Para promover sua nova comédia adolescente, intitulada ‘Dançarina Imperfeita‘, a Netflix divulgou um novo vídeo divertido com o elenco jogando Stop.
Confira:
Na trama, para conseguir uma vaga na universidade dos seus sonhos, Quinn Ackerman precisa se dar bem em uma competição de dança. Decidida a derrotar os melhores da escola, ela forma uma equipe. Agora só falta resolver um pequeno detalhe: aprender a dançar.
De acordo com o TMZ, a lendária atriz Betty White, conhecida pela comédia ‘No Calor de Cleveland‘ e a série clássica ‘Super Gatas‘, morreu aos 99 anos.
Nesta semana, a atriz havia sido capa da revista People, celebrando a chegada do seu centésimo aniversário (ela faria 100 anos no dia 17 de janeiro). Na matéria, Whitte havia declarado: “Eu tenho muita sorte por ter uma boa saúde e me sentir tão bem nessa idade. É incrível.”
A artista conseguiu sua primeira grande oportunidade na televisão em 1949, quando ela co-apresentou o programa ‘Hollywood on Television‘. Apenas dois anos depois, ela foi nomeada ao seu primeiro Emmy Award e cofundou sua própria companhia.
Um ano depois, ela criou a comédia ‘Life With Elizabeth‘.
Seu primeiro longa-metragem foi em 1962 e, desde então, a atriz participou de diversas produções de sucesso, trais como ‘Pânico no Lago‘ (1999) e ‘A Proposta‘ (2009).
No entanto, sua carreira na televisão teve ainda mais sucesso. Ela apresentou ‘Tournament of Roses Parade‘ por quase duas décadas, tornando-se uma figura popular nas casas norte-americanas.
Após ganhar dois Emmys consecutivos em 1975-76 pela sua participação em ‘The Happy Homemaker‘, Whitte estrelou sua própria sitcom, ‘Betty White Show‘. Em 1983, ela se tornou a primeira mulher a ganhar um Emmy de Melhor Apresentadora de Gameshow por ‘Just Men!‘.
Quando a série clássica ‘Super Gatas‘ chegou ao fim em 1992 – produção que a rendeu uma vitória e outras seis indicações ao Emmy –, ela estrelou o spin-off ‘The Golden Palace‘.
Em 2010, a atriz voltou a estrelar uma nova comédia na televisão, ‘No Calor de Cleveland‘, um grande sucesso que rendeu seis temporadas.
Betty White também marcou presença no livro de recordes como a apresentadora de televisão com a carreira mais duradoura.
No decorrer de sua vida, White – que não teve filhos (mas foi madrasta dos três filhos de Allen Ludden, com quem havia casado) – era uma ativista pelos direitos dos animais. Ela não apenas patrocinou os movimentos de Reforma Animal nas Fazendas e Amigos dos Animais, como também escreveu o livro Betty White’s Pet-Love: How Pets Take Care of Us, doando o lucro de sua coleção de roupas para instituições de caridade animal.
O Disney+ divulgou o novo trailer da série ‘Star Wars: Andor‘, que foi exibido durante o painel da Disney D23.
Confira, dublado e legendado:
Os três primeiros episódios da produção irão estrear em 21 de setembro.
A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.
A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
Estrelada por Justina Machado(‘One Day at a Time’), a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 07 de julho.
Roxann Dawson (‘Superação – O Milagre da Fé’) fica responsável pela direção do episódio piloto, além de ser produtora executiva do projeto.
Dara Resnik (‘Home Before Dark’) entra como showrunner.
A história segue a indomável Dolores Roach, que retorna a um bairro de Nova York que mudou drasticamente nos dezesseis anos em que esteve na prisão. Seu namorado e sua família sumiram. Dolores é reconhecida apenas por um velho amigo chapado, Luis, que dá a ela espaço para se hospedar e fazer massagens por dinheiro no apartamento do porão, em sua loja em ruínas. Quando a promessa de sua recém-encontrada estabilidade é rapidamente ameaçada, Dolores é levada a extremos para sobreviver – deixando, como consequência, uma série de clientes estrangulados. Diante do inesperado sucesso profissional, Dolores e Luis tornam-se perigosamente simbióticos, e Luis deve desencadear suas próprias predileções particulares.
A trama é um conto grotesco de comer ou ser comido; uma lenda urbana macabra de amor, traição, gentrificação, canibalismo e sobrevivência do mais forte.
Sucesso! A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 680 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’) já se tornou a maior arrecadação global e doméstica do ano. O TOP 3 ainda conta com ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$452.9M) e ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$437.9M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 272.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 412.4 milhões – totalizando sólidos US$ 684.5 milhões mundialmente.
Vale destacar que ‘Duna 2‘ também já soma em torno de US$ 140 milhões em IMAX globalmente – tornando-se a sétima maior arrecadação da história do formato.
Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.
Em entrevista ao IGN, Ashley Brucks, presidente da Screen Gems, confirmou que a adaptação de ‘Until Dawn‘ terá uma história diferente da que foi apresentada no clássico jogo de terror.
Apesar da produção contar com uma nova narrativa e novos personagens, ela prometeu que a adaptação será “respeitosa” – mantendo a essência do material de origem.
“A chave para uma adaptação bem-sucedida desses jogos se resume a uma coisa: respeitar o material de origem. Nossa relação próxima com a PlayStation Productions dá aos nossos cineastas a vantagem de trabalhar diretamente com os criadores do jogo.”
