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10 Ótimos Filmes Dirigidos por MULHERES – Parte 2

Seguimos em nossa jornada, com uma parte 2 repleta de diversidade nas tramas, para apresentar ótimos filmes dirigidos por mulheres de todo o mundo. Mesmo com uma longa batalha para vencerem dentro de um universo audiovisual ainda muito machista, cada vez mais mulheres estão trabalhando com cinema em diversas áreas da indústria cinematográfica.

Nosso especial contínuo, de muitas partes que serão postadas ao longo dos meses, tem o intuito de mostrar ao público diversos filmes, alguns que passaram desapercebidos pelo público inclusive, que são dirigidos por excelentes profissionais de cinema.

Diretoras dos longas-metragens abaixo:

Catherine Corsini, Kelly Fremon Craig, Lorene Scafaria, Bettina Oberli, Emma Seligman, Maïwenn, Emily Ting, Chloé Zhao, Isabella Eklöf e Silja Hauksdóttir.

 

Um Belo Verão (França, 2015)

Tão bom morrer de amor e continuar vivendo. Dirigido pela cineasta francesa Catherine Corsini, do ótimo Partir (2009)Um Belo Verão, que fez parte da programação do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, é um filme que fala sobre a luta das mulheres na década de 70 e um amor que nasce ingênuo e vira uma página importante na história das envolvidas. Um dos grandes destaques do longa-metragem é o belo roteiro assinado pela dupla Catherine Corsini e Laurette Polmanss que consegue com maestria dominar a atenção do público contando sempre com a ajuda de uma singela dose de empatia das ótimas personagens.

 

Na trama, acompanhamos a trajetória da jovem Delphine (Izïa Higelin), filha única que vive no interior da França com seu pai e sua mãe. Certo dia, resolve abandonar sua família para descobrir o mundo em uma Paris no ano de 1971, lugar onde está passando por uma época de transformações intensas ligada à liberdade sexual e ao feminismo. Assim que chega na capital francesa, logo se aproxima de uma grupo de mulheres que lutam pelos direitos das mesmas, fazendo inúmeros protestos e invadindo conferências sobre temas polêmicos. Uma das líderes do grupo é Carole (Cécile De France), uma bela mulher que vive com seu namorado Manuel. Com o passar do tempo, Delphine e Carole vão se aproximando e acabam de apaixonando intensamente, provocando uma série de conflitos para ambas.

 

Um Belo Verão se sustenta na força do amor. Fala com garra e inteligência sobre a força das mulheres em sua constante luta de igualdade de direitos. Entre esses dois universos, o do amor e o da luta feminina, giram as ótimas personagens interpretadas pela excelente atriz belga Cécile de France e pela jovem francesa Izïa Higelin. Delphine é uma jovem que sempre ajudou seu pai nos trabalhos na fazenda onde mora. Quando descobre Carole, uma mulher independente, pra frente, com muita atitude e delicadamente bela se entrega completamente a uma paixão cercada de preconceito e dúvidas em relação à liberdade desse amor. Carole descobre sua sexualidade com Delphine, se entrega e se apaixona como nunca antes fizera, vive a cada dia tentando mostrar ser merecedora do amor de Delphine. O conflito entre as duas acontece por conta da fragilidade nas atitudes de Delphine que tem muito medo do que os outros vão pensar se descobrirem sobre elas.

Se o final é triste ou não, não vou dizer. Mas acredito muito que esse belo trabalho deixa em nossa memória uma linda mensagem sobre como viver. A liberdade, a igualdade, pontos importantes na ideologia francesa ao longo das décadas, são fundamentais para que tenhamos o livre arbítrio de respirar as experiências de vida que achamos as mais felizes para nossa existência.

 

 

Quase 18 (EUA, 2017)

Na adolescência tudo parece o fim do mundo mas é apenas o começo. Escrito e dirigido pela estreante em direção de longas metragens Kelly Fremon CraigQuase 18 é uma grande aventura na estrada sempre complicada da adolescência. Diferente de outros longas com o tema que não conseguem reunir um grupo de situações/argumentos interessantes, Quase 18 navega com muita sabedoria e honestidade nessas águas conturbadas dessa fase da vida. O elenco é de primeira, encabeçado pela jovem veterana Hailee Steinfeld e com coadjuvantes de peso como os ótimos Woody Harrelson e Kyra Sedgwick.

Na trama, conhecemos a ‘aborrecente’ Nadine (Hailee Steinfeld), uma jovem com diversas dificuldades em se socializar com pessoas de sua idade que acaba perdendo seu pai, um dos seus únicos portos seguros. Sua relação com sua mãe Mona (Kyra Sedgwick) e seu irmão Darian (Blake Jenner) sempre foi complicada e as coisas só pioram quando uma de suas poucas amigas Krista (Haley Lu Richardson) acaba se apaixonando pelo seu irmão. Assim, ao longo dos conflituosos dias, Nadine terá que viver situações para chegar ao verdadeiro entendimento sobre os valores da vida, para isso contará com a ajuda inusitada de seu professor Mr. Brunner (Woody Harrelson).

O roteiro, escrito pela diretora, é excelente. Passamos em cerca 105 minutos por algumas fases da vida da protagonista, uma adolescente rebelde que mantém um relacionamento extremamente difícil com sua família. No primeiro arco, vemos uma fase pré adolescente que, de maneira bem rápida, nos ajudar a compor as principais características e modo de pensar da personagem. O desespero fica maior quando sua melhor amiga, e praticamente única, já na fase de high school, acaba se apaixonando por seu irmão e resolve optar pela distância e embarcando em uma fase de novas descobertas e abrindo os olhos para pessoas que já conhecia mas não conseguia enxergar. O professor Brunner, acaba chegando como um amigo, fazendo um papel parecido com um pai tentando dar bons conselhos e usando, muitas vezes, a mesma linguagem da personagem, é a memória do pai, seu maior porto seguro, que o professor acaba personificando aos olhos da jovem.

Quase 18, tinha tudo para ser mais um enlatado norte-americano esquecível mas logo nos primeiros minutos vamos percebendo que esse filme seria uma grata surpresa. Não percam esse filme!

 

 

A Intrometida (EUA, 2015)

A felicidade é uma estação intermédia entre a carência e o excesso. Escrito e dirigido pela diretora e roteirista Lorene Scafaria, que entre outros trabalhos foi roteirista do ótimo Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música e dirigiu o peculiar Procura-se um Amigo para o Fim do MundoA Intrometida é um drama disfarçado de comédia com um tom melancólico muito profundo que é atenuado pela atuação carismática da veterana Susan Sarandon. Falando com propriedade de assuntos que vão da dor da perda à vontade de se reencontrar, aos poucos, o filme se torna uma grata surpresa que vai deixar muito cinéfilo com sorrisão aberto.

Na trama, conhecemos a carinhosa Marnie Minervini (Susan Sarandon), uma mulher já na metade final de sua vida que recentemente perdeu seu companheiro de toda uma vida. Completamente sem rumo, resolve se mudar para mais próximo de sua filha Lori (Rose Byrne), em Los Angeles, na Califórnia. Expondo sua solidão de diversas e muitas vezes engraçadas maneiras, Marnie acaba invadindo a privacidade de sua filha a todo instante (fruto de uma carência do momento) e após um chega pra lá de Lori, Marnie embarca em uma jornada de descobertas onde irá conhecer pessoas que mudarão para sempre esse momento instável que vive.

Com um orçamento que girou em torno de 10 Milhões de Dólares, A Intrometida se sustenta, além de outras coisas, na força de seus coadjuvantes. Os dramas de Lori, a filha da protagonista, são tão complexos quanto os de Marnie, perdeu o namorado para outra mulher, se encontra sozinha e depressiva. O filme às vezes brinca com essa depressão da dupla, envolvendo o espectador em cenas hilárias, talvez para dar um tom um pouco mais leve para falar sobre assuntos bem densos e complicados. J.K. Simmons, nosso eterno professor Fletcher (Whiplash) e seu ótimo personagem Zipper, preenche uma lacuna muito interessante na história que é o amor. Susan Sarandon, ganhadora do Oscar em 1996 pelo excelente Os Últimos Passos de um Homem, aproveita todos esses elementos e transforma sua personagem em uma curandeira dos seus próprios conflitos internos, uma aula de simpatia e atuação dessa sempre surpreendente atriz.

Exibido no Festival de Toronto 2015, esse longa metragem é um daqueles projetos que vão melhorando a cada cena. Com um começo meio morno onde o foco é explicar, em pouco tempo, toda uma personalidade complexa e abalada pela carência, o filme a partir do segundo arco foca nas reviravoltas das consequências que impactam na vida da protagonista, e aí o filme cresce muito. Com a personagem principal exalando carisma, diversas cenas hilárias, um roteiro pra lá de competente e uma direção firme, a dramédia se coloca como um grande aulão de terapia com o foco na arte de viver.

 

 

Minha Incrível Wanda (Suíça, 2020)

Como uma família pode buscar soluções para uma situação de crise que engloba a todos? Tudo é movido a dinheiro nessa vida? E se não? Qual a solução? Minha Incrível Wanda, que esteve na programação da Mostra de SP de 2020, é um conto atual que reúne uma família rica repleta de personalidades diferentes e uma trabalhadora polonesa que precisam resolver, com todos saindo ganhando, uma situação pra lá de inusitada. Dirigido pela cineasta Bettina Oberli (que também assina o roteiro ao lado de Cooky Ziesche) somos levados as loucuras do fato com muita habilidade e com riqueza nos detalhes que compõem as excentricidades em contraponto à inconsequência. Há simbolismos bastante delicados na construção do eminente, marca registrada de todo bom cineasta.

Na trama, conhecemos a jovem trabalhadora polonesa e mãe de dois filhos Wanda (Agnieszka Grochowska) que a cada nova temporada trabalha durante alguns meses para uma família rica na Suíça. Sua prioridade nos afazeres é cuidar do já debilitado Josef (André Jung) como uma espécie de enfermeira. A família adora Wanda, principalmente Josef. Só que as vezes, principalmente quando chega de madrugada, Wanda e Josef, escondido dos demais, entram em um acordo que causará graves confusões e situações para toda a família.

O imprevisível engenhoso roteiro, muito bem definido em seus arcos expostos em números romanos, produz uma série de situações complicadas que vamos buscando compreensão pela ótica conturbada e emocionalmente abalada dos ótimos personagens. Há vários contrapontos interessantes que vão se solucionando como reflexões da sociedade, até mesmo conflitos mais do que batidos entre classes sociais. No primeiro arco, entendemos os personagens, e somos apresentados ao conflito; no segundo chega o conflito e suas primeiras impressões de todos; no terceiro, as tentativas de soluções para que todos ganhem com a situação. Tudo muito simples, objetivo e bastante verdadeiro. Destaque também para a trilha sonora assinada pelo duo Grandbrothers formado em Düsseldorf pelo suiço Lukas Vogel e o alemão Erol Sarp. Ótimo filme.

