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Diretor de ‘A Múmia’ rebate críticas e diz que fez filme para o público

O diretor do reboot de ‘A Múmia’ rebateu as avaliações negativas da crítica especializada, durante uma entrevista ao site Business Insider.

Com algumas das opiniões citadas pelo entrevistador, Alex Kurtzman pontuou seu desapontamento por saber das críticas negativas, mas foi direto em defender sua produção, afirmando que seu alvo principal é de fato a audiência.

Segundo ele:

“A ferramenta que eu usei para medir o nível de aprovação do filme foram as viagens feitas ao redor do mundo, onde eu tive a oportunidade de ouvir o público nos cinemas. Esta produção foi feita para as audiências e na minha experiência, a crítica especializada e o público alvo não costumam cantar no mesmo ritmo. Eu adoraria que os críticos tivessem gostado do filme, mas esse não é de fato meu objetivo final. Nós fizemos uma produção para o público e a minha grande expectativa é que ele desfrute do que criamos”.

 

Com custos de produção, incluindo orçamento e divulgação, que chegam aos US$ 300 milhões, segundo a revista Variety, A Múmia‘ resultará em um fracasso mediano para a Universal Pictures, algo ao redor de US$ 90 milhões.

A expectativa final do estúdio é que a bilheteria do reboot continue forte no mercado internacional, mas com os lançamentos de ‘Transformers – O Último Cavaleiro’ e ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ nos Estados Unidos, ‘A Múmia’ não deverá ultrapassar os US$ 70 milhões no mercado interno.

Dark Universe: Van Helsing pode ter sido apresentado em ‘A Múmia’; Saiba quem é!

O ‘Dark Universe‘ da Universal “começa” com ‘A Múmia‘ – e esquecerá o recente ‘Drácula – A História Nunca Contada‘. Também contará com novos filmes do ‘Van Helsing‘, ‘Drácula‘, ‘Lobisomem‘, ‘O Homem Invisível‘ e ‘A Noiva de Frankenstein‘.

O próximo filme do Dark Universe, ‘A Noiva de Frankenstein‘, será lançado em 14 de fevereiro de 2019 e terá direção de Bill Condon (‘A Bela e a Fera’).

O estúdio também confirmou que  Johnny Depp e Javier Bardem, que estrelam ‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar‘, estrelarão como o Homem Invisível e o monstro de Frankenstein, respectivamente, no universo compartilhado .

Eles são acompanhados por Tom Cruise como o soldado Nick Morton e o vencedor do Oscar Russell Crowe como o Dr. Henry Jekyll, que lidera o elenco de estrelas da ‘A Múmia‘, juntamente com Sofia Boutella, a atriz que personifica o papel-título nesse filme.

As estrelas do Dark Universe!

 

 

 

‘Supergirl’: Mon-El traja uniforme dos quadrinhos em nova prévia; Assista!

O episódio de ‘Supergirl‘, intitulado ‘In Search of Lost Time‘, ganhou uma nova prévia, que traz o personagem Mon-El trajando o uniforme dos quadrinhos.

Confira, com imagens:

Supergirl é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.

‘The Devil All The Time’: Sebastian Stan substitui Chris Evans em novo filme da Netflix

O astro Chris Evans não vai mais estrelar a adaptação de ‘The Devil All The Time‘, desenvolvida pela Netflix.

Em virtude de sua tumultuada agenda, o intérprete do Capitão América‘ teve que abrir mão do projeto, que já encontrou um substituto para o seu papel.

O colega de elenco da Marvel e amigo pessoal Sebastian Stan vai assumir seu personagem na produção, que ainda conta com Tom Holland, Chris Evans, Robert Pattinson, Mia WasikowskaBill Skarsgård e Eliza Scalen.

 

A produção será uma adaptação do livro homônimo de Donald Ray Pollock. Na trama, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, lutando contra um câncer. Para tentar salvá-la, ele tenta de tudo: bebe sem medidas, ora e não mede esforços em sacrificar animais. Enquanto isso, seu filho, Arvin, está crescendo, aprendendo a lidar com o bullying da escola, se posicionando como pode. A conturbada família ainda é cercada por personagens dos mais nefastos: um grupo de serial killers insanos, um pregador que come aranhas e um xerife local corrupto.

A produção fica por conta de Randall Poster, Jake Gyllenhaal e Riva Marker.

 

‘Me Provoque’: Nova série de suspense sobre líderes de torcida estreia na Netflix

A Netflix adquiriu os direitos da popular série norte-americana ‘Me Provoque’ (Dare Me) e sua primeira temporada acaba de chegara à plataforma de streaming.

Contando com 10 episódios, a produção traz uma intensa carga dramática, muito suspense e uma misteriosa morte que pode comprometer as personagens.

Confira o trailer:

O show é baseado no romance homônimo de Megan Abbott, que também entra como produtora executiva e roteirista.

A história mergulha no feroz mundo escolar das competições de líderes de torcida e gira em torno do relacionamento entre duas melhores amigas depois que uma nova treinadora chega ao colégio e deseja levar seu time à proeminência. Enquanto sua amizade é posta à prova, suas vidas mudam quando um crime chocante abala a pequena cidade em que moram.

Herizen GuardiolaMarlo KellyWilla FitzgeraldPaul FitzgeraldZach RoerigRob HeapsAlison ThorntonAmanda Brugel fazem parte do elenco.

‘Ray Donovan’ é resgatada pela Showtime e ganhará um filme sequência

Os fãs da série ‘Ray Donovan‘ podem comemorar! Após ter sido cancelada com sua 7ª temporada, a emissora Showtime decidiu resgatar a produção e já está desenvolvendo um filme sequência, com o retorno do elenco principal. A novidade foi anunciada por meio da revista EW.

Segundo a publicação, a decisão de retroceder no cancelamento abrupto da série partiu após o apelo dos fãs, que ainda não estavam prontos para se despedir do popular personagem.

Por meio de um comunicado oficial, o co-presidente de entretenimento da emissora, Gary Levine, ponderou sobre o desejo de honrar o apoio incondicional dos fãs:

“Quando ‘Ray Donovan‘ saiu do ar, após suas sete e ótimas temporadas, nós ouvimos de muitos dos seus leais fãs que eles não estavam prontos para dizer adeus a Ray e ao maravilhoso e disfuncional clã Donovan. Então, por eles, nós estão animados em anunciar que Liev e David estão criando um novo e eletrizante capítulo dessa icônica série”.

Liev Schreiber, Jon Voight e Kerris Dorsey retornam em seus respectivos papéis, com David Hollander (showrunner da série) dirigindo o longa, a partir de um roteiro co-escrito por ele e Schreiber.

Confira a sinopse oficial do filme:

“O novo filme começa onde a 7ª temporada parou, com Mickey em suas loucuras e Ray determinado a encontrá-lo e detê-lo, antes que ele possa causar mais carnificina. A produção também entrelaçará as consequências atuais da rivalidade Donovan/Sullivan, com a história de origem de Ray e Mickey, que data de 30 anos atrás”. 

A série acompanha a vida do personagem titular (encarnado por Liev Schreiber), um homem que mantém uma agência com a função de dar um jeito nos problemas causados pelos ricos e famosos em Los Angeles. Enquanto lida com as neuroses das celebridades ele também precisa cuidar de sua família de origem irlandesa e cheia de problemas.

O elenco também inclui Jon Voight, Paula Malcomson, Kerris Dorsey, Devon Bagby, Eddie Marsan, Dash Mihok, Pooch Hall e Elliot Gould.

Crítica Netflix | Metal Lords: Comédia do criador de Game of Thrones repete fórmulas do gênero, mas é diversão garantida

Contrariando os atuais sucessos do Reggaeton e do RnB – sempre nos ouvidos da nova geração de adolescentes, o heavy metal ressurge de forma bem saudosista em Metal Lords, nova comédia teen que celebra o gênero musical que teve o seu auge de popularidade global entre os anos 80 e 2000. Apresentando clássicas bandas para uma nova leva de jovens que mal sabem o quão icônico o hit Nothing Else Matters de fato é, a produção original da Netflix brinca com os elementos nostálgicos que ainda vivem no coração do público mais velho, à medida em que entrega um filme leve, divertido e repleto de clichês.

Em alguns momentos, Metal Lords até parece uma derivação mais pauleira de High School Band, comédia musical teen de 2009, com Vanessa Hudgens e que até nos presenteia com a participação de David Bowie. Mas aqui, o diretor Peter Sollett e o roteirista D.B. Weiss – um dos produtores e criadores de Game of Thrones – tentam se desviar um pouco da rota tradicional, dando destaque a uma peculiar amizade entre dois amigos cujo único vínculo real se dá pela música. E conforme mostra a jornada dos dois desajustados tentando se preparar para a Batalha das Bandas – organizada pela escola -, a audiência segue em uma espiral de clássicos hits do heavy metal e muitas referências definitivamente feitas para os fãs mais antigos.

