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‘Pennyworth’: Série de origem do Alfred, mordomo do Batman, ganha primeiro teaser

A série ‘Pennyworth‘, que contará a origem de Alfred Pennyworth, mordomo do Batman, ganhou o primeiro teaser.

Confira:

Com 10 episódios encomendados, a primeira temporada estreará em junho, no Epix.

A série irá acompanhar a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben Aldridge, Paloma Faith, Dorothy Atkinson, Hainsley Lloyd Bennett e Jason Flemyng.

‘Entre Facas e Segredos’ surpreende e estreia com mais de US$ 40 milhões nos EUA

Apesar de ‘Frozen 2‘ está dominando o topo das bilheterias, o suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out) conseguiu chamar atenção dos espectadores, garantindo uma estreia sólida nos EUA, com ótimos US$ 41.7 milhões no final de semana estendido.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 28.3 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 70 milhões.

Vale destacar que o suspense foi aclamado pelos críticos (96% de aprovação no Rotten Tomatoes) e recebeu uma nota A- do público, o que deve garantir uma boa estabilidade nas próximas semanas.

Escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Fã psicopata persegue modelo no trailer do terror ‘DieRy’; Assista!

O terror ‘DieRy‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Jennifer Gelfer.

A modelo do Instagram Marie Clark (Claudia Maree Mailer) está usando o seu status de influencer digital para pagar seu mestrado enquanto tenta superar um passado abusivo. Quando parece que sua vida finalmente está sob controle, seu diário é roubado por um fã obcecado que começa a enviá-la cartas de amor, informando Marie que ele irá matar qualquer pessoa que ameaçar a relação deles. Enquanto ela começa a suspeitar dos seus amigos e os corpos começam a aparecer, Marie deve enfrentar os demônios do seu passado para identificar o assassino e retomar o controle de sua vida.

O terror será lançado direto em VOD no dia 25 de agosto.

‘Mortal Kombat’ sofre queda de mais de 70% nas bilheterias dos EUA

O reboot de ‘Mortal Kombat‘ perdeu a briga pelo topo das bilheterias dos EUA para o anime ‘Demon Slayer‘, caindo para a segunda colocação com US$ 6.2 milhões arrecadados em seu segundo final de semana.

O resultado representa uma queda de 73% em relação ao final de semana anterior.

Nos EUA, o reboot já arrecadou US$ 34.1 milhões. Já no mercado internacional, foram US$ 32.8 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou US$ 66.9 milhões mundialmente.

No Brasil, ‘Mortal Kombat‘ tem estreia agendada para 20 de Maio nos cinemas. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

Michael Keaton revela por que RECUSOU retornar em ‘Batman Eternamente’

Em entrevista ao In the Envelope, Michael Keaton explicou o motivo de ter se recusado a retornar como o Cavaleiro das Trevas na sequência ‘Batman Eternamente‘ após o sucesso de ‘Batman: O Retorno‘.

“Eu me lembro um dos motivos por não ter retornado na sequência. [O diretor Joel] Schumacher havia me dito: ‘Eu não entendo porque tudo tem que ser tão sombrio e triste’. Eu apenas respondi: ‘Você sabe como esse cara se tornou o Batman? Leia os quadrinhos. É muito simples’.”

Ele completa, “Meu interesse sempre foi no Bruce Wayne. Eu sei que o filme se chama ‘Batman’, que é culturalmente icônico por causa da estética do Tim Burton, mas meu interesse sempre girou em torno do Bruce Wayne. Era um segredo, eu nunca falava sobre isso.”

Vale lembrar que, décadas depois, o ator Michael Keaton finalmente reprisará seu papel como o Batman no filme solo do ‘Flash‘ e da ‘Batgirl‘, que será lançado diretamente no HBO Max.

A notícia foi confirmada pela própria Warner Bros. em seu anúncio dos principais lançamentos de 2022.

Especula-se que o personagem ganhará grande destaque no DCEU e será mentor de Barbara Gordon, além de outros heróis que serão apresentados.

Leslie Grace dará vida à personagem titular, enquanto Brendan Fraser (‘A Múmia’, ‘Patrulha do Destino’) será o antagonista Firefly (Vagalume).

J.K. Simmons (Comissário James Gordon) e Jacob Scipio (papel não revelado) também farão parte da produção.

Lembrando que a primeira imagem conceitual do longa foi divulgada durante a DC FanDome.

Confira:

Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.

“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”

Ela continuou, comparando-se com a personagem:

“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”

Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.

“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”

Mais detalhes não foram revelados.

‘O Rei do Show 2’: Hugh Jackman fala sobre possível sequência do musical

Em entrevista ao Variety, o astro Hugh Jackman voltou a comentar sobre uma possível sequência ao musical ‘O Rei do Show‘, que se tornou um enorme sucesso nas telonas, em 2017.

“Sempre há uma chance para fazer uma sequência. Já fiz diversas sequências na minha carreira, mas ainda não há planos [para ‘O Rei do Show 2’]. Não há um roteiro para uma continuação.” 

Anteriormente, Jackman já havia comentado sobre uma possível continuação: “Olha, se você sabe alguma coisa sobre minha filmografia, sabe que sou contra qualquer tipo de sequência. Nada mais que nove filmes!”, ele brincou em um comentário à revista People, fazendo alusão sobre ter interpretado Wolverine na franquia ‘X-Men‘ inúmeras vezes. “Eu sempre estou aberto a essa possibilidade, se eles criarem uma boa ideia. Sim, estou aberto!”.

Apesar das críticas mistas, O Rei do Show‘ arrecadou mais de US$ 434 milhões mundialmente, permanecendo em cartaz por quase 220 dias.

O filme original foi comandado por Michael Gracey em sua estreia diretorial.

De origem humilde e desde a infância sonhando com um mundo mágico, P.T. Barnum (Jackman) desafia as barreiras sociais se casando com a filha do patrão do pai e dá o pontapé inicial na realização de seu maior desejo abrindo uma espécie de museu de curiosidades. O empreendimento fracassa, mas ele logo vislumbra uma ousada saída: produzir um grande show estrelado por freaks, fraudes, bizarrices e rejeitados de todos os tipos.

Zac EfronZendayaRebecca FergusonMichelle Williams também fizeram parte do elenco.

Ryan Gosling foi a ÚNICA escolha da diretora Greta Gerwig para interpretar o Ken em ‘Barbie’

Em entrevista ao Rolling Stone, a diretora Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) revelou que nunca considerou outro ator para o papel do Ken.

A cineasta afirmou que o Ryan Gosling (‘Blade Runner 2049’) sempre foi sua única opção.

Ryan Gosling sempre foi nossa única opção [para interpretar o Ken]. Eu e a Margot [Robbie] não iríamos aceitar um ‘não’ como resposta.”

Anteriormente, Gosling revelou por que aceitou participar do filme: “Esse foi um dos melhores roteiros que já li. É uma oportunidade única. Acredito que muitos Kens se sentirão representados quando assistirem ao filme. Precisei participar do projeto por causa dos Kens ao redor do mundo.”

Lembrando que ‘Barbie‘ chega aos cinemas nacionais no dia 20 de julho.

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

Joe Manganiello enfrentará ZUMBIS no terror pós-apocalíptico ‘Mountain Man’

Em entrevista ao Deadline, Joe Manganiello (‘True Blood’) será o protagonista de ‘Mountain Man‘, novo terror pós-apocalíptico.

O longa é baseado na saga literária de Keith C. Blackmore.

Na trama…

“Gus é um sobrevivente solitário em um universo pós-apocalíptico enfrentando isolamento e ameaça constante de zumbis. Ele também luta contra vício em álcool e pensamentos suicidas até que ele descobre outra sobrevivente, uma mulher cativante que pode representar uma nova ameaça.”

