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Reboot de ‘Anaconda’ com Paul Rudd e Selton Mello ganha primeiras fotos e sinopse inusitada

O remake de ‘Anaconda’, que conta com Jack Black, Steve Zahn, Paul Rudd e Selton Mello , ganhou suas primeiras fotos.

O filme acompanha dois melhores amigos que vão até a floresta tropical para refazer seu filme favorito, “Anaconda”, mas ficam em perigo quando uma anaconda gigante de verdade aparece.

Confira:

A trama do novo ‘Anaconda’ acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.

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Além dele, também foram confirmados Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye no elenco que já conta com Jack Black e Paul Rudd.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

CHAVES – Se a clássica série fosse adaptada em Hollywood, quais astros deveriam estrelar?

Mês passado houve um boato, ou pelo menos algo parecido. E se o famoso seriado Chaves realmente ganhasse um remake norte-americano e fosse comprado por algum famoso canal de streaming que existe por aí? Quem seriam os intérpretes dos personagens? Será que mudaria muito uma visão norte-americana de um clássico mexicano? Vamos brincar de faz de conta? Segue com a gente!

Produzido pela Televisa e criado pelo genial artista e roteirista Roberto Gómez BolañosChaves foi criado a partir de uma pequena esquete escrita por Bolaños, onde uma criança discutia com um vendedor de balões em um parque. No início da década de 70, um roteiro completo (a criação da famosa vila) e mais personagens foram criados, sendo logo em seus primeiros meses um enorme sucesso de audiência, ganhando distribuição para muitos países da América Latina. Sua primeira exibição no Brasil aconteceu somente na década de 80, mais precisamente em 1984 e de lá pra cá nunca mais saiu dos corações de muitas gerações que aprenderam a amar esses carismáticos personagens e seus inúmeros episódios de cerca de 20 minutos.

Mas como seria um remake de Chaves nas mãos de um grande Showrunner, de um diretor competente do mercado norte-americano? Vamos ler abaixo o que esse criativo criador de pensamentos cinéfilos imaginara:

 

Showrunner

Para começo de conversa, o nosso imaginativo remake precisa de um Showrunner. Para quem não sabe, esse cargo é ocupado pela pessoa responsável pelo andamento da série, que mantém o comando do que está acontecendo, muitas vezes o próprio criador da série.

A escolha certa seria: Chuck Lorre.

O nova-iorquino de 68 anos é produtor, escritor, diretor e até compositor. No seu currículo sucessos enormes como: Two and a Half Men e The Big Bang Theory, duas das mais emblemáticas séries de comédia da história contemporânea da televisão norte-americana. Conseguiria montar uma estrutura fantástica e muita criatividade nos roteiros para fazer a vila de Chaves bastante badalada em Hollywood.

 

Chaves

 

O protagonista. Um menino orfão que morava em uma casa da vila mas cismava em ficar quase todo o dia dentro do barril. Em nosso remake, como na versão original, um adulto é o intérprete dessa criança.

O escolhido foi: Diego Luna. O talentoso ator mexicano que esteve em diversas produções como: Rogue One: A Star Wars Story e Elysium, inclusive participou de outro clássico dos anos 80: Carrossel (a versão original!), seria a escolha certa para o papel e se perceberem tem uma certa semelhança com o personagem original.

 

Seu Madruga

 

Um dos personagens mais badalados de todo o seriado. O vizinho que não paga aluguel, pai da Chiquinha e que foge quando o assunto é emprego. Talvez o personagem mais desafiante de interpretar tamanha identificação do público com seu intérprete original. Para tal missão, precisamos de um artista muito talentoso e que tivesse um enorme carisma em cena. Em nosso remake, o escolhido foi o ator mexicano que já até concorreu ao Oscar de Melhor ator, o mexicano Demián Bichir.

 

Chiquinha

Filha de Seu Madrugada, arruma mil e uma confusões ao lado de seus amigos Chaves e Quico. Sofre bastante com o estilo de vida de seu pai (um preguiçoso que não quer trabalhar). Para interpretá-la precisa ser uma artista que venha a surpreender. Em nosso remake, como na versão original, um adulto é o intérprete dessa criança.

A escolhida foi: Selena Gomez. A atriz e cantora texana teria em Chiquinha o grande desafio de sua carreira.

 

Quico

Um personagem mimado pela mãe, Dona Florinda, que sempre arranja altas confusões com seu melhor amigo Chaves e sua vizinha Chiquinha. Em nosso remake, como na versão original, um adulto é o intérprete dessa criança.

O escolhido foi: Rob Schneider. O ator californiano tem inúmeras comédias no currículo e pode encontrar o tom de comédia certo para esse personagem.

 

 

Dona Florinda

Uma personagem complicada, que varia de humor constantemente. Viúva, não possui tolerância quase que nenhuma com seu vizinho Seu Madrugada, se irrita com as trapalhadas de Quico (seu filho), e Chaves. Seu momento de paz emocional parece ser quando entra pela porta da vila o professor Girafales, seu grande amor.

Em nosso remake, a escolhida foi a versátil atriz Laura Linney.

Essa artista nova iorquina de carreira brilhante tanto no cinema quanto no universo das séries, é o nome certo para essa complexa personagem.

 

Professor Girafales

O grande amor de Dona Florinda e o professor de toda a turma. Um romântico e adorador de sua profissão. Esse personagem, é mais complexo que imaginamos, é um homem culto que busca no amor de sua grande paixão sua razão de viver. Para tal, é preciso de um ator experiente e bastante eclético.

Em nosso remake, o escolhido foi: Richard Jenkins. Esse ator de teatro, cinema e televisão daria um show nesse papel.

 

Seu Barriga

O dono da vila. O homem que passa de vez em quando para recolher os aluguéis e tem uma enorme dificuldade em encontrar o Seu Madruga! É o pai do Nhonho. Para esse papel, que precisa ter uma mistura de rigidez e ternura, o escolhido para nosso remake foi o ator: Michael Peña. 

Rosto conhecido pelos adoradores da Marvel por interpretar um personagem no longa-metragem Homem-Formiga. Um dos seus grandes papéis fora ao lado de Jake Gyllenhaal no filme Marcados para Morrer. Ele também vai viver o vilão principal da adaptação em live-action do clássico desenho Tom e Jerry. Um ator versátil que mescla humor e parte dramática com maestria.

 

Dona Clotilde

Também conhecida como a Bruxa do 71. É uma viúva que vive sozinha na casa ao lado da Dona Florinda. Possui uma enorme paixão pelo Seu Madruga (que não quer nada com ela). A garotada da vila inventa inúmeras histórias sobre ela. Para interpretá-la em nosso remake, uma artista fantástica, britânica, foi a escolhida: Maggie Smith.

 

Pópis

É a prima do Quico, não fazia parte do elenco inicial mas ganhou algumas participações ao longo dos episódios, principalmente nos focados nas aulas do professor Girafales. Em nosso remake, como na versão original, um adulto é o intérprete dessa criança. A escolhida foi:  Laura Linney (novamente). A explicação é lógica, no original a intérprete de Dona Florinda é a mesma que a de Pópis (que possui apenas algumas poucas aparições, como já mencionado).

 

Nhonho

No início com aparições curtas depois entrando no elenco principal, Nhonho é o filho de seu barriga, um mimado e aplicado aluno que tem amizade com todas as crianças da vila.  Em nosso remake, como na versão original, um adulto é o intérprete dessa criança. O escolhido foi: Jack Black. O famoso ator californiano já participou de diversos projetos infanto-juvenis como o novo Jumanji, Escola do Rock, entre outros. Seria uma acertada escolha para esse papel.

E aí cinéfilos? O que acharam? Concordam? Mudariam algum nome? Comentem!

Crítica | ‘Comer, Rezar, Ladrar’ – Um tour pelo vínculo afetivo com nossos AUmigos

O vínculo afetivo que temos com os animais pode ser uma das mais belas páginas que compõem a nossa história. Buscando trazer esse tema com delicadeza e humor, chegou à Netflix Comer, Rezar, Ladrar, um longa-metragem alemão que, sem rodeios, nos leva até os caminhos do trauma, da lealdade e do apego. É uma pena que a insistência em levar suas simpáticas reflexões por meio de estereótipos acabe deixando o projeto na corda bamba da inconsistência.

Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas que buscam um famoso lugar especializado em técnicas de adestramento, com o foco de melhorar a relação dos donos com os seus animais. Assim, conhecemos a política Ursula (Alexandra Maria Lara), a atrapalhada Babs (Anna Herrmann), o casal Helmut (Devid Striesow) e Ziggy (Doga Gürer), e também o policial Hakan (Kerim Waller). Durante alguns dias, eles vão criar uma forte ligação com seus cachorrinhos, sob o olhar do misterioso Nordon (Rúrik Gíslason).