E mesmo que toda a atmosfera mais sombria e bizarra que orbita no entorno da cultura do trash metal, heavy metal e glam metal não seja para os novos adolescentes de 2022, a comédia explora um território comum e identificável: Crises de identidade, necessidade de aceitação e mudanças hormonais. E embora o filme não funcione muito bem em todos os seus momentos, Metal Lords é o tipo de experiência leve que vale o nosso tempo. Com uma trilha sonora emblemática pautada apenas por canções pesadas, a comédia funciona como uma saudosa homenagem aos maiores artistas dos gênero, como Iron Maiden, Metallica, Anthrax, Guns n’ Roses, Mötley Crüe, Judas Priest, Pantera e Black Sabbath – bandas que hoje fazem sucesso em caráter bem mais específico e direcionado.

Produzido por Tom Morello, um dos maiores guitarristas do mundo e ex-membro das bandas Rage Against The Machine e Audioslave, o longa traz Jaeden Martell (It: A Coisa) como protagonista, ao lado dos novatos Isis Hainsworth e Adrian Greensmith. Com uma dinâmica em tela que funciona bem, o trio de atores consegue cativar a nossa atenção com facilidade e faz os clichês funcionarem com naturalidade, tamanho carisma. Esquecível, mas divertidamente despretensioso, Metal Lords é uma comédia que até arranha alguns assuntos sérios como alienação parental, mas sem se comprometer a se aprofundar em nada. Mas ao resgatar fragmentos do clássico contemporâneo Escola de Rock com naturalidade, a produção consegue ser um original Netflix que mais acerta do que erra e ainda nos permite rir dos caos emocional e hormonal que regem a fase mais metal das nossas vidas.

Crítica 2 | Tenet – Não tente entender o caminho, mas aproveite a jornada de Christopher Nolan

** Assistido em Paris.

Lançado como o retorno da indústria cinematográfica em 2020 durante a pandemia da Covid-19, após cinco meses de um deserto de grandes produções, Tenet chega ao público internacional com uma missão mais ambiciosa do que a do próprio diretor Christopher Nolan. De qualquer maneira, esta é uma obra de execução espetacular e conceitos complexos, mas com a trajetória dos quadrinhos infanto-juvenis. 

Para seguir esse raciocínio, é preciso juntar algumas informações sobre o mistério e os personagens dessa trama. Os primeiros minutos já despontam como todo bom filme de espionagem com cenas de invasão e resgate durante um concerto em Kiev, na capital da Ucrânia. O protagonista (John David Washington) se infiltra na missão e busca salvar inocentes de uma explosão. No local, ele percebe uma estranha movimentação de um projétil e, em seguida, é capturado. 

 

Entre a vida e a morte, o agente anônimo toma uma importante decisão que o leva a torna-se parte de um grandioso e secreto projeto, chamado Tenet, ou seja, o sentido por trás do nome do filme. A partir do encontro do protagonista com a cientista Laura (Clémence Poésy), a história começa a ser desenvolvida e explicada da forma acessível. Por meio das palavras dela, Christopher Nolan diz diretamente ao espectador: “Don’t try to understand it. Feel it”, em português, “Não tente entendê-lo. Sinta-o.”

Com esta predisposição de sentir o filme, é possível ficar completamente fascinado pelas cenas de ação, seja a escalada vertiginosa a um arranha-céu, seja um avião de grande porte a derrubar um hangar, seja o emparelhamento de carros e caminhões em alta velocidade na autoestrada. Ou seja, deu para entender a presença de cenas de tirar o fôlego ao longo de duas horas e meia. O enrolado, entretanto, é acompanhar a lógica por trás da grande arma de destruição proposta pelo cineasta.

Ao lado de Neil (Robert Pattinson), a missão de John David Washington é prevenir uma terceira guerra mundial, mas a poderosa arma em questão são os chamados “objetos invertidos”, graças a uma técnica do futuro realizada por entropia. Algo, no mínimo, intrincado para ser explicado rapidamente durante o filme. Sem entender o processo, o agente secreto precisa descobrir quem está por trás dessa tecnologia de “projéteis invertidos” de acordo com a nossa perspectiva temporal. 

Para quem está acostumado aos trabalhos de Christopher Nolan, já é esperado um jogo de suspense com as causalidades do espaço-tempo. Se em Interstellar (2014), o diretor nos provocava a lidar com o princípio do buracos negros, assim como compreender as ideias do inventor Nikola Tesla em O Grande Truque (2006), Tenet assume o seu caráter de complexo científico ao lidar com a termodinâmica, mas o coloca em um patamar mais simples. 

Para que o público acompanhe a ação, o roteiro repete em dois momentos o “paradoxo do avô”, algo já apresentado em Looper: Assassinos do Futuro (2012), de Rian Johnson. Isto é, uma proposição mais simplória para as pessoas assimilarem as voltas no tempo exercidas pelos personagens e como as suas ações interferem no percurso da história. Longe de ser um experimento como em A Máquina do Tempo (2002), de Simon Wells, o paradoxo apresenta semelhanças com a descoberta do personagem de Guy Pearce no filme. 

Como citado no início, o enredo se equipara ao mundo dos quadrinhos ao criar o super vilão russo Andrei Sator (Kenneth Branagh). Ele exerce o máximo da personificação do sujeito megalomaníaco, com desejo de dominar o mundo e todos ao seu redor. Principalmente, a sua esposa Kat (Elizabeth Debicki), a qual serve de ilustração extrema da vilania do personagem e o seu senso de sadismo. 

Escolhida a dedo por Nolan após vê-la em As Viúvas (2018), Elizabeth Debicki tem o seu momento de protagonismo, apesar de servir de isca, sofrer agressões e viver o dilema entre abandonar o filho ou conquistar a sua “liberdade”. Assim como ela, todo elenco foi pinçado minuciosamente pela diretor, que ainda conta com a participação de luxo de Aaron Taylor Johnson e a oitava parceria com Michael Caine. Após o excelente Infiltrados na Klan (2018), de Spike Lee, o filho de Denzel Washington marca a sua entrada no primeiro escalão de Hollywood.

Com um grande vilão, a simpática parceria de Pattinson e Washington e cenas espetaculares, no sentido da palavra de seduzir os olhos pela grandiosidade, a confusão temporal do roteiro é deixada um pouco de lado. Em outras palavras, é possível apreciar a obra mesmo sem compreender como o perigo do futuro chegou à atualidade, talvez seja como em O Exterminador do Futuro (1984). Por outro lado, o tédio também pode ocorrer por conta das longas sequências de bombas e tiros com personagens mascarados em diferentes linhas temporais. 

A chave de Tenet está disfarçada em seu próprio nome e, embora seu ponto de partida e chegada seja um paradoxo, o enredo é bem elementar da perspectiva da jornada do herói. O protagonista é chamado a salvar o mundo e derrotar o vilão junto com a sua arma de destruição, contudo, não nos aprofundamos nas inflexões de sua chamada para ação, algo que no meio de tanta estupefação de som e efeitos especiais é completamente ignorado.

** Assistido na sessão em Paris, dia 1º de setembro de 2020.

‘Os Incríveis 2’: Gelado e Zezé ganham divertido vídeo; Vem ver!

Os Incríveis 2‘ ganhou um novo vídeo divertido mostrando o Zezé brincando com o Gelado. Assista:

Confira também o novo trailer dublado:

Em ‘Os Incríveis 2‘, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Os Incríveis 2 tem lançamento previsto para 28 de junho de 2018.

Marvel Studios pode estar desenvolvendo filme sobre a ‘Coração de Ferro’

Um forte rumor na internet indica que a Marvel Studios está desenvolvendo um filme sobre a heroína ‘Coração de Ferro’.

O site That Hashtag Show revelou que o projeto ainda está “engatinhando”, mas já é esperado para a próxima fase da Marvel nos cinemas, que começa após os eventos deVingadores 4. Além disso, um roteiro escrito por Jada Rodriguez aparece listado no The Black List (popular site que lista roteiros).

Apesar de ser apenas um boato, já é um sinal de que a Marvel está interessada em levar a jovem heroína para os cinemas muito em breve.

Nos quadrinhos, a Coração de Ferro, também conhecida como Riri Williams, foi a sucessora de Tony Stark por alguns anos. A jovem adolescente prodígio conseguiu fazer engenharia reversa da tecnologia de armadura do Homem de Ferro. Enquanto montava algumas armaduras, acabou sendo descoberta por Pepper Potts e Tony Stark, que a apoiam e a ajudam em sua jornada para se tornar uma heroína.

