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E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 27: Francisco Carbone

A beleza do cinema é conseguir enxergar além do que os olhos conseguem captar. Falar de cinema é uma grande prova de amor ao sentimento das curiosidades que afligem esse imenso mundão que vivemos. Todo tipo de filme, de qualquer gênero, busca o importante elo em apresentar emoções ao espectador, seja ele quem for. Pensando em entender melhor as razões do porquê o cinema ser uma coisa tão rica para nossa existência como ser humano, esse eterno jovem cinéfilo que vos escreve buscou cinéfilos espalhados pelo Brasil (alguns até pelo mundo) para contar um pouquinho da trajetória cinéfila deles para vocês.

Figura presente em diversos festivais de cinema pelo Brasil, dono de um texto maravilhoso sobre a arte de que tanto ama, nosso convidado é o cinéfilo mais ranzinza que eu conheço e automaticamente um dos que mais respeito e adoro conversar, Francisco (Frank) Carbone. Crítico de cinema, jornalista. Se você digitar o nome dele no Google, vai ser creditado em tanto site e matérias que deveria virar tema de documentário sobre cinéfilos. Com vocês, meu amigo, Frank.

Obs: Não esqueço do dia que na cabine de Me Chame pelo Seu Nome, no RJ (mais especificamente numa das salas do Grupo Estação), produzido pelo querido cinéfilo Rodrigo Abreu Teixeira. Quando acaba a sessão encontro Frank aos prantos. Bonito ver o quanto uma obra pode emocionar até os amigos mais rabugentos.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

Grupo Estação, especificamente os da Voluntários da Pátria. Bom, é lá que me sinto à vontade, que vejo os grandes filmes em cartaz, que me sinto à vontade, que encontro amigos, que troco ideias e, muitas vezes, afetos.

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

Bom, creio que você esteja falando da experiência cinematográfica completa, e não filme visto em casa. Pois bem, o primeiro filme que lembro de ter sentido um arrepio diferente dentro da sala de cinema, foi o Almas Gêmeas, do Peter Jackson. O assisti numa sala que não existe mais, e por lá, vendo um filme adulto e sozinho, bateu uma certeza diferenciada.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Da vida, Bergman – meu preferido é Persona, acho. São tantas obras-primas desse mestre… entre os que estão vivos, Paul Thomas Anderson. Também ele me embolo pra decidir o melhor, mas vou de Boogie Nights, a despeito de inúmeros filmaços.

 

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?

O Bandido da Luz Vermelha, do Sganzerla. Porquê? Ah, é a minha praia o desafio, a ousadia, o risco, a experimentação.

 

5) O que é ser cinéfilo para você?

Ser cinéfilo é, acima de tudo, não apenas amar o cinema como complementar a sua visão com inúmeras trocas infinitas com outros como você.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Eu acredito que uma parte dessas pessoas entende, mas não todas. E nem sei dizer se seriam a maioria, mas sinto que existe uma mentalidade que precise combinar o conhecimento com a necessidade de cada espaço.

 

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Os ‘coveiros do cinema’ existem desde o início do mesmo. Passaram pelas guerras, pela TV, pela Internet – acho que estão todos errados.

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Ghost World, de Terry Zwigoff, é um dos filmes emblemáticos da minha vida, creio que poucos viram.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Acho que não. Na verdade, eu acho que essa correria de buscar datas para coisas como Tenet é prejudicial não apenas ao cinema como negócio como principalmente às obras.

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Essa última década o nosso cinema deu um salto qualitativo que tem a ver com a descentralização do mesmo, da amplitude de olhares que invadiram várias tribos, idades, sexos e lugares, e nos colocou num patamar onde estamos de igual pra igual com o melhor cinema produzido no mundo, seja de que parte for.

 

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Atualmente estou fascinado por Grace Passô, em todas as vertentes que esse colosso de artista se apresente. Nossa melhor tradução hoje.

12) Defina cinema com uma frase.

O cinema me salva desde a adolescência, e hoje vai além da minha vida – é um desdobramento meu.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Nossa, eu já vi de tudo. Já vi gente sendo retirada carregada de uma sessão de Blue Jasmine (Woody Allen), já vi críticos extremamente mal educados dentro da sessão de Cães Errantes (Tsai Ming-Liang), já vi bate boca por assento, já vi pessoas morrendo de rir em ‘Saló‘ (Pasolini), já vi pessoas muito loucas aplaudindo uma sessão de ‘Lendas da Paixão’ (Edward Zwick)… e muita coisa que eu não lembro agora. Comigo, duas situações inusitados – eu caindo da cadeira na sessão de Mapas para as Estrelas e dando esporro em espectadores em Árvore da Vida (Terence Malick).

10 documentários na NETFLIX que você não pode deixar passar!

Ao longo de cada ano, a Netflix vem trazendo para seu gigantesco catálogo uma série de documentários bem interessantes. Muitas vezes perdidos em meio a gigantescos lançamentos, alguns desses projetos nos trazem histórias marcantes e provocam inúmeras reflexões. Para você que curte documentários, criamos uma lista bem legal de sugestões para você conferir:

 

Assassinato em Mônaco

Buscando apresentar alguns pontos de vista sobre o chocante assassinato de um dos homens mais ricos do mundo – ocorrido em um dos países mais seguros do planeta –  Assassinato em Mônaco conta com depoimentos de pessoas que acompanharam de perto toda essa história.

 

Sly

Com uma carreira consolidada e diversos sucessos no mundo do cinema, Sylvester Stallone abre seus livros de memórias e reflete sobre a vida pessoal e sua trajetória até o estrelato.

 

O Efeito Casa Branca

Por meio de reportagens televisivas que incluem opiniões, coletivas de imprensa, entrevistas, além da exposição de documentos internos que trazem revelações importantes, o chocante documentário O Efeito Casa Branca mete o dedo em feridas, trazendo verdades incômodas via fatos, sobre a relação política x meio ambiente sob a ótica dos Estados Unidos. Filme de abertura da 14ª Mostra Ecofalante de Cinema, esse projeto é um aulão de economia revelando o embate entre interesses políticos e questões ambientais.

 

O Freelancer: O Homem por Trás da Foto

Um segredo revelado mais de 50 anos depois serve de estopim para um documentário que nos conduz de volta a uma das imagens mais marcantes da Guerra do Vietnã. Por meio de uma investigação minuciosa, amparada por argumentos e provas contundentes, o filme levanta a possibilidade de que o autor da célebre fotografia ‘O terror da guerra’ — que mostra uma garota vietnamita correndo após um bombardeio norte-americano — não seja quem historicamente recebeu o crédito.

 

Desastre Total: O Verdadeiro Projeto X

Um convite para uma festa de aniversário de uma jovem de 16 anos viraliza pelo Facebook e logo vira o estopim de uma história que marcou uma cidadezinha na Holanda e ganhou as páginas policiais. Abordando esse peculiar caso que envolve inúmeras questões desde a falta de preparo das forças policiais até o comportamento descontrolado de jovens em busca de diversão, a Netflix, no seu ótimo projeto Desastre Total, apresenta um média-metragem documental marcante que gera muitas reflexões sociais.

 

Titan: O Desastre da OceanGate

Os detalhes da catástrofe. Chega à Netflix um documentário que reconstrói, com rigorosa pesquisa e depoimentos impactantes, todo o contexto que levou a um dos desastres marítimos mais trágicos dos últimos tempos. Dirigido por Mark Monroe, Titan: O Desastre da OceanGate organiza seus achados investigativos em uma linha temporal precisa, trazendo reflexões profundas e múltiplos pontos de vista sobre o ocorrido.

 

A Vizinha Perfeita

Com uma narrativa brilhante, que encontra enorme coesão na sua montagem, o documentário da Netflix, A Vizinha Perfeita, detalha uma tragédia real e chocante que atingiu em cheio a cidade de Ocala, no Condado de Marion (Flórida). Dirigido pela cineasta Geeta Gandbhir, o projeto – que prende a atenção desde seu início até o sufocante desfecho – levanta questões importantes sobre preconceito racial, leis de legítima defesa e o papel da polícia, chegando em um recorte profundo sobre a sociedade norte-americana.

 

Devo

Pode ser que você – assim como eu – nunca tenha ouvido falar de uma banda formada no início da década de 1970 que, misturando música, teatro e principalmente, filosofia, conseguiu alçar voos dentro do movimento New Wave. Pioneiros no foguete de visibilidade que foi a MTV, o Devo, como eles próprios se definem, incompreendidos, merece ser redescoberto!

 

Will & Harper

Um reencontro aguardado, uma viagem emocionante, um filme com mensagens lindas tendo a amizade como força. Chegou ao catálogo da Netflix um documentário interessantíssimo. Rodado em 16 dias pelas estradas norte-americanas, o projeto nos mostra uma viagem de carro para relembrar uma amizade quando Will Ferrell fica sabendo que Harper se assumiu como uma mulher trans.

 

As Crianças Perdidas

Reunindo uma série de detalhes sobre um dos resgates mais emocionantes de toda a história da América do Sul, o excelente documentário As Crianças Perdidas nos leva até uma região conflituosa, onde grupos paramilitares, indígenas e militares entram em embates faz muitos anos e se tornam variáveis de uma busca por crianças que sofreram uma traumática tragédia no coração da Amazônia Colombiana.

