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Filme de super-herói com Will Smith e Charlize Theron é o 5º mais visto da Netflix

A Netflix voltou a disponibilizar em seu catálogo o drama de super-herói ‘Hancock‘, filme estrelado por Will Smith, Charlize Theron e Jason Bateman.

Em poucas horas, o filme se tornou o mais assistido da plataforma de streaming. Atualmente, ele figura em 5º lugar no TOP 10.

Confira:

Na trama, Hancock é um super-herói desajeitado, que protege os cidadãos de Los Angeles mas causa danos colaterais a cada ato heroico que realiza. Hancock não se importa com o que as pessoas pensam. Entretanto, após salvar a vida de um executivo, ele conhece a bela esposa dele e descobre que, apesar de tudo, é um homem sensível.

Hancock‘ recebeu críticas mistas dos críticos, e arrecadou US$ 624 milhões mundialmente em 2008.

Assista ao trailer:

 

Saiba que NOTA o terror ‘Terrifier 3’ recebeu no Cinemascore

A sequência ‘Terrifier 3‘ continua tocando o terror nas telonas!

Após ter sido banido para menores na França e ter feito pessoas vomitarem e abandonarem os cinemas no Reino Unido, o longa dirigido por Damien Leone agora estreou nos EUA e recebeu uma boa nota do público no Cinemascore.

As pessoas que assistiram ao filme nos cinemas deram uma nota “B” para o terror, mesma nota que receberam filmes como ‘M3GAN‘ e ‘Sorria‘.

 Aclamado pelos críticos, o terror conquistou impressionantes 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral destaca as cenas ultraviolentas, ressaltando o excelente uso de efeitos práticos. Apesar da trama fraca, os críticos sabem exatamente o que os espectadores querem do filme: muitas cenas sangrentas e mortes inventivas!

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Terrifier 3’ continua a tendência da franquia de apresentar uma trama rasa recheada de uma experiência cinematográfica ultraviolenta.” (Slant Magazine)

“‘Terrifier 3’ entrega aos fãs exatamente o que eles querem — mortes ainda mais memoráveis. É um filme mais sombrio e cruel, que alguns podem achar menos lúdico do que o anterior. No entanto, o cenário natalino adiciona um toque fresco e animado à brutalidade.” (Sean Chandler Talks About)

“Com ‘Terrifier 3’, o diretor Damien Leone pinta sua Capela Sistina com sangue e tripas. Lauren LaVera arrasa!” (Fresh Fiction)

“‘Terrifier 3’ traz uma abundância de efeitos práticos impressionantes, mas sua narrativa é dispersa de maneiras que prejudicam a sequência.” (IGN Movies)

“Art traz sua carnificina ultraviolenta para o feriado natalino, e eu estou totalmente a favor disso! O novo filme consegue apresentar um ótimo equilíbrio entre o tom dos filmes anteriores, enquanto continua a alcançar novos limites de violência. Lauren LaVera brilha como uma Sienna vingativa e desequilibrada!” (Cody Leach)

“‘Terrifier 3’ apresenta algumas mortes satisfatórias e efeitos práticos incríveis, mas com uma duração de mais de duas horas, é improvável que isso satisfaça alguém além dos fãs mais dedicados da franquia.” (FandomWire)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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‘O Agente Secreto’: Filme com Wagner Moura com 100% de APROVAÇÃO no RT vai representar Brasil no Oscar

O Agente Secreto‘, sexto longa-metragem do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho (‘Bacurau’), vai representar o Brasil na disputa pela indicação a Melhor Filme Internacional no Oscar.

Fizeram parte da Comissão de Seleção- Academia Brasileira de Cinema:

AILTON FRANCO JUNIOR – Produtor (RJ)

CECILIA AMADO – Diretora (BA)

CIBELE AMARAL – Diretora (DF)

EVA PEREIRA – Diretora (TO)

FELIPE LOPES – distribuidor (RJ)

HSU CHIEN HSIN – Diretor (RJ)

JEFERSON DE – Diretor (RJ)

LÁZARO RAMOS – Diretor e ator (BA)

MAÍRA OLIVEIRA – Roteirista (RS)

MARCELO SERRADO – Ator (RJ)

RODRIGO TEIXEIRA – Produtor (SP)

SARA SILVEIRA – Produtora (SP) – Presidente da Comissão

SIMONE ZUCCOLOTTO – Jornalista (RJ)

SOLANGE MORAES – Produtora (BA)

TATIANA ISSA – Produtora (SP)

O filme abrirá a 19ª CineBH e recebeu a pontuação PERFEITA dos críticos no agregador Rotten Tomatoes.

Depois de ser premiado em Cannes 2025, incluindo Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Direção para Kléber Mendonça Filho, o filme recebeu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as críticas:

O Agente Secreto não é um típico thriller de espionagem, mas é ainda melhor pela forma como brinca com o gênero, o tom e as expectativas.”, Graeme Guttmann.

“Elegante, temperamental e intenso, O Agente Secreto explora os escombros do passado, reconstruindo a beleza e o terror de um tempo que já se foi, mas que ainda assombra o presente.”, Nicolau Bell, IONCINEMA.

“Este filme, visualmente e dramaticamente soberbo em todos os sentidos, move-se com confiança e sem pressa pela tela, parando para saborear cada pedaço bizarro de comédia ou passagem erótica, em seu caminho tortuoso até o final violento.”, Pedro Bradshaw, Guardian

“Assim, oscilando entre filmes de gênero, ensaios políticos e dramas familiares, Kleber Mendonça Filho se consolida como um dos mais importantes diretores brasileiros (e não só) dos últimos anos.”, Diego Batlle, Otroscines

Kleber Mendonça Filho tece [as subtramas] lentamente, apoiando-se em diálogos longos e detalhados. Este é um filme que ferve lentamente.”, Jaime Pena, EscribiendoCine  

Brasil, 1977. Fugindo de um passado misterioso, Marcelo, um especialista em tecnologia, na casa dos quarenta, volta ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.

A exibição no CineBH acontece em 23 de Setembro.

Maria Fernanda Cândido (‘A Paixão Segundo G.H.’) também estrela. Gabriel LeoneIsabél ZuaaRubens SantosLaura LufésiAlice Carvalho e outros completam o elenco.

Além do rico contexto histórico, O Agente Secretofocará em elementos folclóricos, como as festas de Carnaval e as lendas urbanas, além de uma autêntica trilha sonora brasileira.

kleber mendonça filho e wagner moura créditos laura castor kmf, emilie lesclaux e wagner moura crédito brent travers wagner moura e kleber mendonça filho créditos victor jucá

1a Mostra Raridades do Cinema Francês

O Cine Joia de Copacabana preparou uma grande Mostra recheada de filmes franceses inéditos no circuito brasileiro. De 31 de Agosto a 13 de Setembro acontece a ‘1a Mostra Raridades do Cinema Francês’ com curadoria da Equipe de Programação do Cine Joia! Essa Mostra é uma parceria entre o Cine Joia, O Instituto François e a Cinemateca do Consulado da França. Não percam!

Programação:

Coração de Espinhos (2014, 83’, drama)

Classificação: 16 anos – Direção: Julia Kowalski

Sinopse: Jozef, um trabalhador polonês, desembarca na França para procurar seu filho Roman, que ele abandonou quinze anos atrás. Ele tenta encontrá-lo com a ajuda de Rose, filha de seu patrão, sem saber que irá mudar a vida dos dois adolescentes.

Sessões: 01.09 – 16:15; 04.09 – 14:30; 05.09 – 20:00; 09.09 – 14:00; 11.09 – 17:30

Corniche Kennedy (2016, 94’, drama)
Classificação: 16 anos – Direção: Dominique Cabrera
Sinopse: Corniche Kennedy. No azul do Mediterrâneo, no sopé das moradias de luxo, os jovens de Marselha desafiam as leis da gravidade. Meninas e meninos mergulham, voam, correm riscos de viver mais fortes.
Sessões: 01.09 – 18:15; 04.09 – 20:15; 07.09 – 13:30; 12.09 – 18:30

A Lei da Selva (2016, 99’, comédia)
Classificação: 16 anos – Direção: Antonin Peratjatko
Sinopse: Marc Châtaigne é um estagiário do Ministério da Norma, enviado a Guiana para o lançamento da primeira estação de esqui da Amazônia. Durante sua estadia no local, Marc fica perdido na selva com Tarzan, aprendiz no Instituto Nacional de Florestas.
Sessões: 01.09 – 14:15; 05.09 – 18:00; 07.09 – 15:30; 10.09 – 16:00; 13.09 – 14:30

Mercenário (2015, 104’, drama)
Classificação: 16 anos – Direção: Sasha Wolff
Sinopse: Soane, um jovem caledônio de origem galesa, tem um sonho: tornar-se um jogador de rúgbi. Para isso, no entanto, ele precisa deixar o seu lar para trás e se mudar para a metrópole, algo que deixa o seu pai, uma figura autoritária, pouco feliz. Contrariando as expectativas da família e enfrentando as dificuldades e as barreiras de identidade e nacionalidade, Soane vai em busca do seu sonho.
Sessões: 04.09 – 16:25; 06.09 – 16:15; 12.09 – 16:30; 13.09 – 18:30

Outsider (2017, 117’, Drama)
Direção: Christophe Barratier – Classificação: 16 anos
Sinopse: Principal nome em uma das maiores fraudes bancárias da história mundial, Jérôme Kerviel, um jovem ainda comerciante, acabou por se tornar extremamente famoso após participar do escândalo na instituição financeira parisiense Société Générale. As atividades fraudulentas foram responsáveis por um enorme rombo na bolsa, em 2008, quando a crise mundial ainda engatinhava.
Sessões: 31.08 – 16:15; 03.09 – 14:00; 06.09 – 18:15; 08.09 – 14:30; 11.09 – 15:30

