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‘Os Sopranos’: Filme que narra a origem da série contrata diretor

Segundo o The Wrap, Alan Taylor (‘Thor: O Mundo Sombrio‘) foi contratado para dirigir o filme que contará a origem da série ‘Os Sopranos‘. O diretor já é familiar deste universo, tendo dirigido vários episódios da série.

Ainda de acordo com o site, o filme se chamará ‘The Many Saints of Newark‘, e a trama se passará nos anos 60, mostrando a briga de afro-americanos contra famílias italianas.

O criador do seriado, David Chase, estará responsável pelo roteiro.

Espera-se que alguns dos atores originais da série retornem para o filme, mas nenhum nome foi confirmado ainda.

‘Angry Birds 2’: Personagens se reúnem no novo cartaz da animação; Confira!

A animação ‘‘Angry Birds 2‘ ganhou um novo cartaz.

Confira:

O primeiro filme foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$352.3 milhões mundialmente.

A sequência traz o grupo-titular de pássaros embarcando em uma nova aventura, enquanto o Rei Mudbeard, comandante dos Bad Piggies, e outro vilão ainda não revelado se unem em um plot de vingança contra os nossos heróis.

O elenco inclui Bill HaderJason Sudeikis, Josh Gad, Danny McBride, Peter DinklageBrooklynn PriceLeslie Jones, Rachel Bloom, Sterling K. Brown, Eugenio Derbez, Dove Cameron Nicki Minaj.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro, duas semanas após a estreia nos EUA.

‘O Grito’: Reboot ganha trailer nacional assustador; Confira dublado e legendado!

A Sony Pictures divulgou o trailer nacional do reboot de ‘O Grito‘ (The Grudge).

Confira, dublado e legendado:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2728743793823653?sfns=mo

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2020.

Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passará no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.

Depois que uma jovem mãe mata sua família em sua própria casa, uma mãe solteira e um jovem detetive tentam investigar e resolver o caso. Mais tarde, ela descobre que a casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram nela com uma morte violenta. Agora, ela corre para salvar a si mesma e a seu filho dos espíritos demoníacos da casa amaldiçoada em seu bairro.

Andrea Riseborough será a protagonista, uma detetive e jovem mãe solteira. O elenco ainda conta com Demián Bichir, John Cho, Betty Gilpin com Lin Shaye e Jacki Weaver.

‘DeadTectives’: Morte sangrenta no novo clipe do terror cômico; Assista!

O terror cômico ‘DeadTectives‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

O longa é dirigido por Tony West.

Uma equipe de caçadores de fantasmas de um programa de televisão encara sua primeira atividade paranormal real enquanto filma um episódio em uma mansão assombrada no México. Enfrentando o cancelamento da série e forças sobrenaturais, a equipe deve descobrir um jeito vencer os fantasmas, criar um episódio sensacional e escapar com vida.

O elenco conta com Chris Geere, David Newman, José María de Tavira e Tina Ivlev.

A produção será lançada direto em DVD no dia 21 de julho.

‘Young Sheldon’ é renovada para mais TRÊS temporadas

A CBS renovou oficialmente a comédia ‘Young Sheldon‘ para mais TRÊS temporadas, garantindo a continuidade da série até, pelo menos, sete ciclos.

“Sob a liderança de Chuck Lorre e Steve Molaro, esse elenco maravilhoso e roteiristas talentosos realmente trouxeram esses personagens incríveis à vida,” Kelly Kahl, presidente da CBS, afirmou em uma declaração. “‘Young Sheldon’ atrai uma grande audiência e é o eixo central da programação de comédia de quinta-feira. O humor, a emoção e o coração exalados pela família Cooper são um atrativo inegável para os milhões de fãs que sintonizam a cada semana. Estamos entusiasmados para ver o que as próximas três temporadas reservam para um Sheldon um pouco mais velho e todos os Coopers.”

Criada por Chuck LorreSteven Molaro, a série é um spin-off de ‘The Big Bang Theory‘.

Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.

O elenco conta com Iain Armitage, Zoe Perry, Lance Barber, Montana Jordan, Raegan Revord, Jim Parsons e Annie Potts.

No Brasil, a série é exibida pelo serviço de streaming da Globo Play.

‘Mad Max: Furiosa’: Yahya Abdul-Mateen II deixa o elenco da pré-sequência

De acordo com o Deadline, Yahya Abdul-Mateen II (‘A Lenda de Candyman’) deixou o elenco da pré-sequência ‘Mad Max: Furiosa‘, que será estrelada pela Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’).

O ator, que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos na agenda, será substituído por Tom Burke (‘Só Deus Perdoa’).

Vale lembrar que Chris Hemsworth (‘Resgate’) também estrelará a produção.

Infelizmente, a vencedora do Oscar Charlize Theron não vai reprisar o papel homônimo desta vez, já que a trama será focada em sua ascensão na juventude.

George Miller (‘Mad Max: Estrada da Fúria’) retorna à direção.

A pré-sequência será lançada nas telonas em 24 de maio de 2024.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

 

‘The Orville’ retornará para a 4ª temporada? Seth MacFarlane responde!

Em entrevista ao TVLine, o criador Seth MacFarlane falou sobre a possibilidade da série ‘The Orville‘ retornar para uma 4ª temporada.

O terceiro ciclo, intitulado ‘The Orville: New Horizons‘, havia recebido sinal verde da FOX em 2019; algumas semanas depois, foi anunciado que a série ganharia um novo lar no Hulu, com um possível lançamento em 2020. Infelizmente, a pandemia de COVID atrasou as filmagens, que só foram finalizadas em agosto de 2021 – pouco depois, o contrato dos atores expirou.

Agora, MacFarlane revela o que seria preciso para a produção retornar para um novo ciclo.

“É complicado, mas [reunir] os atores seria a parte fácil. Posso dizer que eu estou tão investido nessa série quanto qualquer fã, então eu encontraria um jeito de desenvolver um novo ciclo se formos renovados.”

Ele completa, “Espero que no streaming a série possa alcançar novas pessoas. Isso faria toda a diferença para nós. Acredito que as pessoas que dão uma chance para a série acabam se surpreendendo. A maior barreira é o preconceito. As pessoas pensam que isso é uma coisa – uma sitcom –, mas acabam percebendo que é algo completamente diferente.”

Lembrando que, no Brasil, a série está disponível no Star+.

Criada e estrelada por Seth MacFarlane (‘Family Guy‘), a série se passa 400 anos no futuro seguindo as aventuras da U.S.S. Orville, uma nave exploradora tripulada por humanos e aliens, que juntos enfrentarão as maravilhas e perigos do universo.

O elenco ainda inclui Adrianne Palicki, Penny Johnson Jerald, Scott Grimes, Peter Macon, Halston Sage, J. Lee, Mark Jackson e Jessica Szohr.

Reflexão

(Reflection)

 

Elenco:

Roman Lutskiy
Nika Myslytska
Nadia Levchenko

 

Direção: Valentyn Vasyanovych

Gênero: Drama

Duração: 126 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 21 de Setembro de 2023

Sinopse: 

Serhiy, um cirurgião ucraniano, é capturado pelas forças militares russas na zona de conflito no leste da Ucrânia e, durante esse cativeiro, é exposto a situações terríveis de humilhação, violência e indiferença. Após ser libertado, ele retorna ao seu confortável apartamento de classe média e tenta encontrar um propósito na vida reconstruindo seu relacionamento com a filha e a ex-mulher.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Valentyn Vasyanovych também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Neve Campbell é CONFIRMADA em ‘Pânico 7’, que terá direção de Kevin Williamson

Surpresa, Sidney! Através do seu Instagram, Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’) confirmou o seu retorno na sequência ‘Pânico 7‘.

Além disso, a atriz também anunciou que o novo filme será dirigido pelo Kevin Williamson, roteirista dos primeiros filmes da saga.