 

‘Esquadrão Suicida’ (2016) | Por que o filme de David Ayer é tão odiado?

Com a estreia de O Esquadrão Suicida nos cinemas do Brasil, os fãs puderam finalmente conferir por aqui o que vem sendo anunciado como um dos melhores filmes de entretenimento do ano. Dono de 93% de aprovação dos críticos, a superprodução da DC (Warner) tem comando de James Gunn (Guardiões da Galáxia), um dos grandes nomes do gênero na atualidade. Os não escolados no universo de heróis de quadrinhos podem até lembrar que já ouviram este título antes no cinema, e não estão errados. É claro que todo o resto do mundo sabe muito bem o que foi Esquadrão Suicida (sem o uso do artigo “o”).

A badalação criada pelo novo filme de James Gunn já havia sido experimentada sobre o mesmo tema há exatos cinco anos no passado – ou seja, tempo insuficiente para criar uma nova geração. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), Esquadrão Suicida era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o novo O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Cinco anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há cinco anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há cinco anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente é chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, cinco anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

‘Rampage – Destruição Total’: Diretor fala sobre a quantidade de violência no filme

Em um filme sobre um lobo, crocodilo e gorilas gigantes deixando um rastro de destruição pela cidade, era de se esperar que eles deixassem um rastro de sangue pelo seu caminho. No entanto, ‘Rampage – Destruição Total‘ é um blockbuster de verão com baixa classificação indicativa com um enorme orçamento.

Em entrevista com o Bloody Disgusting, o diretor Brad Peyton falou sobre a violência na tela.

“Não é meu estilo. Eu gosto de tensão, como nos filmes do Indiana Jones. Não gosto necessariamente de violência. O que eu fiz foi diminuí-la. Quando uma certa pessoa morre e sangue espirra sobre o vidro, meio que tem um tom de comédia. Simplesmente não era um fator pra mim. Gosto de fazer filmes de aventura. A violência nunca passou pela minha cabeça.”

No entanto, ‘Rampage‘ não é completamente sem violência, segundo Peyton, “Eu definitivamente tento assustar a audiência de vez em quando. Se você prestar atenção, alguns caras são partidos ao meio. Eu tenho fazer isso de uma forma que você ficará ‘Eita, caramba’, mas não é de um jeito violento que irá assustar os seus filhos. É para te assustar, não para te deixar com nojo.”

O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intenção da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.

O elenco ainda terá Marley Shelton (‘Pânico 4‘) em um dos papéis principais.

A direção é de Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas‘), que também produz junto com Beau Flynn e John Rickard.

‘Russian Doll’: Nova série da Netflix ganha teaser e data de estreia

A Netflix divulgou o primeiro teaser da série ‘Russian Doll‘. A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 1º de fevereiro de 2019.

Confira:

A trama segue “uma jovem chamada Nadia em sua jornada como a convidada de honra em uma festa aparentemente inescapável de Nova York.”

Natasha Lyonne, Amy Poehler e Leslye Headland estrelam.

‘Yesterday’ ultrapassa a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar de sua estreia modesta nos EUA (US$ 17m), ‘Yesterday‘ conseguiu superar as expectativas com uma boa estabilidade nas bilheterias, ultrapassando a marca dos US$ 100 milhões mundialmente – o que é ótimo, considerando o seu orçamento de apenas US$ 26 milhões.

Além disso, o longa ainda deve se beneficiar no mercado internacional, onde há alguns países que estreará futuramente – incluindo o Brasil (29 de agosto).

Nos EUA, o longa acumula US$ 70.4 milhões. No mercado internacional, são US$ 54.4 milhões.

Ao total, o filme já arrecadou US$ 124.8 milhões mundialmente.

O longa tem o roteiro original de Richard Curtis, de ‘Quatro Casamentos e um Funeral‘, e direção do ganhador do Oscar Danny Boyle, de ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘.

E se você fosse a única pessoa que se lembra dos Beatles? Em ‘Yesterday‘, um músico – interpretado por Himesh Patel – percebe que existe um estranhamento por partes de seus colegas de faculdade quando ele menciona nomes como Paul McCartney ou John Lennon. Além disso, uma simples procura na internet por ‘Beatles’ sem o resultado esperado também o impressiona.

O elenco inclui Lily James, Himesh Patel, Kate McKinnon, Ana de Armas e Ed Sheeran.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de agosto.

Reality show EXTREMO no trailer do terror ‘Human Zoo’; Assista!

O terror ‘Human Zoo‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Robert Carradine.

A internet assiste ao vivo enquanto os participantes de um reality show lutam contra o tempo para ver quem permanecerá na solitária por mais tempo e levar para casa o prêmio de um milhão de dólares.

O elenco conta com Jessica CameronTrista RobinsonRachel Amanda BryantJose RoseteMegan Le e Heather Dorff.

O longa será lançado direto em DVD e VOD no dia 5 de maio.

Fã cria cartaz incrível com crossover entre ‘A Morte Te Dá Parabéns’ e ‘Freaky’

Depois que o Jason Blum confirmou que ‘A Morte Te Dá Parabéns‘ e ‘Freaky: No Corpo de um Assassino‘ se passam no mesmo universo, muitos fãs estão ansiosos por um crossover. Pensando nisso, um fã criou um cartaz incrível conectando as duas franquias.

Confira:

Recentemente, a atriz Jessica Rothe, protagonista da franquia ‘A Morte Te Dá Parabéns‘, revelou que quer um crossover com ‘Freaky: No Corpo de um Assassino‘.

“Acho que é totalmente válido, como você disse, [Kathryn Newton em ‘Freaky’] encarna muita força e muito poder no papel [do Carniceiro]. Eu tive sorte de assistir ao filme no final de semana de estreia e foi incrível, performances selvagens de Kathryn e de Vince [Vaughn]. Então concordo que precisamos de um show entre Tree e Millie. E talvez Vince possa fazer uma aparição como uma scream queen, porque ele nos deu vida. Ele fez um ótimo trabalho”.

Vale lembrar que A Morte Te Dá Parabéns já caminha para um terceiro capítulo.

Em entrevista ao Empire, o diretor Christopher Landon revelou o título oficial do próximo filme da saga, revelando alguns detalhes sobre o status da produção.

“O título da nova sequência é ‘Happy Day Death to Us’ [Feliz dia da morte para nós, em tradução livre]. É um título provisório. O terceiro filme definitivamente está em pausa no momento. Eu sei que o Jason Blum ama a franquia e a Jessica Rothe também adoraria retornar. Eu escrevi o terceiro filme há algum tempo.”

Ele continua, “Acredito que nós estamos empolgados a direção do novo filme, porque ele é diferente dos dois anteriores, então nós estamos cruzando os dedos e torcendo para que a nossa base de fãs continue a crescer. Que sabe… pode acabar acontecendo, espero que em breve.”

O primeiro filme foi lançado em 2017 e se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 125,5 milhões pelo mundo – mas a sequência lançada em 2019 ficou bem abaixo do esperado, com apenas US$ 65 milhões.

Porém, Jason Blum, fundador da Blumhouse, ainda não desistiu da franquia.

Em entrevista ao Yahoo, Blum revelou que ele está “trabalhando horas extras” para que A Morte te Dá Parabéns 3’ aconteça.

“Deixe-me dizer, estou trabalhando horas extras nisso. Acredite em mim. Estou tentando.”, afirmou.

A história acompanharia a cena pós-créditos do segundo filme, que mostra a DARPA aproveitando o dispositivo do loop do tempo para novas experiências, com a amiga malvada de Tree, chamada Danielle (Rachel Matthews), presa em seu próprio loop.

‘Succession’: 3ª temporada do aclamado drama da HBO ganha data de estreia

HBO finalmente anunciou quando a 3ª temporada de ‘Succession‘, aclamado drama vencedor do Emmy, será lançada.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 17 de outubro – e a trama começará DOIS ANOS após os eventos da segunda temporada.

Confira o teaser:

A série foi criada por Jesse Armstrong.

A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série DramáticaMelhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.

Ator defende ‘O Último Samurai’ após críticas envolvendo POLÊMICA do “salvador branco”

Em entrevista ao The Guardian, o ator Ken Watanabe (‘Tokyo Vice’) defendeu ‘O Último Samurai‘ das críticas envolvendo a tropa do “salvador branco” sendo personificada na trama, além de destacar o impacto positivo que o longa causou em termos de representação.

“Eu senti que nós tínhamos a oportunidade de retratar o Japão de uma forma nunca antes vista. Pensei que estávamos fazendo algo especial. Antes de ‘O Último Samurai’, havia um estereotipo de pessoas asiáticas com óculos, dentes tortos e uma câmera. É estúpido, mas, após o filme, Hollywood tentou ser mais autêntico ao contar histórias asiáticas.”

O ator, que foi indicado ao Oscar pelo seu trabalho no filme, revelou que não havia se dado conta do impacto da nomeação imediatamente: “Então, eu percebi que apenas cinco pessoas, em toda Hollywood, são indicados. Foi uma honra enorme.”