Berthe Morisot (2012, 100, drama)
Classificação: 16 anos – Direção: Caroline Champetier
Sinopse: 1865. Com 25 anos, Berthe Morisot sonha em viver de sua pintura, em poder não se casar e em sempre ficar com sua irmã Edma. Seus pais não vêem sua existência da mesma maneira e planejam um destino mais conformado à sua época. Berthe se rebela e seu encontro com Manet vai mudar seu pensamento e sua relação com sua irmã, vai fazê-la questionar sua relação com a pintura e o mundo. O destino de uma mulher que se tornará a primeira pintora profissional e a primeira impressionista.
Sessões: 02.09 – 13:30; 04.09 – 18:20; 06.09 – 14:15; 08.09 – 16:30; 12.09 – 14:30

O Filho de Jean (2016, 98’, drama/comédia)
Classificação: 16 anos – Direção: Philippe Lioret
Sinopse: Mathieu nunca conheceu seu pai. Sua mãe sempre disse que ele foi fruto de um relacionamento de uma noite só. Numa manhã, no seu apartamento em Paris, ele recebe uma ligação do Quebec dizendo que seu pai morreu. Mathieu decide ir ao funeral, mas até então ninguém sabia de sua existência.
Sessões: 31.08 – 14:15; 02.09 – 15:10; 05.09 – 16:00; 07.09 – 17:30; 10.09 – 14:00; 13.09 – 16:30

Tempestade (2016, 89’, drama)
Classificação: 16 anos – Direção: Samuel Collardey
Sinopse: Aos 36 anos, Dom é um marinheiro a bordo do Petit Gael II, um barco de pesca do porto de Sables d’Olonne, numa temporada de três semanas no mar. Desde seu divórcio, um ano atrás, sua filha Mailys, e seu filho Matteo, escolheram viver com ele, apesar de sua ausência. Quando Mailys fica grávida, Dom percebe que ele deve fazer escolhas.
Sessões: 31.08 – 18:15; 03.09 – 16:00; 05.09 – 14:00; 07.09 – 19:30; 11.09 – 13:30

Evento: 1a Mostra Raridades do Cinema Francês – Período: 31 de Agosto a 13 de Setembro. Preço: R$ 8.00

Crítica | ‘O Ônibus Perdido’ – Novo filme da APPLE TV apresenta uma tragédia que marcou para sempre pessoas unidas pela compaixão

Cinco anos após seu último trabalho, Relatos do Mundo, o experiente cineasta britânico Paul Greengrass volta ao universo cinematográfico para comandar mais um projeto que aborda tragédias da vida real – como foi o caso de Capitão Phillips, 22 de Julho e outros filmes de sua carreira. Produzido pela Apple, O Ônibus Perdido nos leva até anos atrás, no norte da Califórnia, onde ocorreu o incêndio mais mortal da história desse estado americano.

Kevin (Matthew McConaughey) é um motorista de ônibus escolar, perto dos 40 anos, que voltou para a cidade onde nasceu e tenta se entender com o único filho. Um dia, após um incêndio florestal com alta taxa de propagação, ele fica com a missão de resgatar um grupo de crianças e professora Mary (America Ferrera), no colégio onde estavam.

 

Inspirado em acontecimentos reais e na obra Paradise: One Town’s Struggle to Survive an American Wildfire, escrita pela jornalista Lizzie Johnson, o foco da narrativa é levar até o público os momentos de tensão a partir de dois pontos de vista, o de quem estava no ônibus cercado pelo fogo e o das autoridades que pensavam em soluções para combater o avanço do incêndio.

A construção para se chegar à ação desenfreada – uma reprodução bem chocante dos acontecimentos – começa com as aflições no laço paternal. A relação entre pais e filhos é algo que está bem próximo de tudo que acompanhamos, funcionando como um combustível para entendermos ações e consequências.

Dentro desse desenvolvimento, com o lado humano em evidência – uma marca do cinema de Greengrass, com conexões entre pessoas em muitos tipos de situação emocional -, O Ônibus Perdido foge do sensacionalismo e chega até as críticas importantes de uma situação trágica que deixou bilhões em danos materiais, mais de 70 vidas perdidas e marcou para sempre pessoas unidas por coragem, compaixão, responsabilidade e exemplo.

Crítica | O Oficial e o Espião – O novo e exímio trabalho do polêmico Roman Polanski

O berço das fake news

Em meio a discussões cada vez mais acaloradas sobre separar o homem do artista, chega o novo trabalho do prestigiado e muito polêmico diretor Roman Polasnki.

Para a maior parte do público, um filme é apenas o seu conteúdo – e sua procura irá resultar em se o tema apresentado em tal produção é de seu agrado ou interesse. Algo bem simples e até, de certa forma, puro.

Para quem busca aquele algo mais, e se interessa por cinema de uma forma um pouco mais aprofundada, saber dos bastidores de uma obra é praticamente tão interessante, ou até mais, do que assistir ao produto final de fato. A maioria dos cinéfilos começou assim, buscando mais informações sobre aquele filme que adora e, consequentemente, seus atores e diretor.

Cabe também ao profissional que trabalha levando tais informações ao público, alimentá-lo com todos os fatos em relação aos mais diversos projetos. Há aqueles que acreditam que a concentração deve ser única e exclusivamente no trabalho, ou seja, no filme. Mas a verdade é que certas obras se entrelaçam tanto com seus autores (em especial dizendo respeito à fase em que se encontram na vida privada) que se torna quase impossível desassociá-los.

Woody Allen, por exemplo, outra figura polêmica, teve seu recente Um Dia de Chuva em Nova York (2019) adiado por um ano, quebrando assim uma tradição anual de lançamentos.  E o motivo? Adivinhou quem disse sua vida pessoal. Não deixa de ser curioso que seu trabalho anterior tenha sido Roda Gigante (2017), filme que falava, entre outras coisas, sobre uma mulher (Kate Winslet) disposta a eliminar sua enteada (Juno Temple), após esta se tornar um estorvo para a protagonista. A arte imitando a vida, ou vice versa?

Em O Oficial e o Espião, coincidentemente (ou não), Roman Polanski, julgado culpado pelo estupro de uma menor de idade ainda na década de 1970 (e desde então foragido dos EUA), decide contar a história de um homem injustamente perseguido e acusado de traição, até que um colega luta contra tudo e contra todos a fim de provar sua inocência.

Pelo filme, Roman Polanski, de 86 anos, veterano imortalizado pela sétima arte, levou o prêmio de melhor diretor no último e recente César, considerado o Oscar francês. O fato gerou protesto e fez com que diversas atrizes renomadas de seu país e jornalistas se pronunciassem contra, argumentando que a vitória para Polanski (e não para o filme) é um recado político de uma França machista e retrógrada, que deveria ser repensada.

Tudo isso pode estar certo, o que não muda o fato de Roman Polanski ser um gênio do cinema. Dono de um currículo de filmes como O Bebê de Rosamery (1968), Chinatown (1974) e O Pianista (2002), o cineasta entrega com O Oficial e o Espião outro grande acerto em uma obra que beira a perfeição.

A produção é belíssima, a cada frame exalando suntuosidade. A atenção aos detalhes de cada pequena coisa que compõe a obra, nos faz lembrar o quanto vale o trabalho de pesos pesados como ele. E até nos faz esquecer as escorregadas recentes – em especial o anêmico Baseado em Fatos Reais (2017), seu filme anterior.

J’accuse no título original (algo como ‘Eu Acuso’), é a adaptação do livro de Robert Harris, que o próprio ao lado do cineasta transferem para o roteiro. A obra, é claro, baseada num dos mais famosos casos de erro envolvendo o exército francês, quando em 1894, o Capitão Alfred Dreyfus, um judeu, foi injustamente acusado e condenado de traição, tendo como pena a prisão perpétua numa ilha remota. A trágica vítima do sistema é interpretado com segurança pelo jovem talento Louis Garrel – que possui menos tempo em cena do que gostaríamos.

Quem assume indiscutivelmente o protagonismo é o Oscarizado Jean Dujardin, na pele do honesto paladino da justiça Coronel Georges Picquart. Logo de começo, o clima esquenta entre Picquart e seu aluno Dreyfus em um flashback, que o acusa de prejudicá-lo diminuindo sua nota simplesmente pelo fato deste ser um judeu. O protagonista responde honestamente que não morre de amores por sua herança, mas que o fato jamais o impediria de um discernimento justo. Esta cena serve para delinear a personalidade e o caráter de Picquart ao longo da projeção.

É assim que o personagem de Dujardin irá bater de frente com o estabelecimento, seus superiores e tudo e todos para provar a inocência de Dreyfus, uma vez tendo reunido as provas que alegam o fato – além de outras evidências que apresentam o verdadeiro culpado da traição. A verdade, no entanto, seria muito inconveniente ao exército, já que provaria o claro erro do importantíssimo pilar da nação, fazendo o povo diminuir um pouco a fé em sua incontestabilidade.

O Oficial e o Espião é um filme de muita pompa. A parte técnica é simplesmente impecável. A direção de arte, figurinos e, em especial, o som da obra nos chama atenção a todo instante de que estamos diante de uma produção grandiosa.

Jean Dujardin, ator mais acostumado a comédias e farsas, mostra que é um intérprete de mão cheia, trabalhando bem um material sério como os grandes galãs protagonistas de outrora. O francês possui o semblante clássico das lendas.

