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Dica | Uma pérola escondida da NETFLIX

Longa carrega uma das histórias de produção mais conturbadas do cinema

Com sua imensa variedade de produções, a Netflix é como uma infindável biblioteca (ou locadora) no qual é muito fácil deixar certos títulos passarem despercebidos. Como em qualquer estabelecimento do tipo, os exemplares de maior nome costumam ficar à vista do visitante mais claramente do que qualquer outra coisa e no caso da Netflix esse exemplo se torna mais enfático devido à existência do algoritmo que mapeia a preferência do usuário com base no que ele consome, apresentando assim exemplares que são considerados mais apropriados para ele e consequentemente ocultando tantos outros que não se encaixam.

Um desses títulos, sem dúvida, é O Outro Lado do Vento: também conhecida como a última obra de Orson Welles. O mockumentário (falso documentário) do famoso cineasta teve uma produção extremamente complicada, marcada por processos judiciais, gravações que levaram anos para serem concluídas e escassez de recursos financeiros. 

Desde o início Welles lidou com o projeto como uma obra independente, no qual não só marcaria seu retorno às boas graças de Hollywood (conforme ele acreditava) como também seria um filme no qual ele teria o controle total de tudo que aconteceria; essa seria uma situação oposta ao que lhe ocorreu enquanto produzia sua obra mais famosa, Cidadão Kane, onde o estúdio mantinha o diretor sob controle e era detentor da palavra final.

Orson Welles (à esquerda) era persona non grata em Hollywood à altura que realizou seu último filme

O momento em que a ideia do filme foi concebida também é muito importante, ainda mais que pela duração do desenvolvimento ela se traduz de 1970 até 2018. Quando Welles anunciou que estava desenvolvendo seu próximo filme ele já era um cineasta “exilado” na Europa e no período entre 1948 e 1956 suas produções basicamente se concentraram por lá, tais como Othello (1948) e The Immortal Story (1968).

Toda a premissa de O Outro Lado do Vento se concentra no último dia de vida de um premiado diretor chamado Jake Hannaford que, incapaz de se adaptar às mudanças pelas quais o cinema passava principalmente com o movimento da Nova Hollywood, decide apostar na produção de uma última obra que conteria todos os elementos que estavam populares na época por filmes como Bonnie e Clyde e A Última Noite de um Homem, sendo eles sexo e violência explícita.

Dessa forma, com o filme ainda inacabado, Hannaford promove uma festa em sua casa convidando críticos e associados de longa data para exibir o que já havia do material. Ao mesmo tempo em que é desenvolvida essa linha narrativa, vai se mesclando a ela cenas do filme que está sendo exibido na festa; apresentando um casal de protagonistas que jamais falam e envolvidos em várias cenas explicitamente eróticas. Por se tratar de uma obra não finalizada, esse filme secundário não mostra qualquer linha narrativa clara que o espectador possa seguir para entender o que está acontecendo, nem mesmo os personagens da festa ou envolvidos na produção são capazes de entender o que está sendo mostrado.

Jake Hannaford (John Huston) é o protagonista e objeto de estudo em “O Outro Lado do Vento

De qualquer forma, Welles monta sua trama principal com um trabalho de câmera propositalmente caótico em meio às várias pessoas presentes na festa e invasivo no que consta aos constantes close-ups sobre o diretor protagonista. Narrativamente o filme não segue uma estrutura que simula fielmente a fórmula de um documentário mas a câmera tem uma presença bem fluída pelo cenário, focando pontualmente em vários convidados interagindo em cômodos diferentes. De vez em quando rendendo comentários direcionados do personagem em observação sobre o que quer que esteja acontecendo.

Durante uma conversa com Peter Bogdanovich, que também foi parte do elenco, Welles indicou como seria a estrutura de condução da trama. “Eu vou usar várias vozes para contar a história. Você escuta conversas gravadas como entrevistas e você vê algumas cenas diferentes acontecendo ao mesmo tempo”.

O enredo também é considerado uma metáfora aberta sobre o processo de envelhecimento de um artista, variando em termos de associação do protagonista com o autor Ernest Hemingway, essa defendida pelo próprio Orson Welles que o conheceu na década de 30, até possivelmente com Alfred Hitchcock que outrora já havia sido uma unanimidade na indústria mas que na fase final da carreira enfrentou grande dificuldade de se adaptar aos novos tempos, entregando dessa forma trabalhos considerados medíocres como Topázio e Cortina Rasgada.

A altura dos anos 70, Hitchcock, assim como Hannaford, estava longe do auge da carreira

Porém, a comparação mais imediata e talvez célebre acabe sendo com a mente por trás do filme. Nas ocasiões em que foi questionado se o protagonista interpretado por John Huston (outro célebre nome no panteão de cineastas de Hollywood) era uma representação da sua persona, Orson Welles foi direto ao negar e jogar a especulação para o colo de Hemingway. No entanto, é fácil tender a comparar O Outro Lado do Vento como uma representação satírica da trajetória profissional do próprio Orson Welles.

Antes considerado um prodígio do cinema pelo feito alcançado com Cidadão Kane e até mesmo um comunicador diferenciado por um dos primeiros mockumentários da história que foi sua transmissão radiofônica de Guerra dos Mundos em 1938, ele viu gradativamente os estúdios lhe dando as costas e com crescente dificuldade de financiamento dos seus projetos ele se voltou para o mercado europeu de cinema independente que foi ganhando amadurecimento a partir dos anos 50.

É justamente esse histórico complicado relacionado ao financiamento que Welles postergou por décadas a finalização de O Outro Lado do Vento. Inicialmente ele teve como principal investidor Mehdi Boushehri, cunhado do então Xá do Irã Reza Pahlavi. No entanto, após a deposição do Xá na Revolução Iraniana de 1979 o filme foi mantido em um cofre na França, primeiramente pelo novo regime do país e depois pela produtora francesa do cunhado do Xá.

Problemas financeiros, a até mesmo geopolíticos, atrasaram indefinidamente a pós produção do filme

Welles então iniciou uma batalha judicial para recuperar os direitos sobre os negativos; conforme é visto no documentário Serei Amado Quando Morrer, o cineasta apelou para o antigo código napoleônico relacionado à propriedade intelectual, mas a decisão da corte francesa manteve os direitos com o produtor.

Quando chegou o ano de 1985, Orson Welles faleceu sem jamais ter finalizado a edição de seu último filme. Ainda assim, seus associados e parentes continuaram o esforço de arrecadar recursos para terminar a produção o mais próximo possível de como o diretor sonhara em realizar. Por volta de 1998, Mehdi Boushehri decidiu por negociar os direitos sobre o filme, a fim de facilitar que ele fosse lançado e assim pudesse recuperar um pouco do investimento.

Poucos anos depois, Bogdanovich anuncia que vai buscar parceiros para terminar a pós-produção de O Outro Lado do Vento em um esforço que perdurou até 2018, quando a versão finalizada foi exibida no Festival de Veneza e no final do ano entrou no catálogo da Netflix

Ao final dessa saga, fica muito difícil não confundir o filme com a carreira de Welles. Um conceito que originalmente poderia ser o renascimento de um cineasta\um cineasta que no início da carreira apresentou conceitos que poderiam mudar o cinema, uma história sobre um diretor outrora grande que se tornou uma sombra reciclada de si mesmo\ um realizador que já foi considerado um prodígio de Hollywood por ter criado o maior filme de todos os tempos e nos estágios finais da vida precisava financiar os próprios projetos.

Tudo em O Outro Lado do Vento exala a exaustão, no bom sentido, do seu criador, o cansaço que transparece no Jake Hannaford de John Huston exibe bem isso; as câmeras invasivas que tomam a festa na casa do cineasta, como abutres em volta do corpo já deteriorado do protagonista, são as mesmas que muito se fartaram em mostrar Orson nos estágios finais da vida e ainda assim cabe a ironia de algumas delas serem de cineastas realizando gravações sobre o projeto de Hannaford; outrora o manipulador das câmeras, é Hannaford\Welles quem por elas agora era vitimizado.

 

‘Divertida Mente 2’ tem a 2ª MAIOR estreia de todos os tempos nas bilheterias do Brasil; Saiba qual é a 1ª!

GIGANTE! ‘Divertida Mente 2‘ estreou gigante no Brasil, e se tornou a segunda maior abertura da história dos cinemas brasileiros ao levar 4,5 milhões de espectadores para a frente das telonas, ficando atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019), que vendeu 5,5 milhões de ingressos.

Segundo dados da Comscore, o filme já levou 7,1 milhões de espectadores aos cinemas em apenas cinco dias, depois de bater o recorde de maior abertura do ano.

