Site Página 1592

Crítica | Ad Astra: Rumo às Estrelas – Brad Pitt brilha em reflexivo e fascinante drama espacial

A exploração do espaço pelo homem faz parte da sétima arte desde que Georges Méliès realizou o clássico curta-metragem Viagem à Lua, de 1902. De lá pra cá, a relação do homem com o universo foi objeto de inúmeras produções, desde clássicos do cinema pensante como 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Solaris à obras mais modernas e comerciais como Gravidade, Perdido em Marte ou Interestelar. Ad Astra: Rumo às Estrelas é mais um longa a adentrar o gênero. E, mesmo ainda tendo que provar que resiste a barreira do tempo, parece uma obra destinada a marcar seu nome.

Em um mundo em que a exploração do universo está bem avançada, o major e engenheiro espacial Roy McBride (Brad Pitt) recebe uma importante missão. 20 anos após o desaparecimento de seu pai (Tommy Lee Jones), um lendário astronauta que estava em uma missão para buscar vida inteligente em Netuno, Roy recebe a notícia de que o mesmo pode estar vivo. Então, embarca em uma missão que busca responder de uma vez por todas se seu pai está vivo ou não, além de solucionar um mistério que ameaça a sobrevivência do sistema solar.

A trama é relativamente simples e temática edipiana de “homem com problemas com o pai” não é particularmente nova. Mas o que torna Ad Astra algo maior são dois fatores principais: a grande atuação de Brad Bitt; e o talento de James Gray como diretor e contador de histórias.

Com uma filmografia que navega por diversos estilos e tamanhos de produção, com trabalhos memoráveis como Seven – Os Sete Crimes Capitais, Clube da Luta, Bastardos Inglórios, A Árvore da Vida e Era uma Vez em… Hollywood, Brad Pitt constrói um personagem complexo, repleto de nuances e determinado. Recém-separado da esposa (Liv Tyler), Roy é um sujeito que vive para seu trabalho, como reflexo direto do trauma de perder o pai ainda jovem. Ele é um major condecorado, piloto experiente, e alguém que não perde a tranquilidade mesmo nos momentos de maior tensão. Sua calma e seu foco, é claro, vão sendo colocados à prova na medida em que a missão vai avançando.

Com apenas sete filmes em 25 anos de carreira, o diretor e roteirista James Gray é um dos nomes mais cultuados desta nova Hollywood. Sem grande reconhecimento por parte do público, uma vez que faz um cinema menos comercial, ele é um queridinho da crítica, responsável por obras como Os Donos da Noite, Amantes e Era Uma Vez em Nova York. O trabalho anterior do cineasta, Z: A Cidade Perdida acompanha um explorador britânico (Charlie Hunnam) em busca de uma cidade perdida no meio da Amazônia. O filme tem uma grande relação com Ad Astra, uma vez que as duas obras seguem exploradores com um objetivo claro, mas que descobrem muito mais ao longo do caminho.

Embora tenha bons coadjuvantes como Tommy Lee Jones, Liv Tyler, Ruth Negga, Donald Sutherland e Natasha Lyonne, o filme é praticamente Brad Pitt. Não é exagero, o ator está presente em quase 90% das cenas. No tocante à utilização do ator, além da bela atuação, há de se valorizar o roteiro reflexivo e a opção de Gray na utilização de tomadas próximas do rosto do ator. É praticamente um filme inteiro de closes, o que surpreendentemente funciona. O espectador é jogado diretamente no rosto de Pitt e pode acompanhar o desenrolar de suas ações e emoções.

Gray contou com a ajuda fundamental do diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, parceiro de longa data de Christopher Nolan, responsável por Interestelar e Dunkirk. Ele também fez as fotografias de O Espião Que Sabia Demais e Ela, dois trabalhos repletos de personalidade. Em Ad Astra, Van Hoytema une a melancolia de Ela com o espetacular de Interestelar, criando uma experiência realmente envolvente e fascinante. Além dos closes em Brad Pitt, a fotografia conta com belíssimas tomadas espaciais.

Produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, através de sua RT Features, o longa conta ainda com um belo trabalho de design de produção de Kevin Thompson (Birdman), que cria cenários espetaculares e variados. O público tem a oportunidade de visitar a Terra, a Lua e Marte, além de vagar por diferentes espaços do sistema solar. Cada local tem sua característica especial.

Escrito por Gray e Ethan Gross, o roteiro é simples, mas transmite um sentimento genuíno. O longa trata de solidão, desamparo e sobre o lugar do homem no mundo. Fala sobre exploração espacial, sobre buscar algo maior do que nós, mas foca principalmente na autodescoberta ou na tentativa de buscar paz em si mesmo. A cada viagem espacial, Roy passa por um processo automático de avaliação psicológica, o espectador pode assim conferir o estado de espírito do personagem e, ao mesmo tempo, refletir sobre suas atitudes. Tais relatos e a utilização de uma narração em off dão um tom de pessoalidade muito forte à produção. Por sinal, a narração, que em muitas obras acaba explicando demais as coisas, aqui é usada com o objetivo de conversação. O filme não quer explicar o que está acontecendo, mas trocar com o espectador o sentimento de seu protagonista.

Ad Astra é uma obra épica e ao mesmo tempo intimista sobre descoberta. Do mundo à sua volta e do mundo dentro de você. É complexo, delicado e reflexivo. E ainda oferece algumas sequências de ação bem eletrizantes, como uma perseguição na lua e uma queda livre de uma estrutura na Terra. Com cenas que remetem a clássicos como 2001 e Apocalypse Now, o filme é hipnotizante e traz Brad Pitt em uma de suas mais belas performances.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Bill Skarsgård diz que voltaria para um terceiro filme

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ chegou aos cinemas brasileiros nesta última quinta-feira (05) com animosidade generalizada – principalmente por trazer a aguardada conclusão da icônica primeira parte.

E mesmo com aceitação mista por parte do público e da crítica especializada, o longa alcançou a marca de 200 milhões de dólares apenas em seu final de semana de estreia, talvez pavimentando o caminho para uma trilogia. É claro que isso não confirma nenhum plano dos estúdios Warner Bros., mas Bill Skarsgård já anunciou que toparia retornar para mais sequências.

“O livro termina onde o segundo filme termina, então este é o capítulo final desta história”, ele comentou, em entrevista ao site Entertainment Weekly. “Há esse aspecto interessante de voltar no tempo, antes de tudo isso acontecer. E pode ser que haja uma história que vale a pena ser explorada. Obviamente seria uma história fora do livro, mas dentro do mesmo universo. Então, seria algo interessante. Acho que seria legal.

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård no papel de Pennywise e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto’: Adaptação da Disney ganha belíssimo cartaz

Depois de seu segundo trailer, ‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘ ganhou um novo e belíssimo cartaz oficial.

Confira:

Inicialmente previsto para 9 de agosto de 2019, o filme agora estreia apenas em 28 de maio de 2020.

Assista ao trailer:

A trama do livro traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos, incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.

O novato Ferdia Shaw interpretará o personagem principal. Josh Gad será Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.

O longa é Kenneth Branagh (‘Assassinato No Expresso do Oriente) na direção.

A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.

‘After – Depois da Verdade’: Sequência ganha novo cartaz nacional; Confira!

A sequência ‘After – Depois da Verdade‘, segundo filme baseado na série de livros ‘After‘, da escritora e roteirista Anna Todd, ganhou um novo cartaz oficial nacional.

Confira:

Roger Kumble, conhecido pelo clássico ‘Segundas Intenções‘, dirige a sequência.

Tessa tenta esquecer Hardin, o jovem caótico e revoltado que partiu seu coração em vários pedaços. Mas ela está prestes a descobrir que alguns amores não podem ser superados. Como apagar da memória as noites apaixonadas em seus braços, ou a eletricidade de seu toque?

O elenco conta com Josephine Langford, Hero Fiennes Tiffin, Dylan Sprouse, Selma Blair, Charlie Weber e Candice King.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou ótimos US$ 69.4 milhões mundialmente.

‘O Homem de Toronto’: Comédia de ação com Kevin Hart e Woody Harrelson ganha primeira imagem oficial

Sony Pictures divulgou hoje (06) a primeira imagem oficial da vindoura comédia de ação O Homem de Toronto, estrelada por Kevin HartWoody Harrelson.

Confira:

O filme é dirigido por Patrick Hughes, com roteiro assinado por Robbie FoxJason Blumenthal.

A história é centrada em um atrapalhado homem que é forçado a trabalhar junto a um assassino profissional depois de ambos serem confundidos após uma estadia em um Airbnb.

Kaley Cuoco Pierson Fodé também fazem parte do elenco.

A Sony agendou a estreia do longa-metragem para 17 de setembro de 2021.

‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis’ ganha adorável linha de Funko POPs!

