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‘As Patricinhas de Beverly Hills 2’ vem aí? Alicia Silverstone fala sobre a sequência!

Alicia Silverstone interpretou uma das mais icônicas personagens em sua carreira como a  Charlotte ‘Cher’ Horowitz no clássico cult ‘As Patricinhas de Beverly Hills, lançado em 1995.

Agora, em uma recente entrevista para a Variety, Silverstone comentou sobre a constante demanda feito pelos fãs de uma sequência do longa-metragem – algo que ela não acha novo e que sempre lhe rende boas conversas.

“Acho que as pessoas estão conversando sobre uma [sequência] o tempo todo e há muito tempo, desde que o filme saiu”, ela contou. 

“Já se passaram 30 anos? Essa é uma conversa sempre engraçada. É adorável ver como as pessoas ainda amam aquele filme. É bem legal”.

O filme foi dirigido e escrito por Amy Heckerling, além de ter sido inspirado livremente no clássico romance ‘Emma’, de Jane Austen.

Em Beverly Hills, a adolescente Cher (Alicia Silverstone), filha de uma advogado (Dan Hedaya) muito rico, passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas totalmente alienadas como ela. Mas a chegada do enteado de seu pai, Josh (Paul Rudd), muda tudo, primeiro por ele criticá-la de não tomar conhecimento com o “mundo real” e em segundo lugar por ela descobrir que está apaixonada por ele.

53º Festival de Cinema de Gramado anuncia os seis longas brasileiros de ficção que disputam o Kikito

O 53º Festival de Cinema de Gramado divulgou nesta terça-feira (8 de julho) os longas-metragens brasileiros de ficção que disputarão o Kikito em 2025. O anúncio foi realizado durante coletiva de imprensa na cidade de Gramado, na Serra Gaúcha, que também apresentou outros destaques da programação, como os curtas-metragens gaúchos selecionados para o Prêmio Assembleia Legislativa e os agraciados com o Troféu Leonardo Machado e os Prêmios IECINE, além de detalhes sobre o Conexões Gramado Film Market, segmento mercadológico do evento serrano. Os demais conteúdos e homenagens desta edição serão divulgados em coletivas de imprensa no Rio de Janeiro, no próximo dia 15 de julho, e em São Paulo, no dia 17.

Realizado pela Gramadotur, autarquia municipal de turismo e cultura, o Festival de Cinema de Gramado, o mais antigo festival de cinema ininterrupto do Brasil, que faz parte do Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul, acontece entre os dias 13 e 23 de agosto. A programação terá início com a 1ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil Educavídeo e a abertura oficial será no dia 15 de agosto, com a exibição hors concours do inédito “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro. Com lançamento nos cinemas brasileiros confirmado para 28 de agosto, o filme conquistou o Urso de Prata na 75ª edição do Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. 

Para a competição, foram escolhidos seis longas de ficção inéditos no Brasil, que serão exibidos no Palácio dos Festivais. A partir de curadoria assinada pelo ator e diretor Caio Blat, pela atriz Camila Morgado e pelo jornalista, professor e crítico Marcos Santuario, a seleção deste ano sublinha a força de Gramado como a primeira janela de exibição dos mais recentes títulos da cinematografia brasileira. 

“Nesta seleção de obras, reunidas sob o olhar atento de uma curadoria comprometida com a pluralidade, a urgência e a sensibilidade, apresentamos um panorama potente do cinema atual. Os seis filmes — ‘Sonhar com Leões’, ‘Cinco Tipos de Medo’, ‘Papagaios’, ‘Querido Mundo’, ‘Nó’ e ‘A Natureza das Coisas Invisíveis’— compõem uma amostra vibrante e necessária de narrativas que dialogam com o presente, sem abrir mão da complexidade humana e estética”, comenta o curador Marcos Santuario.

“Não foi uma tarefa simples [escolher esses seis títulos], pois vimos muitos trabalhos criativos, poderosos e com vozes próprias, que reafirmam a força do nosso audiovisual e da nossa cultura. Buscamos selecionar obras que apostam na diversidade de temas, linguagens, territórios, gêneros e nos convidam a refletir. São filmes com marcas autorais que provocam, sensibilizam e, acima de tudo, nos representam”, diz Camila Morgado, que estreia este ano na curadoria.


“Nosso foco foi contemplar essa variedade de temas, de narrativas, mesclar nomes consagrados com novas promessas. Espero que o público se deslumbre com a força do nosso cinema, com o vigor com que ele se renova e se reafirma”
, complementa Caio Blat.

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS:

A Natureza das Coisas Invisíveis” (DF), de Rafaela Camelo
Cinco Tipos de Medo” (MT)
, de Bruno Bini
“Nó” (PR), de Laís Melo
“Papagaios” (RJ)
, de Douglas Soares
Querido Mundo” (RJ)
, de Miguel Falabella
“Sonhar com Leões” (SP), de Paolo Marinou-Blanco

Rodado em Brasília, o longa A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, acompanha a história de Glória, uma menina de 10 anos que passa as férias no hospital onde sua mãe trabalha como enfermeira. Lá ela conhece Sofia, que está convencida de que a piora na saúde da bisavó é causada pela internação no hospital. Unidas pelo desejo de sair dali, as crianças encontram conforto na companhia uma da outra. No elenco, estão Laura Brandão, Serena, Larissa Mauro, Camila Márdila e Aline Marta Maia. Com passagem por festivais como o de Guadalajara, Cartagena e Seattle, o filme é produzido pela Moveo Filmes e distribuído pela Vitrine Filmes. 

Cinco vidas aparentemente desconectadas colidem num caminho sem volta em Cinco Tipos de Medo, filme dirigido por Bruno Bini e rodado em Mato Grosso do Sul. Murilo, jovem músico que vive um luto, se envolve com Marlene, uma enfermeira que está em um relacionamento abusivo com um traficante. Suas histórias se cruzam com as de Luciana, policial movida por vingança, e de Ivan, advogado com intenções ocultas. O elenco é composto por Rui Ricardo Diaz, Bárbara Colen, João Vitor Silva, Bella Campos e Xamã. A produção é da Plano B Filmes e a distribuição é da Downtown Filmes. 

No filme “Nó”, de Laís Melo, Glória atravessa um divórcio conturbado e precisa mudar-se com suas três filhas para um prédio no centro de Curitiba. Com condições financeiras difíceis e ameaçada pelo ex-marido que pede a guarda integral das filhas, ela se vê obrigada a disputar uma vaga de supervisora com sua melhor amiga e outros colegas na fábrica onde trabalha. Integram o elenco Saravy, Sali Cimi, Antonia Saravy, Clarice Carvalho e Fernanda Silva. Produzido por Antonio Gonçalves Junior e Diogo Capriotti, o longa tem distribuição da Elo Studios.

O Rio de Janeiro é o plano de fundo do longa “Papagaios”, de Douglas Soares. O personagem central é Tunico, o “Papagaio Pirata” mais famoso do Rio, que está sempre seguindo repórteres para aparecer na TV. Após um grave acidente, ele conhece Beto, um jovem misterioso que se torna seu aprendiz, em um país com mais de 70 milhões de televisores ligados todos os dias. No elenco, estão Gero Camilo, Ruan Aguiar, Leo Jaime, Ernesto Piccolo e Angela Paz. A produção é assinada por Mayra Lucas, Luiza Favale, Paulo Serpa, Heitor Franulovic e Lucas Barão. 

Dirigido por Miguel Falabella, Querido Mundo investiga um encontro improvável numa véspera de Ano Novo. A queda de uma ponte numa noite de tempestade une os mundos de Elsa (Malu Galli) e Oswaldo (Eduardo Moscovis), que acabam por se encontrar no Rio de Janeiro nos escombros de um prédio abandonado por seus construtores. Marcello Novaes, Danielle Winits, Cintia Rosa e Pia Manfroni também estão no elenco. A produção é da Ananã Produções e a distribuição é da O2 Play. 

“Sonhar com Leões”, de Paolo Marinou-Blanco, é uma tragicomédia surreal que explora a temática da eutanásia. Gilda (Denise Fraga), uma imigrante brasileira vivendo em Lisboa, tem  apenas um ano de vida pela frente após o diagnóstico de uma doença terminal. Seu único desejo é morrer enquanto tem sua dignidade e ainda é ela mesma. Com estreia internacional na Marché Du Film pelo Tallinn Black Nights Goes To Cannes Showcase, o longa de São Paulo é produzido pela Capuri Filmes e distribuído pela Pandora. No elenco, também estão João Nunes Monteiro, Joana Ribeiro e Sandra Faleiro.

PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Tradicional janela de exibição do cinema gaúcho, o Prêmio Assembleia Legislativa novamente celebra o melhor da mais recente safra do cinema em curta-metragem produzido no Rio Grande do Sul com trabalhos realizados na capital Porto Alegre e em outras dez cidades do Estado. São 18 títulos que formam um mosaico plural e descentralizado para uma mostra tradicionalmente reconhecida por revelar novos talentos da produção audiovisual local. 

O famoso “Gauchão”, nome carinhosamente adotado pelo público para se referir à mostra, é realizado pelo Festival de Cinema de Gramado em parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, distribuindo troféus e prêmios em dinheiro para os vencedores de 12 categorias. As exibições acontecem nos dias 16 e 17 de agosto, às 13h, no Palácio dos Festivais, com a cerimônia de premiação marcada também para o dia 17, a partir das 20h.

“Selecionamos filmes que transcendem as telas, transformando-se em espelhos reflexivos da nossa sociedade e janelas para futuros mais justos e inclusivos, prezando pela qualidade técnica, artística e criativa dos curtas-metragens apresentados”, revela a comissão de seleção formada pela realizadora e pesquisadora Adry Silva, pelo cineasta Frederico Ruas, pelo artista visual e realizador Giuliano Lucas, pela jornalista e radialista Jaqueline Chala e pela realizadora e atriz Paola Mallmann.

Confira os filmes selecionados:

– “Bom Dia, Maika!” (Santa Cruz do Sul), de Eddy Ramos
– “O Correspondente” (Santo Antônio da Patrulha),
de Thali Bartikoski e Bruno Barcelos
– “E Depois de Fevereiro” (São Leopoldo),
de Crystom Afronário
– “Enfim S.O.S.” (Porto Alegre),
de Zaracla
– “Estudos Sobre a Vida em Rede” (Lajeado),
de Tuane Eggers
– “Fuá – O Sonho” (Canela),
de Viviane Jag Fej Farias e Amallia Brandolff
– “Gambá” (Teutônia),
de Maciel Fischer
– “Imigrante/Habitante” (Porto Alegre),
de Cassio Tolpolar
– “O Jogo” (Pelotas),
de Alexandre Mattos Meireles e Chico Maximila
– “Mãe da Manhã” (Porto Alegre),
de Clara Trevisan
– “Nhemongarai” (Porto Alegre),
de Jorge Morinico e Hopi Chapman
– “Perro!” (São Leopoldo),
de Aleksia Dias e João Pedro Fiuza
– “O Pintor” (Santa Cruz do Sul),
de Victor Castilhos
– “Quando Começa a Chover o Coração Bate Mais Forte” (Porto Alegre),
de Mirian Fichtner
– “Roxo Lilás Violeta” (Porto Alegre),
de Theo Tajes
– “Safira, o Mar e a Vida” (Porto Alegre),
de Luiz Fonseca
– “A Sinaleira Amarela” (Porto Alegre),
de Guilherme Carravetta De Carli
– “Trapo” (Uruguaiana),
de João Chimendes

HOMENAGENS A EXPOENTES DO CINEMA GAÚCHO

O Festival de Cinema de Gramado também reserva espaço na sua programação para prestar tributo a personalidades que se destacam na produção gaúcha. Em 2025, seis nomes terão sua trajetória celebrada pelo Troféu Sirmar Antunes, entregue pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul; pelo Prêmio Leonardo Machado, instituído pela  Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, e pelos Prêmios Iecine nas categorias de Legado, Inovação e Destaque, uma realização do Instituto Estadual de Cinema (Iecine). Todas as honrarias serão entregues na cerimônia de premiação do Prêmio Assembleia-Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas.

Com mais de 60 anos de sólida carreira em teatro, cinema e televisão, a atriz Araci Esteves receberá o Prêmio Leonardo Machado. Natural de Osório, Araci ultrapassa a marca de 20 trabalhos no audiovisual gaúcho como “a grande dama do cinema que foi e continua a ser Comédia, Arena e Anahy”, conforme define a comissão formada pela jornalista Adriana Androvandi e pelos realizadores Alexandre Mattos Meirelles e Davi Pinheiro.

