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Disney+ triplica em número de usuários em virtude da reclusão social

O período de reclusão social imposto, em virtude da pandemia do coronavírus, fez o número de usuários do Disney+ triplicar nos Estados Unidos.

Segundo a revista Forbes, entre os dias 14 e 16 de março, o serviço conquistou três vezes mais novos assinantes. Esse período marca o início da quarentena no país, quando muitas pessoas começaram a se isolar em suas residências, a fim de reduzir o índice de contágio pelo COVID-19.

O súbito aumento vertiginoso é comparado à quantidade de novos assinantes que optaram por adotar o serviço entre os dias 07 e 09 de março, período em que o vírus ainda não tinha se espalhado com rapidez no país e as escolas ainda permaneciam abertas.

Já a plataforma da Apple teve apenas 10% de aumento em seu número de assinantes, sendo o menor crescimento entre os serviços de streaming.

Vale lembrar que o streaming agora está disponível no Reino Unido, Irlanda, Espanha, Alemanha, Itália e Suíça.

 

 

 

Crítica | John and the Hole: Michael C. Hall e Taissa Farmiga em ambicioso mas fraco terror

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

Um belo e tranquilo cenário bucólico se transforma em um inquietante contraste, diante da silenciosa psicopatia de um aparente adolescente comum, que faz dos seus pais e irmã reféns de si mesmos – em um esquecido bunker encontrado na floresta que rodeia sua residência. John and the Hole se apresenta como esse ambicioso terror psicológico e emocional, que tenta levar a audiência para uma espécie de análise de personagem, à medida em que a instiga a tentar decifrar o doentio e sádico comportamento de um adolescente mimado. Mas sua ousadia inicial acaba se perdendo, em um roteiro que promete muito mais do que realmente consegue entregar.

Pascual Sisto tem boas intenções com o seu terror e tenta mirar para algo com uma abordagem semelhante a de Precisamos Falar Sobre o Kevin, só que com uma estética um pouco mais conceitual e autoral. Intrigando a audiência logo em seus primeiros minutos, o longa caminha bem, cresce vertiginosamente diante dos olhos da audiência e levanta uma sucessão de questionamentos que seguem de forma latente até o último segundo. Tentando mostrar as rachaduras de uma suposta família perfeita – em meio à fragilidade da adolescência contemporânea, John and The Hole até parece ser ousado, tentando trazer um frescor novo para o gênero.

Mas à medida em que seu segundo ato se encerra, dando início aos estágios finais da trama, nossa crença no potencial narrativo do roteiro de Nicolás Giacobone começa ficar à deriva, ao ponto de perecer diante de um final raso, ralo e que – nem de perto – corresponde à audácia e soberba de seu personagem homônimo. Mesmo trazendo um elenco de peso, encabeçado por Michael C. Hall (Dexter) e Taissa Farmiga (American Horror Story), a produção nos deixa na exata posição dos demais membros da família de John: Sem entender absolutamente nada das motivações do psicopata.

E não que haja a essencial necessidade de justificar os atos de seu sádico protagonista. A grande problemática de John and The Hole é exatamente a falta de noção em seu roteiro, que originalmente parece querer esmiuçar psicologicamente um família de classe alta, mas esquece de seu alicerce inicial, deixando a trama correr solta no mesmo ritmo de insanidade do personagem vivido pelo jovem Charlie Shotwell. E ainda que o thriller/terror tente esmiuçar a angústia que por vezes rege a adolescência, a produção falha em nunca se aprofundar demais nessa questão – que é sim essencial para o desfecho do filme -, mais uma vez nos deixando à deriva, à espera de algo que deveria, mas não veio.

Preguiçoso em seu desfecho, mas tecnicamente muito bem dirigido, o primeiro longa da carreira de Pascual Sisto poderia ter ido mais além, se perde em si mesmo em seus instantes finais e se encerra como uma oportunidade perdida, tanto para o cineasta, bem como para o público. Incapaz de honrar sua própria ambição, John and The Hole tinha tudo para ser o grande filme de terror psicológico do ano, mas infelizmente corre o sério risco de ser esquecido pelo tempo.

Bianca Bin e elenco revelam detalhes do SURPREENDENTE suspense policial brasileiro | Entrevista em vídeo

O thriller policial brasileiro ‘As Verdades‘, estrelado por Lázaro Ramos e Bianca Bin, já está em exibição nos cinemas e faz algumas provocações a respeito da cultura da violência contra a mulher, a parti de uma trama bem densa.

Adaptado do aclamado e icônico conto japonês Dentro de um Bosque, de Ryūnosuke Akutagawa, a trama acompanha o policial Josué (Ramos), que tenta desvendar quem é o culpado por um crime cometido contra Valmir – candidato a prefeito de um pequeno município do sertão. Ele tentará descobrir a verdade a partir de três versões diferentes do mesmo ocorrido e descobrirá uma extensa e inesperada rede de intrigas.

E a nossa jornalista Rafa Gomes entrevistou parte do elenco, bem como o diretor José Eduardo Belmonte, que revelaram detalhes sobre a nova produção.

Confira esse bate-papo:

Drica Moraes, José Carlos Machado, Thomás Aquino e Edvana Carvalho completam o elenco.

Pedro Furtado assina o roteiro.

Crítica | Me Sinto Bem Com Você – Comédia Dramática sobre Confinamento, Confiança e Caráter na Juventude

A temporada de confinamento e distanciamento social durante quase todo ano de 2020 e ainda parte de 2021 é o ponto de partida de Me Sinto Bem Com Você, lançamento exclusivo da Amazon Prime Video. Longe de questões periclitantes, como desemprego e fome, o cineasta Matheus Souza compôs uma obra intimista, factual e musical, focada em relacionamentos através das telas e a substituição das interações sociais pela sedução das palavras. 

Distantes das produções apressadas sobre o período pandêmico do século XXI, Me Sinto Bem Com Você possui um esmero cinematográfico com objetivo de colocar o espectador na conversa dos personagens. Vale ressaltar o primoroso trabalho da produção artística, tanto do visual dos atores quanto dos cenários. As tomadas saem do simples plano da webcam para enquadramentos em detalhes e projeções de luz calorosa, principalmente nas cenas do par protagonista Adriana (Manu Gavassi) e Tom (Matheus Souza), dois aspirantes cineastas e ex-namorados.  

Tudo começa com um: “Ei, você está aí?” Quantas pessoas não mandaram mensagens para ex-parceiros durante a quarentena para acalentar a solidão? Ou seja, a identificação pode ser instantânea para os jovens, os quais a maior parte da vida passa fora de casa. O diálogo do casal lembra o roteiro simples e impressionante do primeiro longa-metragem do diretor, Apenas o Fim (2008).

Aliás, o personagem Tom é uma mistura do egocêntrico Tom (Gregório Duvivier), de Apenas o Fim, e o irritante Paulo Ricardo (interpretado pelo próprio diretor), de Tamo Junto (2016). Ao que parece, os protagonistas de Matheus Souza são uma espécie de alter-ego, sempre um estudante, um aspirante ou um jovem cineasta. Assim, o casal passa o tempo a trocar áudios, mensagens e telefonemas para fugir da presença de si mesmos e quem sabe reabrir uma porta dolorosamente fechada. 

Em outra conexão, estão duas irmãs: Vanessa (Thuany Parente) e Lívia (Bel Moreira). Separadas por quilômetros de distância, elas realizam chamadas agendadas para passar o tempo. O objetivo, na verdade, é encontrar consolo uma na outra pela prematura partida de sua mãe, além de desenvolverem a herança artística da progenitora. Outros dois pares batalham para manter o contato virtual, apesar do relacionamento casual e recente antes da quarentena. 

Um deles é formado pela instagrammer Priscilla (Clarissa Mueller) e a cativante Giovanna (Gabs). Elas formam o par mais bonito em cena, com uma mistura de pureza de sentimento e desejo à flor da pele. Ambas atrizes estiveram no filme anterior do diretor, Ana e Vitória (2018), e, aqui, fazem um belo dueto musical, escrito por Matheus Souza. Já o outro casal é formado pelos jovens Helena (Amanda Benevides) e Eduardo (Richard Abelha), um caso de sexo casual que através da falta de toque torna-se algo muito maior. Eles são responsáveis por um dos momentos mais emocionantes da narrativa. 

Para completar o mosaico, o casal de humoristas da vida real Thati Lopes e Victor Lamoglia dão vida aos namorados “três anos juntos” Dora e Fernando. Para eles, a convivência constante tornou-se uma tortura mútua. Assim, Matheus Souza monta um diversificado esquema de situações entre trocas de doçuras, farpas, linguajares obscenos e confabulações, por vezes cômicas, por vezes existencialistas. 

A casualidade das conversas e o vagaroso desenrolar entre elas acomodam-se de forma relaxante na tela. Alguns personagens adjacentes entram para somar e multiplicar, tal como a mãe de Tom (Priscilla Rozenbaum), na descoberta da bissexualidade na idade madura. Desse modo, Me Sinto Bem Com Você é uma leve expressão audiovisual de emoções enjauladas: apaixonar-se e não poder tocar o objeto de desejo; ter dúvidas sobre a reciprocidade dos sentimentos; e construir confiança no próximo e em si mesmos para poder dialogar. 

Em outras palavras, Matheus Souza não sai da sua zona de conforto e traz a sua assinatura em desabafos sobre afeições, piadas de situações práticas e referências pop. Para o cinema nacional, o cineasta destaca-se pelo seu tom autoral, sua maneira fácil de falar da juventude e de abraçar a diversidade em seus últimos trabalhos.

‘Sense8’: Episódio final está em pós-produção, revela Miguel Angel Sivelstre

O ator Miguel Angel Silvestre compartilhou no Instagram um vídeo onde revela que o episódio especial de despedida da série já está em pós-produção e vai ao ar ainda em 2018:

“Sense8 está chegando! Sessões de ADR para o episódio final”

O especial de duas horas de ‘Sense8’, que também marca a despedida final do elenco e da trama, quase não aconteceu. A informação foi revelado por Ted Sarandos, o chefe de conteúdos da Netflix.

