O diretor Gareth Edwards revelou que o novo filme tentará resgatar o espírito do longa original, lançado em 1993, trazendo cenas de ação enquanto também aborda dilemas éticos.
“Volta ao que eu amava no original, com uma abundância de diferentes cenários de grande ação e momentos tensos e divertidos. Havia muitas oportunidades, como cineasta, para me divertir muito e tentar brincar com a audiência”, declarou Edwards.
O CinePOP participou in loco da CinemaCon 2025 e, durante o painel da Universal Pictures, foi revelada uma prévia inédita do aguardado ‘Jurassic World: Recomeço’.
Confira a descrição:
Começa em um laboratório de pesquisa, as luzes vermelhas se acendem, e vemos um dinossauro mutante atacando um cientista…
Corta para o logo…
Eles estão na ilha onde os dinossauros eram testados, e 24 espécies sobreviveram… Vemos um T-Rex perseguindo um bote… várias…
O clima é de ação e terror… O grupo agora tenta escapar da ilha… eles encontram uma garotinha que tem um dinossauro de estimação dentro da sua mochila…
Um dinossauro que parece uma baleia persegue um barco, e quase derruba Scarlet
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
Tem uma coisa que todo fã de livro sabe: não devemos nos apegar a um livro do qual gostamos muito, pois, caso os direitos autorais sejam vendidos, corremos o risco de nos decepcionarmos se a coisa não for bem-feita. E não são poucos os exemplos de grandes histórias que ganharam o formato audiovisual em projetos truncados. Infelizmente, ‘Amor e Gelato’, lançado pela Netflix nessas férias, é mais um exemplo que recai nessa vasta lista de produções mal adaptadas.
Lina (Susanna Skaggs) é uma jovem adolescente que acaba de terminar a escola, ao mesmo tempo em que perdeu a mãe para um câncer. Sozinha no mundo, ela decide fazer a última vontade de sua mãe: ir para a Itália, refazendo os passos que sua própria mãe fizera quando era jovem. A contragosto – uma vez que Lina é uma jovem introvertida que só quer saber de ler e nunca teve muita vida social – ela faz a viagem à Itália, na esperança de conhecer um pouco mais essa mãe. Entretanto, uma vez lá, lhe é entregue o diário de viagem de sua genitora, e ela começa a descobrir paralelos entre sua própria experiência na viagem e à de sua mãe, especialmente no quesito amoroso.
Baseado no livro homônimo de Jenna Evans Welch, ‘Amor e Gelato’ é desses filmes de romance adolescente que tenta trazer uma vibe meio ‘Sob o Sol da Toscana’ mas o resultado é um apanhadão de situações desconexas e de continuidade frágil, que exigem que o espectador pule etapas da história e simplesmente aceite as ações dos personagens sem questionar. O típico erro de um roteiro que quer adaptar um livro sem se preocupar que um longa-metragem tem outro formato, e, portanto, não pode simplesmente pegar a história e filmá-la, sem desenvolver um contexto que otimize o enredo a caber em uma hora e meia de filme. Resultado da falta de experiência de Brandon Camp, que, embora seja responsável pelo sucesso ‘O Mistério da Libélula’ (2002), não demonstra ter domínio em adaptações literárias para o audiovisual.
O mesmo vale para Brandon Camp como diretor desse projeto, cujo resultado comprova que o diretor não orientou seus atores a demonstrarem sentimentos e expressões condizentes com o que os personagens deveriam estar sentindo. Pensando que a faixa etária desse elenco deveria ser entre os dezoito e vinte e poucos anos, fica esquisito ver os atores interpretando esteticamente esses personagens com ares e desenvoltura de trinta e poucos. Além disso, o envolvimento da protagonista com os dois gatinhos que irão disputar seu coração – o ricaço Lorenzo (Tobia De Angelis) e o cozinheiro Alessandro (Saul Nanni) – é tão superficial, tão sem profundidade, que é impossível ao espectador criar qualquer conexão com eles, que dirá torcer pelo final feliz.
O livro ‘Amor e Gelato’ fez sucesso entre os leitores jovens, mas sua adaptação fílmica é um completo fiasco. Nem mesmo o fato de ter sido filmado na Itália é um ponto positivo, pois são poucas as cenas de plano aberto ou gravadas em pontos turísticos, resumindo-se quase a apenas cenas de transição de estátuas. Ou seja, ‘Amor e Gelato’ é desses exemplos que é melhor ler o livro que ver o filme.
Responsável por obras urgentes e radicais como Amarelo Manga, Baixio das Bestas e Febre do Rato, o diretor Cláudio Assis realizou com Piedadeseu filme mais pessoal. Inspirado livremente na história do próprio cineasta (que foi separado do irmão quando jovem e passou anos procurando por ele) e na história da região de Pernambuco (em que a invasão de grandes empresas e da especulação imobiliária atingiu boa parte da população), o longa transborda afeto.
A trama acompanha moradores da fictícia cidade de Piedade, que viviam do turismo e da pesca até que a chegada de uma indústria petroleira inviabiliza o litoral e faz com que o mar fosse tomado por tubarões. Em meio a isso, Aurélio (Matheus Nachtergaele), um executivo da Petrogreen, é enviado para negociar com as famílias e tentar tirar os moradores de uma vez por todas da região. Ele encontra resistência em Dona Carminha (Fernanda Montenegro) e seu filho Omar (Irandhir Santos).
Ao mesmo tempo, Sandro (Cauã Reymond) tenta levar a vida como dono de um cinema pornô da região, que administra com a ajuda do filho Marlon (Gabriel Leone). As vidas dos dois acabam se cruzando com a de Aurélio. Sandro através de uma atração física e Marlon através do repúdio com a figura do capitalista que busca que aproveitar de tudo e todos.
O texto dos roteiristas Anna Francisco, Dillner Gomes e Hilton Lacerda toca em vários temas da atualidade, como destruição ambiental e social, ativismo político, especulação imobiliária e muito mais. Mas o que chama mesmo a atenção na narrativa é a relação entre as pessoas, sobre os encontros e desencontros da vida. É uma obra claramente política e com conotação social, mas os relacionamentos pessoais são tão bem tratados que dão todo um novo peso dramático à trama. Carminha é uma mulher batalhadora, que luta contra as dificuldades financeiras para continuar cuidando de seu bar, mas que tem uma perda muito marcante em sua vida. Omar é o filho que ficou para ajudar a mãe e acaba assumindo uma figura paterna para o sobrinho Ramsés (Francisco Assis Moraes), que mora com eles. Por sua vez, Sandro é um jovem de 30 e tantos anos que tem que lidar com as responsabilidades de ser o pai de um adolescente. Ele acaba desenvolvendo uma relação inusitada com Aurélio, uma figura predatória (como os tubarões) que o vê como alguém que pode ajudá-lo a atingir seus objetivos e ainda ajudar a saciar suas vontades físicas. Neste sentido, é curioso analisar o relacionamento de Aurélio com sua mãe (Denise Weinberg), que aparece apenas via chamada de vídeo, mas o suficiente para mostrar uma dinâmica de uma proximidade falsa, em que você mantém contato permanente com a pessoa sem nunca se revelar a si próprio.