Guy Busick (‘Casamento Sangrento’) retorna ao roteiro do novo filme.

“Estou muito ansiosa para compartilhar essa notícia! Sidney Prescott irá retornar! Sempre foi uma honra interpretar a Sidney nos filmes da franquia ‘Pânico’. Minha apreciação por esses filmes, e pelo o que eles significam para mim, nunca diminuiu. Enquanto eu tive a sorte de fazer esses filmes com o mestre do terror Wes Craven e os talentosos Matt e Tyler, sempre sonhei em ser dirigida pelo Kevin Williamson. E agora isso irá acontecer. Ele será o diretor de ‘Pânico 7’! Essa franquia é o bebê dele. Foi a mente brilhante dele que criou este universo. Para os fãs da franquia, espero que vocês estejam tão animados quanto eu,” declarou a atriz.

Confira nosso vídeo exclusivo e o anúncio:

‘Herege’: Terror da A24 já arrecadou quase QUATRO vezes o valor do seu orçamento

Herege‘, novo terror da aclamada produtora A24, já arrecadou quase US$ 40 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa quase quatro vezes o valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 10 milhões.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 26.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 9.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 36.7 milhões.

Aclamado pelos críticos, o terror conquistou impressionantes 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Essa é a sexta maior média de aprovação do ano para um filme do gênero, ficando atrás apenas de ‘Entrevista com o Demônio‘ (97%), ‘Oddity – Objetos Obscuros‘ (96%), ‘Infestação‘ (95%), ‘In Flames‘ (95%) e ‘Strange Darling‘ (95%).

Na trama, duas missionárias que se encontram presas em um jogo mortal de gato e rato depois de baterem na porta errada durante um temporal.

Crítica | ‘Herege’: Terror com Hugh Grant tem trama genial com final decepcionante

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Scott Beck e Bryan Woods, roteiristas de ‘Um Lugar Silencioso‘, são responsáveis pela direção e roteiro.

Hugh Grant (‘Um Lugar Chamado Notting Hill’), Chloe East (‘Os Fabelmans’) e Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) estrelam a produção.

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O Beijo da Mulher Aranha

(Kiss of the Spider Woman)

 

Elenco:

Diego Luna
Jennifer Lopez
Tonatiuh

 

Direção: Bill Condon

Gênero: Musical

Duração: 128 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 15 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

O BEIJO DA MULHER ARANHA é ambientado em uma prisão argentina em 1983, durante a ditadura militar, Luis Molina, um cabeleireiro gay, cumpre uma pena de oito anos por supostamente corromper um menor. Para escapar dos horrores de sua prisão, Molina imagina filmes estrelados por uma atriz clássica do cinema chamada Ingrid Luna, incluindo o papel da Mulher-Aranha, que mata sua presa com um beijo. A vida de Molina é virada de cabeça para baixo quando um marxista, Valentin Arregui Paz, é levado para sua cela, e os dois formam um vínculo improvável.

Curiosidades: 

» ‘O Beijo da Mulher Aranha’: Remake estrelado por Jennifer Lopez conquista 83% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

» ‘O Beijo da Mulher-Aranha’: Jennifer Lopez destaca importância do remake; “Para nos salvar”

» O longa é um remake do clássico homônimo de 1985;

» Lançada no Festival de Sundance 2025 e financiada de forma independente (com orçamento em torno de US$ 30 milhões), a nova versão conquistou 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomates;

» Jennifer Lopez interpreta Ingrid Luna/Aurora/A Mulher-Aranha, papel glamouroso que mistura fantasia e cinema dentro do filme — uma “estrela de Hollywood” que existe na imaginação de outro personagem. Diego Luna vive Valentín Arregui, um prisioneiro político. Tonatiuh Elizarraraz interpreta Molina, seu companheiro de cela, cuja mente cria o universo musical com a Spider Woman.

» O filme destaca forte componente queer, mostrando o relacionamento entre Molina e Valentín de maneira mais aberta do que versões anteriores da história.

» A narrativa combina realidade dura da prisão com os números musicais fantasiosos — um contraste que explora o escapismo como forma de sobrevivência emocional.

» J.Lo diz que era “o papel que esperava a vida inteira” — ela sempre quis fazer um grande musical no estilo clássico de Hollywood.

» Para uma das cenas, Jennifer Lopez usou um vestido de 23 quilos, que ela descreveu como um “pesadelo” por ser pesado demais durante as danças.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O futuro está em jogo no trailer da ÚLTIMA temporada de ‘All American’

A CW divulgou o trailer completo da 8ª (e última) temporada de ‘All American‘.

O ciclo final será lançado no dia 13 de julho.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por April Blair.

Quando um jogador de futebol de uma escola de South Los Angeles é recrutado para jogar no time Beverly Hills High, as vitórias, perdas e lutas de duas famílias de diferentes mundos – Crenshaw, bairro periférico da Califórnia, e Beverly Hills, o famoso bairro rico da mesma cidade – começam a colidir. Inspirado pela vida do jogador de futebol profissional Spencer Paysinger.

O elenco inclui Daniel Ezra, Bre-Z, Greta Onieogou, Samantha Logan, Michael Evans Behling, Cody Christian, Karimah Westbrook, Monet Mazur, Jalyn Hall, Chelsea Tavares, Hunter Clowdus e Taye Diggs.

Tom Holland relembra quando foi escalado para ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está cada vez mais perto dos cinemas ao redor do mundo e nesta sexta-feira o ator Tom Holland tirou um momento para relembrar o instante em que ele havia sido escalado para interpretar Peter Parker nos cinemas.

Em sua conta do Twitter ele comentou que há exatos dois anos sua vida sofria uma grande reviravolta.

“Há dois anos eu fui escalado como Homem-Aranha e minha vida foi virada de cabeça para baixo. Que jornada tem sido e que fãs maravilhosos eu tenho”.

Confira:

Primeiras críticas de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ são extremamente positivas 

Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ parece ter agradado os primeiros fãs que já tiveram o privilégio de assistir a adaptação em exibições testes, segundo o Robert Downey Jr..

“O filme está se saindo muito bem…As primeiras exibições já começaram a ser realizadas e tenho ouvido que ‘De Volta ao Lar’ é absolutamente nota 10. Eu, particularmente, adorei participar da produção e creio que ela será um dos maiores sucessos deste verão”.

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Homem de Ferro e Doutor Estranho debatem sobre Thanos em nova cena; Assista!

Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um novo vídeo, que traz os heróis Homem de Ferro e Doutor Estranho debatendo sobre Thanos.

Assista:

 

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | O que são as Joias do Infinito e onde elas estão?

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o segundo filme MAIS CARO DA HISTÓRIA

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Thor

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

‘Vingadores: Guerra Infinita será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Atriz sugere começo das filmagens da sétima temporada

As filmagens da sétima temporada da série ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ está prestes a começar, principalmente com a nova publicação feita pela atriz Ming-Na Wen, em sua conta oficial do Instagram.

Posando em uma selfie com o escudo da S.H.I.E.L.D ao fundo, ela comemora seu primeiro dia de volta à produção, compartilhando com os fãs que passou no teste físico e provou novos figurinos. Ela ainda comemorou o reencontro  com a “família” da série, avisando que “a festa vai começar”.

Confira:

Embora a produção da sétima temporada já esteja em andamento, a sexta ainda não foi ao ar.

Agents of S.H.I.E.L.D. vai retornar em maio deste ano.

‘Paradise Lost’: Josh Hartnett no novo trailer da série sombria

O astro Josh Hartnett está de volta às telinhas, no trailer da série dramática ‘Paradise Lost’.

Confira:

A produção acompanha Yates Forsythe, um homem casado e pais de dois filhos, que coleciona segredos. Muitos deles ainda estão diretamente conectados à sua falecida irmã, Janus Forsythe (Autry Haydon-Wilson).

