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Madame X | Os 6 anos do álbum mais EXPERIMENTAL de Madonna

Madonna vive por suas próprias regras. Desde que conquistou fama e excelência em meados dos anos 1980 e retornou às glórias nos primeiros anos do novo milênio, a artista mostrou para o mundo que não precisa mais se provar para ninguém. A icônica rainha do pop continua a influenciar diversos cantores e, mesmo com os problemáticos ‘Hard Candy’ e ‘MDNA’, nunca deixou de experimentar coisas novas e se afastar dos convencionalismos da indústria musical. E partindo desse princípio, ela retornou, há cinco anos, com o bizarro e envolvente Madame X, atirando para todos os lados e, eventualmente, alcançando uma beleza musical que oscila do visceral ao cínico – ainda que enfrentando alguns obstáculos no meio do caminho.

Durante a promoção do novo álbum, a cantora havia nos presenteado com uma pequena prévia do que podíamos esperar em seu décimo quarto álbum. “Madame X é uma agente secreta. […] Ela é uma dançarina. Uma professora. Uma chefe de estado. Uma dona de casa”, comentou em entrevista ao site Rolling Stone no ano passado. Bom, sua sempre impecável narrativa resultou em uma múltipla aderência a diversos estilos, passeando entre o reggae, o synth-pop, o trap, ao longo de quinze faixas que de alguma forma se aglutinam organicamente em um único contexto.

A faixa de abertura já nos mostra que Madonna sempre pensa em sua renovação – e que fique bem claro que sua nova obra é apenas inovadora dentro de sua carreira, visto que os vários gêneros supracitados já foram explorados por outros artistas. “Medellín” une duas gerações diferentes em um delicioso reggaeton que seria muito melhor construído apenas com uma voz. Porém, visto que ela divide os holofotes com Maluma, é mais que natural que ambos desfrutem de um protagonismo igualitário, mas não é isso o que acontece: o cantor toma conta da composição e a lead singer, por sua vez, perde força por um abuso desnecessário do autotune que mancha a composição geral. De qualquer forma, o resultado final é aprazível, mergulhando em elementos que retornam com força para “La Isla Bonita” (vide ‘True Blue’).

 

“Dark Ballet” já enfrenta outros problemas. A concepção visual é impecável (o clipe facilmente entra para um dos melhores de toda a videografia da artista) e emprega referências seculares dentro de um microcosmo atual, navegando com destreza por críticas sociais. Musicalmente, ela não funciona: Madonna tenta com força seguir os passos de uma rapsódia, misturando o orquestral toque do piano e do violino a uma investida techno dissonante que logo se rende ao inexplicável ‘Quebra-Nozes’ de Piotr Tchaikovsky. Apesar da poderosa letra, a track nunca alcança o poder que almeja – ao menos não por conta própria. Quando aliada à investida imagética, sua completude é inenarrável e catártica, mas a proposta do álbum, de fato, não é esta.

A artista volta a nos surpreender nos momentos mais inimagináveis e, sem sombra de dúvida, longe de sua zona de conforto: “Crave”, seu mergulho no trap ao lado de Swae Lee é uma peça animalesca, primitiva, que, como a própria lead repete várias vezes, fala “sem medo” sobre os nossos anseios – isso sem perder sua originalidade e uma sutil sedução. Até mesmo em “I Rise”, faixa que se inicia com poderoso discurso da ativista Emma González, Madonna volta para uma desconstruída balada com uma força inspiradora cujo único mínimo obstáculo é a linearidade instrumental, a qual deixa de lado os ápices em prol de uma entrega mais retórica.

A necessidade de se manter num escopo chocante, beirando a excentricidade, encontra terreno fértil em, talvez, outra canção: “God Control” insurge como uma track que nos guia sensorialmente através de uma jornada psicodélica que se inicia com o retumbante piano e abraça um anacronismo funcional que nos lança direto para o dance e o disco-pop próprios da principal referência artística da cantora. Aqui, diferente das entregas anteriores, esse crescendo funciona mais do que imaginaríamos, alcançando um aplaudível nível de nostalgia.

 

Madonna não mede esforços para se conectar com a cultura latina, cultivando um apreço pela sonoridade indígena com “Batuka”, que segue uma delineação dialógica com a atmosfera mística dos tambores e do coro repetitivo, ambos aliados com a presença um tanto quanto fragmentária dos sintetizadores – cujo uso poderia ser um pouco mais comedido. Ela retorna com seus ritmos propositalmente dançantes em “Bitch I’m Loca”, retomando a parceria com Maluma com pesados e sensuais elementos que automaticamente tiram-nos os pés do chão e nos convidam para dançar. Até mesmo a colaboração com Anitta nos chama a atenção – muito mais pela incomparável rendição ao funk e ao samba e ao fato da lead arriscar versos em português que funcionam em quase sua completude.

Ela também não perde a oportunidade de voltar para suas origens mais de uma vez. Além de “God Control”, a artista encontra espaço o suficiente para arquitetar uma versão modernizada de uma Madonna no ápice de sua carreira nos primeiros anos da década de 1990 com “I Don’t Search I Find”, buscando elementos do dance e mantendo uma estrita relação com ‘Erotica’. A track já abre com a frase de impacto “finalmente, chega de amor” – ótima e memorável o suficiente para terminar esta mais nova jornada.

O álbum é praticamente um resumo frenético da eterna e irrefreável carreira de um dos pilares da música contemporânea, numa abrangência assustadora conforme que se mantém coeso e bem estruturado em sua maior parte. E, já que estamos falando da versão deluxe de Madame X, é imprescindível que os fãs se deliciem com a tétrica e confessional “Extreme Occident” – uma agridoce viagem mística e catártica.

FINALMENTE! 2ª temporada de ‘The Night Manager’ ganha data de estreia no Prime Video

Prime Video finalmente revelou a data de estreia da 2ª temporada de The Night Manager, que será lançada quase uma década depois do ciclo de estreia.

Os novos episódios, que trazem Tom Hiddleston de volta ao papel de Jonathan Pine, chegam à plataforma de streaming no dia 11 de janeiro de 2026.

Confira o novo cartaz e o primeiro teaser oficial:

Frank MurrayFrida Torresblanco (‘O Labirinto do Fauno’, ‘First Reformed’) foram contratados como produtores executivos do segundo ciclo através da recém-formada companhia Hangtime International Pictures.

David Farr retorna para assinar o roteiro.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada.

Dirigida por Susanne Bier, que arrematou um Emmy Award por seu trabalho com a produção, a minissérie original é dividida em seis partes, custou em torno de US$ 30 milhões (segundo rumores) e é baseada no triller de espionagem de 1993, de John Le Carre.

A trama acompanha a história de um gerente de hotel e ex-soldado britânico, vivido por Hiddleston, que é recrutado para se infiltrar em um circulo interno de um traficante de armas, interpretado por Hugh Laurie.

A série foi transmitida para mais de 180 países e conquistou inúmeros prêmios, inclusive três Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Ator em Minissérie, Melhor Atriz em Minissérie e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Michael Jackson é um dos nomes mais conhecidos de todos os tempos – e um dos mais importantes da história da música. Alcunhado merecidamente como o rei do pop, o artista multifacetado começou sua carreira como membro do grupo Jackson Five ao lado dos irmãos, fazendo sua estreia solo em 1972. Porém, não foi até 1979 que ele dominaria o mundo por completo com o lançamento de ‘Off the Wall’, encontrando ainda mais sucesso com a sequência ‘Thriller’ (que se tornou o álbum mais vendido de todos os tempos). Dono de um legado que continua a colher frutos mesmo anos depois de sua morte, o performer agora recebe uma singela homenagem de Antoine Fuqua com a cinebiografia MICHAEL, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 23 de abril.

Seguindo os passos de incontáveis produções similares, Fuqua nos apresenta aos primórdios da carreira de Michael Jackson ao trazer o jovem Juliano Krue Valdi na versão infantil e pré-adolescente do artista. Aspirando a uma grandeza inenarrável, o garoto sempre teve um talento nato para a dança e para a música, tornando-se vocalista do Jackson Five – mas à sombra opressora do pai, Joe (Colman Domingo), se sentia pisando em ovos e alvo de punições desnecessárias e severas que cultivaram um crescente desprezo pelo patriarca.

À medida que cresce, ele é movido por pulsões de liberdade criativa e, pouco a pouco, transforma-se em uma força incontrolável movida à arte e ao sucesso incomparável que rompe barreiras para artistas negros nos Estados Unidos e que o transforma em um emblemático zeitgeist capaz de parar multidões ao redor do planeta. Com o lançamento de seu quinto álbum de estúdio e com o expressivo impacto causado com ‘Thriller’, Michael se tornou dono da própria trajetória, assumindo as rédeas de uma turbulenta carruagem para colocá-la de volta nos eixos, nem que isso implicasse sacrifícios dolorosos.

Fuqua sempre construiu cada um de seus projetos com personalidade, como pudemos ver em incursões como Dia de Treinamento, ‘Sete Homens e um Destino’ e a trilogia O Protetor, estrelada pelo vencedor do Oscar Denzel Washington. Aqui, isso não seria diferente – mas é notável como o realizador soa um pouco limitado ao construir essa carta de amor ao rei do pop: ele parece constrito dentro de restrições que já existem no gênero, seguindo mais uma cartilha do que trazendo algo de novo. Isso não quer dizer que o longa seja ruim, e sim que ele se mostra apaixonado demais pelo objeto que traz às telonas e caminha com cautela em demasia para ousar onde deveria.

MICHAELparte dos mesmos produtores de Bohemian Rhapsody, cuja trama foi centrada na banda de rock Queen e no processo por trás de uma das músicas mais famosas da história – e isso já é indicativo de uma narrativa pragmática e que não foge muito do óbvio, ainda que conte com explorações superficiais sobre momentos-chave da vida do artista. Seja com o roteiro de John Logan ou com a picotada e cansativa montagem de John Ottman e Harry Yoon, a ideia aqui não é fornecer uma análise detalhada da complexa psique de Jackson, mas sim encantar a legião de fãs do artista com um arauto celebratório e memorialístico que se contenta com o básico (e que, eventualmente, funciona).

Enquanto os aspectos técnicos não vão muito além do que o imaginado, o elenco faz um trabalho fabuloso. Jaafar, que inclusive é sobrinho de Michael, encarna cada um dos trejeitos do tio e, levando em conta seu background como dançarino profissional, não tem quaisquer dificuldades em pegar os complexos movimentos que o rei do pop eternizou – oferecendo uma aproximação mais humanizada. Domingo, por sua vez, rouba os holofotes em uma rendição ao mesmo tempo odiosa e incrível de Joe, o impetuoso e frustrado patriarca da família. Com esse papel, o astro reitera sua inegável versatilidade e tem grandes chances de aparecer na categoria de Melhor Ator Coadjuvante na próxima temporada de premiações.