Menos chocolate, mais cinema: 10 filmes pra adoçar seu feriado

Dirigido pelo cineasta alemão Marco Petry, o projeto é repleto de boas intenções – um ponto que precisamos levar em consideração antes de qualquer análise mais aprofundada. Em sua construção narrativa linear e de fácil compreensão, a obra nos entrega resoluções simplistas, personagens caricatos e conveniências; mesmo assim, sua força está nas mensagens, que chegam com certa força e de maneira bem objetiva.

Transmitir boas reflexões sobre a relação entre nós e o mundo canino não é algo tão simples e, aqui, com um ritmo cadenciado e pitadas de comédia, consegue-se aos poucos se chegar nos conflitos emocionais que dizem muito mais sobre as pessoas do que propriamente os animais. Para se chegar até esse ponto importante de reflexão – bem amplo, mas aqui condensado em situações que conduzem a revelações –, é sugerido um olhar como o reflexo, logo se chegando na interdependência e responsabilidades.

Há também espaço para um flerte com a atualidade, por meio do cancelamento da personagem Ursula – que personifica toda a desconfiança em torno do mundo político.  Também é abordado, bem nas entrelinhas, as dificuldades de prosperar um pequeno negócio nichado, bem como a necessidade de criar um fato inusitado – aqui, representado pela inserção da cultura celta, para tornar místico algo que é essencialmente mundano, caso do personagem Nordon.

Em resumo, Comer, Rezar, Ladrar atinge ao que se propõe: fazer as pessoas refletirem sobre suas relações com os animais, se tornando um passatempo agradável, mesmo com inconsistências.

 

Os Críticos Decidiram! Conheça os 20 Piores Filmes de 2022 – Até o Momento!

O ano de 2022 está se encaminhando para o fim de seu nono mês. Daqui em diante teremos apenas três meses para chamar de nosso até que o ano finalmente termine. Eu sei, é loucura! Mais um ano que se vai, o terceiro desde que a pandemia se abateu sobre o mundo. Graças a Deus estamos todos tratados, e a Covid quase erradicada de nossas vidas. O mercado exibidor de cinema, por outro lado, ainda luta para se reestabelecer. 2022 ajudou nessa luta com o lançamento de algumas superproduções bastante elogiadas, que já se tornaram icônica no imaginário popular. Em especial Top Gun: Maverick arrastou uma verdadeira multidão para as salas arrecadando mais de US$1 bilhão em caixa. A Marvel também fez sua parte lançando um par de blockbusters nos cinemas e ainda tivemos algumas produções de terror que ajudaram a mexer as coisas.

É verdade que ainda faltam 3 meses para fecharmos o ano, mas os críticos do mundo já deram seu veredito sobre os filmes que vimos chegar nesses primeiros 9 meses, definindo assim o que de melhor e pior recebemos, seja nas telonas ou nos streamings. Nessa nova matéria dupla aqui no CinePOP trazemos para você justamente um apanhado dos filmes mais bem avaliados pelos especialistas e os piores na opinião dos mesmos, para que você não procure muito na hora de escolher um filme para assistir. Começaremos com o ponto baixo de 2022 – com os longas que você deve evitar a todo custo. Confira.

Ps. Para as avaliações, consideramos apenas os filmes avaliados por mais de 50 críticos, a fim de formar uma opinião mais generalizada sobre a produção.

20 | They/Them

Terror slasher passado num acampamento de conversão LGBTQ+, que traz Kevin Bacon como protagonista, evocando suas raízes de Sexta-Feira 13 (1980).

Os Críticos Disseram: “Embora mereça crédito pelo elenco forte e premissa inclusiva, They/Them é uma confusão em termos de tom e não consegue um corte profundo na pele”.

19 | Um Lugar Bem Longe Daqui

Considerado o “Pantanal” de Hollywood, Daisy Edgar-Jones é a “Juma americana”, como uma mulher vivendo isolada na região pantanosa dos EUA – que se torna suspeita de assassinato.

Os Críticos Disseram: “Daisy Edgar-Jones entrega tudo de si, mas Um Lugar Bem Longe Daqui por fim é incapaz de destilar seu material fonte em um drama de tom coerente”.

18 | Persuasão

Dakota Johnson estrela esta adaptação de Jane Austen, sobre uma mulher persuadida a não se casar com um homem de origem humilde. Oito anos depois ele reaparece, trazendo nova oportunidade para o amor do casal.

Os Críticos Disseram: “Apesar do ótimo desempenho de Dakota Johnson, o anacrônico e caótico Persuasão falha em convencer como uma adaptação de Jane Austen que valha a pena”.

17 | O Massacre da Serra Elétrica

Fede Alvarez pega as rédeas da franquia clássica de terror para a Netflix, apagando todo o seu histórico e continuando logo depois do original de 1974 – seguindo os passos de Halloween (2018).

Os Críticos Disseram: “O Massacre da Serra Elétrica não poupa no sangue e vísceras, mas o maníaco Leatherface talvez tenha irrevogavelmente perdido seu poder de assustar”.

16 | The Cellar

Terror B protagonizado por Elisha Cuthbert (A Casa de Cera) como uma mulher que perde sua filha, desaparecida no porão de sua nova grande casa campestre. No porão existe uma passagem para outra dimensão.

Os Críticos Disseram: “Embora não caia no ‘Porão’ do subgênero de casas assombradas, este é em grande parte um exercício mofado e de segundo escalão no terror sobrenatural”.

15 | Alice

Antes de estrelar no sucesso Não! Não Olhe!, Keke Palmer protagonizou como uma escrava que foge de sua plantação no Sul dos EUA, somente para descobrir, no melhor estilo A Vila, que na verdade está vivendo durante a década de 1970.

Os Críticos Disseram: “A tentativa bem-intencionada de Alice em apontar o racismo infelizmente erra o alvo em variados níveis, apesar disso a atuação de Keke Palmer é um ponto de brilho consistente”.

14 | Jurassic World Domínio

Terceira parte da cambaleante trilogia Jurassic World, derivado de Jurassic Park. O chamariz aqui é a volta do elenco original: Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum.

Os Críticos Disseram: “Jurassic World Domínio pode ser considerado uma pequena melhoria em relação aos seus predecessores imediatos de certa forma, mas esta franquia tombou uma queda profunda desde seu clássico início”.

13 | Assassino Sem Rastro

Os primeiros filmes de Liam Neeson como herói de ação até foram legais e possuíam certo prestígio. Hoje, recaíram no território B da ação. Aqui, ele vive um matador profissional que, sem memória, se torna alvo dos antigos contratantes.

Os Críticos Disseram: “Uma cópia pálida de thrillers de ação melhores do astro Liam Neeson ou do diretor Martin Campbell, Assassino Sem Rastro prova ser um de seus esforços mais esquecíveis até hoje”.

12 | Convite Maldito

Essa produção de terror da Sony Pictures ainda irá estrear no Brasil. O chamariz aqui é a presença da bela e carismática Nathalie Emmanuel, de Game of Thrones e Velozes e Furiosos. Ela vive a protagonista, uma jovem convidada a conhecer uma parte da família que nunca soube existir. No local, descobre que os ricaços são na verdade um clã de vampiros.

Os Críticos Disseram: “Apesar de uma protagonista adorável e um distinto toque de leveza, Convite Maldito é no fim das contas previsível demais para empolgar tanto como um romance, quanto uma história de terror”.

11 | Pinóquio

Chegamos perto dos 10 piores de 2022, com um lançamento da Disney em estilo de superprodução. Pinóquio, é claro, reimagina o clássico animado de 1940 em carne e osso, com Tom Hanks no papel de Geppetto, e direção de Robert Zemeckis.

Os Críticos Disseram: “Visualmente impressionante, porém, sem alma. Um filme inerte, Pinóquio reafirma que devemos sempre nos deixar guiar por nossa consciência… e ficar longe de refilmagens desnecessárias”.

10 | Mack & Rita

A carreira da veterana vencedora do Oscar Diane Keaton prova que já é difícil bons papeis para mulheres no cinema, o que dirá para atrizes da terceira idade. Aqui, a estrela septuagenária fica presa a um roteiro de “troca de corpos”, quando uma escritora de 30 anos é transformada magicamente numa idosa de 70, com as formas de Keaton.

Os Críticos Disseram: “Diane Keaton dá tudo de si em Mack & Rita, mas esta comédia enjoada não acompanha seu ritmo, a decepcionando a cada virada”.

09 | De Volta ao Baile

Primeiro filme de Rebel Wilson após a atriz ter perdido uma quantidade considerável de peso. Produção da Netflix, Wilson vive uma jovem que se acidenta durante uma acrobacia no colegial e fica em coma por 20 anos. Quando finalmente acorda, seu objetivo é viver tudo o que perdeu e se tornar a rainha do baile da escola.