Ela completa, “É um equilíbrio delicado identificar e incorporar o que os fãs amam sobre o jogo e a expectativa de entregar algo novo e emocionante para o novo público. [O diretor David F. Sandberg] pegou a essência do que tornou o jogo incrível e selecionou elementos que pensamos que são os mais importantes para os fãs, fazendo homenagens [ao material de origem] da forma certa.”
O longa está programado para estrear no dia 25 de abril de 2025.
David F. Sandberg, diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘, vai comandar a adaptação.
A trama original gira em torno de um grupo de adolescentes que decide passar a noite em uma cabana em Blackwood Mountain, exatamente um ano depois do desaparecimento de duas garotas – as irmãs gêmeas de um dos membros do grupo. Logo após chegarem ao local, eles são atacados por uma força aterrorizante e precisam lutar pela sobrevivência até o nascer do sol.
O jogo divide seu foco através da perspectiva de cada personagem, forçando os jogadores a fazerem escolhas que podem mudar drasticamente o rumo da história e a sobrevivência de cada indivíduo na narrativa.
O elenco contará com Ella Rubin (‘Uma Ideia de Você’), Maia Mitchell (‘Good Troube’), Michael Cimino (‘Com Amor, Victor’), Odessa A’zion (‘Hellraiser’),Ji-young Yoo (‘Expatriadas’), Belmont Cameli (‘Saved by the Bell’) e Peter Stormare (‘Constantine’).
A versão original do roteiro foi escrita por Blair Butler (‘Convite Maldito’), mas o site afirma que Gary Dauberman (‘It: A Coisa’) foi contratado para atualizar o texto.
A Sony Pictures divulgou um novo trailer com cenas inéditas de ‘Depois da Caçada‘ (After the Hunt), próximo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’).
O longa chegará às telonas do Rio de Janeiro e de São Paulo no dia 9 de janeiro, antes de expandir para outras regiões uma semana depois, no dia 16 de outubro.
O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa uma professora de agressão sexual.
O site Empire divulgou uma imagem inédita de ‘O Fim da Rua‘ (The End of Oak Street), thriller de sobrevivência estrelado por Anne Hathaway e Ewan McGregor.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de agosto.
Confira:
Ambientada nos anos 1980, a trama acompanha o casal Denise (Hathaway) eGreg (Ewan), que enfrenta uma crise no relacionamento enquanto gerencia a rotina familiar com os dois filhos adolescentes. Entretanto, tudo muda quando abruptamente uma tempestade transporta toda a vizinhança para a era dos dinossauros. Isolados, os quatro serão forçados a cooperar para sobreviver e voltar para 1980, em uma jornada com muita ação e emoção.
Pam Abdy e Michael De Luca, chefes da Warner Bros., também descrevem o filme como um “episódio de ‘Além da Imaginação’.
A equipe de Mitchell atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Michael Gioulakis; a designer de produção Maya Shimoguchi; o editor John Axelrad; a figurinista Erin Benach; e o compositor Michael Giacchino.
O elenco de ‘Pantera Negra‘ fez um pequeno ensaio fotográfico direto da Comic-Con, para o site da revista Entertainment Weekly.
Confira:
Black Panther Lupita Nyong’o (L) and Letitia Wright Comic-Con 2017 Day 3 – July 22, 2017 – San Diego, CA Photograph by Matthias ClamerBlack Panther Andy Serkis Comic-Con 2017 Day 3 – July 22, 2017 – San Diego, CA Photograph by Matthias Clamer
“Após os eventos de Capitão América – Guerra Civil, o Rei T’Challa retorna para casa para a sua reclusa e tecnologicamente avançada nação africana de Wakanda com o objetivo de servir ao povo como o novo líder do país. T’Challa logo descobre que ele é desafiado pelo trono dentro de seu próprio país. Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, o herói conhecido como Pantera Negra se une ao agente da CIA Everett Ross, e ao grupo Dora Milaje – as forças especiais de Wakanda – para impedir que o país seja arrastado para uma guerra mundial.”
Um rico material inédito traz uma série de estrelas do cinema em fotos tiradas em suas respectivas festas de formatura, quando ainda eram adolescentes.
‘Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)‘ ganhou duas novas imagens direto dos bastidores, que confirmam o retorno do vilão Coringa.
As fotos, compartilhadas pelo portal We Got This Covered, mostram o vilão de longe, de dentro de uma casa, jogando algum pertence a Alerquina. Pelos detalhes do figurino, é possível ter a confirmação do personagem.
O canal Showtime decidiu antecipar a estreia da sua nova série, ‘Penny Dreadful: City of Angels’.
Originalmente programada para chegar às telinhas no próximo domingo (26), o primeiro episódio da produção foi liberado gratuitamente na íntegra no canal do YouTube da emissora, na última sexta-feira (24).
No entanto, o vídeo com o primeiro capítulo da série possui restrições de acesso, sendo liberado para o público norte-americano, mas não estando disponível para os internautas brasileiros.
Confira o trailer da série:
O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.
O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.
‘This is Us‘ entrou em um pequeno hiato e para anunciar o retorno da 5ª temporada, com a chegada dos três episódios finais, a produção ganhou um novo e dramático teaser.
O vídeo promocional é focado na personagem Beth – que vive um tempo de crise em sua vida.
A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.
Antes de Peter Farrelly conquistar seus dois primeiros Oscar com ‘Green Book: O Guia‘, o aclamado cineasta construiu seu nome em Hollywood através de algumas das comédias mais icônicas e divertidíssimas dos anos 90 e 2000. ‘Quem Vai Ficar com Mary?‘ (1998), ‘Debi & Lóide‘ (1994), ‘Eu, Eu Mesmo e Irene‘ (2000) e ‘O Amor é Cego‘ (2001) marcaram as décadas de seus respectivos lançamentos, eternizando o diretor como um exímio storyteller do humor.