Apesar do filme ter sido bem-recebido pelos críticos na época de seu lançamento, ‘O Último Samurai‘ passou a ser criticado com o passar dos anos por causa da polêmica do “salvador branco”. A problemática foi destacada em um artigo do Mic, que apontou o personagem do Tom Cruise como a personificação dessa tropa.

Sucesso nos cinemas, ‘O Último Samurai‘ arrecadou US$ 454.6 milhões mundialmente.

Em 1870, o capitão Nathan Algren, um conceituado militar norte-americano, é enviado ao Japão. A missão de Algren, é treinar as tropas do imperador Meiji, para que elas possam eliminar os últimos samurais que ainda vivem na região. Porém, após ser capturado pelo inimigo, Algren, aprende com Katsumoto, o código de honra dos samurais e passa a ficar em dúvida sobre que lado apoiar.

James Cameron quer ver filme do ‘Batman’ dirigido por uma mulher

Em entrevista ao Time Magazine, o diretor James Cameron refletiu sobre suas polêmicas e antigas declarações sobre o filme ‘Mulher-Maravilha‘, o qual criticou por “objetificar” a heroína.

O cineasta revelou ter aprendido muito após a controvérsia, o que o ajudou a encarar a problemática com uma nova perspectiva. Cameron ainda afirmou que gostaria de ver mulheres diretoras ganhando mais oportunidades e até expressou seu desejo que uma delas dirija um filme do Batman.

“Eu não tenho nenhum problema com ‘Mulher-Maravilha’. Eu amei o filme. O que eu não compreendia, naquela época, era que estava tudo bem uma mulher querer estar bonita e se vestir bem para si mesma, não para o olhar masculino. Eu não entendia essa parte. A vida é cheia de enganos e aprendizados. Nós evoluímos e compreendemos melhor as coisas.”

Ele completa, “[Para essa discussão acontecer] foi necessário ter uma mulher diretora no comando de um grande filme de ação, apesar da Kathryn Bigelow estar fazendo exatamente isso por algum tempo. Ela teria rejeitado dirigir qualquer filme de super-herói se tivesse uma protagonista feminina. É uma perspectiva saudável, acredito eu. Por que uma mulher não pode dirigir heróis masculinos? Contrate uma mulher para dirigir Batman. É disso que estamos falando.”

Vale lembrar que o Cavaleiro das Trevas retornará em dose dupla no filme ‘The Flash‘, sendo interpretado por Ben Affleck e Michael Keaton.

Confira o trailer:

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Andy Muschietti dirige.

Hayden Christensen quer RETORNAR à franquia ‘Star Wars’

Em entrevista ao podcast The Dagobah Dispatch, Hayden Christensen (‘Jumper’) revelou que adoraria retornar à franquia ‘Star Wars‘.

O ator, que estrelou a segunda trilogia da saga, recentemente teve a chance de reprisar seu papel como o Anakin Skywalker/Darth Vader nas séries ‘Obi-Wan Kenobi‘ e ‘Ahsoka‘.

“Eu adoraria retornar e ter a oportunidade de fazer mais [na franquia de ‘Star Wars’]. Gostaria de continuar a participar deste universo. Vamos ver. Eu não sei o que acontecerá no futuro. Se eu tiver essa oportunidade, ficarei com um grande sorriso no meu rosto. Se não acontecer, eu me sinto muito grato por ter retornado [nas séries do Disney+] e pelo meu trabalho.”

Vale lembrar que um novo filme da saga está em desenvolvimento, e contará com o retorno de Dasiy Ridley. As filmagens estão programadas para o dia 07 de abril de 2024, em Londres, no Reino Unido.

A informação foi publicada originalmente no site Production List, que organiza o agendamento de diversas produções ao redor do mundo.

Confira a publicação:

Em entrevista para o Collider, Ridley voltou a falar sobre o projeto e surpreendeu ao dizer que não é nada do que ela esperava.

Ainda assim, ela disse que está muito animada para reprisar o papel e acha que a nova história é muito legal e interessante.

Ainda sem título, o longa será dirigido por Sharmeen Obaid-Chinoy (‘Ms Marvel’), a partir do roteiro de Steven Knight (‘Peaky Blinders’).

Descrito como uma sequência de ‘A Ascensão Skywalker‘, o longa vai acompanhar Rey tentando restaurar a Ordem Jedi.

“Estou muito animada. A história é muito legal”, disse Ridley. “Estou esperando para ler o roteiro porque, obviamente, não tive outras atualizações. Até onde eu sei, não é o que eu esperava [da trama], mas estou muito animada mesmo.”

Anteriormente, ela disse algo parecido ao The Hollywood Reporter, alegando que não sabe os detalhes, mas já conhece a história.

“Não li nada, mas conheço a história. E pé uma história que realmente vale a pena ser contada, vale a pena explorá-la e acho que as pessoas ficarão entusiasmadas.”

Lembrando que a estreia foi anunciada para dezembro de 2025, mas não houve confirmação da previsão durante a Star Wars Celebration.

O último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

‘Nightbitch’: Terror cômico com Amy Adams abre com 72% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 25 críticas publicadas até o momento, o terror cômico ‘Nightbitch‘, estrelado pela indicada ao Oscar Amy Adams, conquistou 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Apesar de parte dos especialistas terem elogiado como a trama lida com aspectos importantes da maternidade, outros não sentiram que o roteiro fez jus ao material de origem e falhou em passar sua mensagem.

rt

Separamos os trechos das principais críticas:

“O filme agradável da [diretora] Marielle Heller não é o festival de vergonha que você espera que seja, mesmo que a premissa seja cabeluda demais para alguns espectadores.” (New York Post)

“É um filme sobre insistir na sua felicidade e se agarrar firmemente a ela, construindo-a ao lado de sua maternidade e não contra ela.” (Entertainment Weekly)

“O filme só ladra, mas não morde.” (Vanyaland)

“É decepcionante que um livro saudado como um conto de fadas feminista, que ousou dizer em voz alta algumas verdades obscuras sobre os conflitos mais frequentemente não falados da maternidade, tenha sido desvirtuado.” (The Hollywood Reporter)

“O fracasso total dos temas deste filme não importaria tanto se ele ao menos funcionasse como um longa-metragem.” (Autostraddle)

“A história do filme anda em círculos, constantemente abordando as mesmas coisas. O longa tem muita percepção, mas pouco momentum.” (Vulture)

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 6 de dezembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama segue uma mulher que é forçada a uma rotina caseira criando seu filho recém-nascido nos subúrbios, que lentamente abraça o lado selvagem da maternidade enquanto se torna cada vez mais consciente dos sinais bizarros e inegáveis de que ela possa estar se transformando em um cachorro.

Escrito e dirigido por Marielle Heller (‘Um Lindo Dia na Vizinhança’), o longa é baseado no romance homônimo de Rachel Yoder.

O elenco ainda conta com Scoot McNairy, Arleigh Patrick Snowden, Emmett James Snowden, Zoe Chao, Mary Holland, Ella Thomas, Archana Rajan, Jessica Harper e Garrett C. Phillips.

Caçadores do Fim do Mundo

(Afterburn)

 

Elenco:

Dave Bautista
Samuel L. Jackson
Olga Kurylenko

 

Direção: J.J. Perry

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 28 de Agosto de 2025

Sinopse: 

Em CAÇADORES DO FIM DO MUNDO, uma década depois de uma tempestade solar destruir parte do planeta, o ex-soldado Jake sobrevive caçando tesouros perdidos em um mundo tomado pelo caos e pela violência. Mas sua próxima missão pode ser a mais letal de todas: recuperar uma das relíquias mais valiosas e perigosas que ainda restam. Ao lado da rebelde Drea, Jake embarca em uma caçada explosiva, enfrentando emboscadas mortais e traições inesperadas, enquanto tenta impedir que um senhor da guerra implacável coloque as mãos na relíquia.

Curiosidades: 

» J.J. Perry fez sua estreia diretorial com ‘Jornada Dupla‘, além de trabalhar como diretor de segunda unidade nas franquias ‘Velozes e Furiosos‘ e ‘John Wick‘;

» O longa será produzido por Neal H. Moritz (da franquia ‘Velozes e Furiosos’), Toby Jaffe (‘O Vingador do Futuro’) e Steve Richards (da trilogia ‘Matrix‘);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Dubladora da Brenda DETONA fãs que criticaram sua voz no trailer de ‘Todo Mundo em Pânico 6’

Apesar da recepção positiva do primeiro trailer de ‘Todo Mundo em Pânico 6‘, alguns fãs criticaram a dublagem da talentosíssima Marisa Leal, que retorna como a voz da Brenda.

Apesar de ter sido responsável pela dublagem icônica da personagem nos três primeiros filmes da franquia, alguns espectadores alegaram que a voz da Brenda não passou a mesma energia no trailer do sexto capítulo da saga.

Através de sua redes sociais, Marisa se defendeu das críticas e explicou a mudança no tom da personagem, apontando que o trabalho de dublagem é muito mais complexo do que as pessoas imaginam.

Confira a resposta dela e siga o CinePOP no Youtube:

Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.

Contando o retorno dos veteranos Anna Faris (Cindy), Regina Hall (Brenda), Marlon Wayans (Shorty) e Shawn Wayans (Ray), o novo filme irá parodiar ‘Pânico‘, ‘Halloween‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘A Hora do Mal‘, ‘Sorria‘, ‘A Substância‘, ‘Terrifier‘, entre outros.