Os Críticos Disseram: “Apesar de um enredo que promete destacar Rebel Wilson com um nível apropriado de pompa, De Volta ao Baile é apenas genérico”.

08 | As Agentes 355

Vendido no Festival de Cannes à preço recorde, a ideia da estrela Jessica Chastain era fazer do filme sobre uma equipe de mulheres super espiãs, a resposta feminina para 007, Missão: Impossível e Jason Bourne.

Os Críticos Disseram: “Possui um elenco estelar, e conceitualmente é progressista, mas As Agentes 355 desperdiça tudo em uma história esquecível, contada de forma nada marcante”.

07 | O Homem de Toronto

Kevin Hart se tornou um comediante de sucesso nos palcos dos EUA, mas no cinema ainda não conseguiu emplacar um grande sucesso usando apenas o seu nome. Aqui, ele vive um sujeito normal que, devido a um erro de locação de imóvel, termina confundido com o assassino mais letal do mundo.

Os Críticos Disseram: “O Homem de Toronto possui uma premissa incrível e um bom par de astros, mas essa comédia desdentada embaralha seus elementos promissores e não acerta no humor e nem na empolgação”.

06 | A Bolha

Escrito e dirigido por Judd Apatow, esse é o “filme da pandemia” do diretor. Na trama, um grupo de atores presos numa bolha pandêmica num hotel, precisa terminar seu filme blockbuster sobre dinossauros.

Os Críticos Disseram: “Sem direção e na maior parte sem graça, A Bolha engoma um elenco estelar com piadas banais sobre o mundo do entretenimento, cinema e a vida pandêmica”.

05 | A Filha do Rei

Conto épico de fantasia protagonizado pelo eterno 007, Pierce Brosnan, e pela filha de brasileira Kaya Scodelario. Na trama, o Rei Luís XIV busca pela imortalidade, e para isso captura uma sereia e pretende roubar sua força vital.

Os Críticos Disseram: “Uma bagunça enlameada que claramente tentou ser consertada durante a pós-produção sem sucesso, A Filha do Rei é uma decepção Real”.

04 | Morbius

Um vilão trágico, Morbius é um dos inimigos clássicos do Homem-Aranha. Um Bioquímico com uma rara doença, em busca da cura ele termina contaminado por uma espécie de vampirismo mutante.

Os Críticos Disseram: “Amaldiçoado por efeitos sem inspiração, performances mecânicas, e uma história insegura e sem sentido, essa aborrecida bagunça é uma tentativa em vão de fazer Morbius acontecer”.

03 | Agente das Sombras

Mais um filme de ação de Liam Nesson, esse pegando a medalha de bronze dos piores. Na trama, o ator vive um agente do FBI que descobre uma conspiração de seus superiores e termina se tornando alvo deles.

Os Críticos Disseram: “Desligue”.

02 | Chamas da Vingança

Segunda adaptação para as telonas do conto de Stephen King sobre uma menina com poderes de controlar o fogo, após seus pais serem cobaias de experimentos para o governo.

Os Críticos Disseram: “Existia muito espaço para melhorar o original, mas Chamas da Vingança tropeça no baixo nível e cai diretamente no fundo de uma longa lista de adaptações de Stephen King”.

01 | De Férias da Família

Pegando a medalha de ouro, novamente ele. Kevin Hart aparece em seu segundo filme na lista, dessa vez ao lado de Mark Wahlberg, como dois grandes amigos do passado revivendo os momentos mais sem noção de suas juventudes.

Os Críticos Disseram: “Para os espectadores inexplicavelmente famintos para ver astros desperdiçados em uma comédia desesperadoramente sem graça, De Férias da Família poderá ser o filme do ano”.

‘The Ranch’: Após demissão, descubra como o personagem de Danny Masterson deixou a trama

Ano passado, o ator Danny Masterson foi demitido da série ‘The Ranch‘, da Netflix, após quatro acusações de ter estuprado quatro mulheres. Com o lançamento da primeira parte da 3ª temporada, descubra como o personagem do ator foi afastado da trama.

*SPOILERS ABAIXO*

O personagem de Masterson, Rooster Bennett, fez sua última aparição no décimo episódio, intitulado “Mudança”. Quando começa, Rooster volta a sua cabana e encontra o ex-namorado trapaceiro da Mary, Nick, sentando em seu sofá. Nick pergunta se Rooster estava com a Mary na noite anterior. Rooster tentou dar uma de espertinho, e indicar que Colt poderia estar dormindo com a Mary. Isso deixa o Nick zangado, porque ele não está no clima para piadas. “Eu vou matar você”, ele diz. Colt então chega na hora, antes que algo sério aconteça. Nick vai embora, mas não é a última vez que o vemos.

Depois disso, Rooster entra em contato com a Heather, e fala para ela avisar sua mãe. Ele eventualmente vai até o bar, onde Mary diz para ele ter terminado com o Nick depois de saber o que ele fez. Então, Rooster convida Mary para ir com ele para WrestleMania, porque ele não está bem para ir sozinho. Ele volta para sua cabana, e Nick está lá novamente. Nick o joga uma mala com suas coisas, e o dá duas opções: “Ou você pega essa mala e desaparece, ou você apenas desaparece”. Rooster mais uma vez tenta ser espertinho, mas Nick aponta sua arma. Ele diz que a escolha é dele, mas que se alguém souber o que aconteceu, ele irá matar toda sua família. Com isso, Rooster pega sua mala e vai embora, deixando a série para sempre.

Esse é um desfecho tão sombrio quanto o motivo da saída do ator, não é mesmo?

‘Operação Overlord’: Vídeo dos bastidores revela o processo de criação das criaturas; Assista!

O terror ‘Operação Overlord‘ ganhou um novo vídeo dos bastidores.

Confira:

Sucesso entre os críticos – com 81% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa infelizmente sofreu para encontrar seu público nos cinemas. Com um orçamento de US$ 38 milhões, o terror arrecadou apenas US$ 41.6 milhões.

Faltando poucas horas para o Dia D, uma equipe de paraquedistas americanos invade a França ocupada pelos nazistas para realizar uma missão que é crucial para o sucesso da invasão. Com a tarefa de destruir um transmissor de rádio sobre uma igreja fortificada, os soldados desesperados juntam forças com uma jovem francesa para penetrar nas muralhas e derrubar a torre. Mas, em um misterioso laboratório nazista sob a igreja, os menos privilegiados encontram-se frente a frente com inimigos diferentes de qualquer outro que o mundo já tenha visto.

O terror conta com a direção de Julius Avery, de ‘Sangue Jovem‘, e roteiro de Billy Ray, que também produz o filme ao lado de J.J. Abrams.

 

Amor Assombrado

 

Elenco:

Vannessa Gerbelli

Carmo Dalla Vecchia

Guilherme Prates

 

Direção: Wagner de Assis

Gênero: Drama

Duração: 91 min.

Distribuidora: Film Connection

Orçamento: R$ 4 milhões

Estreia: 10 de Outubro de 2019

Sinopse: 

Inspirado livremente no conto “Pente de Vênus”, de Heloísa Seixas, “Amor Assombrado” conta a história de uma autora de sucesso, casada com um arquiteto e que mora na mesma casa em que seus pais morreram. Em crise, ela está se esforçando para escrever um novo trabalho, até que Carlos (Guilherme Prates), sua paixão da juventude, ressurge com a mesma aparência do passado, confundindo-a. Sem saber se ele está vivo ou morto, Ana Clara precisará reescrever a história mais difícil de sua vida.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Wagner de Assis também é responsável pelo roteiro da produção;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Nicolas Cage vai enfrentar brinquedos possuídos no terror ‘Willy’s Wonderland’

De acordo com o Bloody Disgusting, Nicolas Cage vai estrelar um novo filme de terror intitulado ‘Willy’s Wonderland‘, que será focado em brinquedos possuídos em um parque de diversões.

Emily Tosta também estrelará o longa, interpretando uma adolescente rebelde.

Na trama, os personagens de Cage e Tosta se unem para sobreviver a uma noite infernal presos em um parque de diversões cheio de brinquedos possuídos.

Beth GrantRic Reitz e Chris Warner completam o elenco.

O longa será dirigido por Kevin Lewis, que afirma que a produção é uma mistura entre ‘O Cavaleiro Solitário‘ e ‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral‘.

G.O. Parsons é o responsável pelo roteiro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Tubarão ataca no trailer do terror ‘Deep Blue Nightmare’; Assista!

O terror ‘Deep Blue Nightmare‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Jared Cohn.

Após andar de caiaque no mar para uma sessão de fotos em uma ilha deserta, Sarah e sua amiga Meghan se tornam alvo de um agressivo tubarão branco. Agora, elas devem se manter afastadas do predador mortal até que James, o pai de Sarah, possa guiar os serviços de emergência para resgatá-las.

