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Confira o calendário de estreias de filmes com super-heróis em 2023!

Está dada a largada para o ano de 2023! E com a chegada deste novo ano, novas produções envolvendo os super-heróis chegam aos cinemas ainda neste mês. Para ajudar vocês a se organizarem, o CinePOP separou os principais filmes do ano e suas respectivas previsões de estreia. Confira!


Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania16 de fevereiro

O terceiro capítulo da saga do Homem-Formiga (Paul Rudd) marca o início da Fase Cinco da Marvel Studios. O filme traz Scott Lang vivendo como uma das maiores celebridades desse mundo de super-heróis, quando sua família acaba se envolvendo em uma nova exploração ao misterioso Reino Quântico, que acaba por sugar para dentro de si todos os membros da ‘Família Formiga’. Dentro dessa realidade aquém do tempo, eles acabam sendo confrontados pelo terrível Kang (Jonathan Majors), um terrível déspota temporal vindo do futuro, cujos objetivos de tomar a linha do tempo principal do MCU serão explorados ao longo de toda esta nova fase. O longa também marca a estreia do excêntrico M.O.D.O.K. nas telonas.

Shazam! Fúria dos Deuses16 de março

Considerado como um dos melhores filmes do DCU, Shazam! (2019) conquistou o coração da crítica, apesar de não ter feito tanto dinheiro nas bilheterias. Afinal, a Warner colocou o longa para disputar com Vingadores: Ultimato (2019), que arrecadou “apenas” US$ 3 bilhões pelo mundo. De qualquer forma, a sequência foi confirmada e agora veremos a Família Shazam! aprendendo a lidar com seus poderes, enquanto passam por problemas naturais do amadurecimento. No entanto, ver os poderes dos deuses gregos sendo usados por crianças é algo que começou a irritar as divindades históricas desse universo. Então, Hespera (Hellen Mirren) e Calipso (Lucy Liu), filhas do Deus Atlas, vão atrás da molecada com seus poderes e criaturas mitológicas para reaverem os poderes divinos ou despejarem a Fúria dos Deuses sobre as crianças.

Guardiões da Galáxia Vol.3 – 4 de maio

Um dos filmes mais aguardados do ano, Guardiões da Galáxia Vol.3 é um longa sobre despedidas. Além de marcar a saída do diretor, produtor e roteirista James Gunn para a DC, o terceiro capítulo da franquia é o último a contar com a formação original dos Guardiões. A trama gira em torno do grupo buscando a Gamora de 2014 (Zoe Saldana), que fugiu ao fim de Ultimato (2019). Porém, o caminho do grupo será cruzado por alguns personagens que vão mudar para sempre os rumos dos Guardiões da Galáxia, como o misterioso e mortal Adam Warlock (Will Poulter), a paixão de Rocket, Lady Lylla, e o terrível Alto Evolucionário (Chukwudi Iwuji), responsável por transformar o Rocket Raccoon no que ele é hoje.

Homem-Aranha: Através do AranhaVerso – 1º de junho

Continuação do fenômeno que conquistou o coração dos fãs em 2018, Homem-Aranha: Através do AranhaVerso traz um Miles Morales jovem passando por problemas típicos da idade, enquanto tenta se firmar como o Homem-Aranha de sua realidade. Porém, essas trivialidades deixam de ter relevância para o garoto quando Gwen Stacy, a ‘Gwen Aranha’, aparece novamente e o leva em uma nova aventura interdimensional, que pode não ser tão inocente quanto parece. Em meio a essa viagem, o Homem-Aranha 2099 (Oscar Isaac) surge com objetivos misteriosos, que podem levá-los a locais ainda não explorados neste vasto multiverso de Homens-Aranha.

The Flash – 15 de junho

Talvez o filme mais polêmico dos últimos anos, The Flash aparentemente vai estrear mesmo em 2023. Em meio a tantas mudanças planejadas para o futuro do Universo DC nos cinemas, esse longa já deve apresentar algumas delas. Há boatos de que algumas cenas e participações especiais planejadas inicialmente já foram cortadas pela atual direção do estúdio. Bem, o que se sabe é que o filme irá adaptar a saga Ponto de Ignição, o ‘Flashpoint’, e mostrará o Flash (Ezra Miller) tentando viajar para o passado, o que criará uma série de mudanças na linha do tempo. Uma das consequências de sua viagem é que ele provavelmente irá para uma outra realidade, na qual encontrará o Batman de Michael Keaton, eternizado na franquia do Tim Burton.

As Marvels27 de julho

Servindo como sequência para várias produções da Marvel dos cinemas e do Disney+, As Marvels foi anunciado primeiramente como “Capitã Marvel 2”. No entanto, ele começa diretamente de onde terminou a série Ms. Marvel, com Carol Danvers (Brie Larson) e Kamala Khan (Iman Vellani) trocando de lugar por alguma coisa envolvendo o bracelete místico da jovem de Nova Jersey. Além das duas, a Fóton (Teyonah Parris), que foi introduzido nos anos 90, em Capitã Marvel (2019), e ganhou suas habilidades em WandaVision (2021), está mais que confirmada na sequência. E quem lembra da série de 2021, provavelmente sabe que ela guarda ressentimentos quanto a Carol e seu suposto abandono. Ainda não sabemos ao certo qual será a trama, mas o encontro do trio promete muito.

Besouro Azul – 17 de agosto

Outro projeto da DC salvo para o ano que vem é Besouro Azul. A aventura do jovem de origem latina, Jaime Reyes, um adolescente comum dos EUA que ao encontrar um escaravelho alienígena, se torna o hospedeiro de um biotraje ancestral, transformando-o no mítico Besouro Azul, promete ser um dos projetos mais criativos da DC nas telonas até o momento. Nos quadrinhos, o personagem teve três versões bem diferentes umas das outras, então a versão cinematográfica deve trazer as melhores características de cada um deles e concentrá-las em Jaime. Outro ponto interessante é que os protagonistas do longa são Xolo Maridueña (o Miguel de Cobra Kai) e a brasileira Bruna Marquezine. Ambos estão morando no Rio de Janeiro há algum tempo e, segundo sites de fofoca, podem estar vivendo um amor. Ou seja, tudo indica que a química da dupla pode ser um dos pontos fortes do longa.

Kraven, o Caçador4 de outubro

Estrelado por Aaron Taylor-Johnson, Kraven, o Caçador adapta a história de um dos vilões mais marcantes da mitologia do Homem-Aranha, fazendo parte do universo Sony de antagonistas do Cabeça de Teia sem a presença do herói mais famoso da Marvel. Nos quadrinhos, Kraven é o melhor caçador do mundo e desenvolve uma obsessão pelo Aranha ao descobrir sua existência, traçando como objetivo caçá-lo e matá-lo. Porém, segundo entrevistas e boatos de bastidores, o personagem sofrerá uma grande alteração no longa. A começar que em vez de ser um caçador, o Kraven do longa será um ativista contra o tráfico e a caça de animais. Isso porque ele é filho do Kraven original, esse sim o maior caçador do mundo, e recebeu os treinamentos de caça do pai durante a infância. Assim, ele usará suas habilidades especiais para caçar e punir uma organização dedicada ao tráfico de animais, liderada pelo Camaleão (Fred Hechinger). Ou seja, tudo indica que o Kraven dos cinemas será apenas um caçador de “animais vilanescos”, como o “morcego” Morbius e o Abutre, talvez?

Aquaman e o Reino Perdido – 21 de dezembro

Esse projeto foi atrasado tantas vezes que agora que finalmente sairá, não deve ter a franquia continuada. Isso porque o Aquaman está na lista de personagens que devem ser rebootados no novo planejamento do DCU. Mas não pense que Jason Momoa ficará desempregado, isso porque James Gunn pensa nele para viver outro personagem da DC: o infernal Lobo. Sobre Aquaman e o Reino Perdido, James Wan retorna para a direção do longa, que trará como vilão o Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II) com um visual mais fiel aos quadrinhos. E como a produção aconteceu em meio às batalhas judiciais entre Amber Heard e Johnny Depp, houve alguns cortes para reduzir a participação da atriz no longa, tentando se distanciar da polêmica.

Qual filme você tem mais expectativas? Diga nos comentários!

’65 – Ameaça Pré-Histórica’: Adam Driver descobre cemitério de dinossauros em imagem inédita do sci-fi; Confira!

Uma usuária do Twitter compartilhou uma imagem inédita de ’65 – Ameaça Pré-Histórica’, mostrando o personagem de Adam Driver (‘Casa Gucci’) caminhando por um cemitério de dinossauros.

Na legenda, ela também deu algumas informações sobre a sinopse.

Confira, junto com o trailer:

“‘65 – Ameaça Pré-Histórica‘ (17 de março nos cinemas norte-americanos): O suspense sci-fi é estrelado por Adam Driver, que interpreta um piloto que pensa ter caído em um planeta desconhecido e, em vez disso, se vê preso na Terra há 65 milhões de anos, onde enfrenta dinossauros e outras criaturas pré-históricas mortais. Foto por Patti Perret.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 09 de março.

O longa foi escrito e dirigido pela dupla Scott BeckBryan Woods, do aclamado ‘Um Lugar Silencioso‘.

“Na trama, um astronauta aterrissa acidentalmente no que parece ser um planeta misterioso e descobre que não está sozinho.”

Ariana GreenblattChloe Coleman também foram confirmados ao elenco.

Sam Raimi produz o filme ao lado de Zainab Azizi e Debbie Liebling.

 

Eddie Redmayne – 41 Anos | Os 5 Melhores Papéis do Ator Vencedor do Oscar

Eddie Redmayne começou sua carreira como ator profissional no teatro West End, até fazer sua estreia na televisão. Em 2006, migrou para as telonas e calcou uma carreira recheada de sucessos que lhe renderam diversos prêmios – incluindo um Oscar e um BAFTA.

