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‘Os Simpsons’: Atores brancos não mais dublarão personagens não caucasianos

Os produtores da aclamada animação ‘Os Simpsons‘ se posicionaram quanto ao envolvimento de atores brancos na dublagem de personagens de cor em sua série.

E após uma intensa polêmica envolvendo o personagem Apu Nahasapeemapetilon – dublado por anos pelo ator Hank Azaria (‘Friends‘) -, ainda em 2017 e 2018, finalmente uma decisão categórica foi tomada, com os produtores afirmando que não mais colocarão atores branco dublando personagens de cor em sua série:

“Seguindo em frente, Os Simpsons não mais trará atores branco dando voz à personagens não brancos”, afirma o comunicado.

A decisão vem como parte de uma série de posicionamentos feitos por outros produtores e dubladores de séries animadas, que – finalmente – começaram a refletir sobre a falta de representatividade em suas produções e pelo excessivo erro de escalação de seus personagens de cor, que frequentemente trazem atores brancos dublando figuras não caucasianos.

Nesse contexto, Jenny Slate deixou o papel biracial que interpretou na série ‘Big Mouth‘, da Netflix, assim como fez também a atriz Kristen Bell – que era uma das dubladoras da série ‘Central Park‘, da Apple TV+. Já o ator Mike Henry anunciou que não mais dublará o personagem afro americano Cleveland, da série ‘Uma Família da Pesada‘, papel que deu voz por duas décadas.

 

 

 

Allison Mack, de ‘Smallville’, se arrepende de ter recrutado escravas sexuais para seita macabra

A atriz Allison Mack compartilhou o seu arrependimento por ter sido uma das peças fundamentais da macabra seita Nxivm. Por meio de um comunicado oficial obtido pelo portal The Hollywood Reporter, ela ponderou que se arrepende por “todo mal causado às pessoas que foram recrutadas” por ela e diz que este foi o maior erro de toda a sua vida.

Mack, que teve o seu grande destaque na popular série da DC ‘Smallville‘, está diante da possibilidade de enfrentar 15 anos de prisão, por ter recrutado jovens mulheres como escravas sexuais para o líder do culto em questão, Keith Raniere.

A atriz, que havia se declarado culpada por conspiração e extorsão em abril de 2019, refletiu sobre o seu papel na seita sexual, se dirigindo “aqueles que foram prejudicados por minhas ações”:

“Agora é de suma importância para mim que eu diga, do fundo do meu coração, que sinto muito. Eu me joguei nos ensinamentos de Keith Raniere com tudo o que tinha. Eu acreditava, de todo o coração, que sua orientação estava me levando a uma versão melhor e mais iluminada de mim mesma. Dediquei minha lealdade, meus recursos e, em última análise, minha vida a ele. Esse foi o maior erro e pesar da minha vida. Sinto muito por aqueles de vocês que trouxe para Nxivm. Lamento por ter exposto vocês aos esquemas nefastos e emocionalmente abusivos de um homem distorcido. Lamento ter encorajado você a usar seus recursos para participar de algo que foi em última análise, tão feio. Não assumo levianamente a responsabilidade que tenho na vida das pessoas que amo e sinto um grande peso de culpa por ter abusado de sua confiança, conduzindo-o por um caminho negativo”.

Em 2019, os promotores acusaram Mack de recrutar escravas sexuais para Raniere, 60, e seu subgrupo, DOS, descrito como uma sociedade secreta exclusivamente feminina de “mestres” e “escravas”, em que as mulheres eram supostamente forçadas a ser sexualmente subservientes a Raniere.

A carta de arrependimento de Mack veio acompanhada de um documento emitido por seus advogados, em que eles solicitam que ela não cumpra pena prisão, justamente por ter admitido a sua culpa diante da sociedade:

“Isso é deixado claro pela alocução do argumento da Sra. Mack, sua decisão de cooperar completa e totalmente com o governo, e é mais enfatizado em sua carta a este Tribunal, bem como seus esforços para demonstrar seu remorso ao público em geral e mais especificamente a aqueles que ela prejudicou. Portanto, não há necessidade de impor uma sentença adicional de prisão à Sra. Mack para obter uma dissuasão específica”.

Vale lembrar que a HBO possui uma série documental intitulada ‘The Vow‘, que se aprofunda em todos os crimes cometidos pela seita sexual e acompanha a luta de um grupo de pessoas, entre ex-participantes da instituição, que visa destruir o culto de Raniere.

Confira o trailer da 2ª temporada:

A produção gira em torno do culto sexual instituído pela organização NXIVM que contou com a atriz Allison Mack (‘Smallville’) em seu alto escalão.

De acordo com a HBO, a segunda temporada irá mostrar exclusivamente o “círculo interno” do líder da NXIVM, Keith Raniere, e se aprofundar nas vertentes da seita através dos EUA e México. Os novos episódios continuarão a acompanhar “a jornada legal e emocional dos fundadores do grupo e seus seguidores enquanto novas evidências e revelações chocantes ganham atenção nacional”.

A nova temporada estreia ainda em 2021.

A produção foi criada por Jehane Noujaim e Karim Amer.

A narrativa se aprofundará nas experiências das vítimas, que foram ludibriadas e pensavam estar se envolvendo com alguma iniciativa de empoderamento feminino, até que foram reduzidas à escravas sexuais.

DUAS atrizes de ‘Smallville’ são acusadas de recrutar escravas sexuais para seita

Atriz de ‘Smallville’ é acusada de “recrutar escravas sexuais” para poderosos de Hollywood

‘Juliet & Romeo’: Musical com Rebel Wilson e Jason Isaacs ganha imagens oficiais; Confira!

A lendária peça ‘Romeu e Julieta‘, de William Shakespeare, vai ganhar uma inovadora versão musical, estrelada por Rebel Wilson (‘A Escolha Perfeita‘) e Jason Isaacs (‘The White Lotus‘).

Intitulada ‘Juliet & Romeo‘, a produção traz um toque diferenciado aos clássicos escritos do dramaturgo britânico e será o primeiro filme de uma trilogia de longas musicais, baseada na história real de 1301 que inspirou o maior conto de Shakespeare.

Nessa nova saga, os amantes mais famosos do mundo se tornam figuras centrais em uma jornada épica de batalhas e traições, com a dupla icônica virando a maré da história como a conhecemos.

Confira as imagens:

Clara Rugaard (‘Black Mirror‘) e Jamie Ward (‘His Dark Materials), dão vida aos amantes Julieta e Romeu. O elenco ainda conta com Ferdia Walsh-Peelo (‘Vikings‘), Nicholas Podany (‘Saturday Night Live‘), Rupert Everett (‘O Casamento do Meu Melhor Amigo‘), Rupert Graves (‘Sherlock‘), Dan Fogler (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘) e Derek Jacobi (‘Gladiador II‘) e as vencedoras do GRAMMY Award, Tayla Parx e Ledisi.

Timothy Scott Bogart assina o roteiro e a direção. ‘Juliet & Romeo‘ terá músicas compostas pelo vencedor do Grammy, Evan Kidd Bogart (o mesmo responsável pelos hits “Halo”, de Beyoncé, e “SOS”, de Rihanna) e Justin Gray (‘Uma Aventura Lego‘).

Juliet e Romeo‘ ainda não tem data de estreia para o Brasil.

‘The Twilight Zone’: Clássica série vai ganhar reboot com diretor de ‘Corra!’

O famoso seriado de fantasia Além da Imaginação (The Twilight Zone) ganhará reboot, de acordo com o Deadline.

Jordan Peele, o diretor do filmeCorra!’ está envolvido no projeto. Fontes do THR também afirmam que Marco Ramirez, de Demolidor (Netflix) e Sons of Anarchy, será roteirista do retorno.

A Nova série será mais uma produção da CBS All Access, a plataforma de streaming da emissora americana CBS, que também tem em seu catálogo ‘Star Trek: Discovery’.

A série ‘The Twilight Zone‘ ou ‘Além da Imaginação‘ foi criada por Rod Serling em 1959, e exibida entre 1959 e 1964. Depois, teve novas temporadas que duraram entre 1985 a 1989.

Mais recentemente, teve uma curta temporada exibida entre 2002 e 2003.

Além da Imaginação‘ também já foi levado aos cinemas em 1983, com quatro curta-metragens dirigidos por diferentes diretores: Steven Spielberg, Joe Dante, John Landis e George Miller.

Ainda não há informações sobre a distribuição internacional da nova produção.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Primeiras reações são positivas: “o filme é muito ambicioso”

Faltando apenas 3 semanas para o lançamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita nos cinemas, alguns fãs sortudos puderam assistir cerca de 30 minutos do filme durante eventos para divulgação do longa ao redor do mundo.

Com isso, muitas reações sobre o que foi assistido estão caindo na internet. Uma das que mais se destacam vem do Digital Spy, que descreve o que viu como “muito ambicioso”. Confira:

“Nós acabamos de assistir 30 minutos de ‘Guerra Infinita’. Não posso dizer muito, mas é muito ambicioso, traz tons diferentes entre grupos (a sequência dos Guardiões tem um visual, sentimento e trilha sonora muito diferentes das cenas de Nova York) e isso vai ser muito divertido. E nada do Gavião Arqueiro até agora!”