John Lee (‘False Positive’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Matt Deller.

Além de estrelar, Manganiello também servirá como produtor do longa.

“John tem uma mente brilhante. Estávamos buscando o projeto certo para voltarmos a colaborar desde que filmamos ‘Pee-wee’s Big Holiday’,” declarou o ator. “Estou muito animado em trabalhar neste projeto incrível com ele.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Mark Wahlberg vive assassino sádico no novo trailer LEGENDADO de ‘Ameaça no Ar’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado do suspense ‘Ameaça no Ar‘, estrelado por Mark Wahlberg, Topher Grace e Michelle Dockery.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de janeiro.

Mel Gibson (‘A Paixão de Cristo’) é responsável pela direção.

Com roteiro assinado por Jared Rosenberg, o filme conta uma história de alto risco. Um piloto (Mark Wahlberg) é responsável por transportar uma profissional da Força Aérea (Michelle Dockery) que acompanha um fugitivo (papel de Topher Grace) até seu julgamento. À medida que atravessam o Alasca, a tensão aumenta e a confiança é testada já que nem todos a bordo são quem mostram ser.

ameaça no ar

Homo Argentum

(Homo Argentum)

 

Elenco:

Guillermo Francella
Eva De Dominici
Aurora Quattrocchi

 

Direção: Mariano Cohn, Gastón Duprat

Gênero: Comédia

Duração: 110 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 5,5 milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Em HOMO ARGENTUM, a trama expõe a hipocrisia de muitos personagens que vivem a vida na cidade grande.

Crítica: 

Crítica | Homo Argentum – Guillermo Francella Abrilhanta Compilado de Crônicas do Homem Contemporâneo

Curiosidades: 

» O filme gerou uma grande controvérsia no cenário político da Argentina, especialmente após o presidente argentino, Javier Milei, manifestar total apoio ao filme;

»  O filme argentino ‘Homo Argentum‘, sucesso absoluto de bilheteria em seu país de origem, é produzido pela Pampa Films e distribuído pela The Walt Disney Company, o longa de 110 minutos dirigido por Gastón Duprat e Mariano Cohn é composto por 16 pequenas histórias, cada uma com duração entre 1 e 12 minutos, todas estreladas por Guillermo Francella em papéis muito diferentes. Cada uma é independente, mas, juntas, formam uma reflexão cômica sobre o presente, com uma crítica social contundente.

»  Muito conhecidos pelo público brasileiro, Duprat e Cohn já assinam diversas produções disponíveis no Disney+, como as séries “Meu Querido Zelador” (2022), “O Faz Nada” (2023) e “O Museu” (2024). A dupla é referência no cinema latino-americano, com títulos como “O Homem ao Lado” (2009), “O Cidadão Ilustre” (2016) e “Competição Oficial” (2022), todos marcados pelo humor inteligente e pela crítica social refinada.

» Guillermo Francella, um dos atores mais queridos e versáteis da Argentina, também é bastante reconhecido no Brasil por sua trajetória no cinema e no streaming. Ele estrelou o vencedor do Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro, “O Segredo dos Seus Olhos” (2009), além de sucessos “O Clã” (2015), “Minha Obra-Prima” (2019) e “O Roubo do Século” (2020). No Disney+, protagonizou “Meu Querido Zelador”, reforçando sua parceria de longa data com Duprat e Cohn.

» Essa combinação — diretores aclamados e um protagonista já familiar ao público brasileiro — tem contribuído para ampliar o alcance das produções do trio no país, que conquistam fãs pela mistura de humor ácido, observação social e personagens memoráveis.

» Desde sua estreia em agosto de 2025 na Argentina, “Homo Argentum” foi assistido por mais de 1,7 milhão de espectadores, tornando-se o filme de maior bilheteria pós-pandemia no país. A produção remete à era de ouro do cinema italiano e se destaca por retratar diversas facetas da identidade argentina com irreverência, graça e uma crítica social afiada.

» Além de Francella, o elenco do filme ainda conta com nomes como Eva de Dominici, Millo J, Miguel Granados, Clara Kovacic, Vanessa González, Juan Luppi, Gastón Sofriti, Dalma Maradona e Guillermo Arengo.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Filhos de Sangue e Osso

(Children of Blood and Bone)

 

Elenco:

Amandla Stenberg – Princesa Amari
Damson Idris – Príncipe Inan
Thuso Mbedu – Zélie
Cynthia Erivo – Admiral Kaea
Viola Davis – Mama Agba
Lashana Lynch – Jumoke
Idris Elba – Lekan
Chiwetel Ejiofor – King Saran

 

Direção: Gina Prince-Bythewood

Gênero: Fantasia

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 14 de Janeiro de 2027

Sinopse: 

Em FILHOS DE SANGUE E OSSO, baseada no primeiro livro da trilogia ‘Legado de Orïsha‘, a trama se passa em um reino de fantasia africana, onde uma jovem embarca em uma jornada para recuperar a magia que foi violentamente roubada de seu povo. Ela e seu irmão unem forças com a filha e o filho do rei para combater o governo brutal dele.

Curiosidades: 

» Autora de ‘Filhos de Sangue e Osso’ NÃO irá assistir à adaptação para os cinemas: “Tem sido doloroso”

» O longa é baseado na popular saga literária da autora Tomi Adeyemi;

» Recentemente, Adeyemi se demonstrou descontente com a adaptação: “Há um motivo pelo qual não vou publicar nada sobre a adaptação da minha obra. É só isso. E, por último, já que alguém perguntou: não vi o filme e não vou assisti-lo. Tem sido doloroso guardar isso de todos vocês… E sinto muito se algum de vocês achou que eu não me importava com ‘nós’. Mais do que com qualquer brilho”.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Tom Cruise revela porque aceitou estrelar a cinebiografia ‘Feito na América’

O veterano Tom Cruise comentou sobre seu entusiasmo em estrelar a cinebiografia ‘Feito na América‘, que traz a história do ex-piloto Barry Seal, que se tornou um traficante de drogas, sendo recrutado futuramente pela CIA como o informante de um dos maiores desmanches de cartéis da história.

Em uma entrevista recente, o astro falou sobres as semelhanças entre Seal e os personagens do icônico escritor Mark Twain.

Segundo Cruise:

“Eu não apoio e não concordo com tudo que ele fez, mas é inevitável o fascínio que existe em sua figura. Um dos meus autores favoritos é Mark Twain e Seal me lembra muito um de seus personagens. E afinal de contas, não é todo dia que você tem a chance de interpretar um dedicado pai de família, que também é um grande traficante de drogas, que por sinal começa a trabalhar em segredo para a CIA”.

 

‘The Handmaid’s Tale | 2×12: ‘Postpartum’ – As escolhas que fazem por nós

Um dos vínculos mais fortes não se desatina facilmente. Muito mais que uma ligação física, aquilo que une a mãe ao seu bebê transcende as fronteiras físicas impostas. The Handmaid’s Tale já mostrou isso diversas vezes, em dolorosas e drásticas rupturas que se estenderam a vazios profundos e jamais preenchidos nas almas da nossas bravas aias. E ‘Postpartum’ é aquele episódio que traz o famoso aftermath, a sucessão consequencial mediante a um dos encontros mais dramáticos e belos que testemunhamos até então na produção original da Hulu.

