Em meio a um cenário cercado por vozes masculinas marcantes de figuras como Kurt Cobain e Eddie Vedder, Alanis Morrissette surgiu no cenário grunge como uma ruptura artístico-cultural. De timbre potente e um figurino que destoava da feminilidade tradicional de outras artistas da época, ela emergiu na música com letras honestonas e, às vezes, gráficas demais, sobre relacionamentos amorosos. E a meteórica trajetória de sucesso do álbum Jagged Little Pillé tema do documentário Jagged, o primeiro da nova série original da HBO, intitulada Music Box. Aqui, pelas lentes da diretora Alison Klayman, um dos discos mais poderosos dos anos 90 retorna aos holofotes, no auge da celebração de seus 26 anos de lançamento.
Percorrendo apenas um fragmento da vida artística da cantora Alanis, Jagged é mais uma epifania sobre um dos momentos mais marcantes da música nos anos 90. Explorando a fase ídolo teen de shopping center do Canadá (parece até uma referência à adolescência da Robin, de How I Met Your Mother), a produção nos leva a um tempo difícil de associar à persona que Alanis Morrissette viria a se tornar no auge de Jagged Little Pill. Esse contraste entre o seu POP dançante dos anos 80 com a sua drástica adesão aos poderosos riffs dos anos 90 nos comprova a versatilidade artística que a cantora sempre teve.
Mas exceto por esse breve hiato sobre sua adolescência, Jagged é realmente um capítulo pequeno sobre a grandiosa vida da cantora. Mas ainda assim como um enxerto, o documentário funciona de forma deliciosa e sabe levar a audiência para uma jornada prazerosa pelo sucesso do álbum que consagrou a artista como um dos maiores nomes do Rock/POP mundial. Abordando ainda a profundidade de suas letras, Klayman reforça a atemporalidade da composição de Alanis, nos lembrando que música boa é como um vinho de qualidade: Fica cada vez melhor com o tempo.
Pincelando ainda alguns aspectos pessoais da cantora – como relatos de abuso sexual, o documentário se torna controverso por supostamente distorcer as suas falas. Se recusando a apoiar a produção, Alanis ainda alegou que suas entrevistas haviam sido manipuladas (principalmente no que tange às acusações) e aplicadas fora de contexto. E ainda que seja difícil ponderar sobre essas questões – as quais fomos apresentados apenas neste produto final, Jagged consegue ser um ótimo documentário musical que nos remete aos anos dourados da música.
Resgatando ainda o vigor da MTV e das estações de rádio, que foram fundamentais para redefinir a indústria da música e as tendências de consumo do século XX, Jagged ainda celebra o lifestyle nascido a partir dos movimentos musicais que dominaram os anos 90. Com uma compilação poderosa de vídeos caseiros e uma rica coletânea de entrevistas, Jagged é uma experiência musical saudosista que – entre erros e acertos -, ajuda a perpetuar o valor artístico de Alani Morrissette.
Depois de enfrentar vampiros no sucesso de bilheteria ‘Pecadores‘, Hailee Steinfeld já tem seu próximo alvo definido — e dessa vez é uma medalha olímpica.
A atriz foi escalada para estrelar ao lado de Miles Teller o novo drama esportivo ‘Winter Games‘, da Paramount Pictures, conforme fontes confirmaram ao Deadline.
O filme gira em torno da arena de alto risco dos Jogos Olímpicos de Inverno: um esquiadora eternamente esquecida e uma lenda do hóquei que se autossabota acabam se chocando em seus momentos de ruptura. A conexão inesperada deles ameaça a chance dela de ganhar uma medalha e a chance dele de um retorno, enquanto eles vivenciam o romance e a redenção na Vila Olímpica.
Além de dirigir, Colaizzo assina o roteiro em parceria com Pat Cunnane.
Tim e Trevor White assinam como produtores, ao lado de Teller. O filme já está em desenvolvimento.
O projeto é mais um fruto da forte relação profissional entre a Paramount e Teller. O ator também estrelará o remake do clássico indicado ao Oscar, ‘A Força do Destino‘.
“Eu estou em negociações. Isso era mais ou menos um boato. Eu realmente amo os livros e sou apaixonado por Akira. Adoro o filme, mas eu não faria um remake do filme original. Eu faria uma adaptação dos livros. E, sim, então, de qualquer forma, estou conversando para adaptá-lo.
Ele também confirmou que ele contrataria atores asiáticos para os papéis de Kaneda, Tetsuo e outros.
“Sim, eu escolheria atores asiáticos. Talvez atores pouco conhecidos até.”, afirmou.
O último diretor cotado para o amaldiçoado projeto foi Jordan Peele, responsável pelo estrondoso sucesso de bilheterias e críticas, ‘Corra!’, mas veio a público esclarecer a situação, revelando que não assumirá a responsabilidade. A Warner chegou a convidar o diretor George Miller, mas ele também declinou a proposta.
O projeto enfrentou diversos problemas, como um corte gigantesco de seu orçamento e várias reformulações ao longo dos últimos cinco anos.
Inicialmente orçado em US$ 230 milhões, o filme teve seus custos reduzidos para US$ 90 milhões, e posteriormente US$ 65 milhões.
A história desenrola-se em Neo Manhattan, uma cidade reconstruída depois de ter sido destruída na III Guerra Mundial, iniciada pelo crescimento incontrolável de poderes sobrenaturais de uma criança chamada Akira, que foi registrado num programa governamental secreto de pesquisa.
Desde a excelente reação do primeiro vídeo do reboot de ‘Halloween‘ foi exibido no CinemaCon, os fãs estão ansiosos para conferi-lo com os próprios olhos. Atendendo aos pedidos, Jason Blum foi até o twitter anunciar que o trailer será lançado na próxima sexta-feira (08).
Enquanto o trailer não é liberado, confira a descrição das cenas:
“Laurie está com sua filha e a sua neta na noite de Halloween. Ela diz que a Laurie se tornou uma guerreira quando se trata em proteger sua família ‘e está determinada a manter Michael preso para sempre’.”
“As primeiras cenas de Halloween parecem ótimas. Na nova história, depois que Loomis atirou no Michael, ele foi reinternado e Laurie tem se preparado caso ele escape.”
“Alguns adolescentes estão conversando uns com os outros. ‘Não foi o irmão dela que matou todas aquelas pessoas?’ ‘Não foi o irmão dela, isso é algo que as pessoas inventaram.’ Então, sim. Adeus narrativa da sequência!”
“Tem uma cena de Myers, depois de escapar, atormentando uma garota em um banheiro. Ele coloca sua mão sobre a porta e derruba uma dúzia de dentes ensanguentados no chão. Eles não estão para brincadeira com este filme. Também é ótimo ver a máscara de volta em ação.”
“Além disso, Laurie nunca aparece assustadas nas cenas que vimos. Ela é uma mulher em uma missão, uma caçadora, assim como o Michael. Amei esse ângulo [para a personagem].”
A trama traráJamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.
O primeiroJurassic Park (1993) é baseado no livro homônimo lançado em 1990. Escrito por Michael Crichton, o romance tem pouco mais de 500 páginas e discute bastante sobre a [falta de] ética no meio científico e como a ganância empresarial é responsável por diversos atrasos para a humanidade. Quando a história virou filme, Steven Spielberg chamou o próprio Crichton para ajudar na adaptação para os cinemas. À frente do projeto mais uma vez, o autor cortou diversas passagens importantes para fazer uma adaptação primorosa, que priorizava a aventura e o suspense ante a ficção e o terror. No entanto, alguns dos fragmentos deixados de lado acabaram entrando nos outros dois filmes da trilogia, como o ataque dos procompsognatos a uma menina na praia e a perseguição de um grande predador dentro do rio principal da ilha.
Porém, quem melhor aproveitou essas ideias descartadas do primeiro livro foram Colin Trevorrow e J.A. Bayona, diretores dos primeiros Jurassic World, a franquia estrelada por Chris Pratt. Inclusive, há momentos muito criticados dos filmes que vieram de ideias do livro. Se você ficou curioso com quais seriam essas ideias, separamos elas logo abaixo. Confira!
