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Johnny Cage, Kitana e Scorpion nas imagens da sequência ‘Mortal Kombat 2’; Confira!

O site EW divulgou as primeiras imagens da sequência ‘Mortal Kombat 2‘.

As imagens destacam Karl Urban como Johnny Cage, Adeline Rudolph como Kitana, Hiroyuki Sanada retornando como Scorpion e Martyn Ford como o antagonista Shao Kahn.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco contará com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao).

A produção ainda irá introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’ conquista 93% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 231 reviews publicadas até o momento, a sequência ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out‘ conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclamou o terceiro filme da franquia ‘Entre Facas e Segredos‘, considerando-o mais centrado que o capítulo anterior. O grande destaque, no entanto, fica por conta da química entre os atores Daniel Craig e Josh O’Connor – que formam uma excelente dupla nas telas.

Crítica | Rian Johnson acerta novamente com o impecável e introspectivo ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com um roteiro seguro que ousa fazer perguntas existenciais junto com as reviravoltas usuais do gênero, este pode ser o melhor filme da franquia até o momento.” (Observer UK)

“‘Vivo ou Morto’ é mais sóbrio que o filme anterior, tem um mais parecido com o longa original, mas não é tão inteligente quanto nenhum dos dois em sua solução.” (Independent UK)

“‘Vivo ou Morto’ parece menos o terceiro filme de uma série de mistérios e mais com a confiante terceira temporada de uma série de prestígio — uma em que os criadores se sentem totalmente seguros de suas capacidades, certos de entregar algo cativante.” (Consequence)

“Mais focado do que o exuberante filme anterior, ‘Vivo ou Morto’ busca, de forma agradável, respostas tanto existenciais quanto terrenas.” (AV Club)

“Gótico, iconoclasta, envolvente, com uma crítica mordaz à América moderna e, para completar, muito engraçado. É mais um mistério policial extremamente satisfatório do Benoit Blanc.” (Empire Magazine)

Rian Johnson reuniu seu elenco mais forte até agora. Daniel Craig e Josh O’Connor formam uma dupla de detetives que nos faz lembrar de Sherlock Holmes e Watson.” (Time Out)

“O filme satiriza as convenções das histórias de detetive, mas nunca se torna tão autoconsciente a ponto de você deixar de levá-lo a sério.” (Slant Magazine)

Vale lembrar que o longa já está disponível na Netflix!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’)se junta aos atores Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’), Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’), que haviam sido previamente anunciados.s.

Daniel Craig reprisa o seu papel como o detetive Benoit Blanc.

Henry Cavill troca a capa por traje camuflado em ‘Sand Castle’

Para o seu próximo papel, Henry Cavill trocou a capa vermelha de Superman para adotar a camuflagem de guerra na foto divulgada pela revista Empire. ‘Sand Castle’ (ainda sem título nacional) traz o intérprete do Clark Kent com barba, interpretando o duro Capitão Syverson,  ao lado de Matt Ocre (Nicholas Hoult), no auge da guerra do Iraque.

Baseado na experiência pessoal no Iraque do roteirista Chris Roessner, ‘Sand Castle’ vai oferecer uma narrativa sobre a vida e a morte através do ponto de vista do soldado. De acordo com Fernando Coimbra, diretor da produção, o filme é sobre guerra, mas tem seu foco principal naquilo vivenciado por Matt Ocre e nas motivações dos outros militares. Segundo Coimbra, ao ler entrevistas de soldados que foram para conflitos dessa natureza, eles mesmos não compreendem o porquê de estarem lá.
Sand Castle’ é uma produção da Netflix ainda sem data de lançamento.

Henry Cavill publica foto barbudo para ‘Liga da Justiça’ 

 

Comediante Louis C.K. confirma que assediou sexualmente várias mulheres

O prestigiado comediante Louis C.K. confirmou as acusações de assédio sexual feitas contra si. Em uma franca publicação, o ator admitiu ter feito exatamente conforme relatado por cinco ex-colegas de trabalho ao jornal The New York Times e pontuou que agiu de forma irresponsável com mulheres que o admiravam por seu trabalho.

Disse ele:

“Essas histórias são verdadeiras. Eu dizia para mim mesmo que o que fiz era normal porque eu nunca mostrei meu pênis a uma mulher sem antes perguntar a ela se poderia, o que também é verdade. Mas o que eu aprendi mais tarde, tarde demais, é que quando você possui poder sobre alguém, esse tipo de coisa não se pergunta. É uma situação difícil para elas. O poder que eu exerci sobre essas mulheres era porque elas me admiravam. E eu exerci este poder de forma irresponsável”.

 

Em uma detalhada matéria feita pelo jornal The New York Times, cinco mulheres do universo cômico entraram com acusações formais contra o ator, afirmando que foram testemunhas de atos impróprios cometidos por ele. Entre as acusações está a alegação de que Louis teria se masturbado diante delas.

Segundo Dana Min Goodman e Julia Wolov, duas comediantes de Chicago, Louis teria ficado pelado e masturbado na frente delas, após as convidarem para o seu quarto de hotel em 2002.

Já Abby Schachner afirma que durante uma ligação com o comediante, era possível ouvi-lo se masturbando. Ela ainda contou que em 2009, C.K. lhe escreveu uma mensagem pedindo desculpas por seu comportamento, pontuando que a conversa teria “caminhado para um viés mais sórdido” e que aquele teria sido um momento ruim de sua vida pelo qual ele se arrependia muito.

A comediante Rebecca Corry contou que na época em que trabalhou em um piloto para TV com C.K., em 2005, o astro teria perguntado se poderia se masturbar diante dela, investida que recusou veemente. Em 2015, ele a teria procurado para também se redimir, afirmando que lhe devia seríssimas desculpas em atraso e que costumava julgar as pessoas de forma equivocada”.

Outra mulher, que preferiu não se revelar, pontuou que Louis lhe pediu diversas vezes se ela poderia assisti-lo se masturbando, enquanto trabalhavam juntos em um projeto em meados dos anos 90.

Em resposta às acusações, o assessor de imprensa do comediante afirmou que nos próximos dias Louis emitirá um comunicado oficial por escrito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Arrowverse: Crossover entre ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Supergirl’ e ‘Batwoman’ ganha data de estreia

O anual crossover das séries da DC – pela emissora The CW – ganhou data de estreia e já anuncia a apresentação de ‘Batwoman’ para dezembro de 2018.

O anúncio, feito pela própria CW, traz os detalhes do Arrowverse, que envolverá as séries ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘ e, claro, a vindoura ‘Batwoman‘, que deve estrear em 2019. Neste ano, ‘Legends of Tomorrow‘ ficará de fora.

O encontro de séries introduzirá Ruby Rose como a heroína Kate Kane, em um evento televisivo com três dias de duração. Em virtude da programação diferenciada, os episódios de ‘The Flash‘ e ‘Supergirl‘ serão exibidos em dias especiais.

O aguardado crossover começa no domingo, 09 de dezembrom, as 20h (EUA), com ‘The Flash‘. Vale ressaltar que nos Estados Unidos, a produção é sempre exibidas nas terças-feiras.

O evento segue na segunda, 10 de dezembro, com ‘Arrow‘ em seu horário regular, às 20h (EUA). O especial anual se encerra com ‘Supergirl‘, na terça-feira, 11 de dezembro, também às 20h (EUA).

Confira a arte promocional:

‘Esqueceram de Mim’: Macaulay Culkin faz piada com reboot em foto HILÁRIA; Confira!

Faz quase 30 anos desde a estreia de ‘Esqueceram de Mim‘ e a fim de introduzir o longa à uma nova geração, a Disney já anunciou que desenvolverá um reboot para o seu serviço de streaming, intitulado Disney+.

E o astro Macaulay Culkin aproveitou a ocasião e fez piada com o anúncio, revelando como Kevin McCallister estaria hoje.

Confira:

O anúncio do reboot veio com uma reação negativa por parte dos fãs mais nostálgicos, que criticaram a decisão da Disney de mexer em um clássico.

Confira:

Macaulay Culkin foi a primeira criança no mundo do entretenimento a receber um salário milionário por uma única produção, cerca de US$ 8 milhões.

Recentemente, o Google chamou Macauley Culkin para recriar cenas icônicas do filme para divulgar as facilidades de seu Google Assistant.

Confira:


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‘X-Men’: Taron Egerton se sente “honrado” por ser considerado para o papel de Wolverine

Desde que o astro Hugh Jackman aposentou as garras de Wolverine, muito tem se especulado a respeito de qual ator poderia assumir e grandiosa missão de honrar o personagem, que fora imortalizado pelo indicado ao Oscar.

E um dos nomes mais sugeridos pelos internautas foi o de Taron Egerton. E durante uma entrevista à GQ britânica, ele afirmou o quão honrado se sentia por ter sido considerado para viver o mutante, mas desbancou todo e qualquer rumor relacionado a essa possibilidade:

“O fato de que qualquer pessoa acharia que eu seria bom para o papel me deixa honrado. Eu amo a Marvel, mas isso não passa de coisa de fã. Não existe fundamento para esses rumores”.

