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‘Intelligence’: David Schwimmer é um agente especial no trailer LEGENDADO da série de comédia

Intelligence, série de comédia estrelada por David Schwimmer, ganhou seu trailer legendado.

Assista:

A produção foi criada por Nick Mohammed, que também assina o roteiro.

A trama envolve um agente da NSA (Schwimmer) que se une com um analista de computadores para formar uma nova unidade de investigação de crimes cibernéticos na agência de defesa do Reino Unido.

Mohammed, Sylvestra Le TouzelGana BayarsaikhanJane Stanness completam o elenco.

Apesar do ritmo lento, assinantes da Netflix estão gostando de ‘Missa da Meia-Noite’; Confira as reações!

Missa da Meia-Noite(‘Midnight Mass’) estreou na Netflix e vários assinantes já maratonaram a série inteira.

Apesar de um ritmo lento e monólogos compridos, o aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) agradou em cheio mais uma vez os assinantes.

Confira as reações:

No Rotten Tomatoes, a produção estreou com 93% de aprovação, com altíssima nota de 8.80/10 baseada em 45 reviews até o momento. Os jornalistas elogiaram a trama, a atuação do elenco e atmosfera de terror.

Crítica | ‘Missa da Meia-Noite’, de Mike Flanagan, é uma poderosa reflexão sobre a vida e a morte

Confira os principais comentários abaixo:

“Um trabalho completo e cauterizado nas intersecções entre fé e dúvida, vida e morte” – Strange Harbors.

“Genuinamente arrepiante e único” – Radio Times.

Missa da Meia-Noite é o melhor trabalho de Mike Flanagan até agora” – IGN Movies.

“Em seu melhor, Missa da Meia-Noite exude uma narcótica investida em tudo desde a estética até os monólogos, que sugerem o peso da confissão” – Slant Magazine.

“Gritos são uma coisa boa em séries de terror. Não é particularmente difícil entender o que acontece em Crock Pot, mas é muito satisfatório ver como tudo se desenrola e como Flanagan irá resolver tudo” – Arizona Republic.

 

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Missa da Meia-Noite tem estreia agendada para 24 de setembro.

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish fazem parte do elenco.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

‘Besouro Azul’: Bruna Marquezine surge gravando cena de ação em foto do filme da DC

Uma nova foto do set de filmagens em Porto Rico de ‘Besouro Azul‘ foi divulgada na internet.

Nela, podemos ver a atriz Bruna Marquezine amarrada com cabos para a gravação de uma cena de ação ao lado do protagonista Xolo Maridueña (‘Cobra Kai’), que será Jaime Reyes, um jovem de origem mexicana que encontra um escaravelho alienígena que lhe concede poderes através de um exo-esqueleto azul.

Confira, com as imagens anteriores:

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Bruna Marquezine, Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal. Já Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

Besouro Azul‘ estreia nos cinemas em 18 de agosto de 2023.

‘Deadpool 3’ é ANTECIPADO pela Marvel Studios

De acordo com o Deadline, a Marvel Studios ANTECIPOU ‘Deadpool 3‘ para 3 de maio de 2024. Anteriormente, o longa estava previsto para 8 de novembro de 2024.

Apesar de antecipar ‘Deadpool 3‘, a Marvel adiou diversos de seus filmes. ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘ está sendo adiado por um ano inteiro, de 2 de maio de 2025 para 1º de maio de 2026.

Já ‘Vingadores:Guerras Secretas‘ saltou de 1º de maio de 2026 para 7 de maio de 2027.

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ foi transferido de 3 de maio de 2024 para 26 de agosto de 2024, o que, por sua vez, está atrasando ‘Thunderbolts‘ para 20 de dezembro de 2024.

Blade‘ foi para 14 de fevereiro de 2025 e ‘Quarteto Fantástico‘ mudou para 2 de maio de 2025.

O longa está atualmente sendo filmado, mesmo diante a greve de roteiristas de Hollywood, que vem afetando diversas produções de TV e cinema.

Vale lembrar que o ator Ryan Reynolds está proibido de improvisar suas cenas devido à greve dos roteiristas de Hollywood, que atualmente afeta a produção cinematográfica.

A notícia gerou preocupação entre os fãs do Mercenário Tagarela, mas o criador de Deadpool, Rob Liefeld, tranquilizou os seguidores nas redes sociais, explicando que Reynolds atua com a máscara do personagem durante as filmagens.

Ele afirmou que a improvisação poderá ocorrer na pós-produção, quando se espera que a greve já tenha chegado ao fim.

“Tenho lido todos esses comentários sobre ‘Oh não, Ryan Reynolds não pode improvisar em Deadpool 3…’ Vocês sabem que ele está usando uma máscara e que na pós-produção ele pode fazer o que quiser. ADR (gravação de diálogos adicionais) é onde coisas realmente divertidas acontecem.”

Vale lembrar que o terceiro filme também contará com a presença de Hugh Jackman reprisando o seu papel como o Wolverine; Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Artes INÉDITAS revelam que visual de Deadpool em ‘X-Men Origens: Wolverine’ seria ainda mais BIZARRO

O visual de Deadpool em ‘X-Men Origens: Wolverine‘ quase foi ainda mais bizarro do que a versão vista no criticado filme de 2009.

Artes conceituais alternativas do personagem no filme finalmente foram divulgadas, e provam que a coisa poderia ter sido ainda mais feia… literalmente.

Confira:

Em entrevista ao Variety, Ryan Reynolds (‘Free Guy’) comentou sobre a oportunidade de voltar a contracenar com Hugh Jackman, que voltará a interpretar o Wolverine após ter publicamente se aposentado do personagem, e não perdeu a chance de detonar o criticado ‘X-Men Origens: Wolverine‘.

“Todos estão esperando que eu fale mal do Hugh Jackman [em ‘Deadpool 3’], mas eu posso dizer que ele foi um dos primeiros astros com quem contracenei, em 2007, em um filme LIXO chamado ‘X-Men Origens: Wolverine’. Eu lembro de ter ficado chocado com o quanto ele era gentil. E eu notei que ele tratava todos da mesma maneira. Ele era gentil com todos.”

Ele completa, “E eu acredito que esse tipo de atitude é infecciosa. Sinto que o Hugh Jackman é responsável por muitos elementos positivos na indústria.”

Deadpool e Wolverinechega aos cinemas nacionais em 25 de julho e há muita expectativa sobre a trama, que vai envolver o Multiverso com a participação de diversos personagens das adaptações da Fox.

Depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

‘O Homem Invisível 2’: Leigh Whannell revela que ele NÃO vai fazer a sequência [EXCLUSIVO]

Leigh Whannell, o cineasta por trás do aclamado ‘O Homem Invisível, comentou recentemente sobre a possibilidade de uma sequência para o sucesso de terror.

Em entrevista ao CinePOP, Whannell surpreendeu ao afirmar que não tem interesse em dar continuidade à história.

“Não sei, não estou trabalhando na sequência de O Homem Invisível. Eu sinto que já contei a história que queria contar.“, ele afirmou.

Resta saber se a Universal pretende desenvolver a sequência sem o envolvimento dele.

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused em abril do ano passado, Elisabeth Moss (‘Iluminadas’) afirmou que a sequência ‘O Homem Invisível 2‘ ainda está em desenvolvimento.

A atriz revelou que o novo filme “está mais perto do que nunca” de acontecer.

“A Blumhouse e a minha produtora [Love & Squalor Pictures] estão mais perto do que nunca para definir uma história [para a sequência ‘O Homem Invisível 2’]. E eu estou muito confiante [com a direção que estamos seguindo]. Temos a intenção de continuar aquela história.”

Anteriormente, o produtor Jason Blum indicou que o envolvimento de James Wan pode ser fundamental para o projeto sair do papel: “Se os nossos sonhos se tornarem realidade e nossas duas empresas trabalharem juntas, talvez James [Wan] possa nos ajudar [a desenvolver ‘O Homem Invisível 2’].”

Sucesso nos cinemas, ‘O Homem Invisível‘ arrecadou impressionantes US$ 144.4 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 7 milhões. Além disso, o longa também agradou o críticos, conquistando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O diretor lança nesta quinta-feira, 16, seu novo filme de terror: ‘Lobisomem‘.

 

‘Cangaço Novo’: Irmãos Vaqueiro nos cartazes da segunda temporada da série do Prime Video; Confira!

O Prime Video divulgou novos cartazes dos irmãos Vaqueiro na segunda temporada de ‘Cangaço Novo‘, que estreia em 24 de abril.

