Já faz oito anos desde o lançamento de ‘American Pie’: O Reencontro‘, e o público continua pedindo por novos filmes.
Para a alegria dos fãs, a atriz Madison Pettis divulgou em seu perfil do Instagram que a franquia vai ganhar um novo filme. A novidade é que a comédia será protagonizada por mulheres.
Assista ao trailer:
Intitulado ‘American Pie Presents: Girls Rules‘, o longa acompanha as amigas Annie, Kayla, Michelle e Stephanie, que fazem um pacto para tentar resolver os problemas em suas vidas amorosas e sexuais.
Dirigido por Mike Elliot, o filme também conta com Piper Curda (‘Não Fui Eu‘), Natasha Behnam (‘Crazy Ex-Girlfriend‘), Lizze Broadway (‘InstaKiller‘), e Darren Barnet (‘Eu Nunca’).
A estreia está marcada para 06 de outubro nas plataformas digitais e deve ser lançado logo depois na Netflix norte-americana.
No entanto, ainda não há previsão de lançamento aqui no Brasil.
Confira o anúncio:
“Estou muito animada em anunciar meu novo filme: ‘American Pie Presents: Girls’ Rules!‘ Em breve na Netflix e com estreia nas plataformas digitais em 06 de outubro! Estou no hype para fazer parte desta franquia icônica!!! PREPAREM-SE!”
O longa irá estrear nos cinemas norte-americanos no dia 2 de abril.
Assista:
Evan Spiliotopoulos, responsável pelo roteiro do live-action de ‘A Bela e a Fera‘, assina e dirige o longa-metragem.
A trama segue Alice, uma jovem com deficiência auditiva que, após uma suposta visita da Virgem Maria, é inexplicavelmente capaz de ouvir, falar e curar os enfermos. À medida que a notícia se espalha e as pessoas se reúnem para testemunhar seus milagres, um jornalista em desgraça (Morgan), que espera reviver sua carreira, visita a pequena cidade da Nova Inglaterra para investigar o caso. Quando eventos terríveis começam a acontecer por toda parte, ele começa a questionar se esses fenômenos são obras da Virgem Maria ou algo muito mais sinistro.
Ele também elegeu os melhores filmes de sua carreira:
“O melhor filme da minha carreira é um empate entre o primeiro MIB – Homens de Preto e À Procura da Felicidade. Acho esses filmes quase perfeitos”, concluiu.
Em revente entrevista com Jimmy Fallon, ele revelou que não ficou satisfeito com a sequência de ‘MIB – Homens de Preto‘.
Will tem refletido muito ao pensar sobre seu passado, e admitiu que fez filmes que não gostou e teve que mentir para divulgá-los.
O intérprete do agente J admitiu que se sentiu forçado a elogiar ‘MIB 2‘ durante o período de divulgação, mas ficou decepcionado com o resultado do filme:
“Sinceramente, quando estamos divulgando uma produção, sempre vamos dizer: ‘Está incrível, vocês vão adorar o que fizemos nesse filme’. Mas não é verdade, nem sempre o público vai gostar. Quando eu assisto uma versão teste de um filme, eu tenho noção se vai ser bom ou ruim. Com ‘MIB 2‘, eu sabia que os fãs não iriam gostar.”
E ele não está errado… Ao contrário do primeiro filme, a sequência foi considerada uma péssima produção por grande parte dos fãs, apesar de ter se saído bem nas bilheterias mundiais com US$ 441 milhões.
A última vez que Smith atuou na franquia foi em 2012, em ‘MIB – Homens de Preto 3‘, que recuperou um pouco do sucesso e encerrou a trilogia original de forma positiva.
Orçado em US$ 215 milhões, o longa dirigido por Barry Sonnenfeld, arrecadou US$ 624 milhões pelo mundo.
A série documental ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez‘ finalmente chegou ao catálogo da HBO Max. E deixou as pessoas chocadas com novas revelações sobre a morte da atriz.
Com direção de Tatiana Issa e Guto Barra, que também assina o roteiro, a produção de cinco episódios reconstitui com detalhes os fatos e o julgamento do caso que impactou o Brasil no início dos anos 90.
30 anos depois, o Brasil não esqueceu esse crime, os assassinos cumpriram suas penas ( reduzidas ) e estão em liberdade, mas Daniella Perez não volta mais.. Que Justiça é essa ?#PactoBrutalpic.twitter.com/yMhT58FYK0
"Aquele dia. O que mais me impressiona é que aquele dia começou de forma comum. Por que esses dias que mudam sua vida, que jogam a sua vida num precipício e te põem de cabeça para baixo não têm um sinal?"
As falas da Gloria Perez no documentário #PactoBrutal são destruidoras.💔
A minissérie “Pacto Brutal: o assassinato de Daniella Perez”, lançada na HBO MAX, finalmente conta como se deu essa tragédia. Não é justo seus assassinos terem seguido suas vidas, casado, terem filho etc. Esses monstros não deveriam poder pisar na rua sem serem esculachados. pic.twitter.com/e91cC0MGwe
Assisti o primeiro episódio de pacto brutal, do caso da Daniella Perez na HBO, e fiquei horrorizado. Eles mostrando foto do corpo dela de vários ângulos foi meio tenso, mas achei necessário para realmente impactar e mostrar como o Guilherme de Pádua e Paula Peixoto foram cruéis
Ah!! Vendo "Pacto Brutal", HBO, me sinto um bobão. A imprensa mente, fantasia, omite. Que vergonha eu sinto de ter sido enganado, conduzido, induzido por toda minha vida. Vegonha. Voltarei a única fonte, verdadeira: a palavra de DEUS. VERE VERDADES. Bom Dia a todos.
Ah!! Vendo "Pacto Brutal", HBO, me sinto um bobão. A imprensa mente, fantasia, omite. Que vergonha eu sinto de ter sido enganado, conduzido, induzido por toda minha vida. Vegonha. Voltarei a única fonte, verdadeira: a palavra de DEUS. VERE VERDADES. Bom Dia a todos.
Assassino de Daniela Perez, Guilherme de Pádua é apoiador de Bolsonaro e virou pastor.
Condenado pelo crime cometido ao lado de sua esposa na época, ele vive em liberdade e tem mais de 30 mil seguidores nas redes sociais. O crime é retratado na série "Pacto Brutal", da HBO MAX. pic.twitter.com/FyHeZrl9vD
Em 1992, a atriz e bailarina Daniella Perez foi assassinada por Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Thomaz, em um crime cruelmente premeditado. A morte prematura da jovem de 22 anos mexeu com o País. O assassinato da Daniella, filha da autora e produtora brasileira, ganhadora do Emmy Internacional, Gloria Perez, ganhou notoriedade e ocupou as primeiras páginas dos jornais nacionais por anos.
Depois de três décadas, Gloria Perez revisita a busca pela verdade por trás desta história que mudou sua vida para sempre. A autora compartilha sua experiência conforme a produção apresenta, em registros inéditos, os detalhes das investigações e o julgamento deste caso de homicídio duplamente qualificado.
Como mãe da vítima, ela rastreou testemunhas, identificou evidências e ajudou a expor erros das autoridades brasileiras. Sua atuação foi fundamental para a resolução do caso, além de ter deixado um legado ao conseguir a alteração da legislação brasileira, passando a incluir homicídio qualificado dentro dos crimes hediondos.