Após 17 anos vivendo o Wolverine, Hugh Jackman decidiu aposentar as garras de adamantium.

A última atuação do astro como Wolverine foi há três anos, em Logan‘, adaptação dirigida por James Mangold e indicada ao Oscar.

Logan‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 619 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Assista nossa crítica:

‘The 100’: Última temporada ganha data de estreia na Netflix

Os fãs da adorada série The 100podem comemorar, por a 7ª e última temporada da produção chega em breve na grade de programação da Netflix.

A leva final de episódios será lançada na plataforma de streaming na próxima quarta-feira, 01 de setembro.

No ciclo final, enquanto a anomalia revela sua verdadeira natureza, facções em guerra e novos perigos inimagináveis ​​ameaçam a missão de Clarke de finalmente estabelecer a paz.

Vale lembrar que as seis primeiras temporadas da série já estão disponíveis na Netflix.

Confira o trailer:

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘The Blackening: Jogo Mortal’: Terror SLASHER com elenco preto estreia no streaming

O elogiadíssimo terror ‘The Blackening: Jogo Mortal‘ (The Blackening, 2022) já está disponível no streaming. A produção teve sua estreia na grade de programação da Netflix na última sexta-feira (16).

Na trama, sete amigos vão embora no fim de semana e acabam presos em uma cabana com um assassino que quer vingança. Será que sua esperteza e conhecimento de filmes de terror os ajudarão a sobreviver? Provavelmente não.

Relembre o trailer:

Tim Story é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Tracy Oliver (‘Viagem de Garotas’) e Dewayne Perkins (‘Brooklyn Nine-Nine’).

O elenco conta com Antoinette Robertson, Dewayne Perkins, Sinqua Walls, Grace Byers, X Mayo, Melvin Gregg, Jermaine Fowler, Yvonne Orji Jay Pharoah.

Naya Rivera, de ‘Glee’, é presa por agredir o marido; Veja vídeo!

Polêmica! A atriz Naya Rivera, que viveu a personagem Santana em Glee’, foi presa no último dia 25 em West Virginia, nos Estados Unidos, por agredir o marido, o ator Ryan Dorsey (Herança de Sangue).

Segundo informações preliminares no site E!, a atriz teria atingido a cabeça do ator com um objeto, ferindo-o no rosto, durante um passeio com o filho de dois anos do casal.

A jornalista Kalea Gunderson‏, da WCHS-TV, publicou um vídeo da atriz sendo presa. Assista:

 

No vídeo, vemos a atriz algemada e sendo questionada pelo juiz se ela seria, de fato, Naya Rivera

Naya foi liberada após o pagamento da fiança, mas irá responder judicialmente pelo crime de violência doméstica. Em 2016, Rivera e Dorsey se separaram, mas, em outubro deste ano, a atriz pediu a anulação do divórcio e os dois voltaram a viver juntos.

O próximo trabalho da atriz será em ‘Step Up: High Water’, uma websérie exibida pelo Youtube Red em parceria com a Lionsgate TV inspirada no filme ‘Ela Dança, Eu Danço’, ainda sem data de estreia definida.

 

’13 Reasons Why’: 2ª temporada ganha pôster nacional e novas imagens; Confira!

A Netflix Brasil acaba de divulgar o primeiro pôster nacional da 2ª temporada de 13 Reasons Why, juntamente com algumas imagens divulgadas pela EW. Confira:

O suspense parece ter acabado sobre o tema principal da segunda temporada de 13 Reasons Why: assédio sexual.

Em entrevista para o THR, o showrunner Brian Yorkey revelou que Hannah (Katherine Langford) ainda terá grande presença na série, mas a 2ª temporada irá focar em dramas de outros personagens, como o da Jessica (Alisha Boe) após ter sido estuprada.

“Certa vez li que alguém acreditava que sua história tinha chegado ao fim, pois ela tinha contado tudo para seu pai. Mas essa é a razão para termos mais episódios. Tudo está apenas começando. Vamos acompanhar como alguém passa de vítima para se tornar sobrevivente de assédio sexual”

Além disso, Yorkey ainda contou que surgirá um novo mistério que Clay (Dylan Minnette) terá que desvendar.

Enquanto isso, a Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada. Junto com o vídeo veio também a data de estreia: 18 de maio. Assista:

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar Tom McCarthy (‘Spotlight – Segredos Revelados’).

‘Animais Fantásticos 2’: Dumbledore encara o Espelho de Ojesed; Veja novas fotos!

A sequência ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald‘ é o grande destaque da mais nova edição da revista britânica Empire e estampa a bela capa da publicação, além de duas novas fotos inéditas.

Confira:

 

Assista a prévia:

Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald estreia em 15 de novembro no Brasil.

Crítica | O Retorno de Ben – Julia Roberts em uma de suas melhores atuações

Filmes que falam sobre dependência química parecem mesmo ter ganhado destaque em Hollywood. Depois do drama Querido Menino – protagonizado pela dupla Steve Carell e Timothée Chalamet -, o assunto vem novamente à tona em O Retorno de Ben, com Julia Roberts e Lucas Hedges comandando a trama. Nele, a temática por si só já é responsável por criar toda uma atmosfera de tensão no público, mas o desespero da mãe vivida por Roberts é, sem dúvidas, o que faz o espectador se transportar para a história e não desgrudar os olhos da tela durante os 102 minutos do longa.

Dirigido por Peter Hedges – pai do protagonista na vida real, que inclusive foi convencido por Julia Roberts a aceitar o papel na trama -, Ben is Back (título original) fala sobre a volta de Ben Burns (Lucas Hedges) para a casa da família na noite de Natal. Por causa do seu vício em drogas, o jovem estava internado em uma clínica de reabilitação, mas tem a chance de passar 24h ao lado dos seus para tentar, ao menos nas festas de final de ano, recuperar um pouco do tempo perdido. A princípio, apenas a mãe e os dois irmãos pequenos é que o recebem com alegria – já que o padrasto (Courtney B. Vance) e a sua irmã Ivy (Kathryn Newton) ainda não tinham superado as recordações ruins das últimas vezes em que estiveram todos juntos. No entanto, ao longo da trama, a menina também começa a se alegrar com o retorno do irmão e a acreditar na real possibilidade dele contradizer as más expectativas e estar, de fato, recuperado.

Até que uma invasão na casa da família seguida pelo sequestro do cachorro enquanto todos estavam na igreja para o evento de Natal traz à tona a ideia de que Ben sempre vem acompanhado por problemas (para o padrasto, ao menos; e para o próprio, que se culpa por colocar quem ama em apuros ) e faz com que ele comece uma jornada para acertar contas do passado e recuperar o animal de estimação – ao mesmo tempo em que corre o risco de ter uma recaída que, dependendo da intensidade, pode lhe custar a vida. A partir daí, Holly Burns, a mãe do jovem, passa a viver seu pior pesadelo ao começar a conhecer um pouco o universo obscuro do filho (incluindo um envolvimento com um professor de História do colégio em troca de remédios para se drogar), e Julia Roberts, quem dá forma à ela, entrega uma de suas melhores performances dramáticas no cinema.

Das horas em que sente alegria por ver o filho de volta aos momentos em que fica ao seu lado temendo uma nova recaída, Roberts coloca a força de sua atuação no olhar e no modo como se movimenta. Nunca relaxada, nunca confortável (mesmo nas horas em que sorri e tudo parece bem), a atriz transmite para a tela toda a tensão de uma mãe que vive com medo de perder quem ama para as drogas. Difícil não se emocionar ao ver sua reação ao ter o filho de volta ou sentir seu desespero quando, no provador do shopping, Ben insinua que tem entorpecentes escondidos no tênis que ela esqueceu de checar e quando ele a deixa na loja de conveniência e segue sozinho na arriscada jornada em busca do cachorro sequestrado. Aparecendo como verdadeira protagonista da história, não é exagero dizer que a estrela É o filme.

Mas, apesar de todo esse destaque da atriz de Uma Linda Mulher, vale dizer que Lucas Hedges também cumpre muito bem o seu papel e comove na pele de Ben Burns. Um dos pontos altos de sua atuação, inclusive, acontece na noite de Natal na igreja – quando, ao olhar para a irmã cantando no coral, ele solta lágrimas que nos fazem sentir toda a sua dor e arrependimento por tudo o que viveu e fez a família passar. Junto com Boy Erased: Uma Verdade Anulada, O Retorno de Ben vem para comprovar que, muito longe de ser apenas um rostinho bonito, o jovem ator tem a promessa de uma carreira bem promissora pela frente. Para quem já tinha acompanhado seu trabalho em filmes como Lady Bird e Manchester À Beira-Mar, o amadurecimento no drama fica ainda mais evidente por aqui.