Produzida por Andrea Barata Ribeiro, da O2 Filmes, pela Amblin Entertainment, e coproduzida por Cristina Abi, também da O2, a série é criada por Mariana Bardan e Eduardo Melo, e tem direção geral de Fábio Mendonça e direção de Caito Ortiz.

A segunda temporada traz os desafios ainda mais perigosos que Ubaldo (Allan Souza Lima), Dinorah (Alice Carvalho) e Dilvânia (Thainá Duarte) precisarão enfrentar na guerra contra os Maleiros. Enquanto Dilvânia encontra forças na fé e assume a liderança espiritual da Irmandade, Ubaldo e Dinorah confrontam diretamente Gastão Maleiro (Bruno Belarmino) e Paulino Leite (Daniel Porpino), tentando pôr um fim à corrupção e violência que assolam Cratará.

Com participação especial do cantor João Gomes, a produção tem no elenco, ainda, Marcélia Cartaxo, Hermila Guedes, Xamã, Rafael Losso, Ênio Cavalcante, Joálisson Cunha, Luiz Carlos Vasconcelos, César Ferrario, Buda Lira, Lucas Veloso, entre outros. A sala de roteiro é comandada por Mariana Bardan, Eduardo Melo e Fernando Garrido.

O lançamento da segunda temporada contará com première aberta ao público e com presença do elenco em Cabaceiras, na Paraíba, onde foi filmada. O evento acontecerá no dia 15 de abril, às 17h, no Espaço de Eventos Bode Rei Hall.

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova temporada tem estreia prevista para o dia 24 de abril.

Considerada pela imprensa nacional e especializada como uma das melhores séries de 2023, ‘Cangaço Novo‘ fez história ao ser a primeira série a integrar o Festival Internacional de Cinema de Gramado, onde apenas filmes participam. Alice Carvalho ganhou o prêmio APCA 2023 (Associação Paulista de Críticos de Artes) de Atriz Revelação por sua atuação na produção, que também foi indicada na categoria de Melhor Série de Drama. A série foi nomeada, ainda, em seis categorias do Prêmio Platino Ibero-Americano de Cinema 2024.

A série foi criada por Mariana BardanEduardo Melo.

Cangaço Novo mostra o poder das histórias brasileiras e achamos importante contá-las. É um prazer poder fazer isso com um elenco tão talentoso e engajado. Estamos todos muito felizes com o impacto da série, não só no Brasil, mas em todo o mundo, e também com seu sucesso de crítica. Espero que os fãs estejam tão empolgados quanto nós com a nova temporada”, diz Javiera Balmaceda, Head de Local Originals, América Latina, Canadá, Austrália & Nova Zealândia da Amazon Studios.

‘A Máquina do Destino’ é uma das grandes SÉRIES da atualidade com foco profundo na crise existencial

O que você faria se pudesse saber o seu maior potencial na vida? Ao longo de 10 episódios na sua primeira e surpreendente temporada, A Máquina do Destino, disponível na Apple Tv Plus nos apresenta uma trama com uma pegada de melancolia que brinca com o acaso, com o destino, onde percorremos histórias cativantes que vão mostrando a profundidade de carismáticos personagens. Baseada no livro The Big Door Prize, do escritor norte-americano M.O. Walsh, o seriado teve sua segunda temporada já anunciada antes do término da primeira temporada!

Na trama, ambientada nos tempos atuais em uma pequena cidade norte-americana chamada Deerfield, conhecemos Dusty (Chris O’Dowd) e Cass (Gabrielle Dennis), um casal, juntos faz 20 anos, que estão em uma crise no relacionamento. Quando um máquina misteriosa, que promete revelar a verdadeira vocação das pessoas, através das digitais e do cpf, chega e é instalada no mercadinho da cidade, Dusty e Cass, além de todos os habitantes da pequena cidade começam a repensarem suas vidas, alguns inclusive largando tudo para ir atrás do seu destino dito.

O faz de conta aqui, que investe no tragicômico, apresenta paralelos com a realidade, com as crises existenciais que percorrem a vida de milhares de pessoas que se vem em muitos momentos sem saber em qual estrada seguir seu caminho. Em 10 episódios, a primeira temporada dessa reflexiva série foca sua narrativa na interação entre os personagens, nos fazendo entender melhor a inusitada situação que transforma de várias formas a vida deles. Histórias cativantes que vão mostrando que qualquer pensamento simplista aqui é jogado para escanteio. Tem casamento em conflito, uma amor quase proibido por conta de uma tragédia, um empreendedor local narcisista mas que esconde uma profunda solidão e decepção pela vida que leva, uma mãe que tem muitas questões no relacionamento com a filha, um padre que se vê em conflito se larga ou não a batina. Tem também quem não quer acreditar e busca seguir sua vida do jeito que ela é. As ações e consequências tomam conta das escolhas.

Será que eles estão se fazendo a pergunta certa? Esperanças e sonho secretos se misturam com o acaso. Quando os personagens se enxergam com a facilidade de tomar uma atitude através de uma máquina que eles nem sabem da onde veio e parecem se complicar cada vez mais nas suas escolhas. É uma questão: ‘O poder do acreditar’….mas em que? Será tudo parte de um plano maior ou algo completamente aleatório?

Esse, que é um dos seriados mais inteligentes lançados em 2023, apresenta subtramas profundas, algumas até misteriosas, e ainda há muito mais a ser revelado em futuras temporadas (a 2ª temporada está garantida!). Você se emociona, ri, se coloca no lugar do outro, uma série de interações que somente obras marcantes conseguem produzir. Não deixe de conferir esse seriado!

 

Crítica | Jason Bourne

O novo velho Bourne

Uma breve volta no tempo para 2007. Após o lançamento de O Ultimato Bourne, desfecho da trilogia confeccionado por Paul Greengrass e Doug Liman, baseada nos livros de Robert Ludlum, o astro Matt Damon se despedia da série, prometendo não retornar para possíveis sequências. Todo ator consagrado almeja novos desafios e ficar preso a um personagem não recai no quesito. Assim, a Universal (estúdio retentor dos direitos da franquia) precisou tirar da cartola O Legado Bourne, que derivava da trama principal, aplicando um novo protagonista (nas formas de Jeremy Renner). O Legado Bourne não colou junto aos fãs, apesar de não ser um filme ruim, em especial pela barreira criada ao não se ter Damon encabeçando a franquia. Rumores apontavam para um crossover entre Damon e Renner, mas a volta do intérprete de Bourne ainda era incerta.

Corta para 2016, onde vivemos numa era em que marcas pré-estabelecidas ditam regra em Hollywood, exibindo cada vez mais a latente falta de ideias. Se algo deu certo no passado e ainda existe certa associação no consciente coletivo, pode ter certeza de que produto voltará remodelado (e às vezes nem isso) para uma nova geração. Este mês tivemos, por exemplo, as voltas de Caça-Fantasmas e Tarzan, só para citar dois dos mais recentes produtos da cultura pop a ganhar novas roupagens.

Jason Bourne - CinePOP 2

A remodelagem de uma franquia não é necessariamente algo ruim, desde que o trabalho impresso na obra tenha criatividade e qualidade, e tais adjetivos podem ser facilmente empregados a Jason Bourne, quinto filme na franquia da Universal, e o quarto protagonizado por Damon. Quase dez anos após o afastamento e a rejeição em vestir novamente a pele do espião desmemoriado, o astro volta atrás dando aos fãs exatamente o que eles querem (recebendo o $eu, obviamente, em retribuição).

Dessa vez, a ação encontra Bourne a la Sylvester Stallone em Rambo 3 (1988), lutando de forma clandestina pelos submundos. Logo o herói é contatado por Nicky Parsons, personagem vivida pela quarta vez por Julia Stiles. A moça virou a típica whistleblower, no melhor estilo Edward Snowden (figura que além de servir de molde para a nova trama, é mencionada mais de uma vez ao longo do filme). A delatora possui inclusive seu próprio Julian Assange, na forma de Christian Dassault (Vinzenz Kiefer) – sentiram a analogia nada sutil dos nomes? No entanto, não pense você que Bourne se tornou um símbolo anti-americano. O personagem pode ser perseguido e escorraçado por seu governo, mas ao deparar-se com Dessault em determinada cena e ouvir do sujeito: “queremos as mesmas coisas”, Bourne não hesita ao disparar: “não estou do seu lado”, enfatizando a reprovação de tais ações na visão dos realizadores (roteiro de Paul Greengrass e Christopher Rouse).

