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‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ estreia AMANHÃ no Disney+ e foi o único filme da Marvel em 2022 a conquistar o selo “fresh” no RT

A aguardada sequência Pantera Negra: Wakanda para Sempre chegará no streaming Disney+ nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro.

O filme deve ser adicionado no catálogo nesta madrugada.

Vale lembrar que o filme foi o único da Marvel Studios a conquistar o selo “fresh” no agregador de críticas Rotten Tomatoes em 2022, com 84% de aprovação. A encargo de comparação, ‘Thor: Amor e Trovão’ reside com 64%, enquanto ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ alcançou 74%.

Pantera Negra: Wakanda Forever‘ ainda foi indicado a 5 Oscars:

– Melhor Atriz Coadjuvante: Angela Bassett.

– Melhor Canção Original com Lift Me Up da Rihanna.

– Melhores Efeitos Visuais

– Melhores Maquiagem e Penteado

– Melhor Figurino

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Confira nossas entrevistas do filme:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

26 anos de Pânico | Como a Metalinguagem do TERROR renovou o gênero Slasher

Não atenda o telefone. Não grite. Tente não entrar em pânico. Foi assim que o clássico moderno Pânico, escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven foi divulgado em sua época de lançamento no Brasil, há exatos 26 anos. O filme chegou aos nossos cinemas no dia 31 de Janeiro de 1997, pouco mais de um mês após a estreia norte-americana.

Na trama, uma figura misteriosa, Ghostface, assassina violentamente os jovens de Woodsboro, cidade fictícia com passado recente sombrio, cheio de histórias envolvendo falsas aparências e traições. Com elementos metalinguísticos, o assassino, ou os assassinos, como bem sabemos no desfecho, investem em diálogos sobre filmes de terror que tornam a narrativa auto referencial. São debates sobre Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, A Morte Convida Para Dançar, Halloween – A Noite do Terror, dentre outros slashers marcantes. No desenvolvimento de Pânico, os realizadores abraçam todos os clichês que tanto amamos nestes filmes, ao mesmo tempo que os critica.

É uma saga deliciosamente tensa e inteligente, responsável por colocar o terror num patamar mais elevado, numa demonstração da possibilidade de ser sagaz e arrojado, algo não esperado num filme do gênero, geralmente tratado com descaso pela crítica especializada, injusta e míope em sua capacidade de refletir detidamente sobre narrativas, sem ficar apenas dentro de padrões de análise.

Vamos nessa?

A clássica cena de abertura. Drew Barrymore interpreta Casey Becker, a personagem que dialoga com Ghostface sobre filmes de terror, antes de ser brutalmente assassinada. Observe que os realizadores dividem a imagem da atriz com uma pipoca em preparação, metalinguagem para o entretenimento e o estabelecimento de uma narrativa fílmica que vai além das referências aos tantos filmes citados.

Há até auto referencia, com a personagem dizendo que o primeiro A Hora do Pesadelo é legal, mas que os demais são umas boas porcarias. Wes Craven conta que aqui, temos uma situação tributária ao que ocorreu com Psicose, isto é, a suposta protagonista da narrativa morre logo na cena de abertura, numa curva sinuosa da narrativa para outros núcleos dramáticos. Ao puxar a faca da bancada nesta passagem, Drew Barrymore já dá pistas do seu destino mais adiante: a morte pelas mãos de Ghostface.

Outra referência nesta passagem de abertura é o clássico Quando Um Estranho Chama, filme sobre uma jovem aterrorizada por um psicopata que a ameaça por telefone, alguém que supostamente está dentro da própria casa onde a garota se situa como babá. O design de produção e a direção de fotografia atuam em conjunto aqui, tendo como foco, explorar ao máximo os espaços e transmitir para os espectadores o clima de perigo vivido pela personagem de Drew Barrymore.

Observe que as janelas e portas de vidro são elegantes, mas deflagram que há falta de segurança ao colocar a moça numa situação longe da proteção imaginada. Na voz, a equipe conseguiu escalar Roger Jackson como o responsável por Ghostface ao telefone. Com experiência em rádio, o intérprete vocal ajudou no estabelecimento da atmosfera de opressão das passagens do filme.

Mais uma passagem que revela a falta de segurança da casa, face ao ataque de Ghostface. As janelas e portas envidraçadas deixam a personagem mais vulnerável. E mais: para o diretor, a popularização gradual dos celulares permitiu que a angústia fosse ainda maior, pois o assassino em seu privilégio de mobilidade poderia estar em qualquer lugar.

Wes Craven contou que para ampliar a sensação de horror da atriz Drew Barrymore nesta famosa cena, contou-lhe uma história sobre a morte de um cão, acontecimento que deixava a moça triste toda vez e a permitia chorar mais copiosamente nas passagens que pediam a sua representação de desespero.

O fundo azul na tela da TV indica, de maneira metalinguística, que uma sessão fílmica vai começar. Na outra passagem, Sidney olha para a cadeira onde sua colega de sala costumava se sentar, agora não mais, haja vista a morte brutal pelas mãos de Ghostface.

A arquitetura das casas em vidro deflagra a vulnerabilidade das personagens. Sidney, personagem que saberemos ser a final girl da narrativa, quebradora de protocolos no slasher metalinguístico de Pânico, vive num lar que, no que tange aos elementos de segurança, não ajudam a personagem, pois o perigo ao seu redor é constante.

Abaixo, o filme faz a primeira apresentação de Maureen Prescott, personagem que terá importância nos pontos nevrálgicos dos três primeiros filmes da franquia, agendada inicialmente para ser uma trilogia, mas que ganhou o excelente quarto filme em 2011.

Nesta cena, Sidney confronta o psicopata por telefone, inicialmente achando ser Randy, o abobalhado amigo que é obcecado por filmes de terror. Ela discute com ele sobre a previsibilidade do slasher, apontando falhas neste tipo de filme ao dizer que são insultantes para a inteligência até mesmo do espectador comum.

Na cena seguinte, Dewey é apresentado em sua estação de trabalho, definido pela direção de arte com objetos que o tornam um cara bobo, sem a seriedade esperada de um agente da lei mais firme e másculo, dentro dos padrões.

Gale Weathers, personagem de Courteney Cox, demonstra que não está para brincadeira em Woodsboro e resolve tentar tirar algumas perguntas inconvenientes de Sidney Prescott. Abaixo, mais metalinguagem, agora numa breve participação de Linda Blair (de O Exorcista) como uma das repórteres da mídia que tenta extrair depoimentos para as suas matérias sensacionalistas sobre os crimes que estão abalando a cidade.

Gale Weathers e Sidney Prescott se encontra num breve diálogo esclarecedor. A repórter sente que a jovem não tem mais tanta certeza sobre a terrível história em torno do assassinato de sua mãe.

Ao sacar esse fraquejar da garota, a esperta e inescrupulosa jornalista percebe o potencial sensacionalista que pode ser extraído desta história e se anima com a possibilidade de lucrar em torno dos acontecimentos que vão reverberar nos próximos filmes da franquia.

Duas passagens com referência ao legado de Wes Craven. A primeira é o próprio diretor em cena, como auxiliar de limpeza da escola, trajado com uma roupa que nos remete ao monstro de A Hora do Pesadelo, o famoso Freddy Krueger.

Depois, Sidney e Tatum conversam na casa da jovem e no diálogo, a amiga da final girl diz que os acontecimentos não seguirão como o imaginado, pois elas não estão num filme de Wes Carpenter, referência também ao diretor de Halloween, criador de Michael Myers, quintessência do slasher referenciado em outros trechos do filme, quando os personagens discutem as regras de sobrevivência num slasher.

O ambiente máximo da cinefilia na época. As videolocadoras, território dos sonhos para os personagens. Na cena, Randy e Stu conversam sobre os suspeitos e o primeiro, um dos mais cinéfilos de todos, aponta que a polícia deveria assistir aos filmes de terror para compreender melhor porque determinadas coisas acontecem. Se todos vissem A Morte Convida Para Dançar, resolver crimes seria muito mais fácil, afirma o jovem.

Enquanto se divertem na festa localizada numa zona distante, os jovens aprendem com Randy as regras básicas de sobrevivência em um filme slasher. Não fazer sexo, tampouco dizer “eu volto já”. Eis algumas das medidas básicas. Para explanar sobre o assunto, ele utiliza o trecho final de Halloween – A Noite do Terror, de 1978, para melhor explicar as tais regras. A metalinguagem, nestes trechos, alcança vários níveis diferentes e demonstram como Pânico é consciente ao flertar com os clichês que critica, abraçando-os sem deixar o senso crítico de lado.

Aqui, a final girl Sidney Prescott quebra os protocolos e se entrega ao namorado. Ao perder a virgindade, ela poderá ser candidata ao posto de sobrevivente? É o que saberemos mais adiante, nas reviravoltas da narrativa. Randy, na passagem seguinte, não imagina a sequência de horrores que ainda está prestes a se estabelecer. Na cena, Jamie Lee Curtis aparece de fundo, num dos trechos mais emblemáticos de Halloween – A Noite do Terror.

No desfecho, descobrimos que Billy e Stu são os assassinos. Sidney os enfrenta, consegue descobrir a localização do pai, desaparecido, além de batalhar pela vida ao lado de Randy e Gale, sobreviventes do massacre. Sucesso de bilheteria e crítica, Pânico revitalizou o gênero e se tornou uma franquia bem-sucedida, com ressonâncias na febre de slashers que surgiram após o seu lançamento.

Podemos compreender, de fato, os motivos do sucesso. Inteligente, sagaz e divertido, o filme demonstra como o terror é um campo profícuo para mescla de entretenimento e críticas sociais. Com personagens mais desenvolvidos que o habitual neste subgênero, a saga de Ghostface continuou em mais três filmes.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico?

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As 10 Dublagens Mais Criticadas feitas por FAMOSOS – #MarioSemStarTalent

A dublagem de famosos sempre foi um tema que gerou muita discussão no Brasil. O país é notoriamente conhecido por sua dublagem de qualidade, com nomes memoráveis como Marco Ribeiro, Mauro Ramos, Selma Lopes, Orlando Drummond, Garcia Júnior, Wendel Bezerra, Guilherme Briggs, Vera Miranda, Marisa Leal, dentre outros. Dos anos 90 pra cá, tais profissionais começaram a perder espaço para celebridades em alguns filmes, principalmente quando falamos de animações.

Quem defende a dublagem de famosos, geralmente vai apontar que muitos atores consagrados emprestam suas vozes para animações lá fora, mas é importante destacar que é um processo muito diferente. Um ator escalado para a voz original de um personagem passa muito tempo se preparando e muito tempo gravando e ajudando na produção. O dublador nacional acaba tendo sessões de poucas horas de gravação. Assim, é inevitável que acabe fazendo diferença se o profissional tem experiência em dublagem.

Recentemente, os fãs iniciaram uma campanha para que a Universal Pictures não contrate famosos para dublar o filme do ‘Super Mario Bros‘, e a hashtag #MarioSemStarTalent viralizou nas redes sociais.

É claro que existem exemplos de dublagens boas de famosos, mas isso é assunto para outra matéria. Aqui, vamos apontar aqueles casos trágicos, que prejudicaram o filme.

Concorda ou não? Deixe sua opinião nos comentários.

