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‘Um Maluco no Golfe 2’: Filmagens da SEQUÊNCIA já foram iniciadas!

Através do seu Instagram, Adam Sandler (‘Como se Fosse a Primeira Vez’) anunciou que as filmagens da sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ já foram iniciadas.

“Ainda não acabou. Do jeito que eu vejo… nós estamos apenas começando,” declarou o ator, que ainda compartilhou uma imagem destacando o figurino icônico que usou no primeiro filme.

Confira a publicação e siga o CinePOP no YouTube:

A sequência, que está sendo produzida pela Netflix, promete trazer de volta a irreverência e o humor característicos da franquia. Christopher McDonald, que interpretou Shooter McGavin no primeiro filme, também confirmou que já teve acesso ao roteiro e está animado com o projeto.

“Vi Adam Sandler […], e ele me disse, ‘McDonald, você vai adorar isso'”, contou McDonald. “Eu perguntei, ‘O quê?’ Ele respondeu, ‘Olha só isso,’ e me mostrou o primeiro rascunho de Um Maluco no Golfe 2. Talvez você deva cortar isso [deste áudio] porque não quero parecer um mentiroso, mas ele realmente me mostrou isso, e eu pensei, ‘Bem, isso seria incrível.’ Então, está em andamento. Os fãs pedem, caramba!”. 

Embora a Netflix tenha confirmado a produção da sequência, ainda não há informações oficiais sobre a trama, elenco completo, data de lançamento ou outros detalhes.

Em Um Maluco no Golfe, “Happy Gilmore queria ser jogador profissional de hóquei, mas descobre um talento especial para o golfe. O atleta satírico e desbocado acaba ganhando dinheiro suficiente para ajudar sua avó, prestes a perder a casa por falta de pagamento de impostos. No entanto, seu sucesso como um herói improvável para o esporte incomoda os golfistas tradicionais”.

O filme é estrelado por Adam Sandler, Christopher McDonald, Julie Bowen, Frances Bay, Carl Weathers, Kevin Nealon, Richard Kiel e Allen Covert.

Um Maluco no Golfe está disponível no Telecine Plus.

O Agente Secreto

(O Agente Secreto)

 

Elenco:

Wagner Moura
Maria Fernanda Cândido
Gabriel Leone
Tânia Maria

 

Direção: Kleber Mendonça Filho

Gênero: Suspense

Duração: 158 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 6 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Em O AGENTE SECRETO, Marcelo, um especialista em tecnologia acusado de atividades subversivas, se muda de São Paulo para Recife em 1977 na tentativa de escapar dos agentes do governo. Ele chega à capital pernambucana e, em pouco tempo, começa a desconfiar que está sendo espionado por seus vizinhos.

Crítica: 

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado

Entrevista Wagner Moura

Curiosidades: 

‘O Agente Secreto’ arrecada R$ 6,66 milhões nas bilheterias brasileiras no fim de semana e deixa ‘Predador’ em 2º

‘O Agente Secreto’, ‘Wicked’, ‘Predador’, ‘Truque de Mestre’ e os Filmes Mais Esperados de Novembro 2025 nos Cinemas!

» Aclamado pelos críticos, o filme estreou oficialmente no Festival de Cannes de 2025, onde ganhando o prêmio de Melhor Ator para Wagner Moura, Melhor Diretor para Kleber Mendonça Filho, além do prêmio FIPRESCI;

» Além de dirigir, Kleber Mendonça Filho também assina o roteiro do longa;

Entrevista | Kleber Mendonça Filho em Cannes: entre a consagração de ‘O Agente Secreto’ e o desejo de um musical brasileiro [EXCLUSIVO]

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Após sucesso do 7º filme, franquia ‘Pânico’ ultrapassa UM BILHÃO nas bilheterias mundiais

Sucesso! Com o forte desempenho do sétimo filme nas telonas, a franquia ‘Pânico‘ conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

De acordo com o Bloody Disgusting, esta é a sexta saga de terror a superar a marca, após ‘Jogos Mortais‘, ‘It: A Coisa‘, ‘Resident Evil‘, ‘Alien‘ e o universo de ‘Invocação do Mal‘.

Vale lembrar que, mesmo após 30 anos, o longa original segue como a maior arrecadação global da franquia (US$173M). Em 2023, ‘Pânico VI‘ se tornou a maior bilheteria doméstica da saga (US$108.3M), mas falhou em quebrar o recorde global.

Pânico 7‘, no entanto, promete quebrar todos os recordes da franquia. Com US$ 97.2 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais, o novo filme se tornou a maior estreia doméstica, global e internacional da saga.

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Além disso, o sétimo filme recebeu uma nota B- do público no CinemaScore. Apesar de ser a menor média de aprovação da franquia (ao lado de ‘Pânico 4‘), a nota não está muito longe da maior (B+), alcançada pelo longa original, sua primeira sequência e os dois capítulos estrelados pela Melissa Barrera e Jenna Ortega.

Os críticos, por outro lado, não parecem ter gostado muito da sequência – que permanece como a pior média de aprovação da saga no Rotten Tomatoes, com apenas 34%.

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Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Peyton Reed afirma que Vespa é tão protagonista como Homem-Formiga em sequência

A sequência de ‘Homem-Formiga’ não terá apenas um protagonista. Ao lado do personagem Scott Kang, Hope também estrelará a trama, com seu arco sendo bem desenvolvido em ‘Homem-Formiga e a Vespa’.

Segundo o diretor Peyton Reed, a figura será genuinamente introduzida no universo da Marvel como uma heroína e não apenas como uma personagem de apoio. De acordo com ele, a Vespa estará “completamente formada” na continuação e os fãs terão a oportunidade de conhecê-la com maior profundidade:

Diz ele:

“É algo pelo qual estamos muito animados. Para mim, como um nerd de quadrinhos, eu sempre pensei no Homem-Formiga e na Vespa como um time e o segundo filme se trata vai realmente abordar como eles trabalham, como é o relacionamento pessoal e profissional entre eles. Poder mostrá-la completamente formada é muito empolgante. Nós realmente conseguimos introduzir esse personagem naquele universo. Quer dizer, nós apresentamos a personagem, mas nós ainda não a vimos com todo seu poder, então para mim ela não é uma figura coadjuvante. Esse filme é tão dela como é de Scott Lang”

Segundo o Atlanta Film a produção do filme deve começar logo. Já o Etertainment Weekly confirma que as gravações de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ devem começar até a metade deste ano, pois a sequência tem previsão de estreia para julho de 2018.

A sequência trará Paul Rudd de volta ao papel do herói, assim como Evangeline Lilly (Hope van Dyne) e Michael Peña (Luis) retornam para o novo filme.

As gravações devem acontecer em Atlanta, na Pinewood Atlanta Studios – onde praticamente todos os filmes do Marvel Studios são filmados. Não há nenhum detalhe específico sobre a trama do filme, mas com o início das gravações, fotos do set com detalhes do enredo e elenco devem surgir com frequência.

A direção continua sendo de Peyton Reed. Inclusive, o diretor revelou que Scott Lang estará bastante encrencado na sequência.

“No primeiro Homem-Formiga, ele tem problemas com a lei e foge a maior parte do tempo. Após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil’, ele virou um fugitivo maior ainda”, afirmou.

O diretor também falou sobre A Vespa, que será incluída no hall de heróis antes mesmo da aguardada Capitã Marvel‘.

 

O diretor também falou um pouco mais sobre a evolução da Vespa dentro dessa perspectiva.

“Evangeline é uma atriz incrível. O primeiro longa foi realmente sobre ela encontrar em si própria como um herói, apesar da gente ainda não vê-la com o traje. Então, nós estamos tão animados sobre agora ela ser capaz de mostrar o seu formato e principalmente como ela como uma super-heroína. Seu conjunto de energia, como ela luta, e quais são as injustiças que são importantes para ela. Isso é parte da coisa realmente divertida da próxima produção”, concluiu.

O roteiro final será de Paul Rudd e Adam McKay.

Michael Douglas deve voltar em ‘Homem-Formiga e a Vespa’

A estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ está marcada para 6 de julho de 2018.

 

 

Crítica | ‘Versace: American Crime Story’ desacelera, mas o episódio não perde o brilho

Embora uma nova era estivesse sendo inaugurada, com coquetéis que prolongavam a expectativa de vida de portadores do vírus HIV, a década de 90 trouxe vários fragmentos do sofrimento vivido pela comunidade gay no período predecessor. Com mudanças na dinâmica social, a época de tons coloridos e jeans surrados da Levi’s foi também a ruptura com um conceito de identidade padronizado. Gianni Versace deu o passo ousado, em uma emblemática entrevista à revista The Advocate, expondo sua sexualidade para o mundo, de maneira madura e objetiva. No quinto episódio da segunda temporada de American Crime Story, Ryan Murphy paralisa o desenvolvimento da narrativa para trazer esse pequeno grande detalhe, mas compensa ao fazer um paralelo real que apresenta dois viés distintos de uma mesma verdade.