Jason Bourne - CinePOP 3

Naturalmente, a personagem de Stiles se tornou a inimiga pública número 1 dos EUA, e consegue arrastar o desmemoriado espião de volta ao jogo, o mote para a trama parte daí. Em breve, Bourne terá em sua cola o novo diretor da CIA, Robert Dewey (Tommy Lee Jones), sua protegida, Heather Lee (Alicia Vikander) e o cão bravo da agência (Vincent Cassel). Porém, as coisas podem não ser tão simples, guardando para essa história algumas reviravoltas e revelações do passado, presente e futuro – incluindo surpresas com o próprio protagonista (não pense você que Bourne já lembrou de tudo sobre seu passado, sua mente é uma verdadeira caixinha de surpresas).

Jason Bourne - CinePOP 4

Contra o novo filme está a estrutura na qual se vê preso. Essa é essencialmente a mesma história que vimos nos filmes anteriores, contada pela quarta vez, o que resume-se em “Bourne é perseguido e foge pelo mundo”. É bem verdade que O Legado Bourne tentou quebrar esse molde, sem sucesso. Já que o povo queria mais do mesmo, aqui está. Mas Jason Bourne também possui um número significativo de prós, que sobressaem (e muito) os elementos negativos. Entre eles, o posicionamento do novo longa no cenário atual da política de segurança norte-americana. É incrível perceber os avanços que o mundo deu em menos de dez anos. Temos, por exemplo, um personagem que reflete Mark Zuckerberg e os barões das mídias sociais, vivido por Riz Ahmed (da série The Night Of). Seu personagem e o de Julia Stiles propõem discussões atuais interessantes, inexistentes nas produções anteriores. Outro aspecto vencedor do novo longa é seu elenco, que apresenta personagens complexos e suculentos, mais bem trabalhados do que esperaríamos, em especial os de Alicia Vikander (a nova queridinha de Hollywood) e do citado Ahmed. Tommy Lee Jones e Vincent Cassel estão descontraídos e parecendo se divertir, o que termina como forma de presente para nós.

No quesito adrenalina, Jason Bourne tampouco decepciona. O clímax de uma perseguição envolvendo um tanque da Swat em Las Vegas nos lembra porquê adoramos cinema entretenimento de verdade, criando uma sequência eletrizante e feita na marra, exaltando a grande diferença para os blockbusters tela verde da geração atual. Confesso não ser grande entusiasta da série de Bourne no cinema, mas o novo exemplar trouxe sabor agradável ao meu paladar, me fazendo desejar inclusive novos episódios. Se coubesse a mim o pitch para uma continuação, sem titubear tiraria do papel o crossover Bourne & Cross.

Oscar 2023 | Saiba quais foram as Atrizes ESNOBADAS na 95ª edição do maior prêmio do cinema

Foram divulgados ontem, na manhã de terça-feira, dia 24 de janeiro, os indicados ao Oscar 2023. Esta será a 95ª edição dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Como de costume algumas produções eram certas de figurarem entre os nomeados, como Os Fabelmans (novo trabalho do genial Steven Spielberg) e Os Banshees de Inisherin (do diretor Martin McDonagh, que vem sendo enaltecido como um dos melhores filmes da temporada). Outros, embora muito badalados e donos de grande torcida por parte de seus fãs, se tornam uma bem-vinda surpresa quando suas indicações são de fato confirmadas. Nesta edição, produções como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, Avatar: O Caminho da Água e até mesmo Top Gun: Maverick se tornam os azarões.

Esta nova matéria sobre o Oscar, no entanto, tem como foco as atrizes que foram “esquecidas no churrasco”. Estrelas e atrizes que entregaram tudo de si em uma performance que visava prêmios e que por alguma razão foram completamente esnobadas pelos votantes da Academia. Na matéria temos casos de atrizes que até foram lembradas por outros prêmios de prestígio, como o SAG (premiação do sindicato dos atores americanos), o BAFTA (o Oscar inglês) e o Globo de Ouro, mas deixadas de fora do Oscar. Temos também casos de atrizes cuja performance era dada como certa de figurar entre os indicadas pelos especialistas, mas devido à falta de popularidade do filme em que estrelam (seja com o público ou com os críticos), terminaram esnobadas. Selecionamos 10 que poderiam figurar nessa edição do Oscar. Confira abaixo.

Viola Davis

A gigante Viola Davis foi uma das ausências mais sentidas nesta nova edição dos prêmios da Academia. Vencedora do Oscar por Um Limite Entre Nós (2016) e dona de outras três indicações (A Voz Suprema do Blues, Histórias Cruzadas e Dúvida), Davis é a estrela do empoderado drama histórico de ação A Mulher Rei, que fala sobre uma tribo de mulheres guerreiras africanas. O filme não obteve nenhuma indicação no Oscar, mas a atriz foi indicada por seu desempenho em premiações importantes como o SAG (prêmio do sindicado dos atores), o BAFTA (o Oscar britânico) e no Globo de Ouro.

Jennifer Lawrence

A jovem estrela Jennifer Lawrence também já possui sua estatueta do Oscar decorando a casa, pelo filme O Lado Bom da Vida (2012). Além disso, assim como Viola Davis tem outras três indicações para chamar de sua – pelos filmes Inverno da Alma, Trapaça e Joy: O Nome do Sucesso. Ao se afastar das superproduções e apostar numa obra menor e mais intimista, J-Law deu tudo de si no retrato de uma militar tentando curar um trauma físico e psicológico, e é claro que buscava reconhecimento por sua atuação. Apesar disso, quem apareceu em todas as premiações da temporada foi seu parceiro de tela, Brian Tyree Henry – conseguindo inclusive chegar até o Oscar com uma indicação.

Carey Mulligan / Zoe Kazan

Um dos filmes mais esnobados pelo Oscar 2023 foi esta produção que retrata o epicentro do movimento #metoo, que expôs os abusos sexuais e psicológicos sofridos por mulheres dentro da indústria audiovisual norte-americana. Foi graças ao movimento e sua repercussão, que teve muitas atrizes trazendo à tona e levando à público suas dolorosas experiências pessoais contra predadores muito conhecidos, que a conduta profissional dentro de ambientes assim foram modificadas para sempre. Ela Disse mostra a investigação de duas jornalistas mulheres do New York Times para descortinar essa história e era considerado o Spotlight de 2023. Dando corpo a esta narrativa duas jovens atrizes de muito talento: Carey Mulligan (indicada ao Oscar por Bela Vingança e Educação) e Zoe Kazan. As duas também foram solenemente ignoradas, apesar de seus fortes desempenhos. Mulligan, no entanto, recebeu indicações no BAFTA e no Globo de Ouro.

Danielle Deadwyler

Danielle Deadwyler é uma atriz que figurava em muitos dos bolões de especuladores para indicações ao Oscar 2023. Embora não seja um rosto ainda muito conhecido pelo grande público, a atriz já participou de séries como Atlanta, Watchmen e Station Eleven, e de filmes como Vingança e Castigo (2021). Mas o que chamou atenção dos cinéfilos foi o desempenho de Deadwyler no drama sobre racismo, baseado numa história real, Till – A Busca por Justiça, da Universal Pictures, que relata o assassinato do jovem negro Emmett Till em 1955 – a atriz interpreta sua mãe. Deadwyler foi indicada no SAG e no BAFTA, mas terminou esnobada, assim como o filme, no Oscar.

Frances McDormand / Rooney Mara / Claire Foy / Jessie Buckley

O drama Entre Mulheres obteve duas indicações ao Oscar 2023, incluindo melhor filme do ano, mesmo assim é considerado um dos maiores esnobados da edição. Por ser um drama feminino que aborda questões muito pungentes de tal universo, dirigido por uma mulher e com um elenco de peso predominantemente feminino, o longa merecia mais atenção da Academia. Por exemplo, poderia ter rendido para sua realizadora Sarah Polley, uma nomeação em um ano sem uma representante mulher na categoria de direção. Fora isso, poderia ter nomeado também uma de suas quatro atrizes principais, em performances impactantes. Ou seja Frances McDormand (vencedora do Oscar por Fargo, Três Anúncios para um Crime e Nomadland), Rooney Mara (indicada ao Oscar por Millenium e Carol), Jessie Buclkey (indicada ao Oscar por A Filha Perdida) e Claire Foy tinham chance, mas foram esnobadas.