Quase 30 anos depois de sua estreia nos cinemas com ‘Debi & Lóide‘ e dois Oscar no currículo e ele está de volta ao gênero que o moldou, fazendo de Ricky Stanicko seu grande retorno à comédia pastelão. Na trama, um trio de melhores amigos são acostumados a se esquivar dos problemas com a ajuda de um outro amigo imaginário – que dá nome ao filme. Essa longa e extensa rede de mentiras, iniciada ainda na infância, se tornará cada vez mais insustentável, quando uma história mal contada começa a ganhar vida para além da imaginação. Após 20 anos de conversa fiada e falta de responsabilização, eles se vêm obrigados a contratar um ator para se passar por Ricky, mas as coisas sairão de controle.
E embora Farrelly possua um currículo sólido que o garante uma fácil entrada entre os principais estúdios de Hollywood, ‘Ricky Stanick‘ – que teve sua estreia nesta quinta-feira, 07 de março -, custou mais de uma década para ganhar as telas. Durante uma coletiva de imprensa fechada, da qual o CinePOP participou, o diretor e roteirista revelou que o longa demorou 15 anos para sair do papel – algo que acontece com frequência com seus projetos.
“Como muitos dos meus projetos, esse demorou uma eternidade para ser feito. Honestamente, acho que levamos 15 anos! Mas todos eles demoram, é inacreditável. ‘Debi & Lóide‘ levou uns cinco anos para ser feito. ‘Quem Vai Ficar com Mary?‘ demorou 10 anos. E é por isso que eu sempre trabalho em três ou quatro coisas ao mesmo tempo e, com sorte, uma delas dá certo. Mas este foi um projeto que estava cozinhando há muito tempo. Por conta disso, olho para trás e fico grato porque conseguimos trabalhar nele ao longo dos anos e acho que o resultado ficou cada vez melhor com o tempo. E estou muito orgulhoso disso! Eu amo o que fizemos. E esses caras…não poderia ter tido um elenco melhor do que esses caras”.
E ‘Ricky Stanick‘ conta com um elenco de peso, que reúne alguns dos nomes mais populares da atualidade. Zac Efron, John Cena, Jermaine Fowler, Andrew Santino e o veterano William H. Macy protagonizam a comédia, que ainda faz uma reflexão sobre o peso e as consequências da mentira nas nossas dinâmicas relacionais.
Para Efron, trabalhar com Farrelly pela segunda vez ainda possui um valor todo especial. Ambos colaboraram juntos na aclamada dramédia ‘Operação Cerveja‘, que teve sua première mundial no Festival de Toronto 2022. Dessa vez, seu papel carrega uma carga muito mais cômica e leve, que também reflete sua dinâmica profissional com o popular diretor, conforme comentou durante a coletiva:
“Sabe, trabalhar com Pete é a melhor coisa. Pete tem um senso de tom incrível. Ele sabe o que está fazendo e você pode confiar nele para praticamente tudo. É muito divertido trabalhar com ele. Tipo, descobrir planos, ideias, personagens…tudo é simplesmente divertido e construtivo. Então eu faria qualquer projeto com ele! ‘OperaçãoCerveja‘ foi maravilhoso e esse foi ainda mais divertido”.
Santino complementou o raciocínio do colega de elenco, pontuando a precisão de Farrelly em conduzir um set marcado por muito improviso e cenas que podem acabar fugindo do roteiro original. Para o comediante, é desafiante manter o equilíbrio, mas o cineasta soube conduzir todo o processo criativo com firmeza e foco.
“Foi incrível trabalhar com ele. Pete gosta de usar pessoas de sua vida e quase todos os filmes que ele fez envolve gente de seu círculo, o que eu acho incrível. E ele simplesmente sabe como realmente permanecer concentrado e focado no que quer, o que é difícil de fazer com a comédia. Penso em todas as comédias em que já estive envolvido, como séries de TV. E às vezes é difícil. As pessoas pegam embalo e e começam a cair nessas discussões estranhas e você perde o controle. E ele é tão bom em dizer: ‘Calma, volta aqui de novo’. E então você consegue brincar em tela, mas sempre voltando para o centro. E ele é provavelmente o melhor com quem já trabalhei nisso. Tipo, controlar a comédia é algo tão difícil de se fazer”.
Fowler foi ainda mais longe nessa reflexão e ponderou sobre os meandros de dirigir uma comédia onde os atores naturalmente sentem o desejo de sobrepor as sacadas cômicas uns dos outros:
“Especialmente com comediantes. Nós sempre queremos superar um ao outro em cena. É desafiante lidar com isso e ele te conduz de forma direta. Ele vai dizer não quando necessário”.
Para John Cena, um dos aspectos que mais o atraiu para o projeto foram as camadas existentes por trás de todo esse viés cômico citado anteriormente. Segundo o ator, existe uma jornada preciosa que o público descobrirá ao assistir a produção na Prime Video:
“Para mim, o que me pegou foi o conceito de tudo. Como você torna um amigo imaginário real? E então você lê o roteiro de novo e de novo. E, cara, eu nunca quero dizer ao público o que extrair de um filme, mas há tanta coisa ali que você pode tirar do roteiro e da jornada de todos os personagens. Acho que você descobre algo novo toda vez que assiste ao longa. Originalmente, eu só queria saber como eles deram conta de construir essa história. E ela é tão lindamente escrita e, à medida que você a vê se desenvolvendo…eu mesmo, toda vez que assisto acabo extraindo algo novo. Foi essa originalidade que me chamou a atenção”, concluiu.