Contando ainda com a presença ilustre de nomes como Nia Long como Katherine Jackson, mãe de Michael, Miles Teller como John Branca, que se torna empresário do performer no auge de sua carreira, e a criminosamente breve participação de Kendrick Sampson como o lendário produtor Quincy Jones, MICHAEL pode até ser um amontoado de convencionalismos, mas cumpre com a ideia de nos entreter e de reiterar, mais uma vez, o legado infindável do rei do pop.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 23 de abril.

‘Blade’: Mahershala Ali ligou para a Marvel pedindo o papel principal

Ontem foi anunciado na San Diego Comic Con que a Marvel está desenvolvendo um novo filme do Blade, o caçador de vampiros, estrelado por Mahershala Ali, duas vezes premiado com o Oscar.

E, segundo o Comic Book, Kevin Feige revelou que o astro ligou para o estúdio pedindo para interpretar o personagem no reboot.

“Quando Marhershala liga, você responde”, disse Feige ao The Hollywood Reporter. “Uma reunião foi organizada e Ali ligou, dizendo que queria interpretar o Blade”.

Em 2017, Feige já havia admitido que pretendia ressuscitar a franquia Blade, agora com um olhar voltado para uma trama mais adulta.

“Ainda achamos que ele é um ótimo personagem. Ele é muito divertido.”, disse Feige.

Por enquanto, maiores detalhes não foram informados. Espera-se que pelos próximos meses sejam divulgados elenco, detalhes da trama e uma data de estreia.

‘X-Men’: Hugh Jackman revela se gostaria de interpretar o Wolverine no MCU

Quem é que não gostaria de ver o Wolverine se unindo aos ‘Vingadores‘ em algum momento do MCU? Infelizmente, Hugh Jackman se aposentou do papel antes da aquisição da Fox pela Disney.

Durante uma entrevista para o The Daily Beast, o astro foi questionado se ainda gostaria de se juntar ao MCU, ao que ele respondeu:

“Eu sempre quis fazer parte do MCU. Sinceramente, se houvesse essa possibilidade há uns sete anos, eu diria: ‘Mas é claro!’ Mas já passou… Não me arrependo de aposentar o personagem, eu sabia que era o momento certo para isso. Agora está na hora de outra pessoa dar vida ao Wolverine.”

Ele continuou:

“Já me perguntaram dezenas de vezes se eu voltaria a interpretá-lo, mas eu encaro isso como um show, sabe? Às vezes você está cansado e só quer ir embora, mas sempre há alguém dizendo: ‘Ei, tem um novo DJ, novas músicas, não quer continuar?’ Você fica tentado, mas diz: ‘Parece bom, mas é melhor não’.”

Lembrando que a última atuação de Jackman como Wolverine foi há três anos, em Logan‘, adaptação dirigida por James Mangold.

Em seu perfil do Instagram, o astro publicou uma série de fotos caracterizado como o velho Logan em homenagem ao personagem que interpretou por 17 anos.

Na legenda, Jackman escreveu:

“Há 03 anos, neste dia, ‘Logan‘ chegava aos cinemas. Obrigados pelos muitos anos de suor, frangos grelhados cozido no vapor, pela oportunidade de interpretar o papel de uma vida inteira!”

Confira:

Logan foi uma das adaptações de quadrinhos mais simbólicas, não apenas por marcar a despedida de Hugh Jackman como o herói, mas também por toda sua carga emocional.

Além disso, foi a primeira adaptação de um filme de herói indicada ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, nos 90 anos de história da premiação.

Dirigido por James Mangold, ‘Logan‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 619 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Assista nossa crítica:

‘The Flash’: Ciborgue não fará mais parte da adaptação

Apesar dos antigos rumores de que o Ciborgue (Ray Fisher) iria retornar ao DCEU em ‘The Flash’, o escritor e jornalista Mark Hughes (Huffington Post) disse que a informação não é verdadeira.

Além disso, ele afirmou que o personagem não será interpretado por outro, já que boatos vinham circulando após a briga entre Fisher e o presidente da DC Films, Walter Hamada.

Para quem não sabe, Fisher acusou Hamada de contribuir com os comportamentos abusivos do produtor Geoff Johns nos bastidores de Liga da Justiça‘ e disse que a Warner não cobrou satisfações do executivo.

Em seu perfil do Twitter, Hughes foi claro ao dizer que:

“Os rumores sobre a reescalação do Ciborgue são mentiras. A verdade é que o personagem não estará em ‘The Flash‘ e o papel não está sendo reformulado. Eu confirmei isso com o estúdio. O boato é FALSO.”

Confira:

No entanto, não foi revelado porque o Ciborgue não estará no filme, então não se sabe se a ausência do personagem tem relação com a briga entre Fisher e Hamada.

Lembrando que o site Backstage anunciou que as gravações do filme solo do Flash serão iniciadas em abril deste ano.

As filmagens serão realizadas nos estudios Leavesden, localizado no condado de Hertfordshire, no Reino Unido.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe quanto tempo vão durar as gravações.

No entanto, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Recentemente, a roteirista Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) se juntou ao diretor Andy Muschietti (‘It: A Coisa‘) e sua irmã, a produtora Barbara Muschietti.

Ao que tudo indica, a trama vai acompanhar a jornada de Barry Allen (Miller) através do Multiverso da DC, já que Ben Affleck e Michael Keaton foram confirmados ao elenco, reprisando seus papéis como o Batman.

Vale lembrar que a estreia está marcada para 04 de novembro de 2022.

Há alguns meses, o artista George Evangelista publicou no Instagram algumas artes imaginando a reunião do trio.

Confira:

“Aqui está outra arte com Ezra Miller, Michael Keaton e Ben Affleck. Como a versão anterior, o traje do Flash foi inspirado na arte conceitual divulgada na DC Fandome, mas adicionei um pouco da minha estética ao visual.”

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… Mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

‘Piratas do Caribe’: Johnny Depp revela como pretende continuar interpretando Jack Sparrow

Não é segredo que que o capitão Jack Sparrow é um dos personagens mais amados da carreira de Johnny Depp.

O personagem apareceu pela primeira vez em ‘A Maldição do Pérola Negra‘ (2003) e fez sua despedida no último filme, intitulado ‘A Vingança de Salazar‘ (2017).

E agora que a Disney está desenvolvendo um reboot estrelado por Margot Robbie, está claro que Depp não vai mais voltar a interpretar o personagem.

Mesmo assim, o astro disse ao MovieWeb que não irá desistir do papel.

Durante uma coletiva de imprensa no Festival de Cinema de San Sebastian, Depp revelou que vai continuar dando vida ao pirata, nem que seja animando festas infantis fantasiado.

“Quando me perguntam sobre ‘Piratas do Caribe’, eu digo que posso chegar na casa de alguém e dizer: ‘posso me apresentar na festa de aniversário do seu filho fantasiado’ Suponho que este seja o lado positivo de ter dado vida a personagens como o Capitão Jack ou qualquer outro personagem que eu tive a sorte de trazer à vida. “

Ele continuou:

“Não preciso de uma empresa para fazer isso. Posso fazer isso sozinho e ninguém pode tirar isso de mim. Esse é o maior prazer de ser o Jack Sparrow. Posso viajar com o Capitão Jack guardado em uma caixa, literalmente. Para mim, o que importa é levar sorrisos para onde quer que vá.”

No final do ano passado, foi dito que o produtor de ‘Piratas do Caribe’, Jerry Bruckheimer, tentou incluir uma participação especial de Depp no reboot.

No entanto, a ideia foi recusada por conta do envolvimento de Depp nos polêmicas processos de violência doméstica movidos por sua ex-esposa, Amber Heard.

Ao longo do evento, o astro também críticas à chamada ‘cultura do cancelamento’ e se diz perseguido pela mídia e por anônimos fanáticos.

“Essa cultura do cancelamento nada mais é que um desejo instantâneo que as pessoas têm de julgar os outros. Isso está tão fora de controle agora que posso garantir que ninguém está seguro. Nenhum de vocês, basta um deslize, uma frase mal interpretada…”, disse ele. “Seu tapete será puxado com você junto. Não foi só comigo que isso aconteceu, aconteceu com muitas pessoas. Esse tipo de coisa aconteceu com mulheres, homens. Infelizmente, a certa altura, uma pessoa acha é normal agir dessa forma. Até que ela seja a cancelada da vez.”

Ele ainda finalizou com uma frase motivadora:

“Quando há uma injustiça, seja contra você ou alguém que você ama, ou alguém em quem você acredita – levante-se e se defenda, não fique calado.”

Lembrando que o roteiro do novo Piratas do Caribe‘ está sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina’).

O longa-metragem não será o reboot da saga em questão. A história será “totalmente original” e com novos personagens e, seguindo os passos das produções originais, terá inspirações das atrações da Disneyland e do Disney World.

A notícia ainda reitera que este não é o único filme do universo pirata em desenvolvimento. A Casa Mouse também está trabalhando em um reboot com os roteiristas Ted ElliottCraig Mazin. As obras não causarão interferência entre si.

Bruckheimer ficará responsável por ambos os projetos.

 

‘Thor: Amor e Trovão’: Incríveis cartazes individuais trazem novos vislumbres de Gorr e Zeus; Confira!

O Comic Book divulgou os primeiros cartazes individuais de ‘Thor: Amor e Trovão‘, que traz novos vislumbres dos principais personagens da sequência.

Além de dois excêntricos bodes alienígenas, as imagens destacam o vilão Gorr (Christian Bale), Thor (Christian Bale), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e Zeus (Russell Crowe).

Arraste para o lado:

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Warner Bros quer transformar ‘O Senhor dos Anéis’ em franquia aos moldes de ‘Star Wars’

Os fãs de ‘O Senhor dos Anéis ficaram chocados com a recente revelação de que a Warner Bros Discovery está desenvolvendo novos filmes para a saga.

Ainda não se sabe quais tramas estão sendo planejadas, mas espera-se que as vindouras produções expandam o universo criado por J.R.R. Tolkien.

De acordo com o The Hollywood Reporter, “embora ainda não haja roteiros, uma fonte ligada ao estúdio sugeriu que os executivos da Warner Bros. pretendem transformar ‘O Senhor dos Anéis’ em uma franquia semelhante a ‘Star Wars‘.”