O elenco conta com Paige McGarvin, Juliana Destefano, Michael Madsen e Jack Pearson.

O terror, produzido pela The Asylum, será lançado no canal Lifetime no dia 18 de março.

Curral

 

Elenco:

Tomaz Aquino

Rodrigo Garcia

Carla Salle

 

Direção: Marcelo Brennand

Gênero: Drama

Duração: 90 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 11 de Novembro de 2021

Sinopse: 

Chico Caixa é um homem humilde e ex-funcionário da distribuidora de água de Gravatá, em Pernambuco, local que sofre com a escassez hídrica. Ele é recrutado por um amigo de infância, o advogado Joel, que precisa conquistar votos de um bairro popular fundamental para conseguir se tornar vereador. Para se eleger os dois usam o fornecimento de água como moeda de troca com a população. Chico se vê confrontado entre suas necessidades financeiras e seus princípios.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Marcelo Brennand também é responsável pelo roteiro ao lado de Fernando Honesko;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

23/11/2018. Stll do longa Curral, do diretor Marcelo Brennand. Foto:Daniela Nader.
23/11/2018. Stll do longa Curral, do diretor Marcelo Brennand. Foto:Daniela Nader.
23/11/2018. Stll do longa Curral, do diretor Marcelo Brennand. Foto:Daniela Nader.

‘Os Monstros’: O amor está no ar no novo trailer do reboot de Rob Zombie; Confira!

O reboot de ‘Os Monstros‘, dirigido por Rob Zombie (‘Rejeitados pelo Diabo’), ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa será lançado em VOD no dia 27 de setembro. Além disso, a produção será lançada no catálogo da Netflix, mas a data ainda não foi anunciada.

A nova versão contará com Jeff Daniel Phillips como Herman Munster, Sheri Moon Zombie como Lily Munster e Daniel Roebuck como Vovô Munster.

O elenco ainda incluirá Richard BrakeCatherine SchellDee Wallace, Cassandra Peterson e Jorge Garcia, além de Butch Patrick e Pat Priest – atores da série original.

Para quem não conhece, a série original teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios. Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio. A nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência malsucedida do vovô.

‘Black Knight’: Nova série pós-apocalíptica da Netflix ganha trailer INTENSO; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da série coreana ‘Black Knight‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 12 de maio.

Escrita e dirigida por Cho Ui-seok, a série é baseada na webtoon Delivery Knight, de Lee Yoon-gyun.

A trama é ambientada em 2071, quando é impossível viver sem um respirador por causa da extrema poluição do ar. Com a maior parte da península coreana tendo sido devastada e apenas 1% da população original ainda viva, a sobrevivência da humanidade depende de um extraordinário grupo de entregadores.

O elenco conta com Kim Woo-bin, Esom, Kang Yoo-seok, Song Seung-heon, Kim Eui-sung, Jin Kyung, Lee Hak-joo, Lee Sang-hee e Yu Seong-ju.

ÉPICO! Confira o novo trailer DUBLADO de ‘Godzilla e Kong: O Novo Império’

A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado de ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de março.

O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

Adam Wingard, de ‘Godzilla vs. Kong‘, retorna à direção.

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

Crítica | Godzilla Vs Kong – Um maravilhoso Open Bar de porrada de monstros

ASSUSTADOR! Confira o trailer de ‘Devils Stay’, novo terror coreano de POSSESSÃO demoníaca

O terror coreano ‘Devils Stay‘ ganhou o primeiro trailer assustador.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Hyun Moon-Seop é responsável pela direção.

“Após a perda trágica e repentina de sua filha após um exorcismo, um renomado cirurgião cardíaco se recusa a encarar a realidade de que ela morreu, apesar das declarações dos médicos legistas e até mesmo do padre que realizou a expulsão. Mas, quando os ritos fúnebres começam, os enlutados começam a testemunhar mudanças enervantes no corpo da menina, deixando o padre se perguntando se algo muito mais sinistro — um mal mais antigo do que o próprio catolicismo — pode estar novamente pairando sobre todos eles.”

Park Shin-yang (‘Um Homem no Limite’), Lee Min-ki (‘Beleza Interior’) e Lee Re (‘Profecia do Inferno’) estrelam a produção.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 6 de dezembro.

Showrunners revelam o que podemos esperar da segunda parte da 2ª temporada de ‘Wandinha’

Em entrevista ao TVLine, os showrunners Alfred GoughMiles Millar comentaram sobre o que podemos esperar dos próximos episódios da 2ª temporada de ‘Wandinha‘.

“Nós já revelamos que um Hyde não pode viver sem um mestre, mas o que isso significa? Agora você tem esse monstro descontrolado solto no mundo, e o que irá acontecer a partir daí? Nós queríamos que a morte da [personagem da Christina Ricci] fosse impactante.”

Sobre o futuro da protagonista titular, eles não fizeram mistério sobre sua sobrevivência: “Foi uma queda significativa. Se um humano normal tivesse sido jogado por um monstro daquela janela, ele teria virado panqueca. Mas a série é intitulada ‘Wandinha’, então sinto que ela irá retornar. Queríamos terminar a primeira parte da temporada de forma explosiva, e espero que não tenhamos desapontado.”

A produção retornará com episódios inéditos no dia 5 de setembro.

Crítica | 2ª temporada de ‘Wandinha’ expande o universo Addams de maneira diabolicamente divertida | CinePOP

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Amy Madigan se junta ao elenco do reboot de ‘Arquivo X’

De acordo com o Deadline, a vencedora do Oscar Amy Madigan (‘A Hora do Mal’) entrou para o elenco do aguardado reboot de ‘Arquivo X‘ (The X-Files).

Além dela, Steve Buscemi, Ben Foster, Devery Jacobs, Lochlyn Munro, Tantoo Cardinal, Joel D. Montgrad e Sofia Grace Clifton também foram confirmados na produção – em caráter convidado.

Danielle Deadwyler (‘Till – A Busca por Justiça’) e Himesh Patel (‘Tenet’) serão os protagonistas da nova versão.

Na trama…

“Dois agentes do FBI altamente condecorados, mas muito diferentes entre si — um deles interpretado por Deadwyler — formam um laço improvável quando são designados para uma divisão há muito desativada, dedicada a casos envolvendo fenômenos inexplicáveis.”

Jennifer Yale (‘Legion’) servirá como showrunner.

Anteriormente, Coogler havia revelado que a nova versão terá uma estrutura semelhante à da série original: “Pretendemos ter tanto os monstros da semana quanto a conspiração principal. Estou incrivelmente empolgado com este projeto há muito tempo e ansioso para retomar o trabalho. Se fizermos nosso trabalho corretamente, alguns desses episódios serão genuinamente aterrorizantes. Nosso objetivo é criar algo verdadeiramente extraordinário, algo que ressoe com os verdadeiros fãs de ‘Arquivo X’ e, quem sabe, conquiste uma nova legião de admiradores”.

A série original durou entre 1993 e 2002, ganhando uma breve continuação em 2016, que acabou sendo cancelada.

‘Madrugada dos Mortos’, de Zack Snyder, ganha edição para colecionadores

O remake de ‘Madrugada dos Mortos’, o primeiro filme dirigido pelo cineasta Zack Snyder, ganhará uma edição para colecionadores no formato Blu-ray.

Lançado em 2004, a produção foi a responsável por colocar o diretor no radar hollywoodiano, tornando-o uma sensação no ramo cinematográfico. Três anos após o remake, ele voltaria aos cinemas com o aclamado ‘300’.

Os detalhes referentes a bônus e extras que estarão presentes na edição ainda não foram revelados, mas segundo a Scream Factory, empresa especialista em lançamentos de filmes de terror em Blu-ray, anunciou que ‘Madrugada dos Mortos’ estará à venda em outubro deste ano.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Entenda porque [SPOILER] não está na cena de luta em Wakanda

[SPOILER]
Em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ vemos que o herói Hulk não aparece na cena de luta em Wakanda, deixando o real destaque para Bruce Banner.

E em uma entrevista recente, um dos diretores, Joe Russo, falou a respeito da ausência do personagem durante uma das batalhas mais importantes, pontuando que era hora de dar um destaque especial para Banner.

Disse:

“Nós temos que tomar cuidado com o personagem de Banner. Porque se a cada hora que ele estiver em perigo Hulk o salvar, Hulk se tornará o herói, enquanto Banner será visto como o chorão da equipe. Nós queríamos forçar Banner a assumir a posição de herói”.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Guerra Infinita‘ arrecadou impressionantes US$ 640 milhões em seu fim de semana de estreia.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

‘O Príncipe do Natal 3’: Sequência da Netflix trará nascimento do bebê real

A Netflix anunciou que a sequência de ‘O Príncipe do Natal: O Casamento Real‘, vai trazer uma grande novidade.