Margot Robbie

Existe também um fator decisório na hora de indicar uma obra ou um artista ao prêmio máximo do cinema: o filme precisa acontecer. O que isso quer dizer é que determinado filme precisa fazer sucesso com os críticos ou com o público. Dificilmente um desastre de bilheteria e um fracasso de crítica será lembrado pelos votantes do Oscar – a não ser que tenha um elemento de excelência que chame muita atenção (como a atuação de Ana de Armas em Blonde). Este é o caso com a promessa não cumprida de Babilônia, que gerava grande expectativa como um dos fortes candidatos ao Oscar 2023, mas que terminou perdendo totalmente a força depois de seu lançamento. O filme foi indicado a três prêmios técnicos, apesar disso, ninguém questiona a entrega da musa Margot Robbie (indicada ao Oscar por Eu, Tonya e O Escândalo), esnobada pela Academia, mas nomeada para o Globo de Ouro.

Olivia Colman

Outro filme que “não aconteceu” foi o drama Império da Luz, de Sam Mendes (vencedor do Oscar por Beleza Americana e indicado por 1917), sobre a descoberta da paixão pelo cinema de uma gerente do local e o combate ao racismo numa cidadezinha litorânea inglesa em 1980. O filme passou quase em branco no Oscar, sendo lembrado apenas para melhor fotografia. Quem protagoniza é Olivia Colman, vencedora do Oscar por A Favorita e dona de outras duas indicações (Meu Pai e A Filha Perdida) e esperava-se uma nova nomeação para a atriz, que terminou esnobada. No entanto, sua atuação foi nomeada no Globo de Ouro.

Jessica Chastain

A ruiva Jessica Chastain finalmente levou o Oscar de melhor atriz ano passado pela biografia Os Olhos de Tammy Faye, depois de ter sido indicada por Histórias Cruzadas e A Hora Mais Escura. Esse ano, a estrela teve um trabalho significativo em O Enfermeiro da Noite, baseado numa aterradora história real. Apesar do filme não ter aparecido em muitas premiações, seu parceiro de cena Eddie Redmayne foi lembrado para indicações no BAFTA, no SAG e no Globo de Ouro. A atuação de Chastain, no entanto, embora igualmente poderosa, foi ignorada não apenas no Oscar como nas citadas demais premiações.

Florence Pugh

Outra produção original da Netflix que poderia ter figurado no Oscar. O Milagre tem toda a cara de premiações e na direção encontra-se o badalado cineasta chileno Sebastián Lelio, que levou o Oscar de filme estrangeiro por Uma Mulher Fantástica (2017). Protagonizando O Milagre temos Florence Pugh, uma das jovens atrizes mais talentosas de sua geração, que temos certeza muito em breve será nomeada ao Oscar. Podia ter sido dessa vez, mas fica para a próxima. O Milagre, que fala sobre uma enfermeira tentando desmascarar um suposto jejum milagroso em 1862, foi indicado para melhor filme no BAFTA.

Anne Hathaway

Finalizando a lista das atrizes esnobadas pelo Oscar 2023, temos o que poderia ser o retorno triunfal da estrela Anne Hathaway ao prestígio de premiações, depois de uma temporada longa de fracassos em sua carreira. Já são 8 anos que a atriz não vê um grande sucesso em sua carreira, nesse período entregando nada menos do que nove produções que se mostraram fracassos consecutivos. Está difícil para ela. A redenção poderia ter sido alcançada por Armageddon Time, muito comentado inicialmente, em que a atriz vive a mãe de um menininho crescendo nos anos 80. O filme serve de biografia do diretor James Gray, assim como Os Fabelmans para Spielberg. O filme parece não ter empolgando, ficando longe das grandes premiações – e Hathaway terminou igualmente esnobada.

‘Jogador Nº 1’: Spielberg revela motivo de ter escolhido ‘O Iluminado’ para sequência épica do filme

Uma das sequências mais épicas de ‘Jogador Nº 1‘ se passa no icônico hotel do terror ‘O Iluminado‘, lugar onde os protagonistas do filme estão a procura da segunda chave. Em entrevista ao EW, Steven Spielberg revelou o motivo de ter escolhido o ‘O Iluminado‘ para tais cenas.

“Foi nostálgico para mim porque a primeira vez que conheci Stanley Kubrick foi no set que recriei em ‘Jogador Nº 1’. A sala de estar principal, com a grande lareira, foi onde eu encontrei Stanley pela primeira vez, em 1979, quando eu fui conferir o som. Quando eu descobri que ele havia completado um set e estava planejando suas filmagens, eu pedi para conhecê-lo.”

Jogador Nº 1‘ arrecadou mais de US$ 582 milhões nas bilheterias mundiais. Com o sucesso do filme, Spielberg se tornou o primeiro diretor a ultrapassar a marca de US$ 10 bilhões de dólares nas bilheterias. Spielberg está à frente de nomes como Peter JacksonMichael Bay e James Cameron, todos com US$ 6 bilhões.

‘Shazam!’ ganha novo comercial com cenas INÉDITAS; Assista!

Shazam!‘ ganhou um novo comercial com cenas inéditas do filme.

Confira:

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.

‘Last Night in Soho’: Diretor revela novos detalhes sobre a trama do terror

Em entrevista ao Empire, o diretor Edgar Wright (‘Todo Mundo Quase Morto‘ e ‘Em Ritmo de Fuga‘) revelou novos detalhes sobre o longa ‘Last Night in Soho‘, seu novo terror psicológico.

A trama se passará nos anos 60, em Londres. Um período no qual a personagem de Thomasin McKenzie é obcecada e, através de uma misteriosa conexão com a personagem de Anya Taylor-Joy, tem a chance de vivê-la.

“Há algo que eu tenho em comum com a protagonista que é me sentir nostálgico por uma época que eu não vivi. Você pensa sobre a Londres durante os anos 60 – como era? E a realidade da década pode não ser o que ela imagina. Há um elemento de ‘cuidado com o que você deseja’,” revela o diretor.

Confira a primeira imagem:

A produção será lançada nos cinemas norte-americanos no dia 25 de setembro de 2020.

Além de dirigir, Wright também coescreveu o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A história será ambientada em Londres, no distrito de Soho, mas detalhes sobre a trama não foram revelados.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Thomasin Harcourt McKenzie, Matt Smith, Michael Ajao, Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

‘Os Novos Mutantes’ ganha novo comercial LEGENDADO cheio de ação; Assista!

Após ser adiada pela quinta vez, a adaptação de ‘Os Novos Mutantes‘ ganhou um novo comercial cheio de ação.

Confira:

Ao invés de 28 de Agosto, o lançamento nos cinemas nacionais acontece agora no dia 10 de Setembro de 2020.

O adiamento se deu após a Disney decidir adiar ‘Mulan‘ para o dia 20 de Agosto, evitando assim a competição nas bilheterias.

Inicialmente, Os Novos Mutantes‘ seria lançado em abril de 2018, mas sofreu cinco adiamentos.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

 

‘Mare of Easttown’: Suspense com Kate Winslet ganha novo trailer LEGENDADO; Confira!

HBO divulgou o novo trailer legendado da minissérie ‘Mare of Easttown‘, estrelada pela vencedora do Oscar Kate Winslet.

Confira:

No Brasil, a produção estreia em 18 de abril.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

‘As Bruxas Mayfair’: Série baseada na trilogia de Anne Rice ganha sinal verde da AMC

De acordo com o Bloody Disgusting, a AMC deu sinal verde para uma série baseada em ‘As Bruxas Mayfair‘ (Lives of the Mayfair Witches), trilogia escrita por Anne Rice, autora de ‘Entrevista com o Vampiro‘.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que deve estrear apenas no segundo semestre de 2022.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama irá focar em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Vale lembrar que o canal também deu sinal verde para outra adaptação de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire).

Sam Reid (‘The Newsreader’) estrelará como o vampiro Lestat.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunning, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘O Predador: A Caçada 2’? Diretor fala sobre possível SEQUÊNCIA do sucesso!

Em entrevista ao THR, o diretor Dan Trachtenberg comentou sobre uma possível sequência para o elogiado ‘O Predador: A Caçada‘, que se tornou a MAIOR estreia da história do Hulu e do Star+, na América Latina.