Isso significaria o fim do Homem de Ferro? Vamos ter que esperar os próximos capítulos para saber.

 

EMOCIONANTE! Novo trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’

Com estreia prevista para 10 de novembro deste ano, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre ganhou seu novo trailer nas versões DUBLADA e LEGENDADA.

Dublado

Legendado

E como de costume, o CinePOP separou aqueles pontos que mais chamaram atenção e que você talvez não tenha percebido. Confira!

O trailer já começa com o funeral de T’Challa. São mostradas as cerimônias funerárias de Wakanda, com todos vestidos de branco, tal qual os falecidos no plano espiritual, conforme mostrado no primeiro filme. E essa abertura é de muito impacto, já que traz elementos que remetem diretamente ao T’Challa e ao próprio Chadwick. O filme em si é uma grande homenagem a ele e seu legado em vida.

Então, somos levados ao núcleo submarino de Namor (Tenoch Huerta). É possível ver uma forte influência da arte pré-colombiana na parte cultural que envolve o personagem. E isso já estava subentendido desde o primeiro teaser, mas agora está mais do que confirmado que a Atlântida do MCU ficará próxima à América Central, como confirmado no próprio pôster, que traz duas pirâmides mesoamericanas atrás do Príncipe Submarino.

Podemos ouvir ao fundo que “só as pessoas mais feridas podem ser grandes líderes”, enquanto Namor vai em direção ao trono com um traje mais ornamentado, com direito ao que parece ser uma coroa. Não sabemos se ele já será o regente de Atlântida no filme ou se ele será coroado conforme a trama avançar, mas é fato que ele terá o comando submarino em algum momento. Essa frase que ouvimos ao fundo também indica que a nova rainha de Wakanda será justamente a Rainha Ramonda (Angela Bassett), não a Shuri (Letitia Wright). Afinal, ela perdeu praticamente toda sua família nos últimos anos.

Então vemos um ataque do povo submarino a uma plataforma petrolífera. Um dos motivos pelos quais acredito que Namor vá assumir o trono é que ataque desse tipo não foram mostrados previamente no MCU. E nada mais lógico do que um monarca assumindo novas posturas assim que ascende ao trono. Por se tratar de uma petrolífera, é meio óbvio que a questão ambiental e toda a poluição/ destruição que uma plataforma dessas causa aos oceanos entrará em pauta como justificativa para ter o Namor como um anti-herói.

No momento seguinte, M’Baku (Winston Duke), líder dos Jabari, contextualiza um pouco mais sobre a história de Namor, contando ao seu povo que eles estão enfrentando algo muito poderoso. Ele diz que o povo submarino não o chama de “Rei” ou “General”, mas de Kukulcán. Na cultura Maia, o Kukulcán é uma divindade poderosíssima representada por uma serpente com plumas, o que explica a coroa que Namor aparece usando no início do trailer. Ele representa, de certa forma, o “Deus da Atmosfera”, pois reúne atributos de um deus sol, um deus do trovão e um deus do ar.

Uma das melhores sacadas dessa analogia proposta pelo filme é que o Kukulcán era conhecido também por sua habilidade de andar sobre as águas. E como Namor é um príncipe submarino, faz sentido que os povos pré-colombianos reconhecessem essas características divinas nele. Aproveitando essa “versatilidade divina” do personagem, o longa traz Namor atacando com vários elementos naturais. Nessa nova fase da Marvel, eles pararam de tentar justificar mitologias com ciência e tecnologia, e só assumiram que deuses existem e vivem entre eles. Então, podemos esperar sequências fantásticas de Namor atacando de formas bem criativas.

A conversa é terminada com a mensagem de que atacá-lo é arriscar uma guerra eterna. Então, vemos o reflexo do príncipe submarino nas vidraças do castelo de Ramonda, com o atlante se preparando para arremessar sua lança contra ela. Mais para frente, o trailer mostra um encontro entre Ramonda e Namor. Vale lembrar que apesar de rivais, eles são líderes de suas nações, então deve haver o mínimo de diplomacia antes do confronto entre os povos começar.

Há um corte e somos levados para uma sequência de perseguição na cidade entre Okoye (Danai Gurira) e um inimigo não revelado. O mais legal é que vemos atrás dela a armadura da Coração de Ferro (Dominique Thorne), que vai ganhar uma produção solo no MCU após o filme. Ela aparece em alguns momentos no trailer, seja com a armadura ou como a jovem Riri Williams.

Riri faz sucesso nos quadrinhos e é uma das grandes apostas da Marvel para suas novas fases, então acredito que seja uma personagem tratada com bastante carinho nessa sequência.

Até o momento em que somos levados a uma Wakanda sendo tomada por uma quantidade assustadora de água. A rainha Ramonda diz que sabe dos boatos acerca de como Wakanda perdeu seu grande protetor. Ou seja, para a comunidade internacional, a nação mais tecnológica e rica do mundo está à mercê. Isso pode ser uma forma de justificar o ataque não só dos atlantes, mas também de outras possíveis ameaças que surjam no filme. Afinal, se não tem mais um soldado com armadura indestrutível e possuído pelos poderes do Deus Pantera, a reserva inesgotável de Vibranium de Wakanda certamente está com menos proteção.

E em certo momento, não sabemos se no começo ou no final do filme – quiçá nos dois -, haverá uma guerra entre Atlântida e Wakanda. Esse embate é antigo nos quadrinhos e costuma render momentos espetaculares. Esse conflito já é sugerido no próprio pôster do filme, que traz as duas nações em perspectivas opostas.

Esse duelo tem tudo para ser um dos mais marcantes do MCU até o momento. E para falar a verdade, toda a construção do reino submarino tem potencial para ser uma das melhores desse universo até aqui, podendo até mesmo almejar indicações a categorias técnicas, como Figurino e Direção de Arte. É bastante promissor saber que terá toda uma hierarquia nova a ser explorada nesse mundo embaixo d’água.

Assim, o trailer mostra a sala do trono de Wakanda submersa, mas ainda assim pegando fogo. No centro dela, a princesa e chefe do setor de tecnologia de Wakanda, Shuri, permanece sozinha e em choque. Não sabemos se a Rainha Ramonda morrerá também nesse filme. Espero que não, porque traria uma dinâmica um pouco melhor para esse núcleo se a monarca e o principal soldado, o Pantera Negra, não fossem a mesma pessoa.

Tudo isso para terminar com a revelação da nova Pantera Negra. Apesar de não terem confirmado oficialmente, existe 99% de chance dessa jovem sob o traje ser a Shuri.

Caso vocês não se lembrem tão bem do primeiro filme, a Shuri era mostrada como a líder do setor tecnológico de Wakanda que não era tão ligada às tradições.

No entanto, ela sempre comparecia aos eventos culturais, como a luta pelo trono de Wakanda, ou outras cerimônias.

Nelas, a jovem aparecia com essa pintura de várias bolinhas brancas no rosto. E isso acabou virando uma das marcas da personagem, já que foi justamente com essas bolinhas faciais que a Marvel a promoveu nos pôsteres de Pantera Negra (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).

E uma das novas características do traje de Pantera Negra é a presença de bolinhas prateadas na região facial. Ou seja, mesmo que não tenham confirmado a Shuri sob o manto, tudo indica que seja ela a sucessora de seu “Maninho”, T’Challa.

E vocês? Encontraram mais algum ponto que merece destaque? Diga nos comentários!

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas em 10 de novembro de 2022.

‘A Casa do Dragão’ estreou na HBO Max! Confira 10 Curiosidades da Série…

Todos nós, fãs de ‘Game of Thrones’, nos sentimos órfãos após o fim da nossa série favorita, ainda mais depois daquele final que foi entregue, né? Bom, nossas ânsias finalmente serão atendidas a partir de hoje, com a estreia da série ‘A Casa do Dragão’, que chega com episódios novíssimos na plataforma da HBO Max todo domingo. E como sabemos que vocês vão querer saber tudo sobre a mais nova produção oriunda do universo de George Martin, separamos aqui 10 curiosidades de ‘House of the Dragon’ para vocês.

10 – De um príncipe a outro

Um dos principais personagens da trama é Daemon Targaryen, interpretado pelo Matt Smith. Matt, por sua vez, se tornou ator depois de 2003 – antes ele era jogador de futebol, porém, após um ferimento nas costas ele não pode mais jogar e passou a atuar. Antes de dar vida ao Príncipe Daemon Targaryen Matt Smith já foi outra realeza anteriormente: o Príncipe Philip, marido da Rainha Elizabeth, na série ‘The Crown’.