Hasbro divulgou recentemente a primeira linha de colecionáveis Funko POP do vindouro longa-metragem ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

Disponíveis em pré-venda no Entertainment Earth, os brinquedos incluem o herói-titular, Wenwu, Katy, Xialang e muitos outros.

Confira:

Lembrando que o filme estreia em 02 de setembro nos cinemas nacionais.

Confira também as imagens oficiais e o primeiro pôster:

“Quem disse que você só pode receber presentes no seu aniversário? Hoje, estou dando a você o primeiro vislumbre do pôster de ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘. O filme estreia em 03 de setembro (o trailer será lançado em algumas semanas). Estamos quase lá, pessoal!”

Conheça o elenco completo:

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

Crítica | 5º episódio de ‘American Horror Story: Double Feature’ é um dos mais cruéis de toda a série

American Horror Story: Double Feature’ foi anunciada com grande antecipação pelos fãs da icônica antologia criada por Ryan Murphy e tinha um extenso legado a manter vivo no cenário do entretenimento contemporâneo. Afinal, o parco material promocional não revelou muito sobre a história, mas já deixou os espectadores animados em, provavelmente, retornar às raízes do que outrora colocar a produção no centro dos holofotes e nos braços de uma aclamação contínua (ao menos até a quarta temporada).

É claro que a decisão de Murphy e de Brad Falchuk, seu recorrente colaborador, em dividir a narrativa principal em duas poderia muito bem dar errado – mas não foi esse o caso. Ao contrário do que a maré indicava, ‘Double Feature’ fez uma estrondosa estreia ao misturar terror e drama na medida certa e arquitetar reviravoltas que, apesar de não serem originais, e sim emulativas, nos mantiveram presos às telinhas em uma correnteza sem saída que nos arrastou para a pequena cidade de Provincetown. Acompanhando a saga da família Gardner em um ciclo vicioso de mentiras e de provações, o quinto e penúltimo episódio da primeira parte, ‘Red Tide’, manteve-se num nível altíssimo e se mostrou como um dos mais cruéis já criados para o show.

Em “Gaslight”, como ficou intitulado o mais recente episódio, o foco da trama retorna para uma já conturbada Doris (Lily Rabe em uma atuação espetacular, novamente), que dá luz ao seu segundo filho e retorna para a casa da qual queria escapar. Entretanto, quando acreditava que o pior havia passado, ela enfrenta um turbilhão de emoções que envolvem o marido, Harry (Finn Wittrock), a filha mais velha, Alma (Ryan Kiera Armstrong), e a presença inconveniente de Ursula (Leslie Grossman). Depois de cinco semanas deixada de lado em uma rede de intrigas que culminou em uma explosão de emoções e frustrações, Doris descobre que a família vem tomando pílulas que aumentam o lado criativo das pessoas – e presencia uma cena tenebrosa em que Alma se alimenta do sangue do irmão mais novo. Influenciada pela filha e por Ursula, ela resolve usar o comprimido também, apenas para encarar a própria mediocridade e se transformar numa criatura abjeta e sedenta por sangue.

O ponto de maior sucesso do episódio é, sem dúvida alguma, o intrincado roteiro assinado por Falchuk e por Manny Coto. Enquanto Coto ficou creditado nos erros burlescos da péssima American Horror Stories, ele parece ter feito uso das mesmas pílulas que giram em torno da vida dos personagens em um competente e chocante fluxo imaginativo que não se restringiu em qualquer momento e mergulhou fundo em temas de importante discussão: por um lado, temos o próprio título da iteração, que faz alusão à prática de histeria dos homens contra as mulheres para diminuírem seus problemas; de outro, o paradoxo entre comodismo e talento que irradia de modo implacável e que coloca em xeque as diferentes personalidades de Doris e Alma, por exemplo.

Mais do que isso, há o intrínseco complexo de sociopatia de Alma que desponta de sua controversa personalidade. Antes frustrada por não ser tão boa quanto outros violinistas, a jovem transformou-se em uma máquina incontrolável que descartou a mãe como se fosse um pedaço de plástico: ela sabia que, tomando o comprimido, Doris não conseguiria lidar com a falta de talento e abandonaria a família (sem escolha, é claro), permitindo que ela e o pai trilhassem seus caminhos sem obstáculos. Armstrong, nesse quesito, entregou uma memorável performance digna de atenção; Grossman, por sua vez, permanece sólida e diverte-se com uma das melhores atuações de sua carreira, encarnando um lado antagonista que até mesmo ultrapassa o de Margaret Booth em ‘1984’.

“Gaslight” é alicerçado nas sólidas bases construídas nos capítulos anteriores e, por esse motivo, tem todo o direito de dar algumas deslizadas. Felizmente, isso não acontece – e até mesmo a direção mimética de John J. Gray não esbarra no óbvio e aproveita para resgatar elementos do expressionismo alemão com uma homenagem sutil a ‘Nosferatu’, pouco antes do ato final. E, apesar dos Gardners terem maior tempo de cena que os outros personagens, Karen (Sarah Paulson) e Mickey (Macaulay Culkin) também causam impacto no altercado relacionamento que possuem. Karen, outrora encarada como uma louca mulher sem prospecto de vida, prova ser a mais madura da cidade e, carregada por uma epifania niilista, coloca um fim em seus problemas em um poético e comovente adeus.

American Horror Story: Double Feature’ perpetua a esplendorosa história que começou algumas semanas atrás e, cometendo pontuais deslizes, explora seu potencial ilimitado e aproveita um fresco panorama para viciar o público com uma narcótica e inspiradora tragédia.

‘Clark’: Bill Skarsgård vive Clark Olofsson no novo drama sueco da Netflix; Assista ao teaser!

A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de seu novo drama biográfico sueco, intitulado ‘Clark’ e centrado no famoso gângster sueco Clark Olofsson.

A série ainda não tem data de estreia confirmada.

Confira:

Bill Skarsgård será o personagem titular.

A minissérie é composta por seis episódios e baseada na autobiografia de Olofsson, ‘Vafan var det som hände’. Comumente referido como uma “celebridade”, o criminoso começou sua carreira ainda em 1960 e tornou-se uma das personalidades mais controversas da história sueca contemporânea. Com o passar dos anos, Clark também foi responsável pela ascensão do conceito Síndrome de Estocolmo, conseguindo escapar de prisões e cometendo roubos por toda a Europa.

Jonas Åkerlund entra como diretor.

Agnes Lindström Bolmgren, Wilson GonzalezAdam LundgrenAlicia AgnesonMalin LevanonVilhelm BlomgrenHanna BjörnGediminas Vilaniskis e Vikte Simukauskiene completam o elenco.

Skarsgård ganhou notoriedade por interpretar o palhaço demoníaco Pennywise nas duas partes do remake ‘It – A Coisa’. Seus outros trabalhos no cinema incluem ‘Atômica’Vilões e a Saga Divergente.

Åkerlund, por sua vez, é um aclamado diretor de videoclipes e já colaborou com inúmeras lendas da música, incluindo Lady Gaga (“Telephone”, “Paparazzi”, “John Wayne”), Madonna (“God Control”, “Music”, “Ghosttown”) e o grupo Roxette (“Fingertips’ 93”, “Run to You”, “One Wish”).

‘The Flash’: Último episódio da 8ª temporada ganha novo teaser OFICIAL; Confira!

The CW divulgou uma nova promo oficial de “Negative, Part Two”, vigésimo e último episódio da 8ª temporada de The Flash.

Na trama, “com o Flash ainda tentando se recuperar de tudo o que aconteceu, o restante do time corre para apoiá-lo quando ele mais precisa”.

O capítulo vai ao ar no dia 30 de junho.

Confira, junto ao trailer:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Avatar: O Caminho da Água’ ganha INCRÍVEIS cartazes individuais; Confira!

Disney divulgou novos cartaz individuais belíssimos da aguardada sequência Avatar: O Caminho da Água.

Confira:

Recentemente, projeções indicaram que o longa de James Cameron deve arrecadar em torno de US$ 150-175 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA. Há analistas que até preveem uma estreia superar a US$ 200 milhões no país.

Para termos de comparação, uma estreia de US$ 150 milhões estaria 95% acima do lançamento do filme original, que estreou com US$ 77 milhões nos EUA, em 2009.

O site Deadline afirma que ‘Avatar 2‘ deve se beneficiar da falta de concorrência – após a Warner Bros. ter adiado ‘Shazam 2‘ para evitar bater de frente com os Na’vi – e do movimentado período de final do ano – sempre muito rentável para a indústria cinematográfica.

Além disso, a produção garantiu uma estreia simultânea na China, onde o primeiro filme arrecadou impressionantes US$ 260 milhões (impulsionado pelo 3D e IMAX).

Lembrando que Avatar: O Caminho da Água‘ chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Confira o trailer:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Bad Boys 4’: Atriz de ‘Empire’ será a esposa de Martin Lawrence na sequência

De acordo com a VarietyTasha Smith foi escalada para o elenco de Bad Boys 4’, novo capítulo da saga da Sony Pictures.