 

Shiva Baby (EUA, 2021)

Quando o trágico encontra seu equilíbrio no cômico. Disponível na plataforma MUBI, Shiva Baby nos mostra segredos, famílias, mentiras. Todo tipo de drama se afunila no campo das surpresas, em encontros quase inimagináveis, além de situações mal resolvidas em um passado recente de uma jovem em grandes conflitos quando resolve ir com os pais a uma reunião tradicional após um funeral, parte da tradição judia. O confronto com seu modo de viver, do qual foi criada, essas tradições de sua família judia, vira rebeldia e parece que acompanhamos o clímax, da primeira cena até os acontecimentos dentro de um leque de situações constrangedoras que se juntam aos montes somadas a um eminente insucesso nas suas tentativas já frustradas de liberdade sem limites. Um grande filme, escrito e dirigido pela cineasta Emma Seligman, um dos melhores disponíveis pelos streamings aqui no Brasil.

Na trama, conhecemos Danielle (Rachel Sennott), uma jovem que se prostitui sem que seus pais saibam de nada. Um dia, resolve acompanhar os pais (que a bancam desde sempre), a um pós funeral de uma amiga da família judia que pertence. Nesse dia, que é uma reunião em uma casa, acaba encontrando antigos amores, conflitos com seus pais por conta dos seus objetivos na vida, desconfiados olhares de conhecidos e uma surpresa ligada à sua vida na prostituição. Prestes a chegar a um ataque emocional, vamos descobrindo todas as fraquezas e inconsequências que acompanham a complexa protagonista. Lembra um pouco, mesmo com inúmeras diferenças, a também ótima comédia britânica Morte no Funeral.

Parece que estamos olhando pelo buraco da fechadura no campo das emoções da protagonista, um mérito de um afiado roteiro e uma lente detalhista de Seligman. Há também um equilíbrio entre o trágico e o cômico. A protagonista busca sua liberdade ser alguém à frente do seu tempo. Mas comete o erro, fruto de sua imaturidade, de não buscar desenvolver alternativas para suas inconsequências, como se estivesse em órbita somente com seus impulsos esquecendo dos complementos vitais para um equilíbrio de felicidade e dedicação.

Eminentes conflitos, um peso na consciência, buscando no desespero de se sobressair, almejando uma perfeição por meio de mentiras, elementos que obviamente levarão a personagem a um limite emocional, quase um divisor de águas sobre sua vida. Há uma busca de reconhecimento de seus pais mas envolvida em muitas mentiras e foco descontrolado sobre o que quer da vida, fora a mordaça imaginária que se coloca que fica evidente quando se vê sem saída sobre como resolver todas as situações que estão em descontroles na sua frente. Shiva Baby apresenta um complexo cenário sobre abalos emocionais, reunidos com um certo clima de tensão, um filme que todo psicólogo deveria assistir, além de todos que amam uma boa história, um bom cinema. Bravo!

 

 

Meu Rei (França, 2015)

Não quero que pense em mim sem motivos, mas que faça de mim o motivo dos seus pensamentos. Depois de dirigir o excelente Polissia, quatro anos atrás, a cineasta e atriz francesa Maïwenn volta para trás das câmeras dessa vez para dirigir um intenso drama que em pouco mais de 120 minutos de projeção encara a difícil missão de mostrar a vida de um casal com temperamentos diferentes que quando se juntam uma série de inconsequências acontece levado ambos a um extremo destrutivo. Impressionante a atuação da dupla de protagonistas, Emmanuelle Bercot venceu o prêmio de melhor atriz em Cannes em 2015 por esse papel.

Na trama, acompanhamos a trajetória de Tony (Emmanuelle Bercot) e Giorgio (Vincent Cassel), um casal que briga mais do que faz amor, muito por conta do jeito possessivo de ser do segundo. O filme traça e mostra um paralelo sempre na visão de Tony, onde no primeiro andamento está se recuperando de uma grave lesão ortopédica e paralelamente vamos conhecer sua história e todo o começo da relação conturbada com o futuro marido. O público acompanha de perto todo o trajeto dessa história que emociona e toca profundamente nossos corações.

São duas visões completamente diferentes sobre o relacionamento. Georgio é um saudosista da liberdade, da inconsequência, ano após ano muda muito pouco mesmo que comece a entender melhor o mundo ao seu redor e sua família. Já Tony é a parte que mais sente todo o desenrolar da trajetória do casal. Antes uma confiante mulher, começa aos poucos a perceber que seu marido é um homem desequilibrado que em muitos momentos deixa seu lado egoísta dominar a relação dos dois. Tony sofre demais, explora suas tristezas mais profundas e tenta a todo tempo dar a volta por cima (a construção de desconstrução de Tony é feito com maestria por Bercot que mostra todo seu talento em cena), contando com a ajuda de seu irmão Solal (Louis Garrel), o único que percebe logo de cara que Georgio levaria sua irmã ao limite.

O paralelismo que acontece, mostrando duas fases na vida de Tony é uma das grandes sacadas do roteiro, escrito pela própria diretora e pela roteirista Etienne Comar. Impressionante como as duas fases se encontram no final fazendo tudo um grande sentido para o público entender mais profundamente todas as transformações que passou a protagonista. Meu Rei, que fora exibido no Festival Varilux de Cinema Francês de alguns anos atrás é uma pequena obra-prima que o cinema francês brinda todos nós cinéfilos. Bravo!

 

 

Already Tomorrow in Hong Kong (EUA, 2016)

Selecionado para diversos festivais durante todo o ano de 2015, estreou nos Estados Unidos em fevereiro de 2016, uma curiosa trama, que um pouco se assemelha à clássica trilogia de Richard Linklater, Antes do Amanhecer/Antes do Pôr-do-Sol/Antes da Meia-NoiteAlready Tomorrow in Hong Kong é uma micro mais contagiante história de amor intangível. Ao longo dos curtíssimos 78 minutos de projeção, somos testemunhas de profundos diálogos que vão de uma criativa crítica ao mundo da tecnologia até as razões pelas quais amamos alguém. Jamie Chung e Bryan Greenberg, os protagonistas, dão um espetáculo de harmonia e fazem toda a magia do cinema acontecer a partir do poder que as palavras possuem na hora que você conhece alguém. Ótima direção da cineasta Emily Ting.

Na trama, conhecemos Josh (Bryan Greenberg), um jovem banqueiro norte-americano que mora faz uma década em Hong Kong. Certo dia, quando está do lado de fora de onde acontece a festa de sua atual namorada, acaba conhecendo a bela Ryby (Jamie Chung), com quem acaba passando as horas seguintes passeando pelas ruas de Hong Kong. Em certo momento, quando Ruby descobre que Josh tem namorada, eles se despedem. Um ano mais tarde, por uma brincadeira do destino talvez, eles voltam a se encontrar por acaso e agora precisam se entender, saber realmente se vão ser marcantes na vida de cada um.

Todo bom diretor sabe, assim como os jurados de Master Chef Brasil, que o menos é mais. A diretora e também roteirista deste singelo e profundo trabalho Emily Ting, em sua primeira direção de um longa-metragem, adota essa tática de confiar 100% no roteiro e na interação dos seus personagens principais. Com diálogos inteligentes e objetivos, além de compreendemos melhor as personalidades dos protagonistas, conseguimos ficar com aquele sentimento de surpresa na espera do que realmente pode acontecer quando esss dois mundos bem diferentes se chocam. Há semelhanças com a trilogia de Linklater, mas Already Tomorrow in Hong Kong consegue ter sua própria essência, mexe com nossos corações e foca num princípio sempre sugestivo, o da escolha que precisamos fazer em momentos chaves de nossas vidas.

A única coisa de ruim que possa ter nesse texto sobre esse lindo trabalho é a quase certeza de que esse filme não chegará ao circuito brasileiro. Talvez pela falta de observação cinéfilas das distribuidoras, talvez pela falta de coragem que ainda faltam em alguns de apostar em filmes que mexem com nossos corações e não tem artistas famosos contando a história. De certo, é que se você caro leitor tiver a chance de assistir a essa película, não perca essa chance.

 

 

Nomadland (EUA, 2021)

O que é lembrado, vive. Um dos filmes mais badalados da premiação do Oscar desse ano, Nomadland, escrito (baseado no livro homônimo de Jessica Bruder), dirigido e editado pela cineasta chinesa Chloé Zhao é um road movie cíclico sobre a solidão e os desencontros em relação ao lugar no mundo de uma forte e solitária protagonista (interpretada pela ótima Frances McDormand). Nos faz refletir bastante sobre nossa existência e também sobre as estradas da vida que todos enfrentamos, cada qual a sua forma. Assuntos atuais como a crise econômica e as gangorras de um capitalismo que leva a maioria dos trabalhadores a serem um mero número sem piedade quando as dificuldades ou rendimentos abaixo do esperado chegam também estão presentes nesse belo trabalho vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.

Na trama, conhecemos Fern (Frances McDormand) uma mulher mais velha que vive em uma Van antiga, nômade, pelas estradas da vida. Sem lugar fixo, trabalha em determinadas época do ano na mesma filial de distribuição da Amazon. Combate a solidão, o frio, as desconfortantes situações que precisar enfrentar para buscar respostas que tanto procura. Quando o amor chega inesperadamente, ou algo parecido com isso, acaba gerando uma espécie de conflito dentro dela e decisões precisarão serem tomadas.

Lar é só um nome ou é algo que carregamos conosco? A protagonista não é uma mulher perdida no mundo, na verdade é uma corajosa ser humana, dona de uma atitude para muitos radical mas que para ela se torna uma única saída. A decisão de viver sozinha a leva a um combo de emoções. A perda do marido, conexão com a natureza, à espera de uma palavra amiga nos momentos mais duros e difíceis, há muitos pontos para análise nessa construção profunda de uma personagem forte que aos poucos vai aprendendo a cada dia mais sobre a vida sozinha e sobre os obstáculos que pode enfrentar pelo caminho.

A direção é magistral. Zhao consegue nos mostrar as belezas da solidão, o elo da protagonista com a natureza (em cenas belíssimas) e a dureza de momentos conflituosos onde as lágrimas se tornam as grandes companheiras de viagem. Alguns acharão um ‘filme lento’ mas as conexões com a histórias estão por todo lugar, além disso, por conta de depoimentos de outros na mesma situação de Fern, em praticamente um retrato real sobre nômades, vamos refletindo sobre essa situação de muitas almas solitárias e suas escolhas em estarem sozinhos nas respectivas fases da vida que se encontram.  Belo filme.

 

 

Holiday (Holanda/Suécia, 2021)

O paradoxo entre luxo e a violência sem limites. Após dois curtas-metragens e ter assinado o roteiro do polêmico filme Border, a cineasta sueca de 43 anos Isabella Eklöf chega ao seu primeiro longa-metragem na direção dando um grande bico na porta contando a trajetória de uma ingênua jovem e seu relacionamento abusivo com um gângster durante a passagem deles na cidade portuária de Bodrum, na Riviera turca. História impactante, cenas pesadíssimas, que embrulha o estômago mas faz refletir sobre a questão da redenção dentro de um camuflado deslumbre, se existe ou não. Holiday está disponível no ótimo catálogo do streaming Reserva Imovision.