A narrativa de Polanski pode ser um problema para alguns e se arrasta quase perdendo o ritmo na metade da projeção, com trechos levemente repetitivos, uma vez que entendemos para onde essa história está caminhando. Este é um filme investigativo e quase inerte, que depende muito de leituras de documentos e conversas em escritórios. Ou seja, recomendado a quem tem estômago para um cinema mais maduro e letárgico.

O dinamismo retorna no último ato, onde a máquina está em movimento com Dujardin preparado para travar uma batalha nos tribunais – e os incessantes artifícios do desenrolar (com direito a tentativas de assassinato, guerras de patentes, a importância de certos veículos jornalístico já naquela época e muito fervor em novos julgamentos).

Mais do que um atestado de clemência, O Oficial e o Espião é uma crítica ao militarismo cego – do cumprir ordens sem perguntas, e fazer qualquer coisa por um bem maior não importando a quem doer. Elementos ideológicos ainda muito presentes em nossa sociedade mundial (retornando com força inclusive).

Pode Polanski, um ser tão “perverso” servir de ponte para uma mensagem e causa tão necessárias e justas para nossos dias? Isso é com cada um…

As 10 PIORES Sequências de Filmes de Super-Herói de TODOS os TEMPOS…

Qual o melhor filme de super-herói de todos os tempos? Essa pode ser uma pergunta capciosa, é verdade, mas tudo irá depender do seu gosto e geração. Por exemplo, os que pertencem mais à velha guarda poderão afirmar com certeza que ‘Superman – O Filme’ (1978), com Christopher Reeve, é o melhor de todos os tempos. Bem, podemos dizer que ele foi o primeiro e mais influente, o que possibilitou de certa forma o que temos hoje no gênero. É para estar pelo menos na conversa do top 5. Para uma geração um pouco mais nova (mas nem tanto), os filmes ‘Batman’, de Tim Burton serão para sempre lembrados com seu teor sombrio. Eles definiram toda uma geração para o gênero.

Alguns outros títulos podem entrar nessa conversa também, como ‘O Cavaleiro das Trevas’ (2008) ou ‘Homem-Aranha 2’ (2004). E mais recentemente os dois últimos (até então) ‘Vingadores’. É difícil definir com exatidão. Talvez mais fácil seja apontar os piores filmes do gênero – título que facilmente recai sobre filmes como ‘Batman & Robin’ (1997), ‘Mulher-Gato’ (2004) e mais alguns tantos. Mas e quando falamos das piores continuações destes filmes? Essa é a resposta que tentaremos desvendar aqui nessa nova matéria. Confira abaixo as piores sequências dos filmes de super-heróis de todos os tempos.

10) Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023)

Começamos com um filme que serve como resposta para a pergunta: qual o pior filme do MCU? É verdade que cada um tem o seu, mas ‘Quantumania’, o terceiro filme do ‘Homem-Formiga’ agradou um total de zero pessoas. Dentre as maiores críticas ao filme, o desenvolvimento insatisfatório do antagonista Kang (Jonathan Majors) e o retrato equivocado de MODOK (Corey Stoll). Os filmes do ‘Homem-Formiga’ nunca foram o ponto alto desta saga, mas com o terceiro conseguiram atingir o ponto mais baixo. Resultado: nada mais de filme solo para o personagem.

09) Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007)

A primeira superequipe da Marvel, que é também uma grande família, nunca teve vida fácil no cinema. A salvação da marca pode vir com o próximo longa estrelado pelos heróis, desta vez já nas mãos da Marvel Studios – o blockbuster estreia no fim de julho. Voltando no tempo vinte anos, nos deparávamos com a primeira superprodução da equipe, em tom mais leve e cômico – sem a dramaticidade que muitos do gênero possuíam. ‘Quarteto Fantástico’ foi uma aventura escapista e despretensiosa. Fez sucesso o suficiente para gerar uma sequência, que marcou a primeira aparição do lendário Surfista Prateado nas telas. Mas na hora de retratar o vilão Galactus, o transformaram em uma fumaça cósmica. Por essa e por outras, a franquia parou por ali e sofreu um reboot.

08) Vidro (2019)

Sim, iremos incluir na lista todo tipo de filme de super-heróis e não apenas os baseados em quadrinhos. Na época deu o que falar, mas vendo agora, o desfecho de ‘Fragmentado’ (2017), que o une ao agora clássico ‘Corpo Fechado’ (2000) pode ter sido um grande erro da parte do diretor M. Night Shyamalan. Acontece que ambos os filmes eram celebrados pelos fãs do diretor, um como obra altamente cult e outro como sucesso comercial e de crítica. Assim, ao ligar os dois e prometer um terceiro filme com a conclusão, tudo o que Shyamalan fez foi planejar o seu fracasso. Afinal, nada cumpriria tamanha expectativa. E bem, podemos dizer que ‘Vidro’ criou um dos desfechos mais deprimentes do cinema nos últimos 10 anos (ou quem sabe de todos os tempos).

07) Kick-Ass 2 (2013)

Kick-Ass: Quebrando Tudo’ (2010) foi um enorme sucesso surpresa, baseado nos quadrinhos de Mark Millar. A ideia de um rapaz inapto decidindo combater o crime por conta própria como um justiceiro não era exatamente nova, mas a história é repleta de frescor o suficiente para dar um selo de originalidade ao longa – apesar do alto grau de violência explícita envolvendo crianças. É claro que o público-alvo, os adolescentes, “comeram com farinha”. Uma continuação era só questão de tempo. Mas então a sequência enfrentou dois grandes problemas: o amadurecimento rápido dos protagonistas e a campanha contrária à violência contida no filme de Jim Carrey, um dos astros da continuação. Assim, Kick-Ass 2’, sem o mesmo frescor, foi varrido rapidamente para debaixo do tapete, com muitos até esquecendo que ele foi lançado.

06) Batman vs. Superman (2016)

Infelizmente, ‘Batman vs. Superman’ entrou para a história como um dos filmes mais problemáticos do gênero. Goste você ou não do filme, é preciso reconhecer que ele poderia ter sido muito mais, e que seu potencial não foi realmente atingido. Afinal, falamos de duas das maiores marcas da cultura pop de todos os tempos: Batman e Superman. Basta revisitar o longa para perceber que falta muita coisa nele: falta alegria, falta humor, falta ação, faltam cenas verdadeiramente espetaculares, mas sobram sequências que não se pagam e não chegam a lugar algum. A única coisa criativa em relação ao filme foi fazer dele a sequência de ‘O Homem de Aço’.

05) Blade Trinity (2004)

Até hoje, muitos apontam ‘Blade’, de 1998, como o marco zero para a era dourada das adaptações de HQs de heróis que temos hoje. Um personagem obscuro, do terceiro escalão da Marvel, ‘Blade’ se tornou um sucesso surpresa, muito graças à personificação certeira de Wesley Snipes no papel. A primeira sequência, de 2002, embora não tenha repetido o sucesso financeiro, caiu mais nas graças dos críticos e do público, sendo considerado um filme melhor que o original. Porém, quando foi a hora de fechar a trilogia, como em muitos casos na história do cinema, os realizadores deram aquela boa derrapada. ‘Blade: Trinity’, no entanto, se mostrou um longa enfadonho e que ficou bem abaixo dos anteriores – com coadjuvantes sem graça, um vilão de quinta e um protagonista bastante desmotivado.

04) X-Men: Fênix Negra (2019)

A franquia ‘X-Men’ no cinema começou muito bem e o primeiro longa, de 2000, assim como ‘Blade’, foi o responsável pelo surgimento do que temos hoje em matéria dos filmes do gênero. A continuação de 2003 foi ainda mais longe, superando o original. Mas a partir do terceiro, de 2006, os longas da franquia ficaram entre altos e baixos. De todos os filmes ‘X-Men’, podemos dizer com certeza que o menos apreciado é justamente este último esforço lançado antes do título ir para as mãos da Disney. ‘Fênix Negra’ soa muito como aquele fim de festa, onde os convidados em sua maioria já foram para casa, e só sobraram os bêbados cambaleantes.

03) Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2012)

Chegamos ao top 3 das piores continuações de filmes de super-heróis. Muita tranqueira já passou, mas ainda temos reservado três preciosidades. A terceira é esta continuação de um filme bem mediano. Falamos de ‘Motoqueiro Fantasma’, personagem cult da Marvel que ainda não fez sua estreia no MCU. No filme de 2007 ele foi interpretado por Nicolas Cage e a proposta era fazer algo aprazível para todos os públicos, no estilo ‘Homem-Aranha’, apesar do personagem ser mais sombrio e assustador. Já na continuação, a intenção era justamente dar o teor merecido do personagem. Apesar da boa vontade, ficou com cara de produção B do cinema, graças a um orçamento bem mais apertado.

02) Superman IV – Em Busca da Paz (1987)

Em segunda posição, temos o filme que colocou um ponto final em uma das maiores franquias dos anos 80. Falamos dos filmes do maior de todos dos quadrinhos, o Superman (ou Super-Homem como era conhecido antigamente). Eternizado por Christopher Reeve, a primeira superprodução do gênero data de 1978. O sucesso foi grande, sendo claro que teria uma continuação. O filme de 1980 manteve o interesse no personagem. Mas à altura que o terceiro foi lançado em 1983, a empolgação pelo personagem nas telonas já havia caído bastante. Não ajudou em nada o quarto ter sido produzido pela picareta Cannon Films, que ficou quase sem orçamento no final da produção e precisou utilizar efeitos especiais de quinta, deixando tudo bem tosco.