A mesma comissão selecionou para os Prêmios Iecine: Victor Di Marco e Marcio Picoli (Inovação), pelo “olhar original sobre o universo PCD” e pela “tradução cinematográfica profunda do sentido da palavra acessibilidade”; “Um é Pouco, Dois é Bom” (Destaque), “pelo resgate de uma obra de vanguarda, de qualidade artística singular e pioneira para o cinema negro brasileiro”; e Gustavo Spolidoro (Legado), por seu “trabalho pioneiro na criação cinematográfica, na difusão das possibilidades de experimentação da linguagem e na contínua formação de novas gerações de cinéfilos e cineastas”.

Já a atriz, dançarina e cantora Gloria Andrades levará para casa o Troféu Sirmar Antunes. Com mais de 20 anos dedicados à arte de contar histórias, a homenageada participou de mais de 55 espetáculos, além de filmes como “O Jogo”, “Marina”, “Reemissão” e “Nada Nunca Morre”. A escolha de Gloria é uma indicação da comissão formada por profissionais da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, da Associação de Profissionais Técnicos Cinematográficos, da Fundação de Cinema do RS, do Instituto Estadual de Cinema e do Sindicato da Indústria Audiovisual do Rio Grande do Sul. 

CONEXÕES GRAMADO FILM MARKET

Atento aos movimentos do mercado audiovisual, o Festival de Cinema de Gramado também apresenta a nona edição do Conexões Gramado Film Market. Rumo aos seus dez anos, o Conexões acontece entre os dias 16 e 22 de agosto com a proposta de mais uma vez pensar o audiovisual sob as perspectivas de criação, economia, política e transformação social. A realização é da Gramadotur e do Instituto Estadual de Cinema (Iecine), com o apoio da Agência Nacional de Cinema (ANCINE).

Além das já consolidadas rodadas de negócios com os principais players do mercado audiovisual brasileiro, da VIII Mostra de Filmes Universitários e de novidades envolvendo a discussão do formato de teasers e trailers, a programação deste ano lança olhar especial para ações voltadas à internacionalização, indo da capacitação de produtores gaúchos para inserção no mercado exterior à discussão de ações que podem abrir caminhos para quem quer circular e negociar em outros países. 

A programação formativa se intensifica com workshops, mentorias e o II Encontro dos Ecossistemas RS, que promove articulação entre coletivos, instituições e políticas públicas em prol do audiovisual gaúcho. E as novidades continuam: “A inteligência artificial, que nos desafiou em 2024, se faz presente nas discussões e nas telas com a Mostra de Filmes Gerados por IA. Ética, autoria e inovação entram em foco, em um debate que atravessa linguagens e fronteiras. A Mostra de Realidade Virtual também está de volta, expandindo horizontes com experiências imersivas e narrativas emergentes”, adianta Gisele Hiltl, coordenadora do Conexões Gramado Film Market.

EDUCAVÍDEO DESTACA O CINEMA ESTUDANTIL COM MOSTRA INÉDITA

Nos dias 13 e 14 de agosto, antecipando a abertura oficial do 53º Festival de Cinema de Gramado, o Educavídeo, programa que oferece capacitação em linguagem audiovisual para estudantes da rede pública de Gramado, mais uma vez lança os holofotes para a produção estudantil do município. Desde 2011, o Educavídeo já recebeu mais de mil alunos e realizou mais de 110 produções, entre curtas-metragens, documentários, webséries e um média-metragem. As produções dos estudantes já participaram de diversos festivais de cinema estudantis e conquistaram mais de 40 prêmios.

Desta vez, além da já tradicional noite de exibição dos filmes realizados por seus alunos, o Educavídeo promove, no Palácio dos Festivais, a 1ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil do Educavídeo, que reúne filmes produzidos em escolas por alunos do ensino médio e fundamental. Assinada pela equipe do Educavídeo, a seleção traz filmes do Rio Grande do Sul e de outros estados como São Paulo, Mato Grosso do Sul e Pernambuco, fortalecendo o programa gramadense como um grande expoente de cinema estudantil a nível nacional. 

O 53º Festival de Cinema de Gramado é apresentado por Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura e Petrobras. Lei de Incentivo à Cultura. Apresentação: Petrobras. Patrocinador Máster: Gav Resorts. Patrocínio: Stella Artois Pure Gold. Hospedagem Oficial: Laghetto Hotéis, Resorts & Experiências. Apoio: Hasam Group, O2 Pós, Globo Filmes, Naymovie, Brutal Fruit e Vinícola Miolo. Transmissão Oficial: Canal Brasil. Parceiro Sustentável: Tereos Açúcar e Energia Brasil. Promoção: Prefeitura De Gramado. Financiamento: IECINE, Pró-Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Realização: Gramadotur, Ministério da Cultura, Governo Federal, Brasil, União e Reconstrução.

10 filmes que no cinema tem OUTRO impacto!

Com a chegada dos streamings de forma definitiva em nossas vidas, temos acesso a milhares de produções que antes demoravam anos para termos poucas possibilidades de assistir. Mas uma coisa é certa: tem filmes que no cinema mudam totalmente a experiência! Pensando nisso, listamos abaixo algumas obras impactantes na imersão de uma sala de cinema:

 

Gravidade

Na fantástica aventura acompanhamos o veterano astronauta Matt Kowalski (George Clooney) e a engenheira médica Ryan Stone (Sandra Bullock) em um dia tumultuado no espaço. Enquanto estão consertando alguns probleminhas em uma estação espacial, são surpreendidos por uma chuva de meteoritos que atingem uma outra estação espacial, caminhando rapidamente na direção deles. Do lado de fora da nave, com pouco oxigênio e quase entrando em desespero, precisam unir forças para tentar sobreviver a essa eminente catástrofe.

 

Whiplash – Em Busca da Perfeição

Na trama, acompanhamos o jovem músico Andrew (Miles Teller), um garoto talentoso que estuda na escola de música mais prestigiada dos Estados Unidos. O protagonista é um prodígio da bateria e não pensa em outra coisa a não ser estudar e aperfeiçoar todos seus movimentos. Certo dia, durante uma seleção surpresa para a principal banda de Jazz da escola em que estuda, Andrew é recrutado pelo temido professor Fletcher (J.K. Simmons) e assim começa uma trajetória de dor, sofrimento, dedicação, esforço e amor pela música.

 

La La Land – Cantando Estações

Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.

 

Babilônia

Na trama, acompanhamos o em torno dos alicerces de Hollywood nos anos 20 na visão de alguns personagens. Manny (Diego Calva) é um imigrante mexicano que entre bicos em festanças descontroladas onde aparecem os grandes nomes da tão badalada indústria do cinema norte-americano consegue avançar no sonho de participar nos bastidores de algumas produções. Conhecemos também Nellie (Margot Robbie), um jovem atraente que tem um passado triste e acaba conseguindo adentrar ao mundo do cinema mudo. E temos Jack Conrad (Brad Pitt) um bem sucedido ator da Hollywood desse tempo que passará por intensos conflitos com a chegada do cinema falado. Essas três almas, interligadas pelos bastidores do cinema, nos guiam para uma trama que envolve declínios e ascensões meteóricas.

 

Gladiador

Na trama, ambientada em 180 D.C, conhecemos o respeitado general Maximus Decimus Meridius (Russell Crowe) um homem que lidera milhares de soldados em linhas de frente de batalhas e só possui um objetivo: voltar para casa e reencontrar a família. Só que após vencer uma importante batalha, já no final de uma grande guerra, o imperador Marco Aurélio (Richard Harris) lhe motiva a ser um dos próximos líderes romanos, fato que deixa o filho do imperador, Cômodo (Joaquin Phoenix), com enorme ciúmes. Num ato premeditado e cruel, Cômodo mata seu pai assumindo assim o poder máximo desse grande império. Em um de seus primeiros atos como grande chefão romano é ordenar a morte de Maximus e toda sua família. Só que o herói dessa história consegue fugir e começa aos poucos a planejar uma enorme vingança tendo pelo caminho que se tornar um gladiador.

 

Perdido em Marte

Na trama, conhecemos a tripulação da Ares, uma equipe de astronautas que faz uma expedição no distante planeta Marte ao comando da toda poderosa NASA. Após serem surpreendidos por uma tempestade violenta, um dos astronautas, Mark Watney (Matt Damon), é dado como morto. Para surpresa de todos, e com a tripulação restante já fora de Marte, o astronauta em questão acaba sobrevivendo e agora vai precisar de toda sua inteligência como botânico de formação para tentar sobreviver durante muitos dias até um improvável mas possível resgate. A inteligência e a concentração para não entrar em pânico dão a Mark um respiro de esperança mesmo estando em uma situação extremamente complicada. Já, as questões políticas, principalmente nas decisões sobre as possibilidades de resgate dão um tom de aflição e medo à trama. Há uma grande tensão no ar, tanto em Marte, quanto na Terra.

 

Resistência

Na trama, numa distopia futurística onde, após uma enorme tragédia, o ocidente trava uma guerra contra a inteligência artificial. Nesse contexto, conhecemos Joshua (John David Washington), um soldado que após um enorme trauma envolvendo sua esposa no seu passado, é chamado de volta para a ação com o objetivo de encontrar e eliminar um inteligente e desconhecido arquiteto que possui em suas experiências o projeto de uma arma poderosa.

 

Zona de Interesse

Na trama, ambientada na segunda guerra mundial, conhecemos Rudolf Höss (Christian Friedel), alta patente nazista e comandante do campo de concentração de Auschwitz que vive com sua esposa Hedwig (Sandra Hüller) e seus filhos em uma casa confortável levando a vida que sempre sonharam. O lugar é situado ao lado do campo de concentração mencionado, onde atrocidades foram cometidas.

 

Velocidade Máxima

Na trama, conhecemos Jack (Keanu Reeves), um oficial da polícia que juntamente com seu parceiro Harry (Jeff Daniels) é chamado para uma situação complicada envolvendo um elevador que está caindo, em uma suposta ação premeditada. Após esses minutos de alta tensão e o resgate do reféns, Jack se vê novamente em confronto com a mente por trás do incidente com o elevador, um psicopata chamado Howard (Dennis Hopper), ex-membro do esquadrão anti-bombas da polícia que agora ameaça um ônibus que não pode chegar na velocidade de 50 milhas por hora senão uma bomba se arma. Jack contará com a ajuda de Annie (Sandra Bullock), uma simpática passageira.

 

007 – Operação Skyfall

Na trama, acompanhamos logo no início uma missão que não dá certo e onde ‘M’ precisa tomar uma decisão que influencia sua lealdade perante à Bond. Mas quando um passado escondido da chefe da agência vem à tona, o agente 007 precisa se entender com ‘M’ e combater um vilão excêntrico, especialista em computação.

 

 

Crítica | Terra Selvagem – novo suspense do roteirista de ‘Sicario’

Terra Fria

Taylor Sheridan começou sua carreira no cinema como ator, mas conseguiu destaque mesmo foi como roteirista, ao ponto de se tornar um dos mais celebrados da atualidade no mercado de Hollywood. E isso com apenas dois trabalhos (agora três) no currículo. A explosão veio logo na estreia, quando criou a história da pancada Sicario: Terra de Ninguém (2015), dirigido por um cineasta igualmente em ascensão – hoje, muito estabelecido – o franco-canadense Denis Villeneuve (Blade Runner 2049). Foi o caso de simbiose perfeita do texto de Sheridan com a direção precisa e nervosa de Villeneuve.

No ano seguinte, Sheridan emplacava novamente, e agora se consagrava com uma indicação ao Oscar, escrevendo assim seu nome nas estrelas. É claro que estou falando do texto de A Qualquer Custo (Hell or High Water), indicado a quatro prêmios no último Oscar, incluindo melhor filme. Agora, o autor, assim como Aaron Sorkin (A Grande Jogada), outro roteirista sensação da atualidade, dá o salto para o comando de um longa com Terra Selvagem, como de costume confeccionando também a história.

A trama se passa na gelada cidadezinha de Lander, Wyoming, na qual o assassinato de uma jovem nativo-americana irá desencadear uma tensa investigação envolta em muito mistério. O duas vezes indicado ao Oscar Jeremy Renner (Guerra ao Terror e Atração Perigosa) é o protagonista na pele de Cory, um rastreador / caçador com fortes laços na comunidade nativo-americana local. Como todo protagonista sofrido, o sujeito tem no passado uma mancha negra que o assombra constantemente e que o separou da esposa.

Quando Cory encontra por acidente o corpo surrado e estuprado da jovem mulher, enquanto seguia a trilha de uma leoa e suas crias, é que a trama começa a girar. Logo, o FBI envia a agente mais próxima do local, a novata Jane Banner, papel de Elizabeth Olsen, que como boa Clarice Starling da vez (Jodie Foster em O Silêncio dos Inocentes, 1991) terá um curso relâmpago em uma jornada de sobrevivência, somando muito para sua experiência no departamento.