As informações indicam que a atriz dará vida a Theresa, esposa devotada de Marcus Burnett (Martin Lawrence). Originalmente, a personagem foi interpretada por Theresa Randle nos três primeiros filmes.

Smith é conhecida por diversos papéis na televisão, incluindo ‘Empire’‘The Corner’‘Why Did I Get Married?’, além de ter dirigido episódios de ‘Our Kind of People’‘Mayor of Kingstown’‘Bel-Air’.

O elenco ainda conta com Will Smith, Ioan GruffuddPaola Núnez, Vanessa Hudgens, Eric Dane e Alexander Ludwig.

O quarto filme da franquia de sucesso já está sendo filmado em Atlanta, Geórgia.

Os diretores Adil El Arbi e Bilal Fallah irão retornar após o sucesso do terceiro filme, que arrecadou US$ 426 MILHÕES quando estreou nos cinemas em janeiro de 2020, um pouco antes da pandemia de Covid-19 começar.

Ainda assim, não há qualquer previsão de lançamento para ‘Bad Boys 4‘.
Bad Boys para Sempre’ está disponível na Amazon Prime.

Crítica | Sophie Charlotte se entrega de corpo e alma à cinebiografia ‘Meu Nome é Gal’

Gal Gosta é, inegavelmente, uma das maiores artistas da história do Brasil – e, sem sombra de dúvida, uma das grandes vozes da indústria fonográfica mundial. Ao longo de sua carreira, ela levou para casa nada menos que cinco prêmios do Grammy Latino, além de ter contribuído de forma bastante ativa para a popularização do movimento contracultural conhecido como Tropicália, cuja revolução estética, sonora e comportamental ajudou a combater a mancha social deixada pela Ditadura Militar entre os anos 1960 e 1980. Através de uma voz que seria relembrada por eras, Gal eternizou canções como “Baby” e “Divino, Maravilhoso” – e agora, pouco mais de um ano depois de seu falecimento, ela é homenageada mais uma vez com a cinebiografia Meu Nome É Gal.

O projeto é comandado por Dandara Ferreira e Lô Politi, que já trabalharam juntas para exaltar a carreira da artista com a série documental ‘O Nome Dela É Gal’, que estreou em 2017. Aqui, a dupla une forças para dramatizar a vida e a carreira de Gal em um recorte ambientado nos anos mais difíceis da Ditadura, em que a música e as outras facetas da arte culminavam em um hino de luta e de liberdade frente a uma constante represália que podava e punia a própria expressão. Não é surpresa que o começo do longa nos premedite ao lançamento do álbum ao vivo ‘Fa-Tal: Gal a Todo Vapor’, uma das incursões mais importantes do cenário nacional e que serviu como resposta ao exílio de seus amigos e colegas – além de mostrar uma renovação de repertório magnífica que a acompanharia até sua morte.

Considerando o supracitado recorte temporal, era óbvio que Ferreira e Politi abririam espaço para uma espécie de “narrativa de origem”, mostrando a saída de Gal da Bahia, sua chegada ao Rio de Janeiro e o início de uma carreira que passaria por altos e baixos em virtude do explosivo momento em que ela, Caetano Veloso, Rita Lee, Gilberto Gil e tantos outros viviam. O problema é que, apesar das ótimas intenções (que incluíram a representação de Gal a uma nova geração que, provavelmente, não a conhece, e a celebração do corpo artístico como uma poderosa arma de combate), a obra parece não acreditar em si mesma e aposta em uma fragmentação cronológicas quase cubista que não mostra nada além do que conhecíamos sobre Costa e sua música. Aliás, é frustrante ver como ela é colocada em segundo plano em prol de uma universalização temática que insurge como obstáculo para criar laços sólidos com o enredo e com o elenco.

Na trama, Sophie Charlotte entrega uma das melhores performances de sua carreira ao encarnar a personagem titular, demonstrando ter respeito à sua importância e reiterando seu conhecimento sobre as várias camadas de sua vida. Aliás, é notável como a atriz se transmuta na performer e consegue navegar por minúcias de caracterização aplaudíveis – seja no fraseamento dos diálogos, seja nos movimentos corporais que são imediatamente reconhecíveis. E isso não é tudo: temos a presença de Rodrigo Lélis em sua estreia no circuito dos longas-metragens como Veloso, fazendo um sólido trabalho e roubando os holofotes com uma interpretação incrível que reflete as preocupações e as angústias de uma sombria época da nossa história; Dan Ferreira, interpretando Gil, e Camila Márdila, entregando-se de corpo e alma a mais uma ótima atuação como Dedé Gadelha, também fazendo um trabalho digno de aplausos; mas é Luis Lobianco quem comanda as cenas de que participa ao viver Guilherme Araújo, empresário dos membros da Tropicália que não tem o devido crédito e que merece nosso reconhecimento.

Apesar do espetacular elenco, é necessário falar sobre os deslizes – que, na verdade, ganham expressividade no conjunto geral da obra. A direção é forte e está aliada com elementos imagéticos bem construídos, como a fotografia (que auxilia a construir uma intimidade significativa entre os personagens e ajuda a nos transportar para esse microcosmos setentista) e a direção de arte (cuja paleta de cores alterna entre a urgência artística e a sobriedade cronológica); todavia, não podemos desviar nosso olhar da já mencionada montagem, que não dá o tempo necessário a cada sequência, e ao fato de que vários aspectos da vida de Gal são deixados de lado para culminar em um pot-pourri um tanto quanto superficial.

Os equívocos têm certa força, porém, o resultado é positivo e supera nossas expectativas – ainda mais em comparação com outras iterações do gênero que nos decepcionaram em anos anteriores. Dessa forma, ‘Meu Nome é Gal’ é um projeto com intenções belíssimas e que consegue, em parte, cumprir com o prometido, mesmo se esquecendo de recursos imprescindíveis para garantir que o filme se consagre como uma obra-prima.

Charli XCX lança “Club Classics” e “B2b”, faixas inéditas do álbum ‘BRAT’; Ouça!

A icônica popstar Charli XCX lançou duas novas faixas oficiais de BRAT, seu vindouro próximo álbum de estúdio.

Intituladas “Club Classics”“B2b”, as canções estão disponíveis nas principais plataformas de streaming.

Lembrando que o compilado de originais têm lançamento marcado para o dia 07 de junho.

Ouça:

O álbum terá 15 faixas.

Confira a tracklist oficial:

1. 360
2. Club Classics
3. Sympathy Is a Knife
4. I Might Say Something Stupid
5. Talk Talk
6. Von Dutch
7. Everything Is Romantic
8. Rewind
9. So I
10. Girl, So Confusing
11. Apple
12. B2B
13. Mean Girls
14. I Think About It All the Time
15. 365

‘Saturday Night’: Filme sobre o PRIMEIRO episódio de ‘Saturday Night Live’ ganha trailer INÉDITO; Confira!

Sony Pictures divulgou o trailer inédito de Saturday Night, biografia tragicômica que reconta os bastidores do primeiro episódio do famoso programa de esquetes Saturday Night Live’.

O longa tem estreia agendada para o dia 11 de outubro nos cinemas norte-americanos.

Confira:

O longa é dirigido por Jason Reitman, que também assina o roteiro ao lado de Gil Kenan.

Às 23h30min do dia 11 de outubro de 1975, uma trupe feroz de jovens comediantes e escritores mudou a televisão – e a cultura – para sempre. Saturday Night é baseado na história real do que aconteceu nos bastidores nos 90 minutos que antecederam a primeira transmissão de Saturday Night Live’. Cheios de humor, caos e da magia de uma revolução que quase não aconteceu, contamos os minutos em tempo real até ouvirmos aquelas famosas palavras…

Gabriel LaBelleRachel SennottCory Michael SmithElla HuntDylan O’BrienEmily FairnMatt WoodLamorne MorrisKim MatulaFinn WolfhardNicholas BraunCooper HoffmanAndrew Barth FeldmanKaia GerberTommy DeweyWillem DafoeMatthew RhysJ.K. Simmons estrelam.

Episódios FINAIS de ‘Cobra Kai’ chegam ao streaming; Saiba onde assistir!

Os últimos episódios de ‘Cobra Kai, série de sucesso no universo deKarate Kid, já estão disponíveis no catálogo da Netflix.

A leva de encerramento da atração foi lançada na plataforma de streaming hoje, 13 de fevereiro.

Relembre o trailer:

Após um resultado chocante no Sekai Taikai, Miyagi-Do e Cobra Kai devem acertar as contas com seus passados ​​enquanto enfrentam um futuro incerto dentro e fora do tatame. Quase 40 anos após os eventos do All Valley Karate Tournament de 1984, tudo resultará nisso.

O elenco conta com Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser, Jacob Bertrand, Peyton List, Dallas Dupree Young, Gianni DeCenzo, Courtney Henggeler, Vanessa Rubio, Alicia Hannah-Kim e Thomas Ian Griffith.