Vale lembrar que Ricky Stanickjá está disponível no streaming da Prime Video.
Imaculada finalmente estreou no catálogo do Prime Video e reúne a experiência de déjà-vu à catarse sanguinária com a atriz do momento Sydney Sweeney(Todos Menos Você). Não é um exagero dizer que a atriz norte-americana de 26 anos carregou a produção nas costas, presente em cada frame do enredo, ela também é produtora e responsável por levar a ideia às telas por meio da NEON.
Para isso, Sydney uniu-se a Michael Mohanpela terceira vez na sua carreira. Diretor e criador da série da Netflix Everything Sucks!(2018) e diretor e roteirista de The Voyeurs: Observadores(2021), disponível no Prime Video, Mohan já pode considerar Sydney sua musa. Desta vez, porém, o roteiro é do desconhecido Andrew Lobele sofre bastante com reviravoltas sem base e clichês do gênero terror.
Com uma ambientação em um convento italiano, Imaculada consegue criar uma atmosfera intrigante e ressaltar toda a mística religiosa em torno dos atos de contrição e fé. A cena inicial do longa — tal como apresentação deste universo recorrente nos filmes de horror — dita a regra principal da história: uma vez dentro deste convento, não se pode sair. O que motiva os espectadores a questionarem: o que existe de tão ruim atrás das barras de ferro daquele portão?
Em seguida, vemos a chegada da noviça Cecilia (Sydney Sweeney) na Itália para realizar seus votos em um novo convento na Europa, após o fechamento das portas do seu último estabelecimento religioso nos EUA. Sem saber muitas palavras de italiano, a jovem atravessa o oceano em busca de uma razão para sua vida e sobrevivência de um trágico evento ainda na pré-adolescência. A partir deste incidente, Cecília decidiu dedicar sua vida a Deus e descobrir porque Ele a salvou.
Ao lado da sensível e recatada Cecília são apresentadas duas outras noviças antagonistas Mary (Simona Tabasco) e Gwen (Benedetta Porcaroli). Enquanto Mary parece ser sistemática, pouco simpática e, por fim, invejosa, Gwen é rebelde, desafiadora e amiga, sendo assim um dos pontos de apoio à adaptação ao convento e à comunicação em inglês, com um elenco predominantemente italiano.
Logo após as celebrações da cerimônia de votos a profissão de fé, Cecilia acompanha uma das irmãs e vê seu rosto totalmente coberto por uma máscara vermelha. Sem saber como reagir, ela é interpelada por uma freira mais experiente, a qual conta possuir umas das relíquias da crucificação de Jesus Cristo e Cecília desmaia. Esta é a deixa para suspeitarmos de todas as próximas cenas com as figuras de poder Madre Superior (Dora Romano), Cardinal Franco Merola (Giorgio Colangeli) e Padre Sal Tedeschi (Álvaro Morte).
Com um recurso deveras recorrente dos filmes de horror, as imagens de choques são introduzidas em uma alusão entre realidade e sonhos. Do mesmo modo, a sonoplastia aproveita-se de todos os momentos para “presentear” a plateia com jumpscares, já batidos de tão repetidosem filmes da Blumhouse. O roteiro utiliza até mesmo pássaros batendo contra a vidraça da janela para causar um baque repentino sem nenhuma utilidade para a trama.
Após assistir ao filme The Voyeurs: Observadores, é possível afirmar uma inclinação do diretor Michael Mohanem filmar olhos cujas retinas escondem segredos e as lágrimas de Sydney Sweeneyinundam diversas sequências. Com o surgimento de uma gravidez no enredo, Imaculada dialoga com o clássico do gênero O Bêbe de Rosemary(1968), de Roman Polanski. O impacto, no entanto, é bastante aquém do martírio de Mia Farrow.
Se no título dos anos 60, a intriga é realmente inquietante e o espectador percorre os meandros de suspense e descoberta com a protagonista, neste filme as revelações são simplistas e pouco elaboradas. A personalidade de Cecília muda completamente do início para os 30 minutos finais do filme.
Aterrorizada por conta da sua imaculada gravidez e os destinos de Mary e Gwen, a educada e inocente freira torna-se uma pessoa sem impedimentos para cometer repetidamente um dos pecados mais graves dos Dez Mandamentos bíblicos. Sem coerência narrativa e situações pouco factíveis, toda a mise-en-scene do convento e das leis divinas e das loucuras humanas em nome Dele são jogadas fora para apresentar sangue pelo sangue.
Os derradeiros minutos são louváveis por dar à Cecília o poder de decisão usurpado dela durante toda a narrativa. O final, contudo, funcionaria muito melhor sem tornar a mesma personagem em uma pessoa completamente amoral e diferente de nove meses atrás. Por conta da falha de construção da protagonista, Imaculada torna-se apenas mais um filme de jumpscares e sanguinários sem conectar-se com o público ou produzir medo ou repulsa.
O temor pela personagem é inexistente, pois ela nunca é retratada com uma pessoa real, embora Sydney Sweeney incorpore o estereótipo da Scream Queen, ela não encara as complexidades entre crença e manipulação. Diferente do desespero de Agnes de encontrar uma saída em O Banho do Diabo, apresentado no Festival de Berlim 2024, ou da dor emocional de Mia em Fale Comigo (2022), de Danny Philippou e Michael Philippou— apenas para citar bons exemplos do gênero —, Imaculada é uma espetáculo macabro sem essência.
