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‘Skyline 3’: Terceiro filme da franquia ganha imagem oficial; Confira!

A sequência ‘Skyline 3‘ (Skylin3s) ganhou a primeira imagem oficial.

Confira:

Dirigido por Liam O’Donnell, o longa é continuação direta de ‘Skyline: A Invasão‘ (2010) e ‘Skyline: Além do Horizonte‘ (2017).

Quando um vírus ameaça acabar com a vida na Terra, uma poderosa híbrida (Morgan) deve ser unir a uma equipe de soldados de elite em uma missão para o mundo dos alienígenas para salvar o que restou da humanidade.

Lindsey Morgan (‘The 100‘) estrela. O elenco ainda conta com Jonathan HowardAlexander SiddigRhona MitraDaniel BernhardtJames Cosmo.

O longa ainda não possui previsão de estreia.

‘Dallas & Robo’: Animação com John Cena e Kat Dennings ganha teaser divertido; Assista!

A animação ‘Dallas & Robo‘, estrelada por John Cena e Kat Dennings, será lançada pelo canal SyFy e ganhou um novo teaser.

Confira:

Inicialmente, a animação era uma produção original do YouTube Premium, mas teve os seus direitos adquiridos pelo canal SyFy.

A comédia segue as desventuras da ex-piloto de boca suja Dallas (Dennings) e seu bom amigo artificialmente inteligente, Robo (Cena). Juntos, os dois navegam por ciclistas canibais, caminhoneiros espaciais rivais e burritos de máquinas de venda automática, enquanto tentam ganhar dinheiro no mundo sombrio do grande aparelhamento interplanetário.

Criada por Mike Roberts, a série irá estrear no dia 8 de agosto.

Atriz de ‘Westworld’ estrelará novo terror da Blumhouse

De acordo com o Variety, Angela Sarafyan (‘Westworld’) estrelará ‘A House on the Bayou‘, novo terror da Blumhouse em parceria com o EPIX.

Escrito e dirigido por Alex McAulay, o longa terá sua produção iniciada durante a primavera norte-americana, com lançamento em dezembro de 2021.

A trama seguirá um casal problemático com sua filha adolescente passando férias em uma casa isolada na Louisiana para se reconectar como uma família. Mas, quando visitantes inesperados aparecem, sua fachada como uma família unida começa a ruir quando segredos inesperados são revelados

O elenco ainda contará com Paul SchneiderJacob LoflandDoug Van Liew e Lauren Richards.

O longa é o primeiro de uma parceria entre a Blumhouse Productions e a emissora EPIX, que ainda contará com outros sete filmes de terror originais, que serão lançados apenas em 2022.

“A Blumhouse tem um histórico em produzir conteúdo de alta qualidade, tornando-se uma força poderosa no gênero e eles têm sido parceiros incríveis para o EPIX,” afirmou o presidente da emissora, Michael Wright. “Mal podemos esperar para trabalhar com o Jason Blum e sua equipe talentosa, fazendo da emissora o lar de mais conteúdo exclusivo da produtora.”

‘Venom 2’ é o filme de super-herói “mais gay” do cinema, afirma o HILÁRIO trailer honesto

A sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ ganhou um trailer honesto hilário.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Sucesso nos cinemas, a produção já arrecadou US$ 483.2 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Wonka – A Fantástica Fábrica de Chocolates

(Wonka)

 

Elenco:

Timothée Chalamet
Keegan Michael-Key
Jim Carter
Olivia Colman

 

Direção: Paul King

Gênero: Fantasia

Duração: 106 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 7 de Dezembro de 2023

Sinopse: 

Baseado no extraordinário personagem principal de A Fantástica Fábrica de Chocolates, o mais celebrado livro infantil de Roald Dahl, e um dos livros para crianças mais vendidos de todos os tempos, Wonka conta a maravilhosa história de como o maior inventor, mágico e fabricante de chocolate do mundo se tornou o amado Willy Wonka que todos conhecemos hoje.

Do roteirista e diretor dos filmes “As Aventuras de Paddington”, Paul King, com produção de David Heyman (filmes “Harry Potter”, “Gravidade”, filmes “Animais Fantásticos”, filmes “As Aventuras de Paddington”) e Alexandra Derbyshire (filmes “As Aventuras de Paddington”, “Jurassic World: Domínio”) e Luke Kelly (“Convenção das Bruxas”), Wonka traz uma mistura inebriante de magia e música, caos e afeição, narrada com emoção e humor fabulosos.

Estrelado por Timothée Chalamet no papel-título, este espetáculo irresistível, pulsante e inventivo das telonas vai apresentar ao público um jovem Willy Wonka, cheio de ideias e determinado a mudar o mundo a cada deliciosa mordida – uma atrás da outra, provando que as melhores coisas da vida sempre começam com um sonho, e se você tiver a sorte de conhecer Willy Wonka, tudo é possível.

Crítica em Vídeo: 

Crítica: 

Crítica | ‘Wonka’, estrelado por Timothée Chalamet, é a pedida PERFEITA para o fim do ano

Curiosidades: 

» O longa servirá como pré-sequência do clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘;

» O elenco ainda contará com Simon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonRich FulcherSally HawkinsRowan Atkinson;

» Durante a CinemaCon, a Warner Bros. revelou o primeiro teaser da produção. Apesar do vídeo não ter sido liberado para o público, os principais sites de entretenimento divulgaram a descrição dele: “Aparentemente, não é uma encarnação moderna. O filme é ambientado no século XX e Wonka ainda está no começo de sua carreira. Ele está trabalhando para se estabelecer como o chocolateiro número um do mundo. Há girafas, fontes de chocolate, ao longo de números musicais. Então, há muita pompa e circunstância em Wonka” (via ComicBook.com);

» Em entrevista à Time,  Chalamet revelou que o filme será um musical e que ele está gravando canções originais no Abbey Road, famoso estúdio localizado em Londres, onde as filmagens também ocorrem: “Me senti fora do eixo. Como se eu estivesse profanando a história. Não estamos minando emoções obscuras na vida. É uma celebração de ser fora do centro e aceitar as partes esquisitas de nós mesmos que não se encaixam na sociedade”.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Inside the great glass elevator are JOHNNY DEPP as Willy Wonka; FREDDIE HIGHMORE as Charlie Bucket and DAVID KELLY as Grandpa Joe in Warner Bros. PicturesÕ fantasy adventure ÒCharlie and the Chocolate Factory.Ó
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‘Alan Wake 2’: Sequência do aclamado jogo será lançada em outubro; Confira o trailer!

A aguardada sequência do jogo ‘Alan Wake‘ finalmente ganhou data de estreia.

A produção está programada para ser lançada no dia 17 de outubro – bem a tempo do Halloween.

Na trama, treze após o escritor Alan Wake desaparecer, uma série de assassinatos ritualísticos e forças sobrenaturais começam a corromper os moradores da pequena e idílica cidade de Bright Falls. Saga Anderson, uma agente do FBI, é enviada para investigar os crimes, mas acaba presa em uma história sobrenatural aterrorizante escrita pelo próprio Alan Wake em uma tentativa de escapar de sua prisão.

Confira o trailer:

O novo jogo será lançado pela Epic Games, PlayStation 5 & Xbox Series.

Lançado em 2010, o jogo original segue a história do personagem titular enquanto ele tenta descobrir os mistérios por trás do desaparecimento de sua esposa. O incidente aconteceu enquanto o casal passava as férias em Bright Falls – um lugar onde o Alan Wake vivencia os eventos de seu último livro que ele não se lembra de ter escrito.

Anteriormente, a AMC adquiriu os direitos para desenvolver uma série live-action baseada na produção. Peter Calloway servirá como showrunner.

Harold e o Lápis Mágico

(Harold and the Purple Crayon)

 

Elenco:

Zachary Levi
Lil Rel Howery
Benjamin Bottani

 

Direção: Carlos Saldanha

Gênero: Comédia

Duração: 92 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1º de Agosto de 2024

Sinopse: 

Em HAROLD E O LÁPIS MÁGICO, o aventureiro Harold consegue fazer dar vida à qualquer coisa simplesmente desenhando em seu livro. Depois que ele cresce e se desenha fora das páginas do livro e dentro do mundo real, Harold descobre que ele tem muito o que aprender sobre a vida real – e que seu confiável lápis roxo pode criar mais diversão do que ele jamais achou possível. Quando o poder da imaginação ilimitada cai nas mãos erradas, vai precisar da criatividade de todos os amigos do Harold para salvar o mundo real e o seu próprio. Harold e o Lápis Mágico é a primeira adaptação da amada série de livros que cativou gerações por décadas.