Para o diretor e roteirista Guto Barra, a produção de true crime corrobora para a elucidação desta tragédia que marcou o Brasil. “Por meio de um minucioso trabalho de pesquisa, trazemos à luz a barbaridade do crime, com informações que não foram reveladas à época do assassinato.” Segundo Tatiana Issa, que dirigiu e trabalhou em conjunto com Guto, “o caso Daniella Perez inspira muitos sentimentos e sua retratação documental revela não apenas a Daniella quanto artista, filha e esposa, mas também a deficiência do sistema jurídico brasileiro.”
‘The Flash‘ não fez o público correr aos cinemas, muito pelo contrário.
Apesar de ter estreado em primeiro lugar nas bilheterias do Brasil, o filme arrecadou bem menos que o imaginado. De quarta a domingo, o filme levou 679 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 14,6 milhões.
Para comparação, mesmo com as críticas negativas, ‘Adão Negro‘ levou mais de 1 milhão de pessoas em seu final de semana no Brasil e arrecadou mais de R$ 23 milhões nas bilheterias.
O filme dirigido por Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) fez apenas US$ 55 milhões nos EUA, deve fechar o final de semana estendido com US$ 64 milhões no país – resultado abaixo das expectativas do estúdio, que esperava uma arrecadação em torno de US$ 70-75 milhões.
Internacionalmente, o filme arrecadou US$ 75 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 139 milhões. O valor fica abaixo de ‘Adão Negro‘ (US$142M) e ‘Eternos‘ (US$162M).
Além disso, o longa também não parece ter impressionado os espectadores. Vendida pelo James Gunn como “um dos melhores filmes já feitos”, a produção recebeu uma nota B dos espectadores no CinemaScore – uma avaliação baixa para o gênero.
O filme custou mais de US$ 200 milhões e precisa arrecadar US$ 600 milhões para se pagar.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?.
O CinePOP entrevistou os astros Julián Arango, Natalia Ramirez e Lorna Cepeda, que explicaram por que a novela se transformou na mais assistida da história.
“Tivemos três coisas importantes. A primeira, um bom roteirista. A segunda, um bom diretor. E a terceira, nós como atores, pudemos ter esse apoio tão impressionante entre diretor e roteirista. Isso fez com que o público tivesse empatia com esses personagens, por que é uma história universal. Então foi uma bênção estar lá”, afirma Lorna.
Já Natalia acredita que a série traz a história da Cinderela ao contrário:
“É uma ótima história. É uma história contada de traz pra frente, a história da Cinderela de traz para frente. Sempre tínhamos a história da garota perfeita, a linda mulher, pobre, mas com grandes inspirações. E graças a sua beleza podia chegar ao topo. Betty chega ao topo graças a sua inteligência”
Assista:
20 anos depois, Ana María Orozco (Betty) e Jorge Enrique Abello (Armando) retornam às telas para a sequência ‘Betty – A Feia‘, que estreará no Prime Video em mais de 240 países e territórios em todo o mundo em 2024, de acordo com a plataforma de streaming da Amazon.
Enquanto a Betty empoderada continua casada com seu marido e líder da companhia Armando Mendoza, ela tenta reconstruir seu relacionamento com a filha adolescente, Mila, e navegar pela crise que atinge a empresa da sua família, questionando se, há 20 anos, ela escolheu o caminho que realmente a faz feliz.
Considerada pelo Guinness World Records como a novela mais bem sucedida na história, ‘Eu sou Betty, a feia‘ foi exibida em 180 territórios, dublada em 15 línguas e adaptada em 28 territórios, como Índia, África do Sul e nos Estados Unidos e se mantém na lista de 10 produções mais assistidas no México, Argentina, Chile e Colômbia da Prime Video.
‘Minha Vida com Shurastey‘, filme com dirigido por Afonso Poyart (“Mais Forte Que o Mundo – A História de José Aldo”) e roteiro de Ana Reber (“Depois Do Universo”), ganhou data de estreia.
A Paris Filmes lança o filme nos cinemas dia 7 de Janeiro de 2027.
Dono de uma longa trajetória no cinema e na televisão, o ator Nicolas Prattes será o protagonista do longa-metragem.
o filme conta a história real do influenciador digital Jesse Koz, interpretado por Prattes, que embarcou em uma jornada pelas Américas ao lado de seu cachorro, Shurastey, da raça golden retriever, em um Fusca 1978. A distribuição é da Paris Filmes.
Morador de Balneário Camboriú, em Santa Catarina,Jesse Koz decidiu deixar para trás o trabalho em um shopping center da cidade e desbravar as estradas ao lado de Shurastey, seu fiel companheiro, em 2017.
A dupla seguiu um roteiro de viagem saindo de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, até o estado do Alasca, nos Estados Unidos, em um projeto chamado “Shurastey or Shuraigow?“, título inspirado na música “Should I Stay or Should I Go“, da banda britânica The Clash.
Depois de passarem por 17 países e conquistarem mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, o brasileiro e seu cachorro faleceram em um trágico acidente de trânsito, em maio de 2022.
Filha de uma bibliotecária e um gerente de fábrica de tintas, Kathryn Bigelow nasceu em uma cidade do interior da Califórnia chamada San Carlos. Desde sempre teve uma paixão pela pintura, e assim na época de faculdade se matriculou na San Francisco Art Institute no início da década de 70 e recebeu seu bacharelado em Belas Artes.
Até então o cinema não tinha cruzado sua vida. Mas sem conseguir viver muito bem de sua escolha profissional, resolveu se matricular no programa de pós-graduação em cinema da Universidade de Columbia, onde estudou teoria e crítica além de concluir o seu mestrado. Assim, já quase na década de 80 fez seu primeiro curta-metragem. Após alguns anos já dentro da indústria cinematográfica, lançou um de seus primeiros trabalhos, o longa-metragem sobre vampiros que aterrorizam uma cidade do interior, Quando Chega a Escuridão.
Mas começou a ter reconhecimento quando em 1991 dirigiu os jovens Patrick Swayze e Keanu Reeves em um dos grandes filmes de ação da década de 90, Caçadores de Emoção. Depois de dirigir alguns outros excelentes trabalhos, no ano de 2010 foi a primeira mulher a ganhar o Oscar de Melhor Direção, pelo filme Guerra ao Terror.
Para sugerir alguns ótimos filmes da carreira de Bigelow, fizemos uma lista abaixo:
Em um de seus primeiros filmes como diretora, no final da década de 80 chegou aos cinemas de alguns países o drama com pitadas de ação Quando Chega a Escuridão. Na trama, conhecemos um homem que é seduzido por uma vampira e acaba se juntando a uma gangue de vampiros que aterrorizam cidades do interior dos Estados Unidos. Disponível no catálogo do Telecine.
Um dos grandes filmes de ação dos anos 90 (e podemos dizer também da história do cinema norte-americano), Caçadores de Emoçãoreúne uma forte história, personagens carismáticos, ação, aventura, nos mostra os limites da amizade, os limites da lei, vários pontos reflexivos reunidos em um filme pulsante protagonizado por Patrick Swayze e Keanu Reeves. Disponível no catálogo da Globoplay, TelecineeAmazon Prime Video.