Dwayne Johnson compartilhou em seu twitter um novo trailer internacional repleto de cenas inéditas e um cartaz de seu novo filme, ‘Rampage – Destruição Total’. Assista:
O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intenção da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.
Na trama, Daniel é um homem de imaginação fértil que, ao conhecer a nova namorada de seu melhor amigo, se pega fantasiando sobre ela. Ele é casado com uma mulher por quem se sente apaixonado, mas não conseguindo escapar de suas fantasias, ele deixa a cautela de lado e está disposto a realizar seus mais loucos sonhos.
O Halloween está chegando, mas neste ano cai em dia de semana. Por isso, a comemoração vai ser adiantada. Por isso, o CinePOP separou cinco produções com a temática de Halloween para você assistir neste fim de semana.
Ah sim, os filmes citados na lista estão disponíveis no Disney+. Confira!
Clássico com C maiúsculo, O Estranho Mundo de Jack conta a história do Rei das Abóboras, Jack Skellington, o cidadão mais ilustre da cidade do Halloween. Porém, ele cansou de sua rotina e de suas obrigações, mas encontrou e se encantou pelo mundo do natal. Então, ele retorna para casa com uma missão bem clara na cabeça: para que todos sintam a magia do natal, eles precisam sequestrar o Papai Noel. Tem como dar certo?
Fenômeno dos anos 90, Abracadabra é uma aventura dirigida por Kenny Ortega, que repetiria o sucesso anos mais tarde com High School Musical, centrada nessa temática do Halloween. Ele acompanha um adolescente que se muda pra Salem e vai explorar a região. Ao chegar em uma casa abandonada, acaba acidentalmente liberando três bruxas atrapalhadas que estavam presas há gerações por seus crimes. Agora, a molecada vai precisar roubar o livro mágico para impedir que elas toquem o terror eternamente. A sequência, lançada ano passado, também está no catálogo, então dá pra matar a franquia de uma vez só.
Tim Burton revisita um de seus primeiros trabalhos nesta animação stop-motion sobre um menino fascinado pelos filmes de terror, que adora fazer gravações caseiras estreladas por seu melhor amigo, o doguinho Sparky. Infelizmente, o mascote acaba sendo atropelado, o que deixa o jovem triste. Porém, após uma aula de ciência e inspirado nos filmes que sempre amo, ele decide fazer um experimento no cadáver do animal, que volta a vida com alguns hábitos esquisitos.
Separadas por 20 anos, as duas versões de Mansão Mal-Assombrada estão disponíveis no Disney+. Ambas são inspiradas na atração dos parques da Disney, mas o primeiro filme tem uma veia cômica mais forte. A história é praticamente a mesma: uma família vai para uma mansão despretensiosamente, mas logo descobrem que a casa está infestada de fantasmas presos por uma maldição. Então, se quiserem sobreviver, vão ter que ajudar os defuntos a quebrarem essa praga.
Símbolo máximo da chamada Dark Age da Disney, O Caldeirão Mágico é um daqueles filmes que te fazem questionar: “como diabos os executivos aprovaram esse filme?”. Ambientado na Idade Média, o filme acompanha um jovem criador de porcos que entra em uma missão para impedir que o Rei de Chifres tenha acesso ao Caldeirão Mágico, que tem poderes sobrenaturais. Com sua espada, o garoto se une à Princesa Eilonwy e ao Gurgi, essa coisa aí no colo do menino, para tentar deter o Rei. É um filme realmente sombrio para os padrões da Disney, com direito a soldados mortos retornando à vida e tudo mais. Foi também a primeira animação da casa a usar imagens geradas por computador.
Menção honrosa
O Lobisomem na Noite
Dirigido pelo compositor Michael Giacchino, esse curta é uma das produções mais diferentonas daMarvel nesses últimos anos. Inspirado nos quadrinhos da casa, O Lobisomem na Noite acompanha Jack Russell (Gael García Bernal) em um encontro na Mansão Bloodstone, onde haverá uma competição entre caçadores de monstros, que precisam sobreviver a uma noite no místico labirinto da casa para ganhar o prêmio. O que Jack não conta para os outros é que ele é um Lobisomem. Adotando a estética dos filmes clássicos de terror, o curta veio com um diferencial muito interessante, que foi seu lançamento em preto e branco. Agora, porém, há também uma versão com cores.
Quase quinze anos atrás a comédia ‘Se Beber Não Case’ estreou nos cinemas e causou uma verdadeira revolução com o seu jeito sem freio de construir uma narrativa envolvendo quatro homens brancos adultos em uma sequência de situações hilárias que fizeram com que o público mundial caísse na gargalhada, e resultou numa franquia homônima. Mas, era uma história um bocado machista, e uma das principais piadas do filme era em cima de um personagem asiático, Senhor Chow, interpretado por Ken Jeong, que sempre era retratado como um personagem diminuído perante os protagonistas. Como contraponto a essa proposta, estreia na primeira semana de agosto a comédia ‘Loucas em Apuros’, uma resposta feminina e asiática a ‘Se Beber Não Case’.
