‘Wonka‘, pré-sequência do clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolates‘, arrecadou US$ 43.2 milhões em sua estreia internacional, através de 37 mercados.
De acordo com o Deadline, o longa estrelado por Timothée Chalamet alcançou o topo de 32 países. O TOP 5 dos maiores mercados inclui o Reino Unido (US$11.1M), México (US$5.2M), Espanha (US$4.4M), Alemanha (US$3.6M) e China (US$3.2M).
O site ainda afirma que o longa teve um excelente desempenho na América Latina, dominando 63% dos mercados da região. Na Europa, a produção também alcançou o topo das bilheterias em todos os países em que foi lançado.
Para termos de comparação, o filme está registrando uma desempenho 95% acima de ‘As Aventuras de Paddington‘, 75% acima de ‘O Retorno de Mary Poppins‘ e 50% acima de ‘O Rei do Show‘.
Além disso, ‘Wonka‘ arrecadou US$ 2.3 milhões no formato IMAX, através de 846 salas.
Nos EUA, o longa estreará oficialmente no dia 15 de dezembro. No Brasil, a produção já se encontra em exibição nos cinemas.
Confira nossa crítica:
Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh Grant, Keegan Michael-Key, Tom Davis, Simon Farnaby, Kobna Holdbrook-Smith, Mathew Baynton, Jim Carter, Rich Fulcher, Olivia Colman, Sally Hawkins e Rowan Atkinson.
O Max finalmente anunciou quando a série ‘Creature Commandos‘, animação que dará início ao Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn, será lançada.
A produção estreará no serviço de streaming no dia 5 de dezembro.
Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.
Lembrando que ‘Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.
O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Pacificador’.
Carlson Young, conhecida por interpretar a Brooke Maddox na série ‘Pânico‘, é responsável pela direção.
Uma estrela de Hollywood (Turner) se refugia em uma cabana isolada — mas não está sozinha. Traída pelo homem em quem mais confiava, ela se vê presa em um jogo brutal de sobrevivência.
O elenco ainda conta com Rhys Coiro, Billy Campbell, Peter Mensah, Forrest Goodluck, Gianni Paolo, Renata Vaca e Katey Sagal.
Gigi Levangie assina o roteiro.
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 22 de agosto.
Em 1996, ‘Panico‘ redefiniu as regras do gênero. Com um texto inteligente e uma metalinguagem afiada, o longa de Wes Craven rapidamente se tornou um clássico e abriu as portas para uma franquia de sucesso. Agora, três décadas depois, o sétimo capítulo promete um grande retorno à fórmula, mas o resultado é um filme irregular com crise de identidade que segue as regras em vez de quebrá-las.
Desta vez, Sidney Prescott (Neve Campbell) retorna ao foco da ação após sua filha, Tatum (Isabel May), se tornar o alvo de um novo Ghostface. Ela conta com a ajuda da Gale Weathers (Courteney Cox) para desmascarar essa nova ameaça enquanto literalmente precisa encarar o seu passado, que ela pensava estar morto e enterrado.
Os problemas desta sequência se tornam aparentes desde a abertura. Pouco inventiva, a cena parece querer criticar a nostalgia ao mesmo tempo em que se apoia nela. Além de não surpreender e entregar o mínimo denominador comum que se pode esperar da franquia, a cena falha em se conectar à trama geral e em causar qualquer impacto.
O maior trunfo deste novo filme é a presença da Neve Campbell, que traz um retorno competente e seguro como a icônica sobrevivente Sidney Prescott. A relação entre mãe e filha é a alma e o coração desta sequência, e, neste aspecto, Isabel May se mostra uma figura promissora para o futuro da saga.
Infelizmente, todos os outros personagens – veteranos e novatos – apenas gravitam em torno da dupla principal, sem propósito. Mesmo com a ausência inexplicável (e questionável) de certas sobreviventes, o elenco veterano ainda é numeroso, e o roteiro faz um péssimo trabalho ao tentar integrá-lo à narrativa. Gale tem uma das introduções mais espetaculares da saga, e há vestígios de uma tentativa de desenvolvimento, mas até mesmo ela é abandonada sem cerimônia à medida que o roteiro se apressa rumo a um desastroso terceiro ato.
O uso de Inteligência Artificial deveria ter sido o grande diferencial deste novo capítulo, mas, apesar do potencial e da temática relevante, a abordagem medíocre desafia não apenas a inteligência da Sidney, como também a nossa. O retorno de alguns rostos conhecidos no terceiro ato parece deslocado em vez de nostálgico – como uma ideia que os roteiristas começaram a desenvolver, perderam o interesse e esqueceram de remover da edição final.
E o terceiro ato é um show de horrores à parte; rápido, anclimático e fora de tom, indiscutivelmente a pior conclusão e motivação da franquia. É tão ruim que ofusca os dois primeiros atos que, apesar de não apresentarem nada inovador, têm seus momentos e entregam o que você espera de um filme da saga. Apesar dos pontos negativos, ‘Pânico 7‘ não é a bomba que muitos estão apontando. É um filme decente, mas que sofre com um roteiro desconexo, incapaz de explorar o potencial de suas próprias ideias.
‘Esquadrão Suicida’ esteve nos cinemas há pouco mais de oito meses atrás, mas sua qualidade (ou a falta dela) continua sendo assunto em Hollywood.
A celebridade mais recente a dar seu palpite sobre a adaptação foi o astro Chris Pratt, o protagonista de ‘Guardiões da Galáxia’. Durante um junket feito com o site i09, o ator revelou qual foi a principal falha da produção, e ela não tem nada a ver com a caracterização de caráter duvidoso do Coringa.
Segundo Pratt:
“Eu realmente gosto de todos os filmes da Warner Bros. Eu acho que eles são bem legais e na real eu não sou um crítico muito duro de produções do gênero. Mas uma das falhas deve ter sido o fato de eles introduzirem personagens demais no Esquadrão Suicida. Eles gastam 10 minutos nos contando porque deveríamos nos importar com essas figuras, ao invés de criar trilogias para cada personagem e nos convencer de nos importarmos com eles nelas”.
‘Esquadrão Suicida‘ não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.
‘Pantera Negra’ já é um sucesso de bilheterias em pouco tempo e ganhou uma série de belas artes conceituais, todas desenvolvidas pelo artista Bosslogic.
O material faz um paralelo com os traços dos uniformes do herói e do vilão, Killmonger.
Confira:
‘Pantera Negra’ também bateu mais um recorde e se tornou o filme mais bem avaliado do Universo Cinematográfico da Marvel no Rotten Tomatoes. Com 98% de críticas positivas, o filme tirou o primeiro lugar de ‘Homem de Ferro‘, que tem 94% de avaliações positivas.
Com mais de 200 avaliações computadas, não parece que a classificação de’Pantera Negra‘ cairá drasticamente nas próximas semanas, já que a classificação de’ Homem de Ferro‘ foi criada com 250 críticas.
Em terceiro lugar vem ‘Os Vingadores‘ e ‘Thor Ragnarok‘, empatados com 92%.
Considerado o melhor filme da Marvel até o momento, ‘Pantera Negra’ foi elogiado por seu vilão excepcional, com motivações reais e emocionais, e pelas incríveis cenas de ação. Eletrizante, a produção também é dita como a que possui o maior viés político, quebrando o molde da MCU e inaugurando um nova fase para o universo compartilhado.
Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).
O elenco da nova série do universo ‘Star Wars’, intitulada ‘Os Mandalorianos‘, continua crescendo e dois novos atores foram acrescentados à trama.