 

10) Ivete Sangalo (Aviões)

São vários os exemplos de estúdios que escolhem personagens minúsculos e dão para alguma famoso dublar com o simples objetivo de poder colocar o nome daquela pessoa no cartaz do filme. E é isso o que acontece com Ivete Sangalo em Aviões, spin-off de Carros lançado pela Disney em 2013. A cantora empresta sua voz para Carolina Santos Duavião, uma “aviã” que participa de uma competição nas alturas. O trabalho de Ivete é bem básico. Claramente alguém que está lendo um roteiro com sua voz normal, sem o menor interesse em desenvolver uma personagem. Só não está pior colocada na lista porque é uma participação quase insignificante.

 

9) Isabelle Drummond (A Origem dos Guardiões)

Diferentemente de Ivete, Isabelle Drummond é atriz e ao menos tentou algo diferente, tentou dar uma voz a sua personagem. Ela dublou a Fada do Dente na animação A Origem dos Guardiões. O problema aqui foi a falta de experiência da atriz com dublagem. À época, Isabelle tinha apenas 18 anos e acabou optando por algumas escolhas ruins na execução. Há o claro objetivo que construir uma Fada do Dente elétrica e falante, mas a jovem acabou criando uma personagem praticamente sem respiro, uma falha mortal na dublagem.

 

8) Bussunda (Shrek)

A escolha da discórdia… Sabemos que a presença de Bussunda na lista vai gerar polêmica, afinal muita gente é fã do trabalho do saudoso comediante como Shrek. Mas trata-se sim de uma escolha ruim de celebridade para a dublagem, ainda mais que foi feita após o dublador Mauro Ramos ser escolhido e dispensado pela animação. Ramos, inclusive, substitui Bussunda como Shrek após a morte do comediante. Não entende a diferença que faz ter um famoso ou um dublador? Basta ouvir a dublagem de Bussunda nos dois primeiros filmes e depois ouvir a de Ramos nos dois últimos. Bussunda foi uma verdadeira lenda da comédia nacional, mas nunca foi um ator. E isso pode ser percebido na dublagem sem emoção do ogro. Gritando, fazendo piada, sendo romântico… em qualquer situação, Shrek tinha o mesmo tom de voz.

 

7) Ícaro Silva (O Rei Leão)

O caso mais recente da nossa lista. A dublagem da nova versão de O Rei Leão revoltou muitos fãs da clássica animação, que viram algumas de suas músicas favoritas serem destruídas pelas novas vozes. Ainda que a escolha de Ícaro Silva e Iza tenham sido perfeitas na teoria, a prática foi um pouco diferente, principalmente no que diz respeito ao ator. Talvez tentando se aproximar do tom vocal de Donald Glover, voz original do Simba, Ícaro optou por usar uma voz bem aguda e o resultado não foi nada bom. Na verdade, sua primeira entrada em Hakuna Matata é quase traumática.

 

6) Preta Gil (Os Sem-Floresta)

Assim como no caso de Ivete, Preta Gil teve uma participação bem pequena em Os Sem-Florestas. Mas é bem verdade que já foi espaço suficiente para incomodar bastante. É mais um caso de famoso lendo roteiro e não interpretando. E, pior, a atriz e cantora tratou de deixar sua personagem, a gambá Stella, com um sotaque carioca que surge completamente deslocado na divertida animação. Um triste desfecho pra uma personagem que originalmente era dublada por Wanda Sykes, grande nome da comédia americana, com uma voz e um ritmo vocal bem particular.

 

5) Reynaldo Gianecchini (Robôs)

Vai parecer um trocadilho idiota. Ou um golpe genial do filme. Mas a verdade é que Reynaldo Gianecchini entrega uma voz pra lá de robótica na animação Robôs. Sim, talvez fosse perfeito para um personagem que de fato era um robô. Mas, não, o lado automático e padrão da voz do ator está mais ligado ao fato de que trata-se de uma trabalho pobre de dublagem do que uma verdadeira construção de personagem. A verdade é que Gianecchini soa pouco natural o tempo inteiro. Em momento algum o espectador se acostuma com a voz do protagonista. E não tem coisa pior para uma animação do que ficar sendo jogado para fora do filme a todo momento.

 

4) Paulo Vilhena (O Espanta Tubarões)

– Quem podemos chamar para dublar o personagem feito pelo Will Smith?

– Não sei, que tal o Paulinho Vilhena!

É difícil imaginar, mas esse diálogo aconteceu de verdade no Brasil. Até então conhecido pelo trabalho em Sandy & Junior e Coração de Estudante, o ator foi o escolhido para a voz principal da animação O Espanta Tubarões. O resultado, como não poderia deixar de ser, foi bem decepcionante. Sem ritmo, sem vida, Vilhena criou um peixe que era tudo, menos cativante. Não fosse sofrimento o bastante, ainda tivemos que lidar com uma cena dele fazendo um rap.

 

3) Felipe Dylon (O Mar Não Está Pra Peixe)

Tem escalações para dublagens que são difíceis de entender. Aqui, estamos diante de uma que é impossível de compreender. Primo pobre de Espanta Tubarões e Procurando Nemo, O Mar Não Está Pra Peixe chegou aos cinemas em 2006, sem um grande estúdio por trás. Sem grande verba, acabaram optando por subcelebridades no elenco de vozes. No caso, Felipe Dylon e Grazi Massafera (que tinha acabado de sair do BBB). Grazi nem compromete tanto, mas o mesmo não dá pra falar do músico conhecido por “A Musa do Verão”. A animação já é fraquíssima. A dublagem a torna insuportável.

 

2) Sabrina, Vesgo, Ceará e Mendigo (Asterix e os Vikings)

Não tem como defender os responsáveis por escolher os dubladores de Asterix e os Vikings. A escolha da equipe do Pânico na TV para uma dublagem é algo ruim só de imaginar. Pior aqui quando se trata de uma reincidência. Sim, Sabrina, Vesgo, Ceará e Mendigo já haviam dublado Terra Encantada de Gaya, e o resultado foi péssimo. O fato de terem sido convidados para novo projeto faz tudo ficar mais bizarro. A situação fica ainda pior com Vesgo e Ceará assumindo as vozes de Asterix e Obelix, dois personagens super queridos pelos fãs. E ainda temos Sabrina soltando bordões a todo momento. Realmente doloroso.

 

1) Luciano Huck (Enrolados)

Mas como que alguém conseguiu ser pior que a turma do Pânico?! Pois bem, não podemos esquecer do homem por trás do Caldeirão do Huck. Sim, Luciano Huck é o responsável pela dublagem mais trágica da história. Sem exagero. São inúmeros os casos de pessoas que odiaram Enrolados quando viram pela primeira vez e que descobriram mais pra frente, ao ver com a dublagem original, que se tratava de um ótimo filme. Sem nenhuma experiência em dublagem, Luciano recebeu logo de cara um dos protagonistas de uma animação da Disney. E o resultado é pavoroso.

Dublar não é apenas repetir falas. É uma forma de atuação. Luciano Huck, como bem prova suas participações no cinema (Um Show de Verão, Xuxa e os Duendes…), não é ator. Sua participação em Enrolados torna o filme pior.

‘Pânico’ faz 26 anos | Rankeamos os Filmes da Franquia de Terror do Pior ao MELHOR

Pânico (1996), de Wes Craven, foi lançados há 26 anos nos cinemas nacionais – dia 31 de Janeiro. O filme se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema. Além disso, revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Talvez muitos não saibam, mas o CinePOP nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.

Com o aniversário, o CinePOP resolveu revisitar a franquia, para colocar todos os filmes em nossa ordem de preferência. Vem conhecer e não esqueça de comentar abaixo, fazendo a sua lista na ordem também.

Confira o ranking:

5. Pânico 3

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 39%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

4. Pânico 2

Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

 

3. Pânico (2022)

Pânico‘, de 2022, entrega tudo que promete e mais um pouco, recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar, acertando no tom e trazendo um novo grupo de jovens astros que com certeza serão muito apetitosos para o Ghostface retornar nos próximos filmes.

Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.

As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS INCRÍVEIS de toda a franquia.

 

2. Pânico 4

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, até o presente momento. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica pau a pau com o segundo, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

1. Pânico

Apesar de Pânico 4 ser muito querido, é difícil bater o original. Tudo nascia aqui. Nós concordamos e também adoramos aquelas grandes produções de marcas de sucesso pré-estabelecidas, vindas de outras mídias. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo, e na opinião do grande público, claro, é o filme favorito da franquia. Já para os críticos, o tomate fresco é garantido com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

Bônus: Pânico – A Série de TV

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última  temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.

Arte revela como seria o visual de Natasha Romanoff em ‘Viúva Negra’ inspirado nas HQs dos anos 90

O artista Andy Park, diretor de desenvolvimento visual da Marvel Studios, divulgou uma arte que mostra como seria o visual da ‘Viúva Negra‘ inspirado nos quadrinhos dos anos 90. A arte mostra Natasha Romanoff com um uniforme minimalista, e quase foi o visual usado no filme solo da ‘Viúva Negra’.

“Eu achei que seria bem legal… Com as linhas, incorporando uma forma sútil de uma viúva negra”.
Confira:

Ele ainda revelou que o filme ‘Thunderbolts‘ será uma espécie de sequência de ‘Viúva Negra‘.

Na legenda, Park brincou que, como vários personagens da Viúva Negra retornarão em Thunderbolts, “é como se fosse uma sequência do longa estrelado por Scarlett Johansson e que os títulos estão conectados, de certa forma.”

A informação faz todo sentido, já que Yelena Belova (Florence Pugh) estará no comando da equipe e é a sucessora de Natasha Romanoff (Johansson) ao título de Viúva Negra.

Confira a publicação:

Anteriormente, o ComicBook.com divulgou que Ayo Edebiri, conhecida por seu trabalho como Sydney Adamu na série ‘O Urso’, foi escalada para o elenco do longa.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados. A atriz também é conhecida por suas performance sem ‘Big Mouth’‘Dickinson’.

Edebiri se junta aos previamente confirmados Wyatt Russell como John Walker/Agente Americano, Hannah John-Kamen como Ava Starr/Fantasma, David Harbour como o Guardião Vermelho, Olga Kurylenko como a Treinadora e Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal.

Em outra entrevista ao ComicBook.com, Harbour revelou como os heróis irão se reunir para formar o icônico time.

“Este é um dos mistérios iniciais. Eu fiz uma piada sobre ser como ‘Dungeons and Dragons’, onde você entra numa taverna e há um anão bebendo uma cerveja e um elfo no canto, todos nos juntamos e então tem esse fantasma… Não irá acontecer desse jeito, creio eu”, ele disse.

O ator continua: “mas acho que um dos mistérios do filme é a relação deles e, como você diz, há muitas coisas animadoras à medida que terminamos essa próxima fase, em relação ao papel que representam neste universo. Então, sabe, não posso dizer muito por enquanto, mas há uma introdução muito boa de como esse time se reúne, e será muito divertido”.

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

Thunderbolts concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

Cocriador de ‘The Last of Us’ revela como construiu a história de Bill e Frank no terceiro episódio

Cuidado: spoilers abaixo.

