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Millie Bobby Brown vestida de NOIVA em foto de ‘Enola Holmes 3’, que já tem data de estreia

Netflix divulgou novas fotos da sequência ‘Enola Holmes 3’, trazendo Millie Bobby Brown de volta como a persongem titular e Louis Partridge reprisando seu papel como o Lorde Tewkesbury.

O filme estreia no streaming dia 1º de Julho.

Confira:

Enquanto os dois primeiros filmes focaram em Enola buscando sua mãe e resolvendo seu primeiro caso oficial na Inglaterra vitoriana, o terceiro filme a levará para o exterior.

A nova aventura será na ilha-nação de Malta, descrita como um “verdadeiro ninho de víboras” e um cenário perigoso como nada que a jovem detetive já tenha enfrentado.

Em paralelo aos novos desafios, Enola precisará equilibrar sua vida pessoal e profissional em meio a esse cenário. Seu relacionamento com o Tewkesbury avançará significativamente.

Philip Barantini (‘O Chef’) será responsável pela direção.

O elenco ainda contará com Himesh Patel, Henry Cavill, Helena Bonham Carter e Sharon Duncan-Brewster.

Inspirados nos livros escritos por Nancy Springer, os filmes de Enola Holmes mostram a irmã mais nova de Sherlock trilhando sua própria carreira como detetive.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

Riocorrente

Você já viu um filme feito para não ser entendido? Chegou aos cinemas brasileiros nesta última semana o esquisito longa-metragem de Paulo Sacramento, RioCorrente. Mostrando o cotidiano de três personagens peculiares cada qual no seu qual, o filme persegue a curiosidade do espectador a todo instante criando arcos dramáticos sem desenvolvimento no seu ponto de intercessão. O público se pergunta a toda hora o porquê de não entender absolutamente nada do que o filme quer dizer.

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Na trama, uma das mais loucas dos últimos anos quando falamos de cinema nacional, conta a história de um homem desiludido e ex-ladrão de carros chamado Carlos (Lee Taylor), um jornalista de prestígio chamado Marcelo (Roberto Audio) e uma mulher chamada Renata (Simone Iliescu) que se relaciona ao mesmo tempo com esses dois personagens citados. Ao longo dos dias, o descontrole dos três vai chegando ao limite e o destino deles acaba se aproximando mais ainda.

O projeto tem a ambição de ser incompreendido. Possui traços de críticas sociais profundas mas muito mal elaboradas. A montagem e a edição deste filme parecem ter sido feita às pressas, deixando a desejar no desenvolvimento de suas personagens. Renata, por exemplo, o elo de intercessão entre todos na história, não tem sua verdade descascada para o espectador tornando o longa-metragem uma experiência chata e maçante.

Riocorrente

Cinema experimental? Uma viagem absurda ao incompreensível? RioCorrente, por sua sinopse, possuía elementos que poderiam gerar um filme bom mas tudo isso vira de ponta cabeça bem antes do meio da história. É o tipo de filme que assusta o público. Com tantos títulos brasileiros ótimos recentemente lançados no cinema (como: Gata Velha Ainda Mia e O Lobo Atrás da Porta), esse trabalho de Paulo Sacramento chega como uma ducha fria. Tentar ser David Lynch (o rei do incompreensível genial) não é o caminho.

10 FILMES DILACERANTES que nos fazem pensar sobre a vida!

Com tantas histórias repletas de obstáculos que acompanhamos na nossa realidade, quando assistimos a um filme profundo que nos mostra algumas dessas verdades o impacto é grande! Para você que curte boas reflexões sobre a existência, separamos abaixo 10 filmaços pra você conferir:

 

Manchester à Beira-Mar

Na trama, conhecemos Lee Chandler (Casey Affleck) um homem solitário que vive em um minúsculo quarto na cidade de Boston e sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios próximos a onde mora. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão Joe (Kyle Chandler) acabara de falecera. Imediatamente, Lee precisa voltar a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

 

Manas

Na trama conhecemos Tiele (Jamilli Correa), que vive com sua família em uma região na Ilha de Marajó, no Pará. Cheia de sonhos logo entra em um pesadelo, começando por perguntas em respostas no sumiço da irmã. Quando se vê perdida e completamente atingida pela violência que chega aos seus olhos de forma cruel, persegue o socorro por um caminho solitário até as últimas consequências.

 

Memórias de um Esclerosado

Na trama, conhecemos o cartunista Rafael Côrreas, que 14 anos atrás, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. Com o avanço da doença, resolve ir atrás de um registro sobre momentos importantes de sua vida, até mesmo personificações importantes do abstrato mundo das emoções, que traçam paralelos com o mix de sentimentos que entra em ebulição de forma dilacerante em uma enorme inquietante e produtiva conversa com o espectador.

 

Aftersun

Na trama, conhecemos Sophie (Frankie Corio), uma jovem bastante esperta, curiosa, de recém completos 11 anos, que vai passar férias com o pai Calum (Paul Mescal), que é separado da mãe, na Turquia. Desde a chegada ao local, Sophie registra tudo com uma câmera, as alegrias, as discussões, as dúvidas, as descobertas, os marcantes momentos daquele curto período. Percebemos logo que são lembranças, memórias, com uma carga alta de sentimentos vindos de vários lados.

 

Carvão

Na trama, exibida nos importantes Festivais de Toronto e San Sebastian, conhecemos Irene (Maeve Jinkings), uma mulher que vive com o marido (Rômulo Braga), o filho Jean (Jean de Almeida Costa) e o pai (esse já em estado bastante debilitado) em uma cidade isolada dos grandes centros, no interior do Brasil. A família vive uma vida simples onde a falta de dinheiro é algo frequente. Certo dia, uma mulher aparece com uma proposta inusitada, que consiste na família hospedar um misterioso visitante internacional chamado Miguel (César Bordón), em troca de uma boa quantia de dinheiro. Eles topam. Assim, se seguem dias de muitos conflitos, onde vamos entendendo melhor cada um desses personagens.

 

O Reformatório Nickel

Ambientado em partes na década de 1960, acompanhamos Elwood (Ethan Herisse) um jovem, cheio de sonhos, que um dia após pegar uma carona acaba sendo enviado injustamente para um reformatório conhecido pelo tratamento abusivo. Nesse lugar, vive experiências marcantes numa época de separação racial e enorme preconceito, encontrando na amizade do colega Turner (Brandon Wilson) uma força para passar pelos obstáculos que o destino colocou em sua frente.

 

Living

Na trama, conhecemos o Sr.Williams (Bill Nighy), um homem que trabalha quase toda vida no funcionalismo público, mais precisamente no departamento de obras públicas. Esse homem de fala mansa, pacato, parece ter um cotidiano robótico, monótono, com as responsabilidades bem demarcadas e um relacionamento distante com os filhos. No dia em que recebe a notícia de que está com uma doença terminal e tem poucos meses de vida, praticamente vê o filme de sua vida passar pelas suas memórias e nos dias seguintes vai buscar novos caminhos para sua estrada, se envolvendo em novas relações interpessoais e experiências, mesmo com o pouco tempo de vida que ainda tem.

 

Você não Estava Aqui

Na trama, somos jogados para a realidade de uma família de classe média baixa britânica, onde o pai Ricky (Kris Hitchen), um torcedor entusiasmado do Manchester United, resolve investir em uma van de entregas para tentar mudar um pouco da realidade apertada financeira de sua família. A questão é que a partir desse ponto, acaba influenciando a todos em sua volta, sua esposa Abbie (Debbie Honeywood em uma atuação primorosa) é uma cuidadora que após vender seu carro para o investimento na van de Ricky vê sua agenda e rotina mudarem ocasionando em uma escassez maior ainda de uma coisa valorosa: o tempo. Assim, os dois filhos do casal também passam por transformações e a todo instante perguntamos, será que Ricky fez o certo em tentar dar um passo além do que já tinha? As certezas dessa resposta nos chegam forte quando entendemos melhor a empresa que fornece os conteúdos de entrega ao protagonista.

 

Canastra Suja

Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) são casados e são pais de três filhos: Emília (Bianca Bin), Ritinha (Cacá Ottoni) e Pedro (Pedro Nercessian). Eles levam uma vida de aparências, regados de problemas do cotidiano, muito por conta do fato de Batista ser um alcoólatra. Sem confiança de ninguém de sua família, o pai desconta toda sua raiva e frustrações da vida bebendo e no relacionamento repleto de dificuldades com o filho. Alguns acontecimentos surpreendentes vão contornar essa história.

 

O Caderno de Tomy

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

 

 

 

 

 

Tim Burton faz 62 Anos | Elegemos os 18 Melhores Filmes do Diretor

Conhecido por seu estilo visual único, o diretor Tim Burton completa 62 aninhos hoje, dia 25 de Agosto de 2020. Sua carreira já dura 49 anos e 35 como diretor de longas para o cinema.

Burton é alvo de adoração de diferentes gerações. Seja quem cresceu com seus filmes do final da década de 1980 e início de 1990 – seus primórdios – ou os que o conheceram na década passada, o cineasta segue escrevendo seu nome na história da sétima arte, encantando pessoas de todas as idades.

O cinema de Burton sempre teve grande apelo visual, e o uso de efeitos sempre se mostrou presente – ele somente foi atualizado em seus últimos trabalhos. O visual sombrio e gótico de tempos em tempos também volta a marcar presença. Fora isso, a carreira do diretor completa um ciclo, já que começou na Disney como animador e depois de anos, já estabelecido e cultuado, marcou presença no comando de Alice no País das Maravilhas (2010) – um dos maiores sucessos financeiros de sua carreira.

Como forma de homenagem para este grande nome do cinema de Hollywood, o CinePOP criou uma lista com todos os 18 filmes em longa-metragem para o cinema assinados por Tim Burton na direção, ranqueados do pior ao melhor. Esta lista tem como base o grande público votante do maior banco de dados de cinema na internet, o IMDB. Ou seja, esta não é uma lista que reflete nossa opinião ou a opinião dos críticos, mas sim a do público, ou seja, vocês. Vem conhecer.

18 | Planeta dos Macacos (2001)

Em 2001, o diretor Tim Burton já era um grande nome quando decidiu arriscar em um de seus projetos mais ambiciosos: a reimaginação do clássico absoluto da ficção científica O Planeta dos Macacos (1968). O longa de Burton gerou grande hype na época, ao ponto de se tornar o filme mais esperado de seu respectivo ano no cinema, dentro todos os lançamentos de blockbusters. E não era para menos.

Foi aqui também que o diretor viria a conhecer a atriz Helena Bonham Carter, que se tornou sua companheira por 13 anos, mãe de seus dois filhos. Planeta dos Macacos, de certa forma, é uma das obras mais diferentes na filmografia do diretor, não sendo facilmente reconhecível como um trabalho seu. Parte disso se deve pela escolha do maquiador Rick Baker em bater o pé e não transformar as criaturas humanoides em parte do acervo das criaturas caricaturais de Burton, como confessa em entrevistas.