Segundo a revista EW,Nick Nolte e Gina Carano sãos os novos membros do elenco. Os detalhes relacionados aos seus respectivos personagens permanecem em sigilo.
O pouco que se sabe em relação à série é que ele se passa entre ‘O Retorno de Jedi‘ e ‘O Despertar da Força‘.
Ao divulgar o nome oficial da produção, Jon Favreau também revelou novos detalhes da trama:
“Depois das histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo de ‘Star Wars’. ‘Os Mandalorianos’ se passa depois da queda do Império e da emersão da Primeira Ordem. Seguimos a labuta de um pistoleiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República…”
Os fãs de ‘Star Wars’ poderão ter a oportunidade de ter sua própria Millennium Falcon em casa. A Disney e a Magic Jump firmaram uma parceria para desenvolver a famosa nave espacial no formato inflável.
A nave possui um tamanho generoso e consegue acomodar com facilidade diversas pessoas. No entanto, seu preço é um pouco salgado e custa US$ 9.495.
Confira:
Confira a descrição oficial do produto:
“O exterior apresenta uma aplicação abrangente dos gráficos reais do casco blindado da Millennium Falcon, enquanto o interior contém recursos icônicos vistos nos filmes de Star Wars. Os passageiros encontrarão um Chewbacca inflável ao entrar e uma réplica inflável do R2D2 e do C-3PO, enquanto eles pulam em volta da nave.
Os passageiros sentirão a adrenalina ao imaginarem pilotar a Millennium Falcon, como Han Solo e Chewbacca, enquanto exploram a área do cockpit. Poderão fingir operar o painel de controle principal do cockpit com suas engrenagens, interruptores e botões e ejetar-se um pequeno slide. Na cabine principal, eles encontrarão obstáculos pop-up infláveis, como um beliche, um contêiner de armazenamento e um mapa holográfico, onde poderão ver uma representação holográfica da Estrela da Morte.
Os passageiros podem ir até a torre de canhões a laser, onde podem fingir se defender das forças imperiais e também podem fingir jogar dejarik na mesa do holograma. Além disso, a nave cont com um escorregador no centro da nave, com um gráfico de escotilha no teto mostrando uma batalha explosiva com uma star destroyer e TIE fighters “.
Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Durante o evento Investor Day, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a personagem Cassie Lang, filha do Scott Lang, não mais seria interpretada pela atriz Emma Fuhrmann, que havia participado de ‘Vingadores: Ultimato‘.
Com a atriz Kathryn Newton sendo anunciada como a nova intérprete da personagem, muito se especulou a respeito da troca. E Fuhrmann decidiu quebrar o silêncio a respeito do assunto e por meio da sua conta oficial do Twitter ela desabafou a respeito da substituição.
Se dizendo triste por ter sido descartada, ela ainda mantem as esperanças de que ainda haja um futuro para ela dentro do MCU.
Confira:
“Só queria vir aqui e dizer que eu vejo todas as suas gentis mensagens. Obrigado por todo o seu apoio. Isso significa o mundo para mim. Eu fiquei triste, assim como todos vocês, ao saberem da notícia na quinta-feira. Eu só posso esperar que isso signifique que há alguma outra coisa para mim no futuro do MCU”.
Just wanted to come on here & say that I see all your kind messages❤️ Thank you for all your support. It has meant the world to me. I was as sad as you all were to hear the news Thursday. I can only hope that this means there is something else for me in the future of the MCU. /1
“Eu sempre serei grata por ter feito parte do MCU e do maior filme de todos os tempos. Ser atriz ainda é a minha paixão número 1 e eu estou ansiosa pelo o que o futuro me reserva”.
I will always be grateful to have been a part of the MCU & the biggest movie of all time. Being an actress is still my #1 passion & I look forward to what the future holds.
Xo
Emma ❤️
Esta é a terceira vez que a personagem Cassie Lang é reescalada. Durante o evento, Feige ainda anunciou que o aclamado ator Jonathan Majors dará vida ao vilão Kang, o Conquistador.
Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemasdepois de Thanos.
Confira a logo oficial:
Michelle Pfeiffer reprisará seu papel como Janet Van Dyne.
A sequência é roteirizada por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘), com estreia prevista para 2022. Peyton Reed retorna na direção.
Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-Formiga. Evangeline Lilly retorna como Hope Van Dyne/Vespa.
Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.
A aguardada première de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ aconteceu na última terça-feira (14) e as expectativas em relação ao filme seguem cada vez mais crescentes – principalmente em virtude dos diversos elogios recebidos pela produção, por parte da crítica especializada.
E o astro Tom Holland foi surpreendido pelos fãs da franquia, na saída da sessão de pré-estreia da sequência. O intérprete do Amigo da Vizinhança foi amplamente aplaudido e ovacionado pelos que estavam presentes e não conteve as lágrimas diante de todo o carinho.
Na ocasião, Holland ainda declarou o seu amor pelos fãs, agradecendo ao apoio de todos.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Tom Holland falou sobre a grandiosidade de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ e afirmou achar que o filme é ainda maior que ‘Vingadores: Ultimato’.
“Eu acho que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é MAIOR que Vingadores: Ultimato. Por causa da história cinemática que ele representa. Ultimato é uma obra-prima. Foi uma combinação de 10 anos de trabalho que levou àquele momento. Mas esse filme do Homem-Aranha representa 20 anos de trabalho. São três universos diferentes. Ninguém poderia imaginar que a Sony e a Marvel os juntariam. Dr Octopus, Electro, Duende Verde, Homem-Areia, Lagarto… estão de volta no mesmo filme e isso é incrível.”, afirmou.
O filme estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Clear eyes, full hearts… can’t lose! A icônica frase de ‘Friday Night Lights‘ volta a ecoar com força agora que o reboot da série foi oficialmente confirmado pelo Peacock. E se você sente aquele frio na barriga só de ouvir o nome da cidade de Dillon, prepare-se para mais emoções no campo.
Anunciado pela Universal Television em dezembro de 2024, o novo ‘Friday Night Lights‘ vai contar uma história totalmente nova. A trama se passa após a devastação de um furacão em uma cidade do Texas, onde um time escolar de futebol americano — liderado por um treinador interino cheio de cicatrizes — tenta alcançar o campeonato estadual, trazendo esperança para uma comunidade em ruínas.
A reimaginação visa manter o coração da história original: superação, união e, claro, futebol. E a boa notícia para os fãs de longa data é que o reboot contará com nomes importantes da franquia:
Peter Berg — diretor do filme de 2004 e criador da série da NBC — volta como diretor e produtor executivo. Brian Grazer e Jason Katims — produtor e showrunner da série original — também estão a bordo.
Esse time de peso já tentou tirar do papel uma nova versão cinematográfica da série no passado. Agora, com a retomada confirmada, eles prometem entregar algo fiel à essência da obra — mas com um novo fôlego.
Quanto ao retorno do elenco original na nova versão, até o momento nenhum dos atores antigos foi confirmado. Connie Britton (Tami Taylor), por exemplo, já se mostrou relutante em revisitar o universo da série. Em uma entrevista feita no passado, ela refletiu sobre o impacto da produção original:
“Foi tudo tão bem feito… Acho que conseguimos fechar essa história de forma perfeita”.
Já Taylor Kitsch, o inesquecível Tim Riggins, chegou a ser convidado:
“Fui chamado pra fazer parte de algum tipo de reboot”. revelou em janeiro. No entanto, em agosto, voltou atrás e foi categórico, ao afirmar que “Não, não vou voltar”.