E assim, com a força das atuações dos protagonistas e todo o apelo emocional do enredo, a produção de Peter Hedges aparece como um filme sobre drogas que não apela para o drama exagerado para prender a atenção do espectador e comover. Com um ritmo que pode até ser considerado meio lento por alguns, ele cria uma atmosfera de tensão através de diálogos e olhares – principalmente entre mãe e filho, que, apesar de tudo, ainda conseguem manter uma certa cumplicidade. No fim, seguindo o que aparece na última cena em aberto, ele deixa um sopro de esperança para quem acompanhou a jornada de quem sempre fez de tudo para salvar seu filho. Não dizem que mães são heroínas? Julia Roberts, certamente, acabou de interpretar uma de suas maiores guerreiras…

‘O Retorno de Mary Poppins’: Primeiras reações são EXTREMAMENTE positivas

O Retorno de Mary Poppins‘ recebeu sua grande premiére ontem e alguns grandes sortudos puderam conferir o filme e postar suas reações entusiasmadas nas redes sociais.

Confira os muitos elogios que o longa recebeu:

“‘O Retorno de Mary Poppins‘ é delicioso, lotado de charme das antigas que te faz sorrir o tempo inteiro. Muita cor, calor e magia. Um filme sobre acreditar naqueles que amam e que amam imaginar as possibilidades.”

 

“‘O Retorno de Mary Poppins é repleto de lindos visuais, incríveis atuações e sequências musicais que vão te surpreender. Emily Blunt será indicada a Melhor Atriz e tem grandes chances de ganhar. Fãs do primeiro filme ficarão satisfeitos.”

“A corrida do Oscar acabou de mudar porque ‘O Retorno de Mary Poppins é incrível. Há músicas charmosas e memoráveis, atuações e proezas excelentes que vi em filmes em anos. Uma sequência tão tardia não devia ser tão boa e, ainda assim, com certeza é. Mágico.”

 

“Praticamente perfeito em todos os sentidos. Minha sessão predileta desde quando eu era criança. Se você não sair com um sorriso grande no rosto e uma sensação boa no coração então não poderemos ser amigos. Amei cada minuto.”

 

O filme estreia dia 20 de dezembro de 2018. Abaixo, os lindos pôsteres individuais dos personagens.

Emily Blunt (‘Caminhos da Floresta‘) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘ como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.

Lin-Manuel MirandaBen Whishaw, Emily Mortimer, Colin Firth e Meryl Streep também estrelam.

Rob Marshall, do inesquecível ‘Chicago‘, comanda a produção. Ele já trabalhou com Streep e Blunt em ‘Caminhos da Floresta‘.

 

‘Cruella’: Emma Thompson está em negociações para viver vilã do filme

Cruella, spin-off e prequela do clássico 101 Dálmatas, está crescendo cada vez mais – e parece que alguns dos rumores acerca do filme se confirmaram. Segundo o site VarietyEmma Thompson (Harry Potter‘Walt nos Bastidores de Mary Poppins’) está em negociações finais para participar do filme.

A matéria indica que o papel de Thompson está sendo mantido sob segredo, mas reportagens anteriores indicam que ela dará vida à antagonista, Baronesa, cuja presença é de suma importância para a transformação da protagonista Estella em Cruella.

Charlize TheronNicole KidmanJulianne MooreDemi Moore foram consideradas para o papel.

A Disney já tem planos para iniciar suas filmagens, com a expectativa de iniciar a produção em julho deste ano, agendando a estreia do longa para 2020.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘ (Fright Night, 2011), assume a direção, a partir de um roteiro que está atualmente sendo reescrito por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

A produção se passará na cena punk da Londres de 1979.

Os rumores ainda sugerem que a fashionista Cruella de Vil estará vinculada à banda Sex Pistols, que teve ligação direta com a moda na década de 70.

Jez Butterworth (‘007 Contra Spectre’) reescreveu o roteiro de Kelly Marcel (‘Walt nos Bastidores de Mary Poppins’).

Emma Stone (‘O Espetacular Homem-Aranha’) já assinou para interpretar Cruella. O novo filme será uma história de origem, seguindo a mesma linha de ‘Malévola‘.

Vídeo reúne a animação e o live-action de ‘Mogli – O Menino Lobo’

Cruella

ANCINE retira filmes brasileiros de seu site oficial

ANCINE (Agência Nacional de Cinema) passou por uma grande e chocante mudança no dia de hoje (03). O prédio da companhia amanheceu sem os costumeiros cartazes das produções brasileiras. Os filmes nacionais também foram retirados do site oficial.

Confira aqui.

O acontecimento vem poucas semanas depois do presidente Jair Bolsonaro nomear o apresentador, pastor e jornalista Edilásio Barra foi nomeado para gerir o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

O FSA é responsável é uma categoria específica do Fundo Nacional da Cultura destinada ao desenvolvimento da indústria audiovisual brasileira. Instituído em 2006, seus recursos são provindos pela Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) e pela Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações).

Em 2018, o Fundo Setorial movimentou mais de 800 milhões de reais. Em 2019, essa categoria já movimentou mais de 390 milhões (segundo dados da ANCINE).

Alguns meses atrás, Bolsonaro confirmou em uma transmissão pelo Facebook que está empenhado em fechar a ANCINE. Sua declaração fomentou a união de um grupo e a criação de um abaixo-assinado para impedir que isso aconteça

A petição já ultrapassou as sete mil assinaturas que visava receber para que pudesse enviar a pauta ao Congresso.

Confira o texto:

O atual governo de Bolsonaro assinou um decreto onde transferiu o Conselho Superior de Cinema do Ministério da Cidadania para a Casa Civil.

Segundo o próprio presidente, a ideia é criar um “filtro” (nome disfarçado de censura) para a aprovação de outras obras audiovisuais. Esse “filtro” barraria filmes como Bruna Surfistinha e outros que tenham conteúdo considerado inapropriado pela nova censura. Além disso, disse que não admitira que o dinheiro público fosse usado na produção dessas obras.

Caso esse filtro não seja obedecido, ele ameaça fechar a Ancine. Isso não é democracia, nem liberdade de expressão. É censura.

Para assinar a petição, CLIQUE AQUI:

“Não posso admitir que, com dinheiro público, se façam filmes como o da Bruna Surfistinha. Não dá. Não somos contra essa ou aquela opção, mas o ativismo não podemos permitir, em respeito às famílias, uma coisa que mudou com a chegada do governo”, afirmou Bolsonaro.

Raquel Pacheco (nome real de Surfistinha) rebateu com uma mensagem em seu Twitter respondendo às críticas. Confira:

Bruna Surfistinha‘ estreou em 2011 e é baseado no livro ‘O Doce Veneno do Escorpião‘, escrito por Raquel em 2005.

 

 

Lady Gaga e Ariana Grande estrelam o clipe futurista de “Rain On Me”

Lady Gaga acabou de lançar o clipe oficial de “Rain On Me”, 2º single oficial de seu sexto álbum de estúdio solo, Chromatica.

O vídeo, que é performado ao lado de Ariana Grande, traz as duas artistas em figurinos sci-fi (seguindo os passos do predecessor “Stupid Love”), mergulhando numa batalha tortuosa em um futuro distópico.

Robert Rodriguez é o diretor do videoclipe.

Crítica | Lady Gaga e Ariana Grande unem forças para o dançante single “Rain On Me”

Assista:

Chromatica estará disponível para o público a partir do dia 29 de maio.

A versão padrão é composta por 16 faixas e traz colaborações com Grande, Elton JohnBLACKPINK. A versão deluxe, que será distribuída pela Target, tem três faixas adicionais.

Confira a tracklist:

  1. Chromatica I”
  2. “Alice”
  3. “Stupid Love”
  4. “Rain on Me” com Ariana Grande
  5. “Free Woman”
  6. “Fun Tonight”
  7. Chromatica II”
  8. “911”
  9. “Plastic Doll”
  10. “Sour Candy” com BLACKPINK
  11. “Enigma”
  12. “Replay”
  13. Chromatica III”
  14. “Sine from Above” com Elton John
  15. “1000 Doves”
  16. “Babylon”

Versão deluxe:

  1. “Love Me Right”
  2. “1000 Doves” (demo)
  3. “Stupid Love” (remix por Vitaclub Warehouse)

Este é o primeiro álbum de estúdio de Gaga em quatro anos. Seu último lançamento solo ocorreu em 2016, com o premiado Joanne; logo depois, a artista migrou para as telonas com o remake de Nasce Uma Estrela, filme que estrelou e pelo qual ficou responsável pela aclamada trilha sonora.

‘Indiana Jones 5’: Equipe criativa não consegue chegar a um consenso para seguir com o projeto, revela roteirista

O quinto filme da franquia Indiana Jones está em “preparação” há muito tempo – e, apesar de estar prevista para lançamento em 22 de julho de 2022, vem sido alvo de várias mudanças e atrasos, incluindo o fato de que Steven Spielberg não voltaria para a cadeira de direção.