Em sua entrevista recente para a capa da revista Variety, ele revelou que a princípio, a ideia teria sido rejeitada por Lana Wachowski.

Segundo ele:

“Inicialmente ela havia recusado a proposta. Ela gostaria de ter seguido adiante, mas não estava tão empolgada assim com a ideia de fazer um episódio final de duas horas. O que a ajudou a mudar de ideia foi o clamor dos fãs. Isso fez com que seu desejo de fazer um final definitivo aumentasse bastante”.

Para comemorar o episódio especial de 2 horas que encerrará a jornada de ‘Sense8′, Lana Wachowski, o elenco da série e a Netflix liberaram um vídeo de 15 minutos para agradecer aos fãs por todo o carinho ao redor do projeto.

Confira:


‘Vingadores 4’: Nova teoria indica como [SPOILER] pode escapar do Reino Quântico

Enquanto o aguardado ‘Vingadores 4’ não chega, muitas teorias estão surgindo na internet sobre o futuro dos heróis da Marvel Studios, como essa que vamos ver à seguir, que pode dar uma luz sobre como o Homem-Formiga pode escapar do Reino Quântico após os eventos de ‘Homem-Formiga e a Vespa’.

De acordo com um artigo do site Nerdist, é possível que o herói use o próprio traje para encontrar uma saída:

“Se o Homem-Formiga puder encolher até o seu máximo, ele entrará nesse nada, essa não-realidade. Todo o tempo e espaço estarão abertos para ele. Ele poderia literalmente mudar o universo ao seu redor e ele poderia atravessar o tempo à vontade”

Então, talvez a tecnologia de ponta de Pym permita que Scott Lang aguente aquele vórtice no tempo? Só vamos descobrir em ‘Vingadores 4’.

Após vazarem  artes promocionais da Capitã Marvel em seu traje tradicional vermelho e azul em ‘Vingadores 4’, caíram na internet mais artes.

Nelas, podemos vero novo visual do Capitão América e da Viúva Negra, o Gavião Arqueiro, a nova arma do Hulk e a nova armadura do Máquina de Combate. Confira:

‘Capitã Marvel’ chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto ‘Vingadores 4’ fica para 02 de maio de 2019.

10 curiosidades de ‘Gremlins’, um dos filmes politicamente incorretos mais AMADOS da história

Lançado em 1984 e com uma sequência não muito bem sucedida nos anos 90, Gremlins se tornou uma das franquias icônicas das aventuras de terror, criando alguns dos monstrinhos mais famosos do meio. Com uma legião de fãs que assistem anualmente ao filme, principalmente na época de natal, Gremlins é uma das franquias mais amadas da década de 80. Confira estas dez curiosidades sobre os monstros sádicos que conquistaram e aterrorizaram gerações!

 

Diabinhos

Conforme mostrado no filme, os Gremlins são as versões diabólicas dos Mogwai. Ao contrário dos monstrinhos sádicos, os Mogwai são peludinhos e fofinhos, tal qual o Gizmo, contanto que sigam as três regras fundamentais da espécie. Porém, se os Peltzer falassem a língua chinesa, jamais teriam comprado um. Isso porque “Mogwai” em cantonês signfica “Demônio”.

 

De Volta Para os Gremlins

Gremlins se passa na cidadezinha fictícia de Kingston Falls, que queria apenas viver um natal tranquilo e cheio de amor, mas acabou sendo destruída com o vandalismo e homicídios dos monstrinhos sem noção. O mais interessante acerca da cidade é que ela é também Hill Valley, cidade em que se passam os três De Volta Para o Futuro. Como as duas franquias foram gravadas praticamente ao mesmo tempo, a produção reaproveitou a locação.

 

Homenagem a Spielberg

Steven Spielberg foi produtor executivo de Gremlins e de De Volta Para o Futuro. Então, esse reaproveitamento dos sets acabou servindo como uma homenagem não intencional. Por outro lado, há duas homenagens nítidas ao diretor. O radialista da cidade “Rockn’ Rocky Rialto” tem um outdoor copiando o pôster de Caçadores da Arca Perdida, e ao fim do filme, em uma loja de brinquedos, é possível ver uma pelúcia de E.T. – O Extraterrestre, ambos dirigidos por Steven Spielberg. Além disso, o próprio Spielberg faz uma ponta rápida na convenção de tecnologia que o Peltzer Pai vai. Ele aparece brevemente pilotando um carrinho.

 

Direção

O filme é um dos mais célebres da carreira de Joe Dante, que ficou famoso por seu humor fantasioso e politicamente incorreto. Só que isso quase não aconteceu, porque a ideia inicial de Steven Spielberg era convidar um jovem diretor chamado Tim Burton. Na época, Spielberg se encantou pelos curtas de pegada gótica do diretor, mas como ele ainda não havia dirigido nenhum longa-metragem, Steven achou melhor não arriscar jogar um projeto assim para um novato.

 

Cada macaco no seu galho

Ok, essa aqui é uma curiosidade talvez tão bizarra quanto o próprio filme. Pois é. Por mais estranho que pareça, a ideia inicial da produção para os Gremlins era que eles tivessem um comportamento caótico mais similar ao dos animais na natureza. Então, a equipe foi atrás de um monte de macacos e tentou colocar fantasias de Gremlins nos bichos. No entanto, os animais entraram em pânico quando tentaram enfiar as máscaras neles. Assim, essa ideia foi abandonada.

 

Caríssimo

Com o descarte da ideia dos macacos e com o CGI ainda engatinhando, a alternativa para criar os Gremlins foi apelar para a animatrônica. Então, a equipe conseguiu os bonecos robotizados, que custavam entre 30 mil e 40 mil dólares, cada. Mesmo com a movimentação mais restrita, os robozinhos fizeram muito sucesso nos sets de filmagens. Tanto que a equipe teve de contratar um grupo de seguranças para checar o porta-malas de todos ao fim do expediente para garantir que ninguém estava levando um Gremlin para casa.

 

Todo Mundo Odeia o Gizmo

Estrela do filme e adorado pelos fãs, incluindo o público infantil que ficou traumatizado com o longa, o pequeno Gizmo era simplesmente odiado pela produção do filme. Isso porque ele era um robozinho miudinho e vivia dando defeito, o que atrasava as gravações e deixava o pessoal perdendo tempo de trabalho. Esses incidentes resultaram em uma lista feita pela produção das maldades que eles queriam fazer com o pobre boneco. Sabendo disso, a direção inseriu uma cena para “lavar a alma” de seus colegas, em que os Gremlins prendem o Gizmo numa parede e o usam como alvo para um monte de dardos.

 

É terror ou não é?

Um dos grandes pontos que causou polêmica entre os executivos da Warner na época era definir se esse filme seria ou não de terror. Porém, a orientação dada à equipe criativa era tratar como um longa para o público jovem, mas que pudesse ser assistido por crianças maiores também. Por isso, o roteirista Chris Columbus teve que cortar algumas passagens da história original, como a morte do cachorrinho e a decapitação da mãe de Billy, que seria morta por um Gremlin e teria sua cabeça chutada escada abaixo.

 

Controverso

Mas em momento algum Dante e Columbus abriram mão do projeto ser controverso. Na reta final do filme, há uma cena em que a Kate (Phoebe Cates) revela que odeia o natal porque, quando era criança, seu pai se vestiu de Papai Noel para surpreendê-la, mas acabou escorregando, quebrando o pescoço e sendo assado pela chaminé. É uma sequência pesada, mas com certo tom de humor politicamente incorreto. A Warner quis remover essa cena do filme, mas Dante bateu o pé para mantê-la, porque ele disse que ela sintetizava perfeitamente o que era o filme.

 

Duelo de peso 

O ano de 1984 trouxe alguns dos maiores clássicos da década e da Cultura Pop em geral. Mas tem um caso em especial que chama muita atenção: Gremlins estreou nos cinemas norte-americanos no mesmo dia que Os Caça-Fantasmas. Claro que os monstrinhos se deram mal nessa, porque os Caça-Fantasmas terminaram o ano como a terceira maior bilheteria de 1984, com quase 300 milhões de dólares, enquanto os Gremlins ficaram em quinto no ranking de bilheteria, com pouco mais de 150 milhões de dólares.

Gremlins está disponível no HBO Max.

‘Abestalhados 2’ – Diretores Explicam Como Fizeram o Filme 2 Sem ter Feito o Filme 1

Um grupo de cinéfilos apaixonados por cinema decide pegar atores reais para gravar seu filme às escondidas. Assim é ‘Abestalhados 2′, nova comédia de ação brasileira em cartaz nos cinemas. E a repórter Janda Montenegro, do Cinepop, conversou com os diretores Marcelo Botta e Marcos Jorge, e também com o ator Paulinho Serra, sobre os bastidores desse filme muito louco. Confira!

Paulo, Manuel, Eric e Alex Bala sonham em fazer um filme de ação e aventura. Com um enorme talento para se meter em encrencas, eles partem em uma hilária aventura em busca do reconhecimento e do sucesso.

Crítica: 

Crítica | Abestalhados 2 – Comédia Nacional HILÁRIA Reúne ‘Choque de Cultura’ e ‘Hermes e Renato’

10 frases CLÁSSICAS do cinema que você está citando da maneira ERRADA…

Quem não tem aquela música que você cantou errado a vida inteira até um dia descobrir a verdade? Todo mundo tem o seu “trocando de biquini sem parar” e isso não acontece apenas no mundo da música. O cinema também possui vários exemplos de frases que ficaram muito famosas mesmo nunca tendo aparecido em um filme. 

Pensando nisso, o CinePOP decidiu separar para vocês dez exemplos de frases clássicas do cinema, mas que nunca estiveram de fato na tela grande. E você vai se surpreender!