Joe Locke traz atualização PROMISSORA sobre o filme de encerramento de ‘Heartstopper’

A Netflix anunciou recentemente que a aclamada série Heartstopper não terá uma quarta temporada. Em vez disso, a plataforma revelou que a história do adorado casal Nick e Charlie chegará a uma conclusão em um filme.

Agora, em uma recente entrevista à BBC, o astro Joe Locke, que interpreta Charlie, trouxe uma atualização interessante sobre o longa-metragem e prometeu um bom encerramento da atração para os fãs.

“[As filmagens] estão indo muito bem, já terminamos quase dois terços agora, e tudo está indo bem”, ele contou. “Estamos nos divertindo muito rodando [o filme], é um encerramento muito bom para a história”.

O longa ainda não tem data de estreia confirmada.

Segundo o Deadline, o longa-metragem terá a direção de Wash Westmoreland (‘Para Sempre Alice’).

Oseman, a criadora da série de graphic novels que inspirou Heartstopper, retorna como roteirista do filme. A trama se baseará no sexto e último volume dos quadrinhos, ainda inédito.

Vale lembrar que a primeira temporada da série adaptou os volumes 1 e 2, a segunda temporada foi baseada no volume 3, e a terceira temporada cobriu os volumes 4 e 5.

A data de lançamento do Volume 6 ainda não foi divulgada, pois a obra está em processo de escrita. Oseman expressou o desejo de que o livro seja lançado antes da conclusão da série na televisão.

Locke e Connor se juntam à equipe de produtores executivos do filme ao lado de Oseman, Lyn, Patrick Walters, Iain Canning e Emile Sherman, todos produtores das três temporadas anteriores.

“Estou absolutamente radiante por termos a oportunidade de contar o final da história de Heartstopper, declarou Oseman. “Sou imensamente grata a todos que trabalharam arduamente para tornar isso possível e aos incríveis fãs de Heartstopper por sua paciência e paixão. Mal posso esperar para apresentar este final mágico.”

Heartstopper’ está disponível na Netflix

William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell e mais fazem parte do elenco.

Keke Palmer e Jack Whitehall descobrem antigos SEGREDOS no trailer da comédia satírica ‘The ‘Burbs’; Confira!

Peacock divulgou recentemente o primeiro teaser trailer de ‘The ‘Burbs’, nova série satírica estrelada por Keke PalmerJack Whitehall.

A série tem estreia agendada para o dia 8 de fevereiro na plataforma de streaming, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

A série foi criada por Celeste Hughey.

Ambientada nos subúrbios contemporâneos, ‘The ‘Burbs’ acompanha um jovem casal que retorna à casa de infância do marido. O mundo deles vira de cabeça para baixo quando novos vizinhos se mudam para a casa ao lado, trazendo à tona antigos segredos da rua sem saída, e novas ameaças mortais destroem a ilusão de sua pacata vizinhança.

Julia DuffyPaula PellMark ProkschKapil Talwalkar também fazem parte do elenco protagonista.

‘O Deus da Floresta’: Ella Rubin é escalada para a nova série de SUSPENSE da Netflix

Segundo o DeadlineElla Rubin (‘Until Dawn’, ‘Uma Ideia de Você’) foi escalada para o elenco de O Deus da Floresta, adaptação seriada do romance best-seller assinado por Liz Moore.

Rubin integra o elenco ao lado de Maya Hawke (‘Stranger Things’, ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’) e Kerry Condon (‘Os Banshees de Inisherin’), previamente confirmadas..

Moore assume os cargos de co-showrunner, roteirista e produtora executiva ao lado de Liz Hannah (‘The Girl from Plainville’).

A série acompanha o misterioso desaparecimento de uma adolescente, Barbara Van Laar, em um acampamento de verão em 1975, que remete ao desaparecimento não resolvido de seu irmão mais velho, catorze anos antes. A série conta a história da abastada família Van Laar enquanto lutam para manter a união familiar, desenterrando segredos devastadores no processo.

Hawke dará vida a Judy Luptack, uma investigadora inteligente e quietamente determinada que é escalada para desvendar o mistério por trás do desaparecimento de uma jovem garota em um acampamento de verão em Nova York.

Rubin interpretará Louise Donnadieu, uma conselheira da classe trabalhadora no Acampamento Emerson, cuja vida vira de cabeça para baixo quando uma de suas jovens campistas, Barbara, desaparece. Condon interpreta a mãe de Barbara, Alice Van Laar.

Produzida pela Sony Pictures Television, O Deus da Florestaé um drama multigeneracional ambientado nas montanhas Adirondack. À medida que passado e presente colidem, a riqueza e a influência dos Van Laar se desfazem, revelando as consequências danosas do privilégio e do abuso de poder.

Mais detalhes não foram revelados.

Marlon Wayans quer interpretar o Homem-Borracha no cinema

Durante uma entrevista com Screen Rant, Marlon Wayans expressou sua vontade de atuar em filmes baseados em quadrinhos, e ao ser questionado sobre qual herói gostaria de interpretar, ele disse:

“Eu gostaria de ser o Homem-Borracha. Eu acho que ele trabalha de forma cômica que nem eu, além do fato de sermos do mesmo biotipo físico, eu sou flexível. […] Eu acho que seria divertido para mim, porque eu sei que tenho que adicionar meu humor a isso. Os únicos dois super-heróis que eu realmente queria interpretar são o Homem-Borracha e O Máscara.”

Muitas vezes confundido com o Homem-Elástico, o Homem-Borracha foi criado por Jack Cole em 1941 e possui diversas habilidades, como reconstrução da densidade óssea e muscular, manipulação molecular, regeneração e força sobre-humana.

Como seus órgãos são feitos de borracha, ele não envelhece e é imortal, já que consegue reconstruir qualquer parte do corpo. Sua única fraqueza são as mudanças de temperatura excessivas, fazendo ele se solidificar ou derreter.

Caso o filme aconteça, Wayans teria que disputar o papel com atores queridos pelo público, como Ben Schwartz, já que alguns fãs o consideram o Homem-Borracha ideal, segundo o Comic Book.

Ainda assim, Wayans tem muita experiência como ator e produtor, então talvez ele pudesse produzir algo e tirar a ideia do papel.

O que você acha da ideia?

 

Roteirista de ‘Quarteto Fantástico’ diz que o reboot fracassou porque não seguiu o modelo de ‘Os Vingadores’

O reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um fracasso comercial e não conseguiu agradar os fãs, arrecadando apenas US$ 167,9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

E parece que as divergências criativas entre o roteirista Jeremy Slater e o diretor Josh Trank foram o principal motivo do desastre.

Durante uma entrevista para o Polygon, Slater disse que tentou convencer Trank a buscar inspiração em ‘Os Vingadores‘ porque esse era o tipo de filme que o público precisava.

No entanto, Trank insistiu que o reboot deveria se afastar das produções da Marvel para dar um tom mais original aos filmes baseados em quadrinhos.

“O primeiro filme dos ‘Vingadores‘ foi lançado um ano antes de começarmos a desenvolver ‘Quarteto Fantástico‘. Eu disse que deveríamos seguir o modelo de Joss Whedon, porque as pessoas estavam adorando. Mas Josh odiou a proposta… Parece que ele queria fazer qualquer outra coisa, menos um filme de heróis.”, disse Slater.

Trank também conversou com o portal e confirmou a resposta de Slater, mas fez questão de se defender:

“O tom de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um reflexo do que estávamos desenvolvendo desde o início, antes das gravações. Eu queria pegar os personagens dos quadrinhos e sua história de fundo para criar algo novo e inédito. O que Slater queria era totalmente diferente e nada original, eu não podia fazer uma cópia de filmes que fazem sucesso só para agradar o público.”

Pelo visto, Trank tem certa aversão aos filmes da Marvel e até apoiou Martin Scorsese quando o consagrado diretor criticou os filmes do estúdio.

Em seu perfil do Twitter, Trank escreveu:

“Estou assistindo ‘O Irlandês‘, e os primeiros 05 minutos têm mais humanidade, verdade e emoções do que cada filme da Marvel juntos. Desculpem, mas são apenas fatos… Na verdade, não há desculpas.”

Depois dos comentários, Trank desativou seu perfil temporariamente.

‘Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta’: Meninas reagem contra o sexismo na adaptação da Netflix; Assista ao trailer!

Em seu canal do YouTube, a Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta‘, adaptação inspirada no livro de Jennifer Mathieu, publicado em 2015.

Dirigido por Amy Poehler (‘Entre Vinho e Vinagre’), o longa acompanha um grupo de garotas que questiona as regras e tradições da escola até que decidem inicia uma revolução para se sentirem confortáveis no ambiente escolar.

A estreia está marcada para 03 de março. 