No dia de hoje, 06 de janeiro, Redmayne completa 41 anos de idade – e é claro que não poderíamos deixar seu aniversário passar em branco.

Pensando nisso, preparamos uma lista com os cinco melhores papéis do ator, desde o drama biográfico A Teoria de Tudo até o recente suspense O Enfermeiro da Noite.

Veja abaixo as nossas escolhas:

5. TOM HAYDEN, Os 7 de Chicago

No ótimo drama legal Os 7 de Chicago, dirigido e escrito por Aaron Sorkin, um protesto pacífico contra a guerra do Vietnã em Chicago, no ano de 1968, se transformou em um confronto violento com a polícia. No ano seguinte, sete pessoas foram acusadas de conspiração pelo governo federal dos Estados Unidos.

Na produção, Redmayne interpreta o ativista Tom Hayden, líder e outrora presidente do grupo conhecido como Estudante por uma Sociedade Democrática (SDS), um dos principais articuladores do protesto e um dos que é acusado injustamente pelas autoridades norte-americanas. Conhecendo o histórico do astro com produções biográficas, não é surpresa que ele tenha feito um trabalho impecável no longa.

4. CHARLES CULLEN, O Enfermeiro da Noite

O Enfermeiro da Noite estreou na Netflix no último trimestre de 2022 e logo se tornou uma das produções mais populares da plataforma de streaming. O suspense psicológico trouxe Redmayne dividindo forças com Jessica Chastain – ambos recebendo ovações por suas respectivas performances – em uma narrativa potente e bastante envolvente.

Na trama, uma mulher faz amizade com um novo colega no trabalho, um enfermeiro gentil e agradável. Mas ela logo descobre que a tragédia segue o homem por onde quer que ele vá. Seus pacientes morrem de forma suspeita e a polícia abre uma investigação.

3. MARIUS PONTMÉRCY, Os Miseráveis

Os Miseráveis se tornou um dos grandes eventos do começo da década passada, principalmente por trazer um elenco de peso a uma das melhores adaptações das obra de Victor Hugo. E é óbvio que Redmayne também faria parte da produção, conquistando aclame por sua rendição como Marius Pontmercy, um estudante revolucionário que é amigo da jovem Éponine (Samantha Barks) e que se apaixona por Cosette (Amanda Seyfried).

A trama é ambientada no século XIX e acompanha o ex-prisioneiro Jean Valjean, perseguido ao longo de décadas pelo impiedoso policial Javert por ter violado sua liberdade condicional, busca redenção pelo seu passado e decide acolher a filha da prostituta Fantine. Como atmosfera, a narrativa é inserida às vésperas da Revolução Francesa, que marcou o fim da monarquia absolutista no país.

2. LILI ELBE, A Garota Dinamarquesa

Apesar das múltiplas controvérsias e o fato do próprio ator ter comentado que se arrependeu de estrelar o longa-metragem, A Garota Dinamarquesa arrancou uma das atuações mais incríveis de Redmayne – que inclusive lhe rendeu a segunda indicação consecutiva ao Oscar de Melhor Ator.

Na trama, os artistas Einar e Gerda Wegener se casam. Gerda então decide vestir Einar de mulher para pintá-lo. Einar começa a mudar sua aparência, transformando-se em uma mulher, e passa a se chamar de Lili Elbe. Com o apoio ainda que conturbado da esposa, Lili passa por uma das primeiras cirurgias de mudança de sexo da história para se encontrar e recuperar o gosto pela vida.

1. STEPHEN HAWKING, A Teoria de Tudo

Nenhum outro papel de Redmayne poderia ocupar o topo do nosso ranking além de sua ovacionada performance em A Teoria de Tudo. No drama cinebiográfico, em que dividiu as telonas com Felicity Jones, o astro interpretou o físico teórico Stephen Hawking, transmutando-se no lendário cientista, e levou para casa inúmeros prêmios – incluindo o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA de Melhor Ator.

A trama expõe como o astrofísico fez descobertas relevantes para o mundo da ciência, inclusive relacionadas ao tempo. Também retrata seu romance com Jane Wilde, uma estudante de Cambridge que viria a se tornar sua esposa. Aos 21 anos de idade, Hawking descobriu que sofria de uma doença motora degenerativa, mas isso não o impediu de se tornar um dos maiores cientistas da atualidade.

Noah Schnapp, o Will de ‘Stranger Things’, assume que é gay; Confira o vídeo!

Através de um vídeo publicado no Tik Tok, o ator Noah Schnapp, o Will de ‘Stranger Things‘, assumiu que é gay.

Na legenda da publicação, ele escreveu:

“Acho que sou mais parecido com [Will] do que pensava”, referindo-se ao fato de seu pérsonagem também ser gay, apesar de não ter admitido ainda.

Ao longo do vídeo, ele brincou sobre a declaração, escrevendo:

“Quando finalmente contei a meus amigos e familiares que era gay depois de ficar com medo e preso no armário por 18 anos, tudo o que eles disseram foi: ‘nós sabemos’.”

Confira:

@noahschnappI guess I’m more similar to will than I thought♬ original sound – princessazula0

Após a repercussão, os representantes de Schnapp disseram que o ator não tinha mais comentários no momento.

Vale lembrar que no oitavo episódio da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, há uma comovente cena em que Will se declara indiretamente para Mike (Finn Wolfhard).

Enquanto explica a Mike o quanto Eleven (Millie Bobby Brown) o ama, Will lhe diz para retribuir esse amor e aceitar a amada com todas as diferenças que ela carrega, porque “ser diferente” é algo que poucos aceitam.

No entanto, fica claro para Jonathan (Charlie Heaton) e para o público que Will também estava falando de si mesmo para Mike, um indicativo de seus sentimentos amorosos pelo amigo.

Em entrevista para a Variety, Schnapp revelou que houve pistas sobre os sentimentos de Will em relação a Mike desde a 1ª temporada.

E mesmo que o personagem não tenha falado abertamente sobre sua sexualidade, Schnapp confirmou que Will é gay.

“Obviamente, isso foi sugerido desde a 1ª temporada: é algo que sempre esteve lá, mas você nunca notou porque achava apenas que ele crescendo em ritmo mais lento que seus amigos. Agora está 100% claro que ele é gay e que ele ama o Mike.”

Ele continuou:

“É um arco lento, que não podia ser feito às pressas. Eu acho que o tema é abordam de uma forma linda, porque é tão fácil fazer um personagem ser gay de repente. As pessoas vieram até mim – eu estava em Paris e um homem de 40 anos veio até mim e disse: ‘Uau, esse personagem de Will me fez sentir tão bem. Ele é exatamente como eu durante a infância. Isso me deixou tão feliz. Eles estão escrevendo esse personagem de uma forma real, com uma jornada e uma luta interna que representa muito bem [a comunidade LGBTQ+].”

Anteriormente, os criadores da série, Matt e Ross Duffer conversaram com o Collider e disseram como a declaração do personagem foi importante para reforçar esse tema.

Noah é incrível. Ele foi simplesmente incrível naquela cena [da declaração] porque não foi preciso dizer nada sobre sua sexualidade, suas palavras e o olhar de Jonathan foram o suficiente para fazer o público entender. Eu também amo aquela cena entre ele e Charlie. Seu irmão estando lá para ele, sabe? Para o que der e vier”, disse Matt.

Ele ainda sugeriu que a sexualidade do personagem terá mais foco na última temporada.

“Tudo que posso dizer sobre a 5ª temporada é que grande parte do foco será sobre a jornada de Will como um todo. Ele terá mais destaque em sua maioridade. O que tem sido um desafio por várias razões, algumas das quais são sobrenaturais. Mas você está começando a vê-lo se tornar ele mesmo.”

Ross acrescentou: “Acho que você verá isso com alguns arcos de personagens, não apenas com Will. Mas também com Steve (Joe Keery) e Nancy (Natalia Dyer), e seu relacionamento com Jonathan, onde as coisas não estão totalmente resolvidas. Os personagens talvez vão dar alguns saltos, e esse é o caso de Will, mas essa jornada ainda não acabou. Tudo isso terá um papel enorme enquanto tentamos encerrar a trama principal.”

Lembrando que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Stranger Things’: Sadie Sink diz que o desfecho da série será “horrível e emocionante”

A 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ terminou com aguardados reencontros e momentos de triunfo contra o mal, mas também com mortes trágicas e Max (Sadie Sink) gravemente ferida após seu confronto com o vilão Vecna (Jamie Campbell Bower).

Com a 5ª temporada prestes a ser filmada, os fãs estão extremamente curiosos para descobrir o que os aguarda nos episódios finais da atração.

E, durante uma entrevista para o Today, Sink foi questionada sobre que o público pode esperar do fim da série, ao que ela respondeu:

“Um final emocionante, tenho certeza. Mas também horrível. Vai ser horrível.”

Obviamente, ela não entrou em detalhes para não estragar as surpresas, mas não conseguiu conter a emoção ao comentar sobre a despedida do programa.

“Essas crianças, todo esse elenco e equipe, nós formamos uma família. As pessoas dizem isso o tempo todo, mas eu realmente quero reforçar isso. É triste só de pensar que temos que dizer adeus e saber que não nos veremos por mais uma temporada. É assustador e triste, mas acho emocionante passar para o próximo capítulo.”

Quanto ao destino de Max, ela disse à Variety que não sabe o que vai acontecer com a personagem.

“Eu não sei [o que vai acontecer com a Max]. Até gosto de não saber o que acontecerá com ela para me surpreender quando ler [o roteiro], porque até mesmo a própria Max não sabe o que vai acontecer com ela. Então, por que eu deveria? Eu genuinamente não faço a menor ideia. É por isso que estou sempre ansiosa para ler os roteiros.”