“O nerd dentro de mim pensou sobre o futuro [da franquia] antes mesmo de começar a escrever esse filme, mas o adulto em mim disse: ‘Tenha cuidado. Tente fazer o melhor filme possível’. Desconsiderando os créditos finais, é interessante poder ver um filme que não tem a intenção de ser apenas a primeira parte de algo maior. É legal fazer algo completo. Por outro lado, amo que os créditos finais do nosso filme normalmente serviriam como uma cena pós-créditos. Há uma narrativa em nossos créditos.”

Nos créditos finais do longa, vemos três naves de Predadores pousando na Terra – o que pode indicar a próxima aventura da Naru (Amber Midthunder).

Sobre as artes presentes nos créditos, Trachtenberg explica como elas foram criadas: “Nós tivemos premiados artistas nativo-americanos para nos ajudar a criar essas artes que aparecem nos créditos finais.”

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!

‘The Conners’ é renovada para a 6ª temporada pela ABC

A ABC renovou oficialmente a comédia ‘The Conners‘ para a 6ª temporada – o que deve garantir que a produção ultrapasse a marca dos 100 episódios.

A quinta temporada registrou uma média de 0.7 na demo, e um total de 5 milhões de espectadores. Para termos de comparação, a série registrou uma aumento de 6% na audiência geral.

Dentre as cinco comédias da ABC, ‘The Conners‘ alcança o maior público da programação do canal – ficando atrás apenas de ‘Abbott Elementary‘ em termos de índice demográfico.

O derivado foi criado depois da série original ter sido cancelada devido a comentários racistas de sua protagonista, Roseanne Barr. No spin-off, sua personagem morreu por causa de uma overdose.

Após uma súbita reviravolta, os Conners são forçados a encarar as dificuldades diárias da vida em Lanford de uma forma que nunca tiveram antes. A família icônica – formada por Dan, Jackie, Darlene, Becky e D.J. – lidam com as questões de paternidade, namoro, gravidez inesperada, pressões financeiras, envelhecimento e trabalho.

O elenco conta com John Goodman, Laurie Metcalf, Sara Gilbert, Lecy Goranson, Emma Kenney, Ames McNamara, Jayden Rey e Jay R. Ferguson.

História de origem do ‘Ursinho Pooh’ é revelada em novo clipe da sequência ‘Sangue e Mel 2’; Confira!

O terror ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘ ganhou um novo clipe oficial, que revela detalhes sobre a história de origem dos improváveis vilões.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Após os acontecimentos do primeiro filme, uma raiva destrutiva cresce à medida que o Ursinho Pooh, Leitão, Tigrão, Coelho e o Corujão encontram sua casa e suas vidas em perigo depois que Christopher Robin revela suas existências. Não querendo mais viver nas sombras, eles decidem embarcar em uma onda de assassinatos pela cidade de Ashdown e se vingar de Christopher de uma vez por todas.

Rhys Frake-Waterfield retorna à direção.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor revelou que o Ursinho Pooh usará uma motosserra no melhor estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘:

Série de espionagem com Michael Fassbender é RENOVADA para a 2ª temporada

A Paramount+ renovou oficialmente ‘A Agência‘, série de espionagem estrelada por Michael Fassbender (‘Prometheus’), para a 2ª temporada.

Sucesso no serviço de streaming, os dois primeiros episódios alcançaram 5.1 milhões de espectadores desde o seu lançamento – tornando-se a maior estreia da história da plataforma.

“O sucesso de ‘A Agência’ é prova de que nossa nova programação na Showtime trará um novo crescimento à Paramount+,” declarou Chris McCarthy, Co-CEO da Paramount Global.

A trama gira em torno de Martian (Fassbender), um agente secreto da CIA, ordenado a abandonar sua vida secreta e retornar à estação de Londres. Quando o amor que ele deixou para trás reaparece, o romance reacende. A sua carreira, a sua verdadeira identidade e a sua missão estão contra o seu coração; lançando ambos num jogo mortal de intriga e espionagem internacional.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Jez Butterworth & John-Henry Butterworth, a produção é baseada na série francesa ‘Le Bureau des Légendes‘.

O elenco ainda conta com Jodie Turner-Smith, Jeffrey Wright, Richard Gere, Katherine Waterston, John Magaro, Hugh Bonneville, Alex Reznik,
Andrew Brooke e Harriet Sansom Harris.

‘Creepshow’: Série de terror é CANCELADA após 4 temporadas

De acordo com o Variety, o Shudder cancelou oficialmente a série antológica de terror ‘CreepShow: Show de Horrores‘ depois de apenas quatro temporadas.

A produção se encerra após 23 episódios e dois especiais.

A decisão em torno do cancelamento não foi divulgada, mas uma fonte ligada ao site afirma que este sempre foi o plano para o seriado.

Além disso, um box set em Blu-ray – intitulado ‘Creepshow: A Série Completa‘ – está programado para ser lançado em 11 de novembro.

Na produção, quadrinhos ganham vida em uma série de segmentos sinistros, explorando terrores que vão desde assassinatos, criaturas e monstros até contos sobrenaturais e inexplicáveis.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Greg Nicotero, a série é baseada no terror antológico de 1982.

Novo trailer de ‘Todo Mundo em Pânico 6’ tirada SARRO do terror ‘Backrooms’; Confira LEGENDADO!

A Paramount Pictures divulgou um novo trailer legendado da aguardada sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘.

O vídeo tira sarro de ‘Backrooms‘, novo terror da A24, que já se encontra em exibição nos cinemas nacionais.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o sexto filme da franquia recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá assistida por maiores de idade. O longa foi classificado pelo MPAA por “conteúdo sexual explícito, nudez gráfica, violência intensa, uso de drogas e linguagem imprópria ao longo de todo o filme”.

A produção retoma a alta classificação etária dos dois primeiros filmes. Vale lembrar que, após a saída dos Irmãos Wayne, as sequências seguintes foram lançadas com baixa classificação (PG-13) – na esperança de conquistar um público maior.

Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.

As estrelas Anna Faris e Regina Hall também reforçaram que o novo capítulo pretende ultrapassar limites. Em entrevista à Entertainment Weekly, Hall afirmou que o filme vai “ofender todo mundo”, enquanto Faris brincou dizendo que os irmãos Wayans sempre tiveram um estilo de humor que “atira para todos os lados”.

A proposta já vem dividindo opiniões na internet. Enquanto muitos fãs comemoram o retorno da franquia às mãos dos Wayans e enxergam a produção como uma tentativa de ressuscitar as grandes comédias sem censura dos anos 2000, outros acreditam que o humor “anti-cancelamento” pode soar datado ou forçado. Discussões no Reddit mostram exatamente essa divisão entre nostalgia e receio sobre o tom adotado pelo filme.

Ainda assim, uma coisa é certa: em uma Hollywood cada vez mais cautelosa, Todo Mundo em Pânico‘ parece disposto a fazer exatamente o contrário — provocar, incomodar e rir de absolutamente tudo. E talvez seja justamente isso que esteja faltando nas salas de cinema.

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Confira os cartazes divulgados hoje:

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Criadores de ‘Game of Thrones’ falam sobre a morte de [SPOILER]

[SPOILER]

No último domingo (30), os fãs deram adeus a uma das personagens favoritas da trama de ‘Game of Thrones’. Olenna Tyrell se despediu da audiência após ingerir um veneno indolor, educadamente entregue por Jaime Lannister após sitiar sua terra natal.

E os criadores de GOT, David Benioff e D.B. Weiss, compartilharam a experiência de ter trazido a veterana atriz Diana Rigg para a série, elencando sua morte como um dos melhores momentos desta temporada, que – por sinal – ainda está no começo, caminhando para o quarto episódio.

Durante uma entrevista ao site da Entertainment Weekly, Benioff relembrou a forma como Rigg chegou à produção:

“Logo quando contratamos Diana Rigg, nos encontramos como nossa diretora de elenco, Nina Gold, e sentamos para tomar um chá com ela. Damas não fazem teste de elenco para você, é você quem faz o teste para elas. E imediatamente nós nos apaixonamos por ela! Ela é engraçada, desbocada e era simplesmente tudo que buscavamos para a personagem. E nós fomos muito abençoados com a oportunidade de poder roteirizar para figuras como Diana, Max Von Sydow, Jim Broadbent e Charles Dance. Eles são pessoas que estão no ramo há tanto tempo e são maravilhosos no trabalho que desenvolvem. Rigg é uma das melhores no mundo e sua cena final, a de despedida, é um dos meus momentos preferidos de toda a temporada”.