Os Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, retornam como roteiristas.

“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.

“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) é responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, serve como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

‘A Vigilante do Amanhã’: Ouça a música-tema do anime remixada na íntegra

A versão remixada da música tema do anime ‘Ghost in The Shell‘ foi lançada na íntegra, nesta semana. A  nova versão da canção de 1995 foi produzida pelo DJ Steve Aoki e traz uma atmosfera mais cyber punk, para casar com o teor da produção estrelada por Scarlett Johanson.

Confira:

O filme estreia em 30 de março de 2017.

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

HQ ‘Vingadores & X-Men: AXIS’ ganha cartaz pelas mãos de fã; Confira!

A série de quadrinhos da Marvel, intitulada ‘Vingadores & X-Men: Axis’, ganhou um cartaz de cinema que reúne os heróis de ‘Os Vingadores‘ e a turma de mutantes ‘X-Men‘.

Confira:

‘A Pequena Sereia’: Lady Gaga estaria sendo cotada para viver a vilã Ursula

A cantora e atriz Lady Gaga estaria sendo cotada para assumir o papel da vilã Ursula na versão live-action de ‘A Pequena Sereia‘. A informação foi compartilhada pelo portal The Disinsider.

Segundo a publicação, rumores afirmam que a artista estaria na “lista de desejos” da Disney. Ao ser questionado a respeito da possibilidade, o estúdio se recusou a comentar.

Como sequer há alguma confirmação, continue tratando tudo como rumores.

Rob Marshall, diretor indicado ao Oscar por Chicago, é o preferido da Disney para assumir a direção do live-action.

A escolha faz sentido, já que Marshall é conhecido do estúdio. Em 2011, o diretor esteve à frente dePiratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, o quarto episódio da franquia, e ano que vem lança A Volta de Mary Poppins, que promete ser um dos maiores filmes de 2018.

A nova versão usará como base o longa animado de 1989, imortalizado pelo estúdio. Por outro lado, A Universal também produz sua própria visão da história, esta mais ousada e interessante. Sofia Coppola e Chloe Grace Moretz estiverem vinculadas ao projeto a certa altura. Pelo visto, a versão da Disney começa a tomar forma mais rápido.

A equipe conta com Alan Menken Lin-Manuel Miranda nas canções do filme, Dion Beebe, diretor de fotografia que levou o Oscar por Memórias de uma Gueixa e foi indicado porChicago, John Myhre, vencedor de 2 Oscars, e Colleen Atwood, figurinista vencedora de 4 Oscars (por Animais Fantásticos e Onde Habitam, Alice no País das Maravilhas,Memórias de Uma Gueixa e Chicago).

A ‘Pequena Sereia’ ainda não tem data para chegar aos cinemas. Fique ligado para novar informações sobre o filme.

Diretor de ‘Logan’ ainda quer spin-off de X-23

Já fazem mais de dois anos desde que Loganteve sua estreia mundial nos cinemas, apresentando a jovem mutante X-23 pela primeira vez nas telonas.

Seu sucesso imediato veio acompanhado de várias especulações, que sugeriam na época que a garotinha poderia ganhar seu próprio spin-off nos cinemas. No entanto, as conversas a respeito do assunto perderam o seu fôlego e a possibilidade acabou sendo descartada com o passar dos meses,

Mas o cineasta James Mangold ainda não desistiu da ideia de fazer um filme baseado em X-23 e durante uma entrevista ao The Playlist ele reforçou seu interesse, com bastante realismo dado às circunstâncias.

Disse:

“Se eu tenho interesse em fazer um filme sobre ela? Sim. Isso vai acontecer? Pelo menos no futuro próximo, eu duvido”.

 

Diretor de ‘Logan’ detona filmes com cenas pós-créditos

Logan‘ foi uma das adaptações de quadrinhos mais simbólicas, não apenas por marcar a despedida de Hugh Jackman como o herói, mas também por toda sua carga emocional.

E a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas reconheceu a importância da produção, que já havia sido indicada ao prêmio do Sindicato dos Roteiristas 2018.

Logan‘ se tornou o primeiro filme de herói a ser indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, nos 90 anos de história da premiação.

Assista nossa crítica:

COM SPOILERS

SEM SPOILERS

Para ler nossa crítica completa, clique aqui!

‘Respect’: Jennifer Hudson estampa belo ensaio fotográfico para revista; Confira!

A vencedora do Oscar, Jennifer Hudson, está voltando com tudo com a cinebiografia da rainha do soul, Aretha Franklin, no longa intitulado ‘Respect‘.

E a estrela da produção é o mais novo destaque da revista EW, estampando uma bela capa da mais recente edição, bem como um estonteante ensaio fotográfico.

Confira:

Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles

Confira o cartaz oficial:


O estúdio resolveu mudar a data de lançamento para permitir que o longa tivesse uma chance melhor no circuito de premiações. Anteriormente programado para outubro, a biopic agora chega às telonas em 25 de dezembro de 2020.

Kimberly Scott dará vida à Mama Franklin na produção. O elenco ainda conta com Forest WhitakerMary J. BligeMarlon Wayans.

A trama vai acompanhar a trajetória de Aretha desde sua infância, quando ainda cantava no coro da igreja de seu pai, até ascender ao estrelato com canções como “I Say a Little Prayer” e ‘A Natural Woman”. O título da cinebiografia é uma referência direta a uma de suas principais canções, “Respect”, lançada em 1965.

O longa é dirigido por Liesl Tommy (‘The Walking Dead‘), a partir de um roteiro escrito por Callie Khouri (‘Thelma & Louise‘).

Crítica | Os Olhos de Tammy Faye: Jessica Chastain e Andrew Garfield brilham em cinebiografia com cheiro de Oscar

Filme assistido durante o Festival de Toronto

Uma febre norte-americana dos anos 70 e 80 – que ainda tem os seus adeptos no Brasil -, o televangelismo se tornou um movimento polêmico. Inicialmente transformador tanto espiritual, como religiosa e culturalmente, hoje é quase visto como um antro de pregadores de índole duvidosa, à procura de presas frágeis. Tammy Faye e seu esposo, o pastor Jim Bakker, ajudaram a perpetuar essa terrível reputação e suas histórias de abuso e contravenções maquiadas de Cristianismo são os alvos de The Eyes of Tammy Faye, uma cinebiografia imperfeita, mas extremamente bem produzida.

O longa dirigido por Michael Showalter, a partir de um roteiro assinado por Abe Sylvia, nos conquista em primeira instância por sua impecável estética. Aqui, o design dos anos 70 e 80 extravasam pelas telas de forma nostálgica, nos levando a uma viagem no tempo em memorabilias culturais e sociais imprensas tanto na decoração dos ambientes, bem como no visual extravagante e ostensivo de ambas as décadas. E à medida em que acompanhamos a ascensão e queda do casal Bakker, o zeitgeist da época se mostra diante dos nossos olhos, nos hipnotizando a querer cada vez mais uma fatia maior dessa história.

Dito isso, The Eyes of Tammy é um espetáculo visual quase plástico, que nos leva até o fim pelas impressionantes performances de Jessica Chastain e Andrew Garfield. E ainda que suas diferenças de idade pudessem destoar em tela, o excepcional trabalho de maquiagem de Linda Dowds (maquiadora de longa data da atriz e vencedora do Emmy Awards) nos vende de forma convincente esse casal de pregadores que se esqueceu da essência de seu ministério pastoral: Cristo e a Bíblia. E ao longo da narrativa, somos apresentados aos excessos, luxo, insegurança e irresponsabilidade fiscal e moral da dupla que ergueu um império a partir do televangelismo. Com uma rede de TV que faturava milhões com programações focadas no público cristão, o casal ostentou um estilo glamouroso, sempre bancado por seus fiéis, que diligentemente ofertavam sob um falso discurso que nada tem a ver com as Escrituras Sagradas.

Mas o que torna o filme uma experiência tão valiosa é o equilíbrio de um roteiro que sabe ser algoz de um crime em particular. Ao invés de crucificar o Cristianismo de forma arrogante ou ofendida – sem base sustentável para esse argumento -, o roteirista Abe Sylvia faz as devidas distinções, acerta em deliberar sobre um caso em específico, ao contrário de partir para uma generalização grotesca e equivocada, e faz o seu dever corretamente. E ao final de suas quase duas horas de duração, The Eyes of Tammy Faye é uma genuína cinebiografia que opera na neutralidade e é determinada a solidificar seus fatos, sem fazer qualquer juízo de valor infundado e de ego ferido – como vemos tantas vezes em filmes que exploram a realidade de falsos cristãos.

E proporcionando sempre uma experiência imersiva, o drama biográfico abusa de sua edição e montagem, sempre trazendo a estética padrão da televisão dos anos 70 e 80 para dentro da trama. Aqui, as cenas se transformam em takes jornalísticos bem arquitetados, que quase ecoam um formato mais documental. Nos tragando de forma profunda e hipnótica para as performances de Chastain e Garfield, The Eyes of Tammy Faye é um deleite para os olhos. Extravagante em sua estética flamboyant e nas atuações dignas de indicações ao Oscar de ambos os seus protagonistas, a cinebiografia pode até nos encher de sentimentos dúbios, mas uma certeza persevera: Esse é um dos melhores papéis da história da Jessica Chastain.