Com muitos estigmas e paradigmas sociais, se assumir gay nos anos 90 não era tão menos complicado como no passado. Cercada por uma sociedade impregnada com diversos conceitos, essa comunidade driblou preconceitos, canalizou todos os seus esforços pelo respeito mútuo e viu muitos dos seus sofrer com o árduo instante revelador – que poderia mudar o resto de suas vidas mediante o contexto vigente. Contraindo todas essas variáveis incertas, inclusive a determinação de sua própria irmã, Versace assume de vez seu papel vanguardista artística e socialmente, na emblemática entrevista que fez de sua biografia a isca para uma novidade muito maior. Todos esses atributos se encontram no episódio ‘Don’t Ask, Don’t Tell’ (Não Pergunte, Não Diga – em tradução livre), uma clara alusão à (falta de) política pública do presidente Bill Clinton, que proibia qualquer manifestação sugestiva de homossexuais dentro da força militar. Ser gay e militar era ok. Desde que ninguém soubesse.

De maneira pessoal, Ryan Murphy faz as vezes de seu filme The Normal Heart, nos levando um pouco mais a um passado que de fato é mais histórico do que biográfico. Mostrando pouco sobre as motivações de Andrew Cunanan, o capítulo mais recente se apropria da revelação pública de Versace, fazendo um contraste com a emblemática entrevista de Jeff Trail ao programa 48 Horas. Na ocasião, a primeira futura vítima do serial killer falou sobre a política Don’t Ask, Don’t Tell do governo, protegendo seu rosto, oferecendo apenas uma silhueta de suas feições. Sem sua identidade, só sabíamos da injusta e velada opressão aos militares gays nos idos de 1993. O material foi ainda mais vanguardista que Versace. Impressionou as audiências, mas pouco mudou. Dois anos depois, a voz que dá nome às estampas mais hipnotizantes falou. E tudo começou a se transformar.

A ruptura com o silêncio sobre sua sexualidade tem tudo a ver com a imortalidade do estilista. De maneira sutil e simbólica percebemos essa máxima, ao vê-lo enfrentar os perigos de perder todo o seu prestígio, apenas por uma escolha de vida bem particular. E neste contraste entre o anúncio influente e a revelação anônima, a narrativa não linear nos confunde um pouco com as repentinas e excessivas mudanças de datas. Mais do que antes, voltamos ao passado de maneira nada cronológica e vemos pouco daquela exuberância que nos encantou no começo. Mas não é que Murphy tenha se distraído. Como um produtor que sempre mescla a arte com a construção social, ele oferece seu toque denunciante no meio da narrativa, colocando em pausa a trama que tecia o imaginário e a psique do assassino até sua vítima final.

E embora este episódio não seja tão intenso como os anteriores, The Assassination of Gianni Versace não perde o seu brilho, tão pouco o seu vigor. Pode até cansar aquele telespectador mais ansioso, mas consegue se manter pela apuração dos fatos reais, transportando a audiência para um período que está diretamente vinculado à própria juventude de Ryan Murphy. Com ainda mais quatro episódios por vir e todas as mortes já anunciadas, a expectativa é que voltemos todos os olhos para o suntuoso universo dos Versace, unindo as pontas apresentadas nos capítulos três e quatro. Aguardando ansiosamente por isso.

‘A Morte te Dá Parabéns 2’ ganha intenso primeiro trailer; Vem ver!

A Morte te Dá Parabéns 2‘ (Happy Death Day 2U) ganhou seu primeiro e intenso trailer.

Confira:


Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.

Em uma entrevista, Rothe falou sobre o conceito da continuação: “A sequência, como foi descrita para mim, eleva o conceito do original de ser um filme de terror – e eu nem diria que se trara de terror, porque o filme é um terror, comédia, drama – para um gênero parecido com ‘De Volta para o Futuro’, onde a sequência começa logo de onde pararmos. Explicará muitas coisas do primeiro filme que não foram explicadas, e eleva tudo.”

Israel Broussard (Carter), Ruby Modine (Lori) e Rachel Matthews (Danielle) também retornam. Os novatos Suraj Sharma e Sarah Yarkin completam o elenco.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 21 de fevereiro de 2019, uma semana depois da estreia nos EUA.

 

 

‘Você’: 2ª temporada já está disponível na Netflix

A segunda temporada da popular série ‘Você‘ já está disponível na Netflix. O novo ciclo estreou às 4h desta quinta-feira, 26 de dezembro.

Conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo ciclo recebeu inúmeros elogios pelo desenvolvimento da narrativa, que começa a explorar com maior complexidade os arcos dos seus personagens.

Além disso, o astro Penn Badgley foi elogiado por sua performance, à medida que a trama avança na forma como a violência masculina é abordada.

E para te preparar para o que vem por aí e aguçar os ânimos dos fãs apaixonados pela série, separamos as principais avaliações disponíveis até o momento!

Confira:

“A segunda temporada segue mais devagar que sua antecessora e o mistério de eles-irão/eles-não-irão acaba indo para o banco de trás, para abrir espaço para um desenvolvimento vital dos personagens”. – Joelle Monique, AV Club

“Badgley ainda é, incrivelmente, assistível como Joe, que possui o coração de um herói de comédia romântica e a mente/falta de impulso de controle de um stalker assustador. O ator faz malabarismo com duas funções, com sua performance nas telas e sua narração de fundo com um charme implacável”.  – Kristen Baldwin, Entertainment Weekly

“Talvez a intenção é nos chocar ao ponto de nos levar a ter consciência do quão podre esse rapaz, pelo qual nos afeiçoamos tanto, é. Mas esse é um truque de mágica que só consegue funcionar uma vez”. – Daniel D’Addario, Variety

“Por todas as suas reviravoltas, arcos e às vezes natureza operática, ‘Você’ é basicamente um inquietante e complicado retrato da violência masculina – como ela começa, quais são seus alvos e como seus efeitos reverberam para fora”. – Angelica Jade Bastién, New York Magazine/Vulture

“A segunda temporada de ‘Você’ é uma continuação substancial, que entrega ao seu novo elenco muito espaço para criar e ousar, à medida que eles se mantém familiares ao principal fator maníaco da narrativa”. – Amanda Bell, TV Guide

Confira o trailer:

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

O elenco do novo ciclo conta com Penn Badgley, Victoria Pedretti, James Scully, Jenna Ortega, Ambyr Childers e Carmela Zumbado.

‘Shang Chi’: Conheça o elenco completo da nova adaptação da Marvel

Os fãs Disney foram surpreendidos na última quinta-feira (10), pelo evento Investor Day, em que a Casa do Mickey divulgou uma série de novidades ligadas aos seus mais diversos projetos.

E o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, apresentou o elenco completo da aguardada adaptação ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, que será estrelada pelo já confirmado Simu Liu e que ainda vai contar com a veterana Michelle Yeoh.

Lembrando também que as filmagens da produção já foram encerradas.

Conheça o elenco completo:

‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em 09 de julho de 2021.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Pantera Negra 2’: Fãs pedem reescalação de T’Challa em meio às controvérsias envolvendo Letitia Wright

Após vários contratempos, as filmagens de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ serão retomadas muito em breve com a atriz Letitia Wright. Mas os fãs da Marvel não parecem muito contentes com os rumores dos bastidores que têm chegado à imprensa.

A suposta resistência da atriz à vacinação e o seu recente acidente no set de gravações deixaram muitos fãs preocupados, com vários ainda se unindo no Twitter em prol de algumas mudanças na produção.

Na rede social, os internautas fizeram um apelo à Marvel Studios, pedindo a reescalação do herói T’Challa, alegando que a decisão facilitaria a condução da sequência.

Vale lembrar que os rumores relacionados à Wright nunca foram confirmados e podem ser meros boatos.

Confira algumas das reações dos internautas:

“Eu vejo a hashtag #recastTchalla circulando por aí e na minha opinião, eu acho que eles deveriam reescalar T’Challa. eu acredito que o Chadwick ia querer que o personagem vivesse. Então eu acho que seria melhor reescalá-lo de alguma forma que respeitasse o legado do Chadwick”. 

“Eu acho o Chadwick para sempre, mas eu acho que els deveriam #recastTchalla. Acho que a Shuri ainda precisa do T’Challa ao seu lado se ela for a atenção principal no futuro e claro, ele merece uma despedida apropriada”.

“Eu sei que essa é uma percepção mais dura, mas muito desses rumores de drama em Pantera Negra 2 teriam sido evitáveis se eles reescalassem T’Challa. Eu sei que as pessoas amavam o Chadwick Boseman e eu também, mas o personagem possui mais histórias para contar”. 

“Reescalem ela e T’Challa e sigam em frente”. 

“Nesse ponto, engavetem o filme temporariamente. Use o multiverso para apresentar uma ‘nova’ Shuri e possivelmente um novo T’Chall ou algo do tipo”. 

“O irmão do Chadwick literalmente deu às pessoas sua benção para reescalar T’Challa. A Marvel está fazendo toda essa bobagem por medo de perder dinheiro. Eles já vão perder dinheiro de qualquer jeito! Pantera Negra não tem futuro sempre o Pantera Negra”. 

