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Entrevista LUCA | Como a Pixar consegue abordar racismo, encarnação e outros tabus tão bem?

Claudia Raia, Sophia Raia e Luís Miranda conversam com Renato Marafon sobre ‘Luca‘, e como a Pixar aborda tabus de maneira tão inovadora e criativa.

Assista:

Luca foi adicionado ao catálogo da plataforma de streaming Disney+ e pode ser conferido sem quaisquer taxas extras.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 91% de aprovação, com nota 7.30/10 baseada em 88 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, Luca prova que a Pixar consegue jogar no seguro enquanto estonteia públicos de todas as idades”.

Confira os principais comentários abaixo:

“O filme pode não te fazer chorar, mas certamente vai te fazer suspirar em apreciação” – Movie Mom.

“Autêntico, pessoal e surpreendentemente sem muitas expectativas” – Little White Lies.

“É tão doce e refrescante quanto uma bola de sorvete – e quem não gosta de gelato?” – Punch Drunk Critics.

“Longe de ser um dos melhores da PixarLuca ainda entrega em visuais esplendorosos” – The Only Critic.

“Uma carta de amor à Itália, ao verão e aos laços que construímos durante a vida” – Rendy Reviews.

O filme marca a estreia diretorial de Enrico Casarosa.

No trama, dois amigos saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens da Riviera Italiana, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades. Afinal, Luca Paguro e Alberto Scorfano são criaturas marinhas que ganham forma humana quando estão em terra firme. 

2ª temporada de popular série de super-heróis estreia na Netflix AMANHÃ

Uma das séries de TV de super-heróis mais populares da Netflix está finalmente voltando para uma segunda temporada.

O streaming lançará nesta terça-feira (1) os novos episódios de Criando Dion (Raising Dion), série baseada na história em quadrinhos de Dennis A. Liu e com produção executiva de Michael B. Jordan.

Com 8 episódios, a 2ª temporada voltará a explorar a história de um garoto que repentinamente vira um super-herói.  Nicole (Alisha Wainwright) continua criando Dion (Ja’Siah Young), que tem muito a aprender sobre os superpoderes. Com o filho cada vez mais forte, o perigo pode estar mais perto do que eles imaginam.

Alisha Wainwright, Ja’Siah Young e Jason Ritter estrelam. Além de atuar, Michael B. Jordan é também o produtor executivo do projeto.

A segunda temporada terá a adição de Rome Flynn (‘How to Get Away with Murder’), Aubriana Davis (‘Genius: Aretha’), Tracey Bonner (‘Sweet Magnolias’) e Josh Ventura (‘P-Valley’).

Vale lembrar que a temporada de estreia já está disponível na Netflix.

“Batem à Porta’ é o MELHOR filme de M. Night Shyamalan desde ‘Sinais'”; afirmam os críticos

Os críticos já tiveram a chance de conferir o suspense ‘Batem à Porta‘, próximo filme do diretor M. Night Shyamalan, que estreia nos cinemas nacionais dia 2 de Fevereiro.

O longa tem sido extremamente aclamado, sendo considerado um dos melhores filmes do cineasta. Além disso, os críticos também não pouparam elogios ao sólido elenco.

Confira as primeiras reações:

“‘Batem à Porta’ foi provavelmente o melhor filme de M Nights desde Sinais – também não estou sendo hiperbólico, é muito bom”

“‘Batem à Porta’ é o trabalho de um artista de verdade. É um dos melhores filmes da carreira do M. Night Shyamalan, e eu não consigo parar de pensar nele pelos últimos 10 dias.”

“Estou feliz em anunciar que ‘Batem à Porta’ é incrivelmente tenso – incrível e cativante do começo ao fim. É um thriller perfeito para assistir no começo de fevereiro. É uma grande vitória para o M. Night. Recomendo.”

‘”Batem à Porta’ é um suspense arrepiante que mantém você em dúvida [sobre o que está acontecendo] em sua narrativa curta e tensa. Dave Bautista é o grande destaque. Ele consegue ser carismático e assustador. Apesar disso, algumas mudanças em relação ao livro podem dividir opiniões.”

“‘Batem à Porta’ é um dos melhores filmes do M. Night Shyamalan. Ele pega um conceito complicado e o transforma em algo acessível e cativante. É um filme surpreendentemente focado, que ganha força com as excelentes performances de seu elenco.”

“O novo suspense de M. Night Shyamalan, ‘Batem à Porta’, é extremamente tenso. Apesar da narrativa limitada, o elenco realmente consegue fazê-la funcionar. Dave Bautista continua se provando uma presença cativante nas telas.”

Jonathan Groff está INCRÍVEL nesse filme. É um dos melhores papéis de sua carreira. Dave Bautista e Ben Aldridge também entregam performances sólidas. Em geral, a produção conta com um elenco forte em um suspense que não tenta nada além de aumentar continuamente a tensão.”

O longa traz Jonathan Groff (‘Mindhunter’) e Ben Aldridge (‘Fleabag’) como um casal de férias numa cabana na floresta, que são surpreendidos por um grupo de fanáticos religiosos que acreditam que eles serão a causa do início do Apocalipse. A jovem e seus pais precisam fazer uma escolha impensável para evitar o apocalipse, enquanto estão com acesso limitado ao mundo exterior.

O longa também é estrelado por Dave Bautista (‘Army of the Dead’), Rupert Grint (‘Servant’) e Nikki Amuka-Bird (‘Tempo’).

Trailer chinês de ‘Aquaman 2’ entrega possível morte e detalhes da trama [SPOILERS]

O próximo lançamento da DC, Aquaman 2: O Reino Perdido’ , está se aproximando, e o novo filme encerrará o atual Universo Estendido da DC (DCU).

Um novo trailer chines foi divulgado nas redes sociais e entrega possíveis SPOILERS do filme.

No vídeo, vemos o Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II) possívelmente matando Tom Curry (Temuera Morrinson), pai de Arthur.

Assista, por sua conta e risco:

Os fãs estão se perguntando se o filme adaptará um dos eventos mais controversos das histórias em quadrinhos do herói: a morte de Arthur Curry Jr., o filho do herói.

Durante a CCXP, um jornalista questionou o cineasta James Wan sobre essa adaptação no filme.

“Vamos ver. Isso seria sombrio”, disse Wan.

Vale lembrar que, segundo projeções recentes, a continuação da saga do rei de Atlântida está programada para arrecadar entre US$ 50 milhões e US$ 60 milhões em sua primeira semana, superando suas projeções iniciais de US$ 32 milhões a US$ 42 milhões, mas ainda levantando a possibilidade de um desempenho aquém do esperado.

Para contextualizar, o primeiro Aquaman arrecadou US$ 67,8 milhões em seu fim de semana de estreia, quando lançado em torno do feriado de Natal em 2018. Ao final, o filme surpreendeu ao acumular uma receita expressiva de US$ 1,152 bilhão em bilheteria mundial.

No entanto, a situação de Aquaman 2: O Reino Perdido’ é notavelmente diferente. O filme estrelado por Jason Momoa enfrenta a situação precária de encerrar o antigo DCU, e já há sinais significativos de que o anúncio da nova DCU, feito cerca de um ano atrás, teve um impacto negativo nos últimos filmes do estúdio.

No início deste ano, ‘Shazam! Fúria dos Deuses’ alcançou uma receita de US$ 133,4 milhões, com um orçamento em torno de US$ 125 milhões. Posteriormente, ‘The Flash, com um orçamento superior a US$ 200 milhões, registrou uma bilheteria de apenas US$ 270,6 milhões, enquanto ‘Besouro Azul’, com um orçamento de US$ 104 milhões, arrecadou apenas US$ 129 milhões.

Adicionalmente, a saturação no gênero de super-heróis tem impactado até mesmo as produções da Marvel. ‘As Marvels’, último lançamento do estúdio, teve a abertura mais fraca do UCM com apenas US$ 47 milhões e está caminhando para ser um dos maiores fracassos do estúdio, resultando em prejuízos consideráveis.

Contudo, a Warner ainda não deu início a suas campanhas de marketing de última hora. Espera-se uma grande promoção do astro principal, Jason Momoa, e pelo menos mais um trailer para impulsionar o interesse pelo filme.

O filme é protagonizado por Jason Momoa, o elenco ainda conta com Yahya Abdul-Mateen II, Patrick Wilson, Amber Heard, Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

‘Mickey 17’: Teaser do novo filme do diretor de ‘Parasita’ promete matar Robert Pattinson várias vezes

‘Mickey 17’, estrelado por Robert Pattinson (‘Batman’), ganhou um novo teaser.

O trailer completo sai hoje, 17.

Assista:

O filme chega por aqui no dia 30 de janeiro de 2025 após ter sido adiado.

Recentemente, o renomado cineasta e vencedor do Oscar, Bong Joon-ho, desmentiu os rumores envolvendo o filme.

De acordo com o Allkpop, durante uma sessão especial no ‘2024 Cinematheque’s Friends Film Festival’, o diretor abordou os rumores, negando-os categoricamente. Ele afirmou ter incluído uma cláusula em seu contrato para garantir controle total sobre os direitos de edição, e que a edição finalizada foi enviada em novembro passado.

Bong enfatizou que os executivos da Warner têm sido muito solidários e que ‘Mickey 17’ está se preparando para atividades promocionais em breve.

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo, e Toni Collette.

Confira o teaser:

Cate Blanchett está PREOCUPADA com a Inteligência Artificial e revela o motivo…

As inteligências artificiais (IAs) já são uma realidade no mundo contemporâneo e, enquanto trazem facilidades inegáveis, podem ter impacto negativo em diversos aspectos da sociedade – e Cate Blanchett parece concordar com tal afirmação.

