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‘Batman v Superman: Dawn of Justice’ é o título da sequência de ‘O Homem de Aço’

A Warner Bros. divulgou o título oficial de ‘Batman vs. Superman‘.

O estúdio escolheu ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘ (Batman Vs. Superman: Amanhecer da Justiça) como título da sequência de ‘O Homem de Aço‘.

Confira o logotipo:

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Batman v Superman: Dawn of Justice‘ tem estreia marcada para 6 de maio de 2016.

O diretor Zack Snyder também retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.

Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’).

Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent). Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman.

Holly Hunter (‘A Firma’) viverá Leslie Thompkins, que nos quadrinhos encontra na rua um garotinho chorando ao lado dos corpos de seus pais, que haviam sido assassinados por um marginal. O menino era Bruce Wayne. Ela cuida dos ferimentos do garoto enquanto ele está sob a tutela de Alfred Pennyworth. Apesar de discordar da vida de Wayne como Batman, a dra. Thompkins continua sendo uma das pouquíssimas pessoas em quem o herói confia. Ela o ajuda com os ferimentos pós-batalha.

O ator Ray Fisher foi contratado para interpretar o super-herói Ciborgue/Victor Stone, atleta que sofre um acidente e tem seu corpo reconstruído com partes cibernéticas, e acaba se tornando uma espécie de Robocop. Ele faz parte da Liga da Justiça, o que prova que a Warner planeja iniciar seu universo cinematográfico baseado na DC Comics, como a Marvel fez com ‘Os Vingadores’.

Christopher Nolan, que dirigiu os três filmes do Homem-Morcego e produziu o do Superman, assume o cargo de produtor executivo.

Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 07

CONFISSÕES

 

Para os padrões da casa, o ep. 07 foi intimista, com foco em diálogos que revelaram outras dobras nas nossas tão queridas personagens. Sem seguir a cronologia, comecemos pela dupla Arya (Maisie Williams) e Sandor Clegane (Rory McCann).

Primeiro, eles ajudaram um senhor que havia sido esfaqueado. O Cão de Caça cuidou de abreviar a agonia dele com uma punhalada no coração. Sandor explicou para Arya que ela deveria apunhalar direto o coração, lição que ela colocou em prática logo em seguida, ao reencontrou Rorge (Andy Beckwith), um dos prisioneiros em Yoren. Entre a lição e a prática, Sandor foi atacado e descobriu que está sendo perseguido. Na segunda sequência, ele está tentando tratar seu ferimento. Arya lhe sugere fogo para cauterizar a ferida. Após uma recusa ríspida, Sandor conta-lhe de quando seu irmão, Gregor, tocou fogo em seu rosto. Um raro instante no qual O Cão de Caça expôs seu lado humano. Fechando a sequência, um primeiro plano com os rostos dos dois ocupando toda a tela traduziu visualmente a maior cumplicidade das personagens.

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O diálogo entre Melissandra (Carice van Houten) e Selyse Baratheon (Tara Fitsgerald) – esposa de Stannis – foi repleto de intenções obscuras. Os ângulos da câmera – com direito até de uma subjetiva de Selyse observando a bunda de Melissandra – reforçaram o mal-estar de Selyse. A sequência provocou-me muita pena dela, uma alma vagando entre a tristeza e a loucura.

E o trono deve estar tedioso para Khaleesi (Emilia Clarke). Ela decidiu se divertir, um pouco, com Daario Naharis (Michiel Huisman). No dia seguinte, Jorah Mormont (Iain Glen) ficou roxo de ciúmes ao vê-lo sair faceiro do quarto de Daenerys. Momento Contigo à parte, Khaleesi determinou que Daario fosse até Yunkai. Por intervenção de Jorah, ela designou Hizdahr zo Loraq (Joel Fry) como seu emissário. Aguardar para ver. Infelizmente, o ator que interpreta Daario foi substituído. Michiel constrói um Daario dócil e de pouca profundidade. Na temporada passada, Ed Skrein montou um Daario mais ambíguo, além de traduzir melhor o lado cafajeste da personagem.

Tyrion (Peter Dinklage) protagonizou os melhores diálogos deste ep. Começamos com um diálogo afetuoso entre ele e Jaime (Nikolaj Coster-Waldau). Afetuoso na escala Lannister. O seguinte se deu com Bronn (Jerome Flynn): uma conversa cínica e camarada como só os dois poderiam protagonizar. Tyrion não conseguiu convencê-lo a enfrentar a Montanha Gregor Clegane (Hafþór Júlíus Björnsson). Tyrion compreendeu os motivos de Bronn, e o longo aperto de mão entre eles prece simbolizar uma amizade verdadeira.

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O diálogo entre Tyrion e Oberyn Martell (Pedro Pascal) já é um momento antológico de Game Of Thrones – GoT. Oberyn se lembrou de sua primeira visita a Rochedo Casterly, e de sua curiosidade por ver o bebê monstro dos Lannisters. Ele não encontrou um monstro, mas apenas uma criança diferente, de cabeça grande e membros desproporcionais, nada mais. Não havia olhos vermelhos, calda ou garras, apenas um bebê. Oberyn está decidido a buscar justiça, e começou sua busca oferecendo-se para lutar em nome de Tyrion contra Gregor Clegane. A reação que Dinklage imprimiu à sua personagem foi primorosa, combinando emoção e altivez.

A fala de Oberyn revelou que o ódio de Cersei (Lena Headey) por Tyrion é antigo. Ela odeia o irmão desde seu nascimento, culpando-lhe pela morte da mãe. E, também desde o nascimento, Tyrion já era protegido por Jaime.

Na sequência anterior, acompanhamos Brienne (Gwendoline Christie) e Podrick (Daniel Portman). Eles conheceram o Torta Quente/Hot Pie (Ben Hawkey) – para quem não se lembra, um dos companheiros de Arya, lá pela segunda e terceira temporadas. Após seu instante Ana Maria Braga, o Torta contou para Brienne e Podrick sobre Arya. Dainte das novas notícias, eles seguiram para o ninho de Lysa Arryn…

Os momentos finais de GoT passaram-se no Ninho da Águia. Sansa (Sophie Turner) fazia uma réplica de Winterfell quando chega seu primo, Robin (o brasileiro Lino Facioli), perguntando sobre o que era aquilo. Ao explicar, Sansa lembrou-se dos tempos em Winterfell. Foi um breve momento no qual imaginamos uma Westeros de paz e amor. Confesso que desejei um final no qual os remanescentes da família Stark retornariam para Winterfell. Mas Robin é um projeto de Joffrey, e tratou de destruir a Winterfell de neve.

