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37ª Mostra de Cinema de São Paulo: Cabra Marcado Para Morrer

REAL E COMPLEXO OU SERÁ QUE O COUTINHO IRIA GOSTAR DESTA RESENHA?

Uma das mais justas homenagens desta 37ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo foi a de Eduardo Coutinho. A retrospectiva completa de sua obra (inclusive trabalhos de ficção) foi um reconhecimento daquele que é, sem sombra de dúvidas, o maior documentarias brasileiro vivo. Costumo ser cauteloso com esses exageros, mas o caso permite. As honras contaram também com debates e lançamento de livro pela Cosac Naify (com um de seus trabalhos gráficos mais interessantes que já fez para o cinema).

Coutinho teve muitas fases em sua carreira. Entre curtas e longas, dirigiu documentários como Edifício Master, Peões e Jogo de Cena. Sua obra-prima continua a ser Cabra Marcado Para Morrer.

Nos anos 1960, Coutinho se envolveu com o Centro Popular de Cultura – CPC da União Nacional dos Estudantes – UNE para realizar filmes com comunidades do interior. Nessas viagens, conheceu a história de João Pedro Teixeira, líder da Liga Camponesa da Paraíba que fora assassinado por latifundiário da região, em 1962. O movimento dos colonos lutava pela desapropriação do Engenho da Galiléia e de Sapé, causa da qual saiu vitorioso.

Ao tomar conhecimento do crime, Coutinho decidiu, no começo de 1964, realizar um filme de ficção contando a história de João Pedro. Se chamaria Cabra Marcado Para Morrer. Os próprios colonos atuaram nas gravações e a esposa de João Pedro, Elizabeth Teixeira, fez seu próprio papel. As gravações foram abortadas em pouco tempo em razão do golpe militar de 1964. Os militares apreenderam o material, restando apenas algumas fotos e alguns minutos de filmagem, alegando tratar-se de material de propagando comunista (divulgaram na época, que a equipe era cubana!…).

Em 1981, Coutinho retoma Cabra Marcado Para Morrer como um documentário.  Em um cruzamento costura entre ficção e realidades, o agora documentarista, procura cada um dos colonos que participaram das filmagens originais. Além de exibir para eles os trechos que se salvaram do filme, Coutinho faz entrevistas procurando entender a importância para eles de atuar em um obra ficcional, suas visões sobre o assassinato de João Pedro, como estão suas vidas hoje e o quanto o contexto político cultural brasileiros no período de 17 anos (1964 a 1981) pesou em suas vidas.

Com um jogo de ficção e realidade, e sua intenção de compreender o destino de cada um daqueles trabalhadores, da família de João Pedro e dos Engenhos de Galiléia e de Sapé, Coutinho conseguiu, com ou sem intenção, criar uma documentário de muitas camadas que, tanto pelo o que expõem quanto pelo o que deixa de fora, consegue transmitir a complexidade da sociedade brasileira do período – além de gerar reflexões sobre o Brasil de hoje.

Falei acima “tanto pelo o que expõem quanto pelo o que deixa de fora” porque Coutinho faz em Cabra Marcado Para… uma clara opção pelo ponto de vista dos colonos (opção bastante natural, considerando o período de ditadura). Em outras palavras, em alguma medida, o filme é uma leitura pela esquerda dos acontecimentos desse período de 17 anos. De forma nenhuma é um defeito do filme. É apenas a perspectiva escolhida pelo diretor. Faço questão de ressalto esse pormenor, primeiro porque muitos têm a ideia de que documentários são retratos realistas da vida. NÃO! Documentários são pontos de vista de uma realidade. Segundo, para dizer que essa escolho em nenhum instante faz o filme cair no proselitismo. Coutinho é muito competente para isso.

Assim, pouco importa sua orientação política ou ideológica, ou seu completo desinteresse por política. Cabra Marcado… detém muitas camadas, permitindo que o espectador descubra uma nuance específica do Brasil do período – e mesmo de hoje. Alguns momentos deixam bem clara essa complexidade.

A maioria dos entrevistados – e o documentário como um todo – é um elogio ao movimento camponês. No entanto, um dos trabalhadores rurais entrevistados fala contra esses movimentos. É um depoimento breve, mas que abre uma fresta permitindo uma, digamos, dialética em seu interior. Seriam os métodos usados por João Pedro os melhores? Será que a grandeza de sua luta compensou sua morte brutal? Para esta pergunta, dois outros elementos são importantes.

Durante o filme, as declarações de Elizabeth Teixeira, esposa de João Pedro, trabalham em dois registros: a defesa da luta no campo (especialmente na parte final) e a tristeza pela distância dos filhos.