01) Batman & Robin (1997)

Em primeira posição, temos o herói que foi remodelado nos anos 80. Até ‘Batman’ (1989), de Tim Burton, o personagem era visto de forma colorida pela série dos anos 60 em live-action e pelos desenhos animados que faziam sucesso na época. Foi com o filme de Tim Burton que o personagem passou a usar trajes negros e uma armadura, com uma história mais realista e bastante sombria. Assim como os filmes de ‘Superman’, o terceiro ‘Batman’ no cinema mudaria completamente o tom das aventuras, entrando a direção de Joel Schumacher e adotando um clima mais divertido e colorido. As coisas ficavam mais infantilizadas, para render uma bilheteria maior. Porém, tudo sairia completamente dos trilhos com ‘Batman & Robin’, a quarta aventura que resolve trocar de vez a seriedade e o realismo, pela galhofa e a zoeira, criando uma aventura boba, rasteira e, por que não, ridícula.

‘Colony’ é cancelada pelo canal USA; Não terá 4ª temporada!

O canal USA cancelou a série ‘Colony‘ após três temporadas.

O último episódio da série, que servirá como um Series Finale não intencional, será exibido no dia 25 de julho. Ainda não se sabe se haverá um desfecho apropriado.

Confira a promo:

A trama é centrada em uma família que precisa tomar difíceis decisões enquanto tenta balancear a sobrevivência com a vontade de ficar junta. Eles vivem em Los Angeles, que foi ocupada por uma força de intrusos forasteiros, ou seja, alienígenas. Enquanto algumas pessoas decidem colaborar com as autoridades e se beneficiar pela nova ordem, outros se rebelam e sofrem as consequências.

Josh Holloway e Sarah Wayne Callies estrelam.

‘Now Apocalypse’ é renovada para a 2ª temporada

O canal Starz renovou oficialmente a série ‘Now Apocalypse‘ para a 2ª temporada.

Com apenas um episódio exibido, a série registrou 0.04 na demo e um total de 147 mil espectadores. Para termos de comparação, essa é a audiência mais baixa do canal.

A produção da segunda temporada começará em junho.

A série vai acompanhar Ulysses e seus amigos, Carly, Ford e Severine, e é descrita como “uma comédia de amadurecimento surreal” ambientada em Los Angeles. Entre aventuras românticas e sexuais a partir de aplicativos de namoro, Ulysses começa a ficar cada vez mais paranóico, sobretudo quando alguns sonhos que aparentam ser premonições o fazem questionar sua própria sanidade e realidade.

O elenco inclui Avan Jogia, Jacob Artist, Kelli Berglund, Roxane Mesquida, Beau Mirchoff e Tyler Posey.

‘Scream Queens’: Ryan Murphy afirma que elenco quer voltar para uma NOVA temporada

Em entrevista ao Deadline, Ryan Murphy voltou a falar sobre uma possível nova temporada de ‘Scream Queens‘ e revelou que o elenco principal adoraria retornar.

“[Sobre a série ganhar uma nova temporada], é uma decisão do estúdio. Emma [Roberts] disse que retornaria, assim como Lea Michele, Jamie Lee Curtis, Abigail Breslin e Billie Lourd. Todas elas topariam retornar. Só depende da Fox querer uma nova temporada. Todos nós gostaríamos de retornar. Acho que só estamos esperando que eles nos liguem.”

Ele completa, “Eu sei que a série é muito popular e atraiu um grande público no Hulu. Os fãs deveriam escrever para  a Fox e dizer que eles querem mais uma temporada.”

A série durou por duas temporadas antes de ser cancelada pela FOX, devido a baixa audiência.

Bryan Callen, de ‘The Goldbergs’, é acusado de assédio sexual

Diversas mulheres apresentaram queixa contra o ator Bryan Callen, conhecido pelo seu papel na comédia ‘The Goldbergs‘, por assédio sexual e má conduta.

A principal denúncia veio à luz através de um artigo publicado pelo Los Angeles Times, com a atriz Katherine Fiore Tigerman acusando o ator de tê-la estuprado em 1999, após um jantar para celebrar um trabalho que eles haviam conseguido.

Callen negou a acusação, afirmando ser “falsa” e insistindo que “ambos concordaram em fazer sexo”.

Além disso, uma vendedora chamada Rachel Green alega que o ator a assediou em 2009 e a comediante Tiffany King afirma que Callen a ofereceu dinheiro e destaque na tela em troca de sexo oral em 2017.

Em declaração oficial, Callen afirmou: “Deixe-me ser claro: Eu nunca estuprei ou me forcei em nenhuma mulher, nem troquei sexo por dinheiro. NUNCA. Eu sei a verdade. E eu vou manter minha cabeça erguida, permanecendo verdadeiro comigo mesmo, minha família e o meu público. Eu não vou permitir que a cultura do cancelamento subverta a verdade.”

Através do seu Instagram, atriz Amy Schumer compartilhou o artigo do Times e ofereceu o seu número de telefone, caso “alguém queira falar sobre o Bryan ou qualquer pessoa que tenha sido abusada”.

De acordo com o Variety, o ator não retornará à série ‘The Goldbergs‘ na próxima temporada, mas rumores apontam que sua “ausência se deve por causa dos rumos da trama ao invés de uma resposta às alegações”.

‘A Casa da Colina 3’: Roteirista revela a trama da sequência cancelada

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o roteirista William Massa, responsável pelo roteiro da sequência ‘De Volta à Casa da Colina‘, revelou detalhes sobre a história do terceiro filme da franquia ‘A Casa da Colina‘, que foi engavetado pela Dark Castle Entertainment.

“O título do terceiro filme seria ‘A Maldição da Casa da Colina’. No segundo filme, a estátua de Baphomet é retirada da casa, então o terceiro traria um ambiente diferente. Nós queríamos que o Vannacutt retornasse. Queríamos que o ator Jeffrey Combs voltasse para a sequência, tornando-se um vilão icônico que seria o rosto da franquia. A ideia principal seria trazer a franquia para o mundo real ao invés dela ficar presa em apenas um lugar. Vannacutt e os pacientes se manifestariam em um hospital moderno. Além disso, pensamos na ideia de um dos sobreviventes do segundo filme estar nesse hospital se recuperando – algo parecido com ‘Halloween 2’.”

Sobre o segundo filme, ‘De Volta à Casa da Colina‘, o roteirista revelou que o conceito original era bem diferente: “No primeiro rascunho de ‘De Volta à Casa da Colina’, a personagem da Ali Larter [a sobrevivente do primeiro filme] retornaria como a protagonista. Sara voltaria para a casa e iria precisar enfrentar seus demônios. Isso não aconteceu. Acho que a Ali não quis retornar ou algo assim, esqueci os detalhes. Então, eu tive que reescrever o roteiro com o suicídio da personagem e introduzi sua irmã para assumir a história.”

Segundo o Massa, a Dark Castle também estava desenvolvendo uma sequência para ‘A Casa de Cera‘ e diversos outros filmes em seu catálogo, com a intenção de expandir seus lançamentos em vídeo. No entanto, todos os projetos foram prejudicados com o lançamento do Blu-Ray, tornando obsoleto o formato DVD HD, no qual todos esses projetos seriam lançados.

A Casa da Colina‘ é remake de um filme estrelado por Vincent Price em 1959.

Lançado em 1999, o filme teve a direção de William Malone e trazia em seu elenco nomes conhecidos, como Geoffrey Rush, Famke Janssen, Taye Diggs, Ali Larter e Jeffrey Combs.

A história segue o excêntrico milionário Stephen Price (Rush), que tem um casamento com a traiçoeira Evelyn (Janssen). Para “comemorar” o aniversário da esposa, o empresário convida cinco pessoas para passar uma noite em uma casa mal assombrada. Quem sobreviver até o amanhecer, leva o prêmio de US$ 1 milhão.

Assista ao trailer:

 

‘The Orville’: Elenco se reúne na primeira imagem oficial da 3ª temporada; Confira!

O TVLine divulgou a primeira imagem oficial da 3ª temporada de ‘The Orville‘, que traz o elenco principal reunido.

Confira:

The Orville — Season 3 – President Alcuzan (Bruce Boxleitner), Lt. Gordon Malloy (Scott Grimes), Speria Balask (Lisa Banes), Admiral Halsey (Victor Garber), Charly Burke (Anne Winters), Capt. Ed Mercer (Seth MacFarlane), Cmdr. Kelly Grayson (Adrianne Palicki), shown. (Photo by: Michael Desmondl/Hulu)

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 10 de março de 2022 – quase três anos após o lançamento do último episódio da segunda temporada.

No Brasil, a produção está disponível no serviço de streaming do Star+.

Criada e estrelada por Seth MacFarlane (‘Family Guy‘), a série se passa 400 anos no futuro seguindo as aventuras da U.S.S. Orville, uma nave exploradora tripulada por humanos e aliens, que juntos enfrentarão as maravilhas e perigos do universo.

O elenco ainda inclui Adrianne Palicki, Penny Johnson Jerald, Scott Grimes, Peter Macon, Halston Sage, J. Lee, Mark Jackson e Jessica Szohr.

‘Convite Maldito’: Terror inspirado em ‘Drácula’ lidera as bilheterias em FRACO final de semana nos EUA

Em um dos finais de semanas mais fracos do ano nas bilheterias dos EUA, o terror ‘Convite Maldito‘ (The Invitation), inspirado na clássica história do ‘Drácula‘, estreou no topo com apenas US$ 7 milhões.

O resultado geral do final de semana representa a PIOR arrecadação durante o verão norte-americano, com todos os filmes somando apenas US$ 53.7 milhões.

Apesar disso, esse não é pior final de semana do ano. Em 28-30 de janeiro, os filmes em cartaz arrecadaram apenas US$ 34.9 milhões coletivamente. No entanto, vale considerar que, na época, a indústria cinematográfica estava fortemente afetada pela pandemia de COVID.