Leia também nossas análises dos episódios 1 (June), 2 (Unwomen) , 3 (Baggage), 4 (Other Women), 5 (Seeds), 6 (First Blood), 7 (After), 8 (Women’s Work), 9 (Smart Power), 10 (Last Ceremony), 11 (Holly)

Em um capítulo fragmentado, que reconta os dias de June diante do vácuo que a gravidez lhe trouxe, acompanhamos três narrativas distintas, estranhamente separadas de si mesmas. Enquanto nossa protagonista digladia com a quebra do vínculo e os resquícios intermináveis das oscilações hormonais da gestação, Emily (Alexis Bledel) encontra um quase crossover com Corra! (2017), com o surgimento da peculiar e enigmática figura de olhos profundos, expressos nas feições de Bradley Whitford, que ingressa à trama como uma surpresa (in)desejável. Autor de sentimentos dúbios na audiência, seu efêmero – mas certificante – momento em tela é repleto por simbolismos e obscuridade, que apresentam um possível contraditório e subversivo personagem, fruto das leis que ajudou a consolidar em Gilead, mas um contraventor às avessas.

Nas extremidades da casa cinzenta com árvores de galhos secos, quadros banidos, livros que deveriam ter sido queimados e esculturas que exalam a proibição da nova América confundem tanto Emily, como as audiências. Seguindo o mesmo viés tortuoso da fragmentação de conceitos, previamente testemunhamos a inocente e jovem Eden Blaine (Sydney Sweeney), vítima das descobertas do amor verdadeiro em meio a um terreno improdutivo. E em um episódio dispersivo, sem foco específico, vemos a narrativa de Bruce Miller apressada para fechar alguns arcos, ainda que de forma temerária. Cercados por uma direção que permanece intimista e explora os breves feixes de luz em contrastes com as sombras nascidas pela pouca luminosidade, nossos personagens caminham para o encerramento de alguns ciclos, à medida que novas rachaduras também começam a aparecer.

The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

‘Postpartum’ poderia até mesmo ser um capítulo que destrincha os quatro tipos de amor – storge, philia, eros e ágape – e suas percepções humanas. Mas de fato, seus desdobramentos se mostram ser mais o peso das escolhas não feitas e uma evidência de que, para cada uma delas e seus respectivos finais, há sempre um começo – ainda que ele seja ambíguo. E mesmo com um penúltimo episódio um tanto disperso – ainda que seja profundamente trágico, The Handmaid’s Tale continua exercendo seu papel de explorar camadas até então seladas, permeando nas entranhas de casas que – até então de portas fechadas – vão se abrindo, mostrando o submundo que as paredes de Gilead insistem em esconder. Se em cada família que uma aia vai há sempre um desbravador contexto sócio emocional, a produção da Hulu garante perscrutar cada lacuna, acrescentando novas peças neste quebra-cabeça, onde esposas mirins tentam conciliar seus sentimentos ao regime ditatorial e mães são forçadas a desligar-se dos frutos de seus próprios ventres.

 

‘Piratas do Caribe 6’: Fãs fazem petição para o retorno de Johnny Depp

Johnny Depp foi o grande responsável por dar vida ao caricato personagem Jack Sparrow na franquia ‘Piratas do Caribe‘. E após cinco produções, o ator se despediu do papel e não retornará para o próximo e tumultuado longa do cânone.

Mas existe uma leva de fãs nada satisfeita com a decisão da Disney de seguir um outro caminho com a saga e até mesmo fizeram algumas petições pedindo o retorno do personagem. Como uma forte ferramenta de comoção sócio cultural, essas iniciativas têm se tornado cada vez mais populares entre os internautas, que têm feito petições sobre praticamente tudo.

E em se tratando de Johnny Depp, duas petições se destacam. Hospedadas pelo change.org, ambas pedem para a Disney manter o veterano no papel. Enquanto uma está perto das cinco mil assinaturas (meta estipulada pelo responsável da campanha), outra foi ainda mais além, ultrapassando a marca de 15 mil apoiadores – de um total desejado de 25 mil.

Se essas petições mudarão a decisão do estúdio é incerto e pouco provável. Mas a manifestação pública conjunta gera efeitos interessantes e podem exercer um certo impacto. Quando a Disney decidiu demitir James Gunn, em virtude de seus antigos e polêmicos tweets, o fervoroso apoio generalizado dos internautas contribuiu diretamente para sua recontratação. Em um movimento contrário ao esperado, muitas fãs e celebridades saíram em sua defesa, alegando que as decisões equivocadas do passado já haviam sido redimidas e que era fundamental dar uma nova chance ao artista.

 

‘Jurassic World: Dominação’: Roteiro da sequência é ‘revigorante’, revela Bryce Dallas

A sequência ‘Jurassic World: Dominação promete trazer uma narrativa revigorante para os fãs da franquia, conforme revelou a atriz Bryce Dallas Howard.

Durante uma entrevista ao site Collider, a protagonista do longa comentou o seu entusiasmo com a produção, compartilhando o quão empolgante foi poder ler a nova trama:

“O roteiro é incrível! Foi tão animador lê-lo. Meu marido também pôde ler o material e ficamos impactados o tempo todo, pirando com a trama. Isso foi revigorante, porque estamos tão empolgados para poder voltar e gravar”.

Lembrando que para garantir o retorno seguro do elenco às filmagens, a equipe de produção está levando todo o processo com extrema segurança.

As informações indicam que medidas serão implementadas para garantir a segurança da equipe: Membros do elenco precisarão retornar ao Reino Unido e ficar em período de quarentena, além de serem testados antes de saírem dos Estados Unidos.

“Qualquer um com sintomas será isolado imediatamente antes de ser mandado para casa”, a Universal declarou para o site Deadline“Queremos garantir que estamos cumprindo todos os protocolos nacionais para criar um ambiente seguro”.

Segundo as notícias, o custo dessa implementação será de US$5 milhões.

As filmagens irão retornar no próximo dia 06 de julho.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.” 

 

‘Fear the Walking Dead’ será uma série COMPLETAMENTE diferente na sua 7ª temporada

Os fãs de ‘Fear The Walking Dead’ podem esperar uma eletrizante e bombástica 7ª temporada, a contar pelos showrunners Andrew Chambliss e Ian Goldberg. Segundo a dupla de criativos, o formato antológico aplicado no 6º ciclo será ainda mais aprimorado, levando os amantes da série a uma experiência mais envolvente e intimista.

Durante uma entrevista à revista EW, a dupla compartilhou o seu entusiasmo com o vindouro ciclo, salientando que a trama se concentrará ainda mais nos arcos de seus personagens, trazendo narrativas distintas.

Segundo Goldberg:

“Eu Posso dizer que estávamos muito animados com a nova forma que a série assumiu no formato de antologia na 6ª temporada, concentrando mais as suas histórias nos personagens. Isso continuará na 7ª temporada. Continuaremos a contar a série nessa estrutura e nesse modelo. Isso nos entusiasma, porque, como no 6º ano, veremos uma variedade de diferentes tipos de histórias, diferentes tons, diferentes mundos dentro dos episódios em si e estamos muito felizes com o que está acontecendo até agora. Estamos ansiosos para compartilhar tudo isso”. 

Assista ao teaser oficial da 7ª temporada:

Lembrando que as gravações da 7ª temporada já seguem a todo vapor.

O novo ciclo já ganhou sua primeira imagem de bastidores oficial, anunciando o nome do diretor Ron Underwood e do cinegrafista Fernando Arguëlles para o episódio 07×03.

Confira:

Derivada de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

O elenco conta com Lennie James, Alycia Debnam-Carey, Maggie Grace, Colman Domingo, Danay García, Garret Dillahunt, Austin Amelio, Mo Collins, Alexa Nisenson, Karen David, Colby Hollman, Zoe Colletti, Jenna Elfman, Rubén Blades e Christine Evangelista.

‘Bailarina’: Assistimos a sete minutos do derivado de ‘John Wick’; Confira a descrição!