Terra Selvagem resulta no esforço menos satisfatório da carreira de Sheridan. Na direção, mesmo que inexperiente, o roteirista realiza um bom trabalho, mas demonstra falta de ritmo, em especial na primeira metade do filme. O primeiro momento, que serve como construção tanto de personagens quanto da premissa a ser descortinada, demora a desenvolver seus alicerces, ficando sempre a um passo atrás do público e não se posicionando à frente dele. Os personagens são apenas rascunhados e não existe muito além a ser descoberto do que o mostrando em um primeiro plano.

Nesse sentido deve-se colocar em cheque também o Sheridan roteirista, que no passado já criou personagens mais bem trabalhados e complexos, envoltos em muitos questionamentos. Terra Selvagem, no entanto, assim como seus personagens, é dono de uma linearidade simplista, que liga o ponto A ao B sem grandes desvios, caminhos secundários ou estradas entrelaçadas. No entanto, sua ideologia dura e direta, que remete ao cinema da década de 1980, segue presente, prometendo levantar debates sobre validade de atos, como a justiça com as próprias mãos.

Sheridan consegue criar boas cenas, duas em especial, caprichando no nível de tensão, que certamente absorveu dos diretores com quem trabalhou no passado. Ambas as cenas (o tiroteio final envolvendo a personagem de Olsen e a reviravolta, com a revelação do assassinato em si, trecho que guarda a presença sempre ilustre de Jon Bernthal) fazem uso de muita adrenalina nos momentos que precedem a ação, mostrando que o roteirista tem bom domínio de técnica e cenas que exigem um compasso mais acelerado. Sua deficiência, no entanto, e o que deveria ter procurado com os mesmos diretores citados, são os momentos mais calmos, de atuações, que servem para a base da estrutura narrativa de qualquer filme, não importando seu gênero.

Cheiro de Oscar: Festival de Toronto revela seus principais filmes da edição 2018

Um dos maiores festivais de cinema do mundo, o Festival de Toronto, ou TIFF, acaba de divulgar sua lista principal para as mostras de Gala e Apresentações Especiais do evento. O TIFF tem como hábito exibir longas cujo prestígio chega até o Oscar.

Ano passado, por exemplo, teve em seu acervo grande parte dos indicados, saídos de outros festivais, vide A Forma da Água (Veneza), Lady Bird (Telluride), Me Chame Pelo Seu Nome (Sundance), O Destino de uma Nação (Telluride), Três Anúncios para um Crime (Veneza), Projeto Flórida (Cannes), Mudbound (Sundance), Artista do Desastre (SXSW) e Victoria e Abdul (Veneza); além de estreias próprias, como Eu, Tonya, Roman J. Israel, Esq. e A Grande Jogada.

No acervo deste ano, obras de grandes realizadores e novas promessas a emplacar na época vindoura de premiações. Produções de nomes como Damien Chazelle, Barry Jenkins, Steve McQueen, Alfonso Cuarón, Olivier Assayas, Nicole Holofcener, Patricia Rozema, Zhang Yimou, Jason Reitman, entre outros, fazem parte da lista da pré-seleção do evento. Novos longas serão anunciados em breve.

A Noite de Abertura da Apresentação Especial ficará a cargo de Mouthpiece, produção canadense da citada diretora Patricia Rozema (Into the Forest). Na trama, levemente baseada em uma peça, a protagonista Cassandra é uma escritora vivendo por suas próprias regras. O que não a impede de ser um desastre. O filme acompanha a conexão que ela encontra com a mãe após o falecimento desta.

A noite de Encerramento contará com o vencedor da Palma de Ouro deste ano no Festival de Cannes. Shoplifters, do diretor japonês Hirokazu Kore-eda, apresenta uma família de pequenos criminosos que cometem furtos, encontrando um bebê abandonado e decidindo criá-lo.

Conheça abaixo os filmes mais interessantes divulgados para esta primeira etapa. O 43º Festival de Toronto acontece do dia 6 ao 16 de setembro.

O Primeiro Homem

O menino de ouro Damien Chazelle (La La Land e Whiplash) dá seu passo mais ambicioso na biografia do astronauta Neil Armstrong e conta a história do primeiro homem a caminhar na lua. Ryan Gosling protagoniza como Armstrong e o elenco conta ainda com Claire Foy, Jason Clarke e Corey Stoll. O filme estreia em agosto no Festival de Veneza e parte para Toronto.

As Viúvas

Com roteiro de Gillian Flynn (Garota Exemplar) e direção de Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), este filme promete ser um dos pontos altos da segunda metade de 2018. Quatro mulheres assumem a herança criminosa deixada por seus maridos mortos, numa conturbada trama passada na Chicago atual. O maior elenco do ano traz: Viola Davis, Robert Duvall, Liam Neeson, Colin Farrell, Michelle Rodriguez, Jon Bernthal, Elizabeth Debicki, Carrie Coon, entre outros.

Nasce uma Estrela

Terceira reimaginação da obra clássica homônima de 1937 – que ainda rendeu versões em 1954 e 1976 –, este filme teria a estrela da música Beyoncé como protagonista e Clint Easwtood como diretor. O produto final, no entanto, terminou com direção de Bradley Cooper (debutando na função) e Lady Gaga no papel principal que seria da colega pop diva. Na trama, um músico em declínio (Cooper) serve de mentor a uma jovem em ascensão (Gaga).

The Front Runner

Depois de ter nos encantado e surpreendido com Tully na primeira metade de 2018 (e apresentado um dos melhores desempenhos da carreira de Charlize Theron), Jason Reitman retorna com uma polêmica biografia de um político. Pego num escandaloso caso extraconjugal enquanto concorria como favorito a presidente da república dos EUA em 1988, o senador Gary Hart foi afastado da corrida. No longa, Hugh Jackman interpreta o político indiscreto e o filme conta ainda com Vera Farmiga no elenco.

If Beale Street Could Talk

Novo trabalho do cineasta Barry Jenkins, que brilhou há duas edições do Oscar com o envolvente e audacioso Moonlight – Sobre a Luz do Luar. Desta vez, o jovem diretor conta a história passada no Harlem, Nova York, sobre uma mulher lutando para provar sua inocência em um crime, enquanto carrega seu primeiro filho ao lado do noivo. No elenco, Pedro Pascal, Diego Luna e Dave Franco.

The Land of Steady Habits

A diretora Nicole Holofcener é dona de filmes que afirmam dilemas humanos reais e dramáticos, sem esquecer o bom humor no olhar. Obras como À Procura do Amor (2013), Sentimento de Culpa (2010) e Amigas com Dinheiro (2006) fazem parte de seu repertório. Seu novo trabalho fala sobre um homem (vivido por Ben Mendelsohn) adentrando a terceira idade, com a vida calma e encaminhada, decidindo seguir por um caminho inusitado e menos confortável em seus anos restantes.

Non-Fiction

Também conhecido com o título Doubles Vies, este é o novo filme do francês Olivier Assayas (Acima das Nuvens e Personal Shopper). Dando um tempo de sua nova musa Kristen Stewart, mas reafirmando a parceria com sua colaboradora Juliette Binoche, o cineasta nos leva para uma nova olhada de bastidores. Ao invés do mundo do cinema ou de secretárias de celebridades, a trama aborda o mundo editorial, trazendo para os holofotes editores e autores, precisando lidar com a crise da meia idade, as mudanças na indústria e suas esposas.

Roma

Coprodução entre México e EUA, trata-se do novo trabalho do cineasta Alfonso Cuarón, cinco anos após o sucesso esmagador de Gravidade. O filme acompanha um ano de uma família de classe média na Cidade do México. Cheira a prêmios.

Shadow

O cultuadíssimo cineasta chinês Zhang Yimou mescla em sua carreira dois tipos específicos de filmes: obras dramáticas e intimistas, vide Lanternas Vermelhas (1991) e o recente Amor para a Eternidade (Coming Home, 2014), e espetáculos visuais que variavelmente contém os mesmos conceitos existencialistas de seus filmes menores, vide O Clã das Adagas Voadoras (2004) e A Maldição da Flor Dourada (2006). Shadow, seu novo filme, está mais inclinado para a segunda vertente e fala sobre um Rei e seu povo prestes a serem expulso de suas terras, durante a era dos Três Reinos na China.

Todos los Saben

Mesmo sem ter causado a melhor das impressões em sua estreia no Festival de Cannes deste ano, este suspense dramático sobre uma menina sequestrada, tirada dos pais durante um evento na casa dos parentes, tem respaldo de sobra. Acontece que a obra é assinada por Asghar Farhadi, diretor iraniano altamente celebrado, e conta com Penélope Cruz, Javier Bardem e Ricardo Darín em seu elenco.

Beautiful Boy

A cena mais comentada do drama Me Chame Pelo Seu Nome é o diálogo de pai e filho, do protagonista com seu progenitor. Então, que tal desenvolver um filme inteiro sobre isso? Novamente estrelado pelo jovem sensação Timothée Chalamet, este drama baseado em fatos é uma das grandes pedidas para a época de premiações. No papel do pai do menino, outro nome que não descansará até ter sua estatueta do careca dourado: Steve Carell. Na direção, o belga Felix Van Groeningen (Alabama Monroe).

High Life

Este é um projeto interessante. Protagonizado por Robert Pattinson, esta ficção científica passada no espaço apresenta um pai (vivido pelo ator) e uma filha lutando pela sobrevivência, vivendo isolados nas estrelas. A direção é da prestigiada diretora francesa Claire Denis, entregando uma produção diferente de tudo em sua filmografia.

Ben is Back

Julia Roberts é a estrela por trás deste projeto. Neste drama familiar com toques de suspense, o diretor Peter Hedges dirige o filho Lucas Hedges (indicado ao Oscar por Manchester À Beira-Mar) nesta história sobre um jovem e seu conturbado retorno ao lar. Roberts interpreta a mãe do rapaz.

White Boy Rick

Relato da história real de um jovem que se tornou informante do FBI durante a década de 1980, vindo a ser preso e condenado à prisão perpétua por tráfico de drogas. O vencedor do Oscar Matthew McConaughey, em mais uma atuação chamativa, interpreta seu pai criminoso. No elenco, outros indicados ao Oscar, vide Jennifer Jason Leigh e Bruce Dern.

Wildlife

Estreia elogiadíssima do ator Paul Dano na direção, o longa aborda o trauma de um garoto ao presenciar o casamento de seus pais ruir e sua mãe encontrar outro homem. No elenco, os chamarizes são os pais do menino, vividos por Carey Mulligan e Jake Gyllenhaal.

Veja Abaixo outros filmes confirmados na programação:

Galveston, de Mélanie Laurent
The Hate U Give, de George Tillman Jr.
Hidden Man, de Jiang Wen
Husband Material, de Anurag Kashyap
The Kindergarten Teacher, de Sara Colangelo
Life Itself, de Dan Fogelman
The Public, de Emilio Estevez
Red Joan, de Sir Trevor Nunn
What They Had, de Elizabeth Chomko
Burning, de Lee Chang-dong
Can You Ever Forgive Me?, de Marielle Heller
Capernaum, de Nadine Labaki
Cold War, de Pawel Pawlikowski
Collette, de Wash Westmoreland
Dogman, de Matteo Garrone
Giant Little Ones, de Keith Behrman
Girls of the Sun , de Eva Hudson
Hotel Mumbai, de Anthony Maras
The Hummingbird Project, de Kim Nguyen
Manto, de Nandita Das
Maya, Mia Hansen-Love
Monsters and Men, de Reinaldo Marcus Green
The Old Man & the Gun, de David Lowery
Papi Chulo, de John Butler
The Sisters Brothers, de Jacques Audiard
Sunset, de László Nemes
Through Black Spruce, de Don McKeller
The Wedding Guest, de Michael Winterbotton
The Weekend, de Stella Meghie
Where Hands Touch, de Amma Asante

‘Jurassic World’ vai ganhar um novo filme | Relembre como os Dinossauros DOMINARAM os anos 90…

Podemos dizer que as duas criaturas que dominaram a carreira do cineasta Steven Spielberg foram os alienígenas e os dinossauros. O fascínio por estes dois temas permeou a filmografia do diretor megalomaníaco, que é um dos grandes pilares da indústria audiovisual Hollywoodiana. Vindos do espaço, os seres extraterrestres motivaram o realizador em filmes icônicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. – O Extraterrestre e Guerra dos Mundos, salpicando até mesmo em obras como A.I. – Inteligência Artificial e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Olhando para a Terra, os dinossauros reinaram absolutos em nosso planeta há milhões de anos atrás. E no tema, a produção que todos mais associam ao diretor, é claro, é Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros, lançado em 1993.

Na última semana, o The Hollywood Reporter confirmou que a franquia vai ganhar um novo filme, que marcará o início de uma nova fase da franquia. O roteiro está a cargo de David Koepp, o escritor do Jurassic Park original de 1993.