Novas reações devem sair em breve. Enquanto isso, a revista Empire divulgou um novo cartaz para promover Vingadores: Guerra Infinita no formato IMAX. Apesar de nada de novo, a arte é bem interessante. Confira:

Marvel finalmente divulgou a data a partir da qual os veículos de comunicação de todo o mundo estão liberados para postar seus reviews de Vingadores: Guerra Infinita.

Segundo a publicação, a partir de 24 de abril de 2018 (terça-feira), porém, os críticos poderão postar breves reações nas redes sociais já a partir da segunda (23).

O filme tem estreia marcada para 26 de abril. heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

‘The Walking Dead’: Rick, Michonne e Judith aparecem em foto da 9ª temporada

A AMC divulgou duas novas fotos da 9ª temporada de ‘The Walking Dead, que mostra Rick, Michonne e Judith. Confira, junto com outros vídeos e fotos:

 

A série retorna para sua nona temporada em 7 de outubro no AMC.

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Assista ao trailer:

14 anos do 1º ‘Capitão América’ | Jensen Ackles, Channing Tatum e outros atores QUASE viveram o herói; Confira CURIOSIDADES!

Lançada há 14 anos, a primeira aventura do Capitão América no Universo Cinematográfico Marvel foi importantíssima para o desenvolvimento da Marvel nas telonas. Em comemoração a essa data simbólica, o CinePOP separou dez curiosidades sobre Capitão América: O Primeiro Vingador. Confira!


A escolha do Capitão América

Antes mesmo de Sam Wilson, Bucky Barnes e John Walker divergirem sobre quem deveria ser o novo Capitão América, a Marvel já penou bastante com isso nos primórdios de seu universo. Isso porque o estúdio queria que Chris Evans interpretasse o herói no MCU. No entanto, o ator tinha receio de que os fãs não fossem aceitá-lo no papel por conta de sua recente interpretação do Tocha Humana nos filmes do Quarteto Fantástico. Além de não querer se envolver em um projeto tão longo com um único personagem, já que ele temia ficar eternamente associado a um papel pelo resto da carreira. Então, com a negativa de Chris, a Marvel fez testes com outros atores, incluindo Jensen Ackles (que era um dos favoritos dos fãs), Sebastian Stan (que viria a ser escalado como Bucky), Channing Tatum, Alexander Skarsgard e John Krasinski, sendo este último a “segunda escolha” do estúdio. Sim, Krasinski estava 99% acertado com a Marvel para ser o Capitão América. Inclusive, ele começou a fazer um treinamento especial para o papel, que acabou refletindo numa versão mais fortinha de Jim Halpert nas temporadas finais de The Office. Só que o estúdio não desistiu de Evans e ficou fazendo ligações para tentar convencê-lo. Na última tentativa, o próprio Robert Downey Jr. ligou para Chris e disse que abandonaria o papel de Tony Stark se o ator não topasse interpretar Steve Rogers. Diante deste ultimato, Chris Evans acabou aceitando o papel, e John Krasinski passou a ser o favorito dos fãs para viver Reed Richards nos cinemas.


Trapaceando a dieta

Um dos grandes desafios da história de origem do Capitão América era a mudança física extrema de Steve Rogers, um rapaz franzino e asmático do Brooklyn, para um ser humano com o físico que representasse o auge da evolução humana. Para isso, o diretor Joe Johston contou com a ajuda de uma empresa especializada em mudanças faciais feitas de modo digital, algo como o “Deepfake” de hoje, só que profissional. O processo de filmagem dessas cenas do Steve raquítico eram cansativos porque envolviam repetir a cena várias vezes de formas distintas. Primeiro era gravada a expressão facial de Chris para que pudesse ser inserida no rosto do dublê. Depois, o elenco se reunia e fazia a cena normalmente. Então, Chris saía de cena e o resto do elenco reencenava o momento olhando para baixo, na marcação que indicava a altura do Steve pré-soro. Então, entrava o dublê magrelinho para fazer a mesma cena, para que a computação fizesse os ajudes na pós-produção e inserisse o rosto de Chris Evans sobre o corpo. Agora imagine o estresse quando os atores erravam uma fala e tinham que fazer ainda mais takes das mesma cenas? Foi uma gravação cansativa.


1,83 m

Uma das técnicas utilizadas pela direção para que o pequeno Steve estivesse na mesma perspectiva para todos os personagens foram os caixotes sobre os quais os coadjuvantes ficaram nas gravações que contavam com Chris Evans. Assim, estando mais alto, o resto do elenco acaba olhando para baixo quando ia falar com Steve. Essa técnica ficou famosa na trilogia O Senhor dos Anéis, que tinha anões, hobbits e magos altos. Também foram usados cortes e ângulos de câmera diferentes, fazendo com que Steve parecesse mais baixo ou mais alto, dependendo do momento do filme. Isso fica nítido após Steve Rogers passar pela injeção do soro, porque Chris Evans e Sebastian Stan medem 1,83 m de altura. No entanto, depois de se tornar o Capitão América, Steve passa a ser retratado em cena com ângulos que dão a impressão dele ser uns 10 cm maior que Bucky Barnes, seu melhor amigo.


Como se fosse a primeira vez

Parte fundamental do filme e da mitologia do Capitão América nos quadrinhos e nos cinemas, o Soro do Super Soldado foi introduzido no MCU antes mesmo do próprio Steve e sua identidade heroica. Sua primeira aparição acontece em O Incrível Hulk (2008). Na trama do filme, eles indicam que Bruce Banner (Edward Norton) tentava recriar o Soro do Super Soldado, mas se irradiou com raios Gama em vez dos raios Vita. O resultado todos já sabem: ele virou um monstrão verde e raivoso conhecido como Hulk. Anos mais tarde, o General Ross (William Hurt) recuperaria essa fórmula, aparentemente estabilizada, para aperfeiçoar o desempenho de Emil Blonsky (Tim Roth), permitindo que ele caçasse e enfrentasse o Hulk. Só que as coisas fogem de controle e ele acaba se transformando no vilão Abominável. E essa não é a única ligação do Capitão América com O Incrível Hulk. Em uma cena de abertura alternativa, Bruce ia para o ártico e tentaria cometer suicídio dando um tiro na boca. Então, ele se transforma no Hulk, que cospe a bala e começa a quebrar a geleira. Em um desses fragmentos de gelo, é possível ver o corpo congelado do Capitão América com escudo e tudo. Apesar da cena ter sido descartada, o que teria causado conflito com a versão do congelamento mostrada em Capitão América: O Primeiro Vingador, Bruce Banner (Mark Ruffalo) faz uma menção a ela em Os Vingadores (2012).


Queria dobradinha

Ainda falando sobre a ligação com O Incrível Hulk, o diretor do filme Louis Leterrier tentou emplacar a direção de mais um filme do MCU. Isso porque ele é fã do Capitão América, vide as referências ao herói que ele inseriu no filme do verdão, e ficou completamente louco ao ver as artes conceituais iniciais que a Marvel fez para começar a planejar o filme do Capitão. O diretor se ofereceu imediatamente para comandar a nova aventura da Marvel, só que o desempenho de seu filme nos cinemas e o estilo de filmagem do diretor não agradaram Kevin Feige a ponto de entregar para ele outro longa. Em vez disso, eles deram a direção para Joe Johnston.


Segunda Guerra Mundial por um especialista

A estética de Capitão América: O Primeiro Vingador é única no MCU. A ordem de Kevin Feige era recriar com perfeição o clima das matinês e dos Estados Unidos na época da Segunda Guerra Mundial. Para isso, ele buscou um time de especialistas em filmes sobre a Segunda Guerra para produzir cenários que precisassem do mínimo de CGI possível e transmitissem aquele espírito dos anos 1940. E o escolhido para comandar a aventura foi Joe Johston, que era um especialista em projetos de aventura contra os nazistas, já que trabalhou como diretor de arte de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981) e também dirigiu The Rocketeer (1991), uma divertida aventura dos anos 1990 sobre um piloto de avião que encontra uma turbina portátil e usa ela para se transformar em um herói dos anos 1940 que enfrenta os nazistas infiltrados em Hollywood. Com esse currículo, Joe misturou suas referências e trouxe uma direção que passa com perfeição o estilo das matinês.


Quase famosos

Inicialmente, a ideia era de que o filme tivesse um caminhão de participações especiais relacionadas ao universo do Capitão América e do Universo Marvel em si. Além da presença do Barão Zemo e do Barão Strucker, Joe Johnston queria introduzir o Wolverine e o Magneto. Só que a equipe criativa repensou na decisão dos vilões porque eles seriam utilizados em cenas curtas, agindo como subalternos do Caveira Vermelha. Como eles não teriam relevância, acabaram sendo cortados do roteiro para não serem queimados e terem a chance de aparecer posteriormente. Isso foi um acerto, já que o Zemo de Daniel Brühl se tornou um dos vilões mais amados dos fãs nas Fases seguintes. O Barão Von Strucker (Thomas Kretschmann) também apareceu em outra produção da Marvel, mas também foi utilizado como um “bucha” descartável em Vingadores: A Era de Ultron (2015). Quanto aos mutantes, a ideia era representar James Howlett como um soldado do 107º Batalhão, antes dele se transformar no Wolverine, e o pequeno Erik Lehnsherr seria retratado como prisioneiro em um dos campos de concentração, antes dele se tornar o Magneto. Acontece que essa ideia caiu por água abaixo quando Joe descobriu que a Marvel não poderia usar os personagens por questões contratuais.