Elemento importante no cinema de Cláudio Assis, o sexo está presente de forma ativa na obra. Não só através do cenário do cinema pornô, que ganha muito espaço na trama e representa um belíssimo esforço de design de produção, mas principalmente na relação entre Sandro e Aurélio. Cauã Reymond e Matheus Nachtergaele possuem duas cenas de sexo que podem abalar os mais conservadores, mas que são muito bem trabalhadas e ensaiadas.
A montagem de Karen Harley, parceira constante do diretor, é errática, mesclando bons momentos com alguns excessos de informações, especialmente no registro do núcleo ativista. A fotografia de Marcelo Durst também é um ponto com problemas. Ele filma bem as sequências no mar e no cinema, mesclando constantemente as cores azul e vermelho, mas há pouca vida na fotografia. Há um tom quase que predominante do cinza, que até se encaixa com o desfecho da história, mas que pouco funciona quando estamos diante do bar na beira da praia.
Dentre os vários méritos de Assis, destaca-se ter conseguido reunir um elenco realmente impressionante. Santos e Nachtergaele são parceiros constantes do diretor, mas a entrada de Montenegro e Reymond ajudou muito na formação do time. No caso específico de Fernanda, é impressionante como ela transmite sentimento. Seja dor ou alegria, sua personagem é complexa e envolvente. Ela é generosa com seus parceiros de cena, e tal generosidade também se estende ao público, que se sente claramente acolhido por aquela mulher.
Piedadeé uma obra com problemas. Mas as deficiências também são parte do cinema autoral e de baixo orçamento de Cláudio Assis. O cineasta quase não conseguiu concluir o filme por causa de um AVC sofrido após as gravações. Felizmente, ele se recuperou. O cinema brasileiro agradece.
‘It: A Coisa – Capítulo 2’ não apenas se tornou um dos filmes mais aguardados do ano como também manteve a tradição de colocar o autor da obra original em uma breve sequência. Afinal, Stephen King já fez aparições em diversas adaptações de seu extenso panteão do horror – e aqui não seria diferente.
Na sequência, King dá vida ao dono de uma loja de penhores onde o crescido Bill (James McAvoy) encontra Silver, sua antiga bicicleta. A cena, entretanto, é mais cômica do que aparenta e o roteirista Gary Dauberman fez questão de explicar isso.
“Eu o escrevi dentro do filme junto com falas do tipo ‘parece com o Stephen King’, nos rascunhos originais. Sabe, só plantando a semente”, ele revelou em uma recente entrevista ao site Insider. “Ele já fez aparições antes, mas fazia tempo desde que aparecia nas telonas.
‘It: A Coisa – Capítulo 2’ já está em exibição nos cinemas brasileiros.
Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.
Segundo o site AV Club, os atores gêmeos Max e Charlie Carver foram elencados no aguardado ‘The Batman’. Entretanto, detalhes sobre seus papéis permanecem guardados.
A dupla já atuou junta em diversas produções de grande calibre, sendo mais conhecidos por interpretarem Preston e Porter Scavo em ‘Desperate Housewives’, e Aiden e Ethan em ‘Teen Wolf’. Eles também trabalharam em ‘The Leftovers’.
Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Das 26 avaliações publicadas da nova temporada, 25 são positivas e apenas UMA é negativa.
Confira:
“No geral, a 2ª temporada [da série] expande sua ideia de modos divertidos, enquanto nos entrega mais do que amamos sobre o time titular” –ComicBook.com.
“Mais louca que a primeira temporada, com reviravoltas inimagináveis e a quantidade perfeita de gore.” – Mama’s Geeky.
“Inteligente, estilosa e extremamente divertida, a 2ª temporada mais uma vez força os limites do gênero de super-heróis com perspectiva sagaz” – We Have a Hulk.
“Mantendo o charme da iteração predecessora, a 2ª temporada de ‘The Umbrella Academy’ é enérgica, criativa e expande sua mitologia de modos inesperados” – Flickering Myth.
O novo ciclo estreia no dia 31 de julho.
Há alguns meses, o compositor Jeff Russo revelou ao Comic Book o que o público pode esperar do segundo ano.
“Bom, há definitivamente uma grande mudança no cenário, isso é óbvio. E tentamos não mudar muito a abordagem de como contar a história musicalmente. Quer dizer, utilizamos várias canções incríveis na primeira temporada. Vamos fazer a mesma coisa na segunda. Usamos a trilha sonora de modo bastante significativo para apoiar os arcos emocionais dos personagens na 1ª temporada. Vamos fazer isso de novo na segunda. Há alguns novos personagens que terão perspectivas sonoras diferentes e isso é sempre divertido, criar novos temas para novos personagens. Então temos várias coisas novas e várias coisas similares”.
Yusuf Gatewood, Marin Ireland e Ritu Arya farão parte do próximo ciclo e darão vida ao carismático Raymond, uma texana sem medo chamada Sissy e uma brilhante e insana mulher chamada Lila, respectivamente.
Lembrando que o site What’s On Netflix havia divulgado que a adorada série já foi renovada para a 3ª temporada. As informações são de fontes próximas à produção.
Lauren Otero (‘Garota Conhece Mundo’) e Elizabeth Padden (‘Future Man’) foram contratadas para escrever os novos episódios.
A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.
A segunda temporada de ‘The Witcher’ segue a todo vapor e, agora, a Netflix contratou mais um nome para seu elenco.
Segundo o Redanian Intelligence, Alastair Parker entrou para a produção. O ator é conhecido por dublar um dos personagens principais do game‘The Witcher 3: Wild Hunt’, o anão Clever, e por participar da icônica série sci-fi‘Doctor Who’.
Entretanto, Parker não dará vida a Clever no próximo ciclo – aliás, detalhes sobre seu papel não foram revelados. Ele se junta à previamente confirmada Rebecca Hanssen (‘Lore’).
Lembrando que as gravações do novo ciclo devem ser finalizadas somente em fevereiro de 2021, então não há previsão de estreia para os próximos episódios.
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
O filme é dirigido por Michael Haussman, com roteiro assinado por Rob Allyn.
Em 1839, James Brooke foge da Inglaterra vitoriana para explorar as matas do Bornéu. Depois de um ataque pirata, ele se alia a dois príncipes rivais para render um forte rebelde. Para salvar os prisioneiros da decapitação, Brooke aceita ser coroado o Rajah local. Ele implora à Marinha Real por um navio a vapor para lutar contra os piratas, mas os britânicos querem seu reino como colônia. Os piratas de Makota arquitetam um massacre na capital de Brooke, deixando James semi-morto. Para salvar seu povo, ele deve compartilhar suas raízes inglesas e abraçar a selva: “ela por inteira, a beleza e o sangue”.