O mais interessante é que a matéria afirma que o filme deve ser lançado já em 2025. Ou seja, as filmagens começam nos próximos meses.

O roteiro já está sendo finalizado e deve iniciar a “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente, sem o retorno dos personagens interpretados pelas estrelas de Jurassic World, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Além disso, os personagens dos filmes originais de Jurassic Park, interpretados por Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum, aparentemente não estarão envolvidos.

A febre que temos hoje com os filmes de Jurassic World não é novidade, e de fato se estabeleceu lá atrás, há mais de 30 anos, na década de 1990. Desde então, os dinossauros nunca saíram de moda, rendendo de tudo, desde brinquedos para a criançada, desenhos animados e os mais variados produtos do audiovisual. As criaturas pré-históricas sempre estiveram inseridas na cultura popular, porém, depois dos anos 90, sua popularidade foi alçada a novos níveis. Isso porque Steven Spielberg capturou nossa imaginação, o consciente popular que se tinha sobre estes grandes animais e materializou como nunca havia sido feito antes. Ou seja, da forma mais realista possível.

Spielberg, no entanto, já havia começado a concretizar sua paixão pelos gigantescos répteis pré-históricos no fim dos anos 80. Através de sua produtora Amblin – um ícone do cinema entretenimento -, o diretor lançava a animação Em Busca do Vale Encantado (The Land Before Time, 1988), que contava sobre cinco filhotes de dinossauro (um apatossauro, um tricerátops, um saurolophus, um pterodáctilo e um stegossauro) que se perdem de suas respectivas famílias e precisam se unir para encontra-los, enquanto atravessam uma longa distância repleta de perigos, como o temível Tiranossauro Rex. Essa foi a primeira vez que o cineasta deixava fluir sua paixão sobre o tema em tela, aqui como produtor, numa animação bem trabalhada e que fez muito sucesso na época. O impacto nos pequeninos foi tanto que geraria nada menos do que treze continuações, todas lançadas direto em vídeo, além de uma série animada de TV, começando em 1994 – logo no ano seguinte de Jurassic Park.

O passo seguinte na dinomania seria dado não por Steven Spielberg, mas pelos produtores Michael Jacobs e Bob Young, responsáveis pela criação do clássico querido da TV, Família Dinossauro (Dinosaurs). Estreando na rede norte-americana ABC em 1991, o programa durou até 1994, mas ficou imortalizado pelas reprises intermináveis – no Brasil indo ao ar pela rede Globo. Na época, muito comparado à outra família que fazia muito sucesso, Os Simpsons, até a composição do núcleo era muito parecida: com pai, mãe, filho mais velho, filha do meio e um bebê – além de um idoso (avô ou avó). A grande sacada aqui, é claro, estava no fato de serem todos dinossauros, criados através de uma técnica ainda impressionante de animatrônicos dos estúdios de Jim Henson (responsável por criações como Os Muppets, O Cristal Encantado e Labirinto – A Magia do Tempo). Pelo fato de ser também uma produção da Disney, os fãs podem matar a saudade com o seriado completo disponível atualmente no Disney Plus.

Com a dinomania “atualizada com sucesso”, o caminho estava pavimentado para, agora sim, Steven Spielberg dar o tiro de misericórdia, no que se tornaria uma das maiores sensações de todos os tempos da história do cinema. Só quem estava vivo na época sabe a loucura que foi Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. Totalmente sem precedentes, podemos dizer que o cinema entretenimento sofria ali uma ruptura de antes e depois. O filme mostrou, entre outras coisas, que não existia mais limite para a imaginação e tudo o que fosse pensado por um realizador, poderia de fato ser concretizado e virar realidade em tela. Até mesmo trazer dinossauros de volta à vida de forma realista. É claro que filmes que recriam dinossauros são muitos e remontam dos primórdios da sétima arte. Mas aqui falamos da primeira vez em que tais criaturas foram retratadas em tela de maneira realista e bastante convincente. Estar vivo e poder assistir a Jurassic Park em sua época de lançamento, foi testemunhar em primeira mão uma revolução. Não eram apenas os personagens do filme que se emocionavam de ver os grandes répteis vivos de novo, o público igualmente se colocava neste lugar.

Na época do lançamento de Jurassic Park nos cinemas, há 30 anos, alguns críticos reclamaram que o filme era intenso demais para crianças pequenas. Antevendo este pequeno problema, o próprio Spielberg produziria no mesmo ano a animação Os Dinossauros Voltaram (We’re Back! A Dinosaur’s Story), baseado no livro infantil de Hudson Talbott, que era febre com a garotada. Desta forma, a reclamação dos pais e o desejo dos pequenos, que ansiavam pelos dinos, era contornada.

Ainda em 1993, as criaturas pré-históricas novamente dariam as caras, mas de forma bem mais sutil, num pretenso blockbuster. A primeira adaptação de um vídeo game da história foi o filme do Super Mario Bros., que é claro levava às telonas o jogo homônimo de sucesso da Nintendo. Com produção da Disney (através da subsidiária Hollywood Pictures), o filme foi pensando no estilo de uma superprodução e visava dominar o verão americano, sendo lançado algumas semanas antes de Jurassic Park. Na trama, os lagartos gigantes são grande parte da história do filme, que mostra um universo paralelo onde os humanos evoluíram deles ao invés dos mamíferos, como os primatas. Mas não espere ver dinossauros detalhados em cena, pois tudo o que ganhamos são pequenos vislumbres aqui e acolá de personagens, como o pequeno dino Yoshi.

Mas nem mesmo o fracasso de Super Mario Bros. nas bilheterias prepararia o público para o verdadeiro horror. Pegando carona, com uma cara de pau inigualável, no sucesso de Jurassic Park, o lendário produtor de filmes B Roger Corman tratou de tirar da cartola o seu próprio filme de dinossauros no mesmo ano de 1993. De tempos em tempos, Hollywood produz o que chamamos de filmes gêmeos, produções lançadas no mesmo ano, ou com uma diferença bem pequena de tempo, que tratam do mesmo tema – ou algo muito similar. E sem qualquer cerimônia, Corman quis empurrar seu Carnossauro (Carnosaur) (1993) para ser o gêmeo de Jurassic Park. Mas aqui não se trata do caso do primo rico e do primo pobre, seria mais algo como o primo miserável ou morto de fome. Sim, Carnossauro é grotesco neste nível. Uma produção trash, que traz uma trama sem noção e sem sentido, se comportando muito mais como um filme de terror de baixo orçamento, do que algo mágico e repleto de encantamento como o filme de Spielberg. Para completar, Corman tratou de escalar ninguém menos do que Diane Ladd para protagonizar no papel da cientista maluca que resolve trazer os dinos de volta à vida. Isso porque sua filha na vida real, a atriz Laura Dern, estava estrelando o filme “rival”. E deu certo, já que dadas as proporções, Carnossauro conseguiu fazer sucesso ao surfar nessa onda.

Não pense você, porém, que Carnossauro foi a única bizarrice a se utilizar da temática dos dinossauros convivendo com humanos em tempos modernos. No ano seguinte de Carnossauro (que ainda gerou mais duas continuações) era lançado Tammy and the T-Rex, filme que passou em branco em sua estreia, mas que hoje possui status de cult (que só aumenta com cada vez mais adeptos o descobrindo). O filme conta com os então jovens Denise Richards e o saudoso Paul Walker no elenco protagonizando. Veja essa trama para lá de bizarra: Walker e Richards são dois adolescentes colegiais apaixonados; o pior acontece e o rapaz é gravemente ferido após uma brincadeira sair terrivelmente errado. Um cientista resolve usá-lo para seu experimento insano. Ele resolve transferir o cérebro do rapaz… não para um dinossauro, mas sim para um robô em forma de dinossauro que havia criado. Assim, o rapaz, agora transformado num Tiranossauro Rex mecânico, recorre à sua namorada para ajuda, e os dois seguem com seu romance. Diga se não nasceu para ser cult.

Os dinossauros não descambaram apenas para o território de filmes trash de baixo orçamento e conseguiram esquivar da extinção com outros sucessos. No ano seguinte de Jurassic Park, o próprio Steven Spielberg voltaria ao tema com a produção de Os Flintstones – O Filme, primeiro live-action da família da idade da pedra, criada pela Hanna-Barbera ainda na década de 1960. Seguindo a surfar no tópico dos dinossauros, o cineasta através de sua Amblin em parceria com a Universal Pictures, daria vida ao clássico, com direito a Fred Flintstone escorregando no rabo de brontossauro e tudo. Para o papel protagonista era escalado John Goodman, que no ano anterior havia dado voz ao tiranossauro protagonista de Os Dinossauros Voltaram. A versão de carne e osso para o desenho foi um grande sucesso de 1994.

Algumas outras produções, não muito memoráveis, davam asas à criatividade na hora de utilizar as criaturas pré-históricas em sua narrativa. Foi o caso de Meu Parceiro é um Dinossauro (Theodore Rex, 1995), filme no qual a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg contracena com um dinossauro. Pensado como uma sátira aos filmes buddy cop (de parceiros policiais), a diferença aqui era que um dos membros da dupla é um dinossauro falante. É claro que a trama se passa numa realidade alternativa do futuro. Mesmo assim, Goldberg afirma que este foi o único filme de sua carreira que ela se arrepende de ter feito. De fato, ela tentou fugir do projeto, mas foi processada pelos produtores e concordou em voltar.

O início da década ainda viu produções como Dinossauros – O Filme (Adventures in Dinosaur City, 1991) e Meus Amigos Dinossauros (Prehysteria!, 1993), até que o próprio Spielberg seguisse elevando o jogo para as bestas colossais com as continuações de Jurassic Park, em 1997 e 2001. Hoje, a franquia se mantém de pé graças a Jurassic World, que basicamente patenteou os dinos para os novos tempos.

Bella Thorne é assombrada no cartaz e trailer do terror ‘I Still See You’

O suspense sobrenatural ‘I Still See You‘, estrelado pela Bella Thorne, ganhou cartaz e trailer.

Confira:

“A trama se passa nove anos depois que um evento apocalíptico matou milhões de pessoas, e deixou um mundo habitado por fantasmas.”

Dermot Mulroney e Richard Harmon completam o elenco.

O filme será lançado nos cinemas e VOD no dia 12 de outubro.

Última temporada de ‘iZombie’ ganha trailer; Confira!

A CW divulgou o primeiro trailer da 5ª (e última) temporada de ‘iZombie‘.

Confira:

Criada por Diane RuggieroRob Thomas, a série é baseada nos quadrinhos da Vertigo, selo adulto da DC Comics.

Olivia Moore era disciplinada, médica residente com sua trajetória de vida completamente traçada. Porém, uma noite ela decide ir a uma festa. Nessa festa ela acaba sendo arranhada por um zumbi e se torna um. Agora, transformada em morta-viva, conseguiu um emprego no departamento legista para ter acesso aos cérebros de que deve se alimentar para manter sua humanidade. Mas, a cada cérebro que consome, ela herda traços da personalidade daquela pessoa, além disso, também tem acesso as memórias por meio de rápidas visões, algo que fez com que tivesse a oportunidade de ajudar a solucionar os crimes e como estas pessoas foram assassinadas.

O elenco ainda inclui Rose McIverMalcolm Goodwin, Rahul Kohli, Robert Buckley, David AndersAly Michalka e Bryce Hodgson.

A última temporada da série irá estrear no dia 2 de maio.

‘Cats’ FRACASSA nas bilheterias e entra para o TOP 20 nas piores estreias da história

Após ter sido massacrada pelos críticos, a adaptação de ‘Cats‘ fracassou nas bilheterias. O longa estreou com apenas US$ 6.5 milhões nos EUA, falhando em alcançar até mesmo as projeções mais pessimistas (que indicavam um resultado em torno de US$ 7 milhões).

Com o resultado, o filme entrou para o TOP 20 das piores estreias da história (considerando apenas filmes lançados em mais de 3000 salas de cinemas).

No mercado internacional, a produção se saiu ainda pior, arrecadando apenas US$ 4.4 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 10.9 milhões.

Considerando o grande orçamento da produção, algo em torno de US$ 80-90 milhões, vai ser muito difícil para o filme conseguir algum retorno financeiro – especialmente pelo fato do público ter dado uma nota C+ para a produção, o que deve contribuir para uma grande queda nas próximas semanas.

Vale lembrar que o longa amargou apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que o roteiro é insosso e por causa dos infames efeitos visuais nos personagens não dá para levá-los a sério.

Confira as principais reações:

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)

A adaptação é baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco conta com Jennifer Hudson, Judi Dench, Taylor Swift, James Corden, Idris Elba, Rebel Wilson e Ian McKellen.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Após 14 anos, o reality ‘Keeping Up with the Kardashians’ chegará ao fim!