Lidando com o divórcioEm Jurassic Park (1993), Lex (Ariana Richards) e Tim (Joseph Mazzello) vão para o parque porque John Hammond (Richard Attenborough) diz que eles são “o tipo de público que queremos no parque”. No livro, eles vão para a ilha porque os pais estão se divorciando e John achou que os netos poderiam lidar melhor com esse processo tendo um fim de semana cheio de novidades e diversão (além de ajudar no relatório de aprovação para tentar abrir legalmente o parque). Essa ideia não foi incluída no corte do filme de 1993, mas entrou em Jurassic World(2015). Os irmãos Zach (Nick Robinson) e Gray (Ty Sympkins) vão passar um fim de semana no parque porque os pais acreditam que isso poderá ajudá-los a lidar com o divórcio iminente. Inclusive, há alguns traços de personalidade dos irmãos do livro para a dupla de 2015, como o mais velho ser mais frio e interessado nas meninas, enquanto o caçula é mais fofo e meio bobão.
O centro de visitantesO centro de visitantes do livro é descrito como uma construção piramidal com diversas peças de vidro na parte superior. Enquanto a versão de 1993 traz o centro parecendo uma mistura de um bangalô com um hotel 5 estrelas, o centro de visitantes do Jurassic World é uma representação fidedigna do que é falado no livro. A única diferença é que o Tiranossauro robô localizado no meio do prédio foi substituído por um holograma interativo que passa informações sobre o parque.
O herói de ação
Todos nós adoramos o Dr. Alan Grant (Sam Neil), o paleontólogo ranzinza que não gosta de crianças, é todo certinho e não se dá bem com máquinas, e é apaixonado pela profissão exercida. Apesar de Neil ter dado muita personalidade em sua atuação, o Dr. Grant do livro é um clássico herói de ação. Na casa dos 40 anos, despojado, forte e ostentando uma bela barba, ele vai para o passeio da Ilha Nublar usando bermuda e uma camisa havaiana. Outra característica marcante é que ele… Adora crianças. Se o Grant dos livros é distante do personagem mostrado nas telonas, podemos dizer que Owen Grady (Chris Pratt) herdou bastante do protagonista do romance. Tirando a parte da barba, ele se encaixa certinho naquilo que Chrichton escreveu sobre o personagem.
O assessor de imprensa
No livro, Ed Regis é um personagem importantíssimo. Chefe de Relações Públicas do parque, ele fica encarregado de servir de “babá” dos irmãos. Obviamente, ele fica muito frustrado com seu papel e passa o tempo todo reclamando disso, mostrando que está insatisfeito com a função e sendo um mala com as crianças. Em Jurassic Park, ele faz uma ponta muita rápida na cena em que os cientistas estão chegando ao parque. Ele é o rapaz de rosa que aparece dirigindo o Jeep. Seu papel na trama acabou sendo substituído pelo advogado Donald Gennaro (Martin Ferrero), que também foi retratado de forma bem diferente do livro. Em 2015, a pobre Zara Young (Katie McGrath) vira uma versão feminina do Ed. Assim como no livro, ela é uma assessora frustrada por ter sido designada para servir de babá dos sobrinhos da chefe. A personagem ficou famosa por ter uma das mortes mais cruéis da saga, sendo afogada por um pteranodon e depois engolida pelo mosassauro.
Pobre Zara…
Treinador de Raptores
Uma das cenas mais emblemáticas – e criticadas – de Jurassic World (2015) já havia sido idealizada lá em 1990. O fato de Owen Grady (Chris Pratt) treinar os velociraptores como se fossem uma alcateia virou piada entre alguns biólogos por ser praticamente impossível desenvolver uma relação afetiva com um réptil, considerando que esses animais não demonstram tal capacidade. O problema é que, além de se tratar dos animais mais inteligentes desse universo FICTÍCIO, há um momento no livro de 1990 em que é dito que a ideia base do parque é fazer os animais responderem às ações dos tratadores, tal qual animais de zoológico que não atacam seus tratadores na hora da alimentação ou do banho. Para que, criando um vínculo quase afetivo, eles pudessem ser treinados e utilizados nas atrações do parque.
Além disso, em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), o personagem de Chris Pratt é mostrado treinando a velociraptor Blue ainda filhote. Ele dá agrados, faz carinho, e ela vem se aproximando do treinador de forma dócil e fofa. No livro, enquanto eles fazem o tour e passam pelo setor de biotecnologia, Tim entra no berçário e prontamente um bebê velociraptor pula em seu colo, cheio de chamego.
A obsessão de WuHenry Wu é um personagem importantíssimo na mitologia do Jurassic Park. Ele é o cientista responsável por descobrir como trazer os dinossauros de volta à vida. Tudo bem, ele morre estripado por um velociraptor no livro, mas sua versão cinematográfica, vivida por BD Wong, não apenas sobreviveu aos eventos do parque, como também virou o grande vilão da trilogia nova. Obcecado pela perfeição, ele cria novas espécies “melhoradas” e “sem defeitos”, causando uma série de catástrofes, como a destruição do parque e a liberação de dinossauros no mundo. Essa sede por “melhorar” os animais já é mostrada na história original. Chamado “versão 4.4”, esse capítulo traz Wu tentando convencer John Hammond a deixar que ele altere geneticamente o comportamento das próximas ninhadas para que elas viessem mais lentas e domesticadas, mais parecidas com animais de zoológico. John nega e dá uma humilhada básica no jovem geneticista, que segue tratando os dinossauros como itens de laboratório.
O logo do parque
O livro descreve a identidade visual do parque voltada para o azul. O próprio logo era composto por um dinossauro azulado. A versão de cinema trouxe uma versão amarela, preta e vermelha. Já Jurassic World apostou mais no azul do livro.
Atrações
É inegável que um dos maiores atrativos deJurassic World foi poder ver um mundo em que o Jurassic Park conseguiu contornar as mortes da tragédia de 1993 e enfim foi aberto para o público. Vê-lo funcionando como um verdadeiro parque temático foi de encher os olhos, e a equipe de produção fez um trabalho impecável montando a caracterização dos funcionários, dos brinquedos, do merchandising… Enfim, eles realmente criaram um parque de diversões para a gravação do filme. E algumas das atrações já haviam sido citadas por Ed Regis e John Hammond no livro.O passeio no rio, que foi retratado de forma breve como o “Cruzeiro no Cretáceo”, é comentado inúmeras vezes no livro. O vale da girosfera, em que os turistas passeiam entre os dinossauros dentro de uma bola de vidro, foi comentado por Ed Regis, que diz: “Em algum momento, esperamos poder dirigir entre os animais, como eles fazem nos parques de caça na África”.
Gigantes GentisNa atração “Gigantes Gentis”, que funcionava como uma fazendinha de dinossauros, crianças de até 1,20 m podem entrar nos cercados e montar nos bebês dinossauros mais parrudos. No livro, logo após os eventos causados pelo primeiro ataque do Tiranossauro, Grant e as crianças se escondem em um galpão para poderem descansar. Em dado momento, Lex – a caçula no livro – aparece brincando com um bebê triceratops, a quem ela chama de Ralph (por se parecer com um amiguinho de mesmo nome da escola). A menina diz que o dinossaurinho é mansinho e poderia até mesmo montar nele se quisesse. Atitude essa imediatamente reprovada por Grant, que pede para a menina deixar o Ralph em paz. Em Jurassic World, lá está uma menina montando um bebê triceratops.
“Matando por esporte“Outro momento emblemático de Jurassic World é quando Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) chegam a um vale e encontram alguns apatossauros agonizantes, vítimas da Indominus Rex. Observando o padrão das mortes, que não mostrava nenhuma marca do predador ter se alimentado dos animais que matou, Owen diz que o dinossauro híbrido: “está matando por esporte”. No livro, o perito em predadores Robert Muldoon, interpretado por Bob Peck, no filme de 1993, alerta os cientistas sobre o perigo dos velociraptores, dizendo que eles nunca recusam uma presa e caçam mesmo sem estar com fome. Ou seja, eles caçam por esporte.