17 | Sombras da Noite (2012)

Projeto de estimação do ator Johnny Depp, esta adaptação de um seriado novelesco da década de 1960 ficou em desenvolvimento por anos. Depp, um fã declarado do programa na infância, foi contatado pela Warner quando o estúdio adquiriu os direitos para uma produção cinematográfica. O ator então levou o projeto para seu amigo de longa data, o diretor Tim Burton, não imaginando outra pessoa para dar forma a seu sonho nas telonas.

Respeitoso com o material original, Sombras da Noite pode ser considerado uma versão moderna de A Família Addams (1991) e conta uma história sobre uma disfuncional família vivendo na década de 1970, da qual um dos membros é um vampiro. Parte do  elenco renomado da obra, Michelle Pfeiffer desejava trabalhar novamente com o cineasta desde 1992, e quando soube que a Warner estava planejando um longa baseado na série, da qual igualmente era fã, entrou em contato para um possível papel. E assim nasceu a segunda parceria entre a atris e o diretor.

16 | Marte Ataca! (1996)

Um dos filmes mais incompreendidos do diretor, Marte Ataca! foi muito confundido com a versão cômica de Independence Day, que havia explodido nos cinemas no mesmo ano, meses antes. De certa forma, é até compreensível, já que o filme de Burton era o segundo sobre uma invasão alienígena em larga escala em pouco tempo naquela época. As propostas, no entanto, não poderiam ser mais distintas.

Embora muitos não saibam até hoje, Marte Ataca! é baseado numa série de cards e figurinhas antigas, da década de 1950, das quais Burton era fã e colecionava. As criaturas retratadas são iguaizinhas, e a ideia do diretor foi transformar aquelas imagens em um longa-metragem. Para isso, recrutou o que é provavelmente o maior elenco renomado de um filme seu. O monstro sagrado Jack Nicholson, por exemplo, não hesitou sobre a possibilidade de trabalhar novamente com o cineasta e pegou logo dois papeis no filme. Infelizmente, o resultado passou longe do almejado, embora atualmente a obra tenha atingido o status de cult. O consagrado crítico Roger Ebert talvez tenha pego pesado demais em sua definição, ao afirmar que: “Burton havia feito a biografia de Ed Wood em seu filme anterior e agora, no seguinte, estava encarnando o próprio Wood”. Maldade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Certas coisas nem sempre caminham juntas. Alice é a maior bilheteria da carreira de Tim Burton. Junto ao grande público e críticos, no entanto, se mostra um de seus filmes menos satisfatórios. Esta pode ser considerada uma das primeiras investidas da Disney em uma adaptação em live action (e muito CGI) de suas animações clássicas. Muitos anos depois e Burton voltaria à proposta, com a versão de Dumbo a ser lançada ano que vem.

Ao contrário de obras recentes no estilo, vide Cinderela (2015), Mogli (2016) e A Bela e a Fera (2017), Alice no País das Maravilhas não é uma reedição quase frame a frame da obra de 1951. O filme de Burton funciona como uma espécie de sequência para a animação, mostrando a protagonista Alice (Mia Wasikowska) já mais velha, com casamento arranjado, fugindo desta realidade indesejada e retornando para o País das Maravilhas para novas aventuras. Este molde de subversão foi repetido em Malévola (2014), reimaginação de A Bela Adormecida, contada através da vilã da trama, a bruxa que dá título ao longa.

14 | O Lar das Crianças Peculiares (2016)

Raramente os filmes de Tim Burton são ideias originais. Em sua maioria, se tratam de adaptações, reimaginações, biografias ou desenvolvimento de obras prévias. Aqui, o diretor resolve levar para as telonas o livro de Ramson Riggs, que funciona quase como a premissa dos X-Men para um público ainda mais infantil. A ideia aqui é uma escola para crianças “diferentes”, com dons sobrenaturais. No lugar do Professor X, entra a personagem de Eva Green, se reunindo com o diretor após Sombras da Noite (2012).

Por sua vez, o livro de Riggs usou como base não o universo mutante da Marvel, apesar das coincidências, mas sim uma série de fotografias antigas, vendidas em feiras, que exibiam figuras consideradas “aberrações”. O tema, recorrente nos filmes de Burton, é a aceitação do diferente e dos marginalizados. E que o mais importante é o que não podemos ver, o interior.

13 | A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Depois de ter reimaginado o clássico Planeta dos Macacos – utilizando um estilo que não casava tanto com o tipo de filme que estava acostumado a dirigir – Burton era a escolha perfeita para dar nova roupagem a outro clássico imortal, este do cinema infantil. A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971) é um musical icônico do cinema, recomendado para toda a família, que conta com o desempenho de Gene Wilder, eterno no papel do titereiro de crianças Willy Wonka.

Baseado no livro de Roald Dahl, a versão de Burton não é sombria como muitos imaginavam, inclusive se mostrando mais voltada para as crianças do que o filme original. Johnny Depp, parceiro recorrente do diretor, foi a aposta para o novo chocolateiro Willy Wonka. O ator, que adora se transformar nos filmes do amigo, escolhe uma estranha (mas não no bom sentido) abordagem para o papel, se tornando mais creepy do que o personagem pedia. Na época, muitos o compararam com o ícone Michael Jackson, inclusive em sua androgenia.

12 | As Grandes Aventuras de Pee-wee (1985)

Primeiro longa-metragem dirigido por Tim Burton, que havia feito carreira como animador da Disney e comandado inúmeros curtas, alguns dos quais inclusive transformou em longas anos depois. Era uma transição natural para a especialidade do cineasta que seu primeiro filme fosse uma obra repleta de fantasia e surrealismo. Pee-wee Herman, personagem imortalizado por Paul Reubens, saído de especiais de comédia e que depois ganharia um programa infantil, caiu como uma luva para o tipo de cinema que Burton viria a ficar conhecido.

O filme serviu como primeiro passo para todos os elementos com os quais o diretor viria a construir sua carreira e podemos inclusive notar o estilo de certas cenas neste primeiro trabalho, as quais Burton viria a desenvolver melhor em seus próximos projetos.

11 | Grandes Olhos (2014)

Na lista até o momento já tivemos refilmagens, reimaginações, adaptações de livros e seriados antigos, e até mesmo de figurinhas. Agora, chega a primeira biografia. Aqui, o foco é a pintora Margaret Keane e seus quadros retratando figuras femininas de grandes olhos. Suas imagens se tornaram um sucesso fenomenal na década de 1950, quando todos ainda acreditavam que o autor era seu marido, que se autopromovia de tal forma.

Um dos temas do longa é a independência feminina. A mulher calada que finalmente encontra sua voz e tem a liberdade para gritar contra o abuso do homem. Na história, acreditando que quadros criados por mulheres não venderiam, Walter Keane constrói um império baseado em fraude artística, assumindo a autoria das pinturas de sua mulher. Este é um dos filmes mais sérios e adultos de Burton, os quais ele entrega de tempos em tempos. Aqui, os renomados Amy Adams e Christoph Waltz dão credibilidade a este material, que foi mirado à época de prêmios e indicado ao Globo de Ouro.

 

10 | Frankenweenie (2012)

Tim Burton também dirige animações, já que tal gênero de cinema tem tudo a ver com ele e foi onde iniciou sua carreira. Antes de assumir o comando completo de tais produções, ele produziu obras como O Estranho Mundo de Jack (1993), por exemplo. Frankeweenie é um dos filmes que mais representam o resumo do universo Burton raiz que aprendemos a amar, e que se encontra meio escondido em seus últimos trabalhos.

Frankenweenie é também a adaptação de um curta do próprio diretor, de 1984, com atores reais. Burton resolve levar a história para as telonas, utilizando o tipo de animação que mais defende e que infelizmente se encontra quase extinta: o stop-motion. A ideia aqui é parodiar o clássico do horror Frankenstein (1931), usando um cachorro como o morto-vivo trazido de volta por seu dono. A animação dá o passo além e brinca muito referenciando o cinema do gênero.

 

09 | Peixe Grande (2003)

Peixe Grande é um dos filmes sérios do cineasta, que foge, mesmo que levemente, do padrão de seus filmes mais conhecidos e mais associados a sua figura.

Um ótimo exemplar para o dia dos pais, um dos temas levantados por esta obra baseada no livro de Daniel Wallace é o relacionamento entre pai e filho. Como dito, embora seja um longa com questões mais sérias, Burton não esquece o lado fantasia, trazido na trama pelas histórias inacreditáveis do personagem principal, as famosas “histórias de pescador”. São em tais trechos que Burton pode deixar sua imaginação fértil correr solta, quando elementos como Gigantes, bruxas e lobisomens adentram a narrativa, mesmo que de mentirinha.

 

08 | A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999)

Outro filme que representa bem a estética do cinema Tim Burton raiz: pálido, gótico e dono de laços com o terror. Nesta reimaginação do clássico conto ‘The Legend of Sleepy Hollow’, de Washington Irving, inúmeras vezes adaptado, inclusive na forma de animação, Burton se sente em casa em uma história que parece ter sido criada para ele dirigir.

Em uma cidadezinha do interior, chamada Sleepy Hollow, uma maldição parece em andamento. Diversos moradores são encontrados mortos, com a cabeça decapitada. Os crimes são creditados a uma folclórica figura, o cavaleiro sem cabeça, que segundo diz a lenda se trata de um guerreiro amaldiçoado retornando do inferno. Um detetive cético, guiado meramente pela ciência e sem qualquer crendice no fantástico, é enviado de Nova York para investigar as ocorrências. Johnny Depp realiza aqui sua terceira parceria com o diretor, até então, e vive o protagonista. É dito que Depp queria fazer uso de uma maquiagem mais extensa para se esconder na pele do personagem, vontade esta negada por Burton. Percebemos também que a personagem de Christina Ricci deveria ser vivida por Winona Ryder, caso o relacionamento dela com Depp não tivesse acabado em uma nota negativa.

 

07 | Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)

Um dos longas mais prestigiados da carreira do diretor, Sweeney Todd foi indicado para três Oscar e levou o de direção de arte. Primeiro e único musical na filmografia de Burton, o filme conta com seus colaboradores recorrentes Johnny Depp e a então esposa Helena Bonham Carter, além de se encaixar perfeitamente no tipo de obra na qual o cineasta fez carreira em cima. Podemos dizer inclusive que Sweeney Todd foi o último full on hard no estilo Burton raiz (Sombras da Noite trouxe elementos sem conseguir êxito completo).

Sweeney Todd é baseado no musical dos palcos, com elementos de terror e canibalismo, criado por Hugh Wheeler. Na trama, um homem injustiçado pela corrupção de uma cidade inglesa, retorna muitos anos depois com a nova identidade de um barbeiro e forja uma aliança macabra com a dona de uma loja de tortas.