“Sim. Eu sei que não era uma opinião popular naquela época e isso tudo ainda é um assunto muito sensível emocionalmente para todos – família, fãs, elenco e equipe técnica. Mas eu ainda acho que em algum momento nós veremos outro ator assumindo o papel de T’Challa”. 

O lançamento filme foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Zosia Mamet entra para o elenco de ‘Artificial’, próximo filme do diretor de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’

A atriz Zosia Mamet, conhecida por seu papel na série ‘Girls‘, é a mais nova integrante do elenco de ‘Artificial‘, aguardado longa de Luca Guadagnino (Me Chame Pelo Seu Nome, Challengers), produzido pelos estúdios Amazon MGM. A novidade foi divulgada pelo Deadline.

Ainda não foram divulgados detalhes sobre o papel que Mamet interpretará. Ela se une à Billie Lourd (‘Scream Queens’), recentemente confirmada.

Vale lembrar que o comediante Ike Barinholtz (‘O Estúdio’) segue em negociações para interpretar o Elon Musk.

O elenco ainda contará com Yura Borisov (‘Anora’), Andrew Garfield (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Cooper Koch (‘Monstros’), Monica Barbaro (‘FUBAR’), Jason Schwartzman (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) e Cooper Hoffman (‘Licorice Pizza’.

Descrito como uma dramédia ambientada no universo da inteligência artificial, ‘Artificial‘ promete abordar com humor e crítica os bastidores do setor tech, com foco especial em um dos episódios mais turbulentos da recente história da OpenAI: a demissão e subsequente recontratação de Sam Altman, CEO da empresa, em um intervalo de apenas poucos dias no final de 2023.

Embora os detalhes da trama estejam sendo mantidos em sigilo, fontes apontam que Garfield deve dar vida ao próprio Altman, enquanto o ator russo Borisov interpretará Ilya Sutskever, cofundador da OpenAI e figura central na tentativa de afastar Altman da liderança da empresa.

O roteiro é assinado por Simon Rich (‘Um Pepino Americano’), que também atuará como produtor ao lado de David Heyman e Jeffrey Clifford, da Heyday Films. Jennifer Fox está em negociações para se juntar à produção.

Ainda sem data de estreia, ‘Artificial‘ já desperta grande expectativa por combinar um tema altamente atual com um elenco de peso e a assinatura provocativa de Guadagnino.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Manto e Adaga’: Assista a uma cena da nova série do mundo Marvel

Manto e Adaga‘ (Cloak & Dagger), a nova série da Marvel, teve uma cena completa divulgada. Assista na íntegra:

Manto e Adaga‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.

Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.

A estreia acontece em 7 de junho de 2018.

Introdução da DC Films ganha versão estendida; Vem ver!

A introdução da DC Films nos cinemas ganhou uma nova versão, maior que a anterior, anexada as cópias da animação ‘A Morte do Superman’.

Vale lembrar que essa nova abertura deverá estar presente nos próximos filmes da DC, comoAquaman’, ‘Shazam!’ e ‘Mulher-Maravilha: 1984’. Assista:

 

Space Jam: Um Novo Legado | Os personagens do ‘WarnerVerso’ que apareceram no trailer

O primeiro trailer da aguardadíssima continuação de Space Jam: O Jogo do Século (1996) foi lançado e confirmou um monte de coisas, entre elas que o filme é mesmo uma sequência, apesar de ter um jeitão de reboot.

O uniforme clássico do filme original aparece e acaba sofrendo uma alteração para o mundo “3D”, então é provável que o próprio LeBron apareça usando ele.

Além disso, Space Jam: Um Novo Legado se mostrou uma viagem pelo universo Warner, que vai passar por praticamente todas as franquias da empresa, incluindo o mundo do HBO, DC, Senhor dos Anéis e por aí vai.

Quais ícones do cinema você escolheria para o seu “Dream Team” numa partida de basquete que vale a vida do seu filho?

E pelo que deu para notar pelo trailer, uma das maiores graças dessa sequência será realmente caçar os easter eggs inseridos na trama. Alguns são mais explícitos, como o universo Hannah Barbera, que aparece em peso nesse primeiro trailer.

Os Flintstones, Scooby-Doo, Zé Colmeia, Maguila, Tutubarão, Space Ghost, Capitão Caverna, Os Jetsons e muitos outros personagens dão as caras na plateia.

Outro ícone dos desenhos a aparecer é o lendário Gigante de Ferro, que já tinha protagonizado um momento emocionante em outro live action recente da Warner: Jogador Número 1 (2019).

Mas é justamente quando outros personagens que estão longe de serem adequados para o público infantil começam a aparecer que a situação fica realmente interessante. A começar pelos personagens de Game Of Thrones, como Drogon e os White Walkers.E o que falar do astro de um dos maiores sucessos de 2021 até o momento, o gorila Kong, que para de brigar com o lagartão por um momento para ver o Jogo do Século parte 2?

O universo do Batman também marca presença mostrando personagens de diferentes épocas da franquia, como o Robin e a Mulher Gato dos anos 1960, e o Coringa de Jack Nicholson, vilão clássico do filme de Tim Burton.

Pennywise, o Palhaço Dançarino, que infernizou a molecada nos filmes da franquia IT também tem uma breve participação. Olha ele atrás de um dos macacos voadores de O Mágico de Oz.

Outra figura encapetada que aparece rapidinho é O Máskara, personagem imortalizado por Jim Carrey nos cinemas.

Até mesmo Alex DeLarge e sua gangue de vândalos do clássico Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, tiram um tempinho para ver o jogo de basquete. E o mais louco é que eles estão misturados com os lacaios do Immortan Joe, de Mad Max: Estrada da Fúria.

Por fim, mas não menos importante… Tem algum torcedor do Miami Heat com saudade do Big Three/ Los Tres Amigos? Será que a Lola Bunny deixaria Dwayne Wade no banco?

Ok, acho que a única forma disso ficar mais interessante é se conseguirem uma nova participação do maior jogador de basquete de todos os tempos, o incrível e recluso Michael Jordan, não é mesmo?


Space Jam: Um Novo Legado estreia em 15 de julho de 2021. Ansiosos?

Star Wars – George Lucas completa 77 anos!

George Walton Lucas Jr. Esse é um nome que você com certeza já viu – repetidas vezes – nos créditos de alguns dos filmes mais bem-sucedidos da história do cinema. O jovem tímido que nasceu em 14 de maio de 1944 na cidade de Modesto, ao norte da Califórnia, se aventurou a cursar Cinema na Universidade da Carolina do Sul, na década de 1960, e foi lá que – pasmem! – ele conheceu ninguém menos que Francis Ford Coppola, com quem mais tarde fundou a American Zoetrope, uma instituição que visava apoiar a criação de filmes independentes fora do circuito de Hollywood.

A trajetória do roteirista, diretor e produtor George Lucas caminha em paralelo com a história da cultura pop mundial, e, por isso, para comemorar os 77 anos do criador do universo de ‘Star Wars’, listamos aqui os principais momentos de sua vida longa e próspera – com o perdão do trocadilho. ; )

Industrial Light & Magic (1975)

Não, este não é o nome de um filme, mas sim de uma empresa, criada pelo George Lucas com a finalidade de conseguir atender suas próprias necessidades de efeitos visuais em longas-metragens. Sim, esse é o nível de perfeccionismo que o divo tem: criar uma empresa porque as que existem no mercado não são capazes de reproduzir em imagem a megalomania que ele tem na cabeça. E deu super certo, pois ela continua ativa no mercado e já foi responsável por efeitos em ‘Jurassic Park’, ‘O Exterminador do Futuro 2’ e ‘Os Vingadores: A Era de Ultron’, por exemplo. Nada mal, hein?

Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977) – direção, roteiro e produção

Tecnicamente, este foi o terceiro longa do Georgito, porém foi com o sucesso desse – juntamente com o lucro do filme anterior, ‘Loucuras de Verão’, uma comédia dramática – que ele conseguiu dinheiro o suficiente para montar a própria empresa, a Lucasfilm. Também foi o pontapé inicial que apresentou ao cinema efeitos especiais jamais vistos, levando o espectador a uma experiência realmente intergaláctica. É também neste filme que começa uma das melhores parcerias do mundo do cinema: George Lucas e o compositor John Williams.

Star Wars – O Império Contra-Ataca’ (1980) – produtor executivo

Esse foi o filme que solidificou Darth Vader como um dos maiores vilões de todos os tempos. É também nesse filme que uma das paternidades mais famosas do cinema foi revelada, gerando uma das falas mais icônicas da indústria cinematográfica, e abriu a década que seria recheada de cultura pop.

Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida’ (1981) – produtor e roteirista

Porque em time que se está ganhando, não se mexe, e George chama Harrison Ford para uma empreitada sobre arqueólogos aventureiros que lutam contra o mal em nome de proteger o patrimônio da humanidade. Falando assim parece até sinopse de documentário do History Channel, mas esse é o mote da franquia Indiana Jones, que ajudou a firmar Steven Spielberg como um dos maiores diretores de Hollywood – e também marcou mais uma parceria de sucesso da indústria, além de uma das mais longevas amizades sinceras da vida de Georgito.

