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‘Três é Demais’: Andrea Barber e Jodie Sweetin criticam a abordagem da série; “Não precisa ser mórbido ou triste”

As estrelas de Três é Demais, Andrea Barber e Jodie Sweetin, recentemente falaram sobre o icônico sitcom e criticaram um aspecto específico da trama.

De acordo com o Screen Rant, as atrizes revelaram que gostariam que a série tivesse abordado de maneira diferente a morte de Pam Tanner, mãe das crianças.

“Não precisa ser mórbido ou triste. Seria algo natural, com o tempo, quando você pode contar histórias engraçadas sobre alguém. Eu adoraria ter ouvido mais histórias sobre a Pam com as crianças ou algo que ela fez com o Danny, porque é isso que você faz quando alguém falece. Você mantém a pessoa viva com as histórias, e sinto que a Pam acabou meio que… Foi como, você morreu, tchau. Sabe?… Acho que não dá para se aprofundar muito em uma sitcom, mas penso que, com o tempo, poderia ter sido feito de outra forma, e não seria mais triste”, disse Jodie Sweetin.

“Sim. Não precisa ser meloso, com violinos e choros”, afirmou Andrea Barber.

“Tipo, não. Você poderia simplesmente fazer uma menção casual nas temporadas mais avançadas”, concluiu Jodie Sweetin.

‘As Marvels’: Nia DaCosta afirma que o filme não tinha “um roteiro realmente sólido”

A cineasta Nia DaCosta quebrou o silêncio sobreAs Marvels e revelou qual, segundo ela, foi o principal problema do longa, considerado o maior fracasso do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM). O filme teve bilheteria decepcionante e gerou altos prejuízos milionários ao estúdio.

Conforme o ComicBookMovie, DaCosta comparou a experiência comAs Marvels à sua atual produção, ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’:

“Fazer a sequência de Extermínio foi uma das melhores experiências cinematográficas que já tive. Um dos problemas que enfrentei em Candyman e em As Marvels foi a falta de um roteiro realmente sólido, e isso sempre acaba prejudicando todo o processo. Já com Alex Garland, ele te entrega um roteiro e você pensa: ‘Isso está incrível’. Você quase não precisa mudar nada, embora eu tenha pedido mais infectados [risos]. Essa foi, digamos, minha grande contribuição”, afirmou.

Ela ainda explicou como teve mais liberdade criativa em seu novo projeto: “Herdei um elenco incrível e depois tive liberdade para escalar o restante do filme. Algumas locações já estavam definidas, mas pude desenvolver todas as outras. Houve algumas sobreposições, como no personagem Samson, o Danny [Boyle] e eu colaboramos um pouco no visual, mas, no fim das contas, o estilo dele de filmar é completamente diferente do meu”.

Em outra entrevista, concedida à Deadline no início deste ano, DaCosta revelou que a versão final de As Marvels, exibida nos cinemas, foi bastante diferente daquela que ela originalmente filmou.

“Eles já tinham uma data marcada e estavam preparando certas coisas, então você precisa se adaptar totalmente ao processo. A forma como esses filmes são feitos é muito diferente da maneira como eu, idealmente, faria um filme. Então, você tem que confiar no processo e torcer pelo melhor. O melhor não aconteceu dessa vez, mas é preciso confiar na máquina”, acrescentou.

Ela finalizou refletindo sobre o aprendizado: “Chegou um momento em que percebi: ‘Ok, esse não será o filme que eu apresentei, nem mesmo a primeira versão que eu gravei’. Então entendi que aquilo se tornou uma experiência, uma curva de aprendizado. E isso, sem dúvida, me fortaleceu como cineasta, especialmente na capacidade de adaptação”.

As Marvels’ já está disponível no Disney+.

Confira nossa crítica:

Relembre o trailer:

‘Grizzly Night’: Terror baseado em fatos reais conquista 46% no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Grizzly Night, terror baseado em fatos reais sobre um ataque de ursos, conquistou 46% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 13 avaliações da crítica especializada.

No geral, os críticos consideraram o longa fraco, apesar de elogiarem a premissa e alguns aspectos da narrativa.

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“Doeren claramente entende o básico, mas o elemento humano mal consegue ganhar força”, disse Phil Hoad do Guardian.

Grizzly Night é um thriller de sobrevivência baseado em eventos reais ocorridos em 1967. Trata-se de um filme bem ritmado e brutal, com uma história centrada nos personagens sobre várias tragédias”, disse Karina Adelgaard do Heaven of Horror.

“Entrega os fatos e, tirando um ou dois momentos mais grotescos, não oferece muito mais que realmente valha destaque”, disse Paul Lê do Bloody Disgusting.

Grizzly Night entrega tensão genuína e uma execução impressionante, especialmente no design de som e na atmosfera, mas nunca assume de fato sua identidade com a confiança que a história exige”, disse Debbie Lynn Elias do Behind The Lens.

“A mensagem é pelo menos razoavelmente clara, ainda que tragédias sejam retratadas em ambos os lados, considerando o que aconteceu com os ursos-pardos após esse evento. Só gostaria que o filme fosse um pouco mais refinado”, disse Aaron Neuwirth do We Live Entertainment.

“Dito isso, Grizzly Night é um filme envolvente. Há efeitos de gore impressionantemente bem feitos após os ataques, e o ritmo ágil mantém a narrativa em movimento. A abordagem mais pé no chão surpreende, mas é perfeita para a história que está sendo contada”, disse Nathaniel Muir do AIPT.

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Na trama, uma guarda florestal novata enfrenta uma noite aterrorizante de ataques de ursos pardos, liderando sobreviventes isolados em meio ao caos e ao medo em uma luta que muda para sempre a visão da América sobre a natureza selvagem.

Em 12 de agosto de 1967, dois ataques fatais de ursos pardos ocorreram a nove milhas de distância um do outro no Parque Nacional Glacier, em Montana.

O elenco conta com Charles EstenOded FehrLauren CallJoel JohnstoneJosh ZuckermanMatt LintzAli SkovbyeSophia GrayBrec BassingerJack Griffo.

Burke Doeren faz sua estreia na direção, a partir de um roteiro assinado por Katrina Mathewson & Tanner Bean (‘Dexter: Resurrection’).

‘La La Land’: Vencedor do Oscar retorna aos cinemas em celebração de 10 anos

O filme ‘La La Land: Cantando Estações’, vencedor de 6 estatuetas do Oscar e estrelado por Ryan Gosling (‘Devoradores de Estrelas’) e Emma Stone (‘Pobres Criaturas’), voltará aos cinemas brasileiros em comemoração ao seu aniversário de 10 anos.

O aclamado musical retorna às telonas no dia 20 de agosto em salas selecionadas.

Lançado originalmente em 2016, o longa marcou história ao receber 14 indicações ao Oscar de 2017 e conquistar seis prêmios da Academia: Melhor Direção (Damien Chazelle), Melhor Atriz (Emma Stone), Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original, Melhor Fotografia e Melhor Design de Produção.

A produção também bateu recorde ao vencer sete categorias no Globo de Ouro e se tornou um fenômeno de bilheteria, arrecadando US$ 447 milhões mundialmente a partir de um orçamento de apenas US$ 30 milhões.

Crítica | La La Land: Cantando Estações

O filme, lançado em 2016, foi dirigido por Damien Chazelle.

Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

John LegendRosemarie DeWittFinn Wittrock J. K. Simmons também fizeram parte do elenco.

‘The Batman’: Robert Pattinson revela seu vilão favorito do Homem-Morcego e surpreende; Você conhece?

Em entrevista concedida ao Brut México, o astro Robert Pattinson confessou que o seu vilão favorito do Batman não apareceu no novo filme protagonizado por ele. Na verdade, a figura vilanesca favorito de Pattinson se trata do Rei dos Condimentos, que apareceu em ‘Batman: A Série Animada‘, este provavelmente é um dos vilões mais ridículos do Morcego.

“Tem um vilão que aparece na série animada, chamado Rei dos Condimentos, acho que é a melhor ideia que se pode ter para um antagonista. É um cara que atira ketchup e mostarda nas pessoas”, brinca Pattinson.

Veja a declaração abaixo:

O Rei dos Condimentos foi uma criação de Bruce Timm e Paul Dini para a premiada série lançada na década de 1990, onde ele apareceu pela primeira vez na 3ª temporada e, mais tarde, foi adaptado para os quadrinhos.

Falando nisso, o roteirista e diretor James Gunn foi questionado o motivo para não ter colocado Rei dos Condimentos em ‘O Esquadrão Suicida‘ (2021), que contou com diversos personagem excêntricos dos quadrinhos da DC, como foi o caso de Bolinha (David Dastmalchian) e Doninha (Sean Gunn).

Mesmo com uma cara de vilão clássico, o Rei dos Condimentos serviu na série como um alívio cômico, sendo facilmente derrotado pelo Batman. Ele sempre está equipado com uma mochila pesada de condimentos de alta pressão (como ketchup e mostarda) conectada a um blaster de mão, uma referência clara a série clássica do Batman de Adam West da década de 1960.

E você, o que achou da escolha de Pattinson?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘Indiana Jones 5’: Imagem da personagem de Phoebe Waller-Bridge é revelada

A Empire Magazine divulgou uma imagem inédita de ‘Indiana Jones 5‘, destacando o personagem de Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), chamada de Helena.

Phoebe descreveu a personagem como “misteriosa” e “maravilhosa”, enquanto o diretor James Mangold disse para a revista que ela é “esperta, charmosa e um pouco vigarista”.

Confira abaixo como ficou o seu visual:

Confira as imagem de Holbrook e Mikkelsen:

Kathleen Kennedy, da Lucasfilm, conversou com o ComicBook.com no início deste ano e disse que o diretor James Mangold fez um trabalho inacreditável com Indy”.

“Estou emocionado por começar uma nova aventura, colaborando com um time dos sonhos de grandes cineastas de todos os tempos”, escreveu James Mangold, diretor de ‘Indiana Jones 5‘, em um comunicado quando o filme foi anunciado pela primeira vez. “Steven, Harrison, Kathy, Frank e John são todos meus heróis artísticos. sortudo como o próprio Indiana Jones.”

Por sua vez, Mangold negou totalmente as especulações envolvendo exibições teste supostamente “ruins” ou mesmo “desastrosas”, como disseram.

Na verdade, segundo o cineasta, nenhuma foi realizada até agora.

“Não. Não houve nenhuma exibição teste até agora”, falou Mangold no Twitter.

Ele rebateu um fã que disse: “Mas não é verdade! Então não é horrível!”.

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz também Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Lembrando que Steven Spielberg decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

Profissão de Risco

(The Bag Man)

Elenco:

John Cusack, Rebecca da Costa, Robert De Niro, Crispin Glover, Dominic Purcell, Martin Klebba, Sticky Fingaz.

Direção: David Grovic

Gênero:  Suspense

Duração: 108 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia:

24 de Abril de 2014

Sinopse:

Em ‘Profissão de Risco‘, Jack (John Cusack) é um cara valentão com má sorte crônica, mas com sentimentos humanos. Contratado por Dragna (Robert De Niro), um lendário chefão do crime, para realizar uma tarefa simples, mas incomum, ele precisa ganhar espaço entre uma série de outros personagens obscuros que também foram convocados pelo mafioso para uma reunião em um motel decrépito. Quando o assassino cruza o caminho de uma mulher misteriosa (Rebecca Da Costa), eles unem forças para fugir e tentar sobreviver a uma noite de caos homicida.

Curiosidades:

» A brasileira Rebecca da Costa estrela. A uma atriz e modelo brasileira nasceu na cidade do Recife, capital de Pernambuco, e é radicada nos Estados Unidos desde 2008. Estudou no Colégio Ruy Barbosa, que lhe despertou o desejo de escrever, dirigir e atuar no teatro. Em 2008, Rebecca mudou-se para os Estados Unidos. Lá, retomou a paixão pelo teatro.