Assista ao trailer:

Além de dirigir, Poehler também faz do elenco, junto com Hadley Robinsn, Lauren Tsai, Josephine Langford, Marcia Gay Harden.

Cansada do sexismo na escola, uma garota tímida de 16 anos se inspira no passado rebelde de sua mãe e começa a publicar uma revista que provoca uma verdadeira revolução entre os alunos.

Confira o elenco reunido nos bastidores:

‘The Crown’: Elizabeth Debicki e Dominic West como Princesa Diana e Charles nos bastidores da 5ª temporada; Confira!

A 5ª temporada de ‘The Crown‘ contará com um elenco totalmente novo assumindo os papéis da família real, marcando a terceira grande mudança de elenco desde o início da série.

E a revista People divulgou uma imagem mostrando Elizabeth Debicki (‘Tenet’) e Dominic West (‘The Affair’) como a Princesa Diana e o Príncipe Charles em Palma de Maiorca, na Espanha.

Considerando os figurinos, eles parecem estar recriando a viagem do casal real à Itália em 1991, que foi considerada um ponto de ruptura nos últimos anos do turbulento casamento.

Outra possibilidade é que eles estejam filmando a participação do casal Seville Expo ’92, a Exposição Universal da Espanha que aconteceu em maio de 1992.

Confira:

Anteriormente, a Netflix anunciou que os próximos episódios estreiam em Novembro de 2022.

A informação foi dita pela atriz Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix‘), que substituiu Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II nos vindouros episódios da aclamada série.

Confira o anúncio:

“Inicialmente, eu havia imaginado seis temporadas de ‘The Crown’, mas depois de começarmos a trabalhar com as histórias, percebi que cinco temporadas era o ciclo perfeito para finalizar a trama,” declarou o criador da série, Peter Morgan. “Sou muito grato à Netflix e Sony Pictures para me apoiarem nessa decisão.” 

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Echo’: Rei do Crime e Demolidor devem aparecer na série derivada de ‘Gavião Arqueiro’

Antes do retorno de Charlie Cox como Matt Murdock ter sido confirmado, rumores já haviam apontado que ele iria reprisar o papel na vindoura série da ‘Echo‘, derivada de ‘Gavião Arqueiro‘.

Para quem não conhece, Echo é o codinome de Maya Lopez (Alaqua Cox), uma nativa americana com deficiência auditiva que pode copiar exatamente os movimentos de outras pessoas. Sua habilidade faz dela uma excelente lutadora e uma dura adversária para qualquer oponente.

De acordo com o podcast The Weekly Planet, o intérprete do Demolidor estará presente em três episódios da atração.

Ao que parece, ele estará em busca do paradeiro de Jessica Jones após os eventos de ‘Os Defensores’.

Além disso, ele vai vestir um novo traje, de coloração preta a vermelha, mas com detalhes bem diferentes daquele usado na série cancelada da Netflix. Isso porque os executivos da Disney querem se distanciar de qualquer vínculo da extinta produção.

A introdução de Murdock na trama também terá ligação com o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio), que deve aparecer em quatro episódios.

Foi dito que o vilão estará usando um tapa-olho depois de ter sido baleado por Maya Lopez no final da temporada de ‘Gavião Arqueiro‘, e seu enredo “será construído para ele concorrer a prefeito de Nova York”.

Por enquanto, não há nada confirmado sobre as informações, então considere como rumor.

Lembrando que ‘Echo’ tem estreia marcada para 2023, e a Marvel Studios já divulgou a primeira imagem oficial, dando destaque à personagem titular

Confira:

Dara Resnike e Ken Kristensen, de ‘Demolidore ‘O Justiceiro‘, ficam responsáveis pelo roteiro. Sydney Freeland, de Reservation Dogs, entra como diretora.

As gravações estão ocorrendo em Atlanta, onde são rodadas as principais produções da Marvel. Originalmente, as gravações teriam início em dezembro do ano passado.

Escrita por Marion Dayre (‘Better Call Saul’), ‘Echo‘ vai explorar as origens da personagem vivida por Cox e será ambientada após os eventos deGavião Arqueiro’. 

Final de ‘Velozes e Furiosos 10’ vai deixar o público de queixo caído, diz Michelle Rodriguez

Velozes e Furiosos 10’ estreia em 18 de maio nos cinemas nacionais, e a atriz Michelle Rodriguez, garantiu que o final da sequência vai deixar os fãs de queixo caído.

Durante uma participação no podcast Collider Ladies Night, a intérprete de Letty Ortiz provocou ao dizer que o desfecho vai permanecer na mente dos fãs por um bom tempo.

“Eu acho que as pessoas vão ficar muito, mas muito surpresas. Vamos deixa o público de queixo caído no final de ‘Velozes e Furiosos 10. Imagino que as pessoas passar muito tempo pensando nisso e vão ficar tipo: ‘O que? Eu realmente vi isso? É tipo assim! Quando eu assisti, eu pensei: ‘Meu Deus! O que é que nós fizemos?'”

A estrela também rasgou elogios para Jason Momoa, dizendo que seu personagem é nada menos que o melhor vilão de toda a franquia.

“Vingança com um sorriso. Parece leve, mas quando você ver [o filme], saberá exatamente do que estou falando”, ela conta. “Eu diria que ele é o melhor vilão que já tivemos em toda a franquia. É claro, porque Charlize [Theron] arrasa como [Cipher]. Sabe o que eu quero dizer? Ela é um tipo totalmente diferente de monstro, sem trocadilhos”.

Lembrando que o décimo filme traz Dominic Toretto (Vin Diesel) comandando novamente a equipe de corredores mais conhecida do mundo, em mais uma difícil missão sobre quatro rodas.

Confira o trailer:

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

‘Aquaman 2’ já foi assistido por 2 milhões de espectadores no Brasil

Através do Twitter, a ComScore Movies divulgou que ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘ já foi assistido por 2 milhões de espectadores nos cinemas nacionais.

Apesar das previsões de um possível fracasso nas bilheterias, a sequência contrariou as expectativas e vêm conquistando o público.

Em sua segunda semana em cartaz, o longa não apenas se manteve em alta, mas também liderou as bilheterias brasileiras, acumulando R$ 40,5 milhões até o momento.

Confira:

No último final de semana de 2023, Aquaman 2: O Reino Perdido’ arrecadou expressivos R$ 10,1 milhões, mantendo uma distância sólida dos outros filmes em exibição. ‘Minha Irmã e Eu’, estrelado por Ingrid Guimarães e Tatá Werneck, garantiu o segundo lugar com R$ 4,4 milhões, seguido por ‘Mamonas Assassinas: O Filme’, a cinebiografia da famosa banda, em terceiro lugar com R$ 3,98 milhões.

‘Wonka’, o prelúdio de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ estrelado por Timothée Chalamet, conquistou a quarta posição com uma arrecadação de R$ 2,94 milhões. E para fechar o Top 5, Beyoncé brilhou com seu novo filme-concerto, ‘Renaissance: Um Filme de Beyoncé’, arrecadando R$ 870 mil.

Atualmente a sequência ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

Em menos de um mês, a produção já superou a arrecadação total de ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ (US$133.8M) ‘Besouro Azul‘ (US$129.2M), além de também ter ultrapassado ‘As Marvels‘ (US$205.6M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 81.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 173.6 milhões – totalizando US$ 255.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa já segue em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa crítica:

Além de Momoa e Patrick Wilson, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

 

O Rei do Crime está de Volta! Relembre grandes momentos de Wilson Fisk nos quadrinhos

Vilão é uma eterna ameaça no universo Marvel

O último episódio de Gavião Arqueiro terminou com uma dúvida presente para o público desde o primeiro episódio; quem é a mente por trás dos crimes da gangue dos caminhoneiros? Após muita especulação foi revelado que ninguém menos que o próprio Rei do Crime estava para iniciar sua trajetória no MCU, a princípio dando continuidade a versão apresentada na série da Netflix do Demolidor.

Ainda assim a versão interpretada por Vincent D’Onofrio não é única a causar o caos na vida dos heróis da Marvel, com o vilão sendo responsável por ser o bicho papão de Nova York desde 1967. Confira a seguir os momentos em que Wilson Fisk tornou a vida dos heróis um martírio.

  • Hardcore

O Rei do Crime e o Demolidor possuem uma relação extremamente destrutiva, no qual, não raramente, um sempre é considerado o némesis do outro. Dentre os diversos embates travados por ambos, está o sétimo volume da série assinada por Brian Michael Bendis intitulado Hardcore. Na trama, o Demolidor tenta seguir sua vida com um novo relacionamento, porém uma acusação de assassinato cai em seu colo e sua vida fica ainda mais caótica.

“Hardcore” deu continuidade às histórias moralmente complexas do Demolidor

Enquanto isso, Fisk retoma sua campanha de recuperar o controle da cidade e, para lidar com o Homem sem Medo, trás consigo dois inimigos do herói. Em uma história que conta duas histórias separadas, as jornadas de Matt Murdock e Wilson Fisk correm em paralelo rumo a um embate sangrento.