Pouco depois, o roteirista David Koepp também deixou o projeto e, em uma recente entrevista ao Den of Geek, revelou que o fato da equipe criativa não conseguir chegar a um consenso quanto ao produto final é o principal motivo de tantas turbulências.

“Tentei algumas versões diferentes com Steven e todas elas tinham algumas coisas boas e algumas coisas que não funcionavam, o que acontece. Mas era muito difícil levar todo mundo a um consenso e concordar em relação aos elementos – Steven, Harrison [Ford], o roteiro, a Disney – isso nunca aconteceu”.

Apesar da decepção quanto ao fato de Spielberg não voltar como diretor, o produtor Frank Marshall, tranquilizou o público, afirmando que a combinação entre o cineasta indicado ao Oscar, James Mangold, e Spielberg na produção trará “o melhor de tudo” para as audiências.

Em uma entrevista ao Collider, o produtor revelou por que a Disney escolheu Mangold para a função:

“Ele tem um amor pela franquia. Ele é um ótimo cineasta E eu acho que ele também tem uma relacionamento com Harrison. Foram todos os pedaços certos se juntando no momento certo. E com Mangold e Spielberg juntos nós teremos o melhor de todos”.

Lembrando que foi Spielberg quem decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem.

Mangold é conhecido por seu trabalho em Ford vs. Ferrari, drama indicado ao Oscar de Melhor Filme, e no aclamado Logan, que também foi nomeado na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

Durante a divulgação de ‘O Chamado da Floresta, Ford revelou novidades sobre o próximo filme da saga:

“O filme irá mostrar o passado de Indiana. Veremos novos desenvolvimentos em sua vida, em seu relacionamento. Veremos parte da história dele sendo revelada. É um roteiro muito bom. Estou ansioso para isso.”, afirmou.

Originalmente, o novo longa-metragem da franquia seria rodado a partir de abril de 2019. Entretanto, divergências artísticas no tocante ao roteiro adiaram o início da produção, com Dan Fogelman (This Is Us) ficando responsável pela reescrita completa.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a sequência.

‘Flora e Ulysses’: Adaptação do Disney+ ganha três novos teasers oficiais; Confira!

O Disney+ divulgou em seu Twitter três novos teasers oficiais da vindoura adaptação de Flora e Ulysses, filme baseado no romance homônimo de Kate Dicamillo.

O longa estreia no dia 19 de fevereiro.

Confira:

A história é centrada em uma jovem menina que se alia com um esquilo com poderes especiais, partindo em aventuras incríveis.

Lena Khan comanda a produção, a partir de um roteiro assinado por Brad Copeland.

Matilda LawlerAlyson HanniganBen SchwartzBenjamin Evan AinsworthDanny Pudi estrelam.

Confira a sinopse oficial:

Esta história começa, como as melhores histórias de super-heróis, com um acidente trágico, de consequências inesperadas. O esquilo não viu o aspirador de pó chegar, mas Flora Belle Buckman, que descreve a si mesma como cínica e que leu todas as recomendações da publicação em quadrinhos Coisas terríveis podem acontecer a você!, é a pessoa certa para interferir e salvá-lo. O que ninguém previa é que Ulisses (o esquilo) renasceria com poderes especiais: além de uma força excepcional, adquiriu a capacidade de voar e de fazer poesia, embora com erros ortográficos. Flora também mudou ao descobrir a possibilidade de esperança e a promessa de um coração capaz de carregar muita alegria e muita tristeza.

‘A Barraca do Beijo 3′: Sequência com Joey King ganha trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de A Barraca do Beijo 3’, sequência estrelada por Joey King que chega à plataforma de streaming em 11 de agosto.

Confira:

O filme é dirigido e escrito por Vince MarcelloJay Arnold também assina o roteiro.

Elle vai para a faculdade e precisa tomar uma decisão muito difícil: se mudar para o outro lado do país com o namorado Noah ou cumprir a promessa que fez ao melhor amigo Lee de estudar com ele. Qual dos dois vai ficar de coração partido?

Joel CourtneyJacob ElordiTaylor Zakhar PerezMaisie Richardson-SellersMeganne YoungMolly Ringwald e outros completam o elenco.

‘Perdidos no Espaço’: Netflix divulga resumão da 2ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A 3ª e última temporada da série sci-fi Perdidos no Espaço chega em breve à Netflix e, antes que possamos conferir os novos episódios, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os momentos mais importantes do ciclo anterior.

Confira:

Lost In Space. Taylor Russell as Judy Robinson in episode 301 of Lost In Space. Cr. Diyah Pera/Netflix © 2021
Lost In Space. (L to R) Maxwell Jenkins as Will Robinson, Mina Sundwall as Penny Robinson in episode 302 of Lost In Space. Cr. Diyah Pera/Netflix © 2021
Lost In Space. (L to R) Veenu Sandhu as Prisha Dhar, Raza Jaffrey as Victor Dhar, Molly Parker as Maureen Robinson, Toby Stephens as John Robinson in episode 304 of Lost In Space. Cr. Courtesy Of Netflix © 2021

Lost In Space. Ignacio Serricchio as Don West in episode 305 of Lost In Space. Cr. Diyah Pera/Netflix © 2021

O ciclo final será lançado na plataforma no dia 1º de dezembro.

Criada por Matt Sazama, Burk Sharpless e Irwin Allen, a série é um reboot da popular série homônima de ficção científica lançada nos anos 60.

No ano de 2046, a família Robinson e sua nave espacial Jupiter 2 caem em um planeta desconhecido. A anos luz do seu destino e rodeada por aliens, a família será forçada a se manter unida em um momento de crise enquanto lidam com seus próprios problemas internos.

O elenco inclui Molly Parker, Toby Stephens, Maxwell Jenkins, Taylor Russell, Mina Sundwall, Ignacio Serricchio e Parker Posey.

‘Fairfax’: 2ª temporada animação adulta ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

Prime Video divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de Fairfax, uma de suas animações adultas mais recentes.

Além disso, foi revelado que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 10 de junho na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Matthew HausfaterAaron BuchsbaumTeddy Riley.

A história é centrada em quatro melhores amigos em sua jornada eterna por conquistar influência na Avenida Fairfax, em Los Angeles – o coração pulsante da cultura hyperbeast.

Skyler Gisondo, Kiersey Clemons, Peter S. Kim e Jaboukie Young-White estrelam. O elenco também conta com Billy Porter, Zoey Deutch, Camila Mendes, Rob Delaney, Yvette Nicole Brown, Ben Schwartz, JB Smoove, John Leguizamo e Colton Dunn.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | Quem é Adar, o misterioso personagem do 3º episódio?

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Nos últimos dias, o Prime Video liberou o 3º episódio da série O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’, que, apesar de ter tropeçado aqui e ali, ajudou a desenvolver a linha narrativa de boa parte dos personagens – inclusive na apresentação de um novo antagonista que deve ser essencial para os eventos da temporada.

Para aqueles que já assistiram, uma das principais tramas delineadas no capítulo envolveu a tentativa de escape de Arondir (Ismael Cruz Córdova) depois de ter sido capturado pelos orcs para trabalhar como escravo. Arondir, ao lado de seus companheiros elfos que também foram sequestrados, utilizam as fraquezas dos orcs para criarem um plano de fuga – algo que, como percebemos pouco antes do final, não obteve muito sucesso e culminou na morte de diversos personagens. Entretanto, em vez de ser assassinado pelas horrendas criaturas, Arondir é mantido vivo e levado para um misterioso personagem conhecido como Adar – cujo nome é emprestado ao título da iteração.

Diferente do que poderíamos imaginar, Adar não pertence ao cânone dos romances assinados por J.R.R. Tolkien, tendo sido criado especialmente para o show. Apesar de poucos detalhes terem sido revelados, sabe-se que Adar é um vilanesco personagem que insurge como líder dos Orcs e que deve posar como uma das grandes ameaças da narrativa ao lado de Sauron e das forças das trevas que se erguem na Terra-Média.

Inúmeras teorias sobre Adar começaram a aparecer nas redes sociais, desde suas origens até quem ele realmente deve representar na série. Enquanto as respostas devem chegar na próxima semana, é sempre interessante analisar as teorias e tentar chegar a um consenso de quem realmente ele é.

Apesar de não ter aparecido completamente, é possível perceber que a caracterização de Adar difere da dos outros orcs e nutre de semelhanças com os elfos – o que faz sentido, considerando a mitologia tolkieniana. Afinal, como podemos ver em ‘O Silmarillion’, uma das obras utilizadas para a composição da série, os orcs são elfos do Leste, também conhecidos como Avari, que foram escravizados, torturados e criados pelo poderoso e mortal Morgoth (que já foi mencionado diversas vezes em ‘Os Anéis de Poder’), ainda que diversas histórias de origem tenham sido assinadas para justificar a existência dos orcs.

