A Fita Azul‘ em 2012, é a preferida para comandar ‘Capitã Marvel‘.

Além dela, são cotadas Niki Caro (de ‘McFarland dos EUA‘, da Disney, e ‘Encantadoras de Baleias’), Lesli Linka Glatter (‘The Walking Dead‘ e ‘Homeland‘) e Lorene Scafaria (‘Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo‘).

Nicole Perlman (‘Guardiões da Galáxia’) e Meg LeFauve (de ’Divertida Mente’) são as roteiristas da primeira aventura cinematográfica da heroína.

Rebecca Ferguson pode viver a ‘Capitã Marvel’

Ronda Rousey recebe proposta para viver a ‘Capitã Marvel’ em pornô 

Ronda Rousey divulga fotos dela como a ‘Capitã Marvel’ 

Piloto da Força Aérea dos Estados Unidos, Carol Danvers, também conhecida como Capitã Marvel, adquiriu seus poderes ao ser salva da explosão de um maquinário kree pelo primeiro Capitão Marvel. Porém, a radiação atingiu seu corpo em nível celular e Carol se tornou uma híbrida genética kree/humana, adquirindo superforça, poder de vôo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido) Assim, ela iniciou uma carreira de heroína como Capitã Marvel, entrando para o grupo dos Vingadores.

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‘Pânico’: Assista ao trailer LEGENDADO do especial de Halloween de ‘Scream’

O Sobre Séries divulgou o trailer LEGENDADO do especial de Halloween que amarrará as pontas soltas da 2ª temporada ‘Scream‘.

O episódio de duas horas chega na Netflix do Brasil dia 18 de Outubro, e aparentemente irá encerrar a série.

O vídeo traz referências a ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘.

Assista:

“Oito meses após Kieran ser preso, Emma está lutando para focar em seu futuro. Noah e Stavo se juntaram para criar uma história em quadrinhos baseada nos assassinatos de Kieran Wilcox. Audrey está em um novo relacionamento.”

Sem confirmações ou informações sobre a 3ª temporada, a MTV norte-americana está cada vez mais próxima de anunciar oficialmente o cancelamento.

Um grupo de fãs iniciou um abaixo-assinado pedindo que o canal renove  ‘Scream‘, que apesar da baixa audiência na TV dos EUA, faz grande sucesso no resto do mundo através da Netflix.

Para assinar o abaixo assinado, clique aqui!

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Crítica | Scream – 2×12: Quando um Estranho Chama [Season Finale] 

 

Crítica | Scream – 2×10: O Silêncio do Lago 

As 10 Maiores Scream Queens do Cinema

Segunda temporada de ‘Pânico’ ganha novidades

Vídeo compila todos os gritos da quadrilogia ‘Pânico’; Assista! 

Tarantino revela que gostaria de ter dirigido ‘Pânico’ e critica Wes Craven 

Ang Lee recusou convite para dirigir o live-action de ‘Mulan’, da Disney

Segundo o The Hollywood Reporter, o diretor Ang Lee recusou a proposta da Walt Disney para dirigir o live-action de Mulan‘.

Não foi revelado o motivo de Lee ter dispensado o projeto. O próximo filme do diretor de ‘As Aventuras de Pi‘ é o elogiadíssimo ‘A Longa Caminhada de Billy Lynn‘, que estreia dia 11 de novembro.

A Disney agendou a estreia para 2 de novembro de 2018.

Rick Jaffa e Amanda Silver atualmente roteirizam uma nova versão do roteiro adquirido pelo estúdio em 2015, e que foi escrito por Elizabeth Martin e Lauren Hynek. 

A busca por uma atriz chinesa também já foi iniciada. O objetivo da Disney é encontrar uma atriz com os traços chineses, mas que não necessariamente viva na China.

O longa fará uma releitura da lenda chinesa de Hua Mulan, guerreira que se disfarça de homem para substituir o debilitado pai nas forças armadas. A personagem já foi retratada numa animação de 1998.