Com a Warner Bros. garantindo os direitos de adaptação para o cinema, alguns fãs se perguntaram se os filmes terão alguma ligação com a série desenvolvida pela Amazon, assim como a Disney fez com ‘O Mandaloriano’ e os personages clássicos de ‘Star Wars‘.

No entanto, o relatório afirma que ainda não houve discussões entre os estúdios. Em outras palavras, ainda não há planos de crossovers entre os filmes e a série.

O que isso significa é que o estúdio pretende deixar a franquia em evidência assim como está acontecendo com ‘Star Wars‘, gerando a possibilidade de produções derivadas, sejam novos filmes, séries ou animações.

Por enquanto, ainda não há informações adicionais sobre esses próximos filmes – incluindo detalhes do enredo, equipes criativas ou janelas de lançamento.

No entanto, a novidade não foi bem recebida por boa parte dos fãs, que estão extremamente preocupados com o futuro da franquia.

Isso porque grande parte dos fãs detestou ‘O Hobbit‘ e a série derivada produzida pela Amazon Prime.

Confira as reações:

Confira o comunicado:

“Após nossa recente aquisição da Middle-earth Enterprises, estamos entusiasmados em embarcar nesta nova jornada colaborativa com a New Line Cinema e a Warner Bros. Pictures, trazendo o incomparável mundo de JRR Tolkien de volta à tela grande de maneiras novas e emocionantes. Entendemos o quanto essas obras são apreciadas e, trabalhando em conjunto com nossos parceiros da New Line Cinema e da Warner Bros. Pictures, planejamos honrar o passado, olhar para o futuro e aderir ao mais alto nível de qualidade e valores de produção.

Vale lembrar que animação ‘A Guerra dos Rohirrim‘, que serve como uma pré-sequência ambientada 183 anos antes de ‘O Senhor dos Anéis‘, está em desenvolvimento na New Line Cinema e na Warner Bros. Animation.

O filme – que conta com dublagem de Brian Cox e da estrela original Miranda Otto – está programado para estrear nos cinemas em 12 de abril de 2024.

‘Superman: O Legado’: James Gunn oficializa escalação de Nicholas Hoult como Lex Luthor; Confira!

Há alguns dias, foi divulgado que o ator britânico Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor em ‘Superman: O Legado‘.

Mas só agora o roteirista e diretor James Gunn oficializou a escalação ao compartilhar uma imagem ao lado do astro, com a seguinte legenda:

Confira:

“Sim, finalmente posso confirmar que @nicholashoult é o Lex Luthor em #SupermanO Legado e eu não poderia estar mais feliz. Saímos para jantar ontem à noite para comemorar e discutir como podemos criar um Lex que será diferente de tudo que você já viu antes e que nunca esquecerá. ‘Mas, James, ouvimos isso semanas atrás, por que você não nos disse que era verdade?’ Porque, embora estivéssemos discutindo isso, só foi definitivo há alguns dias e não quero contar a todos vocês algo que não seja certo. De qualquer forma, um brinde a Lex (e Nicholas!), um dos meus personagens favoritos do DCU.”

 

Após a notícia, o astro se tornou um dos assuntos mais comentados das redes sociais por conta de seu histórico de tentativas de entrar para o universo DC.

Para quem não sabe, ele disputou o papel de Bruce Wayne com Robert Pattinson (‘Crepúsculo’) em ‘Batman‘ e também estava entre os favoritos para interpretar o Superman no novo filme, mas o escolhido foi David Corenswet (‘Pearl’).

Alguns fãs já estão tão ansiosos para vê-lo caracterizado como o vlão que compartilharam artes imaginando-o de cabeça raspada e ternos caros típicos do pesonagem.

Confira, junto às reações após sua escalação como Luthor:

Rachel Brosnahan também compõe o elenco principal como Lois Lane, respectivamente.

A produção ainda vai contar com a presença de outros grandes heróis o universo DC, entre eles: o Lanterna Verde Guy Gardner (Nathan Fillion), a Mulher-Gavião (Isabela Merced) e o Sr. Fantástico (Edi Gathegi).

O treinador Paolo Mascitti recentemente divulgou uma foto do astro David Corenswet durante sua preparação para viver o Homem de Aço em

Confira:

Através de sua conta oficial no Threads, o realizador James Gunn respondeu a algumas perguntas sobre Superman: O Legado’, aguardado longa-metragem que fará parte do DCU, revelando que o filme não será apenas rodado no costumeiro estúdio em Atlanta, mas também ao redor do mundo.

“Não, sem gravações nos estúdios em Atlanta”, ele escreveu. “O restante do filme [será rodado] em lugares ao redor do mundo”.

 

Publicado por @jamesgunn
Ver no Threads

 

Quando questionado em que lugares do planeta o projeto seria gravado, Gunn foi categórico ao responder com um emoji, apontando que não poderia comentar sobre – ao menos por enquanto.

 

Publicado por @jamesgunn
Ver no Threads

 

Anteriormente, ao ser questionado se a presença de vários outros heróis no filme poderia complicar a experiência para espectadores menos familiarizados com a franquia, o diretor respondeu de maneira tranquilizadora: “na verdade, não.”

Anteriormente, Stephane Ceretti, supervisora de efeitos visuais, não poupou elogios ao roteiro do filme. A artista ainda ressaltou que a equipe do filme já montada – e, sem surpresas, é composta por diversos nomes que já trabalharam anteriormente com o cineasta James Gunn, que é conhecido por colaborar frequentemente com as mesmas pessoas.

“Não posso falar muito sobre ‘Superman: O Legado’. Eu realmente não posso. No entanto, posso dizer que será muto bom. O roteiro é ótimo. Nós estamos trabalhando duro [neste filme]. Temos uma boa equipe. Todas as pessoas [envolvidas no projeto] são incríveis.

Ela completa, “Muitas pessoas da equipe já trabalharam anteriormente com o James [Gunn]. Nós somos muito honestos uns com os outros. Então trabalhamos muito bem neste sentido.”

 

Relembre ‘Terror em Silent Hill’, adaptação de game completa 15 Anos

Tentativa de adaptar famosa franquia dos games foi lançada em 2006

Mortal Kombat (2021) teve seu trailer amplamente elogiado pela proximidade visual com o material fonte, no caso os jogos da NetherRealm Studios. No quesito figurinos e efeitos visuais, tamanha é a semelhança que não é difícil confundir os pôsteres individuais dos personagens com o trabalho de divulgação feito para o mais recente game da franquia: Mortal Kombat 11.

Tamanha foi a aceitação estética do futuro lançamento que imediatamente já se criou uma expectativa em torno da história, essa ainda nem tão aprofundada. No entanto, outras adaptações de videogames também já priorizaram muito de seus recursos, anteriormente, em prol de uma estética o mais próxima possível do material fonte. Isso falava mais alto do que necessariamente entender como aquela história, pensada para ser algo interativo, poderia ser adaptada em uma experiência cinematográfica.

Foi assim com Resident Evil 2: Apocalipse, World of Warcraft e, o tema do texto, Terror em Silent Hill. A saga de terror psicológico lançada pela Konami em 1999 foi projetada inicialmente para ser algo semelhante ao que o primeiro Resident Evil havia sido três anos antes: uma experiência sensitiva, que tentava se aproximar da estética de uma produção hollywoodiana; isto é, no que a tecnologia da época permitia. Isso não funcionou e o planejamento passou a girar em torno de uma história de horror psicológico (tendo elementos também de survivor horror) com grande foco em momentos de pura tensão e ambientes macabros.

Silent Hill” é amplamente considerada a maior franquia de terror dos games

Dessa forma, a identidade visual dos jogos de Silent Hill são tradicionalmente bem marcantes pelas suas fases externas com o denso nevoeiro e, quando a sirene toca, esse silêncio sepulcral se converte em uma representação aterrorizante de algo infernal. Obviamente o jogo não se pauta unicamente nesse aspecto, tendo na ambientação apenas uma ferramenta a mais para compor a narrativa presente no roteiro.

Mas isso, aparentemente não compreendido pelo filme Terror em Silent Hill, lançado em 2006. Inspirado na onda de adaptações de games que aconteceram no início do século, no qual o conceito vigente era “aparência ao invés de essência”, o diretor Christophe Gans comprou a ideia de que se sua obra sugasse o que os jogos aparentemente tinham de melhor, no caso a ambientação, então ele poderia fazer as modificações que melhor lhe parecessem.

É triste constatar que o fraco roteiro do filme não foi capaz de acompanhar o visual fiel aos jogos

Dessa forma o filme mistura elementos presentes não só no primeiro jogo como do segundo também, descaracterizando um personagem chave como o Cabeça de Pirâmide (intimamente ligado ao protagonista do segundo jogo) ao colocá-lo em uma trama muito mais inspirada no primeiro jogo. Isso tudo acaba sendo o percurso para se criar um filme de terror que possa conter os elementos de jump scares, monstros de computação gráfica e uma reviravolta final; logo, algo muito mais alinhado com o que se aceitava na época de uma produção de terror para o grande público.

Por outro lado, Terror em Silent Hill é uma das mais, senão a mais, fiéis adaptações de um jogo para o cinema em termos visuais. O filme contrabalança muito bem o tempo de tela em que a ambientação é a de cidade enevoada e deserta (isso principalmente nas tomadas externas) com o momento em que a sirene é tocada e a conversão para um cenário mais explicitamente macabro ocorre (tanto em tomadas externas quanto internas, mas priorizando os ambientes fechados).

A presença do Cabeça de Pirâmide cumpre a função de ser o monstro de CGI que se destaca dos outros mais genéricos e só se torna problemática quando comparada à sua participação no material fonte. Por priorizar pelo visual, é interessante ver que o filme apoia muito o andamento da trama unicamente sobre o potencial estético dos cenários. Conforme dito anteriormente, ele seguiu a cartilha de filmes de terror vigentes até então no qual o foco não era o roteiro, mas os sustos.

Apesar de não ser, nem de longe, um exemplar do gênero a servir de modelo para obras vindouras, Terror em Silent Hill conquistou um espaço cativo na comunidade de fãs pela sua fidelidade visual. Bem além disso ele é um importante aviso para adaptações de games sobre a faca de dois gumes que é a atenção ao visual em detrimento da história. Esse que provavelmente é o principal e último empecilho que impede os jogos de serem tema de um novo movimento do cinema de massa.

‘Ahsoka’: Disney+ ANTECIPA data de lançamento dos episódios; Confira!

O Disney+ anunciou que a nova série do universo de ‘Star Wars‘, ‘Ahsoka‘, terá seu lançamento antecipado, assim como seus episódios subsequentes.