Em entrevista à BBC, a múltipla vencedora do Oscar teme que as IAs podem representar uma ameaça que vai além de Hollywood, admitindo que está “profundamente preocupada” com o impacto que elas terão na indústria do entretenimento e no planeta – com potencial de “substituírem todos”.

“É um setor muito público em que atuamos, e acho que as discussões em torno da IA ​​não foram generalizadas até a greve dos roteiristas, realmente sendo trazidas para o discurso público”, ela comentou.

“Então, acho que é muito real.”

A atriz observou que a IA “pode substituir totalmente qualquer pessoa” nas telas, mas sua preocupação com a tecnologia vai além do impacto em Hollywood.

“Estou menos preocupada com as minhas perspectivas de emprego do que com o impacto que isso terá sobre as outras pessoas, sobre os pensionistas, sobre as pessoas que já estão trabalhando em três empregos para tentar estar [acima] da linha da pobreza”, ela explica. “Essa é a minha preocupação; estou preocupado conosco como espécie. É um problema muito maior.”

Blanchett continua:

“Eu apenas vejo essas coisas e penso: ‘realmente não sei o que isso está trazendo para qualquer pessoa’. Às vezes, é apenas experimentação por si só, e pode até ser criativo sob uma certa perspectiva. Mas também é incrivelmente destrutivo, o que, claro, é o outro lado da criatividade”.

Lembrando que o projeto mais recente de Blanchett foi a aclamada minissérie de suspense ‘DISCLAIMER*’, disponível na Apple TV+.

10 filmes muito tristes… para corações fortes

Existem filmes que mexem com nossos corações, nossas emoções, não tem jeito! Dá aquele nó na garganta, aquelas lágrimas que estavam perdidas em nosso corpo aparecem e quando nos damos conta estamos aos prantos. O cinema tem esse poder e isso é um fato! Seja no cinema, ou em casa vendo em algum serviço de streaming, existem obras que ficam guardadas durante muito tempo em nosso imaginário por conta do impacto que nos causou.

Partindo do princípio que refletir sobre histórias tristes acabam de alguma forma nos fazendo crescer como seres humanos, resolvemos criar uma lista de 10 filmes muito tristes… para corações fortes.

 

Vulcão

Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa-metragem na época –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele.

Na trama, conhecemos Hannes (Theodór Júlíusson) um rabugento fumante de idade avançada que leva a vida de maneira triste e sem novos grandes objetivos. Faz questão de ser a pessoa mais inconveniente dos lugares onde passa, sendo assim, visto por todos como um infeliz que não gosta de ninguém. Certo dia, após retornar de uma falha tentativa de suicídio, uma certa conversa que escuta desperta nele um sentimento de mudança.

O que mais chama a atenção no longa é a desconstrução do personagem – absurdamente bem feita. A lentidão na narrativa apresentada neste trabalho – característica de alguns filmes europeus – é extremamente necessária para captar todos os elementos que caracterizam o universo familiar que o protagonista vive. Méritos total do diretor, que também escreveu o roteiro.

Theodór Júlíusson – o ator que interpreta o protagonista da história – tem uma atuação fabulosa. Não perde um segundo o foco de seu difícil personagem, o que facilita a exposição dos conflitos para o espectador. Toda a dor, angústia, aflição, insegurança e desespero são mostrados com uma verdade que impressiona. A todo instante, o público interage com a trama e sai do cinema sem saber se Hannes é o vilão ou o mocinho dos fatos.

A cena mais importante da película, a do travesseiro, expõe o tão longe do seu limite emocional o protagonista já se encontrava. A dor dá lugar à compaixão, podemos interpretar não como uma despedida mais um ato de socorro de quem quer recomeçar mais escolheu muito tarde essa opção. É uma parte tocante, uma espécie de clímax desta dramática história.

 

Pieces of a Woman

Quando os sentimentos viram uma série de portas fechadas. Com um abre alas angustiante, antes do título aparecer na tela, onde não conseguimos tirar os olhos das ações que acontecem Pieces of a Woman é um poderoso drama que mostra desenrolares da vida de um jovem casal e os passos seguintes que precisam caminhar durante o luto. Dirigido pelo cineasta húngaro Kornél Mundruczó e com roteiro assinado por Kata Wéber, o filme, está disponível no catálogo da Netflix. É tenso, polêmico, excelente para reflexão. Poderosas interpretações compõem o projeto. A personagem principal interpretada magistralmente pela atriz britânica Vanessa Kirby, é um grande destaque. O roteiro possui bastante profundidade.

Na trama, conhecemos um jovem casal, Sean (Shia Lebouf) e Martha (Vanessa Kirby) apaixonado e com alta expectativa com a chegada da primeira filha. Eles optaram por um parto domiciliar, feito por uma parteira. No dia onde a chegada do bebê se torna iminente, a parteira que faria o parto não consegue chegar a tempo e uma outra vai no lugar dela. Durante o processo do parto, uma alta tensão acontece, um nervosismo de todos, pai, mãe e parteira. Infelizmente uma tragédia acontece. Nos meses após o corrido, a maneira como o casal lida com a terrível tragédia é o que vai moldando a trajetória desse impactante filme.

Como lidar com a perda? Os personagens são os grandes motores do filme. Levados ao limite após a tragédia que acontece em suas vidas, nada vai ser como antes e eles já sabem disso. Conflitos antes suportáveis, se tornam estopins para discussões ou intromissões injustas nas escolhas que os dois devem tomar juntos. Sean é um homem que trabalha com construções e em especial nas pontes, está a seis anos sóbrio, possui um relacionamento conflitante com a sogra, assim precisa lutar contra seus demônios após a tragédia. Já Martha é introspectiva, de fala mansa, de família com mais dinheiro que a do companheiro, mostra um controle na aparência para os outros mas um descontrolado ninho de sentimentos conflitantes por dentro após o ocorrido, principalmente lutando contra as interferências de sua mãe Elizabeth (Ellen Burstyn, em atuação também digna de aplausos). A habilidade de Mundruczó em mostrar as entrelinhas através da expressão dos personagens é digna de aplausos, emocionante em muitos momentos, nos sentimos próximos das dores dos personagens.

O filme toca em alguns pontos polêmicos. A questão da comunidade médica vs parteiras e os dilemas sobre doação de corpos para estudos médicos. As partes jurídicas de uma dessas questões são colocadas como ferramenta de ‘justiça’ por Elizabeth, insensível e intrometida, em muitos momentos. O projeto chega fácil aos corações dos espectadores, dentre os dilemas e os sofrimentos, vamos tentar entender como é possível (ou não) reunir peças de uma vida despedaçada.

 

O Caderno de Tomy

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou sabemos de alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

 

Nosso Amor

Não haverá um minuto em que não estrei com você. Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Toronto, o drama Ordinary Love é encontro de dois grandes atores mostrando a vida como ela é. Um primoroso roteiro, inclemente, profundo mais próximo da realidade do que nossos corações permitem para não se emocionar. Das atuações em perfeita harmonia, Lesley Manville e Liam Neeson, parece que enxergamos esse casal numa volta na praia, ou correndo por aí em alguma pista para pedestres esportistas amadores. Dirigido pela dupla de cineasta Glenn Leyburn e Lisa Barros D’as, Ordinary Love é uma devastadora história sobre amores, união e perdas.

Na trama, conhecemos o harmônico casal Joan (Lesley Manville) e Tom (Liam Neeson) que vivem seus dias animados e com uma união de anos em perfeita sintonia mesmo com os fortes abalos de uma tragédia anos atrás. Mas, a rotina do casal que adora realizar caminhadas matinais, é mudada abruptamente quando a primeira é diagnosticada com câncer de mama e precisa iniciar o tratamento por quimioterapia. A partir dessa situação o relacionamento dos dois muda mas o amor que vive no lar deles é preparado também para enfrentar qualquer tristeza.

Os conflitos durante o tratamento pela quimioterapia expõe os limites emocionais que cada parte do casal chega. Por meio de metáforas delicadas inseridas nas emoções, medos e resistências da protagonista, fruto do magistral roteiro assinado por Owen McCafferty, como a cena do sonhar de um trem partindo e o marido do lado de fora. Essa analogia mostra muito sobre as emoções desse momento delicada que ela enfrenta. A cena do diálogo de Nesson conversando e dizendo tudo que sente sobre a situação com ele enfrentada em frente ao túmulo da filha é algo que emociona numa escala inimaginável, só vendo e sentindo a força dessa cena.

Mas o que seria um bom filme sem dois grandes atores em cena? A sintonia é enorme, parece que estamos abrindo a porta de casa e encontrando à luz da vida de um casal de vizinhos ou mesmo de lembranças de histórias que nos contam na realidade. A atuação dos dois já vale o ingresso.

 

Brothers

No filme, um militar exemplar, pai de dois filhos, é mandando pela ONU para uma missão no Afeganistão. Seu irmão mais novo acaba de sair da cadeia e vai morar um tempo na casa dele um pouco antes desse viajar. Chegando ao local da missão, o helicóptero em que o militar está, é abatido, e o mesmo é dado como morto. Em paralelo, seu irmão começa a ter uma relação mais próxima com a sua mulher. Será que o militar morreu? E se ele voltar para casa e perceber que as coisas estão muito diferentes?

Há um destaque para a narrativa, o modo de filmar bastante interessante marca pelo enredo envolvente e à espera pelo desfecho. Nesse belíssimo longa-metragem dinamarquês, mostra-se a dor impensável de um homem, onde tem que lutar contra muitas coisas que podem até serem banais comparados à guerra, mas não são.

O trio Ulrich Thomsen, Nikolaj Lie Kaas e Connie Nielsen atua de maneira impecável, dando um verdadeiro show.