HBO exibiu o terceiro episódio de The Last of Us no último domingo, 29 de janeiro, e entregou não apenas o melhor capítulo da temporada até agora, mas uma das melhores iterações televisivas do século.

A trama do episódio é focada na crescente relação amorosa entre Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett), dois homens de meia idade que encontram paixão em meio ao apocalipse e, percebendo que não podem viver um sem o outro, dão adeus à vida em um trágico estilo shakespeariano.

Em entrevista ao Yahoo!, o cocriador Craig Mazin, que desenvolveu o show ao lado de Neil Druckmann, revelou o que o fez abordar o enredo de maneira tão cândida e humanizada: “eu queria explorar o tema do amor e também dos diferentes tipos de amor”.

Mazin também contou que quis explorar mais a narrativa apresentada nos games originais, permitindo que tanto os fãs dos jogos quanto os novatos ao mundo de The Last of Us pudessem se conectar aos personagens.

“Nós queríamos dar às pessoas mais, se elas tiverem jogado o jogo, e, se não tivessem, queríamos que elas sentissem que isso era algo natural de ocorrer”, ele explica. “Há esses momentos no jogo que Neil e eu pensamos: ‘ah, é aqui que nós nos aventuramos, exploramos e nos divertimos'”.

E você? Gostou do episódio?

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 05 de fevereiro.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção conquistou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 187 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre os especialistas internacionais é de que que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel LunaBella Ramsey, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’Neill, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Suspense hollywoodiano com Alice Braga é CANCELADO pela Netflix após término das filmagens

De acordo com o The Hollywood Reporter, um suspense hollywoodiano que tem a brasileira Alice Braga foi CANCELADO pela Netflix mesmo após as filmagens terem sido encerradas.

House/Wife‘, dirigido por Danis Goulet e produzido por Tripp Vinson e Daniel Bekerman, segue uma mãe que se muda para uma casa inteligente com sua família para se recuperar de um acidente brutal, mas acaba descobrindo que a inteligência artificial tem intenções sinistras.

Escrito por Anna Halberg e Spenser Cohen, o longa contava com Alice Braga, Kris Holden-Ried e Sarah Gadon no elenco.

O streaming vai tentar vender o filme para outra empresa.

A Netflix também engavetou ‘The Inheritance‘. Dirigido por Alejandro Brugués, o filme conta a história de um bilionário nas vésperas de seu aniversário de 75 anos, que convida seus filhos distantes ao temer que alguém possa tentar matá-lo. Para conseguir a ajuda que precisa, ele coloca a herança dos seus herdeiros em risco.

O elenco conta com Rachel Nichols, Peyton List, Austin Stowell, Bob Gunton, David Walton, Briana Middleton, Reese Alexander e Chris Wood.

‘O Gambito da Rainha’: Anúncio da 2ª temporada é falso, revela Anya Taylor-Joy

Já faz dois anos desde o lançamento da aclamada minissérie O Gambito da Rainha, estrelada por Anya Taylor-Joy (‘O Homem do Norte’) para a Netflix.

Na tarde de ontem, os fãs foram pegos de surpresa quando a estrela postou em seu perfil do Twitter que uma possível 2ª temporada poderia acontecer.

No entanto, Joy compartilhou um stories no Instagram revelando que sua conta do Twitter foi hackeada. Portanto, não há quaisquer planos para novos episódios de O Gambito da Rainha’.

Na publicação, ela escreveu:

“Meu Twitter foi hackeado. Peço desculpas por todas as inconveniências. Não sou eu.”

Confira:

A trama acompanha Beth Harmon (Anya Taylor-Joy), uma menina órfã que se revela um prodígio do xadrez. Mas agora, aos 22 anos, ela precisa enfrentar seu vício para conseguir se tornar a maior jogadora do mundo. E quanto mais Beth aprimora suas habilidades no tabuleiro, mais a ideia de uma fuga lhe parece tentadora.

Além das sólidas críticas, a produção fez um estrondo de audiência e levou para casa inúmeros prêmios, incluindo o Emmy Award de Melhor Minissérie. Taylor-Joy, que foi ovacionada por sua performance, conquistou um Globo de Ouro, um Critics’ Choice Awards e um SAG Awards.

Para celebrá-la, montamos uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Ao contrário da maioria dos filmes e programas de televisão que os retratam, os tabuleiros de xadrez são sempre configurados corretamente nesta série e os jogos e posições de xadrez são realistas. O Mestre Nacional Bruce Pandolfini e o Grão-Mestre Garry Kasparov atuaram como consultores para a produção.
  • O escritor e produtor Allan Scott levou cerca de trinta anos para colocar o show em produção. Durante esse tempo, ele reescreveu a história nove vezes e abordou vários estúdios. Cada estúdio rejeitou o projeto, pois acreditava que ninguém estaria interessado em xadrez. Ironicamente, este programa se tornou um dos mais vistos na Netflix, atraindo mais de 62 milhões de espectadores em todo o mundo dentro de um mês após sua estreia.

  • No outono de 2020, vários consórcios de comunicação relataram que, devido à popularidade da série, as vendas de conjuntos de xadrez dispararam e o interesse em aprender o jogo aumentou muito.
  • Taylor-Joy afirmou que foi capaz de executar os jogos de xadrez bem rápido em uma única tomada, embora tivesse que repetir os movimentos para obter takes adicionais.
  • Por causa do show, o romance que inspirou a minissérie entrou na lista de best-sellers do The New York Times 37 anos após seu lançamento.

  • À época de sua morte, Heath Ledger foi contratado para dirigir uma adaptação cinematográfica do romance, com Elliot Page atado ao papel principal.
  • Scott adquiriu os direitos do romance de Walter Tevis três anos antes do nascimento de Taylor-Joy.
  • De acordo com um artigo do New York Times, o livro de Tevis retratava Beth Harmon como uma versão feminina de Bobby Fischer. Fischer desprezava muito as jogadoras de xadrez.

  • Na última cena da série, Beth está vestida como emulação da peça da rainha no tabuleiro de xadrez, em um conjunto todo branco. A figurinista Gabriele Binder confirmou a intenção por trás do visual, dizendo: “a ideia, é claro, é deixar claro que ela agora é a rainha no tabuleiro de xadrez e o próprio tabuleiro de xadrez é o mundo”.
  • Em entrevistas diferentes, Taylor-Joy, Thomas Brodie-Sangster (Benny Watts) e Harry Melling (Harry Beltik) revelaram que, antes de participarem da série, não tinham qualquer conhecimento sobre xadrez.

‘Shrinking’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova comédia com Jason Segel e Harrison Ford

Shrinking, série de comédia estrelada por Jason SegelHarrison Ford, já chegou ao catálogo da Apple TV+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.

Confira, junto ao trailer:

James Ponsoldt entra como produtor executivo e diretor.

A produção acompanha Jimmy (Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… incluindo a sua própria.

A série foi criada por Bill Lawrence e Brett Goldstein, dupla por trás de ‘Ted Lasso‘.

Christa Miller e Jessica Williams também fazem parte do elenco.

A primeira temporada conta com 10 episódios.

‘Apaixonados Outra Vez’: Nova série do criador de ‘Elite’ ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou hoje, 31 de janeiro, o trailer oficial de ‘Apaixonados Outra Vez’, sua mais nova série espanhola.

A produção tem estreia marcada para o dia 14 de fevereiro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada e roteirizada por Carlos Montero (‘Elite’).

Em setembro de 2003, Irene viaja para Madri para estudar cinema e desbravar o mundo. Lá, ela conhece seus melhores amigos e Julio, o cara perfeito para protagonizar seus filmes… e, francamente, uma história de amor também. Mas a vida tem outros planos. Apaixonados Outra Vez é uma comédia romântica com uma pitada de nostalgia que conta uma história brilhante de amor e amizade nos tempos de faculdade e fala sobre a necessidade de encontrar seu lugar no mundo.

Georgina AmorósFranco Masini estrelam.

Bàrbara FarréMateo GilGinesta GuindalCarlota Pereda entram como diretores.

Falta POUCO! Saiba que horas a DC vai anunciar o “Primeiro Capítulo’ dos seus próximos filmes e séries

James Gunn e Peter Safran reuniram a imprensa nos EUA ontem para apresentar o Primeiro Capítulo da DC Studios, com novos filmes e séries.

O embargo para que a imprensa divulgue o novo slate cai hoje, a partir das 14 horas (horário de Brasília), com todas as novidades.

Confira:

 

Resta saber se os anúncios incluem os que já esperamos, como o novo filme do ‘Superman‘, a 2ª temporada de ‘Peacemaker‘, ou filmes inteiramente novos e séries de TV para a HBO Max.

Também é interessante que ele se refira à primeira parte da lista como um ‘capítulo’, mas teremos que esperar e ver se essa palavra se torna algo oficial daqui para frente, assim como as ‘fases’ da Marvel.

Como os fãs já sabem, Gunn dirigiu ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série derivada dedicada ao ‘Peacemaker‘.

Enquanto Safran vem produzindo diversos títulos da DC, como ‘Aquaman’ e ‘Shazam!‘ e suas vindouras sequências.

Crítica | Mistério e sobrenatural se fundem na divertida ‘Lockwood & Co.’, nova série da Netflix

A saga de romances jovem-adulta ‘Lockwood & Co.’ fez um grande sucesso quando lançada em 2013. Criada por Jonathan Stroud, a trama é ambientada em Londres, Inglaterra, e acompanha um grupo de jovens investigadores psíquicos que lidam com espíritos malignos que caminham entre os vivos. Além da popularidade considerável dos livros, a franquia conquistou diversos prêmios e, agora, migra para a Netflix em uma aguardada adaptação que não apenas resgata a essência dos escritos originais, como se consagra como uma divertida e instigante aventura sobrenatural – e uma pedida ótima para finalizar o primeiro mês do ano.

A primeira temporada, supervisionada por Joe Cornish (‘As Aventuras de Tintim’), serve como introdução ao universo arquitetado por Stroud, fornecendo algumas explicações sobre as ocorrências paranormais que vêm ganhando espaço há mais de cinquenta anos. Na investida, o véu que separa o mundo dos vivos e o dos mortos se diluiu tanto, que os fantasmas agora andam ente nós e posam como uma ameaça mortal – podendo nos matar ou nos paralisar pelo resto dos nossos dias. Entretanto, mesmo que os adultos não consigam lidar com essas criaturas, jovens das mais diversas idades começaram a desenvolver poderes psíquicos para enfrentá-los – seja enxergando traços de ectoplasma ou detectando determinados objetos que servem como receptáculo para os espíritos. E é aí que surge Anthony Lockwood (Cameron Chapman) e sua trupe, formada por Lucy Carlyle (Ruby Stokes) e George Karim (Ali Hadji-Heshmati).

Anthony fundou a Lockwood & Co. para se livrar da burocracia quase autoritária das outras agências corporativas que fornecem trabalho similar, utilizando os recursos à mão para recrutar qualquer um que possa auxiliá-lo. George foi o primeiro e se tornou um indispensável aliado de Anthony, enquanto Lucy, recém-demitida de uma das maiores empresas locais depois de ter sido erroneamente culpada pela morte de vários funcionários, foi a última “aquisição”. Enquanto a série carrega o nome do fundador do pequeno grupo, é Lucy quem rouba os holofotes, visto que é dotada de habilidades incríveis que a permitem, inclusive, conversar com espíritos malignos que se recusam a seguir em frente e a deixar o plano terreno.