Weiss completou o parceiro, dizendo:

“O que eu mais amo na atuação dela nesta última cena é que mesmo você sabendo que no instante que a cena se encerrar ela estará fadada à morte, você continua com a sensação de que no final das contas, ela venceu. Honestamente, ela deve ser a única personagem da série que conseguiu ser vitoriosa em sua própria morte”.

 

 

 

Crítica | Atlanta – 2ª temporada: Um manifesto impecável sobre marginalização e subjugação dos negros

Muitas tradições nascem em virtude de seus contextos sociais correspondentes. Em uma sociedade onde o negro é gradativamente reduzido ao seu tom de pele, sendo consumido pelas circunstâncias que um regime opressor caucasiano promoveu, alguns hábitos tão naturais se fazem necessários. O instinto de sobrevivência se mescla com o culturalismo da raça e neste emaranhado onde busca-se compreender a origem da marginalização de um povo, Atlanta entrega uma segunda temporada cheia de maneirismos, críticas profundas, alfinetadas pontuais, atuações incríveis e uma narrativa perspicaz e inteligente, que talvez só a mente crítica e polida de Donald Glover poderia conceber.

Com apenas 34 anos, Glover é um showman absolutamente completo. Além de atuar, ele é produtor, roteirista, diretor, compositor, humorista e inclusive DJ. Com uma mente ávida e incansável, ele trouxe os anseios da comunidade negra em uma trama que traz um humor ácido e muitas vezes doloroso de absorver. Aqui, ele é regado pela violência que permeia o gueto, a ostentação como um instrumento de autodefesa contra o julgamento alheio e a criação inerentemente fundamentada na defensiva, em virtude de uma história que revela o abuso de negros por meio de movimentos segregacionistas que atravessam os séculos e décadas, firmados pelos Confederados e consolidados por um racismo social impregnado em plena era contemporânea.

O novo ciclo segue o mesmo viés de seu antecessor, com uma narrativa linear que caminha livremente, passeando pela apatia de Earn (Glover), um homem brilhante e inteligente, sucumbido por um fracasso criado por si próprio, que tenta enterrá-lo em sonhos que parecem jamais tomar forma. E à medida que a série orbita em torno de seu autor, os personagens que o cercam crescem na mesma proporção. Surpreendentemente, o protagonista continua cedendo espaço para todos crescerem, desenvolvendo a trama de forma madura e sem estrelismo, se distanciando muitas vezes de episódios inteiros. Conforme acompanhamos o rapper Paper Boi (Brian Tyree henry) construindo sua carreira sem tanto esforço, divagamos também nos devaneios de Darius (Lakeith Stanfield), um homem totalmente aquém ao mundo, cercado por questões existenciais, em uma contraditória aceitação de si mesmo. Com personagens tão diversos, a temporada aborda a complexa dinâmica das comunidades negras, em virtude de tudo que lhe foi imposto.

Ainda que os direitos civis sejam garantidos e que as leis de Jim Crow sejam apenas uma terrível memória do passado, os tempos atuais trazem manchas profundas jamais retiradas. Em uma época onde negros continuam sendo mortos por saírem de casa trajando moletons largos, com capuzes que cobrem os cabelos, a violência gratuita nunca pareceu tão vigente. E dentro desse cenário, a sobrevivência ganha novos holofotes e explicações densas, que vasculham a história dos afro americanos, encontrando raízes no racismo mais profundo, aquele que todos acham ter sido vencido com o fim de movimentos perversos como a Ku Klux Kan. Em episódios que tratam sobre a apropriação cultural e até mesmo física dos negros, Atlanta alfineta essa grande antítese que é os Estados Unidos, celebrando as injeções para criar curvas voluptuosas em mulheres brancas, os preenchimentos de lábios, as unhas de fibra em formato, mas rejeita a beleza da mulher negra.

A produção original da Fox vai ainda mais além, ao tratar das durezas dos negros que querem fazer música no país, cercados por produtores caucasianos que muitas vezes tentam se apropriar do talento de jovens do gueto por meros fins lucrativos. Algo semelhante a Jerry Heller e seu histórico com o grupo NWA. Atlanta expande seus questionamentos de forma mais abrangente, fazendo com que todos – independente de raça – se identifiquem com os assuntos. Neste diálogo aberto, o relacionamento interracial ganha uma alfinetada profunda e genuína, que ao mesmo tempo que defende a miscigenação entre povos, pontua uma falha profunda na forma como a beleza negra é vista pelo mundo. O episódio 9 vai no âmago do problema, com um desafio feito por uma bela negra de cabelos cacheados. Digite ‘beautiful woman’ no Google imagens e depois volte aqui para conversamos.

O mesmo capítulo em questão ainda trata sobre a famosa cultura da celebridade, ao trazer uma jornada interminável de beldades negras convidadas para um festa do rapper Drake. A busca pelo músico é infindável e frustrante, sendo ironizada e criticada pela sede mundial de se projetar como alguém relevante e constantemente feliz nas redes sociais. A plasticidade de vender uma vida perfeita e sem flagelos é o calcanhar de Aquiles de todos e ganha uma abordagem astuta e impecável.

E em uma temporada que esfrega na cara o preconceito racial que um negro com dinheiro vivo pode sofrer – sendo repetidas vezes acusado de roubo (imagina um afrodescendente bem sucedido? Capaz!), a série exibida pelo FX consegue surpreender a cada novo capítulo, guardando as melhores histórias para os seus dois últimos episódios. Em ‘Fubu’, o ápice da marginalização da negritude ganha um manifesto chocante, em uma narrativa inicialmente inofensiva, contada pela rotina escolar do pequeno Earn. Nela, vemos o quanto nada mudou, em meio à terrível conformidade de que para um negro na América (e porque não no mundo?), as roupas definem seu caráter. E em sua finale, os reflexos de uma vida regada à pressões sociais ganham proporções quase bíblicas, em um episódio memorável que solidifica a necessidade de proteção mútua que a própria cultura negra criou para viver nesse mundo cão.  

‘Vingadores: Ultimato’: 40 heróis e vilões ganham emojis para o Twitter

Vingadores: Ultimato‘ ganhou sua própria “coleção” de emojis para o Twitter, ilustrando os principais personagens da saga do MCU.

Com 40 tipos distintos, temos heróis e vilões, além de uma figurinha própria da Manopla do Infinito.

Para comemorar a chegada de seus emojis, a Marvel Studios compartilhou um gif apresentando todos eles, por meio da sua conta oficial do Twitter.

Confira e comece a colocá-los para jogo!

 

Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

‘O Esquadrão Suicida’ terá compositor de ‘John Wick’, ‘Deadpool 2’ e ‘Guardiões da Galáxia’

A nova adaptação de ‘O Esquadrão Suicida‘ terá o envolvimento de um compositor bem habituado ao trabalho de James Gunn.

Segundo o portal Film Music Reporter, Tyler Bates vai assinar a trilha sonora original do novo longa da DC. Bates é conhecido por ser um dos grandes parceiros profissionais de Gunn, tendo trabalhado com o cineasta em todos os seus filmes.

Bates é também o responsável pelas trilhas de alguns dos mais recentes sucessos do gênero de ação, como ‘John Wick 3: Parabellum‘, ‘Atômica‘, ‘Deadpool 2‘ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ e ‘Hobbs & Shaw‘.

Lembrado que recentemente fotos do set revelaram o novo visual da Harley Quinn (Margot Robbie), clicada usando um vestido vermelho e com uma aparência bem diferente de ‘Aves de Rapina‘..

Confira:

‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

‘Cruel Summer’: As mentiras virão à tona na nova e INTENSA promo da série criminal; Assista!

A nova série de suspense teen da emissora Freeform, intitulada ‘Cruel Summer‘, já iniciou sua jornada nas telinhas e uma nova e intensa promo foi divulgada.

No vídeo promocional, vemos que nem tudo é o que parece ser e que a inveja e as inimizades pautarão essa drama, regado por mistérios.

Lembrando que a produção será lançada no Brasil pela Amazon Prime Video, ainda neste semestre.

Confira a promo:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

A trama se passa no decorrer de três verões – 1993 até 1995 -, em uma cidade pequena do Texas, quando uma adolescente popular, Kate, é sequestrada e, aparentemente sem relação, uma garota desajustada, Jeanette, se torna a jovem mais popular da cidade. E, em 1995, ela se torna a pessoa mais desprezada da América.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

Série de ‘Segundas Intenções’ NÃO É um “copia e cola” do filme, revela o elenco; Assista a entrevista!