 

 

Manchester à Beira-Mar

Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim. Após alguns anos de hiato desde seu último filme, o cineasta nova iorquino Kenneth Lonergan (Conta Comigo) volta às telonas roteirizando e dirigindo um filme pra lá de triste que passa um angustia arrepiante sempre na ótica melancólica de seu protagonista. Manchester à Beira-Mar indicado a seis prêmios do Oscar, é uma história profunda repleta de buscas e dor, com flashbacks impactantes que muito nos mostram nas mudanças da vida de um homem que luta contra uma terrível tragédia em seu passado. Atuações marcantes são vistas, Casey Affleck e Michelle Williams elevam a qualidade da fita e Lucas Hedges cumpre com louvor seu importante papel na história.

Na trama, conhecemos Lee Chandler (Casey Affleck) um homem solitário que vive em um minúsculo quarto na cidade de Boston e sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios próximos a onde mora. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão Joe (Kyle Chandler) acabara de falecera. Imediatamente, Lee precisa voltar a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

Manchester à Beira-Mar é um longa-metragem cirúrgico na modelagem de seus dramas. Há subtramas importantes que são exploradas aos poucos como a distante relação da ex-cunhada do protagonista com o filho. Quando descobrimos o que aconteceu com o protagonista, começamos a entender seu jeito caladão e distante que o acompanha em toda a trama. Os flashbacks, nos arcos iniciais um pouco jogados no roteiro, são parte importante do quebra cabeça que se monta, começamos a entender melhor o porquê daquela personalidade, perguntas do tipo: ‘Será que ele foi sempre assim?’ e ‘O que houve com esse personagem?’ são rapidamente respondidas, fator que nos faz sofrer junto com o personagem.

O filme fala também sobre as inúmeras tentativas que temos de recomeçar, mesmo quando quase tudo parece conspirar contra. A chance que Lee tem em tentar criar o filho de seu irmão, sendo seu tutor, é algo importante para ambos. Nesse desenrolar o roteiro segue frio e seco, e entre seus traumas (visão do protagonista), principalmente o confronto que acontece com sua ex-mulher Randi (Michelle Williams), após ser atualizado de como ela conseguiu de alguma forma seguir em frente é uma das cenas mais bonitas dos últimos anos, arrepia e emoção à flor da pele em cada segundo do emocionante diálogo.

 

 

Ferrugem e Osso

Quantas formas de amor existem? Escrito e dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard (O Profeta), Ferrugem e Osso é um drama que consegue tocar a alma de todos os espectadores de maneira bruta, intensa, deixando um rastro de emoção em cada sequência. Estrelado pela ganhadora do Oscar Marion Cotillard o filme é adaptado de uma história do autor Craig Davidson que mais parece o encontro da era moderna entre a bela e a fera.

Na trama, acompanhamos dois destinos que se cruzam de maneira inusitada transformando a vida dos envolvidos. Ali é um rapaz inconsequente que cresceu com sérias dificuldades sociais. É pai de um menino, pelo qual tem um grande carinho que não sabe demonstrar, deixa a cidade onde mora para morar com a irmã e o cunhado. Ao mesmo tempo, somos apresentados a Stephanie uma comprometida treinadora de baleias que sofre um acidente gravíssimo. Esses dois personagens enfrentarão medo, preconceito, dificuldades sociais tendo como grande companheiro a união que nasce desse amor peculiar.

A trajetória fria, triste e vazia da personagem principal, a bela moderna Stephanie, se agrava com um acontecimento que muda para sempre sua vida. A partir desse momento, a personagem amadurece e conseguimos acompanhar essa linda mulher com outros olhos. Marion Cotillard está mais uma vez excelente em um papel sofrido, onde precisou de muita doação, dessa que é uma das melhores atrizes francesas de sua geração. Uma atuação digna de Oscar, fala com o olhar, impressionante e constante.  O que impressiona é que Cotillard estava filmando Ferrugem e Osso e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge ao mesmo tempo, conseguindo desenvolver muito bem seus personagens nos dois longas.

O outro lado da moeda, é quando paramos para analisar a fera, o personagem principal Alain, interpretado pelo artista belga Matthias Schoenaerts (do marcante Bullhead). Enquanto a personagem de Marion precisa de carinho, Alain só tem a oferecer a frieza e a falta de sentimento. Esse conflito é entendido pelos personagens ao longo do filme, o que enriquece mais ainda a trama, pois, o amadurecimento dessa relação é exatamente aonde o filme se sustenta, levando muitos espectadores às lágrimas pela forma como essa história é contada.

 

Fruitvale Station: A Última Parada

Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta californiano Ryan Coogler surpreende o mundo do cinema com um poderoso drama baseado em fatos reais que gera indignação e calafrios do início ao fim. Fruitvale Station: A Última Parada é aquele tipo de filme que faz o espectador não conseguir desgrudar os olhos da telona. A impactante trama não deixa de ser uma bandeira contra a violência policial e o despreparo da segurança, que ainda ocorre em muitas grandes cidades ao redor do planeta.

O vencedor do importante prêmio Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, conta a história de Oscar (Michael B. Jordan), um rapaz de 22 anos que busca redenção em sua vida. Demitido do seu honesto emprego, busca forças na sua carinhosa família para não voltar ao mundo das drogas. Mesmo com o passado triste batendo em sua porta muitas vezes, Oscar possui um desejo gigante de ser um melhor pai e um parceiro melhor para sua namorada. No dia 31 de dezembro de 2008, ele e sua família foram protagonistas de uma das cenas mais chocantes, dramáticas e absurdas da história da polícia norte-americana.

Fruitvale Station: A Última Parada é um filme independente. Partindo desse ponto, já sabemos que a força cênica precisa funcionar, exatamente para conseguir criar toda a atmosfera de sofrimento que a trama pede. A vencedora do Oscar Octavia Spencer domina o filme com sua sofrida, controlada e bastante racional personagem. Aos olhos dessa mãe em desespero por dentro mas controlada por fora, o público se sente, cada minuto que passa, mais próximo desta trágica história.

O projeto como um todo, pode ser visto como uma grande crítica às injustiças do destino, ao despreparo de policiais e ao preconceito que ainda cisma em sobreviver nesse mundo. Ao causar indignação do público, ou para todos que não conheciam essa história, o diretor consegue que a mensagem seja passada de forma muito objetiva nas telonas. Fruitvale Station: A Última Parada é um filme que pode e deve ser usado em salas de aula, principalmente em disciplinas ligadas à sociologia e direito. Essa é, sem dúvidas, uma fita que todo cinéfilo precisa conferir.

 

Para Sempre Alice

E se todas as lembranças de nossas vidas simplesmente sumissem ou nunca mais conseguíssemos lembrá-las mais? Para falar sobre o terrível Mal de Alzheimer nas telonas, os diretores Richard Glatzer e Wash Westmoreland criam uma história forte, convincente e comovente que envolve problemas existenciais de uma impactante mulher. Para Sempre Alice é muito mais que um drama tocante, é uma lição de vida onde o público presencia uma das grandes atrizes em atividade no auge do seu talento.

Na trama, conhecemos Alice (Julianne Moore), uma conceituada professora e autora de livros que se encontra em uma fase conturbada de sua vida ao ser diagnosticada com Mal de Alzheimer aos 50 anos. Tentando não enlouquecer e espantando a tristeza, encontra um desafogo para suas dores na tentativa de reaproximação com sua filha mais nova, com quem sempre teve muitos problemas e discussões.

O roteiro, que é baseado na obra de Lisa Genova, aborda a vida da protagonista no trabalho e na família, antes e depois de ser diagnosticada com a doença. No campo familiar, as relações passam a ser mais melancólicas, frias e distantes. Vemos uma protagonista que se desmonta no campo emocional com tanta verdade que somente uma atriz do nível de Julianne Moore para conseguir tal feito.

A protagonista é levada a um recomeço distante, se encontra aprendendo a arte do reaprender todos os dias. Toda a vida acumulando memórias, como conheceu seu marido, quando segurou pela primeira vez seus filhos, tudo isso sendo retirado de maneira cruel. Esse trabalho não deixa de levantar uma bandeira importante sobre a doença que sofre a personagem principal.

 

Tiranossauro

Com uma história intensa que fala sobre raiva e redenção de maneira muito comovente, o ator e agora diretor Paddy Considine (que assina a direção e o roteiro) apresenta aos cinéfilos seu trabalho, Tiranossauro. O nome assusta um pouco, tem gente que acha até que o filme é de ficção científica, porém, qualquer suposição é apenas ilusão. O filme é recheado de pontos positivos e com duas atuações pra lá de convincentes.

Na trama, conhecemos Joseph (Peter Mullan) um homem rodeado por desilusões e que está à beira da loucura dominado completamente pelo ódio que sente. Um certo dia, após beber todas em uma tarde, acaba indo parar na loja de Hannah (Olivia Colman), uma simpática vendedora que também possui seus problemas no cotidiano. Aos poucos, entre um drama e outro, vai surgindo entre eles uma amizade muito forte que acaba virando um conforto para essas duas almas perturbadas por fantasmas que os assombram faz muito tempo.

O longa possui cenas fortes e marcantes provocadas pela fúria sem limite dos personagens principais. O desfecho caracteriza um novo caminho e a liberdade de alguns desses carmas passados, porém, toda ação tem suas consequências. Bruto, intenso, brilhante!  Você não pode perder essa fita irlandesa!

 

10 filmes para assistir com a família sem brigar pelo controle da TV

Quase sempre, quando queremos sentar no sofá, relaxar e assistir a um filme alguma coisa acontece. E, quando temos irmãos dividindo a mesma televisão, a confusão é praticamente certa! Para você que passa por essa situação com frequência, que tal convencer o restante de sua família – ou pelo menos aquela parte que sempre te apurrinha – a assistir aos mesmos filmes que você?