Lord Baelish (Aidan Gillen) dominou o final do ep. Ele declarou seu amor por Catelyn Stark e beijou Sansa. Lyse (Kate Dickie) viu e não gostou. Ela tentou matar a sobrinha, mas acabou sendo morta por Baelish, que a lançou no precipício. Um fim tenso para um ep. confessional.

P.S.: Sinceramente, oh elenco com nomes complicados! Nem o brasileiro escapa. Alguém sabe pronunciar o nome Hafþór Júlíus Björnsson???

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X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2)

O Promissor X-Men novo se perde no tempo

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido chega com a “pequena” expectativa de ser o maior e melhor blockbuster de 2014. Pouca pressão, né? Tudo isso pelo fato de que atualmente a fonte mais lucrativa dentro da indústria de Hollywood são os filmes baseados em heróis de quadrinhos. Quem diria. De ideia marginalizada e mirada ao público infantil, a indústria bilionária precisou se curvar aos chamados nerds, e desesperadamente tenta agradá-los. Eles são o termômetro do que é legal ou o que é tosco.

É muito difícil um fã defender uma produção cinematográfica de forma tão fervorosa, a não ser que esta seja baseada nas histórias de seu super-herói favorito. Aí sim, vira até caso de morte. Nos Estados Unidos, por exemplo, a crítica Christy Lemire (ex-Associated Press) foi xingada e ameaçada por ter dado uma avaliação negativa para a superprodução O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012). Isso antes do filme estrear e dos fãs poderem dar por conta própria o seu aval.

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O novo X-Men vinha com a promessa de ser Os Vingadores (2012) da Fox. Era alardeada como a produção do estúdio mais cara até hoje e com 131 minutos misturaria o elenco original da trilogia (2000, 2003 e 2006), com os jovens de Primeira Classe (2011). Até mesmo o diretor dos primeiros (e melhores) filmes, Bryan Singer, retornou fechando o ciclo de uma maneira aparentemente majestosa. A trama escolhida desperta um fascínio a parte, já que trata-se de uma das histórias mais queridas dos fãs na mitologia dos mutantes.

O resultado, infelizmente, é muito semelhante ao apresentado em O Espetacular Homem-Aranha 2. Ou seja, um bom entretenimento que serve como chiclete para o cérebro, sem que lembremos seu saboroso gosto no dia seguinte. O espetáculo é grandioso, não se enganem. O filme promete tirar o fôlego do público diversas vezes. A ação em certos momentos é ininterrupta e o humor também está presente. Mas para começar as reclamações, vale dizer que este é um filme 80% do elenco jovem de Primeira Classe e que os adorados veteranos ficam com a parte “curta da vara”.

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O fato é muito decepcionante. Personagens como a da vencedora do Oscar Halle Berry ficam relegadas ao segundo plano, isto para não dizer terceiro. Os novos personagens então, vividos por Omar Sy (Bishop) e Fan Bingbing (Blink), eram promissores, mas quase nada é construído com eles. Anna Paquin (outra vencedora do Oscar) aparece numa mísera cena, de relance e sem diálogos!! E tudo isso para… você acertou, dar ênfase aos rostos mais conhecidos e atualmente quentes do elenco. Sempre eles.

Qual o sentido de chamar o filme de X-Men (fonte quase tão inesgotável de personagens quanto a própria Marvel) se este será mais um filme de Wolverine (Hugh Jackman), Xavier (James McAvoy) Magneto (Michael Fassbender) e Mística (Jennifer Lawrence). Misturar tantos personagens num único filme precisando dar ênfase e importância a todos é um trabalho dificílimo. Mais um motivo para darmos o devido valor ao citado Os Vingadores, que deu conta do recado de forma espantosa.

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Aqui não ocorre isso. As fantásticas Sentinelas, os robôs gigantes assassinos criados para caçar os heróis… bom, um conselho: não pisque ou vá ao banheiro. Ao invés, o roteiro prefere perder tempo com picuinhas, como a amargura de Xavier, e se concentrar aonde não deve, perdendo o foco central. Nem sequer brincadeiras em relação à viagem no tempo (um dos temas centrais no novo filme) ganhamos. Uma tendência negativa dos novos filmes de super-heróis, que parecem impostas por seus respectivos estúdios, é a vontade de se tornar um filme da Marvel (vide Os Vingadores) de uma hora para a outra sem ter trabalhado para isso.

A meta parece ser enfiar o maior número possível de personagens salpicando a tela, para quem sabe num futuro próximo tentar desenvolve-los. Foi assim com o novo Homem-Aranha e é assim com o novo X-Men. Isso não ocorreu com o ótimo Capitão América: O Soldado Invernal (o melhor filme de herói recente), cujo principal objetivo foi contar uma história, delineando bem seus personagens e não os jogando em cena para criar mais merchandising.

Veronica Mars: O Filme

(Veronica Mars – The Movie)

 

Elenco:

Kristen Bell, James Franco, Leighton Meester, Dax Shepard, Chris Lowell, Aaron Ashmore, Christine Lakin, Francis Capra, Jason Dohring, Julie Gonzalo, Krysten Ritter.

Direção:  Rob Thomas

Gênero: Suspense

Duração: 107 min.

Distribuidora:Warner Bros.

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: Nas Locadoras – Maio de 2014

Sinopse:

Após se formar na faculdade de direito, Veronica Mars deixou para trás a cidade Neptune e seus dias de investigadora amadora. Vivendo em Nova York e tentando conseguir emprego em um escritório de advocacia de alto nível, Veronica recebe um telefonema de seu ex-namorado Logan, que foi acusado de assassinato. Veronica volta para Neptune apenas para ajudar Logan a encontrar um advogado, mas quando as coisas saem do controle, Veronica encontra-se sendo arrastada de volta para a vida que ela pensou que tinha deixado para trás.

Curiosidades:

» O Projeto de arrecadação de dinheiro no Kickstarter para transformar o seriado ‘Veronica Mars‘ em filme foi um sucesso absoluto, e  os fãs doaram US$ 4 milhões em um mês.  Com o dinheiro em mãos, a Warner Bros. se apressou com a adaptação para os cinemas.