Hannah New, Josie Ho, Atiqa Hasiholan, Ralph Ineson, Otto Farant, Samo Rafael, Bront Palarae, Shaheizy Sam, Yusyf Mahardika, Peter John e Kahar Bin Jini completam o elenco.
‘Edge of the World’ estreia nos EUA em 04 de junho, sem previsão de lançamento no Brasil.
Pouco depois de ter conquistado o prêmio de Melhor Roteiro em Série de Comédia no Emmy Awards 2021, a aclamada produção ‘Hacks’ garantiu a Lucia Aniello a estatueta de Melhor Direção por seu impecável trabalho.
A produção acompanha Deborah Vance, uma comediante stand up em decadência, que se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet para lhe escrever novas piadas. Mas as duas se odeiam à primeira vista. Entretanto, o desprezo de uma pela outra logo acaba se revelando como sendo o ingrediente ideal para uma boa parceria.
A Village Roadshow, uma das produtoras responsáveis pela supervisão e pelo financiamento do recente ‘Matrix Resurrections’, abriu um processo contra a Warner Bros. Pictures nesta segunda-feira (07) pelo fato do estúdio ter disponibilizado o longa-metragem na HBO Max (via Variety).
As informações indicam que a Village Roadshow alegou que a Warner sabotou a exibição do filme nos cinemas com o lançamento simultâneo apenas para atrair mais assinantes à plataforma de streaming.
A ação é decorrente da controversa decisão da Warner em lançar seu catálogo inteiro ao mesmo tempo nos cinemas e no serviço virtual, incluindo ‘Duna’, ‘O Esquadrão Suicida’ e ‘King Richard: Criando Campeãs’. O estúdio, em consequência, foi obrigado a desembolsar milhões de dólares para compensar a perda de lucro que os outros participantes do contrato tiveram com a escolha.
A Village Roadshow é uma parceira de longa data da Warner Bros. e possui um contrato de co-financiamento que já incluiu títulos como ‘Coringa’, ‘Onze Homens e um Segredo’ e suas sequências, e a trilogia original de ‘Matrix’.
O processo alega que os executivos do estúdio não consultaram ou notificaram a Village Roadshow antes de optarem por disponibilizar ‘Matrix Resurrections’ na HBO Max, além de declarar que a decisão ameaçou o futuro da franquia.
“A estratégia da WB não apenas garantiu que [o filme] seria um fracasso de bilheteria, mas também infligiu danos severos para toda a franquia”, aponta a ação. “Não há dúvidas de que os números abismais de bilheteria de ‘Matrix Resurrections’ diluem o valor da franquia, visto que a falta de lucro do filme impede que estúdios invistam em sequências adicionais e filmes derivados em um futuro próximo”.
A declaração também argumenta que o lançamento simultâneo facilitou a pirataria, algo que impactou na receita em potencial do longa-metragem, e que, em virtude dessa perda financeira, a Vilalge Roadshow não pôde cumprir com os pagamentos contratuais à Warner Bros., colocando a companhia em risco de perder os direitos ao filme.
Em contrarresposta, a Warner declarou que o processo é apenas uma tentativa falha da Village Roadshow em não cumprir com os termos do contrato que assinaram previamente:
“Esta é uma tentativa frívola da Village Roadshow de evitar o comprometimento contratual de participar da arbitragem que iniciamos contra eles na semana passada. Não temos dúvida de que este caso será resolvido a nosso favor”.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
A produção tem estreia marcada para o dia 28 de julho.
Confira:
A série foi criada por Adam Siara, roteirista do aclamado sci-fi‘Palm Springs’.
A produção é descrita como “uma história de amor coming-of-age e multigeracional disfarçada de mistério sobre a decepção do tempo. Uma viagem de aniversário coloca um casamento em xeque quando o casal se vê arrastado para um dos mistérios não resolvidos mais bizarros de Yucatán, que ocorreu há quinze anos”.
‘Wandinha’, série derivada de ‘A Família Addams’ estrelada por Jenna Ortega, vem fazendo um enorme sucesso ao redor do mundo e já quebrou recordes de exibição em apenas uma semana desde sua estreia na Netflix.
Agora, a plataforma de streaming compartilhou uma curiosidade de bastidores da produção, revelando que o criador do show, Tim Burton, percebeu que Ortega não piscou durante uma das tomadas de uma cena e ficou tão impressionado com o resultado que instruiu a jovem a atriz a não piscar quando estivesse em cena.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.
O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.
Para quem não sabe, ‘A Família Addams’ foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.
A Paramount+ divulgou um novo clipe oficial de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’, série derivada do clássico musical ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’, apresentando a canção “Finding My Light”.
Lembrando que a produção já está disponível na plataforma de streaming.
Confira, junto ao trailer legendado:
O elenco é formado por Marisa Davila como Jane; Cheyenne Isabel Wells como Olivia; Ari Notartomaso como Cynthia; Tricia Fukuhara como Nancy; Shanel Bailey como Hazel; Madison Thompson como Susan; Johnathan Nieves como Richie; Jason Schmidt como Buddy; Maxwell Whittington-Cooper como Wally; Jackie Hoffman como o assistente McGee; Charlotte Kavanagh como Rosemary; Josette Halpert como Dot; Nicholas McDonough como Gil; Maximo Weber Salas como Shy Guy; e Alexis Sides como Potato.
De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre”.
Annabel Oakes (‘Atypical’) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.
Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.
De acordo com a Variety, ‘Rise of the Pink Ladies‘ trará uma série de novas canções, mas não deve trazer alguns dos números mais icônicos do musical, devido à restrições de direitos autorais.
‘The Burial’, drama legal estrelado por Jamie Foxx, já está disponível no Prime Video.
O filme foi lançado hoje,13 de outubro, na plataforma de streaming.
Em 1995, Willie E. Gary (Foxx), um advogado não convencional de danos pessoais com um histórico impressionante, ajuda um dono de uma funerária falida, Jeremiah Joseph O’Keefe (Tommy Lee Jones) a processar a empresa funerária Loewen, liderada por Raymond Loewen (Bill Camp). como resultado de uma disputa contratual. Gary finalmente ganhou o veredicto do júri de US$ 500 milhões e a empresa Loewen entrou com pedido de falência.
A história é baseada no advogado Willie E. Gary e seu cliente, Jeremiah Joseph O’Keefe, que abriu um processo contra uma companhia funerária após ir à falência.
A aclamada atriz vencedora do Emmy Julia Garner (‘Ozark’) foi escalada para a vindoura adaptação de ‘Quarteto Fantástico’, que fará parte do Universo Cinemático Marvel. E, enquanto boa parte dos fãs celebraram a contratação de Garner para o projeto, um aclamado ator foi pego de surpresa pela notícia.