 

Star Wars: Episódio V – O Império Contra-ataca (1980)

Todo nerd que se preze, um dia, já imitou a rouca voz do vilão Darth Vader e soltou a clássica frase: “Luke, I am your father” (“Luke, eu sou seu pai“). Pois bem, se você fez isso, você fez errado. Tal frase nunca foi vista no filme dirigido por Irvin Kershner e idealizado por George Lucas. A frase correta, na verdade, é: “No, I am your father” (“Não, eu sou seu pai“). Na cena, Vader (voz de James Earl Jones) está respondendo a acusação de Luke (Mark Hamill) de que teria matado seu pai.

 

Casablanca (1942)

Um dos maiores clássicos da história do cinema, Casablanca também possui uma citação errada para chamar de sua. E, mais uma vez, em uma cena chave da produção. Desolado após o breve reencontro com Ilsa (Ingrid Bergman), Rick (Humphrey Bogart) pede para o pianista de seu bar, Sam (Dooley Wilson), tocar a música dos dois. O mundo relembra a cena como se Rick dissesse: “Play it again, Sam” (“Toque novamente, Sam“). Mas… o que ouvimos o personagem falar é “Play it, Sam. Play ‘As Time Goes By’” (“Toque, Sam. Toque ‘As Time Goes By’“). O erro ficou tão conhecido que “Play it again, Sam” virou até título original de peça/livro de Woody Allen.

 

O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001)

Essa aqui até me fez colocar o DVD para assistir antes de publicar a matéria. Pouco antes de cair no precipício após o confronto com Balrog, Gandalf grita para a “sociedade do anel” fugir no primeiro capítulo de O Senhor dos Anéis. A maioria das pessoas cita que o mago grita “Run, you fools” (“Corram,seus tolos”). Mas não foi o caso. Na verdade, o personagem vivido por Ian McKellen fala “Fly, you fools” (“Voem, seus tolos”). Obviamente, o sentido é o mesmo. O voem era para saírem correndo dali, mas a escolha original mostra um pouco do vocabulário do mago então cinzento. 

 

Branca de Neve e os Sete Anões (1937)

Todo mundo sabe que a frase de Branca de Neve e os Sete Anões começa com “espelho, espelho meu”, não é mesmo? Pois bem… a verdade é que a versão original da frase é um pouquinho diferente. Popularmente conhecida como “Mirror, mirror, on the wall, who is the fairest of them all?” (“Espelho, espelho, na parede, quem é mais bela do que eu?“), a frase verdadeira é “Magic mirror on the wall, who is the fairest one of all?” (“Espelho mágico na parede, quem é a mais bela de todas?“).

 

Tubarão (1975)

Clássico dirigido por Steven Spielberg, considerado por muitos como o primeiro blockbuster da história da sétima arte, Tubarão também tem uma citação pra lá de equivocada correndo pelas bocas das pessoas. “We’re gonna need a bigger boat!” (“Vamos precisar de um barco maior!“) virou sensação da cultura pop e pode ser encontrada até mesmo em camisetas sendo vendidas por aí. Mas esta não é a frase usada por Roy Scheider no filme. Ele diz: “You’re gonna need a bigger boat!” (“Você vai precisar de um barco maior!“).

 

Wall Street – Poder e Cobiça (1987)

Clássico de Oliver Stone estrelado por Michael Douglas e Charlie Sheen, o primeiro Wall Street ficou conhecido pela frase “Greed is good” (“Cobiça é bom“). Mas a forma como foi dita no filme foi um pouco diferente. Na verdade, o Gordon Gekko vivido por Douglas fala “The point is, ladies and gentleman, that greed, for lack of a better word, is good.” (“O ponto, senhores e senhoras, é que cobiça, na falta de melhor palavra, é bom.“).

 

O Mágico de Oz (1939)

Um dos maiores clássicos da história do cinema. E a jornada de Dorothy pelo reino de Oz começa já com uma frase que ficou conhecida em sua forma errada. A maioria das pessoas acredita que a jovem interpretada por Judy Garland fala: “I don’t think we’re in Kansas anymore, Toto” (“Acho que não estamos mais no Kansas, Toto”). Mas, na verdade, é um pouquinho diferente. A citação exata é: “Toto, I’ve a feeling we’re not in Kansas anymore” (“Toto, tenho a impressão de que não estamos mais no Kansas”).

 

Campo dos Sonhos (1989)

Estrelado por Kevin Costner, Campo dos Sonhos é conhecido por fazer as pessoas chorarem e por imortalizar a frase “If you build it, they will come” (“Se você construir, eles virão“). Acontece… que não é essa a frase correta ouvida no longa. Parece um detalhe pequeno e desimportante, mas a citação exata é “If you build it, he will come.” (“Se você construir, ele virá”).

 

O Silêncio dos Inocentes (1991)

Hello, Clarice…” (“Olá, Clarice…“) na voz do Hannibal Lecter criado por Anthony Hopkins em O Silêncios dos Inocentes causa arrepios só de lembrar. Só que você, e muita gente, está simplesmente “lembrando” de forma equivocada. A frase correta dita por um dos maiores vilões da história da sétima arte é, na verdade, “Good evening, Clarice…” (“Boa noite, Clarice…“).

 

A Primeira Noite de um Homem (1967)

Obra-prima dirigida por Mike Nichols e protagonizada por Dustin Hoffman e Anne Bancroft, A Primeira Noite de um Homem (1967) também é regularmente citado de forma equivocada. E a cena em questão é uma das mais importantes do filme, o primeiro encontro entre Benjamin (Hoffman) e a Sra. Robinson (Bancroft). As pessoas costumam citar a frase “Mrs Robinson, are you trying to seduce me?” (“Sra. Robinson, você está tentando me seduzir?“), quando, na verdade, o correto é “Mrs Robinson, you’re trying to seduce me. Aren’t you?” (“Sra. Robinson, você está tentando me seduzir. Não está?“).

 

 

‘Fargo’: Timothy Olyphant entra para o elenco da 4ª temporada

Segundo o site ColliderTimothy Olyphant foi elencado na 4ª temporada da aclamada série ‘Fargo’. Seu papel ainda não foi revelado.

Olyphant é conhecido por seus papéis em ‘Deadwood’‘Justified’, e recentemente participou da terceira e última temporada da comédia ‘Santa Clarita Diet’ ao lado de Drew Barrymore.

O  atorse junta aos previamente anunciados Chris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri CrutchfieldAmber MidthunderUzo Aduba

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

As gravações da 4ª temporada de ‘Fargo’ estão agendadas para setembro deste ano e a previsão de lançamento é somente para 2020.

Confira o processo de criação do remake de ‘Mulan’ em novo vídeo incrível!

Disney divulgou hoje (10) um novo vídeo de bastidores de ‘Mulan’ que detalha o incrível processo de construção do live-action.

Confira:

Confira as primeiras reações abaixo:

“Assisti a ‘Mulan’ duas vezes e devo dizer que é ótimo. Facilmente o melhor live-action da Disney. Também acredito que seja o primeiro épico de guerra [da companhia]. É lindo e envolvente e rico e empoderador. O elenco é excelente e a direção de Niki Caro é de tirar o fôlego”.

‘Mulan’ é tudo o que eu esperava e mais. [A Disney] foi capaz de trazer novos elementos à vida enquanto manteve a clássica nostalgia que conhecemos e amamos!”.

“Estou muito surpreso com o quanto gostei de ‘Mulan’. É majestoso, a ação é de tirar o fôlego, e [o filme] busca por um nível de sofisticação e beleza que você não esperava”.

“O remake deixa para trás bastante coisa, mas oferece muito mais em sua ausência. Várias referências ao filme de 1998 apimentam uma história cheia de ação, humor e coração”.

‘Mulan’ é absolutamente fantástico. Diferente o bastante com ótimas cenas de ação, mas com o coração do filme original. Nem mesmo importa que não seja um musical Se você é fã da animação, há sutis inclinações para várias das canções”.

‘Mulan’ é animado, vibrante, emocionante e diferente da versão animada. Definitivamente, [o filme] tem sua própria identidade – um filme da Disney mais maduro, trazendo um design de produção e coreografias incríveis”.

‘Mulan’ é o melhor live-action da Disney desde ‘Cinderela’  nem mesmo senti falta das músicas. Ele encontra novas notas em uma história que já conhecemos, enquanto entrega ação, coração e humor”.

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

Robert Downey Jr. e Susan Downey discutem a jornada de ‘Perry Mason’ em novo vídeo

HBO divulgou um novo vídeo de bastidores da aclamada série ‘Perry Mason’, em que os produtores Robert Downey Jr.Susan Downey discutem a jornada e o arco do personagem titular.

Confira:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada. A confirmação foi feita por Downey Jr. em seu Twitter oficial.

Confira:

Criada por Ron FitzgeraldRolin Jones, a série é um reboot do seriado homônimo lançado nos anos 60.

Ambientada em 1932, em Los Angeles, a trama segue um advogado de defesa que consegue o caso de sua vida.

O elenco conta com Matthew Rhys, Jedediah Jenk, Nick La Croix, Tatiana Maslany e Drew Walton.

Perry Mason‘ foi exibida entre os anos de 1957 e 1966, e foi consagrada como uma das primeiras séries a explorar o universo jurídico na TV. Produzida pela emissora CBS, ela chegou ao Brasil, por meio da Rede Record, nos anos 60. Com nove temporadas, a produção contou com 271 episódios de uma hora de duração cada.

“É um sonho se tornando realidade”, diz Chris Evans sobre dublar Buzz Lightyear no novo filme da Pixar

Depois de um quarto capítulo para os cinemas e diversas produções seriadas, a franquia ‘Toy Story’ continua a crescer: recentemente, a Pixar e a Disney confirmaram que a saga ganhará um filme derivado focado no icônico Buzz Lightyear.

E mais: Chris Evans (‘Capitão América’, ‘Entre Facas e Segredos’) dublará o personagem titular.