Pequeno contratempo Diferentemente de Jurassic Park (1993), no livro, quando os bugs no sistema inseridos por Dennys Nedry (Wayne Knight) começam a fazer efeito, a equipe não fica achando que foi tudo por água abaixo. Na verdade, assim que eles conseguem restabelecer a energia, a primeira atitude dos cerca de 20 funcionários presentes no parque é identificar os animais que haviam se soltado para capturá-los, recolocá-los nas jaulas e consertar o que tivesse sido quebrado durante a falha. Ou seja, o parque não para de funcionar. Hammond e John Arnold – que foi vivido por Samuel L. Jackson nos cinemas – lidam com a situação como se fosse um pequeno contratempo no cronograma. Mais pra frente, a situação ficaria ainda pior e terminaria com a morte de ambos. Da mesma forma, no filme de 2015, quando a Indominus Rex escapa do padoque e sai por aí matando tudo e todos que aparecem pela frente, a direção do Jurassic World lida como se fosse um pequeno contratempo, mostrando o total desrespeito pela vida humana e uma soberba absurda diante da criatura que eles fizeram no laboratório. Por conta disso milhares de pessoas morrem ou saem feridas, inclusive o Sr. Masrani (Irrfan Khan), até então dono do parque.
Norman AthertonNo livro, mesmo sem aparecer de forma física – ele é apenas citado em um flashback -, Atherton é um personagem muito importante. Mentor de Henry Wu, ele era um geneticista genial que ajudou a criar e a transformar a InGen na empresa multibilionária que era. Quando John Hammond saía para reuniões com possíveis investidores, sempre levava junto um elefante em miniatura criado por Norman Atherton usando a biotecnologia. O animalzinho chamava a atenção de todos, que ficavam chocados com o poder da manipulação do DNA e acabavam investindo na empresa. Atherton falece de um problema cardíaco antes que Hammond inicie o projeto dos dinossauros. Em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), somos apresentados a um antigo sócio de John Hammond (Richard Attenborough), chamado Benjamin Lockwood (James Cromwell). Ele foi parceiro de Hammond e os primeiros dinossauros foram criados no porão de sua propriedade. Apesar de não ter confirmação, é quase certo que Lockwood seja o Atherton da versão cinematográfica da obra, já que os dois personagens são muito parecidos. A diferença é que, em vez de clonar um elefante, Lockwood clonou a própria filha em segredo. Uma curiosidade interessante é que Lockwood é o único personagem da franquia a ser morto diretamente por um ser-humano, e não por um dinossauro.
Vulcão NublarApesar de ser constantemente chamada de Ilha Nublar, a região que sedia o Jurassic Park/ World não é exatamente uma ilha. Uma das primeiras coisas faladas quando os personagens do livro chegam ao parque é que ele foi construído em região vulcânica, por isso havia bastante vegetação e vários pontos em que os turistas poderiam ver jatos de gás saindo do chão, o que não era figuração colocada para dar um ar mais “jurássico”, mas efeito do vulcão Nublar. Isso nunca tinha sido dito nos filmes até que J. Bayonaresolveu colocá-lo em erupção em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
“A vida encontra um meio”
A frase do Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) virou sinônimo da franquia dos dinossauros nos cinemas. No livro, ele explica várias vezes sobre seu trabalho com as equações não-lineares e a teoria do caos. Acaba que, independentemente da versão, ele está sempre certo. Em um dos milhares de momento em que ele para pra explicar para Gennaro como funciona a teoria do caos, o Dr. Malcolm diz que as pessoas consideram eventos inesperados, como uma batida de carro, como um desvio da normalidade, mas que o caos já previa isso como parte do todo. Em Jurassic Park (1993), a cena em questão acabou reduzida e virou um momento em que Malcolm tenta dar uma cantada na Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) dentro do carro. O trecho descartado, que fala sobre a interferência humana e a batida de carro, é utilizado palavra por palavra no discurso de Ian Malcolm no encerramento de Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Lewis Dodgson retornará em Jurassic World: Dominion, podendo explorar um pouco mais de seu background dos livros.
Com cinco filmes já produzidos, sobraram poucas coisas do primeiro livro para serem exploradas em Jurassic World: Dominion, que tem previsão de estreia para 2022. No entanto, já se sabe que o trio principal do primeiro filme retornará, assim como o geneticista Lewis Dodgson, que foi vivido por Cameron Thorem Jurassic Park (1993), e agora será interpretado por Campbell Scott. No livro, Dodgson é o principal geneticista da BioSyn, uma concorrente da InGen que realiza roubo de pesquisa para criar suas vacinas e animais. Dodgson suborna Dennys Nedry para conseguir os embriões do Jurassic Park para reproduzi-los antes que a InGen registrasse a patente dos dinossauros. Ele acreditava que Hammond queria fazer dinossauros em miniatura para vender como pet para as crianças, o que faria muito dinheiro internacionalmente. Como o personagem vai retornar para o terceiro filme da nova trilogia, espera-se que ele tenha conseguido criar seus próprios animais e que, de alguma forma, ele se encaixe na trama de tráfico internacional de dinossauros para uso bélico que foi estabelecida em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Jurassic World: Dominion está com estreia prevista para 10 de junho de 2022. Ansiosos?
Riviera Francesa, verão europeu. O calor, a água salgada do mar, o sol quente batendo na pele dos turistas e moradores de Cannes, mundialmente conhecida pelo festival internacional de cinema. Se por um lado a cidade recebe inúmeros turistas atrás de glamour e badalação nas férias de verão, por outro há os moradores locais – pessoas comuns que veem no verão a oportunidade de trabalhar e ganhar uma grana extra.
É nesse contexto que conhecemos a jovem Naïma (Mina Farid), que, às vésperas de fazer 16 anos recebe a inesperada visita da prima Sofia (Zahia Dehar) em sua casa, em Cannes. Com uma mãe que trabalha o tempo todo em um hotel de luxo, Naïma encontra na prima a referência de que precisa para se tornar uma adolescente com autoestima e mais segura de si. Só que Sofia tem um estilo de vida-livre que não é exatamente o que a sociedade julga como apropriado, e, quando ela se envolve com o ricaço brasileiro Andres (Nuno Lopes, o bonitão de ‘White Lines’), Naïma descobre o deslumbrante e sedutor mundo do luxo.
Com uma premissa bem simples, ‘A Prima Sofia’ quer, acima de tudo, prestar uma homenagem à duas musas do cinema europeu: Sophia Loren (não à toa, a personagem-título leva o seu nome e se comporta esteticamente como a atriz italiana) e um pouquinho também de Brigitte Bardot, com seus cabelos loiros e a sua desibinição nos banhos em locais públicos. Nesse sentido, o argumento e roteiro de Rebecca Zlotowski resgata aquela atmosfera de encantamento e provocante sedução que os filmes estrelados por Sophia Loren tinham.
O mesmo acontece toda vez que Zahia Dehar entra em cena: a forma como ela olha, como se porta, todos os seus gestos são suaves e calculados para seduzir – o expectador não tem escolha senão ficar tal como um voyeur e se apaixonar por ela. Isso tem a ver com a direção de Rebecca Zlotowski, que centra o filme no corpo da atriz e movimenta a câmera de modo que o espectador está no mesmo patamar da adolescente Naïma, descobrindo aquela prima enigmática, bela e cheia de artifícios, com seus olhos de ressaca, oblíquos e dissimulados. Sofia quer ser vista – pelos personagens e pelos espectadores – e gosta de ser admirada por seu público.
Se por um lado ‘A Prima Sofia’ constrói bem toda essa atmosfera tão pungente do cinema europeu dos anos 1950 (a própria Sophia Loren começou a carreia aos 15 anos, tal como a personagem Naïma que, por sua vez, não quer ser atriz), por outro o longa pega tudo isso e descarta como se fosse fast-food, incapaz de conferir profundidade à personagem-título. Assim, com a intenção de homenagem, ‘A Prima Sofia’ acaba apresentando um terrível julgamento dos corpos femininos – tanto é assim que o título original do longa é ‘Une fille facile’, ou “uma menina fácil”. Contraditório.