Confira, junto com o TOP 10:

filmerenda (R$)
1Divertida Mente 297.200.847
2Bad Boys – Até o fim4.385.989
3Planeta dos macacos – O reinado536.230
4Clube dos vândalos415.152
5Ghost – Rite here rite now313.015
6Bandida – A número um296.210
7Assassino por acaso218.444
8A semente do mal156.820
9Imaculada87.526
10Garfield – Fora de casa85.043

 

 

Mundialmente, a sequência  conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 724 milhões nas bilheterias mundiais em apenas 12 dias em cartaz.

Nos EUA, já arrecadou sólidos US$ 387.8 milhões – o que representa a maior bilheteria doméstica do ano, desbancando ‘Duna: Parte 2‘ (US$282.1M).

Em menos de duas semanas, a produção conseguiu entrar para o TOP 10 das maiores animações da história do país, ultrapassando sucessos como ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ (US$370M), ‘Procurando Nemo‘ (US$381M) e ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ (US$382M).

O próximo filme a ser desbancado no território norte-americano será ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ (US$400.9M).

A expectativa é que a produção entre para o TOP 5 das maiores arrecadações globais do gênero, que atualmente conta com ‘Frozen II‘ (US$1.4B), ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B), ‘Frozen‘ (US$1.28B), ‘Os Incríveis 2‘ (US$1.24B) e ‘Minions‘ (US$1.1B).

Internacionalmente, ‘Divertida Mente 2‘ acrescenta US$ 411.9 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados internacionais é formado pelo México (US$68.4M), Reino Unido (US$31.1M), Coreia (US$30.4M) e Brasil (US$23.3M).

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.

O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.

“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”

Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

‘Uma Mente Excepcional’: Série com Kaitlin Olson é ACLAMADA pelo público; Saiba aonde assistir!

Uma Mente Excepcional‘ (High Potential), drama criminal estrelado por Kaitlin Olson (‘Hacks’), estreou no Disney+ conquistando em cheio os assinantes.

A trama acompanha Morgan, uma mãe solteira de três filhos com uma mente brilhante, enquanto ela reorganiza algumas evidências durante seu turno como faxineira do departamento de polícia, ajudando na resolução de um caso insolúvel.

Nas redes sociais, o público elogiou a trama e o desenvolvimento viciante da história.

Confira as reações e o trailer:

Criada por Drew Goddard, a série é baseada no popular seriado francês ‘Haut Potentiel Intellectuel (HPI)‘.

O elenco ainda conta com Javicia LeslieDeniz AkdenizAmirah JMatthew LambJudy Reyes Daniel Sunjata.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

‘Mortal Kombat II’ estreia em 1º LUGAR nos filmes mais vistos de streaming; Saiba aonde assistir!

Mortal Kombat II’, sequência estrelada por Karl Urban no papel de Johnny Cage, estreou em primeiro lugar entre os títulos mais assistidos do catálogo da HBO Max.

Com a chegada da sequência, o primeiro filme também ganhou destaque e atualmente é o terceiro mais visto do streaming. ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ aparece em 2º, impulsionado pela estreia de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘.

Confira o novo trailer promocional e siga o CinePOP no Youtube:

Saiba Mais – Mortal Kombat 2

Com 65% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação fica abaixo do primeiro filme (B+) e da adaptação original de 1995 (A-), mas supera a infame sequência ‘Mortal Kombat: Aniquilação‘ (C+).

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mortal Kombat II’ brilha com carisma de Karl Urban e essência dos jogos

No novo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Crítica | O Despertar de Aurora – Um dos grandes filmes do Festival É Tudo Verdade 2023

Como ter esperança em um mundo tão cruel? Exibido no Festival É Tudo Verdade 2023, O longa-metragem O Despertar de Aurora nos leva a uma viagem impressionante, e que de fato aconteceu, aos olhos de uma jovem que viu seu mundo se despedaçar se tornando sobrevivente do genocídio armênio. Dirigido pela cineasta Inna Sahakyan, esse projeto armênio é uma história repleta de momentos tensos, quase inacreditáveis, que nos leva de um massacre até Hollywood, adotando a técnica de animação em conjunto com depoimentos de sua protagonista e ainda partes recuperadas de um filme realizado na época do cinema mudo sobre a protagonista.

Na trama, voltamos em uma extensa linha temporal, até a Primavera de 1925 onde conhecemos Aurora, uma jovem até então com 14 anos que travou uma enorme luta para fugir dos horrores do genocídio armênio e anos depois conseguiu chegar em Nova York onde conheceu as várias facetas da fama em meio a uma Hollywood na era do cinema mudo. Contando sua história ao mundo, no forte mercado de cinema, interpretou a si mesma no filme Auction of Souls (Leilão de Almas, 1919), um filme que se perdeu com o tempo, caindo no esquecimento.

Para entender melhor essa história, é preciso se basear nos relatos históricos, dos porquês de algumas questões. Durante o período de início da Primeira Guerra Mundial, o antigo Império Otomano (que se desmembrou e hoje é a atual Turquia) iniciou um extermínio contra os Armênios por conta de posições política de parte desse povo na primeira grande guerra. Tal fato gerou a morte de milhares de pessoas. Um fato que chama a atenção, é que hoje, passados dezenas de anos, os turcos ainda não reconhecem o genocídio. O Brasil, inclusive oficialmente não reconhece. Os EUA reconheceram formalmente em 2021.

Dentro desse contexto, conhecemos Aurora que tinha uma família feliz, que encenavam peças teatrais no quintal de casa mas vê uma reviravolta na sua trajetória com a primeira guerra se aproximando. Em apenas dois meses, perdeu quase toda sua família e precisou entrar em modo de sobrevivência, passando por terríveis situações e humilhações, até enfim conseguir fugir e chegar aos Estados Unidos, com o objetivo de contar ao mundo o que estava acontecendo naquela parte conflituosa da Europa.

 

 

Nesse segundo momento da trajetória de Aurora, ela se depara com uma Hollywood quase nos anos 20, que queria transformar sua história em filme, fato que aconteceu com o lançamento de Auction os Souls. Num primeiro momento, se vê fascinada por esse novo mundo mas logo conforme o passado a alcançava, sua história comoveu ate Charles Chaplin, se vê em um novo conflito, dessa vez na figura da ganância de alguns integrantes da principal indústria cinematográfica do mundo.

O Despertar de Aurora apresenta essa história que beira ao inacreditável, de uma jovem lutando contra a probabilidade, fugindo da escravidão, da matança, e se tornando uma eterna sobrevivente.

Kim Novak relança ‘Um Corpo que Cai’ no Festival de Toronto; Veja fotos!

De Pablo Bazarello, enviado especial a Toronto.

O Festival de Toronto 2015 trouxe, entre tantas outras coisas, uma cópia restaurada do clássico ‘Um Corpo que Cai‘ (Vertigo), do mestre Alfred Hitchcock, para uma exibição especial de graça para o público.

Para promover a exibição, os organizadores do evento trouxeram também a estrela do filme, Kim Novak. A atriz nunca recebeu uma indicação ao Oscar, mas tem dois prêmios honorários do Globo de Ouro na estante – um como jovem atriz mais promissora (o qual dividiu com Shirley MacLaine), em 1955, e outro, dois anos depois, como favorita mundial do cinema.

‘Room’ vence o Festival de Toronto; Confira a lista completa! 

Apesar de ter produções como Beije-me, Idiota (1964), de Billy Wilder, Férias de Amor (1955), com William Holden, e O Homem do Braço de Ouro, de Otto Preminger, no currículo, a carreira de Novak é lembrada prontamente por Um Corpo que Cai, uma de tantas obras-primas do grande cineasta conhecido como “o mestre do suspense”.

Veja fotos do tapete vermelho:

 

A estrela, no auge de seus 82 anos, é uma das poucas restantes da chamada época de ouro do cinema de Hollywood, onde tudo reluzia mais com um glamour infinito. Novak foi uma das tantas louras de Hitchcock, sempre redefinindo a expressão femme fatale.

No tapete vermelho do TIFF, Novak fez os fotógrafos esperarem um pouquinho, mas quando chegou não queria mais sair. Exibiu graça e simpatia ao ser apresentada para cada um dos sete ou oito fotógrafos (incluindo o que vos fala) presentes para capturar o momento. Na noite anterior, o tapete vermelho lotou de fãs e fotógrafos para ver Anna Kendrick e Sam Rockwell, e um pouco menos para Malin Akerman, Nina Dobrev e Taissa Farmiga.
Seja como for, todos agraciados com o momento não poderiam se sentir mais extasiados. Todos reconheceram vivenciar um momento único. E mesmo sendo o último dia de uma bateria consecutiva de mais de dez dias sem descanso, o consenso geral foi uma conhecida expressão: fechar com chave de ouro.