A continuação, intitulada ‘O Príncipe do Natal: O Bebê Real’, trará o nascimento do primeiro filho do casal protagonista.

A revelação foi feita pela própria Netflix, por meio de sua conta oficial do Twitter. O anúncio veio acompanhado de  um teaser.

Confira:

Além de ligar com a chegada de seu primeiro bebê, no novo longa, Amber e Richard se encontram ameaçados por antiga maldição, após um tratado firmado há 600 anos desaparecer.

Os protagonistas do primeiro filme, Rose McIver e Ben Lamb, retornam para a continuação.

‘Star Wars: Obi-Wan’: Produtor de ‘John Wick 3’ assina o roteiro da série

Os fãs podem se animar, pois após ter sido engavetada, a série spin-off baseada em Obi-Wan Kenobi ganhou fôlego, com o anúncio de um novo roteirista.

Segundo a revista EW, o projeto agora terá o produtor executivo de ‘John Wick 3: Parabellum’, Joby Harold, como o novo roteirista. O profissional assume o lugar anteriormente ocupado Hossein Amini.

E de acordo com o THR, a série do Disney+ deve focar em torno do mestre Jedi cuidando do jovem Luke Skywalker, seguindo a premissa semelhante de ‘O Mandaloriano‘, onde o personagem homônimo tem que proteger o Baby Yoda.

A diretora de ‘O Mandaloriano‘, Deborah Chow, segue comandando o projeto.

 

Ewan McGregor interpretou Obi-Wan em ‘Star Wars — A Ameaça Fantasma‘, ‘Star Wars — Ataque dos Clones‘ e ‘Star Wars — A Vingança dos Sith‘ e retorna para a série spin-off.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

Mais uma semana do mês de março se iniciou e a plataforma de streaming da Netflix vai receber vários novos lançamentos ao longo destes próximos dias.

E entre as estreias na grade de programação, está a série ‘Os Irregulares de Baker Street’, o musical ‘A Semana da Minha Vida’ e a comédia ‘Bad Trip’. 

E para você não perder nada que chega durante esta semana, confira o calendário de títulos!

21/03

A Febre do Rato
“Febre do rato”, no Nordeste, se refere a algo fora de controle. É como está Zizo (Irandhir Santos), poeta anarquista que publica o jornal que dá nome ao filme. Com Nanda Costa, Matheus Nachtergaele e Juliano Cazarré.

22/03

Navillera
Um homem de 70 anos que tem um sonho. Um jovem de 23 anos que tem um dom. Os dois se ajudam a enfrentar as dificuldades e encarar os desafios da dança.

Socorro, Virei uma Garota!
O tímido Júlio (Victor Lamoglia) vê uma estrela cadente e deseja ser a pessoa mais popular da escola. No dia seguinte, ele é Júlia (Thati Lopes), a garota mais popular do colégio. Escrito por Paulo Cursino, conta também com Manu Gavassi no elenco.

23/03

Loyiso Gola: Unlearning
O comediante sul-africano Loyiso Gola destila filosofia prática e humor sem filtros falando de temas como raça, identidade e política mundial.

24/03

Quem Matou Sara?
Depois de passar 18 anos na cadeia, Álex busca vingança contra a família Lazcano, que o incriminou no assassinato de sua própria irmã.

Mandou Bem: Temporada
Na quinta temporada os desafios são em duplas: de melhores amigos a irmãos, esses confeiteiros são tudo de ruim.

Seaspiracy: Mar Vermelho
Um cineasta apaixonado pelos oceanos decide documentar os danos que a humanidade causa às espécies marinhas — e descobre uma sinistra conspiração global.

25/03

Na Mesma Onda
Dois jovens se apaixonam em um acampamento de verão e, diante de uma realidade dolorosa, aprendem um com o outro a aproveitar a vida ao máximo.

Viajo porque preciso, volto porque te amo
José Renato (Irandhir Santos) viaja a trabalho pelo sertão brasileiro. No percurso, ele se identifica com a sensação de abandono e isolamento dos lugares por onde passa. Dirigido por Karim Aïnouz e Marcelo Gomes.

Agência Secreta de Controle de Magias
João e Maria, aqueles dos contos de fadas, agora são agentes secretos e precisam usar magia, esperteza e trabalho em equipe para encontrar um rei desaparecido.

DOTA: Dragon’s Blood
Depois de encontrar um dragão e uma princesa com sua própria missão, um Cavaleiro do Dragão se envolve em eventos muito maiores do que jamais poderia imaginar.

26/03

Os Irregulares de Baker Street
Na Londres do século XIX, um grupo de jovens desajustados trabalha para solucionar crimes sobrenaturais sob o comando do Dr. Watson e seu misterioso parceiro Sherlock Holmes.

A Semana da Minha Vida
Neste musical inspirador, um jovem problemático vai para um acampamento de verão pela primeira vez e acaba encontrando amor, amigos e um propósito.

Bad Trip
Nesta comédia do mesmo produtor de Vovô Sem Vergonha, câmeras escondidas mostram dois amigos que caem na estrada fazendo pegadinhas com pessoas reais.

 

Crítica | Still: A Michael J. Fox Movie é uma celebração à vida e à jornada de um dos maiores ícones de Hollywood

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Still: A Michael J. Fox Movie tinha todos os elementos para ser um melancólico documentário sobre um jovem ator que viu sua vida virar de cabeça para baixo ao ser diagnosticado com Mal de Parkinson, no auge de seus 20 poucos anos. Mas tão natural como suas próprias performances ao longo dos anos, o longa dirigido por Davis Guggenheim subverte a ordem dos fatos e transgride a cultura da sofrência que constantemente permeia produções documentais hollywoodianas, para ser um lembrete vivo e colorido e quão rara a vida genuinamente é.

Em pouco mais de 1h30 de filme Guggenheim e Fox percorrem mais de 60 anos de vida entre recortes de seus mais amados filmes dos anos 80 e 90, álbum de fotos de família e vídeos raros dos bastidores de suas produções. Nos convidando para finalmente entre na casa e na mente de um dos atores mais queridos de Hollywood, Still: A Michael J. Fox Movie é a tão sonhada conversa que sempre quisemos ter com o veterano. Após mais de 20 anos de diagnóstico, projetos filantrópicos que visam ampliar pesquisas científicas para aprimorar o tratamento de Parkinson e excelentes aparições em séries de TV, ele decide se abrir diante do público, para compartilhar com o mundo a experiência que só poderia sair de seus lábios.

E juntos, diretor e ator fazem de Still uma experiência catártica que transcende as telas. Mais do que uma expressão absoluta e completa de quem Michael J. Fox é – para além de seu diagnóstico-, o longa ainda é uma catarse intimista para nós, enquanto audiência. A partir de seus relatos, somos inevitavelmente confrontados a respeito de nossa própria mortalidade e como lidamos com os desafios de estarmos vivos. E conforme percebemos o enorme prazer do astro em transcender sua enorme luta, mais somos encorajados a fazer o mesmo. Encontramos em J. Fox e em sua imensurável luta diária a coragem que muitas vezes não falta.

E o bom-humor nato de Michael J. Fox faz toda a diferença na direção, na montagem e no ritmo do documentário. Guggenheim conseguiu imprimir precisamente a identidade do veterano, que se consagrou como um mestre da comédia através de seu enorme carisma e timing cômico em sua jornada profissional. Do sitcom Caras e Caretas passando pela trilogia de De Volta Para o Futuro e chegando em Spin City, a habilidade de improvisar e aprimorar os roteiros fizeram do ator uma força da natureza em seu ofício. E todo seu talento, habilidades e perspicácia criativa são lindamente evidenciados pelas lentes do diretor. Pautado pelo magnetismo que o ator tem até hoje, ele faz de Still: A Michael J. Fox Movie uma doce, delicada e leve celebração à vida.

Com uma montagem espetacular e dinâmica, o documentário ainda faz uso da técnica de reconstrução de fatos, simulando os principais momentos de J. Fox ao longo dos anos. E o que poderia ser cafona e brega (como muitas vezes é!), aqui se torna uma experiência ainda mais sinestésica e nostálgica. Fazendo um contraponto com uma rica coletânea de cenas dos principais filmes do ator, o longa transforma as simulações atuadas em um conto oitentista – no mesmo estilo daqueles clássicos que marcaram a geração millennial, como Pecados de Guerra, Nova York – Uma Cidade em Delírio e De Volta Para o Futuro.

E entre takes rápidos de filmes como O Garoto do Futuro, O Segredo do Meu Sucesso e Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor, temos essas pequenas cenas feitas sob um filtro granulado e uma estética dos anos 80 que nos passa aquela sensação de acalento, de familiaridade. Ao som da narração de Fox, suas memórias ganham vida diante dos nossos olhos, nos levando em direção a uma deliciosa epifania que mexe com nossos sentidos, mesclada por registros reais e simulados de uma vida que jamais foi estática.