9 – Cabeça de George Martin

Quando ‘GOT’ estreou, o autor George Martin comentou que queria ter visto sua cabeça espetada em uma lança em alguma cena da primeira temporada, porém, devido às limitações de orçamento, não foi possível fazê-lo naquela época. Dessa vez Ryan J. Condal, showrunner de ‘House of the Dragon’, prometeu que George terá seu desejo atendido. Vamos ficar de olho nas cabeças!

8 – Trono de Ferro

Os fãs mais ferrenhos (com o perdão do trocadilho) poderão reparar que o Trono de Ferro nessa nova série é uma remodelagem daquele utilizado em ‘Game of Thrones’, sendo apenas um pouco mais largo e mais assimétrico, aproximando-se mais de como é descrito nos livros.

7 – Vecna

A Casa do Dragão’ não foi a primeira história pensada para ser um spin-off do universo de GOT. Em 2018 houve conversas sobre uma série intitulada ‘Bloodmoon’, e incluía no elenco ninguém menos do que Jamie Campbell Bower, o Vecna de ‘Stranger Things’. Porém, a falta de entusiasmo de George R. R. Martin em se envolver no projeto acabou por engavetá-lo.

6 – Mais spin-offs

Desfeito o bloqueio serial, a HBO já está planejando novos derivados para o seu maior sucesso ficcional. Há planos que envolvem as aventuras de Jon Snow após o fim de ‘Game of Thrones’, além de três séries animadas, uma adaptação chamada ‘The Dunk and Egg’, baseada numa série de contos do George Martin, e uma série que acompanharia a guerreira Nymeria. Tomara!

5 – Baseado em fatos reais!

Durante a San Diego Comic Con George Martin contou como ‘House of the Dragon’ é inspirada em uma guerra civil ocorrida no século XII, em um período da história inglesa chamada ‘The Anarchy’, quando o rei Henrique I da Inglaterra obrigou todos os cavaleiros jurarem fidelidade à sua única filha viva e sucessora, Matilda, mas, quando o rei morreu os cavaleiros esqueceram o juramento e teve início um período de disputas.

4 – Aprovado

Enquanto nós, meros mortais, veremos os episódios semanais na HBO Max, George Martin já viu nove dos dez episódios da primeira temporada de ‘House of the Dragon’… e aprovou o que viu!

3 – Atenção aos nascimentos

Enquanto em ‘GoT’ os casamentos eram sinais de que algo ruim estava para acontecer, em ‘House of the Dragon’ deveremos ficar atentos aos nascimentos dos bebês. Xi….

2 – População de dragões

Para a primeira temporada foram usados nada mais do que 17 modelos de dragões, e eles foram uma das primeiras coisas a serem produzidas na série.

1 – Perucas

Todo mundo sabe que a família Targaryen é dotada de longos cabelos louríssimos né? O que significa que todo o elenco que você estiver vendo na TV teve que usar peruca nas gravações… e não, não é tão legal de usar quanto parece – pelo menos é o que pensa Matt Smith, que, durante a SDCC22 comentou que se tivesse o poder de mudar algo, permitiria que os personagens pudessem pintar seus cabelos.

Crítica | A Febre – Adaptação do índio no cenário urbano é tema de ótimo filme nacional

Muito em voga no debate político nacional, a questão indígena segue sendo alvo de muita discussão e pouca conversa. Nos noticiários brasileiros, temos pessoas públicas vociferando opiniões fáceis e pouquíssimas informações. Neste sentido, um filme como A Febre é fundamental. Estamos diante de uma obra complexa, que não busca vender verdades ou ensinar o que as pessoas devem pensar. O tema é político, mas a trama é humana. Não há qualquer engajamento exagerado ou discursos fáceis.

Passado em Manaus, o longa acompanha a rotina de Justino (Regis Myrupu), um índio que vive a mais de 20 anos na cidade, onde criou dois filhos, já adultos. Segurança no porto local, ele vê seu filho sair de casa para formar uma nova família e sua filha ser aprovada no curso de medicina da Universidade de Brasília. Adaptado à cena urbana, ele lida com o sentimento de isolamento, impulsionado pelas rupturas citadas e pela morte recente da esposa.

Justino está completamente adaptado à cena urbana, mas não deixa de sentir falta de sua aldeia, um cenário quase utópico, que segue permeando seus sonhos. Na cidade, ele dá indícios de nunca se sentir realmente confortável, e um deles é uma febre constante, com a qual ele lida bem, mas que está sempre lá.

A tal febre é uma metáfora clara de como o afastamento de suas raízes atinge o corpo e a alma daquele personagem. Ao mesmo tempo, a obra não busca dizer que a aldeia é o único caminho possível para ele. Talvez seja sua Pasárgada, seu sonho definitivo, mas não é a única possibilidade. Neste sentido, as figuras dos filhos surgem como importantes contrapontos, especialmente a garota Vanessa (Rosa Peixoto). Ela segue as tradições indígenas e as crenças do pai, mas também está em busca de seu sonho de se tornar uma médica e poder ajudar as pessoas.

Exibido na mostra competitiva do 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e premiado no tradicional Festival de Locarno, ambos em 2019, o longa conta com ótima direção de Maya Da-Rin, também responsável pelo roteiro na companhia de Miguel Seabra Lopes e Pedro Cesarino. A Febre tem como mérito principal a abordagem humana. O fato de não investir em discursos ou discussões exageradamente engajadas acabam tornando o lado político do filme ainda mais forte. Neste sentido, é uma defesa do povo indígena, seja na vontade de permanecer em sua terra ou sua aldeia, seja no interesse de buscar a vida no universo urbano. 

A cineasta retrata a “doença” de seu protagonista de forma muito sensível. Não é algo que impede que siga em frente, mas que oferece uma sensação constante de desconforto. Para isso, conta com a ajuda fundamental do ator Regis Myrupu, numa atuação tocante e envolvente.

Deve-se valorizar ainda os belos trabalhos de fotografia de Bárbara Alvarez e montagem de Karen Akerman. O trabalho de som (Felippe Schultz Mussel, Breno Furtado e Romain Ozanne) e mixagem (Emmanuel Croset) ajudam a criar a atmosfera de uma Manaus inquieta, em que o urbano, o asfalto e a indústria se comunicam constantemente com a floresta. A Febre é uma obra sobre separação. Mas também sobre reencontro.

Filme visto durante o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

‘Coringa’: Todd Phillips diz que é impossível superar os estúdios Marvel

Marvel é um dos maiores e mais rentáveis estúdios do cinema contemporâneo, tendo quatro filmes nas dez primeiras posições das produções mais lucrativas da história. E isso, sem sombra de dúvida, é um dos principais elementos que sustenta a rixa entre os fãs da companhia e de outra gigante das adaptações de quadrinhos: a DC.

É claro que ambas as empresas possuem acertos e falhas, mas o diretor Todd Phillips sempre esteve ciente de que queria se afastar das costumeiras narrativas de super-heróis para seu aclamado projeto, Coringa.

Em uma recente entrevista ao site We Got This Covered, Phillips comentou que é impossível superar a Marvel e que, devido a isos, tudo o que pode fazer é se esforçar para fazer algo novo.

Não podemos superar a Marvel – ela é uma gigante bombástica. Vamos fazer algo que eles não conseguem fazer.

Coringa‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.

O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘),  que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.

Joaquin Phoenix viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Zazie Beetz, Robert De Niro, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, Frances Conroy e Brett Cullen.

A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

 

BOMBA! ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ é ADIADO para novembro de 2020

O site oficial de James Bond anunciou hoje que a estreia de 007 – Sem Tempo para Morrer’ foi adiada em mais de sete meses devido a uma “cuidadosa consideração e avaliação completa do mercado cinematográfico global”.

Confira o tweet:

A estreia acontecerá no dia 12 de novembro de 2020 nos cinemas britânicos, chegando aos Estados Unidos em 25 de novembro de 2020.

Vale lembrar que o lançamento inicial ocorreria em 09 de abril.

O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Sam Rockwell está em negociações para estrelar cinebiografia do cantor Merle Haggard

Segundo o DeadlineSam Rockwell está em negociações para estrelar a cinebiografia do icônico cantor de country Merle Haggard, baseada no livro de memórias ‘Sing Me Back Home’ (também título de uma de suas músicas mais conhecidas).

O filme será produzido e distribuído pela Amazon, que recentemente adquiriu os direitos do projeto.

Robin Bissell (‘Alma de Herói’) entra como diretor e co-roteirista ao lado de Theresa Haggard, viúva de Merle. Os dois também entram como produtores.

A história será ambientada nos anos 1960 e será centrada nos casos românticos do cantor e compositor com sua parceira, Bonnie Owens, que depois se tornou sua esposa.