Rodes Fishburne é produtor executivo e showrunner da série, que vai contar com 10 episódios em sua primeira temporada.

A produção estreia no dia 13 de abril exclusivamente na plataforma On Demand da Spectrum, dessa vez sem anúncios publicitários.

Paradise Lost
Josh Hartnett
CR: Patti Perret/Paramount Network
Paradise Lost
CR: Eliot Brasseaux/Paramount Network
Paradise Lost
CR: Eliot Brasseaux/Paramount Network

 

 

‘American Gods’: Ricky Whittle fala sobre a épica jornada de Shadow Moon na 3ª temporada

A 3ª temporada de American Gods’ já teve sua estreia na grade de programação da Amazon Prime Video, com a chegada de seu primeiro episódio.

E o novo ciclo promete corrigir os erros do passado e retomar a genuína jornada do protagonista Shadow Moon, que agora deve lidar com o fato de que o seu pai é ninguém menos que Odin, o deus de todos os deuses.

E em uma entrevista ao portal Collider, o intérprete do personagem, Ricky Whittle, falou sobre essa nova fase de Moon:

“Não é possível ter problemas paternos mais do que quando o seu pai é Odin, o deus de todos os deuses, especialmente quando você só descobre isso após se tornar um homem adulto e literalmente ter uma vida do inferno. Sua mãe faleceu quando você tinha 15 anos, você nunca teve uma figura paterna, nunca teve amigos e ficou quieto até encontrar a linda jovem com quem se casou. E então, você descobre que seu pai também a matou, e então ele quer favores. É onde encontramos Shadow Moon na terceira temporada. Ele agora se tornou um adolescente petulante que não quer falar com o pai, e com razão. Ele tem alguns problemas que precisa resolver”.

Confira o trailer:

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por McShane, Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

‘Mare of Easttown’: Kate Winslet comemora indicação ao SAG Awards

A série Mare of Easttown se tornou uma das mais elogiadas de 2021, conquistando 28 indicações nas principais premiações da televisão, levando sete estatuetas – incluindo o Emmy Award e o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Minissérie ou Filme Para TV.

E a atriz Kate Winslet segue com sua excelente jornada de reconhecimento, com sua impactante performance recebendo uma indicação ao SAG Awards, a premiação realizada pelo Sindicato dos Atores.

E a também vencedora do Oscar comemorou a nomeação, afirmando estar “pulando de alegria”:

“Estou pulando de alegria! Isso significa muito para mim. Ser indicada por atores, pelas pessoas que admiro, pelos artistas que aprecio e desejo passar tempo, isso realmente significa o mundo para mim. Sinto que esse é o maior reconhecimento que poderia receber, por fazer parte desta categoria e por ter interpretado um papel que me mudou fundamentalmente de várias maneiras. E compartilhar um momento como esse ao lado dessas mulheres tão poderosas, que criaram um trabalho tão rico e emocionante é um privilégio. E estar lá em cima com Jean Smart, sabendo o que ela e eu passamos em Mare of Easttown… isso realmente parece um distintivo de honra. Estou profundamente grata hoje!”

Relembre o trailer:

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

As 5+ Mães das Séries de TV (2018)

Antes de mais nada: Feliz Dia das Mães! Às mães que são fãs de séries, as que não são fãs de séries, as que amam falar sobre séries, as que começaram a assistir séries por causa dos filhos, enfim, a todos as mães fãs ou não fãs da Cultura POP. Aproveito também para desejar um Feliz Dia das Mães especial a todos as mamães dos colaboradores do CinePOP, a minha avó, Wilma, mãe duas vezes, minha mãe, Berenice, e minha tia, Rosina (sim, eu tenho três mães), e a esposa do Georgenor Franco Neto, a Rita, mãe da Laurinha.

Como mãe merece homenagem, chocolate, flores, abraços, carinho, atenção, e não só numa data comemorativa, porém todos os dias do ano, decidi fazer esta lista destacando cinco (mas na verdade seis) mães das séries de TV, que conquistaram os telespectadores, redefiniram o significado de badass, fizeram tudo ao alcance pelos filhos, aprenderam a aceita-los, respeita-los e ama-los como são, entre outras coisas mais.

Então, shall I begin?

Lynn Pierce (Black Lightning)

Interpretada pela talentosa Christine Adams (Agents Of Shield), Lynn Pierce é uma mãe badass. Ela possui um PhD e não bastando, a mesma também é médica. Dividida pelo amor que tem ao marido, Jefferson Pierce (Cress Williams), o também  Black Lightning, e a preocupação por ele ter se tornando o vigilante de Freeland, ela decide pelo divórcio. Anos mais tarde, nesta situação mal resolvida, os dois se veem mediante o despertar dos poderes das filhas, Anissa (Nafessa Williams), que passará a usar o codinome Thunder, e Jennifer (China Anne McClain). E é neste ponto que vemos o quão mãe Lynn consegue ser: com personalidades muito diferentes, a mais velha quer vestir o manto para ajudar as pessoas, enquanto isso, a mais nova enxerga os poderes como um fardo.

Nas situações divergentes, Lynn, mesmo relutante, entende que nada mudará a decisão de Anissa em ajudar e assumir uma identidade de heroína, ao mesmo tempo, que busca soluções para Jennifer, que não sabe lidar tão bem com esta nova realidade. Os diálogos e as diferenças deles são incríveis, e a relação da família Pierce como um todo é um quê a mais dentro da série Black Lightning.

Maeve Millay (Westworld)

Mas Karolen, ela é um androide! E desde quando androide, que ganhou consciência, não tem sentimentos?

[SPOILER]

Bom, Maeve (Thandie Newton), para quem não sabe, é um dos androides humanoides criados para ser parte do time de anfitriões do parque Westworld, onde humanos pagam para entrar e fazer o que quiserem. No final da primeira temporada, vemos Maeve ganhar consciência e liderar um grupo de anfitriões para tentar escapar do lugar. Porém, o inesperado acontece e em um impulso decisório a ex-meretriz decide ficar para procurar a filha.

É impressionante como os sentimentos nela colocados pela filha estão tão enraizado na personalidade da mesma que é isto, basicamente, que a leva a despertar. Após a personagem de Evan Rachel Wood, Dolores, dizer a frase “Esses prazeres violentos têm finais violentos”, uma sucessão de lembranças de gritos, uma casa, uma criança e o assassinato da mesma permeiam a mente da anfitriã, que passa a buscar compreender a natureza de si. É agradável acompanhar a jornada da mesma, que agora vai atrás da menina, que se encontra em algum ponto do parque, além, claro, de ser uma líder badass com direito a uma voz linda.

Stef e Lena Adams Foster (The Fosters)

Recentemente, durante uma entrevista à revista InStyle, Sandra Bullock disse não gostar do termo filhos adotivos e que prefere que não usem este termo ao se referir aos seus, porque não importa de onde vieram, eles são “nossos filhos”. Tenho certeza que se Stef (Teri Polo) e Lena (Sherri Saum) fossem pessoas da vida real, elas concordariam com tais palavras.

The Fosters foi um presente dos criadores Bradley Bredeweg (Fly Girls) e Peter Paige (Say Uncle) para o mundo. A série – que apresentou ao público o cotidiano de duas mulheres casadas e mães de cinco filhos, só demonstrou à sociedade que não importa se são gerados por si ou por terceiros, se foram adotados ainda bebês ou adolescentes, o amor distribuído é o mesmo. Mãe é quem está presente, quem cuida quando fica doente, responde perguntas difíceis e bobas, ajuda no dever escolar, chama a atenção quando é preciso, distribui atenção e carinho e faz tudo o que pode pelos filhos, dá o máximo de si, mesmo perante dificuldades.