Segundo o Screen Rant (via CBR), LaKeith Stanfield, indicado ao Oscar por seu trabalho em ‘Judas e o Messias Negro’, revelou que ficou embasbacado com a confirmação de Garner no projeto através de uma recente postagem no Instagram.
Em seu perfil oficial, Stanfield compartilhou um screenshot da notícia com a seguinte legenda: “achei que seria eu”. Todavia, o ator apagou a postagem e, até o momento, não se sabe se ele, de fato, havia feito audição ou se era uma das principais escolhas para o papel.
Garner dará vida a Shalla-Bal, uma das arautas de Galactus que assume o manto de Surfista Prateado, uma das figuras mais poderosas e icônicas da Marvel e conhecido por sua forte conexão com os membros do Quarteto Fantástico.
Nas redes sociais, os internautas celebraram a escalação da atriz.
— Portal Blade Brasil ♂️ (@PortalBladeBR) April 4, 2024
A Surfista Prateada tá chegando no MCU, será que finalmente teremos uma história decente do QUARTETO FANTÁSTICO nos cinemas? Torcendo aqui pra dar tudo certo. https://t.co/mUvzli1CZ6
os nerdolas vão fazer uns 50 vídeos falando da aparecia da julia garner e outros 50 vídeos sobre a lacraçao nos filmes de heróis só pq o surfista prateado vai ser uma mulher nesse quarteto fantástico
— I have so many questions? (@english_shamar) April 3, 2024
“Eu vi performances ótimas o suficiente de Julia Garner para saber que ela fará algo especial com esse papel”.
A última aparição do Surfista Prateado nas telonas foi em 2007, no filme ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado’, no qual sua versão clássica foi interpretada por Doug Jones.
Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.
A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.
Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.
‘As Panteras’ é uma das franquias mais conhecidas do cenário do entretenimento e, além da clássica série de televisão, ganhou dois longas-metragens estrelados por Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu, bem como um reboot comandado por Elizabeth Banks.
Agora, em entrevista ao The Drew Barrymore Show, a atriz e cineasta Zoë Kravitz revelou que está disposta a dirigir mais uma adaptação da icônica atração para os cinemas.
“Posso dizer uma coisa? Não sei quais são os planos, mas, se houve mais um reboot de ‘As Panteras’, seria meu sonho comandá-lo”, ela afirmou. “Meu sonho! São meus filmes favoritos, já até falei sobre isso com meu agente”.
Vale lembrar que Kravitz fez sua estreia diretorial com o elogiado suspense ‘Pisque Duas Vezes’, que conquistou 74% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A trama acompanha a garçonete Frida, que é convidada por um bilionário a passar as férias dos sonhos em sua ilha particular. No entanto, ela logo percebe que há algo errado com este lugar, e terá que descobrir a verdade sinistra se quiser sobreviver…
Quando o bilionário de tecnologia Slater King (Channing Tatum) conhece a garçonete Frida (Naomi Ackie) em sua gala de arrecadação de fundos, faíscas voam. Ele a convida para se juntar a ele e seus amigos nas férias dos sonhos em sua ilha particular. É o paraíso. Noites selvagens se misturam com dias ensolarados e todos estão se divertindo. Ninguém quer que esta viagem acabe, mas à medida que coisas estranhas começam a acontecer, Frida começa a questionar a sua realidade. Há algo errado com este lugar. Ela terá que descobrir a verdade se quiser sair viva desta festa.
O elenco ainda conta com Alia Shawkat, Simon Rex, Adria Arjona, Haley Joel Osment, Christian Slater, Kyle MacLachlan e Geena Davis.
Kravitz também assina o roteiro e a produção do filme, ao lado de ET Feigenbaum (‘Alta Fidelidade’).
O longa é baseado no conto Um Pequeno Sacrifício, do livro ‘A Espada do Destino‘. A trama acompanha a história de amor entre dois amantes de espécies diferentes: uma sereia chamada Sh’eenaz e um príncipe humano chamado Agloval.
A produção conta com as vozes de Doug Cockle e Joey Batey como Geralt e Jaskier, respectivamente.
O aclamado diretor Rian Johnson, conhecido por seu trabalho na franquia ‘Entre Facas e Segredos’, finalmente se pronunciou sobre a trilogia cancelada de ‘Star Wars’ pela qual ficaria responsável.
Em uma recente entrevista à Rolling Stone, Johnson, que comandou o elogiado ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’, comentou sobre a nova saga intergaláctica que nunca viu a luz do dia.
Durante a conversa, ele explicou que estava desenvolvendo ideias para uma trilogia inédita do panteão ao lado da chefe da Lucasfilm, Kathleen Kennedy. Porém, após o lançamento de ‘Entre Facas e Segredos’, Johnson mudou o foco de sua carreira para sucessos do gênero de mistério.
“Nada realmente aconteceu”, disse Johnson. “Nos divertimos muito trabalhando juntos, e eles disseram: ‘Vamos continuar fazendo isso’. Eu disse: ‘Ótimo!’. Eu trocava ideias com a Kathy. Resumindo, ‘Entre Facas e Segredos’ aconteceu. Eu fui lá e fiz ‘Entre Facas e Segredos’, e comecei a correr, ocupado criando mistérios de assassinato. É o tipo de coisa que, se, no futuro, surgir uma oportunidade de fazer isso, ou fazer outra coisa em ‘Star Wars’, eu ficaria emocionado. Mas agora estou apenas fazendo minhas próprias coisas e muito feliz”.
Johnson acrescentou que sua trilogia era “muito conceitual”e que ele nunca desenvolveu um “esboço ou tratamento ou qualquer coisa” para o projeto.
Lembrando que o próximo projeto do diretor é ‘Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery’, que chega à Netflix no dia 12 de dezembro.
O filme marca o retorno de Daniel Craig como o carismático detetive Benoit Blanc e conta com um time estelar no elenco.
Lembrando que o grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’)se junta aos atores Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’), Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’), que haviam sido previamente anunciados.s.
Lembrando que o filme antecessor, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e se tornou a 3ª maior estreia de um longa-metragem em serviços de streaming da Netflix, com 2.2 bilhões de minutos assistidos durante os três primeiros dias.
Recentemente, foi divulgado o primeiro teaser oficial de ‘Dark Horse’, cinebiografia estrelada por Jim Caviezel(‘A Paixão de Cristo’) e centrada no ex-presidente do Brasil e agora presidiário Jair Bolsonaro.
O material em questão contou com a música “Survivor”, do grupo Destiny’s Child, como tema – o que enfureceu os fãs da aclamada cantora e compositora Beyoncé, que fez parte do grupo ao lado de Kelly Rowland e Michelle Williams.
Não demorou muito até que a equipe da vencedora do Grammy fosse acionada pelos fãs em virtude da não-compactuação dos ideais da artista com o do ex-presidente da república.