Através do seu Twitter, Kim Kardashian anunciou que o reality show ‘Keeping Up with the Kardashians‘ chegará ao fim, após 14 anos em exibição.

“É com o coração pesado que decidimos, como uma família, dizer adeus ao programa. Depois de 14 aos, 20 temporadas, centenas de episódios e várias séries derivadas, nós estamos muito gratos com vocês que nos assistiram todos esses anos – através dos bons tempos, a felicidade, as lágrimas, os vários relacionamentos e as crianças. Nós iremos guardar esses memórias para sempre, assim como todas as pessoas que conhecemos nessa jornada,” declarou Kim.

A última temporada irá estrear em 2021.

Criado por Ryan Seacrest e Eliot Goldberg, o reality show é exibido desde 2006, tornando-se um enorme sucesso na cultura popular e catapultando a família Kardashian ao estrelato.

O programa traz uma espiada nas façanhas e na vida privada da privilegiada família Kardashian-Jenner.

Khloé Kardashian, Kim Kardashian West, Kourtney Kardashian, Kris Jenner, Kendall Jenner, Kylie Jenner e Caitlyn Jenner estrelam a produção.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Filme contará os bastidores da criação do terror clássico

De acordo com o Deadline, ‘Chain Saw Confidential‘, um filme cômico que mostrará os bastidores da criação do clássico terror ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, está em desenvolvimento.

A produção será baseada no livro ‘Chain Saw Confidential: How We Made the World’s Most Notorious Horror Movie‘, escrito por Gunnar Hansen e publicado em 2013.

A adaptação será dirigida por David Dubos, e mostrará toda a diversão, terror e loucura nos bastidores do longa original de Tobe Hooper, que custou apenas US$ 140 mil e arrecadou US$ 30 milhões, gerando diversas sequências, reboots e spin-offs.

Robert Abramoff servirá como produtor executivo.

Vale lembrar que um novo filme oficial da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ está em desenvolvimento. O reboot recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

Oficialmente intitulado ‘Texas Chainsaw Massacre‘, o novo longa da franquia foi classificado pelo MPA por “extrema violência, terror sangrento e linguagem”.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme original, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface.

Anteriormente, o produtor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘) havia confirmado que o novo filme será uma sequência direta do longa original, dirigido por Tobe Hooper.

“Será uma sequência direta, com o mesmo personagem. Veremos um Leatherface mais velho.”

Ele completa, “Tudo será clássico, como nos filmes antigos. Nossa abordagem é parecida com o reboot de ‘A Morte do Demônio’ – fazer tudo real, sem efeitos visuais. É uma abordagem velha guarda do gênero. Lentes vintage… será muito parecido com o filme original.”

Ainda sem data estreia, a expectativa é que o reboot seja lançado em 2021.

David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, escreveu o roteiro do novo filme.

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, será o produtor da nova versão.

Elvis

(Elvis)

 

Elenco:

Austin Butler

Tom Hanks

Olivia DeJonge

Kodi Smit-McPhee

 

Direção: Baz Luhrmann

Gênero: Biografia

Duração: 159 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 14 de Julho de 2022

Sinopse: 

O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge).

Crítica | Elvis – Austin Butler BRILHA na frenética cinebiografia de Baz Luhrmann

Curiosidades: 

» A cinebiografia vai acompanhar a evolução do Rei do Rock até se tornar um ícone global, passando por seu conturbado relacionamento com o empresário, o Coronel Tom Parker, que será vivido por Tom Hanks;

» Os pais do Elvis Presley seriam vividos originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, mas os atores acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do COVID;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

HBO Max divulga teaser LEGENDADO da animação adulta ‘Velma’; Confira!

A HBO Max divulgou o trailer legendado da série de animação adulta ‘Velma‘, spin-off de ‘Scooby-Doo‘.

Confira:

Até o momento, não há uma data de estreia definida, mas sabemos que acontecerá em algum momento de 2023. Mindy Kaling, conhecida por sua participação em ‘The Office‘, será responsável pela voz de Velma.

Vale lembrar que, anteriormente, o diretor e roteirista James Gunn havia revelado que a personagem Velma, vivida por Linda Cardellini, seria lésbica na versão original do roteiro live-action de ‘Scooby-Doo‘, lançado em 2001.

A Warner Bros., no entanto, acabou descartando essa ideia.

“Em 2001, Velma era explicitamente gay no meu roteiro inicial”, ele escreveu. “Mas o estúdio continuou diluindo e diluindo, tornando-a ambígua (na versão filmada), e então em nada (a versão lançada) e finalmente dando a ela um namorado (na sequência)”. 

Em uma entrevista feita em 2002, Sarah Michelle Gellar, que viveu Daphne na adaptação para as telonas, havia revelado ao Sci Fi Wire uma cena em que sua personagem e Velma se beijavam. A sequência eventualmente foi deletada do corte final.

“Não era apenas para, tipo, diversão”, ela comentou. O beijo aconteceria durante a cena da troca de corpos, onde a alma de Daphne entraria no corpo de Fred (Freddie Prinze Jr.).

Em seu Instagram oficial, Gunn revelou que foi convidado a escrever e dirigir um terceiro filme para fechar a trilogia, segundo o Comic Book.

Na época, Gunn foi o responsável pelo roteiro das duas primeiras adaptações, mas as fracas bilheterias do 2º filme impediram o avanço da franquia nas telonas.

Quando um fã perguntou porque a Warner não concluiu a trilogia, o cineasta respondeu:

“Fiz um acordo para escrever e dirigir o terceiro em 2004, mas como o segundo não arrecadou o retorno suficiente para garantir um terceiro, eles acabaram descartando a ideia.”

Embora nunca saibamos o que Gunn planejou para a sequência, sua experiência nos filmes anteriores o ajudou a criar um universo único em ‘Guardiões da Galáxia’.

‘Barbie’ já arrecadou quase US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O live-action de ‘Barbie‘ já arrecadou quase US$ 800 milhões mundialmente. O filme ultrapassou a arrecadação total de ‘Velozes e Furiosos 10‘ (US$704.7m), tornando-se a terceira maior bilheteria do ano.

O longa dirigido por Greta Gerwig registrou uma queda de apenas -42% nas bilheterias norte-americanas, arrecadando US$ 93 milhões. Ao total, a produção já arrecadou US$ 351.4 milhões no país.

Internacionalmente, o filme já soma impressionantes US$ 423.1 milhões através de 69 mercados (mantendo-se no topo das bilheterias de 57 países). Em comparação ao final de semana anterior, o longa sofreu uma queda de apenas -32% no mercado internacional.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 774.5 milhões mundialmente.

Em menos de duas semanas, o longa já ultrapassou a bilheteria total de lançamentos populares como ‘Mulher-Maravilha‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ e ‘O Homem de Aço‘.

Com o imenso sucesso, o caminho está livre para a Mattel fazer o que quiser com adaptações de suas linhas de brinquedos. A empresa já está desenvolvendo sequências e filmes derivados da produção.

Em entrevista ao portal, Ynon Kreiz tocou no assunto:

“A Barbie, como marca, tem muitas iterações diferentes. A linha de produtos da Barbie é uma marca muito ampla. Além da figura principal da Barbie, ela tem família, ela tem muitos elementos em seu universo. De fato, é um universo muito rico… É uma marca muito ampla e muito elástica, em termos de oportunidades.”

Kreiz continuou:

“No início, não estamos dizendo: ‘Ok, vamos pensar já nos filmes dois e três’. Nosso plano sempre foi acertar o primeiro e fazer disso um sucesso. E se for um sucesso, as oportunidades se abrirão muito rapidamente, uma vez que você estabelece o primeiro filme como uma representação bem-sucedida de uma franquia na tela grande… Filmes de sucesso se prestam a mais filmes. Nossa ambição é criar franquias de filmes a partir de nossas variadas linhas.”

De acordo com a Variety, 14 propriedades da Mattel estão em desenvolvimento ativo, incluindo ‘Barney e Seus Amigos’, ‘Polly Pocket’, ‘Thomas e Seus AmigoseAmerican Girl‘.

Lembrando que ‘Barbie‘ continua em cartaz nos cinemas.

Assista nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Terror slasher estilo ‘Sexta-Feira’, contado da perspectiva do assassino, ganha novo trailer BRUTAL

O terror slasher ‘In a Violent Nature‘, que promete subverter as expectativas do gênero ao ser narrado através da perspectiva do assassino, ganhou um novo trailer brutal.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 31 de maio.

Vale destacar que o terror causou uma grande comoção durante sua exibição no Festival de Cinema de Chicago. Um espectador chegou a gravar áudios durante a sessão, que mostram pessoas se sentindo mal com o conteúdo do filme.

Um membro da audiência vomitou durante a exibição, e algumas pessoas saíram da sala por causa das cenas fortes.

Chris Nash é responsável pela direção e roteiro.

Quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…

O elenco conta com Ry Barrett, Andrea Pavlovic, Cameron Love, Reece Presley, Liam Leone, Charlotte Creaghan, Lea Rose Sebastianis, Sam Roulston, Alexander Oliver Lauren Taylor.

‘Acompanhante Perfeita’: Terror com Sophie Tatcher arrecada US$ 15 milhões em estreia GLOBAL

O terror de ficção científica ‘Acompanhante Perfeita‘ arrecadou US$ 9.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa abriu no TOP 2 do país, atrás da animação ‘O Homem-Cão‘ (US$36M).

Além disso, a produção acrescenta US$ 5.5 milhões através do mercado internacional – totalizando uma estreia global de US$ 15 milhões.

Com 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa estrelado pela Sophie Tatcher (‘Herege’) recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore – que é considerada positiva para o gênero.

Vale lembrar que a produção contou com um orçamento de apenas US$ 10 milhões.

Acompanhante Perfeita‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro.

Crítica | ‘Acompanhante Perfeita’ traz ÓTIMAS atuações em um terror prático e despretensioso

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Além de assinar o roteiro, Drew Hancock faz sua estreia diretorial.

O elenco ainda conta com Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’), Lukas Gage (‘Você’), Megan Suri (‘It Lives Inside’) e Rupert Friend (‘Obi-Wan Kenobi’).

Zach Cregger, diretor de ‘Noites Brutais‘, é responsável pela produção.

Casal romântico em pôster de filme 'Acompanhante Perfeita'

Sydney Sweeney é destaque em clipe inédito da adaptação de ‘A Empregada’; Confira!

A Lionsgate divulgou um clipe inédito do suspense ‘A Empregada‘ (The Housemaid), adaptação do romance homônimo de Freida McFadden.

Na cena, Sydney Sweeney é apresentada aos outros membros da família após ter sido contratada pela Amanda Seyfried.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=LNXS6zE2PCc

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de janeiro de 2026.

Na trama…

“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco.

Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.

Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

Atriz de ‘Pretty Little Liars’ vive romance ÉPICO no trailer de ‘O Último Nascer do Sol’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer dublado de ‘O Último Nascer do Sol‘ (The Last Sunrise), drama romântico baseado no livro homônimo de Anna Todd.

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 26 de agosto.

Confira:

O filme é dirigido por Carlson Young (‘Upgraded – As Cores do Amor’), com roteiro assinado por Anna Klassen.

Na trama…

Ry (Maia Reficco) é uma universitária com uma doença crônica que está em uma viagem de verão a Maiorca com sua mãe (Eva Longoria). Ao se apaixonar inesperadamente por Julián (Fernando Lindez) e começar a viver o momento, a piora de seu estado de saúde e segredos de família há muito ocultos ameaçam colocar tudo a perder antes que o verão termine.

Andrés VelencosoChloé SweetloveSabrina Barlett completam o elenco.

Netflix compra editora de HQs de Mark Millar, responsável por ‘Kingsman’ e ‘Kick-Ass’

A Netflix realizou um compra histórica. A plataforma de streaming adquiriu a editora de quadrinhos do artista Mark Millar, a Millarworld. O quadrinhista é o responsável por criar histórias de grande sucesso, como ‘Guerra Civil’, ‘Kingsman’, ‘Kick-Ass’ e a versão mais velha de Wolverine, ‘Logan’.

O termos da compra não foram divulgados, mas sabe-se que a Netflix produzirá séries de TV, filmes e outros tipos de conteúdos baseados na grade de personagens da Millarworld. Os materiais serão feitos tanto para o público infantil, bem como para o adulto. Vale ressaltar que a editora continuará criando novas histórias e heróis, só que de agora em diante sob o selo da empresa.

Ao anunciar a aquisição emblemática, o chefe do Gabinete de Conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, comentou sobre o enorme potencial e currículo que Mark Millar possui, chamando-o de ‘Stan Lee dos dias modernos’:

Mark Millar é o criador e reinventor de algumas das histórias mais admiráveis, englobando desde ‘Os Vingadores’ a ‘Kick-Ass‘, ‘Kingsman’, ‘Wanted: O Procurado’ e ‘Reborn’. Ele chega o mais próximo possível de um Stan Lee dos dias modernos”.