Abaixo, segue uma lista de filmes variados para você parar de brigar pelo controle da tv e transformar o momento em um convite para assistir junto:

 

Robô Selvagem (Prime Video)

Nessa brilhante animação, acompanhamos as aventuras de uma robô que precisa se adaptar quando naufraga em uma ilha.

 

Animais Perigosos (Prime Video)

Uma jovem apaixonada por surf está na Austrália em busca de se encontrar. Poucas horas após conhecer o que parece ser o homem de sua vida, ela é sequestrada por um psicopata obcecado por tubarões.

 

A Rainha do Xadrez (Netflix)

64 casas, 32 peças, milhões de combinações. Esse é o xadrez: um jogo fascinante, repleto de possibilidades. Dentro desse universo, no início da década de 1980, surgiu na Hungria uma jovem jogadora que viria a se tornar um verdadeiro fenômeno desse jogo de raciocínio lógico e estratégico.

 

Ro & the Stardust (Netflix)

No ano de 2040, em um planeta chamado Ecnue, habitado por humanos, Aurora ajuda sua avó a realizar seu sonho: construir um foguete.

 

Minha Família quer que eu Case (Telecine)

A trama acompanha Zoe (Lily James), uma documentarista independente na casa dos 30 anos que priorizou a carreira em detrimento da vida amorosa. Ao decidir registrar o casamento arranjado de seu vizinho de infância, Kaz (Shazad Latif), um oncologista fiel às tradições paquistanesas de sua família, Zoe passa a revisitar suas próprias escolhas e a enxergar, com mais sensibilidade, os caminhos e sinais que a vida insiste em oferecer.

 

Criminoso ou Inocente: O Caso Big Mäck (Netflix)

O filme retrata a mirabolante trajetória de Donald Stellwag, um homem que passou quase dez anos preso por um crime que não cometeu e que, anos depois, volta a se ver no centro de uma nova acusação — desta vez, por um crime que pode ou não ter cometido.

 

A Sala dos Professores (Prime Video)

Carla (Leonie Benesch) é uma professora recém-chegada a uma escola que, após um dos seus alunos ser acusado de roubo, precisa lidar com um problema atrás do outro, gerando uma série de constrangimentos que colocam no centro dos debates o sistema de educação e todos aqueles que fazem parte dele.

 

Na Terra de Santos e Pecadores (Netflix)

Finbar, um assassino de aluguel marcado por um passado amargo, começa a repensar suas escolhas após a morte da esposa. Vivendo em uma vila de poucos habitantes, ele decide enfim se aposentar. No entanto, a chegada de um grupo ligado ao IRA abala essa tentativa de redenção e o obriga a revisitar questões que acreditava ter deixado para trás.

 

Criaturas da Mente (Doc Canal Brasil)

A partir de uma inquietação e também curiosidade de um consolidado cineasta brasileiro, o fascinante documentário Criaturas da Mente vai ao encontro das possibilidades de preenchimento de lacunas, onde um universo fascinante logo se abre. Imerso em um curioso paradoxo – no qual um cineasta não consegue mais sonhar -, Marcelo Gomes encontra o neurocientista Sidarta Ribeiro e, juntos, abrem diálogos que traçam profundos paralelos entre o cinema e os sonhos.

 

A Noite do Jogo (HBO MAX)

Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams) formam um casal competitivo e apaixonado que se conheceu durante um jogo de perguntas e respostas. Desde então, transformaram as noites semanais com amigos em verdadeiras maratonas de desafios. Tudo muda quando Brooks (Kyle Chandler), o irmão de Max, surge organizando uma partida especial. Mas a diversão vira confusão quando ele é sequestrado por homens encapuzados.

Treta e Baixaria! As 10 Grandes Brigas de Celebridades

Todo mundo adora uma treta, e o CinePOP resolveu trazer à tona este lado feio de Hollywood, que muitos preferiam esquecer. Vamos conhecer algumas das brigas mais emblemáticas nos sets de filmagens.

Mad Max: Estrada da Fúria (2015)

Quem olha o sucesso que Estrada da Fúria fez, entre críticos e o grande público (recebendo inclusive uma indicação ao Oscar na categoria principal de melhor filme), não imagina o quanto suas filmagens foram conturbadas. As três maiores forças, responsáveis pelo sucesso do longa, entraram em colisão durante as gravações: Charlize Theron, Tom Hardy e o veterano diretor George Miller, mostrando que a guerra de egos nos bastidores de filmagem podem ser cruéis até mesmo para artistas do porte do cineasta.

O problema principal era Tom Hardy, tido como um ator de temperamento difícil. Theron e Miller vieram a público afirmar que não se deram bem com o ator, o que prejudicou bastante a produção do quarto filme da franquia. Os ânimos estavam quentes entre Theron e Hardy e, durante uma cena de luta, a atriz acidentalmente ou não quebrou o nariz do protagonista com uma cotovelada. Fora isso, ambos Hardy e Theron não compreendiam a visão de Miller e por vezes se sentiam perdidos nas filmagens, sem saber inclusive qual era a motivação de seus personagens durante certas cenas. Como diziam, tudo o que conseguiam ver era o deserto. Uma vez pronto, o filme foi exibido e a dupla finalmente pôde conceber a visão do diretor. Hardy se desculpou publicamente durante a coletiva do filme no prestigiado festival de Cannes.

Batman Eternamente (1995)

O terceiro longa-metragem do Homem Morcego no cinema foi provavelmente o que teve o set mais problemático, isso contando o fiasco que viria a seguir: Batman & Robin. Acontece que Val Kilmer é notoriamente um ator quase intratável e fez da vida do diretor Joel Schumacher um inferno. Tanto que o diretor afirmou que nunca mais iria trabalhar com o ator, a quem chamou de infantil, dizendo que ao invés de resolverem suas diferenças, Kilmer optava por passar dias a fio sem se dirigir ao cineasta.

Os problemas de bastidores em Eternamente não se resumiam ao protagonista e o diretor, já que a “chapa esquentou” entre os intérpretes dos vilões também. Segundo o próprio Jim Carrey (que roubou a cena no filme, devido a sua popularidade na época, na pele de Charada), ele e Tommy Lee Jones não se deram bem. Carrey se pronunciou dizendo que o carrancudo ator (que deu vida ao afetado Duas Caras) deixou bem claro que não gostava de Carrey e de seus filmes, simplesmente se pronunciando desta exata forma ao próprio. Isso é que é uma recepção fria.

Blade: Trinity (2004)

Outro filme de super-herói, outra produção problemática. Aqui, o estresse todo se deu por causa do astro Wesley Snipes, que estava passando por um surto mental. Segundo relatos do ator Patton Oswalt, que viveu Hedges no filme, confirmados por Ryan Reynolds (Hannibal King no filme), Snipes se recusava a interagir com o elenco e membros da equipe, passando a maior parte do tempo trancado em seu trailer fumando maconha. O protagonista também exigia ser chamado de ‘Blade’ e, segundo o próprio, ao quebrar o silêncio com Reynolds apenas proferiu a sentença: “Mantenha a boca calada, você viverá mais assim”. Não sei o que vocês acham, mas soou como uma baita ameaça.

Obviamente, o nível de desentendimento maior ocorria entre o astro e o diretor do longa, David S. Goyer, que tinha a maioria das ideias vetadas, ou pelo estúdio, ou pelo próprio Snipes. De acordo com o próprio Goyer, durante uma das muitas discussões acaloradas, o ator teria perdido a compostura e esganado o cineasta. Fora isso, uma das gafes homéricas envolvendo Blade: Trinity se deu em sua campanha de divulgação, quando um comercial do filme foi veiculado na TV e precisou ser recolhido no mesmo dia. O motivo? Jessica Biel, estrela feminina do longa, foi creditada como a xará Jessica Alba. Após tudo isso, Wesley Snipes atualmente considera o filme águas passadas e já exprimiu o desejo de voltar a interpretar o personagem, agora já nas mãos da Disney / Marvel.

Adoro Problemas (1994)

Não se chega ao topo sem quebrar alguns ovos, ou fazer alguns inimigos. E foi exatamente este o caminho da musa Julia Roberts, considerada uma das maiores estrelas de Hollywood ainda em atividade. Em meados da década de 1990, Roberts estava aos poucos perdendo seu starpower (ou poder de estrela), e aqui, neste filme, pode ser onde tudo saiu dos trilhos.

Roberts não se deu com o colega de cena e par romântico Nick Nolte, a quem acusava constantemente de ser um machista desprezível. As trocas de ofensas e farpas eram constantes, já que Julia também é (ou ao menos era) uma conhecida estrela problemática – durante as filmagens de Hook: A Volta do Capitão Gancho (1991), a equipe e o diretor Steven Spielberg a apelidaram de “Tinkerhell” (uma alusão a sua personagem Tinkerbell e a palavra hell, inferno) e suas cenas precisaram ser reduzidas. Aqui, quanto mais o comportamento machista de Nolte a incomodava, mais o ator fazia questão de enfatizá-lo. No final, a maioria das cenas da dupla precisou ser rodada de forma separada e quando o momento exigia os dois em cena, foram usados dublês. Roberts só recuperaria o prestígio em 1997, com O Casamento do Meu Melhor Amigo.

Os Mercenários 3 (2014)

Os bastidores de uma produção conturbada podem inclusive acabar com amizades de décadas. Foi o que aconteceu em Os Mercenários 3, terceira parte da aventura criadas por Sylvester Stallone. Apesar do terceiro filme exibir as presenças de atores notoriamente problemáticos como Mel Gibson, Harrison Ford e Wesley Snipes, a “treta” rolou entre Sly e seu grande amigo Bruce Willis. O motivo: dinheiro. Segundo relatado, Willis ganharia US$3 milhões por quatro dias de filmagens. Mas o eterno Duro de Matar não se deu por satisfeito, e exigiu US$4 milhões, ou seja, US$1 milhão por dia de filmagem (pois é, tem algo de muito errado com mundo).