Vale lembrar que o mesmo não pode ser dito sobre o David Harbour, que interpreta o Xerife Hooper: “Eu perturbei [os criadores da série] até eles me contarem o que irá acontecer. Eu sei como a série vai terminar e vai ser muito tocante e bonito.”

Enquanto isso, todos as quatro temporadas continuam disponíveis na Netflix.

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Avatar 2’: Sigourney Weaver relembra dura bronca que recebeu de James Cameron

Atualmente com 73 anos de idade, Sigourney Weaver (‘Alien’) interpretou a adolescente Kiri Sully em ‘Avatar: O Caminho da Água‘.

Depois que seu corpo humano morreu, descobrimos que ela se torna filha adotiva de Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña).

E, apesar de um currículo repleto de atuações marcantes, a estrela admitiu à D23 Magazine (via Screen Rant) que estava completamente insegura em interpretar uma personagem muito mais nova do que realmente é.

Ela relembra que só recuperou a confiança em si mesma depois que recebeu uma dura bronca do diretor James Cameron.

“Eu estava em agonia sobre Kiri na maior parte do tempo. Eu não tinha ideia do que estava realmente acontecendo. Eu não conseguia me ver como a personagem e eu evitava pensar nisso. Por mais que minha insegurança fosse visível, Jim [Cameron] nunca disse nada.”

Ela continuou:

“Até um dia que deixei escapar uma reclamação, lamentando sobre não receber nenhum conselho, então Jim simplesmente se virou e disse com uma voz séria: ‘Você precisa parar de ser insegura. É realmente inapropriado para quem você é, para sua bagagem e para o que você construiu ao longo da sua carreira’. Aquilo foi o bastante para me deixar sem palavras. Eu só prestei atenção ao que ele falou, alto e claro.”

Pelo visto, a bronca valeu a pena, já que os fãs elogiaram a atuação de Weaver e alguns afirmaram que Kiri é uma das personagens mais carismáticas da trama.

Assista nossa crítica com a atriz:

Lembrando que a sequência já arrecadou US$ 1.443 bilhão pelo mundo em apenas 20 dias, superando a arrecadação total de ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1.4B) e se tornando a 13ª maior bilheteria da história do cinema.

O longa de James Cameron deve ultrapassar a arrecadação global de ‘Frozen 2‘ (US$ 1.45B) ainda hoje (3), além de superar a marca de US$ 1 bilhão somente no mercado internacional – atualmente, a produção soma US$ 997 milhões internacionalmente.

O TOP 5 dos principais mercados internacionais conta com a China (US$162M), França (US$93.7M), Alemanha (US$70.5M) e Reino Unido (US$57.5M).

De acordo com o Deadline, ‘Avatar 2‘ também deve superar a arrecadação total de ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.48B) nos próximos dias, assumindo oficialmente o posto de maior bilheteria de 2022.

Assista nossa crítica e entrevista:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

MAS JÁ? 10 grandes álbuns internacionais que completam 10 anos em 2023

2023 promete trazer o retorno de diversos artistas icônicos ao mundo da música – incluindo Ellie GouldingMiley Cyrus e, potencialmente, Beyoncé (com o segundo capítulo da trilogia ‘Renaissance’).

Entretanto, não são apenas os lançamentos que iremos comemorar nos próximos meses, mas também icônicas produções que fazem aniversário. Apenas neste ano, celebraremos ARTPOP, de Lady Gaga, o álbum homônimo da nossa Queen BPrism, de Katy Perry, e vários outros.

Pensando nisso, preparamos uma lista com dez grandes discos que fazem dez anos em 2023 para você já ir preparando sua playlist.

Confira abaixo:

YOURS TRULY, Ariana Grande

O primeiro álbum de estúdio de Ariana Grande trouxe inspirações de Whitney HoustonAmy WinehouseChristina AguileraMariah Carey, pincelado com as amálgamas do popR&B (uma tendência que perduraria até os dias atuais em sua carreira). Estreando no topo da Billboard 200 e dando início a uma nova fase de sua imagem artística, Grande encabeçou canções como “The Way”“Baby I”“Right There”, além de ter colaborado com nomes como MikaBig Sean.

TRUE, Avicii

O saudoso Avicii pode não ter lançado muitos álbuns, mas, quando o fez, parou o mundo ao levar os crescentes subgêneros da música eletrônica ao escopo mainstream. Em 2013, ele lançou ‘True’, compilado que contém os maiores hits de sua carreira – incluindo “Wake Me Up”“Hey Brother”“Addicted to You”. Além da presença do EDM, o álbum também conta com infusões do country, do house, do soul e do bluegrass.

BEYONCÉ, Beyoncé

Beyoncé é um dos nomes mais lendários da indústria musical e, em 2013, promoveu uma revolução gigantesca no cenário fonográfico com o lançamento de seu aclamado álbum homônimo. Se os álbuns iniciais da Queen B tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação.

RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk

Random Access Memories, considerado por inúmeros especialistas como o melhor álbum da carreira da dupla conhecida como Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, a dupla provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

THE ELECTRIC LADY, Janelle Monáe

Três anos depois de ter feito sua grandiosa estreia com ‘The ArchAndroid’, a icônica Janelle Monáe retornou ao mundo da música com o aclamado ‘The Electric Lady’. Elogiado por seu conteúdo lírico e pela impecável produção, o álbum conta com músicas como “Q.U.E.E.N.”“Dance Apocalyptic” e exalta a cultura afro-americana, ressignificando-a como um processo de luta e de permanência políticas.

PRISM, Katy Perry

Considerada por muitos como a melhor entrada da carreira de Katy Perry – incluindo por este que vos escreve -, o compilado de treze faixas originais conhecido como Prism é carregado com um número considerável de sucessos de paradas mundiais, incluindo o lead single “Roar”, que alcançou o primeiro lugar da Billboard 200, e faixas como “Dark Horse” e “Unconditionally”, que ficaram marcadas como músicas essenciais da carreira da cantora.

ARTPOP, Lady Gaga

Já se foi o tempo que falar mal de ARTPOP era moda; agora, é necessário reconhecer o grandioso impacto do terceiro álbum de Lady Gaga na cultura mundial e entender que a produção, estava muito além de seu tempo. Diferente de investidas anteriores, Gaga mergulhou de cabeça na desconstrução da imagem solidificada na década anterior, assim como Andy Warhol e Sun Ra (que servem de referência para a arquitetura estética em questão).

PURE HEROINE, Lorde

Enquanto alguns artistas apostavam no EDM, outros se voltaram para novas incursões do pop que surgiam no cenário musical. Foi o caso de Lorde com sua incrível estreia intitulada ‘Pure Heroine’. O aclamado álbum apresentou uma nova faceta da indústria fonográfica e garantiu elogios até mesmo do lendário David Bowie, que chamou Lorde de “o futuro da música”. Dentre as ótimas faixas, deixo aqui a recomendação de “Royals”“Team”.

BANGERZ, Miley Cyrus

O subestimado Bangerz, de Miley Cyrus, a impulsionou em um caminho totalmente diferente do esperado e desvinculou oficialmente a imagem da artista como a cantora teen que ficou eternizada como Hannah Montana. Mergulhado no dubstep e no R&B, a produção estreou em primeiro lugar na Billboard 200 e garantiu a Cyrus sua primeira indicação ao Grammy, na categoria de Melhor Álbum Pop Vocal, além de gerar sucessos como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”“Adore You”.

RACINE CARRÉE, Stromae

Stromae pode até não ser um nome que você conheça, mas definitivamente precisa. Em 2013, o artista belga lançou seu segundo compilado de originais, ‘Racine carrée’, que se tornou um grande sucesso na Europa Ocidental e ajudou a cimentar sua frutífera carreira. Apostando numa atmosfera mais noventista, principalmente pelo uso do dance e do house, o cantor e compositor nos apresentou a canções como “Tous les mêmes”“Papaoutai”“Formidable”, além de ter vendido mais de um milhão de cópias em apenas quatro meses.

Lendário compositor Michael Giacchino fará sua estreia nos cinemas como diretor

Segundo o Deadline, o lendário compositor vencedor do Oscar Michael Giacchino fará sua estreia nos cinemas como diretor, pouco depois de ter comandado a aclamada minissérie Lobisomem na Noite, da Marvel Studios.

As informações indicam que ele irá comandar o reboot do clássico filme sci-fi ‘O Mundo em Perigo’, de 1954.

Para aqueles que não conhecem, o longa-metragem foi dirigido por Gordon Douglas e acompanhou a história do sargento Ben Peterson que, enquanto investiga uma série de mortes misteriosas, encontra uma menina que não pode falar. Peterson descobre que todos os incidentes são causados por formigas gigantes que sofreram uma mutação por radiação atômica.

“Sempre há um filme que não consegue sair da sua cabeça”, Giacchino disse ao site. “Para mim, é ‘O Mundo em Perigo’. Não foi até muito tarde na minha vida que eu descobri sobre o que ele falava – a era nuclear. O que eu amo sobre [o filme] é pelo fato de ser sobre o outro, o desconhecido que todos não conseguem ou se recusam a entender. A versão atual [do filme] é sobre imigração e para falar sobre o tema através das lentes desse insano longa de ficção científica”.

Com poucas informações reveladas, as filmagens devem começar em breve, ainda sem dia confirmado.

Warner Bros. fica responsável por supervisionar o projeto.

Giacchino é um dos compositores mais prolíficos da história do cinema e assinou a trilha de diversas produções bastante aclamadas, como ‘Os Incríveis’‘Ratatouille’‘Batman’. Seu trabalho na animação ‘Up – Altas Aventuras’ lhe rendeu o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original.

‘Poker Face’: Natasha Lyonne é destaque no cartaz OFICIAL da série de mistério; Confira!

