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Oscar 2018 | MELHOR ATOR – Nossos palpites para os indicados

Pois é, meus queridos. O dia está quase chegando. Quando lancei a matéria dos palpites de melhor atriz ainda faltavam alguns meses para o fim de 2017 (matéria relançada em dezembro), e a dos coadjuvantes saiu no fim do ano passado. Agora, já estamos em janeiro, e com pouco tempo já que o anúncio dos indicados ocorre no dia 23 deste mês, com a premiação no dia 4 de março.

Bom, estamos apertados, mas ainda no prazo. Fora isso, as previsões de atriz e coadjuvantes (que você pode conferir clicando nos links) ocorreram mais no escuro. Aqui, abordaremos a categoria de ator – que pode estar mais fácil, mas ainda assim não está completamente garantida. Vamos conhecê-los.

Se formos levar em conta que o Globo de Ouro premia atores em duas categorias – drama e comédia ou musical, saberemos que no Oscar cinco deles serão limados. Dessa forma, acho muito difícil a candidatura de Steve Carell por A Guerra dos Sexos, e praticamente impossível as de Hugh Jackman, por O Rei do Show, e Ansel Elgort, por Em Ritmo de Fuga. Mas aí, você indaga: o Globo de Ouro não é parâmetro pro Oscar, pois não são os mesmos votantes. Realmente não são, mas a história nos mostra que o grosso dos indicados é o mesmo nas duas maiores premiações da sétima arte. Até porque são variavelmente os mesmos filmes figurando na maioria das premiações prévias.

Outro mediador muito forte é o SAG, o Screen Actors Guild Awards, prêmio do sindicato dos atores. E por lá, Carell se enfia na categoria de ator coadjuvante – o que não deixa de ser uma guinada interessante. No Globo de Ouro tivemos Christopher Plummer, substituindo Kevin Spacey no longa de Ridley Scott, Todo o Dinheiro do Mundo. Manobra polêmica que a Academia pode se abster. Outra mudança nos coadjuvantes foi a troca de Armie Hammer, de Me Chame pelo Seu Nome, por Woody Harrelson, de Três Anúncios para um Crime. Estes dois filmes – Me Chame Pelo Seu Nome e Três Anúncios para um Crime – possuem dois coadjuvantes masculinos elegíveis cada, Hammer e Michael Stuhlbarg pelo primeiro, e Harrelson e Sam Rockwell pelo segundo. Resta saber se entrará um de cada filme, ou dois de um filme só. No SAG respingou para os dois de Três Anúncios para um Crime. No Globo de Ouro, Hammer descolou indicação. Mas Stuhlbarg é o único que ainda não apareceu, o que não torna sua aparição no Oscar impossível. Mas o assunto agora é ator principal.

Gary Oldman

A primeira certeza de indicação, e provavelmente de vitória, é Gary Oldman, ator veterano, que só foi indicado ao Oscar uma vez, por O Espião que Sabia Demais (2011). Quando a primeira foto do ator caracterizado como Winston Churchill no fervoroso thriller político de Joe Wright, O Destino de uma Nação (Darkest Hour), começou a pipocar na internet, anúncios de indicação ao Oscar vieram acompanhados. Quando tive a oportunidade de conferir o longa e a atuação marcante de Oldman em setembro passado durante o Festival de Toronto, prenunciava sua vitória no Oscar igualmente. A verdade é que o ator merece talvez mais do que os outros, mas não será o caso de vitória pelo legado, sem que o desempenho acompanhe. Oldman na pele de Churchill é só vigor, do tipo que gostamos de ver grandes atores serem tomados. O ator saiu vitorioso no Globo de Ouro e também marca presença na SAG.

Timothée Chalamet

O jovem de 22 anos é um fenômeno, e este é o seu ano. Além de ser o foco, o rouba-cenas e o holofote de Me Chame Pelo Seu Nome (filme que irá indica-lo ao Oscar pela primeira vez), Chalamet também marca presença em outro filme de grande relevância nesta época de prêmios, Lady Bird – A Hora de Voar, num papel menor. Mas aqui, a atenção fica em seu desempenho no drama gay de Luca Guadagninoo qual entrevistamos ao lado do produtor Rodrigo Teixeira. A performance de Chalamet é simplesmente impressionante. Ao assistirmos ao jovem na tela, nunca pensamos que se trata de um estreante com poucos trabalhos no currículo. Seu desempenho é de veterano. Uma atuação corajosa, na qual o ator se joga, sem receios ou qualquer medo e o resultado é nada menos do que grandioso. De fato, Chalamet é o único outro ator garantido nesta categoria (assim esperamos), que moral. Isso porque é o único que figurou no Globo de Ouro e está no SAG. Se ganhar não será um equívoco, mas este Oscar é de Oldman.

Daniel Kaluuya e Denzel Washington

Esse é o ano da mulher no cinema, mas segue sendo o ano da representatividade, após o Oscar So White. Ano passado, Viola Davis, Mahershala Ali e Moonlight – Sob a Luz do Luar saíram vencedores do Oscar – e ainda tínhamos filmes como Estrelas Além do Tempo e Um Limite Entre Nós, e indicações para Denzel Washington e Octavia Spencer. Este ano, os atores que marcam presença são Kaluuya e Washington, que volta. Bem, esses dois não estão garantidos da forma como os dois primeiros da lista, mesmo assim a possibilidade de suas nomeações são fortíssimas.

O primeiro chega ao lado de Corra!, suspense/terror/sátira social sensação do ano. A possível indicação do filme quebra barreira de gêneros mais uma vez, ao termos filmes de terror indicados na categoria principal (com 10 filmes já tivemos ficções científicas, animações e blockbusters). E Kaluuya vem acompanhando o filme – por mais que eu ache que seu desempenho talvez esteja deslocado aqui para uma indicação (ele realmente não faz nada além). O fato é que o ator esteve presente no Globo de Ouro, na categoria comédia, e volta no SAG. Washington, nem precisa ser mencionado. Um grande ator, praticamente “um Meryl Streep de calças”, entrega um desempenho marcante atrás do outro. Aqui, ele vem com Roman J. Israel, Esq., filme de título estranho que não emplacou muito além de seu desempenho. Mesmo assim, Washington figurou no Globo de Ouro e está no SAG.

Se for indicado, será a primeira de Kaluuya. Já Washington, tem oito indicações e duas vitórias: ator coadjuvante por Tempo de Glória (1989) e principal por Dia de Treinamento (2001).

James Franco

Franco é o último ator que figurou no Globo de Ouro, vencendo na categoria comédia, e está no SAG. Seu retrato como o figuraça Tommy Wiseau em Artista do Desastre é certeiro, impressiona e emociona. Particularmente, não sei se é digno de uma indicação ao Oscar. O filme é uma bela homenagem, que transcende a tiração de sarro com The Room, um dos piores filmes já feitos na história do cinema, tem uma boa carga dramática e muito coração. O que ocorre é que mesmo sem ter conferido as outras performances abaixo, acho difícil a atuação de Franco ter sido melhor. Posso estar terrivelmente enganado – mas o fato é que tais atores, são atores melhores que Franco, então espera-se que estejam bem. De qualquer forma, acho uma nomeação para Kaluuya ainda mais deslocada. Franco já tem uma indicação, por 127 Horas (2010).

Daniel Day-Lewis

O ator recordista de vitórias, são três como ator principal, chega envolto no manto de sua última atuação. Ao menos é o que o próprio afirma. Este seria o último trabalho da carreira de Day-Lewis, que anunciou a aposentadoria. Como não indica-lo? A não ser que estivesse em um novo Nine (2009), o que não deve ser o caso, já que trabalha novamente com Paul Thomas Anderson, o ator merece uma indicação. Em Trama Fantasma, ele interpreta um estilista atormentado pela relação com sua jovem amante e musa. O longa se passa na década de 1960. Não esperamos nada menos do que grandeza da dupla. E como dizer que Daniel Kaluuya ou James Franco estão melhores? Bem, é esperar para conferir. De qualquer forma, Day-Lewis marcou presença no Globo de Ouro, mas ficou de fora do SAG, o que pode ser um mau sinal.