Kirstie Alley – Relembre os principais trabalhos da Atriz

Ontem, dia 5 de dezembro de 2022, a atriz Kirstie Alley nos deixou aos 71 anos, vítima de um câncer. Natural de Wichita no estado do Kansas, Kirstie Louise Alley começou sua carreira no fim dos anos 1970 e encerrou seu currículo com 75 trabalhos nas telas, entre filmes, séries de TV, minisséries e filmes para a TV. Alley foi indicada 6 vezes ao Globo de Ouro, sempre por participações na TV – onde ficaria mais famosa em grande parte de sua carreira. Destas seis nomeações, quatro foram pelo seriado icônico Cheers (1982-1993), grande responsável pelo pontapé inicial em sua popularidade, no qual viveu o interesse amoroso do protagonista, Rebecca Howie – embarcando no programa a partir de 1987. Em 1991, Alley levou o prêmio como atriz principal no programa de comédia.

Kirstie Alley também foi indicada oito vezes aos prêmios Emmy, dos quais cinco foram por Cheers, incluindo a vitória igualmente em 1991. O outro prêmio Emmy da atriz foi pela minissérie Prisioneiro do Silêncio (1994), da CBS, drama sobre uma mãe e seu filho autista. No cinema, como os fãs sabem bem, seu trabalho mais marcante foi na franquia de comédia para toda a família Olha Quem Está Falando, sobre bebês falantes, que estreou em 1989 e rendeu duas continuações até 1993. Nos três filmes, Alley atuou fazendo par com o astro John Travolta – que fez uma bela homenagem para a colega nas redes sociais. Travolta perdeu o filho Jett, aos 16 anos em 2009, a esposa e também atriz Kelly Preston em julho de 2020, a parceira de Grease – Nos Tempos da Brilhantina, Olivia Newton-John em agosto deste ano, e agora Kirstie Alley.

Como forma de celebrar esta subestimada atriz, que muitos certamente lembram de ter visto muitas vezes nas telas sem saber seu nome, e fez parte das vidas de cinéfilos e dos fãs em especial nas décadas de 1980 e 1990, separamos uma lista com os principais trabalhos da carreira de Kirstie Alley – para que a atriz seja sempre lembrada. Confira abaixo.

Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan (1982)

Clássico do cinema e ainda o preferido da franquia no cinema para muitos fãs (ou trekkies), o segundo Star Trek (ou Jornada nas Estrelas para os mais antigos) está completando 40 anos em 2022. E foi justamente o segundo filme da tripulação original que marcaria como o primeiro longa significativo da carreira de Kirstie Alley – e que estreia! Na trama, a atriz interpreta a vulcana Saavik, um membro importante da tripulação pertencente à mesma raça do lendário Sr. Spock, aqui ainda vivido por seu primeiro intérprete Leonard Nimoy. A atriz deixaria o papel na continuação visando alçar voos maiores, e seria substituída nas duas sequências seguintes por Robin Curtis.

Runaway – Fora de Controle (1984)

Quem cresceu nos anos 80 e 90 deve lembrar deste cult que mostrava o homem combatendo as máquinas e foi lançado no mesmo ano de O Exterminador do Futuro. A proposta para esse blockbuster que não deu muito certo na época, mas ganhou uma legião de fãs nas locadoras, era apresentar um futuro onda as máquinas nos serviriam. Mas o que acontece quando elas dão pane e se voltam contra nós? Quem protagoniza é o bigodudo Tom Selleck, o eterno Magnum. Kirstie Alley tem um papel importante na trama, mas ainda não atingiria o estrelato aqui.

Curso de Verão (1987)

Mais um passo era dado para a fama pela atriz nesta comédia jovial dos anos 80 – que não fez sucesso nos cinemas, mas se tornou um favorito das crianças e adolescentes da época nas exibições da Globo. Clássico da Sessão da Tarde, a história mostrava um professor passando o pão que o diabo amassou para ensinar uma turma de alunos excêntricos durante as férias de verão no curso de recuperação. Kirstie Alley é a professora da sala ao lado, que vira interesse amoroso do tutor.

Cheers (1982-1993)

Embora o programa clássico sobre um bar, seu dono, os funcionários e seus frequentadores tenha estreado há exatos 40 anos, Kirstie Alley subiria a bordo somente cinco anos depois, em 1987, com sua personagem de destaque Rebecca Howe, que a rendeu muitas nomeações e inclusive alguns prêmios, como o Emmy e o Globo de Ouro. A atriz ficaria no elenco até o final do programa em 1993. Cheers também serviu para relevar talentos como os de Ted Danson, Woody Harrelson, Shelley Long e Kelsey Grammer – que depois ganhou a série derivada de seu personagem, Frasier.

Olha Quem Está Falando (1989)

Este foi o grande sucesso da carreira de Kirstie Alley no cinema. No fim dos anos 80 e início dos anos 90, algumas franquias para toda a família marcaram por sua inocência e comédia leve – como Esqueceram de Mim por exemplo. E Olha Quem Está Falando seguiu esta linha, com a premissa simples de uma mãe solteira, sua família, um taxista com quem ela se envolve e seu pequeno bebê. A sacada do projeto era colocar o bebê “falando” através de seus pensamentos – como se a criança realmente estivesse lidando de forma lúcida e interagindo com cada elemento do dia a dia. No filme, Alley contracena com John Travolta, que vive o taxista. E o astro Bruce Willis, também saído da TV (de A Gata e o Rato) interpretava o pequeno Mikey através de sua dublagem.

A Casa Maluca (1990)

Outro filme talvez reconhecível apenas para os que cresceram nos anos 80 e 90. Esta comédia fez sucesso em suas exibições da Sessão da Tarde na Globo, e trazia Kirstie Alley e John Larroquette como um casal começando a viver o sonho de ter conseguido comprar uma casa luxuosa e bem localizada. No entanto, o sonho em pouco tempo se torna pesadelo quando no local começam a aparecer todo tipo de visita não convidada, em especial parentes de mala e cuia para ficarem hospedados na casa, levando os proprietários à loucura.

Olha Quem Está Falando Também (1990)

O sucesso do original fez os produtores da Columbia Pictures (hoje Sony) não perderem tempo e tirarem da cartola uma continuação logo no ano seguinte, trazendo de volta a diretora Amy Heckerling, e o trio principal do elenco Kirstie Alley, John Travolta e Bruce Willis como a voz de Mikey. A novidade aqui é a pequena Julie, a mais recente adição à família, que conta com a voz da humorista Roseanne Barr – que fazia sucesso com sua própria série Roseanne.

Tem um Morto ao Meu Lado (1990)

Ainda em 1990, o sucesso da franquia dos bebês falantes fez o estúdio da Columbia Pictures perceber o potencial de Kirstie Alley como estrela, e resolveu bancar um filme para a moça protagonizar. Para a empreitada, o saudoso Carl Reiner, que havia comandado a atriz em Curso de Verão (1987), três anos antes. Ao contrário dos demais acima, no entanto, esta comédia de humor ácido e incorreto caiu na obscuridade, não sendo tão lembrada. Na trama, Alley interpreta uma mulher desprezada pelo marido, e quando finalmente arruma um amante, o homem morre após o ato sexual entre eles. O elenco é um dos chamarizes, com as presenças de Jami Gertz como a irmã da protagonista, e ainda Bill Pullman, Carrie Fisher, Sam Elliott, Scott Bakula e Ed O’Neill.

Olha Quem Está Falando Agora (1993)

Um é pouco, dois é bom, três é demais. Esse ditado serve para definir a franquia Olha Quem Está Falando, que em 1993 deixava de ser bem-vinda com seu terceiro exemplar. Tudo bem termos crianças falantes nos dois primeiros filmes, o público gostou e comprou a ideia. Mas ao invés de um terceiro filho bebê, os realizadores optavam por cachorros falantes – com as vozes de Danny DeVito e Diane Keaton. Por outro lado, apenas Kirstie Alley e John Travolta ficavam em cena, com Bruce Willis e a diretora Amy Heckerling pulando fora.

As Namoradas do Papai (1995)

Kirstie Alley seguiu fazendo filmes agradáveis para toda a família durante a década de 1990. Aqui, em parceria com a Warner, ela estrelou um veículo para as fofuchas gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen – que fazem o papel de cupido tentando dar um jeito na vida amorosa do pai, papel de Steve Guttenberg, o Mahoney da Loucademia de Polícia. A candidata ideal segunda as pimpolhas é a personagem de Alley.

A Cidade dos Amaldiçoados (1995)

No mesmo ano do item acima, Kirstie Alley participava do que pode ser considerado seu projeto mais diferente, ousado e fora da caixinha. Isso porque a atriz deixava as comédias de lado e optava por um terror. Produzido pela Universal Pictures, trata-se do remake de uma produção britânica clássica e em preto e branco, de 1960. Mas não uma refilmagem qualquer, e sim uma assinada pelo mestre do terror John Carpenter, sobre crianças de um vilarejo que nasceram todas no mesmo dia, e que apresentam feições similares e estranhos dons sobrenaturais. Como se não bastasse, o filme ainda é protagonizado pelo Superman em pessoa, Christopher Reeve, em seu último trabalho antes do acidente que o deixaria tetraplégico.