Apesar disso, a possibilidade de participações especiais ainda está em aberto — e a equipe de produção parece disposta a manter laços com o passado.
A reboot ainda está em estágio embrionário e novos detalhes devem ser divulgados em breve.
O Deadline revelou que ‘Indiana Jones 5’ será um dos próximos projetos de Steven Spielberg e que o diretor quer Chris Pratt atuando ao lado de Harrison Ford.
O roteiro está sendo escrito por David Koepp e o filme está programado para chegar aos cinemas em 2020.
O filme não contará com o retorno do personagem de Shia LaBeouf, Mutt Williams.
A revelação foi feita pelo roteirista da sequência, DavidKoepp, em uma entrevista ao site EntertainmentWeekly. Segundo ele, as especulações que apontavam para uma possível apresentação de um novo herói não passam de boatos.
Conforme pontuou, Harrison Ford segue firme no papel de Dr. Jones:
“Eu posso te garantir com certeza que Harrison interpreta Indiana Jones. E quando a ShiaLaBeouf, seu personagem não estará no filme”.
Koepp também falou sobre o bom andamento da narrativa, salientando que o início das filmagens cabe mais à disponibilidade de Steven Spielberg e Ford:
“Nós estamos redobrando os esforços para finalizá-lo. Agora, no que diz respeito ao início das filmagens, isso depende mais de Spielberg e Ford. O que posso dizer da trama é que há um artefato bem precioso que os protagonistas estarão procurando. E estamos bem contentes com o roteiro que estamos escrevendo. Eu sei que o trabalho é interminável e contínuo, além disso, Steven acabou de encerrar as filmagens de ‘The Post‘. No entanto, eu creio que se tudo ocorrer como planejado, ‘Indiana Jones‘ será seu próximo filme”.
Em uma nova entrevista à EW, a atriz Amber Heard contou mais alguns detalhes sobre a origem de Mera em ‘Aquaman’ e, segundo ela, sua personagem foi criada para substituir a Rainha Atlanna (Nicole Kidman) no trono, que já estaria morta nos dias atuais.
“Mera é uma guerreira e foi criada pela rainha de Atlandis antes da sua morte. Conhecemos ela quando a Rainha já partiu e ela foi criada para assumir esse posto a sua vida inteira: Servir o seu reino e governar Atlantis com o Rei Orm (Patrick Wilson). Ela é muito disciplinada e está completamente comprometida a servir a sua nação e isso serve como ímpeto para que ela vá ao mundo da superfície para obter ajuda de Arthur, que vive o oposto dela, o que os torna uma dupla improvável”
Em outra entrevista à Entertainment Weekly, o Diretor da Warner Bros, Toby Emmerich, falou sobre ‘Aquaman’ e porque acredita que o filme dirigido por James Wan será um sucesso entre os fãs.
“Eu acho difícil, em filmes de super-heróis, ir a lugares que você nunca esteve antes, ainda mais quando você pensa na quantidade de conteúdo que existe no cinema, na TV e etc. Já ‘Aquaman’ e o seu mundo subaquático é original e diferente. James Wan fez um trabalho inacreditável com sua equipe. Leva você a um lugar diferente de tudo”
Emmerich continua, afirmando que o estúdio agora está empenhado a fazer filmes de alta qualidade.
“Filmes bons funcionam bem melhor. Alguém já disse que a melhor estratégia neste negócio é fazer filmes de qualidade. E acho que em um mundo de Rotten Tomatoes e redes sociais, já ficou provado que quanto melhor o filme, especialmente no gênero de heróis, melhor será seu resultado final”
O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.
O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE POSSÍVEIS SPOILERS]
Se você ainda não assistiu ao quinto episódio de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.
Com apenas um episódio para concluir a passagem de manto de Steve Rogers (Chris Evans) para Sam Wilson (Anthony Mackie), o quinto capítulo de Falcão e o Soldado Invernal amarrou todos os personagens apresentados na trama para a tão aguardada conclusão da semana que vem. Na verdade, se o quinto episódio já fosse a season finale, acredito que ninguém ficaria insatisfeito, porque ele conclui alguns arcos e deixa o gancho para a continuação. Só que, como a Marvel não pretende fazer segundas temporadas de suas séries – até o momento -, é provável que não tenhamos um continuação no Disney+, então o último episódio será mesmo o fim da série. Mas comecemos logo a análise desta semana. Tivemos duas passagens de manto em um único dia e, muito provavelmente, uma pequena prévia de um supergrupo bastante popular dos quadrinhos.
É bom iniciar esse texto falando de uma das almas desta produção: Isaiah Bradley (Carl Lumbly). O Capitão América Negro foi introduzido logo nos primeiros capítulos como um supersoldado abandonado e torturado pelo governo que põe o mundo de Sam Wilson em conflito ao descobrir esse apagamento governamental de um herói negro que sofreu e deu a vida pelo país. É ele que acende a chama no Falcão para o legado do escudo que ele deveria estar portando. Neste episódio, Sam está resolvendo suas pendências pessoais após derrotar John Walker e retomar o escudo, sendo uma delas essa visita a Isaiah. Na casa do herói, Sam consegue enfim ouvir a história do veterano sobre o abuso que ele sofreu e como o Legado do Capitão América acabou sendo usado pelo racismo estrutural americano para legitimar esse apagamento de herói negros. “Eles nunca aceitarão um Capitão América negro, e nenhum negro consciente aceitaria esse papel”, diz um choroso Bradley, enquanto Sam fala em resgatar sua história e legado. Isaiah foi vítima do racismo e sentiu literalmente na pele o desprezo de seu próprio país em relação a sua vida.
A cena de Sam desolado limpando o sangue da materialização do Legado do Capitão América é muito emblemática.
Sam, obviamente, fica em choque com a declaração e deixa o recinto em reflexão. Ele sabe que não pode e nem deve invalidar o sofrimento de Isaiah Bradley. Mas, como o próprio Falcão diz posteriormente para Bucky Barnes (Sebastian Stan), não para para buscar o significado de sua vida nas vivências alheias, seja Isaiah ou Steve. Cada um tem sua história e os caminhos que você pode escolher devem partir de suas próprias atitudes e experiências na vida. Com esse conselho, Sam treina para assumir o manto de Capitão América. Porque ele não pode mudar o apagamento histórico que fizeram a Isaiah, mas ele pode impedir que outros heróis negros, incluindo ele mesmo, sejam descartados pela podridão racista americana. Esse momento do treino especial para se tornar o novo Capitão é incrível, principalmente porque é mostrado como o escudo é pesado. Quando Steve arremessava ele por aí, parecia ser leve como uma folha, mas quando não é um supersoldado jogando e pegando ele por aí, dá para ver que o impacto é maior. E o tão esperado momento de Sam usando o novo uniforme, agora todo feito de Vibranium, vai ficar para o episódio final. E a curiosidade para ver como ficou a nova roupa está enorme.
Ainda nesse núcleo dos heróis protagonistas, Bucky foi outro personagem a ganhar mais desenvolvimento no episódio desta sexta. Apesar de esperarmos que ele resolvesse seu conflito com o Barão Zemo (Daniel Brühl) na boa e velha pancadaria, o personagem agiu com calma, solucionando o caso com palavras e sensatez. Ele chama as Dora Milaje para que elas o levem preso, porque entende o peso que a ação dele de soltar o assassino do antigo Rei tinha para o povo que o acolheu por anos. E foi a primeira vez que vimos Bucky ter uma boa noite de sono. Anteriormente, ele só aparecia acordando assustado ou dormindo no chão. Vê-lo acordar em paz no sofá da casa da irmã de Sam é um grande avanço para esse personagem, que enfim voltou a ganhar uma abordagem mais humana, quase como se ele tivesse se perdoado pelos tormentos do passado.