 

Cine Agenda:

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Ator de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ pode viver outro personagem em ‘Thor 3’

Por um conflito de agenda, o ator Josh Dallas não pôde interpretar Fandral, um dos amigos do Deus do Trovão, na sequência ‘Thor: O Mundo Sombrio‘.  A partir disso, a Marvel Studios convidou Zachary Levi (da série ‘Chuck’) para que ele pudesse desenvolver o personagem e a aceitação por parte de Levi veio de imediato.

No entanto, Dallas estará disponível para ‘Thor: Ragnarok‘, e como a Marvel já lhe havia prometido o papel na trilogia desde o primeiro, é muito provável que ele volte por completo.

Porém, Levi revelou ao Comic Book que conversou com Kevin Feige a respeito do novo longa, e o chefão da Marvel não descartou a possibilidade de trazê-lo novamente, como outro personagem.

Tom Hiddleston desconversa a respeito do roteiro de ‘Thor – Ragnarok’

‘Thor – Ragnarok’ será rodado nos EUA, e não mais na Inglaterra

Jaimie Alexander revela que Lady Sif terá papel maior em ‘Thor: Ragnarok’

Os preferidos para a direção são Gareth Edwards (‘Godzilla’), Matt Reeves (‘Planeta dos Macacos: O Confronto’) e Adam McKay (‘Tudo Por um Furo’ e roteirista de ‘Homem-Formiga’).

Chris Hemsworth recentemente confirmou que os eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron“definitivamente terão impacto” no super-herói em seu próximo filme solo. Depois, ele comentou o andamento do novo ‘Thor’.

“Eu não posso dar nenhum detalhe, mas posso dizer que ainda não há um roteiro para o próximo filme do Thor. Então, eu não tenho ideia que direção seguiremos, mas esta sequência será bem grandiosa”, adiantou.

Thor: Ragnarok’ abordará o apocalipse nórdico do título, quando descobrimos que Asgard foi palco de uma batalha que já aconteceu várias e várias vezes pela eternidade – todas sempre com o mesmo resultado: os deuses asgardianos são mortos e depois revividos sem se lembrarem do que aconteceu.

Além de Hemsworth, Tom Hiddleston já teve seu retorno confirmado como Loki.

O site Screen Rant teoriza que a nova trama envolvendo o vilanesco irmão de Thor pode envolver as Gemas do Infinito, as seias joias que adornam a Manopla do Infinito, acessório que Thanos usará em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ para tentar dizimar a Terra – e já visto no primeiro teaser trailer do filme.

De acordo com a publicação, o cetro de Loki pode se revelar uma das tais joias, a Joia da Mente, caso ‘Thor: Ragnarok‘ siga os quadrinhos da Marvel.

Três das Joias do Infinito já foram mostradas no universo cinemático da editora – em ‘Thor‘, ‘Thor: O Mundo Sombrio‘ e ‘Guardiões da Galáxia‘. Especula-se que, depois da Joia da Mente, a quinta joia a ser descoberta seja a da Alma, cuja posse estaria com o Doutor Estranho (a data de lançamento do longa também foi anunciada no evento da Marvel).

Por enquanto, tratam-se de especulações e a Marvel ainda não confirmou nenhuma das informações.

Christopher Yost, que serviu como produtor executivo e co-escritor de Thor: O Mundo Sombrio’, volta para roteirizar o terceiro filme do herói. Para ajudá-lo, foi contratado Craig Kyle –  executivo de criação da divisão de animações da Marvel, onde supervisionou o desenvolvimento de muitos filmes criados direto para home video (Ultimate Avengers, Planet Hulk e Thor: Tales of Asgard).

Thor: O Mundo Sombrio’ arrecadou US$ 633 milhões mundialmente. A sequência, ‘Thor: Ragnarok‘, chegará aos cinemas em 28 de julho de 2017.

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Elenco de ‘Guardiões da Galáxia’ se reúne para assistir ‘Guerra Civil’; Veja fotos!

Numa espécie de mini-première que rolou em um dos cinemas de Atlanta, local onde ‘Guardiões da Galáxia 2‘ está sendo rodado, parte do elenco principal foi conferir ‘Capitão América – Guerra Civil’.

Estiveram por lá:  Chris Pratt, Michael Rooker, Dave Bautista, Karen Gillan e Sean Gunn (o irmão de James Gunn, o diretor e roteirista).

Será que essa sessão já foi algum tipo de preparação psicológica para ‘Vingadores – Guerra Infinita‘?

Confira as fotos:

 

 

 

O CinePOP já assistiu ‘Capitão América: Guerra Civil‘, e você pode conferir a crítica aqui!

Assista nossa crítica:

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Belos cartazes internacionais de ‘Capitão América: Guerra Civil’ 

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.

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O elenco conta com Scarlett Johansson como Natasha Romanoff/Viúva Negra, Anthony Mackie como Sam Wilson/Falcão, Jeremy Renner como Clint Barton/Gavião Arqueiro, Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal, Chadwick Boseman como T’Challa/Pantera Negra, Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate, Samuel L. Jackson como Nick Fury, Frank Grillo como Brock Rumlow/Ossos Cruzados, Daniel Brühl como Barão Zemo, Emily VanCamp como Sharon Carter/Agente 13, Paul Bettany como Jarvis/Visão e Homem-Aranha (Tom Holland).

 

 

 

Reta final de ‘Preacher’ ganha novo trailer na Comic-Con

O canal AMC liberou o trailer final da primeira temporada de ‘Preacher‘, série que já teve sua segunda temporada confirmada para 2017.

A série é adaptada da HQ homônima de Garth Ennis e tem Seth Rogen e Evan Goldberg como produtores executivos.

O interessante é que com ‘Preacher‘, a AMC faz uma bela tríade de séries dramáticas ficcionais, ao lado de ‘The Walking Dead’ e ‘Fear The Walking Dead‘.

Confira:

Jesse Custer e Cara de Cu na primeira foto oficial da série

Preacher’ é centrada em Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino.

Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.

Ruth Negga (‘Agents of SHIELD’) será a criminosa Tulipa O’Hara; Ian Colletti (‘Rake’) fará o Cara de Cu (Arseface); Joseph Gilgun (‘Misfits’) será o vampiro irlandês Cassidy; Lucy Griffiths (‘True Blood’, ‘Constantine’) e Elizabeth Perkins (‘Weeds’) viverão, respectivamente, as personagens originais Emily Woodrow, mão direita de Jesse Custer, e Vyla Quinncannon, dona de um matadouro que tem um passado com o pai de Jesse.

Seth Rogen co-dirige o primeiro episódio ao lado de Evan Goldberg, seu parceiro nos filmes ’A Entrevista’ e ‘É o Fim’. Os dois também escreveram o piloto.

Os quadrinhos foram originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.

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Alice vs Dr. Isaacs em novo teaser trailer de ‘Resident Evil 6’

Foi divulgado um novo vídeo de ‘Resident Evil 6 – O Capítulo Final’, que traz Alice lutando contra o Dr. Isaacs e ainda recapitula os filmes anteriores. O vídeo foi exibido durante a New York Comic-Con.

Trailer ASSUSTADOR de ‘Resident Evil 7’ prova que franquia precisa de reboot nos cinemas

Confira, com o trailer:

‘Resident Evil 6’: Saiba o que aconteceu com Jill Valentine e Ada Wong 

Filha de Milla Jovovich interpreta a Rainha Vermelha em ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final’

Começando imediatamente após os acontecimentos de Resident Evil 5: Retribuição, a humanidade está com seus dias contados após Alice ser traída por Wesker em Washington DC. Como a única sobrevivente do que era para ser um embate final da humanidade contra as hordas de mortos-vivos, Alice retorna aonde o pesadelo começou: Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está reunindo suas forças para um ataque final contra os sobreviventes remanescentes do apocalipse.

Em uma corrida contra o tempo, Alice vai unir forças com velhos amigos, e um aliado improvável, em uma batalha repleta de ação com zumbis e novos monstros mutantes. Entre perder suas habilidades sobre-humanas e um ataque iminente da Umbrella, esta será a mais difícil aventura de Alice em sua luta para salvar a humanidade, que está prestes a ser encerrada.

A Sony Pictures do Brasil confirmou ao CinePOP que o filme chegará aos cinemas do Brasil dia 26 de Janeiro de 2017, um dia antes da estreia norte-americana (agendada para 27 de Janeiro de 2017).

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’ 

O filme será lançado primeiro no Japão, no dia 23 de Dezembro de 2016.

‘Resident Evil 6’: Dublê de Milla Jovovich posta foto após amputar o braço

‘Resident Evil 6’: Alice pula de tirolesa em novo trecho vazado do TRAILER! 

Milla Jovovich, Ali Larter, William Levy (‘The Veil’), Ruby Rose (‘Orange Is the New Black’), Rola e Eoin Macken (‘Merlin’) estrelam.

 

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Novo teaser de ‘Busca Implacável’, série de TV inspirada na franquia com Liam Neeson

O canal NBC liberou o novo teaser de ‘Taken‘, série de TV baseada na trilogia Busca Implacável’ (Taken), protagonizada por Liam Neeson.

O episódio piloto será exibido nos EUA no dia 27 de fevereiro de 2017.

A história vai se passar antes dos acontecimentos do primeiro filme:

Bryan Mills, o personagem interpretado por Neeson no cinema, é um jovem sem esposa e filhos. … A série vai se concentrar em como Mills adquire seu “conjunto muito específico de habilidades” e se torna o personagem que todos nós conhecemos. A série se passará nos dias de hoje.

Assista, com o trailer:

 


Alex Graves, diretor de televisão veterano que trabalhou em séries como ‘West Wing: Nos Bastidores do Poder‘ e ‘Game of Thrones‘, vai dirigir o piloto.

Clive Standen (‘Vikings’) interpreta o jovem Bryan Mills.

 

 

Começam as filmagens da adaptação de ‘Rampage’

Um dos produtores da versão cinematográfica de ‘Rampage‘ liberou em seu perfil no Twitter a primeira imagem no set da adaptação.

Dwayne Johnson começará suas gravações assim que terminar de divulgar ‘Velozes e Furiosos 8‘ pelo mundo.

Confira:

O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intensão da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.

O elenco ainda terá Marley Shelton (‘Pânico 4‘) em um dos papéis principais.

Até o momento a produção não divulgou informações sobre respectivos personagens que serão vividos pelos membros do elenco.

A direção é de Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas‘), que também produz junto com Beau Flynn e John Rickard.

O primeiro material que baseia a trama foi escrito por Carlton CruiseRyan Condal, posteriormente re-escrito no roteiro de Ryan Engle.

Rampage‘ tem previsão de estreia para abril de 2018. 

‘Mulher-Maravilha’ pode se passar nos anos 80 e trazer personagem morto

Segundo o Screen Rant, a sequência de ‘Mulher-Maravilha‘ pode se passar na década de 80, e mostrar a heroína agindo no final da Guerra Fria – e não nos dias de hoje, como havia adiantado a diretora Patty Jenkins.

Além disso, o site afirma que a sequência pode trazer de volta Chris Pine – que interpretou Steve Trevor no primeiro filme.

O roteiro atualmente está sendo escrito por Jenkins e Geoff Johns.

A primeira adaptação solo da amazona já é a segunda maior bilheteria global da DC.

Faturando US$ 745.8 milhões no total, a produção conseguiu alavancar sua arrecadação faturando recentemente US$ 10.1 milhões só nos Estados Unidos e mais US$ 6.8 milhões ao redor do mundo. As informações foram divulgadas pelo Box Office Mojo.