Desconstruindo Harry (1997)

O sonho de todo ator, antes de todas as polêmicas envolvendo o nome do cineasta nesses tempos politicamente corretos, era trabalhar com Woody Allen. O diretor intelectual possui diversas obras-primas em seu currículo, e até virar uma figura controversa e pouco falada, era figurinha certa em videoclubes e rodinhas de cinéfilos. Assim, no fim dos anos 90, Kirstie Alley realizava o sonho de muitos atores, ao ser escalada para o elenco desta comédia sobre um autor (Allen) às voltas com os personagens de seu livro. O filme ainda conta com Robin Williams e Demi Moore no elenco.

Na Riqueza e na Pobreza (1998)

Comédia da Universal Pictures, no filme Kirstie Alley faz parceria com outro astro da TV da época, Tim Allen – então no ar com o sucesso Home Improvement (1991-1999). Na trama, eles vivem um casal de ricaços devendo 3 milhões de dólares em impostos sonegados para o governo, que decide fugir e se esconder numa comunidade Amish. A graça, ou tentativa, é o choque cultural. O filme não fez sucesso na época e hoje seria ainda mais mal-recebido pelo teor de sua trama.

Veronica’s Closet (1997-2000)

Segunda série estrelada por Kirstie Alley, depois de seu sucesso em Cheers no início dos anos 90. Aqui, no entanto, a atriz tinha um programa só seu para protagonizar. Quem viveu na época, lembra bem das exibições da série no Warner Channel. Na trama, ela vive uma mulher divorciada, que resolve se focar em seu trabalho, como dona de uma empresa fabricante de lingerie. A criação do programa é de David Crane e Martha Kauffman, que três anos antes havia achado ouro com um pequeno programinha chamado Friends.

Fat Actress (2005)

Todo mundo se refere aos anos 80 como a década mais politicamente incorreta de todas. Mas a verdade é que esta tendência sem-noção seguiu pelos anos 90 e até mesmo na década de 2000, criando uma sociedade mais consciente apenas nos últimos dez anos mais ou menos. Assim, a “graça” aqui era fazer piada em cima da forma física de Kirstie Alley, que na época, aos 54 anos, estava um pouco acima do peso. Hoje seria impensável, mas esta série é toda trabalhada na gordofobia, tentando fazer humor no fato de que a atriz havia aumentado demais suas medidas, mas ainda corria atrás de trabalhos. Não por menos, durou apenas 7 episódios, se tornando uma daquelas produções que só queremos esquecer.

Kirstie (2013-2014)

Na década seguinte, Kirstie Alley estrelava ainda uma nova série, essa levando seu nome no título. Esse era o quarto programa estrelado por ela, e o terceiro com seu protagonismo absoluto. E o canal TV Land tinha grandes planos para o seriado, que contava sobre um rapaz de 26 anos descobrindo que sua mãe biológica é uma famosa estrela da Broadway. A série contava ainda com a participação de Michael Richards, o eterno Kramer de Seinfeld, como parte do elenco fixo. Fora isso, a cada semana trazia a participação especial de um astro em seus episódios, incluindo o parceiro de Alley em Olha Quem Está Falando, John Travolta.

Scream Queens (2015-2016)

O último trabalho marcante da carreira de Kirstie Alley ocorria há seis anos com esta série que é um misto de terror e comédia. Propriamente intitulada Scream Queens (ou Rainhas do Grito) e com participação de Jamie Lee Curtis, a rainha do grito original, no elenco recorrente, a criação de Ryan Murphy para o canal da Fox não conseguiu viver todo o seu potencial e terminou cancelada após duas temporadas. Alley foi adicionada ao elenco no segundo ano da série, onde viveu a personagem Ingrid Hoffel em 10 episódios.

Anne Hathaway, Robert De Niro e vários outros ganharão estrelas na Calçada da Fama; Confira!

A Câmara Americana de Comédia de Hollywood definiu quais artistas serão os próximos a ganharem suas estrelas na Calçada da Fama. Na lista, destacam-se Anne Hathaway, Robert De Niro, Daniel Craig, Lupita Nyong’o, Kristen BellGuillermo del ToroAlan ArkinTyler Perry e Gena Rowlands, que representarão o cinema.

Na categoria TV, receberão o registro os atores Mandy MooreLucy LiuCandice BergenTerrence Howard, Guy Fieri, Stacy Keach, Sid e Marty Krofft, Dianne Wiest e um póstumo para a Julia Child.

Sobre as decisões, o presidente da Câmara, Vin Di Bona, afirmou que acredita que essas são personalidades que atraíam o público. Ainda não há data definida para a inauguração.

 

‘O Justiceiro’ é CANCELADA pela Netflix

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘O Justiceiro‘ depois de apenas duas temporadas.

A notícia não chega a ser uma surpresa, considerando que as outras séries em parceria com a Marvel também foram recentemente canceladas.

O ator Jon Bernthal se manifestou nas redes sociais.

“Para todos que nos serviram. Todos que conhecem perda. Todos que amam e compreendem Frank e sua dor. Foi uma honra andar em suas botas. Eu sou eternamente grato aos fãs de quadrinhos e aos homens e mulheres das Forças Armadas e da comunidade de policiais. Obrigado ao USMC e todos os soldados maravilhosos que me treinaram. Vá com força. Sempre seguro.”

‘A Família Addams’: Música inédita da trilha sonora é divulgada; Confira!

A Universal Pictures divulgou a canção original My Family, interpretada por Migos, Karol G, Snoop Dogg e Rock Mafia, que está presente na trilha sonora da animação ‘A Família Addams‘.

Confira:

Sucesso nos cinemas, a animação já arrecadou mais de US$ 50 milhões em apenas duas semanas.

Com isso, a MGM já deu sinal verde para uma sequência, que chegará aos cinemas no dia 22 de outubro de 2021, poucos dias antes do Halloween.

Dirigido por Conrad Vernon e Greg Tiernan, o longa é baseado nos personagens criados pelo cartunista Charles Addams, cuja primeira aparição ocorreu em 1964, em um seriado animado que durou 2 anos.

A Família Addams não é uma família típica: eles têm prazer na maioria das coisas que pessoas “normais” teriam medo. Aqueles que os visitam se desesperam ao ver os hábitos mórbidos e incomuns do clã. Gomez Addams é o chefe da família, um homem extremamente rico incapaz de negar algo a sua cadavérica esposa Morticia Frump Addams: seja o cultivo de plantas venenosas, ou um jantar à luz de velas em um cemitério. Wednesday Friday Addams (Vandinha), filha do casal, é uma menina sádica e um tanto quanto sombria, que adora brincar com seu desmiolado irmão Pugsley Addams (Feioso), submetendo-o a vários tipos de tortura que ele adora.

O elenco conta com Oscar Isaac, Charlize Theron, Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Nick Kroll, Bette Midler e Allison Janney.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

A Crônica Francesa

(The French Dispatch)

 

Elenco:

Benicio del Toro

Frances McDormand

Jeffrey Wright

Adrien Brody

Timothée Chalamet

Léa Seydoux

Tilda Swinton

 

Direção: Wes Anderson

Gênero: Drama

Duração: 103 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Novembro de 2021

Sinopse: 

Ambientado na redação de uma revista americana em uma cidade fictícia francesa do século XX, o filme apresenta uma coleção de histórias publicadas na The French Chronicle, a revista em questão.

Crítica | Wes Anderson arquiteta uma meticulosa e divertida narrativa com ‘A Crônica Francesa’ (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» O longa é descrito como “uma carta de amor aos jornalistas”;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Wellington Paranormal’: Spin-off de ‘O Que Fazemos nas Sombras’ será exibido pela CW

De acordo com o Deadline, a CW e a HBO Max adquiriram os direitos da série ‘Wellington Paranormal‘, spin-off de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘.

Nos EUA, a comédia será exibida semanalmente pela CW durante o verão norte-americano e os episódios serão acrescentados ao catálogo da HBO Max no dia seguinte.

A produção foi lançada na Nova Zelândia em 2018 e, atualmente, está exibindo o seu terceiro ciclo pelo canal TV2.

Criada por Jemaine ClementTaika Waititi, a trama acompanha os policiais Kyle Minogue e O’Leary enquanto eles enfrentam o crime sobrenatural em uma nova designação da unidade do sargento Ruawai Maaka.

Mike Minogue, Karen O’Leary e Maaka Pohatu estrelam a produção.

Vale lembrar que a série ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ já está renovada para a 3ª temporada.