K-19: The Widowmaker
Lançado em 2002 e ambientando nos conflitantes dias de Guerra Fria, K-19: The Widowmaker, protagonizado por Harrison FordeLiam Neeson, nos conta a saga de tripulantes que recebem uma missão: testar o submarino nuclear K-19 em águas profundas, só que por conta de graves problemas técnicos as soluções se tornam complicadas com o risco de uma enorme explosão e assim até mesmo iniciar uma guerra.
Uma das maiores surpresas da história do Oscar, Guerra ao Terror é um filme que foi lançado em DVD no Brasil mas relançado nos cinemas por contas das indicações que teve da academia. Orçado em 15 milhões de dólares, e vencedor de seis Oscars, inclusive de Melhor Filme e melhor diretora (se tornando a primeira diretora a ganhar o prêmio por direção), o filme conta a história gira em torno de um grupo de soldados que integram um dos esquadrões anti-bombas do exército norte-americano e enfrentam inúmeras dificuldades em uma função que nunca sabem o dia de amanhã. O filme fez decolar a carreira do ator Jeremy Renner. Disponível no catálogo da NetflixeAmazon Prime Video.
Esse trabalho da diretora Kathryn Bigelow chegou para chocar e mostrar ao público a operação secreta que levou à captura do maior terrorista dos últimos tempos. Com um roteiro do competente deMark Boal, A Hora Mais Escuranão é um filme fácil de digerir. O cinéfilo precisa ter muita paciência e estômago em alguns momentos. É o tipo de filme que vende muito mais lá fora do que aqui, por isso talvez não fora muito procurado. Como a Academia adora esse tipo de trabalho, recebeu algumas indicações ao Oscar anos atrás. Logo no começo, com os gritos reais e aterrorizantes daquela manhã do dia 11 de setembro de 2001 o espectador começa a entender sobre o que de fato é esta história. Disponível no catálogo da Netflix.
As páginas não viradas de absurdos atemporais. Emplacando belos filmes em sequência, A Hora mais Escura, Guerra ao Terror, a excelente cineasta californiana traz para o público uma história baseada em fatos que ocorreram, sobre ações de elementos do corpo policial em um hotel, em meio a uma Detroit perturbada pelo caos nas ruas no ano de 1967. Detroit em Rebelião explora o preconceito vivido pela população negra em uma cidade completamente desgovernada e com ações policiais polêmicas. O roteiro, é do excelente nova iorquino Mark Boal(A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror), que faz da carga dramática um filme explosivo que não nos deixam tirar os olhos da tela. Disponível no catálogo do Telecine.
Uma história pode ter começo, um meio e um quase fim. Quem viveu intensamente os anos que se seguiram ao processo de redemocratização do Brasil, principalmente os anos 1990, percebeu uma mudança marcante em nossa cultura, com cada vez mais novas formas de se expressar estando ao alcance de uma juventude carente por um desabafo coletivo.
Nesse cenário, no final da década de 1980, surgiu, diretamente do coração do Brasil uma banda, fã de Ramones, que misturava o punk e o rock alternativo com uma generosa pitada de ritmos nordestinos, o que virou o conhecido forró-core. Composta por quatro integrantes – três amigos inseparáveis e um que se juntou tempos mais tarde -, o grupo logo começou a chamar a atenção. Óbvio que estamos falando de Rodolfo, Digão, Canisso e Fred, o Raimundos.
Apresentando os mais curiosos detalhes da ascensão meteórica de uma das bandas mais impactantes da história da nossa música, chegou ao Globoplay um documentário espetacular com roteiro e direção de Daniel Ferro, Andar na Pedra – A História do Raimundos, que podemos até chamar de definitivo! Tendo como pano de fundo a origem de canções conhecidas até hoje, o projeto fortalece seu discurso ao mesmo tempo que surpreende ao destrinchar, sem papas na língua e ao passar por assuntos controversos e polêmicos, a trajetória – do começo, passando pelo meio (sucesso) e chegando ao ‘quase o fim’.
Ao longo de cinco episódios viciantes – eu mesmo ia assistir a apenas um, mas acabei maratonando madrugada adentro -, percorremos, de forma linear, um impactante desfile pelos conflitos do abstrato das emoções, que ganham interpretações variadas em assuntos de conhecimento público (ou não) que marcaram a história da banda a partir dos quatro integrantes da formação inicial. Os laços de amizade, as tragédias, o auge do sucesso, as escolhas polêmicas, a busca pela identidade, o colapso emocional e as rupturas ao longo do tempo contornam uma narrativa pulsante.
A obra ainda conta com uma competente pesquisa, além de imagens e vídeos de arquivo, e uma série de entrevistas com nomes do cenário musical independente, familiares dos músicos, apresentadores de programas culturais, empresários e membros da equipe, reunindo uma série de depoimentos importantes e bem distribuídos ao longo das cerca de cinco horas de projeção total.
Além de tudo isso, em mais de um capítulo, entramos em um assunto sempre cheio de questões: a indústria fonográfica brasileira. A importância dos selos independentes, os embates na relação músicos e gravadoras, o papel primordial das rádios e da televisão durante aquele período de ascensão da banda, entre outros pontos que circulam o assunto. Há muita críticas pelas entrelinhas (outras descaradas), as pessoas mais observadoras perceberão.
Sem esconder nada e falando sem reservas sobre drogas, sexo, religião e muito rock and roll, Andar na Pedra – A História do Raimundosse consolida com um dos documentários mais viscerais sobre artistas brasileiros dos últimos tempos. Impressionante!
Mesmo para os que amam e vivem para o cinema, muitas vezes fica difícil acompanhar tudo que é lançado. E esse fato se torna cada vez mais verdade com a enxurrada de ofertas que recebemos agora além dos cinemas, também nas plataformas de streaming – que começam a engarrafar e tornar a vida dos aficionados cada vez mais complicada. É preciso filtrar o que queremos de fato ver – já se tornando impossível conferir de tudo como antes. Curioso mesmo é o fenômeno que faz certos filmes simplesmente desaparecerem da face da Terra. Acontece que existem aqueles filmes que estreiam tão abaixo do radar, que muitos sequer tomam conhecimento que eles já foram lançados, o percebendo alguns anos depois – ou quem sabe por um longo tempo. O mais estranho, porém, é quando um filme gera inclusive certo burburinho antes de sua estreia, ficamos animados, o conferimos, gostamos, mas por alguma razão pouco tempo depois ele simplesmente deixa de ser relevante e desaparece do mapa, caindo no esquecimento. É o fator ressonância.
Esse mal não se acomete apenas aos fracassos de crítica, bilheteria ou às produções pequenas independentes. Podemos nota-lo inclusive com longas de boa bilheteria, sucessos de crítica e envolvimento de grandes nomes. Para mostrar como esse citado fenômeno funciona, selecionamos em nossa mais recente matéria produções que envelheceram apenas 5 anos desde seu lançamento, mas que a maioria já esqueceu, ou sequer tomou conhecimento da existência. Todos com estrelas, astros e diretores consagrados. Confira abaixo e comente.