‘A Prima Sofia’ é um filme com o sabor agridoce do fim de verão, com uma intenção que acaba indo na contramão da proposta e que resgata uma narrativa europeia de contas histórias bastante desconhecida do público da Netflix.
O aguardado ‘John Wick 3: Parabellum‘ ganhou uma polêmica. Segundo o CinemaBlend, durante as exibições teste do longa, houve um problema nítido que o público fez questão de avisar.
Os espectadores simplesmente amaram o filme, mas odiaram as cenas de ação.
Mesmo com muitos elogios, o público não gostou do excesso de quantidade desses segmentos mais agitados. Agora resta saber como a produção do filme irá lidar com o problema até a versão final que será exibida nos cinemas em breve.
Chad Stahelski, que comandou os dois filmes anteriores, retorna na direção.
Na trama, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.
A produção da quarta temporada de ‘Wynonna Earp’ finalmente começou: o SyFyChannel anunciou hoje, 02 de julho, que as filmagens se iniciaram e que a série deve retornar para o verão norte-americano de 2020.
O show havia sido renovado no final do ano passado, mas problemas financeiros impediram que o quarto ciclo se movesse mais rápido. A emissora também confirmou a renovação para a quinta temporada, que deve estrear em 2021.
Confira o teaser trailer do retorno da série abaixo:
Dear Earpers,
We’re very pleased to announce WE ARE ALL IN for another season of #WynonnaEarp & wanted you to know how much we appreciate everyone who’s rallied behind the show & kept the faith.
Thank You! #Victory4Wynonna! pic.twitter.com/grEADnMa9Z
Durante uma coletiva de imprensa realizada hoje (09), o presidente John Landgraf, da FX, anunciou que a estreia de ‘American Crime Story: Impeachment’ foi adiada mais uma vez.
Anteriormente prevista para ser lançada em 27 de setembro de 2020, a nova iteração da antologia começará a ser produzida em 21 de março e se estende até outubro deste ano – impossibilitando que a data permaneça a mesma. Ainda não se sabe quando o próximo ciclo será exibido agora.
A série de fantasia gira em torno de um camponês chamado Patrick, que passa a trabalhar como escudeiro em um castelo – que parecia algo maravilhoso, mas provou ser um pesadelo. Todos os governantes são corruptos e absurdamente sexuais, e Patrick deve encontrar um jeito de navegar por esse estilo de vida conturbado.
Conquistando 61% de aprovação no Rotten Tomatoes até o momento, o longa dividiu opiniões, mas recebeu elogios pela eletrizante e enérgica atuação de Hathaway, que carrega a produção com uma abordagem mais performática da Bruxa Mãe.
Confira as principais avaliações já publicadas:
“O feitiço não foi lançado” – Peter Bradshaw, Guardian
“Precisamos mesmo de outra versão? Não, mas Anne Hathaway claramente apreciou a oportunidade”. – Clarisse Loughrey, Independent (UK)
“Ainda assim, a imagem permanente é a de Hathaway como Lilith … E é uma performance e tanto”. – Kevin Maher, Times (UK)
“Talvez este filme seja voltado para crianças mais jovens do que o original (e certamente o livro), mas Zemeckis, como co-roterista, suaviza demais a história”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic
“O filme, em sua melhor forma, é grosseiro, bobo, amigável e perturbador, o que pode ser tudo o que importa”. – Richard Lawson, Vanity Fair
“Os efeitos especiais são de primeira classe e as performances são muito exageradas, mas divertidas. Porém, Convenção das Bruxas é muito perturbador para crianças pequenas e não ousado o bastante para cativar os adultos”. – Richard Roeper, Chicago Sun-Times
Dirigido por Robert Zemeckis, o longa é baseado no livro homônimo lançado em 1983, escrito por Roald Dahl. O material já havia sido adaptado para as telonas em 1990, estrelado porAnjelica Huston.
A trama segue um menino órfão (Bruno) que, no final de 1967, vai morar com sua amada avó (Spencer) na cidade rural de Demopolis, no Alabama. O menino e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente fascinantes, mas completamente diabólicas, de modo que a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um resort à beira-mar opulento. Lamentavelmente, eles chegam exatamente no mesmo momento em que a Grã-bruxa do mundo (Hathaway) reuniu seus companheiros de todo o mundo – disfarçados – para realizar seus planos nefastos.
A lendária Beyoncé fez história mais uma vez na cerimôna da 63ª edição do Grammy Awards e tornou-se a mulher mais premiada de todos os tempos.
Sua última estatueta conquistada com a potente “BLACK PARADE” lhe garantiu nada menos que 28 prêmios – e, na noite de hoje, foi a grande condecorada com os prêmios de Melhor Videoclipe por “Brown Skin Girl”, Melhor Performance R&B pela canção supracitada, Melhor Performance Rap e Melhor Canção Rap (as duas últimas dividindo o gramofone com Megan Thee Stallionpelo remix de “Savage”).
O retorno icônico da Queen-B para os holofotes veio em momento de comemorar o 155º aniversário do fim da escravidão nos Estados Unidos, no período conhecido como Juneteenth.
Essa é a primeira música original de Beyoncé desde “Spirit”, composta para o remake em live-action de ‘O Rei Leão’.
O reboot da clássica série oitentista ‘Tal Pai, Tal Filho‘, intitulada ‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce‘, ganhou data de estreia oficial e um primeiro teaser incrível.
A produção será lançada no Disney+ no dia 08 de setembro.
Confira:
A trama acompanha Lahela Kameāloha, uma garota de 16 anos com descendência asiática que tenta seguir a carreira de médica no Havaí, enquanto tenta conciliar com a vida de adolescente. Lahela contará com a ajuda da sua atrapalhada família. Enquanto sua mãe irlandesa é pavio curto e supervisora o hospital onde ela trabalha, seu pai havaiano luta para aceitar que sua filha não é mais uma garotinha.
Confira as primeiras imagens:
DOOGIE KAMEALOHA, M.D. – “License to Not Drive” – Yearning for freedom, Lahela defies Clara and takes the family car without permission. (Disney/Karen Neal) KATHLEEN ROSE PERKINS, PEYTON ELIZABETH LEE, JEFFREY BOWYER- CHAPMAN, MAPUANA MAKIA
Na versão original, Neil Patrick Harris (‘How I Met Your Mother‘) vive um gênio adolescente, que tenta lidar com as complexidades da juventude, à medida em que atua como um médico licenciado em um programa de residência bem exigente. O enorme sucesso da produção, que no inglês se chama Doogie Howser, M.D., transformou a carreira do ator, lançando-o ao estrelato.
‘Tal Pai, Tal Filho‘ foi exibida entre 1989 e 1993.
O suspense ‘Noite Passada em Soho‘ ganhou inúmeros elogios da crítica e do público e, agora, a Focus Features divulgou um novo vídeo de bastidores que explora os incríveis efeitos visuais do longa-metragem.
A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…
4139_D056_00238_R Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release. Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features
A HBO Max divulgou o trailer oficial do 2º episódio da série ‘A Mulher do Viajante no Tempo‘ (The Time Traveler’s Wife), adaptação do romance homônimo de Audrey Niffenegger.
Quando se conhecem, Henry tem 28 anos e Clare, vinte. Ele é um moderno bibliotecário; ela, uma linda estudante de arte. Os dois se apaixonam, se casam e passam a perseguir os objetivos comuns à maioria dos casais: filhos, bons amigos, um trabalho gratificante. Mas o seu casamento nunca poderá ser normal. Henry sofre de um distúrbio genético raro e de tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele então é capaz de viajar no tempo, levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida, no passado ou no futuro. Os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. A cada viagem, ele tem uma idade diferente e precisa se readaptar mais uma vez à própria vida. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado de sua relação. Em A Mulher do Viajante no Tempo, a autora mostra com muita sensibilidade, inteligência e bom humor que o verdadeiro amor é capaz de transpor todas as barreiras – inclusive a mais implacável de todas: o tempo.
Em 2009, o livro ganhou uma adaptação para os cinemas, que no Brasil recebeu o título ‘Te Amarei Para Sempre‘. O longa foi estrelado por Rachel McAdams e Eric Bana.