Em seu Instagram oficial, o adorado ator agradeceu a oportunidade de poder interpretar o herói espacial, dizendo que “é um sonho se tornando realidade”:

“Trabalhar com a Pixar é um sonho se tornando realidade. Tenho sido um grande fã dos filmes desde o início. Meu time mal conseguia esconder a animação quando me contaram que a Pixar tinha uma proposta para mim. Tudo que eles disseram foi ‘Buzz Lightyear’. Não sabia o que significa, já que Tim Allen é Buzz Lightyear, e ninguém poderia tocar em sua performance. Precisava saber como esse personagem era diferente e por que essa história valia a pena ser contada. Posso dizer duas coisas com a mais absoluta confiança:

1. Não parei de sorrir durante a reunião INTEIRA. De orelha a orelha.

2. Todos podem descansar em paz. E ficar bem animados”.

Chegando aos cinemas em 17 de junho de 2022, ‘Lightyear‘ é a história definitiva de origem do nosso amado Buzz.

Veja a primeira foto:

House of Gucci | Conheça a história real por trás do novo filme com Lady Gaga e Adam Driver

2021 veio para manter vivo nosso amor pelo cinema e, daqui a alguns meses, os fãs poderão ver a vindoura cinebiografia ‘House of Gucci’ chegar aos cinemas – e, como apontam diversas revistas internacionais, ser um dos principais títulos para as premiações do ano que vem.

O longa-metragem, que fica a encargo do lendário diretor Ridley Scott (‘Gladiador’, ‘Perdido em Marte’), é baseado no romance de não-ficção homônimo assinado por Sara Gay Forden e gira em torno do assassinato de Maurizio Gucci, ex-presidente da famosa marca de grife Gucci. A mandatária do homicídio, Patrizia Reggiani, será vivida por ninguém menos que a vencedora do Oscar Lady Gaga, que pode conquistar mais uma indicação na categoria de Melhor Atriz após sua aclamada rendição em ‘Nasce Uma Estrela’, de 2018. Também trazendo nomes como Adam Driver, Al Pacino, Jared Leto, Salma Hayek e Jeremy Irons, o filme promete ser um enorme sucesso – mas você conhece a história por trás dele?

Tudo começou quando Patrizia, filha de um caminhoneiro e de uma garçonete, conheceu Maurizio, neto do fundador da maison Gucci, Guccio, em uma festa nos anos 1970. Apaixonando-se pela semelhança da jovem com a icônica Elizabeth Taylor, ambos noivaram e se consumaram matrimônio em 1972, mesmo com as ressalvas que Rodolfo, pai de Maurizio, tinha sobre a união, chegando até mesmo a tentar subornar o Cardeal de Milão a cancelar a cerimônia, acreditando piamente que a nova nora estava atrás de dinheiro. É claro que as coisas correram bem (pelo menos até certo momento), e os recém-casados tiveram duas filhas, tornando-se nomes importantes da cena social milanesa. Patrizia, inclusive, era chamada carinhosamente de Lady Gucci pela imprensa local e internacional, em virtude de seu extravagante modo de vida, que incluía propriedades ao redor do mundo e um gasto exorbitante com flores e outros mimos.

Rodolfo morreu em 1983, com a causa da morte não revelada à época. O corpo foi achado pelo próprio pai, Guido Gucci. Pouco depois, Maurizio herdou os 50% da companhia de grife, cuja outra metade pertencia ao tio, Aldo, mergulhando em uma enredada batalha legal que os levou até mesmo à Suprema Corte de Nova York. Com a maré a favor de Maurizio, ele saiu vitorioso do tribunal e ganhou controle sobre o império – mas as coisas não permaneceriam dessa maneira por muito tempo. Dois anos mais tarde, o jovem empresário viajaria para Florença, a princípio a negócios; entretanto, ele nunca voltou para casa e começou uma vida nova ao lado da designer de interiores italiana Paola Franchi.

Por causa de gastos constantes e inconsequentes, Maurizio se viu num beco sem saída e foi obrigado a vender, em 1988, quase metade das ações da Gucci para um fundo de investimento chamado Investcorp, que controlava, por exemplo, a joalheria Tiffany desde 1984, tendo participação acionária de 50% e perdendo boa parte do controle sobre a marca. Nos primeiros anos da década de 1990, nada parecia melhorar e as contas permaneciam no vermelho. Maurizio inclusive tornou-se culpado de dilapidar quantias absurdas de dinheiro tanto no quartel-general do império, em Florença, quanto em Milão – algo que parecia incomodar Patrizia muito mais do que a infidelidade do marido.

Em 1993, ele vendeu o restante das ações da Gucci para a Investcorp, por um valor irrisório de US$170 milhões. Dois anos depois, foi baleado três vezes por um assassino de aluguel, parando o planeta pela brutalidade do inesperado acontecimento.

Inúmeras linhas de investigação começaram a tomar parte do caso de Maurizio, mas nunca chegando a qualquer conclusão. Prestes a ser arquivado pela polícia, um informante contou aos oficiais italianos que ouviu um porteiro noturno se gabando de ter recrutado o assassino. Traçando o perfil desse porteiro, todas as suspeitas recaíam sobre Patrizia.

Uma das evidências que chamou a atenção dos detetives foi o diário de Lady Gucci, na qual havia escrito paradeisos, palavra grega para paraíso, no mesmo dia do homicídio do ex-marido. Após ser acusada, ela negou ter envolvimento com o caso durante todos os dias do julgamento, exigindo absolvição. Entretanto, os advogados de acusação disseram ao juiz que Patrizia havia trabalhado com outros quatro cúmplices: Pina Auriemma, sua confidente, astróloga e amiga mais próxima; o pistoleiro Benedetto Ceraulo; o motorista de fuga Orazio Cicala; e o supracitado porteiro noturno Ivano Savioni. Ao que tudo indica, Patrizia orquestrou um intrincado plano de matança com medo de que as filhas perdessem a herança caso Maurizio resolvesse se casar mais uma vez.

Ganhando o apelido de Viúva Negra, Patrizia foi sentenciada a 29 anos de prisão, mas ficou encarcerada por apenas dezesseis. Ela até mesmo tentou se enforcar em sua cela com um lençol. Quando oferecida a oportunidade de cumprir a pena em liberdade provisória, ela recusou. “Nunca trabalhei em minha vida, e não vou começar agora”, disse.

Patrizia foi libertada em 2016. Um ano mais tarde, passaria a receber uma anuidade de 900 mil euros (US$1,08 milhão) da maison Gucci, em virtude de um antigo acordo assinado em 1993. A corte também ordenou que ela recebesse um pagamento atrasado por seu tempo presa, no valor de mais de 16 milhões de euros (US$19,229 milhões).

Quando perturbada em seu local de trabalho por um tabloide italiano, ela foi questionada sobre o motivo de não ter atirado por conta própria em Maurizio. Irritada, ela rebateu com a seguinte frase: “Minha visão não é muita boa. Não queria errar”.

Gostou de ‘Missa da Meia-Noite’? Aqui estão outros 8 thrillers religiosos para você conferir!

Mike Flanagan voltou a colaborar com a Netflix com a incrível minissérie ‘Missa da Meia-Noite’, cujos sete episódios exploraram a tênue linha entre a vida e a morte e entre a ciência e a fé.

A história, ambientada em uma isolada comunidade insular, gira em torno de um homem que retorna para casa após ter sido culpado pela morte de uma jovem, atraindo olhares controversos para si e para a família. Mas isso não é tudo: sua volta também é acompanhada da presença de um misterioso padre que se apossa da igreja local e promete virar o mundo dos habitantes da ilha de cabeça para baixo.

Trazendo nomes como Kate SiegelHenry Thomas, Hamish LinklaterSamantha Sloyan e muitos outros ao elenco, a produção é uma poderosa e reflexiva narrativa que mistura vários gêneros e um só. E, pensando nisso, o CinePOP preparou uma breve lista com 8 produções de suspense religioso para você conferir depois de ‘Missa da Meia-Noite’.

Veja abaixo nossas escolhas:

OS DEMÔNIOS (1971)

Direção: Ken Russell

O drama histórico britânico dirigido por Ken Russell permanece, até hoje, como uma das produções mais controversas do cinema. Colocando o nome do realizador no centros holofotes e inclusive conquistando uma honraria no Festival de Veneza, ‘Os Demônios’ chamou a atenção da Igreja Católica e de um público conservador pelas cenas sexuais e pelo teor “apelativo”. A narrativa é ambientada na França do século XVII, durante o violento regime católico em luta contra os protestantes, e gira em torno de uma madre-superiora que começa a atribuir suas fantasias sexuais com o mais proeminente padre do vilarejo à possessão demoníaca.

O EXORCISTA (1973)

Direção: William Friedkin

É claro que o clássico e aclamado ‘O Exorcista’, considerado por muitos como uma das melhores e mais aterrorizantes produções já feitas, não poderia ficar fora da nossa lista. Conquistando dez indicações ao Oscar (incluindo Melhor FilmeMelhor Atriz para Linda Blair), a trama é centrada em uma jovem que começa a mostrar comportamentos muito assustadores e que, auxiliada por um padre e psiquiatra, revela estar possuída por um demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão .

A PROFECIA (1976)

Direção: Richard Donner

Um diplomata americano preocupado em não chocar a esposa, em virtude da morte do seu filho ao nascer, lhe oculta o fato e adota um recém-nascido de origem desconhecida. Mortes misteriosas começam a cercar a família do homem, que sem saber, pode estar criando o Anticristo em pessoa.

CARRIE – A ESTRANHA (1976)

Direção: Brian De Palma

Em ‘Carrie – A Estranha’, um dos títulos mais essenciais do século passado, a trama é centrada na personagem titular, que desenvolve poderes psíquicos e acaba se vingando não apenas dos valentões de seu colégio, mas de todos que duvidaram de sua beleza e a diminuíram por ser “diferente do normal”. Entretanto, apesar de boa parte do público saber que a temática principal não se relaciona à fé, não podemos nos esquecer de que Margaret, mãe de Carrie, é uma das peças importantes da narrativa e utiliza seu fanatismo religioso para moldar a protagonista como bem quiser – julgando-a como impura e utilizando suas crenças para justificar um comportamento abusivo e tóxico.