A série ‘Segundas Intenções‘ (Cruel Intentions), reboot do clássico cult de 1999, já está disponível na Prime Video e promete surpreender os fãs com sua nova roupagem, segundo os protagonistas Sarah Catherine Hook e Zac Burgess.

Em uma entrevista ao CinePOP, a dupla de atores comentou que a produção não é um “copia e cola” dos personagens originais, mas que presta suas devidas homenagens e referências tanto ao filme, bem como ao clássico novestista, ‘Ligações Perigosas’.

Ao longo do bate-papo, Hook e Burgess ainda pontuaram que a série explora os dissabores amorosos de um grupo de jovens univerdi

Assista:

Os atores Sara Silva e Sean Patrick Harris também conversaram com o CinePOP e revelaram que nova versão é ainda mais picante que o longa original.

Confira a entrevista na íntegra:

Os oito episódios da atração serão lançados no próximo dia 21 de novembro na plataforma de streaming.

Nesta nova adaptação, ‘Segundas Intenções‘ acompanha os alunos de elite da Manchester College, uma universidade de Washington, D.C., onde a reputação significa tudo, as fraternidades e irmandades são as maiores, e dois irmãos adotivos, Caroline Merteuil e Lucien Belmont, farão de tudo para permanecer no topo da hierarquia social.

Depois que um incidente de trote ameaça os irmãos, eles farão o que for necessário para preservar seu poder e sua reputação – mesmo que isso signifique seduzir Annie Grover, a filha do vice-presidente dos Estados Unidos. Corações serão partidos, lealdades serão testadas e segredos serão revelados nessa corte real moderna que é a Manchester College.

Confira, junto ao trailer:

A série se passa vinte e cinco anos depois do filme que cativou o público com seu drama provocante, sexo e escândalo, apresentando uma nova classe de personagens que estão prontos para levar seus jogos e manipulações a um nível totalmente novo.

O elenco conta com Sarah Catherine Hook como Caroline, Zac Burgess como Lucien, Khobe Clark como Scott, Brooke Lena Johnson como Beatrice, Sara Silva como CeCe, John Harlan Kim como Blaise Myra Molloy como Annie.

Sean Patrick Harris, que interpretou Ronald Clifford, retornará para a nova versão. Entretanto, ele dará vida ao Professor Chadwick, e não ao mesmo personagem.

Sara Goodman e Phoebe Fisher atuam como co-showrunners, roteiristas e produtoras executivas.

cruel intentions poster

Crítica | Alpha – Corpos em Pó, HIV, Estética e o Vazio Alegórico de Julia Ducournau [Cannes 2025]

Com Grave (2016), Julia Ducournau chegou como um furacão: uma cineasta de voz pulsante, que fundia body horror e alegoria da adolescência com destemor e estilo. Em Titane (2021), apesar de tropeços narrativos, ela ainda parecia disposta a transgredir e reinventar códigos do cinema de gênero. Mas em Alpha, seu terceiro longa em estreia no Festival de Cannes 2025, a cineasta francesa decepciona ao desmontar tudo aquilo que prometia a seus admiradores. A fábula alegórica sobre HIV e adolescência soa confusa e, em seus piores momentos, estetizada demais para a carga simbólica pretendida.

Ducournau sempre explorou a transição dos corpos – da infância à idade adulta, da carne ao metal, da norma ao desvio. Em Alpha, ela ancora sua narrativa em uma metáfora literal demais: uma epidemia que transforma corpos humanos em frágeis esculturas de mármore, desintegrando-os em pó a cada pequeno impacto. A protagonista, Alpha (Mélissa Boros, sem grande brilho), é apresentada como uma menina de 13 anos, em meio à descoberta da sexualidade e da rebeldia, nesse período de epidemia.

Após uma festa, retorna para casa com um “A” tatuado no braço – gesto de insubordinação que jamais se cumpre em sua personalidade ao longo do filme. Sua mãe, vivida por Golshifteh Farahani, entra em pânico, não pela embriaguez da filha, mas pela tatuagem e o medo de uma infecção, alusão ao HIV que o filme nunca se compromete a nomear.

É louvável o desejo de revisitar o estigma dos anos 1980 e 90, quando o vírus devastou vidas e alimentou o preconceito – sobretudo contra a comunidade LGBTQIA+. Julia Ducournau, no entanto, erra ao transformar essa metáfora em um espetáculo de dor e ruína, sem a densidade emocional ou política necessária. 

A tentativa de silenciar o nome do vírus como um recurso narrativo – um medo velado, jamais dito – perde força quando se recorre a choques visuais, como o sangue jorrando de todos os poros de Alpha, os corpos que esfarelam ao toque, os olhares de repulsa. É como se Ducournau, conhecida por explorar o grotesco como forma de libertação, agora o utilizasse como punição.

Há, sim, momentos de impacto estético. A cena inicial em que Amin (Tahar Rahim, excelente) permite que a menina desenhe com hidrocor ao redor dos buracos em seu braço é poeticamente perturbadora. O design de produção impressiona pelos corpos de mármore enchendo os leitos do hospital, o pó dourado suspenso no ar como um veneno silencioso, a luz filtrada criando uma atmosfera entre o sonho e o delírio. O uso de filtros amarelos, como em seus outros filmes, funciona como uma clima febril e pálido.

Amin, tio de Alpha, é o único que carrega alguma força dramática. Um viciado em estágio terminal, com aparência cadavérica e comportamento errático, ele simboliza o horror do corpo em decadência – e protagoniza algumas das cenas mais visualmente potentes do longa. A cena em que suas costas, já tomadas pelo mármore, literalmente se esfarelam é bela e perturbadora. A forma, portanto, supera o conteúdo: há uma pompa estética que tenta compensar um roteiro que se dispersa entre o coming-of-age de Alpha e o calvário terminal de Amin, sem se aprofundar em nenhum dos dois. 

Julia Ducournau parecia destinada a ser a grande voz feminina da perturbação corporal, da liberdade visceral, da metáfora sanguínea que liberta. Mas Alpha parece trair esse legado. Ao tornar o horror literal e a alegoria do HIV uma fantasia disfuncional, a diretora reduz o corpo ao espetáculo da fragilidade – sem oferecer a potência simbólica que antes a distinguia. A promessa de Ducournau como transgressora, infelizmente, se dilui como pó de mármore ao vento. Que ela reencontre, em algum próximo projeto, a precisão que fez de Grave uma revelação.

‘Pantera Negra’ se torna uma das 20 maiores bilheterias de todos os tempos

Pantera Negra vem quebrando recordes atrás de recordes desde a sua estreia nos cinemas. Aclamado pela crítica especializada e pelo público, o novo filme da Marvel Studios conquistou (até agora!) cerca de US$ 1,1 bilhão em bilheteria mundial, se consolidando como uma das 20 maiores bilheterias de todos os tempos.

O longa do Rei de Wakanda ultrapassou filmes comoToy Story 3 (US$ 1,06 bilhão), ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (US$ 1,08 bilhão) e ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1’ (US$ 960 milhões).

Recentemente, Kevin FeigeRyan Coogler oficializaram uma sequência.

Parece que nem mesma a estreia do novo filme da Lara Croft pode bater a bilheteria do filme.

De acordo com novas previsões do Deadline, Tomb Raider: A Origem’ não conseguirá tirar Pantera Negra do primeiro lugar em seu primeiro final de semana nos Estados Unidos.

Será a 5ª semana consecutiva de dominação do filme da Marvel, que tem previsão de US$ 27 milhões de arrecadação para o próximo fim de semana, se aproximando assim dos US$ 1.15 bilhão mundialmente.

Já a nova adaptação do jogo pela Warner Bros., deve arrecadar meros US$ 25 milhões em sua estreia, muito abaixo do esperado para a produção de alto orçamento estrelada por Alicia Vikander.

‘Slender Man’: A história REAL das meninas que esfaquearam a amiga por causa da lenda

Esse mês está chegando aos cinemas o novo (e talvez o mais esperado pelos fãs!) filme baseado na famosa lenda urbana da internet: o temido bicho-papão Slender Man.

O monstro causa pesadelos só de ouvir falar. Uma figura esguia, muito alta, com membros esqueléticos. Alguns dizem que mora no bosque e come crianças, uma espécie de demônio descendente de um mito da Europa Oriental.

Mas será que sua existência é apenas uma lenta? Pelo menos não foi o que duas meninas de 12 anos pensaram quando, tragicamente, atacaram e esfaquearam outra menina mais nova, alegando que “foi o Slender Man o mandante”.