Anteriormente programada para começar a ser exibida em 23 de agosto na plataforma, a série agora será lançada dia 22, às 22h no horário de Brasília, com dois episódios logo na estreia.

Os episódios seguintes também serão lançados todas às terças-feiras nesse mesmo horário.

Alguns membros da imprensa já tiveram oportunidade de assistir e estão rendendo elogios à atração estrelada por Rosario Dawson.

Entre os comentários, os críticos disseram que a série muito superior às outras séries da saga ‘Star Wars‘ e que é muito fácil de entender mesmo para quem não acompanhou a animação ‘Rebels‘.

Por falar nisso, alguns descreveram como a continuação que os fãs da animação esperavam, e renderam elogios às performances do elenco, bem como às coreografias de ação e às referências ao universo criado por George Lucas.

Confira:

#Ahsoka é uma continuação direta de ‘Rebels‘, alimentando os fãs da animação que buscam mais com esses personagens. Caso contrário, ela se move lentamente, mas com uma ótima trilha sonora e cenas de ação ocasionais. Estou otimista para essa série emocionante com esse levantamento de peso feito nos dois primeiros episódios.”

“Gostei dos dois primeiros eps de #Ahsoka. Estou aliviado por ter começado a assistir ‘Star Wars Rebels‘ recentemente, porque essa série foi feita para os fãs de animação. Msmo assim, você ainda poderá acompanhar sem grandes problemas para entender. Mais pensamentos chegando ao meu TikTok o mais rápido possível. Em conclusão, as mulheres mandaram ver!!!”

“‘Ahsoka é definitivamente a sequência de ‘Rebels’ que os fãs de ‘Star Wars estavam esperando. Embora não seja perfeita, é melhor do que a maioria das outras produções deStar Wars na DIsney+, como ‘The Mandalorian’ e ‘O Livro de Boba Fett’, mas não no nível de ‘Andor‘. Adoro o foco em Sabine Wren, mas acho que se perderam um pouco nas casualidades.”

“Acabei de assistir os dois primeiros episódios da série #Ahsoka! É um verdadeiro espetáculo visual. Rosario Dawson é fenomenal como a estrela titular. As cenas de luta são épicas e emocionantes. O roteiro tem uma história rica e grandes temas sobre segundas chances e empoderamento feminino.”

“A série pode até ser chamada de ‘Ahsoka‘, mas é basicamente um ‘Rebels‘ em live-action e isso não é uma reclamação. Os primeiros dois episódios me fizeram torcer, rir, chorar… E realmente querer um lothal gato para mim! Grandes lutas de sabres de luz e muita emoção. Se você ainda não viu a série animada ‘Rebels’, assista agora. #Ahsoka.”

#Ahsoka é INCRÍVEL. Tem quase tudo que um fã de #StarWars poderia querer de uma série de TV em live-action, mas o que mais admiro pode ser seu ritmo deliberado. As cenas podem ser reproduzidas em uma taxa orgânica, em vez de serem apressadas em uma edição rápida. O único grande problema que posso prever é a frustração dos espectadores com a densidade da mitologia de que ainda não estão familiarizados com as séries animadas #TheCloneWars e #StarWarsRebels. Caso contrário, eu honestamente acho que é muito boa e pode realmente ser a mais cinematográfica de todas as séries de TV de ‘Star Wars até agora. Elenco fantástico, ótima roteiro e direção, ação divertida. Mal posso esperar para ver o resto da temporada.”

“Acho que #Ahsoka tem muito potencial. Como fã de ‘Rebels‘, senti uma conexão verdadeiramente especial. E, no entanto, é extremamente épica em alguns momentos e estranhamente simples em outros. Sabine é o destaque e no episódio 02 eu fui totalmente sugado.”

 

 

 

 

 

 

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Hailee Steinfeld se junta ao elenco do MISTERIOSO filme de vampiros de Michael B. Jordan

Hailee Steinfeld, estrela de Gavião Arqueiro do Universo Cinematográfico da Marvel, é a mais recente adição ao elenco do misterioso filme de vampiros, ainda sem título, estrelado por Michael B. Jordan (‘Creed’) e dirigido por Ryan Coogler (‘Pantera Negra’), produzido pela Warner Bros. Pictures.

Segundo o The Hollywood Reporter, a jovem atriz vai se juntar a Wunmi Mosaku, Delroy Lindo e Jack O’Connell, entre outros, que compõem o elenco de peso.

Rumores sugerem que o filme se passará no Sul dos Estados Unidos durante a era Jim Crow e possivelmente envolverá vampiros e tradições sobrenaturais sulistas. Mas o papel de Steinfeld ainda é um mistério.

Steinfeld é conhecida por sua atuação como Kate Bishop em Gavião Arqueiro do Marvel Studios, bem como por seus papéis emDickinson, Bumblebee, ‘Bravura Indômita e Quase 18.

Lembrando que Michael B. Jordan (‘Creed’) volta a colaborar com Coogler e assume o papel principal, dando vida a gêmeos.

Ao que parece, Mosaku será a protagonista feminina do filme, possivelmente interpretando a esposa de um dos personagens de Jordan.

Conforme o Comic Book, o longa produzido pela Warner Bros será lançado nos cinemas em 07 de março de 2025.

O anúncio também confirma que Coogler atuará como roteirista e diretor, além de produzir ao lado de Zinzi Coogler e Sev Ohanian.

O compositor duas vezes vencedor do Oscar, Ludwig Göransson, que compôs a trilha sonora de todos os quatro filmes anteriores de Coogler, será o produtor executivo do novo filme ao lado de Rebecca Cho e Will Greenfield.

Orçado em torno de US$ 90 milhões, o longa ainda sem título deve começar a ser gravado em abril, em locações de Nova Orleans.

Este representa o primeiro roteiro especulativo de Coogler através de sua produtora, Proximity Media.

Por enquanto, como o projeto está nos estágios iniciais, mais detalhes devem ser divulgados ao longo dos próximos meses.

Ryan Coogler é um dos cineastas mais requisitados de sua geração. Ele reinventou a franquia Rocky com Creed em 2015, que agora conta com três filmes. Sua estreia no Marvel Studios, Pantera Negra, tornou-se um marco cultural, arrecadando US$ 1,34 bilhão globalmente e recebendo uma indicação ao Oscar de melhor filme, algo raro no gênero de quadrinhos.

‘Kraven, o Caçador’ recebe a pior nota do CinemaScore para um filme de herói da Sony

‘Kraven, o Caçador’ já está em cartaz nos cinemas nacionais e, apesar dos esforços da Sony, o longa tem sido amplamente rejeitado pelo público.

O filme recebeu uma nota catastrófica de “C” no CinemaScore, a pior avaliação de todo o universo do Homem-Aranha da Sony.

Para efeito de comparação, ‘Morbius’ e ‘Madame Teia’ receberam C+, enquanto ‘Venom’ (B+), ‘Venom: Tempo de Carnificina’ (B+) e ‘Venom: Última Rodada’ (B-) marcaram pontuações bem mais altas.

Na verdade, os únicos filmes de quadrinhos a receberem uma nota pior são ‘Quarteto Fantástico’ de 2015 (C-) e ‘Coringa: Delírio a Dois’ (D).

No Rotten Tomatoes, ‘Kraven, o Caçador’ estreou com apenas 14% de aprovação, baseado em 42 análises.

Além disso, o filme arrecadou apenas US$ 2 milhões nas sessões de pré-estreia, um valor inferior aos US$ 2,2 milhões arrecadados por Madame Teia no mesmo período.

‘Kraven, o Caçador’ está em cartaz nos cinemas nacionais,

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do filme:

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

kraven o caçador

‘Superman’: Homem de Aço interage com Krypto em novo clipe divulgado; Confira!

Superman chega em breve aos cinemas, marcando o início do novo DCU sob a direção de James Gunn. Para animar os fãs, a Warner divulgou um vídeo especial mostrando o herói, vivido por David Corenswet, interagindo com Krypto, o Supercão.

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Ben Whishaw reflete sobre ser LGBTQIA+ em Hollywood: “É preciso se adequar”

O premiado ator Ben Whishaw, conhecido por dar voz ao adorável ‘Paddington’ e por seu papel em ‘O Retorno de Mary Poppins’, falou abertamente sobre os desafios de ser um ator assumidamente LGBTQIA+ na indústria cinematográfica.

Whishaw destacou que, para alcançar o topo, muitos atores ainda sentem a pressão de “se conformar com o mundo”.

Conforme o Deadline, o ator explicou a complexidade de navegar na carreira mantendo sua identidade:

“É complicado e provavelmente diferente para cada indivíduo, mas acho que ainda tem a ver com o fato de que, se você quer ter muito sucesso, precisa se adequar ao que é considerado um gosto heterossexual, ou algo assim”, afirmou Whishaw.

Ben Whishaw, de ‘007’, é o favorito dos britânicos para ser o novo ‘Doctor Who’

Whishaw aprofundou sua visão sobre como a sexualidade e a percepção de público moldam as escalações em Hollywood:

“Ou ser sexy de uma forma heterossexual. Eu sempre fico impressionado com o quanto o sexo está por baixo de tudo, na verdade. Ou o desejo. Ainda existe muita homofobia e ódio. Quer dizer, está melhor, mas ainda é verdade”, acrescentou Whishaw.

Apesar de ser aberto sobre sua vida, o ator defende que a jornada de cada um é única e a discrição é uma escolha válida diante das dificuldades do meio:

“Além disso, quem sabe em que jornada cada pessoa está em relação a essas questões? Não culpo ninguém por querer ser reservado”, concluiu.

‘Moana’: Lin-Manuel Miranda compõe música inédita para o live-action; Confira!

O aguardado live-action de Moana chega aos cinemas este ano trazendo uma grande surpresa para os fãs: uma música inédita composta por Lin-Manuel Miranda. Intitulada “Along The Way”, a faixa promoverá um encontro histórico entre as duas atrizes que dão vida à protagonista.

Segundo a Variety, a canção será interpretada por Catherine Laga’aia, que vive a heroína no novo filme; Auli’i Cravalho, a voz original da personagem nas animações e que também atua como produtora executiva do longa; e Dwayne Johnson, que retorna ao papel do semideus Maui.

A ideia de unir o passado e o presente da franquia partiu do próprio Lin-Manuel Miranda. O compositor expressou sua empolgação com o projeto:

“Foi uma grande alegria retornar ao universo de Moana. As vozes de Auliʻi e Catherine se complementam de forma tão bonita, e escrever para Dwayne como Maui é simplesmente divertido. Pensamos: e se existisse uma conversa musical entre a Moana da Auli’i e a Moana da Katie? Foi daí que surgiu a ideia”, afirmou.