‘Labirinto: A Magia do Tempo’ (1986) – produtor

Um filme de magia que tem ninguém menos do que David Bowie no papel principal. Só que ele na verdade é o vilão, mas é também o Príncipe dos Duendes, e fica difícil não se apaixonar por ele. George Lucas foi produtor desse belo filme, porque tudo que envolve fantasia tem que ter o dedo dele.

‘Willow na Terra da Magia’ (1987) – roteirista e produtor

Como dito, tudo que tem magia, tem George Lucas no meio, e nesta aventura ele foi roteirista e produtor da história de um anão bem feio – mas que igualmente gera atração e empatia no espectador, o que nos deixa com sentimentos muito confusos – que acha um bebê humano e atravessa toda uma jornada para proteger essa criança.

Depois disso, George Lucas continuou a saga de ‘Star Wars’, intercalando com ‘Indiana Jones’. Porém, no meio do caminho, outros episódios interessantes fizeram a diferença em sua trajetória, como, por exemplo, o fato de ter conhecido o mitólogo Joseph Campbell, em 1984, quando o escritor foi dar uma palestra no Palace of Fine Arts, em São Francisco, do ladinho das instalações da Lucasfilm. George estava na plateia e foi cumprimentar o palestrante ao final do discurso. Nascia ali uma amizade profunda, uma vez que os estudos da jornada do herói de Campbell influenciaram a forma como Lucas escrevia seus roteiros, incluindo os da saga de ‘Star Wars’. A amizade também rendeu uma entrevista memorável de Cambell para o jornalista Bill Moyers no Rancho Skywalker, de George Lucas, na Califórnia, que mais tarde se tornaria o livro ‘O Poder do Mito’ – um dos livros mais cultuados por escritores no mundo todo.

Dentre os acontecimentos mais recentes, uma das notícias que abalaram o mundo cinematográfico foi o anúncio que George Lucas fez, em 2012, de que iria vender a Lucasfilm para a Disney, o que significava que a franquia dos Skywalkers passaria a ser da empresa do Mickey Mouse. A venda atingiu o valor de U$4,05 bilhões e, por mais que muitos fãs não tenham gostado da transação no início, fato é que, graças à essa venda, hoje podemos desfrutar dos parques temáticos de Star Wars (o primeiro será inaugurado no final de maio, no parque da Califórnia).

Como vocês podem ver, George Lucas é um nome de fundamental importância não só para a indústria do cinema, mas para a cultura pop de modo geral. Apesar disso, até hoje George Lucas nunca recebeu um Oscar, embora tenha sido nomeado algumas vezes. Será que agora, depois de completar 77 anos, a Academia vai começar a considerar finalmente dar uma estatueta para ele, nem que seja pelo conjunto da obra? Cenas dos próximos capítulos…

 

Ma

(Ma)

 

Elenco:

Octavia Spencer
Missi Pyle
Luke Evans
Allison Janney
Juliette Lewis

Direção: Tate Taylor

Gênero: Terror

Duração: 99 min.

Distribuidora: Universal

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 30 de Maio de 2019

Sinopse: 

Uma mulher solitária permite que diversos jovens se divirtam em sua casa. Porém, quando as coisas começam a sair do controle dos convidados, os jovens começam a suspeitar que a anfitriã seja a responsável por eles não conseguirem ir embora.

Crítica | Ma – Suspense da Blumhouse se destaca pelo talento de Octavia Spencer (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

  • Filme segue uma nova onda de terror iniciada por ‘Corra!‘, de Jordan Peele.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos:

‘The Walking Dead’: Nova série derivada ganha primeiro teaser; Veja!

A terceira série do panteão The Walking Dead já está em desenvolvimento pela AMC e, apesar de ainda não ter título oficial, ganhou seu primeiro teaser.

Confira, junto com a sinopse:

“Há um grande segredo sobre o universo de Walking Dead. Todos esses anos nós acabamos de ver uma pequena porção do mundo dos Mortos-Vivos. Há um mundo muito maior lá fora”, disse o diretor de conteúdo da TWD e co-criador do spinoff, Scott Gimple, durante a San Diego Comic-Con.

O grande segredo da série é que o tempo todo existiram outras civilizações que sobreviveram ao apocalipse.

“Nós vimos dicas na 7ª temporada de The Walking Dead e novamente em na 5ª temporada de Fear the Walking Dead. Agora estamos prestes a mostrar muito mais do mundo nesta nova série”, continua.

A série será centrada em duas jovens protagonistas e contará a história da primeira geração criada após a queda da civilização.

“Essas jovens cresceram em um local de conforto e segurança, mas deixarão tudo em uma missão perigosa aonde serão perseguidas por adultos maldosos. Vamos ver essas jovens se tornarem heroínas e… alguns se tornarem vilões. Vamos abrir um novo mundo de TWD .”, concluiu.

Alexa MansourNicolas CantuHal Cumpston irão estrelar o show derivado.

Mansour dará vida a uma jovem simpática e engraçada no exterior, mas triste por dentro; Cantu viverá alguém descrito como muito pequeno para sua idade, mas que é muito amigável e sábio; Cumpston, por sua vez, será um personagem muito grande para sua idade, tímido e que pode ser um pouco amedrontador.

A nova produção será comandada por Matt Negrete, que tem sido roteirista e produtor da série original pelos últimos cinco anos, e contará com 10 episódios.

A série spin-off estreia em 2020.

‘Loki’ irá introduzir a primeira personagem transgênero do MCU

Segundo uma nova reportagem do site The Illuminerdi, a Marvel Studios irá introduzir a primeira personagem transgênero do MCU na vindoura série Loki, do Disney+.

A anti-heroína Sera fará parte da produção e terá papel de destaque, pavimentando seu caminho para futuros projetos cinematográficos.

Para aqueles que não a conhecem, Sera foi introduzida há alguns anos no quadrinho ‘Angela: Asgard’s Assassin #1’. Nas HQs, ela faz parte dos Anchorite, uma raça rara de homens sem asas que são mantidos dentro de um templo e que rezam para os Anjos que morreram sem ter uma alma. Sera, entretanto, se identifica como mulher e foi eventualmente salva de um monstro por Angela, irmã de Thor, e as duas acabaram se casando.

Lembrando que a série dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e se irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

A previsão de estreia é para o outono de 2021

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Viúva Negra’: Novos trailers devem ser lançados em breve

Segundo novos registros no site British Board of Film Classification, o vindouro Viúva Negra deve ganhar mais trailers oficiais em breve.

As informações indicam que dois vídeos foram adicionados ao site em questão: o primeiro tem 2min38s de duração, enquanto o segundo tem 1min44s. Ainda não se sabe que dia eles serão lançados, e também não houve confirmação por parte da Marvel Studios.

De acordo com o CosmicBook, o filme terá a presença de importantes personagens do MCU, como Tony Stark (Robert Downey Jr.), Clint Barton (Jeremy Renner), e Nick Fury (Samuel L. Jackson), além de Sonny Burch (Walton Goggins), o traficante de tecnologia visto em ‘Homem-Formiga 2′.

Ainda que não estejam confirmadas, essas aparições não chegam a ser uma surpresa, já que Fury e Barton são grandes amigos de Nat e aliados essenciais em sua carreira como espiã.

Além disso, Stark serviu como uma espécie de mentor para ela enquanto esteve na liderança dos Vingadores, ao lado de Steve Rogers.

Em relação a Burch, como ele é um negociador do mercado negro, é possível que esteja em contato com a Hydra ou até mesmo com o vilão Taskmaster.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe como os personagens mencionados devem ser introduzidos na narrativa, mas tudo indica que serão breves aparições.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de outubro de 2020.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Confira a sinopse oficial:

No thriller de espionagem Viúva Negra, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

 

‘American Horror Story’: 10ª temporada ganha cartaz oficial ASSUSTADOR

Em seu Instagram oficial, o realizador Ryan Murphy divulgou o primeiro cartaz oficial da 10ª temporada de American Horror Story.

Ainda sem muitos detalhes confirmados, é possível que o novo ciclo gire em torno de sereias ou criaturas marinhas.

Confira:

O elenco do novo ano contará com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Sarah Paulson, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.

Os novos episódios não têm previsão de lançamento.

‘Resident Evil’: Reboot vai deixar os fãs dos jogos muito felizes, revela astro

O vindouro Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’ promete trazer uma nova perspectiva à icônica franquia pós-apocalíptica e, segundo Tom Hopper, que dará vida à nova versão de Albert Wesker, a abordagem irá agradar bastante aos fãs do games originais.

“Creio que os fãs dos jogos ficarão felizes, mas, ao mesmo tempo, acho que devem reconhecer que queremos fazer desses personagens algo real e pé no chão ao máximo”, ele comentou em entrevista ao Collider“Sinto como se o Wesker nos jogos obviamente tem aquela ideia do Agente Smith de ‘Matrix’. Eu queria que ele fosse mais tridimensional que aquilo, e tivesse uma veia moral. Não é seco e calculista como nos jogos. Há um elemento de origem a Wesker nisso, o que ele foi antes que o transformou no que vemos nos games”.

O filme será lançado nos cinemas brasileiros em 02 de setembro deste ano e irá adaptar a histórias dos dois primeiros jogos.