Na trama, conhecemos Sascha (Victoria Carmen Sonne), uma jovem que desembarca em um aeroporto na Turquia para passar um tempo na casa de praia do namorado bandido Michael (Lai Yde) e acaba encarando uma normalidade de violência e abusos dentro do universo do namorado. Quando parece que começa a perceber que há algo errado, ou pelo menos que deseja sair daquele universo mesmo que de maneira não convicta, ela conhece um velejador holandês mas Michael não deixará as coisas irem para o rumo que estavam caminhando.

Selecionado para o Festival de Sundance no ano de 2018, Holiday, aborda paralelos que nos fazem entender melhor a protagonista, consumida por uma ingenuidade tamanha. Por exemplo, o medo vira um paralelo para o ar dessa ingenuidade que envolve a personagem, escolhas aparecem na sua frente a todo instante mas o deslumbre para com um vida de luxo e a acomodação de uma falsa liberdade parece que a deixam confusa a todo instante, mesmo seus instintos a levando para uma busca por uma outra realidade pois aquilo que vive não pode ser nem de longe um padrão para uma vida calma e tranquila. Nada ao seu redor a ajuda nesse caminho complicado, a chegada do velejador holandês parece que desperta nela uma reação de esperança, quase uma desconstrução sobre a sua visão daqueles dias naquele lugar.

Violência física, psicológica, o filme é recheado de fortes cenas que deixarão o espectador impactado. Esse poder de atingir chocando é o caminho tomado por Eklöf para mostrar os caminhos quase sem volta da vida, por escolhas que estão na nossa frente mas com todos os obstáculos que as vezes não nos fazem enxergar.

 

 

Agnes Joy (Islândia, 2019)

O choque do espírito pragmático com o espírito sonhador. Escrito e dirigido pela cineasta islandesa Silja HauksdóttirAgnes Joy, indicado pela Islândia ao Oscar no ano de 2019, caminha a curtos passos entre conflitos de mães e filhas de duas gerações, imposições sobre a vida, aquelas dentro da lógica de doutrinas de senso comum andando na linha do ‘normal social’. A rebeldia aliada à inconsequência, como as aparências enganam, como equilibrar a arte do sonhar, são questões que chegam forte nas nossas mais óbvias reflexões sobre o que vemos ao longo de menos de 90 minutos de projeção. Por mais que o nome do filme seja Anges Joy (nome da filha), a trama gira quase sempre em torno da mãe (interpretada pela ótima atriz Katla M. Þorgeirsdóttir). Um interessante trabalho, mais profundo do que aparenta ser.

Na trama, conhecemos Rannveig (Katla M. Þorgeirsdóttir), uma mãe rígida, controladora, comandante da empresa da família, a qual teve que assumir assim que seu pai faleceu interrompendo seus outros sonhos. Infeliz no trabalho, ela se desdobra entre a educação da filha adotada Agnes Joy (Donna Cruz), alguma atenção que busca do marido Einar (Þorsteinn Bachmann) e as aparências para os outros de sua ‘família perfeita’.  Quando a chegada de um novo vizinho, um ator conhecido por alguns, acaba mexendo um pouco nessa história vamos descobrindo os sentimentos escondidos dos personagens. Embaralhados pontos de vistas sobre o casamento mãe e pai completamente distantes ganham argumentos diversos.

Encontramos mais sentido sobre a vida, sentados vendo o mar, do que no meio do caos e estresse que pode virar nossa rotina. Nessa batalha entre o nublado e o céu de brigadeiro quando pensamos sobre nosso futuro, o foco para os paralelos acabam sendo dentro da questão familiar. Mãe, filha e pai, cada um à sua forma, buscam ser uma família perfeita aos olhos dos outros mas o cotidiano só comprova que não existe família perfeita. A primeira a se rebelar contra a mesmice infeliz é Agnes o que acaba preparando o terreno para Rannveig buscar se reinventar, dando sorrisos aos desejos, buscando não controlar tanto tudo e a todos mas as linhas do roteiro não desenvolvem Einar o que acaba deixando lacunas a serem preenchidas para um entendimento mais completo das transformações que acontecem.

O filme possui poucas questões sobre o trabalho de Rannveig mas o pouco que aborda abre uma ótica para a questão de trabalhadores estrangeiros que arriscam tudo e imigram para países europeus em buscam de boas oportunidades mas muitas empresas colocam salários lá embaixo e poucas oportunidades, diferente do que seriam se fossem por um trabalhador local. Quase uma escravidão moderna. Mesmo na superfície, o filme levanta essa ótima questão global.

 

10 filmes que acabam e você pensa: “meu deus, que viagem”

Nem sempre nos deparamos com obras fáceis de serem entendidas; às vezes, somos surpreendidos com tramas que encostam no mirabolante, nos levando a ‘gostar’ ou ‘odiar’. Seja um casal preso num imenso condomínio com todas as casas iguais, ou mesmo um mirabolante e iminente fim do planeta, algumas dessas histórias nos levam para jornadas, no mínimo, curiosas. Para você que gosta de encontrar algo positivo em qualquer filme, segue o desafio de assistir a esses dez:

 

Viveiro (Prime Video)

Na trama, conhecemos Gemma (Imogen Poots) e Tom (Jesse Eisenberg), um jovem casal que vive feliz. Eles estão na fase de morarem juntos e decidem procurar alguma imobiliária que os atraia. Passando após o trabalho em uma específica, entram e logo são envolvidos pelo agente imobiliário para visitarem naquele mesmo dia a residência. Chegando lá, a surpresa! Um imenso condomínio com todas as casas iguais e onde nada é o que parece, principalmente na hora de tentar ir embora.

 

O Elevador

Na trama, acompanhamos um casal, Ana (Marimar Vega) e Sito (Gorka Otxoa), moradores de um prédio de dez andares que após descerem juntos para jogar o lixo fora, percebem, cada um deles em seu momento, estarem presos em um looping (toda vez que o elevador chega ao térreo, eles voltam ao momentos que entram no elevador). Assim, eles precisarão tentar encontrar alguma solução.

 

Frank e o Robô (Sony One)

Na trama, em um futuro próximo, conhecemos Frank (Frank Langella), um ladrão aposentado que mora sozinho em uma casa. Em um mundo recheado de ações tecnológicas, Frank mantém uma relação fria e distante com seus dois únicos filhos. Certo dia, um de seus filhos resolve fazer uma visita e traz consigo um robô de última geração para ajudar o pai nas tarefas de casa. A desconfiança inicial logo vira laço de amizade, tornando o robô um grande companheiro de Frank, até mesmo parceiro de crime.

 

Moonfall – Ameaça Lunar (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Brian Harper (Patrick Wilson), um astronauta da Nasa que, em uma missão ao lado de Jocinda (Halle Berry), percebe algo estranho vindo de algum lugar fora da terra o que ocasiona um terrível acidente. Anos se passam e Brian está desacreditado, taxado como o único culpado da missão, sem emprego e se virando como professor de um observatório. Só que algo na Lua faz com que um curioso e estudante de astronomia chamado KC (John Bradley) perceba que o planeta está em risco. Assim, os destinos de Brian, KC e Jocinda vão se unir para tentarem salvar o planeta.

 

Um Dia Fora do Controle (Prime Video)

Brian (Kevin James) é um homem de meia idade que tenta construir um bom relacionamento com seu enteado, Lucas (Benjamin Pajak). Quando é demitido do emprego, passa mais tempo com o jovem, e um dia encontram por acaso com Jeff (Alan Ritchson) e seu suposto filho, CJ (Banks Pierce). Mal eles sabiam que esse encontro proporcionaria 24 horas de total loucura, quando passam a ser perseguidos junto aos novos conhecidos.

 

A Caverna

Na trama, conhecemos um grupo de jovens que rumam ao desconhecido, indo atrás de pistas sobre o paradeiro do professor e arqueólogo Hopper (Andrew Wilson), que desapareceu misteriosamente. Assim, conseguem encontrar uma misteriosa caverna onde logo percebem que está tudo muito confuso quando, a partir de situações que vivem lá dentro, acabam descobrindo que o espaço tempo está sofrendo um grande avanço na normalidade do tempo.

 

O Predestinado (Prime Video)

Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo (Ethan Hawke) que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande para tentar mudar o rumo dessa história, que é cheia de armadilhas e surpresas.

 

Os Altos e Baixos do Amor (Netflix)

Samuel (Charlie Gustafsson) é um jovem chef em ascensão, já dono de restaurante, que encontra o amor em Hannah (Matilda Källström). Mesmo com pouco tempo juntos, resolvem se casar. A cerimônia é na casa dos pais dele e lá vão enfrentar alguns embates com os sogros querendo ajudar o grande dia.

 

O Amante Duplo (Prime Video)

O filme, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes, nos mostra a história de uma mulher chamada Chloé (Marine Vacth), que trabalha em um museu, e após uma consulta acaba sendo orientada a procurar um terapeuta. Assim, ela chega em Paul (Jérémie Renier), com quem logo se envolve. A questão é que após um tempo, ela descobre um segredo de seu novo par romântico: ele tem um irmão gêmeo que também é terapeuta. Assim, acaba se envolvendo com esses dois homens e acaba descobrindo muitas surpresas nesse caminho.

 

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência (Reserva Imovision)

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência conta a história de dois vendedores ambulantes, Sam e Jonathan, que estão cansados da sociedade em geral. Aos poucos, vamos vendo essa linha de pensamento dessas duas almas que vão refletindo sobre os casos e situações da vida.

As Substituições de Atores em Ótimos Personagens que Deixaram a Desejar

Com clássicos não se mexe. Com certeza todos já ouviram essa frase. Existem os que acham que uma continuação ou uma refilmagem pode acabar com um filme original querido do grande público, mas a verdade é que esta obra nunca deixará de existir. O maior prejuízo recai não para a produção antiga, que já está cimentada em nossos corações eternamente, mas sim para a tal sequência desbravadora que, entre outras coisas, precisará convencer os espectadores que é digna de tal clássico atemporal. E isso muitas vezes quando todos os elementos estão no lugar com o retorno dos membros da equipe e elenco. Imagine então quando rola uma substituição. E pior, do protagonista!

Sabemos que nenhum ator pode ficar para sempre em um personagem, ou interpretá-lo a vida inteira – afinal cinema e séries de TV funcionam de forma diferente. Muitas vezes, tais atores desejam realizar novos voos e partir em novos desafios. Assim, uma substituição é inevitável. Em muitas ocasiões é inclusive bem-vinda, se mostrando tão eficiente quanto ou até mesmo melhor do que o original (embora este caso seja mais raro). Seja como for, pensando em algumas mudanças de protagonistas, digamos, não muito queridas pelo público, resolvemos criar nossa nova matéria. Aqui iremos abordar as mudanças de atores em personagens clássicos do cinema que deixaram a desejar, sendo apreciadas por um total de… zero pessoas! Confira abaixo.