‘Bloodaxe’: Ator de ‘Kraven: O Caçador’ é escalado para a nova série do criador de ‘Vikings’

O ator australiano Levi Miller (Kraven: O Caçador) é o mais novo nome confirmado no elenco de ‘Bloodaxe‘, ambiciosa série dramática do Prime Video, criada e escrita por Michael Hirst (Vikings, The Tudors) ao lado de seu filho Horatio Hirst. As informações são do Deadline.

Na trama, Miller interpretará Haakon, o Bom, meio-irmão mais novo do lendário guerreiro Erik Bloodaxe, vivido por Xavier Molyneux. A produção também conta com Jessica Madsen (Bridgerton) no papel da poderosa Gunnhild, esposa de Erik e conhecida como A Mãe dos Reis.

A série retrata a sangrenta e tumultuada ascensão de Erik Bloodaxe ao trono da Noruega ao lado de sua rainha. Enfrentando rivais implacáveis, alianças frágeis e traições brutais, o casal navega um cenário onde a guerra ameaça devastar reinos inteiros. O enredo ainda envolve outros reis escandinavos e um poderoso governante inglês, prometendo uma saga nórdica eletrizante, mágica e repleta de ação.

Produzida pela MGM Television, divisão da Amazon MGM Studios, ‘Bloodaxe‘ começará suas filmagens em Irlanda e Islândia ainda neste verão do hemisfério norte. Além dos Hirst, a equipe de produção conta com nomes como Morgan O’Sullivan (Vikings), Steve Stark, Fred Toye, entre outros.

Hirst e seu filho, Horatio, assinam o roteiro e assumem o cargo de produtores executivos.

Em um comunicado oficial, Michael comemorou o novo acordo e expressou seu entusiasmo com o projeto:

“Sinto-me abençoado e profundamente animado que a Amazon me deu a oportunidade de retornar ao mundo fantástico das Sagas Nórdicas e dos homens, mulheres e deuses do mundo Viking que passaram a significar tanto para mim. Horatio e eu pretendemos abrir seus olhos para novos personagens incríveis e histórias inacreditáveis, todas as quais são verdadeiras e muitas das quais mudaram o curso da história”.

O chefe de Televisão da Amazon MGM Studios, Vernon Sanders, também emitiu um comunicado oficial, celebrando a frutífera parceria:

“Estamos entusiasmados com a parceria com Michael e Horatio Hirst, que têm um histórico impressionante de dar vida a dramas históricos com autenticidade impressionante e narrativa envolvente. Esta história é um conto fascinante de Erik Bloodaxe e mal podemos esperar para revelar este novo capítulo para transportar nossos clientes globais de volta a uma era fascinante da história”.

Bloodaxe‘ será a terceira série nórdica de Hirst. Além do sucesso ‘Vikings‘, ele também assinou a criação de ‘Vikings: Valhalla‘, que trouxe seu filho no elenco e que foi feita em parceria com a Netflix.

A produção ainda não tem data de estreia definida, mas é uma das grandes apostas do Prime Video para os próximos anos no gênero histórico.

Oscar 2018: Confira a lista completa dos pré-indicados a Melhor Canção Original

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas revelou a lista de pré-indicados a Melhor Canção Original do Oscar 2018. Destaque para as produções A Bela e a Fera’, ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, ‘O Rei do Show e ‘Viva – A Vida é Uma Festa’. Confira a lista completa:

“U.N.I (You And I)”, de And the Winner Isn’t
“Love And Lies”, de Band Aid
“If I Dare”, de A Guerra dos Sexos
“Evermore”, de A Bela e a Fera
“How Does A Moment Last Forever”, de A Bela e a Fera
“Now Or Never”, de Bloodline: Now or Never
“She”, de Bombshell: The Hedy Lamarr Story
“Your Hand I Will Never Let It Go”, de O Livro de Henry
“Buddy’s Business”, de Confronto no Pavilhão 99
“The Crown Sleeps”, de The Breadwinner
“World Gone Mad”, de Bright
“Mystery Of Love”, de Me Chame pelo Seu Nome
“Visions Of Gideon”, de Me Chame pelo Seu Nome
“Captain Underpants Theme Song”, de As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme
“Ride”, de Carros 3
“Run That Race”, de Carros 3
“Tell Me How Long”, de Chasing Coral
“Broken Wings”, de City of Ghosts
“Remember Me”, de Viva – A Vida é Uma Festa
“Prayers For This World”, de Cries from Syria
“There’s Something Special”, de Meu Malvado Favorito 3
“It Ain’t Fair”, de Detroit em Rebelião
“A Little Change In The Weather”, de Pequena Grande Vida
“Stars In My Eyes (Theme From Drawing Home)”, de Drawing Home
“All In My Head”, de Elizabeth Blue
“Dying For Ya”, de Elizabeth Blue
“Green”, de Elizabeth Blue
“Can’t Hold Out On Love”, de Father Figures
“Home”, de O Touro Ferdinando
“I Don’t Wanna Live Forever”, de Cinquenta Tons Mais Escuros
“You Shouldn’t Look At Me That Way”, de Film Stars Don’t Die in Liverpool
“This Is How You Walk On”, de Um Laço de Amor
“Summer Storm”, de O Castelo de Vidro
“The Pure And The Damned”, de Bom Comportamento
“This Is Me”, de O Rei do Show
“The Hero”, de The Hero
“How Shall A Sparrow Fly”, de Hostiles
“Just Getting Started”, de If You’re Not in the Obit, Eat Breakfast
“Truth To Power”, de Uma Verdade Mais Inconveniente
“Next Stop, The Stars”, de Kepler’s Dream
“The Devil & The Huntsman”, de Rei Arthur: A Lenda da Espada
“Have You Ever Wondered”, de Lake of Fire
“I’ll Be Gone”, de Lake of Fire
“We’ll Party All Night”, de Lake of Fire
“Friends Are Family”, de LEGO Batman: O Filme
“Found My Place”, de LEGO Ninjago: O Filme
“Stand Up For Something”, de Marshall
“Rain”, de Mary and the Witch’s Flower
“Myron/Byron”, de Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe
“Longing For Summer”, de Moomins and the Winter Wonderland
“Mighty River”, de Mudbound
“Never Forget”, de Assassinato no Expresso do Oriente
“Hold The Light”, de Only the Brave
“PBNJ”, de Patti Cake$
“Tuff Love (Finale)”, de Patti Cake$
“Lost Souls”, de The Pirates of Somalia
“How A Heart Unbreaks”, de A Escolha Perfeita 3
“The Promise”, de A Promessa
“Kaadanayum Kaalchilambe”, de Pulimurugan
“Maanathe Maarikurumbe”, de Pulimurugan
“Stubborn Angel”, de Same Kind of Different as Me
“Dancing Through The Wreckage”, de Served Like a Girl
“Keep Your Eyes On Me”, de A Cabana
“On The Music Goes”, de Slipaway
“The Star”, de A Estrela de Belém
“Jump”, de Step
“Tickling Giants”, de Tickling Giants
“Fly Away”, de Trafficked
“Speak To Me”, de Voice from the Stone
“Walk On Faith”, de Year by the Sea

A lista final, com cinco títulos, será divulgada no dia 23 de janeiro. A cerimônia será realizada em 4 de março.

Após acusações de assédio, vaza vídeo de Morgan Freeman dando em cima de repórter; Assista!

Ninguém está a salvo! Após ser acusado de assédio e comportamento inapropriado por oito mulheres, vazou um vídeo de Morgan Freeman dando em cima de uma repórter em uma entrevista.

No vídeo, o ator diz “Eu estou curtindo imensamente a minha vida de solteiro. Eu olho para você e fico babando”. Assista o vídeo à partir de 3:34:

Segundo o jornal CNN, uma produtora da comédia de ação Truque de Mestre afirmou que o ator fazia comentários sobre o corpo das mulheres no set, deixando-as desconfortáveis com a situação.

“Quando ele estava no set, nós já sabíamos que não deveríamos usar nenhum top que mostrasse mais os seios, nada que evidenciasse o bumbum, ou seja, nenhuma roupa que fosse mais apertada”

Em outro momento, uma assistente de produção de Despedida em Grande Estilo afirmou que o ator fazia “toques indesejados” e se comportava de maneira inapropriada, além de ter tentado levantar a saia da assistente, perguntando se ela estava usando calcinha.

Após a polêmica, o ator soltou uma nota oficial para o CNN que diz:

“Qualquer pessoa que tenha me conhecido ou trabalhado comigo sabe que não sou alguém que intencionalmente ofenderia ou faria alguém se sentir desconfortável. Peço desculpas para qualquer um que se sentiu dessa forma, ou desrespeitado”

Após sucesso de ‘Coringa’, conheça os próximos filmes da DC…

Coringa‘ estreou nos cinemas e começou a estabelecer novos recordes. O filme quebrou o recorde de abertura de ‘Venom‘ em outubro ao arrecadar mais de US$ 39,8 milhões na sexta-feira. Ele teve o maior fim de semana de abertura de outubro de todos os tempos, faturando US$ 93,5 milhões contra os US$ 80 milhões de ‘Venom‘ em 2018.