Assim como no jogo original, ‘Bem-vindo A Raccoon City‘ acontecerá no ano de 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City estarão no filme.

O elenco contará com Kaya Scodelario (Claire Redfield), Robbie Amell (Chris Redfield), Hannah John-Kamen (Jill Valentine), Avan Jogia (Leon S. Kennedy), Tom Hopper (Albert Wesker), Lily Gao (Ada Wong), Neal McDonough (William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).

“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.  

Ele roteirizou o reboot ao lado de Greg Russo.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘The Walking Dead: World Beyond’: Atriz de ‘Quantico’ e ‘The Good Place’ entra para a 2ª temporada

Segundo o DeadlineAnna Khaja, atriz conhecida por seu trabalho nas séries QuanticoThe Good Place, foi oficialmente elencada na 2ª temporada de The Walking Dead: World Beyond’.

As informações indicam que Khaja dará vida a Indira, uma “líder artística e inteligente e uma mãe que fará qualquer coisa para proteger a família e seu povo de se machucarem”.

Lembrando que o próximo ciclo estreia em 04 de outubro, na AMC.

“A 2ª temporada de ‘The Walking Dead: World Beyond’ conclui a história épica de Iris, Hope, Elton e Silas – quatro amigos que viajaram por todo o país em uma missão que transformou tudo o que sabiam sobre si mesmos e o mundo. Enquanto eles enfrentam o misterioso Exército da República Cívica e lutam pelo controle de seu próprio destino, objetivos mudarão, laços se formarão e se desintegrarão e a inocência será tanto perdida quanto encontrada.”

Lembrando que a 1ª temporada terminou com os quatro adolescentes separados: Iris junta forças com Felix (Nico Tortorella) e Will (Jelani Alladin) para resgatar Hope das garras da República Cívica, que prendem Silas quando ele fica para trás para evitar a captura de Elton e Percy (Ted Sutherland).

Em um centro de pesquisa da República Cívica em algum lugar no estado de Nova York, o pai das meninas, Dr. Leo Bennett (Joe Holt), permanece sob o controle do CRM e da tenente-coronel Elizabeth Kublek (Julia Ormond).

Morte no Nilo | Quem é quem na nova adaptação do clássico romance de Agatha Christie

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

Depois de adaptar o clássico ‘Assassinato no Expresso do Oriente’Kenneth Branagh resolveu apostar fichas em mais uma releitura da extensa carreira da Dama do Crime, Agatha Christie – e, pouco depois, anunciou uma sequência não-direta intitulada Morte no Nilo.

Para aqueles não familiarizados, o romance foi publicado em 1937 e conquistou aclame imediato por parte dos críticos literários e por parte do público – principalmente por dar continuidade às misteriosas aventuras protagonizadas pelo detetive belga Hercule Poirot. A história acompanha bela Linnet Ridgeway, que está em lua de mel ao lado de marido em um belíssimo cruzeiro no rio Nilo. Alvo de olhares tortos e invejosos, Linnet é encontrada morta, com um tiro na cabeça. Cabe, então, a Poirot desvendar esse chocante crime e descobrir que foi o responsável por tirar a vida da moça.

Enquanto o filme não chega aos cinemas (visto que tem estreia marcada para o dia 10 de fevereiro), o CinePOP resolveu preparar uma lista contando quem vive quem na adaptação – incluindo a reprise de Branagh como Hercule Poirot.

Confira:

HERCULE POIROT, Kenneth Branagh

Depois de ser elogiado por sua performance como o detetive belga Hercule Poirot em ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, Branagh está de volta em Morte no Nilo para investigar mais um mistério assombroso. O excêntrico e brilhante detetive, conhecido por seu espetacular e altivo bigode, é um dos personagens mais marcantes do universo literário de Christie – e é conhecido mundialmente por sua reputação e suas habilidades cognitivas.

LINNET RIDGEWAY-DOYLE, Gal Gadot

Linnet Ridgeway-Doyle é a vítima da vez em Morte no Nilo – e sua morte chama a atenção de todos que estavam a bordo do cruzeiro. Considerada como uma das herdeiras mais ricas da Inglaterra, Linnet é morta durante o sono com um tiro na cabeça. O mais interessante é que seu assassinato não ocorre até meados do romance, o que permite que Christie construa um suspense dramático ainda maior. De qualquer forma, os antagonistas que a cercam são apresentados logo de cara – incluindo Jacqueline De Bellefort, Lord Windlesham e Sir George Wode.

JACQUELINE DE BELLEFORT, Emma Mackey

Interpretada pela incrível Emma Mackey, de ‘Sex Education’, Jacqueline é uma das principais antagonistas do romance. A princípio, ela era uma das amigas mais próximas de Linnet e estava prestes a se casar com Simon Doyle. Entretanto, as coisas mudam quando Linnet oferece um trabalho a Simon e, eventualmente, decide se casar com ele. Jacqueline é arrastada para um turbilhão de emoções e, conforme diz a Poirot, decidiu se vingar ao persegui-los na lua de mel pelo Nilo.

SIMON DOYLE, Armie Hammer

Simon Doyle (Armie Hammer) é o filho mais jovem de uma família consideravelmente abastada – mas, no final das contas, não tem qualquer dinheiro que pertença a seu nome. Após pedir a mão de Jacqueline em casamento, ele decide procurar um novo emprego para poder pagar a cerimônia – e Linnet oferece a ele um trabalho. Porém, Linnet, como já dito, expressa interesse em Simon, que cancela o casamento e resolve pedir a mão de Linnet.

ANDREW KATCHADOURIAN, Ali Fazal

No romance original, o personagem vivido por Ali Fazal é intitulado Andrew Pennington – mas na adaptação, ganhou o sobrenome de Katchadourian. Na trama, Andrew é um dos últimos dois administradores e sócios da forturna de Linnet. Ele trabalha em um escritório em Nova York e fica responsável por cuidar do dinheiro da protagonista até o momento em que complete 21 anos ou se casa. Quando ele recebe uma carta revelando que Linnet se casou com Simon, ele imediatamente viaja para o Egito e os acompanha na lua de mel, acreditando que o casamento pode afetar seus negócios.

SALOME OTTERBOURNE, Sophie Okonedo

No livro de Christie, a Sra. Otterbourne é representada como uma senhora britânica ridiculamente sem senso de espaço – e que chama a atenção por usar um turbante para se conectar com a cultura local. No longa, Sophie Okonedo parece encarnar uma versão mais séria da personagem – que tem um papel crucial na história, quase revelando o nome do assassino, mas sendo alvejada por uma bala. Ela é mãe de Rosalie Otterbourne e uma grande admiradora do trabalho de Poirot.

ROSALIE OTTERBOURNE, Letitia Wright

Rosalie Otterbourne (Letitia Wright) é descrita como uma garota mal-humorada que também é muito sagaz e de coração imenso. Filha de Salome, que constantemente a envergonha, ela se comporta como uma “guardadora de segredos”, impedindo que o vício em álcool da mãe venha a público. E, enquanto muitas tragédias acontecem no romance, ela conquista seu final feliz e dilui um pouco o tenebroso tom da narrativa.

MARIE VAN SCHUYLER & MRS. BOWERS, Jennifer Saunders & Dawn French

Jennifer SaundersDawn French se reúnem para trabalhar juntas mais uma vez com essa vindoura adaptação do romance de Christie – e interpretam, respectivamente, a Sra. Marie Van Schuyler e a Sra. Bowers. Marie é uma solteirona dos Estados Unidos, caracterizada como uma velha mulher rica estereotipada, que desdenha de boa parte dos outros passageiros. A Sra. Bowers, por sua vez, trabalha como enfermeira de Marie e, ao contrário do que muitos acreditam, não tem qualquer motivo ou conexão com o mistério central, motivo que a torna uma testemunha confiável.

LOUISE BOURGET, Rose Leslie

Rose Leslie interpreta Louise Bourget no longa-metragem, a criada de Linnet e de Simon. A princípio, ela se configura como uma personagem coadjuvante – mas sua presença na narrativa chama a atenção dos leitores quando ela se torna a segunda vítima do assassino. Como é revelado no momento de sua morte, Louise é iludida pela ganância e morre na tentativa de cometer chantagem.

DR. LINUS WINDLESHAM, Russell Brand

Branagh resolveu dar uma roupagem diferente a outro dos personagens do livro original, o Dr. Bessner. Na releitura para as telonas, Russell Brand encarna a versão intitulada como o Dr. Linus Windlesham, um médico de meia-idade europeu que embarca no cruzeiro egípcio e cuida de Simon depois dele sofrer um acidente. Ele identifica a arma utilizada para matar Louise e nega ter sido qualquer coisa a ver com o assassinato.

BOUC, Tom Bateman

Bouc, personagem vivido por Tom Bateman em ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ como o dono da locomotiva, não dá as caras em Morte no Nilo – mas Branagh resolver trazer tanto o personagem quanto o ator de volta para, possivelmente, amarrar as pontas entre esse recém-nascido universo cinematográfico. Detalhes sobre sua aparição no longa ainda não foram revelados.