James Bond

O maior espião do cinema já teve muitos rostos ao longo de sua trajetória nas telonas. Bem, na verdade, dentro da cronologia da franquia oficial foram “apenas” seis intérpretes. E aqui iremos abordar uma especificamente, já que nem todas foram insatisfatórias. Tudo começou com Sean Connery, é claro, o primeiro e único, tido pela maioria dos fãs ainda como o melhor 007 do cinema. Daniel Craig, o mais recente, não faz feio e igualmente é apontado, em especial pelos fãs mais jovens da franquia. Roger Moore é também muito querido, assim como Pierce Brosnan. E até Timothy Dalton possui alguns defensores. Porém, existe um nome que quase ninguém lembra: George Lazenby. Sim, o modelo australiano viveu James Bond nas telonas, embora quase ninguém lembre ou saiba. Foi em A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969). E o pior, substituindo ninguém menos que o próprio Connery. Bem, basta dizer que a troca não rolou e no filme seguinte, os realizadores voltaram correndo para o lendário primeiro intérprete em Os Diamantes São Eternos (1971).

Sarah Connor

Outra troca bastante criticada e que precisou novamente recorrer à intérprete original depois da bola fora foi dentro da franquia O Exterminador do Futuro. Aqui estamos falando da durona Sarah Connor, mãe do líder da rebelião John Connor. Quando o primeiro filme estreou em 1984, o criador James Cameron tratou de escalar a carismática Linda Hamilton para o papel, então uma garçonete lutando por sua vida, com a ajuda de um soldado vindo do futuro, contra uma máquina humanoide programada para matá-la. Foi no segundo longa, de 1991 (completando 30 anos em 2021), que o mundo se apaixonou pela bad ass que Sarah Connor havia se transformado, uma personagem cheia de atitude que se tornou uma das maiores heroínas de ação do cinema.

Essa havia sido a última vez que Hamilton tinha aceitado viver a personagem. Assim no quinto filme, de 2015, ela foi substituída pela baixinha Emilia Clarke. Embora tenha conseguido imitar alguns trejeitos e a forma de falar de Hamilton, Clarke é simplesmente muito graciosa e não cumpriu com o jeito duro e perigoso exigido pelo papel, parecendo estar em alguma comédia romântica. Tanto que no sexto filme, tiraram Hamilton de sua aposentadoria e a mulher continuou chutando traseiros, agora na terceira idade.

Clarice Starling

Por falar em filmes completando 30 anos em 2021, não conseguimos parar de falar de O Silêncio dos Inocentes, não apenas o melhor suspense de todos os tempos, como também um dos melhores filmes de todos os tempos. E não somos nós que estamos dizendo, embora sejamos fãs incondicionais, e sim os membros da Academia do Cinema, que presentearam o longa com o chamado Big Five, os Oscar de melhor filme, diretor, atriz, ator e roteiro – sendo o último da história a ganhar tamanha honraria. É claro que aqui estamos falando da parceria entre Jodie Foster e Sir Anthony Hopkins, imortalizados no papel da agente do FBI Clarice Starling e do psicopata canibal Dr. Hannibal Lecter. O Silêncio dos Inocentes é verdadeiramente incrível, mas ele não foi a primeira adaptação para as telonas dos livros de Thomas Harris.

Em 1986, Caçador de Assassinos, do diretor Michael Mann (Fogo Contra Fogo e Miami Vice), estreou e não fez sucesso, vindo anos mais tarde a se tornar cult. Muitos sequer relacionam os dois. Neste filme, Hannibal foi vivido por Brian Cox e Clarice não aparecia. Ok. Hopkins pegou o papel para si e fez tanto sucesso que voltaria a interpretá-lo outras duas vezes; sendo a primeira na continuação direta de O Silêncio dos Inocentes, passada dez anos depois e intitulada Hannibal (que completa vinte anos em 2021). Hopkins estava a bordo, mas e quanto à Jodie Foster. Para o desespero de muitos a atriz não topou voltar (e bem, muitos afirmam que ela fez certo). O resultado do filme não foi o esperado. Parte disso talvez seja do desfalque que a dupla sofreu, quando Clarice precisou ser substituída nas formas de Julianne Moore que, não me leve a mal, é ótima atriz – porém, não consegue reprisar a química de Foster com Hopkins.

Jack Ryan

Alguns atores conseguem pegar determinados papeis para si, mesmo que não tenham sido os intérpretes originais. Foi o caso citado acima com Anthony Hopkins, o único Hannibal Lecter possível, mesmo que o original tenha sido Brian Cox. Aqui, temos outra adaptação literária, mas uma de espionagem e não de thriller. Quando o agente da CIA Jack Ryan deu as caras pela primeira vez no cinema em Caçada ao Outubro Vermelho (1990), ele tinha as formas de Alec Baldwin. Bem, isso porque o astro daquela história era o desertor comandante russo de um submarino, interpretado por nenhum outro senão o maior espião do cinema, Sean Connery, nosso eterno James Bond. Quando chegou a hora de Jack Ryan ganhar um filme para chamar de seu, sendo elevado à categoria de protagonista dois anos depois em Jogos Patrióticos (1992), os executivos da Paramount não perderam tempo em reescala-lo nas formas do astro Harrison Ford.

Isso porque Baldwin simplesmente não tinha o potencial de arrastar multidões como Ford, que àquela altura já era Han Solo e Indiana Jones. Precisa dizer mais? Ford ainda permaneceria no papel mais um filme, em Perigo Real e Imediato (1994). Porém, a franquia estagnou, e com a mudança de década, a opção dos produtores terminou sendo por escalar um ator mais jovem, que pudesse estrelar em mais filmes consecutivos. Entra em cena Ben Affleck, um promissor jovem astro da época, que rapidamente se tornou um dos atores mais azarados dos anos 2000 devido à sequência de fracassos que resultaram a maioria de seus filmes no período. E A Soma de Todos os Medos (2002) foi mais um deles, tanto que a intenção de continuar a franquia com ele terminou por ali mesmo.

Lisbeth Salander

Aqui temos mais um caso parecido com os dois anteriores acima. A jovem Rooney Mara marcou na superprodução subestimada de suspense da Sony Millenium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011 / que completa 10 anos em 2021). Muitos creditam o trabalho como seu divisor de águas na carreira, onde a jovem provou que era uma atriz audaciosa no papel da antissocial sociopata Lisbeth Salander. A atriz se entregou tanto ao papel no filme de David Fincher, apostando intensamente em sua caracterização, que além dos penteados e das tatuagens (falsas), resolveu entrar total no método e fazer de verdade um piercing no mamilo – como já revelou em diversas entrevistas. No papel ousado, Mara aparece nua em algumas das cenas e podemos notar o artefato em seu corpo. Porém, Mara não foi a primeira intérprete da Hacker.

Bem, pelo menos não no mundo. Acontece que o filme é baseado nos livros do autor sueco Stieg Larsson e as primeiras adaptações foram de mesma nacionalidade. Nesta trilogia, Lisbeth tinha as formas de Noomi Rapace, atriz igualmente revelada pelo papel e que fez carreira. Porém, a performance de Mara foi mais chamativa, devido ao realizador, e rendeu para ela sua primeira indicação ao Oscar. Por anos, Fincher, Mara e toda a equipe e elenco do longa demonstraram interesse em retornar àquele universo para ao menos completar a trilogia. Como o filme custou muito caro e não rendeu o esperado (em partes por ser uma obra de censura alta, que restringe o público), a Sony simplesmente cortou o sonho de todos os envolvidos e de muitos fãs que queriam ver Mara no papel e Fincher no comando das continuações.

O embargo durou anos e Mara verbalizava muito sua vontade de voltar à personagem que tanto investiu, toda chance que tinha. Por fim, a opção foi por um reboot, com A Garota na Teia de Aranha, que trouxe Claire Foy no papel principal. Foy até se parece com Mara fisicamente, mas além de seu empenho não ser o mesmo, sua persona vinha muito ligada com o teor gentil e agradável que era visto na série The Crown, da qual fazia parte. Assim, o pensamento geral foi de que Claire Foy não foi uma boa escalação para o papel.

‘Terminal’: Margot Robbie está pronta para vingança no primeiro cartaz do filme; Confira!

A vingança nunca foi tão bela no primeiro cartaz de ‘Terminal‘, novo filme da atriz Margot Robbie.

Confira:

O elenco ainda conta com Simon Pegg (‘Star Trek’), Mike Myers (‘Austin Powers’) e Max Irons (‘A Hospedeira’).

Terminal‘ conta a história de dois atiradores de elite (Fletcher e Irons) que embarcam em uma missão suicida para faturar milhões para um empregador misterioso. Ao longo do caminho, os dois encontram a femme fatale Annie (Margot Robbie), que pode estar mais envolvida do que eles inicialmente suspeitavam.

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‘Fam’: Série de comédia estrelada por Nina Dobrev ganha trailer; Confira!

A CBS divulgou o trailer da comédia ‘Fam‘, estrelada por Nina Dobrev (‘The Vampire Diaries‘).

Confira:

A série estreará no dia 10 de janeiro nos EUA.

A trama gira em torno de uma jovem mulher, que só quer ter uma vida sossegada ao lado de seu noivo, mas tudo vira de ponta cabeça quando sua meia irmã atrapalhada vem morar com ela, para fugir do pai atrapalhado.

O elenco ainda inclui Tone BellSheryl Lee RalphBrian Stokes MitchellOdessa Adlon.

‘Testemunha Fantasma’: Terror assustador estreia na Netflix!

O terror filipino ‘Testemunha Fantasma‘ (Eerie) estreou no catálogo da Netflix e está deixando os espectadores com arrepiados, pois é extremamente assustador.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Mikhail Red.

O suicídio de uma aluna abala uma escola católica só para meninas, e uma conselheira clarividente recorre a um espírito para descobrir o passado violento do local.

O elenco inclui Bea Alonzo, Charo Santos-Concio, Jake Cuenca e Maxene Magalona.

‘Scream Queens’: 3ª temporada já está em desenvolvimento!

Através do seu Instagram, Ryan Murphy confirmou que já começou a trabalhar na terceira temporada da série ‘Scream Queens‘.

Nenhum outro detalhe sobre o novo ciclo da série foi revelado.

Recentemente, Murphy declarou que o elenco principal está ansioso para retornar.

“[Sobre a série ganhar uma nova temporada], é uma decisão do estúdio. Emma [Roberts] disse que retornaria, assim como Lea Michele, Jamie Lee Curtis, Abigail Breslin e Billie Lourd. Todas elas topariam retornar. Só depende da Fox querer uma nova temporada. Todos nós gostaríamos de retornar. Acho que só estamos esperando que eles nos liguem.”

Ele completa, “Eu sei que a série é muito popular e atraiu um grande público no Hulu. Os fãs deveriam escrever para  a Fox e dizer que eles querem mais uma temporada.”

A série durou por duas temporadas antes de ser cancelada pela FOX, devido a baixa audiência.

Jovem questiona a realidade no novo trailer do terror ‘Fear of Rain’; Assista!

O terror ‘Fear of Rain‘, estrelado por Katherine Heigl (‘Grey’s Anatomy‘), ganhou um novo trailer.

Confira:

Castille Landon é responsável pela direção.

A trama segue uma adolescente vivendo com esquizofrenia que luta contra alucinações vívidas e aterrorizantes enquanto ela começa a suspeitar que seu vizinho sequestrou uma criança. Seus pais tentam desesperadamente ajudá-la a viver uma vida normal, sem expor seus próprios segredos trágicos, e a única pessoa em quem ela acredita é o Caleb – um garoto que ela sequer tem certeza que existe.