Tom Hanks

Aqui, é o mesmo caso acima. Hanks é um grande ator, e se Daniel Day-Lewis tem seu recorde (com três vitórias na categoria principal), Hanks também tem o seu, com duas vitórias consecutivas, em 1994 por Filadéfila, e 1995 por Forrest Gump – O Contador de Histórias, feito realizado apenas um outra vez, por Spencer Tracy (em 1938 e 1939). Mas esta vez, sua atuação em The Post – A Guerra Secreta, de Steven Spielberg, permanece uma incógnita. O ator apareceu no Globo de Ouro, mas ficou fora do SAG. No entanto, ao contrário de Day-Lewis, Hanks já entregou algumas performances no automático, mesmo depois da fama – vide A Viagem (2012) e os filmes da série de Dan Brown (O Código Da Vinci, Anjos e Demônios e Inferno). A verdade é que Hanks não recebe uma indicação ao Oscar desde 2001, com Náufrago, e mesmo em anos em que viu filmes protagonizados por ele receberem a honraria de nomeações, vide Capitão Phillips (2013) e Ponte dos Espiões (2015), o ator não foi lembrado. O mesmo pode se repetir este ano.

Jake Gyllenhaal

O único outro ator fora do eixo principal apresentado acima que tem chances – mesmo que mínimas – de uma indicação é Jake Gyllenhaal. O ator gerava falatório na época do lançamento de O Que te Faz Mais Forte, drama real sobre Jeff Bauman, sobrevivente do atentado na maratona de Boston em 2013. Gyllenhaal, no entanto, sumiu rápido dos radares, o ator ficou de fora do Globo de Ouro e do SAG, mas apareceu recentemente no Critics Choice Awards, tomando o lugar de Denzel Washington na categoria. Pode não significar muito, mas temos que levar em conta que no Oscar costumam aparecer apostas arriscadas e ousadas também, que não apareceram muito em prêmios prévios.

‘O Último Jantar’ na HBO Max | Cult dos anos 90 com Cameron Diaz ressurge mais atual do que nunca!

Quando o roteirista Dan Rosen escreveu o texto de ‘The Last Supper’ (no título original – algo como “a última ceia”) e a diretora Stacy Title filmou a história no final de 1994, com lançamento em circuito nos EUA no dia 5 de abril de 1996 (tendo antes estreado no prestigiado Festival de cinema de Toronto em 8 de setembro de 1995), dificilmente imaginaram que hoje, 28 anos depois, seu filme estaria mais atual e polêmico do que nunca!

Isso porque nas décadas de 1980 e 1990 o conservadorismo ainda imperava e muitas causas sociais estavam bem longe de tomar a potência que possuem hoje. Toda mudança avassaladora cria barreira de mentes mais fechadas para o que é novo – com muitos desejando que as coisas permaneçam do jeito que estão (isto é, se essa mudança não vier em benefício próprio). Ao mesmo tempo que pensamentos retrógrados inacreditavelmente ressurgem, como os vergonhosos conceitos do machismo, racismo e homofobia, é preciso reconhecer a conquista que nossa sociedade obteve justamente no apoio a estas causas e combate a estes movimentos criminosos.

Misto de humor ácido, suspense e discurso político carregado, ‘O Último Jantar’ passou em branco em 1995, mas é mais atual do que nunca.

E sim, é preciso combater o racismo, a homofobia e o machismo para que possamos viver numa sociedade igualitária – que é o que devemos almejar. Agora imagine esses pensamentos há 30 anos. Na época fazia muito sentido, embora muitos pudessem não estar a par de tais causas. Difícil é acreditar que esse combate ainda precisa ser severo nos dias de hoje, com tanta evolução em outras áreas que nossa sociedade passou. Dessa forma, não é aplicável também considerar o filme ‘O Último Jantar’ como um produto “lacração” ou “woke” (o termo em inglês), já que esse conceito sequer existia na época. O que podemos dizer é se tratar de um filme bem à frente de seu tempo – infelizmente.

O Último Jantar’ está atualmente disponível na plataforma da HBO Max para todos que quiserem conferir essa verdadeira pérola criativa e escondida dos anos 90, que indiscutivelmente passou fora dos radares de todos – até mesmo os que adoram a nostalgia dos anos 80 e 90. O chamariz para muitos aqui pode ser a presença da musa Cameron Diaz, em um de seus primeiros papeis no cinema. De fato, Diaz havia estreado no ano anterior com ‘O Máskara’ (1994), no qual explodiria com sua beleza e talento, se transformando numa estrela de Hollywood. Seu papel de destaque seguinte seria apenas em 1997, com ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’, no qual atuou ao lado de Julia Roberts. Mas entre um filme e outro Cameron Diaz atuou em nada menos do que outros 5 longas – todas produções menores e menos famosas. Nesse lote, ‘O Último Jantar’ chegou logo na cola de ‘O Máskara’.

Para muitos, um dos chamarizes do filme pode ser a presença da musa Cameron Diaz, em seu segundo longa no cinema depois de ‘O Máskara’.

Como Cameron Diaz na época era apenas uma atriz em início de carreira no cinema, aos 23 aninhos, aqui ela era apenas parte do elenco formado por cinco jovens atores promissores que protagonizam. Diaz é Jude, Ron Eldard (‘Super 8’) é Pete, Courtney B. Vance (‘O Povo Contra O.J. Simpson’) – marido de Angela Bassett na vida real – é Luke, Annabeth Gish é Paulie, e Jonathan Penner (marido da diretora Stacy Title) é Marc. O grupo de amigos, todos estudantes de pós-graduação de áreas ligadas a arte, dividem uma grande casa. E propositalmente, todos recebem nomes dos apóstolos de Jesus.

Em uma noite, o carro de Pete pifa e ele precisa pegar carona com um caminhoneiro debaixo de uma tempestade. O sujeito o leva até sua casa, e ele cordialmente o convida para entrar, se secar e jantar com seus amigos e companheiros de casa. Durante o jantar o pensamento liberal do grupo começa a encontrar barreira com o pensamento radical do sujeito simplório, que não por menos havia servido no exército. Imagine a discussão atual entre partidos de esquerda e direita (liberais e conservadores) e suas visões conflitantes – não apenas no Brasil, como no mundo. A ruptura política e social que divide o planeta, é claro, não havia chegado em 1995 ao ponto que chegou hoje, mas desde que o mundo é mundo, pensamentos sobre tópicos considerados “polêmicos”, podem ser responsáveis por grandes “tortas de climão”.

O que era para ser um jantar agradável termina em tragédia graças à visão de mundo divergente entre convidado e anfitriões.

O embate começa com a falta de estudo e cultura do caminhoneiro surgindo à tona, ao que o homem simplório começa a se sentir diminuído perante os jovens eruditos. A troca de “golpes” verbais começa a crescer até o convidado deixar transparecer seu racismo e preconceito ao falar primeiramente dos judeus, chegando ao cúmulo da intolerância no infame “Hitler não estava tão errado assim” – com certeza todos nós já ouvimos um absurdo do tipo. Isso depois de ter se ofendido com a falta de apreço dos anfitriões pela religião (orar a Deus em agradecimento pela comida) e pela guerra (o que consideram propaganda política republicana). O caminhoneiro logo entende estas críticas como falta de patriotismo.

A noite então começa a sair da sanidade e adentrar à loucura, com as farpas verbais escalando até o convidado ser expulso da casa, não sem antes ameaçar à ponto de faca um dos anfitriões. O ato era uma forma de demonstrar que os jovens apenas falam e não agem, nem se tiverem suas vidas em risco. O que era para ser apenas um argumento demonstrativo, bem violento por sinal, termina em tragédia, quando se inicia uma briga, o convidado quebra o braço de um deles após ameaçar uma das moças, e termina sendo esfaqueado nas costas e morto por Marc.

Jantar dos horrores. Mark Harmon vive um machista que não acredita que o estupro seja tão comum assim.

Desesperados, o grupo pensa em chamar a polícia, mas termina optando por esconder o corpo no quintal da casa. Ao mesmo tempo, temos uma trama paralela em que uma policial está à procura de uma jovem desaparecida, colocando cartazes pela cidade e investigando o caso. Essa subtrama irá se conectar com a principal mais para a frente. Então, o grupo de estudantes, que sempre convidava pessoas para jantar e debater tópicos diversos aos domingos, resolve mudar o tipo de visita recebida, e o andar da noite. Jude, a personagem de Diaz, decide receber um padre com quem estava realizando uma pesquisa, justamente por descobrir sua visão extremamente preconceituosa e homofóbica em relação aos gays – com seu discurso odioso em relação a Aids ser “a cura da praga gay”.