E a dinâmica da dupla de protagonistas é maravilhosa. Os dois tem muita química em cena, fazendo aquela dinâmica clássica de “Buddy Cop”, mas com mais humanidade do que costumamos ver em filmes policiais. Os momentos em que a série coloca os “companheiros de trabalho” para consertar o barco dos Wilson é simplesmente fantástico. Não só pelo significado que isso tem para a série, mas também para mostrá-los como pessoas comuns envolvidas em um mundo de deuses e aliens. É muito legal ver esses personagens agindo como gente normal, com direito ao Bucky flertando com a irmã de Sam e tudo mais. Falando no barco dos Wilson, Sam demonstra uma característica típica do Capitão América. Quando a irmã já havia desistido de consertar o legado da família, o Falcão usa o respeito e a influência para conseguir ajuda da comunidade, que responde. Esse respeito, essa vontade de ajudar e ser ajudado foi uma das características mais marcantes de Steve ao longo do Universo Cinematográfico Marvel.
Se o Sam parece ter enfim aceitado o manto do Capitão América, tivemos outro herói que provavelmente ganhará participações futuras com um novo nome. Isso porque Joaquín Torres (Danny Ramirez), o parceiro do “Capitão Sam” nos quadrinhos, já vem demonstrando ter uma dinâmica legal com Sam Wilson e, depois do confronto contra Walker, acaba ganhando as asas do Falcão. Não vemos o jovem aceitar o cargo, mas é bem provável que ele assuma o traje e o nome do herói, já que o governo pode facilmente consertar as asas e o a turbina. É uma forma legal de trazer o herói ao MCU sem precisar apelar para sua origem dos quadrinhos, em que literalmente transformam ele num homem-pássaro após ser sequestrado e usado como cobaia pela Sociedade da Serpente.
Tivemos também a introdução da Condessa Valentina Allegra de Fontaine. Interpretada pelo ícone do humor americano, Julia Louis-Dreyfus, a personagem estava programada para estrear no filme solo da Viúva Negra, que será lançado ainda neste ano. Nos quadrinhos, ela é uma agente da Shield que se envolve com Nick Fury e tem alguns casos com ele. Ela também assume o título de Madame Hidra depois de ter problemas com a Shield, e passa a chefiar a organização nazista. Na série, ela aparece para avisar a John Walker que um supersoldado como ele não pode ser desperdiçado e que entrará em contato com ele posteriormente. Ou seja, ela está montando um grupo de mercenários para atuar em missões secretas. Essa ideia de ter um grupo de personagens violentos com poderes que podem ser descartados é temática clássico de Esquadrão SuicidaThunderbolts, uma equipe amada pelos fãs que tem anti-heróis como o Hulk Vermelho, o Justiceiro e a Elektra. Lembrando que o o Hulk Vermelho é o General Ross, que já existe no MCU, é interpretado pelo William Hurt e provavelmente também terá uma participação em Viúva Negra.
Por fim, precisamos falar sobre John Walker (Wyatt Russell) e os outros antagonistas da série. John nega a ajuda oferecida por Sam e, num surto, quase acaba com os dois protagonistas. Derrotado, ele é julgado e exonerado pelo governo americano, que tenta relegá-lo ao esquecimento, chegando até a negar os auxílios para ele, assim como fizeram com inúmeros veteranos de guerra na vida real. Abandonado, John Walker se nega a entender onde foi que errou e se sente traído pela própria nação. Ao final do episódio, na cena pós-créditos, vemos ele construindo sua própria versão do escudo. Ele é um personagem traumatizado, superpoderoso e disposto a seguir agindo sob seu senso corrompido de heroísmo. Não dá para cravar que ele será tratado como vilão ou anti-herói, mas é necessário ressaltar como a construção deste personagem foi bem feita. Para o capítulo final, teremos o embate do Capitão América (Sam Wilson), agora um novo símbolo de esperança, contra os Apátridas. E como já vimos, Sam acredita que poderá resolver esse caso sem violência, até mesmo por concordar com parte do ideal que rege o movimento. O problema é que eles se uniram ao Batroc (George St. Pierre). Além deles, devemos descobrir quem é o Mercador do Poder. Alguns fãs alimentam a teoria de que Sharon Carter (Emily VanCamp) possa ser esse grande vilão oculto. Pela participação dela nesse episódio, não parece mais algo tão impossível assim. Vamos ver.
Ansiosos?
O Series Finale de Falcão e o Soldado Invernal estreia no Disney+ na próxima sexta-feira
O ano de 1996 foi muito marcante para a música mundial, não só pelos hits das Spice Girls ou pelos lançamentos nacionais ‘É uma partida de futebol’, do Skank, e ‘Na rua, na chuva, na fazenda’, do Kid Abelha, mas também pela inacreditável notícia do assassinato público do rapper estadunidense Tupac Shakur. Seis meses depois, o assassinato do icônico rapper Notorious B.I.G volta a abalar os Estados Unidos. Em comum, os dois crimes têm o fato de ambos os rappers terem protagonizado a maior briga de todos os tempos na indústria do hip-hop, além do fato de nenhum dos dois crimes até hoje ter sido solucionado. É nesse universo que mergulhamos em ‘Cidade de Mentiras’, que chega hoje para aluguel nas plataformas digitais.
Russell Poole (Johnny Depp) é um ex-detetive da polícia de Los Angeles, afastado depois de ter se debruçado demais na investigação dos assassinatos de Tupac Shakur e de Notorious B.I.G. Certo dia, ele recebe a visita de Jack Jackson (Forest Whitaker), um jornalista que está escrevendo uma matéria especial sobre os dez anos do assassinato de Christopher Wallace – também conhecido como Biggie. Porém, revirar o passado não só engatilha muitas memórias ao obcecado policial, como também irá tocar em feridas não curadas, as quais não deveriam voltar a serem abertas por incomodarem demais aos poderosos da cidade de Los Angeles.
Contado através de flashbacks narrados pelo protagonista, ‘Cidade de Mentiras’ é uma autobiografia dramática intrincada, cujo enredo é um emaranhado de elementos complicados nos quais o espectador precisa prestar atenção para seguir o fio da meada. Não é um filme simples para o espectador brasileiro comum, que, quando muito, apenas ouviu falar desses casos, mas não sabe dos detalhes que envolvem a relação dos dois rappers, muito menos dos crimes.
Baseado no livro de Randall Sullivan, o roteiro de Christian Contreras faz com que o espectador acompanhe o jornalista Jack para que, juntos, nós possamos ir montando o quebra-cabeças para tentar entender o que aconteceu e como os episódios se conectam; ao mesmo tempo, ficamos ouvindo a narração do ex-policial a partir das suas memórias – portanto, não imparciais. Assim, o roteiro abre um leque de opções bem interessantes para que o próprio espectador tire suas conclusões.
Então, a direção de Brad Furman poderia ousar para provocar a gente, mas o cineasta opta por uma condução segura e sem grandes revelações – talvez até mesmo com receio de afirmar verdades não comprováveis em seu longa. Assim, a produção ganha um tom quaaaase noir, com um ritmo hipnótico e cadenciado, semelhante ao que encontramos em ‘True Detective’.