Israel Broussard (‘A Morte te Dá Parabéns’), Madison Iseman (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) e Harry Connick Jr. também estrelam a produção.

O longa será lançado em DVD, Blu-ray e VOD no dia 12 de fevereiro.

‘Love in the Villa’: Tom Hopper e Kat Graham estrelarão nova comédia romântica da Netflix

De acordo com o Deadline, Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) e Kat Graham (‘The Vampire Diaries’) irão estrelar a nova comédia romântica da Netflix, intitulada ‘Love in the Villa‘.

Na trama, uma jovem faz uma viagem para a romântica Verona, na Itália, após um término, mas acaba descobrindo que o local que ela reservou também foi alugado por um cínico (e muito bonito) jovem britânico, com quem ela terá que dividir a habitação.

As filmagens irão começar esse mês em Verona, com expectativa de lançamento em 2022.

Mark Steven Johnson (‘Amor Garantido’) será responsável pela direção.

Além de dirigir, Johnson também servirá como produtor ao lado de Margret Huddleston e Stephanie Slack.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Law & Order’: Anthony Anderson NÃO retornará para a próxima temporada

De acordo com o Deadline, Anthony Anderson não retornará para a 22ª temporada da série investigativa ‘Law & Order‘.

O ator, que interpreta do Det. Kevin Bernard, assinou contrato para apenas uma temporada após o revival da produção.

Além dele, o veterano Sam Waterston também assinou um contrato semelhante, mas ainda não está decidido que ele renovará o acordo para retornar como o Jack McCoy no próximo ciclo.

A produção retornará com episódios inéditos no dia 24 de fevereiro.

Dick Wolf, criador da série, retorna como produtor executivo. Rick Eid servirá como showrunner.

A trama segue acompanha duas fases de um caso criminal: a investigação e a apreensão de um suspeito, e o processo legal do acusado. Os episódios geralmente são baseados em casos reais que viraram manchete recentemente, apesar da motivação pelo crime e a identidade do suspeito ser alterada.

Os veteranos retornam Sam Waterston e Anthony Anderson. O elenco ainda conta com Jeffrey Donovan, Camryn Manheim, Hugh Dancy e Odelya Halevi.

‘The Blackening’: Trailer do terror cômico tira sarro dos maiores clichês do gênero; Confira!

O terror cômico ‘The Blackening‘, que tira sarro do gênero ao apresentar um elenco composto apenas por atores negros, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Tim Story é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Tracy Oliver (‘Viagem de Garotas’) e Dewayne Perkins (‘Brooklyn Nine-Nine’).

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 16 de junho, pela Lionsgate.

A trama segue um grupo de amigos negros que se reúne no final de semana, mas acabam presos em uma cabana isolada com um assassino sinistro. Forçados a obedecer sua regras, os amigos logo irão perceber que isso não é um jogo.

O elenco conta com Antoinette Robertson, Dewayne Perkins, Sinqua Walls, Grace Byers, X Mayo, Melvin Gregg, Jermaine Fowler, Yvonne Orji Jay Pharoah.

‘A Cor Púrpura’: Adaptação musical DOMINA bilheterias e arrecada US$ 18.5 milhões nos EUA

Sucesso! De acordo com o Deadline, a adaptação musical de ‘A Cor Púrpura‘ dominou as bilheterias norte-americanas no dia de Natal, arrecadando sólidos US$ 18.5 milhões.

A produção recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore, além de alcançar uma média de 92% de aprovação do público – o que deve ajudar em sua estabilidade nas telonas durante as próximas semanas.

O site ainda afirma que a Warner Bros. conquistou topo o TOP 3 nas bilheterias dos EUA, com ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘ (US$10.6M) e ‘Wonka‘ (US$10.3M) na segunda e terceira colocação, respectivamente.

Com orçamento de US$ 90 milhões e 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão de ‘A Cor Púrpura‘ será lançada nos cinemas nacionais apenas no dia 25 de janeiro.

Relembre o trailer:

O elenco conta com Taraji P. HensonJon Batiste, Fantasia BarrinoDanielle BrooksColman DomingoCorey HawkinsH.E.R.Louis Gossett Jr.David Alan GrierCiaraHalle Bailey.

Blitz Bazawule, co-diretor de Black Is King, assume a direção do projeto.

Marcus Gardley (‘The Chi’) assina o roteiro, que conta com letras e canções do aclamado musical vencedor da Broadway.

A Cor Púrpura‘ é baseado tanto no musical de 2005, como na obra literária de Alice Walker e na releitura cinematográfica de Spielberg, estrelada por Oprah Winfrey e Whoopi Goldberg.

O longa original, lançado em 1985, rendeu 10 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme.

A obra vai contar com Spielberg, Winfrey e Quincy Jones na produção. Vale ressaltar que o último assumiu o mesmo papel na adaptação oitentista.

A versão musical também traz Scott Sanders como produtor.

Placa Mãe

 

Elenco:

Ana Paula Schneider
Ana Júlia Silva Guimarães
Vitor Gabriel Pereira

 

Direção: Igor Bastos

Gênero: Animação

Duração: 105 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 3 de Outubro de 2024

Sinopse: 

Em PLACA MÃE, Nadi é uma androide com cidadania, que ganha o direito de adotar duas crianças, David e Lina. Porém, um político e digital influencer sensacionalista, cria diversas polêmicas sobre o caso, com o intuito de ganhar popularidade para sua candidatura de presidente do senado. Um mal entendido leva David a fugir e viver algumas aventuras, consequentemente Nadi tem que decidir entre ficar com a sua cidadania ou avisar da fuga às autoridades.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Igor Bastos também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Disfarce do Clark Kent será explicado no novo ‘Superman’, afirma James Gunn

Em entrevista ao Rolling Stones, James Gunn (‘Seres Rastejantes’) revelou que a questão sobre o disfarce do Clark Kent (David Corenswet) será abordada e explicada no próximo filme do ‘Superman‘.

O diretor sentiu a necessidade de explicar o motivo da Lois Lane (Rachel Brosnahan) não ter conseguido reconhecer seu colega de trabalho sem os óculos, e parece que a resposta se encontra nos quadrinhos…

[A questão é disfarce] será abordada e explicada no filme. [A Lois Lane] comenta sobre isso. É engraçado e fará as pessoas rirem, mas há elementos presentes no filme sobre os óculos que são cânon dos quadrinhos.”

Ele completa, “Eu descobri mais sobre isso com o [roteirista da DC Comics] Tom King. Nós tivemos um encontro na casa do Peter [Safran]. Tom King me ajudou bastante. Eu disse: ‘Não sei o que rola com o lance dos óculos, mas me incomoda muito’. As pessoas diziam para eu não ligar para esses pequenos detalhes, mas eu preciso explicar tudo. Tudo precisa partir de algo que eu acredito, por mais incrível que seja. Com o Rocket, eu não poderia apenas criar um guaxinim falante. Eu precisei criar uma base real sobre sua origem; precisava acreditar nisso.”

Vale lembrar que, nos quadrinhos, Superman usa “super hipnose” para mudar a percepção das pessoas ao seu redor enquanto está de óculos. No entanto, em edições recentes, os óculos são feitos de material kryptoniano – com o mesmo vidro da nave que ele chegou em nosso planeta.

Lembrando que Superman estreia em 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.

 

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

HORA DE TREINAR! Confira o divertido teaser da 9ª temporada de ‘Rick e Morty’

A HBO Max divulgou o primeiro teaser da 9ª temporada de ‘Rick e Morty‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo estreará no Brasil no dia 25 de maio – um dia após o lançamento no território norte-americano.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Ian Cardoni, Harry Belden, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Star Trek – Discovery’: Rekha Sharma e Kenneth Mitchell entram para o elenco

O elenco de ‘Star Trek – Discovery’ continua crescendo e mais dois atores entraram para o elenco, além de haver uma nova troca de personagens.

Rekha Sharma, de ‘Battlestar Galactica‘, assume o papel da comandante oficial de segurança, Landry.

E numa inversão de papéis, o posto de comandante Kol sai do ator Shazad Latif e agora passa para Kenneth Mitchell, o outro ator a ingressar na trama. Quanto a Latif, ele vai encarar o papel do tenente Tyler, oficial da Starfleet.

 

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’


A Netflix lançará a produção em 188 países, exceto os Estados Unidos e o Canadá, que terão exibição pelo canal americano CBS. O lançamento dos episódios acontecerá 24 horas após a exibição nos Estados Unidos.

“Este é o melhor momento para dar aos fãs de Star Trek uma nova série, comemorando os 50 anos do seriado original. Todos nós temos um grande respeito pela franquia e estamos animados em lançar este novo capítulo através da mente criativa e mãos hábeis de Alex Kurtzman, que conhece os fãs como ninguém”, afirmou o presidente do CBS Studios, David Stapf.

A série terá uma história inédita, e não terá ligação com os filmes e com o seriado antigo.

A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

 

Cansado da Netflix? Conheça os serviços de streaming concorrentes!

A Netflix chegou ao Brasil em 2011, revolucionando a forma como consumimos filmes e séries de TV. A partir de seu sucesso vertiginoso, outras empresas começaram a investir em plataformas de streaming, garantindo que o seu conteúdo seja de fácil acesso, à medida que também atua como um grande instrumento no combate à pirataria no ramo do entretenimento.

Redefinindo também a forma como os grandes estúdios e corporações do show business lidam com a distribuição de seus conteúdos, as plataformas inauguraram um novo estilo de vida. Muito mais que o Netflix and Chill, o mundo hoje vive em um voraz contexto sociocultural, com o surgimento da expressão binge watch. No português, os verbetes significam “assistir na larica”, o que simboliza muito bem os longos fins de semana imersos no sofá em um loop de episódios sucessivos e filmes dos mais diversos gêneros. Viver deitado nunca foi uma experiência tão ativa assim.

Dentro deste universo, a Netflix encontrou seus novos concorrentes, que fugindo de qualquer amadorismo, conseguiram consolidar grades de programação bem vastas, que oferecem produções originais de grande cacife, além de muito conteúdo exclusivo.

Mas e a pergunta que não quer calar: Vale a pena contabilizar mais uma assinatura?

Para responder a esse latente questionamento, fizemos uma densa busca nas três concorrentes presentes no Brasil e separamos o que vale a pena conferir, quais os principais diferenciais de cada plataforma e o valor da assinatura – até porque todos nós temos que pagar as continhas e não tá fácil contratar todos os serviços que tem por aí, não é?

Então, confira ai!

 

Amazon Prime Video

A plataforma da Amazon tardou, mas chegou ao Brasil em dezembro de 2016. E com pouco mais de um ano no currículo, ela foi capaz de reconfigurar sua grade de programação, investindo pesado na produção de conteúdos originais, fazendo com que o timing seja seu aliado, com lançamentos simultâneos aos Estados Unidos.