Stallone e os produtores se recusaram e Willis pulou fora do projeto, apesar de ter aparecido previamente nos dois filmes anteriores. Às pressas foi chamado Harrison Ford para viver um papel similar. Numa cena, o protagonista pergunta pelo personagem de Willis, ao que Ford retruca: “He´s out of the Picture”, ou “Ele está fora de cena”. A coisa não parou por aí, e Sly veio a público alfinetar Willis antes do lançamento do longa, com frases nas redes sociais do tipo: “ambicioso e preguiçoso, uma receita para o fracasso”. Willis é um conhecido encrenqueiro de bastidores, segundo afirma o diretor Kevin Smith, por exemplo, e recentemente foi retirado da produção de Woody Allen, Café Society, no qual viveria o personagem que ficou com Steve Carell.

A Cartada Final (2001)

Outro astro historicamente problemático, talvez o maior deles, é Marlon Brando. Ao longo de sua carreira, em filmes como A Condessa de Hong Kong (1967), Último Tango em Paris (1972) e Apocalypse Now (1979), só para citar alguns, o comportamento errático do astro se tornou notório. No entanto, esperava-se que o ator aprendesse com os erros e se comportasse bem, ao menos na velhice. Ledo engano, afinal, como já diziam os poetas do grupo de Axé, É o Tchan, “Pau que nasce torto nunca se endireita”.

Aqui, em A Cartada Final, seu último filme, Marlon Brando seguiu se comportando de forma polêmica. O atrito foi entre o astro e o veterano diretor Frank Oz, que além de cineasta, ficou famoso ao ceder a voz para bonecos clássicos, como o Yoda, de Star Wars, e a Miss Piggy, dos Muppets. O estresse atingiu o ápice e Brando começou a se referir a Oz apenas pelo nome da porquinha dos Muppets. Depois, precisou ser dirigido pelo colega de cena Robert De Niro, que tentava jogar panos quentes, já que foi a seu pedido que Brando entrou neste elenco. Será que foi aqui que Edward Norton, outro notório “estrelinha” intratável, aprendeu a se comportar de tal forma?

Corações de Ferro (2014)

Naturalmente, um filme de guerra precisa ser tenso e seus bastidores podem contribuir muito para isso. Foi exatamente o que ocorreu durante as filmagens deste longa do mesmo diretor de Esquadrão Suicida, David Ayer. Na trama, um grupo de soldados fica restrito a um tanque de guerra, durante a Segunda Guerra Mundial. Foi reportado que para manter o nível de tensão nas alturas, os atores todo dia antes das filmagens lutavam entre si. Também foi dito que a maioria tinha medo de Jon Bernthal, pugilista de verdade no passado.

Além disso, Shia LaBeouf, jovem ator que atrai problemas, estava no auge da “surtação”, fazendo cicatrizes reais na pele e arrancando os próprios dentes, a fim de criar maior veracidade para seu personagem. O arranca-rabo, no entanto, quase ocorreu com o filho da lenda Clint Eastwood, Scott Eastwood, um novato em início de carreira. Tudo porque o Eastwood Junior começou a cuspir tabaco no tanque repetidamente, fato que começou a irritar tanto Brad Pitt quanto Shia LaBeouf. As coisas começaram a esquentar entre os três, com Pitt e LaBeouf considerando o ato de Eastwood desrespeitoso. Somente depois os atores foram notificados que estas eram as instruções do novato para a cena.

Três Reis (1999)

Ainda no território dos filmes de guerra, o tempo fechou entre George Clooney e o diretor David O. Russell. O cineasta voltou ao lado certo da linha, fazendo as pazes com o sucesso de maneira renovada após O Vencedor (2010). Daí seguiram O Lado Bom da Vida (2012), Trapaça (2013) e Joy: O Nome do Sucesso (2015), todos aclamados pela crítica e com indicações a prêmios. No entanto, o dia no sol de Russell quase esteve extinto antes disso, mostrando uma das maiores redenções do cinema em anos recentes.

A fama destemperada do diretor o precedia, e a briga homérica no set de Huckabees: A Vida é uma Comédia (2004) se tornou notória, após os vídeos com as explosões de comportamento do cineasta vazarem na internet. O maior alvo da fúria de Russell então era a veterana Lily Tomlin, outra persona difícil, constrangendo com berros e palavrões atores do calibre de Dustin Hoffman, Isabelle Huppert e Jason Schwartzman, presentes nas gravações durante os disparates. Antes disso, em Três Reis (1999), Russell viu em George Clooney um desafeto muito mais do que um aliado, atrás das câmeras. Primeiro, porque Russell não queria o ator no filme, e só o aceitou porque suas outras opções estavam indisponíveis. Por sua vez, Clooney não gostou nada da forma como o diretor tratava figurantes e membros da equipe, chamando constantemente sua atenção. O ápice veio e os dois saíram no braço. Apesar de terem jurado jamais trabalhar juntos novamente, Clooney reconhece o talento do diretor. Bem, ele fez maravilhas para a carreira de Jennifer Lawrence.

Instinto Selvagem (1992)

Sharon Stone, então uma atriz em vias de deslanchar em sua carreira, também não era a primeira opção do cineasta holandês Paul Verhoeven. Conhecido pelo teor polêmico e sexual de suas películas, Verhoeven se aventurava em sua produção mais ousada, na qual o sexo era a palavra de ordem. O astro Michael Douglas topou participar do projeto, já que temia que filmes assim perdessem de vez o lugar em Hollywood devido ao pavor da Aids que dominava o mundo na época. Assim sendo, tudo estava no lugar para um dos filmes mais eróticos de que se tinha notícia, que viria a chocar e marcar seu lugar na história do cinema.

Douglas e Sharon Stone realizaram todas as ousadas cenas tórridas sem o uso de dublês. Mas foi quando a atriz realizou a infame cena da cruzada de pernas, num momento fora da cama, que o bicho realmente pegou entre ela e o diretor da obra. Segundo Stone, o cineasta pediu para que ela tirasse a calcinha, pois estava refletindo na câmera e atrapalhando a cena. A ingênua atriz atendeu o pedido, nunca em um milhão de anos imaginando que a mente fértil de Verhoeven estava a muitos passos na frente. Foi só durante a premiere do longa, que miss Stone pode conferir como ficou a cena e notar que o artista havia dado um baita close em sua genitália. Resultado, um safanão da atriz no rosto do diretor, e depois o perdão com a repercussão positiva do filme. Segundo Verhoeven, a atriz sabia do combinado e havia concordado, dando para trás por ter ficado envergonhada depois. Ano passado, o cineasta se debulhou em elogios para sua protagonista Isabelle Huppert no igualmente polêmico Elle.

Ilha do Doutor Moreau (1996)

O último item desta lista reúne dois notórios meninos-problema. Trata-se de Marlon Brando e Val Kilmer, que tiveram que ser controlados pelo pobre veterano John Frankenheimer (falecido em 2002). De forma surpreendente, Kilmer causou mais mal estar do que o icônico Brando, cuja peculiaridade no set se deu apenas por usar um ponto eletrônico no ouvido para as falas, já que sua dificuldade para decorar os textos era notória. Segundo o ator David Thewlis, o verdadeiro protagonista do filme, Brando captou até mesmo sinais de rádio da polícia com sua escuta nas filmagens.

Kilmer, por outro lado, aceitou participar do longa pelo sonho de contracenar com o ídolo Brando, a quem pode imitar durante algumas cenas, e depois reprisar a imitação no recente Virgínia (2012), de Francis Ford Coppola. Segundo relatos, Kilmer foi um verdadeiro pesadelo durante as gravações e sempre que terminava o trabalho, os envolvidos agradeciam a Deus. Segundo envolvidos na produção, no último dia de filmagens, ao terminar sua participação, o diretor Frankenheimer proferiu as seguintes palavras: “ótimo, agora tirem este bastardo do meu set”. Amor assim precisa ser conquistado.

E vocês, conhecem alguma briga de bastidores em Hollywood que queiram nos contar? Deixe nos comentários abaixo. =)

Josh Brolin confirma que seu personagem Cable terá arco narrativo de 4 filmes

O personagem de Josh Brolin, o mutante Cabe, terá um papel central no novo filme do mutante tagarela, ‘Deadpool 2‘. No entanto, Brolin contou ao Empire que este será apenas o começo de seu arco narrativo.

“Nós pensamos em quatro filmes. Tentamos pensar em Cable através de um arco narrativo completo, não apenas neste filme, mas na trajetória de 4 filmes. Isso fez tudo ficar ainda mais divertido para mim.”

Sobre sua participação no Universo Compartilhado da Marvel, como Thanos, Brolin disse: “Eu não gosto da ideia de uma franquia, pessoalmente. É isso o que fez Thanos tão interessante. Era uma coisa finita, e eu gosto disso.”

Será que os dias de Thanos estão contados?

‘Titãs’: Netflix divulga novo trailer da série; Primeira temporada será lançada em janeiro!

A Netflix divulgou um novo trailer da série ‘Titãs‘.

Confira:

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 11 de Janeiro de 2019.

A série segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

Titãs‘ já está renovada para a 2ª temporada.

 

‘Room 104’: 3ª temporada da série de terror antológica ganha trailer; Assista!

A HBO divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘Room 104‘.

Confira:

A série foi criada criada por Jay Duplass e Mark Duplass.

A partir do quarto de um motel nos EUA, a série explora as histórias dos personagens que passam por esse quarto em uma noite qualquer, oferecendo uma nova descoberta a cada semana, contando histórias de pessoas comuns que lutam por uma conexão e significado dentro de um único quarto.

A terceira temporada irá estrear no dia 13 de setembro.