Bailarina, derivado da franquia John Wick‘, estrelado por Ana de Armas, foi um dos grandes destaque no painel da Lionsgate na CinemaCon 2025. E na ocasião, sete minutos da produção foram exibidos para os presentes.

Confira a descrição:

O filme chega por aqui no dia 5 de junho de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

Dustin Hoffman é acusado de assediar garota de 17 anos em set de filme

Parece que os escândalos estão longe de acabar. Agora, foi a vez do ator Dustin Hoffman ser acusado de assédio por Anna Graham Hunter, na época com 17 anos, no set de ‘A Morte do Caixeiro Viajante’ (1985), de acordo com o The Hollywood Reporter.

“Ele me pediu para fazer uma massagem nos pés dele no primeiro dia no set; eu fiz. Ele flertava comigo abertamente, apertava minha bunda, falava sobre sexo comigo e na minha frente. Numa manhã, fui até seu camarim para anotar o que ele queria no café da manhã; ele olhou para mim e sorriu, tomando seu tempo. Então, ele disse: ‘quero um ovo cozido… e um clitóris macio’. O grupo caiu na risada. Fui no banheiro e chorei”

Hunter ainda diz que conversou com seu supervisor sobre o que estava acontecendo e ele pediu que ela suportasse pelo bem da produção.

 “Aos 49 anos, entendo que Dustin Hoffman fez o que se enquadrava no padrão do que as mulheres de Hollywood e de todo lugar vivam. Ele era um predador, eu era uma criança e isso foi assédio sexual”

O ator respondeu as acusações se desculpa pelas atitudes que teve.

“Tenho o maior respeito pelas mulheres e me sinto terrível por qualquer coisa que posso ter feito que a tenha colocado em uma situação desconfortável. Sinto muito. Isso não é um reflexo de quem sou.”

 

‘Deadpool 2’: Mercenário aparece com uniforme rosa em campanha contra o câncer

Deadpool surpreendeu à todos ao aparecer vestindo o famoso uniforme do anti-herói na cor rosa, tudo visando ajudar uma campanha da Omaze contra o câncer.

O astro do filme, Ryan Reynolds, pede a ajuda do público com doações, e apelidou essa campanha como “Fuck Cancer” (F**-se o câncer). Assista ao vídeo:

Enquanto isso, Deadpool 2’ chega aos cinemas em 16 de maio, com direção de David Leitch.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

 

Primeiras imagens do Pennywise no set de ‘IT: A Coisa – Capítulo 2’

Estão circulando na internet as primeiras imagens do astro Bill Skarsgård retornando como o palhaço Pennywise no set de IT: A Coisa – Capítulo 2’. Confira:

Andrés Muschietti o substituiu e atualmente dirige ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘, que chegará aos cinemas dia 5 de setembro de 2019. 

James McAvoy (‘Fragmentado’) estrela como Bill, a indicada ao Oscar Jessica Chastain (‘Mama’) é Beverly, Bill Hader (‘Irmãos Desastre’) interpreta Richie, Isaiah Mustafa (‘Caçadores de Sombras’) é Mike, Jay Ryan (‘Mary Kills People’) interpreta Ben, James Ransone (série de TV ‘The Wire’) estrela como Eddie, e Andy Bean (‘A Série Divergente: Convergente’) como Stanley.

“Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘ traz os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme. Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise.  

Reprisando seus papéis como os membros originais do Clube dos Otários estão os astros do primeiro filme: Jaeden Lieberher como Bill, Wyatt Oleff como Stanley, Sophia Lillis como Beverly, Finn Wolfhard como Richie, Jeremy Ray Taylor como Ben, Chosen Jacobs como Mike e Jack Dylan Grazer como Eddie.”

 

Crítica ‘What If…?’ | Último episódio destoa do resto da série, já que é muito bom

Encerrando o ano, a última temporada de What If…? chegou ao fim neste domingo (29). Dando continuidade ao episódio anterior, este capítulo mostra o embate entre Uatu e os outros vigias, contando com o apoio das Exiladas.

Assim como naqueles filmes cujo último capítulo é dividido em duas partes, a equipe criativa de What If…? optou por deixar a parte um com mais história, deixando a ação para a parte final. Aqui, vemos as consequências das exiladas irem atrás do amigo. Ele estava sendo torturado, quando viu suas companheiras chegarem para salvar o dia.

Três personagens animados alienígenas com olhos brilhantes

Apesar de ser um grupo diverso, elas ganham um upgrade que nivela seus poderes com os dos adversários. Narrativamente falando, é uma opção excelente, mas acaba perdendo uma grande oportunidade de explorar ainda melhor os poderes individuais de cada super-heroína. Não que chegue a incomodar, só que havia duas personagens originais que poderiam mostrar um pouquinho mais, principalmente a Byrdie.

A ideia de colocar o próprio vigia para compartilhar seus poderes, fazendo com que o grupo aceite o juramento e se integre ao credo, é muito interessante. Apesar de que ser um finalzinho redondinho, ficou, sim, aquela vontade de ver um pouco mais deste novo grupo que vaga pelo Multiverso. E mesmo que a Capitã Carter tenha se sacrificado, é pouquíssimo provável que essa tenha sido a última vez que o público a viu em tela.

Personagens voando em ambiente espacial colorido

O episódio também abre a possibilidade de vermos os vigias novamente, assim como outros personagens queridos da série. Na verdade, é um episódio muito competente de conclusão de série. Porém, ele também flerta muito com a frustração que escolhas da própria equipe criativa para a temporada na hora de escolher as histórias para desenvolver em episódios.

A cena final que mostra outras realidades e possíveis personagens existentes é um cuspi na cara dos fãs que realmente queriam a ousadia do What If…? Dos quadrinhos. Afinal, para que mostrar a imagem de um Motoqueiro Fantasma Samurai ou de um Blade possuído pelo Khonshu, de Cavaleiro da Lua, se a própria série passou longe de oferecer algo próximo a isso? Mais do que isso, existe a imagem de um Thanos submetido ao projeto Arma X, que dê poderes ao Wolverine. Enquanto isso, a série trouxe para os fãs episódios que mostravam heróis usando robôs ou Howard, O Pato se casando. Fica a sensação de que eles podiam fazer muito melhor, mas inexplicavelmente optaram por tramas fracas e linhas do tempo bestas. É como se apontassem para a cara dos fãs e rissem.

Super-herói no espaço com raios de luz coloridos

Enfim, após três temporadas, o What If…? chegou ao fim. Vai deixar saudades? Talvez, mas parece difícil. Por escolhas da própria equipe criativa, a série sempre jogou seguro demais, algo que não combina com a proposta de imaginar novos universos e novas versões de heróis consagrados. Em muitos momentos, a série pareceu muito mais um derivado de Capitã Carter — o grande legado da produção para o Universo Cinematográfico Marvel — do que especificamente do selo What If…?. Para muitos fãs que não conseguem largar séries pela metade, é um alívio que essa tenha terminado, porque apesar de ter alguns episódios muito bons, o saldo negativo.

Personagem animado com armadura e lança em chamas

As três temporadas de What If…? estão disponíveis no Disney+.

Crítica | Maria Callas – Angelina Jolie Estrela o Sonolento Filme de Pablo Larraín

O diretor Pablo Larraín tem um olhar melancólico e solitário com relação ao passado, principalmente com relação ao período entre as décadas de 1960 e 2000, faixa de tempo na qual situa as principais produções de seu currículo: ‘No’ (sobre o plebiscito chileno pela redemocratização, ocorrido em 1988), ‘Jackie’ (sobre a ex-primeira dama estadunidense, Jackie Kennedy, lidando com a morte do marido, em 1963), ‘Spencer’ (sobre a vida de Lady Di antes de se tornar a princesa britânica, focado no ano de 1991) e ‘O Conde’ (uma sátira com a figura de Pinochet, ditador chileno entre os anos 1974 e 1990). Todos esses filmes têm em comum serem centrados em períodos e pessoas históricas conhecidas mundialmente, e esse é um traço desse diretor. Atualmente, Larraín vinha produzindo um projeto sobre mulheres do século XX, iniciada por ‘Jackie’, seguida por ‘Spencer’ e terminada agora com ‘Maria Callas’, filme que chegou ao circuito brasileiro essa semana.