Depois do trailer, a Peacock divulgou o cartaz oficial de Poker Face, vindoura série de suspense e mistério do diretor Rian Johnson (‘Entre Facas e Segredos’).

A produção tem estreia agendada para o dia 26 de janeiro na plataforma de streaming.

Confira:

Charlie (Natasha Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.

O elenco ainda contará com Simon HelbergJameela JamilTim Meadows, Adrien Brody, Joseph Gordon-Levitt, Stephanie Hsu, Lil Rel Howery, Benjamin BrattDavid Castañeda, Dascha Polanco, Ron PerlmanNick NolteTim Blake Nelson, Charles Melton, Clea DuVallAngel DesaiShane Paul McGhieLeslie Silva e Jasmine Aiyana Garvin 

Lyonne será a produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal PicturesNora Lilla Zuckerman entram como showrunners.

O primeiro ciclo contará com 10 episódios.

Além de dirigir, Johnson também será o principal roteirista da vindoura atração.

‘Astrid & Lilly Save the World’: Série do SyFy é CANCELADA após uma temporada

A série de terror cômica ‘Astrid & Lilly Save the World‘ foi oficialmente cancelada pelo SyFy depois de apenas uma temporada.

Informações sobre a decisão não foram reveladas.

Relembre a sinopse e o trailer oficiais:

O colégio já é difícil quando você é diferente, mas quando as melhores amigas Astrid (Jana Morrison) e Lilly (Samantha Aucoin) acidentalmente abrem um portal para uma dimensão monstruosa, as coisas ficam muito mais complicadas. Agora, cabe a elas banir as criaturas sinistras e salvar o mundo, tornando-se as heroínas fortes que elas deveriam ser. Isso é… se elas conseguirem sobreviver aos horrores do ensino médio.

O roteiro foi escrito por Noelle StehmanBetsy Van Stone, que também servem como produtores executivos ao lado de Lance Samuels, Daniel Iron e Samantha Levine.

Danishka Esterhazy é responsável pela direção.

‘Fargo’: Astro de ‘The White Lotus’ entra para o elenco da 5ª temporada

Segundo a VarietyLukas Gage, conhecido por seu trabalho nas séries ‘The White Lotus’‘Euphoria’, foi escalado para a 5ª temporada da aclamada produção Fargo.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ele se junta aos previamente confirmados Joe Keery (‘Stranger Things’), Lamorne Morris (‘New Girl’) e Richa Moorjani (‘Eu Nunca…’). Keery dará vida a um personagem chamado Gator Tillman; Morris será Witt Farr; e Moorjani, por fim, será Indira Olmstead.

Juno TempleJon Hamm, Jennifer Jason LeighDave Foley completam o time.

Lembrando que o novo ciclo começou a ser rodado no final do ano passado.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Criada por Noah Hawley, a série é inspirada no filme ‘Fargo: Uma Comédia de Erros‘, lançado em 1996.

A trama antológica apresenta várias crônicas de engano, intriga e assassinato dentro e ao redor de Minnesota. No entanto, todas essas histórias remetem misteriosamente de uma forma ou de outra a Fargo, Dakota do Norte.

‘Irmãos de Honra’: Drama de guerra estilo ‘Top Gun’ ganha data de estreia na Paramount+!

Irmãos de Honra‘ (Devotion), drama de ação no estilo ‘Top Gun’, ganhou data de estreia na Paramount+.

O longa-metragem chegará à plataforma de streaming no próximo dia 08 de janeiro.

A trama segue a história real dos pilotos estadunidenses Jesse Brown e Tom Hudner, dois jovens de mundos muito diferentes. Os dois iniciaram a carreira militar juntos no VF-32 e ao longo do serviço eles são levados ao limite, voando em um jato de combate. Jesse e Tom se tornam amigos e começam a superar cada vez mais desafios lado a lado, mas tudo muda quando um deles é abatido atrás das linhas inimigas.

Relembre o trailer:

Dirigido por J.D. Dillard, o longa é baseado no livro homônimo de Adam Makos.

Jonathan Majors (‘Lovecraft Country’), Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’) e Serinda Swan (‘Inumamos’) estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de dezembro.

‘O Menu’: Thriller com Anya Taylor-Joy estreia ESTE MÊS no Star+; Confira os novos cartazes!

O aclamado suspense ‘O Menu‘, estrelado pela Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’), chega em 18 de janeiro ao catálogo do Star+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou novos cartazes promocionais do longa-metragem.

Confira:

Assista à nossa entrevista com o diretor Mark Mylod:

A história traz um casal (Anya Taylor-Joy e Nicholas Hoult) que viaja para uma ilha na expectativa de comer no restaurante de um chef reconhecido (Ralph Fiennes) e o cardápio possui algumas surpresas chocantes.

O elenco conta também com Hong Chau, Janet McTeer, Judith Light, Reed Birney, Paul Adelstein, Aimee Carrero, Arturo Castto, Mart St. Cyr, Rob Yan e John Leguizamo.

‘Harlem’: 2ª temporada da série de comédia ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Harlem’, comédia produzida por Pharrell WilliamsAmy Poehler.

Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia marcada para o dia 03 de fevereiro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Tracy Oliver (‘Viagem das Garotas’).

Na trama, quatro amigas navegam pela fase dos 30 anos com muito bom humor e disposição, à medida em que tentam realizar os seus sonhos profissionais e pessoais. Aqui, amor e carreira se transformam em duas missões mais complicadas de que poderia se esperar.

Meagan Good, Grace Byers, Shoniqua Shandai e Jerrie Johnson estrelam a série.

‘The Last of Us’: Vídeo nos leva aos bastidores da AMBICIOSA série da HBO; Confira!

A HBO divulgou um novo vídeo promocional de ‘The Last of Us‘, estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

featurette nos leva aos bastidores da adaptação seriada

Confira:

A produção estreará oficialmente no dia 15 de janeiro.

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘O Pálido Olho Azul’: Suspense estrelado por Christian Bale já está disponível na Netflix!

O Pálido Olho Azul‘, suspense estrelado por Christian Bale (‘Batman Begins’), finalmente chegou à Netflix.

A produção foi lançada hoje, 06 de janeiro, na plataforma de streaming.

Em 1830, um detetive é contratado para investigar, com muita discrição, o terrível assassinato de um dos cadetes da Academia Militar de West Point. No entanto, o código de silêncio dos cadetes se mostra um obstáculo incontornável para a investigação, fazendo com que o detetive peça a ajuda de um dos alunos da academia: um jovem que entraria para a história como Edgar Allan Poe.

Relembre o trailer:

Escrito e dirigido por Scott Cooper, o longa é baseado na obra homônima de Louis Bayard.

Harry Melling (O Gambito da Rainha), Gillian Anderson (The Crown), Lucy Boynton (Bohemian Rhapsody), Charlotte Gainsbourg (Antichrist), Toby Jones (Atômica), Harry Lawtey (Industry), Simon McBurney (Carnival Row), Timothy Spall (Mr. Turner), Hadley Robinson (Moxie), Joey Brooks (Molly’s Game), Brennan Cook (Encounter), Gideon Glick (Marvelous Mrs. Maisel), Fred Hechinger (The White Lotus), Matt Helm (Tragedy of Macbeth), Steven Maier (The Plot Against America), Charlie Tahan (Ozark) e Robert Duvall (O Juiz) também estrelam.

Nenhuma alma está a salvo no trailer do terror ‘Oferenda ao Demônio’; Confira!

O terror ‘Oferenda ao Demônio‘ (The Offering), que será lançado nos cinemas nacionais pela Paris Filmes no dia 9 de fevereiro, ganhou o primeiro trailer.

Confira, com o cartaz nacional:

Oliver Park é responsável pela direção.

Após o desaparecimento de uma jovem judia, o filho de um agente funerário hassídico volta para casa com sua esposa grávida na esperança de se reconciliar com seu pai. Mal eles sabem que logo abaixo no necrotério da família, um antigo mal com planos sinistros para o feto se esconde dentro de um cadáver misterioso.

O elenco conta com Nick Blood, Emily Wiseman, Allan Corduner, Paul Kaye e Daniel Ben Zenou.

‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ se passará em um PRÉDIO; Diretor revela mais sobre a trama….

Em entrevista ao Empire, o diretor Lee Cronin comentou sobre a decisão de trocar radicalmente a ambientação do terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ (Evil Dead Rise).

Ao invés de se passar em uma cabana isolada na floresta, o novo filme será ambientado em um prédio – um cenário urbano inédito na franquia.

“[A mudança de cenário] faz parte da exploração de um universo maior. É sobre como essa força maligna nunca pode ser destruída; ela continuará a viajar e ser passada adiante. Para mim, a ideia da trama se passar em um cenário urbano pareceu natural. Ninguém me forçou dizendo: ‘Precisamos fazer um filme da franquia ‘A Morte do Demônio’ na cidade!’. Eu queria focar em uma família em um cenário urbano.”

Ele completa, “Acredito que ambos cenários são semelhantes. Eu imagino o apartamento como a cabana e os corredores e outros aspectos do prédio como a floresta.”

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A Morte do Demônio: A Ascensão conta a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

A New Line Cinema e a Renaissance Pictures apresentam um retorno à icônica franquia de terror ‘Uma Noite Alucinante‘, em um novo conto do diretor e roteirista Lee Cronin (“O Bosque Maldito”, “Minutos Depois da Meia-Noite – Trem Fantasma”). O longa é produzido por Sam Raimi e Bruce Campbell.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

A Morte do Demônio – A Ascensão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de abril.

‘Poker Face’: Natasha Lyonne desvenda crimes surreais em trailer da nova série de Rian Johnson

O Peacock divulgou um novo trailer de ‘Poker Face‘, nova série de Rian Johnson estrelada por Natasha Lyonne (‘Orange Is the New Black’).