Aqui, temos um leque poderoso de séries originais, que incluem:

As aclamadas: ‘Mozart in The Jungle’, ‘American Gods’ e ‘The Marvelous Mrs. Maisel’ (premiada no Globo de Ouro 2018),

As estreantes: ‘Jack Ryan’ – estrelada por John Krasinski -, ‘Philip K. Dick’s Electric Dreams’,  – a ‘Black Mirror’ da Amazon – e ‘Jean Claude Van Johnson’ – com o próprio vivendo um agente secreto.

Para assistir sempre que quiser: ‘The Office’, ‘Parks and Recreation’ e ‘The Night Manager

E os filmes mais queridos: ‘Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças’, ‘John Wick – Um Novo Dia Para Morrer’, ‘A Cabana’, ‘O Regresso’, ‘O Amor e Outras Drogas’, só para citar alguns.

A cereja do bolo: A primeira temporada completa de ‘This is Us’ (que por sinal é da Fox)

Mensalidade: R$ 7,90 nos seis primeiros meses, subindo para R$ 14,90 em seguida

Compensa?
Com o menor valor dentre as quatro plataformas de streaming presentes no Brasil, a Prime Video possui um catálogo bem recheado, que será contemplado com uma cartela de séries originais ao longo de 2018. Este ano, figurinhas carimbadas como Julia Roberts, Michael Sheen e Orlando Bloom estrelam as novas produções que chegam em breve.

Ponto extra: As smartvs da Samsung possuem o aplicativo da Prime Video, então dá pra conferir o conteúdo direto do sofá da sala!

 

HBO Go

Pensando no seu leque de produções originais, que inclui vários documentários indicados ao Oscar, bem como as séries mais cobiçadas do momento, a HBO não perdeu tempo e em 2016 reuniu sua cartela milionária em uma plataforma de streaming. Aqui você encontra todo o conteúdo original da emissora, bem como alguns dos filmes que fazem parte dos estúdios subsidiários à Time Warner, dona do canal. Isso inclui produções da Warner Bros.e New Line Cinema e também significa que muito em breve os assinantes poderão rever a ovacionada adaptação de ‘Mulher-Maravilha’.

Aqui, temos uma variedade de séries originais, algumas você conhece bem como:

As aclamadas: ‘Game of Thrones’, ‘Big Little Lies’, ‘Westworld’, ‘Silicon Valley’ e ‘Veep

As estreantes: ‘Mosaic’, ‘Here And Now’, ‘High Maintenance’ e ‘The Deuce

Para assistir sempre que quiser: ‘Família Soprano’, ‘The Night Of’, ‘Boardwalk Empire’ e ‘Band of Brothers

E os populares filmes: ‘Kong: A Ilha da Caveira’, ‘A Chegada’, ‘Sully: O Herói do Rio Hudson’ e ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam

A cereja do bolo: ‘LEGO Batman’ (porque ele é simplesmente maravilhoso)

Mensalidade: R$ 34,90 para dispositivos Android e US$ 10,99 para iOS

Compensa?
O preço é salgado, mas tem suas vantagens. Com algumas das produções mais cobiçadas do momento, a plataforma tem as duas joias da coroa da atualidade: ‘Game of Thrones’ e ‘Big Little Lies’. Além disso, é uma questão de tempo até que ‘Westworld’ se transforme no próximo GOT. Pelo menos é para isso que os chefões da emissora trabalham! E ah, não se esqueça que os criadores do sucesso épico também estão produzindo uma série de spin-offs, que virão para cobrir a lacuna que os Sete Reinos deixarão nos corações nerds. Vale a pena considerar a assinatura.

 

Fox Premium

A Fox patinou no começo com a oferta do seu serviço de streaming, mas reavaliou sua proposta e conseguiu montar uma plataforma que possui uma boa qualidade de navegabilidade, além de excelentes opções de conteúdo. O único problema para quem já é assinante da TV a cabo é que agora não basta apenas assinar os canais Fox. Se você não possui na sua grade de programação as versões Premium, vai ter que contratar o serviço por fora ou fazer um upgrade junto à contratante. Independente disso, a emissora é a casa das populares séries de ‘Homeland’, ‘Empire’ e da indutora instantânea de lágrimas, ‘This is Us’. E se você curte esportes, pode conferir a programação da Fox Sports também.

Aqui, temos uma boa cartela de séries originais, algumas você já era fã e não sabia, como:

As aclamadas: ‘This is Us’ (vâmo chorar junto Brasil!), ‘The Americans’, ‘The Walking Dead’, ‘American Crime Story’, ‘Baskets’, ‘Empire’, ‘Os Simpsons’ e ‘American Horror Story

As estreantes: ‘Atlanta’, ‘The Halcyon’ e ‘Better Things

Para assistir sempre que quiser: ‘Black Sails’, ‘Tyrant’ e ‘Da Vinci’s Demons

E os filmes mais diversos: ‘Indomável Sonhadora’, ‘Piranha’, ‘Magic Mike’ e ‘Ace Ventura: Um Detetive Diferente

Mensalidade: R$ 24,90

Compensa?
Honestamente? Ainda não. Embora o Fox Premium possua grandes séries originais, seu catálogo ainda é muito limitado em se tratando de quantidade. Apenas algumas produções possuem todas as temporadas e a grade de programação dos filmes é muito pequena, com conteúdos que ou já são bem antigos (vide ‘Ace Ventura’), ou são um tanto desprezíveis, como ‘Acertando as Contas com Papai’. A Fox tem muito potencial, mas precisa colocar mais água nesse feijão para compensar o valor.

 

Telecine Play

A plataforma não dispõe de séries, mas conta com um catálogo com mais de 1.500 filmes, frutos da extensa parceria da Globosat com os maiores estúdios de cinema, como a Disney e a Universal Pictures. No entanto, seu acesso se limita à contratação do pacote de seis canais do Telecine. Ou seja, não é possível assinar apenas a plataforma de streaming, como já acontece com as demais.

Aqui você vai encontrar desde os clássicos cults aos grandes lançamentos, como

Os aclamados: ‘Fragmentado’, ‘La La Land: Cantando Estações’, ‘Estrelas Além do Tempo’, ‘Intocáveis

Os populares: ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, ‘Capitão América: Guerra Civil’, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’, ‘500 Dias Com Ela’ e ‘12 Anos de Escravidão

Compensa?
A plataforma em si compensa e muito! Com os maiores sucessos de bilheterias, além de muitas produções clássicas, para o público infantil e até mesmo documentários, o Telecine Play tem tudo que um bom cinéfilo ama. O problema mesmo é a falta de opção para se tornar um assinante independente, sem vínculos com as operadoras de TV a cabo.

Como o único meio de ter acesso ao catálogo é possuindo os seis canais de filme na grade de programação, talvez seja válido ponderar algumas questões como: quanto tempo você passa diante da TV? Os valores do acréscimo são atraentes?

Caso a resposta seja sim, se joga!

‘Capitã Marvel’: Cena inédita traz lutas INSANAS; Confira a descrição!

Ao longo do painel da Marvel na CCXP, várias novidades exclusivas de ‘Capitã Marvel’ foram compartilhadas com os fãs.

Entre os materiais apresentados, uma cena inédita foi exibida, evidenciando os poderes da heroína, diante do Skrull.

Confira a descrição:

A cena abre com a Capitã Marvel suspensa de ponta cabeça, com um aparelho tentando extrair suas memórias.

Em seguida, flashbacks do passado, do período em que ela era piloto da Força Aérea. Em um hangar, raios de sol ao fundo, com a heroína caminhando para fora.

Lá ela tem um lapso de memória, com uma rápida cena do espaço em sua mente. Sua colega de trabalho surge e pergunta: onde está sua cabeça?

“Nas nuvens”, ela diz e devolve a pergunta. A colega retruca, “nos meus ombros”.

Em seguida diz: “vamos mostrar para esses homens como é que se faz”.

Ela entra no avião, olha pra sua colega, que rapidamente parece mudar de cor – gerando estranheza em Carol.

Vemos Carol de ponta cabeça, com seus braços e pernas presos em uma máquina. Skrulls discutem como poderiam acessar suas memórias, há algo que eles querem.

Até que ela quebra as correntes e sai na porrada com todos. Ela foge pelos corredores da nave, é encurralada por skrulls, pergunta retoricamente: vocês não sabem como tirar isso, certo? Então vai ter que ser do modo tradicional.

Cena dela lutando com os vilões, muita ação, socos

brutais, até que ela, com todo o seu poder, se livra das “algemas” destruindo os skrulls com as chamas que saem de suas mãos.

Um buraco se abre na nave, muitos são sugados, ela é sugada para fora e ativa seu capacete moicano, conseguindo voltar pra dentro, entra em uma pequena nave, um skrull a segue, ela o empurra pra fora e ela sai disparado pela imensidão do infinito.

 

Capitã Marvel‘ ganhou um novo trailer, exibido com exclusividade durante o painel da Marvel na CCXP.

O novo material repete boa parte das cenas já apresentadas nos trailers anteriores, mas traz alguns destaques valiosos, como novos detalhes a respeito do personagem de Jude Law, além do retorno do Agente Coulson.

Confira a descrição:

O trailer começa trazendo destroços de um avião, com Carol Davis estirada ao chão. A narração fala sobre o resgate da personagem, que fora trazida para o planeta Hala. Vemos Carol também sendo treinada por Jude Law, que a questiona sobre os sonhos que tem tido. Ela o corrige, dizendo que são memórias. Nesse momento, flashbacks de sua infância ressurgem, mostrando a pequena Carol brincando na praia, com flashes de seu tempo como pilota da Força Aérea.

A cena em que ela invade uma Blockbuster é apresentada de novo, e Nick Fury a pergunta sobre o que poderia ter acontecido. Ironizando, ele diz, “disseram que o invasor estava vestido para jogar laser tag”. Em seguida, a câmera se direciona para o Agente Coulson, que é apresentado pela primeira vez.

No trailer, Carol Davis tenta rastrear seu passado e acaba encontrando arquivos que trazem informações sobre seu período como pilota. Ela ainda explica ao Nick Fury sobre os perigos dos paceshifters.

Capitã Marvel aparece com o capacete de moicano em uma cena eletrizante no espaço, cheia de ação, que encerra o trailer.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Timothée Chalamet vai interpretar Bob Dylan nos cinemas

O jovem astro Timothée Chalamet teve um ano de 2019 grandioso e 2020 deve seguir em ritmo acelerado, com ele assumindo mais um novo projeto.

Segundo o portal Deadline, o ator está em negociações para interpretar o músico Bob Dylan nos cinemas em uma cinebiografia ainda sem nome. A produção será dirigida por James Mangold, o mesmo responsável pelo aclamado ‘Johnny & June‘, biografia que conta a história de Johnny Cash. O longa em questão rendeu a Joaquin Phoenix uma indicação ao Oscar e uma estatueta para Reese Witherspoon em 2006.

Essa não é a primeira vez que a história de Bob Dylan migra para os cinemas. O aclamado músico foi tema do grandioso sucesso cult ‘Não Estou Lá‘, dirigido por Todd Haynes. A produção rendeu à Cate Blanchett uma indicação ao Oscar por sua caracterização como Dylan.