Mulher-Maravilha’ só ficou atrás de ‘Batman vs Superman’, que conquistou o montante total equivalente a US$ 873.3 milhões.

Atrás do filme da heroína está ‘Esquadrão Suicida’, que faturou US$ 745,6 milhões ao redor do mundo.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Taron Egerton quer The Rock em ‘Kingsman 3’

Em entrevista ao Hollywood Reporter, Taron Egerton revelou que Dwayne Johnson pode perfeitamente interpretar o vilão de ‘Kingsman 3‘, que ainda não tem sinal verde da Fox, diga-se de passagem.

“Eu sei quem é o personagem e não há nada como ele, adoro Dwayne Johnson, adoro seus filmes. Eu acho que ele é o melhor para isso, mas o papel de vilão que Matthew me descreveu não é, ainda, de Dwayne Johnson.”

O terceiro filme começou a ser desenvolvido pela equipe dos anteriores, mas o sinal da Fox ainda é incerto após O Círculo Dourado faturar apenas US$ 395 milhões mundialmente.

‘Kingsman 3’? Taron Egerton comenta a possibilidade

Kingsman: O Circulo Dourado’ é dirigido por Matthew Vaughn, com roteiro assinado por Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar. O elenco conta com Taron Egerton (Gary ‘Eggsy’ Unwin), Julianne Moore (Poppy), Colin Firth (Harry Hart), Jeff Bridges, Channing Tatum, Pedro Pascal (Jack Daniels), Mark Strong (Merlin), Halle Berry (Ginger), Vinnie Jones, and Sophie Cookson (Roxy). 

A importância do retorno dos X-Men e do Quarteto Fantástico ao Marvel Studios

Após a Disney adquirir a 20th Century Fox, muitos fãs estão ansiosos em ver uma reunião de seus super-heróis preferidos nas telonas.

A compra permitiu a possibilidade de utilizar os heróis da Marvel que – no cinema –  pertenciam ao referido estúdio, devido a uma situação financeira crítica que a Casa das Ideias viveu durante os anos 90, chegando a beirar a falência.

De maior destaque, a ida do Homem Aranha para a Sony e os X-Men junto ao Quarteto Fantástico para a Fox. Um detalhe interessante é que na época os Vingadores eram de certa forma desconhecidos para o público médio. A equipe dos mutantes tinha uma popularidade muito maior e vivia seu auge com arcos memoráveis e sucesso com o desenho animado.

Desta forma, a Marvel ficou fragmentada e sem poder utilizar seus heróis mais populares até então – Homem-Aranha e Wolverine – e restou apostar no que ainda tinha posse: Os Vingadores. E aí a história começou a ser escrita com Homem de Ferro, em 2008, até chegar atualmente a Vingadores: Guerra Infinita e render bilhões de dólares à Disney, além de conquistar uma quantidade imensurável de fãs de heróis que até pouco tempo atrás não eram tão famosos como Homem de Ferro, Thor e Capitão América.

O Futuro da MARVEL no Cinema – O que virá depois de ‘Guerra Infinita’?

O universo dos Vingadores conseguiu se estabelecer mesmo com o desfalque dos demais personagens pertencentes a outros estúdios, mas ainda assim os fãs de heróis sonhavam em ver uma união entre todos de alguma forma. E foi o que começou a acontecer. Marvel Studios e Sony Entertainment chegaram a um acordo e assim o tão amado Homem-Aranha pôde ser produzido pela Marvel e interagir com o universo dos Vingadores mesmo ainda pertencendo à Sony. Primeiro com Guerra Civil – um sucesso homérico, no qual Peter Parker teve uma participação completamente aprovada e querida -, posteriormente em seu próprio filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e por fim em Vingadores: Guerra Infinita. Nestas produções, muitos desejos dos espectadores foram cumpridos, como por exemplo ter a oportunidade de ver Parker usando o uniforme da Aranha de Ferro, como ocorrera nos quadrinhos durante o arco da Guerra Civil.

Se “apenas” a junção do Homem-Aranha aos Vingadores já parecia ser o sonho máximo e suficiente, agora tudo ficou ainda melhor com a notícia da  possível aquisição da Disney frente à Fox e o consequente retorno dos X-Men e do Quarteto Fantástico à sua casa.

O acordo ainda não foi de fato oficializado e o processo é longo, embora já certo. Apenas em meados de 2019 que os personagens retornarão à Marvel. Por enquanto, nada muda e dificilmente veremos, por exemplo, Wolverine e Mulher Invisível participando do próximo filme de Vingadores, que tem estreia marcada para maio do próximo ano. Ainda assim, é possível fazer uma projeção do que pode ser aproveitado no futuro e mensurar o grau de importância destes heróis reforçando o time da Marvel Studios.

O que esperar de ‘Vingadores 4’?

Um ponto importante é que o contrato de alguns atores do principal escalão, como Robert Downey Jr e Chris Evans, estão chegando ao fim e há uma necessidade de renovação, já que são 10 anos de MCU e existe todo um desgaste – embora ainda muito queridos – dos atores e personagens. Nos últimos anos, tivemos a chegada de personagens como Capitã Marvel, Doutor Estranho e Pantera Negra.

Com o fim do grande vilão destes 10 anos de Marvel Cinematic Universe (MCU), o Thanos, fica a dúvida: Quais arcos poderão ser explorados?

É possível citar vários exemplos e a chegada dos heróis que pertenciam à Fox são essenciais. Aliás, não somente os heróis como também os vilões. Um expressivo reforço que pode ser desenvolvido como próximo grande vilão é Galactus, O Devorador de Planetas, que faz parte principalmente das histórias do Quarteto Fantástico e que agora poderá ser utilizado no MCU.

Por que ‘Vingadores: Guerra Infinita’ deu certo?

Substituir Thanos não é uma tarefa fácil e ainda assim Galactus tem potencial para ser tão marcante quanto. É extremamente necessário que haja a junção de vários heróis para detê-lo, justificando assim mais uniões entre os Vingadores. O nível de ameaça e poder dele o coloca no primeiro escalão de vilões nos quadrinhos, o que o torna bastante popular.

Junto a ele, o Quarteto Fantástico, tão maltratado no cinema enquanto pertencia à Fox. Embora atualmente o Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e Coisa não sejam tão populares como outrora, eles já foram os grandes nomes da Marvel, sendo a primeira equipe de heróis da editora, lançado em 1961.

Entre seus integrantes principais, a mais notável presença é sem dúvidas de Reed Richards, o Senhor Fantástico, que tem uma mente considerada como uma das mais brilhantes de todo o universo.

[SPOILERS] As 10 Maiores Surpresas de ‘Guerra Infinita’

Tamanha genialidade o fez ser um integrante dos Illuminati, composta por membros que tem o maior nível de inteligência entre os heróis da Marvel e que tem como objetivo discutir internamente, e de modo secreto, ações para proteger todas as raças da Terra. No MCU, com a chegada dos personagens que pertenciam à Fox, uma grande parcela do grupo poderá estar junta.

Homem de Ferro e Doutor Estranho já fazem parte do Universo Marvel, Professor Xavier e Senhor Fantástico estão chegando, O Raio Negro, Rei dos Inumanos (à esquerda na imagem) tem previsão de estreia em breve na Marvel e havia até a ideia de um filme protagonizado por ele. Apenas Namor (à direita) é uma incógnita.

Nos filmes, o grupo pode ser explorado e então abordarem todas suas virtudes e falhas, como por exemplo causarem o afastamento de Hulk da Terra, criando assim os arcos de Hulk contra o mundo e Planeta Hulk, famosos nos quadrinhos.

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Citado acima, o Professor Xavier é importante por diversos fatores, não somente por pertencer aos Illuminati. Não só ele como todos os mutantes são essenciais. Já muitos queridos pelos fãs, há vários possíveis arcos a serem abordados nas telonas.  Junto ao universo dos Vingadores, é possível citar Vingadores Vs X-Men. Um memorável duelo e que culminou num triste fim para o telepata.

Na história, Mutantes e Vingadores se enfrentam devido a um conflito de ideias em relação a o que fazer com a Força Fênix que mais uma vez apareceu. A conclusão desta história gerou conseqüências que duraram anos.

Um ponto interessante que pode ser explorado nos filmes é que nem todos os mutantes pertencem necessariamente aos X-Men. Personagens como, por exemplo, o Wolverine e o Fera pertenciam aos Vingadores e não ao grupo de mutantes liderado por Ciclope. Essa transição entre um grupo e outro é um potencial de histórias a serem escritas para futuros filmes.

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As relações conflitantes entre os X-men e os Vingadores vem antes do referenciado arco e houveram casos esporádicos que foram muito marcantes e que causaram mudanças definitivas na estrutura de determinados personagens. Um exemplo clássico é o duelo entre a Miss (hoje Capitã) Marvel e a Vampira, que culminou na quase morte do alter ego de Carol Danvers e fez com que a mutante adquirisse o poder de voar e super força, criando assim uma certa rivalidade entre as duas. Já que a Capitã Marvel é uma heroína recente dos cinemas, é possível fazer com que as duas surjam num intervalo de tempo pequeno e assim tornar possível que haja no mínimo um easter egg deste momento importante na vida das duas.

Outra relação conflitante e também, principalmente, amorosa, é a história de Pantera Negra e Tempestade, que formam um casal, embora já tenham se separado após os eventos de Vingadores VS X-Men.  Um relacionamento tão equilibrado em termos de importância e personalidade de cada um é muito rico e tem potencial de render boas histórias, mesmo que não necessariamente em um filme só para isso. O núcleo de Wakanda e dos Mutantes ganha mais.

Mesmo até então pertencendo à Fox, os X-Men e o Quarteto nunca tiveram um universo compartilhado tal qual ocorre na Marvel Studios. Agora, será possível unir estas duas histórias e mesclar os personagens nas equipes, como ocorre nas HQ’s. Muitos heróis da Marvel já fizeram parte do Quarteto, como o Homem-Aranha e até mesmo o Wolverine, por exemplo. Esta junção trará ainda mais benefícios ao já consolidado MCU. A inserção de novos – e muito importantes – heróis traz uma grandiosidade ainda maior a este amado universo, mesmo com já quase 20 filmes. Desta forma, novos arcos podem ser abordados, é possível uma renovação e todos saem ganhando com a chance de ver em tela tantos personagens populares dividindo espaço e transpondo suas histórias dos quadrinhos e dos desenhos animados para a tela de cinema. A Marvel já marcou a história e ainda assim apresenta uma tendência de crescimento ao adquirir a Fox, tendo assim material para muitos arcos durante longos anos sem que os fãs enjoem. O Universo Cinematográfico da Marvel é rico, de grande qualidade e agora vai ficar ainda mais marcante.

‘Boneca Russa’: Série da Netflix estilo ‘A Morte te Dá Parabéns’ ganha data de estreia

A Netflix divulgou a data de estreia da série ‘Boneca Russa‘ (Russian Doll).

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 1º de fevereiro de 2019.

A trama segue “uma jovem chamada Nadia em sua jornada como a convidada de honra em uma festa aparentemente inescapável de Nova York.”

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Assista ao trailer:

Natasha Lyonne, Amy Poehler e Leslye Headland estrelam.

‘O Rei Leão 2’: Disney considera sequência do live-action

O remake live-action de ‘O Rei Leão‘ arrecadou incríveis US$ 1,6 bilhão nas bilheterias mundiais e se tornou um sucesso comercial gigantesco.

Agora, a Disney está empolgada em dar sequência na franquia. Segundo o We Got This Covered, a Disney já está discutindo internamente uma sequência.

O diretor Jon Favreau não está tão interessado na ideia, o que pode significar que um novo diretor será contratado para o projeto.

Vale lembrar que existe a continuação da animação, intitulada ‘O Rei Leão 2: O Reino de Simba‘, que pode ser adaptada em forma de live-action.