» Desde que saiu do ar em 2007, após três temporadas, os fãs do seriado ‘Veronica Mars‘ têm apelado para uma adaptação para os cinemas. O criador Rob Thomas e a atriz Kristen Bell(‘Pânico 4′) vão retornar.

» Veronica era uma das garotas mais populares da escola, até sua melhor amiga Lilly ser assassinada e seu pai, o xerife Keith, ter perdido o emprego após acusar o rico pai de Lilly de ser o principal suspeito. Após o bilionário ser exonerado, o escândalo custou o emprego de Keith, sua casa e sua mulher, e Veronica foi abandonada por seus amigos, incluindo seu namorado, Duncan Kane, o irmão de Lilly. À noite, Veronica ajuda seu pai em sua nova firma de investigação particular, fazendo espionagens para seus clientes numa tentativa de descobrir os maiores segredos dessa litorânea cidade da Califórnia, enquanto estuda matemática e procura por pistas que possam limpar o nome de seu pai.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Teia de Mentiras

(Trials of Cate Modal)

 

Elenco:

Kate Beckinsale, Nick Nolte, James Cromwell.

Direção: Karen Moncrieff

Gênero: Drama

Duração: 94 min.

Distribuidora: Swen Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Maio de 2014 Nas Locadoras

Sinopse:

Para reconquistar tudo que perdeu, a ex-promotora Cate luta para defender uma mulher condenada injustamente por assassinato. Com sua vida em risco, sua única chance de recuperar a credibilidade e a guarda de sua filha será desfazer uma teia de mentiras, enfrentar policiais corruptos, um sistema falho e seus próprios demônios.

 

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Tarzan 3D: A Evolução da Lenda

(Tarzan 3D)

 

Elenco:

Kellan Lutz, Spencer Locke, Andy Wareham, Anton Zetterholm, Brian Huskey, Christian Serritiello, Craig Garner, Edd Osmond, Jaime Ray Newman, Jo Osmond, Mark Deklin, Maximilian Allgeier.

Direção: Reinhard Klooss

Gênero: Animação

Duração: 94 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Janeiro de 2014

Sinopse:

Diferente de todas as outras versões, esta clássica lenda é reinventada nos tempos atuais. Durante uma viagem a uma isolada área da selva africana apenas Tarzan, filho único da família Greystoke, sobrevive a um acidente aéreo. Em completo isolamento, Tarzan cresce aprendendo as leis da selva junto com um grupo de gorilas. Quando ele finalmente estabelece contato com outros humanos e apaixona-se pela bela Jane, descobre que o local onde vive está sendo ameaçado por um grande empreendimento de exploração mineral. Agora Tarzan terá que usar seus conhecimentos para salvar esse paraíso intocado.

Curiosidades:

» Dublado por José Loreto (como Tarzan) e Débora Nascimento (como Jane).

» Nova adaptação para os cinemas do personagem criado por Edgar Rice Burroughs (1875-1950).

» A produção desta moderna animação, que utiliza tecnologia capaz de captar os movimentos dos atores e transformar em um espetacular 3D, está a todo vapor na Bavaria Film Studios, com sede em Munique (Alemanha).

» Estrelado pelo galã Kellan Lutz (da Saga Crepúsculo e Imortais), ‘Tarzan‘ traz Spencer Locke (Residente Evil 4 – Recomeço) como Jane, e completa o elenco principal com Mark Deklin (Sedutora e Diabólica), Jaime Ray Newman (O Melhor Amigo da Noiva) e Trevor St. John (O Ultimato Bourne).

» ‘Tarzan‘ tem o roteiro assinado por Reinhard Klooss (Animais Unidos Jamais Serão Vencidos), Jessica Postigo Yoni Brenner (A Era do Gelo 3), enquanto a direção fica a cargo do próprio Reinhard Klooss, que ainda assume a produção ao lado de Robert Kulzer (franquia Resident Evil).

Crítica em Vídeo:


Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

47 Ronins

(47 Ronins)

 

Elenco:

Keanu Reeves, Hiroyuki Sanada, Kô Shibasaki, Tadanobu Asano, Rinko Kikuchi, Jin Akanishi, Yorick van Wageningen, Cary-Hiroyuki Tagawa.

Direção: Carl Rinsch

Gênero: Ação/Drama

Duração: 118 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 225  milhões

Estreia: 31 de Janeiro de 2014

Sinopse:

Do conto mais antigo da cultura japonesa, surge a aventura épica em 3D 47 RoninsKeanu Reeves lidera o elenco como Kai, um excluído que se une a Oishi (Hiroyuki Sanada), o líder dos 47 Ronins. Juntos eles buscam vingança sobre o traiçoeiro soberano que matou seu mestre e baniu sua espécie. Para devolver a honra à sua pátria, os guerreiros embarcam em uma missão que os desafia com uma série de provas que destruiriam os guerreiros comuns.

Curiosidades:

» A Universal Pictures enfrentou diversos problemas com o projeto. Primeiro, o estúdio adiou o lançamento, de 21 de Novembro de 2012 para o Natal de 2013. Depois, o diretor Carl Erik Rinsch (‘O Dom da Premonição’) foi demitido após gastar mais do que os US$ 175 milhões destinados à produção. O estúdio está preparado para sofrer uma perda num valor não especificado. “A Universal Pictures regularmente avalia sua lista de filmes para potenciais ajustes”, declarou um oficial da Universal. “No caso de ’47 Ronins’, nós ajustamos os custos do filme em trimestres passados e, como resultado, nossa performance financeira não será negativamente atingida neste trimestre por sua performance nos cinemas.” ’47 Ronins’ estreou nos EUA na quarta de natal, e fracassou um pouco menos do que esperado, com estimados US$ 7 milhões. A previsão é que a superprodução vai faturar entre US$ 17 milhões e US$ 20 milhões até o domingo (29/12).

» O estúdio não confirma, mas especula-se que o orçamento chegou na casa dos US$ 225 milhões antes que o filme fosse finalizado. Será que o resultado será um sucesso como‘Guerra Mundial Z’ ou um fracasso como ‘O Cavaleiro Solitário’?

» Tadanobu Asano (‘Thor’), Rinko Kikuchi (‘Círculo de Fogo’), Hiroyuki Sanada (‘Wolverine – Imortal’), Yorick van Wageningen (‘Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres’) e Kou Shibasaki (‘Battle Royale’) completam o elenco.

» O longa foi rodado em 3D.