‘Riverdale’ registra sua MELHOR audiência em oito meses

Apesar da 4ª temporada de ‘Riverdale‘ ter sido finalizada antes do previsto devido o surto de coronavírus, o ciclo atual finalizou em alta na audiência.

O inesperado último episódio do quarto ano registrou 0.2 na demo e um total de 683 mil espectadores, o que representa a melhor audiência da série nos últimos oito meses.

“Nós tínhamos filmado quase dois terços do episódio 20, que seria o episódio do baile,” revelou o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa ao EW. “Nós analisamos essas cenas e tentamos encontrar um jeito de editar o episódio. Nós já tínhamos gravado as cenas do baile, onde muitas coisas dramáticas acontecem, mas ainda não tínhamos filmado um grande momento entre o Archie e a Veronica e a Betty e o Jughead. No entanto, quando eu vi o primeiro corte do episódio 19, o que achei ótimo é que todos eles se unem contra o Mr. Honey. E termina em um cliffhanger chocante e perturbador. Acabou funcionando bem como um final de temporada.”

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Meu Pai

(The Father)

 

Elenco:

Anthony Hopkins

Olivia Colman

Mark Gatiss

Olivia Williams

Imogen Poots

 

Direção: Florian Zeller

Gênero: Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Disponível em VOD

Sinopse: 

Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Florian Zeller também coescreveu o roteiro ao lado de Christopher Hampton, que é baseado na peça homônima dele;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Festival do Amor

(Rifkin’s Festival)

 

Elenco:

Wallace Shawn

Gina Gershon

Elena Anaya

 

Direção: Woody Allen

Gênero: Comédia

Duração: 88 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 6 de Janeiro de 2022

Sinopse: 

Quando Mort decidiu viajar para a Espanha para acompanhar o Festival de San Sebastián, ele não imaginava que seu mundo iria virar de cabeça para baixo. Após deixar-se envolver pelo charme e magia do país, ele começa a desconfiar que Sue, sua esposa, pode estar tendo um caso com um brilhante diretor de cinema francês. Enquanto tenta lutar contra suas inseguranças, Mort percebe que, assim como nos filmes, a vida também pode ser uma comédia, um drama, um romance… mas, acima de tudo, é um verdadeiro mistério!

Crítica | O Festival do Amor – Woody Allen comanda comédia romântica com astros de ‘Élite’ e ‘La Casa de Papel’ (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Woody Allen também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Histórias dos Jedi’: Nova série do universo ‘Star Wars’ ganha previsão de lançamento

O universo ‘Star Wars‘ continua a se expandir! O Disney+ confirmou que a antologia animada ‘Histórias dos Jedi‘ (Tales of the Jedi) será lançada no serviço de streaming no segundo semestre de 2022 – no período entre setembro e novembro.

Os três primeiros episódios irão narrar a origem de Ahsoka Tano. Já os três episódios seguintes focarão no Conde Dookan.

Além disso, também foi anunciado que o filme animado ‘Young Jedi Adventures‘ irá estrear na plataforma em 2023. A produção contará histórias originais no universo ‘Star Wars‘.

Vale lembrar que ‘Tales of the Jedi‘ é baseada nos quadrinhos de mesmo nome publicados pela Dark Horse. Dave Filoni, responsável por ‘The Clone Wars‘, comanda o projeto.

Confira abaixo o anúncio:

Liam Neeson, que interpretou Qui-Gon Jinn nas pré-sequências, irá reprisar seu papel na série animada.

Tom Sizemore, do clássico ‘O Resgate do Soldado Ryan’, morre aos 61 anos

Tom Sizemore, conhecido por interpretar o Sargento Horvath no clássico de guerra ‘O Resgate do Soldado Ryan‘, morreu aos 61 anos.

Em comunicado oficial, o empresário do ator, Charles Lago, declarou: “É com grande tristeza e pesar que anuncio que o ator Thomas Edward Sizemore faleceu pacificamente enquanto dormia no Hospital St Joseph. Seu irmão Paul e seus filhos gêmeos, Jayden e Jagger, estavam ao seu lado.”

De acordo com o Variety, o ator havia sido internado em condição crítica após sofrer um aneurisma cerebral no dia 18 de fevereiro. No começo dessa semana, sua família estava “determinando assuntos pendentes” após os médicos informarem que “não havia esperança” para sua recuperação.

Além de ‘O Resgate do Soldado Ryan‘, Sizemore ficou conhecido por interpretar o “cara durão” em diversos outros filmes de guerra e drama, incluindo ‘Zona de Perigo‘ (1993), ‘Assassinos por Natureza‘ (1994), ‘Fogo Contra Fogo‘ (1995), ‘Planeta Vermelho‘ (2000), ‘Pearl Harbor‘ (2001), ‘Falcão Negro em Perigo‘ (2001), entre outros.

Na televisão, o ator acumula diversos créditos no decorrer de sua carreira. Foi trabalho mais notório nas telinhas foi na série ‘Twin Peaks‘, onde eles interpretou o agente de seguros Anthony Sinclair.

Ele também participou de séries recentes como ‘Cobra Kai‘, ‘Shooter‘, ‘Lucifer‘, ‘Law & Order: Special Victims Unit‘ e ‘Hawaii Five-0‘. Em 2010, ele apareceu em um episódio de ‘Celebrity Rehab With Dr. Drew‘, onde compartilhou sua luta contra o vício.

2ª temporada de ‘Wandinha’ irá introduzir TRÊS novos personagens; Confira a descrição!

De acordo com o What’s on Netflix, três novos personagens serão introduzidos ao elenco regular da 2ª temporada de ‘Wandinha‘, que atualmente se encontra em pré-produção.

Confira a descrição dos novos personagens:

  • Karloff é descrito como um adolescente forte e atlético. O site ainda afirma que o ator que viverá o personagem terá que usar próteses, mas nenhum outro detalhe foi revelado.
  • Wolfgang é outro adolescente, descrito como charmoso e confiante.
  • Annie é uma jovem entre 12 e 14 anos, descrita como inteligente e madura para sua idade.

Apesar de todos os personagens aparentemente serem criações originais, especula-se que Wolfgang possa ser o filho do tio Wolfgang, um lobisomem foi introduzido na série animada de 1992.

Vale lembrar que a 2ª temporada de Wandinha ainda não possui previsão de estreia.

Relembre o anúncio:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

‘Não Fale o Mal’: Diretor do filme original DETONA do final do remake

Em entrevista ao Kulturen, o diretor Christian Tafdrup, que comandou o longa original de 2022, detonou a mudança no desfecho do remake de ‘Não Fale o Mal‘ (Speak no Evil).

O cineasta culpou a cultura americana e sua necessidade por finais felizes, o que descaracterizou completamente a história que ele se propôs a contar na produção original.

“Eu não sei por que os americanos são assim, mas eles gostam de histórias heroicas, onde o bem precisa vencer o mal. E, este remake de ‘Não Fale o Mal’, termina exatamente desta maneira. Quando eu vi o filme, percebi que eles nunca poderiam fazer um filme onde os personagens são apedrejados até a morte, como acontece no original. Os personagens na versão americana precisam lutar para salvar sua família e derrotar os vilões. É um final feliz, porque é algo enraizado na cultura americana que eles podem lidar com qualquer coisa.”

Ele completa, “Os espectadores [do remake] estavam completamente animados no cinema, aplaudindo, rindo e torcendo. Parecia um show de rock. No meu filme, as pessoas saíram do cinema traumatizadas.”

Vale lembrar que o remake de ‘Não Fale o Mal‘ arrecadou US$ 20.8 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, o longa superou as projeções iniciais – que indicavam um lançamento de US$ 10 milhões –, fechando o seu primeiro final de semana com US$ 11.5 milhões.

Para termos de comparação, esta é a segunda maior abertura doméstica da produtora em 2024, atrás apenas de ‘Mergulho Noturno‘ (US$11.7M).

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 9.3 milhões através de 73 mercados.

Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore – que é uma avaliação considerada forte para o gênero.

A nova versão de ‘Não Fale o Mal‘ contou com um orçamento de US$ 15 milhões.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, quando uma família americana é convidada para passar o fim de semana na idílica propriedade rural de uma encantadora família britânica com quem fez amizade nas férias, o que começa como as férias do sonho logo se transforma em um complicado pesadelo psicológico.

Confira nossa crítica em vídeo:

Crítica | Speak no Evil: Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

‘Quando o Céu se Engana’: Comédia sobrenatural com Keanu Reeves é ADIADA para dezembro no Brasil

Inicialmente programada para outubro, a comédia sobrenatural ‘Quando o Céu se Engana‘ (Good Fortune) foi adiada em quase dois meses no Brasil.

Agora, o longa estrelado por Keanu Reeves (‘John Wick’) será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de dezembro, pela Paris Filmes.

A trama segue um homem azarado que trabalha em uma infinidade de empregos. Ele é chamado por seu amigo, que mora em Hollywood Hills, para fazer vários trabalhos para ele – instalar um piso de discoteca, consertar o aquecedor da piscina. Seu anjo da guarda, no entanto, faz com que os dois homens troquem de corpos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de estrelar, Aziz Ansari (‘Master of None’) também é responsável pela direção e roteiro.

Diretores revelam que vão priorizar efeitos PRÁTICOS em ‘A Múmia 4’

Em entrevista ao Bloody Disgusting, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (‘Pânico’) declararam que vão investir pesado em efeitos práticos na aguardada sequência ‘A Múmia 4‘.

Inspirando-se em clássicos dos anos 80, a dupla de cineastas quer criar um filme que pareça realista nas telas.

“Podemos dizer que [priorizar efeitos práticos] é o nosso objetivo. Queremos explorar uma vibe clássica como ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’. Obviamente, haverá cenas grandiosas que exigirão alguns desses efeitos em CGI, mas acho que nossa missão é elaborar o cenário mais realista possível.”