De acordo com o Deadline, o fraco desempenho deste final de semana aconteceu por causa da falta de marketing das estreias recentes e a falta de blockbusters para atraírem o grande público.

No mercado internacional, ‘Convite Maldito‘ acrescenta US$ 1.6 milhões, totalizando uma estreia global de míseros US$ 8.6 milhões.

O longa da Sony Pictures conquistou uma nota C do público, o que deve prejudicar a estabilidade da produção nas próximas semanas.

Vale lembrar que o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de setembro.

Jessica M. Thompson é responsável pela direção, a partir de um roteiro original escrito por Blair Butler (Helstrom’).

Após a morte de sua mãe e sem ter nenhum outro parente conhecido, Evie (Nathalie Emmanuel) faz um teste de DNA… e descobre um primo perdido que ela não sabia que existia. Convidada pela sua nova família para um casamento, ela sente uma grande atração pelo sexy anfitrião. Mas Evie logo terá que lutar pela sobrevivência ao descobrir os segredos sinistros da história de sua família e as intenções perturbadoras por trás de sua generosidade pecaminosa.

O elenco ainda conta com Thomas Doherty, Hugh Skinner, Sean Pertwee, Courtney Taylor, Alana Boden e Stephanie Corneliussen.

Nicolas Cage é o próprio DIABO no trailer do thriller ‘Sympathy For The Devil’; Confira!

O thriller psicológico ‘Sympathy For The Devil‘, estrelado por Nicolas Cage – que interpreta o próprio diabo –, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Yuval Adler (da série ‘O Atirador’) é responsável pela direção.

A trama segue o motorista (Joel Kinnaman), que se vê forçado a dirigir para um homem misterioso (Nicolas Cage). À medida que a viagem continua, fica claro que tem algo de errado, e esse passageiro tem intenções “demoníacas”.

Luke Paradise (‘Lost on a Mountain in Maine’) assinam o roteiro.

O longa será lançado em VOD no dia 28 de julho.

HILÁRIO! Sydney Sweeney assiste o terror religioso ‘Imaculada’ com duas PASTORAS; Confira!

Para promover o lançamento do terror religioso ‘Imaculada‘, a atriz Sydney Sweeney (‘Todos Menos Você’) convidou duas pastoras para assistir ao filme… e o resultado é hilário!

Confira:

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 5.3 milhões em sua estreia nos EUA – alcançando o TOP 4 das maiores bilheterias do final de semana.

Os números representam o maior lançamento da história da distribuidora NEON, ultrapassando títulos como ‘Ferrari‘ (US$3.9M), ‘Não Abra!‘ (US$2.6M) e ‘Piscina Infinita‘ (US$2.5M).

Com orçamento de apenas US$ 9 milhões, o terror conquistou uma nota C dos espectadores no CinemaScore, o que não é raro para uma produção do gênero. Além disso, o filme alcançou sólidos 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na trama, Cecilia (interpretada por Sweeney) é uma mulher de fé dedicada que recebe uma oferta para um papel especial em um conceituado convento italiano. Contudo, sua calorosa recepção logo se transforma quando segredos sombrios e arrepiantes começam a revisitar na nova moradia.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de maio.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

“‘Imaculada’ é um filme assustador com uma heroína corajosa, um toque irreverente e controverso, e apenas a quantidade certa de ambiguidade narrativa para dar aos espectadores algo para discutir”, disse Manohla Dargis do New York Times.

“O que se segue é um filme bastante eficaz em gerar sustos repentinos, e embora nenhum deles seja uma fraude completa como, por exemplo, gatos em armários, muitos dos supostos segredos sombrios do convento simplesmente não levam a lugar algum”, disse Luke Y. Thompson do ComingSoon.

“É um clímax de tirar o fôlego. Se ao menos o restante desta confusa massa de filme noturno fosse digno dele”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Com uma performance impressionante de Sydney Sweeney como ponto central, o derramamento de sangue não é apenas bem-vindo, mas catártico, uma crítica extravagante à patriarquia religiosa com um final memorável que reafirma a boa notícia: o gênero “nunsploitation” está de volta, querido”, disse Jen Yamato do Washington Post.

“‘Imaculada’ tem a aparência de algo levemente assustador como os filmes de freira, mas está disposto a ir muito além – ajudado por uma performance principal comprometida – do que sua imagem típica de convento assombrado”, disse Kim Newman do Empire Magazine.

“Um filme de terror divertido, embora desigual, cortado de um pano ligeiramente diferente do de seus irmãos religiosos, com uma performance cativante de sua estrela”, disse Stephen Saito da Variety.

“A maior falha reside na estrutura narrativa do filme e no desenvolvimento dos personagens, especialmente em como Irmã Cecília interage com o horror que se desenrola”, disse Valerie Complex do Deadline.

Além de estrelar, Sweeney também assume a produção ao lado da Black Bear e da Middle Child Pictures.

O filme, dirigido por Michael Mohan e escrito por Andrew Lobel.

Imaculada‘ é estrelado por Sydney Sweeney, que lidera um elenco composto por Simona Tabasco (The White Lotus), Álvaro Morte (La casa de papel), Benedetta Porcaroli (Baby) e Dora Romano (‘Bang Bang Baby).

Jisoo, do BLACKPINK, estrelará nova série de ZUMBIS do Prime Video; Confira as imagens!

De acordo com o Variety, Jisoo, conhecida por participar do grupo sul-coreano BLACKPINK, será a protagonista de ‘Newtopia‘, nova série de zumbis do Prime Video.

A produção estreará no serviço de streaming no dia 7 de fevereiro.

A trama segue a jornada de um casal para se reunir em meio a um surto de zumbis em Seul. Park Jeong-min interpretará Lee Jae-yoon, um homem que está completando seu serviço militar obrigatório, enquanto Jisoo assumirá o papel de Kang Young-joo, sua namorada que enfrenta os desafios iniciais da carreira.

Confira as imagens oficiais e siga o CinePOP no Youtube:

“Tendo começado seu recrutamento militar obrigatório em uma idade mais avançada, Jae-yoon enfrenta ansiedade sobre seu futuro. Devido aos desafios de estar longe de sua namorada Young-joo, eles têm um rompimento repentino após uma discussão. No entanto, um surto de zumbis se espalha pela cidade, forçando Jae-yoon a se tornar o líder de seu esquadrão. Enquanto isso, Young-joo vivencia suas próprias dificuldades como uma novata na força de trabalho. Ela está frustrada com Jae-yoon devido a ele não entender seu coração. Enquanto está a caminho para vê-lo, ela testemunha um surto zumbi e se adapta para sobreviver.”

Han Jin-won (‘Parasita’) assina o roteiro ao lado de Jee Ho-jin (‘Uma Loja Para Assassinos’).

Yoon Sung-hyun é responsável pela direção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

(Hamnet)

 

Elenco:

Jessie Buckley
Paul Mescal
Emily Watson

 

Direção: Chloé Zhao

Gênero: Drama

Duração: 125 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 29 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

A trama de HAMNET: A VIDA ANTES DE HAMLET gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet.

Crítica: 

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao

Curiosidades: 

» A produção traça as consequências emocionais, familiares e artísticas da perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet‘;

Com roteiro assinado por Chloé Zhao, o longa é baseado no romance homônimo de Maggie O’Farrell;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Tom Holland DETONA o uso de IA e explica por que se sente seguro: “Não tem alma”

Em entrevista ao El Hormiguero, Tom Holland (‘O Impossível’) explicou por que não se preocupa com a discussão em torno do uso de Inteligência Artificial em Hollywood.

O ator declarou que se sente seguro, uma vez que a tecnologia não consegue substituir emoções humanas.

“A criatividade está segura do uso de Inteligência Artificial porque a criatividade tem a ver com a experiência humana. É sobre emoções, sobre entendermos uns aos outros.”

Ele completa, “IA pode coletar dados, mas não pode entender as emoções das pessoas. Ela não entende a diferença entre estar feliz ou triste. A arte não é sobre copiar, mas sim sobre se expressar. Então eu me sinto seguro. A Inteligência Artificial não tem alma.”

Vale lembrar que Holland retornará aos cinemas na aguardada sequência ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ (Spider-Man: Brand New Day), que estreará no Brasil no dia 29 de julho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

Quatro anos após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa, Peter Parker agora é um adulto que vive completamente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida — e das memórias — de todos que ama. Em uma Nova York que já não reconhece seu nome, ele se dedica integralmente ao combate ao crime, assumindo o papel de Homem-Aranha em tempo integral.

No entanto, à medida que as responsabilidades aumentam, a pressão constante desencadeia uma inesperada e perigosa evolução física, colocando sua própria existência em risco. Ao mesmo tempo, uma série de crimes com um padrão misterioso começa a emergir, dando origem a uma das ameaças mais poderosas e desafiadoras que ele já enfrentou.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco ainda conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) assume a direção, substituindo o Jon Watts, que comandou os três filmes anteriores.

David Harbour fala sobre sua experiência no filme ‘Brokeback Mountain’

Durante um painel na Comic-Con, o próximo intérprete de ‘Hellboy’, David Harbour, compartilhou sua experiência no set de filmagens do aclamado e indicado ao Oscar, ‘Brokeback Mountain’.