» Chris Morgan (‘Celular – Um Grito de Socorro’) e Hossein Amini (‘Branca de Neve e o Caçador’) são responsáveis pelo roteiro.

» Atticus Ross, que colaborou com Trent Reznor nas trilhas sonoras de ‘A Rede Social’ (ganhador do Oscar) e ‘Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, será o responsável pela trilha do épico de época ‘Os 47 Ronins’.

Crítica em Vídeo:

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Muita Calma Nessa Hora 2

(Muita Calma Nessa Hora 2)

 

Elenco:

Andréia Horta, Débora Lamm, Fernanda Souza, Gianne Albertoni, Laura Cardoso, Bruno Mazzeo, Marcelo Adnet, Débora Lamm Nelson Freitas, Maria Clara Gueiros, Rafael Infante, Alexandre Nero, Lucio Mauro Filho, Marco Luque, Marco Bravo, Luis Lobianco e Helio de La Pena.

Direção: Felipe Joffily

Gênero: Comédia Nacional

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris/Downtown

Orçamento: US$ — milhões

Estreia:
17 de Janeiro de 2014

Sinopse:

Três anos depois da viagem para Búzios, Mari (Gianne Albertoni), Tita (Andréia Horta), Aninha (Fernanda Souza) e Estrella (Débora Lamm) se reencontram no Rio de Janeiro onde Mari, produz um Festival de Música. Estrella volta da Argentina e seu ‘novo’ pai, Pablo (Nelson de Freitas), espera que a herança deixada para a ‘nova’ filha possa salvá-lo das dívidas e ajudar na construção de sua pousada. Mal sabe ele que a única herança é uma samambaia de estimação. Um dos primeiros a prestigiar o evento é o Chicleteiro (Lucinho Mauro Filho), que faz questão de chegar antes de todo mundo para ver o show do Chiclete com Banana do gargarejo. Rita (Maria Clara Gueiros), a fiel escudeira de Pablo, faz campanha para atrair mais hóspedes para a pousada. Aninha consegue o emprego no Festival, mas acaba “perdida” com as demandas do astro da música pop-sertaneja Renan, galã (interpretado por Bruno Mazzeo), que tem mais amor a seu cabelo esdrúxulo que às fãs. Tita, após três anos vivendo em Londres, está decidida a arrumar um emprego como fotógrafa e tenta se readaptar ao país. Já no Rio, ela é quase atropelada por um ciclista, Augusto Henrique (Marcelo Adnet), o paulista com quem ela teve uma história em Búzios, no primeiro filme.

Curiosidades:

» O roteiro é de Bruno Mazzeo, e a direção ficará por conta de Felipe Joffily, responsáveis pelo primeiro filme.

 

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Walt nos Bastidores de Mary Poppins

(Saving Mr. Banks)

 

Elenco:

Emma Thompson, Tom Hanks, Colin Farrell, Ruth Wilson, Paul Giamatti, Rachel Griffiths, Jason Schwartzman, Bradley Whitford, B.J. Novak, Kathy Baker, Victoria Summer, Dendrie Taylor.

Direção: John Lee Hancock

Gênero: Comédia Dramática

Duração: — min.

Distribuidora: Walt Disney Pictures

Orçamento: US$ 35 milhões

Estreia: 07 de Março de 2014

Sinopse:

Baseado em fatos reais, ‘Walt nos Bastidores de Mary Poppins mostrará como foi a produção de Mary Poppins, de 1964, que se transformou em um dos maiores clássicos da Disney. Em uma batalha que durou 14 anos, Walt Disney (Tom Hanks) tentou persuadir a escritora australiana Pamela Lyndon Travers (Emma Thompson) a vender os direitos da adaptação para os cinemas de Mary Poppins, que teve oito livros publicados. A autora odiou o resultado do primeiro filme, proibindo que qualquer sequência fosse filmada.

Curiosidades:

» As negociações com a vencedora de Melhor Atriz do Oscar 2012, Meryl Streep (‘A Dama de Ferro’), falharam. Em seu lugar, o estúdio contratou Emma Thompson.

» Colin Farrell (‘O Vingador do Futuro’), Paul Giamatti (‘A Dama na Água’), Jason Schwartzman (‘Scott Pilgrim contra o Mundo’) e Ruth Wilson (‘Luther’) completam o elenco. Farrell e Wilson serão os pais de Pamela Lyndon Travers, enquanto Giamatti interpreta seu motorista.

» John Lee Hancock (‘Um Sonho Possível’) dirige.

 

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Álbum de Família

(August: Osage County)

 

 

Elenco: Meryl Streep, Dermot Mulroney, Julia Roberts, Juliette Lewis, Benedict Cumberbatch, Abigail Breslin, Ewan McGregor, Sam Shepard, Chris Cooper, Julianne Nicholson, Margo Martindale, Misty Upham, Newell Alexander, Will Coffey.

Direção: John Wells

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 130 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 25 milhões

Estreia: 27 de Dezembro de 2013

Sinopse: 

A trama segue as mulheres de uma família dividida até que uma crise reúne todas sob o mesmo teto. Quando Beverly Weston, o patriarca de uma família, desaparece misteriosamente, a família é reunida por segredos, angústias e problemas do passado mal-resolvidos. Sua esposa é Violet (Meryl Streep), uma mulher viciada em antidepressivos e narcóticos, de língua afiada, e que faz tratamento contra um câncer na boca, tem fortes oscilações de humor e não hesita em contar os segredos da família para se dar bem, finalmente se confronta com Barbara (Julia Roberts), filha que não vê há anos.

Curiosidades:

» O filme, desenvolvido pela The Weinstein Company e dirigido por John Wells, é baseado em uma comédia de humor negro que venceu um prêmio Tony e um Pulitzer. Wells só tem no currículo a direção de ‘A Grande Virada‘ (The Company Men).

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

Assista ao novo trailer de ‘Guardiões da Galáxia’

Conforme prometido, a Marvel acaba de divulgar o novo trailer de ‘Guardiões da Galáxia‘.  O vídeo tem romance, ação e comédia, e mostra que o estúdio continua acertando em cheio no tom de suas produções.