Curiosidades: 

» O diretor brasileiro Carlos Saldanha também é conhecido por comandar ‘Robôs‘, os três primeiros filmes da franquia ‘A Era do Gelo‘ e a duologia ‘Rio‘;

» O longa é baseado no homônimo livro infantil escrito por Crockett Johnson;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘TÁR’: ACLAMADO drama com Cate Blanchett estreia em streaming; Confira o trailer!

O drama musical ‘TÁR‘, que se tornou uma das produções mais aclamadas de 2022, rendendo o BAFTA de Melhor Atriz à icônica Cate Blanchett, já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Ambientada no universo da música clássica, a trama foca na figura de Lydia Tár, amplamente considerada uma das maiores compositoras/regentes vivas e a primeira maestrina chefe de uma grande orquestra alemã.

Com 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu seis indicações ao Oscar e três indicações ao Globo de Ouro – rendendo a vitória de Melhor Atriz à Blanchett.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Todd Field (‘Pecados Íntimos’) é responsável pela direção, além de assinar o roteiro.

O elenco ainda conta com Noémie Merlant, Nina Hoss, Sophie Kauer, Julian Glover,  Allan Corduner e Mark Strong.

Diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam’ comandará novo filme da franquia ‘Terror em Amityville’

De acordo com o Deadline, David F. Sandberg será responsável pela direção do novo filme da franquia ‘Terror em Amityville‘, que está sendo desenvolvido pela Amazon MGM Studios.

Conhecido pelos fãs do gênero, o cineasta já comandou sucessos como ‘Quando as Luzes se Apagam‘, ‘Annabelle 2: A Origem do Mal‘ e ‘Until Dawn: Noite de Terror‘.

O roteiro do novo capítulo ficará a cargo de Ian Goldberg & Richard Naing (‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’ e ‘A Autópsia’).

Além de dirigir, Sandberg também servirá como produtor ao lado de Peter Safran, John Rickard e Lotta Losten.

Novos detalhes devem ser divulgados em breve.

A franquia conhecida como ‘Horror em Amityville‘ teve início em 1979 com ‘A Cidade do Horror‘ e se tornou famosa por nunca conseguir entregar uma história que conseguisse traduzir a icônica e arrepiante lenda sobre o local.

Com fraca recepção crítica e uma baixa bilheteria, a saga entregou seu mais recente capítulo em 2017 com ‘Amityville: O Despertar‘, estrelado por Bella ThorneJennifer Jason Leigh.

Jacob Elordi luta pela sobrevivência no trailer de ‘Ponto Sem Retorno’, novo thriller pós-apocalíptico de Ridley Scott

A 20th Century Studios divulgou o novo trailer de ‘Ponto Sem Retorno‘ (The Dog Stars), próximo thriller pós-apocalíptico do diretor Ridley Scott (‘Gladiador’).

Estrelado por Jacob Elordi (‘Frankenstein’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’) e Margaret Qualley (‘A Substância’), o longa será lançado no Brasil no dia 27 de agosto.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Benedict Wong se junta ao elenco de ‘The Dog Stars’, novo filme de Ridley Scott

“Baseado no romance de Peter Heller, o filme apresenta um futuro devastado por uma pandemia global. Hig (Jacob Elordi) é um piloto viúvo que vive de forma isolada em um hangar no Colorado com seu cachorro e um ex-fuzileiro naval ranzinza (Josh Brolin). Embora incompatíveis, a dupla depende um do outro para sobreviver a invasores. A rotina é interrompida quando uma transmissão de rádio desperta em Hig a esperança de uma vida melhor além de seu perímetro controlado, levando-o a uma jornada de risco sem retorno”, diz a sinopse.

Roteiro de Mark L. Smith, fotografia de Erik Messerschmidt e trilha sonora de Harry Gregson-Williams.

Ice Cube ganha estrela na Calçada da Fama; Veja fotos!

Os astro da música Rap e dos cinemas, Ice Cube, foi a mais recente celebridade a receber a tão sonhada estrela na Calçada da Fama.

O evento aconteceu nesta segunda-feira (12), três dias após o lançamento da edição de aniversário de 25 anos do álbum ‘Death Certificate’, além de ser três dias antes do aniversário de 48 anos do artista.

Ao lado do ex-companheiro do grupo NWA, Dr. Dre, da mãe e de outro amigo rapper, WC, o músico foi elogiado por seu papel social como militante das minorias e por sua influência na cultura POP, tanto através da indústria fonográfica, como da cinematográfica.

Confira as imagens:

 

‘Supergirl’: Mon-El com uniforme dos quadrinhos em novas imagens; Confira!

O episódio de ‘Supergirl‘, intitulado ‘In Search of Lost Time‘, ganhou novas imagens, que traz o personagem Mon-El trajando o uniforme dos quadrinhos pela primeira vez.

O capítulo em questão será exibido apenas no dia 23 de abril.

Confira:

Supergirl é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.

Crítica | Big Time Adolescence: Conflito de gerações e maus exemplos em comédia deliciosa

Crescer dá trabalho. Boletos, compromissos, horários e responsabilidades. Ninguém muito preocupado em te defender, uma vez que você já está bem grandinho para isso. Está mesmo? Nessa longa jornada de ciclos de amadurecimento, encontrar o eixo de equilíbrio na vida adulta não é tão simples. Afinal, ser imaturo é tão mais fácil e bem menos descomplicado, o que faz desse hiato de irresponsabilidade um período mais que desejado, mas sim essencial e exaustivamente vivido por uns. Em Big Time Adolescence, o pupilo do programa de sketches Saturday Night Live, Pete Davidson, rouba a cena, como um moleque unapologetic que não tem pressa de crescer e está disposto a retardar o mesmo processo na vida dos que o cercam. Naturalmente inconveniente, ele é uma caricatura cômica de uma das fases mais difíceis de abrir mão.

Jason Orley é estreante. Sem um background de peso que também sirva como uma sombra de medo sobre seu talento, ele dirige e roteiriza a comédia dramática como alguém sem pressa e sem pressão. Trazendo sua narrativa, também pertencente à famosa Lista Negra de Hollywood – aquele mecanismo de busca em que são elencados os roteiros “mais curtidos” que ainda não foram produzidos – ele tira do papel uma ideia despretensiosa sobre o amadurecimento e nos entrega de presente um filme que dá para ser visto em loop. Realista e sem compromisso com lições morais, o longa relata o incomum relacionamento de um adolescente de 16 anos com um jovem de 23 anos, que reduz seus dias à uma vida desregrada em si mesmo. Pouco preocupado com seu emprego e sem visão de mundo, ele se torna a piada mais deliciosa de um curto filme, que poderia até durar mais, de tão bom que é.

Mo (Griffin Gluck) tem tudo para ter um bom futuro. Vindo de uma boa família de classe média alta, ele ainda possui uma certa ingenuidade contida. Mas ao se relacionar com Zeke (Davidson), ex-namorado de sua irmã, suas chances de brilhantismo descem pelo ralo. Transformando este trem desgovernado em sua referência de vida adulta, ele parece ter menos filtro avaliativo que o próprio amigo, seguindo as sugestões mais bizarras e assumindo os comportamentos mais conflituosos. Buscando sua própria identidade, como qualquer adolescente, ele perambula pela vida estudantil como um pária diante de seus pares. Longe dos garotos de sua faixa etária, ele desenvolve uma espécie de vida adulta, fazendo malabarismos entre o período escolar e um convívio tóxico com um rapaz que continua se comportando como uma criança de 12 anos.

E é justamente o contraste entre gerações que faz de Big Time Adolescence uma comédia tão prazerosa de assistir. Com um humor natural que reside, majoritariamente, no personagem de Pete Davidson, a produção trabalha com o drama sem muita responsabilidade e faz do gênero híbrido a ferramenta necessária para mesclar a narrativa com o hilário e o preocupante. Como um retrato real do que poderia muito bem ser o reflexo da vida de muitos jovens, a produção entende que, assim como tudo na vida é temperado de forma agridoce, nada mais justo que o cinema acompanhe esse sabor. Os risos e a dramaticidade se completam, com o aquele atingindo patamares escalonados, enquanto este assume o segundo plano, ganhando maior destaque no clímax da produção.

Bem dirigido e roteirizado com leveza, a produção é um deleite de puro entretenimento. Com um final simbólico, que ainda deixa no ar a sensação de uma lição não dita, Big Time Adolescence se fortalece nas atuações, ainda traz Jon Cryer para os nostálgicos mais inveterados e prepara uma rota promissora nos cinemas para o jovem Pete Davidson, que – sem perceber – pré-anuncia um vindouro fim da sua era SNL e início de uma carreira que, assim espero, seja de mais grandes cômicos sucessos.