O longa animado original faturou US$ 304,3 milhões pelo mundo, conquistou indicações ao Globo de Ouro, Oscar e deu origem a uma sequência lançada diretamente em DVD em 2005, ‘Mulan 2 – A Lenda Continua’.

Demônios possuem mulher em imagem ASSUSTADORA de ‘Ouija – Origem do Mal’

A Universal Pictures divulgou uma imagem animada assustadora de ‘Ouija – Origem do Mal‘ (Ouija – Origin of Evil), sequência do longa que arrecadou mais de 100 milhões de dólares em todo mundo.

Confira, com os trailers:

Com direção de Mike Flanagan, de ‘O Sono da Morte‘, e produção de Michael Bay, o filme é novamente inspirado no antigo tabuleiro Ouija – superfície plana feita em madeira que possibilita a comunicação com espíritos. De volta aos anos 1960, uma jovem menina se encontra com forças sobrenaturais que se apossam do tabuleiro Ouija usado pela família.

Elizabeth Reaser, conhecida por viver Esme Cullen na franquia ‘Crepúsculo‘, viverá uma mulher que conversa com os mortos. O elenco ainda conta com Annalise Basso.

O próximo filme de Mike Flanagan a ser lançado é o terror sobrenatural ‘O Sono da Morte’, estrelado por Kate Bosworth e Thomas JaneLeia mais!

Crítica | Ouija: O Jogo dos Espíritos

O que motivou a sequência foi o sucesso comercial do original. Apesar das críticas negativas, arrecadou saudáveis US$ 50 milhões nos EUA, e quase US$ 85 milhões mundialmente. O orçamento foi de pífios US$ 5 milhões.

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‘The Walking Dead’: Site transforma você na vítima de Negan e cria vídeo In Memoriam!

The Walking Dead‘ ganhou um site fantástico para divulgar a estreia da sétima temporada.

Em ‘Meet Lucille‘, você é colocado no lugar da vítima de Negan e ganha um vídeo relembrando os melhores momentos de sua vida…

Para acessar o site e criar seu vídeo In Memoriam, clique aqui!

Ontem, uma prévia da sétima temporada de ‘The Walking Dead foi divulgada e mostrava rapidamente os restos mortais da vítima de Negan.

Muitas fãs apontaram que a vítima foi a Maggie, após especularem que viram um anel de noivado entre os restos do crânio de alguém.

Agora, esse mesmo objeto entre o sangue e as tripas está levantando suspeitas de ser outra coisa.

Em vez de um anel de noivado, alguns espectadores estão vendo os restos de um relógio de bolso que Hershel deu a Glenn como uma bênção por ele cuidar de sua filha.

Quem você acha que morreu? Maggie ou Glenn? Ou os dois?

Confira as imagens abaixo:

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Título 7×01: The Day Will Come When You Won’t Be

A última temporada terminou com Rick e seu grupo ajoelhados, de forma impotente, diante de Negan e seu grupo. O que Negan vai fazer para assombrar aqueles que sobrevivem para sempre?

Os rumores estavam mais do que certos, Jeffrey Dean Morgan, que interpreta Negan em ‘The Walking Dead, confirmou ao Den of Geek que no primeiro episódio da sétima temporada não haverá apenas uma morte.

Levando em conta que estão 11 personagens principais na frente do antagonista, é possível que sejam dois. Três já seria um massacre tendo em vista que ainda é o primeiro episódio.

“Negan não vai matar apenas uma pessoa na estreia. Ele não tem medo de crânios abertos”, afirmou.

Resumo da ópera, já deu para entender que não bastava ser sangrento o season premiere, afinal, ele será duas vezes mais sanguinário. E é exatamente assim que quem curte TWD gosta.

The Walking Dead retorna em 23 de Outubro. 

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Crítica | O Exorcista – 1×02 (Chapter Two: Lupus in Fabula)

“Fale do Diabo e ele aparecerá.”