A produção sabe muito bem como equilibrar o enredo dos livros e as múltiplas incursões adolescentes que dominam as plataformas de streaming ano após ano. De um lado, temos a jornada sobrenatural do trio protagonista contra as forças do mal – em que a problemática linha maniqueísta é fundida e permite que os arcos se tornem mais profundos e mais instigantes. Afinal, lidamos com jovens, que têm seus próprios medos e aspirações, e que, às vezes, deixam que as emoções aflorem em detrimento da razão: Anthony esconde segredos sobre a morte dos pais e da irmã, bem como a necessidade de se provar tão digno quanto ou até melhor que os outros; Lucy sofre com o trauma de ter deixado sua melhor amiga morrer, lidando com a culpa angustiante de ser a única sobrevivente; e George enfrenta o prospecto de ser o “diferentão” do time, acreditando ser descartável em todos os momentos.

Não é apenas a parte paranormal que nos chama a atenção, mas o lado humanizado de cada uma das personas que aparece nos episódios. É claro que a obra não é livre de imperfeições (seja na parte estética, seja na estrutura técnica), mas os deslizes não são fortes o bastante para nos tirar do caminho. Os elementos são bem posicionados e não se valem das fórmulas cansativas de apresentação de “futuros distópicos”, por assim dizer, em que se é imprescindível detalhar as múltiplas informações de determinado cosmos. O que temos é uma sucessão de fatos, que traz elementos clássicos das histórias detetivescas de Agatha Christie e Sir Arthur Conan Doyle, em um espectro neo-noir cujo principal inimigo pode ser o seu vizinho.

Para além de enfrentar os fantasmas, Anthony, Lucy e George se veem presos em um jogo de gato e rato que envolve o retorno de uma perigosa entidade e uma caça a objetos possuídos que têm valor significativo no mercado clandestino. Esse mistério secundário ajuda na composição da temporada de estreia – mas peca na reviravolta final, tornando-se previsível e passível de descoberta logo que nos aproximamos no último episódio. De qualquer maneira, o excelente trabalho do elenco e do time por trás das câmeras é o bastante para ficarmos ansiosos para o próximo ciclo.

‘Lockwood & Co.’ é uma bem-vinda adição ao catálogo da Netflix e uma ótima surpresa – principalmente àqueles que não esperavam grande coisa da adaptação. Mesmo com as falhas, o produto é muito positivo e cumpre com aquilo que promete desde os minutos iniciais até os créditos de encerramento. Se você tiver oportunidade, assista à série – e não se esqueça de prestar atenção se algo estranho estiver ocorrendo na sua casa. Afinal, pode ser que um fantasma esteja querendo te assombrar.

Jaafar Jackson comemora escalação como Michael Jackson na cinebiografia do cantor; Confira!

Foi confirmado ontem que Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson, vai interpretar o cantor na cinebiografia dirigida por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’).

Para quem não sabe, Jaafar é filho de Jermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.

Para comemorar a escalação, Jaafar fez sua primeira publicação no Instagram, caracterizado como o tio e fazendo uma pose em referência aos famosos passos de dança de Michael.

Na legenda, ela escreveu:

“Estou honrado em dar vida à história do meu tio Michael. Para todos os fãs de todo o mundo, vejo vocês em breve.”

Intitulada ‘Michael‘, a produção é escrita por John Logan, responsável por grandes sucessos, como ‘O Aviador‘ e ‘007 – Operação Skyfall‘.

Já o cargo de produtor fica com Graham King, de ‘Bohemian Rhapsody‘, representando a Lionsgate.

A GK Films ao lado dos co-executores do espólio de Jackson, John Branca e John McClain, também estão envolvidos.

“Os primeiros filmes da minha carreira foram videoclipes, e ainda sinto que combinar cinema e música é uma parte profunda de quem eu sou”, disse o diretor.

“Para mim, não há artista com o poder, o carisma e o genialidade musical de Michael Jackson. Fui influenciado a dirigir videoclipes assistindo ao trabalho dele – o primeiro artista negro a ficar em alta na MTV. Sua música e essas imagens fazem parte da minha visão de mundo, e a chance de contar sua história na tela ao lado de sua música foi irresistível”, conclui.

Segundo o que foi descrito, o filme vai acompanhar a vida complexa do icônico artista.

Por enquanto, ainda não há informações sobre outros integrantes do elenco e nem previsão de estreia.

Enquanto isso, confira alguns sucessos de Michael ao longo de sua carreira:

‘One Piece’: Cartaz completo revela os principais personagens na série live-action da Netflix; Confira!

Depois de anunciar a série live-action de ‘One Piece‘ chegará ao catálogo ainda este ano, a Netflix divulgou o cartaz completo da adaptação.

Além do protagonista Luffy (Iñaki Godoy), a imagem mostra Sanji (Taz Skylar ), Nami (Emily Rudd), Usopp (Jacob Romero Gibson) e Zoro (Mackenyu).

Confira:

Em entrevista ao Nux Taku, o showrunner e produtor executivo Matt Owens revelou que a adaptação terá muitas referências a eventos importantes da saga.

“Os espectadores terão que prestar atenção, pois haverá muitos easter eggs [na série live-action]. Foquem em tudo o que sabemos sobre o universo ‘One Piece’ atualmente em contraste com a época que o arco do East Blue terminou”.

Ele completa: “os fãs terão que ficar atentos por esses easter eggs. Prestem atenção em cartazes de foragidos, jornais e até mesmo diálogos. Pausem as cenas, tirem prints. Será muito divertido quando vocês descobrirem as referências”.

OwensSteven Maeda ficam responsáveis pela adaptação, que é baseada na saga mangá de Eiichiro Oda.

Fique ligado para mais informações!

Milo Ventimiglia vive um vigarista apaixonado no trailer oficial de ‘The Company You Keep’; Confira!

ABC divulgou o trailer completo e oficial de The Company You Keep, série estrelada e produzida por Milo Ventimiglia (‘This Is Us’).

A produção tem estreia marcada para o dia 19 de fevereiro.

Confira:

Uma noite de paixão leva ao amor entre o vigarista Charlie (Ventimiglia) e a agente disfarçada da CIA Emma, que estão inconscientemente em rota de colisão profissionalmente. Enquanto Charlie aumenta o ‘negócio da família’ para que ele possa se aposentar, Emma está se aproximando do criminoso vingativo que mantém as dívidas da família de Charlie – forçando-os a repensar com as mentiras que contaram para que possam salvar suas famílias e suas próprias vidas de consequências desastrosas.

Julia Cohen (‘Legion’) é responsável pelo roteiro, que é baseado na produção coreana ‘My Fellow Citizens‘.

Jon M. Chu, Todd Harthan, Caitlin Foito, Russ Cundiff e Lindsay Goffman também servirão como produtores executivos.

Catherine Haena KimSarah Wayne CalliesTim ChiouJames SaitoFreda Foh ShenFelisha TerrellPolly DraperWilliam Fichtner completam o elenco.

‘Star Trek: Picard’: Equipe se reúne no cartaz OFICIAL da 3ª e última temporada; Confira!

Depois do trailer, a Paramount+ divulgou o cartaz oficial da 3ª e última temporada da adorada série Star Trek: Picard’.

Lembrando que o ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 16 de fevereiro de 2023 na Paramount+.

Confira:

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Patrick StewartJonathan FrakesGates McFaddenMichael DornLeVar Burton fazem parte da produção.

Alison Pill (The Newsroom’), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace’)  completam o elenco.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

Ana de Armas e Chris Evans se reúnem no cartaz oficial da ação romântica ‘Ghosted’; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro cartaz oficial de ‘Ghosted’, nova ação romântica estrelada por Ana de ArmasChris Evans.

A dupla já trabalhou junta no aclamado suspense cômico ‘Entre Facas e Segredos’.

Confira:

O filme será lançado na plataforma de streaming em abril de 2023, ainda sem dia confirmado.

Adrien Brody, Amy SedarisMike MohTim Blake NelsonTate Donovan, Marwan Kenzari, Anna Deavere Smith, Lizze Broadway, Mustafa Shakir e Tiya Sircar completam o elenco.

Dexter Fletcher (‘Bohemian Rhapsody’, ‘Rocketman’) fica responsável pela direção.

Anteriormente, o papel de de Armas seria vivido por Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’), mas a estrela precisou se afastar da produção por conta de sua segunda gravidez.

Por enquanto, não há informações sobre os personagens e nem sobre a trama, descrita apenas como uma aventura de ação e romance inspirada no filme ‘Tudo Por Uma Esmeralda, estrelado por Michael Douglas e Kathleen Turner em 1984.

‘Nada de Novo no Front’: Novo vídeo de bastidores revela como o drama de guerra foi criado; Confira!

O drama de guerra ‘Nada de Novo no Front‘ (All Quiet on the Western Front) já chegou à Netfix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo promocional contando como a narrativa foi criada.

Confira:

Dirigido por Edward Berger, o longa é baseado no best-seller homônimo de Erich Maria Remarque.

A trama conta a emocionante história de um jovem soldado alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Nas trincheiras, lutando pelas próprias vidas, Paul e seus colegas sentem como a euforia inicial da guerra se transforma em desespero e medo.

O elenco conta com Daniel Brül, Felix Kammerer, Albrecht Schuch, Aaron Hilmer, Edin Hasanovic e Devid Striesow.

‘Lockwood & Co’: Vídeo promocional explica o que é o Problema; Confira!

Lockwood & Co.‘, série baseada na saga literária homônima de Jonathan Stroud, chegou recentemente à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional que explica o que é o Problema.

Confira:

Em Londres, os mais talentosos caçadores de fantasmas adolescentes viajam todas as noites para um perigoso combate com espíritos mortais. Entre as muitas agências corporativas, uma pequena startup está sozinha: Lockwood & Co, operada por dois jovens e uma garota psiquicamente talentosa, que formam um trio de renegados livres de motivos financeiros, supervisão adulta e destinado a desvendar um mistério que mudará curso da história.

Relembre o trailer:

A série é escrita e dirigida por Joe Cornish.

Ruby StokesCameron ChapmanAli Hadji-Heshmati estrelam.

Ivanno JeremiahLuke TreadawayMorven ChristieJack BandeiraBen CromptonHayley KonaduRhianna DorrisPaddy HollandRico Vina completam o elenco.

5 ÓTIMOS Filmes que refletem sobre o estresse pós-traumático

Considerado um transtorno de ansiedade, o estresse pós-traumático é uma condição de grande angústia que gira em torno de pessoas que não conseguem se recuperar após algum acontecimento que as abalaram profundamente. Para refletir sobre esse tema, que está bem vivo na vida de muitas pessoas, nos quatro cantos do planeta, separamos uma lista abaixo com 5 filmes que refletem sobre o estresse pós-traumático:

 

Mergulho

Nesse ótimo filme mexicano, dirigido por Lucía Puenzo, baseado em fatos reais, conhecemos uma experiente atleta do saltos ornamentais que treina para as olimpíadas que aos poucos começa a refletir sobre traumas do passado depois que uma verdade vem à tona.