Capitão América e os Caçadores da Arca Perdida

Por ter a direção de Joe Johnston, que nunca escondeu o amor por seu trabalho em Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, o diretor inseriu diversas referências ao filme em Capitão América: O Primeiro Vingador. Além dele colocar o Capitão para derrotar um nazista jogando ele contra a hélice de um avião, tal qual Indy fizera em seu primeiro filme, e colocar o objeto de desejo do vilão como causa de sua derrocada, há uma sutil referência que situa os filmes do arqueólogo no MCU. Logo no início do filme, após o Caveira Vermelha (Hugo Weaving) conseguir o Tesseract, o vilão diz uma frase como “E o Führer perdendo tempo procurando bugigangas no deserto”. Essa frase é uma referência ao grupo nazista que foi enviado para o Cairo procurar pela Arca da Aliança, no filme do Indiana Jones. Como a equipe acaba sendo dizimada pela própria Arca, a missão foi considerada um fracasso pelos nazistas, fazendo com que o vilão tirasse sarro do fracasso alheio.

 


Pechinchou o elenco

Embora tenha um elenco de bastante peso, o primeiro filme do Capitão não gastou tanto com seus elencos. Para entender melhor a situação, o astro do filme, Chris Evans, recebeu “apenas” US$ 300 mil dólares por sua atuação no longa. Em nível de comparação, Robert Downey Jr. recebeu aproximadamente US$ 55 milhões por sua participação em Os Vingadores (2012). Sebastian Stan, que interpretou o “principal coadjuvante” do filme, não tinha um nome conhecido no mercado e continuou com problemas para pagar o aluguel após receber seu cachê pelo filme. Fora isso, Stanley Tucci, que dá vida ao Dr. Abraham Erskine, nunca cita o salário como o atrativo que o levou a assinar com a Marvel. Na verdade, em algumas entrevistas, o ator afirmou que o fator que o seduziu a embarcar no filme foi a oportunidade dele trabalhar um sotaque alemão, algo que ele jamais havia feito em sua carreira.


Pós-créditos diferente

Por ser o último filme antes do aguardado Os Vingadores, Capitão América: O Primeiro Vingador teve a cena pós-créditos mais diferente da história do MCU. Ela não apenas trazia uma cena do próximo filme, mas também emendava diretamente com um teaser exclusivo com conteúdos inéditos da primeira aventura do grupo de heróis da Marvel. Assim, o filme segue até hoje como o único do Universo Cinematográfico Marvel a ser encerrado com um trailer da próxima produção.

Capitão América: O Primeiro Vingador está disponível no Disney+

Crítica | Os Radley – Quando o Vampirismo Chega à Classe Média Britânica

No início da década de 2010, surfando na onda da saga ‘Crepúsculo’ e da corrente de fãs que se formou mundo afora (na sua maioria, adolescentes e jovens naquela época), uma grande quantidade de histórias sobre vampiros começou a ser publicadas, colocando os sanguessugas dentro de contextos contemporâneos, trazendo-os para o cotidiano comum a todos. O vampiro, assim, podia ser seu chefe, seu marido, a professora da escola, o crush da internet. Dentre os muitos livros publicados, ‘Os Radley’, lançado no Brasil pela editora Galera Record, em 2011, conquistou seu espaço dentre o público leitor, e, assim, quinze anos após sua primeira publicação na Inglaterra, a história ganhou sua adaptação cinematográfica, que chega com o mesmo nome ao circuito exibidor a partir de hoje.

Os Radley’ são uma família comum, embora seus vizinhos os achem esquisitos e o tempo todo fiquem pichando essa palavra na fachada da casa da família. Peter (Damian Lewis, de ‘Era Uma Vez… em Hollywood’) é médico; Helen (Kelly MacDonald, de ‘Onde Os Fracos Não Têm Vez’) é uma mãe que fica em casa enquanto cuida da família; Clara (Bo Bragason), desde que virou vegana, está sempre pálida e vomitando por tudo, enquanto seu irmão menor, Rowan (Harry Baxendale), é super introvertido e se esconde atrás de uma câmera, passando o dia a fotografar pessoas. Após uma festa, o jovem Stuart (Freddie Wise) é dado como desaparecido, e as evidências apontam para a família Radley. É nesse momento que a jovem Clara descobre o terrível segredo da família: na verdade eles são todos vampiros, e o tio Mark (Steven Waddington) chega para mostrar os benefícios dos tentadores poderes vampirescos.

Dado o relativo sucesso dos livros mundo afora (aqui no Brasil, inclusive), é um pouco decepcionante que a adaptação cinematográfica não tenha a mesma energia do que a história criada por Matt Haig. Mesmo em se tratando de uma trama de mortos-vivos, o filme de ‘Os Radley’ parece sem vida, sem cores, tudo muito cinzento-azulado, desde a paisagem de interior da Inglaterra ao figurino e às interpretações do elenco como um todo, como se fossem mais humanos do que vampiros e a única diferença fisiológica fosse os dentes pontudos.

O que é um tanto surpreendente, uma vez que o filme é dirigido por Euros Lyn, que também dirigiu a série ‘Heartstopper’. É provável, também, que o roteiro de Talitha Stevenson e Jo Brand leve uma parcela de responsabilidade, mesmo sendo perceptível o esforço de adaptar todos os acontecimentos do livro em uma produção de uma hora e meia de duração. Assim, temos muito tempo dedicado a, por exemplo, uma festa de aniversário de Peter, e pouco tempo para a profundar a descoberta dos poderes vampirescos pelos irmãos adolescentes ou aos motivos da paranoia do personagem Jared (Shaun Parkes), que ficam bastante gratuito e, quando explicado, é atropelado pelos eventos subsequentes. Por fim, em vez de apresentar um filme sobre vampiros, ‘Os Radley’ acaba sendo um filme sobre uma família de classe média mediana, bem padrão, com um casal em crise no matrimônio, uma adolescente aborrecente e um jovem entendendo seus próprios hormônios – e que, por acaso, são vampiros, como poderiam ser, sei lá, imigrantes.

Sem quase nada de terror e sangue, ‘Os Radley’ é um drama britânico que adiciona o elemento vampiresco para falar de questões do cotidiano.

Crítica de Álbum | 1989 – Taylor Swift e sua nostálgica originalidade

Toda carreira musical eventualmente preza por mudanças – e tais mudanças são muito bem-vindas. É claro que, apesar das múltiplas tentativas, essa busca por algo novo às vezes enfrenta obstáculos e acaba caindo em convenções conhecidas e monótonas ao invés de oferecer ao público algo original e interessante. Felizmente, não é isso o que acontece com 1989, quinto álbum de estúdio de Taylor Swift e que representa, de longe, um incrível ápice em sua carreira iniciada aos quinze anos de idade.

É costumeiro perceber que, logo após um sucesso, a expectativa de determinado público-alvo, ávido por mais composições e obras envolventes, alcance níveis inenarráveis – e por mais que certa parte dos ouvintes não se relacione com o estilo musical de Swift, é inegável dizer que a jovem cantora carrega consigo uma mentalidade mercadológica de ponta e, por vezes, invejável. Não é surpresa que o período que sucedeu o lançamento de Red (2012) serviu para seu amadurecimento e sua fluida transição para a multimilionária indústria do pop – e mais: seu aguardado disco também serviu para reafirmar sua paixão pelo clássico synth-pop da década de 1980, trazida com força em diversas faixas.

A produção musical pode até ser mimética, mas não peca em apenas imitar ou homenagear construções já existentes. Mesmo que a primeira track, Welcome to New York”, funcione como uma apresentação teatral e animada, ainda que previsível, ela não revela o restante do conteúdo – e esse é o aprazível pano de fundo que nos acompanha do começo ao fim. Swift é auxiliada por nomes como Max Martin e Shellback e mostra-se inspirada em grande parte do CD, ainda que deslize aqui e ali, talvez apenas para suprimir algumas necessidades mais populares e modestas. De qualquer forma, mesmo os perceptíveis equívocos não conseguem apagar ou desconstruir o que a artista procura como mensagem principal.

Não há como negar que Taylor acaba deixando para trás suas tendências country e abra portas para um respaldo que não aparecia com tanta força em sua carreira. Porém, ela prefere aglutinar ao renegar o que a colocou no topo da indústria musical, tanto que algumas músicas retomam a beleza da guitarra e a presença extremamente sutil do baixo e do banjo – escolhas nostálgicas que, em geral, funcionam (e aqui, menciono, por exemplo, I Wish You Would”, que resgata seus vestígios interioranos dos Estados Unidos de modo belo e competente).

1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.

A quebra nessa fluidez quase mágica vem no miolo do disco, mais precisamente com a pedante Shake It Off”. Aqui, desde a instrumentalização vocal até o arranjo composicional se forçam em um monótono e repetitivo ciclo que, na verdade, não contribui em nada para a obra e se torna datada em pouquíssimo tempo. Felizmente, a volta por cima já ocorre nas próximas faixas, alçando voo em duas belíssimas e melódicas baladas – This Love”, que sem dúvida explora a potência da cantora, e Clean”, uma conclusão bastante satisfatória e que resume cada uma das mensagens das composições anteriores.