‘Women Talking’ fez sua estreia oficial no Festival de Telluride de 2022, conquistando aclame por parte dos críticos, que rasgaram elogios para o elenco, a direção, o roteiro e a trilha sonora.
Lindsay Lohan tem uma carreira recheada de clássicos atemporais que, mesmo anos depois de seu lançamento, continuam como favoritos do público – como ‘Sexta-Feira Muito Louca’, ‘Confissões de uma Adolescente em Crise’ e ‘Meninas Malvadas’. E um dos títulos mais conhecidos de sua carreira é o remake de ‘Operação Cupido’ (que também marcou sua estreia como atriz).
Na trama, as gêmeas Hallie e Annie (Lohan) foram separadas ainda pequenas. Uma ficou com a mãe, Elizabeth (Natasha Richardson), e outra com o pai, Nicholas (Dennis Quaid). Um dia as duas se encontram num acampamento de verão e se dão conta do parentesco até então desconhecido. Elas trocam de lugar na volta para a casa e elaboram um plano para que o casal volte às boas e a família enfim possa se reunir.
Com direção e roteiro de Nancy Meyers, o longa-metragem serviu como uma versão atualizada do clássico de 1961 e uma adaptação do romance alemão ‘Lisa e Lottie’. Além da ótima recepção crítica (conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa fez um estrondo de bilheteria e arrecadou mais de US$92 milhões contra um orçamento de US$15 milhões – além de colocar Lohan no centro dos holofotes.
Em 2023, ‘Operação Cupido’ completa 25 anos desde seu lançamento nos cinemas e, para celebrar suas bodas de prata, preparamos uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores.
Confira:
Para suas cenas de tela dividida, Lohan usava um fone de ouvido que reproduzia o diálogo da outra irmã.
O garoto perdido que aparece no acampamento de meninas é interpretado por Michael Lohan, irmão de Lindsay na vida real. Os irmãos da atriz aparecem regularmente como figurantes em seus filmes.
Quando Lohan tinha 11 anos, ela fingiu estar doente para poder faltar à escola e ir à sua primeira audição para o longa-metragem.
Mara Wilson fez o teste para os papéis duplos, mas acabou sendo preterida, porque os produtores sentiram que ela não tinha idade suficiente para interpretá-los. Scarlett Johansson, Alex McKenna, Michelle Trachtenberg e Tina Majorino também fizeram testes.
A cena em que Annie e Hallie estão deitadas na cama e a câmera faz um movimento panorâmico da lua para a foto dos pais e, então, para as gêmeas, levou seis horas para ser completada. Lohan teve que mudar de Annie para Hallie e fazer essa troca várias vezes.
É possível ouvir Lohan cantando “Let’s Get Together” enquanto entra no elevador do Stafford Hotel. Essa música é do filme original de 1961.
Meyers escolheu Lohan a dedo para interpretar o papel duplo das gêmeas no filme e telefonou para a própria família para informar à atriz que ela havia conseguido o papel.
Para encontrar a atriz que interpretaria Hallie e Annie, uma pesquisa exaustiva de elenco foi realizada em Boston, Chicago, Minneapolis, Atlanta, Miami, Vancouver, Toronto e Londres, com chamadas abertas em Nova York e Los Angeles.
Tanto a produção original quanto o remake têm exatamente 2 horas e 9 minutos de duração.
Durante a cena do chalé com a armadilha, onde o balão de água é jogado na cabeça de Annie, uma tachinha foi presa no cabelo de Lindsay Lohan para que o balão estourasse antes de realmente atingi-la. O balão era tão pesado que simplesmente deixá-lo cair em sua cabeça provavelmente não estouraria e poderia causar ferimentos graves no pescoço. Esse truque aparentemente divertido e bobo seria de fato perigoso sem tomar as devidas precauções.
O novo filme de ficção científica do diretor Gareth Edwards (‘Rogue One: Uma História Star Wars’), ‘Resistência‘ (‘The Creator’), teve um novo teaser divulgado pela 20th Century Studios.
O longa é estrelado por John David Washington, e acompanha um homem com uma missão misteriosa em uma distopia em que a inteligência artificial dominou a Terra.
O filme chega aos cinemas no dia 28 de setembro.
Confira, junto ao trailer:
‘Resistência’ é um filme de drama e ficção científica que se passa em um futuro distante, em meio a um planeta tomado por uma intensa guerra entre seres humanos e inteligência artificial. O ex-agente Joshua (John David Washington) é recrutado para localizar e matar o Criador – um misterioso arquiteto responsável por desenvolver uma arma capaz de acabar com o confronto e com toda a humanidade. Joshua e sua equipe partem, então, para um território sombrio ocupado pela IA, mas acabam fazendo uma descoberta chocante: a arma que devem destruir é, na verdade, uma inteligência artificial em forma de criança.
A produção estreará oficialmente no dia 25 de fevereiro.
“Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”
A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.
Vale lembrar que, em uma recente entrevista ao Collider, Murphy revelou que já começou a gravar suas falas para o próximo capítulo – e também confirmou que a DreamWorks está trabalhando também em um spin-off focado em seu personagem, o Burro..
“Comecei a gravar [para] ‘Shrek 5’ […]. E estamos fazendo um [filme] focado no Burro também”, ele disse.
Mais detalhes sobre o quinto filme da franquia não foram revelados.
‘Shrek’ tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.
A produção contará com seis episódios e foi criada e escrita por Joe Barton.
Na trama, Knightley dá vida a Helen Webb, uma esposa e mãe perspicaz, prática e dedicada – e espiã profissional. Durante uma década, ela transmitiu os segredos do marido político à organização obscura para a qual trabalha: as Black Doves. Quando seu amante secreto Jason (Koji) é assassinado, seu espião mestre, o enigmático Reed (Lancashire), chama um velho amigo de Helen para mantê-la segura – Sam Young (Whishaw).
Sam é um assassino suave que bebe champanhe. Mas tendo estado fora do jogo desde um trabalho fracassado com consequências desastrosas, ele voltou para casa, para uma Londres que seguiu em frente sem ele. À medida que o seu passado ameaça alcançá-lo, a sua tarefa é proteger Helen enquanto ela investiga quem matou Jason e porquê.
Dizer que Cate Blanchett é uma das melhores atrizes de sua geração é esbarrar na redundância. Com pontuais exceções (que se destinam mais ao feitio cinematográfico ou televisivo do que sua performance), sua carreira é recheada de incríveis e inesquecíveis rendições artísticas que refletem uma versatilidade invejável e a colocam ao lado de nomes como Meryl Streep e Viola Davis.
E, em comemoração aos seus 56 anos de idade – comemorados hoje, 14 de maio -, separamos uma singela lista com produções recentes estreladas pela vencedora do Oscar para você ver nos streamings.
Apesar dos poucos créditos televisivos, Blanchett voltou a nos chamar a atenção ao fechar contrato com o Hulu para estrelar ‘Mrs. America’, uma série biográfica baseada na vida da militante conservadora Phyllis Schlafly, uma ativista que mobilizou um grupo de mulheres conservadoras para se opor diretamente à aprovação da legislatura, alegando a destruição dos ideais do matrimônio e da família e da perda de privilégios já conquistados desde a primeira onda do feminismo ainda no século XIX.
Aqui, Blanchett volta a nos assombrar com sua versatilidade performática, abandonando suas raízes australianas para encarnar com visceralidade o sotaque de Missouri e nos fazer apaixonar (e odiar, é claro) uma atuação bastante concisa – e reiterando seu status como uma das maiores atrizes de todos os tempos.
Quando pensávamos que Blanchett não poderia mais nos surpreender, ela retorna com força total e entrega uma tour-de-force aplaudível – e que lhe rendeu mais uma indicação ao Oscar. Em ‘TÁR’, que chegou aos cinemas em 2022 e trouxe Todd Field na direção, Blanchett interpreta Lydia Tár em uma poderosa performance que nos arrebata desde os primeiros segundos de tela.
Na trama, Lydia, a primeira diretora musical feminina da Filarmônica de Berlim, está no topo do mundo. Como regente, Lydia não apenas orquestra, mas também manipula. Como uma pioneira, a virtuosa apaixonada lidera o caminho na indústria da música clássica dominada por homens. No entanto, forças que nem mesmo ela pode controlar lentamente destroem a elaborada fachada de Lydia, revelando segredos sujos e a natureza corrosiva do poder.