Antes de estourar no mundo da música, Haggard teve uma dura infância em Bakersfield, Califórnia. Seu pai morreu quando ele tinha apenas nove anos e, após isso, aprendeu a viver sozinho – saindo da escola, roubando carros e se envolvendo com vários crimes. Depois de escapar de diversas instalações juvenis, Haggard foi mandado para a prisão estadual de San Quentin, onde permaneceu até alcançar a idade adulta – e onde assistiu, pela primeira vez, a uma apresentação de Johnny Cash. A performance mudou sua vida por completo e, depois daquilo, decidiu ser um homem melhor.

Com nada menos que nove músicas alcançado o primeiro lugar das paradas, Haggard é considerado até hoje um dos “cantores e compositores de country mais influentes da história”.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Star Trek: Discovery’: Tripulação tenta salvar Giorgiou nas imagens do episódio 03×09; Confira!

CBS All Access divulgou as imagens oficiais de “Terra Firma Part I”, nono episódio da 3ª temporada de Star Trek: Discovery’.

No capítulo, que vai ao ar no dia 10 de dezembro“a tripulação do U.S.S. Discovery viaja para um misterioso planeta para encontrar uma cura para a condição deteriorante de Philippa Georgiou (Michelle Yeoh)”.

Confira:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’ ganha novo teaser divertidíssimo; Confira!

‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’ chega no próximo dia 30 de abril no catálogo da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo e breve teaser oficail do longa.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a animação abriu com 96% de aprovação entre a crítica internacional, com nota 8.30/10 baseada em 47 reviews (até o momento).

Confira os principais comentários abaixo:

“[O filme] é uma viagem que você vai querer fazer de novo e de novo” – It’s the Pictures.

“Absolutamente hilário, bem como emocionante” – Mama’s Geeky.

“Criativo, hilário e cativante – e um dos melhores do ano” – Digital Spy.

[Olivia] Colman rouba a cena cada vez que sua personagem (equivalente a um smartphone) fala qualquer coisa” – FlickDirect.

“Enquanto o filme fala sobre os perigos da tecnologia, também mostra o poder dela em conectar as pessoas” – Slant Magazine.

Originalmente intitulado ‘Super Conectados‘, o filme produzido por Phil Lord e Chris Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘) teve seu título alterado pela Netflix após adquirir os direitos de exibição da Sony Animation.

“Estamos maravilhados com o entusiasmo que a Netflix expressou por este filme com esta aquisição e gratos a todos na Sony por fazer um ótimo filme conosco e encontrar uma ótima maneira de trazê-lo para o público.”, afirmaram Lord e Miller.  

Michael Rianda (Gravity Falls) comanda a produção a partir do roteiro escrito por Jeff Rowe.

A comédia de ficção científica gira em torno de uma família qualquer que, assim como toda família no mundo, se tornou dependente de seus celulares. Mas isso se torna um problema quando todos os aparelhos eletrônicos ganham consciência e se voltam contra a humanidade.

Abbi JacobsonDanny McBrideMaya RudolphEric AndreOlivia Colman estrelam.

MERECIDÍSSIMO! Michaela Coel conquista o Emmy de Melhor Roteiro em Minissérie por ‘I May Destroy You’

Depois de ter feito a limpa no BAFTAMichaela Coel foi uma das grandes vencedoras do Emmy Awards 2021 e levou para casa o prêmio de Melhor Roteiro em Minissérie por seu incrível trabalho em I May Destroy You.

A produção também concorre na categoria de Melhor Série Limitada.

Uma escritora, Arabella, e seu grupo de amigos tenta lidar com o trabalho, a rotina e os relacionamentos cada vez mais descartáveis na era de encontros marcados online.

Além de Coel, o elenco conta com Weruche Opia, Paapa Essiedu, Aml Ameen, Adam James, Sarah Niles, Ann Akin, Harriet Webb, Ellie James, Franc Ashman, Karan Gill, Natalie Walter e Samson Ajewole.

Oscar 2022 | As maiores SURPRESAS e ESNOBAÇÕES da premiação mais aguardada do ano

Depois de sofrer diversos adiamentos em virtude da contínua pandemia de COVID-19, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas finalmente anunciou os indicados à maior premiação do ano: o Oscar 2022.

E é claro que a lista viria recheada de belas surpresas e esnobações incompreensíveis.

É necessário comentar que diversas das categorias contemplaram filmes que já vinham fazendo grande sucesso no circuito de premiações, como Ataque dos Cães, que faturou 12 nomeações (incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Jane Campion, Melhor Ator para Benedict Cumberbatch, Melhor Ator Coadjuvante para Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee e Melhor Atriz Coadjuvante para Kirsten Dunst, tendo grandes chances de conquistar boa parte das estatuetas), ou ‘Amor, Sublime Amor’, que conquistou 7 indicações (também incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Steven Spielberg e Melhor Atriz Coadjuvante para Ariana DeBose). Entretanto, outros relembrados chocaram bastante o público e a crítica especializada.

Lady Gaga, que foi aclamada por sua interpretação como Patrizia Reggiani na cinebiografia criminal Casa Gucci, ficou de fora da categoria de Melhor Atriz, ainda que tenha conquistado nomeações ao Globo de Ouro, ao BAFTA, ao Critics’ Choice Awards e ao SAG Awards (além de ter levado alguns prêmios da temporada) – levando os fãs da performer à loucura e a um óbvio estado de choque. De maneira similar, Kristen Stewart, ovacionada por sua rendição como a Princesa Diana na fabulesca biografia Spencer, havia perdido fôlego nos termômetros para o Oscar e chegou a comentar que não se importava com a premiação – mas isso não a impediu de, merecidamente, estar na categoria de Melhor Atriz e fomentando as chances de levar a condecoração para casa. Alana Haim, que fez seu début no incrível Licorice Pizza e foi selecionada para o BAFTA, foi desprezada pela Academia ao lado de Tessa Thompson (‘Passing’) e Renata Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’).

O elenco de ‘Amor, Sublime Amor’ passou despercebido pelos anunciados, com exceção de Ariana DeBose, que conquistou o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante. Rachel Zegler, fazendo uma estreia memorável como Maria na refilmagem comandada por Spielberg, falhou em ser votada pelos membros da Academia à Melhor Atriz, enquanto Mike Faist, celebrado no BAFTA em Melhor Ator Coadjuvante, sofreu de um mal idêntico. Entretanto, na mesma categoria, Plemons finalmente conquistou sua indicação pela performance irretocável em Ataque dos Cães, e Jessie Buckley atingiu um feito parecido em Melhor Atriz Coadjuvante pelo potente drama ‘A Filha Perdida’, em que dividiu os holofotes com Olivia Colman e Dakota Johnson. A maior surpresa das categorias coadjuvantes, sem sombra de dúvida, foi Aunjanue Ellie, que viveu Brandi Williams em ‘King Richard: Criando Campeãs’.

Já era de se esperar que Kidman e Javier Bardem, dupla que estrelou a desequilibrada biografia ‘Being the Ricardos’, fossem indicações a Melhor Atriz e Melhor Ator – mas a presença de J.K. Simmons em Melhor Ator Coadjuvante foi uma bem-vinda surpresa, considerando sua interpretação envolvente como o produtor William Frawley na obra.

Em relação ao restante das categorias, talvez a mais problemática tenha sido Melhor Filme. É certo dizer que boa parte dos indicados merecia o lugar reservado na categoria, títulos como Duna e Não Olhe para Cima foram nomeados por uma provável afeição dos membros da Academia a nomes como Denis Villeneuve e Adam McKay. Felizmente, Ryusuke Hamaguchi foi celebrado pelo Oscar ao conquistar uma indicação e Melhor Direção, dividindo a categoria com Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’) e Kenneth Branagh (‘Belfast’), por exemplo, e outras a Melhor Filme e Melhor Filme Internacional pelo aplaudido Drive My Car, que deve levar esta última estatueta.

Surpresas aconteceram em Melhor Música Original, em que as nomeações a Beyoncé por “Be Alive”, Sebastián Yatra por “Dos Oruguitas” e Billie Eilish por “No Time To Die” não eram novidade para ninguém; porém, Ariana Grande e Kid Cudi, dupla favorita para entrar para a premiação, foram deixados de lado pela incrível “Just Look Up”, que havia entrado para os indicados ao Globo de Ouro e deve aparecer na próxima edição do Grammy Awards. “Somehow You Do”, de Reba McIntire, foi a quinta relembrada na categoria.