 

Manchester à Beira-Mar

Na trama, conhecemos Lee Chandler (Casey Affleck) um homem solitário que vive em um minúsculo quarto na cidade de Boston e sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios próximos a onde mora. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão Joe (Kyle Chandler) acabara de falecera. Imediatamente, Lee precisa voltar a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

 

Visões de uma Borboleta

Na trama, conhecemos Lilya (Rita Burkovska) uma oficial do batalhão voluntário de Bakhmut, especialista em reconhecimento aéreo, que acaba sendo presa por forças militares à favor da Rússia e passa alguns meses em cativeiro. Após uma negociação, ela é libertada. Aos poucos busca o recomeço da sua vida perto das pessoas que ama, só que ela descobre estar grávida após ser vítima de estupro no período em que estava presa. A partir daí, uma série de situações à levarão de frente para escolhas que vão influenciar todos ao seu redor.

 

Acusação

Na trama, conhecemos Alexandre (Ben Attal) um arrogante, privilegiado, com sentimento de superioridade, mimado, estudante francês de 22 anos que mora nos Estados Unidos e estuda engenharia em Stanford que durante sua passagem pela França, para visitar seus pais, um famoso apresentador de TV chamado Jean (Pierre Arditi) e uma ensaísta chamada Claire (Charlotte Gainsbourg), é acusado de estupro. Quem faz a acusação é Mila (Suzanne Jouannet), uma jovem de 17 anos que é filha de Adam (Mathieu Kassovitz), um professor de literatura e Valérie (Audrey Dana), uma protética dentária. Para complicar mais ainda a situação, Claire e Adam são namorados. A situação é levada aos tribunais, onde as versões do fato são ouvidas e julgadas pela lei.

 

Passagem

Na trama, conhecemos Linsey (Jennifer Lawrence) uma militar do corpo de engenharia do exército, especialista em sistemas de águas, que sofre uma complicada lesão cerebral no Afeganistão quando o veículo onde estava é atacado. Ela perde alguns movimentos do corpo e na volta para os Estados Unidos acaba indo num primeiro instante para a reabilitação na casa de uma cuidadora depois ruma para casa, onde tem a chance de resolver (ou pelo menos tentar) problemas adormecidos na relação com a mãe Gloria (Linda Emond) e nesse meio tempo, consegue emprego como piscineira e acaba conhecendo o mecânico James (Brian Tyree Henry) um homem muito bondoso que perdeu a perna em um grave acidente que mudou para sempre o destino de sua família. Assim, essas duas almas iniciam uma amizade com ganhos mútuos numa estrada dolorosa para saírem da solidão.

 

 

‘Invencível’: Jeffrey Dean Morgan entra para o elenco da aclamada animação

Através do Instagram, o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) confirmou que foi escalado para participar da aclamada animação Invencível.

As boas novas vieram acompanhadas de uma imagem de bastidores em que Morgan posa ao lado de dois compêndios (possivelmente confirmando sua presença na 2ª e na 3ª temporadas). Entretanto, detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

Confira:

Confira o teaser do próximo ciclo:

Lembrando que a equipe do Prime Video já está desenvolvendo o 3º ciclo da animação.

A informação foi revelada por Khary Payton (‘The Walking Dead’), que dubla o personagem Markus Grimshaw, também conhecido como o Sansão Negro.

Em entrevista para o The Movie Dweeb, Payton não deu detalhes sobre os vindouros episódios, dizendo apenas que:

“Já terminamos a 2ª temporada e agora estamos trabalhando na 3ª. Mas, ainda é difícil dar alguma atualização porque acabamos de começar. Havia um excesso de estúdios de animação tentando fazer tanta coisa durante a pandemia. Literalmente, projetos que estavam parados começaram a ganhar vida, e a equipe de ‘Invencível precisava respeitar seu lugar na fila.”

Ele continuou:

“Queria poder dizer mais, mas o que posso dizer agora é que estou muito feliz que ‘Invencível‘ recebeu sinal verde para continuar. Como estamos trabalhando pesado, significa que a estreia da 3ª temporada pode não demorar tanto quando a 2ª. Mas, sim, ainda vai demorar um pouco. Eu gostaria de poder dizer o contrário. Mas eu fiz animações suficientes para reconhecer como o processo é difícil e demorado…”.

A 2ª temporada tem estreia marcada para o final de 2023, então a 3ª deve ser lançada somente em 2024.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

5 Filmes que refletem sobre a sociedade através do medo e TERROR

Refletir sobre a sociedade em uma obra cinematográfica pode ser feito de diversas maneiras, alguns projetos utilizam do chocante universo do medo e do terror. Histórias complexas, excêntricos personagens, às vezes até mesmo uma troca de perspectiva deixam narrativas alucinantes aos olhos dos espectadores. Pensando nesse cenário, segue uma lista abaixo com 5 filmes que refletem sobre a sociedade através do medo e terror!

 

Mandy

Na trama, ambientada no início da década de 80, conhecemos Red (Nicolas Cage) e Mandy (Andrea Riseborough), um casal que mora em um lugar no interior dos Estados Unidos, muito isolado dos grandes centros, praticamente dentro de uma floresta. Nesse mesmo lugar isolado, um culto repleto de pessoas loucas resolve implicar com Mandy e decidem sequestrá-la. Pensamento somente em vingança e munido de uma motossera, uma espada medieval (ou algo parecido) e muita sede de sangue, Red embarca em uma jornada infernal em busca de paz interior.

 

Gêmeo Maligno

Na trama, conhecemos o casal Rachel (Teresa Palmer) e Anthony (Steven Cree) que após uma trágico acidente de carro, onde perdem um dos filhos gêmeos, resolvem se mudar para Finlândia, numa casa isolada que servia como uma espécie de paróquia do lugar. Anthony que é escritor finlandês, conhece mais a região do que a esposa. No início buscam se familiar com tradições locais em uma região que insiste em falar a língua local mesmo sabendo o inglês. Não conseguindo de adaptar, seu cotidiano é repleto de sonhos estranhos e a desconfiança em relação a tudo e a todos começa a ser algo presente.

 

A Médium

Com um começo no melhor estilo documentário, vamos navegando nas águas conflituosas de uma família, seus entendimentos sobre ancestrais e a centralização de um dom de uma poderosa médium Nim (Sawanee Utoomma) que reside em uma pequena comunidade. Após uma visita a outros parentes percebe que sua sobrinha Mink (Narilya Gulmongkolpech) pode estar sendo possuída por uma entidade maligna ancestral. A Médium pode ser enxergado de diversas formas e principalmente como a luta de uma mulher contra os horrores do inexplicável.

 

O Telefone Preto

Na trama, conhecemos Finney (Mason Thames), um jovem de cerca de 13 anos que vive uma vida repleta de conflitos ao lado da irmã Gwen (Madeleine McGraw). Eles moram com o pai, o alcóolatra Terrence (Jeremy Davies), um homem conservador e muito rígido que está repleto de infelicidade em sua rotina. Finney sofre bullying na escola diariamente e possui o forte elo de carinho e afeto com a irmã como sendo um Oasis em meio ao caos de conflitos emocionais que atravessa. Na cidade onde moram, algumas crianças começam a desaparecer. Um dia, voltando da escola, Finney acaba sendo sequestrado por um homem em uma van repleta de balões pretos. Ele vai parar um porão onde tem apenas uma cama e um telefone preto, sem o fio. Conforme os dias vão passando, algo inusitado acontece, o telefone começa a tocar e Finney percebe que os outros jovens sequestrados pelo mesmo homem estão tentando ajudá-lo a sair daquela situação.

 

Um Lugar Silencioso

Na trama, conhecemos uma família que se comunica pela linguagem de sinais e o espectador é surpreendido em sua ambientação, aparece um Dia X na tela. Durante os primeiros quinze minutos somos envolvidos no espaço/tempo da história, descobrindo aos poucos o porquê das ações estranhas dos personagens. Tentando reverter uma situação apocalíptica, e completamente isolada em uma casa gigante, a filhos dessa família aprenderão aos poucos regras de sobrevivência nesse mundo completamente novo e repleto de perigos causados pelo som.

Muito SANGUE e MEDO! Conheça MAIS 10 Filmes de Terror Esperados para 2023

Cada início de ano é época de olhar para o futuro, e começar a aquecer para o que vai vir nos próximos meses até dezembro. Muitos veículos especializados dividem as estreias por gêneros, afinal a cada ano são lançadas centenas de filmes, se tornando uma tarefa impossível catalogar tudo. Um dos gêneros que sempre entra no radar dos cinéfilos por possuir uma verdadeira legião de fãs e adeptos é o terror. E aqui no CinePOP não poderia ser diferente, já que o site nasceu da paixão pelo gênero mais assustador de todos.

Pensando nisso, decidimos aderir também e divulgar agora a nossa SEGUNDA lista dos filmes de terror mais esperados para 2023. Já que é tanta coisa que não coube em uma lista apensa. Confira abaixo e leia também a primeira parte da matéria no link.

Leia também: Os 15 Filmes de TERROR Mais Esperados para 2023

Pearl

X – A Marca do Medo foi um dos filmes mais comentados de 2022, passou pelos cinemas brasileiros, fez sucesso por aqui também e atualmente encontra-se em cartaz no acervo da Amazon Prime Video. Mas como todos os fãs sabem bem, X embora tenha sua trama bem contida num único filme, com começo, meio e fim, deu início para uma franquia sangrenta do diretor Ti West junto da A24. No mesmo ano foi lançado Pearl, que conta as origens da psicopata de X. Pearl chega ao Brasil em 2023 no dia 9 de fevereiro, lançado pela Universal Pictures. E este ano teremos também MaXXXine, terceiro longa da franquia, que ainda não possui data de estreia por aqui ou nos EUA.

Sick

Aqui no CinePOP não escondemos nossa paixão pela franquia Pânico, que acaba de lançar o novo trailer de seu sexto episódio. A franquia, porém, deve muito a um nome: Kevin Williamson. Os fãs sabem muito bem o significado deste nome, já que Williamson foi quem escreveu o roteiro do filme original e de duas das cinco continuações. Infelizmente o roteirista não está mais trabalhando em Pânico, mas seus fãs seguem suas outras produções. A mais recente é esta Sick, que Williamson escreveu bem aos moldes de Pânico, ou seja, um slasher adolescente, com um assassino mascarado e misterioso à solta perseguindo jovens. A grande sacada do novo texto do autor é que esta história se passa no auge da pandemia de COVID-19, em abril de 2020. Ou seja, espere muitas gags e tiradas usando isso como pano de fundo. Lá fora, Sick foi um lançamento da Peacock, serviço de streaming da Universal e por aqui deve chegar em algumas das plataformas mais populares.

O Nascimento do Mal

Por falar em Pânico, aqui temos mais um elo com a franquia do maníaco Ghostface. Isso porque quem estrela é a graciosa Melissa Barrera, a nova protagonista da série, que interpreta a heroína Sam Carpenter. Em O Nascimento do Mal, Barrera é Julie Rivers, uma mulher grávida passando pela última fase de sua gestação antes de dar à luz. Seu médico a recomenda que fique em repouso na cama durante esse momento, mas ela começa a desconfiar que sua casa possa ser assombrada, o que complica ainda mais as coisas nesse momento difícil. A Diamond Films traz o longa para o Brasil no dia 27 de abril.