O segundo convidado é sutilmente envenenado com arsênico, um produto químico sem cor, sem cheiro e sem gosto. Jude o deixou preparado em uma garrafa na mesa, para servir o passando por vinho para o odioso convidado, uma vez que ele começasse a expor sua visão radical e criminosa. E essa se torna a dinâmica da narrativa, os universitários escolhendo a dedo as pessoas mais vis e rançosas que podemos imaginar (com certeza todos nós conhecemos muitas), preconceituosas, racistas, homofóbicas e machistas; as convidando para a janta numa bela noite de domingo e os matando suavemente, para depois enterra-los no quintal.

Cinco amigos intelectuais pós-graduados acreditam estar fazendo um bem maior ao se livrar de racistas, homofóbicos e afins.

Nesse corredor da morte surgem um sujeito que acredita que o estupro é uma lenda, e que a maioria das mulheres “quer” o ato sexual, uma ativista contra o aborto, um imbecil que acha que os sem-teto são a escória da humanidade e até mesmo uma adolescente que é contra a educação sexual nas escolas (mas essa é o limite para que eles mudem sua atitude, a deixando viver – já que matar uma criança seria passar de todos os limites).

Fora isso, ‘O Último Jantar’ conta com participações especiais de rostos conhecidos nos papeis dos convidados “polêmicos”. Na verdade, o elenco mais experiente é justamente formado por tais participações, já que o quinteto protagonista ainda estava dando os primeiros passos no cinema na época. Assim, o convidado que abre o filme no papel do caminhoneiro racista é o saudoso Bill Paxton, que gravou sua participação em um fim de semana, durante a folga do blockbuster ‘Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo’. O veteraníssimo Charles Durning (falecido em 2012) também dá as caras como o homofóbico Reverendo Gerald Hutchens. Mark Harmon (do clássico adolescente ‘Curso de Verão’ e da série ‘NCIS’) vive o machista tóxico. E Jason Alexander (o eterno George Costanza de ‘Seinfeld‘) vive um anti-ecologia. O principal “antagonista” da turma é o apresentador controverso Norman Arbuthnot, que foi oferecido para o ator Beau Bridges. Ele não aceitou e o papel terminou nas mãos do grandalhão Ron Perlman.

O eterno Hellboy Ron Perlman vive um apresentar polêmico, mas que irá se revelar algo muito diferente do que todos esperam dele.

Sem dúvidas o discurso de ‘O Último Jantar’ é inflamatório, tornando o filme numa obra que precisa ser descoberta nesses tempos de discordâncias sobre o que é melhor para o mundo de fato, e de bastante intolerância. O mais legal do texto de Rosen e do longa de Tittle (falecida em 2021 aos 56 anos) é não ser pregador, ou seja, apontando certos e errados – ao menos em suas atitudes. Sim, muitos podem acusar os retratos conservadores apresentados no filme de serem caricatos, mas basta uma olhada em figuras da vida real – até mesmo aqui no Brasil – para percebermos que essa representação não está assim tão distante. O mesmo ocorre para a figura dos protagonistas, acusados de serem riquinhos mimados – o que muitos considerariam a geração “mimimi”. Se fosse adicionada à narrativa as redes sociais, o quadro estaria completo com os “textões” – mas felizmente em 1995 a internet não sabia nem engatinhar.

Ou seja, por mais que possa-se pensar que os realizadores estão tecendo uma crítica aos conservadores e os ridicularizando como caricaturas, eles não fazem apenas isso, como também dão o outro lado da moeda, e exibem as fragilidades de um julgamento soberano, onde a decisão do “diferente deve ser eliminado” termina por voltar-se sempre contra os justiceiros. O desfecho não poderia ser mais condizente deste argumento, já que o último convidado para ser abatido – um extremista conservador que profere absurdos ditos por muita “gente de bem” destilando puro ódio e tem seu próprio programa de TV – se revela uma personalidade completamente moderada, em busca de um equilíbrio social, mesmo que para isso precise instigar a discussão com “seu personagem”, se mostrando mais sensato em suas opiniões do que os próprios protagonistas “santificados”. A mensagem é que no fundo, realmente não somos tão diferentes assim, e não somos apenas uma coisa: bons ou ruins. Todos somos ambos.

POLÊMICA! Showrunner da série ‘NCIS: New Orleans’ é demitido por má conduta

A CBS confirmou que o Brad Kern, ex-showrunner de ‘NCIS: New Orleans‘, foi oficialmente suspenso enquanto a emissora conduz uma investigação sobre ter criado um ambiente de trabalho tóxico, sexista e hostil.

“Eu acredito que mantê-lo longe do ambiente de trabalho durante a investigação, foi o mais justo e flexível que podíamos ser,” declarou a presidente Kelly Kahl. “A investigação está em andamento. Disseram-me que os resultados sairão em breve.”

Em dezembro, Variety já havia detalhado as alegações contra Kern. Cinco meses depois, a CBS anunciou o seu afastamento do cargo de showrunner de ‘NCIS: New Orleans‘.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 16ª temporada.

Milla Jovovich quer ‘Hellboy’ como seu rei no novo clipe do filme; Assista!

O remake de ‘Hellboy‘ ganhou um novo clipe.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Nimue (Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.

O elenco inclui David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Sasha Lane e Daniel Dae Kim.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Harley Quinn’ toca o terror no trailer COMPLETO da animação; Assista!

A DC divulgou o trailer completo da série animada ‘Harley Quinn‘, que estreia hoje (29).

Confira:

‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dublará a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

Irmãos enfrentam rede de tráfico no trailer de ‘Santana’, novo filme de ação da Netflix

A Netflix divulgou o trailer legendado do longa de ação ‘Santana‘.

Confira:

O longa sul-africano será lançado na plataforma no dia 28 de agosto.

Maradona Dias Dos SantosChris Roland são responsáveis pela direção.

Na trama, um general e seu irmão comandante finalmente descobrem a identidade do criminoso responsável pela morte do pai deles. Décadas após o assassinato, eles estão dispostos a enfrentar um grande rede de tráfico para honrar a memória do pai.

O elenco conta Paulo Americano, Raul Rosario, Rapulana Seiphemo, David O’Hara, Hakeem Kae-Kazim, Neide Vieira, Cigano Satyohamba e Nompilo Gwala.

‘Espiral’: Samuel L. Jackson é convidado a jogar no novo clipe do terror; Assista!

O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (Spiral: From the Book of Saw) ganhou um novo clipe – que reúne todas as cenas divulgadas anteriormente –, com o astro Samuel L. Jackson prestes a participar de um jogo mortal.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de junho.

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Licorice Pizza

 

Elenco:

Alana Haim

Bradley Cooper

Sean Penn

 

Direção: Paul Thomas Anderson

Gênero: Comédia

Duração: 133 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 17 de Fevereiro de 2022

Sinopse: 

Ambientado no Vale de San Fernando, em 1973, o longa conta a história de um primeiro amor irreverente e contagiante, sobre um jovem ator que se apaixona enquanto filma o seu primeiro projeto.

Para dar vida aos personagens principais do filme, Paul Thomas Anderson convidou Alana Haim (como Alana Kane) e Cooper Hoffman (como Gary Valentine), que fazem sua estreia nos cinemas em Licorice Pizza. O longa também é estrelado por Bradley Cooper, Sean Penn, Tom Waits e Benny Safdie.

“Eu confiei tudo no Paul, ele confiou em mim. Eu queria fazer tudo, estava pronta para qualquer coisa que acontecesse a qualquer momento e estava tão empolgada por fazer parte desse projeto que, se Paul me dissesse para saltar de paraquedas no dia seguinte, eu teria dito: cadê meu paraquedas? Realmente se resumiu a confiança”, conta Alana Haim. Paul Thomas Anderson e Alana já haviam trabalhado juntos nas produções da banda de pop rock Haim, composta por ela e suas duas irmãs mais velhas.