 

 

 

 

‘Westworld’: Dolores está obcecada por controle na promo do episódio 3×02; Confira!

A 3ª temporada de ‘Westworld‘ começou de forma bombástica e a anfitriã Dolores está ficando obcecada por controle, conforme pontua a nova promo do segundo episódio.

Assista:

O novo ciclo abriu com 73% no Rotten Tomatoes, com nota 6.86/10 baseada em 22 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[a série] alcança sucesso em rebootar si mesma à medida que abre o escopo do parque de diversões titular, enquanto clareia algumas narrativas – apesar de algumas parecerem sem alma”.

Confira algumas críticas:

“Como Maeve diz, nada disso importa, porque nada parece real… Como resultado, tudo parece legal, mas soa vazio” – Rolling Stone.

“Este é um Westworld mais bobo e louco, e muito mais divertido” – The Atlantic.

Westworld quer gerar uma nova conversa existencial na terceira temporada, mas mesmo quando o show introduz novos rostos, os detalhes que vêm à vida são perfunctórios” – Observer.

“Esse recomeço parece incrível, mas, se a segunda temporada nos ensinou algo, foi: apenas assista, não pense” – Newsday.

Westworld retorna com as baterias recarregadas e um começo enérgico” – Espinof.

Confira os títulos e as premissas dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘Don’t Worry Darling’: Olivia Wilde elogia atuação de Harry Styles e compartilha nova imagem

As polêmicas denúncias de abuso feitas contra o astro Shia LaBeouf, resultaram em sua demissão do vindouro thriller psicológico, ‘Don’t Worry Darling‘.

E para substituí-lo no papel do esposo de Florence Pugh, a cineasta Olivia Wilde contratou o cantor e ator Harry Styles, que recentemente recebeu diversos elogios por parte dela.

Por meio de uma publicação feita em sua conta oficial do Instagram, Wilde parabenizou o artista por sua performance na produção, salientando o seu carisma e comprometimento com um projeto cujo foco é na protagonista feminina.

Na ocasião, a diretora ainda compartilhou uma bela imagem do longa, que traz o Styles em um visual clássico, em cima de um carro de época.

Confira:

“Fato pouco conhecido: A maioria dos atores não quer desempenhar papéis coadjuvantes em filmes liderados por mulheres. A indústria os fez acreditar que aceitar esses papéis diminui o seu poder (ou seja, valor financeiro), o que é um dos motivos pelos quais é tão difícil conseguir financiamento para filmes com foco em histórias femininas. Não é brincadeira, é difícil encontrar atores que reconhecem por que pode valer a pena permitir que uma mulher se destaque nos holofotes. Entra Harry Styles, nosso ‘Jack’. Ele não apenas aproveitou a oportunidade de permitir que a brilhante Florence Pugh ocupasse o centro do palco como nossa ‘Alice’, mas ele infundiu cada cena com um senso de humanidade cheio de nuances. Ele não tinha que se juntar ao nosso circo, mas ele pulou a bordo com humildade e graça, e nos surpreendeu a cada dia com seu talento, calor e capacidade de dirigir para trás”.

Roy LeeMiri Yoon (It: A Coisa) entram como produtores.

Chris Pine também faz parte do elenco.

O projeto é descrito como um thriller intimista e gira em torno de uma dona de casa dos anos 1950 cuja realidade começa a rachar e a revelar uma deturpada verdade.

Katie Silberman reescreveu o roteiro originalmente assinado por ShaneCarey Van Dyke.

Wilde estreou na direção com o drama coming-of-age Fora de Série. A comédia, que também representou sua estreia diretorial, arrecadou 22 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos e alcançou uma aprovação incrível de 97% no Rotten Tomatoes.

 

‘G.I. Joe – Snake Eyes’: Filme de ação estreia na Globoplay

O filme de ação ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes‘, lançado em 2021, já está disponível na na plataforma Globoplay. O longa teve a sua estreia recentemente na grade de programação do TeleCine.

Na trama, após salvar a vida do herdeiro de Arashikage, Storm Shadow, Snake Eyes é aceito nesse antigo clã japonês e se junta à batalha contra o grupo terrorista Cobra. Desafiando os limites, Snake Eyes será o melhor dos guerreiros ninjas. Porém, segredos do seu passado veem à tona, testando sua honra e lealdade. Agora, ele ainda corre o risco de perder tudo que tanto lutou para conquistar.

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

O astro Henry Golding deu uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP. Questionado sobre qual ator ele gostaria de ter na sequência, Golding disse Jason Statham.

“Eu sou um grande fã de Jason Statham. Se ele pudesse participar seria incrível. Ele é fantástico e durão.”, afirmou. 

Assista a entrevista:

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

Assista ao trailer:

Crítica | Boneca Russa – ‘Feitiço do Tempo’ com muito cinismo e roteiro original

Como repetir o mesmo dia todos os episódios e mesmo assim ter um dos roteiros mais originais dos últimos anos? O grande nome por trás do sucesso de Boneca Russa (Russian Doll), lançado na Netflix no início de fevereiro, é Natasha Lyonne. Não somente ela é criadora da história, como produz, protagoniza e dirige o último episódio da série. Ao seu lado neste projeto está a co-criadora Amy Poehler e a diretora/roteirista Leslye Headland (Dormindo Com Outras Pessoas).

Aos moldes de Feitiço do Tempo (1993), Nadia revive sua festa de 36 anos repetidamente em busca de descobrir o motivo da sua volta, no entanto, não é fim do dia que a traz de volta, mas as suas mortes. O seriado começa com Nadia encarando-se no espelho, enquanto lava as mãos, e as batidas da porta do banheiro chamam a sua atenção para a festa do lado de fora ao som de Gotta Get Up, de Harry Nilsson.

Em uma miscelânea de pessoas, ela recebe um baseado da sua amiga anfitriã Maxine (Greta Lee), encontra Mike (Jeremy Bobb) e acaba levando-o para casa. Ela, no entanto, busca seu gato desaparecido Oatmeal e ao atravessar a rua atrás dele, é atropelada por um carro e morre. Nos segundos seguintes, Nadia está em frente ao espelho novamente, batida na porta, a canção de Harry Nilsson e a impressão de que algo está errado.

Conforme ela vive na sensação de déjà vu e continua a morrer acidentalmente repetidas vezes, as coisas começam a tomar rumos mais estranhos. Natasha Lyonne dá vida à Nadia com maestria, tal como se fosse ela mesma. Cada capítulo tem entre 24-29 minutos, no total de quatro horas de história, e é possível assistir a todos os episódios de uma vez e sentir uma empatia natural por Nadia. Ela é a mulher desta Era, livre das amarras do lugar do sexo feminino nas narrativas modernas. Ela foge de compromissos, é desbocada, cheia de vícios, trabalha como engenheira de software e não se importa com pré-julgamentos.

Sua presença em tela já é imponente, seu cabelos vermelhos, volumosos e cacheados a apresentam de forma impactante. Os seus maneirismos são divertidos e suas frases sensacionais, sempre tem o que dizer, mas de forma ponderada e racional, tal como os personagens de Nick Hornby (Alta Fidelidade e Um Grande Garoto), mas só que feminina.

Após sucessivas voltas, Nadia começa a tentar achar os meandros para transpor os obstáculos, a sua grande reviravolta e o encontro com Alan (Charlie Barnett), que também morre todos os dias. Com o aprisionamento no tempo em comum, os dois desenvolvem uma amizade necessária.

A narrativa de Alan vai ao encontro da jornada de Nadia e eles tentam entender como pausar o ciclo de voltas pós-morte. Novos personagens coadjuvantes brotam pelos caminhos, mostrando como a vida de cada um deles é rica em redes e conexões. Conforme mais eles vasculham os motivos para esta punição, Alan faz conjecturas religiosas como um purgatório, já Nadia mais racional busca explicações mais científicas no espaço-tempo.

Como uma analogia às bonecas russas, as quais sempre há uma nova dentro da casca anterior, o seriado abre as camadas da protagonista expondo desde as suas memórias mais tristes da infância até sua dificuldade de se aproximar das pessoas. É, claro, que a resolução do looping infinito é o grande desejo de todos, mas, na verdade, é o percurso dos reviventes que faz deste um dos seriados mais fantásticos da Netflix e do ano.

Como diz a amiga e psicanalista Ruth (Elizabeth Ashley), “nós somos narradores pouco confiáveis da nossa própria vida” e, assim, a gente testemunha os dois e nos vemos no espelho para lidar com a resolução de nossos próprios dilemas. Como se Boneca Russa fosse uma corda para impulsionar o público a pensar em cada momento como uma decisão que muda todo o entorno e, principalmente, seu próprio futuro.