E é isso que The Fosters mostra para o telespectador, que não importa se são duas mães, dois pais, uma mãe e um pai, uma mãe, um pai, pais são simplesmente tudo isso dito acima. Stef e Lena, definitivamente, farão muita falta.

June Osborne (The Handmaid’s Tale)

Antes da segunda temporada diria, facilmente, que o motivo de tamanha força e sobrevivência da June (Elisabeth Moss) provinha da força de vontade de encontrar a filha e salvá-la daquele lugar. Com o início da segunda, reafirmo meus pensamentos, porém, devo incluir que a forma como foi criada pela mãe, Holly Maddox, interpretada por Cherry Jones, foi de crucial importância para a pessoa (June) apresentada ao público hoje.

Só que é fato, agora estando grávida, o quanto as decisões da protagonista de The Handmaid’s Tale pairam sobre o bem-estar da filha e do bebê que carrega. É perceptível, especialmente, no terceiro episódio da segunda temporada, o lado maternal da editora de livros, e como isto, por vezes, instala um sentimento de culpa na mesma, devido aos caminhos tomados. A narrativa da série de Bruce Miller tem uma construção incrível, fenomenal, diria, e é de extrema sensibilidade e visão feminina o desenrolar desta relação da June com as memórias passadas em relação a filha.

Lorelai Gilmore (Gilmore Girls)

Nenhuma lista de dia das mães, especialmente, das que fazem parte das séries de TV, é completa se não tiver a maior delas, Lorelai Gilmore (Lauren Graham). A mãe criada pela roteirista Amy Sherman-Palladino se tornou um ícone para os fãs que acompanharam a jornada de sete anos da mesma e depois, com o Revival da Netflix, por mais quatro episódios.

Além de ter uma relação incrível com Rory (Alexis Bledel), parecendo mais duas melhores amigas do que mãe e filha, Lorelai fez tudo que uma mãe é capaz de fazer: criou a jovem sozinha, já que não aceitou se casar com Christopher (David Sutcliffe), e decidiu sair de casa devido a relação conflituosa com os pais, especialmente após engravidar aos dezesseis anos. Por vezes engoliu o orgulho pelo bem-estar da menina, deixou de lado necessidades próprias para que a personagem de Bledel tivesse melhores oportunidades e esteve sempre presente em momentos importantes da vida acadêmica da filha.

Lorelai é tão única quando falamos sobre construção de personagens, que é impossível compará-la a qualquer outro. Pode ter semelhanças, mas nada que chegue aos quase 90% de igualdade. Obrigada, Amy Sherman-Palladino, por este presente que podemos levar para o resto da vida!

-//-

Mais uma vez, Feliz Dia das Mães a todo! Comentem aí alguma mãe das séries de TV que vocês lembrem e gostem. Bom, nos vemos na próxima!

O Passageiro

(The Commuter)

 

Elenco:

Vera Farmiga

Liam Neeson

Patrick Wilson

Sam Neill

Elizabeth McGovern

Jonathan Banks

Direção: Jaume Collet-Serra

Gênero: Ação / Suspense

Duração: 105 min.

Distribuidora: Imagem Filmes / California Filmes

Orçamento: US$ 12 milhões

Estreia: 8 de Março de 2018

Sinopse:

Neste intenso suspense de ação, Liam Neeson é Michael, um vendedor de seguros que vê a sua viagem diária de trem para o emprego transformar-se numa série de reviravoltas. Depois de ser abordado por um misterioso estranho, Michael é forçado a desvendar a identidade de um passageiro escondido no trem antes que este chegue à última parada. À medida que luta contra o tempo para resolver este quebra cabeça, Michael percebe que está preso no centro de uma conspiração criminosa, que coloca em perigo a sua vida e dos demais passageiros.

Crítica | O Passageiro – ‘Tiro, porrada e bomba’ no novo suspense de Liam Neeson (Nota: 7.0)

Curiosidades:

» O espanhol Jaume Collet-Serra já dirigiu Liam Neeson nos filmes DesconhecidoSem Escalas Noite Sem Fim.

Trailer:


Cartazes:

Fotos:

‘Meu Ex É Um Espião’: Mila Kunis e Kate Mckinnon invadem Uber em cena da comédia; Assista!

A comédia Meu Ex é um Espião, estrelada por Mila Kunis e Kate Mckinnon, ganhou um divertido novo trailer, junto com uma cena inédita mostrando as personagens invadindo um Uber. 

Confira, com os vídeos anteriores:

Sam Heughan, da aclamada série ‘Outlander’ também está no elenco. Sam vive o ex-namorado da personagem de Kunis.

A comédia é escrita por Susanna Fogel e David IsersonFogel dirige.

Na trama, Kunis e Mckinnon são duas melhores amigas que sempre se apoiaram. Quando uma delas descobre que o namorado (Sam) – que recém terminou o relacionamento – era de fato um espião, as duas acabam envolvidas em uma conspiração internacional.

Meu Ex é um Espião chega aos cinemas brasileiros em 9 agosto desse ano. Confira o pôster:

[Opinião] | Aos poucos, Sony constrói um ‘AranhaVerso’ episódico nos cinemas

Desde que acertou a parceria com a Disney para compartilhar o Homem-Aranha com o Universo Cinematográfico Marvel, a Sony começou a experimentar bilheterias que jamais tinha alcançado com o herói. A escolha de Tom Holland para o papel principal criou uma ponte legal com o público jovem e suas participações nos filmes dos Vingadores agradaram aos fãs em geral. Com isso, o estúdio começou a desenvolver seu próprio projeto para explorar o universo do Cabeça de Teia sem necessariamente precisar envolver o Homem-Aranha nisso. No entanto, esse projeto acabou gerando filmes episódicos, tanto para os personagens geridos diretamente pela Sony quanto para os filmes solo do Aranha da Marvel. Isso pode não ser um problema para alguns, mas acaba criando filmes muito abaixo do que os personagens podem render.

Quando lançado, Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) veio na ressaca de Capitão América: Guerra Civil (2016), após a brilhante introdução do herói no MCU. Era a primeira aventura solo do Teioso de Tom Holland nesse universo mágico, no qual, nos quadrinhos, o Aranha é um dos pilares. Porém, a história desse filme não agregou em muito àquele universo, tampouco trouxe uma trama grandiosa que fizesse justiça à expectativa criada ao seu entorno. Ao optar por uma história de menor impacto, mas ainda precisando inserir a megalomania do mundo dos Vingadores, o longa saiu como um filho de pais divorciados. Sem saber se abraça o lado do pai ou da mãe, De Volta ao Lar não consegue ir a fundo na abordagem intimista de uma história mais voltada para o lado Amigão da Vizinhança e também não chega a grandiosidade dos Heróis Mais Poderosos da Terra. É praticamente uma aventura “filler”, assim como aquelas revistinhas mensais que saíam entre uma grande saga e outra que precisavam ser lançadas para que o público se mantivesse fiel ao herói, mesmo que não acrescentasse muito para a mitologia do personagem. Estava ali para “cumprir tabela”.

Mesmo assim, De Volta ao Lar foi um bom filme, que fez boa bilheteria e recebeu boas críticas. Diante desse cenário positivo, a Sony colocou em desenvolvimento seu plano de ter um universo próprio voltado para o herói sem precisar necessariamente dele. Vale lembrar que a ideia desses spin off‘s vinha desde a fracassada franquia estrelada por Andrew Garfield, que, segundo depoimentos e especulações, pretendia explorar um filme do Sexteto Sinistro, da Gata Negra e até mesmo um longa dedicado à Tia May. Mas, com o mau desempenho da saga, esses projetos foram por água abaixo. Com o sucesso das aparições de Tom Holland, era hora de reviver esse “AranhaVerso”. O primeiro filme, obviamente, foi voltado para um dos maiores vilões do herói, o Venom.