Crítica | Licorice Pizza – Delicado, potente, genuíno e fascinante… Esse é o cinema de Paul Thomas Anderson! (Nota: 10.0)

Curiosidades: 

» O filme recebeu três indicações ao Oscar: Melhor Filme (Paul Thomas Anderson, Sara Murphy, Adam Somner), Melhor Diretor (Paul Thomas Anderson) e Melhor Roteiro Original (Paul Thomas Anderson).

» Além de dirigir, Paul Thomas Anderson também é responsável pelo roteiro da produção;

» Aclamado pela crítica (91% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa teve a maior estreia pós-pandêmica para um filme independente, rendendo surpreendentes US$ 335 mil em apenas quatro salas – duas em Nova York e duas em Los Angeles. Faturando US$ 83.852 mil por sala, a dramédia já se tornou a estreia indie mais rentável em quase dois anos;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira as BELÍSSIMAS imagens da adaptação de ‘A Escola do Bem e do Mal’

Netflix divulgou novas imagens oficiais da adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘ (The School for Good and Evil), que será lançada no serviço de streaming no dia 19 de outubro.

Confira:

SCHOOL FOR GOOD AND EVIL

Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série’) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

Kerry Washington e Charlize Theron também estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett será a narradora, enquanto Michelle Yeoh será a professora Emma Anemone

Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.

Mel Gibson revela ter DOIS roteiros para a sequência ‘A Paixão de Cristo 2’

Em uma entrevista recente, Mel Gibson revelou ter dois roteiros completos para a sequência ‘A Paixão de Cristo 2‘.

O ator e cineasta, que também assinou o texto ao lado de Randall Wallace, afirmou que um dos enredos é “completamente insano”, e revelou detalhes sobre o que podemos ver na vindoura continuação.

“Eu tenho dois roteiros [para a sequência]. Um deles é muito bem estruturado e bem construído – exatamente o que todos estão esperando –, e o outro é completamente insano, porque nós podemos ver outros reinos e coisas assim. Quero dizer, vemos o inferno e anjos caindo. É uma doideira.”

Quando questionado sobre ter levado quase uma década para o desenvolvimento da sequência, Gibson explicou que o projeto “é extremamente importante”, e que não seria possível apressá-lo porque “é necessário considerar o que você precisa mostrar para atingir um impacto comovente”.

Anteriormente, Gibson havia confirmado que a trama vai narrar os eventos e milagres que ocorreram durante os 40 dias após a ressurreição e ascensão de Cristo.

“[A sequência] se chama ‘A Ressurreição‘. Estamos tentando criar uma história convincente e esclarecedora, e esperamos que a trama desperte uma nova sensação nas pessoas, sem criar algo estranho, porque é um assunto muito delicado.”

Para certificar-se que a sequência será tão boa quanto o primeiro, Gibson fez questão de continuar trabalhando com Wallace, que até foi indicado ao Oscar por seu trabalho em Coração Valente‘, dirigido e estrelado por Gibson.

Vamos explorar significados mais profundas da história, e Randall Wallace está à altura da tarefa. Ele é um roteirista talentoso e um grande diretor. Ele dirigiu ‘O Céu É de Verdade‘ e outros grandes filmes.”, concluiu.

Além disso, Jim Caviezel irá reprisar o papel principal e garante que “será o filme mais grandioso da história porque vai chocar o público.”

Não posso contar como estamos fazendo isso.”, disse o astro. “Mas vou lhe dizer uma coisa: o filme é tão bom, que o público vai ficar chocado. Posso dizer que será a maior adaptação da história.”

Lembrando que ‘A Paixão de Cristo‘ foi lançado em 2004 e se tornou um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 611 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de  US$ 28 milhões.

Soldado é POSSUÍDO no trailer de ‘Refuge’, novo terror do diretor de ‘Do Fundo do Mar’

O terror sobrenatural ‘Refuge‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Renny Harlin, conhecido por dirigir filmes como ‘Do Fundo do Mar‘, ‘A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos‘, ‘O Exorcista: O Início‘ e o vindouro reboot de ‘Os Estranhos‘, comanda o longa.

Um veterano do exército americano – o sargento Rick Pedroni – retorna para casa mudado após uma missão no Afeganistão onde ele sofreu o ataque de uma força misteriosa. Enquanto os oficiais consideram seu comportamento como PTSD, sua esposa descobre que ele foi possuído por uma entidade maligna.

O elenco conta com Jason FlemyngRaza Jaffrey, Sophie Simnett, Johanna HarlinAston McAuley.

Ben Sztajnkrycer assina o roteiro.

O terror será lançado em VOD no dia 19 de abril.

‘Tudo Por Um Pop Star 2’ ganha data de estreia no Disney+; Confira o trailer!

Após sua passagem pelos cinemas, a sequência ‘Tudo Por Um Pop Star 2‘ já tem data para chegar ao catálogo brasileiro do Disney+.

A comédia estreará no serviço de streaming no dia 15 de janeiro.

Na trama, para celebrar seus 15 anos de amizade, três amigas planejam uma viagem para assistir um show de um velho colega que se tornou um dos maiores pop stars do Brasil.

Crítica | Tudo Por um Pop Star 2 – Sequência da Franquia de Thalita Rebouças Atualiza e Amadurece o Tom

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Marco Antonio de Carvalho, o novo longa não serve como uma continuação direta do primeiro filme, contando com um novo trio de protagonistas.

Gabriella Saraivah, Bela Fernandes e Laura Castro estrelam a produção.

Thalita Rebouças, autora do livro Tudo Por Um Pop Star, assina o roteiro.

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Emma Stone é sequestrada no trailer FINAL de ‘Bugonia’, novo filme de Yorgos Lanthimos

A Universal Pictures divulgou o trailer final de ‘Bugonia‘, longa que marca mais uma colaboração entre o diretor Yorgos Lanthimos e a atriz Emma Stone.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de novembro.

A produção é um remake da comédia de ficção científica sul-coreana ‘Save the Green Planet‘. Na nova versão, dois amigos obcecados por teorias da conspiração sequestram a CEO de uma poderosa corporação, acreditando que ela seja uma alienígena prestes a destruir a Terra.

O elenco conta ainda com Jesse Plemons, Aidan Delbis, Stavros Halkias e Alicia Silverstone.

O roteiro é assinado por Will Tracy, conhecido por seu trabalho em ‘O Menu‘ e ‘Succession‘.

Precisamos Falar

(Precisamos Falar)

 

Elenco:

Marjorie Estiano
Alexandre Nero
Emílio de Mello
Hermila Guedes

 

Direção: Pedro Waddington, Rebeca Diniz

Gênero: Drama

Duração: 101 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 24 de Setembro de 2026

Sinopse: 

Em PRECISAMOS FALAR, dois casais ricos devem enfrentar um conflito moral profundo quando descobrem que seus filhos foram responsáveis pela morte de uma pessoa em situação de rua. Com o crime ganhando repercussão na mídia e a identidade dos culpados desconhecida, surge um perigoso dilema ético: até onde você iria para proteger quem ama?

Curiosidades: 

» O longa é baseado no best-seller O Jantar, escrito por Herman Koch;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

FOFURA! Tom Holland e Zendaya são entrevistados por Homem-Aranha mirim; Assista!

Os colegas de elenco Tom Holland e Zendaya concederam a entrevista mais fofa recentemente, para um pequeno fã de ‘Homem-Aranha‘, durante um junket na Inglaterra.

Durante a divertida entrevista, a dupla respondeu perguntas separadamente e o mini Homem-Aranha ainda aproveitou a oportunidade para pedir dicas a Holland sobre como convidar a Zendaya pra sair. Na ocasião, ele ainda deu um buquê de flores para a atriz.

Confira:

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘The Education of Fredrick Fitzell’: Dylan O’Brien vai estrelar produção

O astro de Dylan O’Brien vai estrelar a produção ‘The Education of Fredrick Fitzell‘, assumindo o papel homônimo. O jovem vai contracenar com Maika Monroe, deIndependence Day: O Ressurgimento’.

O drama será dirigido e roteirizado por Christopher MacBride, o mesmo responsável pelo terror ‘The Conspiracy‘.