Começamos a lista com uma verdadeira promessa do Oscar de cinco anos atrás. De fato, quando o drama histórico fez seu debute no Festival de Sundance em 2016, todos gritavam para os quatro ventos que seria a obra arrebatadora da premiação da Academia. Baseado na história real sobre uma rebelião de escravos, o mais interessante de O Nascimento de uma Nação era que subvertia o clássico de 1915 – um marco técnico, porém, considerado um filme racista ao enaltecer a Ku Klux Klan. Apesar de muito digna, a nova versão terminou varrida para debaixo dos panos graças à polêmica envolvendo o protagonista, diretor, roteirista e produtor Nate Parker, acusado de estupro na época da faculdade. Para piorar, no elenco temos Armie Hammer, dono de seus próprios escândalos avassaladores atualmente. Ou seja, se tornou por falta de palavra melhor, um filme maldito.
O que você diria para um filme protagonizado por Charlize Theron, Javier Bardem e Adèle Exarchopoulos (então saída do sucesso Azul é a Cor Mais Quente), e dirigido por Sean Penn? Imperdível, certo? Tendo sua estreia realizada no prestigiadíssimo Festival de Cannes, este é outro longa que tinha toda a pompa de Oscar. O caso aqui foram as críticas extremamente negativas que massacraram o filme, fazendo com que sua estreia nos cinemas fosse cancelada em muitos países, como no Brasil, onde recebeu um lançamento direto em VOD. O filme era um projeto de estimação da atriz Robin Wright, que trouxe Bardem e Penn a bordo. Quando Wright e Penn se separaram na vida real, o ator assumiu a direção e trouxe sua então namorada Charlize Theron para ficar com o papel que seria da ex. A trama mostra um grupo de médicos e voluntários ajudando em lugares inóspitos e necessitados na África, porém, conta com valores absurdos como o “romantismo em se passar Aids para alguém”. WTF!
Outro que “gritava” Oscar antes de seu lançamento. Isso porque esse filme romântico sobre o milionário excêntrico e recluso Howard Hughes marcaria o retorno triunfal do veterano Warren Beatty, ele mesmo afastado de Hollywood então por quase vinte anos desde o fiasco de sua última comédia Ricos, Bonitos e Infiéis (2001). Escrito, dirigido, produzido e protagonizado por Beatty, como ele gostava de fazer, antes do trailer do longa começar, eram apresentados às credenciais do icônico artista, e seus trabalhos em produções Oscarizadas como Reds, O Céu Pode Esperar, Shampoo, Dick Tracy, Bonnie & Clyde, Bugsy e Politicamente Incorreto. Sim, esse deveria ser o retorno triunfal do ator e cineasta às graças da Academia. Porém, a história sobre uma jovem aspirante à atriz (Lily Collins) no meio de um triângulo amoroso entre Hughes (Beatty) e seu motorista (Alden Ehrenreich) foi solenemente ignorado pelos votantes, com a maioria das pessoas sequer tomando conhecimento de sua existência.
Todos os filmes da lista possuíam um potencial enorme, que infelizmente não foi atingido. Isso porque em todos estes longas apresentados não faltam talentos envolvidos. Como sabemos, o programa humorístico Saturday Night Liveé um dos maiores exportadores de astros da comédia para as telonas. Foi de lá que saíram Eddie Murphy e Bill Murray, por exemplo. Mas nem todos conseguem fazer essa transição para o cinema. É o caso com a estrela onipresente Tina Fey. Sucesso absoluto no programa, roteirista talentosa de outros programas de TV, mas no cinema simplesmente não podemos citar um grande filme seu. Aqui, ela tentava de novo dirigida pela dupla que entregou o querido Amor a Toda Prova(2011) e com a participação de ninguém menos que a musa Margot Robbie no mesmo ano em que viveria a Arlequina pela primeira vez. Apesar de todos estes atrativos, este filme sobre um grupo de repórteres de guerra cobrindo o conflito no Afeganistão passou em branco, no Brasil sendo lançado direto em vídeo. Você já tinha ouvido falar?
Destino Especial
Outro diretor muito autoral, o cineasta Jeff Nichols marcou sua carreira com obras celebradas como Amor Bandido (2012), chegando até o Oscar com o subestimado Loving: Uma História de Amor(2016). No mesmo ano de seu filme mais prestigiado, Nichols resolvia apostar em algo, digamos, mais voltado ao entretenimento escapista, com a ficção científica Destino Especial. É curioso pois este filme foi lançado no mesmo ano da primeira temporada de Stranger Things e carrega alguns de seus temas; como uma criança com dons sobrenaturais chamando atenção de oficiais do governo, fazendo seu pai e amigos se desdobrarem para protege-la. Porém, aqui tudo é levado num tom mais sério, dramático, e sem qualquer uso de humor. O menino, vivido por Jaeden Martell seguiu para estrelar It – A Coisa (2017) e Entre Facas e Segredos (2019). Fora isso, o longa conta com uma verdadeira constelação de Hollywood, vide Adam Driver, Kirsten Dunst, Michael Shannon e Joel Edgerton. Stranger Things virou sensação, enquanto Destino Especialcaiu no ostracismo completo.
Por falar em Stranger Things, aqui temos um dos membros “veteranos” da série, o jovem Charlie Heaton, que interpretam Jonathan Byers, irmão do menino sumido no início da série. Quem protagoniza este drama de terror é a indicada ao Oscar Naomi Watts. No filme, ela vive uma psicóloga que trabalha em casa e vive isolada cuidando de seu filho em estado vegetativo. Até que ela decide cuidar de outro menino em busca de um lar temporário. Quando esse novo garoto desaparece de seus cuidados, em meio a uma nevasca, estranhos acontecimentos colocam a mulher duvidando de sua própria sanidade. Heaton interpreta o filho vegetativo e o menino sensação Jacob Tremblay (então recém-saído do sucesso de O Quarto de Jack) vive o menino desaparecido. Refém do Medo era planejado como o retorno triunfal de Watts para o gênero que a colocou no mapa com O Chamado em 2002. Uma curiosidade é que o roteiro do filme estava na chamada “lista negra” de 2013 dos mais interessantes que ainda não tinham sido filmados em Hollywood. Apesar de todos esses atrativos, por alguma razão o filme simplesmente não emplacou e desapareceu do mapa.
E que tal um filme que traga no elenco atores como Keanu Reeves, Jim Carrey e Jason Momoa? Uma mistura no mínimo curiosa, certo? E o que você me diria se eu te contasse que esse filme já existe, mas que quase ninguém viu ou sequer tem conhecimento dele? Amores Canibais é um drama pós-apocalítico sobre um planeta devastado, no melhor estilo Mad Max, onde veremos surgir novos conceitos de sociedade “olho por olho e dente por dente”. O longa é escrito e dirigido pela inglesa Ana Lily Amirpour, que chamou atenção com seu longa de estreia, o terror conceitual Garota Sombria Caminha Pela Noite (2014), sobre uma vampira iraniana de burca. Em Amores Canibais a protagonista é Suki Waterhouse, que termina com os membros devorados por uma seita de canibais, encabeçados por Momoa. No seu caminho ela encontra personagens exóticos, como o mafioso de Keanu Reeves e o andarilho mudo de Jim Carrey.