Estrelado por Tom Hardy, o longa foi um fracasso colossal de críticas, virando piada no meio cinematográfico e sendo menosprezado por muitos. No entanto, a bilheteria foi surpreendente, chegando muito próxima da casa do bilhão. Com essa fortuna, a Sony prontamente aprovou a sequência e o próximo spin off: Morbius. É interessante ver como Venom (2018) conseguiu mesmo dar esse pontapé inicial numa franquia sobre um vilão sem precisar do herói para sustentá-lo. É uma história boba e voltada para a comédia que consegue se manter, mas segue com o problema dos bastidores influenciando na trama. Em vários momentos, o roteiro faz pequenas referências ao Homem-Aranha, mas sem especificar qual versão do herói poderia ser aquela. Isso porque, na época, havia uma expectativa dos executivos de que Venom fosse integrado ao MCU, o que viria a render um embate entre empresas que quase terminou com a saída precoce do Aranha de Tom Holland do Universo Cinematográfico Marvel.

Enquanto isso, no MCU, as participações do Homem-Aranha seguiam melhorando e fazendo a alegria dos fãs em filmes como Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019). Esse crescimento do personagem nos filmes grandes da Disney só faziam com que suas aventuras solo – que nunca foram efetivamente “solo”, já que contavam com outros heróis da casa influenciando muito no roteiro – tivessem mais esse jeito de filmes episódicos. A confirmação disso veio em 2019, com Homem-Aranha: Longe de Casa, que acabou trazendo mais uma história que não se decidiu entre se render à grandiosidade do MCU ou seguir mais fiel ao universo próprio do Aranha, criando outra aventura indecisa e com consequências menores, além de seguir apoiando o herói em outros heróis da empresa, como se o Homem-Aranha por si só não fosse o bastante para sustentar um filme. A resposta da crítica foi novamente positiva, assim como a bilheteria, que bateu US$ 1 bilhão em um filme “solo” do herói pela primeira vez, o que encheu os olhos – e os bolsos – da Sony para negociar um novo acordo com a Disney, senão tiraria o herói do MCU sem mais nem menos. Foi uma batalha de bastidores gigante que terminou com a Disney cedendo aos desejos da Sony, incluindo aquele antigo de colocar o Venom no MCU.

Assim, Venom: Tempo de Carnificina (2021) chega aos cinemas em mais uma aventura episódica, que usa um tempo brincando com o que virá no futuro, mas que desenvolve de forma estranha – não que isso seja negativo – a relação de Eddie Brock com o simbionte Venom, enquanto enfrentam um dos vilões clássicos do herói nos quadrinhos, o Carnificina (Woody Harrelson). Mesmo não sendo lá essas coisas, os dois filmes do anti-herói conseguem desenvolver bem seu protagonista, um ponto polêmico quando o assunto é o Homem-Aranha, já que alguns fãs acreditam que o Peter consegue se desenvolver mais nos filmes dos Vingadores/ Capitão América do que em suas aventuras solo. E com essa provável união dos personagens se consolidando por conta do vindouro Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), é possível que esse ciclo de filmes episódicos do “AranhaVerso” acabe de vez ou se amplifique ainda mais.

Fato é que o Homem-Aranha e se universo podem até funcionar sem se comunicarem tanto, como está acontecendo no momento, mas jamais atingirá seu potencial de aventura e drama sem colaborarem um com o outro. Por isso a pós-créditos de Tempo de Carnificina é tão promissora e tão animadora. Fazer essa ponte entre os dois universos pode ser a chave para novos projetos maravilhosos e com potencial enorme. Basta saber se as duas empresas por trás dos personagens vão se entender ou se vão seguir achando bom trazer apenas aventuras indecisas que não fazem justiça aos personagens.

Venom: Tempo de Carnificina está em cartaz nos cinemas do Brasil.

Crítica | G.I Joe: Origens – Snake Eyes – Live-action é uma superprodução cansativa e confusa

Desde o ano de 2009, quando a Hasbro – empresa multinacional de fabricação e comercialização de brinquedos de plástico – cedeu os direitos para adaptação em live action de uma história baseada em um de seus brinquedos carro-chefe de sua linha de produção – os bonecos G.I. Joe – meninos e rapazes do mundo inteiro ficaram animados com a possibilidade de finalmente ver nas telonas as aventuras de ação que eles brincaram durante toda a infância. Já naquela época os fãs perceberam que o tom adotado para a franquia seria mais adulto, menos infantil. Foi assim com ‘G.I Joe – A Origem de Cobra’ (2009), ‘G.I Joe: Retaliação’ (2013) e agora com o recém-lançado ‘G.I Joe Origens – Snake Eyes’, que chega ao Brasil direto para aluguel sob demanda ou aos assinantes do Paramount Plus.

Snake Eyes (Henry Golding) é ainda menino quando vê seu pai ser assassinado a sangue frio em uma cabana na floresta por uma gangue dos Cobras. Daquela noite terrível, tudo que fica são memórias assombradas e o termo Snake Eyes, que o algoz de seu pai pronuncia um pouco antes de executá-lo. Anos se passam, hoje o rapaz é um lutador de ringues no submundo até ser recrutado por Kenta (Takehiro Hira), um perigoso negociador de armas que gerencia a yakuza japonesa em Los Angeles e lhe oferece em troca de seus serviços o paradeiro do assassino de seu pai. Quando Snake Eyes salva a vida de Tommy (Andrew Koji), acusado injustamente de espionagem, este se sente tão grato que o leva para viver no cerne de seu clã, os Arashikage, em Tóquio. Porém, ao descobrir que Kenta é um dissidente do mesmo clã, Snake Eyes terá que descobrir quem está falando a verdade nessa história, e até que ponto vai sua sede de vingança.

Com a intenção de construir a história particular de um dos personagens mais famosos da franquia, ‘G.I Joe Origens – Snake Eyes’ tenta abraçar inúmeros elementos, e acaba se perdendo em sua própria proposta. Em quase duas horas de longa, o espectador vai desde a infância traumática, ao recrutamento repentino como limpador de peixes, à inesperada reviravolta, à entrada para um clã inimaginável com direito a provas superdifíceis, mais reviravoltas, chegada de personagens – Scarlett (Samara Weaving) e a Baronesa (Úrsula Corberó) – e um final meio doido, em que a coisa toda parece que dá uma volta enorme para retornar ao mesmo ponto inicial.

Essa aglomeração de tramas no roteiro de Evan Spiliotopoulos, Joe Shrapnel e Anna Waterhouse confunde e cansa, trazendo poucas cenas de ação e luta e muita arrogância estadunidense, com excesso de frases de efeito de personagens que querem constantemente se mostrar superiores aos outros. A ausência de tecnologia, tão presente no imaginário de quem brincava com os bonecos, é aqui preenchida por uma tradição japonesa meia capenga, feita por americanos, e soa tão genérica que nem os próprios seguidores do clã parecem acreditar no que falam. Ainda assim, é uma superprodução, com locações lindas, tomadas de tirar o fôlego e perseguições pelas hipnotizantes ruas de Tóquio, com carrões e motocicletas estilo ‘Velozes e Furiosos’.

G.I Joe Origens – Snake Eyes’ é um filme de ação para quem já viu os outros da franquia e tem valor afetivo pelos bonecos; quem não sabe do que se trata dificilmente conseguirá engajar no enredo. Dessa vez, Snake Eyes deixa de ser um homem branco e ganha ascendência asiática, o que é um ponto superpositivo para sua origem, mas merecia mais profundidade para um personagem tão importante para a franquia. A ver pela cena pós-crédito, capaz ganhar não só uma continuação, mas outras derivações no futuro.

‘Nós’: Terror de Jordan Peele ganha diversas artes de fãs; Confira!

O aguardado terror ‘Nós‘ ganhou diversas novas e belas artes feitas por fãs que já captaram a essência do filme.