Chalamet terá um ano de 2020 bem agitado com projetos grandiosos. Além de estar no elenco do novo filme do Wes Anderson, intitulado ‘The French Dispatch‘, ele estrela a aguardada adaptação de ‘Duna‘.

Elliot Page agradece pelo apoio dos fãs, após se assumir como trans

O ator Elliot Page (‘The Umbrella Academy’, ‘Juno’) agradeceu pelo apoio recebido pelos fãs, após se assumir transgênero no dia 01 de dezembro.

Em uma breve publicação feita em sua conta oficial do Instagram, ele refletiu sobre como todo o carinho e amparo foram fundamentais nesse momento tão importante.

Confira:

“Do fundo do meu coração, obrigado. Seu amor e apoio tem sido o maior dos presentes. Continuem seguros e apoiem uns aos outros. Se possível, apoiem Transanta e Trans Lifeline. Nos vemos em 2021. Beijos, Elliot”. 

Elliot, anteriormente conhecido como Ellen Page, anunciou ser transgênero no início de dezembro, por meio de sua conta oficial do Twitter.

Confira o comunicado oficial:

“Olá amigos, gostaria de compartilhar com vocês que sou uma pessoa trans, meus pronomes são he/they (ele/eles, no inglês) e meu nome é Elliot. Me sinto muito bem escrevendo isso. De estar aqui. De ter chegado neste lugar em minha vida. Sinto uma gratidão imensa pelas incríveis pessoas que me apoiaram ao longo da jornada. Nem sei como começar a dizer o quão incrível me sinto ao finalmente amar quem eu sou, o bastante para ir atrás de meu eu autêntico. Fui tremendamente inspirado por várias pessoas na comunidade trans. Obrigado pela coragem, por sua generosidade e pelo incessante trabalho em fazer deste mundo um lugar mais inclusivo e empático. Ofereço meu apoio e continuem a lutar por uma sociedade mais igualitária”.

Elliot retorna para a já confirmada 3ª temporada de The Umbrella Academy, cujas filmagens devem começar em fevereiro do ano que vem.

Até lá, assista à nossa crítica da 2ª temporada:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

‘Matrix Resurrections’: Keanu Reeves APOIA o lançamento simultâneo no streaming

A maior estreia da Warner Bros. em 2021 está bem próxima, com ‘Matrix Ressurections‘ chegando aos cinemas nesta semana, com seu lançamento no streaming HBO Max acontecendo apenas um mês depois.

E embora muitos cineastas e atores tenham verbalizado o seu desgosto pelo lançamento simultâneo de seus filmes, o formato não parece ter incomodado o astro Keanu Reeves. Durante uma entrevista ao portal The Guardian, ele foi questionado sobre o assunto e brincou sobre a opção.

Na ocasião, ele ainda fingiu estar aborrecido com a possibilidade do reporter querer assistir o filme no aconchego do seu notebook:

“Cara, sério? Não assista a esse filme pelo streaming, não faça essa m****! Você tá maluco? Você vai assistir o novo Matrix pelo streaming, em um notebook?… Sabe, claro, assista no formato streaming se você precisar!”, brincou o ator.

Assista nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Matrix Resurrections vale pena nostalgia, mas é um blockbuster genérico….

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam.  

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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Paul Walter Hauser revela que contou seu papel secreto no MCU para MAIS DE 70 pessoas

Mesmo com toda a política de sigilo da Marvel Studios, o ator Paul Walter Hauser — vencedor do Globo de Ouro e novo integrante do MCU — admitiu que não conseguiu guardar totalmente segredo sobre seu personagem em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘.

No longa, atualmente em cartaz, Hauser interpreta Harvey Elder, o vilão icônico Toupeira, que nesta nova versão se une ao Quarteto Fantástico para enfrentar Galactus. Mas, segundo o próprio ator, ele não foi tão discreto quanto a maioria de seus colegas da Marvel.

“Se eu for honesto — e hoje em dia eu prezo muito pela honestidade — provavelmente contei para 70 ou 80 pessoas, entre familiares e fãs. Não vou mentir dizendo que não falei para ninguém. Contei para várias dezenas de pessoas”, revelou em entrevista à GQ.

Apesar disso, Hauser garantiu que quem soube respeitou o segredo:

“Eles não saíram espalhando por aí ou falando com a imprensa. Mas, se uma criança chegasse pra mim numa cadeira de rodas com um gibi e perguntasse: ‘Você é o Homem-Toupeira?’, eu dizia algo como ‘Não sei, mas ouvi dizer que há uma toupeira por aí…’ e dava uma piscadinha só pra animar”. 

O ator comparou as regras de sigilo da Marvel a “atravessar a rua fora da faixa”:

“Você pode até ser [multado] por isso, mas espero que eles estejam ocupados pegando os bandidos de verdade. Acho que o Kevin Feige e o pessoal da Marvel têm coisas mais importantes para se preocupar do que me caçar”. 

Hauser se junta a um elenco estrelado na nova fase do MCU, e sua versão do Homem-Toupeira marca uma reinterpretação do personagem clássico dos quadrinhos — desta vez, como um aliado inesperado dos heróis.

Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Apesar de ter mantido a mesma média de ‘Superman‘ e ‘Thunderbolts*‘, a aprovação do filme ficou acima de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (B-).

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Diretor compara Thanos a Darth Vader

Em uma curta entrevista à Empire, o diretor Joe Russo revelou que uma das intenções é transformar Thanos em o Darth Vader da nova geração:

“Darth Vader foi o vilão mais notável da minha infância e esperamos ter feito de Thanos o Darth Vader dessa nova geração. Estamos torcemos para que ele tenha aquela complexidade, causando medo nas pessoas, mas também as levando nessa jornada com ele. Francamente, ‘Guerra Infinita’ é o filme dele.”, afirmou.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘Turma da Mônica: Laços’: Amigos estão reunidos em novas fotos do live-action

O diretor Daniel Rezende divulgou uma nova foto oficial de Turma da Mônica: Laços’, live-action inspirado nos personagens de Mauricio de Sousa. Confira:

🧡❤💚💛 #turmadamonicalaços

Uma publicação compartilhada por Daniel Rezende (@danirez) em

A Mauricio de Sousas Produções revelou que a comediante Monica Iozzi entrou para o elenco do filme live-action, que chega aos cinemas em 2019. Iozzi interpretará a mãe da protagonista.

No elenco estão Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali).

Confira:

Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs’) vai comandar o primeiro filme live-action baseado nos gibis.

Ele trabalhou como editor nos filmes ‘Cidade de Deus‘ (2002), ‘A Árvore da Vida‘ (2011) e ‘RoboCop‘ (2014).

O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.

Lançada em 2013, graphic novel ‘Laços‘ foi criada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, que levaram os clássicos personagens de Mauricio de Sousa a uma aventura repleta de emoção, lembrança e perigos.

Na história, o Floquinho desapareceu. Para encontrar seu cachorro de estimação, Cebolinha conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali e, claro, um “plano infalível”.

As filmagens devem começar em junho e a estreia é prevista para 2019.

Confira o cartaz e o anúncio:

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Dica do fim de semana | Suspenses interessantes nos streamings

O suspense é um dos gêneros mais amados dos cinemas, e até mesmo aqueles que dizem não gostar costumam elogiar filmes de outros gêneros que usam elementos dos suspense em sua construção. Neste fim de semana de chuvas pelo Brasil, o CinePOP selecionou alguns filmes presentes nos principais streamings no Brasil para você assistir. Confira!

Operação Overlord

Estrelado por Jovan Adepo e Wyatt Russell, essa mistura de suspense com ficção científica se passa durante a Segunda Guerra Mundial e acompanha uma equipe de soldados designada para derrubar uma torre que permitirá o “Dia D”. O problema é que 90% do pelotão é dizimado logo no desembarque e os que sobrevivem acabam se envolvendo em uma trama de experimentos nazistas e a busca por um soro do supersoldado. Esse projeto de John Walker Origens é incrível e vai agradar mais ao público que curte tramas de conspiração e não se incomoda tanto com algumas cenas gore. Ah, um pequeno spoiler: os experimentos dos filmes foram parcialmente baseados em casos reais da União Soviética e da própria Alemanha nazista. Quem quiser assistir, pode procurar esse longa no catálogo da Netflix.


Um Pequeno Favor 

Nesta trama completamente inesperada de Paul Feig (The Office), Stephanie (Anna Kendrick) é uma mãe viúva com aspirações a YouTuber que é tida como “esquisitona” pelas outras mães da escola. No entanto, sua vida sofre uma grande virada quando ela conhece Emily (Blake Lively), uma mãe “empoderada”, por assim dizer, dona da família perfeita. Elas começam uma amizade estranha até que Emily morre e a polícia começa a desconfiar de Stephanie, que passa a viver com a família em luto da amiga. É uma mistura interessantíssima de suspense com humor que vai surpreender muita gente. O filme pode ser visto no Telecine.

 

O Informante

Juntando drama e suspense, esse longa abraça os clichês mais famosos dos filmes policiais e se apoia muito no ato final para marcar o espectador. Na trama, Pete (Joel Kinnaman) é um veterano de guerra que foi preso por defender sua esposa (Ana de Armas) em um bar. Então, após quatro longos anos de cadeia, ele é solto e tenta retomar sua vida com a família. Só que o FBI acredita que ele possa ajudar a desmontar a máfia polonesa. Dessa forma, a agente Wilcox (Rosamund Pike) o coloca pra trabalhar infiltrado na máfia, o que ocasionalmente o leva de volta para a prisão, onde a polícia começa a desconfiar que ele seja uma agente infiltrado e, bem… Tudo vai dando errado ao ponto de você se preocupar com a segurança de absolutamente todos os personagens em cena. Não chega a ser uma obra-prima, mas é bem interessante e está na Netflix.

 

Sem Limites 

Dono de uma estética sensorial muito boa, esse longa que completou 10 anos em 2021 passou meio despercebido pelo Brasil, mas foi um fenômeno lá fora. A história acompanha um escritor frustrado (Bradley Cooper) que está passando por um bloqueio criativo de meses e acaba fracassando em tudo que tenta. Para piorar a situação, sua namorada o deixa e ele fica na famosa foça emocional. Então, ao sair de um bar, ele encontra um ex-cunhado que se compadece da situação e oferece a ele uma droga capaz de desenvolver o cérebro humano. O escritor fica meio receoso, mas aceita. E quando ele toma a pílula, começa a se lembrar de coisas que a memória dele registrou ao longo da vida e desenvolve um foco sobre-humano. Centrado, ele escreve o livro em dias, aprende novos idiomas e vira um gênio da matemática. Só que, como era uma droga que o deixava assim, ele começa a desenvolver uma dependência que pode deixá-lo demente caso não continue consumindo. Para piorar, grandes empresários começam a se aproximar dele e seu segredo fica ameaçado. Para piorar o que já estava piorado, ele começa a ter lapsos de memória e certos crimes hediondos começam a ser ligados a ele. Tudo isso embalado pela incômoda estética utilizada para replicar a sensação do uso do narcótico nas câmeras. É um filmaço tenso e intenso que está disponível no Globoplay.

Fuja!