De acordo com a página Beyoncé Access, a equipe de Beyoncé foi imediatamente informada da utilização indevida da canção, com a equipe de advogados sendo imediatamente acionada.
O perfil ainda aponta que Anderson Nick, que integra a equipe da performer, fez um pronunciamento em sua conta oficial sobre a decisão em questão, dizendo: “obrigado a todos que mandaram DM dizendo que a música ‘Survivor’ foi utilizada no trailer do filme do inominável inelegível presidiário golpista. Obviamente, a música foi utilizada sem autorização e as providências legais já estão sendo tomadas para que seja retirado do ar o mais rápido possível. Obrigado”.
A produção do longa-metragem permaneceu sob segredo a fim de impedir vazamentos para a imprensa. Caviezel permaneceu três meses rodando as cenas em território nacional antes de voltar para os Estados Unidos.
Cyrus Nowrasteh assume a cadeira de direção. Detalhes ainda afirmam que Mário Frias, Secretário Especial da Cultura durante a gestão Bolsonaro, ficou responsável pelo roteiro.
Mais informações não foram reveladas.
Bolsonaro assumiu a presidência do Brasil entre 2019 e 2022, tentando se reeleger para um segundo mandato, mas perdendo a eleição para Luiz Inácio Lula da Silva. Após inúmeras polêmicas que envolveram discursos desmoralizantes e preconceituosos, negligência médica durante a pandemia de COVID-19 e organização de um golpe de Estado, Bolsonaro se encontra atualmente preso em uma cela da Polícia Federal, cumprindo a pena de 27 anos.
Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.
Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”
Há alguns meses, foi divulgado que a Paramount ainda estava interessada em um novo filme das ‘Tartarugas Ninja‘, mas parece que a produção pode se tornar uma série live-action para a Netflix.
De acordo com o Comic Book, o co-criador da franquia, Kevin Eastman, discutiu o assunto durante a San Diego Comic Con e sugeriu que uma versão mais adulta das Tartarugas poderia ser uma boa opção para aNetflix.
“Eu sinto que essa é a direção que podemos ir e haverá bastante audiência para apoiar.”, disse ao Comic Book. “Porque nós vemos muitos dos fãs perguntando quando teremos aquela intensidade da Netflix, ao mesmo tempo, você pode equilibrar isso com uma série de desenhos animados tão maravilhosa como ‘O Despertar das Tartarugas Ninja’. Então eu espero que no futuro… Bom, eu adoraria ver isso, realmente.”
Originalmente, as ‘Tartarugas Ninja‘ foram criadas para um público mais adulto, na década de 1980, mas acabou conquistando as crianças e a franquia se adaptou a versões mais leves e humoradas.
Agora resta aguardar para saber se a história terá continuidade nas telonas ou se a produção da série vai mesmo decolar.
Após o final de ‘Vingadores: Ultimato‘, Thor (Chris Hemsworth)se junta aos Guardiões da Galáxia e entrega Nova Asgard nas mãos da Valquíria (Tessa Thompson), o que deixou os fãs curiosos sobre o futuro do deus do trovão.
Durante uma live com o apresentador Jimmy Kimmel, Hemsworth tocou no assunto e elogiou o roteiro de ‘Thor: Amor e Trovão‘, dizendo que “o público vai pirar“.
“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”
Aproveitando a oportunidade, o astro também confessou que já furtou alguns objetos dos bastidores, incluindo o próprio Mjolnir.
“Era um segredo, mas é verdade. Eu tenho o Mjolnir, o Rompe-Tormentas (Stormbreaker), eu tenho as capas que usei em todos os filmes desde ‘Os Vingadores‘. Qual é? Eles tem um monte.”, brincou ele.
Assista:
Há alguns dias, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.
“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.
Lembrando que a Marvel adiou todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia mundial de Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas.
‘Thor: Amor e Trovão‘ tinha estreia prevista para 5 de novembro de 2021, mas foi adiado para 28 de fevereiro de 2022.
Tony Stark e Reed Richards são dois dos homens mais inteligentes do Universo Marvel, mas muitos fãs estão lamentando que eles nunca vão se encontrar no MCU, já que Stark se sacrificou em ‘Vingadores: Ultimato‘.
E parece que os fãs não são os únicos a lamentar, pois o próprioKevin Feige admitiu seu arrependimento por não introduzir o Quarteto mais cedo no cinema.
Durante uma entrevista recente para o Cinema Blend, o presidente daMarvel Studios foi questionado sobre o assunto e disse que:
“Quando você está prestes a criar uma nova história nos quadrinhos, você herda a continuidade de onde ela parou, e no cinema também é assim. Então me arrependo de não conseguir juntar as mentes de Tony Stark e Reed Richards na tela e não poder trazer todos esses heróis reunidos.”
Lembrando que a nova versão do ‘Quarteto Fantástico‘ chegará às telonas somente em 2023.
Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe em questão, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão massacrada pelo público e pela crítica de Josh Trank em 2015.
O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).
O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.
John Wesley Shipp vai voltar a vestir o manto do velocista Jay Garrick no 9º episódio da 2ª temporada de ‘Stargirl‘, intitulado ‘Summer School: Chapter 9′.
E, em seu perfil do Instagram, o astro compartilhou algumas imagens inéditas da trama, que vai ao ar em 05 de outubro.
Confira, junto com a sinopse, promo e imagens oficiais:
Na trama, “quando Eclipso se volta contra Whitmore e Dugan, Pat se lembra das eventos dolorosos de seu passado envolvendo a Sociedade da Justiça da América original e sua luta para derrotar o vilão. Enquanto isso, Mike é forçado a confrontar a culpa que sente por seu papel na morte de Icicle, e Barbara fica cara a cara com alguém de seu passado. Por fim, Courtney luta para manter a esperança depois de Eclipso caçar aqueles que ama”.
Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!
Criada por Geoff Johns e Greg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
Conhecido por escrever obras assustadoras, como o autor de ‘O Iluminado’, ‘Carrie, a Estranha’ e ‘It – A Coisa’, Stephen King também é um grande cinéfilo e de vez em quando comenta sobre os melhores títulos de suspense e terror.
Durante uma entrevista para o Slash Film, Derrickson revelou com orgulho que King já assistiu ao filme e adorou o que viu.
“Eu sei que Joe Hill [filho de King] assistiu e até mostrou para o pai, e ele falou sobre o comentário de Stephen King… Ele viu e parece que adorou. Seu comentário para Joe foi: ‘Parece um ‘Conta Comigo’ no inferno’, o que eu achei ótimo.”
Se tem o selo de aprovação de King, pode apostar que o filme promete.
Você está curioso?
Lembrando que ‘O Telefone Preto‘será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de Julho.
Confira os novos clipes assustadores:
A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefonepreto. Mesmo desconectado, otelefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.