STIGMATA (1999)

Direção: Rupert Wainwright

Belo Quinto, uma fictícia cidade no sudeste do Brasil, recebe a visita do padre Andrew Kiernan (Gabriel Byrne), que foi mandado pelo Vaticano para investigar uma igreja que tem a estátua de uma santa que verte lágrimas de sangue. Lágrimas estas que começaram no dia em que o padre Paulo Almeida, o responsável pela igreja, morreu. Enquanto Kiernan fotografava a estátua, que sangrava, um garoto furta um rosário que estava junto do corpo do falecido e vende o terço para uma turista, que por sua vez manda de presente para Frankie Paige (Patricia Arquette), sua filha, que cabeleireira em Nova York. Em pouco tempo, ela passa a ser vítima de “estigmas”, chagas idênticas às de Cristo, e Andrew Kiernan o encarregado de investigar o fenômeno. Inicialmente Kiernan descarta a possibilidade dos “estigmas”, pois todos os “estigmatas” são pessoas bastante religiosas e Paige não acredita em Deus. Mas Kiernan vê o suficiente para quebrar os padrões estabelecidos pelo Vaticano, e acredita que se ele não fizer nada, Frankie pode morrer. Gradativamente, ele pass a suspeitar que seu superior, o cardeal Daniel Houseman (Jonathan Pryce), não quer que toda a verdade venha tona.

O NEVOEIRO (2007)

Direção: Frank Darabont

Assim como ‘Carrie – A Estranha’‘O Nevoeiro’ também insurgiu como adaptação dos romances de Stephen King e, sem sombra de dúvida, merece mais reconhecimento do que tem. A trama pode até ter elementos da ficção científica, visto que mostra o confronto dos seres humanos contra criaturas que atravessam o portal de uma dimensão alternativa, mas abre espaço para discussões sobre o fanatismo religioso – cujos temas são encarnados pela incrível performance de Marcia Gay Harden como a tirânica Srta. Carmody, que acredita que o nevoeiro representa a ira de Deus.

O ÚLTIMO SACRAMENTO (2013)

Direção: Ti West

Patrick é um fotógrafo que viaja com seus amigos e colegas de trabalho Sam e Jake até Eden Parish, uma comunidade onde sua irmã mora desde que começou um tratamento contra drogas. Apesar das dúvidas sobre o isolamento do local, ele vai até lá para visitá-la, enquanto seus amigos vão em busca de alguma história interessante para um documentário. Eles se surpreendem, porém, com a satisfação das pessoas na comunidade. A narrativa é baseada nos eventos reais do Massacre de Jonestown, em 1978.

SAINT MAUD (2019)

Direção: Rose Glass

O aclamado longa-metragem ‘Saint Maud’ reviveu o gênero do thriller religioso e se tornou uma das melhores produções dos últimos anos. Dirigido e escrito por Rose Glass, a história acompanha a vida de uma jovem enfermeira que acabou de receber alta psiquiátrica. Agora encarregada dos cuidados de Amanda (Jennifer Ehle), uma dançarina aposentada devastada pelo câncer, a fé fervorosa de Maud (Morfydd Clark) rapidamente se transforma em uma obsessão de que ela precisa salvar a alma da mulher, antes que ela seja condenada eternamente ao inferno. Entretanto, forças sinistras e seu próprio passado pecaminoso ameaçam pôr fim a sua sagrada vocação.

‘Lovecraft Country’, ‘Nós’ e ‘Corra!’: O Terror como Denúncia do Preconceito Racial

Quando pensamos em terror, inúmeras produções vêm imediatamente à nossa mente. Afinal, o apreço de cineastas e realizadores cinematográficos por narrativas desse tipo vem de muito tempo atrás, com ênfase em inúmeras investidas produzidas por George Mélies no nascimento da indústria audiovisual. O lendário diretor, antes mesmo do clássico ‘Viagem à Lua’, trabalhara em dois curtas-metragens de pouco mais de dois minutos e meio intitulado ‘Le Manoir du Diable’ (1896), traduzido comumente como ‘O Castelo Assombrado’ ou ‘A Casa do Diabo’. Não é surpresa que, no escopo histórico, a obra seja creditada como o primeiro do gênero em questão.

Desde então, enredos fantasmagóricos, satânicos e fantásticos – e todas as subtramas que delas conseguimos puxar -, ganharam um espaço especial entre o público, por mais que tenha passado por altos e baixos e tenha sido depreciado diversas vezes pelos especialistas internacionais. Desde as inflexões expressionistas do começo do século XX, como ‘O Gabinete do Doutor Caligari’, ‘Nosferatu’ e ‘Fausto’, passando pelo apogeu slasher de ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Sexta-Feira 13’, e chegando aos dias atuais, com a franquia ‘Invocação do Mal’ e o espectro psicológico de ‘A Bruxa’ e ‘Hereditário’, o terror estende-se nas mais variadas ramificações, mostrando-se como uma linha metamórfica e que sempre terá algo a mais para contar.

É claro que tais filmes também vêm acompanhados de um panorama bastante verossímil. Com a chegada dos anos 2010, uma onda de críticas político-sociais começaria a acompanhar os longas e alavancaria uma determinação bem-vinda e chocante ao mainstream: o terror como denúncia do preconceito racial.

E, nesse suis-generis que vem reunindo forças ano após ano, faz-se necessário citar um nome de extrema importância – o de Jordan Peele. Após abandonar a atuação, Peele voltou-se para detrás das câmeras com o aclamado ‘Corra!’, uma desconstrução de todos os clichês já vistos no cinema e um apelo nada panfletário sobre o racismo enfrentado, mesmo no século XXI, pela comunidade afro-descendente. A história é centrada em Chris Washington (interpretado com exímia crueza por Daniel Kaluuya), um jovem negro que namora Rose (Allison Williams), uma garota branca que quer levá-lo para conhecer a família. A princípio, tudo ocorre bem: os pais de Rose são bem receptivos e já o tratam como membro da família. Mais as coisas começam a tomar uma dimensão assustadora e Chris percebe que está no centro de uma seita psicótica que atrai pessoas negras para realizar transplantes de consciência de membros do “clã”, para que consigam características físicas específicas e um tipo de imortalidade distorcida.

Feito a partir de um baixíssimo orçamento de US$4,5 milhões, ‘Corra!’ foi considerado um dos melhores filmes não apenas do ano, mas da década, além de ter causado um estrondo na bilheteria ao arrecadar mais de US$250 milhões. E qual o motivo? O aguardado protagonismo negro nas telonas, fora dos estereótipos de raça e de gênero que vinham acompanhando a indústria desde… Bem, sempre.

Peele, facilmente um dos mais espetaculares e únicos realizadores da atualidade, foi sagaz o suficiente para manter a essência do terror psicológico à medida que explorava o racismo enraizado – e muitas vezes não percebido – na mentalidade branca. Não estamos falando de um supremacismo racial, mas sim de membros da classe média, como Rose e sua família, que podem, a princípio, parecer aliados da luta negra – quando, na verdade, transformam suas vidas em algo insuportável e subordinado ao que bem entendem. Mais do que isso, o filme expõe uma ideologia liberal que tropeça constantemente nas próprias brechas e que não ousa encarar os próprios erros. Até mesmo Jim Hudson (Stephen Root), que “está longe de ser racista”, como comentou Peele à Rolling Stone, “ainda tem papel sólido no sistema racista. E o modo como se manifesta é uma pessoa que acredita que o olho de um artista melhor, um artista negro, é o que o separa de ser um sucesso ou um fracasso”.

Não é surpresa, pelos fatos apresentados, que o filme tenha levado o Oscar de de Melhor Roteiro Original, tornando Peele o primeiro vencedor negro da história da premiação – isso sem comentar o fato de inúmeros membros do júri (conservadores antigos da Academia) terem escolhido não assistir à obra, o mesmo tipo de boicote que Ava Duvernay sofrera anos antes com ‘Selma’. Tudo fica ainda mais intrincado e chocante quando nos lembramos de que a produção foi indicada à categoria de Melhor Filme – Musical ou Comédia na 75ª cerimônia do Globo de Ouro, não deixando dúvidas acerca de sua importância temática e do fato de que a militância negra, muitas vezes, é rejeitada e diminuída por aqueles que estão no poder.

Vale ressaltar que, enquanto Peele entrou como instrutor principal para a nova geração de cinéfilos de que a igualdade, tanto defendida pelos liberalistas, ainda estava longe de ser algo realmente concreto, inúmeros nomes importantes do terror já haviam colocado suas próprias perspectivas no gênero. Em 1968, por exemplo, o lendário George A. Romero havia trazido às telonas um dos poucos heróis negros não estereotipados da época através de Ben (Duane Jones) em ‘A Noite dos Mortos-Vivos’ – o único sobrevivente que é brutalmente assassinado por uma milícia branca nos momentos finais. Em 1992, tivemos o sofisticado exame de raça, história e amor com ‘A Lenda de Candyman’, de Bernard Rose, um horror elevado que parte tanto do princípio de que o antagonista é o espírito de um artista e filho de um escravo que foi morto no século XIX, quanto do fato de Helen (Virginia Madsen) ter receio de entrar para a comunidade predominantemente negra do Cabrini-Green, em Chicago, por ser caucasiana.

Colocando seu próprio twist nos precursores que fez questão de homenagear, Peele voltaria a fazer a mesma coisa com ‘Nós’, trazendo a xenofobia à tona e, novamente, colocando uma família negra como centro de uma angustiante narrativa sobre identidade. No ano passado, seria a vez de Misha Green mergulhar de cabeça na aclamada série ‘Lovecraft Country’, baseado no romance homônimo de Matt Ruff. O romance e a adaptação também partiram de um princípio similar, levando o enredo principal para um Estados Unidos dos anos 1950 bombardeado por leis segregacionistas, linchamento negro e as consequências da Era Jim Crow, que dava aval aos brancos a tratarem a comunidade afrodescendente como inferior e passível de abusos psicológicos e físicos. Mais do que isso, cada um dos episódios emergiu como uma releitura crítica dos escritos de H.P. Lovecraft, mestre do terror cosmológico, que era assumidamente racista e antissemita e exaltava a superioridade branca.