Fazendo ainda uma bela homenagem à Tracy Pollan, atriz e esposa do ator desde meados dos anos 80, Still: A Michael J. Fox Movie conta com uma trilha sonora adaptada que torna toda a experiência ainda mais enérgica e envolvente. E com uma poderosa reflexão sobre vida, família e longevidade, o documentário lançado no Festival de Sundance é uma apaixonante e prazerosa viagem ao passado, que celebra o presente e o legado do ator. E quanto ao futuro? É como o Doc Brown já dizia em De Volta Para o Futuro III: “Seu futuro ainda não está escrito, o de ninguém está. Seu futuro será o que você quiser, então faça dele algo bom”. E Marty McFly parece seguir à risca esse conselho até hoje.

Cannes 2023 | Dia 4 e 5 – Martin Scorsese e Kleber Mendonça Filho estreiam no Festival

Além da première mundial de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold, o quarto dia de festival contou com a estreia do documentário Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho.

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Já o destaque do dia seguinte, 20 de maio, foi do mestre norte-americano Martin Scorsese com o longo (3h27), porém excelente, Assassinos da Lua das Flores, com previsão de estreia para outubro deste ano. 

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Os comentários no vídeo abaixo são dos filmes: 

  1. Sobre Gramas Secas (About Dry Grasses), de Nuri Bilge Ceylan 
  2. Retratos Fantasmas (Pictures Of Ghosts), de Kleber Mendonça Filho 
  3. Como Fazer Sexo (How To Have Sex), de Molly Manning Walker 
  4. Assassinos da Lua das Flores (Killers Of The Flower Moon), de Martin Scorsese 
  5. A Zona De Interesse (The Zone Of Interest), de Jonathan Glazer

‘Guerra Infinita’: Homem de Ferro ganha incríveis colecionáveis mostrando a nova armadura

‘Vingadores: Guerra Infinita‘ ganhou novos colecionáveis da Hot Toys e o destaque fica para o Homem de Ferro, que tem sua nova armadura revelada em detalhes. Veja:

Enquanto isso, confira uma prévia do filme:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Primeira foto dos bastidores de ‘Star Wars: Episódio IX’ é divulgada

Amanhã, dia 2 de agosto, começam as filmagens oficiais de ‘Star Wars: Episódio IX’, e com isso, a primeira foto de locação já foi divulgada pela diretora de segunda unidade Vic Mahoney em seu Twitter.

Os fãs especulam que a imagem tenha sido feira no mesmo local onde foram rodadas as cenas da base em Yavin IV para ‘Uma Nova Esperança’ e ‘Rogue One’.

Star Wars divulgou hoje o elenco do tão aguardando encerramento da nova trilogia, com o episódio IX – que terá lançamento em dezembro de 2019. Como esperado, Daisy Ridley (Rey), John Boyega (Finn), Oscar Isaac (Poe), Lupita Nyong´o (Maz), Domhnall Gleeson (Hux), Kelly Marie Tran (Rose), Joonas Suotamo (Chewbacca) e Billie Lourd – filha de Carrie Fisher na vida real – retornam para seus personagens no desfecho.

Já entre os veteranos, Mark Hamill (Luke), Anthony Daniels (C3PO) e Billy Dee Williams (confirmado como Lando) também marcarão presença. Carrie Fisher estará de volta como Leia. Para isso, serão utilizadas filmagens da atriz que não entraram no episódio VII. O diretor J.J. Abrams, que volta para a direção do último filme da saga Skywalker, disse que Fisher é insubstituível e que não foi cogitado o uso de outra atriz para a personagem, ou tampouco efeitos especiais de computador.

Adam Driver também está creditado para retornar como Kylo Ren. E o filme conta ainda com a adição de Keri Russell em um personagem que não foi divulgado.

O roteiro é assinado por Abrams em parceria com Chris Terio (Argo), Derek Connolly (Jurassic World) e Colin Trevorrow.

‘Star Wars: Episódio 9’ estreia nos cinemas brasileiros em 19 de dezembro de 2019.

 

LOUCURA no Multiverso! Homem-Aranha, Super Mario e Pantera Negra brigam em trenzinho de Teresópolis

Com essa onda de Multiverso tomando conta de Hollywood, quis o destino que o crossover de duas das maiores animações de 2023 acontecesse justamente em Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, onde uma briga bastante inusitada marcou o último fim de semana de moradores e turistas, que presenciaram nada menos que uma luta entre o Homem-Aranha, o Super Mario e o Pantera Negra.

Essa “Guerra Secreta” aconteceu na Feirinha do Alto, em Teresópolis, um região bastante popular marcada pela venda de artesanato, roupas e boa gastronomia. Aproveitando esse potencial turístico, uma das das atrações são os “trenzinhos da alegria”, ao melhor estilo “Carreta Furacão“, que fazem passeios com personagens vivos parando para dançar e brincar na rua ao longo do trajeto. E foi justamente aí que o Multiverso entrou em colapso.

Como dá para ver no vídeo, houve um conflito entre duas trupes de trenzinhos, quando o Homem-Aranha se desentendeu com o Rei de Wakanda, dando início ao confronto. Vendo a situação, o Super Mario tentou apartar, mas acabou sendo acertado por um soco de força proporcional a de uma aranha. E como não tem sangue de barata, o encanador mais famoso dos games pegou sua Flor de Fogo, perdeu a cabeça – literalmente – e devolveu a agressão com uma série de golpes contra o Teioso.

Reprodução/ YouTube

Percebendo a situação caótica, principalmente por ter acontecido em uma região cheia de famílias, os outros personagens vivos que estavam ao redor interviram. Assim, o Super Choque deixou o Universo DC para tentar conter o Mario, enquanto Capitão América, a Wandinha e um outro Homem-Aranha foram pra cima do Peter Parker fluminense para impedir que ele apanhasse mais do Mario e que estendesse sua briga contra o Pantera Negra. Tudo isso enquanto o Fofão, símbolo desses trenzinhos, apenas observava a situação ao fundo, sem se envolver no confronto.

Apesar dessa situação toda ser tragicômica, a briga causou distúrbio na região e terminou com o trio sendo conduzido pela Polícia Militar para a delegacia mais próxima. Inicialmente, os turistas acharam que a confusão era parte do show, mas logo viram que era sério. Ainda não se sabe o que causou o início da pancadaria, mas – como de costume – quem se deu mal mesmo foi o Homem-Aranha brigão, que fraturou o nariz e aguarda no hospital para saber se passará ou não por uma cirurgia.

Certamente, em algum lugar do Multiverso, J.J. Jameson (J.K. Simmons) solta uma grande risada, dizendo que avisou sobre os perigos dessa “Ameaça Mascarada”. Porém, quem quiser uma boa briga de super-heróis de diferentes dimensões sem precisar testemunhar depois na delegacia, pode correr para o cinema mais próximo para assistir a Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, que já está em cartaz.

Crítica | Jung_e – Ficção Científica do Diretor de ‘Invasão Zumbi’ Surpreende Por Incríveis Efeitos Visuais

Quem acompanha o que há de melhor na cultura pop (e, especificamente, os lançamentos de terror) lembra quando, em 2016, um determinado filminho de zumbi fez inesperado sucesso dentre o público. De lá pra cá, a galera pediu (e ganhou) a aguardada continuação do sucesso ‘Invasão Zumbi’, do diretor sul-coreano Sang-ho Yeon, quatro anos depois. Então, veio aquele vazio, de não sabermos mais o que esse diretor em ascensão estava planejando para a gente. Bom, após mais um hiato (prolongado pela pandemia, é verdade), chegou este ano, na plataforma da Netflix, o mais novo lançamento desse ótimo realizador: a ficção científica apocalíptica ‘Jung_e’.

Em um futuro pós-apocalíptico, no ano de 2135, o planeta Terra sucumbiu à destruição dos seres humanos. O que sobrou da humanidade tenta encontrar saídas para sobreviver em outros planetas e em outras condições, e uma guerra se formou entre os seres humanos e os robôs, confeccionados no período de transição. Rebeldes fundaram o que autodenominam como país de Adrian. Nessa guerra, foi de fundamental importância a desenvoltura da capitã Yung (Kim Hyun-joo), herói do povo. Porém, com sua morte em um momento crucial, cientistas conseguiram recuperar o cérebro da capitã, e passaram a desenvolver uma pesquisa para transferir a inteligência da capitã em uma nova versão robótica dela que fosse capaz de superar seu próprio desafio e acabar com a guerra. Anos se passaram e pouco se avançou na pesquisa, hoje chefiada pela cientista Seohyun (Kang Soo-youn, primeira sul-coreana a ser premiada em um festival europeu e que faleceu antes do lançamento desse filme), filha da capitã. Porém, quando os CEOs da empresa financiadora decidem descontinuar o projeto, um senso de urgência se apodera de Seohyun para salvar muito além do que sua pesquisa.