Após a primeira exibição durante a Cinemacon, o longa vem recebendo diversos elogios da mídia, e o trailer está deixando os fãs do gênero estão ainda mais empolgados para conferir a trama.
Nas redes sociais, há diversos comentários de expectativa pela estreia, enquanto outros garantem que o filme será um sucesso devido ao amor de Derrickson pelo terror.
Além disso, ‘O Telefone Preto‘ conquistou 100% de aprovação dos críticos e promete renovar os filmes com temática de sequestro.
Confira as reações:
O grande acerto está no elenco. Os jovens James Ransone e Madeleine McGraw são um espetáculo em cena, e o Ethan Hawke está bem assustador como o vilão (a máscara dele é bizarra). Seu personagem poderia ser melhor desenvolvido, mas isso não afeta o resultado final.
“Acabei de sair da exibição antecipada de ‘O Telefone Preto‘ na CinemaCon. Este é definitivamente um dos melhores filmes da Blumhouse. Os atores mirins são ótimos, especialmente as estrelas Mason ThameseMadeleine McGraw. Ethan Hawke nunca foi tão assustador ou aterrorizante.”
Um garoto sequestrado por um sádico serial killer encontra um telefone antigo preto. Quando o aparelho toca, o garoto consegue ouvir a voz das vítimas anteriores do assassino, e elas dão dicas para evitar que ele sofra o mesmo destino.
A AmazonPrime divulgou o primeiro pôster oficial de ‘Citadel‘, a ambiciosa série de ação e espionagem produzida pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’).
Na trama, Richard Madden(‘Game of Thrones’) e Priyanka Chopra Jonas (‘Triplo X: Reativado’) são agentes secretos sem lembranças de suas vidas passadas, mas ambos trabalham para a misteriosa organização chamada Citadel e terão que se unir para enfrentar um sombrio sindicato.
Com estreia marcada para 28 de abril, a atração terá seis episódios e também conta com Stanley Tucci (‘O Diabo Veste Prada’) eLesley Manville (‘Trama Fantasma’).
Josh Appelbaum, André Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg entrarão como roteiristas e produtores executivos.
‘Planeta dos Macacos: O Reino‘ é o destaque a próxima edição da revista Empire, que divulgou capas variantes destacando o vilão do novo filme: Proximus César.
Além do antagonista vivido porKevin Durand, uma das capas também mostra uma arte conceitual de Noa (Owen Teague), herói destinado a enfrentar o vilão.
Confira:
Lembrando que o longa dirigido por Wes Ball não é uma continuação direta de ‘Planeta dos Macacos: Guerra’, mas sim o primeiro capítulo de uma nova trilogia, situada cerca de 300 anos após o último filme.
Em vez de seguir imediatamente após a morte de César, no final de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, Kingdom está dando um grande salto em frente. O filme é ambientado cerca de 300 anos depois que César entregou seu povo à terra prometida – e com o passar de todos esses anos, suas lendárias qualidades de liderança se perderam em grande parte no tempo. Ainda assim, é o legado de César – e o significado de “macacos juntos e fortes” – que irá impulsionar Noa, o novo jovem herói macaco do Reino.
Em conversa com a Empire, Teague, Durand e Ball compartilharam suas perspectivas sobre o novo filme e a relevância de César (protagonista da trilogia original) nesse contexto.
“Noa não faz ideia de quem é esse [Cesar]”, afirma o ator Owen Teague. “Parte de sua jornada é a descoberta desse legado e suas várias interpretações. Noa tem que dar sentido a tudo isso.”
Na trilogia original, César (interpretado porAndy Serkis) liderou os macacos em meio aos conflitos com os humanos. Com o passar dos anos, sua figura passou a ser vista como uma espécie de messias.
“César é quase uma figura religiosa, e Proximus assumiu o nome César porque era a posição mais alta na sociedade dos macacos”, explica o astro Kevin Durand. “Foi uma autoproclamação alcançada por todos os meios necessários para garantir que os macacos continuassem a evoluir. Então você está vendo a influência e a evolução do que César deixou. E, como em cada pedaço da história humana, sempre há algum tipo de tirano que aparece e assusta todos, fazendo-os acreditar neles.”
O novo filme tem uma ambição ousada, sendo planejado como o primeiro de uma trilogia.
“Desde o início, pensamos nisso como uma trilogia”, revela Ball. “Tínhamos essas ideias grandiosas de onde poderia eventualmente chegar e como poderia se encaixar no legado desses filmes. Então, certamente estou discutindo com [o estúdio] agora sobre a próxima história.”
“Aqueles últimos três filmes trataram do fim de algo. Eles trataram do fim dessa história de Moisés. Eles trataram do fim da humanidade”, explica. “E pensamos, ‘Das cinzas desses filmes anteriores, vamos cultivar uma nova árvore para escalar’. Este filme é muito sobre o começo de algo”, conclui ele.
O filme chega aos cinemas nacionais dia 23 de Maio de 2024.
Nova adaptação do autor sofre das mesmas questões de filmes passados
Recentemente a Amazon Prime Video lançou o longa Sem Remorso, estrelado por Michael B. Jordan e inspirado do livro homônimo de Tom Clancy. A trama segue uma versão atualizada para o mundo contemporâneo do enredo lançado originalmente em 1993, que tinha em seu centro a discussão sobre o legado psicológico deixado pela Guerra do Vietnã em soldados; com o novo filme, o conflito a ser observado é a Guerra Civil na Síria ainda em andamento.
Tem-se então o personagem John Kelly como um fuzileiro que é enviado, junto a um grupo, para uma missão em solo sírio. A operação é extremamente confidencial e, por isso, conduzida pelo agente da CIA, Robert Ritter (personagem também recorrente nas histórias de Clancy), que não inspira confiança em seus subordinados de imediato.
A base de toda a operação é que eles não devem ser vistos, no entanto a missão não ocorre da forma prevista mas ainda assim é concluída e o protagonista retorna para casa. Como esperado, esse “fantasma” volta para dificultar sua vida e vira-lá de cabeça para baixo.
John Kelly é posto à prova em consequências de missão
Logo de cara salta aos olhos a semelhança entre o lançamento do serviço de streaming e outro thriller de espionagem um pouco mais antigo: Missão Impossível 3. Em ambos o protagonista é esse indivíduo altamente especializado que é confrontado com as consequências de uma determinada operação; além de ambos os filmes serem diretamente similares a uma tendência que foi muito popular no gênero ação policial nas décadas de 80 e 90.
Logo, a principal fraqueza de Sem Remorso reside em ser uma versão bem esmaecida do trabalho de um autor conhecido pela riqueza de detalhes. Difícil não lembrar, desse jeito, do livro Caçada ao Outubro Vermelho que, em 1984, espantou o mercado literário ao conseguir mesclar um enredo sobre a deserção de um renomado militar soviético rumo aos Estados Unidos junto a uma riqueza de detalhes técnicos sobre a funcionalidade de armas e protocolos do exército não vista até então em um livro assinado por um autor civil.