EUPHEMIA, Annette Bening

Euphemia também não é uma personagem que aparece na história original, mas, ao que tudo indica, terá peso considerável na releitura cinematográfica. Interpretada por Annette Bening, Euphemia é a provável mãe de Simon na trama – e pode ser construída de forma a se tornar uma das principais suspeitas do assassinato de Linnet, bem como de outros personagens.

‘Mad Max: Furiosa’: Começam as filmagens da pré-sequência de ‘Estrada da Fúria’ e primeira foto é divulgada!

Através das redes sociais, o astro Chris Hemsworth revelou que as filmagens de ‘Mad Max: Furiosa’, pré-sequência do icônico Mad Max: Estrada da Fúria, finalmente começaram.

Hemsworth anunciou as boas novas juntamente à primeira foto de bastidores do projeto, que também apresenta o logotipo oficial do filme.

Confira:

Em uma recente entrevista ao Deadline, diretor George Miller revelou alguns detalhes sobre o vindouro projeto, caracterizando-o como uma saga.

“Vou dizer a vocês como está indo quando terminarmos, mas, até agora, tivemos um início adorável”, ele contou. “Tudo o que posso dizer sobre minha felicidade em fazer isso é que é, de fato, animador, porque apesar de certamente estar no mundo de ‘Estrada da Fúria’, também tem várias diferenças sobre as quais discutimos”.

Miller continua: “é unicamente familiar. E provavelmente a maior diferença é a temporal. ‘Estrada da Fúria’ aconteceu ao longo de três dias e duas noites, e este acontece ao longo de 15 anos. Então, é uma saga”.

Lembrando que a produção será estrelada por Anya Taylor-Joy (‘O Homem do Norte’) e Hemsworth (‘Thor: Amor e Trovão’).

Yahya Abdul-Mateen II (‘A Lenda de Candyman’) também fazia parte do elenco, mas abandonou o projeto em virtude de conflitos de agenda.

A pré-sequência chega às telonas em 24 de maio de 2024.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

Artigo | ‘American Horror Story: Murder House’ e como tudo começou

O gênero terror, desde seu endossamento com o Romantismo clássico em meados do século XIX, foi uma das vertentes mais exploradas pelos campos artísticos em geral, passando pela literatura e atingido o cinema e a televisão no século passado. Com o passar do tempo, o gore próprio deste gênero deu lugar à metalinguagem e, gradativamente, à saturação de fórmulas prontas que o deixaram desbotado e ofuscado pela falta de criatividade de originalidade, sempre se utilizando de personagens estereotipados e uma sucessão de acontecimentos previsíveis para a arquitetura de uma obra descartável.

Em 2011, Ryan Murphy, idealizador dos seriados Nip/Tuck’ e Glee’, resolveu entregar sua perspectiva sobre as narrativas de terror para a emissora FX, prometendo uma singela distorção do que o público já estava acostumado a assistir. Combinando isso com a decadência de diversas franquias como Atividade Paranormal’, as quais utilizavam a técnica do found footage como estilo fílmico, e até mesmo com a emergência de dramas sobrenaturais e fantasiosos como Once Upon a Time’ e The Walking Dead’, a entrada de mais um show com identidade semelhante poderia ser uma jogada arriscada, mas infelizmente o resultado foi muito positivo: o início de uma era banhada a sangue, sexo e puro horror.

A primeira temporada de American Horror Story, série vencedora do Emmy e do Golden Globe, resgata as raízes mais fincadas à exploração do mundo espiritual – a famosa e atemporal casa mal-assombrada – para desenvolver uma trama tão chocante quanto desconcertante, cheia de personagens muito bem desenvolvidos e uma horda de espíritos procurando por vingança que podem nos deixar sem dormir durante algumas noites. É claro que com uma aposta tão arriscada quanto essa, a probabilidade de haver deslizes era grande, mas o panorama geral é favorável o suficiente para satisfazer uma audiência sedenta pelo novo e pelo ousado.

LAR DOCE LAR

A Casa Assassina. Este é o subtítulo do primeiro ano da série e a alcunha carregada pelo cenário quase único no qual os nossos protagonistas residem. O episódio piloto não apenas nos dá um gostinho do que está por vir ao longo dos doze capítulos, mas consegue puxar uma nostalgia digna de clássicos do gênero ao envolver o espectador em um microcosmos perscrutado pela tragédia, começando com a morte de dois garotos gêmeos pelas mãos de uma criatura irreconhecível. Tal prólogo nos relembra as memoráveis introduções de franquias cinematográficas como Pânico’A Hora do Pesadelo’, introduzindo uma força externa e mortal para o mundo real e explorando o choque de realidade entre dois planos completamente paradoxais.

O foco da trama principal é a família Harmon, cujos integrantes são marcados por um passado conturbado e buscam um refúgio social em Los Angeles, após Vivien (Connie Britton), a matriarca, descobrir que seu marido Ben (Dylan McDermott) a estava traindo com uma de suas alunas. Já percebemos o tom de histeria da série nos primeiros minutos de tela, durante os quais a efêmera paz e tranquilidade entre os três membros da família vai de encontro a uma montagem frenética na qual vemos as revelações de um passado obscuro. E é interessante que essas backstories nos sejam apresentadas já de cara e se afastem das saídas clichês de outras obras de terror, as quais optam por colocar os personagens principais dentro de uma procura pela redenção. Aqui, os arcos seguem caminhos distintos, mas sempre se inclinando para a autodescoberta, o perdão e a obsessão compulsiva.

Entretanto, como já é de se esperar, a promessa de uma vida nova logo é quebrada com a aparição de diversos personagens secundários amedrontadores e cuja principal função é alertá-los sobre os segredos da casa, bem como mantê-los ali. Sim, parece contraditório que os papéis de Tate (Evan Peters) e Constance (Jessica Lange) se complementem mesmo sendo tão distantes entre si. Afinal, o garoto surge repentinamente na vida dos Harmon como paciente de Ben (um psiquiatra renomado) e logo se infiltra em camadas mais íntimas ao criar um relacionamento conturbado com a filha do casal, Violet (Taissa Farmiga). Enquanto isso, a moradora do casarão ao lado é uma figura misteriosa e capaz das coisas mais terríveis para manter sua família a salvo, além de carregar uma personalidade impetuosa e verdadeira ao extremo, demonstrando constantemente se gosta ou não de uma pessoa.

Os novos habitantes são rapidamente “acolhidos” e começam a ser testados de diversas maneiras, começando com Vivian e Ben. Afinal, sabemos que confiança não é o maior forte entre os dois, e a primeira jogada feita pelas carregadas energias daquele ambiente emerge na figura de Moira (Frances Conroy e Alexandra Breckenridge), empregada que residiu na mansão na década de 1980 e acabou morrendo pelas mãos de Constance. Ela desenvolve uma relação fraternal-afetiva com sua patroa, cuidando para tudo saia conforme o esperado, enquanto constantemente se transmuta em sua versão mais jovem, esbelta e sedutora para corromper o arco de redenção do doutor, quase obrigando-o a ter relações sexuais com ela e negar seus princípios maritais e sagrados. É engraçado analisar como Vivian constantemente insiste para que Ben para com suas neuroses, visto que fica acusando Moira de assédio. Mas essa é a principal missão da casa: engolir os vivos e torná-los parte das paredes desbotados, criando um limbo em terra tão perigoso quanto a própria concepção de inferno.

O cenário principal de Murder House’ nos traz a uma época remota, no auge do século XIX, durante o qual a vertente gótica, com suas torres altas, janelas em formas de rosários e a soturnidade de suas concepções arquitetônicas, era predominante para a distinção de classes sociais. A atemporalidade de tal ambientação se correlaciona com os flashbacks de décadas diferentes, conferindo uma existência além da cronologia que conhecemos para a casa. Afinal, ela existe há mais de um século dentro do universo da série, e carrega tantas energias passadas que pode muito bem ser confundida com uma máquina do tempo – sem falar que é capaz das mais perversas atitudes para garantir subserviência por parte de seus moradores.

É claro que as referências não permanecem apenas no âmbito artístico-material, mas espalham-se para a estética e a composição da obra em si. Murphy, em conjunto com um mais que competente time de diretores, coloca seus maneirismos seja nos enquadramentos, seja na condução narrativa. Os cortes bruscos nos trazem relações semânticas com a construção iconográfica do cubismo, com cortes bruscos e ângulos opostos durante uma determinada sequência, transformando um plano inteiro em pequenos corpúsculos fílmicos que, juntos, formam um organismo a priori inidentificável. Além disso, a câmera na mão é um recurso muito utilizado – muitas vezes em um excesso -, buscando inspiração no Dogma 95 de Lars von Trier, mas também causando estranhamento e afastamento por parte do público. Afinal, combine o gore das histórias de ‘AHS’ com uma identidade original também distorcida: o resultado é tão chocante que pode deixar uma parcela da audiência desconfortável.