Além do segundo filme, o estúdio tem um material fonte bem encorpado para trabalhar: Além do terceiro capítulo, intitulado ‘O Rei Leão 3: Hakuna Matata‘, a saga inda conta com outro filme, como ‘Ao Redor do Mundo com Timão e Pumba‘, bem como as séries animadas ‘A Guarda do Leão‘ (que contou com duas temporadas), ‘A Guarda do Leão: A Ascensão de Scar‘ (duas temporadas) e ‘Timão & Pumba‘, que contou com cinco temporadas.

Em se tratando de ‘O Rei Leão 2‘, que talvez seja a escolha mais propícia para produzir a sequência em live-action, a trama é simples e acompanha o amor entre Kiara, filha de Simba e Nala, e o leão Kovu, filho da leoa Zia, uma antiga e próxima amiga de Scar. Ambiciosa como seu “saudoso” amigo, Zira usa seu filho para entrar em seu esquema, fazendo com que ele fique dividido entre escolher o amor da sua vida ou ser fiel à sua mãe e suas tramoias.

Em se tratando de sua trilha sonora, a sequência não possui hinos tão fortes como ‘The Circle of Life’ e ‘Can You Fell The Love Tonight?’, mas tem seu charme com as canções ‘My Lullaby’, ‘Love Will Find a Way’ e a música tema ‘He Lives In You’. É provável que essas façam parte de uma hipotética continuação.

E aí, você acha que a Disney deveria ir mais além, produzindo uma sequência direta em live-action?

 

Imagem mostra o set de ‘Jurassic World: Dominação’ abandonado devido ao Coronavírus

DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento de Jurassic World: Dominação devido à pandemia do Coronavírus.

Confira:

Segundo o ator Sam Neill, as filmagens serão retomadas em julho.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.” 

 

Zack Snyder revela que segundo trailer de ‘Liga da Justiça’ será lançado em breve

Um dos mais aguardados lançamentos da HBO MAX é, certamente, o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘. E segundo o diretor Zack Snyder, a nova versão da produção vai ganhar seu segundo trailer em breve.

O diretor confirmou no início desta semana que os efeitos visuais de seu corte estão 75% completos, e que ele está trabalhando em uma nova prévia que será lançada nos próximos dias.

O primeiro trailer de Snyder Cut foi lançado no início deste ano, antes de sair do ar brevemente devido a uma confusão de direitos musicais, e depois retornar com uma nova paleta de cores e também algumas novas cenas do filme.

Snyder ainda revelou que sua ‘Liga da Justiça‘ será lançada no streaming em MARÇO de 2021!

O diretor respondeu um fã que criticou a versão lançada nos cinemas em 2017.

“Eu entendo e  respeito seus sentimentos. Eu só espero poder apagar essa versão da existência com o que você vai ver em março”.

Confira:

Respondendo ao questionamento de um fã, o cineasta ainda confirmou que 75% do longa foi finalizado com o amparo de efeitos visuais.

Vale lembrar que o longa deve ser voltado para maiores de idade, com a censura Rated-R (para maiores de 17 anos), por uso de palavrões e pelo excesso de violência.

A informação foi revelada pelo próprio diretor:

“O filme é insano, tão épico e provavelmente será Rated-R – isso eu acho que vai acontecer. Eu creio que esta será uma versão para maiores, com certeza. Ainda não tivemos uma resposta da Associação de Produção Cinematográfica [Motion Picture Association], mas meu instinto indica que sim”.

Snyder foi ainda mais além e explicou as razões que fariam a sua versão de ‘Liga da Justiça‘ receber a mais alta classificação indicativa:

“Há uma cena em que o Batman solta um F***. Ciborgue também não está nada feliz com o que está acontecendo em sua vida antes de conhecer a Liga da Justiça e ele tende a falar muito o que pensa. O Lobo da Estepe está simplesmente cortando as pessoas no meio. Então, a censura seria em virtude da violência e da linguagem profana”.

A nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU. 

Confira as imagens promocionais:

Zack Snyder divulga cartaz de ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’, pré-sequência de ‘Army of the Dead’

O Zack Snyder divulgou um novo cartaz oficial da pré-sequência de ‘Army of the Dead‘.

Com o título nacional ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa‘ (Army of Thieves), o filme será focado em Dieter – o divertido personagem interpretado por Matthias Schweighöfer.

O filme terá painel hoje, na San Diego Comic-Con.

Confira os cartazes e as primeiras imagens:

A ação se passará antes dos eventos do filme de Zack Snyder, e a estreia acontece ainda no segundo semestre de 2021 – sem data definida.

Army of Thieves será um filme muito divertido e muito legal. Terminamos e estou em pós-produção. Nathalie Emmanuel está fantástica naquele filme. E sim, será uma viagem e tanto. É tão engraçado. E você verá cenas nunca vistas antes. É muito divertido. Então, esperançosamente, todos nós podemos assistir a esse filme em breve. “, revelou Matthias Schweighöfer em entrevista ao ComicBook.

O filme também ganhará uma pré-sequência em anime chamada ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘, e uma sequência direta.

O diretor Zack Snyder disse que sabe para onde vai a história a partir daqui:

“Olha, se alguma vez houve o desejo de mais Army of the Dead, eu sei exatamente onde a história vai. Então, sim, estamos prontos para fazer a sequência”, disse Snyder ao Entertainment Tonight . 

Confira a nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

 

Netflix cancela elogiada Série de Terror e os assinantes estão REVOLTADOS

Apesar da mensalidade da Netflix estar subindo em diversos países, o streaming continua cancelando séries queridas pelo público e deixando seus assinantes revoltados.

A nova vítima do streaming foi a série ‘Arquivo 81‘. A notícia do cancelamento chega dois meses após a estreia do show, que aconteceu em 14 de janeiro, que deixou várias pontas soltas no fim da temporada.

Nas redes sociais, os assinantes voltaram a criticar a Netflix pela quantidade de cancelamentos:

O cancelamento é na verdade um tanto surpreendente, isto porque ‘Archive 81‘ (no original) entrou no Top 10 semanal da Nielsen e da Netflix entre as produções originais da plataforma, e também disparou no primeiro lugar da Netflix nos EUA, antes de ser destronada pelo retorno do hit ‘Ozark‘.

Com a Netflix agora analisando sempre o custo em detrimento ao audiência, suas decisões de renovação tem sido cada vez mais rígidas. Ou seja, mesmo após tal repercussão, o público que conferiu a série, possivelmente, não atingiu o limite mínimo estabelecido pela gigante do streaming.

Arquivo 81‘ foi baseada em um podcast de terror sobrenatural, sendo produzido por James Wan e escrita e produzida por Rebecca Sonnenshine, que fez sua estreia como showrunner na série.

A trama segue o arquivista Dan Turner (Mamoudou Athie), que assume um trabalho para restaurar uma coleção de fitas de vídeo de 1994. Reconstruindo o trabalho de uma documentarista chamada Melody Pendras (Dina Shihabi), ele é imediatamente atraído pela investigação dela sobre um perigoso culto. Conforma a história se desenvolve nas duas timelines, Dan lentamente se torna obcecado em descobrir o que aconteceu com a Melody. Quando os dois formam uma conexão misteriosa, Dan fica convencido que pode salvá-la do fim aterrorizante que lhe passou há 25 anos.

Confira o trailer:

James Wan (‘Invocação do Mal’) serve como produtor executivo ao lado de Rebecca Sonnenshine (‘The Boys’), Michael Clear (‘Maligno’), Rebecca Thomas (‘Stranger Things’), Antoine Douaihy (‘Panic’) e Paul Harris Boardman (‘Livrai-nos do Mal’).

Categoria Pior Atriz é CANCELADA e Framboesa de Ouro premia ele mesmo por escolhas erradas

A decisão do Framboesa de Ouro (The Razzie) em indicar Ryan Kiera Armstrong, de 12 anos, como Pior Atriz repercutiu mal. E como consequência, a categoria Pior Atriz foi cancelada.

Ao invés de premiar uma das atrizes da lista, o prêmio foi dado ao próprio “Framboesa de Ouro” por suas péssimas escolhas de candidatas ao prêmio.

Em um comunicado, o fundador do “Prêmio”, John Wilson, pediu desculpas e confirmou que o nome de Armstrong foi removido da votação. Ele também disse que daqui para frente os menores de 18 anos não serão elegíveis para serem indicados aos prêmios.

Em 2022, eles também foram criticados por criar um prêmio especial zombando da abundância de filmes direto para vídeo de Bruce Willis. Embora inicialmente mantivessem sua decisão, eles acabaram eliminando a categoria após seu diagnóstico de afasia e subsequente aposentadoria.

Confira os “vencedores”:

PIOR FILME
Blonde – Vencedor
Pinóquio
Tenho Um Bom Luto
A Filha do Rei
Morbius

PIOR ATOR
Machine Gun KellyTenha Um Bom Luto
Pete DavidsonMarmaduke
Tom HanksPinóquio
Jared LetoMorbius – Vencedor
Sylvester StalloneSamaritano

PIOR ATRIZ

O Framboesa de ouro por suas indicações ao Prêmio de “Pior Atriz”

Ryan Kiera Armstrong, Chamas da Vingança
Bryce Dallas HowardJurassic World: Domínio
Diane KeatonMack & Rita
Kaya ScodelarioA Filha do Rei
Alicia SilverstoneThe Requin – À Deriva

PIOR REMAKE/RIP-OFF/SEQUÊNCIA
Blonde
365 Dias: Hoje365 Dias Finais
Pinóquio – Vencedor
Chamas da Vingança
Jurassic World: Domínio

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Adria ArjonaMorbius – Vencedor
Lorraine BraccoPinóquio
Penélope CruzAs Agentes 355
Bingbing FanAs Agentes 355A Filha do Rei
Mira SorvinoLamborghini

PIOR ATOR COADJUVANTE
Pete DavidsonTenha Um Bom Luto
Tom HanksElvis – Vencedor
Xavier SamuelBlonde
Mod SunTenha Um Bom Luto
Evan WilliamsBlonde

PIOR DUPLA
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Os Personagens da Vida Real na Cena do Quarto na Casa Branca, Blonde
Tom Hanks & seu Rosto de Látex (e Sotaque Horrível), Elvis – Vencedor
Andrew Dominik & seus Problemas com as Mulheres, Blonde
As Duas Sequências de 365 Dias

PIOR DIREÇÃO
Judd ApatowA Bolha
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto – Vencedor
Andrew DominikBlonde
Daniel EspinosaMorbius
Robert ZemeckisPinóquio

PIOR ROTEIRO
Andrew DominikBlonde – Vencedor
Robert Zemeckis & Chris Weitz, Pinóquio
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Emily Carmichael & Colin Trevorrow, Jurassic World: Domínio
Matt Sazama & Burk Sharpless, Morbius

Crítica | Escape Room 2: Tensão Máxima – Tensão e Adrenalina na sequência do terror que será exibida na Globo

Desde que o primeiro filme da franquia ‘Escape Room’ estreou, em 2019, o público ficou aguardando ansiosamente a sequência – que, dado o final do primeiro filme, sabíamos que iria acontecer. E finalmente a continuação ‘Escape Room 2: Tensão Máxima’ será exibida hoje, dia 24, na Rede Globo.

Após ter sobrevivido ao perverso jogo de Minos, Zoey (Taylor Russell) ficou obcecada em descobrir a verdadeira identidade de Minos e entregá-lo às autoridades. Para isso ela convence Ben (Logan Miller) a acompanhá-la na missão, porém, ao chegarem em Nova Iorque, os dois são pegos em uma armadilha de Minos, junto com outros quatro desconhecidos (Thomas Cocquerel, Holland Roden, Indya Moore e Carlito Olivero). Agora o grupo terá que correr contra o tempo e desvendar os mistérios das armadilhas para tentar sobreviver e salvar em suas próprias vidas de uma vez por todas.