Em 2021, Little Marvin forneceria seu próprio resgate à década de 1950 com a antologia ‘Them’, aliando-se principalmente a Lena Waithe na supervisão do roteiro, para chocar o público com um retrato controverso e pungente dos sofrimentos que os negros sofriam quando confrontados por vizinhos brancos e por uma sociedade extremamente preconceituosa – beirando o sadismo e sendo criticada inúmeras vezes pela construção demasiadamente explícita das mensagens que procurava entregar.

O terror ainda tem muito a ser explorado e vem ganhando dimensões diversas à medida que a inclusão racial encontra espaço numa esfera outrora dominada por brancos. E, conforme as coisas vão mudando, mesmo que a passos curtos, percebemos que a inclusão de temas de preconceito a um gênero estagnado há algum tempo é, de fato, a essência mais pura e real do medo.

‘O Balconista 3’: Sequência ganha cartaz OFICIAL; Confira!

A aguardada sequência ‘O Balconista 3‘ há anos tem sido uma das grandes promessas do ator e cineasta Kevin Smith e, agora, foi revelado o primeiro cartaz oficial do longa-metragem.

Lembrando que o trailer será lançado hoje, 06 de julho.

Confira:

Com poucas informações reveladas, sabe-se que o terceiro capítulo da franquia será lançado no outono norte-americano (isto é, entre setembro e novembro de 2022), e trará a volta de Brian O’HalloranJeff Anderson de volta como Dante Hicks e Randal Graves.

Lançado em 1994, ‘O Balconista‘ se tornou um ícone cult. A trama acompanha um dia surrealista na vida de Dante (O’Halloran), balconista de loja de conveniência que vive às voltas com duas namoradas, um colega cínico e uma série de excêntricos clientes.

‘Alquimia das Almas’: 2ª parte da série da fantasia da Netflix ganha trailer oficial; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial dos próximos episódios série de fantasia ‘Alquimia das Almas‘.

Confira:

A produção retornará com capítulos inéditos no dia 21 de janeiro.

Uma feiticeira poderosa no corpo de uma mulher cega encontra um homem de uma família prestigiosa, que quer ajudá-la a mudar o destino dele.

Jung So-MinLee Jae-Wook estrelam a produção. O elenco ainda contará com Hwang Min-hyun, Shin Seung-Ho, Yoo Joon-Sang, Oh Na-ra e Jo Jae-Yoon.

‘Evil’: Katja Herbers está pronta para enfrentar o perigo na primeira imagem OFICIAL da 4ª temporada

EW divulgou com exclusividade a primeira imagem oficial da 4ª temporada de ‘Evil’, série da Paramount+.

Ainda sem data de estreia revelada, a foto dá destaque à Kristen Bouchard, interpretada por Katja Herbers.

Confira:

Lembrando que as três primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A produção foi criada por RobertMichelle King, dupla responsável pela aclamada ‘The Good Wife‘.

A trama gira em torno da batalha entre ciência e religião. A narrativa principal foca em Kristen Bouchard, uma psicóloga cética que cruza caminho com David Dacosta, um padre católico ainda em treinamento, e um empreiteiro corrupto para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências extraordinárias para encontrarem alguma explicação científica ou sobrenatural por trás dos eventos.

O elenco conta com Katja Herbers, Mike Colter, Aasif Mandvi, Michael Emerson, Christine Lahti, Kurt Fuller, Brooklyn Shuck, Skylar Gray, Maddy Crocco e Dalya Knapp.

No Brasil, a série está disponível no catálogo da Globoplay!

Silvero Pereira é o ‘Maníaco do Parque’ em imagem INÉDITA do filme; Confira!

O Prime Video divulgou uma nova imagem oficial do filme sobre o infame caso do Maníaco do Parque, o serial killer que aterrorizou São Paulo nos anos 1990.

No longa ficcionalizado intitulado ‘Maníaco do Parque‘, o ator Silvero Pereira dará vida a Francisco de Assis Pereira, criminoso acusado de atacar 21 mulheres, resultando na morte de dez delas, e escondendo seus corpos no Parque do Estado, em São Paulo.

Confira:

A história do assassino e os detalhes de sua psicopatia serão apresentados por meio da personagem Elena, interpretada por Giovanna Grigio, uma repórter iniciante que vê na investigação dos crimes do maníaco a grande oportunidade para impulsionar sua carreira.

O filme, dirigido por Maurício Eça, é roteirizado por L.G. Bayão com Thaís Nunes, jornalista investigativa e documentarista, atuando como pesquisadora principal.

Já a série documental, intitulada ‘Maníaco do Parque: A História Não Contada‘, apresentará o caso sob uma perspectiva diferente, destacando depoimentos inéditos e revelações surpreendentes de vítimas sobreviventes e familiares das mulheres assassinadas.

A produção abordará equívocos na apuração e examinará o papel da mídia no desenvolvimento da investigação. A série será dirigida por Thaís Nunes e Maurício Eça, com produção a cargo de Marcelo Braga e Flávia Tonalezi. Os roteiros serão assinados por Thaís Nunes e Guilherme César.

Ambos os projetos têm origem em uma extensa pesquisa realizada pela produtora Santa Rita Filmes, responsável pelas duas produções. Mais de 20 mil páginas do processo foram analisadas e mais de 50 pessoas foram entrevistadas, incluindo sobreviventes, familiares das vítimas, promotores, delegados, peritos, psicólogos, psiquiatras e advogados.

A previsão é de que o filme e a série documental cheguem à plataforma de streaming Prime Video em 2024.

Jon M. Chu revela que Ariana Grande servia como “CONSULTORA” da adaptação de ‘Wicked’; Entenda!

Durante a CinemaCon 2024, a Universal Pictures aproveitou para trazer um dos melhores painéis dos últimos anos do evento com materiais inéditos da aguardada adaptação da aclamada peça ‘Wicked’.

No palco principal da convenção, o diretor Jon M. Chu conversou com o público sobre o processo de releitura do musical para os cinemas, que será dividida em duas partes – e aproveitou para dizer que, em vários momentos, Ariana Grande (Glinda) entrava como uma espécie de “consultora” do projeto, dizendo o que deveria ser mantido ou não no roteiro (via THR).

“Ariana é uma grande fã de ‘Wicked’, ele comentou, afirmando que ela constantemente afirmava que “isso é bíblico, você não pode tirar essa fala”.

No painel, foi exibido um trailer inédito da primeira parte do projeto, cuja descrição você vê abaixo:

O trailer nos leva ao interior do icônico castelo e nos apresenta ao chapéu da bruxa. Em seguida, somos transportados para a Universidade de Shiz, onde Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande) se tornam colegas de quarto.

Um número musical vibrante, liderado por Glinda, mostra a exuberância da escola, enquanto um professor cabra (Peter Dinklage) anuncia uma profecia que paira sobre a história.

Apesar de suas diferenças iniciais, as duas bruxas desenvolvem uma amizade profunda, marcada por momentos como o presente de Glinda: um chapéu de bruxa preto para Elphaba.

Os talentos mágicos de Elphaba impressionam seus colegas e professores, incluindo a diretora da escola, interpretada por Michelle Yeoh, que a reconhece como “aquela que o mago está esperando”.

Elphaba e Glinda se juntam em uma jornada para a Cidade Esmeralda, a bordo de um trem mágico. Ao chegarem, elas descobrem que “algo ruim está acontecendo em Oz”, e a aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Vemos então o encontro de Elphaba com o Mágico de Oz (Jeff Goldblum), onde durante a conversa ele afirma: “A melhor maneira de unir as pessoas é dando-lhes um bom inimigo”, ao qual ela responde: “Você não tem poder real”, e Oz retruca: “É por isso que preciso de você”.

Logo em seguida, as bruxas são perseguidas pela diretora, que declara Elphaba como inimiga.

O trailer termina com Elphaba desafiando o destino, voando em sua vassoura e declarando: “Eu não tenho medo, é o mago quem deveria ter!”

Confira a reação de Renato Marafon e Lucas Muller do CinePop e siga no Youtube:

Lembrando a trama será dividida em duas partes, previstas para 27 de novembro de 2024 e 27 de novembro de 2025.

‘Wicked’ segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de ‘O Mágico de Oz’.

A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.

O elenco ainda conta com Michelle Yeoh, Jeff GoldblumEthan Slater.

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

Crítica | 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ entrega um quinto capítulo CHOCANTE e avassalador

No quinto episódio da 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’, o público se vê diante de um vórtice de tragédias e de importantes acontecimentos que antecipam, inclusive, os acontecimentos da trilogia original. E, contando com um comprometimento ainda maior do que já estávamos vendo nos capítulos anteriores, é notável como o atual ciclo posa com muito mais confiança que o anterior – e essa recente iteração ganha uma camada interessante de puro frenesi narrativo e de um desenvolvimento muito bem-vindo de personagens que, agora, começam a mostrar suas verdadeiras intenções através de reviravoltas instigantes.

Aqui, somos levados de volta a Khazad-dûm, onde o desespero dos Anões cresce pelo empecilho considerável que enfrentam com a falta da luz do sol. Para aqueles que não se recordam, a Montanha onde vivem sofreu com uma espécie de terremoto – em virtude do iminente despertar de Balrog e da subsequente queda de Khazad-dûm – e, por essa razão, impediu que os raios solares adentrassem o reino, ocasionando a morte de plantações e uma quase escuridão completa. Porém, o Rei Durin III (Peter Mullan), munido com um dos Anéis de Poder dado aos Anões, ajuda seus súditos a encontrar os lugares corretos para escavarem e trazer a luz de volta a seu lar; mas a que custo?