Segundo ele, em um determinado momento ele recebeu o que chamou de pior conselho. De maneira bem humorada, Harbour contou:

“Acho que o problema era mai devido à barreira linguística com o diretor Ang Lee. Eu tinha um pequeno papel no filme ‘Brokeback Mountain’, tenho certeza que vocês não se recordam de mim ali, eu era tipo o terceiro cowboy gay numa produção que já tinha dois protagonistas cowboys. Em uma determinada cena, estávamos fazendo um close-up, já era a tomada o final. O diretor apenas dizia ‘Ok, Ok, bom’ e nos mandava refazer a cena. Até que na terceira vez ele me disse ‘Ok, ok, agora seja mais bonito’. E eu pensei, ‘Hum…acho que ele contratou o cara errado para isso!’”

‘Zumbilândia 2’: Título oficial e sinopse vazam; Confira!

Novas informações relacionadas à sequência de ‘Zumbilândia‘ vazaram na internet. E segundo o portal Slash Report, a continuação se chamará ‘Zombieland Too‘ e a trama vai tirar vantagem do hiato de quase 10 anos entre o original e seu sucessor.

A publicação ainda trouxe a sinopse da produção, que afirma que a trama vai girar em torno do quarteto original de personagens. Na narrativa, os sobreviventes se encontram em um mundo onde o apocalipse zumbi conseguiu evoluir. Neste contexto, a população zumbi já não causa tanto temor e existe um consenso geral de apatia tomando a história de cada um dos personagens. Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) decidem fugir com um novo personagem (ainda sem nome), levando a uma missão de resgate em larga escala. De volta à estrada, os personagens acabam descobrindo uma nova raça de “super zumbis”, que são maiores, mais fortes e mais resistentes que os demais.

O diretor Ruben Fleischer volta para a direção de ‘Zombieland Too‘.

Os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick assinam o roteiro e o lançamento está agendado para 19 outubro de 2019, exatamente 10 anos após o primeiro filme.

A comédia pós-apocalíptica de 2009 girou em torno de dois homens lutando para sobreviver num mundo dominado por zumbis. Columbus (Eisenberg) é um grande covarde – mas quando você teme ser devorado por zumbis, o medo é justamente o que pode mantê-lo vivo. Tallahassee (Harrelson) é um exterminador casca-grossa de zumbis, armado com seu fuzil AK e a determinação de comer o último Twinkie, um bolinho com recheio cremoso, que resta na Terra. Eles se associam a Wichita (Stone) e Little Rock (Breslin), que também têm métodos únicos de sobreviver ao caos zumbi, mas precisarão avaliar o que é pior: confiar nos parceiros ou sucumbir aos zumbis.

Zumbilândia‘ imediatamente atingiu o status de filme cult após seu sucesso pelo mundo. Foram arrecadados US$ 100 milhões nas bilheterias.

Em 2015, a Amazon produziu o episódio piloto de uma série baseada em ‘Zumbilândia‘, mas a versão televisiva acabou não sendo aprovada.

‘Vingadores: Ultimato’: Personagem chave morrerá no filme, alerta dublador

A sequência ‘Vingadores: Ultimato‘ promete trazer o fim da jornada de um dos heróis. O mistério em torno de quem seria o personagem em questão permanece em sigilo, com os atores se esquivando de spoilers ao máximo.

Mas em uma entrevista recente – compartilhada pelo ComicBookMovie, um dos dubladores internacionais do Rocket tocou no tão temido assunto, dando um spoiler sobre a despedida de um dos heróis.

Sergio Zurita, dublador mexicano, não conteve sua fala e deixou claro que um personagem “chave” vai morrer.

Disse:

“Eu posso te garantir que o filme te leva aos risos e às lágrimas. E um personagem chave morre. Eu não posso dizer mais, isso já é mais que o bastante…não sei se já não disse mais do que deveria”.

Seria o personagem em questão o Capitão América? O Tony Stark? Comente a sua opinião!

‘Vingadores: Ultimato’ terá duração de 182 minutos (3 horas e 2 minutos).  

Assista ao trailer

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

Fãs fazem petição para que Netflix e mais streamings sejam gratuitos durante a reclusão

Para ajudar a combater o tédio do distanciamento social, em virtude da quarentena, um fã desenvolveu uma petição, pedindo para que os serviços de streaming como a Netflix suspendam suas cobranças durante 60 dias.

A iniciativa visa contemplar as pessoas que se encontram em dificuldades financeiras neste delicado momento e não possuem condições de arcar com a mensalidade destas plataformas.

Criada por Philip Kolas, a petição pede para que as empresas Netflix, Amazon Prime, YouTube, Hulu e HBO se posicionem quanto ao assunto e tornem suas respectivas grades de programação gratuitas, a fim de ajudar a combater doenças emocionais, como a depressão.

Em seu argumento, o autor da petição salienta:

“Embora esse seja um desafio heróico e necessário, também há o risco de tédio e isolamento, o que pode levar à depressão, entre outros fatores. Muitas pessoas estão recorrendo aos seus serviços de streaming para aliviar sua monotonia. O problema disso é que muitos não podem pagar pela mensalidade, especialmente em um momento como agora, quando a vida financeira de muitas pessoas já está sobrecarregada”.

A petição parece ter agradado os internautas e até o momento já ultrapassou a marca de 59 mil assinaturas.

 

‘Heels’: Filmagens da 1ª temporada da série com Stephen Amell são encerradas

As filmagens da 1ª temporada da nova série sobre luta livre estrelada por Stephen Amell, intitulada ‘Heels‘, foram oficialmente encerradas.

E para comemorar o marco, o protagonista em questão compartilhou uma nova imagem dos bastidores, instigando os fãs a conferirem a produção, que estreia em breve.

Confira:


Confira também as primeiras imagens oficiais da série:

Michael Waldron (‘Loki‘) é responsável pelo roteiro da série, que terá Mike O’Malley como showrunner.

A trama acompanha um grupo de homens e mulheres que perseguem seus sonhos no mundo do wrestling. Em uma pequena comunidade da Geórgia, dois irmãos disputam uma chance para continuar com o legado de seu falecido pai. No ringue, há um mocinho e um vilão, personagens difíceis de interpretar e também de serem deixados para trás.

O elenco também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado e James Harrison.

A produção ainda não possui previsão de lançamento, mas espera-se que estreie em meados de 2021.

Crítica | Saltburn – ESTUPENDO suspense sobre luxúria e obsessão

Criando um caleidoscópio de cores neon, Emerald Fennel faz de Saltburn um sonho de uma noite de verão. Luxúria, obsessão amorosa e desejos não consumados se fundem em um anseio compulsivo por algo que ainda não sabemos. Arranhando apenas a superfície de sua história, percorremos 1h30 de filme observando o suntuoso palácio de Saltburn como o palco para o que aparenta ser um vindouro crime passional. Mas enquanto nos distraímos com a beleza fugaz de uma família rica e mesquinha, custamos a perceber uma outra narrativa que gradativamente se aflora ao nosso redor. E de maneira quase metalinguística, a vencedora do Oscar transforma seu filme em uma catarse sobre si mesmo. Enquanto achamos que a trama se retém unicamente a uma paixão jamais consumada, Fennel vai além dessa superficialidade, para narrar um conto sobre poder, ostentação e um outro tipo de obsessão.

Não seria incorreto afirmar que Saltburn flerta com os mesmos temas de O Talentoso Ripley. Mas muito mais suntuoso e verborrágico em seus diálogos, o longa da cineasta e atriz britânica é muito mais do que o suspense sobre golpes milimetricamente arquitetados. Vendendo um ideal simultaneamente idílico e sombrio, ela transforma a belíssima e aristocrática paisagem da Inglaterra dos anos 2000 em um cenário satisfatório de personagens peculiares e belamente configurados. Como se estivéssemos diante de uma pintura renascentista que ganha vida diante dos nossos olhos, o suspense ainda faz um amálgama entre o drama e a comédia, pautando sua trilha sonora por acordes tensos e instigantes, a fim de sempre nos deixar atentos e à espreita – à espera de uma iminente tragédia que só verdadeiramente chega em seus 20 minutos finais.

Nos convidando a desfrutar desse pequeno universo de possibilidades infinitas em meio a um verão quente que exala sensualidade, Saltburn é a história sobre um lugar maldito e como ele rege o comportamento daqueles que o frequentam. Nesse contexto, Barry Keoghan é um desajeitado estudante universitário que parece não se encaixar no rico cenário da Oxford University, mas se encontra em uma estranha amizade com o ótimo Jacob Elordi – o belo aristocrata com quem divide parte de seu cronograma escolar. Em uma relação pautada por uma constante tensão sexual, ambos são como diferentes partes de um único corpo. Suas personas se completam, ainda que se distanciem por seus contextos socioculturais. São de mundos dispersos, mas se encontram em um ponto em comum. Não se desejam, mas parece que sim – o que torna tudo ainda mais turvo. E assim seguimos até o grande plot twist.

E essa é a riqueza criativa por trás de Saltburn. Há sempre uma segunda agenda escondida nas entrelinhas, que nós nunca conseguimos tocar. É como se sempre chegássemos perto de algo absolutamente revelador e conclusivo, mas nunca o bastante para compreendermos a dimensão da história. Essa habilidade de storytelling desenvolvida por Fennel torna nossa experiência cinematográfica um espetáculo à parte. Sempre progressiva e evolutiva, ela nunca é plenamente satisfeita, mas é sempre satisfatória. Somos hipnotizados por seus personagens, seduzidos por suas falas mansas e diálogos regados de pedantismo, somos induzidos pela linguagem corporal dúbia de cada um deles. E todos esses elementos criam a tempestade perfeita de toxicidade que nos levará a ruína de (quase) cada um deles.