Beau is Afraid

Vamos falar claramente, Beau is Afraid promete ser o filme mais insano de 2023. É impossível não notar certas semelhanças com mãe! (2017), de Darren Aronofsky, no que diz respeito ao surrealismo de cada cena, e no exagero da mensagem que seus autores visam passar. Ari Aster e Robert Egger chegaram à cena cinematográfica quase juntos e logo foram elevados ao posto de reis do terror moderno. Eggers fez A Bruxa e O Farol, mas em seu terceiro filme, divergiu um pouco do terror com um projeto mais ambicioso, com O Homem do Norte. Aster ao que tudo indica segue pelo mesmo caminho com este longa, depois de Hereditário e Misommar. É só dar uma conferida no trailer para notar o caos que cerca o personagem de Joaquin Phoenix, enquanto precisa vencer o medo e ir resgatar sua mãe.

O Exorcismo do Papa

Filmes de exorcismo podem ser um tema batido, ainda mais em um ano em que teremos uma espécie de continuação / reboot do clássico absoluto O Exorcista. No entanto, precisamos dar atenção a um filme de exorcismo quando este traz no papel protagonista de um padre, o vencedor do Oscar Russell Crowe e o veterano Franco Nero como o Papa. Fora isso, na direção temos Julius Avery, do subestimado Operação Overlord (2018). A Sony Pictures é quem trará ao Brasil no dia 6 de abril.

Os Vampiros de Salem

Pulando de demônios e exorcistas para vampiros agora na lista. Esta superprodução da Warner foi adiada de 2022 para este ano – e na verdade ainda não definiu uma data de estreia, podendo possivelmente ser adiada novamente para 2024. Esperamos, no entanto, que possamos conferir ainda em 2023. A obra é baseada num dos primeiros livros de Stephen King e já foi adaptada para as telas na forma de uma minissérie de TV dividida em dois episódios. Na trama, um autor retorna à sua cidadezinha nos EUA, apenas para descobrir que o local aos poucos está sendo tomado por uma horda de vampiros. A história serviu de base para a minissérie da Netflix, Missa da Meia Noite.

Ursinho Pooh – Sangue e Mel

Um dos filmes de terror mais trash a serem lançados em 2023, mas que vem despertando o interesse dos fãs mais hardcore, este longa é um slasher que usa como tema os clássicos personagens criados pelo autor A.A. Milne. Mas e se você pergunta como a Disney pode ter liberado os direitos de sua querida propriedade para um filme, digamos, de nível “C”, o que acontece é que os direitos do ursinho Pooh caíram em domínio público – assim como Peter Pan e Robin Hood. Ou seja, qualquer um pode fazer um filme sobre eles. Sem perder tempo, os produtores bolaram um slasher (que na verdade poderia ser qualquer filme), colocaram umas máscaras nos assassinos e chamaram de Ursinho Pooh. Tem tudo para ser o Sharknado do ano.

Cuckoo

Protagonizado pela atriz trans Hunter Schafer, a Jules da série Euphoria da HBO, este terror conceitual e misterioso fala sobre uma jovem perseguida por uma mulher psicótica após se mudar com a família para um resort. A família está tentando superar o trauma da perda da mãe, e agora a protagonista precisa lutar por sua vida e a de sua irmã. Completando o elenco, Dan Stevens e Jessica Henwick.

True Haunting

Teremos ainda mais um filme de exorcismo em 2023. Este com uma premissa bem interessante e baseado numa história real. O longa conta sobre o primeiro exorcismo televisionado da história, que foi ao ar em 1971, exibido pela rede norte-americana, NBC. Os números de audiência do canal subiram pelo teto, se tornando um sucesso. No entanto, para a família no local do exorcismo, as coisas pioraram muito. Quem protagoniza é Erin Moriarty, a Luz-Estrela da série sensação The Boys. Ao seu lado, Jamie Campbell Bower, o Vecna de Stranger Things em pessoa. Na direção, Gary Fleder, do clássico Beijos que Matam (1997).

Oferenda ao Demônio

Finalizando a nova matéria dos filmes de terror esperados, temos esta produção que foi exibida e fez sucesso em festivais especializados em terror como o Fantastic Festival e o Beyond Fest. Imagine um “O Bebê de Rosemary” passado numa comunidade judaica e mais chamativo ao invés de minimalista. Um segredo traz consigo uma maldição e põe em risco a gravidez de um jovem casal. Art (Nick Blood) retorna à antiga comunidade onde cresceu, ao lado da esposa (Emily Wiseman), para ajudar o pai em seu negócio: um necrotério. Sem querer o mal é libertado no local. A Paris Filmes traz para o Brasil no dia 9 de fevereiro.

‘Bridgerton’: Atriz deixa o elenco da série após duas temporadas

Durante uma entrevista no Festival de Sundance 2023, a atriz Phoebe Dynevor, que interpreta Daphne na adorada série Bridgerton, revelou que não irá retornar para a 3ª temporada.

“Bom, eu fiz as minhas duas temporadas”, ela contou em uma conversa com a Variety“Fiz o que eu queria com a personagem e ela teve um ótimo arco. Se eles me chamarem no futuro, quem sabe?”.

Dynevor continuou, dizendo sobre a possibilidade de aparecer nos novos episódios: “infelizmente, não na 3ª temporada. Potencialmente no futuro. Mas a 3ª temporada estou animada para ver apenas como espectadora”.

Vale lembrar que o próximo ciclo focará no romance entre Penelope Featherington (Nicola Coughlan) e Colin Bridgerton (Luke Newton).

Criada por Chris Van Dusen, a série é baseada nos romances de Julia Quinn.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Hannah New (‘Black Sails’) recentemente foi escalada para o novo ciclo.

A atriz interpretará a jovem viúva Lady Tilley Arnold, que “aproveita do privilégio e poder de comandar a fortuna do seu falecido marido, vivendo em seus próprios termos com independência financeira e liberdade sexual”.

Dave Bautista revela que tentou, mas não irá mais interpretar Bane na nova DC

Apesar dos esforços, o astro Dave Bautista revelou ao público que não conseguirá interpretar o icônico vilão Bane nas adaptações em live-action do DCU.

Em entrevista ao Insider, Bautista, que ganhou notoriedade nos universos super-heroicos ao interpretar Drax em ‘Guardiões da Galáxia’, disse que conversou com o novo supervisor da DC, James Gunn, e que suas esperanças de viver o personagem foram por água abaixo.

“Conversei com James sobre isso. […] A direção que ele está tomando, de recomeçar completamente o universo, o leva a começar do zero, mais novo e mais original. E acho que deve-se fazer isso”, ele disse.

Bautista continua: “creio que, para o Universo DC ser revivido, é preciso começar do zero. E acho que deve-se começar com atores mais jovens. É preciso começar a planejar os próximos quinze anos, e não acho que é possível fazer isso comigo. E eu entendo isso. E, além disso, devo dizer que entendo, porque não quero interpretar um personagem pelo qual não posso fazer justiça. Não acho que, nesse ponto da minha carreira, posso fazer justiça a Bane”.

Segundo o jornalista Matt Ramos, Gunn, Peter Safran e a Warner Bros. Discovery vão divulgar os projetos da DC Studios amanhã, dia 31 de janeiro.

“Neste momento, a WB está realizando uma apresentação com James Gunn e Peter Safran exclusivamente para a imprensa. Amanhã os anúncios cairão pelos meios de comunicação. Esteja pronto.”, afirmou.

Resta saber se os anúncios incluem os que já esperamos, como o novo filme do ‘Superman‘, a 2ª temporada de ‘Peacemaker‘, ou filmes inteiramente novos e séries de TV para a HBO Max.

Também é interessante que ele se refira à primeira parte da lista como um ‘capítulo’, mas teremos que esperar e ver se essa palavra se torna algo oficial daqui para frente, assim como as ‘fases’ da Marvel.

Como os fãs já sabem, Gunn dirigiu ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série derivada dedicada ao ‘Peacemaker‘.

Enquanto Safran vem produzindo diversos títulos da DC, como ‘Aquaman’ e ‘Shazam!‘ e suas vindouras sequências.

Scorsese, Nolan, Villeneuve, Fincher, Shyamalan e os GRANDES DIRETORES que Voltam às Telas em 2023

Todos os fãs de cinema que começam a se aprofundar um pouco mais nos bastidores de uma obra, sempre reparam em um elemento específico que se torna determinante para seu paladar cinematográfico: quem está dirigindo a produção. O diretor de um filme é definitivamente o elemento mais importante do conjunto. Isso porque ele é o “chefe” do filme. É ele quem opina em todos os outros elementos que formam a obra. Ou ao menos era para ser assim. É claro que temos relatos de produtores que mandam e desmandam em um projeto, e até mesmo astros e estrelas que vira e mexe dão ataque de estrelismo e “sequestram” o filme para si. Um dos casos recentes mais notórios foi do blockbuster O Incrível Hulk (2008), que é dito ter sido tão ou até mais dirigido pelo protagonista Edward Norton do que pelo diretor do longa em si, Louis Leterrier – o que gerou atrito entre Norton e a Marvel.

Em resumo, é diretor quem ditará o tom e o teor do filme, e ao repararmos seu conjunto da obra, começaremos a avaliar se tal cineasta nos agrada ou não. Por exemplo, é muito fácil distinguir por suas características gerais os filmes de diretores como Tim Burton, M. Night Shyamalan, Christopher Nolan, Steven Spielberg, entre outros. Esta nova matéria é justamente sobre eles, os diretores. Aqui, iremos dar uma olhada em 10 grandes cineastas, ainda muito badalados (ou ensaiando um grande retorno aos holofotes) que lançarão novos trabalhos em 2023. Filmes estes que qualquer bom cinéfilo que se preze não pode perder. Confira abaixo.

Martin Scorsese

Considerado o melhor diretor em atividade por grande parte dos cinéfilos, o lendário Martin Scorsese tem no currículo algumas das obras mais celebradas dos últimos 50 anos, como Taxi Driver, Touro Indomável, Os Bons Companheiros e Os Infiltrados. Seu último longa-metragem lançado até então foi O Irlandês (2019), indicado para 10 Oscar e que marcou a primeira parceria do icônico cineasta com uma plataforma de streaming – no caso, a número 1 do mercado, a Netflix. Este ano, Scorsese estará de volta em outra parceria com uma plataforma de streaming, desta vez com a Apple TV+ para a adaptação do livro Assassinos da Lua das Flores, que unirá em tela em um filme seu os dois atores preferidos do cineasta: Leonardo DiCaprio e Robert De Niro. A trama fala sobre a investigação de assassinatos misteriosos numa comunidade indígena na década de 1920. A data de estreia ainda não foi divulgada.

Roman Polanski

Outro que retorna este ano é o controverso Roman Polanski, vencedor do Oscar por O Pianista e dono de outras duas nomeações da Academia como diretor (Chinatown e Tess – Uma Lição de Vida). Polanski não fazia um longa falado em inglês desde o início da década passada, quando lançou O Escritor Fantasma (2010) e Deus da Carnificina (2011). Seus três trabalhos seguintes foram produções francesas, com A Pela de Vênus (2013), Baseado em Fatos Reais (2017) e O Oficial e o Espião (2019). Em 2023 ele retorna com The Palace, que tem estreia prometida na Itália no dia 6 de abril. A trama se passa num luxuoso hotel suíço durante o réveillon de 1999, onde as vidas dos hóspedes e dos funcionários se entrelaçam. No elenco, Mickey Rourke, John Cleese e o português Joaquim de Almeida.