Dentre todas as adaptações cinematográficas da bibliografia de Clancy a de Caçada ao Outubro Vermelho de 1990 ainda ocupa o primeiro lugar após tantos anos; nem tanto por ser algo que traduz quase literalmente o material fonte para as telas, mas sim pela qualidade na direção em conduzir múltiplas linhas narrativas em simultâneo em um crescente rumo ao clímax sobre o possível êxito do protagonista em seu submarino. Mas, como dito antes, até essa obra em particular não foi capaz de encontrar um meio de traduzir para o audiovisual o estilo do autor.
“Caçada ao outubro vermelho” ainda é a melhor adaptação de Tom Clancy
Em 1926 a escritora Virginia Woolf assinou um artigo intitulado The Cinema no qual ela expõe, sob um ponto de vista pessoal, as maravilhas que aquela nova forma de entretenimento pode proporcionar ao mesmo tempo em que sua forma que lhe é natural (e portanto divergente do formato literário), consequentemente limitaria em muito quaisquer histórias que transitassem entre os dois.
“Até a mais simples imagem como ‘Meu amor é como uma vermelha, rosa vermelha, que surgiu recentemente em junho’ nos presenteia com uma umidade e cordialidade e o brilho de carmesim e a suavidade de pétalas inexoravelmente misturado e amarrado à cadência de um ritmo que sugere a ternura emocional do amor. Tudo isso que é acessível às palavras e só às palavras o cinema deve evitar”.
De certa forma é compreensível que a especificidade técnica de um romance possa se perder no trabalho de adaptação, por mais valiosa que ela seja. Porém, outro elemento que constantemente se perde nessas conversões é o senso político presente na escrita do Tom Clancy. O elemento de thriller presente em seus enredos se debruça principalmente sobre seu conhecimento sobre o girar da máquina política (principalmente a dos Estados Unidos, mas também um pouco da Rússia) e como ele interage com a grande questão do período em que muitas dessas histórias foram elaboradas: a Guerra Fria.
A maior parte da bibliografia de Clancy é diretamente relacionada com o período da Guerra Fria
Não à toa o principal protagonista dessas histórias é Jack Ryan; não um espião ou um soldado em atividade, mas sim um analista da CIA que desempenha uma função de escritório. É através dele que o autor tem a chance de expor todo seu repertório de conhecimento relacionado a armamentos, política e história militar de maneira orgânica ao enredo. A questão é que muitas vezes essa filosofia não é compartilhada pelos produtores das adaptações, que tendem a reduzir toda a parte intelectual para que o filme se desenvolva como uma obra mais movimentada.
O seriado Jack Ryan, também produzido pela Amazon, foi uma boa situação em que um novo olhar poderia ser concedido a essas obras. Não haveria a correria natural em decorrência do limite de tempo padrão de longas metragens, o formato episódico poderia ser a chance de trabalhar calmamente uma visão mais crítica e analítica da política ligada à trama e não haveria pressão por um decréscimo da tensão em prol de mais cenas de ação. O seriado está em sua segunda temporada e continua a cometer os mesmos erros dos filmes.
O seriado estrelado por John Krasinski tem o formato que pode ser muito adequado aos livros porém ainda não encontrou o ritmo certo.
Na primeira temporada, com um enredo não inspirado em nenhum livro de Clancy, é trabalhado o cenário caótico do Oriente Médio e da relação comunidade de inteligência\organizações terroristas no qual o seriado não se preocupa em apresentar adequadamente o que está acontecendo e como como aconteceu aquela desintegração social e econômica, é apenas uma desculpa para colocar o protagonista no centro das cenas de ação; não existe uma proposta de apresentar informações que talvez o público não conheça sobre aquele contexto, de ser algo mais do que apenas um entretenimento momentâneo.
Já a segunda temporada contextualiza a crise na Venezuela com a mesma pressa da temporada anterior. A série evita utilizar nomes de políticos reais e até do modelo chavista para apresentar o desastre econômico no país de maneira real e, dessa maneira, apresenta um resumo do cenário; em que tudo por lá está ruim e que é para lá que Jack Ryan irá.
Esses são livros que possuem a possibilidade imensa de renderem obras memoráveis e no entanto, por décadas existe a dificuldade de entender como adaptar histórias que viraram referência no campo teórico em filmes que possam conquistar o objetivo final que é o retorno positivo nas bilheterias. Sem Remorso é apenas mais um exemplar de má interpretação desses livros.
A personagem Monica Rambeau, interpretada porTeyonah Parris, está prestes a retornar ao Universo Cinematográfico da Marvel como uma super-heroína em ‘As Marvels‘, após sua primeira aparição na versão jovem em ‘Capitã Marvel‘.
Sua jornada, que inclui sua participação em ‘WandaVision‘, a preparou para este momento, que inclui um confronto emocional com sua tia Carol.
No entanto, sua jornada também inclui desafios emocionais, como seu conflito com sua “tia” Carol Danvers, interpretada por Brie Larson. Monica admirava profundamente Carol, mas sentiu-se abandonada quando mais precisou dela. Nia DaCosta, diretora do filme, abordou esse aspecto emocional em uma entrevista à revista Total Film.
“Para uma criança perder a tia e depois perder a mãe – embora ela não fosse criança quando a mãe faleceu – é como não se encaixar em lugar nenhum, e não ter uma família. Mas então ver que sua tia tem aparecido na Terra de vez em quando, e no espaço fazendo coisas para um monte de outras pessoas e também não sendo capaz de reconciliar nada disso, porque ela nunca está por perto – pode ser o tipo de coisa que realmente cria um ferimento. Monica definitivamente tem uma ferida que ela finalmente consegue abordar neste filme”, explicou DaCosta.
‘As Marvels‘ promete não apenas dar continuidade às histórias de ‘Capitã Marvel‘, ‘Ms. Marvel‘ e ‘WandaVision‘, mas também servirá como sequência para ‘Invasão Secreta‘.
De acordo com informações da Entertainment Weekly, os desencontros acidentais entre as heroínas causarão obstáculos no trabalho de espionagem do personagem Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, que já foi adiantado pelo primeiro trailer do filme.
No entanto, ainda não está claro quais serão as consequências específicas da série para a trama do longa.
Em uma entrevista, Samuel L. Jackson comentou sobre o encontro de seu personagem, Fury, com Carol Danvers: “Fury estava ligando para Carol, enquanto ela estava longe, em galáxias muito, muito distantes. Ela diz ‘Fury, por que você está me ligando? Te disse para não usar esse número’. E ele responde ‘você me deu, então vou usar. E estou te ligando porque preciso da sua ajuda'”.
Para Larson, os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ tiveram um profundo impacto na heroína.