Logo nos primeiros minutos de ‘Escape Room 2: Tensão Máxima’ o espectador é surpreendido por uma sequência um pouco confusa e bastante sádica, que só virá a fazer sentido no final do filme. Esse é o primeiro indicativo de que o roteiro de Will Howley, Maria Melnik e Daniel Tuch é voltado não só para quem assistiu ao primeiro filme, como também para o espectador que, sozinho, consegue fazer o encaixe das peças do quebra-cabeças sem ter que o próprio filme ficar indicando o caminho.

Se por um lado o primeiro filme trouxe frescor à já desgastada fórmula de filmes-tortura como ‘Jogos Mortais’ e ‘O Albergue’, por outro a continuação não traz nada de muito novo. Entretanto, as sequências de desafios nos quais os personagens são testados para tentar sobreviver – apesar da ameaça de morte – são um tanto quanto divertidas, de modo que, se tirarmos a ameaça, seria um formato interessante para vender nas salas de ‘Escape Room’. Os desafios são coloridos, cheios de luz, plasticamente belos e, portanto, algo tentadores. É o marketing subliminar da produção dialogando com o inconsciente do espectador.

O argumento do filme de Adam Robitel é um pouco fraco, afinal, fica bastante difícil de acreditar que o senso de justiça de um sobrevivente de uma experiência tão traumática quanto esse jogo queira voluntariamente retornar à esta situação tão somente para fazer justiça. Além disso, embora dessa vez tenhamos um casal protagonista que nós já conhecemos, e mesmo considerando que os outros quatro desconhecidos são a novidade neste filme, ele não os aprofunda, de modo que tanto o espectador quanto os protagonistas são surpreendidos pelas histórias pessoais desses indivíduos que pulam do nada no enredo, e nós meio que temos que aceitar a argumentação deles para suas atitudes.

Se deixarmos a história de lado e focarmos apenas na adrenalina dos desafios de sobrevivência, ‘Escape Room 2: Tensão Máxima’ é um thriller que nos faz prender a respiração e eleva o tom do thriller com ameaças bizarras que colocam a vida dos personagens em xeque o tempo todo. Nos moldes “que vença o melhor”, é uma boa sequência para quem curtiu o primeiro longa.

‘Ainda Estou Aqui’, que representa o Brasil no OSCAR, recebe 90% de aprovação dos críticos

O longa brasileiro Ainda Estou Aqui‘, estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello, foi aclamadíssimo pela crítica internacional.

Escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para concorrer na categoria de Melhor Filme Internacional na 97ª Premiação do Oscar, o filme recebeu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 20 avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e de Torres.

O filme tem apenas 2 críticas negativas.

Confira os comentários:

“Salles obtém performances convincentes de todo o elenco. Eles se sentem como família e amigos presos em um regime maligno.”, disse Dwight Brown.

Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

Já as duas críticas negativas dizem:

“O filme tem dificuldade em extrair qualquer humanismo grosseiro dessa história decididamente humana, optando, em vez disso, por pintar a família em seu centro com pinceladas amplas e pouco inspiradas.”, por Cole Kronman, da Slant.

“Talvez se Ainda Estou Aqui fosse enquadrado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, então a maioria das pinceladas amplas e idealizadoras neste retrato santo seriam muito mais permissíveis.”, afirmou Savina Petkova, do Movie Stage.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

O filme estreia em Nova York e Los Angeles em 17 de janeiro, com uma semana de duração, válida para premiações, antes de estrear nos cinemas de todo o país em 14 de fevereiro.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

Crítica | Ainda Estou Aqui – Fernanda Torres em Melhor Atuação da Carreira em Drama Real sobre Ditadura

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é inspirada no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

Exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, o filme foi selecionado para o Festival de Nova York, e venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza.

Traumatismo craniano? Pai de Tom Holland esclarece a gravidade do acidente no set de ‘Homem-Aranha 4’

No mês passado, as filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ foram interrompidas após Tom Holland sofrer um acidente no set. Muito se falou sobre a gravidade do ferimento, e houve relatos conflitantes sobre o que aconteceu com o ator no set.

Alguns disseram que ele foi levado de ambulância, enquanto outros alegaram que uma mulher não identificada também ficou ferida no incidente.

Dominic Holland, o pai do ator, esclareceu o que realmente aconteceu.

“Ler as notícias na mídia sobre o ‘horrível ferimento’ de Tom me fez lembrar do ditado que diz que nunca se deve acreditar no que está escrito nos jornais”, escreveu ele. “Eles estavam quase completamente errados, citando um motorista de ambulância que havia buscado o ‘astro ferido’ no Leavesden Film Studios, no norte de Londres.”

“Não havia ambulância, e Homem-Aranha: Um Novo Dia não está sendo filmado no Leavesden Studio”, confirmou Dominic. “‘Uma mulher misteriosa também ficou ferida no acidente…’ Não. [Eles] estavam completamente errados.”

Ele explicou que Tom realmente passou a noite no hospital após ser internado por precaução, mas foi uma “concussão leve” e o ator ficará “bem”.

O ator não estava no set quando começou a se sentir mal, ele havia batido a cabeça no set e depois foi para um evento de caridade.

Dominic relembrou: “Após as duas primeiras rodadas do nosso quiz e enquanto o jantar estava sendo servido, Tom começou a se sentir mal e instintivamente foi para os bastidores. Lembre-se de que, em caso de concussão, duas coisas a evitar são luzes fortes e barulho excessivo. Nikki e eu fomos chamados aos bastidores e encontramos Tom vomitando. Nós dois ficamos olhando, horrorizados.”

Ou seja, não houve traumatismo craniano e o acidente no set não teve a gravidade anunciada pelos jornais.

As filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ já foram retomadas.

Felizmente, a pausa não deve impactar a estreia do filme, que segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Imagem de bastidores pode ter confirmado retorno de [SPOILER]

 

Antes do início das gravações no mês passado, Tom Holland havia expressado entusiasmo por filmar em locações reais novamente, após ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa
(2021) ter sido gravado inteiramente em estúdios por conta da pandemia.

“Agora, vamos realmente investir nesse estilo clássico de filmagem e gravar em locais reais, por isso estamos começando em Glasgow e vamos usar as ruas da cidade para construir essa grande cena de ação que estamos montando”, explicou Holland. “Vai ser como fazer de novo. Já faz muito tempo desde que fiz isso, vai ser como um sopro de ar fresco. Acho que os fãs vão ficar empolgadíssimos com o que estamos preparando”.

Tom Holland fala sobre futuro após ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Crítica | Frank

A solidão é o preço que temos de pagar por termos nascido neste período moderno, tão cheio de liberdade, de independência e do nosso próprio egoísmo. Uma das sensações do Festival de Sundance deste ano, onde recebeu diversos elogios de crítica e público, Frank, é um projeto corajoso que fala sobre as peculiaridades das pessoas e a eterna fábula contemporânea do achar o seu lugar no mundo. Dirigido pelo cineasta irlandês Lenny Abrahamson, esse drama conta com uma atuação inspirada do excelente ator Michael Fassbender que interpreta cerca de 80% das cenas usando uma enorme cabeça feita de papel machê.

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Na trama, conhecemos Jon Burroughs (Domhnall Gleeson), um jovem que está desiludido com a vida que leva. Sua rotina absurdamente chata no seu trabalho de escritório, sem um grande amor e com um sonho escondido de ser um grande músico de uma banda de sucesso. Tudo muda quando encontra um grupo de músicos da banda Soronprfbs que o convidam para gravar o novo cd deles na Irlanda. Assim, entre um tweet e outro, Jon embarca em uma viagem de descobertas em busca de encontrar definitivamente seu lugar no mundo.

O filme se aproxima do ótimo Quase Famosos de Cameron Crowe quando analisamos a partir das novas experiências de um músico que por mais que respire música, nunca esteve de fato nos bastidores ou no palco de um grande evento. Essa mescla entre sonhos e desejos são incorporados no ótimo roteiro de Jon Ronson e Peter Straughan de forma inteligente, leve e divertida. A narrativa é lenta, induzida e também regida pelos objetivos conflituosos entre Jon e seus novos amigos. O protagonista tenta de todas as formas pertencer a esse novo mundo que acabara de conhecer e muitas vezes se precipita nesse desejo.

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Os personagens são ótimos, nada caricatos. E o interessante é que existe um grande conflito em cada um deles e o filme tem o mérito de explorar com eficácia isso ao longo dos 100 minutos de fita. Nos casos mais complexos, chegamos em Frank (Michael Fassbender), o líder da banda, um pós jovem músico brilhante que talvez para se esconder da realidade assustadora que enxerga vive dias e noites com uma enorme cabeça feita de papel machê. Toda essa peculiaridade em volta do líder da banda, tornam Frank um personagem enigmático, único, cheio de imperfeições explícitas muito bem modeladas pelo excelente Michael Fassbender.

O filme estreou no badalado Festival de Sundance deste ano e o mais legal nessa exibição foi que o público ganhou máscaras semelhantes à usada por Frank no filme o que tornou essa première ainda mais especial. Será que acontecerá isso no Brasil também? Seria o máximo! No mais, o que falar de um filme que fala sobre sonhos, música e conta com uma direção e atuações excelentes? Não percam, a arte do sonhar está dentro de todos nós! Viva Frank! Viva o cinema!

Crítica | ‘Nem Toda História de Amor Acaba em Morte’ – Comédia romântica apresenta primeira protagonista surda da história do cinema brasileiro

A rotina que mata. Trazendo um importante olhar para a surdez e acessibilidade gerando uma representatividade importante e ainda pouco vista nos produtos audiovisuais brasileiros, o longa-metragem paranaense Nem Toda História de Amor Acaba em Morte, entre beijos e feridas, num cair e levantar, busca um retrato sutil do cotidiano. Escrito e dirigido por Bruno Costa, e já exibido em dois dos principais festivais de cinema do Brasil, este é um projeto que explora, com leveza, as gangorras emocionais do coração.

Sol (Chiris Gomes) é uma professora que está em um casamento na iminência do fim. Quando resolve tomar essa decisão, acaba conhecendo e se apaixonando por Lola (Gabi Grigolom), uma jovem atriz surda que luta para manter viva sua companhia de teatro. Quando as duas resolvem embarcar de forma definitiva nesse relacionamento, conflitos com o ex-marido de Sol, Miguel (Octávio Camargo), se tornam presentes.

Nessa tragicômica jornada, que ganha força à medida que se afasta de seu início, acompanhamos uma protagonista em crise, descobrindo novas formas de amar e de enxergar as relações. O roteiro se arrisca ao adotar uma estrutura quase episódica, como pequenas esquetes que se costuram em busca de simplificar o que é, por natureza, complexo. Fórmula que funciona quando o filme, num segundo momento, engrena.

Uma nova fase da vida e os sussurros dos que cismam em não entender, se tornam alguns dos contrapontos que se chocam numa narrativa com um abre alas com o freio de mão puxado mas que de alguma forma utiliza um trunfo interessante, um papo reto, uma mensagem objetiva, que deixa o filme sutil, com momentos cômicos e fácil identificação. Embora nem sempre alcance maior profundidade e por vezes se embarace em suas próprias propostas, mantém um tom leve e agradável que convida o espectador a seguir até o fim.

Além dos méritos já mencionados, Nem Toda História de Amor Acaba em Morte traz um importante espaço para a representatividade da comunidade surda, apresentando a primeira protagonista surda da história do cinema brasileiro. O filme estreia em 2026 nos cinemas do nosso país.