John Woo

Conhecido como um dos maiores expoentes da ação mundial, John Woo foi um dos responsáveis pela popularização do cinema de Hong Kong em obras cultuadas vide Alvo Duplo (1986), O Matador (1989), Bala na Cabeça (1990) e Fervura Máxima (1992). Levado por Jean-Claude Van Damme, ele estreou em Hollywood com O Alvo (1993) e por lá fez sucessos como A Outra Face (1997) e Missão: Impossível 2 (2000). Seu último trabalho americano havia sido com O Pagamento (2003), ficção científica com Ben Affleck e Uma Thurman. Desde então, Woo se concentrava em produções chinesas apenas, com seu último filme, Caçadores de Homens, lançado em 2017. Este ano, o cineasta retorna para Hollywood com Silent Night, protagonizado por Joel Kinnaman, sobre um pai de luto, deixando fluir sua vingança contra uma gangue cruel na noite de Natal. A estreia está programada para o dia 9 de novembro.

Michael Mann

Michael Mann é outro diretor veterano de grande prestígio, que andava meio sumido, mas que retornará com tudo em 2023. Em seu currículo, o cineasta possui filmes inesquecíveis como Fogo Contra Fogo (1995), Colateral (2004) e Miami Vice (2006). O fracasso de seu último filme até então, Hacker (2015), com Chris Hemsworth e Viola Davis, fez Mann dar uma pausa em sua carreira como diretor de longas, mas ele esteve envolvido com a série de sucesso Tokyo Vice (2022). Este ano, Mann promete um retorno triunfal com uma obra que pode chegar até o Oscar de 2024, a biografia Ferrari, sobre o empresário que criou um dos carros mais famosos do mundo, interpretado por Adam Driver.

David Fincher

É curioso pensar que a carreira de David Fincher, um dos diretores mais talentosos em atividade atualmente, poderia ter tido vida curta após o fracasso de sua estreia no cinema com Alien³ (1992). Mas Fincher sacudiu a poeira, deu a volta por cima, e emendou no trabalho seguinte, entregando a obra-prima Seven (1995). Daí seguiram Clube da Luta (1999), Millenium (2011) e Garota Exemplar (2014), por exemplo. Este ano, Fincher retorna ao gênero que o consagrou, o suspense, com The Killer, que fala sobre um matador (vivido por Michael Fassbender) desenvolvendo uma crise de consciência. A produção é um filme original da Netflix e a estreia ocorre dia 10 de novembro.

M. Night Shyamalan

Poucos diretores na indústria tiveram um surgimento em cena tão forte quanto o do indiano M. Night Shyamalan em O Sexto Sentido (1999). Desde então podemos dizer que seus filmes foram decaindo em prestígio, até chegar em obras verdadeiramente execradas por grande parte do público e dos críticos. Com uma carreira irregular, de altos e baixos, Shyamalan promete um novo acerto este ano com Batem à Porta, um thriller enigmático e apocalíptico estrelado por Dave Bautista, sobre uma família sequestrada e precisando fazer a escolha mais difícil que qualquer um jamais teria que fazer. A estreia é logo agora no início de fevereiro, no dia 2.

Christopher Nolan

“In Nolan we trust”. O bordão proferido pelos fãs para se referir ao trabalho de Christopher Nolan pegou e continua sendo uma realidade hoje. Isso porque o diretor britânico consegue mesclar como poucos na indústria atual um tipo de cinema muito comercial com o cinema de autor. Ou seja, Nolan escreve todos os seus filmes e os cria como espetáculos visuais sem precedentes, e sem grandes interferências dos estúdios. Nolan sonha grande e consegue concretizar suas ideias originais. E isso é algo mais que louvável dentro de uma indústria de reciclagens. Justamente por isso, Oppenheimer (sobre o criador da bomba atômica) é um dos filmes mais esperados de 2023. A estreia é no dia 20 de julho.

Denis Villeneuve

Seguindo de perto o prestígio de Christopher Nolan, o franco-canadense Denis Villeneuve escalou para se tornar um dos diretores mais adorados da atualidade pelos cinéfilos, com sua mescla de filmes autorais e comerciais. Digamos que tanto Nolan quanto Villeneuve entregam produções de entretenimento com muito conteúdo, constantemente discutidos pelo público e pelos cinéfilos. Eles são a resistência do cinema arte em grande escala, sem precisar apelar a um produto meramente escapista. A diferença entre Nolan e Villeneuve é que os filmes do primeiro são fenômenos de bilheteria ano após ano, já os do segundo ainda não atingiram esse patamar de sucesso, mesmo caindo nas graças da crítica e dos cinéfilos. Isto é, até Villeneuve entregar sua versão de Duna (2021). E o diretor entra na lista justamente com a segunda parte aguardadíssima de Duna – cuja estreia ocorre no dia 20 de outubro.

Luca Guadagnino

Este ano, o italiano Luca Guadagnino lançou nos cinemas mundiais o controverso Até os Ossos, sobre um amor nascendo entre dois jovens canibais. O diretor, é claro, teve seu grande divisor de águas ao comandar o romance gay Me Chame Pelo Seu Nome (2017), indicado ao Oscar de melhor filme. No ano seguinte, Guadagnino tirou do papel um remake do clássico terror de Dario Argento, Suspiria (1977) – uma obra altamente cultuada – e entregou sua própria visão da história. Seu próximo filme sai logo em 2023. Intitulado Challengers, o filme produzido pela MGM é um drama romântico de esportes, usando como tema o tênis. O longa fala sobre três jogadores profissionais, que se conheciam na adolescência, e agora precisam se enfrentar num grande torneio. No elenco o nome de peso é o da jovem estrela Zendaya. A estreia está programada para o dia 11 de agosto.

Greta Gerwig

Finalizando a lista dos grandes diretores que aparecerão ainda em 2023, temos uma novata, entre aspas. Atriz e companheira do diretor Noah Baumbach, um dos grandes nomes da cena independente americana, Greta Gerwig vive há muito tempo nesse meio, mas estreou na direção solo de um filme em 2017, quando entregou Lady Bird – Hora de Voar. Mas que estreia ela fez, já que não é todo dia que vemos uma cineasta entregando um primeiro trabalho que chega até o Oscar. E ela repetiria a dose com sua versão de Adoráveis Mulheres (2019), que igualmente chegou ao topo das premiações de seu respectivo ano. Agora Gerwig lançará um filme diferente, mais voltado ao entretenimento com Barbie, o primeiro filme com atores reais da boneca mais famosa do mundo. No filme, Barbie será vivida por Margot Robbie. E estamos muito curiosos para saber o que a diretora fará com o material. Teremos que esperar até a estreia no dia 20 de julho.

‘Gigolô Americano’: Drama com Jon Bernthal é CANCELADO após uma temporada

A série ‘Gigolô Americano‘, estrelada pelo Jon Bernthal (‘The Walking Dead’ e ‘O Justiceiro’), foi oficialmente cancelada pela Paramount+ após apenas uma temporada (via Deadline).

Além da produção, ‘Deixe Ela Entrar’‘Three Women’ também não terão mais temporadas. As más notícias vêm pouco depois do anúncio surpresa de que a Paramount+ iria se fundir com a Showtime.

A série é descrita como uma “reimaginação atual” do filme original de 1980 e apresenta Julian Kaye quinze anos depois de ter sido preso por assassinato, lutando para se encontrar na indústria do sexo em Los Angeles. Em paralelo, ele procura quem armou sua prisão e espera se reconectar com Michelle, seu grande amor.

David Hollander entra como roteirista, diretor e showrunner do projeto.

O longa original, estrelado por Richard Gere, acompanhava Julian Kaye, um gigolô para mulheres sofisticadas, ricas e entediadas, que se envolve com Michelle Stratton, uma cliente casada com um político. Enquanto está curtindo sua paixão, Julian é acusado do assassinato de outra cliente, mas devido à profissão que exerce torna-se vulnerável a pagar por um crime que não cometeu. Mesmo Michelle pagando excelentes advogados para defendê-lo, a situação de Julian é no mínimo delicada.

Artigo | Há quatro anos, ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ chegava ao fim; Relembre os episódios finais!

A saga de Kimmy Schmidt chegou ao fim há quatro anos e, assim como toda a trajetória da série, não poderia terminar de outro modo senão o mais irreverente possível. Como todos sabem, Tina Fey e Robert Carlock possuem algumas das mãos mais hábeis para criar comédia na televisão contemporânea, e já trabalharam juntos diversas vezes. Em ‘Unbreakable Kimmy Schmidt, uma das melhores comédias da atualidade e uma das pérolas do catálogo original da Netflix, a principal sacada reside sobre o timing cômico, abraçado e traduzido por um incrível elenco que, mesmo confrontando alguns deslizes, ainda se lança em performances ótimas e dinâmicas que garantem a atenção do público.

Nos episódios de encerramento, Kimmy (Ellie Kemper) luta para deixar seu legado na imensa cidade de Nova York. Ela dá vida a uma versão bem mais despojada e rebelde do monomito, recusando-se a permanecer na singela e recatada vida do herói clássico, engolfando-se em uma construção nem um pouco convencional que permanece até os últimos momentos da série. Ainda que mais madura, Kimmy não abandona seu lado criança e permanece inocente para diversos assuntos da vida adulta – refratados principalmente pela acidez de seus amigos, Titus (Tituss Burgess) e Jacqueline (Jane Krakowski), que, sem dúvidas, são construções que não servem de exemplo para ninguém da forma mais hilariante possível.

O interessante da quarta temporada é que cada um dos quatro protagonistas tem o seu momento de glória, convergindo com o tema que rege cada episódio e culminando em gloriosos cliffhangers. É fato dizer que essa segunda metade funciona com menos originalidade que as iterações anteriores, mas mesmo assim realiza-se em uma construção satisfatória. Kimmy deixa de roubar a cena todas as vezes e cede espaço para as perdas e as conquistas dos outrora vistos apenas como coadjuvantes.

Titus, como sempre, se encontra de frente a algumas piadas espetaculares que agora se afastam um pouco da cultura musical – quem não se lembra de sua emulação perfeita de Beyoncé em uma paródia aplaudível? – e invadindo o mundo dos heróis. Jon Bernthal faz um espetacular cameo como suposto interesse romântico do personagem, revelando ser o stalker misterioso do midseason finale e depois levando Titus a perceber que tudo o que conseguiu na vida não passa de farelos. Para os mais desatentos, a “sutileza” com a qual Fey e Carlock tratam essa subtrama pode finalizar em um único capítulo, mas é o que leva o personagem a finalmente encontrar seu caminho para os sonhados palcos da Broadway.