Assista:

Guardiões da Galáxia da Marvel expande o Universo Cinemático Marvel para o cosmo, onde o impetuoso aventureiro Peter Quill se vê como objeto de uma caçada implacável após roubar uma misteriosa esfera cobiçada por Ronan, um vilão poderoso com ambição que ameaça todo o universo. Para fugir do determinado Ronan, Quill é forçado a fazer uma complicada aliança com um quarteto de desajustados — Rocket, um guaxinim atirador, Groot, uma árvore mutante humanoide, a mortal e enigmática Gamora e o vingador Drax, o Destruidor. Mas quando Quill descobre o verdadeiro poder da esfera e o perigo que ela representa para o cosmo, ele deve fazer seu melhor para reunir seu grupo desorganizado para uma última e desesperada resistência — com o destino da galáxia em jogo.

O time dos Guardiões é liderado por Chris Pratt no papel de Senhor das Estrelas. O time também tem Zoë Saldana (‘Star Trek’) como a humanoide Gamora, filha adotiva de Thanos e a última mulher da espécie Zen Whoberi; o lutador de MMA Dave Bautista como Drax, o Destruidor; além de Bradley Cooper e Vin Diesel como as vozes de Rocket Raccoon e Groot, respectivamente.

Benicio del Toro (‘Selvagens’) interpreta uma entidade ancestral conhecida como O Colecionador. Michael Rooker (da série ‘The Walking Dead’) será Yondu, membro fundador dos Guardiões vindo da tribo alienígena Centauri IV. Lee Pace (‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’) vive o vilão Ronan, o Acusador. O personagem foi o Acusador Supremo do império Kree por muitos anos, levando sua justiça aos inimigos de sua raça. Ele se tornou o novo imperador Kree, após a morte da Inteligência Suprema. Djimon Honsou (‘A Ilha’) e Karen Gillan (‘Doctor Who’) encarnam os vilões Korath e Nebula. Glenn Close (‘Damages’) e John C. Reilly (‘Quase Irmãos’) interpretarão líderes da organização Nova Corps.

A Marvel faz novamente uma escolha inusitada com a contratação de James Gunn. Seu currículo inclui os roteiros dos dois filmes live-action ‘Scooby-Doo‘, a direção do terror ‘Seres Rastejantes‘ e a comédia de super-heróis ‘Super‘, inédita no Brasil.

O lançamento no Brasil acontece dia 31 de Julho.

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A Recompensa

(Dom Hemingway)

 

Elenco:

Jude Law, Emilia Clarke, Demian Bichir, Richard E. Grant, Kerry Condon, Nathan Stewart-Jarrett, Madalina Diana Ghenea, Deborah Rosan.

Direção: Richard Shepard

Gênero:  Comédia Dramática

Duração: 93 min.

Distribuidora: H2O Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia:

15 de Maio de 2014

Sinopse:

Dom Hemingway (Law) é um notório ladrão de cofres que passou 12 anos na prisão no lugar do seu antigo chefe, Sr. Fontaine (Bichir). Após finalmente ganhar sua liberdade, ele está ansioso para cobrar o que merece após passar tanto tempo de bico fechado.

Mas este é apenas o início de sua jornada, que envolverá a femme fatale Paolina (Madalina Diana Ghenea) e uma filha que ele não vê há anos, Evelyn (Clarke). O homem volátil, alcoólatra e viciado em sexo tem a companhia de Dickie (Grant), um colega de longa data que lhe serve como voz da razão.

Curiosidades:

» O elenco também conta com Demian Bichir (da série ‘The Bridge’), Emilia Clarke (da série ‘Game of Thrones’) e Richard E. Grant (‘A Dama de Ferro’).

» A direção e o roteiro são de Richard Shepard, de ‘O Matador’ e da série ‘Girls’.

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

Dom Hemingway

 

Fotos:

Sob a Pele

(Under the Skin)

 

Elenco:

Scarlett Johansson, Antonia Campbell-Hughes, Paul Brannigan, Jessica Mance.

Direção: Jonathan Glazer

Gênero: Ficção-Científica

Duração: 108 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Maio de 2014

Sinopse:

Sob a Pele‘ acompanha uma sexy alienígena (Johansson) que vem para o planeta Terra, e assume a forma de uma bela mulher perfeita.  Andando por estradas desertas, ela usa maior arma para atrair seres humanos: sua sensualidade. Após adquirir uma certa afeição pela humanidade, ela começar a entrar em conflito com a sua própria espécie.

Curiosidades:

» O longa foi vaiado pelos jornalistas em suas duas exibições no Festival de Cinema de Veneza. Mesmo com a reação negativa da crítica, nem Scarlett nem o diretor britânico Jonathan Glazer foram vaiados na coletiva de imprensa realizada na parte da tarde. Pelo contrário. A atriz, em versão original loiríssima, foi bastante aplaudida.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

Praia do Futuro

(Praia do Futuro)

 

Elenco:

Wagner Moura, Clemens Schic, Sabine Timoteo, Sophie Charlotte.

Direção: Karim Aïnouz

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Califórnia Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Maio de 2014

Sinopse:

Donato é salva-vidas na Praia do Futuro, em Fortaleza. Ayrton é um menino que sonha com motos e super-heróis e admira a coragem do irmão mais velho em se jogar nas ondas para salvar desconhecidos. Quando falha pela primeira vez em resgatar uma vida no mar, Donato acaba conhecendo Konrad, um alemão piloto de moto velocidade, amigo do afogado. Donato parte com Konrad para Berlim e desaparece, deixando o irmão mais novo para trás. Anos depois, Ayrton, já adolescente, se aventura em busca de Donato para um acerto de contas com aquele que considerava seu herói.

Curiosidades:

» Concorreu ao Urso de Ouro no Festival de Berlim.

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 06

E, FINALMENTE, O VERDADEIRO REI SENTA NO TRONO

 

O colosso de Bravos, logo na abertura, anunciava mais um grande ep. de Game Of Thrones – GoT, o que se confirmou logo no primeiro diálogo. Stannis Baratheon (Dean-Charles Chapman), acompanhando de Davos Seaworth (Liam Cunningham), foi ao Banco de Ferro em busca de financiamento para seu exército. Inicialmente, os banqueiros negaram, mas, após Davos expor os méritos de Stannis, o dinheiro foi concedido. Suas palavras reforçaram minha certeza sobre as dimensões de Stannis, uma figura trágica, que carrega nas costas um misto de dever (de manter o reino em mãos legítimas) e ambição. A atuação de Chapman revela isso, por meio de seu semblante e do peso de seus ombros.