Audrey (Ashley Park) é uma advogada de sucesso focada em conseguir uma promoção que vai torná-la representante da empresa em Los Angeles. Desde pequena sua melhor amiga é Lolo (Sherry Cola), que é seu extremo oposto: artista liberal e despreocupada com a vida, atualmente ela vive na garagem de Audrey. Quando Audrey recebe uma proposta de viajar para a China para fechar um grande negócio para a empresa, ela topa na hora, e decide levar Lolo junto como intérprete, afinal, embora asiática, ela fora adotada ainda pequena por um casal branco e não fala nada em mandarim. O que era para ser uma viagem de negócios rapidamente desanda ladeira abaixo quando a prima de Lolo, Olho de Peixe (Sabrina Wu), é agregada à viagem ainda no aeroporto, e a amiga de faculdade de Audrey, Kat (Stephanie Hsu), entra no grupo, causando ciúme em Lolo.
É bem verdade que as comparações com ‘Se Beber Não Case’ sejam recorrente ao longo de ‘Loucas em Apuros’, porém o filme é tão bom, que as semelhanças ficam em segundo plano. O roteiro de Teresa Hsiao e Cherry Chevapravatdumrong é bem costurado em cima de clichês padrões desse tipo de comédia, mas sempre inserindo um contexto crítico-social que traz o contraponto asiático – mais particularmente, chinês – para dentro das cenas. Assim, boa parte da comicidade se baseia no contraste entre a branquitude e seu olhar limitado e xenofóbico sobre a comunidade asiática e como estas personagens perlaboram essas questões constantemente em suas vidas.
Os diálogos são construídos de maneira tão inteligente, que surpreende por conseguirem ser inseridos em contextos tão aleatórios como os que as personagens se metem. Por outro lado, embora evidentemente Olho de Peixe seja uma personagem trans, o longa de Adele Lim não aprofunda o debate, deixando a personagem meio abobalhada e deslocada do grupo.
Ainda assim ‘Loucas em Apuros’ encontra espaço para construir cenas de comicidade escatológica típicas desse tipo de produção e que atrai o grande público. Nesse sentido, o longa não só recupera o gênero, encabeçado por produções como ‘American Pie’, como entrega uma versão feminina de situações que quando protagonizadas por homens não causaram tanto espanto quanto aqui, protagonizada por mulheres – e esse é o grande mérito de ‘Loucas em Apuros’: ocupar com mulheres um espaço do gênero da comédia bobeirol reservado apenas para atores homens e histórias masculinas.
Inteligente, colorido, hilário e surpreendentemente crítico, ‘Loucas em Apuros’ consegue produzir entretenimento com consciência social. No meio de uma aventura muito inesperada de quatro mulheres longe de suas raízes ancestrais, não se espantem se em alguns momentos um par de lágrimas escorrer dos seus olhos, pois debaixo da camada da comédia há uma profunda e bela mensagem sobre ter orgulho de se ser quem é.
Aproveitando o finzinho do recesso, ‘Loucas em Apuros’ está com sessões de pré-estreia em muitos cinemas. É um filme para rir com as amigas e abraçá-las ao final da sessão.
As notícias sobre ‘The Witcher’, nova série da Netflixbaseada no jogo de mesmo nome, podem ter esfriado, mas os fãs vem buscando qualquer informação nova sobre as produções, nem que seja uma mísera pista sobre o que podem esperar.
Recentemente, um bom olheiro conseguiu a imagem do roteiro do episódio piloto que vazou online, e não demorou muito até que uma legião de fãs tentasse decodificá-lo.
As partes grifadas em vermelho foram as traduções feitas pelo público e, mesmo assim, algumas coisas ainda não fazem sentido. Segundo os usuários do Reddit, a imagem borrada e as escritas por cima não contribuem para clarear quase nada.
A primeira temporada, com oito episódios confirmados, continua sem data de estreia confirmada, apesar de sabermos que a série será lançada mais tarde neste ano.
‘The Witcher’ traz em seu elenco Henry Cavill, Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra, Björn Hlynur Haraldsoon e outros. A história gira em torno de Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros que luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas provam ser mais perversas que as criaturas que enfrenta.
A produção, que irá abordar a igualdade de gênero, será comandada por Anna Boden e Ryan Fleck (dupla responsável por ‘Capitã Marvel’) e terá nove episódios.
‘Mrs. America‘ conta a história verdadeira do movimento para a ratificação da Emenda dos Direitos Iguais e a revolta sofrida por parte de uma mulher conservadora, chamada Phyllis Schlafly (Blanchett). Pelos olhos das mulheres daquela era – tanto Schlafly, bem como as feministas da segunda onda, Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus -, a série explora um dos mais duros campos de batalha na cultura de guerras dos anos 70, que ajudaram a originar a Majoritária Moral e que mudaram, para sempre, a paisagem da nossa política.
Além de Blanchett, Sarah Paulson, Uzo Aduba, Rose Byrne, John Slattery, James Marsden, Elizabeth Banks, Margot Martindale e Tracy Ullmann completam o elenco.
‘Mrs. America’ estreia no dia 15 de abril de 2020.
Segundo o THR, Seth MacFarlane está oficialmente saindo de sua zona de conforto e se jogando de cabeça no ambicioso projeto ‘The Winds of War’.
O drama de época épico será uma minissérie baseada no romance homônimo de Herman Wouk. MacFarlane entra como roteirista e produtor executivo ao lado de Seth Fisher (‘The Alienist’).
A história gira em torno da viagem turbulenta de uma família estadunidense através dos continentes e através dos anos que integraram a II Guerra Mundial.
A Universal Content Productions ficará responsável pela produção do show. O diretor da companhia, Dawn Olmstead, disse que MacFarlane está pronto para embarcar na “próxima fase de sua filmografia”.
“Estamos animados por anunciar ‘The Winds of War’ como o primeiro de muitos projetos que estamos desenvolvendo. Essa é uma épica história de valor, perseverança, sobrevivência e família que será recontada através de uma perspectiva moderna”, Olmstead acrescentou.