1989 é uma ótima adição à discografia de Taylor Swift que, recheada de competentes construções, representa uma brusca e adorável mudança em seu estilo, encontrando um equilíbrio quase perfeito entre suas raízes e sua nova perspectiva.

Nota por faixa:

  • Welcome To New York – 3,5/5
  • Blank Space – 4/5
  • Style – 4,5/5
  • Out Of The Woods – 5/5
  • All You Had To Do Was Stay – 4,5/5
  • Shake It Off – 2,5/5
  • I Wish You Would – 4/5
  • Bad Blood – 3/5
  • Wildest Dreams – 3,5/5
  • How You Get The Girl – 4/5
  • This Love – 4,5/5
  • I Know Places – 4/5
  • Clean – 4/5

‘Inherit the Viper’: Drama com Chandler Riggs ganha cartaz oficial; Confira!

Lionsgate divulgou o primeiro cartaz oficial de seu novo thriller criminal, Inherit the Viper.

Confira:

O filme é dirigido por Anthony Jerjen, com roteiro assinado por Andrew Crabtree.

Para os irmãos Kip e Josie, lidar com opioides não é apenas um negócio de família, mas sim o único jeito de sobreviver. Quando um acordo dá fatalmente errado, Kip decide sair do negócio, mas sua tentativa de escapar do legado da família culmina em um ciclo de violência e traição, ameaçando Kip, Josie e seu irmão mais novo, Boots.

O elenco é formado por Chandler RiggsJosh HartnettMargarita LevievaBruce Dern.

Inherit the Viper estreia no dia 10 de janeiro de 2020.

‘Guardiões da Galáxia: Vol. 2’: Sylvester Stallone estampa imagem inédita de bastidores; Confira!

Em seu Twitter oficial, o ator Michael Rosenbaum, que viveu Martinex em ‘Guardiões da Galáxia: Vol. 2’, divulgou uma imagem inédita dos bastidores do longa-metragem.

A foto estampa ninguém menos que ele mesmo ao lado do diretor James Gunn e dos atores Sylvester Stallone e Michelle Yeoh, que viveram Stakar e Aleta Ogord, respectivamente.

Confira:

O segundo filme foi lançado em 2017 e tornou-se um sucesso de crítica e de público, abarcando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando quase US$864 milhões nas bilheterias mundiais.

A terceira parte da franquia, por sua vez, deve entrar em pré-produção nos próximos meses, com detalhes sobre a narrativa e adições ao elenco surgindo a todo instante.

Em uma recente publicação da Film Updates, a popstar Lady Gaga foi mencionada como possível integrante de ‘Guardiões da Galáxia Vol 3′ como Lylla, o interesse amoroso de Rocket.

Lady Gaga está sendo cotada para o papel de Lylla, o interesse amoroso de Rocket, em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘. Isso marcaria um reencontro entre Gaga e Bradley Cooper, intérprete de Rocket, após sua atuação conjunta em ‘Nasce uma Estrela‘”

Para quem não conhece, Lylla foi criada em 1982 como uma lontra senciente e herdeira de uma fábrica de brinquedos. Ela conhece Rocket no meio da grande ‘Guerra dos Brinquedos‘, sim, é exatamente o que parece.

É claro que sua origem pode ser alterada no MCU, caso seja confirmada sua introdução, mas já sabemos que James Gunn não é do tipo que se esquiva de elementos fantásticos em suas adaptações.

Especula-se que o filme chegará aos cinemas em 2023.

Tye Sheridan luta pela sobrevivência no trailer da série ‘Wireless’; Confira!

O serviço de streaming Quibi divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Wireless’, novo thriller de sobrevivência estrelado por Tye Sheridan.

Confira:

Zach WechterJack Seidman são os showrunners e roteiristas da produção. Steven Soderbergh entra como produtor executivo.

Em uma viagem às montanhas do Colorado, o estudante da faculdade Andy Braddock (Sheridan) dirige para uma festa de Ano Novo para se reconectar com uma ex-namorada. Distraído por seu celular, ele colide contra um banco de neve e é arremessado na ravina. Machucado e sozinho, Andy se desespera para ligar para o resgate – mas a ajuda está bem mais longe do que ele imagina.

Lukas Gage, Francesca RealeMace CoronelSydney ParkAndie MacDowell e Eric Dane completam o elenco.

‘Wireless’ tem estreia marcada para o dia 14 de setembro.

Crítica | Alicia Keys celebra a cultura afroamericana com o impecável ‘HERE’

Quando achávamos que Alicia Keys não poderia mais nos surpreender com composições originais e rearranjos de sua própria carreira, ela nos prova errado – e é basicamente essa sensação estupenda que fica com HERE, seu sexto e penúltimo álbum de estúdio (até o momento). Demorando nada menos que quatro anos para lançá-lo, a artista comentou em entrevistas promocionais que nunca havia criado músicas de uma forma tão rápida. Talvez o motivo de tamanho fluxo criativo tenha insurgido com os crescentes movimentos em defesa das vidas negras nos Estados Unidos e da luta para celebrar a importância da cultura africana. E, enquanto ela nunca experimentou algo assim, o público também não – o que explica nosso imediato envolvimento com uma jornada majestosa traduzida em dezoito faixas.

HERE inicia de uma forma familiar: Keys abre essa sinestésica aventura com um interlúdio intitulado “The Beginning”, que coloca o piano em segundo plano pela primeira vez em prol de uma declamação evocativa sobre a história, durante a qual une presente, passado e futuro, fazendo homenagens a uma “Nina Simone no parque, no Harlem, no escuro” e celebrando sua própria persona. A profunda atmosfera é uma reminiscência de seus primeiros anos na indústria, mas é pincelada com uma profundidade desencantada com o mundo e que guiaria todas as outras faixas – como a consecutiva e explosiva “The Gospel”. Aqui, a influência do R&B dá espaço para uma mistura entre rap e soul, arquitetados com a verborragia analítica de uma das muitas personagens que saíram de bairros afro-americanos (como o Bronx e o Brooklyn, por exemplo) e que compartilham de narrativas bastante similares.

A expressão da contracultura poética é arquitetada em contraponto aos clássicos orquestrais, o que explica a necessidade de uma track como essa em um período tão complexo quanto o que Alicia vivia. Através de uma pungente lírica (sua melhor até então), suas críticas à meritocracia e ao supremacismo racial são claras e bem-vindas. Tais incursões se mantém em “Pawn It All”, um dos ápices do álbum, em que a temática de reconquistar uma vida perdida é conduzida por um pop-folk e R&B que condecora, acidental ou propositalmente, as cantigas laborais inglesas do século XVII – abrindo espaço para as populares transgressões do gospel. Os resgates cinquentistas também aparecem com força, como na poderosa “Kill Your Mama”, mas não restringem o construtivo anacronismo que toma forma no synth-soul de “She Don’t Really Care_1Luv” ou na contemporaneidade de “Work On It”.

Por mais único que o estilo da cantora e compositora seja, considerando principalmente as power ballads em R&B com que nos presenteara anos atrás, ela não tem medo de ousar em consagrar todos os ídolos que já passaram por sua vida – da mesma forma que sempre fizera. A comercial parceria com A$AP Rocky, “Blended Family (What You Do For Love)”, é nada menos que uma breve e mais comedida mesura às vibrantes inflexões dos grupos En Vogue e Salt-N-Pepa – algo que já era de se esperar, considerando o respaldo militante e feminista da lead singer -, com todas as glórias dos anos 1990. As aparições póstumas de James Brown comandam os potentes vocais de “Illusion of Bliss”, cujo título fala acerca de uma pseudo-felicidade que mascara os reais problemas da sociedade. Em “Where Do We Begin Now”, as apaixonantes dissonâncias retomam a artística produção dos anos 1920 do jazz, fazendo alusão ao lendário George Gershwin e a suas rapsódias.

Diferente das breves obviedades de suas obras anteriores, Keys também desconstrói uma engessada estética para trabalhar na diegese e na extradiegese de seu trabalho. A metalinguagem fonográfica é um dos principais artifícios utilizados pela artista, transpondo-a para além dos microcosmos de cada faixa e calcando uma espécie de musical dramático – exemplificado pela fusão entre trilha sonora e diálogos cotidianos sobre os mais variados assuntos que discorre ao lado de seus colegas. De qualquer forma, ela não abandona o que outrora lhe colocou no topo do mundo, como os roucos e crus vocais de “Hallelujah”, que, apesar de perder pontos pela formulaica progressão, vale a pena pela teatral rendição.

O CD não rendeu muitos singles promocionais – e a explicação é extremamente plausível. Alicia não desejava engendrar uma mera diligência mercadológica, e sim investir em uma tese sociológica sobre os problemas e as dificuldades enfrentadas pelos negros desde a época da escravidão até a atualidade, incluindo preconceito, falta de oportunidades e apagamento de cultura. Mais do que isso, ela fala sobre as múltiplas ramificações dos afrodescendentes de forma conspícua e celebratória, numa urgência que marcaria produções futuras de nomes como Beyoncé, Megan Thee Stallion e Cardi B.