Confira:

Confira as primeiras impressões e se prepare para a estreia!

 

“‘Nós’, de Jordan Peele, é uma obra-prima do terror. Nós estamos testemunhando o nascimento de nosso Hitchcock dos dias modernos. Daqui 20 anos nós perguntaremos uns aos outros qual é o nosso filme favorito de Peele e você terá 10/12 respostas diferentes. Atuação incrível de Lupita Nyong’o!”

 

Nós (2019): É tentador enquadrar ‘Nós’ como um episódio de Twilight Zone – e é, em alguns momentos, mais conceito do que personagens -, mas isso não faz justiça ao quão eficiente e envolvente o filme é por completo. Aquelas sequências de invasão a domicílio são absolutamente únicas”.

 

Nós, de Jordan Peele, desfia seus nervos com precisão exata, ideias originais ambiciosas e momentos que vão traumatizar (da melhor maneira, como grandes filmes de gêneros o fazem?) uma geração inteira de jovens que se esgueiram para assistir. Além disso, Lupita. Está. Incrível”.

 

Jordan Peele fez algo incrível. Nós é outro filme que você precisa assistir várias vezes. Tipo, mas que diabos. Mal posso esperar para sua estreia nos cinemas, em 22 de março!”

 

“Ok, então Nós é p*** aterorizante”.

 

“O filme ‘Nós’ é uma super emocionante continuidade de Jordan Peele. Há tantas peças do quebra-cabeça para serem juntadas ao longo do caminho. E, claro, Lupita Nyong’o é uma força na atuação. Você nunca viu algo do tipo”.

 

“Eu não irei, nem por um minuto, alegar qualquer entendimento do que eu acabei de assistir, mas foi – confortavelmente – uma experiência cinematográfica Top 10 da minha vida inteira”.

 

Nós, de Jordan Peele, é – definitivamente – uma carta de amor ao gênero do terror. A família amável, os slashers aterrorizantes, a trilha sonora de formigar a espinha dorsal, os baldes de sangue e mais importante, uma baita de uma experiência que vai colocar um sorriso permanente no seu apavorado rosto”.

 

Nós é aterrorizante, bizarro, assustador pra caramba. Tem um pouco da vida de ‘Violência Gratuita, de Michael Haneke, mas o filme de Jordan Peele está em um outro nível de golpes”.

 

“CARAMBA, que filme assustador, confuso e p*** insano e, acima de tudo, incrível. Jordan Peele conseguiu de novo, com outra história de terror maravilhosa, cada performance é surpreendente. Mal posso esperar para ver o que Peele fará em seguida. Caramba”.

 

Nós é cheio de camadas, assim como Corra! é. Essa é a genialidade de Jordan Peele. E ainda que eu odeie filmes de terror, mal posso esperar para assistir Nós várias vezes, para pegar todas as referências e easter-eggs que eu perdi hoje à noite”.

“Mas que p***! Nós prova que Jordan Pele é um mestre no suspense e terror. Um filme seriamente intenso. Se preparem!”

 

Em seu primeiro fim de semana nos EUA, analistas apontam que o filme deve arrecadar entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões.

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas nacionais em 21 de março.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix abre um sorriso em nova imagem; Confira!

O site USA Today revelou recentemente uma série de imagens dos próximos lançamentos cinematográficos, incluindo Coringa.

A foto em questão traz Joaquin Phoenix abrindo o sorriso que se tornaria marca registrada do conturbado personagem-titular.

Confira:

O longa metragem, dirigido por Todd Phillips, promete ser bastante diferente dos quadrinhos ao apresentar uma interpretação inédita e diferenciada do icônico vilão do Batman.

Em entrevista ao CBM, Phoenix revelou que fez estudos com pacientes clínicos para criar a risada cacarejante do criminoso:

“Eu assisti vídeos de pessoas que sofrem de riso patológico, uma desordem neurológica que faz os indivíduos rirem incontrolavelmente.”, afirmou.

O filme teve uma projeção gigantesca de arrecadação na bilheteria: segundo o site Box Office Pro, o projeto deve alcançar uma marca entre US$ 60 e US$ 90 milhões nas bilheterias domésticas durante seu primeiro fim de semana de estreia.

A estimativa projeta a adaptação à frente de ‘Aquaman’ (US$ 67,8 milhões) e ‘Shazam!‘ (US$ 53,5 milhões), tudo por conta da expectativa em relação aos elogios que a produção vem recebendo.

Confira o trailer:

A trama de Coringa deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

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Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

A estreia está marcada para o dia 3 de outubro de 2019.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot estampa BELÍSSIMA capa da EW; Confira!

Mulher-Maravilha: 1984‘ estreia em 04 de junho e, para aumentar nossas expectativas para o filme, a Entertainment Weekly divulgou a capa oficial de sua próxima edição, que traz Gal Gadot como a personagem titular.

Confira:

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

‘Bill & Ted 3’ ganha pôster e teaser NACIONAIS; Confira!

Imagem Filmes divulgou hoje (13) o pôster e o teaser nacionais da aguardada sequência Bill & Ted: Encare a Música, cuja estreia foi adiada em virtude da pandemia do novo coronavírus.

Confira:

Assista ao trailer completo:

Desta vez, os melhores amigos partem para uma nova aventura quando um visitante do futuro os avisa que apenas suas músicas podem salvar o mundo como o conhecemos. Ao longo da jornada, eles serão ajudados por suas filhas, por um novo lote de figuras históricas e algumas lendas da música – tudo em busca da música que definirá seu mundo e trará harmonia ao universo.

Dirigido por Dean Parisot, o roteirito foi escrito por Chris MathesonEd Solomon, responsáveis pelo filme original.

Além de Reeves e Winter, o elenco ainda conta com Brigette Lundy-Paine, Samara Weaving e Scott Mescudi.

Crítica | ‘Destruição Final: O Último Refúgio’ é um tenso e tocante filme-catástrofe

Há uma paixão quase inexplicável que o público sente quando se depara com um gênero específico da indústria cinematográfica – os filmes-catástrofe. Comumente girando em torno de desastres naturais que colocam a pequenez do homem em confronto com a poder e a majestuosidade da natureza, ou então que põe em xeque a ganância das pessoas, são intermináveis os títulos que nos chamam por sua narrativa, por mais datados que sejam. Temos eventos de extinção a nível planetário, como ‘2012’ e ‘Armagedom’, ou então icônicos dramas baseados em fatos reais, como o aclamado ‘O Impossível’. De qualquer forma, a empatia (ou a falta dela) quando a humanidade lida com algo inesperado ou incontrolável é um tipo de história que tem uma capacidade de envolvimento indescritível.

No final das contas, boa parte deles falha em entregar algo além do óbvio ou do esperado, valendo mais pelos efeitos especiais e pelas cenas de aniquilamento mundial do que pelas mensagens que pretende nos entregar. Mas esse não é o caso de ‘Destruição Final: O Último Refúgio’: o longa-metragem consegue amalgamar as questões universais do constante medo do que se esconde na escuridão do espaço (neste caso, um asteroide chamado Clarke que muda sua rota de colisão e ameaça acabar com tudo o que conhecemos) com um drama familiar tour-de-force guiado pela química exemplar de Gerard Butler – o que é estranho, visto que ano passado ele se rendeu às fórmulas do esquecível Tempestade: Planeta em Fúria – e de Morena Baccarin.