De maneira sóbria, ‘Cidade de Mentiras’ é uma boa opção para quem gosta de filmes com uma notável história de pano de fundo. Com Johnny Depp e Forest Whitaker no comando, ‘Cidade de Mentiras’ convida à reflexão dos reais motivos pelos quais grandes crimes não têm solução pela polícia, seja onde for. É um filme com uma boa dose de suspense policial: algo misterioso, uma teoria da conspiração no fundo e a aproximação com a realidade do espectador.
Em algum momento da sua vida, com certeza já ouviu falar dessa bizarra teoria de que Walt Disney, o histórico produtor e animador que construiu uma das maiores empresas do mundo, foi congelado vivo para escapar da morte.
De acordo com portal Screen Rant, o estúdio então teria criado a animação ‘Frozen‘ para criar uma distração desse assunto. A distração viria em boa hora, já que o Google andava registrando diversas buscas envolvendo essa bizarra teoria da conspiração. Logo, ao criar o filme, a busca seria focada na história do filme e não na possibilidade surreal de Walt Disney estar congelado para ser ressuscitado no futuro.
De certa forma, a Disney foi bastante esperta em batizar o filme como ‘Frozen‘ já que o manteria sempre em evidência quando alguém pesquisasse sobre essa história nada plausível.
O que acham dessa teoria?
‘Frozen 2’ trará Kristen Bell e Idina Menzel de volta nos papéis de Anna e Elsa, respectivamente, em novas aventuras. O filme também traz de volta Jonathan Groff e Josh Gad. O filme estreia em novembro de 2019.
Se o queridinho indie‘Fast Color’, que chegou aos cinemas no ano passado, passou despercebido por você, não se preocupe: de acordo com o site Deadline, os estúdios Amazon estão desenvolvendo uma adaptação para a televisão do filme homônimo.
E mais: Viola Davis ficará responsável pela produção ao lado de seu marido Julius Tennon.
A história gira em torno de Ruth, uma ex-viciada em drogas e fugitiva que volta para sua casa e redescobre os incríveis poderes especiais que ela acreditava ter perdido – poderes que sua família manteve escondidos dos outros. Três gerações de mulheres negras se reconectam e, à medida que aprendem mais sobre si mesmas e sobre suas antepassadas, percebem que uma delas pode salvar o mundo.
O longa original foi lançado em 2018 e trouxe Gugu Mbatha-Raw como Ruth, Lorraine Toussaint como Bo e Saniyya Sidney como Bo. A produção ganhou aclame universal quando debutou no Festival South by Southwest.
Julia Hart e Jordan Horowitz, roteristas do filme, voltam para assinar a adaptação. Hart ficará responsável pela direção do episódio piloto.
Ainda não se sabe se as atrizes originais retornarão para a série.
‘Miss Americana’, novo documentário original da Netflix sobre Taylor Swift, já estreou na plataforma de streaming.
Confira o trailer:
A produção foi exibida no Festival de Sundance em 23 de janeiro.
O longa é dirigido por Lana Wilson e irá mostrar a performer “abraçando seu papel como compositora, intérprete e como mulher, cultivando todo o poder de sua voz”.
Swift já levou para casa dez estatuetas do Grammy, duas na categoria Álbum do Ano. Ela está indicada para mais três prêmios na próxima edição, além de ter sido homenageada pelo American Music Awards como Artista da Década e pelo GLAAD Awards por sua contribuição para a comunidade LGBTQ+.
‘Miss Americana’ é a segunda obra sobre a artista na Netflix. A primeira, que ainda está no catálogo, é o filme da ‘Reputation Tour’.
Swift também vem para o Brasil este ano, apresentando-se no Allianz Parque nos dias 18 e 19 de julho.
A DC Universe divulgou as imagens oficiais de “Finger Patrol“, quinto episódio da 2ª temporada de ‘Patrulha do Destino’.
Confira, junto à promo:
O episódio vai ao ar no dia 09 de julho.
Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.
Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.
O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).
Segundo o Deadline, Adam Goldberg (‘God Friended Me’) entrou para o elenco da série reboot de ‘O Protetor’.
Goldberg dará vida a Harry Keshegian, personagem descrito como um “excêntrico, amavelmente irritante colecionador de fatos e artefatos que é paranoico por uma razão: ele sabe o que verdadeiras conspirações são”.
O ator se junta às previamente anunciadas Queen Latifah, Lorraine Toussaint e Liza Lapira.
Na nova versão, Latifah dá vida a Robyn McCall, uma figura enigmática que usa suas habilidades para ajudar aqueles que não têm mais a quem recorrer.
Toussaint dará vida a Frieda “Fry” Lascombe, tia de Robyn. Ela é descrita como a âncora emocional da personagem principal, que vive com sua sobrinha e sua filha, Delilah, desde o divórcio de Robyn. Ela tem sabedoria inegável e é direta e otimista.
A série original de ‘O Protetor’ foi exibida entre 1985 e 1989, rendendo dois longas-metragens estrelados por Denzel Washington, os quais arrecadaram mais de US$400 milhões nas bilheterias.
Andrew Marlowe e Terri Miller entram como showrunners, roteiristas e produtores do reboot. Latifah também entra como produtora executiva.
Segundo a Variety, a vindoura série ‘Naomi’, criada por Ava DuVernay e Jill Blankenship para a The CW, contratou seis novos membros ao elenco protagonista.
Os atores e atrizes recém-escalados são: Barry Watson (‘Hart of Dixie’), Mary-Charles Jones (‘Grey’s Anatomy’), Aidan Gemme (‘Tomorrowland’), Mouzam Makkar (‘The Fix’), Will Meyes (‘Blue Bloods’) e Daniel Puig (‘The System’).
O grupo se junta aos previamente anunciados Kaci Walfall, que será a heroína titular, Camila Moreno, Alexander Wraith e Cranston Johnson.
Wraith será Dee, dono de um salão de tatuagens e alguém que sabe mais do que deveria sobre os eventos massivos que deixaram a cidade em caos. Johnson será Zumbado, misterioso dono de um estacionamento usado que causa desconfiança em Naomi. Moreno, por sua vez, será Lourdes, uma jovem mulher com senso de humor sarcástico que trabalha em uma loja de colecionáveis e que tem uma quedinha pela personagem principal.
Além disso, Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como ‘Queen Sugar’ e ‘Ozark’, comandará o episódio piloto.
DuVernayfica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.
Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell, e acompanha uma jovem forasteira que vem à nossa Terra para protegê-la de um genocida que destruiu seu mundo natal.
Confira a sinopse da adaptação:
“‘Naomi’ irá mostrar a jornada de uma adolescente que sai de sua pequena cidade rumo às fronteiras do multiverso. Quando um evento sobrenatural abala sua terra natal, a jovem se propõe a descobrir suas origens… Mas suas descobertas vão desafiar tudo o que acreditamos sobre nossos heróis.”
A série fará parte do mesmo universo de ‘Painkiller‘, vindouro spin-off de ‘Raio Negro’.
A adorada saga ‘Percy Jackson’ vai ganhar um reboot no Disney+ e, para aumentar nossas expectativas, o criador e romancista Rick Riordan disse que o projeto segue a todo vapor na Casa Mouse.
Em seu site oficial, Riordan revelou que teve uma “conversa bastante positiva” na última sexta-feira, 20 de agosto, com os executivos da Disney sobre a série e confirmou que todos estão animados para vê-la ganhar vida.