É inevitável falar que o que mais chama a atenção em ‘Jung_e’ é a qualidade impressionante dos efeitos visuais. Tudo é feito com tamanha técnica e perfeição, que nos faz imaginar quanto dinheiro foi gasto para confeccionar esse mundo pós-apocalíptico (e também nos faz pensar que esse seria um filme bom para ver na tela grande). Entretanto, se por um lado sobra efeito especial, por outro falta o principal: história.

Escrito e dirigido pelo próprio Sang-ho Yeon, o roteiro de ‘Jung_e’ passa a sensação de possuir apenas dois arcos dramáticos: o primeiro, com quase uma hora de duração, contextualiza a trama e fica num lenga-lenga sem fim da tal pesquisadora fazendo inúmeras simulações com o robô e falhando sempre no mesmo ponto, como se estivéssemos acompanhando o dia a dia dos personagens; o segundo arco, que acaba sendo super acelerado, traz a explicação da coisa toda, o desenvolvimento e a conclusão, tudo espremido num espaço de menos de quarenta minutos. 

Muito bonito e impressionante, ‘Jung_e’ falha na sua desenvoltura, trazendo muita maquiagem e pouco conteúdo. O clima de ficção científica e ação ambientam bem o espectador dentro de uma história a la videogame, entretanto, é como se, ao jogarmos, ficássemos rodando em círculos voltando sempre ao início da partida sem conseguir avançar de fase. 

‘Batwoman’: The CW encomenda temporada completa de sua nova série

O presidente da The CW, Mark Pedowitz, pode ter revelado notícias bastante animadoras acerca do piloto de sua nova série, ‘Batwoman’.

O evento do ‘Arrowverse’ no ano passado, intitulado ‘Elsewords’, introduziu aos fãs novas versões dos nossos amados personagens, bem como novos rostos para o panteão da emissora, incluindo Kate Kane (Ruby Rose), também conhecida como Batwoman.

O público logo se apaixonou por sua personalidade – não é à toa que ela irá ganhar sua própria série-solo, e parece que as coisas estão caminhando muito bem, visto que fontes indicam que o show pode ter ganhado sinal verde para uma temporada completa.

As gravações devem começar ainda em março, e serão supervisionadas pelo diretor David Nutter, de ‘Game of Thrones’.

O elenco é formado por Rose, Meagan Tandy, Camrus Johnson, Nicole Kang e outros.

Ainda não há data prevista para o lançamento da série.

‘O Irlandês’: Robert De Niro estampa novas imagens oficiais do drama; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens oficiais do novo longa-metragem de Martin Scorsese‘O Irlandês’ (‘The Irishman’).

Confira:

O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).

Assista ao trailer:

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

‘Westworld’: Segundo episódio da 3ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

HBO divulgou as imagens oficiais de “The Winter Line”, segundo episódio da 3ª temporada de ‘Westworld’ que vai ao ar no dia 22 de março.

Confira, junto à promo:

O novo ciclo abriu com 73% no Rotten Tomatoes, com nota 6.86/10 baseada em 22 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[a série] alcança sucesso em rebootar si mesma à medida que abre o escopo do parque de diversões titular, enquanto clareia algumas narrativas – apesar de algumas parecerem sem alma”.

Confira algumas críticas:

“Como Maeve diz, nada disso importa, porque nada parece real… Como resultado, tudo parece legal, mas soa vazio” – Rolling Stone.

“Este é um Westworld mais bobo e louco, e muito mais divertido” – The Atlantic.

‘Westworld’ quer gerar uma nova conversa existencial na terceira temporada, mas mesmo quando o show introduz novos rostos, os detalhes que vêm à vida são perfunctórios” – Observer.

“Esse recomeço parece incrível, mas, se a segunda temporada nos ensinou algo, foi: apenas assista, não pense” – Newsday.

‘Westworld’ retorna com as baterias recarregadas e um começo enérgico” – Espinof.

Confira os títulos e as premissas dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Crítica | Madonna entrega um dos melhores álbuns da história com ‘Ray of Light’

Depois de dar luz à sua primeira filha e seguindo o sólido lançamento de ‘Bedtime Stories’, Madonna já estava pronta para seguir para sua próxima empreitada na indústria fonográfica. E é claro que o mundo aguardaria ansiosamente para que a rainha do pop, já bem estabelecida na esfera mainstream e tendo aberto portas para suas conterrâneas de uma forma nunca antes vista, voltasse ao topo do mundo mais uma vez.

Apesar de ter iniciado sua carreira nos primeiros anos de 1980, a década seguinte se provou bastante prolífica para Madonna. Depois de declarar seu amor e seu apoio para a comunidade LGBTQ+ ao reapropriar-se do estilo de dança vogue com as melhores intenções possíveis, a cantora e compositora provou estar em outro patamar artístico que não conhecia limites e que não se prendia ao que se esperaria de uma sociedade conservadora, homofóbica, segregativa e machista. Com ‘Erotica’, ela havia quebrado tabus de gênero e idolatrado seu próprio corpo sem quaisquer desculpas, enfrentando um de seus primeiros grandes backlashes e sendo tachada de revolucionária anos depois; com ‘Bedtime Stories’, o recuo para o R&B foi uma bela máscara para criticar aqueles que vieram atacá-la; mas e a agora? O que o futuro aguardava para a performer?

Depois de incursões fracassadas com Babyface e Patrick Leonard, este último já tendo colaborado em ‘True Blue’, Madonna resolveu dar uma repaginada em seu visual fonográfico. Mantendo sua reputação de “camaleão”, bastante adaptável a basicamente quaisquer tendências que surgiam ao redor do mundo, ela se aliou a William Orbit, um dos maiores produtores de todos os tempos, para introduzir um novo elemento à sua discografia: o intelligence dance music (IDM). Ao contrário do EDM, que prezo por dançantes construções instrumentais, o estilo IDM é adepto ao minimalismo, à irreverência e à sinestesia melancólica, optando por progressões que devem ser ouvidas em ambientas mais familiares e reflexivos, dentro de um prospecto quase espiritual. E foi a partir daí que surgiu ‘Ray of Light’.

Considerado por muitos, inclusive por esse que vos fala, como o melhor álbum da rainha do pop, ‘Ray of Light’ foi lançado em 1998 e representa um dos ápices do fin-du-siècle. O sucesso do CD foi tamanho que Madonna foi indicada a nada menos que seis categorias do Grammy Awards, levando para casa quatro estatuetas (as primeiras nas categorias musicais de Madonna); mais do que isso, a obra carrega um legado tão extenso quanto ‘Like a Prayer’, lançado em 1989, e, segundo a própria artista, é uma de suas evoluções mais satisfatórias. E não é por menos: em um momento em que as boybands e os girlgroups ganhavam força, e com a insurgência de nomes como Christina Aguilera e Britney Spears no cenário adolescente, Madonna precisava manter-se ativa e, depois de seu sétimo lançamento de estúdio, credita-se a ela a globalização da música eletrônica, que, até então, restringia-se às inventivas inflexões europeias.

Do mesmo modo que introduziu o dub à atmosfera noventista em sua produção anterior, a performer fez o mesmo com o trip hop e com o house dance, misturando poderosas letras às culturas orientais que vinham pincelando sua personalidade há alguns anos. Não é surpresa que, ao longo de treze faixas impecáveis, o público é presenteado com algo bastante diferente do que ela já havia mostrado: afastando-se por completo da mercadológica pós-disco “Borderline”, de seu “Act of Contrition” e até mesmo da agridoce “Secret”, Madonna abriu espaço para um compilado de originais chocantes e convidativas. No geral, ‘Ray of Light’ rende-se ao épico orquestral do techno-pop, implicando elementos considerados “fora do contexto” a um universo único, marcado pelas delineações pós-apocalíptica de “Drowned World/Substitute for Love”, pela espiritualidade de “Swim”, pelo synth-grunge de “Candy Perfume Girl”.

A primeira forte influência do electro-dance aparece na propositalmente dissonante “Skin”, uma rendição dark que resgata a utilização dos sintetizadores em construções que premeditariam o EDM dos anos 2000. O anseio da artista em se provar necessária no panorama da época é, de fato, a força-motriz que garante estabilidade e coesão para cada track – e, na verdade, ela não precisaria de muito para entregar mais uma joia fonográfica. O principal fator que permite a construção de laços entre os ouvintes e as canções exibidas é, talvez, a mudança vocal da lead singer: diferente do soubrette explorado em “Like a Virgin” e o comodismo pop de “Express Yourself”, percebe-se que Madonna alcança uma tecedura apaixonante, cultivada ainda em ‘Evita’ e trazida para uma das maiores arquiteturas musicais de todos os tempos. “Nothing Really Matters” explora isso em todas as suas camadas, ainda mais por ser acompanhado por pinceladas instrumentais divertidas e envolventes.