O longa teve o maior fim de semana de abertura da Warner Bros desde ‘Liga da Justiça‘ em novembro de 2017. ‘Coringa‘ quase  igualou a abertura do filme da Liga da Justiça, que fez US$ 93,8 milhões e contou com um orçamento muito maior.

Com o sucesso, a DC está mais em alta que nunca e começou a planejar seus próximos filmes.

Próximos lançamentos: 

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa

6 de Fevereiro de 2020

O primeiro filme 100% feminino da DC. O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

 

Mulher Maravilha 1984

5 de Junho de 2020

Sequência do fenômeno de 2017, Mulher Maravilha 1984 mostrará Diana (Gal Gadot) nos anos 80. Ele enfrenta a Cheetah (Kristen Wiig) e deverá ter algum embate com os soviéticos. A diretora Patty Jenkins retorna para a continuação, assim como Chris Pine, que interpretou Steve Trevor no primeiro filme. [SPOILER] Os fãs estão especulando como vão abordar esse retorno, já que Steve morreu ao final de Mulher Maravilha [SPOILER].

No novo filme, Diana Prince/Mulher-Maravilha irá “atuar como uma espiã durante a Guerra Fria” e terá como objetivo “caçar um nefasto espião russo”. Ao que tudo indica, Diana já é uma super-heroína bastante conhecida por todos.

 

The Batman

25 de Junho de 2020

Sem o Superman, pode ser que a Warner decida reestruturar também seu Homem-Morego… Nunca na história um filme do Batman foi tão conturbado e marcado por incertezas como está sendo The Batman. Ele foi anunciado na leva de 2015, quando Zack Snyder ainda era o Cabeça por trás do UDC e Ben Affleck ainda gerava desconfiança da internet.

Três anos depois, cá estamos nós em uma situação completamente diferente. Batman Vs Superman não atingiu a bilheteria esperada, Esquadrão Suicida foi um fracasso nas críticas (mas fez bem em bilheteria), Mulher Maravilha foi um sucesso e Liga da Justiça foi um fracasso total. Nesse meio tempo, Zack Snyder foi demitido, o comando da DC já passou pelas mãos de Geoff Johns e tudo que resta agora é incerteza e talvez esperança. Em meio a tantas incertezas, The Batman sofreu com troca de diretores, troca de elenco, roteiros descartados e agora vive o maior drama possível: não sabe se vai poder contar com seu protagonista, o Batman de Ben Affleck.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Lembrando que apenas Robert Pattinson foi confirmado no elenco, e Jeffrey Wright e Jonah Hill estão em negociações para participar do filme.

 

O Esquadrão Suicida 

6 de Agosto de 2021

Gavin O’Connor abandonou o projeto, e James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) assinou com a DC Films e com a Warner para roteirizar e dirigir Esquadrão Suicida 2′.

O projeto não está sendo tratado como uma sequência, mas como uma espécie de reboot. Gunn terá a oportunidade de essencialmente reiniciar esta série como sua própria visão: “Fomos informados que o Esquadrão Suicida de Gunn não será uma sequência, ele terá uma visão totalmente nova sobre o grupo de vilões. Mas se isso significa uma reformulação total ou não, não está claro”, afirmara.

O diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, David Ayer, ofereceu seu total apoio à contratação: “Eu acho que é uma atitude incrivelmente corajosa e inteligente do estúdio. James é o homem certo para o trabalho!”, afirmou.

Lembrando que Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman (Rick Flag) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Além dos astros citados, o elenco também é formado por Peter CapaldiPete DavidsonMichael Rooker, Idris Elba, Storm Reid, John CenaJoaquín Cosío, Taika WaititiAlice Braga, e Steve Agee.

Boatos falam no Adão Negro (The Rock) como vilão.

AQUAMAN 2

16 de Dezembro de 2022

Aquaman‘ arrecadou US$ 325 milhões nos EUA e US$ 778 milhões no resto do mundo, totalizando US$ 1,109 bilhão. Com o sucesso, a sequência está mais que confirmada e terá o retorno do astro Jason Momoa.

Patrick Wilson e Nicole Kidman também retornam. Wilson interpretou Orm, o Mestre do Oceano, no primeiro filme. Na trama, ele estava determinado a impedir que seu meio-irmão Arthur Curry roubasse dele o trono da Atlântida. Já Kidman volta como a mãe do casal, a rainha Atlanna.

 

EM PRÉ-PRODUÇÃO:

Supergirl

Não sabemos absolutamente nada sobre o filme, mas foi anunciado há pouco tempo, então aguardem as novidades aqui no CinePOP. Boatos dizem que o filme deve apresentar um Superman mais jovem, já que sua prima ainda será adolescente aqui…

 

The Flash

Há muito tempo tem se falado sobre a possibilidade dos quadrinhos Flashpoint serem adaptados para as telonas. E após diversos rumores, o assunto voltou a chamar a atenção, com novas especulações circulando em torno do projeto.

Segundo o portal We Got This Covered, fontes seguras afirmam que a Warner Bros./DC estaria interessada e fazer da HQ o material fonte para o roteiro de ‘The Flash 2‘. De acordo com a publicação, os informantes seriam os mesmos que disseram – em primeira mão – que Tom Welling retornaria como o Superman em Crise nas Infinitas Terras, bem como que a série ‘Arrow‘ ganharia um spin-off.

Detalhes relacionados ao projeto ainda não foram divulgados, mas o portal salienta que a essa altura, Robert Pattinson já teria sido apresentado como o novo Batman e que poderia aparecer em ‘The Flash 2‘, ao lado dos novos membros do reboot de ‘Liga da Justiça‘, que não contarão com Ben Affleck e Henry Cavill nos papéis de Batman e Superman.

É importante salientar que as informações não foram confirmadas pela Warner, portanto, trate tudo como especulação.

 

Adão Negro

A única coisa confirmada nesse filme é The Rock como protagonista. O resto é uma incógnita sem precedentes. Em entrevistas recentes, o ator disse que ainda não há um roteiro pronto e sequer foi feita a escolha de um diretor. A impressão que dá é a de que o projeto só não foi cancelado pelo entusiasmo de The Rock. Então, por enquanto, o filme não foi nem cancelado e nem confirmado para alguma data.

 

Batgirl

Esse filme tinha um enorme potencial. Abordaria a fase mais adolescente da Batgirl e seria dirigido por Joss Whedon. Após o fracasso de Liga da Justiça, Joss pediu demissão da DC e o projeto parece que foi engavetado. Com o anúncio de Supergirl, o filme da Batgirl deve estar arquivado até o lançamento da prima do Superman.

 

Tropa dos Lanternas Verde

Assim como o filme do Ciborgue, Tropa dos Lanternas foi anunciado na primeira leva e não apareceu no último anúncio. A presença de um Lanterna Verde no filme da Liga da Justiça aqueceu as esperanças de alguma novidade sobre a produção, mas nada ainda. Chegaram a falar que o diretor George Miller, da franquia Mad Max, tinha interesse no filme. Depois de Geoff Johns afirmar estar trabalhando como um doido no roteiro do filme, nada mais foi falado.

 

Asa Noturna

Anunciado na última leva da DC, o filme do ex-Robin, Dick Grayson, criou um auê em seu anúncio, gerou polêmica ao proporem um ator asiático no papel e só. O filme do Asa Noturna se resume a isso.

 

Falcão Negro

Steven Spielberg vai produzir e dirigir esse filme ambientado na Segunda Guerra Mundial. Só se sabe isso.

 

Novos Deuses

A diretora Ava DuVernay (Uma Dobra no Tempo) foi contratada para fazer um filme de visual espetacular para abordar a origem do vilão Darkseid. Depois disso, não houve mais notícia alguma sobre o filme.

 

Liga da Justiça Sombria

Esse projeto tem pelo menos 10 anos de planejamento nas costas. Guillermo del Toro já implorou para realizar esse filme, mas nunca obteve o aval da DC. Ele apareceu na última lista de lançamentos, mas se não aproveitaram o buzz gerado pelo Oscar de del Toro para anunciar o início das filmagens, duvido um pouco que toquem esse filme tão cedo. É uma pena, porque o potencial é enorme!

 

Liga da Justiça 2

O fracasso de Liga da Justiça foi um banho de água fria em todo mundo. Por mais que houvesse desconfiança, ninguém imaginaria que o filme iria tão mal nas bilheterias e nas críticas. Com isso, o projeto de uma segunda parte, que já era planejada, não deve acontecer da maneira como era idealizada. Zack Snyder já revelou detalhes de como seria seu filme. Esse tom de “luto” nas palavras do diretor não são animadoras para o futuro da sequência. Talvez aconteça, mas beeeeem lá pra frente e com uma trama beeeeeem diferente.

 

Crítica | O Assassino de Valhala – Série da Netflix tem muito Drama e pouco Suspense

Nos últimos tempos a Netflix tem ofertado em seu catálogo diversas produções que fogem daquele lugar-comum hollywoodiano (embora muitas delas se assemelhem com a proposta estadunidense de produzir entretenimento). É assim que somos presenteados com a nova série islandesa ‘O Assassino de Valhala’. É isso mesmo que você leu: uma série da Islândia, aquele país nórdico onde a cantora Björk mora.