 

06 | Batman – O Retorno (1992)

Tim Burton foi o responsável pela consolidação dos filmes de super-heróis. Seu Batman (1989) foi um fenômeno, como nenhum outro filme do gênero havia sido. Podemos dizer que Superman – O Filme (1978) foi um enorme sucesso para o gênero, trazendo renome e respeito. Mas Batman deu um passo além, mostrando que este tipo de filme poderia atingir bilheterias astronômicas e gerar intermináveis mercadorias, fazendo o capital fluir como um rio.

Em time que está ganhando não se mexe, ou quase. Este foi o pensamento da Warner ao trazer o diretor de volta para comandar a continuação do sucesso monstruoso. O lance de Batman – O Retorno foi que Burton queria mais liberdade criativa, e como o primeiro filme havia se mostrava extremamente rentável, a Warner resolveu conceder o desejo do diretor, o deixando livre, leve e solto para fazer o filme do personagem que havia imaginado. Particularmente, Batman – O Retorno é um dos melhores filmes do cineasta e consegue elevar o que havia sido construído anteriormente. O problema é que nem todos pensaram assim. E com mais violência, esquisitices, e um teor pesado para crianças, o estúdio precisou arcar com a dificuldade de produzir mercadorias voltadas aos pequeninos com uma obra tão sombria. Resultado: mesmo imaginando uma terceira parte para as aventuras do Homem-Morcego, Burton foi afastado da direção. Hoje, Batman – O Retorno é um filme cult, dono de uma verdadeira legião de fãs.

 

05 | Os Fantasmas se Divertem (1988)

O primeiro sucesso da carreira de Tim Burton, este filme marcou a infância de toda uma geração. Muitos, inclusive, consideram este o primeiro filme de Burton, já que aqui o diretor deixou sua imaginação correr solta, utilizando todos os elementos que viriam fazer de seu cinema tão único. Foi devido a este filme que Burton conseguiu o trabalho no comando da ambiciosa superprodução Batman. Os executivos da Warner teriam ficado tão satisfeitos com o resultado de Beetlejuice, que escolheram o diretor para o comando do grande filme de super-herói.

Uma das únicas ideias originais para um filme de Burton, Os Fantasmas se Divertem brinca bem com os gêneros da comédia e terror, se tornando a marca registrada do cineasta. Na história, um casal morre e volta como fantasmas para sua grande casa. Quando uma família inconveniente vai morar no local, eles precisam da ajuda de outros fantasmas para expulsá-los de lá. O filme fez tanto sucesso que gerou uma série animada. Uma continuação há muito tempo é planejada e agora se encontra muito perto de sair do papel.

 

04 | Ed Wood (1994)

Se dependesse unicamente de mim, este filme ocuparia a primeira posição dentre os melhores da carreira de Burton. Já tivemos a biografia de Grandes Olhos (2014) na lista, mas a primeira na filmografia do diretor foi esta, que inclusive tem muito mais a ver com seus gostos pessoais. Ed Wood, o filme, não foi apenas isso, mas também o primeiro trabalho considerado “sério” do cineasta, antes associado ao cinema de fantasia e entretenimento.

Com Ed Wood, o cinema de Tim Burton dava o passo além, inegavelmente amadurecendo artisticamente, porém, sem fugir por completo do tipo de filme que ama e representa. Considerado até hoje um dos piores (ou quem sabe o pior) diretor de cinema que a sétima arte já viu, Edward D. Wood Jr. virou sinônimo de cineasta cult após sua morte. Seus filmes eram de baixíssimo orçamento e sua paixão era as obras de terror e ficção científica. Em seus trabalhos contava muito mais a vontade do que a qualidade. Plano 9 do Espaço Sideral (1959) é o ápice de sua carreira. Em Ed Wood, o filme, Tim Burton cria uma grande homenagem ao marginalizado diretor. O filme foi indicado e levou dois prêmios no Oscar – de maquiagem e ator coadjuvante para Martin Landau, que interpreta o lendário Bela Lugosi, o eterno Drácula.

 

03 | Batman (1989)

Como dito, para este que vos fala, assim como para muitos, a continuação Batman – O Retorno (1992) consegue transcender este filme em todos os quesitos. Mas esta é a opinião do grande público, que prefere o que foi confeccionado aqui. Indiscutivelmente, não importando sua opinião sobre qual dos dois filmes do personagem dirigidos por Burton é o melhor, o primeiro Batman foi extremamente influente e até mesmo revolucionário. Primeiro, por mostrar que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser não apenas um grande sucesso, mas um fenômeno mundial no quesito marketing e merchandising, modificando para sempre o conceito de cinema entretenimento e o blockbuster.

Segundo, por trazer o herói de forma nunca anteriormente apresentada, mostrando que histórias em quadrinhos poderiam ser coisa de adulto. Batman é sombrio e, como disse o crítico Roger Ebert, “repleto de sentimentos ruins, não recomendado para crianças”. De fato, o filme se encaixa mais na categoria noir criminal, se distanciando ao máximo da imagem que todos tinham anteriormente do personagem no audiovisual, a série colorida e galhofa dos anos 1960. Até o visual do personagem era remodelado para os novos tempos, com uma armadura preta e utensílios altamente tecnológicos ao invés de cômicos. Aqui, tínhamos mortes, violência e sangue.

 

02 | Edward Mão de Tesoura (1990)

Não é grande surpresa que este filme esteja no pódio, ocupando o segundo lugar da lista. A obra encantou crianças da minha geração em seu lançamento e continua a fazer o mesmo pelas novas gerações. Edward resume muito do que é o cinema de Burton também, se mostrando na época o filme com mais alma e coração de sua jovem carreira – até hoje se mantendo no topo da lista nesta categoria.

A ideia para o filme, que se mostrou recorrente em outros trabalhos do diretor, é uma reimaginação do clássico Frankenstein (1931), desta vez, um jovem criado por um inventor, que termina morrendo antes de concluir sua obra. Assim, inconcluído e esquecido, Edward é encontrado e levado para a cidade, onde precisa aprender a lidar com o maior dos monstros, o ser humano. Um festival de desencontros faz com que o protagonista constantemente seja incompreendido. Mesmo assim, ele se torna parte de uma grande história de amor – que se estenderia para fora das telas entre Johnny Depp e Winona Ryder. Mas esta é uma história de amor de doer o coração, como Tim Burton gosta e sabe fazer bem.

 

01 | A Noiva Cadáver (2005)

Por mais que não seja surpresa ver Edward Mãos de Tesoura em segunda posição, ver A Noiva Cadáver na primeira é. Este é o filme do diretor mais adorado pelo grande público. É também um dos filmes menos conhecidos de Tim Burton e um dos que mais foge de seu estilo raiz.

Embora tivesse produzido animações no passado, este foi o primeiro filme do gênero dirigido por Tim Burton, se tornando também uma das obras mais queridas e elogiadas de sua filmografia. Tudo a ver com Burton, o filme utiliza elementos clássicos do cinema do diretor e muito bem poderia ter sido criado em live action. A Noiva Cadáver marca também uma das três ideias originais transformadas em filme da carreira de Burton – ao lado de Os Fantasmas se Divertem (1988) e Edward Mãos de Tesoura (1990).

A animação marca o reencontro do diretor com um texto da roteirista Caroline Thompson, escritora de Edward Mãos de Tesoura (1990). Uma história gótica e tipicamente “Burtoniana”, o filme apresenta um sujeito nervoso tentando fugir de um casamento arranjado na era vitoriana, que inadvertidamente se torna noivo de uma mulher morta, enterrada na floresta. Burton brinca com o conceito do mundo dos mortos e dos vivos, o primeiro dono de cores berrantes e muita energia, e o segundo, monocromático e enfadonho.

Conheça as Atrizes com Mais Indicações ao Oscar nos últimos 10 anos

Começaram as torcidas pelos nossos filmes e atores preferidos no Oscar. E começou também a maratona dos cinéfilos, correndo atrás de todos os indicados que ainda não assistiram. A divulgação dos indicados ocorreu essa semana, na última quinta-feira, dia 22 de janeiro, mas a cerimônia do Oscar em si, que irá revelar os vencedores, ocorre no dia 15 de março.

Aqui no CinePOP você conhece todos os indicados, assim como variadas matérias com o tema do Oscar. Essa aqui é mais uma. Para entrar no clima do maior prêmio da sétima arte, que tanto amamos, achamos que seria divertido dar uma olhada nos atores mais prestigiados da atualidade, na opinião dos próprios companheiros de profissão. Para chegar a tal resultado, conheceremos abaixo as atrizes com mais indicações ao Oscar nos últimos 10 anos. E podemos dizer que a média feminina é melhor que a masculina. Essas não são as melhores atrizes de todos os tempos, mas as melhores em atividade nesta década – segundo a opinião dos membros da Academia. Confira.

Emma Stone

Alguém duvida que quando estiver mais velha, Emma Stone terá uma carreira parecida com a de Meryl Streep? A jovem atriz é um fenômeno junto à Academia, e possui nada menos que quatro indicações nos últimos 10 anos. A primeira delas, é claro, foi em ‘La La Land’ (2017), que a rendeu o prêmio de melhor atriz. Dois anos depois, chegava com uma indicação coadjuvante por ‘A Favorita’ (2019). Em 2024, foi a vez de mais uma estatueta pelo filme ‘Pobres Criaturas’, como protagonista. Este ano, Stone disputa outra estatueta como protagonista por ‘Bugonia’.

Olivia Colman

Muito se fala em Meryl Streep e em Frances McDormand. Agora, Emma Stone mostra que tem potencial para ser uma das maiores. Mas e quanto a Olivia Colman? Uma das atrizes mais subestimadas, Colman é uma verdadeira força da natureza, e possui três indicações ao Oscar na última década. A primeira, veio logo com a vitória como protagonista por ‘A Favorita’ (2019). Em 2021 ela emendou com uma indicação como coadjuvante por ‘Meu Pai’. Logo no ano seguinte, em 2022, seria lembrada de novo, como protagonista por ‘A Filha Perdida’.

Frances McDormand

Falando no diabo, Meryl Streep pode ser a referência de melhor atriz, pois tem o recorde de indicações na história do cinema; mas Frances McDormand possui o melhor rendimento entre as atrizes, pois possui nada menos que três estatuetas como protagonista – duas delas na última década. Ou seja, as duas nomeações de McDormand na década, renderam vitórias: por ‘Três Anúncios para um Crime’ (2018) e ‘Nomadland’ (2021). Qual será a próxima?

Viola Davis

Seguindo de perto, temos outro monstro da atuação. Viola Davis é um grande talento da atualidade. Talvez a atriz negra de maior prestígio hoje. Ela possui duas nomeações na última década: a primeira, que resultou em vitória, como coadjuvante por ‘Um Limite Entre Nós’ (2017). E depois, em 2021, como protagonista, por ‘A Voz Suprema do Blues’ – último filme do saudoso Chadwick Boseman.

Scarlett Johansson

Agora chega na lista uma atriz que realizou um feito igualado por poucos na história do Oscar. São ao total outros onze atores/atrizes, incluindo nomes como Al Pacino, Sigourney Weaver, Julianne Moore e Cate Blanchett. Scarlett Johansson é a atriz mais jovem a adentrar este seleto grupo dos artistas indicados no mesmo ano por filmes diferentes, nas categorias de protagonista e coadjuvante. Demorou para Scarlett ser indicada, mas quando foi, recebeu logo duas nomeações simultâneas. Elas foram como protagonista por ‘História de um Casamento’, e como coadjuvante por ‘Jojo Rabbit’ – ambas de 2020.

Meryl Streep

Agora chegamos nela. Sabíamos que ela viria, afinal não se pode ser a atriz mais vezes indicada ao Oscar, sem nomeações na última década. A “Streep-monster” possui vinte e uma indicações, e três vitórias (duas como protagonista e uma como coadjuvante). Na última década foram duas nomeações como protagonista, por ‘Florence: Quem é Essa Mulher?‘ (2017), seguida de ‘The Post – A Guerra Secreta’ (2018). Será que vem mais uma no ano que vem por ‘O Diabo Veste Prada 2’?

Carey Mulligan

Por falar em atrizes que já deveriam ter levado seu Oscar, agora chega a britânica Carey Mulligan – que já entregou diversos trabalhos de qualidade, e foi indicada para dois Oscar só na última década. Ambas as indicações como protagonista. A primeira foi pelo provocativo ‘Bela Vingança’ (2021) e depois pela biografia dirigida e estrelada por Bradley Cooper, ‘Maestro’ (2024).

Cynthia Erivo

Cynthia Erivo exibiu um comportamento no mínimo bizarro na divulgação de ‘Wicked 2’, ao lado de Ariana Grande. As cenas preocupantes quanto à saúde mental de ambas, deixaram os fãs perplexos. No fim das contas, a sequência não foi indicada para um Oscar sequer, enquanto o original recebeu dez nomeações, incluindo uma de melhor atriz protagonista para Erivo em 2025. É preciso lembrar que ela já havia sido indicada como protagonista, pela biografia importante ‘Harriet’ em 2020. Esperamos que a atriz se recupere e deixe a persona Wicked para trás.

Saoirse Ronan

Saorise Ronan é uma jovem atriz que terá sua estatueta muito em breve. Muito se fala de Timothée Chalamet, mas Ronan, aos 31 anos de idade já coleciona quatro nomeações ao Oscar. Duas apenas na última década. E ambas como protagonista: por ‘Ladybird: A Hora de Voar’ (2018) e ‘Adoráveis Mulheres’ (2020).

Jessie Buckley

Agora chegamos a uma atriz que está atualmente indicada ao Oscar 2026, pela primeira vez como protagonista. Jessie Buckley é uma atriz talentosíssima, que começa a ser revelada agora. Este ano, ela foi lembrada pelo drama ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ – e é praticamente garantida de levar o prêmio. Quatro anos antes, ela havia sido nomeada como coadjuvante, ao viver a mesma personagem de Olivia Colman, em ‘A Filha Perdida’ (2022).

Glenn Close

Sabe quando falamos de atrizes como Saoirse Ronan ou Amy Adams quando falamos em injustiçadas? A veteraníssima Glenn Close diria para as duas: “segure minha cerveja”. Isso porque a lendária intérprete possui nada menos que oito indicações em sua carreira, e nenhum vitória. Isso que é injustiça. Esperamos que ela receba uma estatueta antes de sua trajetória encerrar. Duas dessas ocorreram na última década: como protagonista por ‘A Esposa’ (2019), e como coadjuvante por ‘Era uma Vez um Sonho’ (2021).

Margot Robbie

Quando pensamos em Margot Robbie muitas coisas vem à mente. Sua beleza intocável, certamente. Também atuações memoráveis como em ‘O Lobo de Wall Street’ e suas personagens icônicas como Barbie e Arlequina. Mas e quanto aos prêmios do Oscar? Você sabia que a estrela australiana possui duas indicações ao Oscar, e ambas na última década? A primeira foi como protagonista pelo ótimo ‘Eu, Tonya’ (2018), e a segunda como coadjuvante pelo filme denúncia sobre abuso sexual ‘O Escândalo’, em 2020.

Michelle Williams

Michelle Williams é uma atriz que infelizmente não ouvimos falar muito nos últimos anos, ao menos não tanto quanto na década passada. Ela realmente anda afastada dos holofotes, embora tenha sido elogiada e indicada a prêmios pela minissérie ‘Morrendo por Sexo’ (2025). Apesar de não lembrarmos, ela possui duas indicações ao Oscar na última década: a primeira faz um tempinho, como coadjuvante por ‘Manchester à Beira-Mar’, a segunda, no entanto, é mais recente, como protagonista por ‘Os Fabelmans’ (2023), a biografia de Steven Spielberg dirigida pelo próprio.

Nicole Kidman

A havaiana Nicole Kidman parece estar em todo lugar ao mesmo tempo – e inclusive virou assunto entre os cinéfilos por seu excesso de trabalho. Mas a vencedora do Oscar justificou de uma forma muito digna, disse que sua presença em projetos gera empregos para muita gente. Sendo assim, continue trabalhando Nicole. Melhor ainda quando estes trabalhos rendem indicações para a atriz. No Oscar, só na última década ela recebeu duas nomeações: a primeira como coadjuvante por ‘Lion: Uma Jornada para Casa’ (2018), também conhecido como “o filme do Google Earth”; e a segunda foi como protagonista por ‘Apresentando os Ricardos’ (2022), no qual viveu a icônica humorista Lucille Ball, conhecida como Lucy.

Octavia Spencer

Finalizando temos a simpática Octavia Spencer. Quando pensamos na atriz, sempre lembramos de seu desempenho vencedor do Oscar por ‘Histórias Cruzadas’ (2012). Mas depois disso, Spencer ainda recebeu mais duas indicações, que aconteceram na última década. Ambas como coadjuvante. A primeira foi por ‘Estrelas Além do Tempo’ (2017), filme importante sobre as mulheres negras que ajudaram no programa espacial americano, mas ficaram escondidas por bastante tempo. E depois pelo deliciosamente esquisito ‘A Forma da Água’ (2018), de Guillermo del Toro.

‘O Duende Retorna’: Reboot ganha cartaz com vilão icônico; Confira!

O Syfy divulgou o primeiro cartaz do reboot ‘O Duende Retorna‘.

Confira:

Dirigido por Steven Kostanski, o filme será lançado em VOD no dia 11 de dezembro.

O mortal e brincalhão Leprechaun está de volta em toda sua glória sangrenta. Quando as estudantes da irmandade Alpha Upsilon decidem ficar chapadas e usar um poço antigo como fonte de água, despertem involuntariamente um monstro verde. O Leprechaun quer um pote de ouro enterrado perto da casa da irmandade, mas primeiro, ele deve recuperar seus poderes com uma matança – e apenas as meninas da UA podem detê-lo.”

O filme retoma 25 anos após os acontecimentos do original de 1993.

Linden Porco (‘Channel Zero‘) interpretará o icônico vilão.

O filme original, estrelado pela Jennifer Aniston, arrecadou baixos US$ 9 milhões nos EUA, mas anos depois conquistou uma legião de fãs, e teve seis sequências.

 

‘Preacher’: Última temporada ganha teaser; Assista!

A 4ª (e última) temporada de ‘Preacher‘ ganhou o primeiro teaser.

Confira:

Criada por Sam Catlin, Evan Goldberg e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.

A trama acompanha a vida de Jesse Custer, um ex-criminoso que volta à sua cidade natal para assumir o cargo de seu pai, um pregador que foi morto na sua frente quando Jesse tinha oito anos. Ele é possuído por Gênesis, uma mistura de anjo e demônio que lhe dá alguns poderes. Entre eles, ser capaz de controlar a vontade alheia. Ao saber que Deus abandonou o céu quando Gênesis nasceu, Jesse ao lado de Tulipa sua ex-namorada e companheira de crimes e Cassidy, um vampiro irlandês beberrão, decide localizá-lo forçando-o a assumir a responsabilidade de sua abdicação.

O elenco conta com Dominic CooperRuth NeggaJoseph Gilgun, Ian Colletti, Graham McTavish, Pip Torrens, Noah Taylor e Julie Ann Emery.

A última temporada irá estrear no dia 4 de agosto, na AMC.

‘Bloodshot’: Vin Diesel fala sobre a adaptação em novo vídeo dos bastidores; Assista!

A Sony Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores da adaptação de Bloodshot.

Confira:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘The Walking Dead’: Filmagens dos novos episódios já começaram; Confira a 1ª imagem!

Através do seu Instagram, o ator Norman Reedus divulgou a primeira imagem dos bastidores das gravações dos novos episódios da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

As filmagens estão acontecendo atualmente na Georgia e a imagem mostra os equipamentos de proteção do ator em meio a pandemia de COVID-19.

Confira:

Confira as imagens do episódio dirigido por Greg Nicotero:

 

 

‘Masquerade’: Terror com Bella Thorne ganha novo clipe TENSO; Confira!

O terror ‘Masquerade‘, estrelado por Bella Thorne (da série ‘Pânico‘), ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

O longa foi escrito e dirigido por Shane Dax Taylor.

A trama segue Casey (Lind), uma garota de 11 anos que deve sobreviver depois de um grupo de invasores, liderados pela Rose (Thorne), entra na casa de sua família para roubar uma obra de arte. E os ladrões não pararão por nada para colocar as mãos no que querem.

O elenco ainda conta com Alyvia Alyn Lind, Austin Nichols, Mircea Monroe e Skyler Samuels.

O terror será lançado em VOD pela Shout! Studios no dia 30 de julho.

Terror com tubarões assassinos ganha trailer com mortes BRUTAIS; Confira!

O terror ‘Tubarão: Presas Humanas‘ (Shark Bait), que trará um grupo de jovens preso em um jetski quebrado em alto mar e cercado por tubarões, ganhou trailer legendado.

O longa será lançado nos cinemas nacionais pela Paris Filmes no dia 1º de dezembro.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por James Nunn.

A trama segue um grupo de jovens que está passando as férias no México. Depois de uma noite de muita curtição, os amigos furtam dois jetskis e os levam para o alto-mar, mas eles acabam batendo em um acidente terrível. Depois que um dos jetskis afunda, o grupo se encontra a mais de três quilômetros da costa, com um jetski quebrado e um amigo gravemente ferido. Sem poder nada de volta para terra firme e com predadores circulando nas agitadas águas abaixo, o verdadeiro terror começa.

O elenco conta com Holly Earl, Jack Trueman, Catherine Amy Hannay, Malachi Pullar-Latchman e Thomas Michael Flynn.

‘The Witcher: A Origem’: Personagem da série ORIGINAL retorna no novo clipe do spin-off; Confira!

A Netflix divulgou o novo clipe da série derivada ‘The Witcher: A Origem‘, que servirá como pré-sequência de ‘The Witcher‘.

A cena, que abre o spin-off, destaca o retorno do Jaskier (Joey Batey) – o bardo que é um dos amigos mais próximos do bruxo Geralt de Rívia, na série original.

Confira:

Com quatro episódios, a produção será lançada no dia 25 de dezembro.

Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían) estrelam.

O elenco ainda conta com Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril), Lenny Henry (Balor) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

Olivia Colman e Dev Patel irão viver um romance INESPERADO em ‘Wicker’

De acordo com o Deadline, Olivia Colman (‘A Favorita’) e Dev Patel (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) irão estrelar o romance sombrio ‘Wicker‘.

Os atores viverão um romance inesperado na produção. Colman interpretará uma pescadora que desperta a fúria e a inveja dos moradores conservadores de sua cidade por causa de seu romance não convencional.

Alex Huston Fischer e Eleanor Wilson serão responsáveis pela direção.

A produção é baseada no conto ‘The Wicker Husband‘, escrito por Ursula Wills-Jones.

Confira a sinopse oficial:

“Nos arredores de uma vila à beira-mar, mora uma Pescadora (Colman); fedorenta, solteira e perpetuamente ridicularizada. Um dia, farta de seus vizinhos abafados e mesquinhos, ela encomenda um marido de vime (Patel). Em uma cidade conservadora, esse romance não convencional provoca indignação, ciúme e caos.”

O projeto não será afetado pela greve do SAG-AFTRA, e suas filmagens estão programadas para começarem em meados de 2024, na Europa.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Muita ação e tiroteio no trailer FINAL de ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo’

A Paris Filmes divulgou o trailer final da adaptação ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.

Lilith (Cate Blanchett), uma infame caçadora de recompensas com um passado misterioso, retorna para o lugar onde cresceu, Pandora, o planeta mais caótico da galáxia. Sua missão é encontrar a filha desaparecida de homem mais poderoso do universo, Atlas (Edgar Ramírez).

Lilith forma uma aliança inesperada com uma equipe de desajustados – Roland (Kevin Hart), um mercenário experiente em uma missão; Tiny Tina (Ariana Greenblatt), uma feroz pré-adolescente; Krieg (Florian Munteanu), o protetor musculoso de Tina; Tannis (Jamie Lee Curtis), o cientista excêntrico que já viu de tudo; e Claptrap (voz de Jack Black), um robô esperto. Juntos, esses heróis improváveis devem combater uma ameaça alienígena e bandidos perigosos para descobrir um dos segredos mais explosivos de Pandora. O destino do universo está nas mãos deles. O filme é baseado em uma das franquias de videogame mais vendidas de todos os tempos.

Tim Miller, conhecido por seu trabalho em ‘Deadpool‘ e ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, assumiu a direção das refilmagens.

Eli Roth, o diretor principal, supostamente estava ocupado durante as refilmagens.

A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: Borderlands 2’ (2012), Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.

Amazon CONFIRMA série live-action de ‘Círculo de Fogo’

De acordo com o Variety, o Prime Video deu sinal verde para a série live-action baseada na saga ‘Círculo de Fogo‘ (Pacific Rim).

Eric Heisserer (‘Bird Box’) será responsável pelo roteiro do seriado – que servirá como pré-sequência da franquia original.

“Eric é um criador extremamente talentoso cujo histórico crítico e comercial de sucesso fala por si mesmo,” declarou Jason Clodfelter, presidente da Legendary Television. “Estamos animados em iniciar nossa parceria com o Eric, Carmen [Lewis] e sua produtora Chronology, com um novo capítulo no popular universo de ‘Círculo de Fogo’.”

Amazon MGM Studios e Legendary Television são os estúdios por trás do projeto.

Lembrando que ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘ se tornou um fracasso de público e crítica. Além de amargar 42% de aprovação no Rotten Tomatoes, a continuação arrecadou apenas US$ 290 milhões nas bilheterias mundiais.

A história é centrada em uma horda de monstros conhecidos como Kaiju que despontam no meio do Oceano Pacífico para trazer caos e desespero ao planeta. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Entretanto, mesmo os Jaegers se mostram insuficientes para derrotar os Kaiju. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma treinadora (Rinko Kikuchi).

Elenco se reúne em novo CARTAZ da sequência ‘Pânico 7’; Confira!

A aguardada sequência ‘Pânico 7‘ ganhou um novo cartaz.

A arte reúne o elenco principal, destacando a icônica casa do Stu Macher em chamas.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Triple Frontier’: Mahershala Ali negocia para filme sobre fronteira do Brasil e Argentina

O ano passado foi muito bom para Mahershala Ali, com projetos como ‘Luke Cage’, ‘Estrelas Além do Tempo’ e particularmente ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’, que lhe rendeu indicações nas principais premiações do ramo cinematográfico, colocando-o como o favorito ao Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante.

Após sua recém vitória no Sag Awards, ele está em negociações para se juntar ao elenco do filme de ação e aventura, ‘Triple Frontier’.

Anteriormente sob a direção da cineasta Kathryn Bigelow, quem agora assume como diretor do projeto é J.C Chandor. A ação já conta com Tom Hardy e Channing Tatum no elenco.

Baseado na fronteira entre o Paraguai, a Argentina e o Brasil, o filme fará uma crônica dos difíceis esforços para combater o crime organizado na área onde convergem os rios Iguaçu e Paraná.

Bigelow ainda está a bordo de ‘Triple Frontier’ como produtora e Chandor está trabalhando a partir do roteiro de Mark Boal.

Mahershala Ali poderá ser visto futuramente em ‘AlitaBattle Angel. A adaptação do mangá de ficção científica tem previsão de estreia para 20 de julho de 2018.

Vídeo reúne os 25 melhores filmes de 2017; Confira!

2017 ainda não acabou e até o fim do ano novos filmes vão estrear, como o  provavelmente mais aguardado de todos, ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’.

Mesmo assim, o crítico de cinema do site Indiewire, David Ehrlich, já se adiantou e publicou seu vídeo anual com os 25 melhores filmes do ano, que por sinal inclui a sequência da saga.

Além dele, as escolha do jornalista conta com ‘Dunkirk’, ‘Em Ritmo de Fuga’, ‘O Artista do Desastre’, ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar‘ e ‘I, Tonya’.

Confira:

‘Game of Thrones’: George R. Martin queria 13 temporadas da série

O anúncio do encerramento da série ‘Game of Thrones‘ gerou um gigantesco frenesi com os fãs na época e embora a próxima temporada seja a despedida da aclamada produção, o autor da obra original fonte, George R. Martin, revelou que não entende porque o fim da série chegou após apenas oito ciclos.

Durante uma entrevista à revista Variety, no tapete dourado do Emmy Awards, Martin admitiu que gostaria que a série tivesse 13 temporadas e acreditava que a HBO estenderia a produção por este período ou por pelo menos 10 ciclos em seu total.

Ao longo da conversa, o escritor ainda insinuou que seu relacionamento com a emissora está longe de seu fim e de quebra apresentou Nnedi Okorafor, que estava acompanhando-no no tapete dourado. A autora negra acaba de fechar uma parceria com a HBO e seu livro, ‘Who Fears Death’, foi selecionado pelo canal para um novo projeto, que vai contar com George R. Martin como produtor executivo.

 

Além disso, Dinklege contou a alguns jornalistas que a batalha final da série irá reunir praticamente todo o elenco e será a mais épica de todas.

A oitava e última temporada de ‘Game of Thrones‘ não deve estrear em meados de abril do ano que vem, como algumas especulações apontavam.

‘Dark Waters’: Pessoas estão sendo contaminadas no trailer de thriller com Mark Ruffalo

O thriller baseado em fatos reais, ‘Dark Waters‘, ganhou seu primeiro e eletrizante trailer.

Confira, com o cartaz:

O filme, ainda sem previsão de lançamento no Brasil, chega aos cinemas norte-americanos no dia 22 de novembro de 2019.

A produção é estrelada por Mark Ruffalo como um advogado que descobre um segredo obscuro envolvendo o crescente e inexplicável número de mortes e uma das companhias mais poderosas do mundo. Nessa complicada jornada, ele arrisca tudo para expor a verdade – incluindo seu futuro, sua família e sua própria vida.

Todd Haynes (Carol) comanda o longa.

Anne HathawayTim RobbinsBill CampVictor GarberMare WinninghamWilliam Jackson HarperBill Pullman completam o elenco.

RuffaloPamela KofflerChristine Vachon ficam responsáveis pela produção executiva.

‘Your Name’: Remake do popular anime contrata novo diretor

O aguardado remake do popular animeYour Name‘ parece estar finalmente ganhando forma e um novo diretor para o projeto foi anunciado.

Conforme revelado pelo portal ComicBook.com, Lee Isaac Chung vai assumir a direção. A escolha do cineasta vem logo após seu sucesso com seu mais novo filme, ‘Minari‘, lançado no Festival de Sundance 2020.

A produção, que foi adquirida pelos estúdios Plan B (de Brad Pitt) e A24, venceu o prêmio do Grande Júri e da Audiência do festival em questão.

Chung dirigirá o longa a partir de um roteiro assinado por Emily V. Gordon (‘Doentes de Amor‘), que desenvolveu uma versão atualizada do roteiro originalmente escrito por Eric Heisserer (‘A Chegada‘).

Anteriormente, o diretor Marc Webb, de‘O Espetacular Homem-Aranha’ e ‘500 Dias Com Ela’, havia sido anunciado pelo portal Deadline como o responsável pela direção.

O remake terá um ponto de vista ocidental.

A versão live-action será produzida por J.J. Abrams, em parceria com a Paramount Pictures.

Faturando US$ 355,2 milhões ao redor do mundo, ‘Your Name‘ ultrapassou o aclamado ‘A Viagem de Chihiro‘, se consagrando como o anime de maior bilheteria do mundo. Indo mais além, a produção se tornou o filme japonês de maior arrecadação de todos os tempos.

A sinopse oficial do ‘Your Name‘ oriental:

“Mitsuha Miyamizu (Mone Kamishiraishi) é uma jovem que mora no interior do Japão e que deseja deixar sua pequena cidade para trás para tentar a sorte em Tóquio. Enquanto isso, Taki Tachibana (Ryûnosuke Kamiki), um jovem que trabalha em um restaurante italiano em Tóquio, deseja largar o seu emprego para tentar se tornar um arquiteto. Os dois não se conhecem, mas estão direta e misteriosamente conectados pelas imagens de seus sonhos.”

‘The Many Saints of Newark’: Pré-sequência de ‘Os Sopranos’ conquista 79% de aprovação no RT

O filme ‘The Many Saints of Newark, pré-sequência da aclamada e premiada série Os Sopranos‘, chega aos cinemas apenas no início de outubro, mas as primeiras avaliações já estão entre nós.

E abrindo com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção conquistou a crítica especializada – sendo considerada uma ótima conexão com a narrativa principal. Além disso, o longa parece honrar a série original, trazendo sua própria autenticidade em uma rica trama.

Confira as principais avaliações:

“O jovem Gandolfini…é uma aposta paga. Ele dá sangue vital ao filme”. – Danny Leigh, Financial Times

“A única fraqueza do filme é a falha usual de Chase: ele não sabe como terminar nada”. – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle

“Nós sempre teremos Pine Barrens”. – Hannah Strong, Little White Lies

“Forte e inteligente, é um rico salto imaginativo na pré-sequência de uma série icônica, e um raro exemplo da telona honrando o que foi exibido nas telinhas”. – Tim Robey, Daily Telegraph (UK)

“Se The Many Saints of Newark está dividido contra si mesmo até certo ponto…o jovem Gandolfini traz tanta primazia ao personagem que cada cena em que ele está parece naturalmente formativa”. – David Ehrlich, indieWire

“Uma proposta mais tumultuada do que seu antepassado HBO, o filme promete mais do que é capaz de entregar. Mas consegue equilibrar fan-service com muito material rico, original e complexo. Bada? Bing”. – Nick De Semlyen, Empire Magazine

Confira o trailer:

A estreia nos EUA acontece dia 1º de Outubro.

A trama se passará nos anos 60, mostrando a briga de afro-americanos contra famílias italianas. Apesar de não ter sido confirmado, espera-se que a produção apresente versões mais jovens dos personagens apresentados na série.

No filme, Jon Bernthal (O Justiceiro) estrela como Giovanni Francis “Johnny Boy” Soprano, pai do chefão do crime Tony Soprano (James Gandolfini), originalmente interpretado por Joseph Siravo em seis episódios da série da HBO.

Estrelando como a esposa de Giovanni e mãe de Tony, Livia Soprano, está Vera Farmiga (Invocação do Mal), em um papel originalmente interpretado por Nancy Marchand.

O elenco ainda inclui Alessandro Nivola como Dickie Moltisanti, pai do membro da família DiMeo, Christopher Moltisanti (Michael Imperioli) – na série ‘Os Sopranos‘, Corey Stoll, Billy Magnussen, John Magaro, Leslie Odom Jr., Joey Diaz e Ray Liotta.

Alan Taylor (‘Thor: O Mundo Sombrio‘) dirige.

O criador do seriado, David Chase, roteiriza.

Jonathan Daviss, de ‘Outer Banks’, interpretará Snoop Dogg em cinebiografia

Segundo o Deadline, Universal Pictures definiu o protagonista de sua cinebiografia definitiva sobre Snoop Dogg: Jonathan Daviss, conhecido por seu papel como Pope na série ‘Outer Banks‘, interpretará o icônico rapper.

A escalação foi anunciada poucos dias após o estúdio confirmar Craig Brewer (‘Ritmo de um Sonho‘, ‘Meu Nome é Dolemite‘) como diretor do projeto.

Descrito pelo estúdio como um retrato cinematográfico da ascensão de Snoop de estrela do rap a magnata do entretenimento, o projeto contará com roteiro de Joe Robert Cole (‘Pantera Negra‘), que será revisado pelo próprio Brewer.

O filme acompanhará a trajetória de Calvin Broadus Jr., que adotou o nome artístico Snoop Doggy Dogg ao iniciar sua carreira nos anos 1990 pela Death Row Records. Parceiro criativo de Dr. Dre e dono de um estilo único — com rimas afiadas e uma cadência relaxada —, Snoop explodiu com o álbum Doggystyle, que se tornou um clássico instantâneo do hip hop.

A cinebiografia também deve explorar a versatilidade do artista, que se reinventou constantemente: de figura onipresente na cultura pop a comentarista das Olimpíadas de Paris em 2024, onde dividiu holofotes com Michael Phelps e se tornou um dos destaques da cobertura da NBC e do Peacock.

A produção está nas mãos de Snoop Dogg, Brian Grazer (‘8 Mile‘, ‘Straight Outta Compton‘) e Sara Ramaker, presidente da Death Row Pictures. A supervisão na Universal ficará com Ryan Jones, vice-presidente sênior de desenvolvimento de produção.

A cinebiografia é o primeiro filme oficial da Death Row Pictures sob contrato com a NBCUniversal, uma nova fase da lendária gravadora fundada nos anos 1990, que lançou Snoop Dogg para o estrelato e que agora aposta na expansão do selo para o audiovisual. Segundo o estúdio, esse é apenas o início de uma nova estratégia que busca transformar a marca em uma potência narrativa para cinema e TV.

Brewer tem experiência consolidada em filmes com forte conexão com a música e com histórias de ascensão artística em contextos difíceis. Seu trabalho mais celebrado, ‘Ritmo de um Sonho‘, rendeu um Oscar de Melhor Canção Original, enquanto ‘Meu Nome é Dolemite‘, estrelado por Eddie Murphy, foi elogiado pela crítica e marcou presença em diversas premiações. Seu novo longa, ‘Song Sung Blue‘, estreia em 25 de dezembro de 2025 via Focus Features.

A Universal tem histórico positivo com biografias musicais ligadas ao hip hop. ‘Straight Outta Compton‘ (2015), dirigido por F. Gary Gray, contou a história do grupo N.W.A, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e arrecadou mais de US$ 200 milhões no mundo. Já ‘8 Mile‘ (2002), estrelado por Eminem e também produzido por Grazer, faturou o Oscar de Melhor Canção Original e ultrapassou a marca de US$ 250 milhões nas bilheteiras.

Além do longa, Snoop Dogg segue reforçando seus laços com a NBCUniversal. Ele retorna como jurado da 28ª temporada de The Voice neste segundo semestre e continuará atuando como colaborador em projetos multiplataforma. Em 2024, o rapper foi um dos destaques da cobertura dos Jogos Olímpicos de Paris pelo NBC/Peacock, provando mais uma vez sua versatilidade como entertainer.

O filme sobre sua vida ainda não tem data de estreia, mas é, sem dúvida, um dos projetos musicais mais aguardados da próxima safra de cinebiografias.

‘Caixa de Pássaros’: Adaptação do livro de suspense pela Netflix ganha fotos; Confira!

O bestseller Caixa de Pássaros, do autor Josh Malerman, está sendo adaptado para um filme de suspense, produzido pela Netflix. As filmagens já começaram em Los Angeles e algumas fotos dos bastidores foram divulgadas, em que podemos ver Sandra Bullock em ação. Confira:

Na trama, Sandra Bullock será Malorie, uma mulher que descobre que está grávida quando precisa sobreviver a um surto inexplicável.

O longa contará também com os atores Sarah Paulson, Rosa Salazar, John Malkovich, Trevante Rhodes, Danielle Macdonald e Jacki Weaver.

Com roteiro de Eric Heisserer (A Chegada), e direção da cineasta Susanne Bier (Serena). A data de lançamento ainda não foi divulgada.

 

’10 After Midnight’: Guillermo Del Toro fará série de terror para a Netflix

O THR confirmou que o diretor ganhador do Oscar por A Forma da ÁguaGuillermo Del Toro, fará uma série de terror para a Netflix.

’10 After Midnight’ foi oficializado e será uma antologia, ou seja, cada capítulo trará uma nova história descrita como “sofisticada e horrorizante”. Del Toro será roteirista e também dirigirá alguns dos episódios.

O diretor já tem um longa histórico de filmes do gênero, entre os destaques, o recente A Colina Escarlate.

Apesar das informações, a série ainda não possui data de estreia.

Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Faltam nove dias para a estreia de Guerra Infinita. Começando hoje, o CinePOP postará diariamente um especial sobre cada franquia da Marvel até o dia 26, quando a maior reunião de super-heróis da história enfim chegará aos cinemas.

Falemos então da pioneira. Aquela que fazia parte de um universo bem maior, só não sabia ainda.

 

Lançada em 2008, a franquia Homem de Ferro estreou nos cinemas com os dois pés na porta. Sob a desconfiança geral por ser a adaptação de um herói de segundo escalão dos quadrinhos, o filme de Jon Favreau acabou se tornando um marco para o gênero no cinema ao introduzir um protagonista com aspectos de anti-herói em uma aventura divertida, pé no chão e recheada de humor.

Foi o primeiro passo do Universo Cinematográfico Marvel nas telonas, o mesmo que rende bilhões e bilhões para a Disney anualmente. E pensar que tudo isso começou com o herói enlatado mais rejeitado de todos. Você sabia que os direitos do personagem passaram pelas mãos da Universal, Fox e New Line antes de retornarem para a Marvel? E que Tony Stark quase foi interpretado por Nicolas Cage? Essas e mais outras curiosidades você confere aqui!

Homem de Ferro:

Tony Stark é um industrial bilionário e inventor brilhante que realiza testes bélicos no exterior, mas é sequestrado por terroristas que o forçam a construir uma arma devastadora. Em vez disso, ele constrói uma armadura blindada e enfrenta seus sequestradores. Ao voltar para os EUA, Stark aprimora a armadura e a utiliza para combater o crime.

  • A Primeira Versão do Roteiro Era Bem Diferente

Descartada muito rapidamente, a primeira versão do roteiro poderia ter mudado completamente o Universo Cinematográfico Marvel como o conhecemos. A diferença primordial é que o vilão do filme seria o Mandarim. Essa ideia persistiu por muito tempo, mas terminou sendo descartada por opção do diretor. A outra, pasmem, situaria o filme no mesmo universo que a trilogia Homem Aranha, do Sam Raimi. Haveria uma citação aos tentáculos do Doutor Octopus (Alfred Molina) nas invenções de Tony Stark, mas a Sony não tinha nem um pingo de interesse em se associar ao Marvel Studios, que ainda tentava se recuperar da quase falência nos anos 90. Resultado? Roteiro descartado e nada de Tobey Maguire no UCM.

  • O Filme Foi Gravado Sem Ter O Roteiro Pronto

Jeff Bridges foi bem enfático ao definir Homem de Ferro como um “filme colegial de 200 milhões de dólares”. Após ser reescrito várias vezes, o roteiro final não estava finalizado quando as filmagens começaram. Na verdade, grande parte dos diálogos foi improvisada pelos atores. Para isso, Jon usava duas câmeras com Downey Jr., um improvisador de primeira linha. A primeira garantia a versão do improviso já “autorizada” pela direção, enquanto a segunda focava em variações da mesma fala que o ator fazia para tentar melhorar o personagem.

  • Foi O Último Filme de Stan Winston

O último trabalho da lenda dos efeitos práticos, Stan Winston, foram as armaduras do Homem de Ferro. Todo o visual foi pensado e desenhado pelo quadrinista Adi Granov, mas construí-las e colocá-las em prática foi trabalho de um senhor que tinha no currículo os dinossauros de Jurassic Park, as máquinas de Exterminador do Futuro, os dois primeiros filmes do Predador e os xenomorphos de Aliens. O trabalho foi tão perfeito que sua equipe foi convocada para ajudar na confecção de um traje militar norte-americano inspirado no filme.
 Stan faleceu em junho de 2008.