Millenium: A Garota Na Teia de Aranha

(The Girl in the Spider’s Web)

 

Elenco:

Claire Foy

Sylvia Hoeks

Vicky Krieps

Lakeith Stanfield

Direção: Fede Álvarez

Gênero: Thriller / Suspense

Duração: 117 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 8 de Novembro de 2018

Sinopse:

A hacker Lisbeth Salander e o jornalista Mikael Blomkvist precisam juntar forças para enfrentar uma nova e terrível ameaça. É tarde da noite, e Blomkvist recebe o telefonema de uma fonte confiável, dizendo que tem informações vitais aos Estados Unidos. A fonte está em contato com uma jovem e brilhante hacker — parecida com alguém que ele conhece. Blomkvist, que precisa de um furo para a revista Millennium, pede ajuda a Lisbeth. Ela, porém, tem objetivos próprios.
Crítica | Millenium: A Garota na Teia de Aranha – Novo filme mantém um bom nível (Nota: 7.0)

Curiosidades:

» David Fincher, Daniel Craig e Rooney Mara não retornarão para este filme;

» Embora seja uma sequência direta do ‘Millennium: Os Homens que Não Amavam como Mulheres’ (2011), possui um novo diretor e será totalmente reformulada.

» O novo longa conta com Claire Foy (The Crown) no papel principal, além de nomes como Sylvia Hoeks (Blade Runner 2049) e Lakeith Stanfield (Corra!). A direção fica por conta de Fede Alvarez, responsável também pelo roteiro em parceria com Steven Knight e Jay Basu.

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

 

Enorme Dragão Marinho aparece em nova arte de ‘Aquaman’

A revista EW divulgou uma nova imagem de ‘Aquaman, mostrando um enorme Dragão do Mar, uma das criaturas que farão parte do universo desenvolvido por James Wan.

O dragão do mar é a versão para os cinemas do clássico cavalo-marinho gigante que Aquaman costuma usar no desenho ‘Super Amigos’.

Confira:

Pela manhã, o diretor James Wan revelou uma imagem do trailer. O vídeo será exibido durante a San Diego Comic-Con, que acontece de 19 a 22 de Julho.

A apresentação da Warner acontece sempre no terceiro dia do evento, ou seja, o trailer provavelmente estará disponível dia 21 de Julho.

Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

Crítica Sem Spoilers | ‘The Boys – Herogasm’ prova que boa história supera até a sacanagem

Fugindo um pouco das nossas análises semanais, nossa primeira crítica de “Herogasm” será sem spoilers, mas amanhã faremos uma versão mais completa para dar tempo de todo mundo assistir antes de interagir.

Provavelmente o grande evento do ano, o Herogasm foi hypado pelos fãs e pela própria série desde que anunciaram sua adaptação. Nos quadrinhos, esse arco é uma paródia das grandes sagas dos heróis tradicionais, em que há crossover dos mais inesperados personagens para enfrentarem uma ameaça comum. No entanto, como tudo é deturpado e sacana neste universo, a “ameaça” é apenas uma justificativa para que os heróis se encontrem numa ilha para um fim de semana repleto de sexo, comida e depravação. Quando anunciaram que a terceira temporada traria isso para as telas, não teve como não ficar empolgado.

Mas acaba que o grande mérito da adaptação não é a sacanagem, mas sim a história e o desenvolvimento dos personagens. Sim, o episódio tem muitas cenas chocantes para a fachada da “família tradicional brasileira”, só que depois de tantas cenas de sexo bizarras que a produção já proporcionou, acaba que nem fica tão mais chocante assim.

Agora, a forma como trouxeram o Soldier Boy para a trama e o conectaram ao insano Billy Bruto conseguiu superar o super-rala e rola.

Antes de falar da relação dos dois, precisamos elogiar a atuação de Jensen Ackles, que  caiu como uma luva no papel. Ele passa todo o preconceito que o ícone do século XX sente e faz suas atrocidades com a maior naturalidade do mundo. E mesmo assim, ele consegue deixar o “Capitão do Mal” carismático e imponente, diferente da versão mijona dos quadrinhos. E te falar: fica excelente.

Diante disso, ele se acha um guardião da moral e do ‘American Way of Life’, mas conforme ele vai interagindo com Bruto, sua verdadeira face vai se revelando como um grande hipócrita, o que não deixa de ser uma crítica padrão da filosofia política que esse jargão traz desde que foi criado. Ao mesmo tempo em que Bruto tenta mostrar a ele que o Capitão Pátria é uma tentativa de replicar o sucesso da marca Soldier Boy, tentando vender seu posicionamento como o ‘outro lado da moeda’ do Pátria, as ações de Bruto e do próprio Soldier Boy mostram que essa moeda tem um lado só. A forma como isso vai se desenrolando nesse episódio é fenomenal e desemboca em uma das cenas mais fantásticas da produção.

Falando no Capitão Pátria, em mais uma atuação certeira de Anthony Starr, seu personagem ganha mais tempo de tela e segue metendo medo apenas com sua presença. Cada novo olhar ou sorriso forçado carrega a tensão de quem pode piscar e derreter milhões de pessoas em segundos.

Desta vez, porém, o uso de câmeras brinca mais com os closes no rosto expressivo dele, o que remete bastante a forma como Sam Raimi conduziu o Duende Verde de Willem Dafoe no primeiro Homem-Aranha (2002).

E essa relação entre Bruto, Hughie e Soldier Boy conspirando contra o Capitão Pátria só termina de vez com a relação do grupo. Isso porque a cada segundo que a dupla passa em companhia dos Supers, mais prevalece o sentimento de inferioridade, o que faz com que Bruto e Hughie se afundem no Composto V Temporário. Essa trama afasta Hughie da Luz-Estrela e aproxima Bruto do Soldier Boy, o que o afasta do Leitinho, que vira um grande alívio cômico neste episódio.

Do outro lado, quem fortalece a relação é o futuro casal de Kimiko e Francês, que se perdem mais na trama dos russos e parecem cada vez mais dispostos a largar tudo.

Enfim, não sei dizer se é o melhor episódio de The Boys, mas sem sombra de dúvidas, o Herogasm figura em um Top 3 da série com enorme facilidade. Misturando as baixarias padrões com um desenvolvimento maravilhosos dos personagens, esse sexto episódio da terceira temporada com certeza entrou para os anais – com o perdão da piada – das produções com super-heróis.

Crítica | Obi-Wan Kenobi – Série de ‘Star Wars’ Serena o Ritmo e Preenche Lacuna da Trilogia Clássica

Não é exagero dizer que a série ‘Obi-Wan Kenobi’ é a história mais aguardada do universo ‘Star Wars’ desde o fim da saga original. Dentre séries e filmes derivados, como as duas temporadas de ‘O Mandaloriano’, ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ e ‘O Livro de Boba Fett’, era mesmo a jornada de um dos jedi mais queridos da galáxia que estava sendo aguardada pelos fãs de todas as idades. E, no maior clima de festa (literalmente, uma vez que sua estreia mundial aconteceu na Celebration, a reunião anual dos fãs de ‘Guerra nas Estrelas’), os primeiros dois episódios finalmente estrearam na plataforma da DisneyPlus nesta sexta-feira 27, mesmo dia em que o saudoso ator Christopher Lee (o temido Conde Dooku) faria 100 anos.

Desde que Padmé (Natalie Portman) dera a luz à Luke e Leia, Obi-Wan (Ewan McGregor) se refugiara em Tatooine, uma vez que todos os jedi da galáxia estão sendo caçados pelo Império. Lá ele vive uma vida comum, trabalhando, e mantendo a Força controlada, ao mesmo tempo em que fica de olho no jovem Luke (Grant Feely), que está sendo criado pelo seu tio, Owen (Joel Edgerton). Porém, quando Leia (Vivien Lyra Blair) é sequestrada da Casa dos Organa, Bail Organa (Jimmy Smits) pede a ajuda de Obi-Wan para salvá-la, lembrando-lhe da promessa de proteger às duas crianças Skywalker. Porém, Kenobi ainda sofre conflitos internos por sua última batalha com Anakin, certo de que tirara a vida de seu aprendiz, o que o deixa completamente fora de forma e uma presa fácil para a Inquisidora Reva (Moses Ingram).