Depois de ser esnobado pelo BAFTA, Denzel Washington retornou com força para o Oscar ao faturar uma nomeação a Melhor Ator pela fantasmagórica releitura de ‘A Tragédia de Macbeth’ (longa dirigido por Joel Coen que foi esquecido das principais categorias, mas conquistou mais duas indicações por Melhor Fotografia e Melhor Design de Produção) – ainda que as chances de que ele vença sejam pequenas. Todavia, Frances McDormand, que encarnou Lady Macbeth na produção, foi ignorada pela Academia (o que não é nenhum problema, considerando que a atriz é dona de três prêmios, o mais recente sendo por ‘Nomadland’). Em Melhor Filme Internacional, o aclamado drama ‘Um Herói’, de Asghar Farhadi, também foi varrido para debaixo do tapete, enquanto a controversa fantasia arturiana ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’ nem sequer foi apontado nas categorias técnicas.

E para você? Quais foram as maiores surpresas ou esnobações do Oscar 2022?

Lembrando que os vencedores serão anunciados no dia 27 de março. Confira a lista completa de indicados clicando aqui!

‘Trem-Bala’: Bad Bunny é destaque no novo teaser OFICIAL da ação; Confira!

Sony Pictures Brasil divulgou um novo teaser legendado de Trem-Bala, comédia de ação estrelada por Brad PittSandra Bullock.

O vídeo dá destaque ao personagem Lobo, assassino mexicano interpretado pelo cantor e compositor Bad Bunny.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 04 de agosto.

Confira:

Baseada no livro Maria Beetle’ de Kotaro Isaka, a trama acompanha “cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?”.

O elenco também conta com Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-Johnson e Hiroyuki Sanada.

‘When You Finish Saving the World’: Comédia dramática com Julianne Moore e Finn Wolfhard ganha trailer

A24 divulgou o trailer oficial de When You Finish Saving the World, comédia dramática que marca a estreia diretorial de Jesse Eisenberg.

Confira:

O longa estreia no dia 20 de janeiro de 2023 nos EUA, ainda sem data de estreia confirmada no Brasil.

Julianne MooreFinn Wolfhard estrelam. Eisenberg também faz parte de elenco, além de roteirizar e produzir. Emma Stone entra como co-produtora.

De seu estúdio em casa, o estudante do ensino médio Ziggy apresenta músicas originais de folk-rock para uma base de fãs on-line. Sua mãe Evelyn, formal e tensa, administra um abrigo para sobreviventes de abuso doméstico. Enquanto Ziggy está ocupado tentando impressionar sua colega de classe Lila, socialmente engajada, tornando sua música menos chiclete e mais política, Evelyn conhece Angie e seu filho adolescente, Kyle, quando eles procuram refúgio em suas instalações. Ela observa um vínculo entre os dois que ela está perdendo com seu próprio filho. O longa conta uma história de mãe e filho que não entendem os valores um do outro e com humor, reflete um momento de fama na internet e ativismo juvenil, mas também contando a história atemporal de pais e filhos lutando para se conectar através do abismo geracional que os separa.

James Gunn revela que astros de ‘Guardiões da Galáxia’ irão aparecer em ‘Superman: O Legado’

A pré-produção de Superman: O Legado’ já começou nos estúdios DC, com James Gunn supervisionando o projeto e assinando o roteiro.

No último sábado (06), Gunn foi questionado se algum membro da franquia ‘Guardiões da Galáxia’, que comandou para a Marvel Studios, irá aparecer no longa-metragem.

Sua resposta foi bem categórica e direta: “sim”.

É claro que, considerando que a produção está em estágios iniciais, ainda não sabemos quem da trilogia do MCU irá migrar para a DC.

E você? Tem algum palpite?

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, David Zaslav, o CEO da Warner Bros. Discovery, revelou estar muito positivo em relação ao futuro da DC nos cinemas.

O executivo revelou que o roteiro de ‘Superman: O Legado‘ já está pronto – afirmando que Gunn está determinado a mostrar a força desses personagens nas telonas.

“Nós temos o James Gunn e o Peter Safran trabalhando duro na DC, o que fará a empresa crescer ainda mais. Eles estão muito ocupados com a DC. O primeiro rascunho do roteiro de ‘Superman: O Legado’ já está pronto. Gunn está em uma missão de Deus.”

Ele completa, “Esse é um ótimo momento para mostrar quão forte será a DC, e quão sustentável será o seu crescimento global nos próximos anos.”

Anteriormente, Gunn havia revelado o que ele espera do próximo intérprete do Homem de Aço: “É difícil, mas estamos procurando a pessoa certa. E, para ser sincero, temos algumas ótimas opções, o que me deixa animado. Mas tem que ser alguém que tenha toda a humanidade que o Super-Homem tem, mas ele também é um alienígena. Tem que ser alguém que tenha a bondade e a compaixão que o Superman tem. E tem que ser alguém em quem você queira dar um abraço.”

Lembrando que Gunn anunciou que a pré-produção do novo filme já foi iniciada.

Em seu perfil do Twitter, ele compartilhou a imagem da capa do roteiro e escreveu:

“Me sinto honrado por fazer parte deste legado. E que dia melhor do que o aniversário do Superman para mergulhar totalmente na pré-produção de ‘Superman – O Legado’? Figurinos, design de produção e muito mais, agora em desenvolvimento.”

Confira:

Gunn também já havia dado detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?

Ouça a NOVA música-tema de ‘Doctor Who’!

Doctor Who não se tornou uma das séries mais icônicas e conhecidas de todos os tempos por qualquer motivo – e a música-tema é um dos elementos mais adorados por parte dos fãs.

Agora, foi divulgada a nova versão do tema clássico da série, assinada por Murray Gold, que já trabalhou com o showrunner Russell T Davies no show.

Ouça:

Lembrando que o especial da série, que conta com o retorno de David Tennant como o 14º Doutor, estreia na BBC e na plataforma do Disney+ em novembro de 2023, ainda sem dia confirmado.

Vale lembrar que, recentemente, foram divulgadas imagens inéditas do especial de 60 anos da série ‘Doctor Who‘, destacando o Décimo Quarto Doutor (David Tennant) e o misterioso vilão vivido por Neil Patrick Harris.

O especial será dividido em três episódios e também vai contar com o retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do Décimo Quarto Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

Anteriormente, a emissora divulgou os títulos dos três episódios que vão compor o especial.

A produção será exibida em novembro deste ano, ainda sem dias confirmados, através dos capítulos ‘The Star Beast’, ‘Wild Blue Yonder’ e ‘The Giggle’.

‘Tron: Ares’: 3º capítulo da franquia ganha data de estreia!

Walt Disney Studios anunciou a data de estreia oficial de Tron: Ares, terceiro capítulo da icônica franquia sci-fi.

Segundo o ComicBook.com, o longa-metragem tem lançamento agendado para o dia 10 de outubro de 2025 – e o primeiro material promocional será revelado na próxima edição do CinemaCon, evento do qual o CinePOP participará in loco.

Na trama, Jared Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.

Através de seu perfil do Twitter, o astro compartilhou a primeira imagem oficial da sequência, que destaca um personagem vestido com os característicos trajes high-tech daquele universo.

Joachim Rønning (‘Malévola: Dona do Mal’) comanda o projeto.

Confira:

O elenco ainda contará com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’) e Cameron Monaghan (‘Gotham’).

Lembrando que, em 2022, o diretor Joseph Kosinski explicou à Vulture que o terceiro título da franquia não iria acontecer por conta das aquisições da Marvel e de Star Wars pela Disney.

“Em 2015, a Disney já era diferente. Quando eu fiz Tron: O Legado, eles não tinham comprado a Marvel. Não tinham comprado Star Wars. Tron era a melhor jogada de fantasia e sci-fi que eles tinham”, falou o cineasta.

Kosinki contou que o filme mostraria uma inversão da premissa dos anteriores – ao invés de humanos entrarem no videogame, seria o videogame que começaria a “vazar” para o mundo real.

Crítica | ‘Não Fale o Mal’ é um ANGUSTIANTE remake liderado por performances espetaculares

Remakes hollywoodianos costumam ser uma faca de dois gumes: de um lado, permitem que filmes que se restringem a um circuito bastante fechado ganhem uma roupagem mainstream e que atinjam um público maior; por outro, falham em quase todos os aspectos ao ser apenas uma cópia em língua inglesa de algo que, sob uma ótica fora do domínio estadunidense ou britânico, tinham um brilho próprio. Qual foi nosso medo quando a Blumhouse resolveu encabeçar uma releitura do aclamado suspense psicológico dinamarquês Speak No Evil, que chegou aos cinemas em 2022 e se tornou um dos melhores títulos do ano por sua competente narrativa e sua atmosfera extremamente angustiante.