A trama conta a história de Fred, que metafórica e literalmente faz uma viagem ao seu passado, em busca de uma oportunidade para se encontrar com um homem esquecido dos tempos de sua infância. Gradativamente ele acaba desvendando um antigo mistério que envolve uma garota desaparecida, uma droga chamada Mercúrio e uma criatura assustadora que o acompanhou até sua vida adulta. Passado, presente e futuro começam a se entrelaçar, à medida que Fred passa a explorar todas as possibilidades de vida que ele pode ter.

Fred, personagem de O’Brien, é um cara comum chegando aos 30 anos, que está enfrentando uma crise existencial conforme se aproxima genuinamente da fase adulta. A descrição oficial ainda afirma que ele não é “um detetive, nem agente secreto ou filósofo”.

 

HILÁRIO! ‘Capitã Marvel’: Brie Larson e Samuel L. Jackson cantam “Shallow”; Vem ver!

Com a estreia de ‘Capitã Marvel‘, a dupla Brie Larson e Samuel L. Jackson está percorrendo o mundo, divulgando a chegada da produção aos cinemas.

E durante uma participação no talk show The Jonathan Ross Show, os astros deram uma palinha para o público, cantando o hit de ‘Nasce Uma Estrela‘, “Shallow”.

Fora de tom e sem lembrar a letra da música, o resultado acabou ficando inesperado e hilário!

Assista:

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’: Mistérios e mentiras no novo teaser da série; Assista!

A nova minissérie da plataforma Hulu, intitulada ‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’, segue a todo vapor com muito drama e a produção ganhou uma novo teaser, que indica o que os fãs podem esperar nos próximos episódios.

A intensa promo ainda revela detalhes do passado de Mia (Kerry Washington).

Assista:

Washington estrela o show ao lado de Witherspoon. A série também conta com Leslie BibbAlyson HanniganAnika Noni Rose.

Pequenos Incêndios por Toda Parte‘ é a adaptação homônima do livro escrito por Celeste Ng, que conta a história de um incêndio e os fatos que sucedem a controversa adoção de uma criança com descendência chinesa, no subúrbio de Ohio.

Liz Tigelaar entra como showrunner.

‘The Good Doctor’: Shaun e Lea conversam sobre a gravidez em nova prévia; Assista!

O 12º episódio da 4ª temporada de ‘The Good Doctor‘, intitulado “Teeny Blue Eyes“, ganhou uma nova e misteriosa prévia, que explora as dificuldades de Shaun e Lea de lidar com uma inesperada gravidez.

Confira:

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Rede Globo, chamado Globo Play.

Crítica | O Urso: Série de comédia dramática da Star+ é uma das melhores da atualidade

Cortes cirúrgicos como o de uma afiada faca e uma montagem enérgica – que simula o frenético pensamento humano em uma fração de segundos – fazem de O Urso uma experiência impactante em seus primeiros cinco minutos de episódio piloto. Entre cenas de relance da agitada cidade de Chicago e a fervilhante atmosfera de uma cozinha caótica e desorganizada, a nova série original da emissora FX, também disponível na plataforma Star+, é como um inesperado choque anafilático, uma descarga de adrenalina que trava nossa mente e rapidamente nos consome para o tumultuado universo de Carmen. Aqui um dos melhores chefs de cozinha do mundo, o jovem vivido por Jeremy Allen White abre mão de seu estrelato para assumir a lanchonete bairrista de seu irmão mais velho, que tirou sua própria vida. Logo ele descobrirá que consertar as coisas dá muito mais trabalho do que construí-las do zero.

A incansável mente de Carmy, suas memórias angustiantes e a vida real que lhe batem à porta todos os dias são trazidos aqui por uma ótica espetacular e bem apurada, que convida a audiência para uma experiência catártica e sensorial. Criada por Christopher Storer, O Urso é uma série de comédia dramática bem temperada, que sabe equilibrar o humor sombrio e o drama de forma que haja sempre uma delicada reflexão em meio à intensidade dos assuntos abordados. Com Jeremy Allen brilhando em tela de forma arrebatadora, a produção original da Disney é um sopro de originalidade, identidade visual e autenticidade narrativa. Explorando o submundo do submundo da gastronomia – nos átrios de uma lanchonete de baixa categoria, ela é o supra sumo do que todo e qualquer filme ou série desse subgênero deveria ser.

Hiperrealista em alguns momentos, a produção intercala o dia-a-dia da cozinha com constantes lapsos mentais e emocionais, em que acompanhamos Carmy lidando e fugindo de seus problemas familiares, traumas e passado. Em episódios de pouco mais de 30 minutos de duração, Storer e sua equipe de roteiristas conseguem nos absorver para a insanidade de O Urso, explorando personagens tão díspares que formam esse pequeno aglomerado disfuncional. Sabendo tratar os arcos dos coadjuvantes sempre com um certo viés protagonista, vemos os papéis de apoio de destacarem à medida em que orbitam ao redor de Jeremy. De um jeito ou de outro, todos possuem seu momento – que constante acrescenta uma boa dose de profundidade à própria narrativa do personagem principal, bem como à essência da trama, que é esse problemático restaurante e suas peculiares figuras.

Entre pratos bem executados, que exalam seu perfume em direção ao paladar da audiência, e circunstâncias dramáticas que sempre escalonam a trama, O Urso é um presente dado pela Disney. Com um elenco poderoso formado por Ebon Moss-Bachrach, Ayo Edebiri, Oliver Platt e Jon Bernthal, a série eleva os nossos sentidos, os aguçando a todo momento – enquanto abre nosso apetite. Abordando a síndrome do pânico e o transtorno pós-traumático com perspicácia e precisão, a dramédia nos permite entrar na mente de seu protagonista e perceber o mundo por sua ótica. Essa perspectiva intimista e onipresente garante ao público a rara oportunidade de viver toda e qualquer emoção. Ainda assim, seu ótimo ritmo nos impede de enxergar os fatos apenas a partir de seu campo de visão.

Com um roteiro dinâmico, ainda mais valorizado sob uma montagem excelente e uma trilha sonora que acompanha o caos que rege os personagens, a série original da Star+ ainda é escrita e dirigida em formatos distintos. Além da onipresença que frequentemente entra em cena, a produção é também dirigida na 3ª pessoa, mantendo um certo distanciamento para que acompanhemos a narrativa por um prisma mais amplo. Mantendo o otimismo a todo momento – até nos piores cenários -, O Urso é uma surpresa que chegou timidamente no Brasil. Com personagens identificáveis e um sentimento de familiaridade, carinho, amor e mutualidade que salpicam todos os seus oito episódios, a nova dramédia é um prato principal de sabor inestimável, que promete um cardápio ainda mais rico em sua 2ª temporada.

CinePOP está entre os votantes do Globo de Ouro 2024; saiba mais

Nesta terça-feira, dia 10 de abril, o Globo de Ouro anunciou a inclusão de 215 membros votantes de fora dos EUA para a próxima 81ª edição da premiação, prevista para 7 de janeiro de 2024.

Entre os 310 críticos/jornalistas responsáveis pela escolha dos ganhadores na segunda maior cerimônia de premiação do cinema e televisão, depois do Oscar e Emmy, estão 16 brasileiros. O CinePOP está representado pela jornalista e crítica de cinema Letícia Alassë. Esta é a maior expansão da HFPA (Hollywood Foreign Press Association) desde a sua fundação em 1943. 

Aumento de representatividade

O objetivo da abertura para críticos de diversos países é uma maior diversidade e, consequentemente, representatividade na premiação das produções audiovisuais. Para ter uma ideia, a nova configuração de votantes é composta de 25% latinos, 14% asiáticos, 10% negros, 9% do Oriente Médio e 42% brancos. De acordo com a HFPA, 17% do corpo votante se identifica como LGBTQIA+.

Para a próxima edição, o corpo votante representa um total de 76 países, incluindo os recém-adicionados Camarões, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Cazaquistão, Malásia, Sérvia e Tanzânia. O Brasil, por exemplo, até o ano passado tinha apenas cinco votantes internacionais. Ou seja, o país obteve um aumento de mais de 100% de representatividade na premiação

Seleção dos membros 

Os critérios para votantes internacionais incluem residir fora dos EUA e possui textos jornalísticos de entretenimento para meios de comunicação internacionais, incluindo impresso, audiovisual, rádio, fotografia e online. De acordo com anúncio da HFPA, as solicitações foram revisadas e qualificadas pelo Comitê de Credenciais, composto por uma maioria de jornalistas independentes externos e profissionais da indústria de entretenimento. 