Tim Burton faz 62 Anos | Elegemos os 18 Melhores Filmes do Diretor

Conhecido por seu estilo visual único, o diretor Tim Burton completa 62 aninhos hoje, dia 25 de Agosto de 2020. Sua carreira já dura 49 anos e 35 como diretor de longas para o cinema.

Burton é alvo de adoração de diferentes gerações. Seja quem cresceu com seus filmes do final da década de 1980 e início de 1990 – seus primórdios – ou os que o conheceram na década passada, o cineasta segue escrevendo seu nome na história da sétima arte, encantando pessoas de todas as idades.

O cinema de Burton sempre teve grande apelo visual, e o uso de efeitos sempre se mostrou presente – ele somente foi atualizado em seus últimos trabalhos. O visual sombrio e gótico de tempos em tempos também volta a marcar presença. Fora isso, a carreira do diretor completa um ciclo, já que começou na Disney como animador e depois de anos, já estabelecido e cultuado, marcou presença no comando de Alice no País das Maravilhas (2010) – um dos maiores sucessos financeiros de sua carreira.

Como forma de homenagem para este grande nome do cinema de Hollywood, o CinePOP criou uma lista com todos os 18 filmes em longa-metragem para o cinema assinados por Tim Burton na direção, ranqueados do pior ao melhor. Esta lista tem como base o grande público votante do maior banco de dados de cinema na internet, o IMDB. Ou seja, esta não é uma lista que reflete nossa opinião ou a opinião dos críticos, mas sim a do público, ou seja, vocês. Vem conhecer.

18 | Planeta dos Macacos (2001)

Em 2001, o diretor Tim Burton já era um grande nome quando decidiu arriscar em um de seus projetos mais ambiciosos: a reimaginação do clássico absoluto da ficção científica O Planeta dos Macacos (1968). O longa de Burton gerou grande hype na época, ao ponto de se tornar o filme mais esperado de seu respectivo ano no cinema, dentro todos os lançamentos de blockbusters. E não era para menos.

Foi aqui também que o diretor viria a conhecer a atriz Helena Bonham Carter, que se tornou sua companheira por 13 anos, mãe de seus dois filhos. Planeta dos Macacos, de certa forma, é uma das obras mais diferentes na filmografia do diretor, não sendo facilmente reconhecível como um trabalho seu. Parte disso se deve pela escolha do maquiador Rick Baker em bater o pé e não transformar as criaturas humanoides em parte do acervo das criaturas caricaturais de Burton, como confessa em entrevistas.

17 | Sombras da Noite (2012)

Projeto de estimação do ator Johnny Depp, esta adaptação de um seriado novelesco da década de 1960 ficou em desenvolvimento por anos. Depp, um fã declarado do programa na infância, foi contatado pela Warner quando o estúdio adquiriu os direitos para uma produção cinematográfica. O ator então levou o projeto para seu amigo de longa data, o diretor Tim Burton, não imaginando outra pessoa para dar forma a seu sonho nas telonas.

Respeitoso com o material original, Sombras da Noite pode ser considerado uma versão moderna de A Família Addams (1991) e conta uma história sobre uma disfuncional família vivendo na década de 1970, da qual um dos membros é um vampiro. Parte do  elenco renomado da obra, Michelle Pfeiffer desejava trabalhar novamente com o cineasta desde 1992, e quando soube que a Warner estava planejando um longa baseado na série, da qual igualmente era fã, entrou em contato para um possível papel. E assim nasceu a segunda parceria entre a atris e o diretor.

16 | Marte Ataca! (1996)

Um dos filmes mais incompreendidos do diretor, Marte Ataca! foi muito confundido com a versão cômica de Independence Day, que havia explodido nos cinemas no mesmo ano, meses antes. De certa forma, é até compreensível, já que o filme de Burton era o segundo sobre uma invasão alienígena em larga escala em pouco tempo naquela época. As propostas, no entanto, não poderiam ser mais distintas.

Embora muitos não saibam até hoje, Marte Ataca! é baseado numa série de cards e figurinhas antigas, da década de 1950, das quais Burton era fã e colecionava. As criaturas retratadas são iguaizinhas, e a ideia do diretor foi transformar aquelas imagens em um longa-metragem. Para isso, recrutou o que é provavelmente o maior elenco renomado de um filme seu. O monstro sagrado Jack Nicholson, por exemplo, não hesitou sobre a possibilidade de trabalhar novamente com o cineasta e pegou logo dois papeis no filme. Infelizmente, o resultado passou longe do almejado, embora atualmente a obra tenha atingido o status de cult. O consagrado crítico Roger Ebert talvez tenha pego pesado demais em sua definição, ao afirmar que: “Burton havia feito a biografia de Ed Wood em seu filme anterior e agora, no seguinte, estava encarnando o próprio Wood”. Maldade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Certas coisas nem sempre caminham juntas. Alice é a maior bilheteria da carreira de Tim Burton. Junto ao grande público e críticos, no entanto, se mostra um de seus filmes menos satisfatórios. Esta pode ser considerada uma das primeiras investidas da Disney em uma adaptação em live action (e muito CGI) de suas animações clássicas. Muitos anos depois e Burton voltaria à proposta, com a versão de Dumbo a ser lançada ano que vem.

Ao contrário de obras recentes no estilo, vide Cinderela (2015), Mogli (2016) e A Bela e a Fera (2017), Alice no País das Maravilhas não é uma reedição quase frame a frame da obra de 1951. O filme de Burton funciona como uma espécie de sequência para a animação, mostrando a protagonista Alice (Mia Wasikowska) já mais velha, com casamento arranjado, fugindo desta realidade indesejada e retornando para o País das Maravilhas para novas aventuras. Este molde de subversão foi repetido em Malévola (2014), reimaginação de A Bela Adormecida, contada através da vilã da trama, a bruxa que dá título ao longa.

14 | O Lar das Crianças Peculiares (2016)

Raramente os filmes de Tim Burton são ideias originais. Em sua maioria, se tratam de adaptações, reimaginações, biografias ou desenvolvimento de obras prévias. Aqui, o diretor resolve levar para as telonas o livro de Ramson Riggs, que funciona quase como a premissa dos X-Men para um público ainda mais infantil. A ideia aqui é uma escola para crianças “diferentes”, com dons sobrenaturais. No lugar do Professor X, entra a personagem de Eva Green, se reunindo com o diretor após Sombras da Noite (2012).

Por sua vez, o livro de Riggs usou como base não o universo mutante da Marvel, apesar das coincidências, mas sim uma série de fotografias antigas, vendidas em feiras, que exibiam figuras consideradas “aberrações”. O tema, recorrente nos filmes de Burton, é a aceitação do diferente e dos marginalizados. E que o mais importante é o que não podemos ver, o interior.

13 | A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Depois de ter reimaginado o clássico Planeta dos Macacos – utilizando um estilo que não casava tanto com o tipo de filme que estava acostumado a dirigir – Burton era a escolha perfeita para dar nova roupagem a outro clássico imortal, este do cinema infantil. A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971) é um musical icônico do cinema, recomendado para toda a família, que conta com o desempenho de Gene Wilder, eterno no papel do titereiro de crianças Willy Wonka.

Baseado no livro de Roald Dahl, a versão de Burton não é sombria como muitos imaginavam, inclusive se mostrando mais voltada para as crianças do que o filme original. Johnny Depp, parceiro recorrente do diretor, foi a aposta para o novo chocolateiro Willy Wonka. O ator, que adora se transformar nos filmes do amigo, escolhe uma estranha (mas não no bom sentido) abordagem para o papel, se tornando mais creepy do que o personagem pedia. Na época, muitos o compararam com o ícone Michael Jackson, inclusive em sua androgenia.

12 | As Grandes Aventuras de Pee-wee (1985)

Primeiro longa-metragem dirigido por Tim Burton, que havia feito carreira como animador da Disney e comandado inúmeros curtas, alguns dos quais inclusive transformou em longas anos depois. Era uma transição natural para a especialidade do cineasta que seu primeiro filme fosse uma obra repleta de fantasia e surrealismo. Pee-wee Herman, personagem imortalizado por Paul Reubens, saído de especiais de comédia e que depois ganharia um programa infantil, caiu como uma luva para o tipo de cinema que Burton viria a ficar conhecido.

O filme serviu como primeiro passo para todos os elementos com os quais o diretor viria a construir sua carreira e podemos inclusive notar o estilo de certas cenas neste primeiro trabalho, as quais Burton viria a desenvolver melhor em seus próximos projetos.

11 | Grandes Olhos (2014)

Na lista até o momento já tivemos refilmagens, reimaginações, adaptações de livros e seriados antigos, e até mesmo de figurinhas. Agora, chega a primeira biografia. Aqui, o foco é a pintora Margaret Keane e seus quadros retratando figuras femininas de grandes olhos. Suas imagens se tornaram um sucesso fenomenal na década de 1950, quando todos ainda acreditavam que o autor era seu marido, que se autopromovia de tal forma.

Um dos temas do longa é a independência feminina. A mulher calada que finalmente encontra sua voz e tem a liberdade para gritar contra o abuso do homem. Na história, acreditando que quadros criados por mulheres não venderiam, Walter Keane constrói um império baseado em fraude artística, assumindo a autoria das pinturas de sua mulher. Este é um dos filmes mais sérios e adultos de Burton, os quais ele entrega de tempos em tempos. Aqui, os renomados Amy Adams e Christoph Waltz dão credibilidade a este material, que foi mirado à época de prêmios e indicado ao Globo de Ouro.

 

10 | Frankenweenie (2012)

Tim Burton também dirige animações, já que tal gênero de cinema tem tudo a ver com ele e foi onde iniciou sua carreira. Antes de assumir o comando completo de tais produções, ele produziu obras como O Estranho Mundo de Jack (1993), por exemplo. Frankeweenie é um dos filmes que mais representam o resumo do universo Burton raiz que aprendemos a amar, e que se encontra meio escondido em seus últimos trabalhos.

Frankenweenie é também a adaptação de um curta do próprio diretor, de 1984, com atores reais. Burton resolve levar a história para as telonas, utilizando o tipo de animação que mais defende e que infelizmente se encontra quase extinta: o stop-motion. A ideia aqui é parodiar o clássico do horror Frankenstein (1931), usando um cachorro como o morto-vivo trazido de volta por seu dono. A animação dá o passo além e brinca muito referenciando o cinema do gênero.

 

09 | Peixe Grande (2003)

Peixe Grande é um dos filmes sérios do cineasta, que foge, mesmo que levemente, do padrão de seus filmes mais conhecidos e mais associados a sua figura.

Um ótimo exemplar para o dia dos pais, um dos temas levantados por esta obra baseada no livro de Daniel Wallace é o relacionamento entre pai e filho. Como dito, embora seja um longa com questões mais sérias, Burton não esquece o lado fantasia, trazido na trama pelas histórias inacreditáveis do personagem principal, as famosas “histórias de pescador”. São em tais trechos que Burton pode deixar sua imaginação fértil correr solta, quando elementos como Gigantes, bruxas e lobisomens adentram a narrativa, mesmo que de mentirinha.

 

08 | A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999)

Outro filme que representa bem a estética do cinema Tim Burton raiz: pálido, gótico e dono de laços com o terror. Nesta reimaginação do clássico conto ‘The Legend of Sleepy Hollow’, de Washington Irving, inúmeras vezes adaptado, inclusive na forma de animação, Burton se sente em casa em uma história que parece ter sido criada para ele dirigir.