Uma gentileza no roteiro de Joby Harold é que no primeiro episódio o espectador já ganha de brinde uma recapitulação da história, situando tempo e espaço para a série (o que significa que se você não maratonou a saga nem nada, tá tudo bem, porque você vai entender o contexto da história). Além disso, há uma quebra de expectativa do que veio sendo entregue na história até então: se por um lado passamos trinta anos acompanhando a jornada de Luke, em ‘Obi-Wan Kenobi’, ao contrário, a história será centrada em Leia, e como ela, à força do destino, acabou construindo uma relação parental com Kenobi, mostrando-se muito mais do que a saga original apresentou. Esta bem-vinda reparação, além de acertada, expande ainda mais o universo ao jogar luz na trajetória pessoal da menina teimosa que se torna uma grande líder no futuro, mas cuja história veio chegando à gente a conta-gotas.

Ainda que o coração de fã embale o ritmo, os olhos de crítica devem prevalecer, portanto, não passam despercebidos alguns exageros e liberdades que o roteio assume, por exemplo (SPOILER: quando, após ter pulado dezenas de prédios a la parkour, Reva simplesmente deixa a nave de Obi-Wan fugir, sem sequer pular nela ou machucá-la com seu sabre de luz; ou quando Leia cai do prédio, Obi-Wan usa a Força para segurá-la e, dois segundos depois, aparece andando na rua para pegar a criança, como se tivesse usado um elevador para chegar lá embaixo, e toda a batalha nos telhados fica em suspenso). Enfim, liberdades de ‘Star Wars’, às quais já estamos acostumados a de vez em quando termos que simplesmente aceitar.

A direção de Deborah Chow se mostra competente, mas passa também a sensação de estar com o pé no freio, segurando toda a sua potência. É claro que sabemos que o melhor está ainda por vir na metade final da temporada, pois há um reencontro muito, muito esperado, porém, isso não deveria implicar que os primeiros episódios fossem tão serenos demais. Uma sequência inteira de quase quinze minutos sem Obi-Wan falar absolutamente nada causa certa impaciência (e sua primeira fala é “Estamos atrasados”. Estão mesmo! Mais de vinte anos de espera!).

Ewan McGregor se conecta com o público ao trazer um protagonista cansado, velho e confuso, afinal, o tempo passou. Porém, quando se tem uma missão de vida, é preciso cumpri-la até o fim! Para os fãs, é absolutamente emocionante ver o personagem, após dez anos do tempo dramatúrgico, pegar em seu sabre pela primeira vez, usar a Força para proteger Leia e descobrir que Anakin (Hayden Christensen) está vivo. Nós sabemos, mas ele não, e assistir a verdade entrar em cada célula do corpo do mestre jedi é simplesmente TUDO.

Obi-Wan Kenobi’ definitivamente veio para preencher uma importante lacuna da trilogia clássica acerca de Leia Organa (Carrie Fisher), além de se conectar diretamente com a segunda trilogia. Nós esperamos muito tempo para ver essa história, mas paciência é uma virtude jedi que ‘Star Wars’ ensina aos fãs na prática mesmo. Ainda bem que aprendemos!

Passou da hora de super-heróis abertamente LGBTQ nos cinemas

Sabemos que sempre que o assunto sobre qualquer tipo de representatividade entra em cena, ele vem acompanhado de muitas críticas, muito haterismo e de muita gente falando coisas como “este mundo tá chato demais”, “é muito mimimi”, etc. Mas todo mundo com um pouquinho de empatia e com capacidade para se colocar no lugar do outro pôde perceber o impacto de Pantera Negra com o público negro ou de Mulher-Maravilha e, mais recentemente, Capitã Marvel dentre as mulheres.

Representatividade é muito mais que mimimi. É sobre se ver em cena, sobre poder apreciar através do seu semelhante a sensação de empoderamento e lugar de fala. E nada melhor para tratar de empoderamento do que um filme de super-herói/super-heroína, não é mesmo?

Embora seja notório que ainda há muito a se evoluir na representatividade feminina e afrodescendente nos longas de heróis, há uma comunidade que ainda busca um avanço mais significativo no gênero. Trata-se, é claro, da representação LGBTQ. Nem no Universo Cinematográfico da Marvel, nem no da DC, tivemos a oportunidade de conferir um super-herói gay, bissexual ou trans. E chegou a hora de mudar isso.

É importante destacar que neste contexto, enquanto o cinema ainda tem muito a caminhar, as séries de TV têm brilhado consideravelmente. Especialmente as da DC, exibidas principalmente pela CW (Warner, no Brasil). Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow contam não apenas com personagens não-heteronormativos, mas com heróis. Supergirl, inclusive, na atual temporada introduziu uma super-heroína trans, interpretada por uma atriz trans (Nicole Maines). Ainda no chamado Arrowverse, o canal foi atrás de uma atriz lésbica para viver a Batwoman (Ruby Rose). A maioria dos personagens são bem desenvolvidos e o tema é sempre inserido de forma natural. O mesmo acontece nas séries da Marvel, como Agents of S.H.I.E.L.D. e Runaways.

Antes que alguém venha apontar para a monumental distância de qualidade entre as séries-farofa da CW e os universos cinematográficos, o que fica é que o público apaixonado por quadrinhos e super-heróis está sim aberto a lidar com a diversidade em cena, falta apenas um pouco mais de coragem dos estúdios. Nas HQs, por exemplo, os fãs também já se acostumaram com personagens da comunidade LGBTQ. O Flautista (DC) e o Estrela Polar (Marvel) foram marcos de representação lá no início dos anos 90. Lembrando que até 1989, havia uma proibição expressa da CCA (Comics Code Authority) sobre a presença de personagens gays nos quadrinhos dos Estados Unidos.

Já passou da hora de Hollywood investir em heróis gays, trans ou bisexuais. E, aqui, é importante reforçar que a representação precisa ser aberta, clara e transparente. Não dá mais para, em pleno 2019, ficarmos lidando com este tipo de “homosexialidade Dumbledore”. Ou seja, aquela que a autora fala que existe, mas que não é vista em cena em momento algum. Na Marvel, tivemos recentemente o caso da Valkyrie em Thor: Ragnarok. Tessa Thompson chegou a revelar que interpretou a personagem como bissexual, mas nada que sugira isso apareceu na tela no corte final. Uma cena de Valkyrie na cama com outra mulher chegou a ser rodada, mas ficou de fora do filme. Outro longa que cortou uma cena de conotação LGBTQ foi Pantera Negra. Uma sequência que trazia um flerte entre Ayo (Florence Kasumba) e Okoye (Danai Gurira), ambas integrantes da guarda de Wakanda, chegou a ser exibida para a imprensa, mas tampouco sobreviveu ao último corte.

Antenado com o momento, e cheio de dinheiro com os sucessos de Pantera Negra (US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais) e Capitã Marvel (US$ 1,1 bilhão e contando), o todo-poderoso da Marvel Studios Kevin Feige, em entrevista recente, revelou que é questão de tempo para um super-herói LGBTQ chegar às telonas. No mesmo sentido, Victoria Alonzo, chefe de produção da Marvel, destacou que “o mundo está pronto” para que isso ocorra, e reforçou: “Todo nosso sucesso é baseado em pessoas que são incrivelmente diferentes. Por que gostaríamos de ser reconhecidos por apenas um tipo de pessoa? Nossa audiência é global, diversa e inclusiva.”

Além da importância de dar voz para uma significativa parte de seus fãs, a Disney/Marvel deve pensar até mesmo no conforto de seu sucesso. Explico: seus filmes têm sido praticamente à prova de crítica e Capitã Marvel está aí para provar que a companhia fez um universo tão consolidado que sobrevive também aos haters espalhados pelo mundo. Um herói LGBTQ renderia ataques, é verdade. Talvez o filme fosse proibido em alguns países ultraconservadores. Mas nada capaz de abalar o estúdio. Diante disso, há quase uma responsabilidade em ousar, em buscar o diferente. Quanto aos haters, eles estarão presentes nas redes, e até mesmo nas salas de cinema. Ou você acha que vão deixar de assistir a Vingadores: Ultimato por causa de Carol Denvers?

Dentre os mais conservadores, há sempre o argumento de que personagens LGBTQs podem influenciar jovens e crianças, o que não faz o menor sentido. Gays, lésbicas, bis e companhia passaram a vida toda assistindo a personagens e relacionamentos héteros no cinema (na TV, nas revistas, na família e na igreja) e isso não fez com que mudassem suas orientações.

A diversidade está presente em nossa sociedade, e cabe ao cinema reproduzir isso. A falta de heróis da comunidade LGBTQ não fará jamais uma pessoa mudar sua sexualidade, mas afetará sim sua sensação de ser representada. Em se tratando de minorias que são constantemente vítimas de violência, preconceito e intolerância, é papel da arte lhes dar lugar de fala. Seja na Marvel, seja na DC, o cinema precisa de um super-herói LGBTQ. E logo.