Muitos atores resolveram dar o grande passo em sua carreira e pular para trás das câmeras se tornando também diretores. Foi o caso com o talentoso Ewan McGregor, que realizou esta transição há cinco anos. Uma pena que muitos não viram e tantos outros sequer saibam de seus esforços como diretor. Para sua estreia como realizador, McGregor escolheu adaptar ao cinema o livro de Philip Roth sobre o conflito geracional de uma família e suas visões políticas e sociais distintas. McGregor também protagoniza como um pai de família casado com a personagem da Oscarizada Jennifer Connelly. Religiosos conservadores, eles foram destaque no colegial – ele, um astro do esporte, e ela uma rainha da beleza. Em plena década de 1960, os dois terão uma baita dor de cabeça com sua filha, papel de Dakota Fanning, que se tornou uma ativista ferrenha, cada vez mais caminhando para um extremismo violento em seus atos de protesto e insurgência. Uma obra fervorosa, que poderia ter chegado até o Oscar, isto é, se mais gente tivesse prestado atenção nela.
Segundo o Vanity Fair , a atriz Thandie Newton passará a ganhar o mesmo que os seus colegas de trabalho na 3ª temporada da série ‘Westworld‘.
Apesar da série não ter sido oficialmente renovada para o terceiro ano pela HBO, Newton diz que as negociações contratuais já estão acontecendo.
“As negociações estão rolando atualmente, e, sim, teremos equidade. É muito animador. Sem precedentes. É uma felicidade; quebra toda a dor calcificada, o ressentimento, a frustração. Estilhaça tudo isso,” declara a atriz.
A HBO tem passado o pente fino em suas produções, ajustando os salários de seus atores com o objetivo de evitar polêmicas e injustiças.
Os fãs da série ‘9-1-1‘ têm desejado por um casal improvável: Buck e Eddie. O “shippe” tem se tornado cada vez mais popular, especialmente depois do último episódio de 2018, em que os personagens foram confundidos como um casal. Em entrevista ao TVLine, o produtor executivo Tim Minear revelou que a cena foi um presente aos fãs.
“Eu sei que muitas pessoas estão sentindo essa vibe entre o Buck e Eddie, é por isso que eu coloquei aquela cena no final. A personagem [que os confundiu como um casal] estava basicamente falando pelo público. E eu não estou afirmando que a fonte jorrando atrás dele significa algo metaforicamente. Vocês decidem.”
A segunda temporada retornará com episódios inéditos no dia 18 de março.
Produzida pelos parceiros de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, a série foca na equipe que responde chamados de emergência e lidam com situações de vida e morte diariamente.
Em entrevista ao Collider, Andy Muschietti falou sobre o peso criativo de Stephen King na construção na trama de ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘, negando que ele tenha pedido uma cena original na sequência. O diretor, no entanto, revelou que o autor tinha duas cenas favoritas que ele queria na adaptação.
“Eu mostrei o roteiro para ele, pois queria saber sua opinião e se ele tinha algum comentário sobre ele, e ele respondeu: ‘Acabei de ler. Não é uma obrigação, mas há algumas coisas que eu realmente adoraria ver no filme’. Ele é um fã de Paul Bunyan, especialmente do Paul Bunyan perseguindo o Richie. E isso foi ótimo, pois eu estava um pouco em dúvida sobre isso. Então, quando Stephen perguntou ‘Iremos vê-lo no filme?’, eu afirmei ‘Com certeza’.
Ele continua, “A outra cena envolve o momento que a cidade inunda. Descobri que é um dos momentos favoritos de King no livro. Nós não podíamos fazer algo nessa dimensão, porque eu queria terminar o filme de uma forma mais emocional, mais íntima, mais focada nos sentimentos desse grupo de personagens. Além disso, fazer essa cena provavelmente tomaria metade do nosso orçamento em efeitos visuais. Não queria passar por isso.”
Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.
O canal USA cancelou oficialmente a série ‘Treadstone‘, baseada na famosa franquia ‘Jason Bourne‘, depois de apenas uma temporada.
O cancelamento da produção se dá através de uma nova estratégia do canal, que deverá focar em programas sem roteiro, como documentários e reality shows.
O projeto é focado na companhia Treadstone, agência que criou Jason Bourne e agora acorda outros agentes ao redor do mundo para cumprir perigosas missões para a CIA.
Na trama, um professor é forçado a enfrentar um segredo do seu passado quando uma dupla de psicopatas leva ele e sua família para uma viagem aterrorizante.
A produção do Disney+ trará Sandrine Holt (‘Resident Evil 2: Apocalipse’) como a nova Vanessa Fisk, substituindo a atriz Ayelet Zurer.
Vale lembrar que a nova série contará com o retorno de Charlie Cox (Demolidor), Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk) e Jon Bernthal (Justiceiro).
Infelizmente, Deborah Ann Woll e Elden Henson não irão retornar como Karen Page e Foggy Nelson, respectivamente. Ainda não se sabe, no entanto, se seus papéis serão reescalados ou se os personagens simplesmente não serão incorporados à trama.
A série será será um revival da produção da Netflix, mas desta vez para a Disney+ e com 18 episódios, contando com uma participação mais direta do herói dentro do Universo Cinematográfico da Marvel.
Nas redes sociais, os fãs estão comemorando o início da produção e mal podem esperar pela estreia.
Confira as reações:
“‘Demolidor’ começa a gravar amanhã. Eu tô normal.”
“Não… Mas amanhã é um grande dia. ‘Demolidor’ começa a ser filmado.”
No… but tomorrow is a huge day, @Daredevil starts filming ❤️
— is Daredevil: Born Again out yet ? (@isdaredevilout) March 5, 2023
“Com o ‘Demolidor’ aparentemente programado para filmar amanhã, provavelmente começaremos a receber muitas fotos de spoilers. Se aparecer alguma coisa eu aviso mas não posto aqui… Para quem quiser ver, e para quem quiser ficar longe de spoilers.”
With Daredevil apparently scheduled for filming tomorrow, we’ll probably start getting lots of spoiler pics. If there’s anything popping up, I’ll let you know about them but won’t post them here… for those who want to see, and for those who want to stay away from spoilers
— Daredevil ManWithoutFear.com (@manwithoutfear) March 5, 2023
“As gravações de ‘Demolidor‘ começam esta semana.”
“Aaaah!! Isso está realmente acontecendo?! #Demolidor está de volta e as filmagens devem começar nos próximos dias?? Estou me beliscando. Quase difícil de acreditar.”
Em entrevista para a NME, Cox foi questionado sobre quanto tempo pretende continuar dando vida ao personagem titular.
“Eu não sei, quero dizer, há um contrato e tudo mais, do qual eu não posso falar. Mas não sei até quando serei o Demolidor.”
Ele continuou:
“Eu acho que você tem que fazer tudo ao seu alcance para aproveitar os momentos de sucesso enquanto os vivenciar. Estou incrivelmente grato pelo retorno do Demolidor. Adoro interpretar esse personagem. Quanto tempo mais na minha idade posso interpretar o papel principal em um filme de super-herói ou programa de TV? A verdade é que não por muito tempo, provavelmente.”
Anteriormente, ele disse à Entertainment Tonight que a trama da nova atração pode ser contada a partir do zero.
“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe? De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”
E aí, você está animado para revê-lo combatendo o crime?
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
A animação ‘Trolls 3 – Juntos Novamente‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 100.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 100.5 milhões – totalizando US$ 200.9 milhões arrecadados mundialmente.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais inclui o Reino Unido (US$18.7M), França (US$10.9M), Alemanha (US$6.9M), México (US$6.4M) e Brasil (US$5.9M).
Vale lembrar que a Universal Pictures convidou o CinePOP para passar um dia na DreamWorks Studios e descobrir como o filme foi feito, desde os storyboards até a animação chegar aos cinemas.