E dentro disso, a direção de fotografia se incorpora à belíssima performance de seu elenco, nos banhando com cores neon e sombras profundas que flertam com a estética gótica e que evidenciam ainda mais a opulência desse pequeno universo de excessos, prazeres subversivos e comportamentos destrutivos. Nessa efervescência artística tão conceitual, Barry Keoghan é um espetáculo à sua maneira, com uma atuação poderosa e inebriante, que transita entre uma estranha inocência e uma peculiaridade, que escondem em si um comportamento muito mais perturbador, que jamais poderíamos imaginar. Dominando a tela a todo momento, ele uma vez mais prova ser um dos melhores atores da atualidade e caminha em direção ao Oscar como quem sabe a dimensão de seu talento.

Rosamund Pike não fica atrás e transforma sua verborragia em uma espécie de artefato criativo para compor sua performance. De sua postura altiva aos diálogos lindamente pausados e repletos de adjetivos passivo-agressivos e pedantes, a indicada ao Oscar mostra sua versatilidade em tela como a personificação da soberba aristocrática. Trajando figurinos que deslizam pelo seu corpo e agregam movimento e leveza ao seu andar, ela brilha em tela com uma atuação onde a serenidade e a necessidade de sustentar uma fachada imperam. Seguindo essa mesma toada, Carey Mulligan faz uma ponta como a epítome de Camden Town dos anos 2000, exalando estilo e exageros fashionistas no pouco, mas excepcional tempo de tela que possui. E assim segue o restante do elenco, que ainda traz Jacob Elordi e Richard E. Grant em destaque.

Proporcionando uma experiência sinestésica que jamais sacia toda nossa curiosidade e anseios, Emerald Fennell faz de Saltburn uma suntuosa e imprevisível jornada. Aguçando nossos sentidos e nos proporcionando uma aventura cinematográfica regada de elementos satisfatórios que vão desde sua soturna fotografia ao belíssimo e clássico design de produção, o novo longa da aclamada cineasta é o encontro perfeito entre arte e entretenimento. Pode até trazer elementos familiares do cinema de outrora, mas é impossível não ficar fascinado por esse distante e exibicionista palácio de desejos nefastos e perigosos.

Cannes 2024 | Dia 6 – Palm Dog, Lula, Demi Moore e Margaret Qualley

Na reta final da 77ª edição do Festival de Cannes, o sexto dia do evento apresentou outro forte concorrente na Mostra Competitiva e candidato a Palma de Ouro de Atriz e Direção: A Subtância, de Coralie Fargeat.

Com Demi Moore e Margaret Qualley, o longa de horror corporal tem tudo para chamar atenção dos jurados ao misturar crítica social às pressões estéticas sofridas pelas mulheres a uma grotesca (e sanguinária) batalha pela beleza e vida. Aos 61 anos, Demi Moore ousa a mostra o seu corpo totalmente nu e torna-se quase uma múmia diante das câmeras. Vale uma grande disputa pela Palma de Interpretação com a protagonista Karla Sofía Gascón, do filme Emília Perez.

Outros três filmes foram conferidos pela jornalista e crítica de cinema Letícia Alassë neste sexto dia de projeção. O primeiro é O Julgamento do Cachorro (Le Procès du Chien), de Laetitia Dosch, presente na mostra Um Certo Olhar. Este é o primeiro filme como diretora da até então atriz francesa. O protagonista Kodi, concorre a prêmio Palm Dog, concedido a melhor participação canina nos filmes do Festival de Cannes.

Em Competição, Limonov – The Ballad, de Kirill Serebrennikov, é uma cinebiografia de um poeta niilista e figura polêmica russa. Não seria improvável, no entanto, uma condecoração ao ator britânico Ben Whishaw no papel título.

Por fim, o renomado diretor norte-americano Oliver Stone apresentou seu documentário sobre Luis Inacio Lula da Silva, atual presidente do Brasil. No discurso de abertura da sessão, o cineasta declarou elogios e admiração ao personagem principal do seu filme.

Leia mais: Cannes 2024 | “Um LÍDER único”, declara Oliver Stone sobre o presidente LULA 

Veja o vídeo de resumo do sexto dia do Festival de Cannes:

‘Big Little Lies’: Reese Witherspoon revela que ficou “em choque” quando Meryl Streep aceitou papel

Pelo visto não foram só os fãs de Big Little Lies que comemoraram a chegada de Meryl Streep ao elenco da 2ª temporada.

Durante uma entrevista no Late Night with Seth Meyers, a estrela e produtora Reese Witherspoon contou que também teve uma reação de surpresa quando recebeu o e-mail de Streep aceitando o papel.

“Recebi um e-mail dela que dizia: ‘Olha, eu li o papel e é incrível. Vou fazer’. Eu simplesmente derrubei meu celular no chão. Então corri para ver se ele tinha quebrado e liguei para Nicole [Kidman]. Nós duas ficamos em choque juntas”

Streep irá interpretar Mary Louise Wright, mãe de Perry Wright (Alexander Skarsgard, o grande papa prêmios da temporada). Depois da morte de seu filho, ela chega à Monterey procurando respostas.

Segundo fontes da Variety, Streep vai embolsar US$800 mil por episódio. A atriz possui três estatuetas do Oscar.

Nicole Kidman e Reese Witherspoon serão novamente as produtoras da nova temporada, e também retornarão às suas respectivas personagens. Liane Moriarty, autora do livro no qual a primeira temporada é baseada, volta assinando parte da nova história para a segunda temporada. A diretora Andrea Arnold irá comandar os sete novos episódios, com Jean-Marc Vallée, diretor original, servindo como produtor.

A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida.

‘Transformers 6’ ainda vai acontecer, garante CEO da Hasbro

Apesar da Paramount Pictures retirar a produção de seu calendário de estreias para 2019, Transformers 6’ ainda vai acontecer, garante CEO da Hasbro.

Segundo Goldner, o longa apenas foi adiado para depois de 2019.

“A Paramount e a All Sparks da Hasbro adiaram o lançamento de ‘Transformers 6’ até depois de 2019 por conta do lançamento de ‘Bumblebee’ este ano”

Ou seja, é provável que o desempenho do derivado seja o fator determinante para o sexto filme de fato acontecer.

Com sua data de estreia inicialmente agendada para 28 de junho, a vaga acabou ficando com a comédia da atriz  Tiffany Hadish, intitulada ‘Limited Partners‘.

Transformers – O Último Cavaleiro‘ arrecadou apenas US$ 605 milhões mundialmente – contra US$ 1.1 bilhão do quarto filme da franquia.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o ator Mark Wahlberg afirmou que retorna COM UMA CONDIÇÃO:

Shia LaBeouf é preso e xinga policial de “v*adia” 40 vezes 

Os filmes BRASILEIROS voltarão a ter cota de tela nos cinemas?

Após uma fase dourada em que trouxe números expressivos de público e bilheteria, o cinema nacional sofreu um grande baque com a pandemia de Covid-19. Com o fechamento das salas e os cinemas precisando equilibrar as contas, os blockbusters internacionais vêm tendo sua exibição priorizada nas principais salas do país. Com isso, os números envolvendo os filmes brasileiros estão preocupantes, ainda muito longe do período pré-pandemia.

Uma das alternativas para ajudar a reerguer o cinema nacional são as famosas cotas, que obrigam os cinemas a reserva uma porcentagem das sessões para exibir filmes feitos no Brasil.

Serhii_bobyk/ Freepik

Os filmes BRASILEIROS voltarão a ter cota de tela nos cinemas?

A lei não é nova, mas estava expirada desde 2021. Ela foi criada inicialmente em 2001 com o prazo de 20 anos. Os resultados foram expressivos, já que o cinema nacional viveu uma das melhores fases de sua gloriosa história nesse período. O Projeto de Lei 5497/19 visa seguir a mesma ideia, com prazo até o ano de 2033. E ele foi aprovado na Câmara dos Deputados com 312 votos a favor e apenas 25 contra, o que é um motivo a ser comemorado, após a última gestão tomar medidas extremamente controversas quanto a Cultura. Agora, o projeto segue para a aprovação do Senado.

Ainda não foi estabelecida a porcentagem de sessões nem se haverá alguma variedade de gêneros cinematográficos, o que será definido pelo Poder Executivo a cada ano de vigência das cotas. No entanto, já se sabe que a decisão não afetará filmes lançados em plataformas de streaming.

A franquia “Tropa de Elite” se beneficiou bastante da cota no início dos anos 2000

O projeto de lei prevê a cobrança de uma pesada multa (*receita bruta média diária do complexo multiplicada pelo número de sessões de descumprimento. No entanto, ela poderá ser substituída por um termo de ajustamento de conduta, considerados agravantes) para os cinemas que não cumprirem com as regras.

Caberá à Agência Nacional de Cinema (Ancine) ser a consultora de agentes do governo e também a publicação de relatórios anuais avaliando o impacto das medidas no cinema nacional.

“Este projeto apenas possibilita que os brasileiros se vejam na tela, sem mexer com os agentes privados que atuam no setor cultural”, afirmou a relatora da proposta, Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

*Com informações da Agência Câmara de Notícias

Crítica | Com Carinho, Kitty – Série Teen da Netflix Vale por Diálogo com a Cultura Sul-Coreana

O sucesso das histórias contemporâneas pode ser medida pela quantidade de adaptações audiovisuais e produtos derivados que ela consegue ter, especialmente quando essas histórias são voltadas para o público jovem. Esta é a trajetória dos livros ‘Para Todos os Garotos que já Amei’, cuja trilogia ganhou três adaptações em formatos fílmicos e fez tanto burburinho na Netflix, que acabou originando uma derivação seriada baseada na irmã da protagonista, que roubou as atenções do público. Recentemente a série estreou na Netflix com o nome ‘Com Carinho, Kitty’ e já teve sua segunda temporada confirmada pela gigante do streaming.