“Tivemos uma conversa bastante positiva [na sexta-feira] com os principais executivos dos vários ramos da Disney: Disney Entertainment, Disney TV, 20th Century Studios e Disney+. Essa foi a primeira vez que estávamos todos na mesma sala (bom, numa sala do Zoom) para fazer questão de que tínhamos as mesmas informações e compartilhávamos dos mesmos objetivos”, ele escreveu.
Riordan continua: “Ter todos juntos para alinhar nossas visões para o show foi extremamente útil e acho que boa parte das confusões foi resolvida. A boa notícia é: eles estão ‘todos dentro’, como falaram, sobre fazer o show e fazê-lo certo. Vários deles têm filhos que cresceram com ‘Percy Jackson’, também, então eles entendem. Eles entendem que há milhões de vocês por aí, esperando ansiosamente para ver Percy Jackson ganhar vida de uma forma nova. Nos sentimos apoiados e ouvidos, e estou mais confiante que nunca que a série vai seguir em frente como merece”.
Segundo o autor, a Disney vai investir alto na série e o orçamento será similar ao de ‘The Mandalorian‘ e ‘WandaVision‘ – que custaram em média de US$ 100 milhões na primeira temporada.
A série ainda não tem previsão de lançamento.
Confira o primeiro teaser da produção abaixo:
Olá, fãs de Percy Jackson!
Vem aí novidades sobre a série do Disney+, no evento do estúdio que começará a ser exibido as 18h30!
Rick Riordan divulgou um pequeno teaser do teaser da série e confirmou novidades durante o Investor Day! pic.twitter.com/GqZIYlDOw3
Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.
A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.
Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan Lerman, Alexandra Daddario, Brandon T. Jackson, e Jake Abel.
Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.
Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.
‘Alerta Vermelho’ chegou ao catálogo da Netflix no final do ano passado e, apesar das críticas mistas, fez um sucesso enorme e se tornou não apenas a maior abertura para qualquer filme da plataforma de streaming, mas também o mais assistido de todos os tempos.
Agora, segundo o Deadline, o longa-metragem de ação não ganhará apenas uma sequência, mas duas – que serão rodadas simultaneamente.
As informações indicam que o diretor Rawson Marshall Thurber irá retornar para as continuações. A primeira delas deve começar a ser rodada no início de 2023. Acredita-se que Thurber já começou a escrever o roteiro, mas ele revelou em novembro de 2021 que não começou o processo ainda.
“Não estou trabalhando no roteiro da sequência… Certamente tenho pensado no que faria para uma sequência e, não querendo contar a velha história, mas sim, a Netflix… Temos tido essas conversas”, ele comentou.
Os protagonistas Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds devem reprisar seus papéis nas sequências.
O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).
Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo.
A CW divulgou a promo oficial de “Search and Rescue”, 18º episódio da 2ª temporada do reboot de ‘Walker’, estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).
Na trama, “Cordell e James fazem uma descoberta chocante. Enquanto isso, Stella e August têm uma tarde traumática, e Liam leva um problema a ser resolvido à porta de Davidson”.
O capítulo vai ao ar no dia 09 de junho.
Confira:
Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).
A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.
O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet Brinson, Kale Culley, Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.
Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.
De acordo com o Collider, Emilia Clarke irá estrelar o drama ‘An Ideal Wife’.
Clarke dará vida a Constance Lloyd, esposa do aclamado autor irlandês Oscar Wilde. Ativista e escritora dentro de seus próprios termos, o longa irá focar no casamento de Lloyd e Wilde, contado a partir da perspectiva dela, depois de descobrir que o marido era gay
Juntos, Wilde e Lloyd tiveram dois filhos, Cyril e Vyvyan. Wilde era um pai ausente, o que levou Lloyd a se tornar uma mãe solteira. O casal nunca se divorciou, mas, depois da prisão do autor por atos homossexuais, Lloyd levou seus filhos da Inglaterra para a Suíça e mudou os sobrenomes deles para Holland, para evitar qualquer relação com escândalo. Em vida, ela publicou dois livros infantis e serviu como contribuinte de jornais e revistas. Como ativista, defendia o movimento de reforma dos vestidos. Lloyd morreu em 1898, aos quarenta anos, em Gênova, na Itália.
Sophie Hyde (‘Boa Sorte, Leo Grande’) entra como diretora. Mais informações não foram reveladas.
Clarke ganhou fama e aclame mundiais depois de estrelar a série de fantasia ‘Game of Thrones’, interpretando Daenerys Targaryen ao longo de oito temporadas. Ela também participou da rom-com natalina ‘Uma Segunda Chance para Amar’, do romance ‘Como Eu Era Antes de Você’ e do sci-fi‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’. Seus próximos projetos incluem a série ‘Invasão Secreta’ e a animação ‘Amazing Maurice’.
A CW divulgou a prévia oficial de “It’s My Part And I’ll Die If I Want To”, nono episódio da 9ª e última temporada de ‘The Flash’.
O capítulo traz Stephen Amell de volta como Oliver Queen/Arqueiro Verde e David Ramsey como John Diggle.
O capitulo vai ao ar no dia 12 de abril.
Confira:
Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de ‘The Flash’ começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
A adorada comédia ‘Breeders‘chegou ao fim recentemente com a exibição do último episódio da 4ª temporada e, agora, a FX divulgou um vídeo compilando os melhores momentos de Paul (Martin Freeman) e Ally (Daisy Haggard).
Confira:
A série foi criada por Chris Addison, Simon Blackwell e Freeman.
A nova temporada de Breeders traz o maior desafio parental que Paul e Ally já enfrentaram quando Luke (Oscar Kennedy), de 18 anos, lança uma bomba no jantar de Natal que mudará a vida de todos para sempre. Não mais sob a sombra de Luke, Ava (Zoë Athena), de 16 anos, vive seu próprio momento bombástico ao conhecer e imediatamente se apaixonar pela carismática “Holly” (Jessie Williams). Paul e Ally continuam tentando, falhando e tentando novamente enquanto enfrentam esses últimos desafios parentais, enquanto também têm que apoiar os cada vez mais problemáticos Jim e Jackie.
O elenco ainda conta com Alun Armstrong, Joanna Bacon, Alex Eastwood e Eve Prenelle.
Os vencedores do Grammy Pharrell Williams e Miley Cyrus lançaram hoje (01) a colaboração “Doctor (Work It Out)”.
A canção já está disponível em todas as plataformas e veio acompanhada de um videoclipe oficial.
Confira:
Lembrando que Cyrus conquistou seus dois primeiros gramofones dourados na última edição do Grammy: Melhor Performance Pop Solo e Gravação do Ano pela aclamada faixa “Flowers”, de ‘Endless Summer Vacation’.
Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop” e “Wrecking Ball”.
Anteriormente, a diretora Jennifer Lee revelou novos detalhes sobre a vindoura sequência. A cineasta indicou que a narrativa do próximo capítulo pode ser dividida em duas partes – o que faz sentido, considerando que o estúdio já confirmou a quarta iteração: “Nossa equipe está trabalhando pesado [em ‘Frozen 3’], e estamos muito animados com a história que estamos desenvolvendo. A narrativa é tão épica que pode até não caber apenas em um filme.”
Ela ainda declarou que adoraria retornar à direção dos próximos filmes: “Eu definitivamente quero retornar à direção de projetos. Estou mais velha, mas ainda não me aposentei. Eu só tive a oportunidade de dirigir os dois filmes da franquia ‘Frozen’, mas não tive a chance de participar de todo o processo de desenvolvimento. ‘Wish: O Poder dos Desejos’ é o que mais se aproxima disso. Por enquanto, estou me divertindo muito como produtora. Eu tenho a chance de fazer parte de cada filme. A única coisa que eu posso revelar é que o Bob Iger já confirmou que ‘Frozen 3’ irá acontecer. E eu estou muito animada com o que estamos criando.”