‘Mr. Harrigan’s Phone’: Dois novos atores se juntam ao elenco da adaptação do conto de Stephen King

Segundo o Deadline, Colin O’Brien (‘Wonka’) e Cyrus Arnold (‘O Exorcista’) entraram para o elenco do terror ‘Mr. Harrigan’s Phone‘, adaptação do conto homônimo do Stephen King, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

O’Brien interpretará uma versão mais jovem do Craig. Já o Arnold viverá o antagonista, Kenny Yankovich.

Vale lembrar que o elenco ainda contará com Kirby Howell-Baptiste, Donald SutherlandJoe TippettJaeden Martell.

As filmagens já começaram, com lançamento previsto para 2022.

John Lee Hancock (‘Os Pequenos Vestígios’) será responsável pela direção e roteiro.

A história faz parte do novo compilado antológico de King, ‘If It Bleeds‘. A trama gira em torno de um adolescente chamado Craig, que faz amizade com um bilionário velho e recluso, o Sr. Harrigan. Os dois se unem por causa de livros e um iPhone, mas quando o homem morre, o menino descobre que nem tudo que está morto se foi e consegue se comunicar com o amigo falecido através do iPhone que foi enterrado com ele.

Ryan Murphy (‘American Horror Story’) e Jason Blum, através da Blumhouse, servirão como produtores do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Remake do terror ‘Boa Noite, Mamãe’ será lançado no Prime Video em setembro

O remake hollywoodiano do aclamado suspense ‘Boa Noite, Mamãe‘ finalmente teve a data de lançamento anunciada no serviço de streaming do Prime Video.

A produção irá estrear na plataforma no dia 16 de setembro.

O primeiro trailer deve ser lançado em breve. Fiquem ligados!

Naomi Watts (‘O Chamado’) estrela a nova versão, com Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’) interpretando os filhos gêmeos de sua personagem.

Jeremy Bobb (‘The Outsider’), Crystal Lucas-Perry (‘Law & Order’) e Peter Hermann (‘Younger’) completam o elenco.

Watts também será a produtora executiva do projeto ao lado dos diretores do longa original, Severin Fiala e Veronika Franz.

Matt Sobel irá dirigir, e Kyle Warren será responsável roteiro.

Na trama…

“Elias e seu irmão gêmeo Lukas chegam à casa de sua casa e a encontra com o rosto coberto por faixas − o resultado, ela explica, de uma recente cirurgia. Enquanto Lukas estranha as regras incomuns da casa, Elias desenvolve uma sinistra suspeita: e se a mulher embaixo das faixas, que os está fazendo comida e dormindo no quarto ao lado, não for realmente sua mãe?”

Lançado em 2014, o original tem uma aprovação de 86% no Rotten Tomatoes.

Causa da morte do astro Ray Liotta é REVELADA!

De acordo com o TMZ, a causa da morte do ator Ray Liotta finalmente foi confirmada. O site afirma que o astro faleceu devido uma falha cardíaca e respiratória.

Anteriormente, havia sido reportado que o ator faleceu na República Dominicana enquanto gravava o filme ‘Dangerous Waters‘. Na época, os médicos citaram que “insuficiência respiratória” e líquido nos pulmões (edema pulmonar), combinados com uma parada cardíaca, levaram à morte do artista.

Liotta morreu no dia 26 de maio de 2022, aos 67 anos.

O astro, que ficou eternizado por estrelar o clássico ‘Os Bons Companheiros‘, morreu enquanto dormia na República Dominicana, onde estava filmando o filme ‘Águas Perigosas‘. A notícia foi reportada pelo Deadline, que não trouxe mais detalhes.

Liotta deixa uma filha, Karsen. Ele estava noivo de Jacy Nittolo.

Liotta estava em um grande ressurgimento. Seus projetos recentes incluíram ‘The Many Saints of Newark‘, ‘História de um Casamento‘ e ‘Nem Um Passo em Falso‘.

Ele terminou ‘Cocaine Bear‘, dirigido por Elizabeth Banks, e deveria estrelar o filme ‘The Substance‘, ao lado de Demi Moore e Margaret Qualley.

Entre seus filmes conhecidos estavam ‘Corina, Uma Babá Perfeita‘, ‘Cop Land‘, ‘Profissão de Risco‘ e ‘Identidade‘.

‘Alex Rider’ enfrenta sua missão final no trailer da ÚLTIMA temporada; Confira!

A Amazon Freevee divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada de ‘Alex Rider‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 5 de abril.

No próximo ciclo, Alex Rider enfrentará o seu maior inimigo: um criminoso elusivo conhecido como Scorpia. Sob uma nova liderança, o antagonista planeja extorquir o governo britânico usando uma catastrófica superarma: Espada Invisível. Livre do departamento e apoiado pelos seus amigos, Alex embarcará em uma missão pessoal para destruir Scorpia de uma vez por todas.

A série é baseada na popular saga adolescente escrita por Anthony Horowitz.

Quando Alex Rider descobre que seu tio Ian foi morto no cumprindo seu dever como um espião britânico – e não em um acidente de carro, como lhe disseram –, tudo muda para esse adolescente normal. Logo, Alex é abordado por Alan Blunt, chefe de um ramo ultra-secreto do MI6 conhecido como O Departamento, que revela que ele foi treinado sem saber desde a infância para o perigoso mundo da espionagem. Pressionado a deixar sua antiga vida para trás, Alex se disfarça para investigar a conexão entre a morte de dois bilionários e um internato remoto chamado Point Blanc. Ao chegar, ele descobre que os alunos são cobaias do plano do diretor da escola megalomaníaca, com o objetivo de ganhar o controle dos impérios comerciais de suas famílias. Ajudado por seus amigos, Alex irá expor a rede global da trama e começar sua carreira como o ativo secreto mais jovem do MI6.

Otto Farrant interpreta o personagem-título. O elenco ainda conta com Ronke Adekoluejo, Haluk Bilginer, Nyasha Hatendi, Vicky McClure e Jon Moore.

Viva a Vida!

 

Elenco:

Thati Lopes
Rodrigo Simas
Jonas Bloch
Regina Braga

 

Direção: Cris D’Amato

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Elo Studios

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 30 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Em VIVA A VIDA!, dois medalhões idênticos preservados há gerações levam Jéssica e Gabriel, dois ”parentes” distantes, a se aventurar em uma viagem a Israel para desvendar um grande mistério de família. Lá, eles cruzam o país atrás das respostas que tanto buscam e descobrem o amor.

Crítica: 

Crítica | Viva a Vida – Thati Lopes e Rodrigo Simas Estrelam um Mazel Tov de Filme

Curiosidades: 

» Natália Klein, criadora da série ‘Maldivas‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Após estreia na China, ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ deve superar US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

A morte não descansa! A sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ acabou de estrear na China, o que deve fazer o longa superar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa abriu com US$ 8.2 milhões no país asiático, elevando sua arrecadação global para US$ 295.5 milhões.

Vale lembrar que este é o primeiro título da franquia a ser lançado nos cinemas da China, o que reflete no recente relaxamento da censura aos filmes de terror e de alta classificação etária.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 138.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 157.4 milhões.

O novo capítulo se tornou não apenas a maior arrecadação da história da franquia – superando a bilheteria total de ‘Premonição 4‘ (US$186.1M) –, como também o segundo maior filme de terror do ano, atrás apenas de ‘Pecadores‘ (US$365.8M).

Com o sucesso, o sétimo filme da saga já foi confirmado! O novo filme contará com o retorno da roteirista Lori Evans Taylor, de ‘Laços de Sangue‘.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

 

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Uma Infância Alemã

(Amrum)

 

Elenco:

Diane Kruger
Jasper Billerbeck
Laura Tonke

 

Direção: Fatih Akin

Gênero: Drama

Duração: 93 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 18 de Junho de 2026

Sinopse: 

Em UMA INFÂNCIA ALEMÃ, nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, Nanning, um garoto de 12 anos, desafia o mar traiçoeiro para pescar e trabalha duro em uma fazenda vizinha para ajudar sua mãe a sustentar a família. Apesar do isolamento e das dificuldades da época, a rotina na bela e ventosa ilha quase se assemelha a um paraíso intocado pelo conflito. No entanto, quando a paz finalmente é declarada, ela revela uma ameaça ainda maior e oculta: o verdadeiro inimigo está muito mais próximo do que o jovem Nanning jamais poderia imaginar.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Fatih Akin também assina o roteiro ao lado de Hark Bohm;

» Do diretor de ‘O Bar Luva Dourada‘ e ‘Em Pedaços‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Okja’: Cinemas da Coréia do Sul podem não exibir filme da Netflix

A Netflix comprou mais uma briga por seu método de distribuição das produções originais. Desta vez, uma forte rede de cinemas da Coréia do Sul, a CJ CVG, deve se recusar a exibir o indicado à Palma de Ouro, ‘Okja’, caso o filme estreie simultaneamente na plataforma de streaming.