Lyonne estrela no papel de Charlie Cale, dona da habilidade extraordinária de identificar quando uma pessoa está mentindo. A personagem cai na estrada com seu carro, um Plymouth Barracuda, e a cada parada encontra um novo conjunto de personagens e crimes estranhos que ela não consegue se segurar para resolver.

Confira abaixo novo material:

Relembre o teaser anterior:

Charlite (Natasha Lyonne) tem uma habilidade extraordinária em dizer quando alguém está mentindo. Ela embarca em uma viagem com seu Plymouth Barracuda e, a cada parada, encontra pessoas e crimes estranhos que ela não pode deixar de resolver.

O elenco ainda contará com Simon HelbergJameela JamilTim Meadows, Adrien Brody, Joseph Gordon-Levitt, Stephanie Hsu, Lil Rel Howery, Benjamin BrattDavid Castañeda, Dascha Polanco, Ron PerlmanNick NolteTim Blake Nelson, Charles Melton, Clea DuVallAngel DesaiShane Paul McGhieLeslie Silva e Jasmine Aiyana Garvin 

Lyonne será a produtora executiva junto com Maya Rudolph e Danielle Renfrew Behrens, representantes da Animal PicturesNora Lilla Zuckerman entram como showrunners.

Poker Face‘ irá estrear pelo Peacock em 26 de janeiro, com quatro episódios. Os seis capítulos seguintes serão lançados semanalmente às quintas-feiras.

‘A Múmia’: Brendan Fraser diz que está PRONTO para reviver a franquia

Sem dúvidas, o personagem mais marcante da carreira de Brendan Fraser foi o aventureiro Rick O’Connell na franquia ‘A Múmia.

O astro desempenhou o papel originalmente em 1999 e retornou para mais duas sequências, intituladas ‘O Retorno da Múmia‘ (2001) e ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão‘ (2008).

No entanto, Fraser acha que ainda há mais história para contar sobre esse universo…

Enquanto relembrava sua trajetória como ator durante uma entrevista para o Deadline, o astro foi questionado sobre a possibilidade de reprisar o papel, ao que ele respondeu:

“Essa é uma questão que está em aberto há algum tempo. Não sou contra, não conheço um ator que não queira um emprego. Para ser sincero, acho que nunca fui tão famoso e não assalariado ao mesmo tempo em minha vida profissional, então, me liguem.”

E aí, você gostaria de revê-lo retornando para mais aventuras?

Até lá, vale lembrar que seu próximo filme é ‘A Baleia‘, drama dirigido por Darren Aronofsky (‘Mãe!’).

O filme chega aos cinemas nacionais em 23 de fevereiro com distribuição da Califórnia Filmes.

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor ator em filmes dramáticos, Fraser interpreta Charlie, um professor de 270 Kg, que não consegue sair do sofá, e repleto de problemas emocionais. No Festival de Veneza, em setembro passado, ele também recebeu quase 10 minutos de aplausos na sessão de gala do longa, e o ator é um dos mais cotados para o Oscar.

Fraser se transformou fisicamente para viver o personagem: um homem com obesidade severa que não consegue sair do sofá. Professor de literatura, ele precisa se confrontar com seu passado, que envolve uma filha adolescente (Sadie Sink) e sua ex-mulher (Samantha Morton).

O roteiro é escrito por Samuel D. Hunter, baseado em sua peça homônima.

“O que eu gosto sobre A BALEIA é como nos convida a ver a humanidade dos personagens, que não são totalmente bons ou maus, eles têm nuances como qualquer pessoa, e vivem vidas muito ricas”, conta Aronofsky, que se interessou em adaptar a peça desde que a viu, mais de dez anos atrás.

Fraser, por sua vez, conta que teve uma entrega total ao personagem, como nunca fizera antes, para mostrar toda a força e vulnerabilidade de Charlie. “Ele tem uma melancolia que o paralisa que vem do fato de nunca poder ter sido a pessoa que queria ser. Ele carrega muitos sentimentos de culpa”, explica o ator.

Ele também defende o personagem, que, para ele, não é mesquinho ou calculista, mas vítima de suas próprias escolhas. “Charlie feriu as pessoas por não ser direto, não ser autêntico, e agora vive uma batalha consigo mesmo. Ele deixou de lado de acertar as contas com as pessoas que amava, e agora pode ser tarde demais para fazer isso. Quando diz aos seus alunos que precisam encontrar uma maneira de dizer a verdade, no fundo, ele está falando isso para si mesmo.”

Aronofsky confessa que sempre esteve próximo de Fraser durante todo o processo, a fim de protegê-lo, pois sabia que, ao entrar no personagem, o ator também ficaria muito fragilizado emocionalmente. “Há uma espécie de casamento entre o poder das palavras do roteiro e a coragem da interpretação de Brendan. Conversamos muito sobre como queríamos aproximar, mas também afastar o público do personagem.”

“Preconceito contra obesidade é uma das últimas fronteiras das maneiras de uma pessoa menosprezar a outra. Muitas vezes, as pessoas do tamanho de Charlie são invisíveis, vistas apenas por suas famílias e cuidadores. É uma forma de silenciamento. Conversando com essas pessoas, percebi que, como qualquer um, elas querem ter suas histórias contadas, e serem tratadas de maneira justa e honesta. Isso tudo foi um impulso para me levar à autenticidade do personagem”, conclui Fraser.

Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor; e ‘Mãe!’, thriller psicológico estrelado por Jennifer LawrenceJavier Bardem.

De ‘American Pie 2’ a ‘Todo Mundo em Pânico 2’ | 11 ÓTIMAS sequências que completam 22 ANOS em 2023!

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 22 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as 11 continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 22 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Retorno da Múmia

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

Hannibal

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 32 anos em 2022. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.Jurassic Park III

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

 

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

 

Na Teia da Aranha

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

 

A Hora do Rush 2

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Jason X

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Dr. Dolittle 2

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

O Império do Besteirol Contra-Ataca

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.

Crocodilo Dundee em Hollywood

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Todo Mundo em Pânico 2

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

Assustador! Prelúdio de ‘X – A Marca da Morte’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil

O prelúdio de ‘X – A Marca da Morte‘ finalmente ganhou uma data oficial para chegar aos cinemas do Brasil e trailer LEGENDADO.

O ACLAMADO ‘Pearl‘ será lançado no dia 9 de fevereiro pela Cinecolor Films Brasil em parceria com a Universal Pictures.

Assista ao trailer:

Dentre os comentários dos críticos no Rotten Tomatoes, os especialistas rasgaram elogios para a atuação de Mia Goth, que reprisa o papel titular, apesar de dizerem não ser tão original quanto o filme predecessor.

Confira:

Pearl acaba realçando ‘X’ um pouco ao essencialmente narrar toda a repressão e os eventos que deixaram Pearl louca. Mas não sem seus próprios problemas” – Collider.

“Talvez eu não devesse ter gostado tanto de Pearl quanto eu gostei: mas é inteligente, ágil, tenebroso e brutalmente bem atuado. Uma joia” – The Guardian.

“É uma conquista impressionante da arte fílmica, mas uma que não revela nada de novo” – IndieWire.

“Um retrato arrepiante de mais uma jovem cobiçando por uma vida melhor do que a que tem, tornando-se uma companhia divertida a ‘X’” – THR.

Pearl se sustenta por conta própria, uma divertida ‘Imitação da Vida’ cheia de referências internas a clássicos do terror” – Variety.

Lembrando que West já está desenvolvendo o roteiro do terceiro filme, intitulado ‘MaXXXine‘.

Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

Ruth Negga se junta a Jake Gyllenhaal no elenco da nova série de J. J. Abrams pela Apple TV+

Segundo a Variety, a atriz Ruth Negga (‘Preacher’) vai estrelar a série ‘Presumed Innocent‘ ao lado do já confirmado Jake Gyllenhaal (‘O Abutre’) para a Apple TV+.

A trama que é baseada no romance de Scott Turow traz Rusty Sabich (Gyllenhaal), um fervoroso promotor de Chicago acusado de matar seu colega. Negga será Barbara Sabich, a esposa de Rusty.

David E. Kelley, de ‘Big Little Lies‘, está adaptando o romance e vai atuar como showrunner e produtor executivo. Abrams está na produção, através de sua produtora Bad Robot Productions, ao lado de Thomason, Sharr White e Gyllenhaal.

A Warner Bros. Television é o estúdio do projeto. Kelley está desenvolvendo a série Avalon, com Neve Campbell estrelando. Gyllenhaal está no elenco de voz do filme animado Mundo Estranho e está no elenco de Road House, série adaptando o filme Matador de Aluguel.

Presumed Innocent‘ ainda não tem data de estreia, mas deve chegar em 2023 pela Apple TV+.

‘Bandida’, filme estrelado pelas ex-BBBs Maria e Natália Lage, encerra suas filmagens

Segundo o TelaViva, foram encerradas as filmagens de ‘Bandida: A Número um da Rocinha‘, novo filme de João Wainer (‘A Jaula).

O longa que é baseado no livro ‘A Número Um‘, de Raquel de Oliveira, acompanha Rebeca, interpretada pela cantora e estreante nos cinemas Maria, que aos nove anos é vendida pela avó para um bicheiro que mandava na comunidade.

Crescendo de perto no mundo do crime, ela se torna companheira do Pará (Jean Amorim), chefe do crime, para depois comandar a quadrilha.

Milhem Cortaz, Wilson Rabelo, MC Marechal, JP Rufino, Natália Lage, Natália Deodato e Thaís Gullin completam o elenco. Michely Gabriely faz sua estreia nos cinemas vivendo Rebeca quando criança.

João Wainer também assina o roteiro ao lado de Patricia Andrade, Cesar Gananian e Thais Nunes.