Millar também comentou a nova etapa da Millarworld, que é gerida por ele e sua esposa, Lucy Millar. Para ele, a Netflix representar os tempos vindouro:

“Essa é apenas a terceira vez na história que uma empresa de quadrinhos é adquirida nesta proporção. E eu sou apaixonado pelo trabalho da Netflix e estou realmente animado para os planos futuros. A empresa representa o futuro e a Millerworld não poderia ter escolhido um melhor lugar para estar”.

Desde o nascimento da editora Millarworld, 18 universos já foram criados e alguns chegaram a ser adaptados para os cinemas, obtendo sucesso grandioso de bilheterias. As adaptações de ‘O Procurado’, ‘Kick-Ass’ e ‘Kingsman’ faturaram conjuntamente quase US$ 1 bilhão ao redor do mundo.

 

 

 

 

 

Crítica em vídeo | A Barraca do Beijo – É mesmo um prazer culposo e tá tudo bem

A nossa jornalista Rafa Gomes fez uma rápida crítica e te explica porque o novo filme da Netflix, ‘A Barraca do Beijo‘, virou uma sensação absoluta e até mesmo um prazer culposo!

Assista:

HILÁRIO! ‘Game of Thrones’: Emilia Clarke faz pegadinha vestida de Jon Snow; Confira!

A atriz Emilia Clarke, de ‘Game of Thrones‘, fez uma pegadinha hilária em plena Times Square, em Nova York.

Disfarçada de Jon Snow, ela percorreu a região mais popular da cidade, brincando com as pessoas – que sequer descobriram sua real identidade.

A iniciativa faz parte de uma campanha estrelada por Clarke, que vai premiar um sortudo fã da série, lhe garantindo a chance de assistir ao episódio final da produção em sua companhia.

Confira:

A HBO divulgou a duração do 3º episódio da 8ª temporada de ‘Game of Thrones‘, que será exibido hoje, dia 28.

Ao contrário dos 60 minutos anunciados pela HBO no começo do ano, o episódio inédito terá 88 minutos – ou seja, 1 hora e 22 minutos de duração.

O episódio trará uma das batalhas mais longas já filmadas.

Crítica | Game of Thrones 08×02 – A Knight of the Seven Kingdoms 

 

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

‘A Batida Perfeita’: Ouça um trecho da canção original do filme com Tracee Ellis Ross

Um das canções originais da comédia musical ‘A Batida Perfeita‘ (The High Note), estrelada por Dakota Johnson e Tracee Ellis Ross, foi divulgada.

Intitulada “Love Myself”, o hit traz uma batida pop e foi composta por Sarah Aarons e Greg Kurstin. Ross, que interpreta Grace Davis no filme, é quem canta a música.

Ouça um trecho divulgado no Spotify:

Além disso, a Focus Features já disponibilizou o filme em VOD nos EUA.

A produção se passa no deslumbrante cenário musical de Los Angeles e acompanha Grace Davis (Tracee Ellis Ross), uma talentosa estrela cujo ego atingiu níveis astronômicos. Maggie (Dakota Johnson) é sua assistente e além de ter que lidar com as oscilações no temperamento da sua chefe, acaba sendo sempre submetida a uma enorme pressão em seu trabalho. Ainda assim, ela não vai desistir do sonho de se tornar uma produtora musical. E quando o empresário de Grace (Ice Cube) apresenta a ela uma escolha que pode alterar o rumo da sua carreira, Maggie vai se unir à sua chefe para arquitetar um plano que pode mudar suas vidas de forma grandiosa.

The High Note‘ é dirigido por Nisha Ganatra e escrito por Flora Greeson. O elenco da produção ainda conta com Kelvin Harrison Jr. e Zoë Chao.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

Mais uma semana começou e a Netflix preparou uma seleção de novas estreias, que chegam ao longo dos próximos dias na grade de programação.

E entre os lançamentos estão a 5ª temporada de ‘Outlander‘, o aclamado longa francês ‘Oxigênio‘, além do drama ‘A Mulher na Janela‘.

Confira a agenda completa de estreias:

10/05

Boi Neon
O maior desejo do vaqueiro Iremar é largar a vida do curral e virar um estilista de luxo. Para viver esse sonho, ele cria roupas sensuais para apresentações eróticas. Estrelado por Juliano Cazarré, o filme é vencedor de prêmios internacionais e nacionais, como o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

11/05

Outlander: Temporada 5
Com a proximidade da Revolução Americana, Jamie precisa escolher um lado. Claire promove um grande avanço da medicina. Brianna faz uma descoberta terrível. Estrelado por Caitriona Balfe e Sam Heughan.

Explicando… Dinheiro: Minissérie
Nós gastamos, emprestamos, economizamos. Agora é hora de falar sobre o dinheiro e suas armadilhas — de cartões de crédito a cassinos, de fraudes a financiamentos.

12/05

Família Upshaw
Uma família negra de classe média faz de tudo para ter uma vida melhor e mais feliz enquanto lida com desafios cotidianos nesta série de comédia. Estrelada por Mike Epps e Wanda Sykes.

Oxigênio
Neste filme francês, uma mulher acorda em uma unidade criogênica totalmente sem memória. A reserva de oxigênio começa a se esgotar, e ela precisa se lembrar de quem é para sobreviver.

Peter Tatchell: Do Ódio ao Amor
Este documentário conta a história do ativista de direitos LGBTQIA+ Peter Tatchell e sua luta por justiça em meio a controvérsias e comoções políticas.

13/05

Amor, Casamento e Divórcio
Três mulheres bem-sucedidas do mundo do rádio passam por uma reviravolta quando seus casamentos felizes começam a desmoronar.

Castlevania: Temporada 4
A influência de Drácula cresce à medida que Belmont e Sypha investigam os planos para ressuscitar o famoso vampiro. Alucard luta para abraçar sua humanidade.

14/05

Love, Death & Robots: Volume 2
De aventuras selvagens em planetas distantes a encontros perturbadores perto de casa: a antologia vencedora do Emmy está de volta com novas histórias instigantes. Produzida por David Fincher.

Eu Vi: Temporada 3
Uma mansão horripilante. Uma melodia sinistra. Um gato demoníaco. Mais pessoas comuns compartilham histórias assustadoras de seu passado — e a verdade é apavorante.

A Caminho do Céu
Existe vida nos lugares e nas coisas das pessoas que morreram. Um homem com síndrome de Asperger e seu tio ex-presidiário descobrem e relatam essas histórias para quem ficou.

A Mulher na Janela
Confinada pela agorafobia, uma psicóloga fica obcecada com seus novos vizinhos e quer resolver um crime violento que testemunhou de sua janela. Estrelado por Amy Adams, Gary Oldman e Julianne Moore.

Ferry
Antes de construir um império das drogas, Ferry Bouman volta à sua cidade natal em uma missão de vingança que põe à prova sua lealdade — e encontra um amor que muda sua vida.

15/05

Sicario: Dia do Soldado
Para investigar cartéis mexicanos suspeitos de terrorismo, um agente federal pede a ajuda de um assassino. Mas essa guerra acaba virando uma batalha pessoal. Estrelado por Benicio Del Toro.

Irmã Dulce
A história de uma mulher que enfrentou todas as adversidades para dedicar a vida aos mais necessitados, deixando um legado que perdura até hoje. Dirigido por Vicente Amorim, estrelando Bianca Comparato e Regina Braga.

Kuroko no Basket
Kuroko, Kagami e o resto do time enfrentam os adversários mais difíceis da região com um objetivo em mente: vencer o torneio de inverno.

 

‘Suits L.A.’: Rick Hoffman Return retorna para a série derivada como Louis Litt

O ator Rick Hoffman, que interpretou Louis Litt por nove temporadas em ‘Suits‘, vai reprisar seu personagem em um episódio da série derivada ‘Suits L.A.‘.

A informação foi confirmada pelo The Hollywood Reporter. A expectativa é que ele apareça em mais capítulos, caso a produção seja renovada para a 2ª temporada.

Suits L.A.‘ acompanha Ted Black (Stephen Amell), um ex-promotor federal de Nova York que se reinventou representando os clientes mais poderosos de Los Angeles. Mas quando sua empresa entra em crise, ele se verá forçado a assumir um papel desprezível durante para poder sobreviver.

O spinoff, que lançou apenas dois episódios, ainda é estrelado por Lex Scott Davis, Troy Winbush, Josh McDermitt e Bryan Greenberg.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Confira a sinopse oficial:

“Para salvar sua empresa em crise, Ted Black deverá assumir um papel que desempenhou com desprezo durante toda a sua carreira. Ele estará acompanhado por um grupo estelar de pessoas que testam sua lealdade, enquanto falham em evitar misturar suas vidas pessoais e profissionais.”

Aaron Korsh, criador da série original, assina o roteiro do piloto e serve como produtor executivo ao lado de David Bartis, Doug Liman, Gene Klein e da diretora Victoria Mahoney.

suits l.a

Berlinale 2026 | Com Lazaros Ramos, ‘Feito Pipa’ transforma memória e infância em gesto político na Mostra Generation

Esse olhar humanista do cinema é o que eu acredito que precisamos em um momento tão crítico no mundo”, afirmou o ator Lázaro Ramos durante a apresentação de Feito Pipa, que estreou no último dia 15 de fevereiro na mostra Generation KPlus da 76ª Berlinale. A produção brasileira concorre ao Crystal Bear, prêmio concedido pelo júri jovem da seção, cuja cerimônia acontece nesta sexta-feira, dia 20, a partir das 19h30 (horário local), no HKW – Miriam Makeba Auditorium, em Berlim.

A sessão de estreia foi marcada por emoção e um forte diálogo com o público jovem presente. Ao lado do diretor Allan Deberton, estavam Lázaro Ramos, o jovem protagonista Yuri Gomes e a veterana Teca Pereira. O filme aborda amadurecimento, memória, identidade e relações familiares em meio a um contexto social marcado por deslocamentos e desigualdades — temas que atravessaram toda a conversa após a exibição.

Sobre o que é Feito Pipa

Ambientado no Ceará, Feito Pipa acompanha Gugu, um menino de 11 anos que vive entre as memórias da mãe ausente e a forte ligação com a avó. Ele adora se maquiar e jogar futebol. Quando mudanças abruptas abalam sua estrutura familiar, ele precisa aprender a lidar com perdas, deslocamentos e com a difícil tarefa de ser aceito pelo pai, Batista. Entre lembranças musicais — como a canção “Time After Time”, de Cyndi Lauper — e afetos transmitidos entre gerações, o filme constrói um retrato delicado da infância atravessada por questões sociais mais amplas, sem perder a perspectiva sensível do olhar infantil.

Durante o debate, Allan Deberton falou sobre a decisão de realizar o projeto ao lado de André Araújo, com quem já havia colaborado em Pacarrete (2019) e O Melhor Amigo (2024). Segundo o diretor, a conexão criativa entre os dois foi essencial para dar forma à história. Ele contou que se sentiu profundamente tocado quando o projeto lhe foi apresentado.

Para Deberton, a maneira como o personagem Gugu foi construído refletia experiências pessoais e geracionais. “Era como nós nos sentíamos quando crianças, quando jovens. Estávamos tentando superar as coisas, ser nós mesmos, mas sem ter certeza sobre a nossa receptividade.” O filme nasce dessa sensação universal da juventude: o desejo de afirmação misturado à insegurança. Essa vulnerabilidade é o coração da narrativa.

A dimensão política e humanista

Embora centrado na infância e nas relações familiares, Feito Pipa carrega uma dimensão política. Deberton lembrou que cresceu no Ceará, região marcada por extremos climáticos e desigualdades sociais. “No estado do Ceará, que é uma região seca, é muito comum que haja barragens. E essas cidades são inundadas”, disse. Ele destacou que esses espaços eram lares de famílias inteiras que, de repente, precisavam partir: “Pessoas que nasceram, viveram, foram felizes e de repente tiveram que sair dali.”

Essa experiência de deslocamento forçado ecoa no filme como pano de fundo emocional. Ao falar do personagem Batista, pai de Gugu, vivido por Lázaro Ramos, o diretor ressaltou a intenção de fugir de estereótipos machistas. “Queríamos trazer complexidade, muito amor, também medo e aprendizado.” Segundo ele, trata-se de um personagem que evolui ao longo da história, sugerindo “um novo caminho”.

A escolha do elenco: Lázaro, Yuri e Teca

A escalação foi outro ponto central da conversa. Deberton revelou que o nome de Lázaro Ramos já estava presente desde as primeiras versões do roteiro. O ator confessou ter se oferecido desde a primeira vez que viu o filme Pacarrete, no Festival de Gramado 2019.