Uma fonte ligada à rede de cinemas falou ao site The Hollywood Reporter que a empresa considera o modelo uma competição injusta eque vai reduzir o fluxo de espectadores na salas:

“Nós cremos que o correto seria haver um hiato entre o lançamento da produção nos cinemas e sua disponibilização online. Caso isso não aconteça, então estamos verificando a possibilidade não exibir ‘Okja’ nas salas da CJ CVG. A Netflix desprezou completamente o sistema que no qual o mercado cinematográfico coreano opera.

O crítico Bruno Fai está no Festival de Cannes fazendo a cobertura COMPLETA para o CinePOP e nos traz a crítica do filme dirigido pelo coreano Joon-Ho Bong (‘O Hospedeiro’, ‘Expresso do Amanhã’).

O grandioso elenco conta com Tilda Swinton (‘Doutor Estranho’), Jake Gyllenhaal (‘O Abutre’), Paul Dano (‘Pequena Miss Sunshine), Bill Nighy (‘Anjos da Noite’) e Lily Collins (‘Os Instrumentos Mortais’).

O streaming vai financiar 100% da produção, tudo ao orçamento de incríveis US$ 50 milhões. Você pode até achar pouco, mas para uma plataforma como a Netflix é muito dinheiro.

Intitulado ‘Okja‘, o longa será um thriller de terror que mostrará a relação de uma garota asiática com sua melhor amiga: um monstro chamado Okja. Ela precisará destruir uma poderosa corporação multinacional para salvá-la.

A estreia na Netflix acontece dia 28 de Junho. Estamos bem curioso, afinal, ‘Expresso do Amanhã‘ trouxe uma baita originalidade, sendo um dos melhores longas de 2014.

4ª temporada de ‘Fargo’ deve estrear apenas em 2020

Os fãs da série ‘Fargo’ provavelmente terão que esperar a chegada da quarta temporada por um bom tempo, provavelmente até 2020.

Segundo o criador, Noah Hawley, a probabilidade do novo ciclo estrear em 2019 é bem pequena, considerando seus projetos paralelos e toda a logística da própria produção.

Em entrevista ao site The Wrap, o produtor falou sobre seu cronograma de trabalho e como funciona a dinâmica de construção da narrativa, tanto conceitual, como prática.

Disse:

“Falando realisticamente, nós devemos iniciar as filmagens no ano que vem. Isso se deve mais pelo fato de ser uma série que se passa durante o inverno. Além disso, eu preciso escrever os episódios, prepará-los, para então filmá-los. Isso significa que isso acontecerá neste inverno ou no próximo. Outro aspecto importante é o meu horário, com a chegada de um novo filme neste verão, além do meu trabalho na série ‘Legion’, que cremos que conseguirá uma nova temporada. Com tudo isso, acho difícil dizer que lançaremos ‘Fargo’ 4 em 2019”.

 

Em uma entrevista ao site The Hollywood Reporter, Hawley, ele compartilhou quais são os seus planos, sem dar detalhes específicos.

Disse:

“Eu já tenho uma ideia que já não se encontra na periferia da minha percepção, mas sim diante dos meus olho. Não tenho muito tempo para focar nisso agora, mas tudo o que posso dizer é que o próximo ciclo se passará em um período no passado, exatamente como fizemos na segunda temporada”.

A série de TV de Fargo finalmente chegou ao Brasil pela Netflix, que disponibilizou todas as três temporadas do seriado de Noah Hawley em seu catálogo.

A produção é inspirada no filme dos irmãos Coen, vencedor de dois Oscars.

 

‘Game of Thrones’: Criadores garantem trailer real oficial para última temporada

A última temporada de ‘Game of Thrones‘ é uma das mais aguardadas para 2019 e embora os fãs estejam ávidos por novos materiais, a HBO tem entregado muito pouco.

Após a divulgação de um trailer com suas principais séries do ano – que trazia rápidos fragmentos de GOT, a emissora divulgou um novo teaser, que continua dizendo quase nada de novo a respeito do próximo ciclo.

Mas em entrevista à revista EW, a dupla de criadores D.B. Weiss e David Beniof garantiu que os fãs ainda verão um trailer real oficial da série.

Ponderando sobre o porque da necessidade de trailers, ambos refletiram que – às vezes – desejariam que esse tipo de conteúdo publicitário não fosse uma ferramenta de mercado.

Para Benioff:

David Lynch até disse como desejaria que não houvessem trailers. E é verdade! Você poderia apenas ir ao cinema e assistir algo absolutamente fresquinho”.

Completando seu raciocínio, Weiss compartilhou:

“Eu queria que não existem trailers. Só queria que alguém dissesse: ‘Oh, confia em mim e vá assistir isso”.

Ao serem questionado sobre deixar a oitava temporada sem trailer – considerando o grandioso sucesso de GOT, capaz de sustentar o desejo da audiência para assistir mesmo sem ver nenhuma prévia -, Weiss refutou a ideia:

“Entretanto, nós não faríamos isso, porque fomos ao cinema assistir ‘Jogador Nº 1‘ com nossas crianças e o trailer de ‘Westworld‘ foi exibido e ele ficou tão lindo. E aí pensamos, ‘ah, nós deveríamos mesmo fazer isso”.

 

O último ciclo da série irá estrear no dia 14 de abril.

Confira o primeiro teaser oficial:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.

Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

‘Curb Your Enthusiasm’: Larry David em hilária promo do penúltimo episódio da 10ª temporada

A 10ª temporada da aclamada série da HBO, ‘Curb Your Enthusiasm’, está chegando ao fim e o penúltimo episódio da produção ganhou uma nova e hilária promo, que traz o ator Larry David em diálogos divertidíssimos.

Assista:

Fred ArmisenKatilin OlsonJon DalyLaverne CoxTed DansonMary Holland aparecerão no novo ciclo ao lado dos protagonistas Larry DavidCheryl HinesJeff GarlinJ.B. SmooveJon Hamm.

Curb Your Enthusiasm é exibida pela emissora HBO.

 

‘Amend: The Fight for America’: Will Smith apresentará nova série documental da Netflix sobre racismo sistêmico

O astro Will Smith vai apresentar uma nova série documental original da Netflix, que aborda as raízes do racismo sistêmico, a partir das brechas existentes na 14ª Emenda da Constituição Americana.

Intitulada ‘Amend: The Fight for America‘, a produção contará com a participação de sociólogos especialistas, entre outros profissionais como astros de Hollywood, que avaliam as falhas presentes na Constituição e que ajudaram a perpetuar a desigualdade racial e de gênero no país.

Em um comunicado oficial, Smith refletiu sobre a oportunidade de apresentar a vindoura série, considerando a pungência do momento em que vivemos:

“Tenho a honra de apresentar Amend: The Fight for America. Estamos vivendo em dias sem precedentes como sociedade, como país e como família humana. Acredito que o cultivo da compreensão pessoal e histórica é a faísca imperativa que acende as chamas da compaixão e da cura desesperadamente necessárias. Como americanos, nos esforçamos para formar uma união mais perfeita que verdadeiramente estabeleça justiça e igualdade para todos.

Acredito que uma compreensão mais profunda da 14ª Emenda é um ponto de partida crítico. Nossa esperança com esta série é iluminar a beleza que é a promessa da América e compartilhar uma mensagem de conexão e humanidade para que possamos compreender e celebrar melhor nossas diferentes experiências como americanos e promover o progresso em direção à verdadeira igualdade prometida a todas as pessoas sob a 14ª emenda. Sou grato à Netflix e ao fenomenal grupo de pessoas que se reuniram à frente e atrás das câmeras para nos ajudar a contar essa história”.

Confira o trailer oficial:

Amend: The Fight for America‘ estreia na Netflix no dia 17 de fevereiro.

‘Um Lugar Silencioso’: Primeiro filme da franquia já está disponível na Amazon Prime Video

O primeiro filme da franquia ‘Um Lugar Silencioso‘ já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia na última terça-feira (01) na grade de programação do streaming.

A trama se passa em uma fazenda dos Estados Unidos, onde uma família do meio-oeste é perseguida por uma entidade fantasmagórica assustadora. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som.

Lembrando que a sequência, lançada em 2021, está disponível no Telecine, dentro do streaming Globoplay.

Emily Blunt, John Krasinski, Millicent Simmonds e Noah Jupe estrelam a produção.

Krasinski também assina a direção e o roteiro do longa.

Confira as nossas entrevistas com o elenco da sequência:

Assista nossa crítica do filme:

Crítica | She-Ra e as Princesas do Poder – 3ª Temporada – Ritmo acelerado em ótima temporada

Depois de poucos meses de espera, a terceira temporada de She-Ra e as Princesas do Poder estreou na Netflix. Após duas etapas espetaculares, a série de Noelle Stevenson (Wander Over Yonder) entra no catálogo exatamente de onde parou em abril, dando continuidade às histórias que o público estava acompanhando. Para ser honesta, acredito que chamar de uma temporada só e dividir em duas partes teria mais lógica do que separar em duas temporadas com sete e seis episódios, respectivamente.