É um fato dizer que ‘Ray of Light’ serviria de base a todas as outras investidas da performer, incluindo ‘Music’ e o recente ‘Madame X’. Madonna, como nenhuma outra artista de sua época, baseava-se bastante em sua história para permanecer viva na cultura mainstream e nunca deixava de mencionar a si mesma em cada construção. Versada numa poesia única que reflete a grandiosidade de peças como a upbeat “Sky Fits Heaven” e a evocativa “Shanti/Ashtangi”, ela mostra que não se preocupa com o que os outros pensam de sua arte: ela está ali para colocá-la em boa vista, doa a quem doer.

Retomando os solilóquios amorosos, a cantora leva a paixão para o espectro indiano de “Frozen”, uma das melhores canções de sua carreira; guia-nos através do consumismo exacerbado e da falta de perspectiva do mundo na faixa-título, fazendo um apelo para que as pessoas apreciem as pequenas coisas da vida; joga-se na teatralidade sintética e na acre sensação de um coração partido com a irretocável “The Power of Good-Bye”; eventualmente, não há uma música que destoe do que Madonna pretende nos entregar – e essa cautela explosiva e ambiciosa é o que coloca este provocativo álbum na lista dos melhores não só da década de 1990, mas da história.

Nota por faixa:

  • Drowned World/Substitute Love – 4,5/5
  • Swim – 5/5
  • Ray of Light – 5/5
  • Candy Perfume Girl – 5/5
  • Skin – 5/5
  • Nothing Really Matters – 4,5/5
  • Sky Fits Heaven – 5/5
  • Shanti/Ashtangi – 5/5
  • Frozen – 5/5
  • The Power of Good-Bye – 5/5
  • To Have and Not to Hold – 4,5/5
  • Little Star – 4,5/5
  • Mer Girl – 5/5

Artigo | A breve história e o legado social de Ma Rainey, a Mãe do Blues

Depois de Selena Quintanilla Perez ganhar sua própria série através da Netflix, chegou a vez da plataforma de streaming nos apresentar a outro ícone da música – dessa vez, viajando algumas décadas no passado para relembrar um dos episódios mais incríveis e complexos da história fonográfica em ‘A Voz Suprema do Blues’. A nova cinebiografia, que já conquistou o coração da crítica e estreou hoje (18) no catálogo do serviço, trouxe ninguém menos que a vencedora do Oscar em mais uma corrida pela estatueta ao interpretar Ma Rainey, a Mãe do Blues. Acompanhando-a, temos também Chadwick Boseman em sua última performance antes de seu trágico falecimento, dando vida a um jovem trompetista que deseja fundar sua própria banda e ganhar um mundo movido pela supremacia e pelo lucro.

Entretanto, falaremos aqui sobre Ma Rainey. A lendária musicista nasceu em 1886 numa pequena cidadezinha da Geórgia, Estados Unidos, e ascendeu à fama a partir de 1915, quando abraçou o blues e trouxe o gênero para o cenário mainstream. É claro que Rainey não criou o gênero em questão, visto que ele foi construído e trazido à vida quase trinta anos de seu nascimento por descendentes afro-americanos que incorporaram cantigas de trabalho, baladas de narrativas e rimas simples à complexidade do jazz e do R&B, que vieram ainda antes. De qualquer forma, ela, ao lado de outro clássico nome – Bessie Smith, a Imperatriz do Blues – forjaram uma amizade inigualável para levarem essa incursão sonora para além das comunidades negras no sul do país, invadindo o norte dominado por brancos e deixando fortes marcas na história que seriam resgatadas muitos anos depois (por Tony Bennett e Amy Winehouse, por exemplo).

Nascida Gertrude Pridgett, a jovem adotou um alter-ego que representasse seu poder nos palcos: Rainey sugava, de um jeito positivo, o ar de qualquer lugar que passasse, por sua presença majestosa, por suas vestimentas exageradas e, principalmente, pela potência de densos e roucos vocais. Ela se montava com perucas feitas com pelos de cavalos selvagens, moedas douradas que formavam um colar em seu pescoço; uma pena de avestruz era exibida em suas apresentações para deixá-la ainda mais misteriosa, enquanto implantes dentários de ouro reluziam toda vez que abria a boca. Mas seu principal marco foi fornecer um significado diferente da melancolia do blues, guiando enredos ácidos sobre traição, empoderamento e sexo de uma forma como ninguém mais fazia.

Afinal, a cantora e compositora insurgiu como um arauto do passado e, ao mesmo tempo, do futuro: seu estilo tradicional se mesclava com características originais, ainda mais por incorporar os elementos expressivos do folk e do jazz. Ma Rainey, sem perceber ou até mesmo sem ter em mente esse objetivo, utilizou um dom invejado por muitos para dar origem a um pastiche fonográfico que serviria de base para as várias e inesperadas misturas de gênero que encontramos na sociedade contemporânea – como vemos em tantos artistas do escopo internacional.

Abrindo espaço para as experiências da comunidade negra centralizada num continente castigado pela Era Jim Crow e pelas consequências segregativas da escravidão – que, de certa forma, se tornara enraizada na mentalidade daqueles que se sentiam superiores -, suas canções até podiam estender reflexos para os ecos dos trompetes e para as melódicas teclas do piano, mas tais rendições apenas mascaravam tristes estórias de vida que ajudaram na popularização entre os ouvintes. O próprio título de “Black Bottom”, que inspirou o longa-metragem da Netflix, já se vale da irreverência para nos preparar a uma jornada quase mística por uma dança sensual e popular, remontando, de certa maneira, a uma época em que escravos encontravam um pouco de liberdade nas expressões corporais e nos rituais eternizados por seus antepassados. Em “Prove It On Me Blues”, Rainey parece se referenciar ao criar uma personagem com personalidade difícil que perde seu parceiro, mas não desanima e não aceita a culpa por ele ter fugido.

A performer fechou seu primeiro contato em 1923 com a Paramount, quatro anos depois do primeiro disco de blues ser gravado por Mamie Smith. Rainey não encontrou resistência por parte do público, visto que já tinha uma experiência quase vaudeviliana no circuito teatral, tendo se apresentado em diversas casas sulistas de espetáculo antes de finalmente viajar para Chicago e começar a expandir seu “império” para o restante do país. Em sua primeira sessão, ela nos entregou clássicas iterações como a incomparável “Bo-Weevil Blues” e a famosa “See See Rider”, uma das mais conhecidas de todos os tempos – e uma das principais quando deseja-se aprender sobre o gênero supracitado.

Diferente de tantos outros músicos conterrâneos, principalmente aqueles que almejavam uma carreira seguindo as inúmeras ramificações do blues e do jazz-country, Rainey conquistou sua reputação não apenas como profissional, mas também como empreendedora. Ma Rainey sabia exatamente o que queria e quando queria – o que explica suas mais de noventa gravações com o estúdio, um número muito maior até mesmo que os artistas brancos da época. Sua carreira com a Paramount durou breves cinco anos, mas foi o suficiente para cimentar seu legado sem ao menos perceber, ainda mais por ter arrastado Smith consigo através dessa montanha-russa. Direta, simples e honesta, as canções traziam temáticas cotidianas e abriam discussões prévias sobre sexualidade, promiscuidade, vícios, a odisseia do wanderlust, magias e superstições, e até mesmo o ato de se fazer música.

Oscilando entre a metalinguagem e a evocação histórica – utilizando o cenário afro-estadunidense na era pós-reconstrução da América do Norte, conforme William Barlow explicou em seu ensaio sobre a emergência da cultura do blues ‘Looking Up at Down’. Não é surpresa que sua importância tenha ressoado em nomes como Langston Hughes e Sterling Brown, na poesia, e na ativista Alice Walker, que a caracterizou como um modelo cultural da mulher afrodescendente e a usou como inspiração para a peça vencedora do Pulitzer ‘A Cor Púrpura’. Em ‘Black Pearls’, livro documental que retrata as rainhas do blues, a autora Daphne Harrison sumarizou com perfeição o que Ma Rainey representou e continuou representando décadas depois de sua prematura morte: uma corajosa e determinada reafirmação do que é ser negro.

‘Animais Fantásticos 3’: Mads Mikkelsen diz que tentar copiar Johnny Depp como Grindelwald seria “criativamente estúpido”

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi recentemente escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald no vindouro e problemático ‘Animais Fantásticos 3’, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

A estreia foi adiada de novembro de 2021 para 15 de julho de 2022.

O elenco também conta com Eddie RedmayneDan FoglerJude LawKatherine WaterstonAlison SudolEzra Miller.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

Confira a nossa crítica do filme anterior: