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‘Shazam!’: Novo clipe tem referência a ‘Star Wars’

Shazam!’ ganhou um novo clipe citando a saga ‘Star Wars’ em uma leve piada.

Confira:

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

Kristen Stewart foi aconselhada a não sair em público com sua namorada para conseguir papel na Marvel

Apesar da Marvel ter se comprometido a aumentar a representatividade LGBTQ+ no MCU, uma recente história revelada por Kristen Stewart pode indicar que nem tudo são flores.

Em entrevista ao Bazaar, Stewart falou sobre sua carreira e contou para o público um curioso, senão execrável caso no qual foi “aconselhada” a não contar para todo mundo que namorava uma garota caso quisesse conseguir um papel na companhia.

“Me disseram claramente: ‘Faça um favor a si mesma e não saia por aí segurando a mão da sua namorada em público, se quiser conseguir um papel na Marvel’”, ela contou. “Eu não quero trabalhar com gente assim.”

Entretanto, a atriz não deu nomes a quem lhe falou isso e não se sabe se o autor da frase era um membro do estúdio ou um agente. De qualquer forma, a declaração vai de encontro ao que a Marvel vem pregando nos últimos meses acerca da diversidade de gênero em seus filmes.

Além de ‘Vingadores: Ultimato’ trazer o primeiro personagem abertamente gay do panteão, a companhia confirmou que um herói LGBTQ+ aparecerá no vindouro projeto Os Eternos, além de reafirmar que a guerreira Valquíria (da franquia Thor) é lésbica, a sequência de Capitã Marvel trará Hulkling como membro da comunidade em questão.

Como se não bastasse, os próprios quadrinhos já possuem uma fonte considerável de personagens queer, incluindo Karolina Dean/Lucy in the Sky, America Chavez/Miss América, Darnell Wade/Shade e Wade Wilson/Deadpool – cujas respectivas orientações sexuais devem ser exploradas em projetos futuros.

Mark Ruffalo revela que Kevin Feige quase deixou a Marvel Studios durante ‘Vingadores’

Mark Ruffalo é melhor conhecido por interpretar Bruce Banner/Hulk no Universo Cinemático Marvel, mas também ganhou os holofotes por sua potente voz quanto ao ativismo político em Hollywood.

Recentemente, o ator foi entrevistado pela Independent e disse que “Hollywood tem tido uma supremacia branca por cem anos”. Mais do que isso, ele afirmou que o presidente Donald Trump é o “inimigo número um” da esfera cinematográfica, além de ter revelado que Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, quase deixou a companhia durante as filmagens de Os Vingadores (2012) devido à falta de diversidade na franquia.

“Quando estávamos gravando Os Vingadores, Kevin Feige me disse; ‘olhe, pode ser que eu não esteja aqui amanhã. [O CEO] Ike [Perlmutter] não acredita em um filme de super-herói estrelado por uma mulher. Então se eu estiver aqui amanhã, saberá que eu ganhei a batalha'”.

Assista à nossa crítica do último filme da saga, ‘Vingadores: Ultimato’.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot estampa nova foto oficial do filme; Confira!

O aguardado Mulher-Maravilha 1984’ chega em alguns meses no Brasil e, agora, o filme ganhou mais uma imagem oficial.

Confira:

Lembrando que o filme estreia no dia 1º de outubro no Brasil.

Avançando para a década de 1980, a próxima aventura nos cinemas da Mulher-Maravilha a coloca frente a novos inimigos. Mulher-Maravilha 1984, da diretora Patty Jenkins, é estrelado por Gal Gadot no papel-título ao lado de Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como A Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘American Gods’: Trailer da 3ª temporada será lançado HOJE!

Starz revelou que o aguardado trailer da 3ª temporada de American Gods será lançado hoje, 03 de dezembro, às 14h30min no horário de Brasília.

Confira o anúncio:

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 10 de janeiro de 2021.

O anúncio foi feito pelo próprio Neil Gailman, por meio de sua conta oficial do Twitter. Na ocasião, ele ainda compartilhou uma carta com todos os detalhes fundamentais do novo ciclo e da abordagem narrativa que os fãs testemunharão.

Confira:

“Quando começamos a fazer a terceira temporada de American Gods, não tínhamos ideia de como seria oportuno. Sabíamos que queríamos voltar ao que as pessoas amavam e respondiam no livro: Que era hora de Shadow ir para a pequena cidade de Lakeside e tentar se perder na normalidade. E, ao mesmo tempo, na terceira temporada, queríamos focar nos personagens e em suas jornadas. Mostrar Shadow trilhando um caminho guiado pelos deuses de seus ancestrais, tornando-se mais ele mesmo enquanto decide quem ele é e de que lado está – da humanidade ou dos deuses.

Também sabíamos que queríamos continuar a enraizar o show nas paisagens da América. Para explorar o que ‘América’ significa para seu povo e falar sobre os imigrantes – sobre as pessoas muito diferentes que vieram para esta terra notável e trouxeram seus deuses com eles. Os novos deuses do telefone, do aplicativo e do glitter exigem nossa atenção e nosso amor, e os antigos deuses querem significar algo novamente. A América deve ser para todos nós, e American Gods deve refletir isso. Esta temporada realmente parece que sim. É cheia de drama e emoção, o tanto o drama real, como o totalmente estranho, e apresenta algumas das melhores performances que a série já viu. Ela traz de volta os personagens favoritos, alguns de maneiras novas e notáveis, e encontraremos pessoas e deuses que nunca conhecemos antes. Tenho orgulho de nosso elenco brilhante – de Ricky e Emily, de Yetide e Ian, Bruce, Demore, Omid e todo o resto – e do que os escritores fizeram para trazer a história de volta aos trilhos.

As lutas dos deuses e do povo na terceira temporada de American Gods são as lutas da América. Não achamos que seria tão oportuno quando o planejamos, nem acho que o romance ainda seria relevante quando o escrevi há mais de 20 anos. Mas estou feliz que esteja acontecendo agora, em um ano em que parece que diversas histórias estão sendo ouvidas, honradas e com a permissão de mudar o futuro”.

Confira a lista com os títulos de todos os episódios da nova temporada:

Episode 3.01 – A Winter’s Tale
Episode 3.02 – Serious Moonlight
Episode 3.03 – Ashes and Demons
Episode 3.04 – The Unseen
Episode 3.05 – Sister Rising
Episode 3.06 – Conscience of the King
Episode 3.07 – Fire and Ice
Episode 3.08 – The Rapture of Burning
Episode 3.09 – The Lake Effect
Episode 3.10 – Tears of the Wrath-Bearing Tree

Detalhes sobre os capítulos ainda não foram revelados.

Assista ao primeiro teaser do próximo ciclo:

 

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

Crítica | Nomadland – Grande preferido ao Oscar 2021 é um poderoso e sincero drama

No final dos anos 2000, o mundo capitalista passava por mais uma derradeira crise que se tornou a pior desde a quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929. Recomeçando praticamente do zero, os Estados Unidos, novamente epicentro de uma bolha imobiliária que explodiu e que trouxe enorme prejuízo aos bancos e à vida trabalhista do país, perceberam um aumento exponencial de desempregados e indigentes que perderam suas casas e tiveram que procurar um meio alternativo de sobreviverem – e essa é, em suma, a premissa que guia o aclamado drama tour-de-force Nomadland, de Chloé Zhao.

Desde sua estreia no Festival Internacional de Toronto até o lançamento oficial nos cinemas de todo o mundo, o longa-metragem recebeu atenção enorme por inúmeros motivos, mas principalmente pela presença espetacular de Frances McDormand no papel protagonista de Fern, uma mulher que perdeu o marido e o emprego e que se tornou uma nômade ao lado de tantos outros estadunidenses – cruzando o país em uma van e arranjando bicos em diversas empresas e restaurantes no Meio Oeste. Zhao, não apenas escrevendo a adaptação do romance de não-ficção homônimo de Jessica Bruder, mas também comandando-a e montando cada uma das complexas peças dessa viagem, ascendeu ao patamar de uma das grandes realizadoras da contemporaneidade, ganhando atenção no cenário mainstream anos depois de sua estreia cinematográfica em 2015.

A narrativa, como já mencionada, é centrada em Fern. Caminhando para o auge da terceira idade, a construção da personagem pode não ser um dos mais explosivos já vistos no cinema, mas nos cativa pela humildade e pelas transições emocionais pelas quais passa ao longo de pouco mais de uma hora de tela. McDormand, caminhando para sua terceira estatueta do Oscar após ‘Fargo’ e ‘Três Anúncios para um Crime’, dá vida ao retrato mais pungente e ao mesmo tempo singelo da desconstrução mandatória do “sonho americano”, trazendo crítica à ideologia predatória que beneficia as elites e coloca a classe trabalhadora sobre um caminho de ovos, nunca certos do que o futuro lhes aguarda. Mas Fern parece “bem” com a situação e parece ter se encontrado com inúmeros outros nômades que se tornam seus confidentes e amigos de uma longa data que nunca, de fato, existiu.

Comedida e respeitosa, a nossa “heroína” trata todos bem e sabe que pode aprender com aqueles que estão na estrada há mais tempo. Mesmo assim, ela se restringe à própria presença e tenta não construir laços afetivos duradouros, seja com a conhecida Swankie (Charlene Swankie) ou com o charmoso Dave (David Strathaim). É por esse motivo também que seu isolamento e seus pontos de reflexão, que a levam a relembrar do marido falecido e de sua vida como uma serva urbana com nostalgia pecaminosa – o que pode não parecer comovente para o público que espera um melodrama novelesco qualquer.

Assim como ‘Songs My Brother Taught Me’, de 2015, Zhao emprega com audácia uma paleta de cores que não varia muito e que se exila na melancolia do azul e num esparso brilho amarelado que é tão convidativo quanto efêmero. Cada uma das centenas de sequências externas assemelha-se à estética documentária que a diretora imprimiu em produções anteriores, deixando de lado os caprichos cênicos do campo-contracampo (com raras exceções) e abrindo espaço para uma manufaturada fluidez em planos contínuos e intimistas – mostrando que a vastidão do mundo é, na verdade, um ciclo vicioso que sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar. A cereja do bolo vem com as contradições artísticas arquitetadas pela realizadora: ao mesmo tempo que Fern é solitária, sabe em quem confiar; a serenidade da vida em contato com a natureza é um lembrete de escolhas e situações que fugiram do controle e que trazem consequências marcantes para a vida de qualquer um.

Dividir o filme em atos concisos é um trabalho difícil e desnecessário, visto que Zhao tem muito mais aptidão às não-narrativas. Trabalhando, essencialmente, no período de um ano, o arco de Fern começa nas celebrações do Natal e do Ano Novo e termina do mesmo jeito – com o diferencial de que a rendição de McDormand carrega mais cicatrizes e mais memórias que não irão mais voltar. E, no final das contas, revisitando o que outrora lhe pertencia num passado distante, ela é confrontada com turbilhões de emoções que a fazem questionar como trilha esse caminho diferente do normatizado pela sociedade – e que é passível de uma arbitrária e condescendente empatia.

É impressionante como nenhum dos aspectos do longa falha em entregar exatamente aquilo que promete: a dicotomia entre a aurora e o ocaso é transferida inclusive à minimalista trilha sonora de Ludovico Einaudi e a uma sóbria e trágica fotografia de Joshua James Richards. Mesmo assim, com todas essas infusões que vão para além de um mero estudo de caso, é bem provável que Nomadland não caia no gosto de todos – mas que merece ser visualizado como a densa análise antropológica e sociológica que realmente é.

‘Sex Education’: Netflix divulga resumão da 2ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo promocional de ‘Sex Education’, fazendo um resumão da 2ª temporada antes da estreia dos próximos episódios.

Confira:

O próximo ciclo tem lançamento marcado para o dia 17 de setembro.

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

‘O Golpista do Tinder’: Documentário já está disponível na Netflix!

E a espera acabou!

O documentário O Golpista do Tinder finalmente chegou à Netflix.

O título foi lançado hoje, 02 de fevereiro, na plataforma de streaming.

A produção gira em torno de um homem que se passava por um magnata do ramo dos diamantes, conquistando mulheres na internet e roubando milhões de dólares delas. Agora, algumas vítimas querem vingança.

Relembre o trailer abaixo:

Felicity Morris fica responsável pela direção.

‘The Boys’: “Não posso desver”, diz Jeffrey Dean Morgan sobre o infame episódio do “Herogasm”

O novo episódio de ‘The Boys‘, que focará no infame evento Herogasm – literalmente uma orgia de super-heróis – já chegou à plataforma do Prime Video e o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’) compartilhou suas impressões sobre o capítulo.

Através das redes sociais, o ator escreveu: “uma palavra. HEROGASM. É isso. Esse é o tweet. Eu vi. Não posso desver. Apenas… Se preparem (eu assisti três vezes!)”.

Na HQ original, o Herogasm acontece quando os ‘heróis’ alertam aos fãs que a Terra será invadida por um ameaça alienígena e que precisam viajar para o espaço sideral na tentativa de combater os vilões antes que cheguem ao planeta… Mas, na verdade, eles vão para uma ilha secreta por uma semana para praticarem orgia.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

As Melhores Referências Cinematográficas em Videoclipes

Desde a década de 1970, a divisão arbitrárias das artes plásticas, visuais e sonoras começou a cair numa controversa exclusão que simplesmente não fazia mais sentido. Afinal, levando em conta que o cinema surgiu em uma culminação de todas as outras habilidades artísticas do ser humano, os próprios criadores se viram num beco sem saída que trazia consigo uma abertura interessante e metalinguística.

Não é surpresa, pois, que há alguns anos já encontremos uma mistura quase única das indústrias fonográfica e cinematográfica, a partir da qual videoclipes se tornam inegavelmente icônicos por se renderem a belíssimas alusões fílmicas. Seja em sutilezas quase imperceptíveis, seja em emulações claras e nostálgicas, diversos artistas e diretores já colaboraram para dar vida a perspectivas originais e memoráveis como forma de levar seus fãs a revisitar clássicos longas-metragens com um olhar diferenciado.

Por essa razão, separamos vinte vídeos musicais que trazem consigo as melhores referências do cinema. Entretanto, estamos excluindo canções que foram originalmente compostas para filmes – então não espere encontrar “My Heart Will Go On” ou “Skyfall” na nossa lista.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é o seu clipe favorito.

“MATERIAL GIRL” (Madonna, 1984)

Que a videografia de Madonna é impecável, isso já não é novidade para ninguém. E apesar de ter voltado com algumas obras-primas neste ano, são as produções de início de carreira que continuam comovendo e envolvendo diversas gerações.

“Material Girl” talvez seja uma de suas investidas mais icônicas, principalmente por emular a bombshell Marilyn Monroe no filme Os Homens Preferem as Loiras (1953), desde o marcante figurino adornado com joias até sua expressão corporal. Não é à toa que o vídeo levou para casa diversos prêmios, incluindo o VMA de Melhor Vídeo Feminino.

“RADIO GAGA” (Queen, 1984)

O grupo de rock Queen ganhou uma homenagem interessante no ano passado com o lançamento de Bohemian Rhapsody, mas a música-título não é a única bastante conhecida de sua discografia: afinal, “Radio GaGa” é relembrada até hoje como uma pequena joia da indústria fonográfica, inclusive por seu aplaudível clipe.

David Mallet comandou a produção e fez um ótimo uso de referências seculares, trazendo de volta à vida o longa ‘Metrópolis, de Fritz Lang, para compor o cenário da iteração e se entregar com força ao escopo futurista.

“FANCY” (Iggy Azalea feat. Charli XCX, 2014)

O mundo parece ter um apreço imensurável em relação a comédias românticas adolescentes – e a rapper Iggy Azalea não se exclui desse grupo.

Em 2014, Azalea lançou um de seus melhores singles com a colaboração de Charli XCX, intitulado “Fancy”. O clipe, dirigido por Director X, inspirou todo o visual no noventista coming-of-age As Patricinhas de Beverly Hills, não pensando duas vezes em “roubar” o figurino de Alicia Silverstone e transformar a cantora em um remake memorável e muito bem produzido.

“PUT YOURSELF IN MY PLACE” (Kylie Minogue, 1994)

A sétima arte tem uma deliciosa habilidade de se transmutar e referenciar a si mesma com sutileza incrível – ainda mais quando aliada à música. E, enquanto alguns artistas adaptam nua e cruamente filmes clássicos, outras preferem se valer de outras técnicas.

Kylie Minogue optou pela segunda tendência e homenageou com todas as suas forças o cult Barbarella, protagonizado por Jane Fonda. Kier McFarlane ficou responsável pela direção e imprimiu a conhecida característica futurística para a impecável fotografia e a estética visual da cantora.

“ONE MORE TIME” (Daft Punk, 2000)

A dupla electro-music francesa conhecida como Daft Punk não é apenas conhecida por sua estética sonora futurista, como também detém alguns videoclipes extremamente desconcertantes – no sentido positivo da palavra -, e isso não seria diferente com a produção de One More Time”.

Lançado em 2000, a obra é inteiramente feita em anime, emulando as produções das décadas de 1980 e 1990 que até hoje caem no gosto popular. Como se não bastasse, as cenas do vídeo seriam utilizadas no longa ‘Interstella 5555’, de 2003. O design traz um design em 2D bastante onírico e gira em torno de alienígenas de pele azul que se apresentam para um grande público enquanto uma força misteriosa se aproxima.

“BREAKFAST AT TIFFANY’S” (Deep Blue Something, 1995)

Logo de cara, a canção “Breakfast at Tiffany’s” já revela de qual obra sua inspiração viria: a comédia romântica Bonequinha de Luxo, lançada em 1961 e até hoje rememorado como uma das melhores performances de Audrey Hepburn.

Aqui, os membros da banda conhecida como Deep Blue Something chegam em um evento de café da manhã e são servidos por mordomos em frente à loja da Tiffany Co., em Manhattan. Ao longo da produção, uma mulher vestida da mesma forma que Holly Golightly (Hepburn no longa) passa pela calçada e tira seus óculos – e isso é o bastante para sermos arremessados de volta à década de 1960.

 “TELEPHONE” (Lady Gaga feat. Beyoncé)

Uma das maiores colaborações da música contemporânea não poderia falhar no quesito visual: “Telephone”, performado por Lady Gaga e Beyoncé (dois grandes nomes da indústria fonográfica), é continuação da premiada “Paparazzi”, mas situa-se em um ácido e totalmente diferente território.

Comandado por Jonas Åkerlund, o conceito principal gira em torno da nossa Queen B resgatando Gaga da prisão apenas para voltar a um cotidiano criminoso que não pensa duas vezes antes de soltar referências maravilhosas, que oscilam desde Kill Bill: Volume 1’ até o drama Thelma & Louise.

“SPACE ODDITY” (David Bowie, 1969)

A discografia de David Bowie tem um legado gigantesco e inspira diversos artistas contemporâneos. E talvez “Space Oddity” seja uma de suas produções mais pessoais, ainda mais levando em conta que a construção da música e do videoclipe é baseado em um de seus filmes favoritos.

A obra é uma brincadeira linguística proposital com o clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, e gira em torno de um astronauta fictício chamado Major Tom que perde comunicação com a Terra e se perde no espaço.

“…READY FOR IT?” (Taylor Swift, 2017)

“…Ready for It?” foi o segundo single do sexto álbum de estúdio de Taylor Swift, Reputation, e logo caiu no gosto popular não apenas pelas marcantes batidas, mas pelo futurista clipe dirigido por Joseph Kahn.

No vídeo, a cantora encarna uma versão ciborgue de si mesma e se lança numa aventura coming-of-age que logo nos chama atenção pela estética de produções sci-fi e animes que drenam inspirações de ‘A Vigilante do Amanhã’ e Blade Runner – principalmente pelas sequências de ação.

“RUSH RUSH” (Paula Abdul, 1991)

Paula Abdul é um nome bastante conhecido da indústria musical. “Rush Rush”, uma de suas músicas mais conhecidas, representou uma grande mudança de sua estética sonora – além de trazer uma releitura interessante do famoso e aclamado Juventude Transviada.

O videoclipe, comandado por Stefan Würnitzer, reimagina o longa protagonizado por James Dean Natalie Wood, trazendo para um novo escopo a icônica locação do Observatório Griffith, um Mercury 1949 preto e a atmosfera de uma corrida de carros.

“DOPE HAT” (Marilyn Manson, 1995)

single promocional de ‘Portrait of an American Family’, álbum de estreia do sempre perturbador Marilyn Manson, traz referências bastante chocantes do encantado A Fantástica Fábrica de Chocolate, protagonizado por Gene Wilder.

Aqui, o diretor Tom Stern traz a banda da qual Manson fez parte dentro de um barco que navega em um túnel psicodélico – cuja inspiração veio da similar e aterrorizante sequência do longa-metragem. E, como se não bastasse, o filme é um dos favoritos do cantor (e que melhor jeito de honrá-lo senão de um modo bizarro e muito competente?).

“BLACK WIDOW” (Iggy Azalea feat. Rita Ora, 2014)

Tarantino não é considerado um dos melhores diretores de sua geração por mera formalidade: seus trabalhos são relembrados até hoje e servem de inspiração para diversos novos cineastas – até mesmo aqueles que se aventuram no mundo da música.

Em agosto de 2014, Director X voltou a trabalhar com Azalea ao dirigir “Black Widow”, um divertido e minimalista conto de vingança que emulou a franquia Kill Bill mais uma vez além de ter se inspirado nas clássicas peças fílmicas de kung-fu dos anos 1970 (principalmente os estrelados por Bruce Lee).

“1999” (Charli XCX & Troye Sivan, 2019)

Assim como diversos outros videoclipes que não pensam duas vezes antes de se inspirar com força em longas-metragens bem conhecidos, a colaboração “1999”, performada por Troye Sivan e Charli XCX, idolatra a década de 1990 múltiplas referências – nem um pouco sutis, diga-se de passagem.

Em seus pouco mais de três minutos, a dupla encarna clássicos personagens de obras como Matrix, Titanic, Beleza Americana, A Bruxa de Blair – isso sem mencionar as propositais cópias que fazem de outros vídeos musicais.

“BLACK MAGIC” (Little Mix, 2015)

Mais uma vez os filmes adolescentes da década de 1990 deixaram sua marca nas produções atuais – e dessa vez com a proeminente girl band Little Mix, vencedora da competição The X Factor.

Em “Black Magic”, as quatro cantoras se aventuram com o inebriante uso da magia para ajudarem seus colegas de escola e se vingarem de certos esnobes que as humilharam. Utilizando o ritmo chiclete do dance-pop, o vídeo faz bom uso das sequências do terror Jovens Bruxas, bem como das séries Charmed e ‘Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira’.

“EVERYBODY” (Backstreet Boys, 1997)

A boyband conhecida como Backstreet Boys teve sucesso imenso nos anos 1990, voltando aos holofotes com um revival inesperado nesses últimos tempos. E, sem sombra de dúvida, os novos e antigos fãs ainda se recordam de suas músicas mais antigas, incluindo “Everybody” – uma ode às diversas narrativas de terror do começo do século passado.

Homenageando os vários filmes de horror sobrenatural lançados entre as décadas de 1920 e 1950, a produção foi comandada por Kahn e parodiou longas como A Noiva de Frankenstein, ‘A Maldição da Múmia’ e Drácula, desconstruindo os elementos de suspense e colocando-os num escopo divertido e ambientado numa mansão mal-assombrada.

“THRILLER” (Michael Jackson, 1983)

“Thriller” foi por muito tempo a música mais premiada da história (pelo menos até perder o posto neste ano para “Shallow”). A aclamada música levou para casa inúmeros prêmios e, até hoje, possui uma importância extrema devido ao impacto cultural tanto musical quanto visual.

O clipe, de catorze minutos de duração, faz inúmeras alusões a filmes de terror: o aclamado diretor John Landis recria os elementos da própria década e de sua própria filmografia com paródias de Um Lobisomem Americano em Londres e ‘A Companhia dos Lobos’, além de abraçar a claustrofobia de A Noite dos Mortos-Vivos e aludir a O Fantasma da Ópera das formas mais inesperadas possíveis.

“BAD” (Michael Jackson, 1987)

Quatro anos depois de “Thriller”, o rei do pop voltaria com mais uma icônica entrada de sua videografia com o curta-metragem de 18 minutos intitulado “Bad”.

A narrativa, comandada pelo premiado Martin Scorsese, gira em torno de um adolescente que volta para sua vizinhança natal e se reencontra com velhos amigos, até as coisas ficarem complicadas quando duas gangues cruzam caminho entre si. O arco drena suas homenagens do famoso musical ‘Amor, Sublime Amor’, inclusive a sequência do “moonwalk”.

“BONES” (The Killers, 2006)

Em 2006, a banda The Killers voltava aos holofotes com o lançamento do videoclipe ‘Bones’ – e, diferente de tudo que haviam produzido, a produção trazia uma atmosfera cartunesca própria da carreira de Tim Burton (que ficou responsável pela direção).

Na obra, além de emular às suas próprias obras com uma estética expressionista marcante e um escopo sombrio e teatral, Burton abriu espaço para referenciar obras como LolitaO Monstro da Lagoa Negra, além de trazer sequências explícitas da aventura ‘Jasão e os Argonautas’.

“THANK U, NEXT” (Ariana Grande, 2018)

Em “thank u, next”, Ariana Grande fazia uma ode bastante explícita às diversas comédias adolescentes que até hoje influenciam diversas gerações.

Dirigido por Hannah Lux Davis, o curta-metragem não apenas emula diversas sequências de filmes como Legalmente Loira, Meninas Malvadas e As Apimentadas, mas também traz aparições divertidíssimas da cultura pop para acompanharem-na nessa jornada teen – incluindo Kris Jenner, Jennifer Coolidge e Elizabeth Gillies.

“BAD ROMANCE” (Lady Gaga, 2009)

Gaga é uma das poucas artistas contemporâneas que realmente entendem a importância da música e sabem como conduzir um espetáculo – e obviamente sua estética renovadora e transgressora estaria presente em um de seus melhores videoclipes: “Bad Romance”.

Sendo fã do suspense e do terror desde sua adolescência, Gaga e o diretor Francis Lawrence arquitetaram uma narrativa à la Um Corpo que Cai, citando essa e outras obras-primas do suspense nas próprias lyrics. Como se não bastasse, o tour-de-force apresentado é uma belíssima peça fílmica hitchcockiana com certos elementos artísticos de filmes como Onde Vivem os Monstros.

Não é surpresa que o clipe levou para casa dezenas de prêmios, incluindo Vídeo do Ano, Melhor Direção de Arte e Melhor Direção no VMA. E, como se não bastasse, essa dançante aula de linguagem cinematográfica é considerado até hoje pela Billboard como o melhor videoclipe do século.

‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpente’ ganha trailer INCRÍVEL e novo cartaz; Confira!

Jogos VorazesA Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, prelúdio de Jogos Vorazes, ganhou seu primeiro trailer oficial e um novo cartaz incrível.

Confira:

A trama mostrará o jovem Coriolanus Snow (Tom Blyth) e sua chance de se tornar bastante conhecido ao ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), a garota-tributo do Distrito 12.

Em uma recente entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Rachel Zegler falou um pouco sobre como conseguiu o papel e admitiu que, a princípio, tinha recusado o papel no spin-off.

“É uma história vergonhosa para mim”, ela conta. “Me ofereceram [o papel] em janeiro do ano passado, depois de eu querer muito. Eu não fiz audição, eu só recebi uma ligação do meu agente que disse: ‘Francis Lawrence [o diretor da franquia Jogos Vorazes] quer que você faça [o filme]’. Eu me encontrei com ele por três horas no Hotel Soho, em Londres. E então, eles me disseram que iam rodar na Alemanha e na Polônia. Eu tinha acabado de chegar em Londres e queria desaparecer, porque estava muito longe de casa pela primeira vez. E, por eu estar longe de todos que conhecia e amava, eu disse ‘não'”.

Zegler continua: “e eu me arrependi no momento em que disse isso. Eu tinha outro projeto a caminho que foi adiado para 2023 e eu coloquei meu nome no meio e consegui – e me sinto muito mal pelas outras garotas… Porque coloquei meu nome de volta e eles falaram: ‘sim, OK, legal. Vamos fazer isso'”. 

O elenco também é formado por Irene BoehmCooper DillonLuna KuseKjell BrutscheidtDimitri AboldAthena StratesDakota ShapiroGeorge Somner, Vaughan ReillyPeter DinklageViola Davis, Jerome LanceAshley LiaoKnox GibsonMackenzie Lansing, Aamer HusainJason Schwartzman, Max RaphaelZoe ReneeAyomide AdegunKaitlyn AkinpelumiSofia Sanchez e Amélie Hoeferle.

Lembrando que o filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes e será lançado no dia 16 de novembro de 2023.

Na trama, “anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.

A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.

O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos  de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.

Fique ligado para mais informações!

‘O Túnel dos Pombos’: Documentário sobre o icônico escritor John le Carré estreia ESTE MÊS na Apple TV+!

‘O Túnel dos Pombos’, documentário sobre o icônico e saudoso escritor britânico John le Carré, estreia este mês na Apple TV+.

A produção estreia em 20 de outubro na plataforma de streaming.

Em O Túnel de Pombos, é revelada a vida e a carreira do ex-espião britânico e escritor David Cornwell – mais conhecido como John le Carré, autor de romances que definiram o gênero espionagem, como ‘O Espião que Saiu do Frio’‘O Espião que Sabia Demais’‘O Jardineiro Fiel’. Ambientado no cenário turbulento da Guerra Fria, o filme percorre seis décadas de história por meio da última e mais sincera entrevista de John le Carré, falecido aos 89 anos, em 2020 – ilustrada por imagens de arquivo raras e cenas dramatizadas. De forma profundamente humana, e envolvente, O Túnel de Pombos apresenta a extraordinária jornada do escritor e a separação tênue, como uma folha de papel, entre o fato e a ficção.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por Errol Morris, vencedor do Oscar de Melhor Documentário por ‘Sob a Névoa da Guerra’.

O filme é baseado no livro de memórias O Túnel de Pombos: Histórias da Minha Vida’.

‘Rua do Medo 4’: Netflix anuncia elenco e sinopse OFICIAIS do novo filme

Netflix anunciou o elenco protagonista de Rua do Medo: A Rainha do Baile’ (Fear Street: Prom Queen), quarto capítulo da saga de terror slasher baseada nos romances de R.L. Stine.

As informações indicam que India Fowler, Suzanna Son, Fina Strazza, David Iacono, Ella Rubin, Chris Klein, Lili Taylor e Katherine Waterston farão parte do elenco.

Além disso, foi revelada a sinopse oficial do longa:

O filme é ambientado em 1988, na temporada do baile de formatura – e as It Girls estão competindo pela coroa. Até que uma estranha é indicada e as outras garotas começam a desaparecer misteriosamente.

A cineasta Chloe Okuno foi escalada para dirigir o próximo longa-metragem.

Okuno é conhecida por seu trabalho no suspense ‘Watcher’ e por ter comandado um dos segmentos da recente antologia ‘V/H/S/94’, ambos da plataforma Shudder.

Mais detalhes sobre a produção não foram revelados.

Vale lembrar que a trilogia original, composta pelos filmes ‘1994’‘1978’‘1666’, já está disponível na Netflix.

Rua do Medo: 1994’: durante os corolários de uma brutal tragédia em Shadyside, Ohio, um grupo de adolescentes descobre uma série de eventos horríveis que assolaram a cidade podem não ser meros acidentes – e eles podem ser as próximas vítimas.

Rua do Medo: 1978’: o Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.

Rua do Medo: 1666’: uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.

O elenco é formado por Gillian JacobsSadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy FordJulia RehwaldKiana MadeiraOlivia Welch e Ryan Simpkins.

 

The Weeknd anuncia ‘Hurry Up Tomorrow’, seu SEXTO álbum de estúdio

O aclamado cantor e compositor The Weeknd revelou através das redes sociais que está prestes a entrar em sua próxima era musical.

No Instagram, o artista divulgou que seu sexto álbum de estúdio será chamado Hurry Up Tomorrow – mas ainda não tem data de lançamento marcada ou mais informações sobre a tracklist ou potenciais colaborações.

O compilado de originais será o primeiro do artista desde 2022, quando lançou o ovacionado Dawn FM.

Confira:

Dawn FM foi lançado no dia 07 de janeiro de 2022 e conta com produção de nomes como Max MartinCalvin HarrisSwedish House Mafia.

Funcionando como uma espécie de estação de rádio que emula a jornada do artista pelo purgatório, a produção conta com Jim Carrey como o narrador e se tornou uma das obras mais aclamadas de 2022.

Crítica | Com referências a Michael Jackson e Donna Summer, ‘Dawn FM’ é um dos projetos mais ambiciosos de The Weeknd

“Take My Breath” e “Sacrifice” também entram como singles oficiais do álbum.

Critics Choice Awards 2025 | Jarin Blaschke leva o prêmio de Melhor Fotografia por ‘Nosferatu’

Sucesso! O remake de ‘Nosferatu‘ foi um dos principais títulos relembrados na cerimônia de vencedores da 30ª edição do Critics Choice Awards.

Jarin Blaschke foi condecorado com o prêmio de Melhor Fotografia por seu impecável trabalho.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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Gostou de ‘The Old Guard 2’? Aqui estão outros CINCO filmes para você assistir nos streamings!

Netflix lançou recentemente a aguardada sequência The Old Guard 2’, que dá continuidade ao elogiado filme de 2020 ao nos reintroduzir a Andy (Charlize Theron) e o poderoso grupo de mercenários imortais que têm como objetivo fazer do mundo um lugar melhor.

No filme, Andy lida com sua recém-adquirida mortalidade, mas continua navegando por perigos inimagináveis ao lado de seus companheiros – até cruzar caminho com uma perigosa ameaça que se materializa na forma de Discórdia (Uma Thurman), a imortal mais antiga conhecida que nutre de uma vingança milenar e irrefreável pelos humanos e por sua constante mesquinhez.

Além de Theron e Thurman, o longa trouxe de volta Matthias Schoenaerts (Booker), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley) no elenco, e apresentou Henry Golding como Tuah, um antigo aliado de Andy.

E, para celebrar o recente lançamento do filme, preparamos uma breve lista trazendo cinco filmes recentes disponíveis pelos streamings para você que gostou da sequência.

Confira:

G20 (2025)

Onde assistir: Prime Video

Viola Davis não é apenas uma das maiores atrizes de todos os tempos, mas uma das mais versáteis. E, na mesma proporção em que encabeça produções dignas de prêmios e que refletem seu comprometimento com a arte da atuação, ela se joga de cabeça em projetos mais mercadológicos – como é o caso do thriller de ação G20. Contando também com nomes como Antony StarrAnthony Anderson, a trama acompanha a Presidente dos Estados Unidos Taylor Sutton (Davis), que deve defender a sua família, os seus colegas líderes e o mundo quando a cúpula do G20 na Cidade do Cabo, na África do Sul, é invadida por terroristas.

EXTERRITORIAL (2025)

Onde assistir: Netflix

Uma das outras produções originais da Netflix lançadas este ano foi o thriller de ação alemão Exterritorial – que, apesar da recepção mista por parte das críticas, encantou os assinantes da plataforma. A trama acompanha Sara (Jeanne Goursaud), uma ex-soldada das Forças Especiais que se vê arrastada para uma complexa artimanha quando seu filho mais novo desaparece repentinamente dentro do consulado americano em Frankfurt e sem deixar rastros. Sabendo que não pode deixar o prédio e que as autoridades alemãs não têm influência dentro do edifício, Sara se aprofunda no labiríntico consulado, procurando desesperadamente pelo filho e alheia à perigosa intriga que gradualmente coloca as mãos ao redor de seu pescoço.

RESGATE IMPLACÁVEL (2025)

Onde assistir: Prime Video

Quando paramos para pensar em filmes de ação, um dos principais atores a dominar esse circuito é o de Jason Statham – e, em 2025, ele voltou à sétima arte com o divertido Resgate Implacável. O longa, que pega páginas emprestadas de títulos como ‘John Wick’‘Busca Implacável’, pode não trazer muitas coisas novas ao gênero, mas conta com o carisma de Statham, que interpreta um ex-agente de operações secretas que leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil. No entanto, ele é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

A FONTE DA JUVENTUDE (2025)

Onde assistir: Apple TV+

Guy Ritchie é conhecido por inúmeros trabalhos com o gênero de ação e aventura – e sua mais recente entrada no circuito do entretenimento, A Fonte da Juventude, apostou fichas em uma mistura dos clássicos dos anos 1990 e 2000 para construir um filme de assalto estrelado por ninguém menos que Natalie PortmanJohn Krasinski. A trama acompanha dois irmãos distantes que se unem para uma missão global em busca da mitológica Fonte da Juventude. Eles precisam usar seus conhecimentos em história para desvendar pistas em uma aventura épica que mudará suas vidas – e possivelmente os levará à imortalidade.

CHEFES DE ESTADO (2025)

chefes de estado prime video

Onde assistir: Prime Video

Uma das mais recentes produções do Prime Video é a comédia de ação Chefes de Estado, que traz Idris Elba como o presidente dos Estados Unidos e John Cena como o primeiro-ministro do Reino Unido – ambos nutrindo de uma rivalidade pública que coloca em risco o “relacionamento especial” de seus países. Mas quando eles se tornam alvos de um adversário estrangeiro poderoso e implacável, que se mostra à altura das forças de segurança dos dois líderes, eles são forçados, a contragosto, a contar com as duas únicas pessoas em quem podem confiar: um no outro. Aliados a uma habilidosa agente do MI6, interpretada por Priyanka Chopra Jonas, eles precisam fugir e encontrar uma maneira de trabalhar juntos por tempo suficiente para impedir uma conspiração global que ameaça todo o mundo.

Netflix anuncia novo DRAMA jurídico ‘Habeas Corpus’, com Marjorie Estiano e Any Gabrielly

Netflix anunciou recentemente seu mais novo drama jurídico brasileiro ‘Habeas Corpus’, estrelado por Marjorie Estiano (‘Ângela Diniz’) e Any Gabrielly.

Inspirada no trabalho do “Innocence Project Brasil”, organização nacional dedicada a reverter erros judiciários, a série acompanha a trajetória de uma professora de Direito (Estiano) que lidera um grupo de revisão criminal para tentar provar a inocência de um jovem condenado injustamente. O que ela não sabe é que sua aluna mais brilhante (Gabrielly) quer reparação por uma trágica injustiça.

O elenco ainda conta com Danton MelloMarisa OrthNaruna CostaNatália LageVladimir Brichta.

Luiz Villaça (‘O Contador de Histórias’) assume a cadeira de direção. Ele também assina a criação ao lado de Leonardo MoreiraDonna Oliveira.

Mais detalhes não foram revelados.

Reboot de ‘Baywatch’ será lançado apenas em 2027 e executivo da Fox explica o MOTIVO

reboot da clássica série de salva-vidas Baywatch, supervisionado pela Fox, ganhou uma grande atualização neste último domingo (10).

Durante uma ligação de conferência, o presidente de cronograma da emissora, Dan Harrison, revelou que a nova versão será lançada no final de janeiro de 2027, contrariando um possível lançamento no terceiro trimestre de 2026 (via THR).

“Há apenas um Baywatch, Thorn disse, exaltando a série original. “É uma das franquias seriadas mais icônicas e populares da história da televisão”.

Quanto à estreia do reboot, o executivo afirmou: “temos um histórico extenso de lançamentos de séries no meio da temporada. Fizemos isso recentemente com Best Medicine’‘Memória de um Assassino’, e com ‘DOC’ antes disso. Isso remonta a 24′, Empire’, ‘9-1-1-‘ e The Resident’. Obviamente, Baywatch é uma prioridade enorme para nós, e acreditamos que temos uma ótima oportunidade de preparar a série para o sucesso [no meio da temporada]”.

Thorn reconheceu que sua versão de Baywatch tem “uma grande responsabilidade”. “Há muita pressão sobre nós para tentarmos fazer algo ótimo”, disse ele, “mas não tem como não tentar”.

Jessica Belkin, Hassie Harrison, Thaddeus LaGrone, Noah Beck, Brooks Nader, Shay MitchellLivvy Dunne e David Chokachi, que reprisará seu papel como Cody Madison da série original, estrelam.

Ashley Moore (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’), Kylar Miranda (‘Apostas & Segredos’), Luke Eisner (‘Crush à Altura’), Nadia Gray (‘All Rise’) e Charlie McElveen (‘Clipped’) completam o elenco.

Na trama…

O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.

Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.

O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.

Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Cobie Smulders revela cena deletada do filme

Em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, alguns fãs notaram que Maria Hill (Cobie Smulders) estava muito mais contida do que de costume, indicando sua substituição por uma Skrull.

No entanto, de acordo com o Comic Book, Cobie Smulders revelou que quis parecer impaciente depois de sua personagem ter sido morta e ressuscitada pela Manopla Infinito.

“Durantes as gravações, eu gostei de brincar com a ideia de que ela estava estressada”, disse a atriz ao The Hollywood Reporter. “Ela está tão exausta, e ela acabou de ser ressuscitada para encontrar uma papelada em sua mesa. Ela tem muito o que fazer, além de descobrir quem é esse Mysterio e convencê-lo a entrar para a equipe.”

Smulders também mencionou que uma cena deletada mostrava um pouco mais de sua personalidade.

“Algumas outras cenas foram cortadas… O filme teria início com Nick Fury e eu dirigindo em uma estrada deserta, onde você viu o primeiro monstro de terra surgir, e eu disse: ‘Tudo bem, vamos atrás desses elementais.’ Eu estava realmente animada porque, quando você volta do estalo, o que mais poderia voltar? Você fica preocupado? Você já morreu uma vez mesmo. Então, foi divertido interpretar alguém que simplesmente não se importa [em morrer]. Eu achei que esse momento foi a maior demonstração de personalidade dela.”

O que você achou da participação de Maria Hill na sequência?

lembrando queHomem-Aranha: Longe de Casa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

A sequência traz o retorno de Jon Watts na direção, e também conta com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

Robert Downey Jr. sugere retorno do Homem de Ferro ao MCU

Durante uma live para comemorar o primeiro aniversário de ‘Vingadores: Ultimato‘, os diretores Anthony e Joe Russo falaram sobre a importância do Homem de Ferro no MCU.

Robert Downey Jr. também participou da transmissão e falou como estava se sentindo após sua aposentadoria da Marvel Studios.

Ao final da conversa, Joe elogiou o trabalho de Downey e brincou ao dizer que não se importaria em fazer novos filmes do herói.

“Você fez um excelente trabalho. Talvez tenhamos que fazer isso novamente algum dia. Quem sabe?”, disse ele.

Downey concordou com a ideia e respondeu:

“Quem sabe? O público é que vai dizer se isso deve acontecer.”

Assista:

Apesar do entusiasmo da dupla, parece improvável que a Marvel queira ressuscitar Tony Stark porque isso acabaria tirando o peso de seu sacrifício em ‘Vingadores: Ultimato’.

Além disso, Downey já disse ao The Hollywood Reporter que pretende se distanciar do personagem.

“Eu não sou meu trabalho. Eu não sou o que fiz com a Marvel Studios. Eu não sou esse período de tempo que passei interpretando o personagem. E é uma droga, porque a criança em todos nós fica meio que: ‘Não. Sempre será um acampamento de verão e estamos todos de mãos dadas.'”.

O astro também admitiu desenvolver uma ‘dependência’ em seu contrato com a Marvel Studios e que agora pretende explorar novos horizontes com cuidado.

“Não fui forçado a explorar a nova fronteira da minha vida criativa e pessoal depois disso. É sempre bom estar no comando de onde você está prestes a chegar. É melhor eu começar a trabalhar nisso… As pessoas costumam desmoronar na transição entre uma fase e a próxima.”

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Criador de ‘Percy Jackson’ dá atualização sobre a série da Disney+

Através de seu blog pessoal, o criador da saga ‘Percy Jackson’, Rick Riordan, revelou algumas atualizações sobre a vindoura série da Disney+.

O escritor aproveitou para provocar o público ao confirmar que o roteiro já foi concluído, o que deve gerar bastante curiosidade pelas próximas semanas.

“Terei algumas reuniões importantes na semana que vem com os chefões da Disney para discutirmos sobre a série de TV do ‘Percy Jackson‘, então mantenham os dedos cruzados. Todos os envolvidos adoraram o roteiro do episódio piloto, mas precisamos fazer alguns ajustes adicionais antes de enviá-lo para sua próxima parada: os principais executivos da Disney+. Mas tenham calma, Isso é normal.”

Ele continuou:

“Ao escrever um roteiro, há muitos rascunhos antes da versão oficial, como em qualquer outro tipo de escrita. Todas as contribuições foram super positivas e úteis. Todos estão empenhados em fazer desta a melhor série que pudermos. Continuo animado e cuidadosamente otimista de que estamos prestes a lançar um projeto realmente de primeira classe. Como sempre, porém, as coisas boas precisam de tempo e paciência! Fiquem ligados!”

E aí, você também está animado com a série?

Intitulada, ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, ainda não há previsão de lançamento.

No entanto, Riordan divulgou um pequeno teaser do teaser da série.

Confira:

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘Dash & Lily’: Assinantes da Netflix estão DEVASTADOS pelo cancelamento após a 1ª temporada; Confira as reações!

Depois de apenas uma temporada, a série Dash & Lily‘ foi cancelada pela Netflix por conta da baixa audiência.

Em agosto, o produtor executivo Shawn Levy, já havia dito ao Collider que a atração não havia atraído um número considerável de visualizações e corria o rosco de ser cancelada.

“Isso é apenas um lembrete de que às vezes nós podemos fazer algo realmente bom, realizando nosso trabalho da melhor forma possível e ainda assim não ter controle sobre a audiência”, disse ele.

No entanto, um grande número de fãs estão devastados ao lamentarem a decisão, já que a adaptações dos romances homônimos vinha sendo considerada uma das melhores produções natalinas dos últimos anos.

Confira as reações:

“Eu amaria poder voltar e adaptar os outros livros,” afirmou o criador Joe Tracz em uma declaração. “Eu escrevi a adaptação do terceiro livro durante as filmagens. Eu amo esses personagens e o universo que eles vivem. Há mais histórias para serem contadas, e eu amaria poder contá-las.”

A série é baseada nos romances da saga Dash & Lily’s Book of Dares’, de Rachel Cohn David Levithan, além de ser produzida por Nick Jonas.

Um romance turbulento de fim de ano ganha vida conforme o cínico Dash e a otimista Lily trocam desafios, sonhos e desejos em um caderno que levam consigo através da mágica cidade de Nova York.

Austin Abrams (‘Euphoria’) e Midori Francis (‘The Birch’) estrelam.

 

‘Thor: Amor e Trovão’: Jaimie Alexander faz mistério sobre o papel de Lady Sif na sequência; Confira!

Assim como Jane Foster (Natalie Portman) ficou de fora da trama de Thor: Ragnarok‘, o mesmo aconteceu com a Lady Sif, personagem de Jamie Alexander.

Presente nos dois primeiros filmes do herói, Alexander reprisou o papel em ‘Agents of SHIELD‘ e em um episódio de ‘Loki‘.

Como ela já foi confirmada em ‘Thor: Amor e Trovão‘, os fãs estão se perguntando se ela terá um papel significativo na trama.

Mas parece que ela não irá protagonizar cenas de ação no longa.

Em entrevista para o Comic Book, Alexander foi direta ao dizer:

“Para este filme, eu não tive que treinar. Não precisei ‘entrar em forma’. E você vai ver o porquê.”

Então, parece teremos que esperar como e se ela ela irá interagir com outros personagens quando o filme chegar aos cinemas, em 07 de julho.

E aí, você está curioso para ver o retorno da personagem?

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Rolly Crump, animador e designer dos parques da Disney, morre aos 93 anos

De acordo com o Comic Book, Rolly Crump, uma lenda da Disney conhecida por seu trabalho em vários filmes e atrações de parques temáticos da Disneylândia, faleceu aos 93 anos.

A notícia foi divulgada originalmente na página do Facebook de Crump, revelando que ele faleceu pacificamente no último domingo, 12 de março, em Carlsbad, na Califórnia, EUA.

As contribuições de Crump para a Disney incluíram o design de várias atrações icônicas da Disneylândia, como a Mansão Mal-Assombrada e o EPCOT Center.

Nascido em 1930 em Alhambra, Califórnia, Crump começou a trabalhar na Disney em 1952 como um “intermediário” e depois se tornou assistente de animação em ‘Peter Pan’, ‘A Dama e o Vagabundo’, ‘A Bela Adormecida’ e ‘101 Dálmatas‘.

Em 1959, ele ingressou na empresa que se tornaria a Walt Disney Imagineering, onde começou a projetar as atrações da Disneylândia.

Enquanto trabalhava na Disney em meados da década de 1960, ele também desenhou vários cartazes e logotipos para os filmes.

Já na década de 1970, ele deixou a Disney para trabalhar em estúdios menores, até que retornou à companhia em 1992 e tornou-se designer executivo na Imagineering, aposentando-se dois anos mais tarde.

Em 2004, ele foi coroado uma lenda da Disney.

“Um indivíduo verdadeiramente único, dono de um trabalho caprichoso que foi apresentado em todo o mundo”, diz o post no Facebook. “Seja por suas inúmeras contribuições para os filmes e parques temáticos da Walt Disney ou por sua própria arte pessoal, o estilo incrível de Rolly era exclusivo e instantaneamente reconhecido por muitos. O trabalho mais notável de Rolly para a Disney foi seu profundo impacto na indústria de parques temáticos ao longo dos anos. Seus designs contribuíram para as atrações mais famosas da empresa, como The Enchanted Tiki Room, a Haunted Mansion, it’s a small world e muito mais. O trabalho também foi muito além da Disney, pois ele passou a criar obras icônicas para Knott’s Berry Farm, Busch Gardens, o Sultão de Omã e muitos outros. Ele deixa para trás um legado que nunca pode ser igualado, e a magia que criou para inúmeras pessoas em todo o mundo nunca serão esquecidas. Rolly e sua família gostariam de agradecer aos fãs por apoiarem seu trabalho ao longo dos anos. Sua vida inteira foi preenchida com uma ‘história meio fofa’ após a outra, e ele será lembrado com muito amor.”

‘Saltburn’: Romance gay com Jacob Elordi e Barry Keoghan deixa o público DIVIDIDO; Confira as reações!

Chegou ontem ao catálogo da Amazon Prime o romance gay ‘Saltburn‘, estrelado por Jacob Elordi (‘Euphoria’) e Barry Keoghan (‘Os Banshees de Inisherin’).

Ambientada nos anos 2000, a trama acompanha Oliver Quick, um estudante da Universidade de Oxford que fica intrigado com o mundo de seu colega aristocrático, Felix Catton. Felix então convida Oliver para Saltburn, a propriedade de luxo de sua família, onde eles passam ‘um verão inesquecível’ juntos.

Elogiado pelos críticos com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa não parece estar gerando o mesmo impacto no público, já que os assinantes da plataforma estão bem divididos.

Nas redes sociais, enquanto alguns elogiaram as performances do elenco e o roteiro fora do comum, outros detestaram as reviravoltas e as cenas grotescas da trama.

Ao que parece, muitos foram surpreendidos negativamente, pois esperavam um romance gay e receberam uma trama repleta de momentos bizarros e nojentos.

Confira as reações:

Crítica | Saltburn: Barry Keoghan trilha seu caminho para o Oscar em estupendo suspense sobre luxúria e obsessão

Relembre o trailer:

Emerald Fennell, vencedora do Oscar por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Rosamund Pike, Richard E. Grant, Alison Oliver, Ewan Mitchell, Archie Madekwe, Lolly Adefioe, Reece Shearsmith, Paul Rhys e Carey Mulligan.

O vencedor do Oscar Linus Sandgren, conhecido por seu aclamado trabalho em ‘La La Land: Cantando Estações‘, entra como diretor de fotografia do longa.

Fennell ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, thriller de vingança estrelado por Carey Mulligan.

Josey McNamara, Tom Ackerley e Margot Robbie entram como produtores.

‘Super’ – O protótipo de James Gunn com quadrinhos

Obra representou a primeira colaboração do diretor com grandes nomes

Com sucessos consolidados no gênero de super-heróis, o cineasta James Gunn já provou que entende o elemento primordial desse tipo de história e tem em sua assinatura artística uma semelhança natural com esse fator: o exagero. Afinal, tudo relacionado a quadrinhos é exagerado por natureza, muito pelo tom das histórias mas também por detalhes técnicos como a coloração chamativa de painéis em certos títulos (A Piada Mortal, por exemplo).

Dessa forma, Gunn não hesita abraçar esse fator ao adaptar uma obra; seja com uso de cores bastante vivas em algumas cenas ou figurinos que são carnavalescos por justamente estarem em sintonia com o material fonte e não terem passado por uma adaptação (como foi o caso dos X-men a partir dos anos 2000).

Ainda assim, ele não é um artista totalmente preso a esse nicho desde seu primeiro projeto. Sua origem no campo dos longa metragens remonta ao terror Seres Rastejantes, de 2006, em que é apresentada uma infestação de vermes alienígenas à uma cidade; aqueles que são expostos desenvolvem mutações em criaturas selvagens. Mesmo sendo um terror sem maiores ambições, ele foi importante para o diretor iniciar o próximo projeto.

O exagero dos figurinos foi um sopro de ar fresco durante a era dos trajes de couro.

Super foi e ainda é o projeto menos custoso da carreira de James Gunn, com um orçamento total de US$ 2,9 milhões. Lançado em 2011 (porém, teve exibições no ano anterior no Festival de Toronto), o filme conta a história de Frank (interpretado por Rainn Wilson) que é um sujeito bastante insatisfeito com a própria vida e que se orgulha de apenas dois momentos em particular de tudo o que já viveu. 

A partir do momento que sua esposa o abandona, ele fica sem rumo e passa a acreditar que Deus se comunicou com ele para se tornar um super-herói. O enredo, assinado também pelo diretor, não abre brechas para vantagens sobrenaturais que Frank possa ter sobre os inimigos, muito pelo contrário, a comédia é desenvolvida ao redor do quão inviável é uma vida de vigilantismo ao estilo de quadrinhos no mundo real.

Nesse sentido a obra possui várias semelhanças com Kick-Ass, lançado no mesmo período; ainda assim, até o filme de Matthew Vaughn lança mão de atributos fantasiosos de quadrinhos para desenvolver a comédia. Não é o caso de Super, que repousa inteiramente sobre o faro cômico de seu protagonista.

A vida de um vigilante não é fácil.

Rainn Wilson é mais conhecido por sua participação em The Office e não por menos soube do projeto por meio de sua então colega de elenco Jenna Fischer (ex-esposa de James Gunn). A forma como seu personagem é construído ressoa muito parecida com o que ele teve no seriado, o que funciona para criar um senso de aceitação com quem já conhece seu trabalho prévio.

Junto a ele ainda à presença de Elliot Page dando vida à uma versão de sidekick totalmente descontrolado e com alta tendência à violência. O que se tem é uma obra que já traduzia o estilo de seu diretor anos antes dele alcançar a fama; ainda que em um tom “cru” mas que é importante para mostrar a crescente do mesmo ao longo da última década.

Desde a escolha de músicas alternativas e trilhas autorais até o figurino bastante colorido, a visão de Gunn sobre quadrinhos sempre foi uma: um exagero divertido que, não só dialoga com a forma como ele faz cinema, como também põe em discussão temas reais como a já mencionada violência (e sua suavização); relacionamentos interpessoais e indivíduos socialmente desajustados que encontram algum tipo de conforto uns nos outros. 

 

‘Spider-Man: Freshman Year’: Nova série animada do Homem-Aranha recebe atualização de produtor

Com a série de cancelamentos recentes no Disney+, os fãs do universo Marvel têm se preocupado com o andamento da série ‘Spider-Man: Freshman Year‘.

A animação, que marca a primeira incursão do Homem-Aranha nos programas da Marvel Studios, foi anunciada em 2021 e desde então tem gerado expectativas, mas poucas atualizações foram divulgadas sobre o projeto.

Para acalmar os ânimos dos internautas, Jeff Trammel, roteirista e produtor executivo da série, recorreu às redes sociais para compartilhar uma atualização sobre o status da produção.

Ele usou sua conta no Twitter para esclarecer que, embora não possa revelar detalhes neste momento, a equipe está comprometida em criar uma experiência especial para os fãs:

“Eu não posso compartilhar nada ainda, mas estou ansioso para que todos vejam o show. Nossa equipe trabalhou (e ainda está trabalhando) para que Freshman Year pareça especial, divertida e única. Estou muito empolgado para que todo mundo veja!”, afirmou Trammel.

Foi revelado que Nico Minoru, dos Fugitivos, e Amadeus Cho estarão na série. Além deles, Harry Osborn também estará na trama e será um jovem negro. Doutor Estranho e o Demolidor, usando seu traje preto, também apareceram em imagens divulgadas na Comic Con.

Além disso, foram divulgados os visuais de Peter Parker e Nico Minoru, amiga de Parker, na série:

Spider-Man: Freshman Year‘ terá vários vilões, incluindo o Dr. Octopus, já Norman Osborn será o mentor de Peter Parker, antes de se tornar um de seus maiores vilões, e em uma das artes vemos o herói com um traje da Oscorp branco e verde.

A animação já está renovada para uma segunda temporada chamada ‘Spider-Man: Sophomore Year‘. O primeiro ano estreia em 2024 no Disney+.

‘O Dublê 2’: Ryan Gosling está CONFIANTE que a sequência vai acontecer….

O astro Ryan Gosling expressou entusiasmo com a possibilidade de uma sequência para o filme ‘O Dublê’, onde interpreta Colt, um dublê de Hollywood que busca reconquistar o amor de sua vida ao procurar por uma estrela de ação desaparecida.

Segundo a CBR, Gosling revelou que um roteiro para a sequência já está pronto e que ele está confiante na recepção do público ao primeiro filme: “A sequência meio que se escreveu sozinha. Nós já conhecemos [a história] intimamente. Estamos apenas esperando que as pessoas gostem o suficiente deste filme para que possamos continuar contando a história desses personagens”.

“Nós os amamos tanto, e amamos este mundo, e sinto confiança de que podemos fazer isso. Amamos tanto esses personagens que queríamos saber, apenas para nós mesmos, o que acontece com Colt e [o personagem de Blunt] Jody depois que o filme termina? Qual é a próxima fase para eles? E nós sabemos exatamente o que é. Então, espero que o público também queira saber.”

A comédia de ação ‘O Dublê‘, estrelado por Ryan Gosling (‘Barbie’) e Emily Blunt (‘Oppenheimer’), estreou no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 28.5 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana.

Infelizmente, o valor ficou abaixo das projeções, que indicavam uma estreia em torno de US$ 35 milhões no país.

Para termos de comparação, o filme teve um retorno dentro da média de outros filmes do gênero, mas falhou em alcançar estreias recentes como ‘Cidade Perdida‘ (US$30.4M) e ‘Trem-Bala‘ (US$30M).

Internacionalmente, o longa soma US$ 36.9 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 65.4 milhões.

Apesar das críticas positivas – com 83% de aprovação dos especialistas no Rotten Tomatoes – e de ter recebido uma nota A- do público no CinemaScore, o sucesso da produção nas telonas é ameaçado por causa do seu orçamento considerável, que girou em torno de US$ 130-150 milhões.

Vale destacar, no entanto, que ‘O Dublê‘ se tornou a terceira maior estreia da carreira de Gosling nos EUA, atrás apenas de ‘Barbie‘ (US$162M) e ‘Blade Runner‘ (US$32.7M).

Crítica | O Dublê – Ryan Gosling e Emily Blunt transbordam química no blockbuster PERFEITO!

Assista a entrevista e a nossa crítica em vídeo:

Na entrevista, Emily revelou qual foi a cena mais difícil que ela já fez… e a resposta é surpreendente.

“A chegada em Mary Poppins.  Eu consideraria isso uma façanha. Eu estava muito assustada. Rob Marshal falou: ‘Vou apenas começar com você nas nuvens, e você terá que descer… e você entrará em seu close.. Porque tenho muito medo de altura. Achei que eu não tivesse medo. E então eu estava lá em cima e vi que tinha medo sim. Você é içada… Eu estava tão no alto, a uns 7,5 metros ou mais, e então eles continuam e de repente você fica tipo: ‘Deus, estou tendo palpitações.'”, ela afirmou.

A atriz conseguiu concluir a cena, mas revela que passou mal:

“E eu olhei para baixo e Lin-Manuel Miranda estava assim. Tentei olhar para fora e tudo que vi foi que estava mais alta que as árvores. E então Rob tocava a música e ele achava que seria emocionante. Ela deveria fazer aquilo sem esforço. Eu tinha que caminhar até a câmera e conversar com as crianças. E eu fiz três tomadas e senti minha tolerância cair. Eu disse: Já chega”  

Dirigido por David Leitch (‘Deadpool 2’), o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, Gosling interpreta um dublê e, como todos na comunidade de dublês, faz as cenas mais arriscadas de explosão, tiroteio, incêndios, perseguição e acidentes de carro, quedas das mais altas janelas, tudo para nos divertir. Mas agora, depois de um grave acidente que quase acabou com sua carreira, esse herói anônimo das produções de cinema precisa descobrir o paradeiro de um astro de cinema desaparecido, desmascarar uma conspiração e tentar reconquistar o amor de sua vida enquanto ainda faz seu trabalho diário. O que poderia dar errado?

Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), Teresa Palmer (‘Quando as Luzes se Apagam’), Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e outros também fazem parte do projeto.

Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, assina o roteiro e atua como produtor executivo.

‘Aranhaverso 3’: Brian Tyree Henry afirma que sequência deixará todos em lágrimas

Brian Tyree Henry, dublador de Jefferson Davis na versão original de Homem-Aranha: No Aranhaverso’, refletiu recentemente sobre o terceiro filme, afirmando que o longa vai deixar todos com lágrimas nos olhos.

Em entrevista à Variety, o ator e dublador explicou o motivo da demora para o lançamento da sequência.

“No devido tempo. Precisamos concluir. Tem que ser concluído. Você consegue imaginar se nós fôssemos tipo, ‘É isso aí. Ele está em um portal e acabou ?'”, explicou.

Por fim, ele comentou sobre a continuidade da história. “Primeiro de tudo, isso é uma pergunta complicada. E sim, a resposta é sim. Não, olha, isso leva tempo, mas precisamos fazer você esperar um pouco, sabe o que quero dizer? Mas está chegando. Está chegando. Não vai haver um olho seco na sala, vou te contar. Boa sorte. Não vai terminar com um laço bonitinho como as coisas costumam fazer”.

Lembrando que Bob Persichetti e Justin K. Thompson serão os responsáveis pelo longa que encerrará o arco de Miles Morales na saga de animação da Sony.

“Tivemos o imenso privilégio de fazer parte da jornada de Miles desde o início, e dirigir a conclusão de sua história é algo extremamente empolgante. A criatividade e o cuidado investidos em cada minuto deste projeto foram verdadeiramente inspiradores. Criamos o que sentimos ser um final muito satisfatório, e mal podemos esperar para que os fãs o vivenciem – estamos dando tudo de nós!”

Por enquanto, os detalhes da trama do novo filme ainda estão sendo mantidos em sigilo.
Vale lembrar que ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ está disponível no Max.

Vale destacar que Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, arrecadou impressionantes US$ 683 milhões em todo o mundo, consolidando-se como um dos grandes sucessos do ano passado.

Confira a nossa crítica!

Crítica | ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é ambicioso e prepara terreno para um desfecho épico

Charlize Theron, estrela de ‘The Old Guard 2’, critica a falta de espaço para mulheres em filmes de ação

Charlize Theron, estrela de ‘The Old Guard 2’, fez comentários recentes sobre a situação dos filmes de ação protagonizados por mulheres em Hollywood e explicou por que ela mesma tem diminuído o ritmo nas cenas de alto risco.

Em uma conversa com Uma Thurman, conforme noticiado pelo Deadline, a atriz desabafou sobre a relutância dos estúdios em dar mais oportunidades a mulheres que lideram grandes produções, especialmente se o filme não for um sucesso de bilheteria.

“Sim, é mais difícil. Isso é sabido”, respondeu Theron quando questionada sobre a disparidade de gênero na aprovação de certos filmes.

Ela continuou: “Filmes de ação com protagonistas femininas não recebem sinal verde com a mesma frequência que os com protagonistas masculinos. O que sempre me frustra é o fato de que os caras ganham passe livre. Quando mulheres fazem isso e o filme talvez não seja um sucesso total, elas não necessariamente ganham uma segunda chance. Neste projeto, estávamos bem conscientes de que os olhos estavam sobre nós. Não é um risco que os estúdios querem correr, mas eles correm esse risco diversas vezes com o mesmo cara, mesmo que ele tenha uma sequência de filmes de ação que não foram tão bem”.

Theron também abriu o jogo sobre por que está fazendo menos cenas perigosas em sua carreira, citando lesões graves anteriores que exigiram cirurgias.

“Encontro pessoas e elas perguntam: ‘O que aconteceu com seu braço?’ E eu respondo: ‘Ah, fiz uma cirurgia’. E elas dizem: ‘Na última vez que te vi, você também tinha feito uma cirurgia!’ Tive uma lesão infeliz na primeira tentativa de fazer ação, num filme ruim chamado ‘Aeon Flux’. No nono dia, fiz uma estrela (movimento acrobático) e não peguei altura suficiente, e caí com o pescoço numa ponte de concreto. Fiz a última cirurgia no pescoço há 18 anos. Já operei os dois cotovelos, o ombro direito, o polegar, tive síndrome do túnel do carpo, fraturas. Muitas fraturas”, relembrou ela.

Como resultado dessas experiências, Theron afirmou que “não tem nenhum desejo de aprender a cair de uma escada” nem de atuar debaixo d’água.

A atriz aproveitou para defender o reconhecimento dos profissionais de dublê, referenciando a adição da categoria de Melhor Design de Dublê no Oscar de 2027.

“Já está mais do que na hora de reconhecermos esses profissionais. Eles realmente fazem parte da construção dos personagens. Sem eles, muitas coisas jamais estariam em um filme meu. Eu nunca vou saber como cair de uma escada ou pular em um veículo em movimento. Meu cérebro de mulher adulta diz: “Não, obrigada. Estou bem sem fazer isso'”, destacou.

‘The Old Guard 2’ esta disponível na Netflix.

Crítica | ‘The Old Guard 2’ é uma sequência DECEPCIONANTE que desperdiça o próprio potencial

‘Stranger Things’: Sadie Sink elogia atuação de Noah Schnapp em cena épica de Will [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

Com a estreia dos novos episódios de Stranger Things na Netflix, os fãs finalmente testemunharam um dos momentos mais aguardados da série: Will Byers (Noah Schnapp) assumindo sua sexualidade para o grupo.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Sadie Sink (Max) detalhou os bastidores dessa gravação emocionante e o orgulho que sentiu do colega.

“Ah, muito emocionado e muito orgulhoso do Noah naquele momento porque sei que ele falou muito sobre aquela cena e fez muito para se preparar. Tínhamos lido o roteiro do episódio sete no início das filmagens, então só chegamos a essa cena no final”, revelou a atriz.

A atriz destacou que lidar com a expectativa de um monólogo tão crucial pode ser desafiador para qualquer ator:

“Então houve muita construção e, para um ator, saber que você tem essa cena enorme e esse monólogo enorme que você precisa entregar, que são tão importantes para o personagem, e também para o Noah e a expectativa que antecedeu, tenho certeza que isso é difícil”, acrescentou.

‘Stranger Things’: Criadores comentam sobre a cena decisiva de Will [SPOILERS]

A gravação durou um dia inteiro, já que a cena envolvia praticamente todo o elenco principal reunido antes do confronto final contra o Mundo Invertido.

Sadie então elogiou Noah Schnapp:“Mas ele realmente apareceu naquele dia e entregou uma atuação tão bonita e autêntica, e estar presente como elenco assistindo e apoiando ele foi muito bom para sentir o quanto todos nós nos apoiamos naquele momento”.

Por fim, a atriz concluiu: “Foi um dia tão longo. Só fizemos essa cena porque havia muita gente para cobrir, mas Noah era um verdadeiro combatente. Foi um momento muito terno entre todos nós que acho que os fãs vão se emocionar muito”.

“Estava em lágrimas”, diz Noah Schnapp sobre cena épica de Will em ‘Stranger Things’ [SPOILERS]

O episódio final de ‘Stranger Things’ estreia no dia 31 de dezembro na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Oliver Tree: Corpo do cantor finalmente chega aos Estados Unidos

O corpo do cantor e compositor norte-americano Oliver Tree foi repatriado para a Califórnia, nos Estados Unidos. Conforme informações divulgadas pelo portal G1. O músico foi uma das seis vítimas fatais de uma trágica colisão entre dois helicópteros ocorrida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro,

Em nota oficial publicada nas redes sociais, a família do artista confirmou que todo o patrimônio acumulado ao longo de sua carreira será transferido para uma instituição filantrópica idealizada por ele antes de falecer.

“Oliver agora está de volta à Califórnia, onde finalmente pode descansar. Seu legado continuará vivo por meio de sua fundação chamada ‘Dr. Oliver Tree’s Extremely Epic Grant For Baby Geniuses’ (Bolsa Extremamente Épica do Dr. Oliver Tree para Bebês Gênios), que será lançada em breve. Este é um projeto que Oliver havia planejado antes de falecer, conforme descrito em seu testamento. Garantiremos que seu desejo se concretize para que mais alegria, amor e arte possam ser espalhados pelo mundo; esse era seu último desejo”, escreveu a família.

Nascido em Santa Cruz, na Califórnia, em 1993, Oliver Tree Nickell ganhou projeção internacional em meados da década de 2010. Reconhecido por sua faceta multidisciplinar, ele atuava como cantor, compositor, rapper e cineasta. No entanto, Tree era igualmente famoso pela persona altamente excêntrica que construiu nos palcos e na internet, caracterizada por um visual caricato, roupas coloridas, cortes de cabelo exagerados e shows performáticos que misturavam música, comédia e encenações de luta.

Durante sua estadia no Rio de Janeiro, o cantor vinha aproveitando para vivenciar a cultura local. Ele compartilhou com os fãs registros visitando a comunidade da Rocinha, andando de moto pelas ruas da região, jogando futebol e participando de um tradicional churrasco brasileiro, além de arriscar palavras em português.

Oliver Tree, cantor e compositor, falece aos 32 anos em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro

Crítica | O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos

Sensação de dever cumprido

Durante todo tempo que aguardávamos o lançamento dessa nova trilogia tolkieniana de Peter Jackson, vimos muitas reclamações referente à duração e divisão fílmica, isso, principalmente, por ser sabido que a adaptação em três longas-metragens trata-se na verdade de apenas um livro de tamanho médio e proposta simples. É bem verdade que todos eles, sem exceção, mostram-se prolixos e suas intenções são absolutamente diferentes do conto original. Por outro lado, podemos enxergar algo positivo nesse aspecto.

Caso fosse uma transposição literal teríamos um esquemático filme caça-ao-tesouro, que provavelmente traria aventura e divertiria pelo carisma dos personagens, o que não é ruim. No entanto, temos agora (muito) mais que isso. Jackson e companhia transformaram o troço num épico gigantesco, em produção e substância. Introduziram vários elementos mitológicos da Terra Média, trouxeram novas tramas e desafios mais temíveis, ou seja, enriqueceram a história e deixaram-na ainda mais interessante, pelo menos em conteúdo.

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Essa terceira e última parte tem como intento focar nas batalhas. São inúmeras e extensas tomadas de muita ação, realizadas com precisão e ainda levando certo peso dramático, já construído nos títulos anteriores. Com um aparato técnico impressionante e possuindo o poder máximo dos efeitos gráficos e práticos – que vão de gigantescos cenários internos e externos a centenas diferentes vestimentas com minuciosos detalhes -, a equipe constrói uma enorme zona de guerra e transporta o espectador para aquele ambiente hostil. Como não citar também a cidade sendo devastada pelas chamas de Smaug, potencializada pelo desespero dos habitantes. O dragão é novamente interpretado por Benedict Cumberbatch, que quase sussurrando expressa a personalidade maliciosa e arrogante do monstro.

Por falar em personagens, de toda saga do Anel, o Bilbo de Martin Freeman certamente será uma das figuras mais lembradas. O carisma, as gags e as sacadas do ator são impagáveis. Aqui, em determinado momento, é exigido seu lado dramático, e este se entrega por inteiro. O ladrão Baggins vai deixar saudades. Richard Armitage talvez seja o grande destaque de fita, já que Thorin protagoniza e também vilaniza tal volume. Evangeline Lilly e Orlando Bloom têm aqui mais tempo de tela e não desperdiçam, são eficientíssimos. Bem como o veterano Ian McKellen e seu eternizado Gandalf. Somente Cate Blanchett parece exagerar nas caras e bocas de Galadriel.

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Pouco menor que os dois primeiros, o filme, no contexto geral, ainda parece inchado, já que a narrativa de Jackson, como foi já dito, aposta basicamente em seguidos combates, muitas vezes deixando de lado o desenvolvimento da trama, causando certa impaciência no público. No entanto, como sempre traz uma ou outra tomada chocante, entre as elipses, não chega a ser enfadonho como Uma Jornada Inesperada (2012). O ritmo é mais semelhante a seu outro irmão, A Desolação de Smaug (2013), que também depende de aventura e trilha sonora para alicerce. Howard Shore é hábil por aproveitar e mesclar as canções das duas trilogias. Andrew Lesnie dá o retoque final, sua fotografia confere uma estética luxuosa ao design de produção.

Afinal, se formos então somar os pontos negativos e positivos da saga do Hobbit, no cinema, veremos que o troço foi bem mais produtivo. Além de trazer novamente o clima da saga do Anel – gerando debates e aumentando a fanbase -, apresentar novos personagens que ficarão marcados na cultura pop e explanar ainda mais o universo da Terra Média, do ponto de vista temático e visual, a trilogia é um deleite. O diretor diz ser seu último trabalho baseado na obra de J. R. R. Tolkien, mas quem sabe a saudade não bate e junto a figurões como Guillermo del Toro, não vemos O Silmarillion sair do papel. Um seriado seria uma boa pedida, não acham?