Murphy, ao lado de Brad Falchuk, criaram um thriller epopeico que não se restringe apenas à contemporaneidade, mas espalha suas referências para diversas épocas. Durante os flashbacks, momentos nos quais conhecemos os outros fantasmas que habitam a casa, vemos a clara influência de ícones do terror clássico de Alfred Hitchcock, como Psicose’ e Um Corpo que Cai’, principalmente no tocante à montagem. Os planos alternam entre médio e fechado, deixando pouco espaço para a generalização do espaço cênico a não ser quando a intenção é ocultar o explícito. Em diversas pontuações narrativas, prefere-se enquadrar o espaço vazio entre duas pilastras ou a simetria exacerbada do portão de entrada da casa, enquanto gritos ecoam pelos corredores. Isso contribui para deixar a imaginação do telespectador fluir, imaginando que atrocidades estão acontecendo e como isso impacta na história e na personalidade de cada personagem.

A CASA DOS MIL CORPOS

Em cada episódio, temos um breve prólogo discorrendo sobre as excêntricas e amedrontadoras pessoas que já morreram naqueles cômodos, dos modos mais improváveis e medonhos possíveis. Temos, por exemplo, a constante e muito bem-vinda presença de Lily Rabe como a proprietária original do casarão, Nora Montgomery, e Matt Ross como seu marido, o cirurgião plástico Charles. Ambos são protagonistas de uma das histórias mais trágicas a adornarem as paredes da mansão, visto que realizam abortos em jovens que não desejavam ou não tinham condições de sustentar seus futuros filhos, até que seu próprio bebê é raptado e desmembrado.

Apesar da brevidade dos acontecimentos, todos os arcos têm sua profunda carga identitária, fazendo alusão, como já mencionado, a outras obras audiovisuais que impactaram significativamente o público a quem eram destinados. Podemos perceber a suavidade e o tom classy do jazz dos anos 1910/1920 com o casal Montgomery, a sexualidade exacerbada dos anos 1950 com o arco de uma aspirante à atriz que é brutalmente esquartejada, ou até mesmo o despojamento dos anos 1970 com os arcos de estudantes de medicina que são alvo de um serial killer. As diferenças são gritantes de época para época, mas todas se aglutinam em um microcosmos contido dentro da casa e, de uma perspectiva mais metalinguística, da própria série.

Em um âmbito mais espiritualista e sobrenatural, as mortes ocorridas foram tão brutais que impediram os fantasmas de seus hospedeiros de seguir em frente e encontrarem a tão esperada paz. Nem mesmo “habitantes” mais novos, como a psicótica e obcecada Hayden McClaine (Kate Mara), contribuem para transformar um ambiente tão trágico em uma atmosfera leve. A escuridão se alastra como água e utiliza os peões humanos para sua própria necessidade, descartando-os quando se tornam inúteis. É claro que os moradores, seja da época que for, são colocados entre si e emergem como protagonistas de um banho de sangue à la ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

TAKE ME TO CHURCH

American Horror Story: Murder House’ teve e ainda tem uma grande probabilidade de não agradar ao público assíduo às narrativas de terror, mas não por sua falta de ousadia, e sim por sua distorção de uma realidade verossimilhante àquele que encontramos em obras antecessoras. Seus temas principais apontam para todos os lados e, querendo ou não, saturam os breves cinquenta minutos de episódio.

Entretanto, a primeira temporada de uma das séries mais indescritíveis dos últimos anos é um ótimo pontapé inicial para uma saga de terror, sangue e sexo – e, apesar de podermos negar o quanto quisermos, estes são exatamente nossos desejos proibidos cuja emersão funciona como válvula de escape ao mesmo tempo em que se firma como um alerta metafórico para nossa própria vida e como escolhemos traçá-la.

‘Transatlântico’: Minissérie de época com Cory Michael Smith e Gillian Jacobs já está disponível na Netflix!

‘Transatlântico’, nova minissérie ambientada na II Guerra Mundial, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 07 de abril.

Na trama, dois americanos e seus aliados formam uma operação de resgate desconexa em 1940 em Marselha para ajudar artistas, escritores e outros refugiados que fugiam da Europa durante a II Guerra Mundial.

Relembre o trailer:

A série, baseada no livro ‘The Flight Portfolio’, foi criada por Anna WingerDaniel Hendler.

Cory Michael SmithGillian JacobsCorey StollGrégory MontelLucas EnglanderRalph AmoussouDeleila PiaskoAmit Rahhav estrelam.

Crítica | Olivia Rodrigo se eterniza como uma das melhores artistas da nova geração com o impecável ‘GUTS’

Há um certo je ne se quoi sobre Olivia Rodrigo que a torna atemporal. Apesar de ter começado sua carreira musical há apenas dois anos, a cantora e compositora dominou o mundo ao popularizar um subgênero musical conhecido como bedroom pop, em que uma sólida produção entra em conflito com uma temática universalista que dialoga com todos, seja no presente, seja através de um processo mnemônico de saudosismo. Não é surpresa que, após a grandiosa estreia de SOUR, ela tenha conquistado três estatuetas do Grammy – incluindo a cobiçada Artista Revelação (que, de fato, não poderia ter sido destinada a mais ninguém). Agora, ela nos convida para um resplandecente e chocante amadurecimento com o antecipado GUTS.

Antes do lançamento do álbum, Rodrigo nos havia agraciado com dois singles promocionais: o pungente rock inflexionado com “vampire”, que, de imediato, se tornou uma das mais belas faixas do ano; e a divertida “bad idea right?”, uma exaltação do grunge dos anos 1990 com o melhor do power-rock do início dos anos 2000 – mostrando suas influências a nomes como Avril Lavigne e Yellowcard, sem abandonar sua identidade única. Mas essa beleza infindável também permanece no restante do compilado, em que uma amálgama vibrante de inúmeros gêneros nos convocam a uma narcótica jornada que, assim como a vida, é formada por altos e baixos – digressando da impactante guitarra à melodia tocante do violão.

Cada faixa emerge como um grito de emancipação e de liberdade, mas não seguindo um padrão cansativo de arranjos instrumentais e progressão; o objetivo por trás do álbum é construir uma multiplicidade sinestésica de inúmeras ideias que podem ser efêmeras ou perenes, velozes ou progressivas. Não é à toa que a canção de abertura, “all american bitch”, apresente uma memorável fusão da folktronica com o country, explodindo no melhor do pop-rock teen de duas décadas atrás enquanto presta homenagens à lírica poética de Taylor Swift, por exemplo. Além disso, a track aproveita para introduzir um elemento significativo nesse enredo fonográfico– o apreço da performer pelo camp e pelo teatral. Ora, até mesmo na incrível balada “lacy”, notamos as brincadeiras criativas vindo à tona com melancólicas antíteses.

Ainda que se afaste da imagética arquitetada em SOUR, Rodrigo pega os melhores aspectos de seu début e as transforma em força-motriz de sua nova obra. Em “ballad of a homeschooled girl”, o fraseamento irrompe como característica marcante, com cada um dos versos pronunciado de formas infinitas que dialogam com as angústias jovens-adultas. Mas, como a cereja do bolo, ela mergulha num anacronismo encantador que bebe do post-grunge, do rock e do pop-punk que vieram de referências a No Doubt ou Coldplay, em suas devidas medidas, promovendo um encontro intergeracional entre o “suicídio social” de uma contemporaneidade autoconsciente com a rebeldia primordial do início dos anos 2000.

Como já pudemos ver no álbum anterior, a artista se transmuta em uma power-house inegável quando se volta a engendrar baladas – é só nos lembrarmos de “driver’s license” ou “deja vu”. E, aqui, isso não seria diferente: temos, ademais de algumas faixas supracitadas, a impecável “making the bed”, cuja angustiante apatia do piano é pincelada com dream-rock e synth-rock, criando um vórtice emocionante e quase antêmico. Aliada a essa composição magnífica, cortesia de seu trabalho com Dan Nigro, a declamatória poesia de responsabilidade e cansaço mental é resumida por versos-chave como “mas sou eu quem tem feito a cama” e “às vezes, sinto que não quero estar onde estou” – refletindo uma capacidade crítica invejável que dialoga com o senso de não-pertencimento numa sociedade movida por fragmentos pós-modernos.

Algo similar acontece com a mística e letárgica mistura de folk e dream-pop de “logical”, deixando que as frustrações do eu-lírico de Olivia sejam exprimidas como ela bem entenda, permitindo que seu arrependimento fique marcado como um crucial coming-of-age. E, vindo em uma contraposição urgente, “get him back!” volta para o rock e o pop-punk em uma narrativa divertida e enganadora que discorre sobre vingança (“eu quero beijá-lo com um soco” e “quero conhecer a mãe dele para lhe dizer que seu filho é um bosta” são algumas das entradas mais hilárias e espirituosas da carreira de Rodrigo). E é através dessa mudança repentina que o ritmo ao mesmo tempo frenético e taciturno se modela – e demonstra um escape para uma memorabilia que é reconhecível em um estalar de dedos para qualquer um.

As quatro últimas canções beiram a perfeição de maneira esplendorosa e, de maneira distorcida, apresentam um encontro comovente entre decepção e esperança. Conforme une The Runaways a Alanis Morissette e Snow Patrol, a cantora assina um manifesto dolorosamente íntimo sobre os percalços do amor (“love is embarrassing”), um término de relacionamento que ainda machuca (“the grudge”), distúrbios de imagem e a busca inalcançável pela intangibilidade da perfeição (“pretty isn’t pretty”) e um amadurecimento necessário e excruciante (“teenage dream”).