De Elaine Brown a Shirley Chisholm, HERE é um grande aparato histórico e a magnum opus de Alicia Keys. Ela reconhece sua presença na sociedade contemporânea e, como cita categoricamente logo na primeira canção, se enxerga como a “dramática estética antes da música começar”.

Nota por faixa:

  1. The Beginning (Interlude) – 5/5
  2. The Gospel – 5/5
  3. Pawn It All – 5/5
  4. Elaine Brown (Interlude) – 5/5
  5. Kill Your Mama – 4,5/5
  6. She Don’t Really Care_1Luv – 4,5/5
  7. Elevate (Interlude) – 4/5
  8. Illusion of Bliss – 5/5
  9. Blended Family (What You Do For Love) (feat. A$AP Rocky) – 4,5/5
  10. Work On It – 5/5
  11. Cocoa Butter (Cross & Pic Interlude) – 5/5
  12. Girl Can’t Be Herself – 4,5/5
  13. You Glow (Interlude) – 5/5
  14. More Than We Know – 4,5/5
  15. Where Do We Begin Now – 5/5
  16. Holy War – 5/5
  17. Hallelujah – 3,5/5
  18. In Common – 5/5

‘The Flash’: As coisas não são o que parecem ser na sinopse oficial do episódio 07×14; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Rayo de Luz”, 14º episódio da sétima temporada de The Flash, que marca o retorno de Danielle Panabaker à direção.

Na trama, “quando Ultravioleta retorna para Central City, Allegra fica determinada em encontrá-la e mudar seu coração. Enquanto isso, Joe encontra evidências de que Kristen Kramer pode não ser a policial boazinha que todos acreditam ser”.

O episódio vai ao ar no dia 22 de junho.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Finch’: Aventura sci-fi estrelada por Tom Hanks ganha divertido vídeo promocional; Confira!

Finch‘, a aventura sci-fi estrelada por Tom Hanks, ganhou um novo vídeo promocional que revela detalhes sobre a produção.

A estreia acontece dia 5 de novembro na Apple TV+.

Confira, junto ao trailer:

Na trama, Hanks interpreta Finch, um engenheiro de robótica e um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico, que acarretou na desolação da humanidade. Ao adquirir uma doença terminal, ele decide criar um robô (vivido por Caleb Landry Jones – ‘Corra!‘) para que ele possa cuidar do seu cachorro, Goodyear, quando ele morrer. A partir disso, os três vão embarcar em uma peculiar jornada em meio a uma América desolada, na qual Finch vai tentar ensinar ao seu robô o que significa ser humano e como cuidar do seu bichano, que terá que se adaptar ao seu novo mestre.

Este será o segundo filme estrelado por Hanks a ser lançado na Apple TV depois do thriller da Segunda Guerra Mundial, ‘Greyhound‘. Embora Hanks não tenha ficado totalmente satisfeito com a Apple ter enviado o drama de guerra direto para streaming, isso resultou no maior fim de semana de abertura do streamer como o filme mais assistido na época, com audiência equivalente a um blockbuster teatral de verão.

Miguel Sapochnik (‘Game of Thrones‘, ‘True Detective‘), assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Craig Luck (que marca sua estreia em longa metragem) e Ivor Powell.

O elenco ainda conta com Laura Harrier, Samira Wiley, and Skeet Ulrich.

‘Kung Fu’: As tensões aumentam na promo oficial do episódio 02×04; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Clementine”, quarto episódio da 2ª temporada de ‘Kung Fu’.

Na trama, “depois de se ver em um aperto, Dennis procura Nicky para ajudá-lo, levando-os a descobrir um roubo de carro em Chinatown. Em outro lugar, quando uma discussão sobre família levam Henry e Nicky a brigarem pela primeira vez, Henry relutantemente se reconecta com seu pai afastado. Por fim, Evan é forçado a tomar uma decisão difícil que poderia lhe custa seu emprego”.

O capítulo, dirigido por Richard Speight Jr. e escrito por Richard Lowe, vai ao ar no dia 30 de março.

Confira:

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na HBO Max.

Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

O elenco da série também conta com Tony Chung, Ludi Lin, Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

‘Walker: Independence’: Pré-sequência de ‘Walker’ ganha novo teaser com cenas INÉDITAS

Foi divulgado mais um teaser oficial da série ‘Walker: Independence‘, pré-sequência do adorado reboot ‘Walker‘.

A produção tem lançamento agendado para o dia 6 de outubro, na The CW.

Confira:

A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.

Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.

Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.

Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna FrickeSeamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.

Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.

Artigo | ‘Os 7 de Chicago’ continua como um dos melhores dramas originais da Netflix

No final dos anos 1960, os Estados Unidos passavam por um dos períodos mais controversos e conturbados da sua história – não que o país nunca tenha baseado sua “popularidade” em eventos do tipo. Entretanto, na época em questão, o governo estadunidense se envolvia com uma condenável guerra com o Vietnã, encarada por todos como uma atitude incabível pelo presidente Lyndon B. Johnson, que aumentava exponencialmente o número de soldados inexperientes e jovens para serem massacrados em uma batalha que não lhes pertencia – e que fazia parte de uma mentalidade neo-imperialista que não se importava com as pessoas, e sim com a dominância. É claro que tais políticas de “abatimento” foram encaradas com repúdio por grupos militantes e libertários, que se reuniam em protestos conflitantes para demandar a saída dos Estados Unidos da guerra. 

Eventualmente, os manifestantes e a polícia entraram em um sangrento conflito, o que levou o governo a prender oito nomes principais das rebeliões para julgá-los como culpados, antipatriotas e incitadores do caos – e, enquanto ficaram conhecidos como os 8 de Chicago, um deles teve suas acusações retiradas por não ter se envolvido com a história (o co-fundador do grupo conhecido como Panteras Negras, Bobby Seale). E foi a partir daí que surgiu a produção da Netflix intitulada Os 7 de Chicago, um poderoso drama legal comandado pelo vencedor do Oscar Aaron Sorkin – que atingiu seu amadurecimento como cineasta depois da sólida, ainda que convulsionada, estreia com A Grande Jogada’ três anos atrás. E, considerando que a narrativa havia ganhado inúmeras versões documentais e dramatizadas ao longo dos anos, Sorkin teria um trabalho complexo ao apresentar ao público uma perspectiva diferente dos fatos, uma que se afastasse dos convencionalismos de gênero.

O resultado, ainda que com seus pontuais defeitos, é satisfatório e instigante do começo ao fim, mais pela dinâmica montagem e pelo explosivo roteiro do que por qualquer coisa. Entretanto, não podemos de mencionar o estelar elenco guiado pela força descomunal de nomes como Eddie Redmayne, Sacha Baron Cohen e Mark Rylance – e até mesmo um desperdiçado Yahya Abdul-Mateen II que, mesmo com a brevidade de suas aparições, causa uma comoção honrável ao interpretar Seale. Como já era de se esperar, Sorkin traz elementos de suas investidas anteriores (como diretor e como roteirista, principalmente), para criar uma espécie de universo crítico e impiedoso, movido pela verborragia incessante e por elementos artísticos que, às vezes, esbarram no preciosismo dramático. 

O filme apresenta ao público uma extensa e profunda análise sobre a corrupção do sistema judiciário e sobre algo que é-nos apresentado como “julgamento político”. Afinal, nenhum dos réus entende com certeza absoluta o porquê de estar perante o tribunal: de um lado, Redmayne interpreta o líder do movimento estudantil Tom Hayden, uma pacífica persona que permanece retraído e prefere não se envolver com aquilo que desconhece; de outro, Cohen e Jeremy Strong dão vida à irreverente dupla hippie e politizada Abbie Hoffman e Jerry Rubin, rebeldes com uma causa bastante direcionada que se vale de frases de efeito e quebras de expectativas – e que não diferem a “importância” premeditada de juízes e o anonimato de um oficial de polícia; e, no topo de tudo isso, temos John Carroll Lynch como o pacífico David Dellinger, que, por sua própria experiência, sabe como lidar com as adversidades. 

Tais figuras cruzam caminho através do fio condutor da narrativa, materializado pelo arco tour-de-force de Rylance como o radical advogado e defensor dos direitos civis William Kunstler – o qual enfrenta sem pensar duas vezes a demagogia narcisista de nomes como o juiz Julius Hoffman (Frank Langella), que nem se preocupa em conhecer os nomes dos acusados, como também já tem sua decisão definida muito antes da sessão começar. É nesse claustrofóbico cenário, que oscila entre a opressão governamental e a centelha de esperança de jovens revolucionários, que o enredo ganha vida, cujo potencial transbordante é explorado em quase sua totalidade. E, entre discussões necessárias sobre a liberdade de expressão, a brutalidade policial e a corrupção sistêmica, é incrível o modo como Sorkin fornece os elementos necessário para humanizar emblemas engessados em livros de história e reapresentá-los a um mundo que precisa conhecê-los. 