Com ambas as irmãs mais velhas longe de casa, Kitty (Anna Cathcart) sente-se sozinha e, às vésperas de entrar no Ensino Médio, acredita que tem muito mais para conhecer no mundo do que simplesmente ficar no mesmo lugar, afinal, seu relacionamento à distância com Dae (Choi Min-yeong) tem se mantido firme e forte desde que se conheceram presencialmente quando ela estive em Seul com sua família anos atrás. Disposta a encontrá-lo pessoalmente, Kitty decide se inscrever para um programa de bolsa de estudos na Kiss, uma escola de Ensino Médio na Coreia do Sul, onde sua mãe também estudara. Uma vez lá, Kitty quer refazer os passos de sua mãe para, assim, tentar se reaproximar dela de alguma forma. Porém seus planos na Kiss não vão exatamente como ela queria, uma vez que irá conhecer estudantes do mundo inteiro e que não necessariamente vão curtir seu um jeitinho casamenteiro de ser.

Dividido em oito episódios com pouco menos de trinta minutos cada, ‘Com Carinho, Kitty’ tem muitas sub tramas e muitos personagens para dividir o tempo com uma protagonista que também precisa se apresentar para o espectador, mesmo sendo uma derivação da história principal – afinal, ela era apenas uma coadjuvante infantil adorável, e agora é uma jovem adolescente completamente diferente daquilo que conhecemos nos filmes.

Esse é o grande desafio do roteiro de Alanna Bennett, com colaboração e criação da autora dos livros, Jenny Han. E é justamente onde este roteiro se enrola: com tantos personagens e tantas sub tramas, muitas coisas acabam sendo muito facilmente resolvidas ou simplesmente jogadas no enredo de maneira gratuita para acelerar a resolução dos acontecimentos. Exemplo disso é uma cena em que dois personagens estão casualmente com vontade de tomar um café e casualmente passam por uma ponte onde casualmente encontram um outro personagem agindo de maneira suspeita. A frequência com que essa estratégia de novela mexicana ocorre nesta primeira temporada força um pouco a barra – talvez por seu grande número de diretores responsáveis.

Por outro lado, ‘Com Carinho, Kitty’ presta um grande serviço em apresentar a cultura sul-coreana para o público majoritariamente estadunidense, e esse é o grande forte da série. Através da protagonista intercambista o espectador é convidado a conhecer pratos típicos da região, celebrações de feriados, comportamentos culturais do dia a dia daquele povo e por aí vai. Considerando que a Coreia do Sul anda em alta com o público jovem, este é um grande acerto da série.

Afastando-se bastante da personagem dos filmes, ‘Com Carinho, Kitty’ repagina sua protagonista para o contemporâneo dos adolescentes de hoje e todas as suas inquietações. Uma primeira temporada bem-feita, ainda que acelerada, mas que deixa um ótimo gancho para a já confirmada segunda parte da série.

‘Infinite’: Chris Evans vai estrelar ficção científica de Antoine Fuqua

Chris Evans está fechando acordo para estrelar a ficção científica do diretor Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’), Infinite, da Paramount Pictures.

O filme é baseado no romance de D. Eric MaikranzThe Reincarnationist Papers, publicado originalmente em 2009. A história é centrada nos Cognomina, uma sociedade secreta de pessoas que possuem lembranças completas de suas vidas passadas, até que um problemático jovem, atormentado por inúmeras memórias, cruza caminho com esse grupo e ousa desafiá-los.

O roteiro fica a encargo de John Lee HancockIan Shorr.

O próximo projeto de Evans inclui a conclusão da épica saga Vingadores, um dos filmes mais aguardados dos estúdios Marvel. Além disso, ele irá estrelar o mistério Knives Out ao lado de Jamie Lee Curtis, Daniel CraigMichael Shannon.

Fuqua, por sua vez, ficou responsável por O Protetor 2, sucesso de crítica e de público, bem como American Dream/American Knightmare, para a Showtime.

Ainda não há data de estreia prevista para Infinite.

Vingadores: Ultimato’ estreia no dia 25 de julho de 2019

‘Marry Me’: Michelle Buteau é elencada em nova comédia romântica musical

A comediante Michelle Buteau (Meu Eterno Talvez) foi elencada na nova comédia da STXfilms‘Marry Me’, num papel ainda não revelado. As informações são da Variety.

Buteau se une aos já previamente anunciados Jennifer Lopez, Owen WilsonSarah SilvermanJohn Bradley.

Kat Coiro será a diretora do projeto. O roteiro fica a encargo de John RogersTami Sagher.

‘Marry Me’, descrito como um cross-over entre Um Lugar Chamado Notting Hill e Nasce Uma Estrela, é baseado na graphic novel de Bobby Crosby e gira em torno de uma popstar (Lopez) que, momentos antes de se casar com seu marido no Madison Square Garden, descobre que ele vinha lhe traindo com sua assistente. Ela, então, cancela um casamento e escolhe um cara qualquer (Wilson) na multidão para se casar com ela.

Ainda não há data de estreia prevista para o filme.

Crítica de Álbum | ‘Future Nostalgia’ é um álbum impecável e viciante do começo ao fim

Em dezembro do ano passado, Dua Lipa cedeu uma breve entrevista ao Metro para falar um pouco sobre seu novo álbum de estúdio, Future Nostalgia. O novo e aguardado CD, que já estava precedido por singles oficiais que resgatavam a sonoridade chiclete e estonteante da década de 1980, pavimentavam um caminho glorioso que se afastaria do trap minimalista majoritário dos anos anteriores e resgataria uma dançante ode às discotecas e às lendas que surgiram ou se consolidaram na época em questão. Segundo ela, a ideia era sair da zona de conforto – e, sem perceber, ela adentrou um conhecido cenário do qual não sabíamos que precisávamos até então. E o resultado final, como já era de se esperar ao longo de quatro canções promocionais, não poderia ser menos que irretocável.

A performer havia mostrado seu apreço pelo synth e pelo electro-pop ainda em 2017 com o lançamento de seu álbum homônimo; agora, mergulhando de cabeça em escopos mais maduros e mercadológicos ao mesmo tempo, ela voltou aos holofotes de modo categórico, sem deixar de lado o charme pelo qual os fãs se apaixonaram algum tempo atrás. Não é surpresa que ela tenha trazido certos elementos de seu début na indústria fonográfica para modificá-los em breves e envolventes pérolas, vibrantes com energia e com poderosas letras que nos arremessam de volta ao passado e contemplam basicamente todos os artistas mainstream que podemos pensar. Logo de cara, temos o hino de independência que carrega o título da obra e que apresenta o que podemos esperar das outras faixas – como a impecável e gradativa “Don’t Start Now”, que volta-se para o baixo e para os sintetizadores com amor irrefutável.

Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.

Nota-se, da mesma forma, uma sabedoria interessante que se alastra para os mínimos detalhes das composições, guiadas e produzidas por um brilhante time que inclui Stuart Price e Andrew Watt. “Levitating”, escondida no miolo do CD, alastra referências para Earth, Wind & Fire e para Bee Gees quando opta pelas múltiplas camadas vocais, ao passo que inclina-se para os primórdios do R&B quando cria bridges inesperadas e quando deixa a guitarra tomar conta dessa mixórdia instrumental. “Hallucinate”, uma das melhores tracks das últimas décadas, permite que Price atue com força descomunal e faça menções a Aphrodite e ‘Confessions on the Dancefloor’ sem deixar que a identidade radiante (e pautada nos roucos autotunes) seja varrida para debaixo do tapete.

Mesmo iterações familiares encontram espaço o suficiente para cintilar, como é o caso da arquitetura midtempo de “Pretty Please”, longinquamente nos lembrando de Prince e, num período mais recente, de Janelle Monáe. Já Chelcee Grimes empresta sua incrível habilidade como compositora em “Love Again”, mais um obra-prima que busca inspiração em nomes como Donna Summer e Roberta Kelly, aproveitando os agudos violinos para mostrar seu respeito para os anos 1970 e abrir as portas para um onírico e narcótico night club movido a disco e ao classicismo dos embalos de sábado à noite. E, para citar um jornalista que também se propôs a escrever uma crítica do álbum, a performer está no volante e sabe exatamente aonde quer ir e qual seu destino – conseguindo cumprir tudo o que promete e mais.

A tecedura e a potência vocais de Dua Lipa são conhecidas desde seu estrondoso aparecimento no centro do palco; todavia, ela se rende a um novo nível que parece simples e invejavelmente natural, consolidando-se com a fluidez de “Good In Bed”, uma faixa nascida do cruzamento entre a arte de Lizzo e de Amy Winehouse, com batidas provocantes e cativantes que a princípio parecem alheias ao conceito apresentado nas investidas anteriores, mas que também encontra seu lugar. O deslize se concentra com exclusividade em “Boys Will Be Boys”, cuja base fabulesca e orquestral é ironicamente atual demais (em outras palavras, a canção funcionaria melhor em outro espectro, talvez até mesmo sozinha).

Future Nostalgia é um majestoso e raro álbum em que nenhuma peça fonográfica está abaixo da média. A jovem artista superou a si mesma e às nossas expectativas, mesmo nos preparando há vários meses para o que viria. É gratificante e emocionante ver o pop voltando ao seu age – ainda que, para isso, resgate um passado não muito distante.

Nota por faixa:

  • Future Nostalgia – 4,5/5
  • Don’t Start Now – 5/5
  • Cool – 4,5/5
  • Physical – 5/5
  • Levitating – 5/5
  • Pretty Please – 4/5
  • Hallucinate – 5/5
  • Love Again – 5/5
  • Break My Heart – 5/5
  • Good in Bed – 4/5
  • Boys Will Be Boys – 3/5