  • Shadowland

Nem só de guerras vive o gangster; as vezes é necessário uma aliança improvável para atingir os objetivos. Após se tornar líder da organização conhecida como “A Mão”, o Demolidor constroi uma prisão em Hell’s Kitchen para seus inimigos. Suas atitudes criminosas logo acionam, ainda que contrariados, os heróis de rua da Marvel (tais como Luke Cage, Punho de Ferro e Homem-Aranha).

Fisk coloca os maiores heróis da Marvel contra seu arqui-inimigo: o Demônio de Hell’s Kitchen

Nesse ínterim surge Fisk com um objetivo alinhado ao dos heróis, já que a A Mão está atrapalhando seus negócios. Os heróis não concordam com a ajuda de Fisk, logo ele decide jogar pesado invocando o Motoqueiro Fantasma, através de um pergaminho, para lidar com Murdock. Dessa forma, o Rei do Crime controlou o mensageiro do inferno.

  • A Queda de Murdock

O ápice da inimizade entre o Rei do Crime e o Demônio de Hell’s Kitchen foi assinado por ninguém menos do que Frank Miller, durante o período em que ele esteve a frente da série do herói. A trama começa com Karen Page, então ex namorada de Matt e completamente viciada em entorpecentes, que entrega a identidade do Demolidor para um traficante em troca da substância ilícita.

Esse criminoso então entra em contato com Fisk e oferece a informação por um preço muito alto; o gangster não hesita em comprar. Agora sabendo a identidade do seu maior inimigo, o Rei do Crime passa a atacar pontualmente os aliados do Demolidor, destruindo com a vida de cada um e deixando Matt por ultimo. Só então ele revela sua identidade vigilante para o mundo.

Com todos os bens bloqueados e sendo caçado pela polícia e pelo crime, o Demolidor se vê em uma queda sem fim e cada vez mais sem esperança. Tamanho é o desespero que até mesmo sua fé inabalável na justiça divina começa a enfraquecer e matar seu inimigo se torna pouco a pouco a única solução.

Roteirista comenta sobre filme cancelado de Boba Fett

Antes de seu tão aguardado retorno às telas em sua própria série para streaming, Boba Fett estava pronto para conquistar os cinemas com um filme que prometia uma visão mais “ousada” e distinta do universo de ‘Star Wars‘.

O roteirista Simon Kinberg, que estava envolvido no projeto, compartilhou detalhes intrigantes sobre a produção que nunca chegou a se concretizar.

O filme planejado contava com James Mangold, conhecido por dirigir ‘Logan‘, no comando, mas, lamentavelmente, o projeto foi abandonado antes de ver a luz do dia. Em uma entrevista ao site Polygon, Simon Kinberg deu uma ideia do que os fãs poderiam esperar do filme.

“Quero dizer, é tudo bastante ficção científica, mas acho que ‘ousado’ é a palavra certa”, explicou Kinberg. “O tom seria parecido com ‘Logan’. No limite da classificação R, embora eu não ache que você teria um filme desta franquia que pudesse ser classificado para menores de 17 anos.”

Ao menos, Boba Fett ganhou uma série solo após sua participação em ‘The Mandalorian‘, e James Mangold recebeu a proposta de dirigir outro produção para o universo ‘Star Wars‘, que explorará a origem dos Jedi.

Lembrando que Mangold também dirige ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘:

Confira nossa crítica:

Apesar da recepção mista por parte da crítica, Indiana Jones e a Relíquia do Destino’, quinto e último capítulo da saga estrelada por Harrison Ford, caminha para uma sólida abertura nas bilheterias domésticas e internacionais.

Segundo o Deadline, o longa-metragem, que marca a despedida de Ford como o personagem titular, deve abrir com uma arrecadação entre US$60 e US$65 milhões nos Estados Unidos; nos mercados globais, a produção deve ter uma bilheteria de US$140 milhões em seu final de semana de estreia.

Os números estão abaixo da abertura do último filme da franquia, ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘ (2008), que faturou US$ 100 milhões em seu três primeiros dias somente nos EUA.

Sendo assim, Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘ deve ter a segunda maior abertura da franquia.

A nova aventura chegará aos cinemas nacionais no dia 29 de junho.

Vale lembrar que o filme terá nada menos que 2 horas e 22 minutos de duração (isto é, 142 minutos de tela). A encargo de comparação, o primeiro capítulo da saga tem 115 minutos, enquanto o segundo, o terceiro e o quarto têm, respectivamente, 118128122 minutos.

Dirigido por James Mangold (‘Logan’), este será o primeiro filme da franquia sem o comando o de Steven Spielberg.

O elenco ainda conta com Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Stephen Sommers critica remake de ‘A Múmia’ e fala sobre possibilidade de sequências

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o cineasta Stephen Sommers, diretor da franquia original de A Múmia, expressou sua decepção com o remake de 2017 protagonizado por Tom Cruise. Ele se sentiu “um pouco insultado” por não ser contatado pelos roteiristas ou pelo diretor Alex Kurtzman durante a produção do filme.

Sommers disse: “Não. Na verdade, eu fiquei um pouco insultado porque os roteiristas e o diretor [Alex Kurtzman] daquele com o Tom Cruise, ninguém nunca me contatou. Eu contataria as pessoas se fosse assumir algo de alguém. O terceiro filme, que o Rob [Cohen] dirigiu, é meio que meu bebê. Eu não quis pisar nos calos dele, então ajudei a produzi-lo. Mas eu não tive nada a ver com o filme do Tom Cruise. Eles nunca me contataram ou ligaram. Eu estava ocupado com outras coisas, e não é como se eu estivesse chorando por isso. Só acho que é uma cortesia comum.”

Sobre a chance de novas sequências para a franquia A Múmia, Sommers se mostrou cauteloso. Ele afirmou: “Não que eu saiba. Todas as pessoas na Universal são novas desde que eu saí. Eu realmente não os conheço, e eles não me contataram, então não sei o que se passa na cabeça deles. Ao mesmo tempo, teria que ser algo realmente especial. Claro, eu trabalharia com todos esses atores novamente.”

Recentemente, rumores apontavam que a Universal Pictures estaria cogitando produzir um novo longa.

Para reforçar ainda mais as especulações, o artista conceitual Jean-David Solon, que já trabalhou em filmes consagrados como ‘Doutor Estranho‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, também compartilhou algumas artes conceituais de um projeto intitulado ‘Imhotep‘, em sua página oficial no site Artstation.

O material compartilhado ainda confirma que o possível filme teria uma estética do Egito Antigo.

Confira duas das artes e clique aqui para ver os demais materiais:

 

Justin Baldoni afirma que Blake Lively tentou impedi-lo de participar da estreia de ‘É Assim Que Acaba’

O ator e diretor Justin Baldoni afirmou recentemente que sua colega de elenco, Blake Lively, tentou impedi-lo de participar da estreia de seu filme ‘É Assim Que Acaba’.

De acordo com o The New York Post, Lively supostamente “marginalizou [Baldoni] sistematicamente na divulgação de seu próprio filme” e não parou por aí.

“Para enfraquecer ainda mais o papel de Baldoni, Lively inicialmente se recusou a permitir sua presença na estreia do filme. Somente após uma pressão considerável, ela concordou, relutantemente, em permitir que Baldoni e a equipe de Wayfarer participassem, mas sob condições humilhantes”, afirmou o processo.

Baldoni também revelou que foi “segregado” de seus colegas de elenco.

“A equipe de Wayfarer e suas famílias, incluindo Baldoni e o produtor Jamey Heath, foram segregados do elenco principal, barrados da festa exclusiva após o evento e forçados a organizar seu próprio evento, com custos adicionais”, alegou.

justin baldoni (1)

Lembrando que Justin Baldoni, conforme o Deadline, planeja entrar com uma ação judicial contra Blake Lively, em resposta às acusações de assédio sexual feitas por ela.

Na sexta-feira, 20, foi noticiado que Lively havia protocolado uma queixa legal de 80 páginas contra Baldoni, citando seu comportamento inadequado no set e alegando que ele teria sido responsável por uma campanha de difamação contra ela – todas as acusações negadas por Baldoni.

Agora, Baldoni se prepara para apresentar uma ação judicial, juntamente com seu parceiro de negócios Jamey Heath e os publicitários mencionados na queixa de Lively. Os documentos serão protocolados assim que os tribunais reabrirem após o feriado de Ano Novo, incluindo as seguintes alegações:

  • A equipe de Lively foi responsável pelas difamações contra Baldoni, e não o contrário, como alegado na queixa dela.
  • Mensagens de WhatsApp da equipe de Baldoni foram apresentadas fora de contexto, alterando seu significado.
  • O próprio publicitário de Lively teria plantado histórias que pintavam Baldoni de forma negativa nas organizações de notícias.
  • A ação legal de Lively teria como objetivo reconstruir sua imagem pública após a má imprensa recebida durante a campanha promocional do filme.