Em uma recente entrevista para promover a 2ª temporada de ‘Dickinson’, Hailee Steinfeld, que vive a protagonista Emily Dickinson, revelou mais informações sobre os vindouros próximos episódios, anunciando que a nova iteração é “mais sofisticada e mais sexy”.
“É mais sofisticado, mais sexy e mais amadurecido. É sobre autodescobrimento e crescimento e fama – e os perigos da fama. Tudo no século XIX, tudo sob uma perspectiva moderna”.
A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.
A Walt Disney Studios divulgou um novo clipe oficial do aguardado ‘Cruella’, longa que conta a origem da icônica vilã de ‘101 Dálmatas’.
Confira:
Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Após a descoberta de uma misteriosa fita cassete, um time de polícia da SWAT parte em uma missão de alta intensidade em um armazém remoto, apenas para descobrir um culto sinistro cuja coleção de materiais pré-gravados dá início a uma conspiração horrível.
Essa será a primeira iteração da saga a ser apresentada em uma única e fluida narrativa, com as histórias ligadas entre si. Para aqueles que não se recordam, as entradas anteriores funcionavam de modo antológico e eram ligados por uma narrativa externa.
Lembrando que o filme já chegou à plataforma de streaming, mas segue sem data de lançamento no Brasil.
Na trama, “um homem invade a casa de férias vazia de um bilionário da tecnologia, mas as coisas não saem como o planejado quando esse arrogante magnata e sua esposa chegam lá de surpresa”.
Más notícias para os fãs de ‘Um Lugar Silencioso’.
A Paramount Pictures anunciou recentemente que o spin-off da aclamada produção, ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ (em tradução livre), foi adiado em quase seis meses.
Anteriormente programado para setembro de 2023, o filme agora chegará às telonas apenas no dia 08 de março de 2024.
Emily Blunt e John Krasinski não devem reprisar seus papéis no derivado. Krasinski servirá como produtor ao lado de Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller.
Michael Sarnoski será responsável pela direção.
Vale lembrar que ‘Um Lugar Silencioso 3‘ já foi CONFIRMADO, com previsão de lançamento para 2025.
‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’ chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou um sucesso crítico e comercial, com várias pessoas colocando-o nas listas de melhores do ano.
Agora, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional em que Janelle Monáe, Jessica Henwick, Kate Hudson e Madelyn Cline brincam do clássico jogo ‘Cara a Cara’.
Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.
As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.
O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.
Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.
Musicais costumam seguir algumas regras básicas para que ganhem forma, eventualmente buscando quebrar essas fórmulas tão endossadas para nos entregar algo novo e manter seu fiel público envolvido com histórias cativantes, peças sonoras interessante e dinâmicas e uma estrutura narrativa que, por mais que ouse sair da caixinha, permaneça dentro de uma coesão compreensiva. Desde a popularização e o crescimento da indústria cinematográfica, diversos longas-metragens do gênero se tornaram clássicos, fossem por ter eternizado fábulas ou por ter ido muito além que seus respectivos conterrâneos – temos, por exemplo, uma obrigação moral de citar ‘A Noviça Rebelde’ e ‘Chicago’ como duas das produções que marcaram época e são relembrados até hoje por fornecerem uma nova perspectiva à própria arte que evocam.
Logo, é uma grande surpresa quando recebemos o anúncio de que um musical pós-apocalíptico tragicômico trilharia seu caminho em direção às telonas, prometendo se entregar a algumas das tramas mais adoras pelo público em geral – o suis-generis zumbi, que rendeu inúmeros filmes cult e outrosbastante trash, e o da “jornada epopeica” em que protagonistas descobrem seu lugar no mundo através do enfrentamento de obstáculos muito maiores do que imaginariam encontrar. E, bom, é justamente a isso que se propõe ‘Anna e oApocalipse’, uma das iterações mais recentes do diretor John McPhail – uma entrada errônea, mas que deixa sua mensagem bastante clara.
A trama gira em torno da personagem-título, uma típica e angustiada adolescente que acaba entrando em uma briga com seu pai devido a uma viagem que deseja fazer para a Austrália – sofrendo uma represália quase instantânea que a deixa ainda mais irritada do que normalmente é. Anna (Ella Hunt) é a personificação exata da condição adolescente contemporânea, que se coloca em um círculo de monotonia em desinteresse, conseguindo prever basicamente todos os aspectos de sua vida – e, por essa mesma razão, querendo se afastar da bolha que conhece o mais rápido possível. Porém, seus planos mudam de modo drástico quando um vírus desconhecido começa a transformar todas as pessoas em mortos-vivos, propagando-se de forma incessante pelo pequeno vilarejo de Little Haven.
Apesar dos múltiplos deslizes, que poderiam ser previstos caso a construção da obra tivesse sido feita com um pouco mais de cautela, a história já começa de forma a predizer o que nos aguarda. Diferente de outras produções, esta aqui nos antecipa de modo bem claro que algo está para acontecer, quebrando a pseudo-surpresa propositalmente e criando um escopo que preza menos pelo suspense e mais pela irreverência. E é claro, à medida que a trama se desenrola, músicas despontam aqui e ali, refletindo de modo satírico as frustrações dos personagens principais – mesmo que isso não signifique nada em comparação ao que chegará em poucas horas.