Brendan Fraser e Rachel Weisz irão retornar, reprisando seus papéis como Rick and Evelyn O’Connell.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o novo filme deve ignorar os eventos de ‘A Múmia 3: A Tumba do Imperador Dragão‘ – que falhou em cativar o público ao abandonar a mitologia egípcia e por causa da ausência de Weisz, que foi substituída pela Maria Bello.

David Coggeshall, de ‘Órfã: A Origem‘, assina o roteiro.

A Múmia 4‘ está programado para estrear no dia 19 de maio de 2028.

‘A Múmia 4’: Diretores celebram reunião de Brendan Fraser e Rachel Weisz em novo filme

‘Viúvas’: Jacki Weaver entra para drama com Viola Davis

O mais novo longa de Steve McQueen, ‘Viúvas‘, que já conta com Viola Davis, Cynthia Erivo, Michelle Rodriguez e Liam Neeson, ganhou um novo membro em seu elenco. Quem agora fará parte da produção é Jacki Weaver, de ‘O Lado Bom da Vida’.

Baseado na minissérie britânica homônima de 1983, a produção acompanha quatro ladrões que são mortos após um mal sucedido roubo, deixando para suas respectivas viúvas a missão de cumprir o trabalho inacabado.

Escrito por Gillian Flynn (‘Garota Exemplar‘) e McQueen, as filmagens de ‘Viúvas‘ estão previstas para começarem ainda este ano. A data de estreia será 16 de novembro de 2018.

‘Capitã Marvel’: Fãs ficarão felizes com uniforme da heroína, diz artista conceitual

As primeiras imagens tiradas do set de filmagens de ‘Capitã Marvel’ assustaram alguns fãs que não possuem tanta familiaridade com os quadrinhos.

Com um visual diferente daquele que a maioria está acostumado, a atriz Brie Larson apareceu trajando um uniforme verde, gerando uma certa desconfiança e até mesmo descrédito em alguns.

E para tranquilizar os fãs, o artista conceitual da Marvel, Andy Park, conversou com o site Comicbook, pontuando que todos ficarão felizes com o resultado final.

Segundo ele:

“Eu acho engraçado ver a reação das pessoas e como elas ficam ansiosas, tirando conclusões precipitadas. Eu só espero que eles considerem tudo que aconteceu no passado e repensem sobre julgar algo sem conhecimento. Mas o que posso dizer? Eles vão ficar felizes. Eu creio que vão. Quero dizer, Kevin Feige já disse em uma entrevista. Nós revelamos a arte conceitual que eu e outros artistas fizemos de ‘Capitã Marvel’ no ano passado, na San Diego Comic Con. Então eu acho e espero que só isso seja o bastante para tranquilizar alguns daqueles medos que as pessoas possuem”.

 

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law, DeWanda Wise e Ben Mendelsohn. O roteiro fica por conta de Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider: A Origem’) e a direção é da dupla Anna Boden e Ryan Fleck.

O lançamento é previsto para 28 de Fevereiro de 2019 no Brasil.

‘One Day at a Time’: 3ª temporada ganha primeiras imagens; Confira!

A  3ª temporada da sitcom ‘One Day at a Time‘ ganhou suas primeiras imagens, divulgadas com exclusividade pelo portal TVLine.

As fotos ainda revelam a chegada de um novo membro do elenco. Danny Pino, de ‘Law & Order: SVU’, passa a integrar a trama no papel de Tito, o irmão da protagonista Penelope.

Confira:

A série retorna no dia 8 de fevereiro de 2019.

A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Justina Machado, Todd Grinnell, Isabella Gomez, Marcel Ruiz, Stephen Tobolowsky e Rita Moreno estrelam.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Vaza suposta imagem de Kristen Wiig como Cheetah; Confira!

Mulher-Maravilha: 1984‘ estreia em 04 de junho e parece que a primeira imagem da Kristen Wiig como a vilã Cheetah vazou na internet.

A imagem foi compartilhada por uma conta do Twitter dedicada aos filmes e séries da DC, intitulada Universo DC Comics.

Confira:

Confira nossas entrevistas com Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins, que vieram ao Brasil no último dia 08 de dezembro para divulgar o longa-metragem:

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

6 Dicas INÉDITAS da Netflix para salvar o seu fim de ano

O ano de 2020 está acabando e pra te ajudar a passar por esses últimos dias de forma mais leve e relaxada, a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes separou uma lista de dicas fresquinhas pra você conferir na Netflix!

Confira:

Um dos grandes destaque da lista é a estreia de ‘Bridgerton‘, série de época baseada nos romances homônimos de Julia Quinn.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

A adaptação é supervisionada pela icônica Shonda Rhimes, partindo do contrato de exclusividade assinado com a plataforma de streaming em 2017.

Confira o trailer

A série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

 

‘Cobra Kai’: 4ª temporada já está disponível na Netflix!

A 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ já está disponível na Netflix. A nova leva de episódios teve a sua estreia nesta sexta-feira (31) de dezembro.

No novo ciclo, Johnny e Daniel terão que deixar as diferenças de lado e unir forças para impedir que o sensei John Kreese gere uma nova e perversa rivalidade entre um grupo de adolescentes. Prestes a entrar em um novo torneio de Karate, eles dois ainda descobrirão que o que está em jogo é muito mais do que um simples troféu.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 5ª temporada!

Assista ao trailer da 4ª temporada:

 

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EXCLUSIVO! Produtora de Histórico Criminal revela como Martin Scorsese inspirou série de suspense

Uma das maiores surpresas da Apple TV, ‘Histórico Criminal’ resgata a atmosfera noventista de aclamados thrillers investigativos para um novo tempo, a partir de uma atípica parceria policial entre um veterano da corporação (Peter Capaldi) e uma jovem e idealista policial (Cush Jumbo).

Tornando-se um impressionante sucesso que cruzou as fronteiras britânicas – conquistando o público ao redor do mundo -, a série retorna com sua 2ª temporada e um novo e tumultuado caso que desafia não apenas a eficácia da Polícia de Londres, mas também a compreensão social sobre moralidade, profissionalismo e justiçamento por conta própria.

E, em meio a dilemas éticos e cenas eletrizantes que fisgam a nossa atenção, a produtora executiva Elaine Collins revelou, com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP, detalhes dos próximos episódios e o que os fãs de suspense podem esperar da trama.

Mergulhando nas complexas questões que se esgueiram habilmente no centro das cenas de ação, Collins reflete sobre como ‘Histórico Criminal‘ é um espelho dos diversos conflitos e problemas enfrentados ao redor do mundo, à medida que bebe de fontes artísticas poderosas, como as primeiras obras de Michael Mann e o estilo inigualável de Martin Scorsese.

Confira a entrevista:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criminal Record apresenta Capaldi no papel do Inspetor-Chefe de Polícia Daniel Hegarty e Cush Jumbo como a Sargento Detetive June Lenker, ambos encarregados de investigar um caso de assassinato antigo. Enquanto Hegarty procura proteger o passado, Lenker vai além dos limites em busca da verdade.

A sinopse oficial diz: Criminal Record é um drama poderoso, focado nos personagens, ambientado no coração de Londres contemporânea. Uma ligação anônima atrai dois detetives brilhantes para um confronto sobre um antigo caso de assassinato – uma jovem mulher no início de sua carreira e um homem bem conectado determinado a proteger seu legado. A série aborda questões de raça, falhas institucionais e a busca por um terreno comum em uma Grã-Bretanha polarizada.”

No segundo ciclo, June Lenker (Jumbo) é a oficial sênior na cena quando um comício político é atacado por contramanifestantes de extrema direita. O confronto violento deixa um jovem morto e June, consumida pela culpa, está desesperada para levar o assassino desconhecido à justiça. Parece que sua melhor esperança é Daniel Hegarty (Capaldi), agora uma figura essencial no mundo sombrio da inteligência policial. Ele pode ter as respostas de que ela precisa, mas para obter sua ajuda, ela terá que aceitar uma barganha perigosa.

No elenco estão também Charlie Creed-Miles, Dionne Brown, Shaun Dooley, Stephen Campbell Moore, Zoë Wanamaker, Rasaq Kukoyi, Maisie Ayres, Aysha Kala, Cathy Tyson e Tom Moutchi.

Criminal Record é escrito e criado por Paul Rutman. Jim Loach e Shaun James Grant atuam como diretores da série de oito episódios. Elaine Collins é produtora executiva junto com Capaldi, Jumbo e Rutman.

‘Maze Runner: A Cura Mortal’: Cena deletada mostra momento triste do livro [SPOILER]

Foi divulgada pela 20th Century Fox uma cena deletada de Maze Runner: A Cura Mortal, apresentada por Dylan O’Brien Thomas Brodie-Sangster. Cuidado com spoilers sobre o filme, que está atualmente em cartaz nos cinemas nacionais.

[SPOILERS DAQUI PRA FRENTE]

A cena em questão mostra o diálogo em que Newt releva para Thomas como tentou cometer suicídio quando ainda estava no Labirinto, o que o deixou manco. Ele foi salvo por Minho. O acontecimento justifica o desejo de Newt de salvar Minho das mãos do C.R.U.E.L. Assista:

Confira nossas críticas:

Crítica 2 | Maze Runner: A Cura Mortal – O final satisfatório para uma franquia de qualidade

Crítica | Maze Runner: A Cura Mortal – Um desfecho digno… mas bastante cansativo

O 3º e último filme mostrará Thomas embarcando em uma missão para encontrar uma cura para uma doença mortal conhecida como “Fulgor”. Goggins irá interpretar Lawrence, um personagem perigoso que é parte revolucionário, parte anarquista.

No elenco estão Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Giancarlo Esposito, Aidan Gillen, Ki Hong Lee, Barry Pepper, Will Poulter e Patricia Clarkson.