BORDERLANDS: O DESTINO DO MUNDO ESTÁ EM JOGO (2024)
A adaptação do aclamado game‘Borderlands’ definitivamente não fez o sucesso que prometia, mas ao menos divertiu uma parcela do público que comprou a farofada dirigida por Eli Roth. E, entre mais baixos do que altos, ao menos o elenco da produção fez um trabalho sólido ao não levar a sério a narrativa e divertir-se dentro de um universo vibrante e frenético.
Na trama, Blanchett interpreta Lilith, uma infame fora da lei forma uma aliança inesperada com uma equipe de heróis – cujos nomes incluem Jamie Lee Curtis, Ariana Greenblatt, Kevin Hart, Jack Black e outros. Juntos, eles lutam contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar uma garota desaparecida que detém a chave para um poder inimaginável.
Uma das habilidades mais incríveis de Blanchett é a capacidade de, produção a produção, transmutar-se em uma persona totalmente diferente e dotada de características únicas, adicionando camadas de interpretação que nem sequer sabíamos que era possível. E em ‘DISCLAIMER*’, série da Apple TV+ criada e dirigida por ninguém menos que Alfonso Cuarón, ela nos arrebata com uma performance visceral e irretocável do começo ao fim.
Baseada no romance homônimo de Renée Knight, a trama acompanha uma famosa jornalista chamada Catherine Ravenscroft (Cate Blanchett) que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando um romance recém-publicado expôs um sombrio segredo sobre seu passado e a lançou em uma empreitada para não apenas trazer a verdade à tona, mas proteger sua família de um vingativo pai de família que deseja destruir tudo o que ela conhece a qualquer custo.
CÓDIGO PRETO (2025)
Onde assistir: Apple TV+ (Aluguel)
A trama de ‘Código Preto’ é centrada em um casal de espiões formado por George Woodhouse (Michael Fassbender) e Kathryn St. Jean (Cate Blanchett). Ambos trabalham em uma empresa que monitora possíveis atividades terroristas no Reino Unido e no restante do mundo – colocando George em um impasse quando, ao investigar o paradeiro de uma poderosa arma que pode dizimar o mundo, descobre que a esposa está entre a lista de suspeitos que podem ter traído o próprio país em prol de um conluio criminoso.
Porém, considerando a confiança que nutre em Kathryn, George delineia um plano para revelar o verdadeiro culpado, percebendo que as coisas não são tão simples quanto parecem e que a verdade está bem à frente dos seus olhos, mesmo escondida sob pretextos controversos.
A produção terá sua estreia mundial no dia 26 de abril de 2026 no Palace Theatre. O anúncio foi feito hoje pelos produtores James Carpinello, Marchus Chait e Patrick Wilson.
O musical inédito conta com uma história assinada por James Jeremias e Janice Roberta Fischer. O vencedor de dois prêmios do Tony Michael Arden assume a cadeira de direção, enquanto David Hornsby e Chris Hoch assinam o livro.
O grupo The Rescues fica responsável pela música e pelas letras.
A comédia de terror, que foi levada aos cinemas por Joel Schumacher em 1987, acompanha dois irmãos adolescentes que se mudam com a mãe divorciada para a cidade fictícia de Santa Carla, Califórnia, apenas para descobrir que a cidade é um refúgio para vampiros.
A produção é estrelada por Caissie Levy (Lucy Emerson), LJ Benet (Michael Emerson), Ali Louis Bourzgui (David), Benjamin Pajak (Sam Emerson), Maria Wirries (Star) e Paul Alexander Nolan (Max).
O elenco ainda conta com Jennifer Duka, Miguel Gil, Brian Flores, Sean Grandillo e Dean Maupin.
Jessie Buckley tem trilhado um caminho de extremo sucesso no cenário do entretenimento, roubando os holofotes com performances aclamadas e sendo honrada com os maiores prêmios da indústria.
Não é surpresa que, após estrelar diversos projetos ambiciosos e ovacionados pela crítica e pelo público, ela finalmente tenha se sagrado uma das melhores atrizes da geração ao conquistar um merecido Oscar por seu trabalho em ‘Hamnet’, drama histórico assinado por Chloé Zhao. Na produção, Buckley interpretou Agnes Shakespeare, esposa do famoso dramaturgo William Shakespeare, em uma jornada de luto, redenção e esperança que lhe rendeu a merecida estatueta dourada de Melhor Atriz.
Pensando nisso e para celebrar sua invejável carreira, preparamos uma breve lista elencando os cinco melhores papéis da atriz.
Depois de ter estrelado nas minisséries ‘Guerra e Paz’ e ‘Taboo’, Buckley fez sua estreia no circuito cinematográfico com o filme ‘Beast’. Mas não foi até 2018 que a atriz ganharia destaque com o drama musical ‘As Loucuras de Rose’. Dirigido por Tom Harper, o longa-metragem conquistou críticas bastante positivas e garantiram à performer uma indicação ao BAFTA de Melhor Atriz – e inclusive ganhou uma versão para os palcos que debutou em Edimburgo no ano passado.
Na trama, Buckley encarna Rose-Lynn Harlan, uma aspirante à cantora de country e mãe solteira que foi condenada a dois anos de prisão por contrabando de heroína – ainda que tenha afirmado não saber o que havia no pacote. Depois de solta e sem qualquer emprego à vista, ela é forçada a abandonar seu sonho para encontrar um trabalho fixo que a permita dar uma boa vida aos filhos – mas um acontecimento inesperado a coloca de volta à ativa em uma montanha-russa de emoções e de amadurecimento.
Buckley tem uma capacidade incrível de sempre nos surpreender com suas habilidades performáticas e, recentemente, voltou a nos encantar com seu papel protagonista na excêntrica tragicomédia ácida ‘A Noiva!’, de Maggie Gyllenhaal. Mergulhando de cabeça em uma insana atuação dupla, a artista se despoja de quaisquer possíveis retrações e joga-se de cabeça em uma metafísica exploração da loucura e da ambição humanas em uma releitura certeira e diabolicamente controversa do clássico ‘Frankenstein’ de Mary Shelley e do icônico longa ‘A Noiva de Frankenstein’.
A trama se inicia com a introdução de Ida (Buckley), uma mulher que, em meio a um caótico jantar, é possuída pelo espírito de Shelley e é assassinada. O que ela não imaginava é que seria trazida de volta à vida por Frankenstein (Christian Bale), que, após um século de solidão, anseia por companhia e pede a ajuda da Dra. Euphronious (Annette Bening), especializada em reanimação de organismos. Contrariando as intuições iniciais e intrigada pela presença do excêntrico visitante, ela e Frankenstein desenterram o corpo de Ida – que sai de seu sono eterno em um ímpeto de entender quem é e qual o seu motivo de existência.
2020 foi um prolífico ano para Buckley, considerando que quatro filmes estrelados pela atriz chegaram aos cinemas e aos streamings. E, em meio a uma variedade de papéis naquele ano, seu trabalho pungente e surrealista no drama ‘Estou Pensando em Acabar com Tudo’, de Charlie Kaufman, destaca-se por reiterar o apreço da atriz por obras ousadas e que fogem dos convencionalismos da indústria – algo que ela leva consigo em boa parte dos projetos que seleciona.
Na singular melancolia do filme, adaptado do romance homônimo de Iain Reid, Buckley toma as rédeas de uma irrestrita produção em que interpreta uma personagem sem nome, conhecida apenas como Jovem Mulher, que viaja a uma fazenda para conhecer os pais de seu namorado. Entretanto, coisas estranhas começam a acontecer uma vez que ela chega ao imponente casarão – fazendo-a duvidar de tudo e de todos (inclusive dela mesma) em uma exploração profunda sobre a intangibilidade dos sonhos e a dolorosa nostalgia daquilo que não voltará mais.