‘Frozen 2‘ quebrou o recorde do original e se tornou a animação com a maior bilheteria de todos os tempos, acumulando US$ 1,446 bilhão pelo mundo.
Os filmes de terror têm uma capacidade única de instigar os espectadores de maneiras quase únicas – mergulhando de cabeça na psique humana e provocando o medo ou o desconforto em seu público, além de abrirem espaço para discussões sobre tópicos transgressores e considerados tabus.
E é inegável que a década de 1990 se mostrou uma das melhores para o gênero, principalmente com a popularização das narrativas metalinguísticas e a fusão completa desse gênero com o suspense, por exemplo.
Pensando nisso e aproveitando que estamos no mês mais místico e arrepiante do ano, preparamos uma lista elencando os dez melhores filmes de terror dos anos 1990.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
10. O ATAQUE DOS VERMES MALDITOS (1990)
À época de seu lançamento, ‘O Ataque dos Vermes Malditos’ não fez um enorme sucesso – mas, décadas depois de seu lançamento, o terror de monstros comandado por Ron Underwood sagrou-se um clássico cult de primeira e gerou uma franquia multimidiática que conquistou o público. Com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme acompanha um casal que mora em uma pequena cidade esquecida no deserto luta pela sua sobrevivência e para salvar o mundo do ataque de minhocas gigantes e carnívoras que vivem debaixo do solo.
9. ARACNOFOBIA (1990)
Todo mundo tem medo de alguma coisa…Mas a fobia do Dr. Ross era muito estranha. Quando ele se muda com a família para uma cidade do interior, aquilo que o apavorava transforma-se numa crescente ameaça para todos os moradores do lugar. As aranhas estão prestes a destruir a cidade inteira. A única chance de salvar todo mundo é superar este medo infantil – mas pode ser tarde demais. Dirigido por Frank Marshall, ‘Aracnofobia’ conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e trouxe um elenco formado por nomes como Jeff Daniels, Harley Jane e Julian Sands.
8. PÂNICO (1996)
Em 1996, Wes Craven dava início a mais uma franquia de sucesso estrondoso, renovando o gênero do terror e do slasher com ‘Pânico’. Trazendo uma forte narrativa metalinguística ao cenário mainstream, o filme caiu no gosto da crítica e do público, além de contar com performances aplaudíveis de um elenco estelar. A trama acompanha a jovem Sidney Prescott (Neve Campbell), que se vê no centro de um pesadelo ao ser, ao lado de seus amigos, caçada por um assassino mascarado conhecido como Ghostface – e que promete destruir tudo o que ela conhece.
7. O SEXTO SENTIDO (1999)
Ovacionado pela crítica, ‘O Sexto Sentido’ colocou M. Night Shyamalan no centro dos holofotes por sua condução espetacular e arrecadou mais de US$670 milhões mundialmente. Como se não bastasse, a produção conquistou seis indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção. Na trama, um garoto (Haley Joel Osment) vê o espírito de pessoas mortas à sua volta. Um dia, ele conta o segredo ao psicólogo Malcolm Crowe (Bruce Willis), que tenta ajudá-lo a descobrir o que está por trás dos distúrbios. A pesquisa de Crowe sobre os poderes do garoto causa consequências inesperadas a ambos.
6. CRONOS (1993)
‘Cronos’ é o primeiro filme do aclamado cineasta Guillermo Del Toro e acompanha o alquimista Humberto Oganelli, que viaja ao México e cria um objeto de ouro chamado Cronos, que concede vida eterna a quem o detém. Quatro séculos depois, a queda de parte de um prédio gera algumas vítimas. Entre elas está um homem de pele estranha, alquimista. As autoridades localizam sua residência, mas jamais divulgam o que encontraram no local. Após uma rápida investigação, o conteúdo da mansão é leiloado. Com isso Cronos chega às mãos de um vendedor de antiguidades que, acidentalmente, dispara seu mecanismo. De seu interior sai uma aranha, que injeta no corpo de seu portador um estranho líquido. Aos poucos ele percebe que seu corpo está rejuvenescendo, mas também passa a ter uma obsessão por sangue.
5. LOUCA OBSESSÃO (1990)
Na história do cinema, inúmeros romances do mestre do terror Stephen King foram adaptados para as telonas – e, enquanto algumas encontraram sucesso, outras falharam em capturar a essência da obra original. Felizmente, ‘Louca Obsessão’ posa como uma das melhores releituras dos escritos de King: rendendo a Kathy Bates o Oscar de Melhor Atriz por sua memorável performance, a trama gira em torno de uma enfermeira fanática que prende um escritor após ele sofrer um acidente de carro. A enfermeira, Annie Wilkes, é uma fã da personagem Misery Chastain e revela ser a fã número um do escritor – levando-o em uma jornada de angústia e terror.
4. AUDIÇÃO (1999)
Com direção de Takashi Miike, o terror ‘Audição’ emerge como adaptação do romance japonês homônimo assinado por Ryu Muramaki. Aclamado pelos críticos e considerado um dos melhores filmes dos anos 1990, a produção é estrelada por Ryo Ishibashi e Eihi Shiina em performances fantásticas e aterrorizantes. A trama acompanha um viúvo de meia-idade que pede a ajuda de seu amigo, um produtor cinematográfico, para fazer uma audição falsa a fim de conhecer uma nova namorada. Entretanto, ele descobre que o obscuro passado da mulher que escolhe como amante trará consequências catastróficas para sua vida.
3. RING – O CHAMADO (1998)
2. A BRUXA DE BLAIR (1999)
Duas décadas e meia depois de seu lançamento oficial nos cinemas, ‘A Bruxa de Blair’ permanece como uma das produções mais revolucionárias do cinema contemporâneo – mesmo com válidas críticas acerca de seu envelhecimento, como já mencionado. Não é nenhum exagero dizer que, sem o impacto do filme, projetos como ‘Atividade Paranormal’, ‘REC’ e ‘Buscando…’ sequer existiriam – e é por isso que é sempre uma boa ideia revisitar aquele que popularizou o gênero.
1. O SILÊNCIO DOS INOCENTES (1991)
O aclamado e clássico suspense de horror ‘O Silêncio dos Inocentes’, estrelado por Anthony Hopkins e Jodie Foster, acompanha a agente do FBI Clarice Starling, que tem a missão de encontrar um assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura o perigoso psicopata, Hannibal Lecter, encarcerado sob a acusação de canibalismo. Mais de trinta anos depois de sua estreia, o longa-metragem é considerado por diversos especialistas como um dos melhores e mais importantes filmes da história do cinema – e rendeu a ambos os atores prêmios da Academia, além de levar mais três estatuetas do Oscar para casa.
A Marvel Studios causou uma grande comoção ao anunciar o elenco do vindouro ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’), confirmando o retorno de diversos nomes bastante conhecidos do panteão de super-heróis – incluindo Alan Cumming como o mutante e membro dos X-Men Noturno.
Agora, em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro revelou que não estava esperando receber a ligação dos executivos do estúdio com o convite para reprisar o papel.