Como vemos ao longo do episódio, o Príncipe Durin IV (Owain Arthur) agora lida com mais um obstáculo, pouco depois de finalmente ter feito as pazes com o pai. Ele percebe que o julgamento e a percepção do Rei estão sendo afetados pelo objeto que porta às mãos – que, como bem sabemos, teve grande influência de Sauron (Charlie Vickers), agora adotando o alter-ego de Annatar para manipular o ferreiro Celebrimbor (Charles Edwards). Durin IV não apenas é arrastado para um redemoinho de ambição desmedida, mas dá os primeiros sinais de uma submissão inconsciente ao Anel em si, como na cena em que tem certeza de que a joia foi roubada quando, na verdade, estava bem à sua frente. E isso não é tudo: potencializado com uma poderosa confiança e um desejo ególatra de restaurar a ordem em seu reino, ele retira medidas de proteção para com seus habitantes e para com a estrutura da montanha, explorando veios de ouro de difícil acesso e abrindo mais espaço para a insurgência de uma demoníaca força.

É notável como o capítulo em questão, assinado pelas hábeis mãos de Nicholas Adams, é envolto por completo em um ponto fixo: a tragédia. Cada subtrama, por mais esparsa que soe, une-se à outra em invejável simbiose. Se de um lado Durin é afetado pelo poder imbuído ao Anel que porta, de outro, Celebrimbor percebe, através de Annatar, que as coisas não saíram como o planejado por uma razão bastante específica. Afinal os Anéis dados aos Elfos foram forjados sob conhecimento mútuo do artesão e do Rei, Gil-galad (Ben Walker) – motivo pelo qual não tiveram impacto negativo em seus usuários; já os dados aos Anões foram feitos sob segredo e, considerando os atributos lendários do mithril, essa artimanha teria consequências.

Em um terceiro âmbito, Celebrimbor afirma que a forja de Anéis para os homens é algo que não deve acontecer, por serem muito mais suscetíveis à corrupção do que os Elfos e os Anões. Porém, após entender o que aconteceu, ele é influenciado por Annatar a “consertar os erros cometidos” e dar origem a mais nove Anéis – e é aí que entramos no barril de pólvora em que Númenor se transformou. O golpe orquestrado por Pharazôn (Trystan Gravelle) agora representa um perigo real ao reino humano na Terra-média, principalmente com a investida das forças de Adar (Sam Hazeldine); como se não bastasse, inúmeros seguidores de Pharazôn ficam embebedados com o poder, como Kemen (Leon Wadham), cuja tarefa é destituir os últimos Fiéis à outrora Rainha regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson).

O que Pharazôn não pôde prever, entretanto, era que tanto Míriel quanto Elendil (Lloyd Owen) ainda teriam um apoio considerável da Marinha de Númenor e de vários habitantes – o que culmina em uma reviravolta de proporções inenarráveis e a perda inesperada de um dos personagens, calcando um sentimento de traição e de torpor que premedita uma guerra civil interna e os deixa mais vulneráveis a ataques externos. E, nesse quesito, devemos mencionar o trabalho fabuloso das diretoras Louise Hooper e Sanaa Hamri, cuja organicidade é o que permite esse enlace entre três núcleos de extrema importância para a 2ª temporada.

O capítulo mais recente de ‘Os Anéis de Poder’, “Halls of Stone”, já pode ser considerado o melhor do ciclo até agora – seja pelo comprometimento com o qual é arquitetado, seja pelas inúmeras referências à mitologia de J.R.R. Tolkien e da saga original que promove (por mais que elas não sejam imprescindíveis para o entendimento do enredo). Em suma, o episódio é tudo aquilo que precisávamos para ter garantia de que as semanas seguintes serão pautadas no mais puro caos e no futuro já conhecido da Terra-média.

James Cameron será o produtor executivo de Documentário sobre palestinos e israelenses trabalhando juntos após conflito

De acordo com a Variety, o vencedor do Oscar James Cameron ficará responsável pela produção executiva de ‘There Is Another Way’, um documentário de pouco mais de uma hora de duração sobre sobre um grupo de base de palestinos e israelenses trabalhando juntos através de meios não violentos para construir uma infraestrutura social para acabar com o conflito e a ocupação.

O longa, que já foi exibido em inúmeros festivais ao redor do mundo, irá estrear em âmbito limitado nos Estados Unidos em 13 de março.

A trama acompanha os Combatentes pela Paz, uma comunidade de ex-soldados inimigos baseados em Gaza e Israel que trabalham juntos durante um conflito armado em curso para promover a paz através da escuta generosa e da empatia.

O filme explora os desafios que o grupo enfrentou e continua a enfrentar após a devastação e a escalada da violência de 07 de outubro de 2023 e a guerra em Gaza.

‘There Is Another Way’ é dirigido por Stephen Apkon.

Além de Cameron, Maria WilhelmColum McCann também entram como produtores executivos do documentário.

Depois do trailer, confira o cartaz INÉDITO da 2ª temporada da série de comédia ‘Platonic’

Depois do trailer, a Apple TV+ divulgou um cartaz inédito da 2ª temporada de ‘Platonic’, elogiada série de comédia estrelada por Rose ByrneSeth Rogen.

O novo ciclo tem estreia agendada para o dia 6 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos.

Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

EXCLUSIVO: Elenco de ‘Percy Jackson’ fala sobre o AMADURECIMENTO da série na 2ª temporada

A 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, finalmente chegou ao streaming – e recentemente tivemos o privilégio de conversar com o elenco protagonista da atração.

O nosso crítico e jornalista Thiago Nolla conversou com Walker Scobell (Percy), Leah Sava Jeffries (Annabeth), Aryan Simhadri (Grover) e Charlie Bushnell (Luke) conversaram sobre a narrativa mais amadurecida do segundo ciclo, além do desenvolvimento dos arcos dos seus respectivos personagens.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

Reboot de ‘Baywatch’ ganha primeiro teaser e previsão de ESTREIA; Confira!

reboot da clássica série de salva-vidas ‘Baywatch’, supervisionado pela Fox, ganhou seu primeiro teaser oficial neste domingo (24).

O breve vídeo foi divulgado por Stephen Amell, um dos protagonistas da atração, e confirma o lançamento da produção para janeiro de 2027.

Confira:

Anteriormente, o presidente de cronograma da Fox, Dan Harrison, explicou o motivo do reboot não ser lançado neste ano (via THR).

“Temos um histórico extenso de lançamentos de séries no meio da temporada. Fizemos isso recentemente com Best Medicine’‘Memória de um Assassino’, e com ‘DOC’ antes disso. Isso remonta a 24′, Empire’, ‘9-1-1-‘ e The Resident’. Obviamente, Baywatch’ é uma prioridade enorme para nós, e acreditamos que temos uma ótima oportunidade de preparar a série para o sucesso [no meio da temporada]”, ele disse.

Jessica Belkin, Hassie Harrison, Thaddeus LaGrone, Noah Beck, Brooks Nader, Shay MitchellLivvy Dunne e David Chokachi, que reprisará seu papel como Cody Madison da série original, estrelam.

Ashley Moore (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’), Kylar Miranda (‘Apostas & Segredos’), Luke Eisner (‘Crush à Altura’), Nadia Gray (‘All Rise’) e Charlie McElveen (‘Clipped’) completam o elenco.

Na trama…

O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.

Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.

O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.

Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.

‘Star Wars’: George Lucas ficou decepcionado com ‘O Despertar da Força’, segundo presidente da Disney

De acordo com o Screen Rant, George Lucas ficou decepcionado com a falta de originalidade de ‘Star Wars: O Despertar da Força’ e sua semelhança com os elementos de ‘Uma Nova Esperança’.

A informação foi revelada num livro publicado pelo presidente da Disney, Bob Iger, intitulado ‘O Passeio da Vida: Lições Aprendidas ao longo de 15 anos como CEO da Walt Disney Company’.

Iger revela que Lucas criticou o estúdio por não aproveitar suas ideias para a sequência, e que o filme não apresentou ‘nada de inovador para a saga’.

Em cada um dos filmes da trilogia original, Lucas se preocupou em apresentar novos mundos, novas histórias, novos personagens, e novas tecnologias.

Para ele, ‘O Despertar da Força‘ apenas reciclou as ideias de ‘Uma Nova Esperança‘.

Em sua defesa, Iger explica que a Disney precisava construir uma ponte para resgatar os antigos fãs da franquia, enquanto tentava atrair novos.

Lembrando que ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ estreia em 19 de dezembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Cinemark pretende reduzir preço dos ingressos após reabertura dos cinemas

De acordo com a Times Online, a Cinemark pretende reduzir o preço de seus ingressos para incentivar o público a frequentar suas salas cinema após a reabertura nos EUA, prevista para 10 de julho.

Foi dito que o valor dos ingressos custará apenas US$ 05 para os adultos e US$ 03 para crianças e adolescentes de até 18 anos.

Além dos ingressos, a companhia também pretende reduzir o preço dos alimentos vendidos por distribuidoras parceiras.

No entanto, a oferta será válida por tempo limitado e apenas em algumas regiões do país, sendo assim, não se sabe se a promoção estará disponível nos cinemas brasileiros.

Mas, apesar de investir em meios para atrair o público, Mark Zoradi, o presidente da Cinemark anunciou que não vai exigir que os clientes usem máscaras enquanto circulam pelas filiais ao redor do mundo.

O empresário deixou claro que os funcionários da rede serão obrigados a usar máscaras, mas “o público terá a escolha de usar ou não o acessório de segurança.”

Zoradi divulgou a notícia durante uma teleconferência trismestral para investidores da empresa, que aconteceu em 27 de maio.

“Estamos nos concentrando ativamente na criação de protocolos de saúde e segurança que vão passar confiança e paz de espírito para os nossos funcionários e para o público após a reabertura das nossas salas de cinema ao redor do mundo. Todos os funcionários vão usar máscaras, e vamos incentivas os visitantes a fazer o mesmo, mas não vamos obrigá-los.”, disse ele.