Bom, dando continuidade exatamente de onde o público foi deixado, a produção apresenta um roteiro estável, como anteriormente, mantendo as qualidades de coerência e dramaturgia já conhecidas. Entretanto, o número curto de capítulos faz com que, em certos momentos, a trama pareça um pouco apressada e alguns acontecimentos que poderiam ter sido mais explorados passem voando.

Apesar deste pequeno detalhe, a série não perde quando o assunto é construção de storyline e respostas às perguntas em aberto. Desta vez, o espectador terá diversas questões esclarecidas dando a impressão de que seria esta a última temporada, a que fecha o ciclo que vem sendo acompanhado – mas calma, que tem um cliffhanger para aumentar as esperanças de que haverá uma próxima etapa.

Com a parceria entre Hordak (Keston John) e Entrapta (Christine Woods) a todo vapor é claro que a situação estaria mais arriscada do que nunca. Devido ao conhecimento da princesa cientista, o vilão avança em seus planos malignos para Etérea, e por causa deste fato, o espectador descobre finalmente os motivos da presença de Sombria (Lorraine Toussaint) em Lua Clara, mais especificamente, em busca de Adora (Aimee Carrero). É o verdadeiro, “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”. Afinal, a resistência precisa se unir à feiticeira para impedir os planos do antagonista.

É necessário falar sobre finalmente a protagonista, Adora, ganhar confiança sobre seus poderes quando She-Ra. O crescimento da mesma desde o primeiro episódio na primeira temporada para o momento atual é evidente e admirável. Outro ponto necessário de destacar está na presença holográfica de Mara (Zehra Fazal) – finalmente – que é um dos pontos cruciais para o desfecho desta terceira parte. Por outro lado, o destaque de Cintilante (Karen Fukuhara) e Arqueiro (Marcus Scribner) está menor e ambos fazem mais o papel de sidekick para que a personagem de Carrero brilhe em todas as cenas.

Evidentemente é preciso comentar sobre Felina (AJ Michalka) e o fato da mesma estar abraçando de vez seu lado sombrio. A personagem que o espectador conheceu, assim como Adora, parece estar sumindo para dar lugar a uma vilã que dará muito trabalho e dor de cabeça. Será que ainda existe redenção para ela, mesmo após os acontecimentos da season finale?

Como escrever esta review sem falar da fantástica cena envolvendo Angella (Reshma Shetty), a mãe de Cintilante, e Adora?! A personagem protagonizou o momento mais emocionante desta terceira temporada e mostrou finalmente que tem muito mais para apresentar do que somente o fato de ser uma rainha soberana enclausurada em seu reino. É de arrancar algumas lágrimas dos telespectadores mais emotivos e marcar eternamente sua presença na memória da série.

De uma perspectiva geral, She-Ra e as Princesas do Poder entregou uma terceira temporada que conta com um roteiro de qualidade, entretanto, poderia ter tido mais alguns episódios para dar espaço de explorar um pouco mais algumas nuances da história. Mesmo com este pequeno detalhe, ela perde poucos décimos já que mantém a coerência da dramaturgia e a essência que faz da produção algo tão bom de assistir.

Milla Jovovich será uma assassina letal na ficção científica ‘Hummingbird’

A estrela de Resident EvilMilla Jovovich, será novamente uma assassina letal nos cinemas. Dessa vez, a atriz estrelará o thriller de ficção científica ‘Hummingbird’, dos diretores Marcus Kryler e Fredrik Akerstrom, além de Paul W.S. Anderson revisando o roteiro.

Jovovich irá substituir a atriz Olivia Munn que acabou deixando o papel. A trama foca em uma assassina que está em uma jornada de auto-descoberta.

Atualmente, Milla encerrou a produção do reboot de Hellboy, e estará em um drama político chamado ‘Schock and Awe’, com Tommy Lee Jones e Woody Harrelson.

Ainda não há informações sobre a data de lançamento de ‘Hummingbird’. 

‘The Walking Dead’: É a vez de Daryl aparecer em nova foto da 9ª temporada

A revista EW divulgou a primeira foto do ator Norman Reedus na nova temporada deThe Walking Dead. Confira:

A Fox divulgou os primeiros cartazes da 9ª temporada de The Walking Dead, que mostram Rick de cabelo mais curto e os demais sobreviventes em um local bem diferente.

Na imagem, Rick Grimes (Andrew Lincoln) e os sobreviventes aparecem em Washington DC., a capital dos EUA. Porém, um detalhe que quase passou despercebido foi o helicóptero no fundo da arte. Na 8ª temporada, Rick e Negan avistaram, em momentos diferentes, um misterioso helicóptero sobrevoando o lixão.

O destaque no cartaz parece indicar que a resolução deste mistério finalmente será entregue aos espectadores.

Confira:

Pela manhã, a showrunner de The Walking Dead, Angela Kang, confirmou no programa Kick-Ass Women of AMC que a 9ª temporada realmente terá um salto temporal de mais ou menos dois anos, assim como nas HQ’s.

“Estamos trabalhando para que a temporada tenha um ar renovado. E ela vai lidar com o tempo. Teremos um salto temporal na história, coisas novas.”, afirmou.

O primeiro trailer da próxima temporada será revelado na San Diego Comic-Con.

Crítica 2 | Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore – Um filme que vai de nada a lugar nenhum…

Chega ao Brasil na próxima quinta (14), o terceiro capítulo da franquia que não deu certo, mas que a Warner cisma em forçar para ver se pega no tranco. Infelizmente, apesar de ser melhor que o capítulo anterior, Os Segredos de Dumbledore se prova uma tentativa de aventura esquecível, que definitivamente deixou de tentar buscar uma identidade própria e só pasteurizou aquilo que já foi visto em Harry Potter há mais de uma década. E é muito dolorido falar isso, porque dá para perceber que é um projeto que teve investimento, gente que gosta do universo envolvida, mas simplesmente não rolou.

Mas antes de falar dos pontos negativos, vamos ao que o filme tem de bom: os animais fantásticos. Assim como nos capítulos anteriores da franquia, os melhores momentos do longa são aqueles que justificam o título da saga. As criaturas mágicas habitam esse mundo são muito criativas e geram momentos divertidos e típicos de filmes de aventura, como perseguições, fugas e abordagens interessantes.

A trama deste filme, inclusive, gira em torno de um animal fantástico extremamente raro, que, pelas tradições bruxas, seria o responsável por todo o futuro da política do mundo bruxo. E vocês reclamando da urna eletrônica. De qualquer forma, todos os momentos que envolvem essa criatura trazem algum tipo de emoção, além do design do bichinho ser muito simpático.

Do elenco humano, o grande destaque é novamente o Kowalski de Dan Fogler. Seu desenvolvimento e carisma ofuscam o protagonista e seus coadjuvantes, que apostam em atuações caricatas que nem em série da TV passariam despercebidas. É interessante ver como ele é um dos poucos, senão o único personagem que realmente tem uma jornada trabalhada desde o primeiro filme e funciona nesse contexto. Diante de todas as pessoas mágicas, ver um Trouxa ainda deslumbrado com as maravilhas e polêmicas do mundo bruxo traz uma dose de inocência muito bem-vinda à história.

Quem também está bem é a dupla Mads Mikkelsen e Jude Law, que interpretam Grindelwald e Dumbledore, respectivamente. O primeiro está substituindo Johnny Depp, demitido pelas polêmicas envolvendo a ex-esposa, e consegue trazer muita elegância para o personagem. Dá para dizer que ele tem porte de vilão. Enquanto Law, no papel do diretor de Hogwarts, faz um contraponto com seu otimismo e pureza. A trama do romance entre eles é abordada superficialmente, só para dizer que está lá, mas já é bem mais do que a menção no último longa.

E agora, infelizmente, vamos aos pontos negativos. Calma, a Maria Fernanda Cândido não está mal no filme, apesar de ter umas três cenas, sendo que duas já foram mostradas no trailer. Mas isso é um dos pontos mais decepcionantes dessa história toda. Grande parte da campanha desse filme foi direcionada a cenas gravadas no Brasil. No entanto, por conta da pandemia, a sequência final, que deveria ser ambientada no Rio de Janeiro, foi substituída pela região montanhosa do Butão, na Ásia. Para não dizer que não teve nada do Brasil, o filme traz uma cena ao melhor estilo “piscou, perdeu” de um conhecido ponto turístico carioca.

Apesar da decepção desse bait para os brasileiros, o problema está mesmo no roteiro. Para começar, a trama assume que ninguém lembra dos acontecimentos do filme anterior, que foi massacrado pelo público e pela crítica. Isso fica nítido em uma cena que eles colocam uma personagem para literalmente fazer um resumo de Os Crimes de Grindelwald (2018), completamente expositiva. Esse acontecimento se dá porque o início do filme não se conecta com o anterior, começando do nada e conduzindo a história para lugar nenhum, porque apesar de acontecer a eleição na reta final, nenhum dos acontecimentos da história é tratado com relevância. Então, quando o longa chega ao fim, fica aquela sensação vazia de “ok, encheram linguiça e não desenvolveram quase nada”.