No Globo de Ouro 2023, os grandes vencedores foram Os Fabelmans (Filme Drama), Os Banshees de Inisherin (Filme Comédia/Musical), A Casa do Dragão (Série Drama) e Abbott Elementary (Série Comédia/Musical). Vale ressaltar: “É uma enorme honra para mim, Letícia Alassë, representar o CinePOP e o Brasil em uma votação de grande prestígio internacional”. 

Confira a lista completa dos membros votantes de todos os países para a 81ª edição dos Golden Globes no site oficial.

Kristen Wiig negocia para viver Mulher-Leopardo em ‘Mulher-Maravilha 2’

A Warner deu o sinal verde oficial para a continuação de Mulher-Maravilha, um dos maiores sucessos do ano passado e a primeira superprodução protagonizada por uma mulher no gênero, dirigida por Patty Jenkins.

Agora, vilã da sequência pode ter sido revelada. Segundo rumores citados pelo That Hashtag Show, a Mulher-Leopardo de fato será a grande ameaça do filme e, de acordo com o Hollywood Reporter, a atriz Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) está em negociações para interpretar a personagem.

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Enquanto isso, segundo o Heroic HollywoodGeoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

Arte imagina Kate Beckinsale como a Mulher-Gato

Injustiçada nos cinemas, a Mulher-Gato ainda não ganhou um filme que fez jus à sua importância nos quadrinhos, porém, o ilustrador BossLogic imaginou a atriz Kate Beckinsale (Anjos da Noite) como a anti-heroína. Confira:

 

A atriz já havia dito que gostaria de interpretar Selina Kyle no cinemas, porém, seu sonho nunca foi realizado. E vocês, o que acham da escolha?

O último filme de Kate Beckinsale a chegar aos cinemas foiApenas um Garoto em Nova York, que estreou em dezembro de 2017.

‘Guardiões da Galáxia Vol.3’ | James Gunn CONFIRMA antiga teoria dos fãs no novo filme

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu Guardiões da Galáxia Vol.3, é melhor evitar esta matéria, pois ela contém spoilers do novo filme.

Introduzido oficialmente no Universo Cinematográfico Marvel em 2014, no primeiro filme dos Guardiões da Galáxia, a árvore antropomórfica chamada Groot foi apresentado como uma criatura letal, porém repleta de coração e sentimentos, fazendo dele uma das criaturas mais amáveis de todo o MCU. Além disso, sua característica marcante é se comunicar apenas por meio de três palavras: “I”, “am” e “Groot” (Eu sou Groot), especificamente nessa ordem.

Porém, como vocês devem se lembrar, ao final do primeiro, Groot se sacrifica para salvar a vida de seus novos amigos e, antes de morrer, ele surpreende a todos com suas últimas palavras: “We are Groot”, ou “Nós somos Groot” em português. A cena é emocionante e acabou deixando os fãs com uma dúvida: se o Groot conseguiu aprender uma nova palavra, isso quer dizer que seu vocabulário pode ser mais do que as três palavrinhas? Ou será que essa situação foi a primeira vez que um Groot disse uma nova palavra?

Com o passar do tempo, o diretor e roteirista James Gunn foi às redes sociais para falar mais sobre o querido Groot e suas peculiaridades. E aí veio uma informação que deixou todos muito animados e curiosos: existem roteiros exclusivos que somente o Vin Diesel (que interpreta o Groot e seu filho) e o Gunn têm acesso, em que estão escritas as falas do Groot e seu descendente “traduzidas” para o inglês.

Isso obviamente foi feito para que o ator pudesse entender melhor o contexto do personagem e a entonação que ele deveria dar para seus ‘I Am Groot’, mas acabou também confirmando uma das teorias dos fãs de que os Guardiões realmente entendiam o que a árvore estava falando e não apenas “interpretavam” suas falas de acordo com as situações, meio que supondo os diálogos do personagem em vez de realmente compreendê-lo em sua totalidade.

Após o sucesso dos personagens nos filmes seguintes, como Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017), principalmente com o Bebê Groot se tornando um fenômeno em meio aos fãs, e Vingadores: Guerra Infinita (2018), James voltou ao Twitter para seu tradicional diálogo com os fãs, e acabou explicando um pouco mais sobre como funciona a linguagem do Groot e como o Peter Quill (Chris Pratt) compreende o que ele diz por meio da empatia.

“Ele [Peter Quill] não possui um tradutor universal. Ele possui um tradutor, que não contém todas as línguas da galáxia (não tinha a linguagem de Sakaaran no primeiro filme, por exemplo) e as pessoas não aprendem Groot através da linguagem – eles aprendem isso se conectando com o Groot, explicou James Gunn.

Ou seja, ainda em 2018, o diretor já havia explicado certinho como funcionava a comunicação do personagem. Com isso estabelecido, os fãs não teriam mais o que teorizar, certo? Errado.

O problema da comunicação pelo Twitter é que nem todos os fãs conseguem ver essas informações. E neste caso, por algum motivo que até hoje não dá para entender, a informação dada pelo diretor não virou notícia nos principais portais, e aqueles que repercutiram a fala não conseguiram viralizar. Ou seja, muitos fãs sequer sabiam disso.

E para complicar mais a situação, os Irmãos Russo colocaram o Thor (Chris Hemsworth) para entender de primeira tudo que o Groot disse em Guerra Infinita, justificando no próprio filme com o Deus do Trovão dizendo que aprendeu “Groot” como uma eletiva no colégio de Asgard. Isso aí jogava por água abaixo as pretensões de James Gunn para o personagem, então o diretor correu para explicar que tudo não passou de uma grande piada do Thor, esse Deus bonachão piadista.

Thor estava fazendo uma de suas tradicionais piadas quando disse que ‘Groot’ era uma aula [lecionada em Asgard]. Meio que sendo um deus, ele não tem a mesma dificuldade que os Guardiões possuem para entender o Groot, comentou o diretor.

Em outras palavras, os Russo fizeram essa mudança sem consultar James Gunn, que correu para corrigir essa parada para não frustrar seu planejamento para a saga. Mas o estrago foi feito, porque muitos fãs até hoje acreditam que havia mesmo uma “aula de Groot” em Asgard. Só que como funciona o ensino de uma linguagem baseada na conexão, no desenvolvimento de laços e na empatia? Dessa forma, Gunn justificou esse entendimento do Thor com uma “empatia divina”.

E agora, em Guardiões da Galáxia Vol.3, o diretor aproveitou essa última oportunidade para colocar em tela essa explicação em uma das cenas mais bonitas do novo filme. Ao longo da história, a Gamora variante (Zoe Saldana) sofre para entender o que o Groot fala, questionando em vários momentos se os outros Guardiões realmente estavam entendendo que falava a árvore, praticamente se recusando a acreditar que havia significado por trás daquelas três palavrinhas.

No entanto, após os eventos espetaculares que se desenvolvem na trama, o grupo retorna a Luganenhum, onde Gamora enfim desenvolve esse laço empático com o Groot e consegue compreender o que ele diz para ela na despedida. Na cena seguinte, os Guardiões estão reunidos em uma rodinha para um grande “adeus” coletivo, com cada um seguindo seu caminho, então Groot para e diz: “Eu amo vocês!”. Muitos fãs não entenderam a cena, mas o próprio James Gunn confirmou a teoria dias depois da estreia, por meio de uma matéria do Gizmodo.

Na cena, o Groot não aprendeu essas novas palavras. E, não, ele não podia falar “inglês” esse tempo todo e só estava falando “I am Groot” de sacanagem ou algo do tipo. Nesta cena, ele falou os mesmos “I am Groot” de sempre. Porém, o público enfim conseguiu desenvolver o laço empático com o personagem, se tornando “parte da família” e compreendendo o que ele disse, tal qual os Guardiões entendem esse tempo todo. A prova disso é que nenhum dos personagens ao redor reage com surpresa, como foi no primeiro filme quando ele disse “We Are Groot”. Não foi ele que aprendeu novas palavras, mas sim o público que aprendeu a entendê-lo.