Um outro elemento que pode explicar a backstory de Adar é a própria etimologia de seu nome: se pegarmos o dicionário de sindarin, uma das várias línguas artificiais criadas por Tolkienadar significa pai. Considerando que o antagonista é o líder dos orcs, nada mais óbvio que seu asseclas enxergarem-no numa imagem paternal e de proteção (mesmo que essa relação seja bastante deturpada); entretanto, isso não impede que Adar seja, de fato, pai de alguém – e, como bem sabemos, há um personagem cujo pai não está presente.

No primeiro e segundo episódios, fomos apresentados a Bronwyn (Nazanin Boniadi), uma das poucas humanas a ter uma relação de respeito e de amizade com Arondir, e ao jovem Theo (Tyroe Muhafidin), ambos vivendo nas Terras do Sul. Os dois se tornaram alvos de um ataque dos orcs, que provavelmente queriam capturá-los para trabalhar na construção dos túneis, mas conseguiram escapar antes de uma investida mais sólida. Considerando que o pai de Theo não pode ser visto em nenhum lugar, nada impede que Adar seja o pai de Theo, corrompido por desejos sombrios que o transformaram em um dos arautos de Morgoth e de Sauron – e isso ajudaria a explicar o motivo de Theo ter encontrado a misteriosa espada e ter consagrado uma conexão com o perigoso objeto.

Em uma acepção mais longínqua, Adar pode ter conexão com uma das várias máscaras vestidas por Sauron – Annatar, o Lorde dos Presentes, que enganou os elfos de Eregion e os guiou para criar os Anéis do Poder (que, como sabemos, é o principal mote da série do Prime Video). Adar pode premeditar a aparição de Sauron como Annatar ou até mesmo servir como receptáculo para a insurgência do Senhor das Trevas.

E você? Quem acha que pode ser Adar?

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 16 de setembro.

Festival GRLS! 2023 | DAY LIMNS substitui GAYLE na próxima edição do evento

A organização do Festival GRLS! revelou que a cantora e compositora DAY LIMNS irá substituir GAYLE no show que acontece no dia 05 de março.

GAYLE cancelou sua presença no evento em virtude de conflitos de agenda.

Segundo comunicado oficial, “DAY LIMNS ganhou notoriedade na cena emo com um som que mescla pop e rock. Nascida em Goiânia, a artista iniciou a carreira fazendo covers na internet. O seu álbum de estreia, Bem Vindo ao Clube’, lançado em 2021, foi  responsável por alavancá-la como uma das principais vozes do pop-rock nacional de sua geração. Mais recentemente, a artista foi convidada para realizar o show de abertura na passagem da canadense Avril Lavigne por São Paulo. Além dos trabalhos solos, DAY também coleciona composições com diferentes nomes da música brasileira, como Luísa Sonza, Anitta, Vitão, Carol Biazin, Clau e a banda Rouge“.

LIMNS se junta a nomes como ANAVITÓRIAMajurLexa, TinasheSandyLudmillaJojoAlcioneMargareth Menezes e mais.

O evento ocorre nos dias 04 e 05 de março, no Centro Esportivo Tietê, em São Paulo.

Nas redes sociais, a produção emitiu uma declaração oficial:

“A hora do reencontro é sempre a mais especial. Para os que já me conhecem, quero dizer que os dias que passamos juntos em 2020 foram muito especiais e estarão para sempre na memória como os melhores daquele ano. Para os que ainda não me conhecem, existo para amplificar o trabalho de mulheres e suas mensagens, suas visões de mundo, suas vozes. Inspirar a indústria da música e do entretenimento na busca pela igualdade, diversidade e inclusão. Potencializar conversas e estimular conexões. Um espaço para reflexão, inspiração e transformação com protagonismo feminino”.

A primeira edição do festival ocorreu em março de 2020 e trouxe diversas atrações musicais nacionais e internacionais, incluindo IZA, Linn da Quebrada, Ludmilla, Gaby Amarantos, Little Mix e a icônica rainha do dance Kylie Minogue.

CinePOP teve o prazer de participar do evento – e você pode relembrar nossa cobertura clicando aqui.

‘Mother Mary’: Filme com Anne Hathaway recebe PERMISSÃO para continuar filmagens em meio à greve de atores

A greve do Sindicato de Atores de Hollywood continua a todo vapor e várias produções tiveram suas filmagens suspensas em virtude das manifestações. Mas não é o caso de Mother Mary.

Segundo o ComicBook.com, o melodrama estrelado por Anne HathawayMichael CoelHunter Schafer, ganhou aval do SAG-AFTRA para continuar as filmagens, mesmo que membros da união tenham parado de trabalhar em outros projetos.

Essas exceções são dadas a produções fílmicas e televisivas que são caracterizadas como “realmente independente”, em oposição aos projetos de grandes estúdios atados à Aliança de Produtores do Cinema e da Televisão (AMPTP).

Por enquanto, o aval foi concedido a 39 produções.

Dirigido e escrito por David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’), o projeto é fruto de uma parceria entre a A24 e as produtoras Homebird Productions e Gugenschein Filmproduktion.

O longa é descrito como um melodrama pop épico que gira em torno de uma compositora (Hathaway) e seu complicado relacionamento com uma icônica estilista (Coel).

Ainda sem previsão de estreia, ‘Mother May‘ terá canções originais escritas por Jack Antonoff e Charli XCX.

Lowery, Toby Halbrooks e James M. Johnston produzirão ao lado de Jeanie Igoe, da Homebird Productions, e Jonas Katzenstein, Maximilian Leo e Jonathan Saubach, da Gugenschein Filmproduktion.

Thriller de espionagem com Henry Cavill e do diretor de ‘Aladdin’ ganha data de estreia nos cinemas!

The Ministry Of Ungentlemanly Warfare‘, novo filme de Guy Ritchie (‘Aladdin’, ‘Infiltrado’) com Henry Cavill, ganhou data de estreia nos cinemas norte-americanos.

Segundo o site Joblo, o longa-metragem será lançado nos cinemas em 19 de abril de 2024, com distribuição internacional feita pelo Prime Video.

Além de Cavill, completam o elenco Eiza González (‘Em Ritmo de Fuga’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Henry Golding (‘Snake Eyes’), Alex Pettyfer (‘Eu Sou o Número Quatro’), Cary Elwes (‘Jogos Mortais’), Hero Fiennes Tiffin (‘After’), Babs Olusanmokun (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Til Schweiger (‘Bastardos Inglórios’) e Henry Zaga (‘Os Novos Mutantes’).

Cavill dará vida ao líder de uma organização secreta de combate, enquanto González será uma atiradora de elite com incríveis habilidades de espionagem.

Inspirada em eventos reais, a trama acompanhará uma organização secreta de combate da Segunda Guerra Mundial. As técnicas de combate não convencionais e totalmente “desagradáveis” do esquadrão clandestino contra os nazistas ajudaram a mudar o curso da guerra e, em parte, deram origem à moderna unidade Black Ops.

Inicialmente, o projeto estava sendo desenvolvido pela Paramount Pictures através do acordo com o produtor Jerry Bruckheimer, mas o estúdio não será responsável pela distribuição do longa, ficando a cargo da Lionsgate nos EUA e do Prime Video internacionalmente.

Guy Ritchie e Arash Amel assinam o roteiro, que será baseado no livro homônimo de Damien Lewis.

10 filmes que refletem sobre o mundo pós redes sociais

Tempos atrás, a expressão ‘redes sociais’ era algo quase inimaginável, o mundo era visto de uma forma completamente diferente. No nosso presente, com a tecnologia sendo desenvolvida a cada segundo, a maneira de lidarmos com a informação mudou radicalmente. Tudo virou instantâneo, corrido, e ai de quem não conseguir se adaptar: fica pra trás! Pensando nesse recorte do planeta atual, resolvemos criar uma lista com 10 filmes que refletem sobre o mundo pós redes sociais:

 

Luther: O Cair da Noite

Na trama, voltamos a encontrar (pra quem acompanhou a série) o introspectivo e brilhante detetive John Luther (Idris Elba) que após ser designado para resolver o desaparecimento de um homem acaba sendo acusado de diversos crimes pelos seus ‘Modus operandi’ do passado. Mas com um implacável criminoso à solta, ele bola uma plano mirabolante e contará com a ajuda do seu ex-chefe Martin (Dermot Crowley) e a nova detetive chefe do departamento de polícia Odette (Cynthia Erivo). O roteiro de Luther: O Cair da Noite preza pela objetividade e em um curto espaço já prende sua atenção, passando por ações macabras, chocantes que traça paralelos com o universo obscuro da Dark Web, um lugar onde o anonimato rola solto.