“Não! Já havia uma versão mais jovem do meu personagem, interpretada por Kodi Smit-McPhee. Isso já aconteceu comigo várias vezes, com um remake de algo que fiz com alguém mais jovem. É meio irritante. Mas quando me pediram para conhecer o pessoal da Marvel, ninguém sabia se era mesmo o Noturno ou algum outro papel”, ele conta. “É interessante porque esse foi um dos filmes que não foi uma experiência nada boa de fazer — e acabou sendo um filme realmente ótimo”.
Cumming também aproveitou para revelar que sua experiência rodando ‘X-Men 2’, lançado em 2003, não foi nada divertida – e que outros membros do elenco também passaram pela mesma situação frustrante.
“Eu passei por momentos terríveis fazendo [‘X-Men 2’]. Todos nós passamos. Não foi legal. [A Marvel] tinha muita consciência disso. Ainda não está terminado, mas é reconfortante voltar a algo que não foi a melhor experiência e se divertir”, ele explica. “Quando escrevi meu livro, ‘Baggage’, percebi que, depois de ‘X-Men’, parei de fazer esses tipos de filme, tipo blockbuster. Não fiz nada parecido por anos. Me afastei propositalmente daquela máquina, porque não queria ser uma engrenagem infeliz. Voltar para uma atmosfera diferente é muito bom”
Lembrando que ‘Vingadores: Apocalipse’ chegará aos cinemas em 18 de dezembro de 2026 – sete meses depois da data original.
Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco conta com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).
Joe e Anthony Russo ficam responsáveis pela direção.
A Netflix divulgou hoje (9) um clipe inédito de seu mais novo k-drama, intitulado ‘Beijo Explosivo’.
A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 12 de novembro.
Confira, junto ao trailer completo:
Kim Jae Hyun assume a direção da série, enquanto Ha Yoon Ah assina o roteiro.
Na trama…
Kong Ji Hyuk, que lidera a equipe Mother TF em uma empresa de produtos para bebês, acredita erroneamente ter se envolvido com uma mulher casada depois que uma nova funcionária temporária, Ko Da Rim, o beija inesperadamente. No entanto, sem que Kong Ji Hyuk saiba, sua nova funcionária mentiu sobre seu passado, dizendo que tinha marido e filho, para conseguir o emprego.
Ahn Eun Jin, Jang Ki Yong, Kim Mu Jun e Woo Da Vi estrelam.
O conceito de zeitgeist discorre sobre alguém que teve um grande impacto, cultural, histórico ou social, ao longo de uma geração – promovendo remodelações que seriam reproduzidas anos mais tarde. E, sem sombra de dúvida, um dos grandes nomes que nos vêm à mente quando pensamos nesse quase intangível status é o de Michael Jackson. Alcunhado como o rei do pop, o icônico artista começou sua carreira nos anos 1960 como parte do popular e prestigiado grupo conhecido como Jackson 5, performando ao lado de seus quatro irmãos através do gerenciamento do pai, Joe Jackson.
Porém, após anos como membro desse quinteto, Michael começou a explorar sua carreira solo, fazendo sua estreia em 1972 com ‘Got to Be There’ através da Motown, mas ainda vivendo à sombra dos caprichos de Joe. Em 1979, porém, as coisas iriam mudar: apostando mais fichas em sua independência artística, ele se aliou com o produtor Quincy Jones, com quem já havia trabalhado na exagerada e divertida adaptação de ‘The Wiz’, para o que podemos considerar uma das obras-primas do cenário fonográfico. Ganhando o nome de ‘Off The Wall’, o compilado, agora sob cuidados da Epic e da CBS, representou um afastamento significativo da estética firmada pelo artista em seu tempo com a Motown e, ao longo de dez faixas, consagrou Michael como o nome mais popular e prestigiado do planeta.
O projeto se beneficia, a princípio, das pulsões quase compulsórias que o cantor e compositor experimentava sobre liberdade, hedonismo e uma espécie de “empoderamento” que já começava a catapultá-lo para um outro espectro da fama e do estrelato. Michael, que teve sucesso significativo ao lado dos irmãos, tinha o desejo de se transformar no melhor performer de todos os tempos, por mais que esse objetivo tenha se mostrado claramente intangível. De qualquer maneira, o jovem artista, à época com apenas 21 anos, talvez tenha alcançado esse propósito ao utilizar seu quinto álbum de estúdio para estabelecer uma merecida e necessária independência criativa.
Os temas esquadrinhados no álbum, centrados no hedonismo, no escapismo, no prazer e no amor, dessa forma, recebem um significado mais complexo do que imaginávamos, como se Michael finalmente estivesse encontrando alegria e tendo a oportunidade de ser quem é. ‘Off The Wall’, assim, transforma-se no epítome da era disco da música, reunindo conhecidos elementos dos anos 1970 para finalizar uma das épocas mais celebradas e relembradas de todos os tempos – e cujo legado se estende até os dias de hoje. Centrando-se tanto no disco quanto no funk e no R&B, Jackson e Jones unem forças para uma declamação celebratória da vida que os colocou no mesmo patamar de Donna Summer, Giorgio Moroder e Bee Gees.
Michael tem um projeto muito bem estruturado para o compilado, dividindo-o em dois atos que, ao passo que mantêm a coesão entre suas faixas, soam diferentes pelas múltiplas lendas da música que o auxiliaram nessa empreitada. O primeiro deles tem início com uma das canções mais famosas de sua carreira e um marco do final da década em questão que já prenunciava o fim do disco e o início de uma irruptiva fusão de gêneros. Aqui, o funk e o disco ganham proeminência através da mágica conexão entre bateria, baixo, saxofone e piano que ditariam os preceitos adotados por nomes como Madonna, Jessie Ware, Dua Lipa, Lady Gaga, The Weeknd e tantos outros.
Ficando responsável pela composição da track ao lado de Greg Phillinganes, Jackson traz seus versos para as ótimas “Workin’ Day and Night” e “Get on the Floor”, mas deixa espaço para que célebres membros da indústria fonográfica deixem sua marca para esse arauto artístico que é adorado até hoje. E, então, adentramos o segundo ato do projeto, que presta homenagens a Paul McCartney com um coverpop e R&B de “Girlfriend”, a Stevie Wonder e a Susaye Greene, compositores de “I Can’t Help It”, e Rod Temperton, que diverte-se ao assinar a sutil e narcótica sensualidade de “Rock with You”, da vibrante faixa-título e da subestimada “Burn This Disco Out” (cujas reminiscências, ao fundo, parecem ter premeditado a estrutura de “Bad”, do álbum homônimo de 1987).
O sucesso do álbum, que se tornou o mais vendido de 1980, prenunciou a parceria de nove anos entre Jackson e Jones. Porém, o impacto do álbum vai para muito além das sólidas vendas e da aclamação crítica, ramificando-se para um momento de grande orgulho para a comunidade afro-americana à medida que os gêneros explorados por Michael adentraram o mainstream e promoveu um encontro entre passado, presente e futuro em uma atemporalidade inegável e indelével. O artista, em outras palavras, remou contra o status quo que ditava a indústria fonográfica ao criar uma ponte entre o R&B e o pop que abriria portas para a versatilidade de artistas contemporâneos como The Weeknd, Beyoncé e Kendrick Lamar (apenas para citar alguns).
Ao encontrar a tão sonhada liberdade com ‘Off The Wall’, Michael Jackson não apenas celebrou a música como motor de felicidade e de prazer, mas nos presenteou com uma obra-prima incontestável que apenas refletiu sua imensa genialidade – e que abriria as portas para outras revoluções musicais que o reiterariam mais ainda como o único e legítimo rei do pop.
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