Pessoa com óculos e suéter branco, olhando através cortina.

Com uma inegável carreira de sucesso como a maior cantora de ópera da atualidade, Maria Callas (Angelina Jolie, de ‘Lara Croft: Tomb Raider’) se sente extremamente sozinha e solitária, certa de que está perdendo sua voz e seu encanto por cantar. Medicada a maior parte do tempo em que está acordada, Maria sente dificuldades para distinguir o que é realidade e o que é delírio, oriundo dos efeitos colaterais das medicações. Refugiada em seu apartamento em Paris, Maria vai sentindo a depressão tomar conta de sua vida e levar-lhe as poucas forças que lhe restam numa jornada que a faz repensar toda sua vida poucos dias antes de sua morte.

Pablo Larraín construiu uma trilogia singular com seu projeto não tanto pela escolha das biografadas, mas sim, acima de tudo, pelo olhar do cineasta sobre essas mulheres do século XX. Tanto em ‘Jackie’ quanto em ‘Spencer’ – e agora, principalmente, em ‘Maria Callas’ – as mulheres de sucesso (as duas primeiras foram esposas de poderosos governantes das maiores potências mundiais da época, Estados Unidos e Reino Unido, e a última se tornou não só amante de um dos caras mais ricos e influentes de sua época [Aristóteles Onassis, interpretado no filme por Haluk Bilginer] como também conheceu e vivenciou o momento em que Onassis conhece e posteriormente “rouba” Jackie Kennedy do então presidente) são extremamente melancólicas, infelizes e à beira da depressão.

Artista no palco sob luzes brilhantes.

A forma como Larraín constrói a solidão feminil nessas personagens é bem-feita (em ‘Spencer’ temos câmeras fechadas e ambientes escuros, sufocantes, enquanto a mesma sensação é passada em ‘Maria Callas’ da forma oposta, em ambientes amplos, solares e planos mais abertos). Mas o roteiro de Steven Knight não ajuda a biografada em muitos aspectos. Primeiro, ele repete o mesmo molde utilizado para biografar ‘Spencer’, então, quem viu este fica o tempo todo com a sensação de já ter visto ao filme, mesmo se tratando de outra mulher em outra época; segundo, os roteiros de Steven navegam no marasmo para preencher os atos, o que acaba tornando os filmes cansativos de assistir, e em ‘Maria Callas’ a coisa pesa nos delírios que funcionam como escape para contar a vida da cantora, mas, a toda hora que volta para o tempo presente, é como se a história perdesse fôlego.

Angelina Jolie, uma vez mais, ressurge belíssima nos enquadramentos, mas não consegue sumir na personagem. Ao contrário, em nenhum momento o espectador se conecta com Maria Callas, pois o tempo todo tudo que vemos é Angelina Jolie em ação, e fazendo aquilo que já conhecemos dela: os olhares lânguidos de cima a baixo, os braços sempre dobrados ao meio com mãos juntadas, cenas intermináveis de close sem que a atriz fale nada, numa eterna contemplação. Para uma cinebiografia, não conseguirmos ver o biografado na história que é contada é um ponto que acaba pesando contra na produção.

Cotado como um dos filmes com potencial de indicações nessa temporada de premiações nórdicas, ‘Maria Callas’ retrata os últimos dias da famosa cantora de ópera com bastante melancolia e languidez, bem distante do alcance que a cantora alcançou em vida.

Mulher de frente ao espelho em sala vintage elegante.

‘Rua do Medo’: Novos detalhes são revelados

O mundo do terror irá ganhar mais algumas adaptações, incluindo a aguardada trilogia de R.L. StineRua do Medo. E apesar da primeira entrada estar a alguns meses da estreia, novos detalhes estão começando a vir à tona.

Uma nova reportagem do site The Hollywood Reporter revelou que Leigh Janiak, cujos trabalhos incluem a série ‘Scream’, irá dirigir os três longas-metragens. Inicialmente, Janiak iria encabeçar o primeiro e o terceiro projetos, com Alex Ross Perry atado para o segundo.

Além disso, Ashley ZuckermanFred HechingerJeremy Ford e a novata Julia Rehwald entraram para o elenco e se juntarão a Kiana MadeiraOlivia Welch.

Madeira e Welch serão um casal lésbico tentando navegar por um conturbado relacionamento enquanto lidam com horrores inexplicáveis da pequena cidade de Shadyside. Madeira e Welch darão vida a dois personagens bem distintos – um da década de 1990 e outro do século XVII – e aparecerão em todos os filmes.

‘Rua do Medo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, Goosebumps. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.

Kate Trefry (Stranger Things) também está atada às produções.

‘O Exterminador do Futuro 6’: Diretor desistiria do cargo se Linda Hamilton não voltasse para a franquia

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio é a sexta entrada da icônica franquia sci-fi e tornou-se um dos melhores filmes da saga. Entretanto, Tim Miller só aceitou o cargo como diretor do longa-metragem caso Linda Hamilton retornasse como Sarah Connor para as telonas. Caso ela não fechasse contrato, ele teria desistido de comandar o projeto.

“Sabe, tivemos um tempo muito breve durante o qual conversamos sobre outras opções antes de pensarmos: ‘Bom, e se Linda voltasse?’. Porque esse seria o ápice”, ele comentou em entrevista ao site ScreenRant. “Quando começamos a conversar sobre isso, não conseguíamos falar sobre outra coisa. Porque se Linda dissesse ‘sim’, isso nos levaria a outras decisões. E se ela dissesse não, então teríamos que fazer algo muito diferente, porque não havia mais ninguém no mundo que vivesse [a personagem de] Linda Hamilton. Eu teria desistido do trabalho se ela não aceitasse”.

O longa estreia hoje, 31 de outubro, nos cinemas de todo o Brasil.

Confira o trailer:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

‘Little Demon’: Danny DeVito e Aubrey Plaza vão estrelar nova comédia do FX

Segundo o Deadline, FX Networks deu sinal verde para o episódio piloto de ‘Little Demon’, comédia animada estrelada por Danny DeVito como o Diabo e Aubrey Plaza como uma mãe relutante que dá luz ao Anticristo (Lucy DeVito).

A história gira em torno da mãe e de sua filha de 13 anos enquanto “tentam viver uma vida normal em Delaware, mas são constantemente frustradas por forças monstruosas, incluindo Satã, que clama pela custódia da alma da jovem”.

Dan Harmon (Rick and Morty) entra como produtor executivo. Darcy FowlerSeth KirschnerKieran Valla são os criadores da série e também produzem ao lado de Plaza e DeVito.

A série esteve em desenvolvimento desde o ano passado e, caso tudo ocorra como o planejado, a emissora pode adquirir uma temporada completa da animação.

DeVito já trabalhou com a FX na clássica ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’. Recentemente, estrelou a adorada continuação Jumanji: Próxima Fase e o remake em live-action de Dumbo.

Plaza, por sua vez, protagonizou o reboot de Brinquedo Assassino. Ela é conhecida por seus papéis em Scott Pilgrim contra o MundoOs Caça-Noivas.

‘Doutor Estranho 2’ começa a ser rodado ainda este ano, aponta site

Segundo o site Murphy’s Multiverse, a Marvel Studios já está se preparando para começar as filmagens de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ – e o longa deve ter início antes do previsto.