A simplicidade com que ela fala sobre a luta no campo é contrastante com os discursos dos líderes dos movimentos sociais de hoje (de MST ao Passe Livre). Nota-se nas palavras de Elizabeth Teixeira uma inocência, uma saudável “despolitização”. Hoje, alguns historiadores levantam a hipótese do governo Jango teria tentado um golpe vermelho no Brasil. Fato ou ficção, o documentário deixa claro que o governo estimulou a sindicalização dos trabalhadores e a formação de grupos como o de João Pedro. A pergunta que pode surgir: será que os anseios de Elizabeth Teixeira, explicitados especialmente no final do filme, eram os mesmos dos dirigentes do Brasil (pré e pós 1964)? Possivelmente, a resposta esteja no próprio filme, quando um de seu filho, já em 1981, fala que nenhum – NENHUM – político no Brasil olhou para os pobres!

Há uma tristeza em Elizabeth Teixeira por ter sido obrigada pela perseguição dos militares a se afastar de muitos de seus filhos. Boa parte do filme é dedicada à busca de Coutinho pelos filhos dela. Ao expor o rumo que cada membro dessa família tomou, o filme acaba chamando atenção para algo profundamente triste e revelador: o quanto os fatos/fardos históricos podem pesar na vida das pessoas, especialmente quando falamos de um Estado que decide tratar seu povo como gado. E não falo apenas dos milicos.

Mesmo sem ser intenção do diretor, é possível ler o documentário, do começo ao fim, como uma narração de como processos históricos impessoais/desumanos e coletivistas podem triturar a vida das pessoas.

Independente de sua filiação ideológica confie, o Cabra… é complexo!

Crítica | ‘Black Doves’ – Série da Netflix tem trama de espionagem debochada e com humor ácido!

Com seu ar debochado e narrativa eletrizante, chegou ao catálogo da Netflix nesse final de ano uma série de seis episódios que mistura dramas pessoais e espionagem. Black Doves rompe a barreira da mesmice trazendo camadas profundas de personagens no limite do caótico das emoções. Criada pelo roteirista britânico Joe Barton, essa primeira temporada nos apresenta as fraquezas do papel dos sentimentos profundos em uma teia macabra de egocentrismo onde brilha a construção dos personagens. Todos os seis episódios são curiosos e ótimos.

Recrutada após voltar à cidade natal depois de tempos nebulosos ligados à família, Helen (Keira Knightley) se posiciona como esposa de Wallace (Andrew Buchan) um político em ascensão na carreira. Os anos se passam, e ela vira até mãe. Tudo ia bem até se envolver romanticamente com um misterioso homem que logo é assassinado. A partir desse ponto, Helen sai de trás das cortinas e ao lado do antigo amigo e matador de aluguel Sam (Ben Whishaw) vai em busca das verdades por trás do crime.

Com um capítulo melhor que o outro – daqueles bons de dar uma boa maratonada – o projeto apresenta as ações e consequências num emaranhado que envolve política, amor, traição maternidade e espionagem. Isso tudo com um humor ácido notório e cenas intensas de violência, esse último elemento associado à frieza que logo se projeta numa camada de contrapontos pelos deslizes da moral escancarada nas ações dos personagens.

Com direção dividida entre os cineastas Alex Gabassi e Lisa Gunning – cada um com três episódios sob responsabilidade – do mais excêntrico ao mais misterioso, há um forte brilho para os personagens (não só os ótimos protagonistas) que fazem parte de um peculiar recorte com altas pitadas de críticas ao meio político. É deboche atrás de deboche, o que deixa nosso entretenimento bem mais divertido. Esse refletir por meio do caos se mostra uma fórmula certeira e que aproxima o público. Mas é preciso embarcar nessa viagem, nada é convencional por aqui.

Com sobras, Black Doves deixa margem para a continuação da história, fato que já está consolidado com a renovação anunciada de uma segunda temporada. Inclusive o projeto já garantiu uma indicação a um prêmio importante, na categoria Melhor Performance de Atriz em Série de Televisão – Drama, no Globo de Ouro, para Keira Knightley.

Crítica | Los Territorios – Documentário e ficção numa viagem jornalística pelos continentes

Em Busca de um Propósito na Vida

A sensação curiosa de não saber definir muito bem entre um documentário e uma obra de ficção ao assistirmos Los Territorios é algo que se perpetuará por todo e qualquer público. A mescla, no entanto, é exatamente a proposta aqui, nesta obra autobiográfica do jovem diretor Ivan Granovsky.