 

Na Palma da Mão

Na trama, conhecemos Lee Na Mi (Woo-hee Chun) uma jovem super alegre que conseguiu uma oportunidade numa empresa de geleias e ainda ajuda seu pai no bem frequentado café da família. Certo dia, após uma noitada daquelas, ela deixa seu celular cair no ônibus. Uma misteriosa pessoa encontra o aparelho e a partir daí um jogo maquiavélico é imposto por um obsessivo criminoso. Ela precisara lutar com todas as forças quando seu mundo desaba completamente.

 

O Golpista do Tinder

No filme, conhecemos algumas mulheres que foram enganadas pelo mesmo homem, o israelense Simon Leviev. Ele oferecia passeio de avião, luxuosos jantares, eventos muito chiques, Joias, sumia por algum tempo e voltava pedindo dinheiro que nunca pagaria de volta. Um esquema repetido inúmeras vezes, em vários lugares do mundo. O projeto mostra todo o abalo emocional sofrido por algumas das vítimas que de alguma forma reuniram forças para denunciar e acabaram descobrindo outras mulheres na mesma situação. Há um curioso olhar sobre as autoridades que nunca conseguiam capturar ou provar os crimes mais graves contra esse criminoso que inclusive continua solto até hoje.

 

Como Hackear Seu Chefe

Na trama, acompanhamos a saga de Vitor, um jovem trabalhador de uma pequena empresa que está em home office assim como todos de sua equipe. Após ser selecionado por seu chefe para criar uma nova apresentação para a empresa, na hora de enviar o trabalho pronto comete um grave erro e envia o arquivo errado que contém uma série de memes do seu chefe. Assim, buscando alguma solução para essa inusitada situação, resolve pedir a ajuda de alguns amigos de trabalho.

 

An American Pickle

Na trama, baseada numa história de Simon Rich (que assina o roteiro do filme) conhecemos Herschel Greenbaum (Seth Rogen) um imigrante que vai para os Estados Unidos em busca de oportunidades e acaba indo trabalhar em uma fábrica de picles até se envolver em um acidente que o deixa preso em um reservatório de picles durante cem anos. Quando acorda, de maneira bastante inusitada, acaba sendo levado aos cuidados de seu único parente vivo Ben Greenbaum (também Seth Rogen), seu bisneto. Juntos, tentarão se entender em um mundo cheio de oportunidades mas totalmente novo para Herschel.

 

Apego

Na trama, conhecemos Ana (Kattia González) uma bem-sucedida profissional de arquitetura, mãe de duas filhas pequenas, que passa por um verdadeiro tsunami em sua vida: recém divorciada, descobre que sua mãe está se relacionando com um antigo amor pelas redes sociais e que o pai está com uma doença grave. Em meio a isso tudo, no seu trabalho, um importante projeto está em evidência e ela precisa se dedicar com toda força a ele. Crises, conflitos num presente que deixará lições sobre a vida.

 

Rede de Ódio

Na trama, conhecemos o jovem e ambicioso Tomasz Giemza (Maciej Musialowski, em atuação estacada) que vem de origem humilde, do interior da Polônia e tem seus estudos sustentados por tios ricos da capital. Invejoso pelos que os outros tem e ele não, possui uma obsessão com a família que o ajuda nos estudos. Quando o protagonista perde sua bolsa de estudos por conta de um plágio em um trabalho, seu mundo começa a se despedaçar e ele, apaixonado por Gabi (Vanessa Aleksander), filha dos tios que sustentaram seus estudos, entra em uma polêmica equipe de marketing digital onde começa a se envolver com difamação e ódio contra determinados alvos pelas redes sociais.

 

Ferrugem

Na trama, acompanhamos Tati (Tifanny Dopke) uma jovem estudante do ensino médio que após terminar um namoro, começa a se interessar por Renet (Giovanni de Lorenzi). Durante uma viagem da escola, Tati acaba perdendo seu celular que continha um conteúdo comprometedor de seu antigo relacionamento. O vídeo acaba vazando em grupos de whatszapp de toda a escola, deixando a jovem desesperada e a beira de uma atitude que irá mexer com muitas vidas.

 

Com Amor, Simon

Na trama, conhecemos o tímido Simon (Nick Robinson), um jovem que passa desapercebido em seu colégio, a não ser quando está com seu grupo de amigos. Ele é homossexual mas nunca contou a ninguém. Até que um dia, toma coragem de se expor, após descobrir em um blog um outro menino na mesma situação. Mesmo querendo esconder o bate papo com esse misterioso jovem, acaba sendo chantageado quando seu e-mail é lido por um outro jovem. A partir daí, Simon terá que tomar atitudes corajosas para ir em busca de sua felicidade.

 

O Círculo

Na trama, conhecemos Mae (Emma Watson), uma jovem que trabalha em um lugar onde não gosta e vive com seus pais em uma casa humilde em uma cidade norte americana. Certo dia, consegue uma grande oportunidade de uma entrevista em uma empresa nova, famosa ligada a tecnologia, informações, dados e redes sociais chamada o Círculo. Chegando lá, sua primeira impressão é estar no paraíso, o ambiente de trabalho é maravilhoso e sempre acontece várias atividades ‘extra job’ como shows de músicas e variadas festas. Conforme o tempo passa, a protagonista percebe que nem tudo é mil maravilhas, principalmente como passa a viver como se estivesse em um reality show e toda sua vida é transmitida ao vivo todos os dias da semana. Percebendo a furada em que se meteu e com a ajuda do criador da ideia da empresa que vive agora imperceptível e quase escondido Ty (John Boyega), Mae tentará achar uma solução para o abuso digital cometido pela empresa.

Guia de Filmes da PIXAR

De um estúdio de curtas a maior potência no terreno das animações, a Pixar (o famoso estúdio da luminária saltitante) percorreu um longo caminho. Já são vinte anos de parceria com a toda poderosa Disney, na qual a sociedade quase foi desfeita, mas terminou por ser readquirida de vez.

As animações da Pixar não são apenas impecáveis no aspecto técnico, mas igualmente primorosas em suas histórias universais, onde a criatividade (quase) sempre impera. Em homenagem ao novo produto da casa, Divertida Mente, que chega em Home Vídeo nesta semana, aqui vai um guia com todos os filmes que levam o selo Pixar/Disney (sim, a ordem é essa).

1

1995 – Toy Story

Em meados da década de 1990, o estúdio Pixar mudava para sempre a forma como o cinema veria a animação. Então bidimensional e criada à mão através de desenhos, o estúdio aprimorou a técnica com o uso de computadores, dando uma dimensionalidade a mais na textura, e nos incluindo em aventuras outrora chapadas. É uma pena, no entanto, que a velha animação tradicional tenha sido basicamente extinta. Um estúdio brasileiro na mesma época clamava pelo marco de ter criado a primeira produção animada inteiramente por computação gráfica, com o filme Cassiopéia.

Sinopse: Brinquedos ganham vida na imaginação do diretor John Lasseter, que com o filme captura também a imaginação de todas as crianças da época. Afinal, quem nunca quis que seus brinquedos ganhassem vida. Uma emocionante história de amizade, que mostra um menino deixando de lado seu antigo companheiro, o cowboy Woody, em nome de um novo boneco, o astronauta Buzz.

Com as vozes de: Tom Hanks, Tim Allen, Don Rickles, Jim Varney, R. Lee Ermey e Laurie Metcalf.

Direção: John Lasseter.

Avaliação dos Fãs8.3

11

1998 – Vida de Inseto

Passados três anos e a Pixar agora tinha concorrência. O estúdio recém-formado pelos pesos pesados Steven SpielbergDavid Geffen (da gravadora Geffen Records) e Jeffrey Katzenberg (ex-presidente da Walt Disney Studios), DreamworksKatzenberg chegava com tudo para enfrentar seus ex-empregadores, apostando firme no departamento de animação também. E assim, o ano de 1998 era marcado com duas grandes animações focadas em insetos: Formiguinhaz (da Dreamworks – que contava com vozes de famosos como Woody Allen, Sylvester StallloneSharon Stone e Jennifer Lopez, entre outros) e Vida de Inseto (da Pixar/Disney). Enquanto o filme da Dreamworks usava uma pegada mais existencialista, tendo inclusive Allen reprisando a persona de filmes seus e indagando sobre seu papel no formigueiro; o da Pixar tinha uma abordagem mais infantil e apresentava criaturas mais bonitinhas, e não apenas formigas, mas diversos insetos.

Sinopse: Uma formiga deslocada, viaja para procurar fortes insetos para lhe ajudar na luta contra os gafanhotos que irão destruir sua colônia. Mas termina por conhecer uma trupe de circo.

Com as vozes de: Dave Foley, Kevin Spacey, Julia Louis-Dreyfus, Hayden Panettiere, David Hyde Pierce, Richard Kind, Denis Leary.

Direção: John Lasseter, Andrew Stanton.

Avaliação dos Fãs7.2

12

1999 – Toy Story 2

A Pixar resolve voltar para terreno seguro ao ver que agora tinha forte concorrência, e que seu último produto não foi, por assim dizer, tão unânime. Mais uma vez apresentando os bonecos que todos aprenderam a adorar, assim como introduzindo novos personagens, os criadores aumentam o universo das aventuras dos brinquedos indo além dos limites do quarto do menino Andy.

Sinopse: Um colecionador de brinquedos raros sequestra Woody, e assim Buzz e os outros partem para resgatá-los. Entra para a turma, a boneca vendida como namorada de Woody, a cowgirl Jessie.

Com as vozes de: Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Don Rickles, Kelsey Grammer, Jim Varney, Wayne Knight, Laurie Metcalf, R. Lee Ermey.

Direção: John Lasseter, Ash Brannon e Lee Unkrich.

Avaliação dos Fãs7.9

13

2001 – Monstros S.A.

Até então a Pixar entregava filmes esporadicamente, dando grandes espaços entre uma produção e outra. Monstros S.A. foi apenas seu quarto longa-metragem. E assim como Toy Story, acertou em cheio seu público-alvo, deixando para trás a recepção morna de Vida de Inseto. Mesmo com a grande concorrência de um certo ogro verde da Dreamworks, que chegava no mesmo ano, e satirizava contos de fadas que a Disney havia consolidado no imaginário coletivo.

Sinopse: O mundo dos monstros é alimentado pelos sustos e o medo de crianças. A missão das criaturas é manter os pequenos em estado de terror, mas quando uma delas passa pelo portal de seu mundo até o deles, tudo pode desmoronar.

Com as vozes de: Billy Crystal, John Goodman, Steve Buscemi, James Coburn, Jennifer Tilly, Frank Oz, Bonnie Hunt.

Direção: Pete Docter, Lee Unkrich e David Silverman.

Avaliação dos Fãs8.0

14

2003 – Procurando Nemo

Aqui, pode-se dizer que é onde as aventuras da Pixar começaram a ter um nível maior de sentimentalismo, e grande analogia com situações reais de nossas vidas. Uma verdadeira obra-prima que fala sobre o incondicional amor de um pai buscando seu filho no outro lado do mundo, poderia muito bem ser aplicado num filme adulto, com atores reais de carne e osso. Uma aventura submarina, com um design maravilhoso e gráficos espantosos. Foi aqui que comecei a prestar atenção de verdade nos filmes da Pixar. Essa foi a primeira obra do estúdio que assisti (impressionado) no cinema.

Sinopse: Um precavido peixe palhaço parte numa jornada para recuperar seu filho, capturado e levado para a Austrália. O filme nos apresentou uma das personagens mais carismáticas da Pixar, a peixinha azul amnésica Dory.

Com as vozes de: Albert Brooks, Ellen DeGeneres, Willem Dafoe, Alexander Gould, Allison Janney, Elizabeth Perkins, Stephen Root, Geoffrey Rush.

Direção: Andrew Stanton, Lee Unkrich.

Avaliação dos Fãs8.1

15

2004 – Os Incríveis

Chegava a hora da Pixar homenagear o então crescente cinema de super-heróis da época, apresentando uma família bem diferente. Esse é o mais próximo que uma obra do estúdio chegou de um filme de ação. Os Incríveis funciona tanto como atração mirada aos pequeninos, quanto como um genuíno filme de super-heróis, nos quais os jovens estão viciados. Na época, mais uma polêmica para o estúdio, em torno das acusações de plágio dos heróis da Marvel, O Quarteto Fantástico (que também aborda as aventuras de uma família super poderosa e estava sendo gravado para o lançamento no ano seguinte). Ao ser perguntado sobre o fato, o diretor Brad Bird foi categórico: “Vamos ver quem sairá melhor nas bilheterias”. É o caso do imitador superar o imitado.

Sinopse: Após a atuação de seres superpoderosos ser abolida por lei, uma família de heróis tenta viver normalmente. A chance de voltar à ativa chega com a ameaça de um novo super vilão.

Com as vozes de: Craig T. Nelson, Holly Hunter, Samuel L. Jackson, Jason Lee.

Direção: Brad Bird.

Avaliação dos Fãs8.0

16

2006 – Carros

Aqui, a concorrência já estava mais do que estabelecida. E em meados da década passada, praticamente todos os grandes estúdios, assim como muitos pequenos, pareciam querer uma parcela mirada ao público infantil com animações computadorizadas. Não existia mais surpresa, e a coisa já dominava o mercado. Até a própria Disney resolveu arriscar sem a parceira da Pixar, cuja relação já se encontrava estremecida na época. O Galinho Chiken Little (2005), segunda animação por computador da Disney sem a Pixar (depois de Dinossauro, 2000) naufragou, e talvez o reflexo tenha sido Carros, considerado o produto mais fraco da empresa.

Sinopse: Um carro de corrida maioral, chamado Lightning McQueen, vai para numa pequena cidade, onde aprende o significado de família e amizade.

Com as vozes de: Owen Wilson, Paul Newman, Bonnie Hunt, Larry the Cable Guy, Cheech Marin, Tony Shalhoub, Michael Keaton.

Direção: John Lasseter e Joe Ranft.

Avaliação dos Fãs: 7.3

17

2007 – Ratatouille

Para uma coisa a animação Carros foi boa, serviu como divisor de águas para a Pixar, no sentido de que foi a partir dele que a empresa marcou ponto todo ano lançando uma produção. Outro favorito pessoal, a aventura do ratinho chef Remy é uma obra sofisticada que apela tanto ao público infantil, quanto aos adultos que sonham com os cafés e restaurantes parisienses.

Sinopse: um rato com grandes sonhos de se tornar chef, se une a um desengonçado aprendiz humano, e formam o cozinheiro perfeito.

Com as vozes de: Patton Oswalt, Ian Holm, Peter O´Toole, Brian Dennehy, Will Arnett, Janeane Garofalo.

Direção: Brad Bird e Jan Pinkava.

Avaliação dos Fãs8.0

18

2008 – Wall-E

Aqui, a Pixar deu seu passo mais ambicioso. Embora esta produção não tenha se tornado um enorme sucesso financeiro, como algumas anteriores, este talvez seja o filme mais adulto e inteligente da história do estúdio. Uma aventura justamente mirada mais aos adultos do que para crianças, que faz referência ao cinema mudo e aos musicais, dono de um visual assombroso, e uma forte mensagem social e ecológica. Poucos foram os especialistas que não apontaram o robozinho Wall-E em suas listas dos melhores de 2008.

Sinopse: Num futuro distante, um pequeno robô que coleta lixo, inadvertidamente embarca numa jornada espacial que irá definitivamente decidir o destino da humanidade.

Com as vozes de: Jeff Garlin, Fred Willard, Sigourney Weaver, Kathy Najimy.

Direção: Andrew Stanton.

Avaliação dos Fãs: 8.5

19

2009 Up, Altas Aventuras

Um dos motivos da Academia de Artes Cinematográficas ter aumentado a vaga dos candidatos a melhor filme do ano no Oscar foi Wall-E não ter sido escolhido entre os cinco concorrentes. O filme do robozinho figurou em quase todas as listas dos melhores de 2008. Up, ao contrário, se deu bem, e estava lá quando as vagas foram modificadas para dez filmes.

Sinopse: Ao amarrar milhares de balões de ar em sua casa, Carl, um senhor de 78 anos, sai para cumprir seu sonho de uma vida inteira: conhecer a natureza selvagem da América do Sul. Russell, um explorador da natureza, 70 anos mais novo, inadvertidamente segue junto na aventura.

Com as vozes de: Edward Asner, Christopher Plummer, Jordan Nagai, Delroy Lindo.

Direção: Pete Docter, Bob Peterson.

Avaliação dos Fãs8.3

3

2010 – Toy Story 3

Mais uma produção da Pixar emplaca entre os candidatos a melhor filme do ano no Oscar, e não apenas na categoria de melhor animação. Essa é a mais longínqua saga da Pixar (que tem apostado muito em continuações recentemente – seria falta de ideias novas?), e igualmente sua cara e representante. Algo como o Mickey é para a Disney e o Homem-Aranha para a Marvel. Esse é um dos mais emocionantes filmes do estúdio, é impossível não engolir seco na despedida de amigos de quase duas décadas.

Sinopse: Os brinquedos são entregues por engano para uma creche, ao invés de colocados no sótão, antes de Andy sair para a faculdade. Lá, conhecem novos brinquedos, e um certo urso rosa, que se transforma automaticamente num dos melhores personagens de toda a série.

Com as vozes de: Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Ned Beatty, Don Rickles, Michael Keaton,.

Direção: Lee Unkrich.