Na gelada e pacata Borgarnesi, o brutal assassinato de Pòr abala o cotidiano dos moradores locais e obrigada o departamento de polícia a se mexer. Encabeçando a investigação, a detetive Kata Ketún (Nína Dögg Filippusdóttir) começa a encontrar dificuldades para realizar seu trabalho por causa da burocracia imposta por Helga (Tinna Hrafnsdóttir), a nova Superintendente de Investigação – posição que Kata esperava ocupar. Não bastasse isso, Kata ainda tem que aceitar a chegada de Arnar (Björn Thors), seu novo parceiro que vem de Oslo somente para colaborar na investigação. Só que, o que parecia ser um assassinato brutal isolado rapidamente se desenvolve para um possível caso de serial killer envolvendo outras cidades.

Um dos pontos mais legais da produção é o fato de ser, como dissemos, uma série islandesa, e isso nos tira da mesmice. As cenas de plano aberto nos apresentam uma Helsinki e uma Borgarnesi debaixo de neve o tempo todo, cujas estradas, vistas de cima, parecem veias escuras em uma imensidão branca sem fim. Também nos mostra um país totalmente desconhecido do público comum: com cidades isoladas umas das outras, com alto grau de desenvolvimento na capital e uma língua que, se prestarmos bem a atenção, nos lembra traços do alemão, do francês e do inglês.

Além disso, por ser uma ilha distante da costa europeia, a série nos mostra como o país também depende de muitos recursos da Noruega – que parece ser o país com quem a Islândia trava a maioria das suas relações. Prova disso é o fato do personagem Arnar vir de Oslo para ajudar na investigação, e o departamento policial ter que enviar as amostras de DNA para a capital da Noruega para serem analisadas, pois a Islândia não teria seu próprio laboratório analítico nem seu próprio departamento legista. Chama a atenção também a maneira brusca com que seus personagens simplesmente deixam os outros falando sozinhos o tempo todo, seja por desligarem o telefone na cara deles, seja por saírem andando, batendo a porta atrás de si. Eu hein.

Valendo-se da popularidade do nome Valhala, a série, num todo, apresenta mais drama que suspense. Isto porque à medida que avança no desdobramento do possível serial killer, o roteiro de Ottar Nordfjord (com a colaboração de outras pessoas) desvia diversas vezes, seja construindo o drama pessoal de seus dois protagonistas (que, a bem da verdade, pouco se resolvem e pouco influem no foco principal da trama), seja distraindo o espectador com informações que não se ligam à história nos oito episódios que compõem esta primeira temporada.

Ainda assim, é uma série de suspense policial bem redondinha, com boas atuações e que entretém dentro da sua proposta de mistério. O ritmo acelera já no final do 7º episódio e, no final das contas, ‘O Assassino de Valhala’ nos deixa a vontade de uma segunda temporada – nem que seja para a gente voltar a ver as paisagens de tirar o fôlego da Islândia.

‘Harry Potter’: J.K. Rowling revela que Hogwarts não tinha banheiros, e bruxos usavam magia

Harry Potter‘ é uma das franquias mais populares da indústria do entretenimento e até hoje rende novos filmes com a atual saga ‘Animais Fantásticos‘.

Com a popularidade da franquia sempre em alta, J.K. Rowling aproveitou para revelar um detalhe inusitado sobre os banheiros de Hogwarts através do site Pottermore no qual a autora sempre expande a mitologia de sua criação:

“Hogwarts nem sempre contou com banheiros. Antes de adotar os métodos de encanamento dos trouxas no século XVIII, bruxas e bruxos simplesmente faziam suas necessidades aonde quer que estivessem sentados, e desapareciam com a evidência usando magia.”

Meio estranho e nojento, não?

Recentemente, Rupert Grint, o Ron Weasley, admitiu que é estranho ver a si mesmo nos filmes. E em uma entrevista ao Radio Times, ele admitiu que só consegue assistir aos três primeiros da saga.

Disse:

“Eu acho que esses primeiros são ok assistir, mais tempo já passou desde então. Eu consigo me desassociar um pouco mais daquela criança. E eu vi ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ recentemente, pela primeira vez desde a estreia. E realmente me diverti olhando para trás. Mas os filmes mais recentes eu, definitivamente, não dou conta de ver. Eu provavelmente conseguiria assistir até o ‘Prisioneiro de Azkaban‘”.

‘Annabelle 3’: O terror se esconde nas sombras em novo clipe; Confira!

O terror ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘ ganhou um novo e assustador teaser divulgado pela MTV durante a MTV Movie & TV Awards.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2436166749748027?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

‘Joias Brutas’: Filme com Adam Sandler quebra recorde de bilheteria

O novo thriller estrelado por Adam SandlerJoias Brutas, acabou de quebrar um novo recorde de bilheteria para a distribuidora independente A24.

Segundo a Variety, o longa-metragem passou a marca de US$20 milhões depois de um lançamento limitado antes de sua chegada à Netflix e tornou-se uma das produções mais lucrativas do estúdio (deixando para trás inclusive o terror psicológico Midsommar, que arrecadou US$11 milhões).

O filme chega ao Brasil no dia 31 de janeiro de 2020.

Na trama, Howard Ratner (Adam Sandler) é um carismático joalheiro de Nova York, que está sempre atrás de vantagens. Ao fazer uma série de apostas de alto risco que podem garanti-lo uma herança surpreendente, ele terá que planejar um ato grandioso, à medida que luta para manter o equilíbrio em sua família e nos negócios, enquanto ainda tenta derrubar seus adversários, tudo pela incansável busca pela vitória.

Em entrevista com à Variety, o ator comentou sobre sua possível indicação ao Oscar por conta de sua atuação thriller criminal produzido pelo aclamado Martin Scorsese.

“Eu nem sei o que dizer. É tão legal, eu apenas quis fazer o melhor trabalho que eu podia. Eu amo o filme e independentemente de uma indicação, o que eu posso fazer? É bom saber que estão dizendo isso por aí, mas o que eu posso fazer? Eu amei trabalhar neste filme. Foi difícil. Quando faço comédias, eu trabalho duro, significa muito para mim. Não foi diferente de quando faço comédias.” disse Sandler.

O longa é dirigido pelos irmãos Josh e Benny Safdie e é inspirado no tempo em que o pai deles trabalhou no Distrito de Diamante de Manhattan.

Além de Sandler, o elenco conta com Lakeith Stanfield, Idina Menzel, Judd Hirsch e Eric Bogosian.

Assista ao trailer:

 

 

‘The Last of Us Part II’: Sequência do jogo ganha imagens promocionais INCRÍVEIS; Confira!

A sequência ‘The Last of Us Part II‘, um dos jogos mais aguardados do ano, ganhou várias novas imagens revelando os incríveis gráficos e cenários do game.

Confira, junto ao trailer oficial:

A Sony confirmou que o jogo será lançado oficialmente no dia 19 de junho.

Vale lembrar que a HBO está desenvolvendo uma série baseada no jogo.

Recentemente, o roteirista da nova produção, Craig Mazin, garantiu que manterá a identidade LGBTQ+ da protagonista Ellie.

A informação foi compartilhada por ele mesmo por meio da sua conta oficial do Twitter, ao ser questionado por um fã.

Confira:

“É melhor vocês manterem os gays gays. Por favor e obrigado. Não apaguem essa representatividade, por favor. De qualquer forma, estou empolgada com isso”.

“Você tem minha palavra”.

 

Uma outra fã respondeu ao comentário de Mazin, afirmando que usaria sua resposta como prova do seu comprometimento:

“Já está registrado, esse tweet agora é uma evidência”.

Em resposta, ele validou a sua observação, garantindo que a representatividade LGBTQ+ fará parte da série:

 

“Correto, isso aqui é um recibo”.

A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.

Ainda sem data de estreia, o projeto terá como produtores executivos Neil Druckmann, um dos criadores do aclamado game, e Craig Mazin, showrunner de ‘Chernobyl‘.

Confira o anúncio:

“Estamos muito empolgados por unir forças com a HBO para criar uma série TV baseada em ‘The Last of Us sob o comando de Neil Druckmann e Craig Mazin.”

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Mazin elogiou o trabalho de Druckmann e comemorou a parceria:

Neil Druckmann é sem dúvida o melhor contador de histórias que trabalha no mundodos games, e ‘The Last of Us‘ é sua obra-prima. Ter a chance de adaptar essa obra de arte de tirar o fôlego é um sonho que eu tenho há anos, e estou muito honrado em fazer isso ao lado de Neil.”

Além de Druckmann e Mazin, o projeto também contará com Carolyn Strauss e Evan Wells, presidentes da Naughty Dog, como produtores executivos.

Por enquanto, mais detalhes não foram revelados, e como a ideia está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Lançado em 2013, ‘The Last of Us se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.

Welcome to the Blumhouse | Do pior ao melhor filme da antologia de terror da Amazon

Outubro é o mês mais místico do ano – e o momento em que vários realizadores da indústria do entretenimento resolvem voltar às aterrorizantes raízes do terror para nos agraciar com filmes e séries do gênero. O problema é que, em grande parte dessas investidas, a história acaba se transformando em uma convulsionada justaposição de fórmulas e de reviravoltas que já conhecemos e que já vimos mais de uma vez.