Outra tragédia é o que fazem com o Credence (Ezra Miller). Ele é a perfeita representação da franquia. Foi introduzido de forma tímido, se perdeu no segundo episódio com uma trama ao estilo programa do João Kléber, e teve seu fim apressado como se a equipe criativa tivesse cansado dele e não soubesse mais o que fazer com o que tinha em mãos.

Depois do segundo filme, em que ele foi trazido como o Dumbledore perdido e não se falou muito sobre o assunto, ficou a expectativa de que essa revelação fosse trabalhada na continuação. Mas nem isso foi feito direito. A história de Credence é mostrada de forma confusa, enquanto tentam justificar um repentino fim de vida para o personagem. A maneira como abordaram essa temática ficou confusa e desinteressante. E isso porque estamos falando de um dos principais personagens novos introduzidos na franquia.

Em vez disso, eles apelam para cenas em Hogwarts, aparições de versões mais novas de personagens de Harry Potter e para a trilha sonora da franquia do bruxinho mais famoso dos cinemas. É como se a própria produção assumisse que “Animais Fantásticos” não deu certo e se agarrasse a qualquer pingo de nostalgia da saga anterior para não enterrar de vez esse projeto. O curioso é quanto mais eles investem em pasteurizar Harry Potter, menos interessante fica o filme. Se eles tentassem trazer algo original que marcasse essa trilogia, já seria mais honroso e teria mais chance de dar certo.

É uma pena, porque apesar de poder dizer que é melhor que o filme anterior, não há motivos para Os Segredos de Dumbledore – que não tem segredo nenhum diga-se de passagem – comemorar. Dizer que é melhor que Os Crimes de Grindelwald é como ir numa reunião de família e sua tia dizer que você é melhor do que seu primo. Mas, nesse caso, seu primo é o assassino Champinha. Tipo, você não precisa fazer muita coisa para ser melhor que ele, é só não matar ninguém.

E perceberam que até agora não falei do protagonista, Newt Scamander, né? Pois é, o filme também não dá muito foco para ele, que fica ofuscado pelos dois melhores amigos e pelo vilão, enquanto eles se envolvem numa pseudotrama política mais chata e superficial do que discussão de Twitter. É coisa de revirar os olhos.

E nem dá para culpar o Eddie Redmayne, coitado. Ele está tentando e manda muito bem nas (poucas) cenas que tem destaque. A culpa é mesmo do roteiro de J.K. Rowling e da direção pouco inspirada de David Yates. E como se não fosse o bastante, após duas horas de enrolação e CGI questionável, eles abrem uma ponta para continuar a história em mais um filme. E olha que mesmo tendo anunciado essa história para cinco capítulos, diante de tantas polêmicas nos bastidores e desempenho abaixo do esperado nas bilheterias, é possível que nem haja uma próxima aventura. Caso haja, esse filme então envelhecerá muito mal, porque seu principal evento, a eleição e o que acontece lá, poderia ser resumido em uma capa do Profeta Diário.

Enfim, é mais um filme decepcionante para a franquia Animais Fantásticos, que iludiu a muitos com seu primeiro capítulo, mas depois foi só ladeira abaixo. Não dá para entender como a Warner achou melhor trazer uma trama política desinteressante para a saga em vez de acompanhar as aventuras e desventuras de um magizoologista atrapalhado explorando os quatro cantos do Mundo Bruxo e as peculiaridades de seus animais fantásticos. Uma pena.

‘Vikings: Valhalla’ estreou na Netflix! Confira 10 Curiosidades da Série…

Nem parece verdade, mas a série ‘Vikings: Valhalla’ fi-nal-men-te estreou na Netflix, para o delírio de nós, fãs. E como sabemos que sua programação é maratonar toda a primeira temporada de uma sentada só, vem aqui conferir 10 curiosidades bem legais sobre a série para te ajudar a entender um pouco mais sobre a série:

10 – Ligação com a série ‘Vikings’

Nunca é demais comentar que ‘Vikings: Valhalla’ é uma derivação da série de sucesso ‘Vikings’, que foi exibida em seis temporadas entre os anos de 2013 e 2019, originalmente no canal History Channel e, seguidamente, disponibilizada na Netflix.

9 – Linha do Tempo

Apesar de ser uma derivação da série original, ‘Vikings: Valhalla’ se passa cronologicamente cerca de 100 anos após os eventos da série original. Ou seja, muito provavelmente não veremos a participação especial de nenhum personagem da saga original, a não ser em flashback, se for o caso.

8 – Personagens reais

Ainda que seja ficção, ‘Vikings: Valhalla’ conta a história de personagens reais: Leif Eriksson de fato existiu e foi um explorador marítimo norueguês conhecido como um dos primeiros a aportar na América do Norte, na região hoje conhecida como Canadá; Freydis Eiríkdóttir, a meia-irmã de Leif, foi uma mulher forte e defensora das crenças nos deuses nórdicos, combatente das novas doutrinas cristãs.

7 – Rei Harald, ou Haroldo III da Noruega

E por falar em personagens reais, sim, também o Rei Harald foi real. Conhecido como Rei Haroldo III da Noruega, reinou por vinte anos, entre 1046 e 1066, ano de sua morte. Pouco antes disso, em 1064, tentou reivindicar para si o trono dinamarquês, mas não conseguiu, e no mesmo ano em que morreu tentou conseguir o trono inglês, e novamente não obteve sucesso.

6 – Tatuagem sem sentido

Para interpretar o Rei Harald, o ator Leo Suter disse ter lido diversos livros e poemas épicos da cultura anglo-saxônica, como ‘Beowulf’ e ‘The Battle of Maldon’. Além disso, ele também diz ter tatuado desenhos nos braços e nas costas para interpretar o personagem, mas não conta o que esses símbolos significavam.

5 – Amizade entre as séries

Frida Gustavsson, que interpreta Freydis Eiríkdóttir, em entrevistas já disse ser superfã da série ‘Vikings’. Inclusive, é amiga íntima de um dos atores da série original: Edvin Endre, que fez o Erlendur, filho do rei Horik.

4 – Erro histórico

Apesar de na história o Rei Harald participar da invasão de Canute da Inglaterra, na prática a linha temporal desmente essa possibilidade, uma vez que na ficção a série situa esse episódio em mais ou menos 1017, sendo que o Rei Harald nasceu em 1016 – ou seja, na linha temporal da série Harald teria 1 ano de idade na época em que Canute fora coroado rei.

3 – 100 ou 200 anos?

Novamente, a ficção em ‘Vikings: Valhalla’ dá espaço para uma adaptação na linha temporal. Embora a sinopse divulgue que o spin-off se passe cerca de 100 anos depois dos eventos da série original, uma vez que ‘Vikings’ acontece entre os anos 790 e 800, e a invasão de Canute ocorre no início do século XI, isso indica que a série se passa, na prática, cerca de 200 anos após os eventos da série original.

2 –  Jarl Haakon

Embora na série o personagem Jarl Haakon tenha sido interpretado por uma mulher (Caroline Henderson), na vida real ele foi um homem.

1 – Diferença etária

Harald Sigurdsson tinha apenas 15 anos quando seu meio irmão Olaf Haraldsson – conhecido como o Santo Olaf ou Olaf, o Sagrado – fora morto por rebeldes não-cristãos. Ele era vinte anos mais velho que o irmão, o dobro da diferença de idade entre os atores que interpretam esses personagens na série.

‘Shazam!’: Confira quais são as cenas pós-créditos!

O Comic Book revelou quais são as cenas pós-créditos de ‘Shazam!’. No total, temos duas.

SPOILERS

A primeira cena pós-crédito mostra o derrotado Dr. Silvana na prisão, desenhando símbolos dos Sete Pecados Mortais nas paredes. Logo em seguida, o Doutor Cérebro aparece e conversa com Silvana, dando dicas sobre uma possível aparição de A Sociedade dos Monstros em uma continuação do filme.

Já a segunda cena pós-crédito mostra o heróis tentando falar com um peixe enquanto Freddy Freeman observa em alusão à ‘Aquaman’.

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Clube dos Perdedores se reúne em novo clipe; Confira!

A aguardada sequência ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ ganhou mais um teaser oficial.

Confira:

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård no papel de Pennywise e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

‘Bloodshot’ ganha BELÍSSIMO cartaz em IMAX; Confira!

A adaptação de Bloodshot ganhou um novo e belíssimo cartaz oficial em IMAX.

Confira:

O filme chega aos cinemas em 13 de março deste ano.

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.