O caso macabro poderia facilmente ter saído de um filme de terror, mas foi real e aconteceu na pequena cidade de Waukesha, em Wisconsin (EUA), em 2014.

Originalmente criado como parte de um concurso de photoshop em 2009, o vilão logo se tornou famoso na internet e, ao ter sua história criada por Victor Surge e publicada no Creepypasta (site dedicado a histórias de terror da Internet), foi descoberto pelas meninas.

No dia seguinte, Anissa Weier e Morgan Geyser agrediram uma colega da escolha com 19 facadas e a deixaram sangrando para morrer no meio de um bosque próximo à escola. Felizmente, a vitima conseguiu sair de lá e fugir, sendo levada às presas ao hospital e sobrevivendo para contar a história. O caso repercutiu e ajudou a impulsionar o medo pela lenda.

As duas meninas agressoras foram presas, condenadas por tentativa de assassinato e juram até hoje que foi o próprio Slender Man quem pediu que a colega fosse morta. Macabro, não?

Ficou ansioso? Então não perca o filme que conta um pouco sobre a famosa lenda da internet. Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’ chega aos cinemas nacionais dia 24 de agosto.

Confira nossa crítica: Slender Man: Pesadelo Sem Rosto – Polêmico terror capricha nos sustos

As protagonistas são as jovens Joey King, de ‘Invocação do Mal‘, e Annalise Basso, de Ouija: Origem do Mal. Além delas, estão confirmados Jaz Sinclair (‘When The Bough Breaks’) e Talitha Bateman (‘Annabelle 2’).

A Screen Gems é responsável por grandes filmes de terror, como ‘O Exorcismo de Emily Rose‘, ‘O Albergue‘, ‘Anjos da Noite‘ e ‘Resident Evil‘.

O pouco conhecido David Byrke escreveu o roteiro.

Dica do fim de semana | Dramas esportivos para curtir nos principais streamings

O drama é um gênero muito prestigiado no cinema, e quando ele se mistura ao mundo do esporte, que mexe com paixões de milhões ao redor do mundo, o resultado costuma render histórias fantásticas de superação, desafios e excentricidades.

Neste fim de semana, o CinePOP separou cinco filmes que mexem com esse subgênero para você assistir nos principais streamings. As plataformas em que eles podem ser encontrados estão escritas abaixo dos filmes. Confira!

 

Invictus

Responsável por imortalizar Morgan Freeman como o lendário líder político sul-africano Nelson Mandela, Invictus conta a história real do movimento de gênio de Mandela, que utilizou o esporte para unir um país ainda segregado pelo legado maldito do Apartheid. Na trama, vemos a movimentação do presidente reeleito na hora de motivar e transformar a seleção de rúgbi sul-africana numa potência durante a Copa do Mundo, que acontecia pela primeira vez no país. Conforme o time ia avançando no torneio, o país se unia para torcer pelos Springboks.

Onde assistir: HBO Max

 

Arremessando Alto

Essa ‘dramédia’ esportiva surpreendeu o mundo em 2022 ao trazer Adam Sandler como um olheiro do mundo do basquete que sonha em ser treinador da NBA. Porém, após sua última indicação não ir bem, ele é demitido. Confiando no próprio taco, ele aposta sua própria carreira em um jovem espanhol que tem talento, mas é completamente descompromissado. Sem contar ao rapaz que apostou tudo nele, o olheiro vai ter uma longa jornada para transformar esse talento bruto em um atleta profissional de verdade.

Onde assistir: Netflix

 

Meu Amigo Enzo

Misturando o drama esportivo com os ‘filmes de cachorro’, Meu Amigo Enzo é garantia de lágrimas. O longa acompanha um jovem que sonha em ser piloto de corridas. Apaixonado pela Ferrari, ele faz de tudo para estar próximo da Scuderia e consegue ir mostrando seu talento aos poucos. Certo dia, voltando para casa, ele encontra um filhote de cachorro e adota o pequeno. Chamado de Enzo, em homenagem ao criador da Ferrari, o doguinho passa a acompanhar o piloto nas diferentes fases de sua vida, fazendo parte das vitórias e dos maiores dramas. É um drama daqueles!

Onde assistir: Star+

 

Eu, Tonya

Inspirado na história real da patinadora mais polêmica da história esportiva norte-americana, Eu, Tonya acompanha a vida da atleta desde a infância, marcada por abusos da mãe, passando pela juventude e vida adulta, marcadas pelos abusos da mãe e do namorado, até chegar ao caso criminoso que a baniu do esporte para sempre. O longa é marcado pela ironia e pelo humor politicamente incorreto, além de contar com uma trilha sonora espetacular e a maior atuação da carreira brilhante de Margot Robbie.

Onde assistir: Netflix

 

King Richard: Criando Campeãs

O filme responsável por enfim dar um Oscar a Will Smith aborda a história real de Richard Williams, pai das lendárias tenistas norte-americanas Venus e Serena Williams. Ousado, Richard se recusa a deixar suas filhas se contentarem com menos do que a glória eterna. Para isso, ele traça um plano de carreira extremamente regrado para que elas cresçam campeãs, mesmo que isso envolva fazer sacrifícios e utilizar seus métodos nada convencionais de treinamento.

Onde assistir: HBO Max

Drama de SUPERAÇÃO se transforma em um fenômeno da Netflix; Vale a pena assistir!

Ser mulher ainda é um desafio no mundo. Conseguir um emprego, manter-se nele, cuidar dos filhos, da casa, da família, do marido e ainda ter que sobrar energia para ser agradável e participar de eventos sociais. Em menor ou maior escala, tais cobranças sociais recaem sobre mulheres de diferenças raças e em diferentes graus socioeconômicos. Não à toa esse trabalho invisível foi tema da redação do ENEM esse ano, e é também tema de muitos filmes e séries que andam sendo lançados principalmente nos streamings, como é o caso do dramaO Lugar da Esperança’, filme que desde sua estreia tem se mantido no Top 10 da Netflix.

Assista ao trailer:

Sandra (Clare Dunne) é mãe de duas pequenas meninas e se desdobra para cuidar da casa, preparar a comida e levar as crianças para a escola pontualmente. Apesar disso, nada é suficiente para seu marido, Gary (Ian Lloyd Anderson), que, determinado dia, insatisfeito com um comportamento de Sandra, entra em casa e a agride fisicamente, forçando uma das meninas a pedir ajuda à polícia. A partir daí Sandra sai de casa com as filhas e as três vão morar temporariamente em um abrigo da prefeitura, cujas condições não são ideais para criar crianças. Embora se virando com dois empregos e uma assistência social financeira do governo, o fato de não ter uma casa para si causa uma angústia tremenda nessa mãe, que, a partir de um vídeo da internet, decide por conta própria construir uma casa si mesma, mas, para que a coisa toda fique pronta a tempo, ela precisará contar com ajuda de muitas pessoas.

Se por um primeiro momento ‘O Lugar da Esperança’ (Herself) parece ser o tipo de filme que se debruça sobre o drama a partir da primeira violência sofrida pela protagonista, em pouco tempo ele deixa claro que seu foco não é falar sobre abusos domésticos. Dessa forma, o roteiro de Clare Dunne e Malcolm Campbell parte do seu mote para construir um território de superação para a protagonista, e é nesse campo que a história irá se fortalecer – e que tem também atraído muitos espectadores.

A direção de Phyllida Lloyd faz uma boa transição entre os humores da história – cotidiano, drama, felicidade, angústia, etc – fazendo uso dos elementos mais seguros para tornar essas mudanças evidentes para quem assiste ao filme, ou seja, quando a família está feliz, os dias são ensolarados, quando Sandra faz algo às escondidas, é num quarto à noite sob a luz de uma lanterna. Ainda que sem oferecer nenhum desafio técnico, a direção obedece direitinho a cartilha e faz planos respeitosos nas cenas de violência.

Considerando que o final do ano está chegando – época em que muitas pessoas fazem reflexões e planos para o próximo ano, principalmente no quesito de melhorar ou mudar de vida adquirindo uma casa própria ou se mudando para uma casa ou apartamento melhor – ‘O Lugar da Esperança’ é um filme inspirador que toca numa ferida sensível da sociedade e pode fazer com que muitas pessoas se agarrem na esperança de mudar de vida. Mesmo com um final amargo, porém bastante real, é um filme emocionante para assistir nesse fim de ano.