Ainda na sequência no Banco de Ferro, há um plano de conjunto da lateral da mesa. Do lado direito, três cadeiras altas e bem trabalhadas, nas quais os banqueiros sentam-se. Do lado esquerdo, um banquinho fuleiro para Stannis e Davos. Nesta breve tomada, traduziu-se visualmente a força do Banco de Ferro. De que adiantam os títulos, se não há recursos? E, se pensarmos que nesse mesmo banquinho sentou-se Tywin Lannister (Charles Dance), concordaremos com a frase atribuída ao Barão Rothschild: “Me dê o controle sobre o dinheiro da nação, e eu não me importarei com quem faz suas leis”.

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Neste ep., Yara Greyjoy (Gemma Whelan) tentou resgatar seu irmão Theon Greyjoy (Alfie Allen). A operação não foi bem sucedida, não por causa dos soldados de Ramsay (Iwan Rheon), mas pela sujeição completa de Theon. Ele fora reduzido a um animal, um cãozinho. Quando bateu em retirada, Yara sabia que não tinha mais irmão. De Theon, restou apenas Reek. Na cena seguinte, Ramsay deu um banho em Theon/Reek, e ordenou-lhe que se passe por Theon Grayjoy! Será um interessante jogo de espelhos.

Em Meereen, Khaleesi (Emilia Clarke) começa a sentir o peso do trono. Assistimos duas das mais de duzentas audiências que concedeu aos súditos. O primeiro era um camponês, que perdeu as ovelhas por causa de um dos dragões. O segundo, um filho de um dos nobres que fora crucificado por ordens de Daenerys. Ele desejava enterrar seu pai, conforme os costumes. Depois de discutirem, Khaleesi autorizou o sepultamento. O diálogo remete ao clássico grego Antígona, de Sófocles, no qual o personagem título deseja enterrar seu irmão, mas o rei de Tebas não permite.

A atuação de Emilia Clarke, diante das dificuldades do trono, ressaltou as ambiguidades da personagem. Khaleesi está sentindo na pele a dificuldade de traçar uma linha clara entre o justo e o injusto.

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No momento seguinte, durante a reunião do conselho real, num diálogo entre Varys (Conleth Hill) e Pycelle (Julian Glover), ficamos sabendo que Jorah Mormont (Iain Glen) atou, por certo tempo, como espião da coroa, fato que terá repercussões.

Mas falemos do ponto alto deste ep. 6, o julgamento de Tyrion Lannister (Peter Dinklage).

Depois de um pronunciamento, o fantoche Tommem Lannister (Callum Wharry) cedeu o trono ao imperador Tywin Lannister (Charles Dance). Este, junto com Oberyn Martell (Pedro Pascal) e Mace Tyrell (Roger Ashton-Griffiths), formaram a corte.

Em um julgamento de cartas marcadas, os depoimentos releram fatos de episódios passados, de maneira depreciativa. Uma das falas mais clássicas de Tyrion – quando se dirigiu a Joffrey e, ironicamente, alertou-o de que de muitos reis estavam perdendo a cabeça, ultimamente – foi transformada em uma ameaça de morte. O alerta que ele deu a Joffrey de que morreria igual ao Rei Louco, foi lido como outra ameaça. O colar que Sansa recebera de Dontos Hollard (Tony Way), tornou-se prova do envolvimento de ambos no regicídio. Foi cruelmente curioso ver essa releitura da vida de Tyrion.

No intervalo do julgamento, Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) negociou com seu pai a substituição da pena de morte pelo exílio de Tyrion em Castelo Negro. Em troca, ele deixaria a guarda real para se casar e assumir Rochedo Casterly. O acordo não durou muito…

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Na segunda parte do julgamento, Shae (Sibel Kekilli) depôs. Suas palavras não foram de uma mulher traída, mas de uma mulher ferida, que não conseguiu curar-se das suas paixões; e temos certeza disso quando ela olha para Tyrion e, com a voz atravessada, recorda-lhe que ela era a sua cadela… A história de amor dos dois era deturpada em um mar de ódio e ressentimento.

Sem mais suportar, Tyrion confessou, não o assassinato de Joffreu, mas seu único crime, ser um anão. Suavemente, ouvimos os acordes de Rain Of Castamere. Também assumiu seu arrependimento por ter defendido Porto Real do ataque de Stannis, assumiu que gostaria de ter sido responsável pela morte de Joffrey e seu desejo de envenenar cada membro da corte. Ao final, apelou à justiça divina e pediu um julgamento por combate. O ep. 6 terminou com as faces contrapostas de Tyrion e Twyin.

Foi um dos maiores momento de GoT. Peter Dinklage matou a pau e colocou Tyrion, definitivamente, na galeria das maiores personagens da TV.

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Godzilla (2)

O Rei dos Monstros retorna em uma grande produção digna

Os filmes de monstros gigantes estão de volta. Será? Pode-se dizer que o “cinema de monstros gigantes” atingiu seu ápice com os filmes B de Ray Harryhausen (considerado um dos mestres do stop motion), nas décadas de 1950 e 1960. Na mesma época surgia Godzilla (1954), a entrada japonesa no subgênero, produzido pelo estúdio Toho Film Company. Seu nome, Gojira no original, é uma mistura das palavras gorira (gorila) e kujira (baleia).

Sua criação é creditada ao medo das guerras atômicas, com testes nucleares americanos dando vida ao monstro que se tornou o mais querido e memorável do país nipônico. Se tornando uma celebridade, tão popular quanto Marilyn Monroe, por exemplo, o monstro mutante ganharia mais 28 filmes até sua primeira versão pelas mãos de um estúdio de Hollywood. Em 1998, a Columbia resolveu trazer a enorme criatura para o ocidente em grande estilo.

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Pelas mãos de Roland Emmerich (um dos maiores nomes da época, graças a Independence Day), Godzilla ganhava um visual novo (mantido a sete chaves como um dos maiores segredos da década de 1990) para atacar exclusivamente em Nova York. A versão americanizada demais não agradou. Agora, pelas mãos da Warner, o rei dos monstros tem nova vida e é novamente o tema de uma produção de centenas de milhões de dólares.

Com um visual mais fiel ao do “homem na roupa de borracha” (suitmation) do original e o clima que mistura terror e drama (coisa que faltou na versão de 1998), Godzilla tem uma obra digna, que remete imediatamente aos seus melhores filmes B. No entanto, uma das principais mudanças do novo Godzilla vem diretamente em sua criação, já que o medo nuclear deu lugar ao terrorismo.