Para viver Gugu, foram testadas cerca de 700 crianças. Yuri Gomes foi escolhido após um processo rigoroso. “Sabíamos que seria uma seleção muito difícil. E Yuri foi realmente uma descoberta”, afirmou o diretor.

Teca Pereira, Lázaro Ramos e Yuri Gomes na estreia de Feito Pipa no Festival de Berlim 2026 (Foto: Letícia Alassë
Teca Pereira, Lázaro Ramos e Yuri Gomes na estreia de Feito Pipa no Festival de Berlim 2026 (Foto: Letícia Alassë)

No palco da Berlinale, Yuri mostrou-se tímido. De mãos dadas quase o tempo todo com a preparadora de elenco, Luciana Vieira, respondia às perguntas das outras crianças com monossílabos, mas demonstrava felicidade por estar ali. Ao ser questionado se foi divertido atuar e se gostaria de seguir carreira no futuro, respondeu de forma simples: foi “muito divertido” e desejou “tudo de melhor” a todos. Antes de deixar o microfone, ainda mandou um beijo para a tia, arrancando aplausos da plateia.

Nunca pensei que voltaria a ser protagonista. Estava muito cansada, mas levantei-me”, afirmou Teca Pereira, de 73 anos, ligada ao projeto desde o início, como destacou o diretor. Sua personagem, a avó de Gugu, é o eixo afetivo da narrativa, guardiã das memórias e da música que atravessam o filme. A atriz também pode ser vista como protagonista de Kasa Branca (2025), dirigido por Luciano Vidigal

Sensibilizar para Impactar

Encerrando o encontro, Lázaro Ramos declarou ainda que quando recebeu o roteiro de Feito Pipa, a expectativa foi superada: “É um filme que eu acho necessário para o nosso tempo, porque além de conscientizar, faz algo muito importante, que é sensibilizar.

Com uma estreia marcada por emoção, delicadeza e escuta atenta ao público jovem, Feito Pipa ainda sem data de estreia definida no Brasil chega à disputa pelo Crystal Bear como um dos títulos brasileiros mais sensíveis do festival. 

 

‘Westworld’: Confira o misterioso subtítulo da segunda temporada

O que muita gente não sabe é que as temporadas de Westworld possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolan revelou à EW o nome da segunda:

“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’

Enquanto isso, a 2ª temporada ganhou novas imagens pela Entertainment Weekly que mostram Maeve (Thandie Newton), Hector (Rodrigo Santoro), Dolores (Evan Rachel Wood) e mais. Confira:

Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.

Criado por Jonathan Nolan e Lisa JoyO elenco conta com Ben Barnes (Logan), Ingrid Bolsø Berdal (Armistice), Ed Harris (Homem de Preto), Luke Hemsworth (Stubbs), James Marsden(Teddy), Thandie Newton (Maeve), Simon Quarterman (Lee Sizemore), Rodrigo Santoro (Hector), Angela Sarafyan (Clementine), Jimmi Simpson (William), Tessa Thompson (Charlotte), Evan Rachel Wood (Dolores), Shannon Woodward (Elsie) e Jeffrey Wright (Bernard/Arnold).

Com 10 capítulos inéditos, Westworld retorna em 22 de abril pela HBO.

Diretores podem ter deixado escapar o título ‘Vingadores 4’; Confira!

O título oficial de ‘Vingadores 4’ está sendo mantido em sigilo absoluto dentro da Marvel Studios, porém, uma nova dica dada pelos próprios diretores do filme, Joe e Anthony Russo, pode colocar os fãs no caminho certo para descobrir o que o  projeto realmente será.

Em uma postagem no Instagram, há uma imagem de um quadro que diz “Sala infinita com espelhos: Consequências da Obliteração da Eternidade“, sendo uma referência a uma famosa instalação artística criada por Yayoi Kusama, a legenda da foto diz “Revelação do título de A4 (‘Vingadores 4’) #infiniteKUSAMA“.

Imediatamente diversos fãs começaram a se perguntar se o filme não pode ser Vingadores: Consequências’ (Avengers: Aftermath) ou Vingadores: Eternidade’ (Avengers: Eternity).

Logo depois, eles apagaram o post.

Vale lembrar que o título Vingadores: Consequências’ (Avengers: Aftermath) tem sido especulado há algum tempo…

Confira a foto:

Qual título você prefere?

Vingadores 4’ chega aos cinemas brasileiros em 27 de Abril de 2019.

Crítica 2 | ‘Kung Fu Panda 4’ é melhor do que você imagina, mas não tão bom quanto você merece

A franquia Kung Fu Panda mexe um pouco comigo porque acaba dialogando com tempos efetivamente mais simples da vida. Quando o primeiro filme chegou aos cinemas, eu tinha uns dez anos de idade, quase onze, e começava a embarcar naquela fase de querer parecer adulto. Como parece não haver experiência individual na América Latina, é possível que vocês entendam como aquela época da vida em que o pirralho está entrando na pré-adolescência e tenta se distanciar de tudo que remeta à infância, como isso fosse passar uma imagem mais adulta às pessoas ao seu redor. Uma grande bobeira, óbvio, mas parte importante do crescimento. Nesse cenário de uma maturidade forçada, assisti o primeiro Kung Fu Panda nos cinemas e toda aquela pose de “já sou um homem adulto” foi por água abaixo. O que parecia ser uma história bobinha ativou meu lado lúdico, que eu lutava tanto para sobrepor, a ponto daquele ‘maior de idade de dez anos’ sair da sessão brincando de golpes de kung fu com o irmão caçula nas escadas da sala de cinema. Claramente algo muito adulto a se fazer no auge de sua primeira década de vida.

Três anos depois, já com a vida mais diferente, foi a vez de ir aos cinemas conferir a continuação. E Kung Fu Panda 2 conquistou um lugar ainda mais especial. Não só por ser mesmo um filme muito melhor, mas porque meu desenvolvimento como ser humano me fez valorizar muito ir ao cinema com a família. Meu avô sempre foi uma pessoa muito ativa e adorava os filmes clássicos de artes marciais. Naquele dia, quando fui assistir no cinema, fiz questão de chamá-lo para ir comigo e foi incrível. Na saída da sala, ele fez um comentário simples, que consigo ouvir até hoje na voz dele: “que filme bom!”. Acabou marcado como um dia muito especial, porque alguns meses depois, ele começou a piorar de saúde, e as internações em hospitais infelizmente viraram rotina nos quatro anos seguintes, até seu falecimento. E esse filme ganhou um apelo afetivo muito forte, porque meu avô sempre foi meu maior incentivador a trabalhar com cinema, me levando para várias sessões quando era menorzinho. Porém, esse hábito acabou se perdendo conforme a idade foi pesando e ele se viu obrigado a seguir trabalhando por problemas na aposentadoria. Então, se tornou muito raro ir ao cinema com quem mais me incentivou a seguir por esse caminho na reta final da vida dele. Kung Fu Panda 2 foi a penúltima vez que entrei numa sala de cinema com meu avô, e sinto que a sessão foi mais especial por ter conseguido levá-lo comigo.

Com o terceiro filme, lançado em 2016, não tenho nenhuma memória afetiva, mas desde a primeira sessão achei muito abaixo dos anteriores. Os dois primeiros capítulos tinham uma essência marcante que era dosada com o humor pateta do Po (Lúcio Mauro Filho) em meio a seriedade dos Cinco Furiosos e do Mestre Shifu. Infelizmente, no terceiro filme, as bobeiras ocuparam um espaço ainda maior, o que me afastou um pouco da trama e se transformou em decepção. Por anos, aceitei que a saga havia acabado ali e estava tudo bem. Só que anunciaram Kung Fu Panda 4 lá para o final de 2023 e surgiu aquele pé atrás. Não só porque parecia um projeto feito claramente para lucrar – não que isso seja um crime ou algo do tipo, mas também por despertar um medo de quererem reviver uma franquia que aparentemente já havia ‘dado o que tinha que dar’ nas telonas, tendo seu futuro relegado àquelas animações televisivas de qualidade duvidosa que a DreamWorks ama fazer.

Para piorar as coisas, fiz algo que não costumo fazer: vi o trailer. A primeira impressão não foi boa, principalmente no que tangia ao visual do longa, aparentemente muito próximo daquele menor orçamento das séries de TV. E depois da aberração que foi Megamente 2 (2024), confesso ter batido um desânimo. Pois bem, pude conferir o filme na cabine de imprensa e saí surpreendido positivamente, apesar de um misto de emoções. Minhas maiores preocupações não se fizeram justificar, o visual do filme é lindíssimo, mas houve alguns probleminhas que me impediram de gostar mais dessa continuação com jeitão de reboot.

A trama acompanha o não mais tão jovem Po, que encantou o Vale da Paz com suas atuações como o lendário Dragão Guerreiro e chegou ao auge do kung fu. Com sua popularidade, o panda virou um garoto propaganda e grande símbolo para a molecada da região. No entanto, diante desse deslumbramento com o próprio ápice, Po se distanciou um pouco da parte sacra da arte marcial. Assim, o Mestre Oogway orientou Shifu que havia chegado a hora do panda escolher um sucessor para o título de ‘Dragão Guerreiro’, enquanto Po deveria dar o próximo passo e se tornar um mentor espiritual.

Toda mudança é assustadora e nem mesmo Po crê que possa se tornar um poço de sabedoria, conhecimento e bons conselhos. Enquanto debatia sobre o que fazer para passar seu título adiante, o panda se deparou com Zhen, uma raposa das neves que invadiu o templo para roubar tesouros do kung fu. O problema é que uma mestre-feiticeira, a Camaleoa, estava à procura do Cajado da Sabedoria – que o Dragão Guerreiro conquistou ao fim de Kung Fu Panda 3 (2016) – para invocar mestres do kung fu do reino espiritual e roubar suas habilidades de luta. A raposinha afirmou saber como encontrar a vilã, levando Po em uma jornada repleta de confusões e trapalhadas.

O filme é uma passagem de bastão, literalmente, para concluir a saga de Po como mestre do kung fu e abraça o cliché da trama para potencializar o humor. Então, só de ler a sinopse já é possível saber exatamente tudinho que acontece no filme. A equipe criativa não se deu ao menor trabalho de ousar ou tentar surpreender, escolhendo sempre o caminho mais óbvio possível. Já na questão do humor, o longa é uma metralhadora de piadas, sendo algumas melhoradas com a tradução brasileira, que deu show ao adaptá-las com muita liberdade para o português. Ou seja, é impossível sair da sala sem dar pelo menos umas cinco gargalhadas sinceras. Quanto ao kung fu, esse talvez seja o filme da saga que mais trouxe golpes diferentes, usando de uma visão criativa da direção da retratá-los em cena, o que foi muito bom.

Porém, se o filme agarrou na diversão, ele perdeu em conteúdo. Um dos pontos mais apaixonantes dos primeiros filmes era o ar filosófico, mesmo que raso, que marcava a trajetória de Po ao se aceitar merecedor do kung fu. Aqui, talvez por já ter um panda mais cansado, todo o debate interior do protagonista foi resumido a piadocas sobre não conseguir formular frases de sabedoria. Inclusive, há uma sacada fantástica sobre os vilões da cidade não conseguirem interpretar corretamente as tiradas de sabedoria do Po, mas ainda assim fazendo o certo pelos motivos errados, o que é sensacional. É aquilo, o longa tentou se aproximar do primeiro capítulo apelando para o humor do terceiro. Nesse caminho, ele abriu mão de parte de sua essência para conseguir fazer mais graça sem tanto compromisso.

Quanto ao retorno dos vilões da trilogia, algo que havia sido destaque nos trailers, quem mais aparece é Tai Lung. O Lorde Shen e Kai, o Coletor estão ali apenas dizer que apareceram, porque não fazem ou falam nada. É curioso também ver que a volta de Shen acaba criando um certo erro de continuidade, porque o longa mostra o pavão habitando o reino espiritual do kung fu, sendo que sua missão de vida foi um grande desrespeito a essa arte marcial, já que foi ele quem tentou acabar com a luta por meio da pólvora. De qualquer forma, acredito que isso só vá incomodar aos fãs mais extremistas da franquia.

Num geral, a aventura passa longe de ser um filme ruim, só não tem a essência apaixonante dos dois primeiros capítulos da saga, o que seria importante na hora de tentar dar prosseguimento à franquia. É uma comédia muito divertida e boa para passar o tempo com um baldão de pipoca e refrigerante ao lado. No fim das contas, Kung Fu Panda 4 é muito melhor do que a gente imaginava, mas não tão bom quanto nós merecíamos. Se fosse um pouquinho mais equilibrado, seria fantástico.

Kung Fu Panda 4 está em cartaz nos cinemas.