A produção é da Paris Entretenimento, em coprodução com TX Filmes, Claro, Telecine, e apoio da Riofilme. A Paris Filmes está na distribuição do projeto, com previsão de lançamento nos cinemas para 2023.

Nicole Kidman entra para o elenco de ‘Lioness’, nova série do criador de ‘Yellowstone’

De acordo com a Variety, Nicole Kidman entrou para o elenco de ‘Lioness‘, próxima série de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’) pela Paramount+.

A série que é inspirada em um programa real da CIA acompanha Cruz Manuelos (Laysla De Oliveira), uma jovem fuzileira recrutada para ajudar a derrubar uma organização terrorista interna. Kidman será Kaitlyn Meade, supervisora ​​sênior do programa da CIA.

Zoe Saldaña, Jill Wagner, Dave Annable, LaMonica Garrett, James Jordan, Austin Hébert, Hannah Love Lanier, Stephanie Nur e Jonah Wharton completam o elenco.

Taylor Sheridan vai atuar como showrunner da série. Saldaña e Kidman também atuam como produtoras executivas do projeto, que está em desenvolvimento ainda.

O autor está com outras novas produções, como 1923, derivado do sucesso ‘Yellowstone‘, e ‘Tulsa King‘, com Sylvester Stallone.

Wagner Moura dubla personagem de ‘Gato de Botas 2’, mas não na versão brasileira

Para quem não sabe, o ator Wagner Moura (‘Tropa de Elite’) participa do elenco de vozes de ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘, porém, diferente do que muitos imaginam, ele não dubla ninguém na versão em português do Brasil.

Moura dá voz ao Lobo, no entanto interpreta o personagem na versão em inglês da animação, dita como a original do estúdio.

Através de um vídeo promocional que mostra trechos do processo de gravação vocal com Moura vemos o trabalho do ator. Na trama do longa, o Lobo representa a Morte e planeja ceifar a nona vida do Gato, vivido por Antonio Banderas (‘Uncharted: Fora do Mapa’).

Confira abaixo o vídeo:

Lembrando que a franquia completa de ‘Shrek‘ está disponível no catálogo da Netflix.

Pela primeira vez em mais de uma década, a DreamWorks Animation apresenta uma nova aventura no universo Shrek quando o ousado fora-da-lei Gato de Botas descobre que sua paixão pelo perigo e desrespeito pela segurança terão consequências. Gato queimou oito de suas nove vidas, embora tenha perdido a conta ao longo do caminho. Recuperar essas vidas enviará o Gato de Botas em sua maior missão até agora.

O indicado ao Oscar Antonio Banderas retorna como a voz original do notório Gato de Botas enquanto ele embarca em uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas vidas perdidas. Mas com apenas uma vida restante, Gato terá que se humilhar e pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga: a cativante Kitty Soft Paws (a indicada ao Oscar® Salma Hayek na versão original).

O elenco original também conta com Olivia ColmanJohn MulaneyAnthony MendezWagner MouraSamson KayoDa’Vine Joy RandolphRay WinstoneFlorence PughSalma Hayek.

Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’) fará sua estreia como Perro, associado canino dos protagonistas.

A sequência é dirigida por Joel Crawford e produzida por Mark Swift, que já trabalhou anteriormente no sucesso ‘Os Croods 2‘, da DreamWorks.

Ranking | Do Pior ao MELHOR Filme do DCEU – incluindo ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’

O Universo Estendido da DC iniciado por Zack Snyder passou por altos e baixos até chegar ao seu fim, com ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’.

Com muitos filmes controversos, o universo lutou para estabelecer personagens e passou por vários problemas nos bastidores – que respingaram no resultado dos filmes.

Agora que o último filme desse universo já está nos cinemas, o CinePOP decidiu rankear os filmes do DCEU do pior para o melhor, incluindo o Liga da Justiça de Zack Snyder, que mesmo não integrando oficialmente esse universo, foi vendido pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

16. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção.

David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe.

Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar.

Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

15.  Mulher Maravilha 1984 (2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou.

Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora.

Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

14.   The Flash (2023)

Um filme que sofreu bastante com a estafa de filmes de super-heróis e a expectativa do público. O principal problema são os efeitos visuais; claro que é possível ignorar a artificialidade do CGI caso compremos, por completo, as inclinações noventistas da imagética do filme – mas, em alguns momentos, as construções estéticas são tão falsas que quebram a magia. Mas isso não significa que o resultado não seja positivo, pelo contrário: o conciso roteiro nos ajuda a compreender que a ideia não é reinventar o que já existe, e sim utilizar as fórmulas a favor da obra e garantir que o público saia da sala de cinema realizado e até mesmo com vontade de reassistir.

‘The Flash’ entrega exatamente o que prometia, configurando-se como uma das melhores entradas dessa fase final da DC. Divertido, emocionante e pincelado com reflexões sobre o que significa conviver com a imutabilidade do passado.

13. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas.

Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman.

Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

12.   Shazam! Fúria dos Deuses (2023)

Com duas horas e dez de duração e duas cenas pós-créditos, é bem verdade que ‘Shazam! Fúria dos Deuses’ poderia ser bem uns vinte minutos mais curtos, mas esse tempo a mais não interfere na recepção do filme de David F. Sandberg: ao contrário, o roteiro de Henry Gayden e Chris Morgan preenche bem o enredo com todo tipo de brincadeirinha recheada de sarcasmo que embalam o espectador ao longo do trajeto. Inteligentemente, a história acompanhou o crescimento etário de seu público-alvo (quatro anos, quando se é adolescente, é muita coisa!), de modo que tanto as piadas quanto as situações em si ganham um tom levemente mais adulto – o que é um bem-vindo alívio para a galera no cinema com mais de vinte anos.

Shazam! Fúria dos Deuses’ é um produto comercialmente perfeito: tem uma história envolvente tanto para a galera que cresceu quanto para quem está chegando agora; dosa bem o humor com a evolução da trama, sem abusar da paciência do espectador; acompanha o interesse e as queixas de seu público-alvo, inclusive fazendo autocrítica; consegue inserir magistralmente dois patrocinadores com cenas que valorizam suas marcas (Gatorade e Skittles), o que promove a venda e o interesse nos produtos em questão; consegue dialogar com as outras partes do universo criado pela DC sem soar como forçação de barra; e, mais que tudo isso, consegue vender os outros títulos de sucesso da produtora, gerando conexões que atiçam a curiosidade do espectador em ir atrás para (também) consumir esses produtos.

11. Adão Negro (2022)

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo.

O grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

O roteiro fraquinho segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, e a direção de Jaume Collet-Serra tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, mas também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor. É um filme divertido e grandioso, mas não deixa de ser genérico.

10.   Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.

Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

9. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut.

Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2.

O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

8.  Aquaman 2 – O Reino Perdido (2023)

James Wan volta à cadeira de direção e mantém-se fiel à estética nostálgica do filme anterior: aqui, o cineasta trabalha com inúmeras referências cinematográficas para expandir o cosmos de Aquaman, lembrando-se de que, agora, não lidamos mais com uma história de origem, e sim uma ramificação pautada em um classicismo saudosista que pode ser apreciada por qualquer fã de uma boa narrativa. Não é surpresa que Wan abra seu leque de homenagens nos mais diversos âmbitos da produção, seja com a épica e dissonante trilha sonora de Rupert Gregson-Williams, que mistura sintetizadores com poderosos instrumentos de corda orquestrais, seja com incursões estilísticas que rememoram ícones da sétima arte como ‘O Senhor dos Anéis’. Cada engrenagem é pensada com minúcia para entregar uma sólida experiência aos espectadores, mesmo que nem todas as investidas funcionem.

Os dois primeiros atos de Aquaman 2: O Reino Perdido’ podem não ser livres de falhas, mas com certeza nutrem da habilidade de elevarem nossas expectativas para o ato de encerramento, levando o tempo que precisam para se desenvolverem. E, após nos alimentarem com uma antecipação angustiante, culminam em uma batalha final afoita demais para ser apreciada e que promove uma resolução formulaica e apressada – desperdiçando um vilão aterrorizante que parece não exibir toda a magnitude que deveria. Porém, não podemos deixar de exibir um sorriso ao sair da sala de cinema, aliviados com uma última jornada do DCEU que funciona em quase sua completude – e que nos deixa ávidos para um novo capítulo resguardado pelas mãos de James Gunn Peter Safran.

7. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

6. Besouro Azul (2023)

Besouro Azul‘ é comandado por Ángel Manuel Soto e preza pela nostalgia narrativa. Isso quer dizer que Soto se apoia nas fórmulas das histórias de origem para tentar resgatar o motivo pelo qual nos apaixonamos por obras de super-heróis; diferente de outros títulos da companhia e até mesmo de companhias adjacentes, a ambição aqui está em colocar a representatividade latino-americana em contraposição ao domínio cansativo de personagens brancos e estadunidenses (ou até mesmo europeus). Logo, a obra é um convite ao saudosismo e à diversão, abrindo espaço para que sejamos engolfados em uma competente aventura que enche os olhos e nos faz sair das salas de cinema bastante satisfeitos.