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Não foram os testes atômicos que deram vida ao gigantesco animal (como no cânone e na refilmagem de Emmerich). O que acontece é o seguinte, filmes de monstros gigantes são por natureza parte do subgênero do cinema B. Filmes feitos sob medida para os aficionados. No ano passado, o cineasta Guillermo del Toro tentou trazer essa paixão de alguns para o mainstream, resultando numa bilheteria modesta (orçamento de US$ 190 milhões, arrecadação de US$ 101 milhões nos EUA e US$ 411 milhões no mundo todo) para o ótimo Círculo de Fogo.

Era o sinal de que mais gente tinha o desejo reprimido por este tipo de filme. Godzilla tem um caminho mais difícil, não conta com robôs gigantes ou qualquer outro elemento da ficção científica senão monstros. Sendo assim, como fazer um filme de Godzilla? Apostar no realismo e dar ênfase no horror dos sobreviventes? Já foi feito e chama-se Cloverfield (2008). Ora, até mesmo a Coreia do Sul apostou na sua versão do monstro, com o eficiente O Hospedeiro (2006).

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A resposta da Warner foi trazer o diretor Gareth Edwards, que chamou atenção em 2010 justamente por um filme do gênero, Monstros (muito mais um drama do que um filme de monstros). E um elenco internacional, ambientando grande parte da trama no país de origem do personagem, o Japão.

Assim, os americanos Bryan Cranston (da série Breaking Bad), Elizabeth Olsen (Oldboy – Dias de Vingança) e David Strathairn (Lincoln), a francesa Juliette Binoche (Clouds of Sils Maria), o japonês Ken Watanabe (A Origem) e os britânicos Aaron Taylor-Johnson (Anna Karenina) e Sally Hawkins (Blue Jasmine) lutam para sobreviver, enfrentando as ameaças colossais.

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Dessa vez, Godzilla é mais a solução do que o problema, com o surgimento dos MUTOs (Massive Unindentified Terrestrial Organism, ou Organismo Terrestre Massivo Não Identificado – denominação que vai por água abaixo quando um deles começa a voar). As bestas também são homenagens ao tipo de criatura que o protagonista de muitos andares de altura enfrentava em seus mais de vinte filmes do currículo.

Então, o novo Godzilla funciona de duas maneiras. Para os fãs da mitologia em torno da criação japonesa será um deleite, tendo tudo em relação aos filmes originais sido respeitado e homenageado. Para os demais, incluindo os cinéfilos, este ainda é um filme de monstros gigantes destruindo cidades e se digladiando. Se você não tem estômago para isso, passe longe. Uma coisa é louvável, a parte técnica é primorosa.

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As criaturas ganham vida de forma pouco vista, com grande detalhamento, mesmo para uma plateia anestesiada de efeitos computadorizados. O clima e a tensão também estão aqui. Godzilla se divide em dois filmes. Começa como um drama familiar envolvendo os personagens de Cranston, Binoche e Johnson. E esse momento será o mais apreciado pelos cinéfilos não especificamente fãs de monstros. Este é o momento que menos dura também.

Godzilla precisa ser um filme de monstro. Talvez a maior falha seja não criar personagens interessantes – coisa aprendida com um dos maiores nomes do cinema de monstro mundial, Steven Spielberg (vide Tubarão, Jurassic Park e Guerra dos Mundos). O peso do grande elenco se esvai quando seus personagens são apenas caricaturas rasas. De qualquer forma, Godzilla não é nem de perto um desastre do nível dos recentes O Cavaleiro Solitário ou Depois da Terra (ambos do ano passado), talvez não seja apenas o nosso tipo de cinema.

Upfronts 2014 / NBC

Por Janis Lyn, do Séries em Pauta

O canal NBC divulgou sua lista na íntegra das séries renovadas e canceladas do canal. Como já era de esperar, Dracula e Revolution figuram na lista de canceladas. Por outro lado, Community é uma que surpreendeu a todos ao ser cancelada. Foi uma pena mesmo, pois sempre foi muito original, aliás, originalidade é coisa rara de se ver nas séries do canal. Com exceção de Hannibal, Parks and Recreation e The Voice, claro. Veja a lista completa abaixo.

Séries renovadas

About a Boy (2ª temporada)
The Blacklist (2ª temporada)
Celebrity Apprentice (14ª temporada)
Chicago Fire (3ª temporada)
Chicago P.D. (2ª temporada)
Grimm (4ª temporada)
Hannibal (3ª temporada)
Law & Order: SVU (16ª temporada)
Parks and Recreation (7ª / series finale)
The Voice (7ª temporada)

Séries canceladas

Believe (1ª temporada)
Community (5ª temporada)
Crisis (1ª temporada)
Dracula (1ª temporada)
Growing Up Fisher (1ª temporada)
Ironside (1ª temporada)
The Michael J. Fox Show (1ª temporada)
Revolution (2ª temporada)
Sean Saves the World (1ª temporada)
Welcome to the Family (1ª temporada)

Sob a Pele

O belo e o estranho

Eis aqui uma obra que podemos chamar de curiosa, principalmente sendo distribuída em grande circuito. Chegando ao conhecimento popular por expor a inédita nudez de Scarlett Johansson (Ela), Sob a Pele é um ser estranho em sua linguagem, mas direto no que se propõe examinar e apontar. Não é um estudo de personagem, tampouco a simples história de um ser alienígena, mas sim um profundo mergulho no perfil do humano e suas várias faces. É ousado e desafiador e, desde o primeiro plano, nos faz analisar detalhes à procura de respostas, que raramente são entregues, sem que nunca soe masturbatório nas ideias.

Livremente baseado no livro homônimo do holandês Michel Faber, essa ficção científica dirigida por Jonathan Glazer, que há anos havia dirigido o regular Reencarnação (2004), acompanha uma estranha figura que vaga por um pacato vilarejo escocês – algumas das cenas lembramElectroma (2006) -, conquistando e abduzindo indivíduos sem nome, através de sua bela forma humana, que ganha o nome de Laura (Johansson), no escopo que vai além do seu principal ideal contado ao fim. O interesse da criatura torna-se cada vez mais amplo, quando em vários momentos a vemos observar atentamente a rotina e comportamento dos cidadãos residentes.