Em uma cidadezinha do interior, chamada Sleepy Hollow, uma maldição parece em andamento. Diversos moradores são encontrados mortos, com a cabeça decapitada. Os crimes são creditados a uma folclórica figura, o cavaleiro sem cabeça, que segundo diz a lenda se trata de um guerreiro amaldiçoado retornando do inferno. Um detetive cético, guiado meramente pela ciência e sem qualquer crendice no fantástico, é enviado de Nova York para investigar as ocorrências. Johnny Depp realiza aqui sua terceira parceria com o diretor, até então, e vive o protagonista. É dito que Depp queria fazer uso de uma maquiagem mais extensa para se esconder na pele do personagem, vontade esta negada por Burton. Percebemos também que a personagem de Christina Ricci deveria ser vivida por Winona Ryder, caso o relacionamento dela com Depp não tivesse acabado em uma nota negativa.

 

07 | Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)

Um dos longas mais prestigiados da carreira do diretor, Sweeney Todd foi indicado para três Oscar e levou o de direção de arte. Primeiro e único musical na filmografia de Burton, o filme conta com seus colaboradores recorrentes Johnny Depp e a então esposa Helena Bonham Carter, além de se encaixar perfeitamente no tipo de obra na qual o cineasta fez carreira em cima. Podemos dizer inclusive que Sweeney Todd foi o último full on hard no estilo Burton raiz (Sombras da Noite trouxe elementos sem conseguir êxito completo).

Sweeney Todd é baseado no musical dos palcos, com elementos de terror e canibalismo, criado por Hugh Wheeler. Na trama, um homem injustiçado pela corrupção de uma cidade inglesa, retorna muitos anos depois com a nova identidade de um barbeiro e forja uma aliança macabra com a dona de uma loja de tortas.

 

06 | Batman – O Retorno (1992)

Tim Burton foi o responsável pela consolidação dos filmes de super-heróis. Seu Batman (1989) foi um fenômeno, como nenhum outro filme do gênero havia sido. Podemos dizer que Superman – O Filme (1978) foi um enorme sucesso para o gênero, trazendo renome e respeito. Mas Batman deu um passo além, mostrando que este tipo de filme poderia atingir bilheterias astronômicas e gerar intermináveis mercadorias, fazendo o capital fluir como um rio.

Em time que está ganhando não se mexe, ou quase. Este foi o pensamento da Warner ao trazer o diretor de volta para comandar a continuação do sucesso monstruoso. O lance de Batman – O Retorno foi que Burton queria mais liberdade criativa, e como o primeiro filme havia se mostrava extremamente rentável, a Warner resolveu conceder o desejo do diretor, o deixando livre, leve e solto para fazer o filme do personagem que havia imaginado. Particularmente, Batman – O Retorno é um dos melhores filmes do cineasta e consegue elevar o que havia sido construído anteriormente. O problema é que nem todos pensaram assim. E com mais violência, esquisitices, e um teor pesado para crianças, o estúdio precisou arcar com a dificuldade de produzir mercadorias voltadas aos pequeninos com uma obra tão sombria. Resultado: mesmo imaginando uma terceira parte para as aventuras do Homem-Morcego, Burton foi afastado da direção. Hoje, Batman – O Retorno é um filme cult, dono de uma verdadeira legião de fãs.

 

05 | Os Fantasmas se Divertem (1988)

O primeiro sucesso da carreira de Tim Burton, este filme marcou a infância de toda uma geração. Muitos, inclusive, consideram este o primeiro filme de Burton, já que aqui o diretor deixou sua imaginação correr solta, utilizando todos os elementos que viriam fazer de seu cinema tão único. Foi devido a este filme que Burton conseguiu o trabalho no comando da ambiciosa superprodução Batman. Os executivos da Warner teriam ficado tão satisfeitos com o resultado de Beetlejuice, que escolheram o diretor para o comando do grande filme de super-herói.

Uma das únicas ideias originais para um filme de Burton, Os Fantasmas se Divertem brinca bem com os gêneros da comédia e terror, se tornando a marca registrada do cineasta. Na história, um casal morre e volta como fantasmas para sua grande casa. Quando uma família inconveniente vai morar no local, eles precisam da ajuda de outros fantasmas para expulsá-los de lá. O filme fez tanto sucesso que gerou uma série animada. Uma continuação há muito tempo é planejada e agora se encontra muito perto de sair do papel.

 

04 | Ed Wood (1994)

Se dependesse unicamente de mim, este filme ocuparia a primeira posição dentre os melhores da carreira de Burton. Já tivemos a biografia de Grandes Olhos (2014) na lista, mas a primeira na filmografia do diretor foi esta, que inclusive tem muito mais a ver com seus gostos pessoais. Ed Wood, o filme, não foi apenas isso, mas também o primeiro trabalho considerado “sério” do cineasta, antes associado ao cinema de fantasia e entretenimento.

Com Ed Wood, o cinema de Tim Burton dava o passo além, inegavelmente amadurecendo artisticamente, porém, sem fugir por completo do tipo de filme que ama e representa. Considerado até hoje um dos piores (ou quem sabe o pior) diretor de cinema que a sétima arte já viu, Edward D. Wood Jr. virou sinônimo de cineasta cult após sua morte. Seus filmes eram de baixíssimo orçamento e sua paixão era as obras de terror e ficção científica. Em seus trabalhos contava muito mais a vontade do que a qualidade. Plano 9 do Espaço Sideral (1959) é o ápice de sua carreira. Em Ed Wood, o filme, Tim Burton cria uma grande homenagem ao marginalizado diretor. O filme foi indicado e levou dois prêmios no Oscar – de maquiagem e ator coadjuvante para Martin Landau, que interpreta o lendário Bela Lugosi, o eterno Drácula.

 

03 | Batman (1989)

Como dito, para este que vos fala, assim como para muitos, a continuação Batman – O Retorno (1992) consegue transcender este filme em todos os quesitos. Mas esta é a opinião do grande público, que prefere o que foi confeccionado aqui. Indiscutivelmente, não importando sua opinião sobre qual dos dois filmes do personagem dirigidos por Burton é o melhor, o primeiro Batman foi extremamente influente e até mesmo revolucionário. Primeiro, por mostrar que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser não apenas um grande sucesso, mas um fenômeno mundial no quesito marketing e merchandising, modificando para sempre o conceito de cinema entretenimento e o blockbuster.

Segundo, por trazer o herói de forma nunca anteriormente apresentada, mostrando que histórias em quadrinhos poderiam ser coisa de adulto. Batman é sombrio e, como disse o crítico Roger Ebert, “repleto de sentimentos ruins, não recomendado para crianças”. De fato, o filme se encaixa mais na categoria noir criminal, se distanciando ao máximo da imagem que todos tinham anteriormente do personagem no audiovisual, a série colorida e galhofa dos anos 1960. Até o visual do personagem era remodelado para os novos tempos, com uma armadura preta e utensílios altamente tecnológicos ao invés de cômicos. Aqui, tínhamos mortes, violência e sangue.

 

02 | Edward Mão de Tesoura (1990)

Não é grande surpresa que este filme esteja no pódio, ocupando o segundo lugar da lista. A obra encantou crianças da minha geração em seu lançamento e continua a fazer o mesmo pelas novas gerações. Edward resume muito do que é o cinema de Burton também, se mostrando na época o filme com mais alma e coração de sua jovem carreira – até hoje se mantendo no topo da lista nesta categoria.

A ideia para o filme, que se mostrou recorrente em outros trabalhos do diretor, é uma reimaginação do clássico Frankenstein (1931), desta vez, um jovem criado por um inventor, que termina morrendo antes de concluir sua obra. Assim, inconcluído e esquecido, Edward é encontrado e levado para a cidade, onde precisa aprender a lidar com o maior dos monstros, o ser humano. Um festival de desencontros faz com que o protagonista constantemente seja incompreendido. Mesmo assim, ele se torna parte de uma grande história de amor – que se estenderia para fora das telas entre Johnny Depp e Winona Ryder. Mas esta é uma história de amor de doer o coração, como Tim Burton gosta e sabe fazer bem.

 

01 | A Noiva Cadáver (2005)

Por mais que não seja surpresa ver Edward Mãos de Tesoura em segunda posição, ver A Noiva Cadáver na primeira é. Este é o filme do diretor mais adorado pelo grande público. É também um dos filmes menos conhecidos de Tim Burton e um dos que mais foge de seu estilo raiz.

Embora tivesse produzido animações no passado, este foi o primeiro filme do gênero dirigido por Tim Burton, se tornando também uma das obras mais queridas e elogiadas de sua filmografia. Tudo a ver com Burton, o filme utiliza elementos clássicos do cinema do diretor e muito bem poderia ter sido criado em live action. A Noiva Cadáver marca também uma das três ideias originais transformadas em filme da carreira de Burton – ao lado de Os Fantasmas se Divertem (1988) e Edward Mãos de Tesoura (1990).

A animação marca o reencontro do diretor com um texto da roteirista Caroline Thompson, escritora de Edward Mãos de Tesoura (1990). Uma história gótica e tipicamente “Burtoniana”, o filme apresenta um sujeito nervoso tentando fugir de um casamento arranjado na era vitoriana, que inadvertidamente se torna noivo de uma mulher morta, enterrada na floresta. Burton brinca com o conceito do mundo dos mortos e dos vivos, o primeiro dono de cores berrantes e muita energia, e o segundo, monocromático e enfadonho.

Conheça os Atores com Mais Indicações ao Oscar nos últimos 10 anos

Começaram as torcidas pelos nossos filmes e atores preferidos no Oscar. E começou também a maratona dos cinéfilos, correndo atrás de todos os indicados que ainda não assistiram. A divulgação dos indicados ocorreu essa semana, na última quinta-feira, dia 22 de janeiro, mas a cerimônia do Oscar em si, que irá revelar os vencedores, ocorre no dia 15 de março.

Aqui no CinePOP você conhece todos os indicados, assim como variadas matérias com o tema do Oscar. Essa aqui é mais uma. Para entrar no clima do maior prêmio da sétima arte, que tanto amamos, achamos que seria divertido dar uma olhada nos atores mais prestigiados da atualidade, na opinião dos próprios companheiros de profissão. Para chegar a tal resultado, conheceremos abaixo os atores com mais indicações ao Oscar nos últimos 10 anos. Esses não são os melhores atores de todos os tempos, mas os melhores em atividade nesta década – segundo a opinião dos membros da Academia. Confira.

Denzel Washington

Considerado o GOAT para grande parte dos fãs e cinéfilos, Denzel Washington é verdadeiramente um tesouro mundial – aquele tipo de ator que mesmo que o filme não seja muito bom, sabemos que ele terá um desempenho fenomenal. Denzel já tem duas estatuetas em sua estante (melhor coadjuvante por ‘Tempo de Glória’ – disponível na Netflix – e melhor protagonista por ‘Dia de Treinamento’). Mas o assunto aqui é a última década, e Washington supera todos os seus colegas (exceto um) com nada menos que três indicações ao Oscar, todas como protagonista e duas delas consecutivas: por ‘Um Limite Entre Nós’ (2017), filme que também dirigiu; ‘Roman J. Israel’ (2018); e ‘A Tragédia de Macbeth’ (2022).

Timothée Chalamet

Se você ainda não se atentou ao fato de que o jovem Timothée Chalamet é um dos melhores atores da atualidade (muitos diriam o melhor da nova geração), pode se considerar um “Rubinho Barrichello” cinéfilo. O rapaz entrega uma performance chamativa atrás da outra. E acima eu disse que Denzel Washington superou todos os colegas, exceto um. Pois bem, esse um é Timothée, que, assim como o monstro sagrado, possui nada menos que três indicações ao Oscar nos últimos 10 anos, igualmente todas como protagonista e as duas últimas consecutivas. A diferença é que Chalamet pode sair vitorioso de sua mais recente nomeação este ano por ‘Marty Supreme’. As anteriores foram: ‘Me Chame pelo seu Nome’ (2018) e ‘Um Completo Desconhecido’ (2025).