Assista a matéria e nossa entrevista:
Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.
Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.
De acordo com o Deadline, o primeiro episódio de ‘Agatha Desde Sempre‘, série derivada de ‘WandaVision‘, registrou 9.3 milhões de visualizações em seus sete primeiros dias no streaming do Disney+.
Para termos de comparação, a segunda temporada de ‘Loki‘ alcançou 10.9 milhões de visualizações em seus três primeiros dias na plataforma.
Dentre os lançamentos recentes do serviço de streaming, ‘Ahsoka‘ e a cancelada ‘The Acolyte‘ alcançaram 14 milhões e 11.1 milhões em seus cinco primeiros dias, respectivamente; e ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘ registrou 13.3 milhões em seus seis primeiros dias.
Assim como na Netflix, a métrica de visualização é definida pelo tempo assistido dividido pela duração total.
Lembrando que o próximo capítulo vai ao ar no dia 02 de outubro.
Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes.
Jac Schaeffer entra como showrunner.
Além de Hahn reprisando seu papel como Agatha Harkness, o elenco conta com Joe Locke, Sasheer Zamata, Ali Ahn, Maria Dizzia, Paul Adelstein, Miles Gutierrez-Riley, Okwui Okpokwasili, Debra Jo Rupp, Patti LuPone e Aubrey Plaza.
Mike Wiluan (‘Motel Melati’) é responsável pela direção.
Depois de serem atingidos por submarinos aliados, um soldado japonês e um prisioneiro de guerra britânico ficam presos em uma ilha deserta e logo descobrem que estão sendo caçados por uma feroz criatura mitológica, o Orang Ikan.
Dean Fujioka (‘Fullmetal Alchemist – A Vingança de Scar’) e Callum Woodhouse (‘A Maldição de Raven’s Hollow’) estrelam a produção.
O terror será lançado no serviço de streaming no dia 25 de julho.
De acordo com o Deadline, Mahershala Ali (‘Jurassic World: Recomeço’) foi confirmado no elenco da 2ª temporada de ‘Task‘, aclamada série daHBO – que conquistou impressionantes 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O ator interpretará Eddie Barnes, um agente experiente e respeitado da DEA na Filadélfia, cuja equipe entra em conflito com a unidade de Tom.
No próximo ciclo…
Mark Ruffalo (‘Thor Ragnarok’) retorna como o Agente Tom Brandis, que assume o comando de uma nova força-tarefa, mas quanto mais aprofundada a operação, mais difícil fica identificar o alvo.
Vale lembrar que todos os episódios da primeira temporada já estão disponíveis na plataforma de streaming da HBOMax.
O sucesso do personagem Baby Groot de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ extrapola o universo cinematográfico. O adorável herói também está estrelando um comercial ao lado de Gecko, o mascote da empresa GEICO – que trabalha com seguros de automóveis. Até o momento, o vídeo possui mais de cinco milhões de visualizações.
Confira:
A Event Cinemas, a maior rede de cinemas da Austrália, confirmou em seu site que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ terá 137 minutos, mais precisamente, 2 horas e 17 minutos.
Assim, a produção se torna o quarto filme mais longo da Marvel Studios, atrás de ‘Capitão América – Guerra Civil’ (146 minutos), ‘Os Vingadores‘ (143 minutos) e ‘Vingadores – Era de Ultron‘ (141 minutos).
Mais um membro original do elenco de ‘Avatar’ foi confirmado nas sequências. Segundo o site Deadline, Dileep Rao (‘A Origem’) retorna para as continuações no papel do cientista Max Patel.
No filme, Patel possuía muita experiência com Pandara e era um funcionário fiel da Dra. Grace, interpretada por Sigourney Weaver.
A Rafa Gomesassistiu a 1ª Temporada da série da Netflix,Segurança em Jogo, e te conta porque ela foi a produção do gênero drama MAIS ASSISTIDA no Reino Unido, em 2018.
‘Frozen 2’ chega em breve aos cinemas de todo o mundo e o longa ganhou novas avaliações, que refletiram diretamente em seu índice de aprovação.
Após abrir com ótimos 84% de aprovação, com nota 7,09/10baseada em 31 reviews no Rotten Tomatoes, a produção sofreu uma queda em sua porcentagem, atingindo a marca de 77%.
As novas avaliações contrariam as opniões iniciais que pontuavam a originalidade da sequência e o desenvolvimento mais maduro da trama, com o longa sendo criticado pela falta de um vilão e por trazer uma narrativa que não produz o mesmo impacto emocional que a anterior.
Confira as principais reações:
“Tudo é muito frio, parcialmente porque não há um vilão, o que torna a trama pouco concreta”. – John Anderson, Wall Street Journal
“Embora o visual às vezes pareça belo e tenha movimento, há muito pouco nas telonas ou na trilha sonora, que parece desconhecida ou carrega muito pouco do frescor da neve que cobre o reino da Elsa”. – Oliver Jones, Observer
“‘Frozen II‘ está destinado a ser um daqueles filmes infantis que vamos querer assistir uma série de vezes”. – Nell Minow, RogerEbert.com
“Uma sequência enjoativa e esquecível de um filme muito melhor”. – Phil Villarreal, ABC Tucson
“Nunca é surpreendente, ainda assim ele estoura em imaginação pictorial – flocos de neve que deixam rastros como estrelas cadentes -, te mantem envolvido, assim como a Elsa e a Anna, que ainda não estão esperando que a vida aconteça”. – Manohla Dargis, New York Times
“Se há uma falta de potência de fogo nos personagens, o mesmo serve para ‘Frozen II‘: Nunca alcança a dimensão de seu predecessor, mas é uma folia adequada na neve”. – Adam Graham, Detroit News
Em 2013, o primeiro ‘Frozen‘ conseguiu a marca de US$ 67,4 milhões em sua abertura. Em apenas cinco dias de exibição, a animação faturou US$ 93,6 milhões.
Lembrando que, ao total, ‘Frozen‘ registrou US$ 1,27 bilhão nas bilheterias mundiais, e é a animação com a maior bilheteria da história.
‘Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.Confira o teaser:
A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.
Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.
Após ter passado por diversos problemas nos bastidores e várias refilmagens, o longa ‘Mundo em Caos‘ (Chaos Walking) parece finalmente caminhar a passos mais largos.
E depois de ter o seu primeiro cartaz divulgado, o sci-fi ganhou outras novidades, com o anúncio do lançamento de seu primeiro trailer oficial.
A informação foi divulgada pela conta oficial do Twitter da Lionsgate, em resposta a uma publicação feita pela outra conta do próprio filme.
Na ocasião, a página oficial do sci-fi questionou o estúdio a respeito de como os fãs da produção deveriam ser chamados – se seriam endereçados como caóticos ou caminhantes.
Em resposta, a Lionsgate surpreendeu os fãs, revelando que o trailer será lançado nesta semana, em data a ser revelada:
“Gostaria de poder dizer mais, mas tudo que posso dizer a vocês é que o trailer sai esta semana”.
wish I was allowed to say more, but all we can tell you is the trailer comes this week.
Segundo rumores, a produção tem sido “um grande desafio” para a Lionsgate, e que seu orçamento já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões.
“O resultado final foi considerado uma bomba pelos executivos que assistiram o primeiro corte do filme, de acordo com antigos funcionários. A Lionsgate atrasou os planos de um lançamento em março e começou três semanas de filmagens adicionais, o que custará mais milhões de dólares, na esperança de melhorar a qualidade do longa.”
Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é baseado no livro The Knife of Never Letting Go, escrito por Charlie Kaufman.
Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Ridley).
A primeira série europeia da HBO Max, intitulada ‘Kamikaze‘, já está disponível na plataforma de streaming.
A comédia dramática teve a sua estreia nesta semana na grade de programação, com o seus dois primeiros episódios. Os demais capítulos serão lançados semanalmente a cada domingo.
Na trama, a vida de Julie parecia perfeita – até receber uma mensagem que mudaria tudo. Quando seus pais e irmão morrem em um acidente de avião no dia do seu aniversário de 18 anos, ela se vê sozinha para reavaliar e redescobrir sua vida.
A atriz e escritora brasileira Fernanda Torres foi oficialmente anunciada como integrante do júri principal da 82ª edição do Festival de Cinema de Veneza, um dos mais prestigiados do mundo. Ela se junta a nomes de peso do cinema internacional sob a presidência do diretor americano Alexander Payne (Os Descendentes, Nebraska).
Fernanda, vencedora do Globo de Ouro 2025, indicada ao Emmy e vencedora do prêmio de melhor atriz em Cannes por ‘Eu Sei Que Vou Te Amar ‘(1986), é reconhecida não apenas por sua trajetória como atriz, mas também por sua contribuição como cronista e autora premiada. Sua seleção reforça a presença do Brasil nos grandes festivais internacionais e valoriza a diversidade de olhares no júri.
Além de Fernanda, o júri da competição oficial inclui Mohammad Rasoulof, cineasta iraniano recentemente exilado, conhecido por ‘O Mal Não Existe‘; Cristian Mungiu, diretor romeno vencedor da Palma de Ouro por ‘4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias‘; Stéphane Brizé, diretor francês de Em Guerra; Maura Delpero, diretora italiana de ‘Maternal‘; Zhao Tao, atriz e produtora chinesa, colaboradora de longa data de Jia Zhangke.
O grupo será responsável por atribuir os principais prêmios do festival, como o Leão de Ouro de melhor filme, o Leão de Prata de melhor direção, as Coppa Volpi de atuação, entre outros.
O júri da mostra paralela Horizons será presidido pela diretora francesaJulia Ducournau (Titane) e terá entre seus membros a diretora australiana Shannon Murphy (Babyteeth) e o artista norte-americano RaMell Ross.
Já o júri do prêmio Luigi de Laurentiis, voltado a primeiras obras, será liderado pela escocesa Charlotte Wells (Aftersun), acompanhada por Erige Sehiri (França-Tunísia) e Silvio Soldini (Itália).
O Festival de Veneza 2025 acontece entre os dias 27 de agosto e 6 de setembro, com a aguardada programação oficial prevista para ser anunciada em 22 de julho.
Na trama, durante as férias de verão, um grupo de crianças, liderado por uma menina de apenas seis anos, vive diversas aventuras em um mundo que se abre cheio de possibilidades e maravilhas perante seus olhos. Enquanto isso, os seus pais e os adultos ao seu redor passam por uma jornada completamente distinta, em tempos difíceis.
A cinebiografia que conta a história de Neil Armstrong, intitulada ‘Primeiro Homem’ (‘First Man‘), com Ryan Gosling como protagonista, ganhou seu primeiro trailer e pôster. Confira:
Segundo o co-roteirista da produção, Josh Singer, a produção será de fato um filme de ação, focando mais nos aspectos “viscerais” que cercam a trajetória do astronauta.
Em entrevista ao The Boston Globe, Singer ainda salientou que a trama será 100% “um filme sobre missão”. O roteirista ainda pontuou que cinco peças já foram filmadas e que Chazelle queria estar “apavorado o tempo”. Ele ainda disse que a narrativa enfatizará nos atributos de sobrevivência da própria história, ao invés de se concentrar apenas na experiência de Neil ter aterrizado na lua.
Com esses detalhes, é provável que ‘The First Man‘ tenha os mesmos aspectos angustiantes que outro recente clássico amado, ‘Gravidade‘.
Jon Bernthal, de ‘O Justiceiro’, será Dave Scott, um dos 12 homens a pisarem na Lua. A produção trará Ryan Gosling como o Neil Armstrong.
‘First Man‘ é a segunda dobradinha entre Ryan e Damien Chazelle, que trabalharam juntos em ‘La La Land – Cantando Estações‘.
Prosseguindo com a série CinePOP Made In Brasil, na qual apresentamos jovens talentos que estão lançando novidades e contribuindo para o crescimento da cultura pop no Brasil, vamos falar hoje com a publicitária e ilustradora carioca, Raquel Segal, que faz bastante sucesso nas redes sociais com as tirinhas amarelas do Aquele Eita, uma página que tem mais de um milhão e meio de seguidores nas redes, que consegue traduzir nas tiras os sentimentos de milhões de pessoas. Confira!
Bom, Raquel, por que você não se apresenta?
Raquel conquistou vários prêmios, entre eles o cobiçado Clio Awards.
Meu nome é Raquel Segal e eu sou publicitária. Passei por muitas agências de publicidade, trabalhei muito como diretora de arte, fiz muitos freelas pra vários lugares. Como diretora de arte, ganhei alguns prêmios, alguns bem importantes. O principal é o Clio Awards. Atualmente, estou fazendo freelancer como diretora. Além disso, sou ilustradora nas horas vagas. Tenho parceria com a Chico Rei e com a Go Case, então vendo muitas ilustrações lá, nas capinhas de celular e camisas. Ah, também sou criadora do Aquele Eita, que nasceu em 2016 e, meio que sem querer, cresceu muito, e, hoje, tem mais de um milhão de curtidas no Facebook, mais de 100 mil seguidores no Instagram e no Twitter.
Como foi que você resolveu entrar no mundo dos quadrinhos nacionais?
Eu entrei por conta do Aquele Eita, que, na verdade, eram só tirinhas de humor que eu fazia com o mouse bem rapidinho, era um humor besta. Só que teve um dia que eu resolvi postar uma tirinha diferenciada, meio sentimental, e aí deu muito certo, o pessoal curtiu muito – eu acho que o pessoal da internet adora uma bad (risos) – e foi isso. Cresceu do nada. E como eu gostava muito de quadrinhos, por conta de um ex-namorado que era viciado, e me apresentou esse mundo incrível, eu viciei nas HQs e quis fazer tirinhas. Depois do Aquele Eita, me cresceu o interesse de fazer uma história em quadrinhos própria, e foi aí que surgiu O Anjo Que Latia, Seria Cômico Se Fosse Cômico, que é uma coletânea de tirinhas de humor, que eram da página, mas nunca foram postadas. E fiz o Vagando Por Aí, que é a história de um fantasma, mas usando textos do Aquele Eita. Esses são os três quadrinhos que eu tenho, fora o livro do Aquele Eita, que é um compilado de tirinhas exclusivas junto com algumas da página, que lancei pela Editora Planeta, tem também o Sempre Faço Tudo Errado Quando Estou Feliz. E agora, em andamento, tem o segundo livro do Aquele Eita, que era pra ter saído no ano passado, mas não saiu porque ainda está no processo de criação. Fazer quadrinhos é muito difícil, mas é uma experiência muito boa.