Depois do primeiro episódio ter causado uma boa impressão, estava ansioso para saber a direção que os roteiristas levariam a história, e este segundo já trata de delinear muito bem os plots que já foram introduzidos. Com um ritmo surpreendentemente movimentado, Chapter Two: Lupus in Fabula consegue aprofundar sua mitologia, apresentar novas tramas e ainda desenvolver os seus personagens. Acredito que a maior questão neste momento gira em torno da quantidade de episódios que esta primeira temporada terá. No IMDB estão listados apenas 5 episódios, mas isso obviamente não quer dizer que a série não possa ter mais. Nada foi confirmado oficialmente ainda, o que deixa aberto o alcance deste primeiro ano.

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Há outro ponto, porém, que precisamos discutir antes que possamos falar sobre o episódio desta semana. Acredito que todos já estejam cientes que The Exorcist atraiu uma audiência modesta em sua Series Premiere. A série registrou 1.0 na demo, o que não é ruim em uma noite de sexta-feira, mas se tornou preocupante por causa da inevitável queda que todo programa enfrenta na semana seguinte da sua estreia. Este segundo episódio sofreu uma queda de 40%, o que coloca a série em uma situação muito preocupante; 0.6 é baixo até mesmo para os padrões atuais da Fox, passando a ser a menor audiência daFall Season até o momento. As únicas coisas a favor de The Exorcist é que ela é exibida às sextas, e o seu primeiro episódio teve um bom desempenho em DVR – ganhando 50% a mais de sua demo inicial nos três dias seguintes de sua exibição ao vivo; ou seja, terminando com expressivos 1.5. Ano passado a Fox declarou que não mais consideraria a audiência ao vivo, então a força da série em DVR é muito importante para ela tenha uma chance de sobrevivência.

Sobre o episódio em si, este segundo conseguiu ser ainda melhor do que o primeiro. Tivemos algumas cenas muito bizarras, assim como a trama foi aprofundada de uma forma que eu não estava esperando. Agora fica claro que a menina possuída não será o foco exclusivo deste primeiro ano. De fato, é mais como se ela fosse uma peça importante em um quebra-cabeças. Há toda uma conspiração, sacrifícios, assassinatos e, amarrando tudo isso, a iminente visita do Papa. Logo no começo vemos que a Angela terá responsabilidade direta nesta visita, o que logo me fez pensar que este é o principal motivo de um demônio ter se infiltrado em sua família. A série não está lidando com casos aleatórios, e o ataque coordenado no final deste episódio prova isso. Os demônios têm um objetivo específico em mente. E o que poderia ser?

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A primeira coisa que passou pela minha cabeça seria um atentado contra o Papa, obviamente. Mas depois li algumas teorias muito interessantes sobre o próprio Papa ser o anticristo – e todo esse ritual demoníaco seria uma espécie de “despertar”. Seria uma boa reviravolta na trama, mas acredito que entraria muito no território de A Profecia, e seria melhor para a série continuar construindo sua própria mitologia. E isso é algo que ela tem feito muito bem até agora. A trama em si está bem diferente da do filme original – e do livro na qual a história é baseada –, e, tirando algumas referências, The Exorcist poderia tranquilamente trocar de nome e ser exibida como uma entidade independente. Fazer uso do título, que é uma das maiores referências do gênero, pode ter trago algum buzz, mas isso claramente não se refletiu nos números. Muita gente julgou a série e sequer tentou dar uma chance, o que acabou afastando muitos espectadores.