Anteriormente agendada para 2021, a sequência do filme de 2016 começará a ser rodada em novembro, no Reino Unido. Como a companhia ainda não se manifestou, considere como rumor.

Vale lembrar que o Collider divulgou que o estúdio contratou Michael Waldron (Loki) para reescrever o roteiro da sequência, que estava sendo escrito Jade Halley Bartlett.

Lembrando que Sam Raimi (Trilogia ‘Homem-Aranha) vai comandar o projeto no lugar de Scott Derrickson – que deixou o filme devido a divergências criativas, mas permanece no cargo de produtor.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 25 de Março de 2022.

Confira a logo:

‘Dickinson’: 3ª temporada começa a ser rodada em breve, afirma criadora da série

Em uma recente entrevista ao Collider, Alena Smith, criadora e showrunner da adorada série Dickinson, revelou que a já confirmada 3ª temporada da série começa a ser rodada nesta primavera estadunidense (ou seja, entre março e maio de 2021).

“Entramos em produção nesta primavera. Com Dickinson, escrevemos todos os roteiros antes. É um processo preparatório muito complicado. É um show de época com vários elementos criativos, então quanto antes tiver os roteiros prontos, melhor para todos”.

Lembrando que a 2ª temporada continua em exibição.

A série foi criada por Alena Smith.

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

O elenco ainda conta com Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa.

‘Biohackers’: 2ª temporada do thriller alemão da Netflix ganha trailer instigante; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Biohackers, recente thriller alemão original.

Confira:

A série é dirigida por Christian Ditter (Girlboss).

Depois de expor experimentos ilegais com DNA na primeira temporada, a estudante de medicina Mia Akerlund percebe que perdeu a memória dos últimos três meses. Tentando entender o que aconteceu, ela se vê no centro de uma situação muito maior que vai levá-la ao limite.

Luna WedlerJessica SchwarzAdrian Julius Tillman estrelam a produção.

Biohackers tem retorno marcado para o dia 09 de julho.

‘Doctor Who’: Lucy Lawless quer interpretar a nova Doutora na série

Em uma recente entrevista à Newsweek, a atriz Lucy Lawless, conhecida por seu trabalho em séries como Xena: A Princesa Guerreira e Ash vs. Evil Dead, adoraria seguir os passos da Jodie Whittaker e interpretar a nova versão da Doutora em Doctor Who.

“Eu adoraria fazer isso”, ela explicou. “Você quer papéis com um toque de humor. Te ajuda a navegar pelo dia. Comédia é sempre um ótimo jeito de trabalhar”.

Lembrando que a 13ª temporada da série marca a despedida de Whittaker no papel principal e é intitulada Doctor Who: Flux’.

O primeiro episódio foi exibido ontem, 31 de outubro.

Relembre o trailer:

 

Vale lembrar que Russell T. Davies, produtor que liderou o revival da série ‘Doctor Who‘ em 2005, retornará para a produção como showrunner, a partir do ano de 2023.

O seu retorno coincide com o aniversário de 60 anos da série, mas a emissora já adiantou que Davies permanecerá envolvido com novas temporadas.

E por meio de um comunicado oficial, o produtor comemorou o seu retorno à saga televisiva, elogiando o trabalho de Chris Chibnall. Na ocasião, ele ainda ponderou que até 2023 seguirá como um ávido espectador.

“Estou muito empolgado por poder retornar à minha série favorita. Mas nós viajamos no tempo rápido demais e há uma série inteira com a brilhante Doctor de Jodie Whittaker para eu curtir com meu amigo e herói Chris Chibnall no comando – Por hora, eu ainda sou um espectador”.

Confira a sinopse do próximo ciclo:

Ela está de volta. A 13ª Doutora retorna para a 13ª temporada da série que terá seis episódios. Desde sua última épica batalha na Revolução dos Daleks, a Doutora (Jodie Whittaker) e Yaz (Mandip Hill) têm explorado o universo juntos – mas agora com a Doutora questionando tudo sobre seu passado, ela, sem dúvidas, irá procurar por respostas.

Lembrando que John Bishop também faz parte da nova temporada como Dan Lewis. Jacob Anderson fará sua estreia na produção como um personagem regular chamado Jacob.

‘Bridgerton’: Assista ao tapete vermelho da estreia da 2ª temporada!

A 2ª temporada de Bridgerton é uma das produções mais aguardadas do ano e, antes de sua estreia oficial no próximo dia 25 de março, a Netflix fez uma grandiosa recepção para o lançamento dos novos episódios, reunindo-se com o elenco protagonista e coadjuvante no tapete vermelho.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a nova iteração abriu com sólidos 82% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 28 reviews.

Confira os principais comentários abaixo:

“Por mais frustrante que seja a história de amor principal, os atores a interpretam de forma muito, muito boa” – Variety.

“Exuberante e adoravelmente romântico” – San Francisco Chronicle.

“Uma nova temporada que faz a anterior fugir da memória” – Mashable.

“A 2ª temporada traz novos dramas, novos interesses românticos e uma nova temporada de relacionamentos, mas não chega aos pés do entretenimento da iteração anterior” – Mama’s Geeky.

“A nova temporada deixa de lado o apreço refrescante e o ritmo envolvente da primeira iteração” – TheWrap.

Lembrando que os novos episódios vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Westworld’: Time de maquiagem e cabelo revela qual época gostaria de visitar nas próximas temporadas

A 4ª temporada de Westworld chega ao fim muito em breve – e, ainda que o season finale ainda não tenha sido exibido, os fãs já estão se perguntando o que verão no futuro.

Agora, em entrevista ao ComicBook.com, o time de maquiagem e cabelo da produção revelou que época gostariam de retratar nas próximas temporadas, ainda mais considerando que já foram para a década de 1920 e para o futuro.

“Atualmente, estou obcecada com os anos 1960 e 1970”, Elisa Marsh, chefe do departamento de maquiagem, comentou. “Não acho que teremos algo como Woodstock Westworld, mas seria muito divertido”.

Jennifer Aspinall, chefe do departamento de maquiagem para efeitos especiais, também falou sobre o que queria ver: “eu gostaria de nos ver indo para os tempos medievais”.

José Zamora, do departamento responsável pelo hair styling da série, concordou com Aspinall.

“Ah, eu adoraria ver o mundo medieval. Como o filme original ou um mundo elizabetano”.

E você? O que gostaria de ver?

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Aaron Paul, Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Aurora Perrineau, Ariana DeBose, James Marsden e Ed Harris.

‘The White Lotus’: Série da HBO ganha HILÁRIA paródia no ‘Saturday Night Live’; Confira!

The White Lotus se tornou uma das produções mais elogiadas da HBO e, no último episódio do programa humorístico ‘Saturday Night Live’, ganhou uma hilária esquete.

A paródia, intitulada ‘The Black Lotus’, trouxe a presença de nomes como Kenan ThompsonChloe FinemanAubrey Plaza (esta última tendo estrelado a 2ª temporada do drama).

Confira:

Lembrando que as duas temporadas já estão disponíveis na HBO Max.

A narrativa é centrada nos hóspedes e nos funcionários do The White Lotus, um hotel-resort localizado em um paraíso idílico. À medida que as férias vão se desenrolando, entretanto, situações obscuras surgem entre os personagens e dentro do próprio hotel.