O filme havia sido adiado diversas vezes desde seu anúncio, devido à crescente pandemia do COVID-19 que desconstruiu o cronograma de estreias dos grandes estúdios diversas vezes – e, apesar dessas constantes mudanças, não envelheceu como imaginávamos. Pelo contrário, essa obra de desastre veio em um ótimo momento para esquecermos dos problemas que enfrentamos na atualidade, servindo como um delicioso e nada culposo escape que nos prende do começo ao fim. A trama principal gira em torno de uma problemática família que luta pela sobrevivência quando o cometa mencionado acima ameaça chegar à Terra. Dirigido por Ric Roman Waugh, que já trabalhara com Butler em ‘Invasão ao Serviço Secreto’, o resultado é surpreendente e positivo e até mesmo arranca algumas lágrimas conforme se aproxima do evocativo e esperançoso finale.

Enquanto Butler costuma ser o principal astro de obras deste gênero, aqui ele divide os holofotes com seus colegas de cena. O ator encarna John Garrity, um renomado arquiteto que é contatado pelo serviço de defesa dos Estados Unidos para se encaminhar a um bunker na Groenlândia e se salvar do extermínio certeiro. Apesar de estar tendo problemas com seu casamento, ele é solicitado pelas forças nacionais ao lado da esposa, Allison (Baccarin) e do filho, Nathan (Roger Dale Floyd) – sendo obrigado a deixar para trás a vida que outrora conhecida. É claro que as coisas não saem como o planejado e, ao chegarem à base militar, são impedidos de entrar nos aviões pela condição crônica do filho.

(L-R) Morena Baccarin, Roger Dale Floyd and Gerard Butler star in GREENLAND
Image Courtesy of STXfilms

O parágrafo acima resume bem a história e o que podemos esperar dos acontecimentos seguintes – que são previsíveis, de fato. A família se separa, enfrenta seus próprios demônios, se reúnem e conseguem chegar nos momentos finais ao abrigo secreto para, talvez, se salvarem da colisão do meteoro. Entretanto, é o brilhante roteiro assinado por Chris Sparling que transforma essa aventura em uma análise sucinta de como as pessoas se tornam monstros em situações de desespero, acatando medidas desesperadas e inconsequentes para se manterem vivos o máximo de tempo possível. Não é à toa que tenhamos incursões que tangenciam a antropologia e a sociologia, como o enfrentamento de John contra algozes xenofóbicos que acham que ele não merecia ter sido chamado, ou então pela realização trágica e epopeica de Allison quando seu filho é raptado.

Tudo isso culmina para uma tocante produção que arranca de seu elenco e de sua equipe criativa o melhor que consegue – ainda mais pelo fato de Sparling ter ficado responsável pelo claustrofóbico thriller ‘Enterrado Vivo’, estrelado por Ryan Reynolds. O roteirista prova, assim como já fizera anteriormente, que tem uma capacidade honrável de usar clichês a seu favor, sem pretender almejar por algo que nunca consegue. É óbvio que a obra em si não tem qualquer intenção de ser revolucionária, e sim de fornecer um divertimento, por mais desafortunado que seja, de pessoas correndo contra o tempo para salvarem aqueles que amam. Afinal, é essa afeição pelo outro que nos dá uma centelha de esperança em um mundo que é movido pelo individualismo desenfreado e pela cobiça.

Waugh faz um bom trabalho no tocante à estética fílmica, por vezes trazendo inclinações ao mockumentary, por vezes deixando que os atores falem mais alto em construções metódicas de campo-contracampo. O panfletarismo cenográfico das incríveis paisagens idílicas é também utilizado com um propósito bem definido: entrar em conflito com o caos causado pelos destroços do meteoro e das pessoas que não sabem o que fazer e como se proteger. Por um momento, não sabemos exatamente se alguém sobreviveu – mas as duas últimas cenas da produção, apesar da obviedade, almejam a um reerguimento de uma raça que, de novo, se viu com seus dias contados.

‘Destruição Final: O Último Refúgio’ é uma ótima pedida para se ver nestes finais de semana em confinamento. Sua jornada vale a pena pelos laços do elenco protagonista, pela interminável tensão e pelas divertidas sequências de ação.

‘Resident Evil 8: Village’: Lady Dimitrescu é destaque nas novas artes conceituais do jogo; Confira!

O aguardado ‘Resident Evil 8: Village‘, próximo capítulo da popular franquia de jogos da Capcom, ganhou inúmeras artes conceituais destacando de Lady Dimitrescu, a vampira gigante de 2,9 metros de altura, e suas perigosas filhas.

Confira:

O game será lançado no dia 07 de maio e já está disponível para pré-venda.

O novo capítulo da saga será lançado para Playstation 5, Xbox Series X e PC.

A história se passará alguns anos após os eventos de ‘Resident Evil 7‘, onde o protagonista Ethan Winters viajou para Louisiana para procurar pela sua esposa desaparecida, Mia. No novo jogo, Ethan e Mia estão vivendo felizes e deixando o passado pra trás. Finalmente conseguindo superar os eventos traumáticos, o mundo de Ethan vira de cabeça pra baixo quando Chris Redfield – um rosto inesperado, mas familiar –, faz um retorno chocante, o que desencadeia uma série de eventos que leva Ethan a procurar respostas em uma vila misteriosa.

Vale lembrar que rumores apontam que ‘Resident Evil 8‘ pode ter três personagens jogáveis. Ethan será o grande protagonista do novo jogo e será jogável por cerca de 50-60% da história.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

‘Riverdale’: Archie enfrenta fantasmas do passado na sinopse oficial do episódio 05×16; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Band of Brothers”, 16º capítulo da quinta temporada de Riverdale.

Na trama, “depois de ouvir notícias inesperadas sobre seu ex-oficial, Archie se abre para o Tio Frank sobre seu tempo no exército. Veronica arquiteta um jeito inteligente de conseguir fundos depois dos problemas com Chad. Por fim, Cheryl e Kevin tentam tomar controle do ministério, enquanto Jughead parte em uma turnê de desculpas”.

O episódio vai ao ar em 15 de setembro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Pânico’: Neve Campbell revela que não percebeu quem era o MARIDO de Sidney no filme

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

O novo Pânico chegou aos cinemas recentemente e, como era de se esperar, entregou uma série de easter eggs e referências ao icônico universo slasher para os fãs de longa data da saga.

Uma das referências se deu em relação ao marido de Sidney Prescott (Neve Campbell), que é mencionado na história sob o nome de Mark, mas que nunca é visto em tela. Os diretores Tyler GillettMatt Bettinelli-Olpin confirmaram em entrevista à Entertainment Weekly que o personagem em questão é ninguém menos que Mark Kincaid, vivido por Patrick Dempsey em ‘Pânico 3’.

Para aqueles não familiarizados ou que não se recordam, Mark foi introduzido no terceiro capítulo da franquia como um detetive de homicídios. Depois de se juntar a Gale Weathers (Courteney Cox) para ajudá-lo a investigar a onda de assassinatos no set de filmagens de ‘Facada 3’, após duas mortes ocorrerem. Pouco depois, ele desenvolve um interesse em Sidney, na mãe dela e na história envolvendo as duas, chegando mesmo a tentar criar um laço com a protagonista e flertar com ela em meio ao trabalho.

Mas isso não quer dizer que todas as pessoas perceberam quem era o marido de Sidney – nem mesmo a própria intérprete da personagem.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Campbell admitiu que não se atentou ao fato de que estava casada com Dempsey no filme.

“Para ser honesta, eu nem mesmo percebi”, ela comentou. “Estou sendo muito honesta. Sim, Courteney me disse outro dia; ela me falou: ‘não, Mark!’. E eu fiquei: ‘meu Deus, é claro’. Eu apenas sabia que estava muito feliz casada e tinha um filho, mas, por alguma razão, não associei uma coisa a outra”.

Assista às nossas entrevistas com o elenco do novo filme:

O filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

Confira a nossa crítica sem spoilers abaixo:

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Crítica com Spoilers | ‘Pânico’ honra o legado de Wes Craven da maneira mais voraz possível

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Veterano da Marvel Studios é escalado para ‘Deadpool 3’

Deadpool 3’ já foi confirmado pela Marvel Studios e, apesar não chegar aos cinemas pelos próximos dois anos em virtude de um calendário recheado de estreias, está se movendo vagarosamente por trás das câmeras.