Ele também afirmou que os funcionários ficarão responsáveis por limitar o espaço entre o público, desinfetar poltronas entre cada sessão, fornecer álcool em gel para as mãos e diminuir o horário de exibição dos títulos disponíveis.

Mesmo assim, vale lembrar que ainda é muito cedo para apostar na reabertura dos cinemas, pois ainda não há tratamento eficaz para o Coronavírus.

Até o momento, mais de 09 milhões de pessoas foram infectadas pelo mundo, o que resultou em pelo menos 470 mil mortes.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: [SPOILER!] já está causando ódio no público; Confira!

O texto abaixo contém SPOILERS!

O primeiro episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ mostra que Sam Wilson (Anthony Mackie) está relutante em aceitar seu papel como o próximo Capitão América.

Por isso, a trama termina com o governo escolhendo outra pessoa para assumir o manto: John Walker, vivido por Wyatt Russell.

O personagem é apresentado em uma coletiva de imprensa, empunhando o icônico escudo de Steve Rogers e ostentando uma nova versão de seu traje.

Apesar de ser um breve momento, foi o bastante para gerar o ódio do público.

Nas redes sociais, alguns internautas fizeram questão de expressarem sua decepção com a cena.

Confira:

“Eles realmente fizeram um bom trabalho em dar a John Walker um rosto socável. Eu simplesmente quero arrebentá-lo.”

Nos quadrinhos da Marvel, John Walker também é conhecido como Agente Americano e é uma versão corrompida do Capitão América.

Controlado pelo governo americano, Walker já foi treinado pelo Taskmaster e possui as mesmas habilidades de Steve Rogers, o que faz dele um poderoso inimigo.

No entanto, ainda não se sabe como ele será adaptado na série.

Mas o showrunner Michael Spellman conversou com o Polygon e indicou que ele pode ter um papel bem diferente do que os fãs imaginam.

“O tema central da série é a busca por uma identidade… Os fãs já viram como Bucky (Sebastian Stan) se sente confuso sobre si mesmo, mas há um outro cara que costuma questionar seus próprios atos e seu nome é John Walker.”

Ele continuou:

“Alguns enxergam a si mesmos como justiceiros, no caso de Zemo (Daniel Bruhl), mas heróis também se veem como peões, e é nesse campo que encontramos Walker. Ele é um veterano de guerra que fez tudo por seu país mas não tem ninguém para ajudá-lo a juntar seus cacos, e isso mexe com a sua cabeça. Como é ser usado e se sentir descartável? isso é algo com o qual brincamos um pouco.”

Pelo visto, o personagem não será tratado inicialmente como um vilão, mas como um herói. Apesar disso, a declaração de Spellman sugere que ele irá se tornar uma anti-herói ou até mesmo um vilão.

A não ser que ele seja redimido ao longo dos episódios.

O que você acha?

Lembrando que os episódios serão lançados semanalmente no Disney+.

Confira o trailer:

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘The Witcher’: Cena divulgada mostra o REENCONTRO de Geralt e Vesemir na 2ª temporada; Assista!

Um usuário do Twitter divulgou uma cena da 2ª temporada de ‘The Witcher‘, mostrando o reencontro entre Geralt de Rivia (Henry Cavill) e Vesemir (Kim Bodnia), seu tutor enquanto ele era treinado em Kaer Morhen.

O trailer já havia mostrado vislumbres da reunião entre os personagens, mas esta é a primeira vez que vemos eles conversando, o que vai alegrar bastante os fãs da franquia.

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘What If…?’: 2ª temporada da animação será ainda mais LOUCA que a 1ª

A animação ‘What If…?’ é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, como Peggy Carter tomando o soro do Super-Soldado no lugar de Steve Rogers, Killmonger como um dos guarda-costas de Tony Stark e Hank Pym como um perigoso assassino atrás dos membros dos Vingadores.

E parece que a 2ª temporada vai apresentar tramas ainda mais loucas.

Durante uma entrevista para o Deadline, o diretor Bryan Andrews foi questionado sobre o que o público pode esperar dos próximos episódios, ao que ele respondeu:

“Obviamente, você pode esperar histórias mais originais e que lentamente se desenvolvem para um terreno mais selvagem. Na 1ª temporada, Kevin queria manter a história um pouco mais próxima do que foi estabelecido nos filmes, com uma coisa ou outra diferente, mas ainda ressoando a trama dos filmes. Isso não acontece com frequência na 2ª temporada.”

Como já foram lançados muitos filmes entre as fases 3 e 4 do MCU, Andrews disse ainda que as possibilidades para brincar com ideias alternativas são infinitas.

“Há muito mais filmes para explorar e coisas para pegar inspiração, então não precisamos ter apenas um pequeno momento. Podemos expandir e as coisas podem ficar um pouco mais malucas. Nós aumentamos o nível de loucura na 2ª temporada e a 3ª promete muito mais. Agora temos personagens com os quais não tivemos a chance de trabalhar antes, e será divertido ver como eles serão apresentados aos favoritos do público. Mal posso esperar para que os fãs assistam.”

Lembrando que ‘What If…?‘ já foi renovada para a 3ª temporada, e a Disney+ revelou na San Diego Comic-Con que a 2ª temporada será lançada no ano que vem.

O teaser do próximo ciclo foi exibido no evento e trouxe cenas com o retorno da Capitã Carter e do Steve Rogers com o HYDRA Stomper, além da adição da Valquíria, Korg, Hela, Shang-Chi, Feiticeira Escarlate e vários outros personagens.

Confira o anúncio:

Todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Disney+.

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‘A Pequena Sereia’: Jacob Tremblay rebate CRÍTICAS ao visual do Linguado

Quando as primeiras imagens do Linguado foram reveladas no remake live-action de ‘A Pequena Sereia‘, o personagem dublado por Jacob Tremblay (‘Extraordinário’) recebeu diversas críticas por conta de sua aparência ‘nada simpática’.

Além disso, a falta de cores mais vibrantes no peixinho, como no desenho original, também foram motivo de reclamação na internet.

Em entrevista para a Variety, Tremblay foi questionado sobre o assunto e rebateu as críticas, dizendo que não há nada de errado na aparência do personagem, já que é uma versão realista e não caricata.

“Já haviam me mostrado o design do Linguado quando fui para minha audição. O diretor Rob Marshall havia me mostrado. Eu simplesmente tive fé total em Rob. Achei ótimo, porque é como o boneco que eles tinham no set. E então, quando fui ver o filme – assisti ontem à noite – acho que tudo funcionou tão bem. Não conseguia imaginar um peixe realista parecendo diferente do que fizemos. Acho que eles foram geniais e fizeram funcionar muito bem.”

Anteriormente, ele já havia conversado com a People sobre os memes que surgiram após a divulgação do personagem.

“A internet tem disso [as zoeiras] e está tudo bem. Acho que o design funciona perfeitamente para um filme live-action. Acho que combina com toda a proposta. Então, se fosse diferente, não acho que ficaria legal.”

Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Confira:

‘A Pequena Sereia’ foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.

‘A Pequena Sereia’ é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.

‘A Pequena Sereia’ é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.

‘A Pequena Sereia’ chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.

‘A Pequena Sereia’ apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

‘O Corvo’: Visual de Bill Skarsgård gera polêmica e fãs o comparam ao Coringa de Jared Leto; Confira!

Há alguns dias, foram divulgadas as primeiras imagens do vindouro remake do clássico ‘O Corvo’, que é estrelado por Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’) e pela cantora FKA Twigs.

Com estreia marcada para 07 de junho, o filme já está sofrendo uma enxurrada de comentários negativos devido ao visual de Skarsgård, que aparece com o corpo repleto de tatuagens e um corte de cabelo radicalizado.

Nas redes sociais, os fãs do personagem clássico estão zombando da nova versão e alguns até o compararam ao Coringa de Jared Leto em ‘Esquadrão Suicida‘ (2016).

Inclusive, a comparação é tão grande que muitos internautas estão dizendo que não vão assistir ao filme, prevendo que será um fracasso.

Confira as reações:

Em entrevista à Vanity Fair, o diretor Rupert Sanders falou sobre o novo filme e celebrou a memória de Brandon Lee, astro do filme original que faleceu durante as gravações, e disse que espera que a nova versão honre o legado deixado pelo ator.

“Obviamente, foi uma tragédia terrível – e é definitivamente algo que sempre tivemos em mente durante o filme”, ele comentou. “Brandon era uma voz original e acho que sempre será sinônimo de ‘O Corvo’. Espero que ele fique orgulhoso do que fizemos e como trouxemos a história de volta. Sua alma está muito viva neste filme. Há uma fragilidade e uma beleza reais na versão dele e acho que Bill se sente como sucessor”.

Lee faleceu nas filmagens do projeto original depois de ser atingido por um projétil de chumbo disparado pela arma usada pelo ator Michael Massee.

Por uma falha da produção, a arma havia sido carregada com munições de verdade, e a pólvora do festim fez com que o projétil que estava preso no cano fosse acidentalmente liberado, perfurando o torso do ator

O acidente aconteceu apenas oito dias antes do filme ter sido concluído.

Confira as primeiras imagens e a sinopse oficial:

Eric Draven (Bill Skarsgård) e Shelly Webster (FKA Twigs) são almas gêmeas. Uma noite, eles são brutalmente assassinadas quando são encontrados por demônios de seus passados. Como ele se sacrificou para salvar seu verdadeiro amor, Eric volta para o mundo dos vivos para uma jornada de vingança impiedosa contra seus assassinos, atravessando os mundos dos vivos e dos mortos para acertar as contas.

O elenco ainda conta com Danny Huston, Laura BirnSami Bouajila Jordan Bolger.

O roteiro foi escrito por Zach Baylin, que recentemente foi indicado ao Oscar pelo seu trabalho em ‘King Richard: Criando Campeãs‘.

Com orçamento médio de US$ 50 milhões, as filmagens da nova versão estão programadas para começarem em junho, em Praga e Munique.

Edward R. Pressman e Malcolm Gray servirão como produtores.

A produção é baseada nos quadrinhos homônimos de James O’Barr.