Aproveitando que o dia das mães é amanhã, esse filme mostra exatamente o tipo de relação que mãe nenhuma deve ter com a filha. Isso porque o longa conta a história de uma menina doente que é medicada pela mãe (Sarah Paulson) e se envolve numa relação terrível de superproteção. Então, a menina descobre que essas supostas doenças que ela tinha eram muito suspeitas e que provavelmente acabou passando a vida inteira sendo drogada pela mãe que não queria perdê-la para a “vida mundana”. Então, acompanhamos o desespero da filha (Kiera Allen, que é cadeirante na vida real) tentando escapar desesperadamente do controle da mãe, enquanto sofre com os empecilhos do mundo atual para  as PCD. É um longa sufocante que está na Netflix.

 

Crítica | Filhos do Ódio – Produção de Spike Lee traz história real sobre luta racial no Mississippi

Spike Lee já se tornou sinônimo de intensas e marcantes produções cinematográficas cujos temas são centrados nas questões da luta racial preta. Responsável por clássico como ‘Faça a Coisa Certa’ e os recentes sucessos ‘Destacamento Blood’ e ‘Infiltrado na Klan’, Spike Lee volta seu trabalho na busca de contar histórias que contribuam para a conscientização do combate ao racismo, de modo que quando ele não está dirigindo filmes com esses temas, ele os está produzindo. É o caso de ‘Filhos do Ódio’, longa de 2020 cuja produção executiva leva seu nome e que chega agora na Netflix.

Bob Zellner (Lucas Till) é um rapaz branco que, junto com três colegas, decidiu fazer um trabalho para a faculdade sobre líderes pretos da comunidade local em Bansfield, Mississippi. Esse simples gesto foi suficiente para atiçar a raiva da comunidade branca extremista local – mais especificamente, os membros da Ku Klux Klan, dentre os quais seu próprio avô (Brian Dennehy). Indignado com o comportamento de seus vizinhos, Bob começa a ter se interessar cada vez mais pelas lutas dos negros, o que vai aos poucos minando seu relacionamento com sua noiva (Lucy Hale). Quando um enorme protesto atravessa sua cidade, Bob entende que precisa tomar uma atitude, porém, sendo um rapaz branco, suas escolhas não serão bem vistas pelos moradores de Bansfield.

Baseado na história de vida de Bob Zellner, ‘Filhos do Ódio’ tem um título péssimo, mas retrata justamente isso: a história de filhos e netos de uma geração que se acostumou a odiar os seres humanos não brancos, e como, através dessas gerações, esses filhos e netos muitas vezes quebram o ciclo racista e buscam construir um mundo mais igualitário para todos.

Com um roteiro elaborado por Barry Alexander Brown, baseado no livro de Bob Zellner com Constance Curry, e dirigido pelo mesmo Barry Alexander Brown, o longa trabalha a pauta da segregação racial no sul dos Estados Unidos centrando sua história em um protagonista branco, e isso é um pouco esquisito. Esbarra ali na construção do branco salvador, e isso gera um pouco de incômodo, bem como também a ingenuidade excessiva do protagonista, que parece totalmente alheio ao que acontece fora do seu mundo privilegiado. Apesar disso, é um filme bem produzido, com boas atuações e uma história infelizmente real.

Passado em 1961, já são sessenta anos dos acontecimentos de ‘Filhos do Ódio’, e, a ver pelo comportamento social de muita gente, infelizmente comprova que os filhos e netos desses que lutaram e desses que odiaram voltam a se enfrentar nos dias de hoje, o que demonstra a pertinência do filme – para nosso próprio lamento. Para que eventos assim nunca mais voltem a acontecer em nenhum lugar, é preciso mais filmes como esse, para que o espectador faça sua própria reflexão crítica sobre o tema. Daí a importância de pessoas como Spike Lee, que, quando não está diretamente envolvido em produções que promovam essa conscientização, está ajudando a produzir filmes assim. Que bom ter filmes assim chegando ao público brasileiro!

Kevin Feige promete que séries do Disney+ estarão conectadas com o MCU

Uma das reclamações mais recorrentes dos fãs das séries Marvel/Netflix era a falta de entrosamento daquelas narrativas com o universo expandido da Marvel, o MCU. Os personagens nunca são citados nos filmes oficiais e nem mesmo os eventos importantes que ocorrem nas séries.

Logo, com o distanciamento das histórias dessas séries, é natural que diversos fãs estejam receosos se isso ocorrerá novamente com as séries do Disney+ como ‘Loki’ e ‘Feiticeira Escarlate‘.

Em entrevista ao ComicBook, Kevin Feige revelou que isso não ocorrerá com as séries:

“Estas serão produções do Marvel Studios. Elas estarão totalmente entrelaçadas com o MCU atual, o MCU passado e o futuro do MCU.”

Recentemente, em um evento de imprensa sobre o próximo filme do MCUCapitã Marvel, também revelou quando deixará o resto do mundo saber sobre seus planos para o futuro da companhia:

Como fazemos por anos, não iremos anunciar nada que acontecerá após ‘Ultimato’ ou Homem-Aranha: Longe de Casa até que estes filmes tenham chegado aos cinemas.

Apesar do presidente não ter mencionado nada específico, ele falou sobre o infinito potencial de novos personagens entrarem no Universo Cinemático Marvel após a épica conclusão supracitada.

Como os fãs bem sabem, há um tremendo potencial e uma tremente quantidade de personagens e narrativas e grupos que iremos explorar. Porém, não acho que iremos anunciar coisas para os próximos cinco ou seis anos.

Os próximos lançamentos da Marvel incluem Capitã Marvel no dia 04 de março, ‘Vingadores: Ultimato’ no dia 25 de abril e Homem-Aranha: Longe de Casa em 05 de julho.

‘City on a Hill’: Série da Showtime é renovada para a 2ª temporada!

Showtime renovou nesta última sexta-feira, 02, sua aclamada série City on a Hill.

A notícia veio antes do season finale da primeira temporada, que será transmitido 18 de agosto.

A série é protagonizada por Aldis HodgeKevin BaconJonathan TuckerMark O’BrienJill HennessyLauren E. BanksAmanda ClaytonKevin ChapmanJere SheaSarah Shahi.

A produção é ambientada no começo da década de 1990, em Boston, e gira em torno de criminosos encorajados pelas agências de força locais nas quais a corrupção e o racismo eram norma. Aqui, o assistente do advogado de defesa Decourcy Ward (Hodge) chega do Brooklyn e cria uma aliança inesperada com um veterano do FBI rendido à corrupção, Jackie Rohr (Bacon). Juntos, eles caçam uma família de ladrões de Charlestown em um caso que cresce exponencialmente e subverte toda o sistema criminal de Boston.

Chuck MacLean criou e produziu a série ao lado do showrunner Tom Fontana.

A segunda temporada ainda não tem previsão de estreia.

‘Supernatural’: Novos capítulos da 15ª temporada já têm data para retornar

Depois de ter um mês de folga em dezembro, Supernatural retornou no último dia 30 de janeiro para oferecer três novos episódios da temporada final. Entretanto, a The CW já anunciou outro hiato da série antes dos últimos capítulos.

De acordo com a emissora, a produção retorna no dia 16 de março, e será transmitida às segundas-feiras.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

‘X-Men’: Janelle Monáe quer viver Tempestade em futuro filme da Marvel

A equipe da Marvel Studios ainda não revelou seus planos para a franquia X-Men, visto que os direitos intelectuais dos super-heróis foram readquiridos pela Disney há alguns meses. Entretanto, algumas pessoas já estão manifestando interesse acerca do panteão mutante – incluindo a atriz e cantora Janelle Monáe.

Em entrevista à Empire Magazine para promover o terror Escolhida, Monáe foi questionada sobre potenciais papéis em adaptações de quadrinhos para o cinema e, rapidamente, disse que Tempestade sempre foi uma personagem que quis viver.

“Eu definitivamente já dei a entender que quero interpretá-la. Um dos meus sonhos sempre foi interpretar a Tempestade. Não sei se ela aparece em Pantera Negra, mas seria um sonho ter ela no filme. Não sei onde eles estão com isso. Várias mulheres interpretaram Tempestade e elas fizeram um trabalho excepcional, e eu adoraria estar no mesmo grupo de artistas que fizeram justiça [à personagem]”.

Recentemente, um outro nome bastante prolífico da indústria do entretenimento também apareceu, dessa vez através dos fãs, como um nome em potencial para viver a poderosa super-heroína: Dominique Jackson.

A atriz trans, conhecida por seu papel com Elektra Abundance na aclamada série Pose, foi alvo de um abaixo-assinado exigindo sua participação em um futuro filme dos X-Men.

A petição no site Change.org conta com 18644 assinaturas e afirma que Jackson “sabe o que é ser uma forasteira e o que é encontrar força dentro de uma comunidade. Sua jornada tem todos os elementos de uma verdadeira X-Men: compaixão, audácia e liderança”.

“Elencar a Srta. Jackson finalmente dará aos fãs um retrato incrível de uma das heroínas mais amadas de todos os tempos. Os X-Men sempre representaram os grupos marginalizados da sociedade. Pessoas não caucasianas e LGBTQ+ sempre se sentem mais oprimidos do que nunca. Elencar uma mulher negra e trans como a icônica personagem atingiria novos níveis”, completa o texto.

Jackson se sentiu bastante feliz ao descobrir sobre a petição, postando uma fan-art que a reimagina como Tempestade:

“Talento é uma benção e traz alegria a outros! Eu realmente amei isso! Continue a fazer esses trabalhos incríveis, desejo o melhor para você! Obrigado por me trazer alegria! Você está fazendo uma garota se sentir especial”, diz a legenda.

‘Alguém Avisa?’: Comédia lésbica com Kristen Stewart e Mackenzie Davis ganha cartaz oficial; Confira!

A comédia romântica ‘Alguém Avisa?‘ (‘Happiest Season’), estrelada por Kristen Stewart e Mackenzie Davis, ganhou seu cartaz oficial.

O filme estará disponível para aluguel e compra a partir do dia 16 de dezembro, nas plataformas digitais Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Filmes & TV, NOW, Oi Play, PlayStation Store, SKY Play, UOL Play e Vivo Play.

Confira, junto ao trailer:

O filme tem direção de Clea DuVall e conta também com Alison Brie, Dan Levy, Victor Garber e Mary Steenburgen no elenco.

Conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby (Kristen Stewart) descobre que Harper (Mackenzie Davis) vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer.

‘Space Jam: Um Novo Legado’ ganha trailer SENSACIONAL; Assista!

Warner Bros. Pictures finalmente divulgou o trailer oficial do aguardado Space Jam: Um Novo Legado’.

O filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Confira:

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Stargirl’: The CW divulga o trailer oficial do episódio 02×04; Confira!

A The CW divulgou o trailer oficial do 4º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 4”.

Na trama, “à medida que Pat considera contar toda a verdade sobre o passado de Eclipso para Courtney, uma visita surpresa de Crock e de Paula o pegam desprevenido. Um confronto tenso com Penumbra dá informações valiosas a Courtney. Por fim, Cindy toma uma decisão”.

O capítulo vai ao ar em 31 de agosto.

Confira, junto às imagens:

No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.