O grande problema é que essa arquitetura não-ortodoxa não se mantém além do nível esperado. Os diálogos, por mais inesperados que sejam parecem vazios principalmente quando colocados lado a lado com os pífios e estranhos números musicais – que não merecem nem mesmo comparação com ‘La La Land: Cantando Estações’. É certo dizer que a grande ideia era realizar uma grande jornada sem escrúpulos por uma micro-sociedade tomada pelo inconveniente, afinal, os próprios protagonistas agem assim o tempo todo; porém, McPhail, em colaboração à dupla de roteiristas Alan McDonald e Ryan McHenry, força além do que as bases narrativas sustentam, quebrando a bizarra magia que pretende nos entregar o tempo todo.
É claro, alguns pontos são interessantes e merecem ser mencionados. Há uma sequência cantada por Hunt e por Malcolm Cumming, que dá vida ao melhor amigo de Anna, John, em que eles saúdam o novo dia e um novo começo, dançando alegremente pelas ruas enquanto, alheios ao cotidiano que lhes cercam, desviam da horda de zumbis que domina a vizinhança, despercebendo a iminente tragédia por completo. Isso é, até encontrarem um homem vestido de boneco de neve que foi contaminado e que é, eventualmente, dilacerado sem piedade por Anna.
Outro aspecto a ser levado em consideração é o fato do roteiro não se preocupar em poupar sacrifícios. Várias pessoas que não poderíamos imaginar acabam se tornando vítimas dos mortos-vivos ou então entregam sua vida para proteger aqueles que amam – o que de fato adiciona certa camada melodramática muito bem vida. Entretanto, esses poucos retornos à glória logo se perdem em meio a uma triste inconsistência que desiste de explorar um potencial considerável e transforma absolutamente tudo em uma monotonia sem fim. Nem mesmo a sequência em que o sádico diretor da escola, Sr. Savage (Paul Kaye), transforma-se em um psicótico ditador consegue salvar o filme.
McPhail também perde-se ao encabeçar o projeto e atirar para muito longe em relação às suas investidas anteriores. Tendo como seu principal longa ‘Where Do We Go From Here?’, que inclusive recebeu aclame da crítica especializada e levou para casa alguns prêmios, era de se esperar que o diretor nos entregasse algo no mesmo nível. Entretanto, a ideia de se deixar levar por uma edição frenética e enquadramentos quase imóveis se assimila a decisões amadoras demais para a habilidade que ele já apresentou ao público.
Se você está procurando por uma história bizarra além da conta, ‘Anna e o Apocalipse’ é a pedida perfeita, porque, ao menos, ela irá te entreter por pouco mais de noventa minutos. Entretanto, não espere encontrar fusões de gênero geniais e um musical às avessas, como as pessoas podem pensar ao assistir ao trailer; afinal, a expectativa é a mãe de todas as decepções – e aqui, é provável que o baque seja maior que o imaginado.
‘Homens da Lei: Bass Reeves’, nova série do mesmo criador de ‘Yellowstone’, Taylor Sheridan, já está disponível na Paramount+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou cartazes individuais incríveis da produção.
A trama conta a história real de Bass Reeves, um lendário homem da lei na época do velho oeste. Reeves, conhecido como o maior herói da fronteira na história americana, trabalhou na Era da Reconstrução como um agente federal da paz no território indiano, capturando mais de 3 mil dos criminosos mais perigosos sem nunca ter sido ferido.
‘The Legend of Zelda’ vai ganhar uma adaptação em live-action e, agora, o diretor Wes Ball (‘Planeta dos Macacos: O Reinado’) comentou sobre a vindoura releitura para as telonas.
Em entrevista ao CBR, o cineasta não pôde revelar muitos detalhes sobre o projeto, mas disse que está planejando fazer algo “especial” com o filme.
“Eu realmente não posso dizer nada”, ele disse. “Aprendi no passado que tudo o que digo é tirado do contexto. Provavelmente é mais seguro não dizer nada até que tenhamos algo concreto, o que tenho certeza que acontecerá em algum momento. Estou muito emocionado e feliz por fazer parte disso. Tem sido um sonho [de toda a vida] para mim, basicamente… Fazer parte de um filme de ‘The Legend of Zelda’ e fazer algo especial”.
Criada em 1986 por Shigeru MiyamotoeTakashi Tezuka, a série de jogos mistura, fantasia ação e aventura ao narrar as missões de Link, um destemido herói que luta contra forças do mal para salvar a Princesa Zelda e o Reino de Hyrule.
Durante a apresentação da Sony no Consumer Electronics Show de 2024, o CEO Kenichiro Yoshida elevou as expectativas para a produção, dizendo que “os fãs podem esperar uma incrível história de aventura e descoberta” (via ComicBook).
Por enquanto, detalhes sobre o enredo e o elenco ainda não foram divulgados, mas a direção deve ficar a cargo de Wes Ball (‘Planeta dos Macacos: O Reino’), enquanto a cadeira de produtor será ocupada por Avi Arad, responsável pelos filmes do ‘Homem-Aranha‘.
Por falar nisso, com o anúncio da adaptação, surgiu uma grande especulação se a atriz Patricia Summersett, que emprestou sua voz à Zelda em diversos jogos da franquia, se candidataria ao papel no filme.
Durante uma entrevista à Games Radar+, a atriz respondeu:
“Claro que sim”, afirmou Summersett. “Eu adoraria interpretar Zelda repetidamente.”
“Estou bastante conectada à base de fãs agora”, declarou. “Já se passaram sete anos, então esta é minha vida. Foram três jogos, e eu sempre poderia ter mais disso. Eu amo essa parte da minha vida e da comunidade. Não que isso vá embora tão cedo. É uma alegria absoluta.”
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