O longa dosa com sabedoria a comicidade e o drama, além de realizar movimentos de dilatação e contração através de um ritmo enérgico e que nos impede de tirar os olhos das telas. As quebras de expectativa e a proposital falta de senso de certos personagens servem como máscara para uma ácida crítica àqueles que mandam e àqueles que cegamente obedecem homens inescrupulosos que não colocam a mão na massa, preferindo contratar bodes expiatórios que façam o trabalho sujo por eles; enquanto isso, a tragédia legislativa que se desenrola diante de nossos olhos é sustentada por clímaces metalinguísticos e evocativos, além de premeditar reviravoltas talvez espetaculares demais para serem levadas a sério – isso sem mencionar a substancial e novelesca trilha sonora encabeçada por Daniel Pemberton. 

A “modernidade histórica” da qual a obra se vale é outro indicativo do coming-of-age artístico não apenas da trama, mas também da carreira de Sorkin. O roteiro é instantaneamente um reflexo de trabalhos predecessores, como A Rede Social’ e Steve Jobs’, ainda mais quando canalizamos a atenção para os altivos monólogos e para os diálogos metafóricos e entroncados entre polos opostos; a edição, por sua vez, é uma derrocada asserção comandada por Alan Baumgarten, frequente colaborador de Sorkin que ficara responsável por A Grande Jogada’ e, aqui, certamente teve mais espaço criativo.

Os 7 de Chicago continua como um dos melhores títulos originais da Netflix. Mais do que isso, é uma peça que reafirma a visão e a competência ímpares de seu diretor e roteirista como um dos nomes a dominar os holofotes nos anos que virão. 

 

Mãe e filha lidam com poderes sobre-humanos no trailer do SUSPENSE sci-fi ‘Gray Matter’; Confira!

HBO Max divulgou o trailer oficial de ‘Gray Matter’, seu mais novo thriller sci-fi.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 13 de julho.

Confira:

A produção marca a estreia diretorial de Meko Winbush. O roteiro é assinado por Phil Gelatt.

‘Gray Matter’ é centrado em Ayla e sua filha Aurora, que possuem habilidades sobre-humanas. Enquanto Ayla tenta treinar Aurora para lidar com essas habilidades, um trágico incidente coloca a jovem no controle de seu destino e força a mãe a confrontar a verdade sobre seu passado.

Jessica Francis DukesMia Isaac e Garret Dillahunt estrelam.

Paul Giamatti revela que gostaria de participar de ‘Entre Facas e Segredos 3’

Em uma recente entrevista ao podcast Happy Sad Confused Podcast, o astro Paul Giamatti revelou que gostaria de estrelar o próximo capítulo da franquia Entre Facas e Segredos 3’, também conhecida por Knives Oute comandada por Rian Johnson.

O ator inclusive deu algumas ideias de quem ele poderia interpretar no terceiro longa-metragem.

“Houve um grande renascimento ao estilo de Agatha Christie, mas do tipo de ‘assassinato em sala de estar’. Eu adoro coisas assim e acho ótimo que as pessoas estejam fazendo coisas assim de novo – como Knives Out e todas as coisas de Agatha Christie, ele disse. “E eu sinto que as crianças hoje em dia estão curtindo essas coisas. Knives Out 3′… Eu gostaria de fazer algo assim. Seria divertido interpretar um detetive assim – ou apenas alguém em aquele filme. Esse tipo de mundo que eu amo, essa coisa toda”.

Em outubro deste ano, Johnson revelou que o roteiro do novo capítulo já está sendo desenvolvido:

“O roteiro está progredindo. Obviamente não pude trabalhar durante a greve, e agora que acabou, estou mergulhando com força total, e assim está progredindo. Eu já tenho a premissa, tenho o cenário, tenho o que o filme é na minha cabeça. É só uma questão de escrever o maldito roteiro.”

Pouco foi revelado sobre o filme, além dos desejos anteriores de Johnson de ambientá-lo em algum lugar da América, depois que ‘Glass Onion‘ levou Benoit Blanc (Daniel Craig) para a Grécia.

“Eu quero que seja na América”, contou Johnson ao Insider em dezembro do ano passado passado. “Há muitas coisas tentadoras em Paris ou nos Alpes Suíços, mas sinto que é muito importante que sejam filmes americanos. Mesmo que Glass Onion seja ambientado no exterior, ainda é um grupo de americanos que estão presos juntos em uma ilha, então Blanc de volta para algum lugar um pouco mais perto de casa, acho que pode ser uma coisa boa para o próximo.”

Até lá, relembre nossa crítica de ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’: 

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Drops of God’: Série baseada no icônico mangá é RENOVADA para a 2ª temporada!

Drops of God, adaptação seriada live-action do icônico mangá homônimo, se tornou uma das grandes sensações da Apple TV+ no ano passado.

Agora, a plataforma de streaming revelou que a atração foi oficialmente renovada para a 2ª temporada. Mais detalhes não foram divulgados.

Confira o anúncio, acompanhado da primeira imagem do próximo ciclo:

Alexandre Léger, criador do famoso Guia de Vinhos Léger e emblemática figura da enologia, acabou de falecer, deixando para trás uma filha, Camille, que não o viu desde que os pais se separaram quando tinha apenas nove anos de idade. Quando Camille viaja para Tokyo para a leitura do testamento de Alexandre, ela descobre que o pai lhe deixou uma extraordinária coleção de vinhos. Mas, para receber a herança, ela deverá competir com um brilhante enólogo chamado Issei Tomine – que seu pai adotou como pupilo e que é referido no testamento como o “filho espiritual” de Léger.

A série é baseada na série de quadrinhos criada e escrita por Tadashi Agi e publicada pela Kodansha. Quoc Dang Tran entra como showrunner.

Fleur GeffrierTomohisa Yamashita estrelam como Camille e Issei, respectivamente. Makiko WatanabeSatoshi NikaidoAntoine ChappeyTom WozniczkaAzusa Okamoto também fazem parte do elenco.

A temporada de estreia é composta por oito episódios.

Embarque numa aventura FANTÁSTICA com o trailer da fantasia ‘The Legend of Ochi’

A24 divulgou recentemente o trailer oficial de The Legend of Ochi, seu mais novo filme de fantasia e de aventura.

O longa-metragem chega aos cinemas dos EUA em 28 de fevereiro de 2025, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira:

Isaiah Saxon faz sua estreia diretorial com o projeto, além de assinar o roteiro.

Em uma remota vila do norte, uma jovem chamada Yuri é criada para nunca sair de casa depois de escurecer, temendo as reclusas criaturas da floresta conhecidas como Ochi. Quando um bebê Ochi é deixado para trás por sua matilha, ela embarca na aventura de sua vida para reuni-lo com sua família.

Helena ZengelFinn WolfhardEmily WatsonWillem Dafoe estrelam.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ ganha data de ESTREIA nos cinemas!

Sony Pictures revelou hoje (31) em seu painel na CinemaCon 2025 que a aguardada animação Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ ganhou data de estreia nos cinemas.

O terceiro capítulo da aclamada saga vencedora do Oscar será lançado em 04 de junho de 2027.

Confira as primeiras imagens:

Vale destacar que Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, arrecadou impressionantes US$ 683 milhões em todo o mundo, consolidando-se como um dos grandes sucessos do ano passado.

Confira a nossa crítica!

Crítica | ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é ambicioso e prepara terreno para um desfecho épico

Orville Peck é Vega nas imagens INÉDITAS dos bastidores de ‘Street Fighter’; Confira!

Através das redes sociais, a adaptação de Street Fighter ganhou novas imagens de bastidores.

As fotos dão destaque a vários membros do elenco, incluindo Callina Liang como Chun-Li, Andrew Koji como Ryu e Andrew Schulz como Dan Hibiki. O destaque vai para Orville Peck, que rouba os holofotes com o traje do vilanesco Vega.

Confira:

Vidyut Jammwal, astro indiano, foi escalado como Dhalsim no filme live-action de Street Fighter, baseado nos jogos da Capcom, segundo fontes do Deadline.

O elenco ainda conta com Noah Centineo (Ken), Jason Momoa (Blanka), Roman Reigns (Akuma), David Dastmalchian (M. Bison), Cody Rhodes (Guile), Curtis JacksonVidyut Jammwal.

A direção do longa será assinada por Kitao Sakurai, conhecido pela comédia ‘Bad Trip‘.

Os detalhes da trama seguem em sigilo, mas espera-se que o filme mantenha a essência do clássico jogo de luta da Capcom, centrado em torneios globais e batalhas entre lutadores de diferentes estilos e motivações.

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.

Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.

Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.

Grammy Awards 2026 | Gesaffelstein leva o prêmio de Melhor Gravação Remixada por “Abracadabra”

“Abracadabra” foi uma das músicas que definiram 2025 e, pouco depois do sucesso inegável do single de Lady Gaga, o DJ e produtor francês Gesaffelstein lançou um remix que acaba de se tornar premiado pela Academia Fonográfica.

remix da ovacionada faixa levou para casa o cobiçado gramofone dourado de Melhor Gravação Remixada.

Vale lembrar que Gaga concorre a sete categorias da premiação, cuja cerimônia principal começa às 21h30min (horário de Brasília), na TNT e na HBO Max.

O compilado anterior de originais de Gaga foi o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado Love for Sale, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado Harlequin, que funcionou como um projeto-irmão do filme Coringa: Delírio a Dois. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 14 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA e 1 Emmy. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ será um filme GRANDIOSO, revelam roteiristas

Em entrevista à Empire, os vencedores do Oscar Phil LordChristopher Miller trouxeram atualizações bastante promissoras sobre Homem-Aranha: Além do Aranhaverso, vindouro terceiro capítulo da aclamada franquia animada.