O fato é que The Exorcist continua superando minhas expectativas e estes dois primeiros episódios mereciam muito mais atenção do que realmente tiveram. Chapter Two: Lupus in Fabula trouxe, inclusive, mais uma ótima referência do filme de 1973. A cena em que a Regan vomita uma gosma verde na cara do padre é uma das mais icônicas do filme. E, aqui, tivemos uma recriação deste momento. Logo depois da Casey ter bebido água benta, ela sobe até o seu quarto e vomita um líquido verde na privada. E, no final, essa mesma cena acrescentar uma surpresinha para os seus espectadores, trazendo uma das sequências mais bizarras e nojentas que assisti em uma série de TV nos últimos tempos. Ressalto também que foi interessante ver que o demônio foi capaz de suprimir sua reação por saber que estava sendo observado atentamente pela mãe da menina. O capiroto até deu um novo gole na água olhando pra ela, o que eu considero ser um nível completamente novo de afronta.

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Muita gente tem reclamado do uso de CGI – deve ser as mesmas pessoas que ainda gritam sobre as hienas computadorizadas em O Exorcista: O Início –, mas acredito que os efeitos visuais estão decentes; especialmente para o orçamento limitado de uma série de TV. O efeito que as lacraias tiveram sobre mim não tiveram um impacto menor por terem sido criadas por computação gráfica. E, convenhamos, a cena que as lacraias saíram da boca da menina ficou bem feita. A única reclamação em torno deste assunto é durante a cena em que a Casey está jogando no colégio. Ela faz uma adversária quebrar a perna, e os efeitos são muito ruins – nível SyFy de ruindade. E o pior é que sequer era necessário usar CGI para mostrar a perna da garota entortada. Um ângulo diferente, uma maquiagem e/ou montagem resolveria o problema e daria um aspecto muito melhor.

Uma das maiores forças dessa série está em seu elenco. Geena Davis é uma das minhas atrizes favoritas, seus trabalhos são sensacionais e espero muito de sua personagem quando a situação ficar mais dramática. Acho que ela trará bons momentos assim que receber um diálogo realmente marcante. Alfonso Herrera – marcado na minha cabeça pelo eterno Miguel da novela Rebelde e, mais recentemente, na série da Netflix, Sense8 – tem se saído muito bem em seu papel, trazendo o peso necessário para o personagem, sem deixá-lo desaparecer ou ser ofuscado pelos colegas de trabalho. Por último, Ben Daniels, o intérprete do padre Marcus, também merece destaque. Essa semana soubemos um pouco mais sobre o personagem, e ele teve a chance de brilhar em uma cena dramática que o ator soube tirar de letra.

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Neste episódio nós também descobrimos que o padre Marcus perdeu sua fé, o que o torna inútil contra os demônios ao seu redor. É por causa disso que ele precisa do padre Thomas, e provavelmente irá guiá-lo para que ele enfrente uma batalha que agora o padre Marcus não pode mais lutar. Acredito que os roteiristas também irão tentar desenvolver esse reencontro do personagem com Deus e sua fé, até porque, seria um desperdício mantê-lo no banco reserva durante toda a temporada. Enfim, The Exorcistestá conseguindo construir sua própria identidade, levantou muitas tramas interessantes e tem tudo para desenvolver com uma ótima temporada. Só espero que os seus números melhorem – eles definitivamente não podem mais cair – para que ela tenha uma chance de ser renovada (ou que pelo menos tenha uma conclusão).

Netflix divulga o trailer e cartaz de ‘Caçadores de Trolls’, de Guillermo del Toro

Uma projeção especial e antecipada de ‘Caçadores de Trolls‘ (Trollhunters), da Dreamworks, aconteceu no último sábado, na New York Comic-Con, dentro do Madison Square Garden, para uma audiência de 5600 pessoas, seguida por um painel de discussão com o criador e produtor executivo Guillermo del Toro (O Labirinto do Fauno, Hellboy), os dubladores Kelsey Grammer (Frasier, Os Simpsons), Ron Perlman (Sons of Anarchy, Hellboy), Steven Yeun (The Walking Dead) e Charlie Saxton (Betas).

O painel foi aberto com a estreia do trailer oficial de Trollhunters e o anúncio da data de estreia para esta nova e épica série de animação, que será lançada mundialmente em 23 de dezembro de 2016, às 4:01h, horário de Brasília, na Netflix.