  • Vários Atores Quase Foram Tony Stark

Essa história é mais conhecida. Tom Cruise teve seu nome ligado ao projeto por cerca de dez anos. Ele pulou fora após ter sido chamado, em 2004, para estrelar o filme Guerra dos Mundos, de Steven Spielberg.
Outro ator que quase pegou o papel foi o ~exótico~ Nicolas Cage, um grande fã de quadrinhos. Seu motivo para não seguir com a Marvel Studios foi a franquia Motoqueiro Fantasma. Não sabemos se arrependimento mata, mas esse aí deve persegui-lo até hoje.
Por fim, Sam Rockwell foi um dos finalistas no casting do playboy da Marvel. Ele impressionou nos testes, mas acabou sendo superado por Robert Downey Jr.
Sam, entretanto, foi chamado na continuação para viver o rival de Tony, Justin Hammer.

  • Há Uma Referência Ao Desenho dos Anos 60

Uma das marcas mais comentadas da Marvel são os desenhos dos anos 60. O produto não era da melhor qualidade, e as animações eram quadrinhos quase sem movimento, animados da forma mais simples possível.
Mas se há uma coisa que marcou as crianças daquela geração, foram as músicas. Todo mundo conhece o tema do Homem Aranha dos anos 60, por exemplo. Agora, as marchinhas do Capitão América e do Homem de Ferro ficaram mais populares nos EUA.
Como forma de homenagear o personagem, Jon Favreau inseriu o tema do Latinha em três cenas do filme: como música de fundo no cassino, no quarto de Tony e no ringtone de James Rhodes, na cena em que Stark tenta fugir de dois caças da Força Aérea.

(A partir de 1:03)

 

Homem de Ferro 2:

Em um mundo ciente da existência do Homem de Ferro, o inventor bilionário Tony Stark sofre pressão de todos os lados para compartilhar sua tecnologia com as forças armadas. Ele resiste para divulgar os segredos de sua inigualável armadura, com medo de que estas informações caiam nas mãos erradas. Com a bela Pepper Potts e o amigo “Rhodey” Rhodes ao seu lado, Tony precisa forjar novas alianças e confrontar um inimigo poderoso.

  • O Vilão Whiplash Tinha Uma Tatuagem Do Loki

Mickey Rourke visitou uma prisão na Rússia para compor a personalidade de seu grande vilão. Além de dizer que Whiplash era Eslovaco, o “tour” de Mickey pelo crime russo o deixou apto a escolher todas as tatuagens que seu personagem teria, incluindo uma do Deus da Trapaça, Loki (Tom Hiddleston), no pescoço.

Você não notou?

Tudo bem, não é culpa sua. Ela foi digitalmente removida da versão final do filme porque a Marvel pensou que isso confundiria o público com alguma possível ligação com o vilão de Thor (Chris Hemsworth).

  • A Mark V É Uma Referência Direta Aos Quadrinhos

Talvez a sequência mais legal do filme seja a batalha em Mônaco. O vilão Whiplash invade uma pista de corrida para tentar humilhar publicamente Tony Stark, que se vê cara a cara com o malfeitor sem ter o traje de Homem de Ferro por perto. Happy e Pepper (Jon Favreau e Gwyneth Paltrow, respectivamente) levam uma maleta vermelha que se transformar em uma espécie de armadura portátil.

Visualmente falando, a cena é incrível! E também remete aos quadrinhos dos anos 60, aonde o vingador carregava sua roupa de herói em uma maletinha de couro. Claro que não era tão tecnológica como a versão do filme, mas ainda assim é uma referência muito legal.

  • Samuel L. Jackson Quase Não Retornou Como Nick Fury

Jon Favreau tinha prometido a Sam Jackson mais tempo de tela caso o primeiro Homem de Ferro desse certo. O tempo passou, o filme deu certo, e sua continuação tinha o indigesto trabalho de pavimentar o caminho rumo a junção dos Vingadores. Com isso, Jon convocou seus atores, mas quase não pode contar com seu Nick Fury .

Ao que parece, Samuel L. Jackson teve uma indisposição financeira com a Marvel, chegando a declarar publicamente que não confirmava seu retorno ao personagem.

Depois dessa entrevista, o setor financeiro do estúdio abriu os cofres e anunciou um contrato para nove filmes com o ator. Já pensou a SHIELD sem seu comandante?

  • Bruce Banner Apareceria No Filme

A primeira versão de Homem de Ferro 2 contava com uma cena pós-créditos promovendo o encontro de Tony Stark (Robert Downey Jr.) com o Bruce Banner de Edward Norton. Ela serviria para aumentar o hype dos fãs pela Iniciativa Vingadores.

A cena em questão tinha grande apoio do próprio Edward Norton, que sonhava em dirigir o filme dos Vingadores. Ela acabou sendo descartada por conta da relação conturbada entre o ator e o estúdio.

Essa história também é famosa. Emily foi a primeira opção para viver Natasha Romanoff. O motivo que a fez desistir do papel deve causar arrependimento até hoje. Sua agenda com a Marvel estava em conflito com as filmagens de As Viagens de Gulliver, filme de Jack Black, que foi considerado um fracasso total de crítica e bilheteria.
Na outra ponta, Scarlett Johansson foi escolhida depois de considerarem atrizes como Angelina Jolie, Natalie Portman e Jessica Biel. Ela estava tão ansiosa em interpretar a espiã, mas tão ansiosa, que antes mesmo de ser escolhida, ela já havia pintado o cabelo de vermelho e começado a fazer um treinamento físico por conta própria.

Homem de Ferro 3:

Depois de um inimigo reduzir o mundo de Tony Stark a destroços, o Homem de Ferro precisa aprender a confiar em seus instintos para proteger aqueles que ama, especialmente sua namorada, e lutar contra seu maior medo: o fracasso.

Jon Favreau abandonou a cadeira de diretor para se dedicar a dois “projetos pessoais”, os filmes Chef (2014) e Mogli: O Menino Lobo (2016). A escolha de seu substituto não foi muito demorada.
Além de ser amigo pessoal de Robert Downey Jr., o diretor Shane Black serviu como consultor não creditado para o roteiro de Homem de Ferro 2, além de ter dado uns pitacos no primeiro filme também. Com essa relação positiva entre direção e elenco, tudo parecia fluir muito bem, mas acabou que as filmagens de Homem de Ferro 3 foram muito conturbadas. De troca de atrizes a um acidente com o grande astro da franquia, o clima não foi dos melhores.

Passada a indecisão de incluir o Mandarim ou não no filme de origem, Jon Favreau começou a enxergar seu material como uma trilogia. Em sua visão, o Mandarim estaria por trás de todos os inimigos nos capítulos um e dois da franquia, fazendo dele o grande nêmesis do Homem de Ferro. Por isso, ele foi bem cuidadoso ao deixar vários easter eggs remetendo ao personagem nos longas anteriores.

Porém, Favreau deixou o cargo de diretor para Shane Black (Beijos e Tiros), que achou melhor fazer as “belíssimas” mudanças vistas no filme para deixar o Mandarim mais realista. Seu grande medo era taxarem o filme de racista por incluir um chinês com anéis mágicos. No lugar, ele colocou um ator de ascendência indiana para interpretar um terrorista. “Jênio”…

  • O Orçamento de Homem de Ferro 3 foi diretamente influenciado por Os Vingadores

Os Vingadores foi um sucesso absoluto de crítica e, principalmente, bilheteria. Arrecadando mais de 1,5 bilhão de dólares, o filme chocou positivamente a Disney, que não esperava uma bilheteria tão absurda assim. Graças a essa fortuna, o orçamento previsto para Homem de Ferro 3 ganhou um bônus, indo de 140 milhões para 200 milhões de dólares.
No final, o terceiro capítulo da história de Tony Stark rendeu mais de 1,2 bilhão de dólares. Parece que o investimento não foi tão caro assim, não é mesmo?

Uma das atrizes mais renomadas dessa geração teve um papel oferecido em Homem de Ferro 3. Ela viveria a cientista Maya Hansen.
Infelizmente, a agenda dela entraria em conflito caso aceitasse a proposta, então negou a oportunidade e se disse muito honrada pelo convite.
Após nomes como Isla Fisher e Diane Kruger não serem aprovados, a britânica Rebecca Hall foi anunciada para o papel. Até que a recusa de Chastain não foi de todo ruim, o personagem não conquistou o público com seu pouco tempo de tela.

  • A cena pós-créditos original do filme levaria Tony Stark ao espaço para introduzir os Guardiões da Galáxia!

Esse é um daqueles casos que alguns fãs adoram teorizar, enquanto outros preferem pensar que isso nem foi cogitado. A verdade é que o filme não terminaria com Tony abandonando as armaduras, mas sim com ele voando para o espaço e encontrando com os Guardiões, tal quais os quadrinhos da época.
Isso teria influenciado diretamente na participação precoce dos anti-heróis galácticos no UCM e provavelmente o filme de James Gunn não teria a mesma liberdade que foi concedida. A armadura da cena chegou até a vazar na internet, mas o diretor Shane Black preferiu encerrar o arco solo do personagem com ele aposentando o traje de ferro (até o próximo Vingadores, né…). No lugar, a nova cena pós-créditos envolveu Bruce Banner (Mark Ruffalo) bancando o psicólogo de Tony. Teria sido interessante ver Tony e os Guardiões em 2013 ou a introdução deles foi melhor no filme de 2014? Nunca saberemos.

 

Os Vingadores: Guerra Infinita estreia em 26 de abril de 2018

Crítica | O Professor Substituto – O Perigoso Tédio da Geração Millennial

Numa escola do interior da França, uma tragédia acontece: o professor de literatura se suicida na frente dos alunos, jogando-se do telhado do prédio. Como o ano letivo já havia começado, a escola resolve contratar Pierre Hoffman (Laurent Lafitte, maduro e consistente no papel) como professor substituto. Porém, já no primeiro dia de aula Pierre entende que terá problemas em sala: é que um grupinho de seis alunos se acha especial demais, colocando em cheque a autoridade e a competência do novo professor.

O que começa como um incômodo no ambiente de trabalho, rapidamente se transforma em algo perigoso, e Pierre tem certeza de que seus alunos estão tramando alguma coisa terrível.