Se há uma produtora que vem revitalizando o gênero em questão a passos curtos, é a Blumhouse Productions. A companhia supervisionada por Jason Blum já entregou ao público obras bastante irreverentes (‘A Morte Te Dá Parabéns’ e o vindouro ‘Freaky: No Corpo de um Assassino’), nostálgicas (‘Halloween’ e suas já confirmadas continuações) e aterrorizantes (‘Corra!’‘O Homem Invisível’).

Neste ano, a Blumhouse resolveu colaborar com a Amazon Studios para uma antologia conhecida como Welcome to the Blumhouse, uma série de quatro filmes (até agora) que, tecnicamente, deveriam se passar no mesmo universo. Mas devemos chamar essa série de longas-metragens de “antologia” quando nenhuma delas se conecta de nenhuma forma?

De qualquer modo, a Amazon lançou dois filmes por semana e recentemente deu fim a um quarteto ambicioso – e que, infelizmente, não conseguiu alçar voo ao se valer de construções simplórias ou previsíveis demais para serem levadas a sério (com duas exceções que também não significam muita coisa).

E, agora que esse primeiro bloco terminou, o CinePOP resolveu fazer um breve ranking do pior ao melhor capítulo dessa franquia sem precedentes.

Confira:

4. EVIL EYE

Direção: Elan Dassani, Rajeev Dassani

Lançamento: 13 de outubro

“Comandado pelos irmãos Elan e Rajeev DassaniEvil Eye força cada um de seus arcos narrativos em um convulsionado produto sem pé nem cabeça – e sem qualquer ritmo fílmico. De um lado, essa nova construção episódica da saga supracitada se assemelha a qualquer drama independente que tenhamos visto nos últimos anos, valendo-se de momentos preciosistas demais para serem levados a sérios e uma agridoce e previsível repetição de eventos e ações. Usha e Pallavi não saem de onde começaram e caem numa rotina circinal e maçante – aliás, nem ao menos sabendo de que forma sair das obviedades. De outro, o roteiro assinado por Madhuri Shekar não dá espaço para muitas investidas criativas […].

Como se isso não bastasse, a tensa ambientação fica presa a uma vaidade autodestrutiva cuja ideia é infundir a banalidade do cotidiano à mitologia local: em outras palavras, Shekar não tem ideia do que fazer com tantas ideias e, por fim, as aglutina em uma desnorteada presunção guiada por um misticismo barato e a foreshadowings ridículos demais para serem críveis. Há tantos furos na narrativa que o público se desprende com facilidade desse opaco cosmos, pensando duas vezes antes de continuar acompanhando uma história que se leva a sério demais.” – Thiago Nolla

3. THE LIE

Direção: Veena Sud

Lançamento: 06 de outubro

“A falta de identidade estética é o deslize de maior voz no filme – e nem as boas intenções de Sud, que também fica responsável pelo roteiro, conseguem salvá-lo de tangenciar a monotonia. Há algo monumental demais tentando se erguer sobre uma base oscilante e que ameaça desmoronar a qualquer momento. Talvez como uma última esperança desolada de entregar algo que fuja das previsibilidades cinematográficas, o twist final vem de forma tão sutil que nos deixa atônitos, desacreditados da mesma forma que os protagonistas quando Brittany entra pela porta de garagem como se nada tivesse acontecido – e como se eles estivessem cientes de que ela e Kayla haviam inventado toda aquela história.

The Lie se vale muito de sua evocativa resolução para superar a si mesmo, mas não podemos deixar de considerar os múltiplos equívocos que antecedem o finale. Cada aspecto parece preso a limitantes estereótipos que não permitem que a obra alce voo como deveria.” – Thiago Nolla

2. BLACK BOX

Direção: Emmanuel Osei-Kuffour Jr.

Lançamento: 06 de outubro 

“Osei-Kuffour não tem qualquer intenção de construir uma tragédia grega ou de se respaldar em melodramas novelescos e previsíveis – mesmo que, com atenção máxima, possamos entender o que nos aguarda no último ato. Na verdade, o cineasta toma seu tempo para construir arcos comoventes e relacionáveis com o público, colocando os laços entre Nolan e Ava no centro de uma corrida por aquilo que foi perdido. Nolan deseja mais que tudo que volte a ser o pai que outrora era, mas ao mesmo tempo se vê num impasse: ele consegue acessar sua zona de conforto quando hipnotizado; porém, ele é atacado por uma força incompreensível que o persegue e que, de alguma forma, quer destruí-lo. É aí que se centra o plot principal: quem é essa criação psíquica que atormenta seus pesadelos? Um lado sombrio que não conhece? Ou algo mais derradeiro que voltou com ele do mundo dos mortos?

Em nenhum momento o roteiro dá a entender que lidaremos com o sobrenatural, mas sim com uma metafísica exploração do que significa “existir”. O protagonista, encarnado com perfeição e com profundidade por Athie, não sabe quem é e não sabe se o passado que lhe contam é verdadeiro: em diversos momentos, ele se questiona sobre comportamentos explosivos e tóxicos que podem ter a ver com alucinações que incluem uma mulher sem rosto (provavelmente sua esposa) cheia de machucados e um bebê esperneando, inconsolável. Ao mesmo tempo, Nolan também fica se perguntando o motivo do cenário onde se vê não fazer parte de sua história – afinal, certas sequências são ambientadas em um apartamento no subúrbio no qual nunca viveu. À medida que essas questões se acumulam em uma bola de neve, Herman espera o momento certo para nos entregar uma reviravolta sólida o bastante para fugir do lugar-comum.” – Thiago Nolla

1. NOCTURNE

Direção: Zu Quirke

Lançamento: 13 de outubro

“Não se enganem: Nocturne não é tão calculável quanto soa, com exceção de sua resolução. Ora, ele nem ao menos foge da estética que quer nos entregar, funcionando como um coeso produto que nos deixa ansiando por mais. O grande deslize, por assim dizer, é sua falta de ousadia e de autocrítica quanto ao lugar-comum – e, enquanto afasta-se da presença materializada de demônios ou de aparições sobre-humanas, não consegue criar um elo contínuo o bastante para nos chocar com sua reviravolta. Há um flerte óbvio com a falta de apoio psicológico encarnada por Natalie Portman em ‘Cisne Negro’ ou com a íntima insanidade de Jessica Harper em ‘Suspiria’ – nada que acrescente muitas camadas a personagens já complexos na medida certa, e nada que não passe de uma emulação barata. De qualquer forma, a eventual melancolia e a normatização da tragédia são convincentes, apesar de não dignas ao que poderia ser.

Há algo de agridoce quando olhamos de volta para os quatro volumes dessa antologia recém-iniciada – e, por mais que as intenções de Nocturne sejam as melhores, elas parecem não ter vontade de encarnar a originalidade e renegar o básico.” – Thiago Nolla

‘The Crown’ leva para casa quatro estatuetas do Critics’ Choice Awards 2021

A 4ª temporada do drama de época The Crown já é considerada por muitos como a melhor entrada da série – e o sucesso crítico e comercial continua a colher frutos.

Durante a cerimônia da 26ª edição do Critics’ Choice Awards, a produção levou para casa nada menos que quatro estatuetasMelhor Série de DramaMelhor Atriz em Série de Drama para Emma CorrinMelhor Ator em Série de Drama para Josh O’ConnorMelhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama para Gillian Anderson.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The 4400’: Claudette é destaque no novo teaser misterioso do reboot; Confira!

A CW divulgou um novo teaser oficial do reboot ‘4400‘, que tem estreia marcada para o dia 25 de outubro.

O vídeo é focado em Claudette (Jaye Ladymore).

Confira:

Criada por Ariana JacksonAnna Fricke, a série é um reboot de ‘Os 4400‘ (2004-07).

“Ao longo do último século, 4400 pessoas que foram negligenciadas, desvalorizadas ou de alguma forma marginalizadas desapareceram sem deixar vestígios na face do planeta. Na noite passada, todos eles ressurgiram inexplicavelmente em Detroit, Michigan, sem sinal de envelhecimento e sem lembranças do que aconteceu com eles. Enquanto o governo tenta entender o fenômeno, analisar uma potencial ameaça e manter a história abaixo do radar, um assistente social empático (Joseph DavidJones) e uma rigorosa oficial correcional da comunidade (Ireon Roach) estão entre os funcionários públicos convocados para lidar com os misteriosos refugiados. Os novos parceiros entram em conflito ideológicos quanto à abordagem, mas aos poucos descobrem que têm mais em comum do que pensavam, à medida que se familiarizam com aqueles que estão sob seus cuidados. Esses viajantes do tempo relutantes, coletivamente os 4400, devem lutar para se adequarem à nova realidade e ao fato de terem ressurgido por alguma razão que estão apenas começando a compreender… Logo fica evidente que a presença deles vai mudar a raça humana de uma forma que ninguém jamais previu.

O elenco ainda contará com TL ThompsonCory JeacomaDerrick A. King, Autumn Best e Khaliah Johnson.