Confira:

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Da imaginação sem limites do mestre em contar histórias Guillermo del Toro, vem um conto sobre dois mundos a ponto de colidir na saga épica da DreamWorks, ‘Caçadores de Trolls‘ (Trollhunters). Quando o adolescente Jim Lake Jr. encontra um amuleto místico em seu caminho para a escola uma certa manhã, ele inadvertidamente descobre uma extraordinária civilização secreta de poderosos trolls sob a pequena cidade de Arcadia. Determinado e procurando aventuras, mas completamente despreparado para as responsabilidades que recairão sobre ele, Jim é forçado a usar o manto sublime do Caçador de Trolls, jurando proteger os bons trolls de inimigos poderosos que buscam vingança. Primeiro humano a ter esta honra, Jim abruptamente vai da luta diária pelo caos da escola a se juntar a uma guerra que dura há séculos, um conflito que agora ameaça toda a humanidade e os trolls.

Acompanhado por seus melhores amigos humanos e alguns aliados trolls, o corajoso garoto de quinze anos deverá mergulhar de cabeça em um mundo fantástico com criaturas impressionantes, cidades gloriosas e inimigos ferozes desesperados para destruí-lo.

Destinado inesperadamente a ter um papel crucial em uma antiga batalha entre o bem e o mal com riscos que não poderiam ser maiores, Jim está determinado a salvar o mundo – logo após a aula de ginástica. Trollhunters, da Dreamworks, é um conto heróico que se desenvolve com uma complexa e ambiciosa narrativa e um visual deslumbrante em termos de séries em animação, criando um evento que divertirá toda a família.

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Foto revela personagem misterioso de ‘Logan’

Foi divulgada uma nova imagem de ‘Logan‘, terceiro filme da franquia ‘Wolverine‘.

Ela apresenta um personagem misterioso vestindo roupa de gala para um baile de formatura na cidade texana de El Paso. Quem será?

Confira:

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[SPOILERS]

A trama se passa em 2024, e traz um Logan doente e alcoólatra perdendo seu fator de cura. A garotinha que segura a mão dele no cartaz é uma mutante com duas garras, ao invés das três do Wolverine.

No futuro, a população começa a morrer após o número de nascimentos diminuir, e Logan precisa proteger a garotinha de uma corporação que realiza experiências genéticas para transformar crianças em assassinos profissionais.

O Professor X também está debilitado, e está sofrendo de perda de memória e enfraquecimento de seus poderes. Às vezes, ele chega a se esquecer sobre quem é o Logan.

A trama será bem mais sombrio e se passará em um futuro distópico, com cenas extremamente violentas que justificam a classificação Rated-R (maiores de 17 anos).

O vilão será o Sr. Sinistro, alter-ego de Nathaniel Essex, um médico humano brilhante que começou a fazer experimentos obcecado pela cura da doença de sua mulher. Ele experimentava as possíveis curas nele mesmo, o que fez com que ganhasse o controle total das moléculas de seu corpo, podendo disparar rajadas de energia, ter a capacidade de se regenerar e mudar sua aparência (transmorfismo).

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Patrick Strewart planeja abandonar a franquia ‘X-Men’ após ‘Wolverine 3’ 

A estreia acontece dia 3 de março de 2017.

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Simon Kinberg, produtor de todos os longas do Universo X-Men, confirmou que ‘Wolverine 3‘ será ambientado no futuro.

Gambit pode substituir Wolverine como líder mutante da Fox 

Michael Green, roteirista de ‘Lanterna Verde‘ (2011) e das sequências de ‘Blade Runner‘ e ‘Prometheus‘, escreve a nova aventura do mutante. James Mangold (‘Wolverine – Imortal’) retoma o cargo de diretor.

Cliff Martinez, o compositor cinematográfico preferido de Steven Soderbergh, está confirmado na trilha sonora de ‘Wolverine 3‘.

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