Coprodução entre Brasil e Argentina, o longa traz o diretor, roteirista e protagonista interpretando a si mesmo, numa jornada de autodescoberta profissional e pessoal. Formado em História, o cineasta deixou sua paixão pelo cinema conduzir a carreira, sempre interligada à veia jornalística herdada do pai, Martin Granovsky, famoso correspondente de guerra argentino.

Viagens, continentes e territórios, conhecer os países através de mapas, são elementos que também estiveram presentes na infância do protagonista, curiosidade trazida pelo avô. Justamente por isso, a narrativa é fragmentada pelas tentativas – quase sempre certeiras – de Ivan em acertar as capitais dos mais variados lugares do mundo. Muitos dos quais ele já visitou ou irá durante o percurso de Los Territorios.

E se uma vida sem paradeiro pelo mundo a trabalho pode soar como a aventura mais que desejada de muitos, e sem dúvida concretizada por Martin, Ivan almeja uma proximidade com tal relevância. O filme pode ser definido de três formas. A primeira, uma forma de provação e concretização para Ivan, sempre visto como o filho fútil e perdido, sem um grande propósito, ao contrário do pai. E neste quesito podemos encaixar a segunda ideia por trás do longa: a sombra do pai. Ivan deseja conquistar, ou ao menos chegar perto do que Martin conseguiu realizar, durante o período como repórter correspondente de conflitos mundiais.

Neste percurso, Ivan descobre o quão difícil é estar na linha de frente. Patrocinado pela mãe, o que rende momentos hilários de troca de e-mails entre os dois, o protagonista tenta reconstituir os passos do pai nos tempos modernos. Da guerra em países no Oriente Médio, passando pelo pós-atentado na redação do veículo Charlie Hebdo em Paris, chegando até protestos violentos em países da América do Sul, o cineasta transita entre locais tão diversos quanto Palestina, Israel, Grécia, Síria, França, Espanha, Argentina, São Paulo e Brasília. No trajeto, ele vai conhecendo pessoas, fazendo amizade e até mesmo se envolvendo em rápidos relacionamentos amorosos – tudo devidamente documentado.

Em outro trecho, se recusa a realizar uma entrevista com um jogador de futebol estrela da forma adequada, por achar que está fora de seu real objetivo –entrevista esta conseguida através de um favor do pai e que lhe renderia um bom pagamento. Ivan não evita em se apresentar como uma figura mimada e pouco confiável no seu longa – o que traz ainda mais humanidade ao projeto, ao se relacionar com a insegurança de qualquer um. Em certos momentos, seu pai se transforma em mais um dos personagens, entrevistado pelo filho para relatos sobre a reconstituição de suas matérias. Isso introduz o elemento “história” ao filme, quando por breves momentos conhecemos o passado recente de países como a Argentina, por exemplo.

Los Territorios é uma produção de fácil acesso e grande conexão, mesmo se tratando de uma obra tão pessoal. A intimidade da vida em família de Ivan Granovsky é rapidamente transposta, se transformando em algo universal, para todos aqueles adeptos de boas viagens por locais exóticos, curiosidades sociais e culturais, e cosmópoles. E claro, aqueles que acreditam na falta de objetivo de suas vidas. A resposta, embora pareça não existir, está aí fora para ser encontrada.

Os 50 Filmes Mais ESPERADOS de 2024 – Parte 1

Aqui no CinePOP gostamos de olhar sempre para frente, rumo ao futuro. Assim, já preparamos nossa listinha dos filmes que nós e vocês mais estão ansiando para o próximo ano. Muita coisa boa vai chegar, contando com algumas produções que foram adiadas de 2023 para o ano que vem.

Separamos os 50 lançamentos que estão dando o que falar e que elevam nossas expectativas lá em cima. Na primeira parte da matéria apresentaremos os 25 primeiros, do número 50 ao 26.

Confira abaixo e trate de se programar, pois 2024 está logo ali.

50) The Old Guard 2

Ainda sem data de estreia definida, nosso primeiro filme é uma produção original da Netflix, que dá sequência ao sucesso de 2020. Baseado numa série de quadrinhos alternativos, Charlize Theron estrela como a líder de um grupo de mercenários imortais.

49) Kung Fu Panda 4
Estreia: 29 de março.

Jack Black retorna como a voz do urso panda mestre em artes marciais Po, para o quarto round de suas aventuras na China antiga. Mas não apenas ele, assim como todo o elenco original de dubladores, e a adição da vencedora do Oscar Viola Davis no papel da vilã Camaleoa.

48) Meu Malvado Favorito 4
Estreia: 3 de julho.