Avaliação dos Fãs8.5

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2011 – Carros 2

Como se fizesse pirraça, a Pixar empurra goela abaixo do público a continuação de um de seus filmes menos adorados. Uma coisa é gerar continuações para filmes unânimes como Toy Story ou Procurando Nemo (que vem sendo pedida há anos e só atendido agora). Outra é querer lucrar em cima de um produto que não exibe criatividade, sendo apenas uma grande e desavergonhada desculpa para vender mais brinquedos e produtos licenciados. A franquia Carros soa mais como uma grande campanha de marketing, do que como filmes em si.

Sinopse: Lightning McQueen e Mate viajam para outro continente a fim de participar de uma grande corrida. Chegando lá, acabam se envolvendo numa trama de espionagem, numa espécie de 007 dos Carros animados.

Com as vozes de: Owen Wilson, Larry the Cable Guy, Michael Caine, Emily Mortimer, Eddie Izzard, John Turturro, Franco Nero.

Direção: John Lasseter, Brad Lewis.

Avaliação dos Fãs6.3

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2012 – Valente

Valente é importante por algumas razões. Primeiro, por marcar a primeira protagonista feminina de um filme da Pixar, uma princesa diferente de todas as outras da Disney. Segundo, por ser a aventura mais realística, em certo sentido, do estúdio. A obra poderia ter sido grande se justamente apostasse apenas no seu lado de aventura épica medieval. O design de personagens e paisagens é impressionante e mereciam o Oscar. No entanto, se fossem totalmente ao fundo de uma aventura medieval, iriam automaticamente excluir seu público-alvo, os pequeninos. Ou será que iriam mesmo? Uma subtrama de fantasia, envolvendo bruxas e ursos, precisou ser adicionada. O problema? Lembra muito um dos últimos filmes tradicionais da Disney, Irmão Urso (2003).

Sinopse: Determinada a trilhar seu próprio caminho, a Princesa Merida desafia um costume e traz o caos ao Reino. Presenteada com um desejo, Merida precisa confiar em sua bravura e talento com o arco para desfazer uma maldição bestial.

Com as vozes de: Kelly Macdonald, Billy Connolly, Emma Thompson, Julie Walters, Robbie Coltrane, Craig Ferguson.

Direção: Mark Andrews, Brenda Chapman, Steve Purcell.

Avaliação dos Fãs7.2

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2013 – Universidade Monstros

Aqui, a Pixar resolveu apostar mais uma vez no seguro. Seus dois últimos filmes não foram, por assim dizer, sucessos unânimes. Carros 2 é o filme mais mal avaliado do estúdio, e Valente também não emplacou como deveria (embora mereça mais). Assim, o estúdio resolveu trazer de volta personagens que o público se identificou e não via há muitos anos, na sua primeira pré-sequência (prequel – continuação passada antes do filme original) da casa. No entanto, Universidade Monstros não obteve um resultado tão bom com os críticos, que reclamaram da sua falta de originalidade.

Sinopse: Mike e Sully retornam aos tempos de universidade, antes de se tornarem funcionários da fábrica de monstros, ainda na fase jovem. O filme se desenrola como uma destas comédias adolescentes, as quais estamos muito acostumados a assistir. Tanto que Universidade Monstros foi muito comparado a uma versão animada de A Vingança dos Nerds (1984).

Com as Vozes de: Billy Crystal, John Goodman, Steve Buscemi, Helen Mirren, Sean Hayes, Charlie Day, Alfred Molina, Aubrey Plaza.

Direção: Dan Scanlon.

Avaliação dos Fãs: 7.4

pixar

2015Divertida Mente

A quase separação da Disney poderia ter feito da Pixar parte de estúdios como a Sony ou a Warner, já imaginou? Apesar de terem se acertado para longo prazo, a Disney começou a investir pesado em seu braço de animação, longe da Pixar. Acertos como Detona Ralph (2012), Operação Big Hero (2014) e principalmente o fenômeno assombroso Frozen: Uma Aventura Congelante (2013) mostraram que a Disney pode caminhar sozinha no gênero. A Pixar precisava elevar o seu jogo, caso não quisesse ficar em desvantagem em relação à parceira. Desejo conquistado. Divertida Mente é o sucesso deste ano, enaltecido por diversos especialistas como o melhor filme de 2015 e garantido de figurar na próxima edição do Oscar. Deem logo a sua estatueta.

Sinopse: Emoções e sentimentos são os protagonistas aqui. Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho convivem dentro da mente da menina Riley, comandando suas ações.

Direção: Pete Docter, Ronaldo Del Carmen.

Avaliação dos Fãs: 8.7

 

FLOPOU! 10 Grandes FRACASSOS de Bilheterias que Completam 32 Anos em 2022

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado. A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas. A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar. Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 32 Anos em 2022.

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 32 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.

 

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 32 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

 

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

 

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

 

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 32 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

Paul Rudd fala sobre possível ‘Homem-Formiga 3’

Em uma entrevista ao Screen Rant, Paul Rudd falou o que ele espera sobre um possível terceiro filme da franquia ‘Homem-Formiga‘:

“Eu não sei. Eu tive algumas ideias. Se eles fizerem… eu não tenho ideia se eles seguirão em frente com a franquia. Eu realmente não sei. A Marvel é muito boa em manter suas cartas perto do peito, não apenas com o público. Mas eu pensei sobre algumas coisas. Tipo, se fizéssemos outro, como poderia ser? E eu tive alguns pensamentos, mas hesito em dizer sobre o que são, caso acabemos indo nessa direção e algumas das coisas com as quais Scott está lidando são coisas que estou pensando agora.”

Sobre a possibilidade de sua filha no filme, Cassie, se tornar uma super-heroína no futuro, Rudd disse:

“Isso é uma coisa interessante. Eu não sei. Uma das coisas que eu acho que o diferencia é essa coisa toda sobre família, pais e filhos, e certamente o meu relacionamento com a Cassie é um grande componente disso. Mas também é um relacionamento de pai-filha com Hope e Hank e, parece que é o negócio da família deles. Eu não sei. Isso é uma boa ideia, sim.”

‘Homem-Formiga e a Vespa’: Primeiras impressões sugerem sequência épica 

Revelada a conexão entre ‘Vingadores 4’ e ‘Homem-Formiga e a Vespa’ 

Enquanto isso, ‘Homem-Formiga e a Vespa‘, o segundo filme da franquia, deve arrecadar cerca de US$ 75 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos. A projeção é do Hollywood Reporter.

Vale lembrar que esse valor é ótimo em relação ao filme original, que conseguiu US$ 57 milhões na estreia e totalizou US$ 519 milhões mundialmente para seu orçamento de US$ 130 milhões.

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

 

‘Carmen Sandiego’: Animação da Netflix é renovada para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série animada ‘Carmen Sandiego‘ para a 2ª temporada.

Além da série animada, a Netflix também prepara um filme live-action.

A atriz Gina Rodriguez (‘Aniquilação‘) vai interpretar a ladra nas duas versões: em carne-e-osso no live-action e dublando a versão animada.

Finn Wolfhard, de ‘Stranger Things‘, interpreta o dublador do Jogador, tido como o cúmplice e o principal amigo da anti-heroína.

A história é inspirada na ladra mais famosa das histórias de videogames. O curioso de ‘Carmen Sandiego‘ é que apesar de ser uma trama que envolve criminosos, o jogo é completamente educativo. Isso porque, à medida que os jogadores perseguem Carmen ao redor do mundo, o game vai testando seus conhecimentos a respeito desses lugares.

‘O Exterminador do Futuro 6’ ganha novo comercial cheio de ação; Assista!

A Fox Film divulgou um novo comercial de ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘.

Confira, com o trailer completo:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

‘Argylle – O Superespião’: Assista aos HILÁRIOS erros de gravação da comédia de espionagem!

Argylle – O Superespião‘, o filme de espionagem do diretor Matthew Vaughn (‘Kingsman’) estrelado por Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e Bryce Dallas Howard (‘Jurassic World’) já está disponível na Apple TV+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os hilários erros de gravação do longa.

A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.

Confira, junto à nossa crítica em vídeo:

“Embora Bryce Dallas Howard esteja charmosa, esta comédia de ação dependente de reviravoltas fica cansativa” – The Messenger.

“Um dos filmes de ação mais caoticamente estúpidos a torturar o público em anos” – Globe and Mail.

“De reviravoltas inesperadas ao elenco incrivelmente carismático, sem mencionar um terceiro ato repleto de acontecimentos hilariamente inesquecíveis, a complexa e simples história de espionagem cativa o público com seu charme exagerado e energia implacável” – Talking Films.

Argylle’ é divertido, com muita ação e um excelente uso da música” – Solzy at the Movies.

“Vaughn e [o roteirista Jason] Fuchs nunca descobrem como concretizar uma ideia inteligente” – Deadline.

Além de Cavill, também estão confirmados Sam Rockwell, Bryce Dallas Howard, Dua Lipa, Bryan Cranston, Catherine O’Hara, John Cena e Samuel L. Jackson no elenco.

O roteiro é assinado por Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha‘).