O filme já está em cartaz nos cinemas nacionais.

‘The Gifted’: Fox anuncia data de estreia da 2ª temporada; Veja os novos cartazes!

A Fox oficializou que a 2ª temporada de The Gifted estreia em 25 de setembro. Vale destacar que a série agora será exibida às terças, enquanto a temporada de estreia foi exibida às segundas nos EUA. Confira o anuncio e os novos cartazes:

Fox também anunciou um novo acréscimo ao elenco da 2ª temporada de ‘The Gifted‘. Grace Byers, que já participou da série ‘Empire‘, fará parte da trama de forma recorrente.

A atriz dará vida à Reeva, uma personagem que deve se aliar a Polaris (Emma Dumont), às irmãs Frost (Skyler Samuels) e a Andy (Percy Hynes White).

Loki | Quem é o Sapo do Trovão? Ele pode voltar ao MCU?

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao quinto episódio de Loki, não leia esta matéria para não receber spoilers.

O quinto episódio de Loki, Jornada ao Mistério, lançou uma dezena de easter eggs em tela para tentar compensar a falta de história. Com esse jeitão de filler, o penúltimo capítulo se tornou uma grande caça às referências, sendo a melhor delas a participação de uma variante muito querida pelos fãs do Deus do Trovão, o Sapo Thor ou Throg. Sua aparição dura pouco mais de dois segundos, mas foi o bastante para deixar os fãs em polvorosa ao vê-lo tentar escapar do frasquinho para chegar ao Mjölnir.

Conforme visto na etiqueta do frasquinho, o Sapo Thor está identificado com o termo T365, que é uma referência ao quadrinho Thor #365, em que o personagem fez sua estreia. Inclusive, em entrevista ao podcast For All Nerds, a diretora Kate Herron confirmou que a voz do Anfíbio do Trovão é de ninguém menos que Chris Hemsworth, o Thor do MCU. Ela garantiu que o ator foi convocado para fazer esse gritinho exclusivamente para a série, não se tratando de um áudio antigo reutilizado.

No entanto, isso distancia o personagem de sua versão das histórias em quadrinhos. Nas HQs, o Sapo Thor é Simon Walterson, um ex-jogador de futebol americano universitário que foi escolhido para jogar na NFL. Porém, ele sofre uma lesão gravíssima no joelho que o obriga a encerrar a carreira precocemente. Simon então busca forças em sua família e no trabalho voluntário. Só que começam a acontecer uma série de desgraças, como a morte de seu bebê ainda no útero da mãe e de sua esposa. Afundado pela depressão, o rapaz procura videntes, ciganas e bruxas para tentar contato com o mundo do mortos. Depois de muita procura, ele encontra o bruxa que o põe em contato com os familiares mortos. Após o alívio de falar com seus amores, Walter percebe que não vai ter como pagar a tal bruxa pelo serviço prestado. Irritada, ela o pune transformando-o em um sapo.

Desolado, ele vai para o Central Park, onde conhece outros sapos e acaba se envolvendo na guerra contra os ratos. Então, Thor, que também fora transformado em sapo, aparece e conhece Simon. Eles conversam e o rapaz o convence a participar da batalha. Com o conflito resolvido, Thor se prepara para voltar a Asgard. Só que um bode pisa no Mjölnir e acaba soltando uma lasca do martelo. Esse pedaço se transforma em um mini-Mjölnir que é prontamente levantado por Simon, que se transforma no Sapo Thor ou Throg, o Sapo do Trovão.

Posteriormente, ele passa a integrar uma versão de mascotes dos Vingadores – sim, aquilo é um Tiranossauro -, onde vive grandes aventuras e chega a passar por uma crise de identidade. Sim, ele começa a se questionar se é apenas um sapo ou se é uma entidade mitológica nórdica.

Nos cinemas, a vez que em que Thor foi transformado em sapo pelo Loki (Tom Hiddleston) já foi citada em forma de piada em um diálogo entre os dois, mas a versão anfíbia do herói nunca havia sido mostrada até então. Só que, segundo Eric Martin, um dos roteiristas da série, a aparição do Sapo do Trovão deveria ter acontecido mais cedo, ainda no primeiro episódio. De acordo com o que ele disse em seu Twitter, a produção chegou a gravar uma cena em que Loki estaria no Teatro do Tempo, na TVA, e seria afetado por uma memória do Sapo Thor dando socos nele. Bom, agora fica a expectativa do Disney+ disponibilizar essa cena como um bônus após o fim da série. E conhecendo o diretor Taika Waititi, que vai comanda Thor: Amor & Trovão, não seria nenhum absurdo acreditar que o herói anfíbio pudesse voltar a aparecer, mas agora com mais tempo de tela. Isso porque o Mjölnir, que foi destruído em Thor: Ragnarok (2017) estará na quarta aventura do herói e muitos fãs acreditam que o Vazio/ Multiverso será a explicação usada para o triunfal retorno do martelo místico. Se essa for a justificativa, realmente não há impedimentos para a volta de Throg.

O último episódio de Loki estreia nesta quarta (14) no Disney+.

 

Crítica | For Life – Série conta a EMOCIONANTE jornada real de detento que se torna advogado

Séries e filmes com temática judicial existem aos montes na televisão aberta e também nas plataformas de streaming. Muito populares a partir da década de 1990, esse tipo de produção ajudou a construir o gosto do espectador por histórias policiais que envolvessem crime e julgamento, como ‘C.S.I’ e ‘Law and Order’. Porém, raramente essas produções eram protagonizadas por atores pretos, a não ser que fossem personagens secundários ou participações especiais. Nos últimos anos, entretanto, isso vem mudando, e felizmente hoje podemos assistir a séries como ‘For Life’, nova produção da Netflix que figura no Top 10 desde a sua estreia.

Aaron Wallace (Nicholas Pinnock) está na prisão há 9 anos, sentenciado à prisão perpétua, mas nunca foi julgado ou sequer teve acesso a que tipo de acusação foi indiciado. Por isso, decidiu, de dentro da prisão, estudar e se formar em Direito, para poder se representar na corte. Enquanto não consegue acesso a seu próprio arquivo, Aaron vai ganhando experiência e lutando pela justiça de outros detentos, como Jose Rodriguez (Andrew Casanova), acusado de comprar drogas para uma menor de idade. Com a ajuda da nova diretora do presídio, Masry (Indira Varma), Aaron aos poucos vai conseguindo se firmar como advogado, porém, seu caminho começa a ser dificultado pela promotoria e pelo candidato a secretário de segurança Glen Maskins (Boris McGiver).

Dividido em treze episódios com exatos quarenta e três minutos de duração cada, a primeira temporada de ‘For Life’ segue o mesmo escopo das séries jurídicas e de investigação, entrelaçando a jornada pessoal do protagonista com os casos que ele se debruça para defender, e, aos poucos, vai exemplificando como esses casos, que aparentemente não têm relação, vão se costurando com o objetivo de Wallace, o que comprova que ele é um sujeito inteligente que não dá ponto sem nó.

Escrito e criado por Hank Steinberg, a grande sacada de ‘For Life’ é trazer a pauta racial para o protagonismo do programa, escancarando a estrutura racista que institui e corrobora a lei, a justiça e o sistema prisional daquele país (algo que o espectador brasileiro certamente consegue relacionar com a realidade daqui). Não à toa, é inspirado na história real de Isaac Wright Jr. A motivação do protagonista engaja a gente a acompanhar sua jornada de perto, a desejar pelo seu crescimento como advogado para trazer um pouco de justiça a um sistema que sabemos corrupto. Certeza de que é por isso que a série está conquistando o público.

A dosagem da carga dramática da primeira temporada é bem equilibrada; já no segundo episódio, por exemplo, vemos Wallace se ver obrigado a defender o caso de um detento nazista. Não tem como assistir a um episódio desses e se sentir confortável. A boa condução dos conflitos é mérito do diretor Russell Lee Fine, embora algumas transições de cenas tenham chegado à sua versão final com uns segundos a mais de tela preta.

For Life’ é uma ótima série, e a melhor dica é ir assistindo-a aos poucos, um episódio por dia, para refletir sobre os temas. A boa notícia é que a segunda temporada já está confirmada. A outra boa notícia é que, embora tenha chegado ao público brasileiro pela Netflix, ‘For Life’ também já está disponível na Amazon Prime e também na Globoplay (onde a segunda temporada já está disponível).

‘Creed II’: Nova cena deletada revela morte de personagem da franquia

Creed II‘ ganhou uma nova cena que acabou cortada da versão final do filme. Nela, vemos Rocky comparecendo ao funeral de Spider Rico, o primeiro oponente do pugilista no primeiro filme da franquia.

Confira:

Nos EUA, o longa arrecadou US$115.6 milhões. No mercado internacional, foram US$114 milhões. Ao total, a sequência já arrecadou impressionantes US$212.7 milhões.

Dirigida por Steven Caple Jr., a sequência conquistou 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A vida se tornou um ato de equilíbrio para Adonis Creed. Entre as obrigações pessoais e os treinos para sua próxima luta, ele está contra o grande desafio da sua vida. Enfrentar um oponente que tem ligações com o passado da sua família intensifica a batalha iminente no ringue. Rocky Balboa está ao lado durante tudo isso e, juntos, Rocky e Adonis confrontarão seu legado compartilhado, questionaram pelo que vale a pena lutar e descobrirão que nada é mais importante do que a família. Creed II é sobre voltar ao princípio para redescobrir o que o tornou um campeão em primeiro lugar e lembrar que, não importa aonde você vá, você não pode escapar do que você é.

O elenco conta com Michael B. Jordan, Sylvester Stallone, Tessa Thompson, Phylicia Rashad, Dolph Lundgren e Florian Munteanu.