Acerca do andamento do projeto, Miller comentou: “estamos totalmente imersos no projeto. Hoje mesmo vamos à sede da IMAX para ver como as imagens ficam em grande escala e garantir que tenham a resolução necessária para ficarem deslumbrantes”.

O corroteirista e coprodutor também discorreu sobre as dificuldades em rodar uma animação no formato expandido IMAX, em escala 1,43:1:

“Estamos trabalhando firme na sala de edição com a equipe, e o resultado está ficando excelente. É um filme grandioso, com muito trabalho pela frente. Você precisa continuar criando algo que nunca foi feito antes. É só isso que você tem que fazer. Moleza!”.

Lord concordou, ressaltando: “os detalhes fazem toda a diferença. O mais gratificante nesses filmes é que todos da equipe são extremamente competentes no que fazem. Então, nós ficamos ali, admirando o talento desses artistas brilhantes. Temos a oportunidade de trabalhar com cineastas incríveis, passar o dia todo reunidos e tentar, juntos, tornar tudo cada vez melhor. É muito divertido”.

A Sony Pictures divulgou as primeiras imagens oficiais da sequência ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘, que irá concluir a aclamada franquia animada vencedora do Oscar.

Relembre as primeiras imagens da sequência e siga o CinePOP no Youtube:

As primeiras cenas do longa foram exibidas com exclusividade na Cinema Con 2026.

Confira a descrição:

O material mostra Miles se encontrando cara a cara com o Miles Morales da Terra-42, o Gatuno. O Gatuno zomba de Miles por não conseguir pronunciar Morales corretamente, enquanto os dois continuam a provocar um ao outro. Miles conta ao Gatuno que seu pai vai morrer em dois dias devido a um evento canônico. O Gatuno não entende.

“Que diabos é um Homem-Aranha?”, pergunta o tio de Miles, Aaron. Aaron e o Gatuno estão assustados com a falha de Miles, causada por ele estar no universo errado. Miles então usa seus poderes de veneno para escapar, repetindo o conselho de Peter B. Parker: “Não olhe para a boca. Olhe para as mãos.” Em seguida, ouvimos Aaron dizer a icônica frase “vamos fazer isso pela última vez” antes do trailer começar a alternar rapidamente entre sequências de ação.

Gwen está procurando por Miles. Peter B. Parker pede ao Porco-Aranha para segurar seu bebê, Mayday, e o Porco-Aranha responde: “com prazer. Mas meu leite acabou.” O Rei do Crime aparece no filme em uma silhueta semelhante aos efeitos do Mancha. O Homem-Aranha Noir retorna, surpreendendo outro personagem. Miles luta então contra o Gatuno e, logo depois, enfrenta o Homem-Aranha 2099. Rio Morales dá a Miles um último conselho e o encoraja a ser corajoso.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’: Andy Samberg comenta possível retorno como Ben Reilly

Vale relembrar que o segundo filme, ‘Através do Aranhaverso’, encerrou-se com um gancho eletrizante: Spider-Gwen (Hailee Steinfeld) reuniu uma equipe de aliados, incluindo Peter B. Parker, para resgatar Miles Morales, que acabou preso na Terra-42. Nessa dimensão paralela, Miles confronta uma variante sua que assumiu a identidade do vilão Gatuno, enquanto a Sociedade Aranha, liderada por Miguel O’Hara, mantém sua perseguição implacável.

Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ tem sua estreia global agendada para o dia 18 de junho de 2027.

Ator de ‘Mortal Kombat’ mostra sua preparação para o reboot; Confira!

Em seu perfil no Instagram, o ator Mehcad Brooks, intérprete de Jax no reboot de ‘Mortal Kombat, vem publicando trechos de seu treinamento para viver o personagem.

Na legenda de um recente post, Brooks faz referência ao estilo de luta de Jax, sugerindo que até mesmo os golpes serão fiéis aos jogos de videogame.

Confira:

“É tão divertido encontrar o estilo de luta de Jax, seu gingado e seus socos implacáveis precisam mostrar que ele é capaz de abrir um buraco em um celeiro. É um prazer trabalhar com alguns dos melhores dublês e equipes de coreografia de luta da indústria. Vocês não estão preparados.”

Além de Brooks, o elenco também conta com  Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena) e Lewis Tan, ainda sem personagem definido.

Dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan, o longa será uma adaptação para maiores de idade, e deve incluir Fatalities.

Diferente do que todos pensam, o roteirista Greg Russo afirmou que a nova adaptação do clássico jogo para os cinemas não repetirá as mesmas histórias que os longas predecessores.

“A ideia para este novo filme sempre foi essa, não queremos repetir o que vocês já viram”, Russo declarou. “Isso não é chamativo para ninguém, creio eu. E eles já assistiram àqueles filmes. Então, ao mesmo tempo que queremos contar uma nova história, ela será fiel ao panteão dos jogos que todos amam.”

Mortal Kombat‘ será lançado nos cinemas no dia 5 de março de 2021.

Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, Mortal Kombat teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais. Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. A crítica massacrou os dois filmes.

Jim Carrey e Jeff Daniels, astros de ‘Debi & Loide’, vão trabalhar juntos em novo projeto; Confira!

Em seu perfil do Twitter, Jim Carrey anunciou que irá trabalhar com junto com Jeff Daniels novamente, mas desta vez não é nada relacionado ao clássico ‘Debi & Loide‘, estrelado pela dupla em 1994.

Carrey revelou que convidou Daniels para narrar a versão em áudio de seu livro auto-biográfico, intitulado ‘Memórias e Desinformação‘, escrito em parceria com o romancista Dana Vachon.

O romance é descrito como “uma desconstrução da personalidade de Carrey” e apresenta lembranças sobre suas atuações, crescimento em Hollywood, sua relação com agentes, como ele lida com a vida de celebridade, com os privilégios, e com o medo da morte criativa e intelectual… Uma história sobre apocalipses interiores.”

Na publicação, Carrey divulgou um trecho da narração e escreveu:

“Eu não poderia estar mais feliz por meu amigo Jeff Daniels encontrar tempo para narrar meu romance ‘Memórias e Desinformação‘. O lançamento [da versão em áudio] estará disponível em 07 de julho.”

Confira:

Dirigido por Peter Farrelly, ‘Debi & Loide – Dois Idiotas em Apuros‘ conta a história de Lloyd Christmas (Carrey) e Harry Dunne (Daniels), uma dupla de amigos bem-intencionados, mas um tanto ingênuos.

Ao longo da trama, os amigos de Rhode Island partem numa viagem para Aspen, no Colorado, na tentativa de devolver uma maleta de dinheiro que eles pegaram por engano após por terem sido acidentalmente abandonados, até que descobrem a maleta contém dinheiro de um resgate.

Orçado em apenas US$ 17 milhões, o longa faturou US$ 247,2 milhões pelo mundo e tornou-se um clássico da comédia.

 

 

 

‘Pantera Negra 2’: Diretor enfrenta dificuldades de seguir em frente sem Chadwick Boseman

Após a morte de Chadwick Boseman no ano passado, não é difícil imaginar como será complicada a produção de ‘Pantera Negra 2‘.

Desde a perda do astro, a Marvel Studios e o diretor Ryan Coogler vêm divulgando atualizações para acalmar os fãs que anseiam pelo futuro da franquia.

Durante uma entrevista para o podcast Unbothered, Coogler disse palavras de partir o coração, relatando sua luta em continuar a história sem a presença de Boseman.

“Sabe, estou enfrentando o luto. Às vezes, é muito difícil continuar, é complicado seguir em frente quando você está passando por um momento como esse. Esta é uma das sensações mais profundas que já senti na minha vida, ter que fazer parte da manutenção deste projeto sem Chad… Ele era a ligação que mantinha todos unidos.”

Ele continuou:

“Dito isso, eu preciso dizer que tenho uma vida pessoal e uma profissional. Mas, quando você trabalha em algo que você ama, sua vida profissional se mistura com a pessoal, Eu criei um forte laço com Chad, entende? E agora que estamos sem ele, estou tentando encontrar um equilíbrio entre essas duas vidas. Estou tentando construir duas coisas que podem se sustentar sozinhas. Eu ainda não cheguei lá. Mas, isso é sem dúvida a coisa mais difícil que já tive que fazer na minha vida profissional.”

Anteriormente, Lupita Nyong’o, intérprete de Nakia, conversou com o Good Morning America e não escondeu sua expectativa em revisitar o mundo de Wakanda na sequência

Ela também garantiu que Coogler preparou estratégias emocionantes para o novo filme.

“[Pantera Negra 2] vai ser bem diferente, é claro, sem o retorno do nosso rei. Mas eu sei que todos nós nos dedicamos a continuar seu legado. Ryan Coogler tem algumas ideias muito, muito empolgantes e estou ansiosa para pôr tudo isso em prática com o resto do elenco.”

Confira:

E aí, o que você acha que Coogler está preparando para surpreender o público?

O legado de Boseman certamente será preservado na aguardada sequência, já que seu personagem não será reescalado.

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou que nunca haverá outro ator interpretando T’Challa dentro do Universo Cinematográfico Marvel.