Através do artifício do professor substituto – que funciona como um observador da história –, o diretor Sébastien Marinier (que também escreve o roteiro, junto com Elise Griffon) traz para discussão o tema do perigoso tédio que a geração millennial (jovens nascidos a partir dos anos 2000) sente, e o quanto essa angústia existencial está levando toda uma geração a uma apatia coletiva, que culmina em jogos imprudentes em que os limites de cada um são testados e uma constante necessidade de justificar sua infelicidade profunda culpando as questões mundiais fora de alcance. Por outro lado, como a história se passa na França, o espectador tem um retrato aproximado do quanto a realidade naquele país mudou após os constantes atentados terroristas – por exemplo, nas escolas, em vez de treino contra incêndio (que já vimos em muitos filmes holliudianos), as crianças têm treino contra ataques terroristas. Ou seja, se alguém invadir o colégio atirando, por exemplo, as crianças são treinadas para se esconderem contra a parede, recolherem todo o material de suas carteiras (para que o invasor ache que a sala está vazia) e colocarem o celular no modo avião (para não receberem nenhuma chamada durante a invasão, e, assim, não se colocarem em risco). Triste realidade, não?

A atuação dos jovens atores é o ponto alto de ‘O Professor Substituto’, mantendo a tensão e o nervosismo desde a primeira cena em que aparecem, manipulando, chantageando, ameaçando e confrontando todos os adultos. O destaque vai para a líder do grupinho, Apolline (Luana Bajrami), fria e calculista, que assedia os amigos – Clara (Adèle Castillon), Victor (Victor Bonnel), Dimitri (Leopold Buchsbaum), David – para que sigam suas instruções e se tornem inabaláveis.

Apesar de uns deslizes convenientes e umas pontas soltas do roteiro (especialmente no terceiro ato), ‘O Professor Substituto’ é um bom filme que alerta para a delicada e conturbada adolescência de uma geração que está crescendo sem perspectivas de vida.

‘Annabelle 3’: James Wan afirma que filme recebe o tom de ‘Invocação do Mal’

As filmagens de ‘Annabelle 3‘ foram encerradas e muitos fãs estão esperando que a qualidade vista no último spin-off da boneca maldita continue presente no novo filme.

Entretanto, parece que os fãs vão receber muito mais do que esperam, pois o diretor da franquia ‘Invocação do Mal’, James Wan, afirmou que o filme funciona mais como um episódio principal da franquia do que como um spin-off:

“Finalmente estamos na casa dos Warren então pela própria circunstância de estarmos na casa, com a presença do casal Warren, com uma história focada na família, certamente funciona mais como um longa ‘Invocação do Mal‘.”

Sendo assim, ‘Annabelle 3‘ servirá como um filme similar aos dois primeiros ‘Invocação do Mal‘.

Confira a sinopse:

Determinadas a impedir Annabelle de causar mais estragos, os demonologistas Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída para a sala de artefatos trancada em sua casa, colocando-a “em segurança” atrás do vidro sagrado e conjurando a santa bênção do padre. Mas uma noite profana de horror espera enquanto Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que todos se voltam para um novo alvo – a filha de 10 anos de Judens, Judy, e suas amigas.

O roteirista Gary Dauberman (filmes ‘A Freira’, ‘IT: A Coisa’, ‘Annabelle’) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1,5 bilhão em bilheterias pelo mundo.

O novo filme de terror é mais uma vez produzido pelo criador do universo ‘Invocação do Mal‘, James Wan. 

O filme é estrelado por McKenna Grace (da série de TV ‘ The Haunting of Hill House’, ‘Gifted’ e o filme ‘Capitã Marvel’) como Judy; Madison Iseman (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’, ‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) como sua babá, Mary Ellen; e Katie Sarife (das séries de TV ‘Youth and Consequences’ e ‘Supernatural’) como a amiga problemática Daniela; com Patrick Wilson (filmes ‘Invocação do Mal’ e ‘Sobrenatural’, o próximo filme ‘Aquaman’) e Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’, o próximo filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros’, da série de TV ‘Bates Motel’) reprisando seus papéis como Ed e Lorraine Warren.

Dauberman também escreveu o roteiro a partir de uma história de Wan & Dauberman. Os produtores executivos são Michael Clear e Michelle Morrissey.

O filme está com lançamento marcado para 2 de Julho de 2019, e será distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa Warner Bros. Entertainment Company.

Crítica de Álbum | Like a Virgin – Madonna e suas aventuras amorosas

Quando ouvimos o nome Madonna, automaticamente pensamos em um dos maiores nomes da história da música – não apenas por suas rendições atemporais que acompanham gerações até hoje, mas também pela capacidade da performer em chocar o público desde sua consagração em 1983 com seu primeiro álbum de estúdio autointitulado. Porém, sua capacidade de nos envolver com letras e escopos musicais explícitos veio um ano depois com o lançamento de Like a Virgin, seguindo o sucesso sem precedentes do memorável début.

Em sua segunda obra, a artista buscava uma maior autonomia produtiva, porém não conseguiu o aval da produtora de seus discos. Por essa razão, Madonna aventurou-se em uma autodescoberta de independência ao lado de Nile Rodgers, confiando nele para tornar real a possibilidade de diversos sucessos, ainda mais considerando que Rodgers já havia trabalhado com o lendário David Bowie. O resultado, mesmo não chegando no mesmo patamar que o disco anterior, foi bastante aprazível e permitiu que ela marcasse mais uma vez em um árduo trabalho – que gerou canções revisitadas por diversos outros nomes, conterrâneos ou futuros.

A primeira track é um irônico mergulho no mundo capitalista, travestido em versos dançantes e uma paixão inenarrável da cantora pela bombshell Marilyn Monroe, buscando referências estéticas de “Diamonds Are a Girl’s Best Friend” em 1953, provando que não pensaria duas vezes em honrar algumas de suas maiores influências. Não é surpresa que, em união ao videoclipe, “Material Girl” transforme-se em um intrínseco desejo do eu-lírico em conquistar o que sempre almejou; os arranjos sintéticos marcam correlações com o CD predecessor, mas abre um terreno fértil para que Madonna explore um delicioso soubrette, uma afetação que conversa com sua reafirmação de gênero em uma causalidade a priori superficial, porém dotada de um cinismo dançante acompanhado pela mutável bateria. Em comparação à contemporaneidade, a música pode erroneamente transmitir uma sensação datada – refutada pela robótica voz de Frank Simms que acompanha a lead singer.

O soubrette apareceria mais uma vez com Like a Virgin, cuja estruturação híbrida entre os sintetizadores e o teclado é simplesmente divina e reflete o apreço da cantora com os instrumentais em questão. A explicitação, levando em conta a época perscrutada por tabus em que a faixa foi lançada, é sexy e dotada de controvérsias apaixonantes: “como uma virgem, tocada pela primeira vez” é o verso que inicia cada um dos refrãos cada vez com mais potência.

O álbum em si peca por alguns excessos que não são facilmente ignoráveis, a começar pela saturada repetição monofônica de investidas recicladas: temos em “Angel”, por exemplo, uma construção confessional acompanhada pelos arranjos do electro-pop e por uma rendição mais grave da lead, que não perde a oportunidade de fazer declarações e mais declarações para um caso amoroso – mantendo estritas relações contraditórias com “I Know It” e “Physical Attraction”. Entretanto, a belíssima construção lírica e sonora perde força quando comparada com o cíclico e monótono “você é um anjo” (“you’re an angel”), que insurge em primeiro plano mais vezes do que deveria. O mesmo acontece equívoco dá as caras em “Dress You Up”, cujo escopo revitalizante e onírico entrega os holofotes para a explosão de “vou te vestir com meu amor” (“gonna dress you up in my love”). É interessante e trágico ao mesmo tempo como os backing vocals ganham mais expressividade que a artista em si.

As repetições também aparecem em “Over and Over”, mas não causam a mesma sensação extenuante de antes. A dinâmica faixa é nostálgica e atual ao mesmo tempo, funcionando como uma espécie de mensagens de apoio para os ouvintes, pedindo para que, caso a vida lhes derrube, que se levantem e tentem “de novo e de novo”. Tal supressão das infelicidades das múltiplas esferas cotidianas é logo jogada propositalmente no lixo com a chegada de “Love Don’t Live Here Anymore”, uma impecável balada que faz ótimo uso do violino e do violão, criando uma épica espontaneidade e dividindo o centro de nossas atenções entre a atmosfera efusiva e uma entrega extremamente tocante.

“Pretender”, por sua vez, cria em nós uma expectativa quase noir, utilizando as desnecessárias repetições de tracks anteriores a seu favor, colocando-as já no ato de abertura. Todavia, essa troca não é o suficiente para tirar-lhe as construções formulaicas e os convencionalismos que seriam apenas retirados em sua totalidade com “Stay”. Aqui, o premeditável crescendo alterna com fluidas declinações, acompanhadas pela brutalidade contrastante da bateria que antecede as principais viradas. “Shoo-Bee-Doo” retoma as sensações oníricas integrantes de investidas anteriores, recebendo uma interessante romantização cuja confirmação é feita por versos como “eu vejo muita confusão [em seus olhos], e isso está me matando” – uma notável empatia que também se tornaria marca da discografia de Madonna.

Like a Virgin pode não ter o mesmo respiro inovador da obra anterior, mas ainda assim constrói-se em uma jornada repleta de declarações e confissões epistolares que mostram a vulnerabilidade de sua artista ao mesmo tempo que divulgam uma expressividade intimista sem igual.

Nota por faixa:

  • Material Girl – 5/5
  • Angel – 2,5/5
  • Like a Virgin – 4,5/5
  • Over and Over – 4/5
  • Love Don’t Live Here Anymore – 5/5
  • Dress You Up – 3/5
  • Shoo-Bee-Doo – 3,5/5
  • Pretender – 3,5/5
  • Stay – 4/5

‘Matrix 4’: Yahya Abdul-Mateen II deve viver o jovem Morpheus na sequência

Yahya Abdul-Mateen II foi elencado há alguns meses na já vindoura sequência Matrix 4’ e, agora, fontes podem ter revelado quem ele viverá no longa-metragem.

Segundo fontes próximas ao site We Got This Covered, o ator, conhecido por seu papel como Arraia Negra em Aquaman, deve interpretar uma versão mais jovem do icônico Morpheus na narrativa. O personagem foi vivido por Laurence Fishburne nos filmes originais.

O próximo capítulo da franquia chegará aos cinemas no dia 21 de maio de 2021Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvantes queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

Assista a uma cena de ‘The Lie’, novo suspense da Blumhouse estrelado por Joey King

A Amazon Prime divulgou uma nova cena promocional de The Lie, filme realizado em parceria com a Blumhouse e estrelado por Joey King.

O filme já está disponível na plataforma de streaming.

Confira:

“Quando sua filha adolescente aparenta ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”

Dirigido por Veena Sud, o longa é estrelado por Mireille Enos (‘The Killing’), Peter Sarsgaard (‘A Órfã’) e Joey King (‘The Act’).

‘Sombra e Ossos’: Jovens enfrentam uma ameaça perigosa no novo teaser OFICIAL da série; Confira!

A Netflix divulgou hoje (26) o novo teaser oficial de sua ambiciosa série de fantasia, Sombra e Ossos.

O ciclo de estreia será composto por oito episódios de uma hora cada e será lançado no dia 23 de abril de 2021.

Confira:

Sombra e Ossos é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo de Shadow Fold.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam a produção.