‘Rick and Morty’: Morty do Mal pode voltar para a 4ª temporada

A página oficial do Twitter da aclamada série Rick and Morty publicou uma misteriosa nova imagem que pode indicar o retorno do Morty do Mal para a 4ª temporada.

Confira:

O personagem apareceu pela primeira vez no episódio “Encontros Imediatos”, da primeira temporada, e controlava um Rick-robô para matar Ricks e sequestrar Mortys de outras dimensões. Após escapar sem que ninguém percebesse, ele retornou na terceira temporada para o capítulo “Contos da Cidadela”, no qual se disfarça e se torna presidente.

Confira o primeiro teaser e as imagens oficiais do próximo ciclo:

A série foi criada pela dupla Dan Harmon e Justin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

No Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix!

‘One Day at a Time’: Marla Gibbs e Reggie Watts entram para a 4ª temporada da série

Segundo a VarietyMarla GibbsReggie Watts foram elencados como personagens convidados na 4ª temporada de One Day at a Time. Ambos os atores participarão do episódio de Halloween intitulado “One Halloween at a Time”.

Os dois se juntam ao previamente anunciado Ray Romano.

O novo ciclo estreia em 24 de março.

Criada por Gloria Calderon KellettMike Royce, a série havia sido cancelada pela Netflix depois de apenas três temporadas, deixando os fãs da produção desolados.

A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Justina Machado, Todd Grinnell, Isabella Gomez, Marcel Ruiz, Stephen Tobolowsky e Rita Moreno estrelam.

‘The Boys’ empalam uma baleia na nova cena divulgada da 2ª temporada; Confira!

Amazon divulgou uma nova cena bastante sanguinolenta da 2ª temporada de The Boys.

Confira:

Lembrando que os três primeiros episódios do novo ciclo serão lançados no dia 4 de setembro, com o restante sendo divulgado toda sexta-feira.

Assista ao trailer:

Confira os títulos dos novos episódios:

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Walker, Texas Ranger’: Reboot com Jared Padalecki ganha primeira imagem de bastidores; Confira!

As gravações do reboot de ‘Walker, Texas Ranger’ seguem a todo vapor e, agora, a The CW divulgou a primeira imagem de bastidores oficial da série.

Jared Padalecki estrela a nova versão.

Confira:

reboot tem estreia marcada para o dia 21 de janeiro de 2021.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.

Violet Brinson (‘Objetos Cortantes‘) e Kale Culley (‘Me, Myself & I’) completam o elenco como os filhos do casal ao lado de Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch PileggiKeegan Allen, e Lindsey Morgan.

Assim como na trama original, a série acompanha Cordell Walker, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.

Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.

Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

‘Amor, Sublime Amor’: Trailer do remake será lançado durante o Oscar 2021!

Segundo o site Ad Week, o primeiro trailer do remake de Amor, Sublime Amor (‘West Side Story’), comandado por Steven Spielberg, será exibido durante a cerimônia de vencedores do Oscar 2021.

A premiação ocorre neste domingo, 25 de abril. Além disso, um novo vídeo da adaptação ‘Em um Bairro de Nova York’, de Lin-Manuel Miranda, e do documentário ‘Summer of Soul’ serão lançados.

Lembrando que a nova versão do longa chegará aos cinemas no dia 10 de dezembro de 2021.

Confira as primeiras imagens:

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa será protagonizado por Ansel Elgort (A Culpa é das Estrelas) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro ficará por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidarão da música, letras e coreografia. 

As Melhores Séries de 2021 (Até Agora)

Quase um ano depois da pandemia do COVID-19, ainda estamos confinados em casa e exercendo o necessário isolamento social para que esse vírus seja contido. Entretanto, nossos dias enclausurados não são tão ruins assim – principalmente considerando a quantidade de ótimas séries que vêm sendo lançadas dia após dia nas principais plataformas de streaming.

Desde as já veteranas Pose‘Love, Victor’, por exemplo, até a estreia de minisséries irretocáveis como The Underground RailroadMare of Easttown, o CinePOP preparou uma breve matéria especial com as melhores produções televisivas de 2021 (até o momento). E, além disso, já incluímos a incrível 3ª temporada de ‘Sex Education’, que já tivemos a oportundidade de assistir e que estreia amanhã, 17 de setembro, na Netflix.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

SEX EDUCATION

“Episódio a episódio, é notável como o roteiro atinge um potencial esplêndido e que faz algo muito difícil no escopo audiovisual: manter sua qualidade sem se valer do pedantismo. Por um lado, os tópicos apresentados e explorados já foram vistos em construções similares; por outro, nunca foram tratados com tamanha franqueza quanto aqui. Percebe-se a preocupação em cultivar um terreno que celebra a infinita diversidade do elenco, trazendo causas LGBTQIA+ ao mainstream – incluindo duas pessoas não-binárias -, debates pungentes sobre depressão e ansiedade, discussões sobre mecanismos de enfrentamento de traumas e a livre expressão da entidade mental humana e até críticas à burocracia tradicionalista do sistema de ensino atual (que se aplica a diversos países, não só ao representado na série)” – Thiago Nolla

POSE

“Se os esforços estéticos são perfeitos sem querer ousar mais do que conseguem, as refinadas técnicas que Canals e seu time empregam merecem reconhecimento. Em comparação ao início da saga, a deslumbrante e vibrante paleta de cores por vezes manchava as telas em uma profusão frenética de glitter, passos de dança e figurinos chamativos que causavam uma explosão sensorial intensa; agora, tudo continua, mas com uma sobriedade que acompanha o amadurecimento das personagens sem se esquecer do refúgio artístico que criaram para se salvarem e se encontrarem em meio a tanto ódio – com destaque ao trabalho de Simon Dennis e Nelson Cragg numa progressiva e estonteante fotografia” – Thiago Nolla

THE UNDERGROUND RAILROAD

“As performances são nada menos que viscerais e brutais. Mbedu rouba a cena ao encarnar Cora e ao deixar transparecer as múltiplas feridas que a acompanham desde pequena – o abandono da mãe, o sadismo de seus donos e as névoas de um futuro incerto. Como é de esperar, Jenkins promove um circense movimento de altos e baixos, nos convidando para um passeio de montanha-russa que não deixa nada de fora e não imprime nenhuma sensação desnecessária e forçada; pelo contrário, nota-se o modo como o realizador tem respeito pelos personagens e cultiva o terreno para que flores (ou ervas daninhas) cresçam na imensidão. Dessa forma, Cora não está protegida, mas é acolhida de modos variados por aqueles que querem o seu bem ou que apenas querem se aproveitar de uma condição condenável – por exemplo, quando ela cruza caminho com a fanática Ethel Wells (Lily Rabe) ou a distorcida mentalidade da Srta. Lucy (Megan Boone)” – Thiago Nolla

MARE OF EASTTOWN

“A obra, supervisionada pela HBO, já é interessante por, mais uma vez, apostar no gênero do drama criminal – dessa vez, nos levando à pequena cidade da Pensilvânia que empresta seu nome ao título. No centro desse melancólico e controverso vilarejo, Winslet insurge como Mare Sheehan, uma detetive sem papas na língua cujo principal objetivo é manter a ordem entre os seus vizinhos e, caso nada de errado aconteça, voltar para a casa que divide com a mãe (Jean Smart), com a filha (Angourie Rice) e com o neto, que passou aos seus cuidados após a aparente morte do filho mais velho, que lhe aparece em momentos mais catárticos e reveladores. Outrora uma famosa jogadora de basquete no colégio local, Mare é conhecida por todos e parece se arrastar para enfrentar os inúmeros problemas de todo dia” – Thiago Nolla

ONLY MURDERS IN THE BUILDING

Já renovada para a 2ª temporada, Only Murders in the Building foi uma das grandes surpresas de 2021 e merece nossa atenção pelo total descomprometimento e leveza com que trata seus temas. A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

MANHÃS DE SETEMBRO

“De certo modo, a carga dramática é centralizada na conturbada dinâmica entre duas mulheres diferentes que se unem por um tempo já esquecido, mas que conseguiu calcar um caminho que intercruzasse num futuro distante; e, enquanto é redundante falar da interpretação aplaudível de Teles, Liniker rouba a cena em uma rendição invejável que dá início a uma nova faceta de sua carreira: Cassandra reúne as minorias em um tour-de-force que oscila da independência sistemático ao conflito interno; sendo uma mulher negra, pobre e trans, ela encontrou seu lugar em meio a amigos próximos – como é o caso do casal gay formado por Paulo Miklos e Gero Camilo – e insurgiu como uma força imensurável em meio a tantas adversidades. É por esse motivo que a conquista de uma quitinete ou a possibilidade de cantar em um clube é motivo de alegria e de que as coisas seguem um caminho de ‘otimismo realista'” – Thiago Nolla.