Opinião | ‘American Horror Story: Freakshow’ não é tão bom quanto você se lembra

Em meados da década de 1950, os circos dos horrores emergiram como uma popular atração para as pessoas da classe média dos Estados Unidos, localizando-se nas cidades do interior como forma de manter o misticismo que cercava as criaturas que os habitavam. Mas, para falar a verdade, essas “criaturas” eram vistas como escória da sociedade e eram tratadas com descaso, asco e exclusão, ainda que apenas tivessem deformações decorrentes de uma má formação fetal. É claro que, antigamente, os avanços médicos não eram capazes de prever tais acontecimentos, bem como ajudar na cura ou na aceitação. Deste modo, os donos dos circos contratavam as pré-julgadas “aberrações” como espetáculos singulares e nunca antes vistos pelos olhos humanos. 

Não é nenhuma surpresa que Ryan Murphy e Brad Falchuk se aproveitariam de um tema tão polêmico para cultivar uma perspectiva única sobre os shows de horrores de antigamente – dessa vez mostrando os bastidores das apresentações em detrimento dos espetáculos em si (e tudo isso perscrutado com uma boa dose do macabro, do inexplicável e do sanguinolento). 

Entretanto, apesar das vastas propostas e mitologias dispostas para a arquitetura da nova temporada de American Horror Story, seus criadores parecem não ter tido o discernimento necessário para separar o útil do fútil. Freakshow’, como foi intitulada a quarta entrada da franquia antológica, tornou-se uma decepção em virtude de muitas escolhas erradas. Obviamente, não posso tirar crédito de vários pontos positivos, principalmente no tocante à artística plástica em cena, mas os deslizes são vistos nas partes mais necessárias para o prazer do público: a narrativa. Em meio a tantos personagens e subtramas, Murphy e seu time criativo praticamente perderam a mão em se tratando de escolhas, adições e subtrações. 

“MONSTROS” ENTRE NÓS 

Os grandes astros dessa temporada são exatamente os freaks. Os monstros, abandonados por uma sociedade retrógrada e exclusiva por trazerem o novo para um mundo em constante mudança. Temos personagens baseados em pessoas reais, que passaram a maior parte da vida migrando de cidade em cidade, apresentando-se para sobreviverem e não caírem nos perigos das ruas e da subserviência. Entretanto, mesmo com uma riqueza de histórias verídicas – alguns atores e atrizes são portadores dessas deformidades e aceitaram participar da temporada -, a falta de profundidade nas backstories e até mesmo nas narrativas principais tornaram-nos peças descartáveis em um jogo que já começara a mostrar sinais de envelhecimento desde Coven’. 

A protagonista de Freakshow’ é mais uma vez encarnada pela incrível Sarah Paulson, responsável por dar vida às gêmeas siamesas Bette e Dot Tattler. As duas personagens seriam dignas de páginas e mais páginas de análise sobre suas personalidades contraditórias, caso pudessem ter sido mais exploradas ao longo dos doze episódios. Não que elas não sejam: as duas são resgatadas da casa em que vivem por um longínquo hospital após o brutal assassinato de sua mãe. Após serem analisadas com desgosto pelos cirurgiões, elas são mantidas escondidas por sua condição, mas não para autoproteção, e sim para proteger a sociedade que as cerca. Afinal, a formação embrionária das gêmeas as interligou por praticamente todos os sistemas do corpo humano, incluindo o psíquico – e compartilhar uma carcaça física que divide em duas cabeças é motivo para repúdio por parte daqueles que não entendem o novo. 

Bette é a encarnação do arquétipo puro, ingênuo e esperançoso. Sua presença é encantadora, principalmente pelo tom cândido com o qual fala com as outras pessoas, sempre pensando no bem-estar dos outros. Os traços altruístas estão ali e, mesmo que isso signifique sacrificar a própria felicidade, ver aqueles que ama em um estado de êxtase e pacificidade lhe traz plenitude. Entretanto, ela não está livre de quaisquer sentimentos mesquinhos que fazem parte da psique humana; Bette também tem desejos ambiciosos, principalmente de se tornar uma estrela da televisão e do cinema. Apesar da constância subalterna de sua vida, podemos enxergá-la como uma das várias facetas de Bette Davis, conhecida por sua necessidade de aprovação por parte do público e da crítica – assim como nossa querida personagem. 

Dot, por sua vez, não tem medo de expressar sua opinião, principalmente quando esta tem a ver com seus sonhos. Suas ambições, assim como as de Bette, estão lá para deixar as coisas mais interessantes e adicionar camadas de complexidade à sua personalidade. Porém, diferente da irmã, ela precisa reafirmar para todo que passará por cima de qualquer obstáculo para chegar onde quer, tornando-a, a priori, impetuosa e impiedosa. Temos em certos momentos da trama diversos monólogos sobre como ela desejava uma nova vida para si mesma, ainda que isso significasse a separação forçada de sua gêmea – e pior: a morte de uma das duas. Mesmo assim, seu instinto maternal aflora a cada episódio; em diversas sequências, vemos as duas entrando em um conforto familiar e fraternal que não poderia existir de qualquer modo e, bom, no final das contas, todos acabam ganhando. As duas irmãs se tornam celebridades, após passarem por processos de maturação psíquica que deixam seus laços ainda mais fortes e inquebráveis. 

Há uma cena no segundo episódio, chamado Massacres and Matinees”, em que temos uma clara distinção entre as duas personagens. Nos vemos numa sala de operações, na qual, sobre uma maca, jaz os corpos conjugados de Bette e Dot. Enquanto esta se mostra pronta para realizar a cirurgia, constantemente dizendo que sua irmã gêmea está sendo egoísta por não deixá-la viver, aquela se desmonta aos prantos, apelando para o lado emocional de sua outra metade, sem qualquer sucesso. Momentos depois, as duas acordam, uma de um sonho, e outra de um pesadelo. É emocionante ver a organicidade de ambas em cena, e como um sempre irá completar a outra, ainda que em momentos de pura insanidade ou cansaço do que o mundo exterior representa para elas. Entretanto, o ápice de tudo isso recai sobre Paulson, que consegue fornecer nuances extremamente diferentes e prova, mais uma vez, sua incrível versatilidade nas telinhas. 

As gêmeas siamesas são resgatadas pela figura aparentemente superprotetora de Elsa Mars (Jessica Lange), dona do Gabinete de Curiosidades da Madame Elsa – um nome um tanto quanto charmoso para esconder os horrores dos bastidores do circo de horrores. Apesar do semblante severo e do coração mole, passamos a conhecer, ao longo dos episódios, seus segredos e ambições mais obscuras: primeiramente, devemos entender que ela foi uma das sobreviventes da II Guerra Mundial, sendo expatriada para os Estados Unidos após mostrar-se desalinhada aos ideais nazistas; depois, faz-se necessário compreender que ela, na verdade, era uma prostituta de luxo, contratada pelos oficiais do exército germânico para lhes servir, até cair numa cilada e ter sua perna direita removida e substituída por uma prótese de madeira. 

Após ser enganada, ela decidiu recomeçar sua vida na pequena cidade de Júpiter, Califórnia, tentando encontrar princípios que a mantivessem viva e não a deixassem ceder às tentações do álcool e das drogas – não que isso tenha funcionado. Mas ao menos ela conseguiu alcançar o sonho de se tornar uma espécie de celebridade ao controlar seu próprio espetáculo, utilizando este como pretexto para recrutar os marginalizados pela sociedade e cuidar de cada uma das vidas como se fosse a própria. O almejo pela paz é algo que nunca teve e que, agora, após alcançar certa idade, consegue direcionar para seus “filhos”. 