Agora, segundo o Discussing Film, o projeto contratou mais um nome à sua equipe criativa e trará Raymond Chan como supervisor de direção de arte ao lona-metragem.

Chan não é estranho ao MCU e já trabalhou em diversos projetos do universo cinemático, incluindo ‘Thor: O Mundo Sombrio’‘Guardiões da Galáxia’‘Vingadores: Guerra Infinita’‘Vingadores: Ultimato’. Ele também fez uma breve aparição como designer de produção das refilmagens de ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Em uma recente entrevista ao The Playlist, Rhett Reese, co-roteirista do terceiro volume, foi questionado sobre o motivo do filme demorar tanto para ser lançado – e disse que está tentando torná-lo o melhor capítulo até agora.

“Queremos torná-lo ótimo. Na verdade, o melhor da trilogia. Estamos na mesa, trabalhando com Ryan Reynolds o tempo todo e estamos nos divertindo muito.”

Ele acrescentou:

“Então, espero que isso se traduza da forma que estamos planejando e que entretenha o mundo. Mas você sabe, é um casamento entre Fox e Disney e são dois universos diferentes, não tem sido nada fácil. Mas também é um desafio maravilhoso. Então, estamos gostando de cada etapa do processo.”

Anteriormente, Reese e Paul Wernick garantiram que a Disney não vetou nenhuma piada infame no novo filme.

Desde que aconteceu a fusão entre Walt Disney Company e 20th Century FOX, diferentes executivos e o próprio Kevin Feige afirmaram que ‘Deapool‘ iria continuar firme e forte.

“Não se preocupe. O estúdio têm sido muito favorável em relação a isso. Agora, quando se trata de uma piada em particular, se cruzarmos uma linha, talvez possamos ouvir em algum momento, ‘Talvez não essa piada.’ Mas acho que eles têm sido incrivelmente favoráveis ao que estamos fazendo, porque obviamente nós trabalhamos nisso distantes (da Disney) por um longo tempo. Então, nós definitivamente temos o apoio, e isso é importante”, disse Wernick.

‎Com Reese falando: “É emocionante ter a banda de volta, ter um novo cenário no Universo Cinematográfico Marvel com novos personagens, vilões, esse tipo de coisa”.

Vale lembrar que trata-se de uma nova colaboração entre Ryan Reynolds e o diretor Shawn Levy, após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘. Rhett Reese e Paul Wernick vão retornar como roteiristas, após se afastarem no início do desenvolvimento, ainda sob gerência da 20th Century FOX.

Deadpool 3‘ não tem data de estreia definida, mas tornará o primeiro filme do Universo Cinematográfico Marvel com classificação indicativa R (+18).

Crítica | 5ª temporada de ‘The Crown’ é movida a escândalos e a atuações impecáveis

The Crown é uma das séries mais populares e aclamadas da Netflix – e não é por qualquer razão. Baseada na peça de teatro homônima, a produção gira em torno da ascensão de Elizabeth II ao trono do Reino Unido e seu extenso reinado, navegando pela morte inesperada do pai, o Rei George VI, e pelas várias responsabilidades em ser a monarca mais famosa do planeta. Depois de quatro anos, a produção se estabeleceu como uma joia do cenário mainstream que, apesar de dramatizar certos eventos em virtude de alimentar a necessidade do entretenimento, oferece um vislumbre interessante acerca da família real e dos personagens que ainda contemplam esse núcleo.

Agora, chegamos ao quinto ciclo da produção – e um dos mais aguardados. Afinal, após o espetacular season finale anterior, era mais que natural que estivéssemos ansiosos para ver o desenrolar da história, os vários escândalos envolvendo os membros da Coroa e como o público se tornou elemento ativo dessa configuração, principalmente na era da globalização (que atinge a cronologia do show agora). O resultado é um pouco aquém do esperado em virtude de algumas falhas de ritmo, mas nada gritante demais que apague a beleza estética e performática da obra – e que, mesmo assim, pode afastar um pouco dos fãs que angariou nas iterações predecessoras.

Seguindo os passos das temporadas anteriores, a nossa protagonista, Elizabeth II, ganha uma nova roupagem através da icônica Imelda Staunton, que, como podemos imaginar, faz um trabalho espetacular, pegando emprestado os trejeitos eternizados por Olivia Colman e Claire Foy num passado muito distante. Aqui, a monarca enfrenta um dilema moral que se estende tanto para dentro da própria família quanto para como a figura da Rainha é enxergada pelos súditos: ela se mantém estagnada no tempo e em uma mitologia pintada sobre a extensa história da Coroa, enquanto se afasta da constante mudança que os britânicos enfrentam, com a exponencial expansão da tecnologia, o advento da internet e o fato de que tudo é muito mais enérgico do que quando ela vestiu o manto.

Não é surpresa, pois, que boa parte da mídia, incluindo tabloides, solte o verbo para falar da aparente falta de tato que Elizabeth demonstra – e que ela deveria abdicar o trono em prol de entregá-lo para o Príncipe Charles (Dominic West), seu primogênito, que está envolvido com causas sociais voltadas aos jovens – como a criação de um programa de bolsas que contemple meninos e meninas inventivas e que tenham ideias que não seriam subsidiadas por falta de oportunidades. É claro que as coisas não funcionam desse jeito e Charles só irá se apropriar do comando da monarquia quando Elizabeth falecer – e isso não é tudo: Charles permanece no casamento com a Princesa Diana (Elizabeth Debicki em um papel definidor para sua carreira), que vai de mal a pior. Os paparazzi que infernizam a vida da realeza continua a alimentar as fofocas de que eles estão prestes a romper e a trazer ainda mais um problema para uma Coroa fragilizada pelo tempo e pela perda considerável de poder.

Enquanto Staunton e West fazem um trabalho irretocável e praticamente garantem indicações merecidas ao Emmy, é Debicki quem nos arranca uma performance de tirar o fôlego, que rouba todos os holofotes. Diferente da ingenuidade apaixonante que Corrin apresenta como a Diana mais jovem, Debicki se lança a uma construção marcada por uma problemática constante, aterrorizada pelo que a família em que está inserida pode fazer com sua sanidade mental e com sua integridade física. Ela carrega consigo o amor incondicional dos filhos, mas não o bastante para que ofusque o fato do marido estar traindo a santidade do casamento com Camilla Parker Bowles (Olivia Williams), uma antiga conhecida que ainda desperta sentimentos crus em Charles. Apesar de manter a pose, Diana se move por uma sutil ironia que a impede de enlouquecer completamente e abandonar tudo o que construiu.

Os recentes episódios mergulham em uma contemplação sóbria e angustiante, mais do que já havíamos visto. A paleta de cores segue uma estética similar, marcada por conflitos de cores que evidenciam o embate entre os protagonistas e coadjuvantes – seja entre Elizabeth e os filhos ou entre Diana e si mesma; a direção não foge muito do convencional, mas é segura o bastante para convencer o que quer vender; e, talvez, esse seja o problema principal do quinto ciclo (migrar para uma verossimilhança guiada pelos escândalos que se esquece, por vezes, de humanizar a temática e as personas que Peter Morgan e seus colaboradores fizeram com tanta exímia).

The Crown pode ter dado uma deslizada, porém, nada que manche consideravelmente uma estrutura quase imaculável. O que pode afastar os telespectadores é a transição contínua de ritmo e uma celebração da tragédia, que beira o sensacionalismo, mas não deixa que as coisas desandem. No geral, as engrenagens se encaixam e, mesmo precisando de alguma lubrificação, são convincentes o bastante para nos conduzir do começo ao fim.