Em um vídeo promocional, Dwayne Johnson revelou que a iniciativa teve o apoio de toda a equipe: “Todos concordamos que Lin-Manuel Miranda deveria escrever mais uma música”.

Ele ainda destacou o peso emocional da faixa: “Temos a nossa Moana original e a Moana do live-action se encontrando, e então eu também entro na música”.

Para a jovem Catherine Laga’aia, a canção resume perfeitamente o espírito da produção: “É o símbolo perfeito deste filme. Dwayne e Auli’i cantam sobre me encontrarem ao longo do caminho, e nossas jornadas se cruzam”.

O live-action mantém a essência musical do clássico, contando novamente com o talento de Mark Mancina (responsável pela trilha sonora instrumental), Lin-Manuel Miranda e Opetaia Foa’i.

Fique atento às datas de lançamento:

  • 26 de junho: Lançamento da Trilha Sonora Oficial do filme.
  • 09 de julho: Estreia oficial de Moana nos cinemas.

Confira, dublado e legendado, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

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Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos.

Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

71 anos de John McTiernan! O que aconteceu com diretor de DURO DE MATAR e PREDADOR?

Ele está se desintegrando diante dos meus olhos. Estou perturbada!” Foi isso que Gail Sistruck McTiernan disse quando foi entrevistada pela The Guardian, em 2013, na época da prisão do marido, John McTiernan. O diretor que fez sensacionais filmes de ação, como O PREDADOR (1987), DURO DE MATAR (1980) e CAÇADA AO OUTUBRO VERMELHO (1990), completou hoje 71 anos e parece definitivamente aposentado. Na época da declaração de Gail, ele foi acusado e incluso no caso do investigador Anthony Pellicano, também preso por fazer escutas ilegais em telefones a pedido de “clientes contratados”. Um deles era McTiernan, que mandou grampear o telefone do produtor Charles Roven durante as filmagens do remake ROLLERBALL (2002).

John McTiernan admitiu o crime, pagou 100 mil dólares e ainda pegou 12 meses de prisão numa penitenciária de segurança mínima na Dakota do Sul – os ianques são rígidos quando se fala de dinheiro. Contudo, não demorou muito e sua ex-esposa, a produtora Donna Dubrow, entrou com uma ação por invasão de privacidade que também envolvia o tal Pellicano. Após vários inquéritos, negociações de divórcio e até um novo processo de outra esposa, que pedia agora 5 milhões por responsabiliza-lo num acidente de carro, John McTiernan teve a execução da hipoteca de sua residência localizada numa fazenda avaliada em quase 10 milhões de dólares. Declarando assim falência total e vivendo a sua velhice com o que sobrou. Por sinal, nenhum estúdio quer vê-lo nem pintado de ouro.

Na foto acima, em 1994, ele está no set de DURO DE MATAR 3 (1995) com o astro Bruce Willis, ator de TV que, no final dos anos 80, o cineasta transformou em um dos maiores nomes de Hollywood. John McTiernan só voltou com à franquia Die Hard (no original) por ter emplacado dois fracassos seguidos com O CURANDEIRO DA SELVA (1992) e O ÚLTIMO GRANDE HERÓI (1993). Muito divertido, a terceira aventura de John McClane – que tem Samuel L Jackson ao seu lado – reaproveita um roteiro descartado de Máquina Mortífera, acrescenta mais cenas externas e boas tiradas de comédia. Sendo assim um dos mais lucrativos da principal cinessérie de Willis. McTiernan é um diretor que faz falta dentro de um gênero que foi ocupado por filmes pasteurizados e inofensivos. Abaixo você confere os seus melhores filmes.

5 – DURO DE MATAR 3: A VINGANÇA (1995)

John McClane (Bruce Willis) está separado há um ano de sua mulher Holly, anda bebendo demais e também está afastado da polícia. Além desses problemas, o irmão (Jeremy Irons) de um antigo inimigo (ele mesmo, o Hans!) começa a colocar bombas em lugares movimentados de Nova York e dá ao policial uma série de enigmas que podem evitar as explosões. Na tentativa de resolvê-los, ele começa a ser auxiliado por Zeus Carver (Samuel L. Jackson), um homem do Harlem, que o ajuda a desvendar toda a trama aparentemente terrorista.

4 – O ÚLTIMO GRANDE HERÓI (1993)

Danny Madigan (Austin O’Brien) é um garoto que fã incondicional do personagem Jack Slater (Arnold Schwarzenegger). Ele ganha um ingresso de cinema que é mágico, que faz com que Danny entre no novo filme de Slater e passe por aventuras num mundo maluco com desenhos animados, violência e até mesmo Catherine Tramell (personagem de Sharon Stone em Instinto Selvagem). Porém, há um problema: o ingresso faz com que os vilões do filme saiam para o mundo real. Slater, o herói da história, vem atrás dos inimigos e passa por vários apuros, encontrando o ator que o interpreta, Arnold Schwarzenegger.

3 – O PREDADOR (1987)

Um filme de ação espetacular, dos melhores já feitos, que traz o major Alan “Dutch” Schaefer (Arnold Schwarzenegger) liderando uma equipe de resgate em uma selva da América Central, para tentar encontrar um ministro estrangeiro e funcionários do governo que saíram da rota e se perderam. O exército acredita que eles estejam nas mãos de guerrilheiros, mas o que eles não imaginam é que a floresta esconde uma ameaça mortal, um ser de outro planeta, fortemente armado, que sente enorme prazer em matar, o chamado PREDADOR! Um ícone pop inigualável.

2 – CAÇADA AO OUTUBRO VERMELHO (1990)

O primeiro filme do agente Jack Ryan nos cinemas acontece no ano de 1984. O alto comando soviético acredita na possibilidade de deserção quando o capitão Markus Ramius (Sean Connery), o comandante do Outubro Vermelho, o mais moderno submarino russo, desobedece ordens superiores e navega em direção à América. Diante disso, outros submarinos soviéticos recebem ordem de afundar o Outubro Vermelho e os americanos decidem fazer o mesmo, pois temem um ataque contra seu território. Até que Jack Ryan, vivido aqui por Alec Baldwin, um agente da CIA que admira Markus Ramius, tenta impedir que soviéticos e americanos dêem prosseguimento a este ataque covarde.

1 – DURO DE MATAR (1988)

O filme favorito de Natal de muitas pessoas – inclusive deste que vos fala. Que deu outra camada aos heróis de ação, onde víamos que agora eles se feriam. Que trouxe sacadas engraçadíssimas sem nunca perder a seriedade. Na trama acompanhamos John McClane (Bruce Willis), um detetive de Nova York que está indo a Los Angeles para se encontrar com sua esposa (Bonnie Bedelia), que trabalha em uma empresa japonesa – quer dizer, no clássico edifício Nakatomi Plaza. Porém, ao chegar no prédio, ele percebe que o edifício está sendo assaltado por um bando de terroristas e decide atrapalhar os planos dos bandidos para resgatar sua mulher e os demais reféns. Olha, não tem outra palavra, esse filme é genial!

Cartoon Network Studios e Warner Bros. Animation se fudem em um único estúdio

Segundo a Warner Bros., o Cartoon Network Studios e o Warner Bros. Animation passarão por um processo de fusão, onde a decisão faz parte de um “realinhamento estratégico” para consolidar a divisão de animação do estúdio.

Tanto o Cartoon quanto a Warner Animation manterão seus rótulos separados, mas as equipes de desenvolvimento e produção serão unificadas. Sam Register continuará sendo o chefe da divisão.

Vale destacar que a equipe de desenvolvimento de séries para crianças e família será liderada por Audrey Diehl, enquanto projetos para adultos ficarão para Peter Girardi.

Animações de formato longo serão responsabilidade de Sammy Perlmutter, Bobbie Page comanda produção principal e Ed Adams continuará como vice-presidente executivo e gerente geral.

O terceiro estúdio de animação sob o guarda-chuva da Warner Bros., o Hanna-Barbera Studios Europe, continuará sendo uma equipe separada.

O Xangô de Baker Street (O Xangô de Baker Street)

Elenco:

Joaquim de Almeida, Anthony O’Donnell, Maria de Medeiros, Marco Nanini , Cláudia Abreu, Cláudio Marzo.

Direção: Miguel Faria Jr.

Gênero: Comédia

Duração: 118 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Estreia: 2001

Sinopse:

Rio de Janeiro, 1886. A diva francesa Sarah Bernhardt (Maria de Medeiros) pela primeira vez se apresenta no Brasil, deixando a elite do país ainda mais interessada na cultura francesa. O público se curva perante o talento de Sarah, incluindo o imperador D. Pedro II (Cláudio Marzo), que lhe conta um segredo: um valioso violino Stradivarius, um presente seu à baronesa Maria Luíza (Cláudia Abreu), desaparecera misteriosamente. Sarah então sugere que o imperador convide o famoso detetive Sherlock Holmes (Joaquim de Almeida) para investigar o caso, sugestão esta prontamente seguida. Enquanto isso, um assassinato choca a cidade e deixa em pânico o delegado Mello Pimenta (Marco Nanini). Uma prostituta fora assassinada e teve suas orelhas decepadas e uma corda de violino estrategicamente colocada em seu corpo pelo assassino. Enquanto o delegado busca pistas para capturar o perigoso assassino, que passa a cometer crimes seguidamente, Sherlock Holmes e seu indefectível Dr. Watson enfrentam uma saga de perigos tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais-de-santo e cannabis sativa, o criminoso executa seu sinistro plano nota a nota, com notável afinação e precisão de corte. Apesar de modas e costumes afrancesados da capital imperial no século passado, o britânico detetive descobre as delícias sensuais dos trópicos, aprende alguns costumes nativos, exerce seus incríveis dotes dedutivos, mas será obrigado a admitir que os crimes abaixo do Equador não são tão elementares.

Curiosidades:
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Trailer:


Cartazes:

 

Jon Bernthal mostra as pistolas do Justiceiro em foto de ‘Demolidor’

A segunda temporada continua sendo filmada e uma nova imagem de Jon Bernthal como o Justiceiro foi divulgada, com o ator apresentando o enorme arsenal do personagem.

O Justiceiro é um vigilante que visa acabar com os mafiosos de Hell’s Kitchen – como Matt Murdoch. Mas ao contrário de nosso herói cego ético, ele está disposto a usar todos os meios necessários para realizar seus objetivos, não importa quão letais sejam os resultados.