RICK E MORTY

Retornando para sua 5ª temporada, a animação adulta ‘Rick e Morty’ permanece como um dos grandes títulos das últimas décadas do cenário estadunidense – e é claro que a nova leva de episódios não seria diferente. Aqui, o amadurecimento e os conflitos dos personagens principais entram como força-motriz de uma cadeia de eventos que culmina em uma das maiores reviravoltas do ano – e uma construção competente e de tirar o fôlego que destila traços do que poderemos ver em temporadas futuras.

THE WHITE LOTUS

“O aspecto mais vantajoso da produção é o fato de não se levar a sério: White, juntamente ao seu time criativo, não tem quaisquer intenções de arquitetar algo exclusivo ou original, e sim utilizar fórmulas constantes do cenário do entretenimento para criticá-las em um espectro ácido e divertido. Nenhum diálogo está fora de lugar e, mais do que isso, é notável como cada sequência caminha para um lugar diferente. Há certos momentos em que os personagens cruzam caminho, como a chocante interação entre Rachel e Nicole, ou o vergonhoso meltdown de Shane quando percebe que não é superior a ninguém dentro de um lugar em que todos se rendem à alienação e ao individualismo. Aliado a uma estética complexa e paradoxal – que cria um conflito entre uma tétrica trilha sonora e uma fotografia vibrante e panfletária -, o roteiro leva certo tempo para acertar no ritmo e caminha para um grandioso finale” – Thiago Nolla

CRUEL SUMMER

“É essa contraposição complementar entre as personagens que permite que o público se envolva, acompanhadas de um estelar elenco de complexos coadjuvantes que, em nenhum momento, mostram-se desnecessários; pelo contrário, Jamie (Froy Gutierrez), Mallory (Harley Quinn Smith), Vince (Allius Barnes) e tantos outros encarnam papéis de extrema importância para a compreensão da obra, entrelaçando-se com reviravoltas fantásticas e uma densidade dramática que não encontramos com tanta facilidade em séries similares. Como se não bastasse, Sarah Drew, que imortalizou a Dra. April em ‘Grey’s Anatomy’, mergulha de cabeça em um tour-de-force que rouba os holofotes em qualquer momento que dá as caras – passando de mãe preocupada a uma mulher que resolve deixar tudo para trás e seguir seus sonhos, visto que não encontra apoio na própria casa” – Thiago Nolla

HACKS

“Duas personalidades completamente diferentes. Duas fases de vida nada iguais. Idades distantes. As protagonistas embarcam em argutos debates sobre a vida, que vão desde os confrontos sobre a não mais atemporalidade de algumas piadas de Vance até mesmo as questões complicadas familiares que a diva do stand up enfrenta mas sem nunca se abrir. Tudo se encaixa com perfeição pelas linhas de um roteiro sublime, até as subtramas são ótimas equilibrando a comédia com dramas ligados ao coração. Há um destaque para a força dessas mulheres sempre à frente de seus tempos. Somos testemunhas de uma forte relação de amizade que nasce aos poucos, também podemos enxergar como ‘mãe e filha’, em meio a todo o caos que insiste em chegar dia após dia dentro do brilho das inesquecíveis noites de shows. Hannah Einbinder e Jean Smart possuem uma harmonia fantástica em cena, um diálogo melhor que o outro. Hacks merece aplausos de pé! Que chegue logo a segunda temporada!” – Raphael Camacho

WANDAVISION

“Com atuações muito boas em personagens excelentes, o saldo da primeira produção original da Marvel no Disney+ é bem positivo. Revolucionaram o mercado? Não acredito, mas nem sempre queremos ver alguém inventando a roda, basta nos entregar uma boa história e bom desenvolvimento de personagens que já ficamos mais que satisfeitos. E isso WandaVision faz muito bem. Fica difícil de controlar a ansiedade para ver o que a Marvel fará daqui pra frente, porque seus primeiros passos no Disney+ foram muito promissores” – Pedro Sobreiro

LUPIN

“A tripla direção de Marcela SaidLudovic Bernard e Louis Leterrier é afinada, construindo um arco geral da missão de maneira sólida e homogênea sem deixar a peteca cair em nenhum dos cinco episódios. De mero golpista, Assane passa a justiceiro a la ‘V de Vingança’ com uma pegada de 007, e a gente torce por ele,  graças à atuação primorosa de Omar Sy, que consegue mudar totalmente sua postura, sua expressão e até mesmo sua voz a cada novo disfarce que Assane usa, com um charme e carisma irresistíveis” – Janda Montenegro

LOVE, VICTOR

“É notável a evolução estética e técnica da segunda temporada em comparação com a anterior. Apesar da insistência alaranjada da fotografia, que por vezes denuncia uma repetição formulaica e que já é vista em diversas produções similares, a coesão do roteiro é o que rouba nossa atenção, fazendo questão de dar enfoque em cada uma das personas. Victor rege boa parte dos eventos que se sucedem, mas entrelaçando-se àqueles que o cercam, não fazendo-os depender dele; Mia passou dez semanas como monitora de um acampamento de férias para colocar a cabeça no lugar, entendendo que não poderia ficar brava com Victor por ser quem ele é, mesmo se sentindo traída; Felix (Anthony Turpel) e Lake (Bebe Wood) se unem em um casal perfeito que, como é de esperar, também passa por inúmeras problemas até culminar em uma realização chocante” – Thiago Nolla

SOMBRA E OSSOS

Eric Heisserer, resgatando obras anteriores (incluindo o reflexivo sci-fi A Chegada), sabe como controlar e equilibrar o arco de cada protagonista e coadjuvante para fornecer o máximo de profundidade a cada um deles, supervisionando um time criativo que ainda tem muito a contar. Mesmo assim, é inegável dizer que, conforme nos aproximamos dos episódios finais da temporada de abertura, algo falta; a obrigação de não deixar pontas soltas (e aqui, não me refiro aos cliffhangers para ciclos futuros, e sim a decisões mirabolantes que não condizem com o que foi apresentado) mostra-se como fator decisivo para solavancos rítmicos e um aguardado clímax que não atinge sua potencialidade total” – Thiago Nolla

SWEET TOOTH

“A série ganha notoriedade pelo modo como estrutura a história. Enquanto nada é essencialmente original ou revolucionário, Jim Mickle, que desenvolveu a obra e abarcou a direção do primeiro episódio, conduz com maestria uma aventuresca análise do que significa viver em meio à desordem. Gus e Jepperd são delineados com personalidades totalmente diferentes e que entram em conflito numa constância caótica, a princípio não nutrindo de afeição um pelo outro apenas para culminar em um respeito e um carinho mútuos que o transformam em família. Mas eles não são os únicos que desfrutam de momentos de protagonismo, ainda mais pelo sutil movimento multicronológico que Mickle ergue” – Thiago Nolla

‘Renfield’: Começam as filmagens da nova adaptação cômica de ‘Drácula’

Universal Pictures revelou hoje (03) que as filmagens de Renfield, terror cômico que focará no servo do lendário vampiro Drácula, finalmente começaram.

O anúncio veio acompanhado da primeira foto de bastidores, que também estampa o logotipo oficial do longa-metragem.

Confira:

Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) estrelará como o personagem-título. Nicolas Cage (‘Mandy: Sede de Vingança’) interpretará o Conde Drácula. O elenco ainda contará com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’) e Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’).

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) fica a encargo da direção.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que entra como produtor do filme.

Recentemente, Kirkman revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”:

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

Ryan Ridley (‘Rick e Morty’) assina o roteiro.

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

‘Westworld’: Trailer dos próximos episódios promete muitas reviravoltas e perigos!

A 4ª temporada da série Westworld finalmente chegou à HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo trailer promocional nos preparando para os eventos dos próximos episódios.

O segundo capítulo, intitulado “Well Enough Alone”, será exibido no dia 03 de julho.

Confira:

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Aaron Paul, Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Aurora Perrineau, Ariana DeBose, James Marsden e Ed Harris.