Mahershala Ali

Se formos avaliar o melhor rendimento de todos, ninguém bate Mahershala Ali nesta última década, pois ele é o único ator que possui duas vitórias no Oscar nos últimos 10 anos. Ali foi indicado duas vezes e nas duas saiu vitorioso. Sim, é para poucos. A primeira, veio com ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ (2017), que o revelou para o mundo; e dois anos depois ele repetia o feito no polêmico ‘Green Book: O Guia’ (2019). As duas foram como coadjuvante.

Anthony Hopkins

Quem é rei nunca perde a majestade. O eterno Hannibal Lecter, Anthony Hopkins, recebeu sua primeira indicação da carreira pelo clássico thriller dos anos 90, ‘O Silêncio dos Inocentes’, e logo de cara saía premiado. Nos últimos 10 anos, o ator veteraníssimo recebeu duas indicações: como coadjuvante por ‘Dois Papas’ (2020) e protagonista por ‘Meu Pai’ (2021) – ou seja, duas indicações seguidas. Na segunda, como sabemos, Hopkins levou o prêmio e se tornou o ator mais velho a receber a honraria, aos 83 anos de idade.

Gary Oldman

Um dos melhores atores em atividade em Hollywood, o subestimado Gary Oldman só veio a receber sua primeira indicação ao Oscar em 2012. Mas como o assunto são as indicações nos últimos 10 anos, Oldman possui duas, ambas como protagonista – por: ‘O Destino de uma Nação’ (2018) e ‘Mank’ (2021). Assim como Hopkins, Oldman saiu vitorioso de uma delas, com ele foi a primeira citada, onde ele recebeu sua tão aguardada estatueta ao interpretar Winston Churchill, irreconhecível em sua maquiagem.

Daniel Kaluuya

Temos agora outro vencedor do Oscar nos últimos 10 anos. O britânico Daniel Kaluuya recebeu sua primeira indicação ao Oscar de forma muito merecida pelo fenômeno ‘Corra!’, de Jordan Peele, em 2018. Mas o ator viria a ser premiado apenas em sua segunda nomeação, que ocorreu em 2021 com ‘Judas e o Messias Negro’. Enquanto sua primeira indicação foi como protagonista, sua vitória foi como coadjuvante.

Sam Rockwell

Sam Rockwell é aquele tipo de ator que sempre quando aparece em um filme, consegue nos alegrar, mesmo que o filme não seja muito bom. Seu carisma e energia são sempre contagiantes. Após muito tempo sendo subestimado, sua primeira indicação finalmente viria em 2018 no papel do policial racista de ‘Três Anúncios para um Crime’. Deste trabalho o ator saiu premiado pelo desempenho coadjuvante. Logo no ano seguinte, ele repetiria o feito, com uma nova indicação coadjuvante pela comédia política ‘Vice’ em 2019, no qual interpretou o presidente George W. Bush.

Colman Domingo

Por falar em indicações seguidas, Colman Domingo é um ator que apareceu e causou alvoroço junto à Academia devido ao seu talento. Suas indicações foram bem recentes, datando dos últimos dois anos. Ambas como protagonista: a primeira foi em ‘Rustin’ (2024), biografia do ativista Bayard Rustin, e ano passado Domingo foi lembrado de novo por ‘Sing Sing’ (2025), outra história real, esta baseada em um homem preso injustamente, que encontra no teatro e na arte uma forma de superar o inferno carcerário.

Adam Driver

Adam Driver é outro que recebeu duas indicações ao Oscar nos últimos 10 anos, também de forma consecutiva. A primeira foi como coadjuvante pelo inflamatório ‘Infiltrado na Klan’ (2019), de Spike Lee; e depois como protagonista pelo drama de relacionamento ‘História de um Casamento’ (2020), no qual atuou ao lado de Scarlett Johansson.

Bradley Cooper

Ator e diretor, Bradley Cooper se tornou um daqueles artistas que possuem muitas indicações ao Oscar, mas nunca ganharam uma de fato. Muitos dizem que seu objetivo é perseguir esta estatueta. Ele inclusive tem cinco indicações como produtor de filmes de sucesso, mas nem nesta categoria levou uma estatueta para casa. Como ator protagonista, ele possui duas indicações nos últimos 10 anos, ambas por filmes dirigidos por ele: o remake de ‘Nasce uma Estrela’ (2019); e o enfadonho drama ‘Maestro’ (2024), biografia de Leonard Bernstein.

Leonardo DiCaprio

Por muitos anos considerado o maior injustiçado do Oscar, Leonardo DiCaprio finalmente ganharia sua tão sonhada estatueta de melhor ator por ‘O Regresso’, em 2016. Ele é considerado por grande parte dos cinéfilos o grande ator da atualidade em Hollywood. Certamente ele possui cacife para provar. Nos últimos 10 anos, também possui duas indicações ao Oscar – ambas como protagonista: a primeira como o ator fictício Rick Dalton em ‘Era uma Vez em Hollywood’, de Quentin Tarantino, em 2020; e este ano ele é um dos que podem sair premiados – por ‘Uma Batalha Após a Outra’.

Andrew Garfield

O eterno Homem-Aranha Andrew Garfield cresceu e apareceu após sua encarnação como o herói não ter rendido o melhor dos desempenhos. Parece que o ator estava disposto a provar seu talento. Ele possui duas indicações como protagonista nos últimos 10 anos: pelo drama de guerra baseado em uma história real ‘Até o Último Homem’ (2017), de Mel Gibson; e pelo musical que também é uma biografia sobre um autor de peças da Broadway, ‘Tick Tick Boom’ (2022).

Viggo Mortensen

A seguir teremos dois veteranos. O primeiro a aparecer é o eterno Aragorn da trilogia ‘O Senhor dos Anéis’. É claro que Viggo Mortensen possui inúmeras atuações memoráveis. Nos últimos 10 anos, ele é um dos 15 atores que teve mais de uma indicação ao Oscar, ambas como protagonista. A primeira foi pelo essencial ‘Capitão Fantástico’, em 2017; e a segunda, pelo citado polêmico ‘Green Book: O Guia’ (2019).

Willem Dafoe

O segundo veterano é ainda mais veterano do que Viggo Mortensen. Isso porque Willem Dafoe vêm fazendo filmes em papeis de destaque desde a década de 1980. A prova disso são clássicos como ‘Platoon’, ‘A Última Tentação de Cristo’ e ‘Mississippi em Chamas’. Nos últimos 10 anos, Dafoe recebeu duas indicações ao Oscar de forma seguida, e isso é muito bom, saber que um veterano de seu porte ainda é lembrado por seus iguais. Sua primeira nomeação na década foi como coadjuvante por ‘Projeto Flórida’ (2018), de Sean Baker, o mesmo de ‘Anora’. E depois veio seu retrato pungente de Vincent van Gogh em ‘No Portal da Eternidade’ (2019).

Ryan Gosling

Finalizando a matéria temos o ator de ouro na atualidade em Hollywood. Ryan Gosling parece ter deixado a fase dos “indies” para trás e agora quer mesmo é ser ator de blockbusters – mas sua missão é sempre trazer qualidade aos filmes pipoca. Este ano ele estará em ‘Devoradores de Estrelas’, baseado em um aclamado livro de ficção científica, e ano que vem estrelará o novo ‘Star Wars’. Gosling fecha a lista dos 15 atores com mais indicações nos últimos 10 anos. Sua primeira, é claro, foi pelo fenômeno ‘La La Land’ (2017), como protagonista, e depois por outro fenômeno, ‘Barbie’ (2024), como coadjuvante.

‘Zumbilândia 2’: Roteirista afirma que sequência será “completamente original”

Em entrevista ao Slash Film, os roteiristas de ‘Zumbilândia 2‘, Paul Wernick e Rhett Reese, falaram sobre a sequência e revelaram que o novo filme será muito diferente do primeiro.

“Nós vamos filmar em janeiro e não poderíamos estar mais felizes. O original é o filme que eu e o Rhett [Reese] começamos. Foi o que nos tornou os roteiristas que somos. O elenco e a equipe estão juntos novamente, com Ruben e nosso produtor Gabin [Polone], o estúdio, nós estamos muito, muito animados com isso. É muito especial, e basicamente será lançado 10 anos depois, então será meio que o nosso presente de aniversário.”

Enquanto Wernick fez questão de dizer que a sequência será “completamente original”, Reese completou afirmando que será “basicamente coisas não vistas antes, e será muito animador”.

As filmagens da sequência começarão em janeiro.

Ruben Fleische retorna à direção.

Além disso, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin estarão de volta.

Confira, com a sinopse:

“A trama vai girar em torno do quarteto original de personagens. Na narrativa, os sobreviventes se encontram em um mundo onde o apocalipse zumbi conseguiu evoluir. Neste contexto, a população zumbi já não causa tanto temor e existe um consenso geral de apatia tomando a história de cada um dos personagens. Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin) decidem fugir com um novo personagem (ainda sem nome), levando a uma missão de resgate em larga escala. De volta à estrada, os personagens acabam descobrindo uma nova raça de “super zumbis”, que são maiores, mais fortes e mais resistentes que os demais.”

A Sony Pictures oficializou a data de estreia de ‘Zumbilândia 2‘ para o dia 11 de outubro de 2019.

A comédia pós-apocalíptica de 2009 girou em torno de dois homens lutando para sobreviver num mundo dominado por zumbis. Columbus (Eisenberg) é um grande covarde – mas quando você teme ser devorado por zumbis, o medo é justamente o que pode mantê-lo vivo. Tallahassee (Harrelson) é um exterminador casca-grossa de zumbis, armado com seu fuzil AK e a determinação de comer o último Twinkie, um bolinho com recheio cremoso, que resta na Terra. Eles se associam a Wichita (Stone) e Little Rock (Breslin), que também têm métodos únicos de sobreviver ao caos zumbi, mas precisarão avaliar o que é pior: confiar nos parceiros ou sucumbir aos zumbis.

Zumbilândia‘ imediatamente atingiu o status de filme cult após seu sucesso pelo mundo. Foram arrecadados US$ 100 milhões nas bilheterias.

Em 2015, a Amazon produziu o episódio piloto de uma série baseada em ‘Zumbilândia‘, mas a versão televisiva acabou não sendo aprovada.

‘A Maldição da Mansão Bly’: Victoria Pedretti retornará para a 2ª temporada do terror

De acordo com o Deadline, Victoria Pedretti retornará para a 2ª temporada de ‘A Maldição da Residência Hill‘, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly‘.

A atriz interpretará a governanta, Dani, que irá cuidar de duas crianças peculiares.

O diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono‘) retorna no comando do novo ciclo, que será baseado no livro de Henry James, chamado ‘A Outra Volta do Parafuso‘.

A história gira em torno de uma jovem governanta responsável por duas crianças convencida de que a remota casa em que mora é, na verdade, assombrada.

A nova temporada será lançada apenas em 2020.

 

‘Fear the Walking Dead’: Kim Dickens indica que a Madison ainda pode estar viva

Em entrevista ao Access, Kim Dickens indicou que sua personagem Madison Clark ainda pode estar viva em ‘Fear the Walking Dead‘.

“Eu acho que os fãs ainda estão chateados [com a morte da Madison], mas essa é a natureza do gênero. Você pode acabar morrendo do nada. E também pode acabar retornando a qualquer momento.”

Sobre como ela poderia ter sobrevivido ao incêndio no estádio, a atriz afirmou: “Ela teria escalado as paredes. Ela tinha filhos do outro lado dos muros, então é claro que ela daria um jeito de chegar a eles.”

Vale lembrar que a atriz já expressou seu desejo em reprisar o papel, e os fãs continuam compartilhando teorias sobre o retorno da personagem.

Derivado de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

O elenco inclui Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Danay Garcia, Maggie Grace, Lennie James, Garret Dillahunt e Jenna Elfman.