É maravilhoso ver como uma voz da nova geração cresceu em tão pouco tempo – e GUTS é apenas uma manifestação física de tudo que Olivia Rodrigo tem a nos oferecer no futuro. Pessoal, lancinante e com uma exímia nostalgia musical, o segundo álbum dessa performer incrível é nada menos que uma obra-prima que atravessa a maleável textura do tempo.

Nota por faixa:

1. All-American Bitch – 4,5/5
2. Bad Idea Right? – 4/5
3. Vampire – 4,5/5
4. Lacy – 5/5
5. Ballad of a Homeschooled Girl – 5/5
6. Making the Bed – 5/5
7. Logical – 5/5
8. Get Him Back! – 4,5/5
9. Love Is Embarrasing – 5/5
10. The Grudge – 5/5
11. Pretty Isn’t Pretty -5/5
12. Teenage Dream – 5/5

St. Vincent anuncia álbum novo para ABRIL e lança a inédita “Broken Man”; Ouça!

A aclamada artista St. Vincent trouxe ótimas notícias para seus fãs.

A cantora, compositora e produtora lançou hoje (29) a faixa inédita “Broken Man”, que integrará seu próximo álbum de estúdio, All Born Screaming, com estreia agendada para o dia 26 de abril.

Retornando para suas raízes mais independentes, a track em questão é pautada no rock e no art rock e veio acompanhada de um videoclipe oficial dirigido por Alex Da Corte.

Confira:

Ovacionada por sua perspectiva original dentro do cenário fonográfico, St. Vincent é o nome artístico de Anne Erin Clark e, além de ser conhecida por seu estilo melódico e propositalmente distorcido, é creditada como uma das maiores guitarristas do século XXI e uma das maiores de todos os tempos, segundo a Rolling Stone.

Anteriormente membro da banda de turnê de Sufjan Stevens, a performer fez sua estreia em carreira solo com Marry Me, em 2007, atingindo seu ápice crítico e comercial com St. Vincent (2014), Masseduction (2017) e o recente ‘Daddy’s Home’ (2021).

Além disso, ela co-escreveu a aclamada faixa “Cruel Summer” ao lado de Taylor SwiftJack Antonoff para o álbum ‘Lover’ – que alcançou o topo das paradas da Billboard no ano passado após sua repopularização na ‘The Eras Tour’.

St. Vincent também dirigiu um segmento do filme antológico ‘XX’, de 2017, e co-assinou e estrelou o thriller psicológico The Nowhere Inn, de 2020.

‘Anônimo 2’: Colin Hanks é escalado para o elenco da sequência!

De acordo com o THR, Colin Hanks (‘Fargo’) foi escalado para a vindoura sequência ‘Anônimo 2‘, que está sendo desenvolvida pela Universal Pictures.

O ator dará vida a um “corrupto xerife com ambições nada benévolas”. Mais detalhes não foram revelados.

Hanks se junta ao previamente confirmado Christopher Lloyd, que retorna como David Mansell, pai do protagonista Hutch (Bob Odenkirk); Sharon Stone, que será a vilã da trama; e Connie Nielsen.

Anônimo 2‘ está programado para estrear no dia 15 de agosto de 2025.

Infelizmente, o diretor Ilya Naishuller não vai retornar ao cargo, sendo substituído por Timo Tjahjanto (‘A Noite nos Persegue’).

O roteiro fica a cargo de Derek Kolstad, responsável pelo filme anterior e pelo primeiro ‘John Wick‘.

Além de estrelar, Odenkirk também vai ajudar a escrever o roteiro, junto com Aaron Rabin (‘Jack Ryan’) e Umair Aleem (‘Kate’).

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Lembrando que ‘Anônimo‘ (Nobody) já está disponível no Star+.

Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

‘A Thousand Blows’: Nova série do criador de ‘Peaky Blinders’ ganha trailer INÉDITO; Confira!

Foi divulgado um trailer inédito de A Thousand Blows, série que nos leva ao mundo ilegal do boxe na Londres vitoriana.

A produção chega em 21 de fevereiro ao catálogo do Hulu, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira:

A série foi criada por Steve Knight, mesmo nome por trás da aclamada produção ‘Peaky Blinders’.

A Thousand Blows é inspirado nas histórias reais de um grupo de personagens que lutam pela sobrevivência no brutal East End de Londres na década de 1880. Hezekiah (Malachi Kirby) e Alec (Francis Lovehall), dois amigos da Jamaica, são lançados no centro do crime londrino; lá, eles conhecem Mary Carr (Erin Doherty), rainha de uma gangue criminosa feminina conhecida como The Forty Elephants, e entram em conflito com Sugar Goodson (Stephen Graham), chefão do crime e notório boxeador. O que se segue é uma batalha do velho mundo contra o novo.

Knight também assina o roteiro da série ao lado de Ameir BrownInsook ChappellHarlan DaviesYasmin Joseph.

Tinge Krishnan e Nick Murphy entram como diretores e produtores executivos.

‘Miss Austen’: Drama de época sobre a irmã de Jane Austen ganhará SEQUÊNCIA!

Segundo o Deadline, a PBS Masterpiece anunciou que Miss Austen, drama de época sobre a irmã da icônica escritora Jane AustenCassandra Austen, ganhará uma sequência.

Intitulada Miss Austen Returns’, o drama de época trará Keeley Hawes e o restante do elenco protagonista de volta.

A produção original foi inspirada no romance homônimo de Gill Hornby. Com a recente publicação do segundo volume, ‘The Elopement’, o time criativo agora pode seguir em frente com a nova história.

Andrea Gibb retorna à cadeira de roteirista.

Mais informações não foram reveladas.

Aisling Walsh ficou responsável pela direção dos quatro episódios da minissérie original.

A trama explora a decisão misteriosa de Cassandra em destruir a maior parte das cartas pessoais de Jane décadas após a morte da irmã.

A produção é estrelada por Hawes como Cassandra, Rose Leslie como Isabella, amiga da família Austen, Jessica Heynes como a cunhada de Jane, Mary, e Mirren Mack como a serve de Isabella, Dinah.

O elenco também conta com Patsy FerranAlfred EnochMax IronsCalam LynchPhyllis LoganKevin McNallyLiv Hill.

Trilha sonora de ‘Guerreiras do K-Pop’ conquista QUATRO indicações ao Grammy Awards 2026, incluindo Música do Ano

O fenômeno Guerreiras do K-Popé uma das principais apostas da Netflix para a próxima temporada de premiações – e o longa já começa a marcar presença com o anúncio dos indicados à 68ª edição do Grammy Awards.

A trilha sonora do filme concorre na categoria de Melhor Compilação para Mídia Visual, enquanto a popular música “Golden” compete pelos prêmios de Música do AnoMelhor Performance Pop em Duo/GrupoMelhor Canção para Mídia Visual.

Os vencedores serão revelados no dia 1º de fevereiro.

‘Guerreiras do K-Pop’ NÃO vai funcionar como live-action, afirma criadora

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Sequência é CONFIRMADA, mas só deve ser lançada em 2029…

Na trama…

Quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs de ameaças sobrenaturais.

“É uma HONRA”, diz Dwayne Johnson sobre o live-action de ‘Moana’ durante a #CinemaCon 2026

CinePOP está participando in loco da CinemaCon 2026 e, durante o painel da Walt Disney Studios, o astro Dwayne Johnson subiu ao palco para falar sobre o remake em live-action de Moana.

Estrelando ao lado de Catherine Laga’aia como a personagem titular, Johnson reprisa seu papel como Maui, afirmando que o adorado semideus foi inspirado em seu falecido avô, com quem sempre teve uma forte conexão.

O astro também se mostrou muito para com o projeto, dizendo: “é uma honra trazer Moana em em versão live-action aos cinemas em julho. Mal posso esperar. Eu vivo com esta personagem do Maui há mais de dez anos”.

O longa chega aos cinemas nacionais em 9 de julho.

 

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos.

Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

Netflix perde 130.000 assinantes no segundo trimestre de 2019

Pela primeira vez em sua história, a Netflix registrou uma significativa perda de assinantes, pelo menos nos EUA.

Em uma carta aos acionistas, a plataforma de streaming confirmou sua primeira perda trimestral, com 130.000 contas domésticas encerradas no segundo trimestre deste ano, segundo Comic Book.

Logo após a notícia, as ações da Netflix rapidamente foram atingidas.

Além da perda de assinantes no mercado doméstico, o crescimento internacional da Netflix não foi tão alto quanto a empresa esperava. Segundo a Variety, o serviço registrou somente 2,7 milhões de assinantes pelo mundo no segundo trimestre.

Anteriormente, a Netflix tinha adicionado 5 milhões de assinantes em um trimestre, incluindo 4,7 milhões internacionalmente e 300.000 nos EUA.

Apesar disso, a Netflix espera um ótimo retorno para o terceiro trimestre, planejando atrair 7 milhões de membros para a plataforma.