Segundo ele, o cineasta Ryan Coogler e a Marvel Studios estão avançando a todo vapor com a franquia e vão explorar o restante de Wakanda, o país fictício ao qual fomos apresentados pela primeira vez na grande franquia da Marvel.

“Grande parte dos quadrinhos e do primeiro filme é o mundo de Wakanda. Wakanda é um lugar para explorar mais com personagens e diferentes subculturas. Este sempre foi e inicialmente o foco principal da próxima história.”, afirmou.

Ele acrescentou:

“Não vamos ter um Chadwick em CGI e não vamos reformular T’Challa. Ryan Coogler está trabalhando muito duro agora no roteiro com todo o respeito, amor e gênio que ele tem, o que nos dá grande consolo, por isso sempre se tratou de promover a mitologia e a inspiração de Wakanda. Há também a tarefa de honrar e respeitar os aprendizados e ensinamentos contínuos do Chade.”, concluiu.

As câmeras começam a rodar em junho de 2021, com a possibilidade de novos acordos contratuais entre os atores.

Os ajustes nos salários, caso sejam devidamente formalizados, ainda contemplarão uma compensação extra ao elenco e aos membros do alto escalão da equipe técnica (como diretor, roteirista e produtores), caso o filme venha a ser lançado na plataforma Disney+.

A Marvel confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ (Black Panther 2) estreia em 8 de julho de 2022.

O longa está sendo escrito e dirigido por Ryan Coogler, e irá explorar o mundo de Wakanda e os ricos personagens apresentados no primeiro filme.

Tenoch Huerta, estrela de ‘Narcos: México‘, irá interpretar o vilão.

Lembrando que o filme arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro e também tornou-se o primeiro do gênero super-heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.

‘Homem-Aranha 3’: Site afirma que Sam Raimi e Marc Webb ajudaram no roteiro

De acordo com The Direct, a equipe de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ contou com Sam Raimi e Marc Webb como consultores criativos enquanto a trama era escrita.

Para quem não sabe, Raimi foi diretor dos filmes do Cabeça de Teia estrelados por Tobey Maguire, enquanto Webb dirigiu os filmes com Andrew Garfield.

Antes que os fãs pensem que isso significa a confirmação de Maguire e Garfield, foi dito que os cineastas foram consultados sobre os vilões presentes na sequência.

Como o Duende Verde, o Dr. Octópus e o Homem-Areia fazem parte dos filmes de Raimi, faz todo sentido que ele tenha dado alguns conselhos à equipe comandada pelo diretor Jon Watts.

O mesmo vale para o Electro e o Lagarto, vilões dos filmes dirigidos por Webb.

Ainda assim, se Raimi e Webb forneceram detalhes sobre os vilões, eles provavelmente também revelaram o destino de seus heróis e o que aconteceu depois que seus filmes terminaram.

Agora só resta aguardar para saber como tudo isso irá se encaixar no Multiverso da Marvel.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Halloween Ends’: Laurie Strode se prepara para enfrentar Michael Myers no novo teaser da sequência; Assista!

Através do Twitter, o perfil da franquia ‘Halloween’ divulgou um breve teaser de ‘Halloween Ends‘, anunciando o fim da rivalidade entre Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) e o vilão Michael Myers está finalmente chegando ao fim.

Mais de 40 anos depois que o assassino mascarado perseguiu a cidade de Haddonfield em 1978, ele retorna para terminar o que começou.

Lembrando que ‘Halloween Ends‘ se passa quatro anos depois dos eventos de ‘Halloween‘ (2018) e ‘Halloween Kills‘ (2001) – ambos ocorrendo na noite de Halloween de 2018. Strode, a sobrevivente de 1978 e 2018, tenta deixar o passado para trás – mas o Halloween não terminará enquanto ela e o vilão estiverem vivos.

Dirigido por David Gordon Green, o filme tem estreia prevista para 13 de outubro nos cinemas brasileiros.

Confira o teaser:

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

 

Adam Warlock vai ganhar seu próprio filme? Will Poulter comenta sobre a possibilidade

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega ao cinemas em 04 de maio e vai contar com a primeira aparição live-action de Adam Warlock, vivido por Will Poulter (‘Família do Bagulho’).

Considerando a grandiosidade do personagem nos quadrinhos, muitos esperam que seu papel na sequência seja apenas a primeira de muitas aparições no MCU, mas o futuro de Warlock ainda é incerto.

Durante uma entrevista para a Variety, Poulter foi questionado se a Marvel tem planos de dar um filme solo ao personagem, mas o astro disse que não tem ideia de quais serão os seus próximos passos no MCU.

“Eu também gostaria de saber. Não sei, não tenho ideia. Mas eu gostaria de um filme solo de Adam, com certeza. Estou meio que esperando por essa ligação. Se isso estiver nos planos, seria ótimo para mim. Mas eu realmente não tenho ideia.”

Nos quadrinhos, Warlock foi criado por cientistas para ser o ser humano perfeito, a partir de um projeto da organização ‘Enclave’.

No entanto, após o Quarteto Fantástico investigar as instalações da organização, Adam acabou sendo despertado e foi direto para o espaço, adquirindo todo o conhecimento que poderia obter, tornando-se um herói ligado ao cosmos.

Criado numa parceria de Stan Lee e Jack Kirby, ele foi introduzido em ‘Fantastic Four’ #66, quadrinho publicado em 1967.

Por enquanto, ainda não se sabe como ele será adaptado em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

A poucos dias do lançamento da sequência, o diretor James Gunn compartilhou uma emocionante mensagem de despedida à franquia, já que o filme marca seu último trabalho na Marvel Studios.

Lembrando que Gunn agora é co-CEO da DC Studios, e está encarregado de dirigir o novo ‘Superman: O Legado‘.

Confira abaixo:

“Bem, estamos aqui. Hoje à noite é a estreia de Guardiões da Galáxia Vol. 3 em Los Angeles. Estou nervoso, é claro, mas principalmente animado para todos nós, elenco e equipe e nossos amigos e famílias, sentarmos juntos em um cinema escuro e experimentar o filme juntos. Esta é a parte mais doce do cinema: uma última olhada em nossa criação, um breve momento de estar presente na longa e sinuosa jornada que levamos para chegar até aqui, antes de entregá-la a todos vocês, ao mundo em geral. Obrigado a todos vocês que nos ajudaram a chegar até aqui. Vocês sabem quem vocês são. Meu amor por vocês é profundo.”

Alguns críticos já tiveram a oportunidade de assistir ao filme durante sua première na Disneyland Paris, e as reações dos que já assistiram foram muito positivas.

As primeiras impressões já foram divulgadas na internet, e destacam um filme divertido, engraçado e emocionante, chegando a ser o melhor filme da Marvel Studios desde ‘Vingadores: Ultimato‘ para alguns críticos.

Confira as reações:

“[‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] tem cenários de ação espetaculares, é divertido, divertido e emocionante. É um encerramento perfeito e bonito para seus personagens e a saga. E é o melhor filme da Marvel desde Ultimato (e Top 3 em geral).”Valentina Morillo, do El Español.

“Posso confirmar que derramei uma lágrima durante [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’]. E que ficaria muito feliz em assistir a um filme solo de Adam Warlock. Revisão completa (e entrevistas com o elenco) em breve.”Rory Cashin, da Joe.

“Este filme… meu coração está cheio e partido ao mesmo tempo, foi MUITO para processar, uma história muito complexa, mas me deixou incrível”@ForumLily.

“‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ é um final brilhante para uma trilogia brilhante. É muito engraçado, emocionante e todos têm seu momento de destaque. Warlock de Will Poulter é uma adição incrível, mas o foco está justamente em contar um final satisfatório para os Guardiões. Vou sentir falta deles.”Ian Sandwell, do Digital Spy.

“[‘Guardiões da Galáxia Vol.3 ‘] é provavelmente o filme mais triste e sombrio do MCU e uma conclusão maravilhosamente arredondada para a trilogia de Gunn, onde todos na luta contra um vilão malvado (mas bastante superficial) obtêm seu grande momento novamente. Tenha lenços prontos!”Markus Trutt, do FilmStarts.

“Fui com uma ideia preconcebida para [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] e James Gunn conseguiu me surpreender de vez. É mais sombrio e tem até toques de terror, mas ainda é muito engraçado e com muito de personalidade. Rocket e Nebulosa se destacam em uma despedida muito digna.”Jesús Agudo, do Ecartelera.

“‘[Guardiões da Galáxia Vol. 3’] é, mais do que nunca, Star Wars como uma comédia idiota. Estranhos adoráveis, grande ação da Marvel e piadas bobas.
Mas nada pode prepará-lo para todas as emoções. A história de origem de Rocket Raccoon é linda e comovente.”Alexander Kardelo, do Movie Zine.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’: Aang assume a forma Avatar em INCRÍVEL cena inédita; Assista!

O aguardado live-action ‘Avatar: O Último Mestre do Ar‘ estreia amanhã (22) na Netflix e foi divulgado uma trecho inédito da série, mostrando Aang (Gordon Cormier) assumindo a forma Avatar enquanto seus poderes estão fora de controle.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série, baseada na animação Avatar: A Lenda de Aang, será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 22 de fevereiro.

Aang é o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.

Relembre o trailer:

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).