Vagando por aí é um dos sucessos lançados por Raquel Segal
De onde surgiu a ideia de fazer o “Aquele Eita”?
Foi muito do nada. Eu estava à toa em casa, sentindo falta de desenhar. Então pensei: “Vou criar uma página pra fazer tirinhas bestas, com o meu tipo de humor, mais leve”. Tanto que eu desenha com o mouse pelo paint. As pessoas até curtiam, mas não era nada de mais. Aí eu tive uma desilusão amorosa e decidi fazer o Aquele Eita. A página, do nada, teve um crescimento absurdo, foi algo super orgânico, sabe? As pessoas começaram a compartilhar e a descobrir a página… Enfim, foi um dia em que lembro de ter acordado e ter visto muita menção, muita notificação e eu fiquei tipo: “Meu Deus, o que aconteceu aqui?”. E foi isso, foi meio que a internet fazendo o trabalho da internet, viralizando coisas que ninguém espera. Eu não achei que a página fosse viralizar com as tirinhas, mas aparentemente deu certo.
Qual a parte mais difícil de fazer tirinhas sobre sentimentos? Você se deixa levar mais pelo que está sentindo ou procura inspiração em outras pessoas?
No início eu fazia mais sobre o que eu tava sentindo, mas depois eu comecei a receber muitas mensagens de pessoas pedindo pra eu fazer sobre esse tema ou aquele tema. Aí, eu comecei a fazer mais pelas pessoas, fazer o que elas pediam, recomendavam, pegava um pouco do que os meus amigos estavam sentindo e deixei um pouco de fazer sobre mim. Não que não tenha, porque tem bastante coisa sobre mim ali, mas a página se tornou muito maior do que o que eu estou sentindo, porque, né? É uma responsabilidade muito grande. Tem alguns assuntos que são delicados, como depressão, e isso não é uma coisa sobre a qual eu possa falar com propriedade porque eu nunca tive depressão. Então, sempre que vou falar sobre um assunto do qual eu não tenho vivência, eu peço ajuda para algum amigo que já passou ou passe por isso, tanto que as tirinhas do Setembro Amarelo foram feitas com a ajuda de uma amiga minha que tinha depressão. Eu tento sempre falar sobre sentimentos que eu entendo, mas os que eu não entendo, peço ajuda.
E como foi pra você perceber que tinha dado certo? Você tem mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais que amam o seu conteúdo. Foi um choque ou você já esperava que fosse alcançar tanta gente assim?
Eu não esperava MESMO. Sempre quis ser famosinha da internet. Já tiveTwitter de GIFs, página de conteúdo geek… Já tive várias coisas. Tentei de várias formas, tive também outra página de desenhos, mas eram ilustrações diversas. E esse projeto foi tão despretensioso que até mesmo o nome “Aquele Eita” é voltado para o tom humorístico. Mas acabou ficando, deu certo e cresceu. Não foi algo planejado, nem que eu tenha corrido atrás pra “ser famosa, vou conseguir!”. Aconteceu da noite pro dia. É difícil explicar como que foi, como eu me senti, porque a internet é esquisita (risos). Na minha própria página, tem vezes que eu posto uma tirinha que eu penso que vai bombar muito e não bomba. Tem outras que eu não espero muita coisa e ela explode. Eu sei mais ou menos os temas que dão certo, mas não é uma ciência exata. Foi um pouco de sorte com um pouco de talento.
O Anjo Que Latia fez bastante sucesso no Artist’s Alley da CCXP
O primeiro livro foi lançado há alguns anos e foi um sucesso! Você está trabalhando em uma segunda edição?
O primeiro foi lançado em 2018 e até hoje vende bastante, o que é muito legal, porque eu achei que chegaríamos em 2020 e não venderia mais nada. Mas não, ele ainda vende muito e o pessoal ainda corre bastante atrás dele e diz pra mim que gostou. O segundo era pra ter saído ano passado, e esse ano deu tudo errado. Perdi o emprego por conta da pandemia – então, no momento dessa entrevista, estou desempregada. Quem quiser me dar um emprego, pode me procurar depois (risos). E por conta disso, as coisas começaram a ficar meio complicadas. Durante o primeiro livro, eu não trabalhava ainda, eu só fiz o livro. Então, consegui fazer o livro inteiro muito rápido, mas como 2020 chegou zoneado, eu fiquei um pouco afastada das redes sociais e de tudo, porque tive que correr atrás dos freelas e de vagas de emprego – o aluguel não vai se pagar sozinho, não é mesmo? (risos). O segundo livro, no momento, está em andamento, mas muito devagar. Não sei se vou conseguir lançar a versão completa, como eu queria, ou se ele vai ser reduzido, porque agora o cenário está diferente. Tá mais caótico, mas ele vai sair aos poucos. Meu editor é muito compreensivo, então eventualmente ele vai sair.
Por fim, o que você diria pra alguém que sonhe em produzir tirinha ou quadrinhos no Brasil?
Eu sei que a maioria das pessoas querem muito bombar na internet. Eu tenho uma amiga que quase desistiu da página dela porque achou que não tava bombando, que não tinha o alcance suficiente pra manter. Só que eu acho que se você iniciar uma página querendo números, ela vai dar muito errado. O início do Aquele Eita foi muito triste. Ninguém curtia, só alguns amigos e minha família, então assim… Não comece nada achando que você vai ficar famosos, que as pessoas vão logo amar, que vai ter mil seguidores por dia, porque não vai. A não ser que você seja ou tenha ajuda de alguém famoso, isso não vai acontecer. Tem que ter um pouco de sorte, sim, conhecer as pessoas certas, ter cara de pau de pedir pras pessoas divulgarem. Mas é uma questão que não depende só de sorte, você tem que alimentar. Vamos dizer que você queria começar uma página de tirinhas. Aí, você posta uma tirinha hoje, mas a outra tirinha nova só entra daqui a dois meses, sabe? Isso não vai dar certo. Você tem que alimentar diariamente. No início do Aquele Eita, eu postava duas tirinhas por dia, e isso ficou assim por muito tempo. Quando eu já consegui uma base boa de seguidores, eu fui diminuindo. Passou a ser uma por dia, duas por semana… Até porque duas por dia tava começando a limitar minha criatividade. Mas é isso, não desista do seu sonho de ter um quadrinho famoso, não se preocupe muito com números, porque eu sei que a internet cria essa neura com eles, você tende a se comparar com os outros. Não faça isso, não se compare. Até porque não faz sentido você, que começou agora, se comparar a um cara que já tá aí há três anos fazendo aquilo, né? Eu mesma me comparava muito a páginas maiores, mas eram páginas que já estavam nisso há cinco anos com milhões de seguidores, e a minha página tinha cinco meses. Não faz sentido, sabe? Então é isso, não se compare, faça as coisas do seu jeitinho, não esqueça de alimentar as redes com conteúdo, o que é muito importante, procure as redes sociais que estejam em alta. E se já quiser lançar um quadrinho físico, acho que vale a pena procurar financiamentos coletivos, como o Catarse, compartilhar com amigos e família. Mesmo assim, eu ainda acho mais fácil lançar os conteúdos na internet, criar uma base e aí sim partir para o quadrinho físico. Existem também plataformas para lançar quadrinhos digitais. E é isso. Não desiste, vai fundo, que uma hora vai dar certo.
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