Noah Hawley entregou a seus fãs uma espetacular quarta temporada da aclamada série antológica ‘Fargo’ – repetindo o sucesso dos ciclos anteriores com críticas extremamente positivas e vários prêmios. A trama é centrada em uma trégua instável entre dois sindicatos do crime — um negro e um italiano — que trocam seus filhos mais velhos para manter a paz. Quando o chefe da máfia italiana morre inesperadamente, a frágil convivência entre os grupos se rompe, desencadeando uma brutal luta pelo poder em meio a temas como imigração, assimilação e o sonho americano.
Buckley destacou-se no quarto ciclo da produção e inclusive conquistou uma indicação ao Satellite Awards por seu trabalho como Oraetta Mayflower, uma “enfermeira assassina” sinistra e excêntrica, com um jeito alegre e tipicamente interiorano. A personagem é uma figura caótica e fundamental na temporada, frequentemente interferindo na vida de outros personagens — incluindo um relacionamento memorável e assassino com Josto Fadda, da máfita italiana — e cuidando de seus “pacientes” com intenções obscuras.
Em ‘Hamnet’, Chloé Zhao nos presenteou com um potente e pungente drama de época e o que podemos caracterizar como a obra-prima de sua carreira – ao menos por enquanto. Tornando-se um sucesso incomparável, a trama funciona como uma ficção histórica que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.
Interpretando a protagonista Agnes, Buckley rende-se à melhor performance de sua expressiva filmografia (ao menos até agora); não apenas isso, mas com uma dilacerante e fabulosa atuação, a artista se sagra uma das melhores de sua geração – que foi coroada com incontáveis prêmios, incluindo o Globo de Ouro, o Critics Choice, o SAG Awards, o BAFTA e a cereja do bolo, o Oscar, na categoria de Melhor Atriz.
Em evento na convenção CinemaCon, em Las Vegas, o executivo da DisneyAlan Horn tratou de tranquilizar os fãs sobre o futuro do mercenário tagarela ‘Deadpool‘.
“Vocês verão mais coisas do Deadpool nos próximos anos.”
Após a compra da Fox pela Disney, havia o temor de Deadpool não seguir em produções para maiores. A franquia do super-herói, que conta com dois longas, faturou US$ 1,5 bilhão mundialmente, provando que filmes para maiores têm público. Por isso, a Disney não pretende desperdiçar o potencial do personagem na tela. Mas por enquanto ainda não está claro se o super-herói vai continuar estrelando filmes-solos ou se o personagem passará a integrar a família X-Men em outros projetos.
Além dos dois longas, ‘Deadpool’ conta com uma versão para menores, intitulada ‘Era uma Vez um Deadpool’.
Ainda não há previsão para ‘Deadpool 3‘ e ‘X-Force‘.
Para quem não sabe, a editora Archie Comics é responsável pelos quadrinhos de diversas séries de TV, como ‘Riverdale’, ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, e a vindoura ‘Katy Keene‘.
Por conta disso, diversos rumores apontaram possíveis crossovers entre ‘Sabrina‘ e ‘Riverdade‘, mas parece que isso não vai acontecer, por enquanto.
Durante uma entrevista para o Comic Book, a atrizCamila Mendes, que interpreta Veronica Lodge em ‘Riverdale‘, foi questionada sobre a possibilidade, ao que ela respondeu:
“Não, acho que não, porque ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ é uma produção original da Netflix. Se fosse da CW, acho que faríamos um crossover. Acho que vamos fazer um com ‘Katy Keene‘, que será lançada em breve.”
Anteriormente, o showrunner de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, Roberto Aguirre-Sacasa, deu detalhes sobre o crossover com ‘Riverdale‘ que eles planejaram e nunca saiu do papel.
“Nós estávamos pensando ‘Talvez a segunda temporada possa ser como [os quadrinhos sobrenaturais] Afterlife With Archie. Poderíamos trocar o gênero, e focar no terror… E Sabrina poderia aparecer e ser a vilã’. Na época, até conversamos sobre a primeira temporada terminar com a chegada da Sabrina.”
Ele continua, “No final das contas, sentimos que eram dois mundos diferentes. Havia uma separação entre Greendale e Riverdale – a magia deveria existir em Greendale, não em Riverdale.”
“A terceira temporada encontra Sabrina se recuperando dos eventos angustiantes do segundo ano. Embora ela tenha derrotado seu pai, Lúcifer, o Lorde das Trevas permanece preso dentro da prisão humana de seu amado namorado, Nicholas Scratch. Sabrina não consegue viver sabendo que Nick fez o sacrifício final e está sofrendo, queimando no inferno sob o olhar atento de Madame Satan.
Assim, com a ajuda de seus amigos mortais, “The Fright Club” (composto por Harvey, Rosalind e Theo), Sabrina faz sua missão libertá-lo da condenação eterna e trazê-lo de volta aos seus braços. No entanto, o golpe contra o Lorde das Trevas causou ondas de choque através dos reinos – e, sem ninguém no trono, Sabrina deve assumir o título de “Rainha” para defendê-lo contra um desafiante, o belo Príncipe do Inferno Caliban.
Enquanto isso, em Greendale, um misterioso carnaval chega à cidade, trazendo uma ameaça aos Spellmans e ao clã: uma tribo de pagãos que procura ressuscitar um mal antigo…”
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é um reboot sombrio da série clássica dos anos 90, e alegadamente se passa no mesmo universo que ‘Riverdale‘.
Meio bruxa. Meio mortal. Em seu 16º aniversário, Sabrina precisa escolher entre o mundo da bruxaria de sua família e o mundo humano de seus amigos. Ao lado de suas tias, seu gato Salem e seu namorado Harvey Kinkle, Sabrina enfrentará novas e aterrorizantes aventuras na misteriosa cidade de Greendale.
O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.
A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘Monster Hunter‘, mas parece que o público está detestando o vídeo.
Para quem não sabe, o longa estrelado por Milla Jovovich e Tony Jaa é uma adaptação da famosa série de jogos homônimos, e os fãs já estão apostando que a versão cinematográfica será um total fracasso.
Confira as reações:
Fazia TEMPOS que eu não via um trailer tão bosta quando o de Monster Hunter.
Quando nem o Marketing do filme cosnegue salvar ele em uma prévia de 2 minutos, dá pra saber o nível da obra final… pic.twitter.com/9h8g4z3xYh
— Bruno Micali em: mais games, menos coronavírus (@MicaliBruno) October 14, 2020
fui ver o trailer de Monster Hunter, apareceu a mensagem “do mesmo estudio que lançou resident evil( e diretor obviamente)” ja vi a bomba que vão lançar, mais ainda sim vou ver, vai que da bom(duvido). pic.twitter.com/3sTw6I31bm
Vi o trailer do filme do Monster Hunter e mano, os caras tem uma falta de criatividade absurda pra criar filme de jogo. A história é sempre de americanos aleatórios que vão para um mundo mágico cheio de fantasias, isso quando não é o contrário.
caraleo esse trailer de monster hunter é tudo que esperávamos: UMA GRANDE MERDA.
Pq raios não fazem algo mais próximo dos jogos? Pq raios tem que COLOCAR A MERDA DE UMA VIAGEM INTERDIMENSIONAL E ENFIAR SOLDADOS AMERICANOS NESSA MERDA…
pistola
O filme estreia no dia 03 de dezembro nos cinemas nacionais.
Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.
Sem muitas surpresas, a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, terá baixa classificação etária (PG-13). O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”.
‘O Esquadrão Suicida‘ traz de volta alguns personagens do filme anterior, como Harley Quinn (Margot Robbie), Rick Flag (Joel Kinnaman), Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e Amanda Waller (Viola Davis).
Mas estes não seriam os únicos a retornarem…
Durante uma entrevista para o Comic Book, o produtor Peter Safran disse que o retorno de Floyd Lawton/Pistoleiro (Will Smith) também foi cogitado.
“O retorno de Will Smith estava em discussão, mas acho que ele não voltou mais por questão de programação do que qualquer outra coisa. Sabíamos que tínhamos que começar a filmar em setembro de 2019 porque sabíamos que James iria voltar a trabalhar no novo ‘Guardiões da Galáxia’… Na época, Will não estava disponível, o que tornou tudo mais difícil.”