Isso significa que na próxima aparição, ele vai estar falando normal? Não necessariamente. O recurso foi usado para aumentar a ligação do público com a trilogia, intensificar os laços na jornada do filme, após quase uma década acompanhando esse grupo desajustado com muito amor nas telonas. A partir de agora, eles estarão sob controle de outra mente criativa, que pode ou não seguir com o Groot falando sua clássicas três palavrinhas.

Guardiões da Galáxia Vol.3 está em cartaz nos principais cinemas.

Crítica | Meu Papai Ainda é Noel – Série da Disneyplus Derivada de Filme de Sucesso é Esquisita e Sem Foco

O ano era 1994. Enquanto aqui no Brasil a gente andava em voltas com o novo plano econômico e as possibilidades de compra com a nova moeda fazendo frente ao dólar, lá nos Estados Unidos o mercado distribuidor se preparava para lançar nos cinemas um filme que, posteriormente, viria a se tornar um dos clássicos de Natal: o longa ‘Meu Papai é Noel’. O sucesso foi tão grande, que anualmente diversas plataformas reprisavam a produção como parte da programação especial de fim de ano. Agora, vinte e oito anos depois, a história ganha uma continuação, dessa vez em versão seriada, que chega diretamente à plataforma da Disneyplus nesse fim de 2022, sob o título ‘Meu Papai Ainda é Noel’.

Papai Noel (Tim Allen) está entregando presentes na véspera de Natal quando, de repente, começa a perceber que algo está estranho, e, do nada, cai do telhado da casa de uma criança. Tentando levar tudo com bom humor, ele disfarça, mas seu assistente, o elfo Noel (Devin Bright) percebe que algo não vai bem. Quando, no Natal seguinte, o processo se repete, Papai Noel começa a considerar a possibilidade de se aposentar e passar mais tempo com sua esposa (Elizabeth Mitchell) e seus filhos (Austin Kane e Elizabeth Allen-Dick), mas, para isso, ele precisará encontrar o substituto perfeito para o posto, e tudo indica que o candidato será Simon (Kal Penn), um empresário cujo foco de vida é encontrar o sistema infalível de entrega de encomendas que funcione o ano inteiro.

Dividido em seis episódios curtinhos com cerca de meia hora cada, a sérieMeu Papai Ainda é Noel’ tem o formato e a duração certas, mas seu enredo é um tanto quanto esquisito. Criado para a televisão por Jack Burditt, o roteiro partilhado entre muitas mãos parte de dois pontos já bastante comuns nas histórias infantis natalinas (a diminuição da crença das crianças na figura do Papai Noel) e a passagem de bastão da função do bom velhinho (para seus filhos, alguém da família ou através de uma escolha randômica) para elaborar as tramas que compõem essa primeira temporada de ‘Meu Papai Ainda é Noel’. Até aí, tudo bem, embora não traga nada de novo. O diferencial é que o roteiro constrói um paralelo sobre uma das razões pelas quais isso poderia estar acontecendo (o acesso à tecnologia, que faz com que as pessoas compram e recebam com rapidez, inclusive em feriados e através de robôs e drones, perdendo toda a magia da espera e da ânsia pelo presente). 

Assim, o roteiro passa dois episódios contando o drama do Papai Noel, até ele aceitar se aposentar; então, encontra o substituto, que parece ser um cara legal, embora não acredite muito nesse negócio de Natal; aí do nada, o roteiro transforma esse sujeito bacana em um vilãozão malvado e ganancioso que simplesmente quer acabar com o Natal. Por que tudo isso? Outro ponto esquisito na série é os elfos, interpretados por crianças e adolescentes mas cujos personagens são adultos, que falam abertamente serem casados uns com os outros, o que causa um bocado de estranheza ao espectador. Como se não bastasse, ainda tem o filho do Papai Noel, que, de primeiro se mostra completamente desinteressado por esse universo, e, de repente, se transforma num cara com poderes mágicos e totalmente a fim de seguir com o legado. É como se alguém tivesse escrito algo nos primeiros episódios e depois outra pessoa no roteiro fosse lá e desfizesse tudo. Eu hein.

Confuso, chato e sem foco, ‘Meu Papai Ainda é Noel’ não faz jus ao filme que o precede, mas já tem uma segunda temporada confirmada. Agora é aguardar para ver se a próxima produção finalmente entregará uma boa história aos espectadores.

‘Aves de Rapina’: Margot Robbie como uma Arlequina bem diferente na primeira foto

Com as produções agora iniciadas do novo filme da DC, Aves de Rapina, os fãs finalmente tiveram um primeiro look do retorno de Margot Robbie como Harley Quinn.

Robbie fez sua estreia como o icônico personagem em Esquadrão Suicida, e agora faz sua aguardada estreia no spin-off feminino no qual entra também como produtora. O filme trará o time de heroínas insurgindo para derrotar o Máscara Negra em Gotham City.

Ela surge como uma Arlequina bem diferente.

Confira:

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Além de Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay BascoRosie PerezAli Wong, Chris Messina, Michael Masini, Steven Williams, Derek Wilson, Dana Lee e outros completam o time.

Aves de Rapina é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson. O filme estreia no dia 07 de fevereiro de 2020.

‘Judy’: ‘Judy Garland foi minha heroína de infância’, diz Renée Zellweger

Renée Zellweger está sendo aclamada por seu papel como a icônica performer Judy Garland, tornando-se uma das principais escolhas para o Oscar de Melhor Atriz do ano que vem. Entretanto, para Zellweger, o verdadeiro prêmio se consolidou no momento em que pôde viver a lendária atriz e cantora.

“Ninguém era mais bonito, ninguém cantava melhor… As aventuras que ela teve, [ela foi] minha heroína de infância”, ela comentou, em entrevista à Variety.

A cinebiografia abriu com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6.79/10 baseada em 33 reviews (por enquanto). O consenso geral diz que “liderado por uma performance competente de [Zellweger], Judy captura os dias minguantes de uma amada artista com compaixão cristalina’.

Confira as principais avaliações:

Judy é um filme pequeno com uma grande performance de Zellweger, que não apenas interpreta a atriz de ‘O Mágico de Oz’ no último ano de sua vida, com de fato faz parecer um possessão completa em seu corpo”. – Leah Greenblatt (EW)

“[Judy] contém o que é facilmente o melhor desempenho da carreira de Zellweger. O filme em si funciona melhor como uma vitrine para a virada extraordinária da atriz, quando ela se transforma em Judy Garland, concentrando-se nas últimas performances da carreira de Garland nos meses que antecederam sua trágica morte aos 47 anos. Zellweger sempre foi, boa – provavelmente melhor do que muitos dos papéis que ela recebeu, especialmente aqueles no início de sua carreira. Ela chega ao centro de Garland com a intensidade bruta de uma mulher em espiral…. Zellweger captura o corpo magro e levemente contorcido de Garland, sua voz e até sua maquiagem e maneirismos. Coisas tão sutis como a forma como Garland pronuncia a palavra “maravilhoso” não são deixadas de lado por Zellweger, que trouxe a lenda para uma vida vívida e colorida. Zellweger até navega excepcionalmente bem nas partes cantantes, capturando o espírito de como Garland cantou, mesmo que ela não consiga se igualar à beleza daquela famosa voz. ” – Sasha Stone (The Wrap/Awards Daily)

“[O diretor Rupert] Goold é conhecido principalmente como diretor de teatro; ele foi indicado ao Tony este ano por sua direção de Ink, uma peça sobre a ascensão de Rupert Murdoch e sobre o jornalismo de tabloide. Às vezes, ele se esforça demais para tornar o material cinematográfico, mas certamente trabalha lindamente com Zellweger, que apresenta uma performance de bravura que até a Garland, notoriamente perspicaz, teria aplaudido. ” – Stephen Farber (O Repórter de Hollywood)