A atriz compartilhou sua perspectiva sobre o desenvolvimento da personagem: “Entrei na história e a entendi pela ideia de que Carol se tornou meio workaholic. Ela se desconectou do seu coração, da sua família e dos seus amigos. Isso é algo com o qual certamente consigo me identificar”.
Vale lembrar que ‘As Marvels‘ chega aos cinemas em 09 de novembro.
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
A versão brasileira do reality show de sucesso ‘Quilos Mortais’ (“My 600-lb Life”) chega ao streaming Max no dia 09 de maio, com uma abordagem diferenciada que promete ir além da jornada de emagrecimento e se concentrar nas histórias de vida e nas lutas de nove indivíduos que enfrentam a obesidade mórbida.
Segundo o UOL Splash, Ao contrário da versão americana, que estabelece um limite mínimo de 270kg para os participantes, o ‘Quilos Mortais Brasil’ não terá essa restrição.
A série irá abordar as realidades da obesidade mórbida no Brasil, considerandos os fatores socioeconômicos e as particularidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
Cinco médicos renomados em cirurgias bariátricas, aparelho digestivo e metabolismo acompanharão os pacientes ao longo de todo o processo, oferecendo acompanhamento profissional e apoio emocional.
‘Quillos Mortais’ é uma produção dirigida por Gabriel Hein, com direção criativa de Allan Lico. A supervisão de produção fica a cargo de Adriana Cechetti e Luciana Soligo, enquanto o roteiro é assinado por Luísa Guanabara e Claudio Yosida.
‘Quilos Mortais Brasil’ estreia no Max dia 09 de maio.
Francis Lawrence, diretor de ‘Constantine’, falou recentemente sobre a sequência do clássico estrelado por Keanu Reeves, revelando que sempre teve o desejo de fazer um segundo filme.
“A verdade é que, por volta do 15º aniversário, fizemos uma chamada no Zoom e discutimos sobre tentar fazer isso acontecer de novo”, contou Lawrence ao ComicBook.
Ele acrescentou: “Estávamos mais ativos com a ideia e finalmente conseguimos superar todos os obstáculos. Agora estamos trabalhando ativamente no roteiro. Não é que ‘ah, agora achamos que o mundo está pronto para isso’. Eu realmente acredito que há uma base de fãs maior e que o filme se tornou um tipo de clássico cult, o que tem sido emocionante e até estranho de ver, mas é algo que sempre amamos.”
“Eu diria que, mais do que qualquer outro filme meu, Constantine é algo que eu senti que realmente merecia uma sequência. Existe um universo a ser explorado e um personagem que amávamos muito e queríamos continuar desenvolvendo”, explicou o diretor.
O diretor relembrou as críticas iniciais à escolha deKeanu Reeves para o papel e à adaptação do personagem dos quadrinhos.
“Quando o filme foi lançado, não parecia que ‘uau, o mundo está abraçando nossa versão de Constantine’. Houve muita crítica pela escolha de Keanu Reeves para o papel, por não termos a versão loira e inglesa do personagem, e outras observações. Acho que essa opinião mudou bastante, mas sempre amamos aquele universo e sempre quisemos fazer uma sequência”, continuou.
“Então, estávamos pensando nisso. Também recebemos uma classificação para maiores de idade quando fizemos um filme PG-13, seguindo todas as regras desse tipo de classificação. Então pensamos: ‘Dane-se, vamos fazer uma sequência e realmente produzir um filme para maiores. Nos deem um +18, nos deixem fazer um filme de verdade para adultos'”, concluiu.
Além de Reeves no papel principal, o filme original conta também com Rachel Weisz, Djimon Hounsou, Shia Labeouf e Peter Stormare.
Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, amargando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.
‘Superman’ chega em breve às telonas, marcando o início do novo DCU e a primeira aparição de Krypto, o Supercão. No entanto, apesar do apelo do personagem, James Gunn resolveu cortar uma cena de Krypto devido a reações inesperadas em exibições-teste.
Segundo o ComicBook, a atriz Sara Sampaio revelou que uma cena com Krypto foi considerada pesada demais e acabou sendo removida do corte final.
“Eles realmente cortaram uma cena pior, eu e o [Nicholas Hoult] ficamos meio chateados com isso, mas tudo bem”, disse Sampaio. “Cortaram a cena do Ultraman socando o Krypto. Aparentemente, foi muito mal recebida nas sessões de teste”.
Lembrando que após ‘Superman’, o personagem ganhará sua própria série de curtas animados sazonais, embora ainda não se saiba muito sobre esse novo projeto.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O ator Robbie G.K., que interpretou Kip Grady em ‘Heated Rivalry’, falou sobre os bastidores de sua participação na série de romance LGBTQIA+ e comentou a expectativa em torno da próxima temporada.
Em entrevista à Variety, o ator revelou que seu caminho na produção começou de forma bem diferente: ele originalmente tentou o papel do campeão de hóquei Scott Hunter.
G.K. relembrou com bom humor sua audição inicial, influenciada por sua vivência no Canadá: “Acho que, morando no Canadá, eu tinha uma visão estereotipada do que é o hóquei e de como são as pessoas desse meio. Eu apareci com um mullet e um bigode”.
Apesar de não ter sido escalado como o atleta, o criador da série, Jacob Tierney, viu nele o intérprete perfeito para Kip Grady, o carismático funcionário de uma loja de sucos. O papel o colocou frente a frente comFrançois Arnaud, que interpreta o reservado Scott Hunter.
O ator relembrou o momento exato em que percebeu que a parceria com Arnaud seria especial durante os testes de química:
“Depois que fiz a leitura com o François, mandei uma mensagem para o Jacob imediatamente: ‘Essa foi a última, não foi?’. Dava para perceber que aquilo deixou de parecer um roteiro e passou a soar como uma conversa real. Foi a primeira vez que não pareceu um teste; parecia que estávamos apenas conversando”, acrescentou.
Essa autenticidade foi levada para as telas, especialmente em cenas cruciais como o esperado beijo do casal, que exigiu cerca de sete tomadas para atingir a perfeição:
“Foi um dia divertido e emocional, pois foi meu último dia no set. Pareceu um ótimo fechamento para aquela história”, revelou G.K..
Embora ‘Heated Rivalry’ (baseada na saga literária Game Changers, de Rachel Reid) já tenha sido renovada para uma segunda temporada, a participação de Kip ainda é incerta, já que a série segue a cronologia dos livros.
Ainda assim, o ator expressou sua gratidão e o desejo de voltar ao universo da série:
“Existe todo um mundo a ser explorado. Sei que os próximos livros têm muito conteúdo. Saí daquele set sentindo que esse foi um dos melhores projetos em que já trabalhei por causa das pessoas. Eu faria absolutamente qualquer coisa para voltar àquele ambiente”, concluiu.
Baseada no livro homônimo de Rachel Reid, a produção se tornou o maior lançamento da história do serviço de streaming canadense.
Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.
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