‘Demolidor’: Foto da segunda temporada traz uniforme

Confira, com as imagens anteriores:

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Elodie Yung (‘GI Joe: Retaliação’) foi a escolhida para interpretar Elektra, uma perigosa misteriosa mulher do passado de Matt Murdock. A primeira temporada chegou a fazer referência à personagem, que foi interpretada por Jennifer Garner no filme de 2003.

Ela se junta a Jon Bernthal, que interpretou Shane Walsh na sérieThe Walking Dead‘, e foi contratado para viver o Justiceiro.

O Mercenário também deve aparecer na segunda temporada – saiba mais.

‘Demolidor’ é a série mais bem avaliada da história da Netflix

A segunda temporada será lançada em 2016, sob o comando de um novo showrunner (produtor principal). A dupla de roteiristas Doug Petrie e Marco Ramirez assumirá a função no lugar de Steven DeKnight. Ramirez escreveu o terceiro e sexto episódios, por sua vez, Petrie assinou os episódios 7, 11 e 12.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

Os 13 episódios da primeira temporada já estão disponíveis na Netflix Brasil.

“Cego desde jovem e munido de sentidos extraordinários, Matt Murdock durante o dia é um advogado que luta contra a injustiça, e a noite é o super-herói Demolidor, que salva inocentes no bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York.”

Charlie Cox vive o advogado cedo Matt Murdock e seu alter-ego Demolidor. Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson), Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk/Rei do Crime), Scott Glenn (Stick) e Rosario Dawson completam o elenco.

Rosario Dawson tem retorno confirmado na 2ª temporada

A série faz parte de um quinteto de produções televisivas da parceria da Marvel com o Netflix, que se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada, que ainda incluem os heróis Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage, nesta ordem. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande time de personagens heróicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

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‘Capitão América – Guerra Civil’: Robet Downey Jr. visita a terra do Barão Zemo em vídeo

Em mais um vídeo sensacional que foge totalmente dos comerciais e clipes de ‘Capitão América – Guerra Civil‘, Robet Downey Jr. foi até a Alemanha, terra de Daniel Brühl, para entender melhor como que funciona a culinária local.

E claro que tudo não foi menos do que hilário.

Assim como o vídeo de Paris, este faz parte de uma campanha exclusiva que a Marvel está fazendo para o mercado europeu, região onde as películas da Marvel tendem a faturar menos que regiões como a Ásia, por exemplo.

 

Frank Grillo fala sobre seu retorno como Ossos Cruzados

Kevin Feige fala sobre como será a Guerra Civil nos cinemas

 

Marvel revela sua Fase 3 no cinema

Na minissérie ‘Guerra Civil‘, Homem de Ferro e Capitão América lideram lados opostos da guerra do governo norte-americano contra os super-heróis. Originalmente, o arco foi publicado pela Marvel entre 2006 e 2007, mas será relançado pela editora na metade do próximo ano.

‘Mulher-Maravilha’: Teaser-trailer deve ser lançado na Comic-Con

A Warner Bros. confirmou presença na Comic-Con San Diego, que acontece de 21 a 24 de julho. E o primeiro trailer de ‘Mulher-Maravilha‘ deve ser lançado por lá.

De acordo com o Hollywood Reporter, os astros Gal Gadot, Chris Pine e Connie Nielsen estão todos confirmados para participar do painel do filme no Hall H, juntamente com a diretora Patty Jenkins.

Além de ‘Mulher-Maravilha‘, o estúdio está preparando uma divulgação maciça de ‘Esquadrão Suicida‘ com todo o elenco presente.

Confira a sinopse divulgada pela manhã:

Mulher-Maravilha‘ chega aos cinemas de todo o mundo trazendo Gal Gadot como a personagem título, em uma aventura de ação épica da diretora Patty Jenkins. Antes de ser a Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada em uma ilha paradisíaca isolada, ela precisará enfrentar o mundo exterior quando um piloto americano cai em sua Terra e a avisa sobre o enorme conflito que poderá destruir a humanidade. Diana deixa sua casa, convencida de que ela pode parar a ameaça. Lutando ao lado de homem em uma guerra para acabar com todas as guerras, Diana vai descobrir seus plenos poderes… e seu verdadeiro destino.

 

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A estreia acontece em 2 de junho de 2017.

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Chris Pine (franquia Star Trek) será Steve Trevor.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

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A produção do filme ficará a cargo de Zack Snyder, Charles Roven e Deborah Snyder.

 

 

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 11: Ana Carolina Garcia

Como expressar nosso amor pelo cinema? Pensando em reunir diversos cinéfilos de todo o Brasil, essa humilde coluna vem para dividir com vocês fatos e dicas sobre como pensam inúmeros cinéfilos, que trabalham ou não com cinema.

Nossa décima primeira entrevistada é jornalista, autora do ótimo livro A Fantástica Fábrica de Filmes – Como Hollywood se Tornou a Capital Mundial do Cinema, da Editora Senac Rio, e atualmente escreve sobre cinema para o site SRzd. Ana Carolina Garcia é carioca e figura presente nas cabines de cinema que ocorrem na cidade sempre com sua simpatia e habilidade de argumentos falando sobre cinema.

 

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

Não há, da minha parte, preferência em termos de programação porque na maioria das vezes a oferta é a mesma, principalmente nas grandes redes. Mas há, sim, preferência em termos de conforto e tecnologia. Neste caso, fico com a IMAX, no UCI do New York City Center, na Barra da Tijuca.

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

Vou ao cinema desde muito pequena, então não lembro qual filme despertou interesse enquanto experiência cinematográfica.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Acho que posso relacionar esta resposta à anterior. Cresci assistindo E.T. – O Extraterrestre e Tubarão na Sessão da Tarde, na Rede Globo. E A Lista de Schindler demonstrou o quão rico é o leque de temas abordados pelo cinema, bem como a genialidade de um de seus realizadores, Steven Spielberg, que é o meu cineasta favorito.

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?

Tenho dois, na verdade: Cidade de Deus e Tropa de Elite, que fazem um retrato dolorido do Rio. Não consigo decidir entre eles pelo conteúdo e apuro técnico.

5) O que é ser cinéfilo para você?

É se permitir relaxar por algumas horas – exceto quando preciso analisar o filme para criticá-lo – e esquecer um pouco do estresse cotidiano.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Não. A maioria prioriza a questão comercial, algo até compreensível porque as salas precisam gerar lucro suficiente para que possam permanecer em funcionamento. O problema é que títulos independentes, menores, não têm espaço. Às vezes, nem mesmo em cinemas que tradicionalmente priorizam filmes pouco badalados comercialmente.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Não acredito nesta possibilidade porque as salas são, historicamente, espaços de socialização. Mas acho que, face à ameaça do streaming e do VOD, considerando a quebra da janela de exibição tradicional pela Universal Pictures em acordo com a AMC Theatres, nos Estados Unidos, as salas terão de se adaptar para atrair o público, inclusive investindo em conforto e tecnologia. Além disso, enfrentarão momentos de crise, principalmente no período pós-pandemia.

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo:

Expresso do Amanhã, do Bong Joon-ho. Protagonizado por Chris Evans, é um filme de arte travestido de blockbuster que trabalha com perspicácia os gêneros de ficção-científica, ação e drama, tecendo crítica ao abismo entre classes sociais distintas, representadas pelos vagões da locomotiva, que surgem como fases de videogame.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Não devem reabrir enquanto o risco de contágio for alto, principalmente se observarmos a dificuldade de parte da população em respeitar regras. Além disso, acho muito difícil, para não dizer impossível, as salas colocarem máscara como acessório de uso obrigatório por causa da bomboniere.

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Está melhorando a cada ano, basta observarmos a quantidade de cineastas que tem se arriscado fora da zona de conforto proporcionada pelas comédias de grande apelo comercial. Há, também, mais cuidado no que tange à técnica, preocupação em se equiparar às produções estrangeiras até para que possam participar de seleções de festivais e da temporada de premiações americana, que termina com o Oscar.

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Marco Ricca. É um profissional talentoso e versátil que explode em cena, tendo em sua filmografia dois trabalhos que considero os melhores de sua carreira: Chatô – O Rei do Brasil e Canastra Suja.

12) Defina cinema com uma frase.

Subestimado no passado, cinema é uma forma de arte em constante transformação e que reflete seu tempo, utilizando a seu favor o fato de ser um poderoso meio de comunicação de massa.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

Sessões de blockbusters estrelados por super-heróis sempre são barulhentas porque o público realmente interage com o que é mostrado na tela. Em Vingadores: Ultimato havia toda a comoção pelo encerramento de um ciclo no UCM, despedida de personagens amados pelos fãs e defendidos por atores igualmente amados. Na sequência da batalha final, que mostra a despedida de um deles, o silêncio tomou conta da sala em sinal de respeito e devoção. Este é um exemplo de como o cinema pode unir o público, independente da idade.

10 FILMES PERFEITOS pra zerar a preguiça do fim de semana!

O fim de semana chegou e agora só queremos pipoca, sofá – e filmes bons para conferir! Nesse momento de nossa semana, onde conseguimos relaxar, é aquela hora para atualizarmos sobre bons projetos que estão disponíveis pelos streamings. Pensando nisso, resolvemos criar um lista bem legal com algumas sugestões:

 

Os Belos Dias (Reserva Imovision)

Na história, acompanhamos a dentista Caroline (Fanny Ardant), que, ao aposentar, passa por um processo de mudança e busca por liberdade. Para quebrar sua rotina tediosa, ela se inscreve em um clube cheio de atividades. Assim, redescobre a vida, se sente mais jovem e se envolve com um homem mais novo – seu professor de informática – gerando uma série de acontecimentos culminando em um desfecho emocionante.

 

O Clube do Crime das Quintas-Feiras (Netflix)

Com atuações maravilhosas e um ritmo equilibrado, percorremos a história de um grupo de pessoas na melhor idade que vivem em um enorme lar e se reúnem para refletir sobre crimes. Até que, um dia, um assassinato acontece bem próximo a eles, levando-os a embarcar pelas verdades sobre o ocorrido.

 

O Vale do Amor (Reserva Imovision)

Valley of Love (no original), conta a história de um ex-casal francês que, de forma inesperada, volta a se encontrar após certo tempo, ao receber uma carta do filho falecido. Assim, entre as dores que jamais cicatrizam e sem a menor perspectiva de algum final feliz, a dupla embarca numa jornada melancólica.

 

Doce e Sangrento (Netflix)

Parthiban (Joseph Vijay) é um homem querido por todos, carinhoso, pai de família, dono de um café, que mora numa confortável casa desde que se mudou para uma cidade na Caxemira. Vivendo em paz seus dias, sempre está disposto a ajudar sua comunidade. Certo dia, após alguns criminosos entrarem em seu bar e tacarem o terror, o protagonista consegue combatê-los, virando logo uma celebridade local. Até que logo depois, a notícia chega até uma perigosa gangue que alega: Parthiban na verdade é um ex-membro deles. A partir daí, algumas verdades começam a aparecer.