“Uma performance climática de ‘Over the Rainbow’ é soberbamente interpretada por Zellweger como parte confessional do fluxo de consciência, parte redefinição de retorno à inocência; raramente desde a sua encarnação original do ‘O Mágico de Oz’, a clássica canção tem sido usada com tanto brilhantismo na tela. Mesmo na época em que ela estava caminhando em direção a uma indicação ao Oscar em Chicago – e com certeza você consegue traçar uma linha irregular da voraz Zellweger apresentada lá para a treinada nos holofotes e carente de amor Garland – seria quase impossível imaginar a atriz nesse papel. Quase duas décadas depois, o elenco faz um agridoce sentido: Uma queridinha da América que optou por abdicar do pesado título, ela interpreta Garland, com carinho e sentimento palpáveis, como alguém que já esteve além do arco-íris e voltou ”. – Guy Lodge (Variety)

“[Judy é] a performance mais descontraída e pessoal que vimos de Zellweger há algum tempo…. Zellweger enfrenta resolutamente o desafio de interpretar Judy no palco e fora dele: seus olhos se enrugam com um beicinho trêmulo quando seus sentimentos são machucados, e às vezes quando são o oposto de machucar, embora ela seja talvez menos convincente…. Zellweger nos dá uma homenagem ao talento de Judy Garland e ao espírito de que o show tem que continuar, ainda que seja um fardo e uma força motriz”. – Peter Bradshaw (The Guardian)

O filme é dirigido por Rupert Goold, aclamado diretor de teatro.

Confira a sinopse oficial:

Inverno de 1968. A lenda do show business Judy Garland chega a Swinging London para performar durante cinco semanas. Já faz 30 semanas desde que a atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Dorothy em O Mágico de Oz; e, se sua voz sofreu com o tempo, sua intensidade dramática aumentou exponencialmente. Conforme se prepara para o show, ela lida com seu gerente, com músicos charmosos e reminiscências de seus amigos e fãs.

Jessie BuckleyFinn WittrockRufus SewellMichael Gambom completam o elenco.

Judy tem estreia marcada para o dia 27 de setembro.

‘The Quarry’: Shea Whigham e Michael Shannon no trailer do novo thriller de ação

Lionsgate divulgou o trailer oficial de The Quarry, novo thriller de ação baseado no romance homônimo de Damon Galgut.

Confira:

Scott Teems comanda a produção.

O filme é um conto de pecado e redenção ambientado na selvageria do Texas. Depois de matar um pastor viajante, um fugitivo viaja para uma pequena cidade e finge ser o homem que assassinou. Apesar da congregação adorar seus sermões sobre perdão, o chefe da polícia local começa a suspeitar dele. Logo, uma descoberta horrenda em uma pedreira local força o homicida a lutar por sua liberdade.

Shea WhighamMichael Shannon estrelam.

The Quarry estreia no dia 17 de abril de 2020 em cinemas selecionados e em plataformas de streaming.

‘American Horror Stories’: Sarah Paulson vai dirigir episódios do derivado de ‘American Horror Story’

Durante uma entrevista ao Deadline, a atriz Sarah Paulson revelou coisas bastante interessantes sobre American Horror Storiesspin-off da aclamada e premiada série American Horror Story.

Quando questionada sobre seu envolvimento na nova série do FX, Paulson foi um tanto quanto evasiva, mas confirmou que estará atrás das câmeras mais uma vez.

“O que posso dizer? Vou dirigir alguma coisa”, ela comentou. Vale lembrar que a atriz fez sua estreia diretorial com “Return to Murder House”, sexto episódio de AHS: Apocalypse (2018).

A série derivada consistirá em histórias curtas de uma hora, contidas em episódios únicos, em vez de temporadas completas.

A novidade já havia sido antecipada pelo criador Ryan Murphy há algumas semanas.

“Nessa live relembramos os bons tempos… e o spin-off que estamos fazendo chamado American Horror Stories (que terá histórias contidas em episódios de uma hora) … quando começaremos a filmar a próxima temporada da nave-mãe … e outras coisas que não posso contar. Foi muito divertido e fico feliz por termos nos encontrado. Sinto falta de todos! “

Recentemente, Murphy revelou que o tema da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ pode ser alterado por causa do surto de Coronavírus, que impediu a programação das filmagens.

“Muitas das coisas que eu ia filmar dependiam de um momento muito específico; era um tema que dependia do clima. Então, agora eu não sei mais. Não sei o que nós faremos. Não sei o que farei com o tema da próxima temporada. Não sei se crio um novo conceito ou espero até o próximo ano para filmar essa temporada.”

Ele continua, “Sabe, ninguém me ligou e disse: ‘Nós temos um plano para as filmagens’. Então, até que esse dia aconteça, nós estamos pausados. Honestamente, eu não sei. Mas é uma temporada incrível e eu sei que todos os atores estão ansiosos para participar dela.”

Vale lembrar que o temática da próxima temporada ainda não foi revelado.

O elenco do novo ano contará com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Sarah Paulson, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.

‘Night Stalker’: Série da Netflix sobre o serial killer Richard Ramirez ganha trailer OFICIAL; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Night Stalker: The Hunt for a Serial Killer’, série documentária que gira em torno do perigoso assassino Richard Ramirez, desde seus hediondos crimes até o processo de captura.

Confira:

Dividida em quatro partes, a série esmiuçará os crimes de Ramirez, conhecido em seu tempo como ‘Night Stalker’ (perseguidor noturno, em tradução livre), que aconteceram nas cidades de Los Angeles e São Francisco, em meados dos anos 80.

Ramirez faleceu em 2013, após complicações em virtude de um linfoma. Na época, ele estava no corredor da morte.

Confira a sinopse oficial:

“No sufocante verão de 1985, uma onda de calor recorde atingiu Los Angeles, junto com uma série de assassinatos e agressões sexuais que a princípio pareceram desconectadas. As vítimas eram homens, mulheres e crianças. Eles tinham idades entre seis e 82 anos. Eles vinham de diferentes bairros, origens raciais e níveis socioeconômicos. Nunca antes na história do crime um único assassino foi responsável por uma série de crimes tão horríveis. Correndo contra o relógio para parar esse monstro noturno, estavam um jovem detetive chamado Gil Carrillo, do Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles, e o lendário investigador de homicídios Frank Salerno. Enquanto trabalhavam incansavelmente para resolver o caso, a mídia perseguia seus rastros e o pânico tomou conta da Califórnia”.

Night Stalker: The Hunt for a Serial Killer‘ estreia no dia 13 de janeiro.

‘Cruella’: Emma Stone brilha no novo teaser INCRÍVEL do longa; Confira!

Disney+ divulgou um novo teaser oficial de Cruella, icônica vilã de 101 Dálmatas, dando destaque para Emma Stone como a personagem titular.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Britney x Spears’: Documentário sobre a icônica cantora pop já está disponível na Netflix!

‘Britney x Spears’, documentário sobre a icônica cantora pop que recentemente enfrentou o próprio pai nos tribunais em virtude de sua tutela, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 28 de setembro de 2021.

Erin Lee Carr, conhecida por seu trabalho em ‘Eu Te Amo, Agora Morra – o Caso de Michelle Carter’, fica responsável pela direção.

Para aqueles não familiarizados com o caso, Britney e Jamie Spears se enfrentaram na corte estadunidense desde 2019, quando veio a público o conhecimento de que a artista estaria sendo controlada pelo pai e forçada a realizar inúmeros tipos de atividade contra a vontade.

Em junho de 2021, Britney fez comentários sobre a tutela do pai acerca de sua vida pessoal e profissional, caracterizando-a como abusiva e constrangedora. “Só quero minha vida de volta”, ela disse, através do telefone. A performer também revelou que seu pai a obrigou a atuar em diversas produções e, como se não bastasse, a impediu de ter filhos ao colocar nela um DIU (método contraceptivo interno).

Vale lembrar que Jamie Spears comandava a tutela da filha desde 2008, pouco tempo depois de Britney ter sofrido um colapso mental em virtude do comportamento tóxico dos paparazzi e dos produtores.

‘RuPaul’s Drag Race’: As tensões aumentam na prévia do episódio 14×07; Confira!

A VH1 divulgou o vídeo promocional do 7º episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, apresentando novo maxi-desafio da semana e mostrando uma crescente tensão entre JorgeousDaya Betty.

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 18 de fevereiro.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayDove CameronTS MadisonLizzoAlicia Keys e outras.