Artigo | ‘O Mágico de Oz’ é uma ótima pedida para ver em família neste final de ano

O Mágico de Oz é um dos filmes mais relembrados e adorados de todos os tempos. Desde sua comovente história de superação e autoaceitação delineada perfeitamente por L. Frank Baum até as inovações técnico-artísticas, a obra de Victor Fleming parece não envelhecer. Mesmo os cineastas contemporâneos, principalmente aqueles que ousam se aventurar no mundo da fantasia, buscam referências do clássico longa, remodelando-as em uma tentativa de aproximá-las das novas gerações. Entretanto, sua atemporalidade talvez seja um dos maiores atributos – afinal, quem não conhece a história de Dorothy, os sapatinhos de rubi, o temido feiticeiro da cidade das Esmeraldas e os macacos voadores? É claro que se restringir apenas aos artifícios narrativos é cair no senso-comum; afinal, a trama que se desenrola vai muito além do que os olhos podem ver.

Judy Garland, queridinha da MGM em seus anos dourados, foi a escolhida para encarnar a protagonista e mal imaginava que sua incrível performance a colocaria no centro dos holofotes de Hollywood. Dorothy, a heroína da aventura, é uma garota do interior que vive com os tios numa gigantesca fazenda, sonhando com o dia em que a monotonia do campo dará lugar a novas descobertas e amizades. Basicamente, ela deseja transformar seus sonhos em realidade e se sentir parte de algo grande – e é aqui que a premissa do “cuidado com o que deseja” ganha força. Após abrigar-se em sua casa, ela e o cachorrinho Totó são pegos por um forte tornado e levados à mística terra de Oz, lar dos munchkins e da terrível Bruxa Má do Oeste (Margaret Hamilton).

Já aqui podemos perceber uma sacada inteligente de Fleming: a caracterização de dois mundos totalmente distintos. Dorothy sente-se presa em uma rotina cíclica no Kansas, e sua chegada a um lugar totalmente desconhecido é motivo para um compulsório, porém justificado, encantamento. Logo, é quase instantâneo notar o motivo do diretor ter optado pela sépia na realidade e pelo technicolor no fantástico, no sobrenatural – e venho dizer que as habilidades do time artístico superam e muito as tentativas falhas de trazer cor às telonas. Partindo desse princípio dual, a narrativa cênica mantém-se em equilíbrio entre o antigo e o novo (para a época), além de criar uma tendência híbrida que seria revisitada décadas mais tarde.

Assim que chega à Província Munchkin, a heroína já recebe ameaças de sua arqui-inimiga por ter aterrissado sobre sua irmã. Ela não apenas se vê numa corrida pela sobrevivência, pois é jurada de morte, como também percebe que terá um extenso caminho a percorrer para voltar para casa – e é aqui que seus ideais entram em conflito. Dorothy talvez perceba que não está pronta o bastante para lidar com a independência obrigatória e precisa do apoio de pessoas conhecidas, ao menos para guiá-la. Porém, a própria chegada isolada da garota prenuncia um evento certeiro: a batalha final será dela e somente dela. Afinal, a Bruxa é a representação do obstáculo de propriocepção e não é por acaso que é caracterizada com a cor verde: em um sentido mais simbólico, tal tom está associado à plenitude e ao crescimento, não da feiticeira, mas sim de Dorothy.

O filme está fincado à jornada do herói de Joseph Campbell. A protagonista a princípio nega o chamado à aventura para depois descobrir que, ao cruzar o limiar entre os dois cosmos, não há caminho de volta: a única coisa a se fazer é seguir pela Estrada de Tijolos Amarelos até encontrar o Mágico e pedir sua ajuda. E é claro que, nesse meio-tempo, ela encontra aliados de extrema importância que se sentem incompletos e vazios por inúmeras razões. O Espantalho (Ray Bolger), o Homem-de-Lata (Jack Haley) e o Leão Covarde (Bert Lahr) talvez sejam o trio de coadjuvantes mais adorado da era clássica do cinema, principalmente por se manterem respaldados na commedia dell’arte e mergulharem com fidelidade nos arquétipos que representam. Cada um deles deseja também alguma coisa e resolve se unir à garota.

Tachar O Mágico de Oz como uma simples obra de ficção fantástica é cometer um erro imperdoável. Fleming não apenas imprime sua perspectiva acerca do romance de Baum, mas recupera também seus elementos críticos. Escrito em 1900, a ascensão de uma força poderosa e temida é reflexo dos governos imperialistas que impõe suas vontades às minorias – nesse caso, a relação abusiva entre a Bruxa e os munchkins. A aparição de uma força etérea e “intangível” insurge com Glinda (Billie Burke), a Bruxa Boa do Sul, e preconização uma iminente mudança nas configurações autoritárias de Oz. Afinal, pelo que podemos apreender, é Dorothy quem traz o necessário para destituir a Bruxa Má do Oeste e revelar as reais intenções do Mágico (Frank Morgan), um charlatão que assumiu tal papel para enganar e ganhar o respeito da população de Esmeralda. Trazer esses elementos para o final da década de 1930 também tem sua carga, visto que a época era propícia para o crescimento de movimentos extremistas, incluindo o nazi-fascismo, e para o início da II Guerra Mundial.

O longa também traz inovações técnicas, como já mencionado. O uso das cores vibrantes e de uma direção de arte competente é apenas a cereja do bolo; deve-se mencionar a destreza cênica com a qual Fleming conduz a narrativa com exímia maestria, criando coreografias que não se resumem apenas ao plano visual, mas estendem-se para suas respectivas causas e consequências. Os frames trazem o refinamento estético e se assemelham a pinturas neorromânticas, perscrutadas pela fantasia excessiva e envolvente. Aliás, não é à toa que os efeitos especiais do filme representem um salto considerável para o nicho em questão, desde a utilização de centenas de figurinos até a minúcia das maquiagens.

De fato, algumas sequências são inesquecíveis. Seja na rendição de Garland com “Over the Rainbow”, coroada com o Oscar de Melhor Canção Original, ou na frase que resume todo o escopo da obra, inúmeras construções foram reaproveitadas com o passar do tempo e, apesar de não terem atingido o mesmo sucesso que o original, servem como belas e singelas homenagens a um dos melhores filmes de todos os tempos. E conforme os créditos aparecem na tela, é difícil não se emocionar. No final das contas, apenas uma coisa é certa: não há lugar como o nosso lar.

‘Rainha Charlotte’: Série derivada de ‘Bridgerton’ já está disponível na Netflix!

‘Rainha Charlotte’spin-off de Bridgerton focado na icônica monarca titular, já chegou à Netflix.

A produção foi lançada hoje, 04 de maio, na plataforma de streaming.

A trama acompanha a rainha Charlotte, interpretada novamente por Golda Rosheuvel na fase adulta e India Armateifio na juventude, enquanto ela ascende à monarquia britânica. A série também explora o começo de seu romance com o Rei George (Corey Mylchreest) e sua relação com Lady Danbury (Adjoa Andoh na fase adulta e Arsema Thomas quando mais jovem).

Relembre o trailer:

Michelle Fairley, Sam ClemmettFreddie DennisRichard CunninghamTunji KasimRob MaloneCyril Nri e Hugh Sachs completam o elenco.

Shonda Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e fica responsável pelo roteiro.

‘Echoes’: Trailer da série derivada de ‘Orphan Black’ ganha previsão de lançamento; Confira!

Através do Twitter, a página oficial da elogiada série Orphan Black fez uma postagem críptica sobre a série derivada Echoes, estrelada por Krysten Ritter (‘Jessica Jones’).

O post em questão traz uma imagem de Tatiana Maslany, que protagonizou a obra original, e diz o seguinte: “agora não é hora de surtar. Talvez na próxima semana”.

A intrigante legenda indica que o trailer ou o teaser trailer do spin-off deve ser lançado na semana que vem.

Confira:

Confira as imagens de Echoes:

Ritter dá vida à Lucy, uma moça com passado enigmático que também tenta encontrar seu lugar no mundo. Assim como a original, a nova série também explora os impactos da modificação genética.

Keeley Hawes (‘Spooks’), Amanda Fix (‘Kung Fu’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’) também fazem parte do elenco.

Hawes interpreta uma perceptiva e sensível cientista que se vê lidando com o próprio código moral quando as circunstâncias a levam a fazer uma escolha impensável.

Fix encarna Jules, filha recém-adotada de uma família rica. Descrita como uma adolescente de personalidade forte tentando encontrar seu lugar no mundo, ela também é um pouco durona e imprudente, mas muito inteligente.

Jogia, por sua vez, dá vida a Jack, um ex-médico do exército de fala mansa e pai solteiro que dedica sua vida a criar a filha, e sua vida ganha uma reviravolta quando descobre que a mulher que ama tem um segredo inimaginável.

A história da derivada ocorre após os eventos da produção original e chega para streaming em 2023, pelo AMC+.

Lembrando que ‘Orphan Black: Echoes‘ ainda não tem data de exibição confirmada no Brasil.