Elsa é a representação da decadência e da falta da esperança, ambas provindas de inúmeros traumas passados. Ela tem um desejo secreto de retornar ao estrelato, ignorando todas as advertências de seus colegas e companheiros para ter o gostinho da vitória. Ethel Darling (Kathy Bates), também conhecida como a Mulher Barbada, é um dos arquétipos de sua consciência, tentando guiá-la através do melhor caminho para não deixar que sua ganância fale mais alto que a crua inclinação para o amor incondicional. Como podemos imaginar, essa manutenção da ordem não dura por muito tempo; Elsa acaba por se deixar levar pelo medo de perder “o trono”, e utiliza-se de medidas drásticas para reafirmar sua posição dentro do microcosmos circense. 

Temos outros personagens que também entram como guardiões da integridade física e moral de seus conterrâneos, e também guias espirituais para as mentes mais distorcidas. Jyoti Amge encarna Ma Petite, a Menor Mulher do Mundo, e talvez seja uma das criaturas mais adoráveis de toda a antologia AHS. Sua presença não é tão recorrente quanto queríamos, mas ela consegue roubar o foco principal cada vez que entra em cena – e, em Freakshow’, Elsa a trata como um escape psicológico da realidade em que vive, enxergando-a como uma espécie de salvadora. Erika Ervin também faz suas pontas valerem muito a pena, dando vida a Amazon Eve, uma das reais protetoras de seu grupo, com uma incrível capacidade de discernimento e justiça. 

Em suma, os personagens da quarta iteração da série são fantásticos. Mas a prática não é tão funcional assim quanto a teoria; o grande problema é a que estas incríveis e complexas criações são submetidas. Permanecendo em apenas um arco pouco delineado – que conversa diretamente com o tema principal da temporada -, eles não têm oportunidade de crescerem, enfrentarem seus obstáculos e seus medos, e encontrar um final digno. Diferentemente de Asylum’ ou Murder House’, que também trouxeram uma quantidade considerável de subtramas, Freakshow’ falha em conseguir entregar o que promete, resolvendo as pontas soltas com os clichês do acaso e das saídas formulaicas de obras de terror. 

SCHEISSE, BE MINE 

As ambições correm soltas no pequeno condado de Júpiter. Seja na futura esposa de um proeminente nome do Direito, ou até mesmo o amor de dois adolescentes que não conseguem imaginar a vida sem o outro, o misticismo e o macabro sempre conseguem acompanhar os sonhos de cada um dos habitantes, polvilhando votos de esperança com suspense, drama – e sangue. É aqui que Twisty, o Palhaço (John Carroll Lynch), uma das melhores criações de Murphy e sua equipe, e também a mais desperdiçada. Desde o episódio Monsters Among Us’, sua maligna e perturbada presença foi capaz de trazer à tona o mais puro asco e repulsa, e não apenas por sua caracterização essencialmente sangrenta e carregada de rancor, mas também por simbolizar os pesadelos que tínhamos quando crianças. 

Este talvez seja o personagem mais contraditório da iteração – senão da franquia. Nascido com um certo atraso mental, que o impediu de desenvolver completamente as conexões psíquicas normais para o cérebro de um ser humano adulto, sua pura ingenuidade o levou a cair em armadilhas arquitetadas por seus próprios companheiros de circo, os quais fizeram-no acreditar que sua afinidade com as crianças e sua capacidade de encantá-las com a mais simples escultura com balões era, na verdade, uma inclinação em potencial para a pedofilia e para o abuso infantil. Entrando em uma crise existencial profunda, ele tenta tirar a própria vida, mas acaba falhando e passa o resto da vida alimentando um ódio contra aqueles que o maltrataram, transformando-se em um serial killer praticamente saído do mais horrendo dos sonhos. 

É fácil traçar elos comparativos entre Twisty e Pennywise, a assombração da obra It – A Coisa’, de Stephen King. Ambos são representações palpáveis do medo que vem como um obstáculo a ser enfrentado pelos “heróis” ou “protagonistas” da história. Entretanto, diferentemente da obra de King, o palhaço assassino em momento algum cruza caminhos com o circo comandado por Elsa. Ele encontra sua redenção de forma pouco satisfatória e no meio da temporada, dizendo adeus sem mesmo ter seu potencial explorado em completude e sendo levado por outra figura ainda mais demoníaca – Edward Mordrake (Wes Bentley), o Homem de Duas Faces que se suicidou e se tornou um coletor de almas no afterlife. 

Mordrake é outro “vilão” desperdiçado e que poderia se tornar a nêmeses de mais da metade do elenco principal. Ele também é movido pela vingança, mas de um jeito distorcido e até mesmo original: ele é um ouvinte de história e procura o passado mais obscuro de suas vítimas para decidir quem fará parte de sua trupe. Suas aparições ocorrem na noite de Halloween (nada de novo no front), caso algum circo dos horrores faça apresentações ao público. É uma mitologia um tanto quanto inexplicável e que, mesmo assim, consegue criar uma atmosfera de suspense muito boa – ao menos durante alguns minutos. Nos dois episódios estrelados pelo personagens, intitulados Edward Mordrake – Parts 1 & 2″, passamos a conhecer o passado de todas as “aberrações”, compreendendo como cada uma das lutas pela sobrevivência os uniu e constituiu uma família nada convencional. 

Esperar que um monstro se vire contra o outro é meio inverossímil. Afinal, geralmente, as minorias tendem a se proteger dos perigos externos. Desse modo, é quase óbvio esperar que forças humanas e socialmente “normais” tentem desmantelar a tênue ordem que existe entre o desconhecido e o superficial. Em Freakshow’, essa ameaça vem na forma de Dandy e Gloria Mott (Finn Wittrock e Frances Conroy, respectivamente). Dandy é a representação contemporânea de Édipo, portando-se como uma criança mimada que quer tudo aquilo que pede e faz de tudo para que sua mãe consiga satisfazê-lo. Apesar dos trejeitos pueris e incapacidade de aceitar um “não” como resposta, sua personalidade psicótica se eleva a um nível mortal para os integrantes do circo – culminando no assassinato de quase todos no penúltimo episódio da saga. 

Denis O’Hare e Emma Roberts também dão as caras na quarta temporada de AHS, encarnando o cientista e falso produtor cinematográfico Richard Spencer e sua assistente Maggie Esmerelda. Ele é a famosa figura do charlatão e do malandro, pronto para enganar qualquer um com suas artimanhas e falcatruas – incluindo encher de esperança Bette, Dot, Elsa e qualquer outro freak que esteja disposto a imaginar uma vida melhor para si mesmo. Enquanto Richard permanece fiel a seus valores, Maggie se permite desdobrar-se em facetas que não acreditava existir em sua personalidade, primeiro fingindo ser uma vidente e depois criando laços com cada uma das aberrações do circo, percebendo que aquela era sua real família e entrando em um dos arcos de redenção mais bonitos de toda a série, até encontrar seu trágico fim numa sequência inexplicável e irritantemente sem nexo. 

VÍCIO DE LINGUAGEM 

American Horror Story: Freakshow’ tinha tudo para se tornar uma das melhores entradas da antologia, mas desperdiçou um potencial gigantesco. Não apenas pela quantidade absurda de personagens secundários que mais funcionam como tapa-buracos que qualquer coisa, mas pela falta de coerência tanto com a identidade narrativa das temporadas anteriores quanto pela resolução dos arcos. 

Como já mencionado, tudo ocorre pelo acaso. Nem mesmo a incrível direção de arte, a qual resgata o teor interiorano e “pacato” das pequenas cidades dos Estados Unidos e até mesmo o embate entre conservadorismo e progresso, é capaz de ofuscar as falhas nos roteiros, o excesso transbordante do gore e do sexo, e o insatisfatório season finale, que entra como um capítulo para eliminar as peças inutilizadas e fornecer o mínimo de decência para os “favoritos”. Os erros são muitos. E são graves. Talvez seja cansaço ou talvez e a fórmula já tenha entrado em desgaste – mas que ficamos irritados, isso não tem como negar.