O maior trunfo do filme é seu elenco: Maridueña faz um trabalho aplaudível e envolvente, trazendo aspectos já explorados em seu papel como Miguel Diaz na série ‘Cobra Kai’; George Lopez emerge como o principal escape cômico do enredo ao encarnar Rudy, tio de Jaime, um gênio da tecnologia que os ajuda a combater Victoria e seu exército; Adriana Barraza, recém-saída de suas atuações em ‘Penny Dreadful: City of Angels’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’, dá vida a Nana, avó de Jaime, uma ex-guerrilheira que remonta seus tempos de luta contra o neoimperialismo norte-americano para salvar o neto do modo mais glorioso e hilário que podemos imaginar. Mas o nosso foco destina-se à Marquezine.
A atriz, que começou sua carreira muito jovem, faz uma excelente estreia em Hollywood, consagrando-o no mesmo patamar de nomes como Wagner Moura e Alice Braga, que também dominaram o circuito cinematográfico internacional. Aqui, Bruna festeja com um papel que lhe permite ser independente, corajosa e empática, além de entrar como lembrete de que todos nós somos latino-americanos e estamos no mesmo barco. Ainda que pertencente ao legado da Kord, ela sabe que as investidas controversas da tia não correspondem ao que ela defende, unindo-se com Jaime para garantir que o povo integre a sociedade da mesma forma que a elite – sem ser obrigado a abandonar suas raízes e suas conquistas por pulsões de um capitalismo predatório e destrutivo. E, como se não bastasse, a química entre Marquezine e Maridueña é um deleite para os olhos.

5. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

4. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.

Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.

Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar.

Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar.

É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

1. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo.

Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

‘Gato de Botas 2’: Antonio Banderas conta como experiência de “quase morte” o aproximou do personagem

Antonio Banderas é a voz do Gato de Botas por quase duas décadas, um dos personagens mais queridos da franquia ‘Shrek‘ (2001), animação clássica da DreamWorks. Porém, o ator revelou como uma experiência de ‘quase morte’ o aproximou do personagem.

Em entrevista ao Entertainment Weekly, na campanha de ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ (2022), Banderas deu detalhes sobre a conexão pessoal que deram a ele uma nova perspectiva sobre a história do longa.

Na cena em questão, Gato de Botas percebe que queimou oito de suas nove vidas e, por isso, o personagem sai em busca do mítico Último Desejo para a Estrela dos Desejos e passa por uma crise existencial na qual ele deve lidar com sua própria mortalidade, algo que nunca passou.

Depois de sofrer um ataque cardíaco em 25 de janeiro de 2017, Banderas observou que sua emergência médica permitiu que ele se conectasse melhor com o personagem do Gato de Botas para a última sequência, afirmando “sentir, de uma forma muito pessoal, conectado a este filme”.

“Eu faço exercícios, corro, mas costumava fumar, o que provavelmente é a coisa mais estúpida que já fiz na minha vida. Tive a oportunidade de ver a morte bem diante dos meus olhos. E foi muito assustador”, disse Banderas.

Lembrando que a franquia completa de ‘Shrek‘ está disponível no catálogo da Netflix.

Pela primeira vez em mais de uma década, a DreamWorks Animation apresenta uma nova aventura no universo Shrek quando o ousado fora-da-lei Gato de Botas descobre que sua paixão pelo perigo e desrespeito pela segurança terão consequências. Gato queimou oito de suas nove vidas, embora tenha perdido a conta ao longo do caminho. Recuperar essas vidas enviará o Gato de Botas em sua maior missão até agora.

O indicado ao Oscar Antonio Banderas retorna como a voz original do notório Gato de Botas enquanto ele embarca em uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas vidas perdidas. Mas com apenas uma vida restante, Gato terá que se humilhar e pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga: a cativante Kitty Soft Paws (a indicada ao Oscar® Salma Hayek na versão original).

O elenco original também conta com Olivia ColmanJohn MulaneyAnthony MendezWagner MouraSamson KayoDa’Vine Joy RandolphRay WinstoneFlorence PughSalma Hayek.

Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’) fará sua estreia como Perro, associado canino dos protagonistas.

A sequência é dirigida por Joel Crawford e produzida por Mark Swift, que já trabalhou anteriormente no sucesso ‘Os Croods 2‘, da DreamWorks.

‘Avatar 2’ ultrapassa ‘Top Gun: Maverick’ e se torna a maior bilheteria de 2022 e a 11ª da HISTÓRIA

A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ continua trilhando sua jornada de sucesso nos cinemas e acaba de ultrapassar os US$ 1.52 bilhão arrecadados mundialmente.

O filme superou a arrecadação total de ‘Top Gun: Maverick‘ (US$ 1.5B), ‘Frozen 2‘ (US$ 1.45B) e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1.4B) e se tornou a 11ª maior bilheteria da história do cinema.

O longa de James Cameron também assumiu oficialmente o posto de maior bilheteria de 2022, que até então pertencia ao filme de Tom Cruise.

A continuação de ‘Avatar‘ (2009) também conseguiu ultrapassar a barreira do US$ 1 bilhão no mercado internacional – que não considera os EUA e Canadá. Apenas dez filmes na história haviam realizado esse feito.

Só no Brasil, o filme já foi visto por mais de 6,4 milhões de espectadores.

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Elegemos os personagens mais EXCÊNTRICOS de Nicolas Cage, o Drácula de ‘Renfield’

Indicado a quase 100 prêmios por suas interpretações ao longo da carreira de altos e baixos, Nicolas Cage ficou marcado por atuações peculiares, excêntricas, que deixam vivas as lembranças nas memórias cinéfilas. Buscando listar alguns desses personagens, separamos uma lista muito legal onde não deixa de contar um pouco da carreira desse polêmico artista.

Antes da lista, vale lembrar: O artista, sobrinho de Francis Ford Coppola, viverá o lendário Conde Drácula no longa-metragem ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, de Chris McKay (que dirigiu recentemente A Guerra do Amanhã). O filme promete mais uma atuação excêntrica e marcante, e o roteiro é assinado pela dupla Robert Kirkman (The Walkind Dead) e Ryan Ridley (Ricky and Morty). O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de maio.

Assista ao trailer e confira a nossa lista:

 

Castor Troy/ Sean Archer em A Outra Face

Com direção do mestre dos filmes de ação (John Woo) Nicolas Cage e John Travolta, por incrível que pareça se completam (muito bem) nesse troca-troca A Outra Face. No longa, uma caçada é posta em ação após uma cirurgia facial entre um cruel assassino e um agente do FBI. Com os papéis invertidos a adrenalina come solta! Castor Troy é um dos personagens mais eletrizantes e competentes de Cage, não tenham dúvidas!

 

Charlie Kaufman / Donald Kaufman em Adaptação

Filme de 2002 que tem na direção o ótimo Spike Jonze. Com um roteiro sensacional feito por Charlie Kaufman e Donald Kaufman (os personagens de Cage), Nicolas nem tem a melhor atuação mas mostra presença no papel de dois personagens. Chris Cooper é quem domina a telona quando em cena.

H.I. McDunnough em Arizona Nunca Mais

Como ser fiel à própria natureza? Quando a distância da realidade encontra a genialidade para criticar pelas entrelinhas. Lançado no ano de 1987, dirigido por Joel Coen com roteiro do mesmo juntamente com seu irmão Ethan (dupla fantástica que sempre nos brindou com ótimos filmes), Arizona Nunca Mais faz parte daquele bolo de filmes inesquecíveis de quando Nicolas Cage escolhia bons papéis. Com um narrador presente, excêntricos personagens, um arco inicial corrido com deixas em forma de críticas a todo instante, o projeto apresenta a saga de um homem em busca de uma longe redenção quando busca ser fiel à própria natureza. No elenco, além de Cage, nomes marcantes como John Goodman, Holly Hunter e Frances McDormand.

 

Rob em Pig

E se você pudesse recriar momentos com sua arte? E se mesmo assim não fosse suficiente para se ter tudo na vida? Afinal, o que é ter tudo na vida? Em seu primeiro longa-metragem (dirigindo e escrevendo), após três curtas e co-dirigir dois seriados, o cineasta Michael Sarnoski consegue encontrar uma fórmula mágica, intimista, mostrando ao público dentro do inusitado universo de um homem atrás de um porco que lhe fora sequestrado. Aos poucos vamos percebendo que há toda uma impactante história por trás, mostrada na tela tecnicamente de forma sublime, dentro de uma fotografia maravilhosa. É a grande atuação da carreira de Nicolas Cage! É uma profundidade impressionante que alcança para seu complexo personagem. Somos testemunhas da ressurreição de sua carreira. Com trabalhos nos últimos anos, em sua maioria, bastante questionáveis, quando Cage acerta vira algo inesquecível.

 

 

Yuri Orlov em O Senhor das Armas

Numa história com muita política e obviamente uma crítica social, Nicolas Cage interpreta Yuri Orlov, um negociante de armas que é bem sucedido na função escolhida. Começa a se questionar um pouco quando o agente da Interpol (interpretado pelo Ethan Hawke) começa a pegar no seu pé. É uma das melhores interpretações da carreira de Cage, sem dúvidas. O filme é dirigido pelo Andrew Niccol, simplesmente o roteirista do aclamado O Show de Truman.

Ronny Cammareri em Feitiço da Lua

Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cher está maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado. Nos bons tempos em que Nicolas Cage brindava os cinéfilos com atuações em filmes inesquecíveis.

Rick Santoro em Olhos de Serpente

Em uma trama comandada pelo genial Brian de Palma, conhecemos a saga de um excêntrico policial corrupto que busca ajudar um amigo após um crime ser cometido em uma luta de boxe. Um dos fatores que mais chamam a atenção nesse filme é o figurino do personagem de cage, o figurino do filme é assinado pela figurinista Oette Gadoury.

 

Ben Sanderson em Despedida em Las Vegas

A loucura de viver a vida intensamente pode trazer quando menos se espera algo muito especial. Com um abre alas envolvente, com um poderoso e marcante som de jazz ao fundo, intensos 15 minutos onde não desgrudamos da tela e antes dos créditos iniciais aparecerem, o longa-metragem de meados da década de 90 Despedida em Las Vegas é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é uma das melhores interpretações da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.