Anteriormente, foram reveladas mensagens de texto que supostamente mostram que Justin Baldoni e sua equipe jurídica fabricaram uma campanha difamatória contra Blake Lively durante o lançamento do filme.

“Ele quer sentir que ela pode ser derrotada”, escreveu uma publicitária que trabalha com o estúdio e o Sr. Baldoni em uma mensagem de 2 de agosto para a especialista em gerenciamento de crises, Melissa Nathan.

Melissa respondeu:

“Você sabe que podemos acabar com qualquer um”.

A publicista respondeu:

“A narrativa on-line é tão boa e os fãs ainda estão defendendo Justin e literalmente não houve captação desses dois artigos, o que é realmente chocante para mim. Mas eu vejo isso como um sucesso total, assim como Justin.”

‘É Assim que Acaba’ | Entenda TODA a treta envolvendo Blake Lively e Justin Baldoni

Justin Baldoni foi dispensado pela agência de talentos WME.

A decisão de se separar do diretor e estrela de ‘É Assim que Acaba’ veio da agência no sábado, depois que Blake Lively entrou com uma queixa de assédio sexual e retaliação contra ele na sexta-feira à noite, confirmaram fontes.

Baldoni foi informado da decisão no sábado, disseram fontes. A WME também representa Lively, e com base na seriedade das alegações na reclamação de Lively, a agência sentiu que ações precisavam ser tomadas rapidamente.

A WME não fez comentários.

Lively moveu um processo judicial contra Baldoni, seu ex-diretor e colega de elenco no filme, acusando-o de assédio sexual e de liderar uma campanha destinada a manchar sua reputação pública.

Baldoni refuta as acusações e contra-ataca, afirmando que Lively estaria utilizando a situação para tentar recuperar sua imagem, que, segundo ele, teria sido prejudicada por seu próprio comportamento no set.

Conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, as tensões entre os dois teriam escalado a ponto de ser necessária uma reunião de emergência com toda a equipe de produção.

O encontro, que contou até mesmo com a presença do marido de Blake, o ator Ryan Reynolds, buscava resolver o que ela descreve como um ambiente de trabalho hostil.

No processo, Blake descreve episódios que teriam contribuído para essa atmosfera tóxica.

Ela alega que Baldoni teria exibido imagens de mulheres nuas, abordado assuntos pessoais inapropriados, incluindo supostos problemas de vício, e feito comentários desrespeitosos sobre a aparência dela e de outros membros da equipe.

A atriz também denuncia que seu falecido pai foi mencionado de maneira inadequada durante as gravações, além de relatar pressões para incluir cenas explícitas que não estavam previstas no roteiro original.

Lively acusa Baldoni de ser o principal responsável por uma estratégia de manipulação social com o objetivo de prejudicar sua carreira.

Por outro lado, Bryan Freedman, advogado de Baldoni, repudiou as alegações, classificando-as como “falsas e sensacionalistas”.

Ele ainda caracterizou Lively como uma figura problemática no set, afirmando que a atriz teria ameaçado abandonar as filmagens e boicotar a promoção do longa, ações que, segundo ele, contribuíram para o fracasso do projeto.

Vale lembrar que a adaptação de ‘É Assim que Acaba‘, que arrecadou mais de US$ 350 milhões mundialmente, está disponível no streaming do Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

é assim que acaba

Tom Holland descreve ‘A Odisseia’ de Nolan como “O trabalho de uma vida”

O astro Tom Holland, conhecido por seus papéis de sucesso, recentemente comentou sobre sua experiência em ‘A Odisseia’, o novo e aguardado épico de Christopher Nolan. Holland não poupou elogios, descrevendo o projeto como “o trabalho de uma vida, sem dúvida”.

“Foi incrível. O trabalho de uma vida, sem dúvida. A melhor experiência que já tive em um set de filmagem”, disse Holland, conforme a Variety. “Incrível. Foi empolgante. Foi diferente. E acho que o filme será algo como nunca vimos antes”.

O ator de ‘Homem-Aranha’ lidera o elenco deste épico histórico ao lado de Matt Damon, que interpreta Odisseu. Holland assume o papel de Telêmaco, o filho de Odisseu. O filme marca o aguardado projeto seguinte de Nolan após o sucesso estrondoso e vencedor do Oscar, ‘Oppenheimer’.

Holland fez questão de elogiar a colaboração com o diretor e sua equipe: “Trabalhar com o Chris, conhecê-lo e à Emma [Thomas, produtora e esposa de Nolan] foi absolutamente fantástico. Nunca vi alguém trabalhar como eles trabalham, e há um motivo pelo qual são os melhores no que fazem, sem dúvida. Estar ali, na primeira fila, participando do processo, colaborando com um verdadeiro mestre em sua arte e aprendendo com ele foi a melhor experiência que já tive”.

Além de Nolan, Holland destacou a oportunidade de trabalhar com grandes nomes do cinema:Matt Damon sempre foi um herói para mim, Anne Hathaway sempre foi uma heroína para mim”, disse Holland à GQ Sports. “Então, dividir cenas com eles, aprender com eles, tornar-me amigo deles — eu não poderia ter pedido um trabalho melhor. E estou muito orgulhoso do que fiz. Ia trabalhar todos os dias com um verdadeiro senso de propósito e com algo a provar. Sou muito grato ao Chris por me dar essa oportunidade”.

odisseia

Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha Morton e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

Mark Hamill, estrela de ‘Star Wars’, reflete sobre aposentadoria

Mark Hamill, eternizado como Luke Skywalker, falou recentemente sobre a possibilidade de se aposentar das telas. Em entrevista à Variety, o ator refletiu sobre sua longa trajetória e admitiu que, em determinado momento, chegou a considerar uma despedida definitiva da atuação.

“Há alguns anos, comecei a pensar: ‘Já fiz muita coisa, talvez seja hora de fazer uma saída digna’. Assim como um ator valoriza uma boa entrada, também é importante encontrar uma forma de encerrar a carreira de cabeça erguida”, revelou Hamill.

O ator explicou que o entusiasmo foi renovado ao trabalhar com Trevor Macy e Mike Flanagan na série ‘A Queda da Casa de Usher’. Segundo ele, o projeto ofereceu uma oportunidade rara em produções live-action:

“O verdadeiro ponto de virada foi conhecer o Mike e o Trevor. Isso me deixou empolgado em atuar novamente, porque era um papel de personagem que, na dublagem, seria algo rotineiro. No voice over, não importa como você se parece; você interpreta papéis que dificilmente faria diante das câmeras, pois escalam pelo que ouvem, não pelo que veem. Levar essa liberdade para a frente das câmeras foi especial”, afirmou.

Hamill também comentou sobre a longevidade inesperada de sua carreira e a imprevisibilidade do futuro:

“Não dá para controlar isso, mas este foi um ano [2025] extremamente ativo. Não tenho nada engatilhado no momento, então talvez o próximo não seja tão movimentado. Quando você está nos seus 20 ou 30 anos, é difícil se imaginar aos 50 ou 60, mas eu certamente não achava que estaria diante das câmeras por tanto tempo quanto estive”, concluiu.

Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, comenta sobre Tilly Norwood, a primeira atriz criada por IA

Todas as produções da saga ‘Star Wars’ estão disponíveis no Disney+.

Kevin Spacey acredita que está RECONSTRUINDO a carreira após ser cancelado por abuso

O ator Kevin Spacey declarou recentemente que está deixando para trás o que chamou de “prisão de Hollywood”, período em que sua carreira foi paralisada após dezenas de acusações de assédio e má conduta sexual.

Em entrevista repercutida pela Variety, o vencedor do Oscar porBeleza Americana e Os Suspeitos demonstrou otimismo com o futuro.

“Sinto que estou sendo muito mais bem recebido e acho que as coisas estão caminhando na direção que esperávamos”, afirmou Spacey, destacando que saiu vitorioso em todos os tribunais onde enfrentou julgamento por júri.

O ator ponderou que, embora algumas histórias tivessem fumaça, muitas foram distorcidas. “Há casos em que parte de algo é verdadeira, mas foi reinterpretada, remodelada ou completamente inventada. Foi certamente o caso de Anthony Rapp, um processo que vencemos em um tribunal federal de Nova York”, disse.

As acusações de Anthony Rapp, que alegou ter sofrido abuso por parte de Spacey quando ainda era adolescente, vieram à tona em 2017 por uma reportagem do BuzzFeed, desencadeando o colapso imediato da carreira do ator. Posteriormente, Rapp moveu uma ação civil de US$ 40 milhões por agressão sexual, mas um júri de Nova York considerou Spacey inocente de todas as acusações.

“Era um pequeno incêndio na cozinha“, diz Spacey sobre comportamento

Spacey não esquivou-se e reconheceu que seu comportamento ultrapassou limites no passado, embora conteste a gravidade relatada.