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Numa espécie de ritual de acasalamento, Laura captura suas vítimas investindo na principal fraqueza do homem: o desejo da carne. Conhecendo de perto o comportamento masculino, que mesmo tendo trejeitos diferentes, caminham numa só direção: volúpia. Quando perguntados se estão livres, isso em diferentes horários e situações, as respostas são sempre diretas e despreocupadas. O sexo parece estar acima de qualquer coisa. No entanto, ao se deparar com um sujeito verdadeiro e de forte personalidade, algo provavelmente decorrente de sua má formação física – vivido aqui por Adam Pearson, homem que realmente possui Neurofibromatose-, a personagem enfim se sente tocada e consegue enxergar algo que vai além do apodrecer.

Assim, não realizando o que pretendia, decide vagar sozinha em busca de respostas. Numa dessas andanças, a estranha mulher conhece alguém que lhe mostra a bondade e um maior carinho, mas que no fim das contas também quer algo em troca. Sua odisseia pelo ecce homo é encerrada na revelação da nossa face mais cruel, que pode ser encarada como a latente e impiedosa maldade humana, ou mesmo a rejeição pelo diferente.

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A fita também é visualmente interessante, sendo detentora de imagens plásticas e quase hipnotizantes – por muito assemelhar-se a 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968) -, vemos a obscura fotografia de Daniel Landin captar os mínimos pontos reluzentes, e quando necessário, destaca, com intensidade, os planos de forte iluminação. Bem auxiliados pela industrial trilha sonora assinada por Mica Levi, que busca diferentes efeitos harmônicos, dos quais não estamos acostumados a ouvir. A direção de Jonathan Glazer tem certa influência de David Lynch (Cidade dos Sonhos), mas não se permite exagerar, pois, ainda que seja experimental, é completamente natural a ponto de ser perfeitamente compreendida. Ainda que algumas tomadas possam parecer prolixas, suas funções narrativas são claras e pontuais. Bem como a escalação de Scarlett Johansson foi precisa e quase que fundamental, já que esta é hoje vista como uma das mais belas e charmosas mulheres, nada poderia ser mais fascinante do que ela, em relação aos conceitos de beleza estética feminina.

Vejo em Sob a Pele um cinema visual e visceral, que fala e confronta seu público através de imagens que juntas tornam-se uma obra interessante, do ponto vista estético, e analítica, quando se fala em conteúdo. Não é um filme fácil, precisa realmente de maior atenção, principalmente por suas sutilezas e referências, que muito dizem sobre, e, sendo você fisgado por essa atmosfera, certamente o título será marcante cinematograficamente.

Godzilla

Custe o que custar, proteja sua família. Se chegam para você e perguntam qual o filme que tem um show de bombas letais, explosões a todo instante e muitos clichês, o que você responde? Transformers! Mas dessa vez, o “coitadinho” do Michael Bay ganhou um forte concorrente na hora de encher lingüiça nas emoções bombásticas em um roteiro de longa-metragem, Godzilla (2014). O novo filme do horroroso monstrengo oriental deixa o espectador refém de um novo “Alien vs Predador” e definitivamente prova que a história criada não é, nem de longe, do tamanho do bichinho.

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Nessa nova roupagem de Godzilla, somos enviados para a costa do Japão ano atrás paa conhecermos Joe Brody (Bryan Cranston), um engenheiro que vê sua família desmoronar por conta de uma tragédia inexplicável com os reatores nucleares dos quais é o responsável. Anos se passam e o amargurado engenheiro continua sua busca por explicações para a tragédia, dessa vez acompanhado de seu filho Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson). O que ele não esperava era ser surpreendido com a aparição de um enorme monstro e uma outra raça jamais vista na Terra.

Após o bom início o clima de descontrole do roteiro aliado ao desespero cênico dos atores em seus respectivos personagens, deixam a paciência de qualquer pessoa pelo limite. O filme decola em seu início mas, de repente, cai em um limbo e não sai mais de lá. A história dos protagonistas é muito mal costurada após a passagem de tempo. Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen, dois bons atores da nova geração, não encontram entrosamento entre seus personagens.

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Os pontos positivos (sim! Há alguns!) são os ótimos efeitos especiais e a boa trilha sonora do craque Alexandre Desplat. Mesmo com esses pontos sendo destacados, é muito pouco para uma história que sempre teve grande potencial. Resumindo, em meio a essas palavras, a única coisa que temos certeza é a de que Godzilla vai ser taxado como um super-herói sem partido político e se ele não quiser…não teremos Copa! Cuidado Dilma!

Praia do Futuro

Como dizer alguma coisa se você não diz nada? Com exageradas cenas de nudez e sequências de sexo gratuitas, o novo trabalho do diretor Karim Aïnouz é um filme com uma fotografia belíssima que tentou conquistar o público pelo carisma inexistente de seu trio de personagens principais. Encabeçado pelo ótimo Wagner Moura, o elenco não consegue levar o filme nas costas e acaba naufragando na Praia do Futuro, na Praia da Barra da Tijuca, na Praia do Leblon…

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Na trama, conhecemos Donato (Wagner Moura), um oficial salva-vidas do Corpo de Bombeiros que vive uma vida mansa no Ceará. Certo dia, após não conseguir evitar um afogamento, acaba conhecendo Konrad (Clemens Schick), um alemão de passagem pelo Brasil. Perdidamente apaixonado por Konrad, Donato abandona sua família – quem mais sente é seu irmão mais novo (Jesuíta Barbosa), com quem tinha um forte vínculo – e vai morar em Berlim. Anos se passam e o passado deixado para trás volta a aparecer em sua vida.

 

Praia do Futuro é um filme chato sobre escolhas. Dançando alucinadamente buscando uma razão para o seu viver, vivendo o maior amor de sua vida de maneira inconseqüente, um dos protagonistas, Donato, acaba ficando muito confuso para quem assiste o filme do lado de cá das telonas. Ruma perdidamente sem sentido em suas ações. Todos os personagens não possuem nem um tipo de carisma ou entrosamento em cena. Nem Wagner Moura, no auge do seu talento, consegue acrescentar alguma coisa de interessante para a história.

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O espectador pergunta a todo instante aonde o filme quer chegar. Depois de 30 minutos de filme, percebemos que o projeto mais parece uma exibição de bundas totalmente gratuitas. Analisando nessa perspectiva, a Gretchen ou a Carla Perez também poderiam aparecer como coadjuvantes tomando banho de sol na Praia do Futuro, ou com o bumbum de fora no frio de Berlim. Karim, sem dúvidas, perdeu a grande chance de realizar sua obra-prima.