 

As Quatro Filhas de Olfa (Filmelier Plus)

Ao longo de 107 minutos de projeção, vamos acompanhando recortes nas vidas de Olfa e suas filhas. Desde a infância, o crescimento das meninas, a vivência no período da conhecida Revolução de Jasmim até uma radicalização e sumiço de duas delas que acaba trazendo dor e sofrimento sem fim. Reviver tudo o que passaram se transporta para a tela, com encenações de momentos das duas filhas que ficaram e duas atrizes substituindo as que foram. Memórias se misturam com às incertezas que duram até os dias atuais.

 

O Congresso Futurista (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Escrito e dirigido pelo cineasta Ari Folman, O Congresso Futurista nos mostra a história de uma mulher, muito famosa no passado, que recebe uma inusitada proposta de um grande estúdio para ter sua imagem totalmente digitalizada, desencadeando uma série de conflitos a partir disso.

 

Camponeses (HBO MAX)

Jagna é uma jovem sonhadora e delicada que mora numa pequena aldeia dominada por homens gananciosos. Quando é seduzida por Antek, um homem casado, acaba tendo um casamento arranjado com o pai dele, Boryna, o mais rico homem da região. Levada por uma correnteza de incertezas, com a inveja dos outros integrantes do lugar dando início a fofocas cruéis, aos poucos vai entrando em rota de colisão com todos do lugar.

 

Sem Coração (Netflix)

Tamara (Maya de Vicq) é uma jovem alegre e repleta de amigos que vive seus últimos momentos numa cidade no litoral de Alagoas, onde nasceu e foi criada. Certo dia, ela escuta falar de uma outra jovem, conhecida como ‘sem coração’ (Eduarda Samara), uma menina solitária que ajuda o pai, pescador, nos trabalhos profissionais. Aos poucos, Tamara começa a desenvolver uma atração por essa jovem.

 

Que Mal Eu Fiz a Deus? (Prime Video)

Claude Verneuil (Christian Clavier) é um homem com uma vida boa que vive seu final de vida ao lado da esposa. A pacata vida deste orgulhoso cidadão francês é completamente abalada quando é apresentado aos pretendentes de suas filhas.

 

O Despertar de Motti (Netflix)

Na trama, conhecemos o tímido Motti Wolkenbruch (Joel Basman), um jovem exemplar que se dedica à faculdade de economia de tarde e pela manhã ajuda seu pai na contabilidade da empresa da família. Ele enfrenta o maior obstáculo da vida quando se apaixona por Laura (Noémie Schmidt). Motti, movido por esse sentimento tão grandioso que temos como o amor, quer navegar e ser comandante de seu próprio destino, nada arranjado.

 

 

Grandes Franquias do Cinema que Completam 20 Anos de sua Estreia em 2021

Todos conhecemos e amamos as grandes franquias do cinema. Seja Star Wars, 007, O Poderoso Chefão, De Volta para o Futuro ou até grandes títulos saídos dos quadrinhos como Batman, Superman e Homem-Aranha. No entanto, existem aquelas que são menos tradicionais, tendo iniciado seus trabalhos há menos tempo na escalada do sucesso. Mas isso não significa que sejam menos queridas. É até mais impressionante notarmos que, por exemplo, duas décadas são o suficiente para um filme criar um verdadeiro império bilionário do nada, gerando uma verdadeira legião de fãs. Muitas vezes com uma ideia inclusive bem simples.

Pensando em como algumas ideias se tornaram fontes extremamente lucrativas na sétima arte num período de duas décadas, trazemos para você nossa nova matéria. Aqui, iremos dar uma olhada em algumas produções que nasceram há exatos vinte anos, sejam elas ideias originais, animações, refilmagens ou baseadas em qualquer outra mídia fora do cinema, que viveram para se tornar produtos extremamente famosos e bem sucedidos transcendendo as telas dos cinemas. Muitas continuam dando frutos até hoje, sem data para terminar. Confira abaixo e comente.

Velozes e Furiosos

Quem diria que um filme sobre rachas de carros nas ruas de Los Angeles se tornaria uma das franquias mais ricas do cinema entretenimento atual – e a galinha dos ovos de ouro da Universal Pictures. A franquia lançou seu nono (isso mesmo!) filme este ano, que se tornou um dos grandes sucessos de 2021, como era esperado. Fora isso, Velozes e Furiosos tem também seu próprio derivado (Hobbs & Shaw, 2019) e pretende fazer mais filmes fora da cronologia oficial. Bem, podemos dizer que nem mesmo o astro e dono da franquia, Vin Diesel, imaginava o tamanho que os filmes ganhariam, já que sequer aceitou voltar na continuação + Velozes + Furiosos (2003). E pensar que quando tudo começou, há vinte anos, em 2001, o primeiro filme foi considerado um remake de Caçadores de Emoção (1991) trocando o surfe pelos carros.

Tomb Raider

Uma das franquias de game mais bem sucedidas e querida pelos fãs, a aventureira Lara Croft fez sua transição para carne e osso nas telonas nas formas de ninguém menos do que uma Oscarizada Angelina Jolie (então recém-saída da vitória nos prêmios da Academia). Assim, com uma jovem estrela em ascensão o céu era o limite para esta versão feminina das aventuras de matinê estilo Indiana Jones. Após um início empolgante, mas não fenomenal, há vinte anos, a continuação A Origem da Vida (2003) colocou tudo a perder com um episódio, digamos, enfadonho. Assim, a franquia precisou ter um reboot, saindo das mãos da Paramount para a Warner, e das formas de Jolie para a mignon Alicia Vikander (em 2018). Agora, uma sequência para o filme com a nova intérprete é anunciada.

Legalmente Loira

Quando estrelou essa comédia querida, sobre uma “patricinha” decidindo estudar direito e se tornar uma advogada, Reese Witherspoon já havia entregue bons trabalhos no cinema – vide A Vida em Preto e Branco, Segundas Intenções e Eleição. Com o primeiro Legalmente Loira, lançado há vinte anos, ela mostrava que era capaz de uma boa bilheteria carregando um filme apenas com seu nome. Depois de sofrer com a “maldição” da sequência que põe tudo a perder (também de 2003), a franquia em potencial foi interrompida. Nesse tempo, uma representação musical do primeiro foi lançado em 2007, e uma terceira parte (intitulada Legalmente Loiras – com as primas gêmeas da protagonista) chegava direto em vídeo em 2009. Após reinventar sua carreira na TV com grandes séries (Big Little Lies, Pequenos Incêndios por Toda Parte e The Morning Show), Whiterspoon voltou a brilhar e topou a brincadeira de viver a personagem loira que só se veste de rosa uma terceira vez, num filme prometido para 2022. Aguardemos.

Olhos Famintos

Terror cult que ganhou uma legião de fãs (principalmente os mais jovens que cresceram com o longa original há 20 anos), o filme fala sobre um casal de irmãos vivendo um pesadelo pelas estradas ao cruzarem o caminho com um maníaco num caminhão que se revela uma criatura ancestral e não humana. O longa original é produzido por Francis Ford Coppola, assim como a continuação bem inferior (também lançada… adivinhe… em 2003). Mas polêmicas com o diretor Victor Salva, condenado por pedofilia, atrasaram bastante a produção do terceiro – que caiu rapidamente no ostracismo, após ter sido lançado em 2017. Agora, a opção é pelo reboot da franquia, que ganhará seu mais novo exemplar este ano.

O Senhor dos Anéis

Por anos a trilogia literária do autor J.R.R. Tolkien foi tida como “inadaptável” ao cinema, sendo o máximo que haviam chegado perto uma animação em 1978. Isso é, até a chegada em cena de um diretor chamado Peter Jackson há vinte anos. Em uma aposta arriscadíssima da New Line Cinema, os três filmes milionários foram gravados de uma tacada só para serem lançados por três anos consecutivos. Ambicioso no mínimo, mas se o primeiro não desse certo… Não só deu como se tornou uma das maiores bilheterias do cinema, aumentando a cada novo exemplar da trilogia até 2003, quando ela aparentemente se encerrou. Mas nunca diga nunca, pois o mesmo Jackson tirou da cartola ainda uma nova trilogia, desta vez do Hobbit, dez anos depois. Mais dez anos depois e agora uma série de TV em live-action vai sair do forno trazida pelo Amazon Studios direto na plataforma da Prime Video em 2022.

Harry Potter

Não tem jeito, O Senhor dos Anéis e Harry Potter foram os dois grandes fenômenos do cinema de vinte anos atrás. Não teve para ninguém. Embora as apostas fossem outras (Jurassic Park 3, Planeta dos Macacos de Tim Burton e O Retorno da Múmia), quem emplacou de verdade foram os dois longas citados (e bota longas nisso) que trouxeram de volta em grande estilo o gênero da magia e fantasia para o cinema. Harry Potter também era baseado numa série de livros, mas esta moderna e ainda sequer terminada quando estreou o primeiro longa. Os filmes seguiram de perto os sete livros e foram além, descolando mais um de brinde (ao dividir o último em dois). Fora isso, como todo dinheiro do mundo é pouco, a Warner segue tirando leite da franquia, com uma franquia derivada: Animais Fantásticos, que traz seu terceiro filme para o Rio de Janeiro em 2022.

Shrek

Adentrando o terreno das animações, Shrek foi uma grande aposta da Dreamworks Animation que derrotou a toda poderosa Disney no Oscar daquele ano. A ideia se tornou um sucesso gigantesco ao subverter os clássicos contos de fadas, brincando muito com os clichês do gênero, como por exemplo o herói da história ser um ogro e não um príncipe, e a princesa presa na torre não ser exatamente o que esperamos dela. Com muita acidez, Shrek se tornou figurinha carimbada da cultura pop há vinte anos já. Ao contrário de alguns itens acima, Shrek ganhou uma continuação em 2004 que a maioria considera ainda melhor que o seu original. O que rapidamente deu sinal verde para o terceiro, em 2007. O resultado deste já não agradou tanto, e assim a empolgação pelo quarto e último longa da franquia (2010) não foi das maiores.  Há alguns anos um reboot da franquia vem sendo anunciado e em breve deverá ganhar forma.

Monstros S.A.