Para o projeto, James Watkins, conhecido por seu trabalho em A Mulher de Preto, foi escalado como diretor e roteirista de uma versão mais comercial do longa-metragem original: na trama, uma família dos Estados Unidos está passando as férias na Itália e cruza caminho com uma outra família, criando laços de amizade que se estendem até mesmo depois que todos voltam às suas vidas. Não demora muito até que Louise (Mackenzie Davis) e Ben Dalton (Scoot McNairy), acompanhados da filha Agnes (Alix West Lefler), sejam convidados para visitar os excêntricos e divertidos Paddy (James McAvoy), Ciara (Aisling Franciosi) e Ant (Dan Hough) em sua idílica fazenda no interior da Inglaterra, para que conheçam um lado menos caótico do cenário inglês e aproveitem o ar fresco do campo. Porém, o que deveria ser um fim de semana sem preocupações logo se transforma em um pesadelo interminável e inescapável que coloca os Dalton em perigo constante.

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Em se tratando de um suspense, a simples premissa parece não fugir muito das obviedades e, para aqueles que assistiram ao filme dinamarquês, é notável como lidamos com uma tradução quase literal do que já conhecemos. Porém, Watkins, aliado a um time criativo e técnico de habilidosas mãos, transforma esse remake em um dos melhores títulos do ano ao não se deixar levar pela ambição desmedida, prestando homenagens à obra de Christian Tafdrup em uma carta de amor ao terror psicológico e garantindo que cada uma das intrincadas engrenagens faça sentido dentro do epopeico espectro que se apodera das telonas. E, por essa razão, posso dizer com a mente limpa que a nova versão, intitulada ‘Não Fale o Mal’ no português, iguala-se à obra de 2022 em uma jornada aflitiva e torturante de duas horas de duração que nos deixa à beira de um ataque de nervos do começo ao fim.

É notável como Watkins aposta fichas nessa ambientação desde as primeiras cenas na paradisíaca costa italiana, estendendo seu comprometimento com o gênero em questão até os créditos finais. Todavia, ele não está sozinho nessa empreitada: de um lado, temos a tétrica trilha sonora assinada pela dupla Danny Bensi e Saunder Jurriaans, que sabe como arranjar os apoteóticos instrumentos orquestrais sem tangenciar o melodrama e sem forçar que o público sinta determinada emoção – visto que essa ambiguidade não é necessária e a música serve como elemento personificado dentro de uma gloriosa e sólida estrutura fílmica; de outro, a montagem de Jon Harris dá algumas pistas dos eventos que irão se desenrolar na trama, mas sem entregar o ouro e permitindo que o embate entre a fachada de uma pseudo-realidade em ruínas e o que realmente se esconde por trás de máscaras psicóticas.

Se a parte artística acerta em cheio, o elenco emerge como a cereja do bolo através de atuações aplaudíveis e que explodem em uma química inebriante. McAvoy volta ao mundo do suspense após uma investida gloriosa em Fragmentado, entregando uma de suas melhores performances como o odioso e controverso Paddy. Porém, ele não é o único a roubar a cena, visto que Davis rende-se à persona de Louise em um trabalho magnífico, demonstrando não ter medo de arriscar ao criar a personalidade da protagonista e ao colocá-la não apenas em um arco de sobrevivência compulsória, mas de um necessário amadurecimento como mulher, mãe e esposa; e Hough fornece um espetáculo por conta própria ao encarnar Ant, um jovem menino que não consegue se comunicar e que canaliza cada uma de suas expressões para um olhar gélido e perdido que vê nos Dalton a esperança de escapar de uma prisão sem grades – e que domina os momentos finais com força inigualável.

É certo dizer que o filme não está livre de falhas. Porém, os deslizes concentram-se apenas em determinadas cenas no final do terceiro ato, em que certas informações são jogadas apenas para dar continuidade ao ritmo; em outras palavras, percebemos que esses breves equívocos são ínfimos perto da grandiosa beleza do que veio antes e de uma conclusão certeira que finaliza, sem se arrastar, cada uma das subtramas que são apresentadas desde o princípio.

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‘Não Fale o Mal’ é uma grata surpresa da Blumhouse e, de longe, um dos melhores filmes da produtora em anos – o que é dizer muito, considerando fracassos retumbantes como ‘Mergulho Noturno’ e ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’. Mais do que isso, a esforçada composição de uma equipe talentosa e de um elenco de ponta garantem que esse remake tenha algo para dizer além de uma mera cópia – motivo pelo qual se sagra um dos melhores filmes de suspense do ano.

‘Reacher’ enfrenta vilão GIGANTE na nova prévia da 3ª temporada; Confira!

A 3ª temporada de ‘Reacher‘, série de ação estrelada por Alan Ritchson, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

Agora, foi divulgada uma prévia inédita do próximo ciclo, dando destaque ao antagonista Paulie, interpretado pelo gigantesco ator holandês Olivier Richters – que, com seus 2,18m de altura, faz com que Ritchson pareça bem diminuto.

Confira:

A nova iteração será lançada no dia 20 de fevereiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

O elenco ainda conta com Maria Sten, Anthony Michael Hall, Sonya Cassidy, Brian Tee, Johnny Berchtold e Roberto Montesinos.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

SUSPENSE do Prime Video com Robin Wright e Olivia Cooke ganha teaser e data de estreia

O Prime Video divulgou o primeiro teaser trailer oficial de The Girlfriend, minissérie de suspense psicológico estrelada por Robin WrightOlivia Cooke.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de setembro.

Confira:

Laurie Davidson, Waleed ZuaiterTanya MoodieShalom Brune-FranklinKaren HenthornAnna ChancellorLeo SuterFrancesca Corney integram o elenco.

Wright entra como diretora da série.

A trama acompanha Laura (Wright), uma mulher que tem uma ótima carreira, um marido amável (Zuaiter) e um filho adorável (Davidson). Entretanto, sua vida começa a ruir quando o filho traz para casa uma namorada (Cooke), que Laura acredita estar mentindo sobre quem realmente é. Querendo protegê-lo, ela fará o que for preciso para provar que ele está sendo enganado.

A série é baseada no romance homônimo de Michelle Frances.

‘The Hunting Wives’: John Stamos entra para o elenco da 2ª temporada!

Segundo o Deadline, a Netflix contratou três novos membros ao elenco da 2ª temporada de The Hunting Wives, série de drama baseada no romance homônimo de May Cobb.

As informações indicam que John Stamos (‘Palm Royale’), Dale Dickey (‘Fallout’) e Cam Gigandet (‘Burlesque’) foram escalados para os novos episódios.

Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O próximo ciclo contará com oito episódios, e ainda não tem data de estreia definida.

Na trama dos novos episódios, segredos antigos vêm à tona e inimigos forçam as protagonistas Sophie (Snow) e Margo (Åkerman) a se unirem mais uma vez. À medida que se envolvem com um perigoso jogo, dúvidas começam a surgir. Elas são caçadoras ou são a caça?

A produção foi criada por Rebecca Cutter.

The Hunting Wives é um drama picante que acompanha a novata Sophie O’Neil (Brittany Snow) enquanto ela se encanta por Margo Banks (Malin Åkerman), uma socialite sedutora, e seu círculo exclusivo de amigas ricas, conhecidas como as Hunting Wives, em uma pequena cidade do leste do Texas. Por trás do charme sulista, esconde-se um mundo de tentações e relacionamentos perigosos. O charme magnético de Margo e o fascínio inebriante do grupo despertam as paixões adormecidas de Sophie, levando-a por um caminho traiçoeiro, repleto de ciúmes, suspeitas mortais e assassinato.

Dermot MulroneyEvan JonigkeitChrissy MetzJaime Ray NewmanKatie LowesGeorge Ferrier também fazem parte do elenco.

Especial ‘Toy Story’ | Relembrando o icônico filme que deu início a tudo

Os estúdios Pixar não se tornaram um dos pilares do cinema animado por qualquer motivo. Afinal, ao longo de uma história consideravelmente breve, a companhia entregou alguns clássicos instantâneos do gênero, além de apresentarem inovações tecnológicas e uma excelência criativa que tomou forma com títulos como ‘Ratatouille’, ‘WALL-E’, ‘Os Incríveis’, ‘Procurando Nemo’ e tantos outros que continuam a inspirar artistas e cineastas. Porém, nada disso seria possível sem uma “pequena” joia fílmica que ficou conhecida como Toy Story.