Crise de Identidade, Bullying e Medo são alguns dos temas abordados em ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’

Não é exagero dizer que boa parte dos brasileiros passaram suas infâncias e adolescências lendo aos gibis da Turma da Mônica. Para além do entretenimento, as histórias em quadrinho de Mauricio de Sousa ajudaram a criar o hábito de leitura em boa parte da população, e também ajudaram a trabalhar temas que, em muitos aspectos, ajudaram pais e professores a conseguir conversar sobre eles nas escolas e dentro de casa. Nas adaptações audiovisuais, isso não seria diferente, afinal, dialogar com o mundo juvenil sempre esteve no cerne da Mauricio de Sousa Produções. Para ajudar nossos leitores do Cinepop a observarem quais os temas abordados, ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’, levantamos aqui os principais pontos do novo filme (mas cuidado, contém spoilers!).

Crise de identidade

Durante o desenvolvimento do caráter próprio, é natural que o jovem questione muitas coisas sobre si mesmo, principalmente quando recebe uma crítica forte ou quando sofre bullying, como ocorre com a Mônica no filme (que, a partir desses dois elementos, passa a desejar ser diferente, como todas as outras pessoas). Por ser o ponto principal, é ele que conduz todas as ações dos personagens e também dá a resolução da trama.

Foto: Divulgação/ Laura Campanella

Separação

Ter amigos do coração é algo que marca a vida dos jovens para sempre. Mas… a primeira separação é terrível. Pode ser por pouco tempo, ou por muito tempo (afinal, o tempo, na época da juventude, passa de maneira diferente e potencializa todos os eventos), mas fato é que viver experiências longe dos melhores amigos ou imaginar que eles estão se divertindo sem a gente (ou, pior ainda, imaginar que as coisas podem mudar se nos afastarmos um tempo) pode ser muito doloroso na vida de um jovem, como ocorre com a Mônica e seus amigos. O importante, sempre, é entender que os amigos estarão sempre conosco, mesmo que nem sempre estejam perto de nós.

Bullying

O bullying é um dos temas mais recorrentes no mundo juvenil, pois em menor ou maior escala boa parte da garotada diz já ter sofrido algum tipo de bullying. No filme, isso também acontece com a Mônica (que é acusada por Carmen Fru Fru de violência física), por ela e pelo Cebola (chamados pelos apelidos provocativos de suas infâncias), o que engatilha reações impensadas em ambos.

Medo

O tema está até no título do filme, mas por ser algo complexo, acaba sendo transposto na telona em muitas camadas: o medo do Cascão com relação a um personagem ameaçador de sua infância (cujas histórias foram contadas pelo seu tio) e o medo dele de nunca mais encontrar o tio; o medo de Magali de não ser boa o suficiente para ser aceita na Ordem; o medo de não ser amado pelos próprios pais, como ocorre com Carmen Fru Fru; o medo de Mônica de que a amizade entre eles mude caso eles se afastem; de revelar os sentimentos a quem se ama, como acontece com o Cebola.

Lutar pelo que se acredita

Embora não seja algo diretamente ligado ao universo jovem, a especulação imobiliária presente no filme contribui de maneira clara no desencadeamento dos eventos, uma vez que as dívidas imobiliárias de Licurgo com o prédio do Museu faz com que este seja leiloado privativamente, o que impulsiona o protesto da garotada. Com a luta como causa comum entre todos, os alunos se juntam para lutar pelo bem maior, que é o patrimônio do museu.

Primeiro amor

De duas maneiras diferentes o amor é trabalhado no novo filme. Entre Denise e Jerê, que se encontram escondidos (e o motivo pode ser debatido, afinal, não é evidenciado) e entre Mônica e Cebola (como já mencionado, o medo de revelar sentimentos, o medo de sentir o sentimento, o medo de perder a quem se ama). O primeiro amor é o mais intenso e o mais inesquecível, e também o mais trabalhoso de se entender na cabecinha de um jovem.

Abandono parental

Carmen Fru Fru não é apenas uma patricinha metida. No fundo, parte do seu jeitinho mandão tem a ver com o rancor que sente dos próprios pais, que estão sempre ausentes de sua vida. No fundo, ela só queria ser amada, e essa ausência dos pais está moldando seu caráter de maneira bastante sombria. Assim, o abandono parental também está presente no longa, pois tudo que Carmen queria era voltar a tomar café da manhã com sua própria mãe.

‘Book of Enchantment’: Disney+ está produzindo série baseada na saga ‘Vilões’

O serviço de streaming Disney+ já está com diversos projetos em fase pré-produção e produção, e parece que uma nova adaptação chegará à plataforma em breve: segundo o site Deadline, os livros da saga ‘Vilões’, de Serena Valentino, serão adaptados para uma série intitulada ‘Book of Enchantment’.

O projeto é encabeçado por Michael SeitzmanChristina Davis, ambos dos estúdios ABC. Seitzman também fica responsável pelo roteiro do episódio piloto e a bíblia para a série, além de showrunner.

Atualmente, a série está contratando mais roteiristas e, ao que tudo indica, poderá ter uma pegada parecida com o show de fantasia Once Upon a Time, também produzido pela ABC e transmitido entre 2011 e 2018.

As gravações estão previstas para iniciarem em 2020, no Reino Unido.

Os estúdios também estão envolvidos na criação de um universo cinemático baseado nos romances de John Grisham‘The Rainmaker’‘Rogue Lawyer’, que serão os primeiros capítulo de uma multi-franquia intitulada ‘The Grisham Universe’.

‘Thor: Amor e Trovão’: Tessa Thompson fala sobre Natalie Portman como a nova Thor

Em poucos meses, as filmagens de ‘Thor: Amor e Trovão’ vão oficialmente começar e trarão Jane Foster (Natalie Portman) como a nova heroína-titular. Ainda não se sabe como a passagem da manta irá ocorrer, mas isso não impediu os colegas de Portman em falar sobre a aguardada transformação.

Durante uma aparição na ACE Comic-Con deste ano, Tessa Thompson, que retorna como Valquíria para o longa-metragem, comentou que está muito animada para ver Portman retornar ao Universo Cinemático Marvel.

“Estou muito ansiosa para ver uma mulher empunhar o martelo”, ela comentou. “Natalie já está se preparando e vou ensiná-la meu truque de grunhir. […] Estou muito animada para essa próxima fase, acho que vai incrível”.

Taika Waititi retornará à direção da sequência.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Thompson, Portman e Kat Dennings.

Thor: Amor e Trovão‘ tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

‘Trolls 2’: Universal Pictures divulga cena inédita da animação; Confira!

Universal Pictures divulgou uma nova cena oficial de Trolls 2, em que Biggie e seu vilarejo decidem resgatar Poppy.

Confira:

A animação será lançada diretamente em VOD – Video on Demand – no dia 10 de abril.

Nos Estados Unidos, o filme já está com o seu aluguel na pre-order por US$ 19,99, nas qualidades HD e 4K.

A dupla Walt Dohrn e David P. Smith é responsável pela direção.

Na trama, a rainha Poppy e Branch descobrem que existem outros mundos de Trolls além do deles e as diferenças significativas entre ambos acaba criando um grande conflito entre as diversas tribos. Quando uma ameaça misteriosa coloca todos os Trolls em perigo, Poppy, Branch e seu grupo de amigos devem embarcar em uma épica missão, a fim de criar harmonia entre todos, unindo-os para que eles não sejam extintos.

O elenco conta com as vozes de Anna Kendrick, Justin Timberlake, J Balvin, Rachel Bloom, Flula Borg, Kelly Clarkson, James Corden, Ester Dean e Jamie Dornan.

Não há previsão de lançamento no Brasil.

10 Músicas Internacionais que Completam 10 Anos em 2020

Enquanto 2020 vem sendo um ótimo ano para a música, 2010 também foi um dos anos mais icônicos para os fãs do pop e do R&B, visto que trouxe de volta o gostinho do início do século para um momento em que diversos talentos insurgiam ou eram redescobertos.

Dessa forma, separamos 10 canções internacionais que completam uma década de existência, colocando algumas das mais famosas e que dominaram as paradas do mundo inteiro com produções impecáveis e batidas viciantes.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“LOVE THE WAY YOU LIE”, Eminem feat. Rihanna

Eminem e Rihanna colaboraram juntos em 2010 – algo que, hoje, definitivamente não aconteceria. De qualquer forma, o dueto “Love The Way You Lie” tomou forma como uma expressão artística de traumas passados, acompanhados dos acordes do violão, do piano e do violino – tudo isso impregnado com as incursões do hip-hop. Além de ser aclamada pela crítica, a canção alcançou o #1 das paradas da Billboard e lá permaneceu por nada menos que sete semanas.

“SUPER BASS”, Nicki Minaj

Uma das forças descomunais do rap contemporâneo, Nicki Minaj estreava na indústria há exatos dez anos e ganhava o mundo com a frenética “Super Bass”, quinto single de seu álbum de estreia, ‘Pink Friday’. Estrando em terceiro lugar nos charts estadunidenses, a música ganhou críticas bastante positivas por parte da crítica especializada e vendeu mais de cinco milhões de cópias entre seu lançamento e 2014.

“IMPOSSIBLE”, Shontelle

Shontelle fez um grande barulho em 2010 quando lançou “Impossible”, música promocional de seu segundo álbum de estúdio, ‘No Gravity’. Falando sobre vulnerabilidade e trazendo vocais irretocáveis, a faixa tornou-se uma das queridinhas do ano ao se transformar em uma balada midtempo que preza pela superação e pelo amadurecimento amorosos.

“BLACK AND YELLOW”, Wiz Khalifa

Em setembro de 2010, o rapper Wiz Khalifa lançada a memorável “Black and Yellow”, um hip hop que funciona como tributo para sua cidade natal, Pittsburgh, na Pensilvânia. A música debutou em primeiro lugar da Billboard e tornou-se a primeira do artista a realizar tão feito. Khalifa viria a dominar as paradas mais uma vez apenas em 2015, com a colaboração “See You Again” ao lado de Charlie Puth.

“FIND YOUR LOVE”, Drake

“Find Your Love” foi arquitetada pelo rapper Drake ao lado de Kanye West e rendeu-se às tendências amalgamadas do dancehall e do R&B, pincelado com incríveis batidas jamaicanas. Com críticas relativamente positivas, a canção fala sobre relacionamentos e sobre a dor de ser apenas uma segunda opção – quando todos nós merecemos estar no topo.

“ONLY GIRL IN THE WORLD”, Rihanna

Já sabemos que Rihanna é uma das artistas mais prolíficas da indústria musical desde o momento de sua estreia. 2010, especialmente, foi seu ano: além da música supracitada, a cantora e compositora lançou “Only Girl in the World”, que transformou-se num hino indispensável das playlists de pop, rendeu a ela mais um #1 na Billboard e levou para casa o Grammy Award de Melhor Gravação Dance no ano seguinte.

“BILLIONAIRE”, Travie McCoy feat. Bruno Mars

Bruno Mars e Travie McCoy uniram forças para a icônica rendição “Billionaire”, lançada em março de 2010. Enquanto seu conteúdo lírico recebeu certas críticas negativas, é inegável dizer que a melódica e envolvente batida compensa pelas pontas soltas – além de ter ganhado diversas versões com o passar dos anos, inclusive uma da cantora brasileira Claudia Leitte.

“LIKE A G6”, Far East Movement feat. The Cataracs, DEV

DEV certamente desapareceu após fazer um modesto barulho na esfera fonográfica, mas houve um tempo em que suas músicas não saíam das rádios. Depois de “In the Dark”, a cantora uniu-se aos grupos Far East Movement e The Cataracs para “Like a G6”, um electro-house vibrante que alcançou o topo das paradas por três semanas não-consecutivas.

“WAKA WAKA (THIS TIME FOR AFRICA)”, Shakira

Obviamente Shakira não ficaria de fora da nossa lista. Afinal, em 2010, a cantora e compositora latina parava o mundo com o lançamento de “Waka Waka (This Time For Africa”, música-tema da Copa do Mundo de Futebol da África do Sul que, sem dúvida, foi a melhor incursão musical do evento. Shakira se uniu com a banda Freshlyground para a faixa, ganhando aclame pela crítica (e certas controvérsias raciais por organizações sul-africanas).

“JUST THE WAY YOU ARE”, Bruno Mars

Bruno Mars fez sua estreia solo na música com a semi-balada soft-rock R&B “Just the Way You Are” e, ainda que tenha caído no gosto popular, teve recepção mista por parte da crítica – que elogiou a produção, mas não pegou apreço pela superficialidade do conteúdo lírico. De qualquer forma, a faixa levou para casa um Grammy Award de Melhor Performance Solo Pop Masculina em 2011 e vendeu mais de 12,5 milhões de cópias ao redor do mundo.