Pelo visto, o Bloodsport (Idris Elba) é quem vai assumir o lugar que teria sido do Pistoleiro.
E aí, você está ansioso para o filme?
Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘ chega aos cinemas nacionais em 05 de agosto.
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Além disso, seu retorno também foi marcante porque grande parte do público ainda desejava revê-lo na pele do herói depois que a franquia ‘O Espetacular Homem-Aranha’ foi interrompida no 2º filme.
Mas, durante uma entrevista para o The Telegraph, Garfield admitiu que estava com muito medo de reprisar o papel por conta de um motivo bem inusitado.
“Confesso que eu estava nervoso, bem, eu estava com medo mesmo [de retornar]. Porque eu já tenho 38 e não me imaginava vestindo aquela roupa colada de novo. Então, sim, eu estava lidando com o medo e a vergonha.”
Por outro lado, ele gostou tanto de retornar ao papel que revelou à Variety que adoraria fazer mais um filme para fechar a trilogia ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.
“Definitivamente! Quer dizer, se houvesse uma oportunidade de voltar atrás e contar mais dessa história. Acho que seria algo para bem maior, para o personagem, para os fãs… E eu tentaria dar o meu melhor para pegar emprestado o manto dele de volta.”
Depois disso, os fãs estão reforçando a campanha #maketasm3 (façam ‘O Espetacular Homem-Aranha 3’) para que a Sony Pictures aposte na ideia e traga Garfield em mais uma aventura.
A intenção das publicações é chamar a atenção do estúdio, assim como os fãs de Zack Snyder apostaram no #ReleasetheSnyderCut.
Confira as publicações:
O Andrew Garfield tá meio que implorando pra fazer outro filme do homem aranha, alguém da um papel do homem aranha pra essa criança
Já comemorando um possível retorno do Espetacular Homem-Aranha 3 do Andrew Garfield/Garfo,curtam esse post que seguirei todos para gente interegir sobre o nosso fav❤🕸🕷🕷🕷🕷🕸 pic.twitter.com/sRiGS0VKpU
EU N AGUENTO MAIS. Esse lindo desse Andrew Garfield ta na minha tl o tempo todo e eu quero chorar pq fica me dando esperanças POR FAVOR #MakeTASM3 por favor
Eu decidi maratonar todos os Homem-Aranha antes de ir no cinema ver Sem Volta Pra Casa e lembrei porque eu amo o Andrew Garfield. Eu acho que já posso dizer que a gente precisa de Espetacular Homem-Aranha 3, né?
De início, eu lançaria uma série do Andrew Garfield explorando o sexteto sinistro (uma continuação daquela luta dele com o rhino e do pós-crédito de TASM2) e o pós-morte da gwen. Em seguida, gravaria o TASM3 com o venom e acabaria a trilogia dessa lenda. pic.twitter.com/opp5amozFm
Todo mundo sabe que o Andrew Garfield é o melhor homem aranha e merece todo o reconhecimento do mundo. PRECISAMOS de mais filmes solo com ele sendo o nosso homem aranha. Por favor, Sony. #amazingspiderman3#HomemAranhaSemVoltaParaCasa Homem-Aranha Homem Aranha 3
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
No entanto, o longa foi bombardeado tanto pela crítica quanto pelos fãs, recebendo apenas 47% de aprovação no Rotten Tomatoes e tornando-se o primeiro filme da Marvel com pontuação negativa.
Pouco mais de um ano após a estreia, Nanjiani finalmente comentou sobre a péssima repercussão do longa.
Em entrevista para o podcast Happy Sad Confused, ele disse que ficou extremamente chateado com os comentários recebidos.
“Eu amo ‘Eternos‘. Acho que é fantástico e fiquei muito chateado por ser meio divisível, sabe? Chloe fez um grande trabalho. Ela fugiu do que já estava estabelecido em filmes de heróis e teve muita ambição ao mostrar algo diferente da maioria das adaptações de quadrinhos. Sua visão estava em um nível muito alto.”
Apesar de toda a negatividade em torno do filme, Zhao disse ao The Playlist que adoraria explorar mais do passado do MCU e investir no futuro da franquia.
“O que eu adorei neste filme é que ele está tão ligado à origem do MCU quanto ao futuro, o que pode nos levar à grandes repercussões. Com passado e futuro garantidos, podemos brincar e fazer o que quisermos, como num filme independente. Eu adoraria voltar para um segundo filme trabalhando a mesma equipe, então veremos.”
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
Ao longo dos episódios, o público elogiou bastante a personagem por sua personalidade fria e por sua fúria e habilidade nos combates de sabre de luz.
Em entrevista para a Entertainment Weekly, Sahkno foi questionada sobre o processo de criação da personagem ao que ela respondeu:
“Ela é muito calculista. Ela é impaciente, mas é perseverante. Ela está apenas começando a encontrar sua própria voz. As naves reais e muitos aspectos do mundo físico foram construídos para a série, então lembro-me de estar sentada dentro da minha cabine e realmente sentir minha versão mais jovem quando criança, reparando em tudo em volta. Todos os botões estão funcionando e você sente que é o seu sonho de infância se tornando realidade. Você realmente se sente como um piloto em uma nave. E você ganha a vida fazendo isso.”
Sakhno continuou, revelando como Filoni a encorajou a ter liberdade para criar a pesonalidade de Shin.
“Ele realmente valoriza a opinião de cada pessoa com quem trabalha. Criando Shin, eu simplesmente senti que meu envolvimento era importante. Como ela é uma personagem nova, tivemos que criar partes dela desde o início. Para mim, foi bom ter o poder de escolha em seu figurino, sua maquiagem e fui montando uma narrativa visual sobre ela e o que essa imagem transmite.”
Lembrando que o próximo episódio de ‘Ahsoka‘ estreia em 12 de setembro.
Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).
Por enquanto, Pedro Pascal é o único astro confirmado no elenco de ‘The Mandalorian & Grogu‘, filme que dará sequência às aventura de Din Djarin após a 3ª temporada da série de TV.
No entanto, os fãs esperam o retorno de figuras marcantes da atração, como a Armeira (Emily Swallow), que serve também como uma guia espiritual para o povo mandaloriano.
Em entrevista para o Screen Rant, Swallow foi questionada se recebeu algum convite para o projeto, mas ela foi direta do dizer que:
“Não!”
Quando o entrevistador acrescentou que os fãs esperam vê-la de volta ao papel, ela respondeu:
“Eu também espero.”
Lembrando que o filme está programado para estrear no dia 22 de maio de 2026.
De acordo com o Bespin Bulletin, o orçamento do longa deve girar em torno de US$ 120 milhões. O valor é menor do que o custo da 2ª e 3ª temporada da série original.
Foi dito que o motivo do valor tão baixo é devido a cortes de curtos que estão sendo ordenados pela Disney.
Por enquanto, ainda não muitos detalhes em torno do projeto, mas o Making Star Warsjá havia revelado (via CBM) que o longa dirigido por Jon Favreau, criador da série, deve dar início a uma nova trilogia da saga espacial.
Ao que parece, essa trilogia também incluirá o filme ainda sem título de Dave Filoni, que conectará a trama de ‘The Mandalorian’ com ‘Ahsoka‘.
Em uma entrevista à Vogue, a figurinista Jacqueline Durran, conhecida por seu trabalho em ‘Batman‘, destacou o aspecto de “autodescoberta” presente no filme ‘Barbie‘, estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling.
Durran compartilhou suas percepções sobre a importância desse aspecto na trama, afirmando: “A autodescoberta é um aspecto importante do filme. Todas as Barbies têm uma jornada a seguir, principalmente a de Margot Robbie. Fomos capazes de escolher elementos de moda para Barbie que indicassem a jornada interna pela qual ela está passando.”
Ela acrescentou: “Nunca tinha pensado que Barbie tinha um aspecto feminista. Você tende a pensar nela como antifeminista. Antes de trabalhar nesse filme, eu nunca tinha parado para pensar em como Barbie era revolucionária. Pela primeira vez, as meninas podiam brincar com uma boneca que tinha coisas para fazer, em vez de ser só um bebê.”
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.
Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.
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