Burgess retorna com uma incrível e desenfreada atuação que em nenhum momento beira a canastrice, mas explora camadas de seu personagem que não poderíamos imaginar. Por detrás de uma personalidade complicada, ele ainda nutre sentimentos pelo ex, Mikey (Mike Carlsen), que está prestes a se casar com outro homem, mas persegue constantemente sua carreira como um ator bastante famoso. Ele até mesmo invade os palcos nova-iorquinos no musical Cats’, entrando para o elenco da forma mais impossível imaginável e até mesmo criando um microcosmos para os “mistérios” que cercam esse musical. Não é até os episódios finais que Titus encontra seu lugar em O Rei Leão’, cuja metáfora para a série pode parecer ultrapassada, mas auxilia no aguardado final feliz.

Jacqueline finalmente se encontra como caça-talentos, tornando-se independente, ainda que enfrente alguns obstáculos para alcançar a fama que sempre desejou. A mulher fútil que conhecemos em 2015 já não mais existe, mas isso não significa que a personalidade sensual e predatória não dê as caras de vez em quando: em um episódio, ela se une a Mimi (Amy Sedaris) e Lillian (Carol Kane) para ir a uma loja de artigos de casa e brinca com a promiscuidade da geração millenial, reafirmando todo o escopo crítico da série – que inclusive também se mantém firme e forte e até mesmo resgata alguns acontecimentos dos anos anteriores.

Eventualmente, os múltiplos arcos encontram o fim que sempre desejaram, seja para o pior ou para o melhor. Mas depois de tantas hilárias quedas, ver os nossos queridos personagens alcançarem seus sonhos e verem suas vidas se preenchendo com a felicidade mais pura possível é de emocionar – ainda mais sabendo que, conforme os minutos se esgotam, Kimmy dará adeus para sempre. De qualquer forma, alguns obstáculos sempre se postam para adicionar camadas de profundidade, por mais rebelde e inesperada que seja, e, como já dito, contribuem para a satisfação completa por parte dos telespectadores.

Se houve algo que Unbreakable Kimmy Schmidt nos ensinou foi que, não importa o quão na lama você esteja, sempre é possível recomeçar e dar a volta por cima. Claro, a vida às vezes nos dá algumas rasteiras, mas sem elas não há a ínfima possibilidade de amadurecermos e nos tornarmos resilientes para o que nos aguarda no futuro. De fato, Kimmy pode ter feito certas escolhas erradas ao longo de sua vida pós-bunker – mas a cada nova aventura, mais ela se apaixonava pela segunda chance que ganhara. E, bom, isso é basicamente do que precisamos.

BOMBA! Paramount+ CANCELA três séries, incluindo a de vampiros ‘Deixe-me Entrar’

Antes da fusão entre Showtime e Paramount+, a Paramount Global está limpando a casa, e anunciou  cancelamento de três séries.

American Gigolo‘ e ‘Deixe-me Entrar‘ (Let the Right One In), duas séries dramáticas que estrearam no ano passado, foram canceladas no canal, confirmou o IndieWire.

Além disso, a Showtime não continuará mais com a série ‘Three Women‘, estrelada por Shailene Woodley, Betty Gilpin, DeWanda Wise e Gabrielle Creevy. A série, que terminou a produção principal, será vendida para outraos streamings.

A Paramount Global anunciou a integração do Showtime no Paramount + em streaming e televisão linear em 30 de janeiro, revelando que ocorrerá “ainda este ano”. Em vez de apenas oferecer o Showtime no aplicativo Paramount +, o Showtime OTT e o Showtime linear serão renomeados para “Paramount + com Showtime” .

Deixe-me Entrar‘ é adaptação do romance escrito por John Ajvide Lindqvist. Após ser mordida por uma criatura misteriosa, Eleanor (Baez) e seu pai, Mark (Bichir), são forçados a viverem nas sombras e cometerem atos terríveis para mantê-la viva. Quando ela retorna à Nova York, Eleanor faz uma amizade que reacende seu desejo de recuperar sua humanidade, mesmo que sua condição exponha seu lado mais animalesco.

American Gigolo‘ apresenta Julian Kaye quinze anos depois de ter sido preso por assassinato, lutando para se encontrar na indústria do sexo em Los Angeles. Em paralelo, ele procura quem armou sua prisão e espera se reconectar com Michelle, seu grande amor.

Crítica | Shrinking – Harrison Ford Estreia na TV em HILÁRIA Série da Apple TV+ Ao Lado de Jason Segel

A essa altura da vida, é difícil vermos alguma coisa pela primeira vez, especialmente quando falamos de atores veteranos, que já estão há décadas no mercado trabalhando em todo tipo de papel. Então, é com uma grata surpresa que recebemos notícias como “a estreia de Harrison Ford na TV”. Isso não é pouca coisa. Aos 80 anos, começar algo profissionalmente é muito louvável. É assim que chegamos à série de comédia dramáticaShrinking’, estreia desse último final de semana na Apple TV+.

Jimmy (Jason Segel, de ‘How I Met Your Mother’) está no fundo do poço. Tendo perdido sua esposa há cerca de um ano, desde então ele não consegue se reerguer e encontrar rumo na vida. Por isso, se afunda em drogas, bebedeiras e festas com prostitutas, afastando-se cada vez mais de sua filha adolescente, Alice (Lukita Maxwell), que se conecta com a vizinha deles, Liz (Christa Miller). Ao mesmo tempo, Jimmy tenta continuar seu trabalho como psicólogo e terapeuta na clínica de seu mentor Paul (Harrison Ford). Só que sua colega de trabalho e melhor amiga de sua falecida esposa, Gaby (Jessica Williams), é a pessoa mais irritantemente positiva da face da Terra, o que torna a lamúria de Jimmy insustentável, e, aos poucos, ele começa a perceber que precisa retomar as rédeas da própria vida, mesmo que para isso tenha que intervir diretamente na vida de seus pacientes, como o jovem ex-fuzileiro Sean (Luke Tennie) e Grace (Heidi Gardner), e isso trará consequências para todos.

Dividido em nove episódios de cerca de trinta minutos cada e exibição semanal na plataforma da Apple TV+, ‘Shrinking’ já no primeiro episódio deixa claro que, além de ser uma deliciosa e envolvente comédia dramática, traz também todos os requisitos para ser indicada para as premiações do ano que vem. Criado e escrito por Brett Goldstein, Jason Segel e Bill Lawrence, o enredo parte do luto desse protagonista que, direta ou indiretamente, é auxiliado pelos profissionais da saúde mental que trabalham com ele e também por aqueles que praticam a cura da saúde mental de maneira intrusiva e voluntária. Em outras palavras: a vida e os dramas do protagonista são carregados por seus amigos psicólogos e seus vizinhos fofoqueiros.

O que mais surpreende em ‘Shrinking’ são os diálogos, certeiros e extremamente ágeis, proferidos com muita naturalidade por um elenco totalmente em sintonia, com especial destaque para a hilária Jessica Williams, verdadeiro sol em cena. O resultado é que não parece que estamos vendo uma série, mas sim que observamos a vida de um amigo querido sendo levantado por pessoas que conhecemos. Essa conexão imediata que a série cria com o espectador faz com que a gente deseje maratonar tudo de uma vez só, portanto, a exibição semanal episódica é um ponto que desfavorece o engajamento. 

É gratificante ver um Harrison Ford ranzinza sendo tão belamente fotografado em tons pastéis e fazendo seu debut nessa série tão cheia de energia. ‘Shrinking’ traz uma história humana cujos personagens se assemelham com a realidade. Faz rir, refletir e chorar.

James Gunn vai anunciar os próximos filmes e séries da nova fase da DC amanhã; Confira!

Agora que James Gunn e Peter Safran são os presidentes da DC Studios, os fãs estão esperando ansiosamente para ver o que a dupla têm reservado para as adaptações do Universo DC.

Segundo o jornalista Matt Ramos, a Warner Bros. Discovery vai divulgar os projetos da DC Studios amanhã, dia 31 de janeiro.

“Neste momento, a WB está realizando uma apresentação com James Gunn e Peter Safran exclusivamente para a imprensa. Amanhã os anúncios cairão pelos meios de comunicação. Esteja pronto.”, afirmou.

Resta saber se os anúncios incluem os que já esperamos, como o novo filme do ‘Superman‘, a 2ª temporada de ‘Peacemaker‘, ou filmes inteiramente novos e séries de TV para a HBO Max.

Também é interessante que ele se refira à primeira parte da lista como um ‘capítulo’, mas teremos que esperar e ver se essa palavra se torna algo oficial daqui para frente, assim como as ‘fases’ da Marvel.

Como os fãs já sabem, Gunn dirigiu ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série derivada dedicada ao ‘Peacemaker‘.

Enquanto Safran vem produzindo diversos títulos da DC, como ‘Aquaman’ e ‘Shazam!‘ e suas vindouras sequências.

‘O Senhor dos Anéis’ vai ganhar divertido jogo de tabuleiro; Confira os detalhes!

De acordo com o Comic Book, a desenvolvedora de jogos Ravensburger anunciou o lançamento de ‘The Lord of the Rings: Adventure Book‘.

O projeto é um jogo de tabuleiro cooperativo que representa toda a trilogia dos filmes dirigidos por Peter Jackson.

A linha Adventure Book da companhia também já adaptou para o tabuleiro vários filmes populares, como ‘A Princesa Prometida’ e ‘O Mágico de Oz.

O jogo se desenrola através de oito capítulos, cada um com regras e objetivos diferentes, nos quais os jogadores vão tentar abrir caminho pelos icônicos cenários da obra de J.R.R Tolkien.

Cada capítulo leva cerca de 20 minutos para ser finalizado, com pelo menos sete jogadores, já que sete miniaturas serão incluídas no jogo: Aragon, Gimli, Legolas e os quatro Hobbits; Frodo, Sam, Pippin e Merry.

Através de um comunicado, Shanon Lyon, gerente de desenvolvimento de jogos da Ravensburger disse que:

“O mundo imersivo da história do Senhor dos Anéis se desenrolou perfeitamente em nosso formato de jogo de tabuleiro. Desenhamos o jogo para capturar os detalhes e a profundidade que os fãs de ‘O Senhor dos Anéis’ passaram a conhecer e amar nos jogos da nossa companhia. A emoção dos momentos icônicos da franquia realmente salta das ‘páginas’ do jogo de tabuleiro.”

Com lançamento marcado para 31 de janeiro nos EUA, o jogo será vendi a US$ 34,99.

Confira as imagens:

Lembrando que a 2ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ está a todo vapor e três diretoras foram anunciadas para comandarem os próximos episódios.

A primeira delas é Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos; as outras são Sanaa HamriLouise Hooper, que farão sua estreia na série.

A nova temporada ainda não tem previsão de estreia.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Ator de ‘Lupin’ morre aos 56 anos

Adama Niane, ator da série da NetflixLupin‘, morreu ontem aos 56 anos.

A notícia foi confirmada pelo astro da série, Omar Sy, e a causa da morte não foi divulgada.

“Envio meus pêsames aos entes queridos de Adama Niane, um grande ator ao lado do qual tive a chance e o prazer de trabalhar. Um homem de rara benevolência… Que sua alma descanse em paz”, afirmou Sy.

Olivier Abbou, que dirigiu o ator em ‘Estranhos em Casa‘, também lamentou a morte do ator.

“Ele era dedicado, iluminado, completo, talentoso e poderoso. Era meu herói, um amigo, um cúmplice. Vá em paz.”

Niane interpretou o assassino Léonard em ‘Lupin‘.

Adama Niane