“Nunca disse que não havia fogo. Só não era um incêndio florestal. Era um pequeno incêndio na cozinha que poderia ter sido apagado com um extintor”, rebateu, completando logo em seguida: “Eu dei em cima de muitos caras”.

Spacey ainda compartilhou uma reflexão sobre o tempo de isolamento da indústria.

“Hoje me sinto menos preso do que antes. Quando as pessoas realmente conhecem os fatos e entendem o que vencemos nos tribunais, acho que começam a pensar que talvez nove anos tenham sido suficientes”, destacou.

O ator ainda fez uma analogia com o mundo dos esportes: “Se eu fosse um atleta, teria sido suspenso por sete partidas. Quando você faz muitos pontos, as pessoas querem você de volta em campo”.

Após repercussão na mídia, Kevin Spacey esclarece situação financeira e moradia

Desde a absolvição de 2023, Spacey busca reconstruir sua carreira por meio de pequenos papéis, direção de projetos independentes e participações em festivais internacionais. No entanto, sua situação pessoal permanece instável.

O ator revelou estar “literalmente sem casa”, vivendo entre hotéis e Airbnbs enquanto trabalhava como cantor em lounges no Chipre. Na ocasião, Spacey comparou sua trajetória à dos artistas incluídos na “lista negra” de Hollywood durante o período do Macarthismo, sugerindo que sofre uma perseguição injusta da indústria.

Crítica | Matrix Resurrections – Mais papo, menos ação e nova abordagem… o que é ótimo!

Mais de duas décadas depois, Matrix continua uma força potente dentro da cultura pop, com a franquia sendo lembrada, de maneira natural e constante, tanto por fãs quanto pelos realizadores que se atrevem a fazer ficção cientifica de gente grande, aquelas de tutano, em meio a muita ação e estilo. Aliás, é impossível falar de Matrix sem lembrar das suas grandes marcas e signos, tão recorrentes, como o icônico efeito de bullet-time, as coreografias de luta que ganham o tom pelas elegantes cenas em câmera lenta, ou mesmo o figurino gótico-fino que é inconfundível. Enfim, são várias as particularidades que foram repetidas por outros títulos a exaustão, tal como foi capaz de capitalizar em todos os âmbitos, seja nos cinemas, TV, quadrinhos e games. Tanto que quando lançaram a coletânea Animatrix (2003) – pequenos curtas-metragens animados realizados por outros artistas, que expandiram, ainda mais, o universo criado pelas irmãs Wachowski, dando assim novos tons à obra – pensaram que novas histórias daquele mundo poderiam surgir em live-action.

De modo que até demorou pra que Matrix recebesse, finalmente, uma continuação de calibre para os cinemas mundiais. Logo, Matrix Resurrections funciona como um presente de Natal para os órfãos da franquia, carentes por tantos anos, que sempre aguardavam e imaginavam como seria se fizessem um Matrix no mundo atual, já que a trilogia anterior impressionou por todo aparato tecnológico, coisas que fizeram o cérebro de muita gente escorrer pelas orelhas – ainda que misturassem ali objetos antigos como orelhões. Felizmente o trio que assina o roteiro do novo filme preferiu focar, dessa vez, naquilo que jamais ficará datado, quando bem feito: tramas complexas e dinâmicas e histórias filosoficamente ricas, capazes de prender o espectador durante horas, muito por conceitos inusitados, que beiram a insanidade, do que propriamente truques baratos.

Dirigido agora por apenas uma das irmãs, Lana Wachowski, Matrix Resurrections foi também escrito por outros parceiros da cineasta, David Mitchell e Aleksandar Hemon, a dupla responsável pelo fracasso comercial de A Viagem (2012), considerado por muitos um sonífero. Porém tal escolha pode ter sido fundamental pra que esse novo capítulo de Matrix soe como o mais diferente de todos dentro da franquia. Não seria exagero, por exemplo, dizer que este não é reboot, muito menos um remake, estando mais pra uma espécie de spin-off, que vai abordar um dos ciclos vividos pelos nossos velhos conhecidos Neo, Trinity e Morpheus… Quer dizer, quase isso, pois Resurrections não apenas tenta fazer diferente no que se refere a construção de uma nova história, como também é capaz de tecer críticas pontuais a nostalgia exacerbada dos fãs – isso sem desrespeitar ou deixar de reverenciar a obra original, sobretudo o primeiro longa.

O choque, no entanto, deve acontecer logo de início, pois, se por um lado temos, novamente, Keanu Reeves vivendo o tal Thomas Anderson – o escolhido que trabalha com computadores, mas aqui em desenvolvimento de jogos – por outro a linguagem apresentada é completamente atípica de tudo que se viu na franquia até então. A começar pela brincadeira de metalinguagem, onde colocam personagens tentando desvendar como seria fazer hoje um quarto filme de Matrix – nessa realidade, Matrix é um jogo de sucesso que depois ganhou filmes, ou seja, exatamente o oposto da produção original.

Todavia, apesar de tudo ser muito bem sacado, não são só alguns gimmicks que tornam Matrix Resurrections um filme peculiar entre os demais, pois a narrativa engendrada por Lana Wachowski caminha de maneira lenta e quase intimista (e aí também entra o estilo dos roteiristas), dando espaço para mais cenas internas e conversas triviais. Essa escolha permite que a produção discuta conceitos e personagens que eram outrora relegados em detrimento àquelas exaustivas cenas de ação, que atingem o insuportável no decepcionante Matrix Revolutions (2003). Aqui ficamos sabendo, mais a fundo, sobre a história e desfecho de Zion, tal como foi que surgiu a nova cidade da Matrix, Io. Vale lembrar que tanto Trinity quanto Neo não lembram das suas vidas passadas neste novo ciclo que acontece após os eventos já citados de Revolutions.

Essa pegada, digamos, mais arrastada não isenta a Wachowski de orquestrar cenas de ação belíssimas, detentoras de uma plasticidade impar que poucos cineastas são capazes reproduzir – a exemplo da nova luta entre Neo e Morpheus numa espécie de tatame oriental – um dos andamentos mais marcantes do ano. É claro que o sempre ótimo cinematografo John Toll (Além da Linha Vermelha) tem grande peso nesse aspecto, já que é ousado e inteligente ao criar um design estético bem diferente daquele utilizada por Bill Pope nos filmes originais (os flashbacks inseridos deixam isso bem claro), dando assim uma identidade própria ao novo longa. Mesmo sem possuir nenhum véu verde ou sequer abusar dos signos já citados, Resurrections tem a mesma pujança estética de qualquer Matrix já feito, sendo até mais elegante que os dois últimos.

A renovação de elenco também acabou sendo bem-vinda, com Jonathan Groff (o Holden Ford de Mindhunter) dando novos ares ao agente vilão Smith, agora mais cínico que arrogante. Assim como Yahya Abdul-Mateen (Watchmen) tem uma forte presença em tela com o novo Morpheus. Assim como é necessário citar Jessica Henwick (Punho de Ferro), a Bugs, que é uma das protagonistas do longa, onde sua personagem, que se parece com a Trinity, tenta despertar Neo com a ajuda de Morpheus. Bugs é usada também para trazer algumas questões filosóficas – filosofia sempre algo presente em toda obra – flertando com as obsessões do passado e o apreço pela já falada nostalgia.

A história também segue um rumo muito diferente daquele que vemos na saga anterior, ainda que figuras como o Arquiteto retornem de maneira surpreendente – outro antigo personagem também vai deixar o público de cabelo em pé, principalmente pela forma que está hoje, é o Merovingian. Jada Pinkett Smith, por exemplo, é outra que retorna como a capitã Niobe, mas com uma maquiagem pesada. Enfim, todos esses arquétipos dicotômicos já mostram o que esperar de Matrix Resurrections, pois, sim, sempre teremos um andamento ou outro que remete a antiga trilogia, no entanto a trama que exploram aqui pouco tem a ver com tudo aquilo. A participação de Carrie-Anne Moss e sua Trinity inverte o jogo de maneira sensacional – ainda que o romance com o Neo continue intenso e usual.

Lana Wachowski não ver problemas em discutir ideias que devem soar um tanto herméticas pro público em geral, ou, pelo menos, pra quem espera um blockbuster qualquer. De modo que Matrix Resurrections surge de maneira bastante positiva, isso por querer se distanciar da grande maioria das abordagens anteriores, mesmo utilizando o que chamam de formula, mesclando pancadaria e filosofia – quer algo melhor que isso? É claro que está longe de alcançar o nível do Matrix que parou o mundo na virada do milênio, porém tem personalidade suficiente para andar com as próprias pernas e não fazer feio em nenhum momento. Ainda que exista aqui e ali uma barriguinha no segundo ato. Todavia, se o Neo agora tem alguns cabelos brancos, quem somos nós pra falar de abdomes sobressalentes.