 

Sailor Ripley em Coração Selvagem

No início da década de 90, Nicolas Cage aceitaria um papel emblemático em sua carreira, trabalhando ao lado do diretor David Lynch e da competente atriz Laura Dern, Coração Selvagem, baseada na obra homônima de Barry Gifford conta uma história de amor, uma fuga contra quem não os querem juntos. Filme de abertura do Festival de Cannes em 1990.

Adam Driver enfrenta DINOSSAUROS no trailer do sci-fi ’65 – Ameaça Pré-Histórica’; Confira dublado e legendado!

A Sony Pictures divulgou o trailer nacional do suspense sci-fi ‘65 – Ameaça Pré-Histórica‘, estrelado por Adam Driver (‘Casa Gucci’).

Confira, legendado e dublado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de março.

O longa foi escrito e dirigido pela dupla Scott BeckBryan Woods, do aclamado ‘Um Lugar Silencioso‘.

Um astronauta aterrissa acidentalmente em um planeta misterioso e descobre que não está sozinho.

Ariana GreenblattChloe Coleman também foram confirmados ao elenco.

Sam Raimi produz o filme ao lado de Zainab Azizi e Debbie Liebling.

Artigo | ‘Com Amor, Simon’ é uma das melhores rom-com adolescentes da década passada

As comédias românticas adolescentes tiveram uma importância impactante dentro da secularidade do Cinema e o modo como artistas puderam conversar com as novas gerações que passariam a consumir seus produtos. Não é nenhuma surpresa, pois, que tais histórias popularizaram-se na virada da década de 1980 para 1990 com Gatinhas e Gatões’, O Clube dos Cinco’ e 10 Coisas que eu Odeio em Você. Com a virada do século, percebeu-se que críticas ácidas ao modelo escolar norte-americana poderia abandonar alguns trejeitos românticos demais e apostar em uma montagem muito mais contemporânea – e com isso temos outras obras-primas inesquecíveis como Garotas Malvadas’ e, recentemente, os incríveis A Mentira’ e Quase 18’, que não apenas são envolventes, mas também trazem marcas aplaudíveis quanto à estética e à construção narrativa. 

Essa multiplicidade de perspectivas e investidas apenas prova a plasticidade do sub-gênero, o qual talvez seja o mais moldável de todos e que consegue fugir com mais fluidez aos inúmeros convencionalismos. É claro que deslizes sempre serão cometidos, visto que as tramas partem de uma fórmula pronta de juntar os outcasts de uma padronização excessiva, colocando-os em um coming-of-age que essencialmente termina em um final feliz – porém é interessante analisar como a originalidade não está na quebra da estrutura, e sim em como utilizá-la ao seu favor. Partindo desse princípio e levando em conta até mesmo as diversas mudanças socioeconômicas, incluindo a considerável ascensão das minorias, é que Com Amor, Simon’ mais uma vez recuperou essa incrível subjetividade e tornou-se uma agradabilíssima ode ao amor. 

Baseado no romance Simon vs. a Agenda Homo Sapiensde Becky Albertalli, a história principal gira em torno da jornada de autoaceitação do personagem-título, o qual, diferente de criações conterrâneas, já sabe de sua orientação sexual, mas não sabe como lidar com isso. Só com esse leve relance da premissa, percebemos que não estamos assistindo a um longa-metragem como qualquer outra, mas sim a uma atmosfera mais leve e definitivamente envolvente. Aqui, não se procura apenas trazer a parte trágica – que é importante, sem sombra de dúvida -, e sim combiná-la de forma equilibrada aos eventuais escapes cômicos e momentos de alegria e descontração de qualquer adolescente gay da contemporaneidade. Entretanto, nada disso seria possível sem o carisma performático de Nick Robinson como o nosso herói, cuja atuação é emocionante e muito palpável. 

Seguindo o padrão arquetípico de Emma Stone e Hailee Steinfeld em suas próprias rendições, o escopo geral parte da perspectiva de Simon. Ele é o narrador-personagem analítico que não nos satura com sua presença “endeusada”, mas serve para compreendermos um ponto de vista que não seria possível entender sem essa quebra da cronologia narrativa – e, nesse quesito, a veracidade da montagem múltipla também contribui para a criação de um cosmos único, ainda que ceda à zona de conforto em sua maior parte. O protagonista tem a família perfeita – “o quarterback gostosão se casou com a oradora da turma”, ele diz -, amigos que levará para a vida inteira e um futuro brilhante à sua frente, exceto pelo fato de continuar escondendo sua sexualidade por medo e por não saber como os outros irão reagir. 

Ele se sente sozinho, ainda que não tenha sido o primeiro aluno da escola a se assumir, e as coisas mudam quando uma de suas melhores amigas, Leah (Katherina Langford) o avisa de um certo site que expõe os habitantes da pequena cidade onde moram e que, aparentemente, um outro estudante também lida com esses conflitos de sexualidade. É a partir daí que o duo de roteiristas Isaac Aptaker e Elizabeth Berger busca referências nas narrativas epistolares do século XIX para vesti-las com uma roupagem contemporânea e até mesmo divertida: Simon e o garoto misterioso, apelidado de Blue, começam a se corresponder por e-mail, primeiramente apenas compartilhando sobre as angústias por que passam, mas depois desenvolvendo uma afeição que se transforma em uma crescente paixão. 

Logo, Simon começa a ficar mais atento ao seu redor, tentando descobrir quem pode ser o misterioso rapaz por trás dos belíssimo e poéticos e-mails. E é claro que nem tudo seriam flores: Simon se encontra envolvido no possível relacionamento entre seus outros dois besties, Abby (Alexandra Shipp) e Nick (Jorge Lendeborg Jr.), quando seu segredo é descoberto e ele é chantageado por um “colega” que é desprezível demais para conseguir se dar bem com outras pessoas. Talvez um dos momentos consecutivos desses eventos é a revelação de sua sexualidade de forma abrupta e até mesmo cruel, a qual se espalha pela cidade como água e, ainda que não explorada de forma tão complexa, traz brechas para temas como livre-arbítrio e invasão de privacidade: esse mesmo amigo, agindo com o coração partido, expõe no mesmo site os e-mails que Simon trocava com Blue e ele se sente traído não pelo fato de todos passarem a conhecê-lo de verdade, mas sim por não escolher quando contar. 

Um dos momentos mais emocionantes é a mandatória conversa sobre a orientação do protagonista com seus pais. Primeiramente, não podemos deixar de citar a incrível química de Jennifer Garner, que encarna uma psicóloga liberalista chamada Emily, e Josh Duhamel, dando vida ao sensível ex-jogador de futebol americano Jack. A dupla chega a soltar faíscas em qualquer sequência que estrelam, seja pelos diálogos divertidos e fluidos, ou até mesmo pelas expressões faciais que em momento algum inclinam-se para a canastrice. O ápice vem quando Simon e Jack finalmente ficam frente a frente para conversarem sobre a revelação e o pai não consegue impedir de se sentir culpado por não ter percebido isso antes. É claro que isso representa uma pequena parcela do que realmente acontece quando um jovem se abre para seus pais; porém, é adorável ver uma perspectiva original e comovente nas telonas, de vez em quando. 

Apesar da criatividade e da lapidação de seu roteiro, o diretor Greg Berlanti não ousa tanto quanto poderia com o filme. A montagem por vezes anacrônica demonstra uma ínfima parte de seu potencial e faz algumas críticas sarcásticas para toda a ideia de aceitação por parte dos heterossexuais, e mesmo assim reverencia comédias românticas predecessoras. No geral, os planos seguem sua experiência com a televisão, principalmente o jogo campo-contracampo que pode ser visto em produções nas quais trabalhou (Arrow’ e Flash’, por exemplo) e, ainda que seja satisfatória, jazem em uma zona de conforto excessiva. 

‘Com Amor, Simon’ trouxe de volta o doce gosto das comédias adolescentes, mantendo uma estrutura conhecida pelo público ao mesmo tempo em que aposta em novas formas de contar histórias de amor. Combine isso com um elenco admirável e inebriante e pronto: temos um produto que não apenas emociona, mas que serve como base para uma nova fase desse sub-gênero cinematográfico. 

Stephen Amell comemora seu retorno como Arqueiro Verde na última temporada de ‘The Flash’

Recentemente foi divulgado que Stephen Amell vai retornar como Oliver Queen, o Arqueiro Verde, em uma participação especial na última temporada de ‘The Flash‘.

E, em seu perfil do Instagram, o astro compartilhou uma imagem ao lado de Grant Gustin, intérprete de Barry Allen, para comemorar a parceria de longa data.

Infelizmente, a imagem não é das gravações dos próximos episódios, e sim da época em que Gustin foi introduzido ao Arrowverse na 2ª temporada de ‘Arrow‘.

Na legenda, Amell escreveu:

“Quando Barry liga… Oliver atende!”

Confira:

O produtor executivo Eric Wallace explicou que o retorno de Amell é uma forma de retribuir o empurrão que ‘Arrow‘ deu para que ‘The Flash‘ pudesse existir e um agradecimento aos fãs, que acompanharam essas séries por anos.

“No fim das contas, foi Oliver quem originalmente lançou Barry Allen (Grant Gustin) em sua jornada heróica. É por isso que todos no Time Flash sentiram que era tão importante criar um momento para fechar o ciclo com o retorno de Oliver na última temporada de Flash. O resultado é um episódio épico e emocional, que torcemos para que agrade aos fãs do Arrowverso”, disse o produtor.

A publicação diz que Amell vai aparecer no nono episódio da temporada. Esse é o mesmo capítulo que contará com participações especiais de David Ramsey, Keiynan Lonsdale e Sendhil Ramamurthy como John Diggle, Wally West e Hemoglobina.

E aí, está ansioso por esse retorno? Essas séries vão deixar saudades? O ciclo final estreará oficialmente no dia 8 de fevereiro de 2023.

Assista ao trailer:

“Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez”.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.