O projeto, que marcou o primeiro longa-metragem da companhia, foi lançado em 1995 e se sagrou um sucesso imediato de crítica e de bilheteria, tornando-se a segunda maior bilheteria do ano e um marco da sétima arte. Considerada uma das melhores de todos os tempos, a animação foi concebida pouco depois do curta-metragem ‘Tin Toy’, o primeiro feito em computação gráfica a conquistar o Oscar, que impulsionou John Lasseter, Andrew Stanton e Pete Docter a escrever vários tratamentos fracassados e rejeitados pela Walt Disney Studios, que desejava um tom mais ousado para a história. Após desastrosas apresentações, o roteiro foi totalmente reescrito, optando por explorar os anseios, os medos e as ações de brinquedos cujo maior desejo é pertencer a uma criança.

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E foi assim que Toy Story surgiu: a trama nos apresenta a Woody (Tom Hanks), um boneco de caubói que é o brinquedo preferido do jovem Andy – e que vive no quarto do garoto ao lado de outros brinquedos, incluindo o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), Slinky (Jim Varney), Rex (Wallace Shawn) e Porquinho (John Ratzenberger). Porém, o que parecia ser uma vida perfeita logo se transforma no maior pesadelo de Woody: quando Andy completa seis anos, ele recebe de presente um brinquedo novo, uma action figure de Buzz Lightyear (Tim Allen), que não tem qualquer consciência do que realmente é e acredita ser um patrulheiro espacial determinado a acabar com as forças malignas do universo.

A partir daí, Woody vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando Buzz ganha popularidade entre seus amigos e, eventualmente, torna-se o brinquedo favorito de Andy, causando uma grande comoção ciumenta no caubói. Em uma determinada noite, irritado por não ter sido escolhido por Andy para um passeio em família à pizzaria, ele acidentalmente empurra Buzz pela janela – e a conturbada relação entre os dois escala a um ponto sem retorno em que Woody precisa provar que pode melhorar e Buzz mergulha em uma crise existencial ao finalmente se dar conta de que é um brinquedo.

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A concepção de Toy Story é própria para o público mais jovem, seja na vibrante paleta de cores que adorna cada um dos personagens, seja no teor aventuresco que Woody e Buzz são engolfados – culminando em uma mensagem de amizade que é resumida pela clássica e premiada canção “You’ve Got a Friend in Me”, de Randy Newman. Todavia, o filme serve de estandarte para uma universalização temática que o transforma em veículo dialógico com qualquer tipo de público, seja jovem ou adulto, garantindo que a narrativa ecoe das mais diferentes maneiras. Não é surpresa que a já mencionada crise de identidade de Buzz ressoe com força com os espectadores mais adultos, enquanto o destrutivo ciúme de Woody também encontre uma camada extra de profundidade.

A beleza do projeto não se resume apenas aos temas explorados, mas ao modo como cada personagem tem o seu momento de brilhar e cria uma narrativa propositalmente anacrônica que os torna universais e particulares, ao mesmo tempo. Em outras palavras, é incrível imaginar como Lasseter, Stanton e todos os envolvidos decidiram personificar objetos inanimados como ponto de partida para um estúdio que entregaria, por um bom tempo, uma obra-prima atrás da outra: o cristalino roteiro, que transmuta os tropos clássicos da Jornada do Herói através da complexa e um tanto quanto ambígua personalidade de Woody, coloca os brinquedos como metáfora para os anseios e as melancolias que nós mesmos passamos quando tentamos encontrar nosso lugar do mundo – e o que acontece quando esse mundo se desmantela de uma hora para outra.

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O impacto de Toy Story não se restringiu apenas ao sucesso de bilheteria e de crítica, mas às já mencionadas inovações tecnológicas. Ao empregar uma tecnologia inovadora para produção de animações computadorizadas, o time criativo lançou uma tendência que compeliu outros estúdios a realizarem o mesmo – além de fabricantes de chips gráficos e até mesmo desenvolvedores de games. Como se não bastasse, o filme seria apenas o primeiro capítulo de um universo multimidiático que ganhou sua primeira sequência quatro anos mais tarde e que, agora, caminha para um quinto capítulo que chegará em breve aos cinemas mundiais.

Toy Story’ está disponível no Disney+.

 

Especial ‘Toy Story’ | ‘Toy Story 2’: uma das melhores SEQUÊNCIAS da história do cinema

Próximo spin-off de ‘Invocação do Mal’ deve contar história de Lobisomem

De acordo com fontes do We Got This Covered, o próximo spin-off de Invocação do Mal‘ irá contar a história do lobisomem visto em ‘Annabelle: De Volta Para Casa‘.

Anteriormente, tanto James Wan (produtor da franquia) quanto o roteista Gary Dauberman já disseram que gostariam de explorar esta história, e parece que a ideia vai mesmo sair do papel.

Embora nada tenha sido anunciado oficialmente, rumores já indicavam a produção em torno desta história há anos e é um tema que abre novas possibilidades para a franquia, além de possessões, exorcismos e bonecas diabólicas.

Lembrando que ‘Annabelle: De Volta Para Casa‘ já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa crítica:

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Anthony Daniels ficou emocionado com a importância de C-3PO no final da saga

C-3PO é um dos personagens mais icônicos da franquia ‘Star Wars‘ e é um dos poucos que participou de todos os filmes da narrativa principal.

Vivido por Anthony Daniels desde 1977, o amado droide teve um papel fundamental no episódio final, quando ajudou Rey, Poe, e Finn a traduzir um artefato Sith.

Durante uma entrevista para o IGN, Daniels disse que ficou extremamente emocionado quando descobriu que o diretor J.J. Abrams deu uma importância tão grande ao personagem no desfecho saga.

“Fiquei muito emocionado e agradecido porque J.J. e o roteirista Chris Terrio transformaram 3PO em um dos grandes heróis. Digo isso porque ele ficou um tanto apagado na atual trilogia. Mas ele foi essencial para guiar os protagonistas até Exegol e traduzir a adaga dos Sith. Foi uma loucura, porque ele já passou por tantas coisas… Mas acho que esse foi seu momento mais desafiador, já que ele estava correndo o risco de perde toda a sua memória.”

Questionado sobre a sensação de se despedir do personagem após 42 anos, Daniels disse:

“É uma mistura de tristeza e dever cumprido. Foi um honra imensa dar vida a um personagem como esse. Mas ele vai permanecer comigo para sempre.”

E você, o que achou da participação de C-3PO em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’?

Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot divulga vídeo mostrando o figurino das Amazonas de Themyscira

Parece que ninguém está mais animado com a estreia de ‘Mulher-Mravilha 1984‘ do que a própria Gal Gadot, estrela da adaptação.

Em seu perfil do Instagram, ela publicou uma série de vídeos e imagens relembrando a trajetória da personagem ao longo do DCEU.

Os posts incluem fotos dos figurinos das Amazonas de Themyscira, Steve Trevor (Chris Pine) e a rotina de Diana como restauradora de peças arqueológicas.

Confira:

“Estas são as mulheres que me fizeram quem eu sou. Elas me ensinaram sobre o amor e como amar sem limites, me mostraram como controlar minha força, me ensinaram sobre a verdade e o poder de lutar por ela. Crescer em um mundo com o poder feminino foi tão inspirador que gostaria que vocês pudessem ver por si mesmas. Com amor, Diana.”

 

 

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“Ele. Com amor, Diana.”

 

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“A arte é um belo reflexo da humanidade. #amomeutrabalho. Aqui estão alguns dos meus favoritos do Instituto Smithsonian.”

 

 

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Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Sucesso entre os críticos, o filme abriu com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Marvel Watslanders’ ganha belíssimas capas destacando os principais personagens do podcast; Confira!

Há alguns meses, a Marvel Studios e a rádio Sirius XM anunciaram uma parceria para a criação de uma série de podcasts intitulado ‘Marvel Watslanders‘, focados nos quadrinhos da série ‘Old Man.

Ambientada em um futuro pós-apocalíptico e vai narrar histórias do velho Peter Quill (Timothy Busfield), assim como as versões idosas de Clint Barton (Stephen Lang) Natasha Romanoff (Susan Sarandon) e Logan (ainda sem dublador escalado).

E o CBM divulgou cartazes individuais dedicados a cada um dos heróis.

Confira:

O primeiro episódio será focado em Quill e Rocket (Chris Elliott) um pouco mais barrigudos lentos e muito mais rabugentos do que eram durante os dias de glória do Guardiões da Galáxia.

Eles descobrem rapidamente que a Terra também não é o que costumava ser, quando caem no planeta 30 anos depois que todos os Supervilões do mundo assumiram o controle.

Os ex-Guardiões são acompanhados por um Gravador Rigelliano, carinhosamente apelidado de ‘Cora’, que documenta sua missão para encontrar o Vórtice Negro – uma relíquia antiga que supostamente produz poderes cósmicos – antes que os colares de guilhotina concedidos a eles pelo Coletor quebrem seus pescoços.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a série de podcasts.