Monstros S.A. foi lançado há vinte anos e pode se gabar de ser uma das primeiras animações da Disney com a técnica de efeitos 3D computadorizados – depois de Toy Story, Vida de Inseto, Toy Story 2 e Dinossauro. Apesar de não ter levado o Oscar na categoria daquele ano, perdendo para Shrek, Monstros se tornou um grande sucesso igualmente. Assim, os fãs pediam ansiosos por uma continuação trazendo seus queridos personagens do mundo dos monstros. E essa sequência só seria lançada mais de dez anos depois com Universidade Monstros (2013), uma pré-sequência com os protagonistas ainda jovens e estudantes. Mas não parou por aí, já que este ano foi lançada direto no Disney +, Monstros no Trabalho, uma série em dez episódios que, essa sim, continua diretamente a história do original de vinte anos atrás.

Como Cães e Gatos

Ainda seguindo no terreno infantil, a Warner apostou nesta história inofensiva sobre a eterna rivalidade entre cães e gatos, tratada como filme de espionagem. Por mais rasa que seja a ideia, o estúdio apostou na narrativa outras duas vezes (2010 e 2020) após sua estreia há vinte anos – o terceiro filme parecendo uma produção bem pobre e de baixo orçamento.

Pequenos Espiões

Robert Rodriguez começou sua carreira com filmes violentos e sangrentos de ação e terror. Mas quando se tornou pai decidiu arriscar também no comando de produções infantis. Essa foi a primeira, que além de outras coisas testava a tecnologia de efeitos especiais de seu próprio estúdio – onde o céu era o limite para o que acontecia nas telas. Foi graças a Pequenos Espiões que filmes como As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl (2005) e A Pedra Mágica (2009) puderam ser lançados. Ou talvez seja melhor dizer que a culpa foi dele. Seja como for, Pequenos Espiões estreou há vinte anos e gerou nada menos que três continuações – com a última completando dez anos em 2021.

Onze Homens e um Segredo

Tudo bem que a ideia original nasceu lá em 1960, num filme protagonizado por Frank Sinatra e seu grupo de amigos conhecidos como Rat Pack. O legal do conceito de refilmagem é justamente apresentar ao público uma história bem antiga, com décadas de diferença, atualizando-a para os novos tempos. Foi o que a Warner decidiu fazer ao olhar em seu cofre e reimaginar o clássico filme de assalto com George Clooney, Brad Pitt e uma verdadeira constelação de astros. E foi esse remake que gerou duas continuações diretas graças ao enorme sucesso em seu lançamento há vinte anos. As continuações saíram em 2004 e 2007, e em 2018 um derivado protagonizado somente por mulheres e encabeçado por Sandra Bullock e Cate Blanchett olhou a trama sob um novo aspecto feminino.

Bridget Jones

Antes da franquia Onze Homens e um Segredo ser transformada em feminina, existiu outra que já nasceu como representando do mais puro girl power. É seguro dizer que O Diário de Bridget Jones, lançado há vinte anos, transformou a atriz Renée Zellwegger em uma estrela, de quebra garantindo-lhe sua primeira indicação ao Oscar. O papel foi um divisor de águas em sua carreira, e para vive-lo a atriz precisou se passar por britânica e engordar muitos quilos. Na continuação, No Limite da Razão (2004), ela seguiu na mesma linha, mas no terceiro (2016), já com uma idade um pouco mais avançada, ela fez magrinha mesmo (já que seria um pouco mais arriscado tentar o efeito sanfona de sempre).

Mais Um Verão Americano

Esse pode ser um item de bônus na lista, já que se trata de uma comédia cult e pouco conhecida. Mesmo assim, a grande brincadeira foi responsável por revelar muitos nomes hoje conhecidos no cinema, assim como tirar tantos outros do ostracismo. Temos por exemplo gente como Paul Rudd, Elizabeth Banks, Amy Poehler e Bradley Cooper no elenco. A forma como essa comédia continuou foi, não no cinema, mas sim numa série da Netflix em 8 episódios lançada em 2015. Depois disso, dois anos depois, a história continuava numa minissérie na mesma plataforma em mais 8 episódios.

UAU! ‘Um Lugar Silencioso’ arrecada mais de US$ 50 milhões em sua final de semana de estreia

Sucesso absoluto! O terror ‘Um Lugar Silencioso‘ conseguiu surpreender com uma estreia muito acima do que apontavam as projeções. Em seu primeiro final de semana, estimativas apontam que o filme arrecadou chocantes US$ 50.4 milhões, mais do que o dobro do que o estúdio estava esperando (algo em torno de US$ 20 milhões).

Internacionalmente, o filme conseguiu US$ 21 milhões, somando uma bilheteria total de US$ 71 milhões em seu primeiro final de semana.

Com um orçamento de apenas US$ 17 milhões, o terror já pode ser considerado um dos grandes sucessos do ano.

Confira o TOP 10:

1 – Um Lugar Silencioso – US$ 50 milhões
2 – Jogador Nº1 – US$ 25 milhões
3 – Não Vai Dar – US$ 21,4 milhões
4 – Pantera Negra – US$ 8,4 milhões
5 – Eu Só Posso Imaginar – US$ 8,3 milhões
6 – Tyler Perry’s Acrimony – US$ 8 milhões
7 – Chappaquiddick – US$ 6,2 milhões
8 – Gnomeu E Julieta – O Mistério Do Jardim – US$ 5,6 milhões
9 – Círculo De Fogo – A Revolta – US$ 4,9 milhões
10 – Ilha Dos CCachorros – US$ 4,6 milhões

‘Russian Sleep Experiment’: Lenda urbana russa ASSUSTADORA virará filme de terror; Saiba mais!

De acordo com o Bloody Disgusting, um filme baseado na assustadora creepypasta ‘Russian Sleep Experiment‘ está sendo desenvolvido.

A trama gira em torno de pesquisas experimentais dos soviéticos na década de 40, em que cinco pessoas foram mantidas acordadas por 15 dias consecutivos.

A direção fica por conta de Barry Andersson.

Os atores Eva De DominiciRafal Zawierucha e Evgeny Krutov interpretarão os responsáveis pelos experimentos. Já Chris KattanCharles HubbellPaul Cram e Michael Villar serão as cobaias.

As filmagens já começaram e o possível lançamento deve ocorrer em 2019.

‘Histórias Assustadoras’: Confira como foram criados os efeitos práticos do terror!

O terror ‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro‘ ganhou um novo vídeo dos bastidores, revelando o processo de criação dos efeitos práticos da produção.

Confira, com o trailer legendado:

Dirigido por André Øvredal (‘A Autópsia‘), o filme é baseado em um livro de contos publicado em 1981.

A trama segue um grupo de adolescentes que precisa resolver o mistério por trás das repentinas e macabras mortes que estão acontecendo em sua pequena cidade.

O elenco inclui Zoe Colletti, Michael Garza, Gabriel Rush, Austin Abrams, Dean Norris, Gil Bellows, Lorraine Toussaint, Austin Zajur Natalie Ganzhorn.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Jogo inspirado no terror ‘A Bruxa de Blair’ ganha teaser; Assista!

O jogo de terror ‘The House In The Woods‘, inspirado no clássico ‘A Bruxa de Blair‘, ganhou o primeiro teaser.

Confira:

A trama do jogo é simples: Em uma viagem de acampamento, seus amigos desapareceram no meio da noite. Enquanto você se afasta do acampamento para investigar, você logo percebe que também está perdido.

Vale ressaltar que o projeto ainda está em desenvolvimento, mas uma demo do jogo pode ser baixada no itch.io page.

‘The Equalizer’: Queen Latifah quebra tudo no novo trailer da série baseada em ‘O Protetor’; Assista!

CBS divulgou o novo trailer de ‘The Equalizer‘, série baseada em ‘O Protetor‘ e estrelada por Queen Latifah.

Confira:

A produção irá estrear no dia 7 de fevereiro.

Na nova versão, Latifah dá vida a Robyn McCall, uma figura enigmática que usa suas habilidades para ajudar aqueles que não têm mais a quem recorrer.

Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira também estrelam a produção.

A série original de O Protetor foi exibida entre 1985 e 1989, rendendo dois longas-metragens estrelados por Denzel Washington, os quais arrecadaram mais de US$400 milhões nas bilheterias.

Andrew MarloweTerri Miller entram como showrunners, roteiristas e produtores do reboot. Latifah também entra como produtora executiva.

‘The Good Doctor’: Shaun enfrenta novos desafios no trailer COMPLETO da 5ª temporada; Confira!

A ABC divulgou o trailer completo da 5ª temporada de ‘The Good Doctor‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 27 de setembro.

THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)
THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)
THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)
THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)
THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)

Vale lembrar que Antonia Thomas, que interpretava a Dra. Claire Browne, não retornará para a próxima temporada. Em contrapartida, Osvaldo Benavides, intérprete do Dr. Mateo Rendón Osma, foi promovido ao elenco regular do quinto ano.

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

The Good Doctor‘ já está renovada para a 5ª temporada.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

Novo terror sobre ‘Drácula’ será lançado em 2023; Confira a data!

O terror ‘The Last Voyage of the Demeter‘, que terá o lendário Drácula como antagonista, finalmente ganhou data de lançamento.

O longa está programado para estrear no dia 11 de agosto de 2023.

Anteriormente, as primeiras cenas da produção foram exibidas no CinemaCon. Os críticos parecem ter gostado do material, declarando que as cenas são assustadoras.

Confira as reações:

“Não gostei muito de ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro’, mas ‘The Last Voyage of Demeter’ parece bem melhor. As cenas mostradas no CinemaCon são promissoras.”

“‘The Last Voyage of the Demeter’ parece assustador! Como se o mar revolto não fosse sinistro o suficiente…”

“Uma nova versão de ‘Drácula’ foi mostrada. Parece bem legal. A história se passa no mar.”

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘, será responsável pela direção.

Javier Botet (‘REC’) interpretará o icônico vilão Drácula. O elenco ainda contará com David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Liam Cunningham (‘Game of Thrones’), Aisling Franciosi (‘The Nightingale’) e Corey Hawkins (‘The Walking Dead’).

A versão mais recente do roteiro foi escrita por Zak Olkewicz (‘Bullet Train‘).

Demeter é o nome do navio que transportava o Drácula da Transilvânia para Londres no livro de Bram Stoker.

O roteiro originalmente foi escrito em 2002, por Bragi Schut (‘Caça às Bruxas‘), e já está sendo desenvolvido há anos – com o envolvimento de diversos diretores com o passar do tempo.

A trama gira em torno da viagem do navio que está transportando o Drácula, na qual a tripulação começa a ser brutalmente assassinada.

A Amblin Partners está desenvolvendo a produção.