Outro personagem animado muito querido que retorna para seu quarto filme é o vilão reformado Gru, ainda com a voz de Steve Carell, com suas três filhinhas e seu exército de Minions a tiracolo.

47) Madame Teia
Estreia: 14 de fevereiro.

Em 2024 a Sony decidiu encher os cinemas com seus derivados de ‘Homem-Aranha’. Assim ganhamos ‘Madame Teia’, estrelado por Dakota Johnson, que irá focar em um universo feminino apresentando personagens como a Mulher-Aranha e a Garota-Aranha.

46) Kraven – O Caçador
Estreia: 30 de agosto.

Por falar em personagens das histórias do Homem-Aranha ganhando filme solo, aqui temos mais um. ‘Kraven’ será vivido por Aaron Taylor-Johnson, é um caçador exímio e um dos maiores oponentes do herói. Aqui ele se tornará um anti-herói combatendo outros caçadores. Esse é o primeiro com censura alta do segmento da Sony.

45) Venom 3
Estreia: 8 de novembro.

Mais um derivado de ‘Homem-Aranha’. ‘Venom’ foi o mais bem-sucedido deles, não por menos está prestes a ganhar seu terceiro longa para os cinemas. Novamente interpretado por Tom Hardy, as novidades agora são as adições de Chiwetel Ejiofor e Juno Temple no elenco.

44) Alien – Romulus
Estreia: 16 de agosto.

A franquia ‘Alien’ é uma das maiores propriedades do terror e ficção do cinema. E em 2024, teremos mais um filme do alienígena que é uma das máquinas de matar mais perfeitas que existem. Quem comanda é Fede Alvarez, e o elenco traz as jovens Isabela Merced e Cailee Spaeny (‘Priscilla’) enfrentando a criatura.

43) O Corvo
Estreia: 26 de setembro.

Finalmente o reboot de ‘O Corvo’ sairá do papel. A certa altura o projeto teve o grandalhão Jason Momoa vinculado. Agora, quem assume as formas do sujeito que volta do túmulo para se vingar de seus assassinos é o palhaço Pennywise em pessoa, Bill Skarsgard.

42) Borderlands
Estreia: 9 de agosto.

Outro que finalmente chegará às telonas é o muito adiado ‘Borderlands’, dirigido por Eli Roth (que conseguiu até mesmo enfiar um outro filme nos cinemas enquanto ‘Borderlands’ não saía – o slasher ‘Feriado Sangrento’). Baseado em um popular vídeo game, chama atenção a presença das veteranas Cate Blanchett e Jamie Lee Curtis no elenco.

41) Ghostbusters – Apocalipse de Gelo / Estreia: 29 de março.

O novo filme dos ‘Caça-Fantasmas’ foi outro que saiu de 2023, devido às greves de atores e roteiristas, e resolveu achar uma nova casa em 2024. O longa continua as aventuras do reboot ‘Ghostbusters – Mais Além’, e traz o elenco jovem e os veteranos de volta. Desta vez, Nova York é inteiramente congelada por uma nova ameaça.

40) Transformers One
Estreia: 13 de setembro.

Scarlett Johansson e Chris Hemsworth, dois veteranos da Marvel, irão protagonizar o novo filme dos robôs gigantes ‘Transformers’. Mas calma, pode não ser o que você está pensando. Acontece que a citada produção é uma animação e os astros irão emprestar suas vozes ao blockbuster.

39) Sonic 3
Estreia: 20 de dezembro.

Existem filmes que podem se beneficiar de polêmicas. ‘Sonic’ foi um deles. Acontece que todos começaram a olhar para o filme quando os fãs reclamaram do visual do ouriço azul no trailer. Os realizadores reformularam e o filme se tornou um sucesso. Este ano sai a terceira parte das aventuras do bichinho extremamente veloz dos games.

38) Mufasa – O Rei Leão
Estreia: 20 de dezembro.

Sonic 3’ iria bater de frente com o terceiro ‘Avatar’, mas o filme de James Cameron precisou ser adiado. Mas não importa, os estúdios não querem deixar o ouriço rapidinho em paz, assim a Disney tratou de colocar o novo ‘Rei Leão’ na mesma data. Será que vem um novo ‘Barbenheimer’? Aqui iremos acompanhar a juventude do pai de Simba.

37) Red One

Em diversas matérias aqui no CinePOP, eu frisava a possibilidade de ‘Red One’, blockbuster natalino com Dwayne Johnson para a AppleTV+, e que deveria estrear no fim de 2023, ser adiado, pois nada do filme havia sido divulgado, como trailers por exemplo. E não deu outra. Ao mesmo tempo, os realizadores perderam a janela perfeita para a estreia, já que se trata de uma história natalina. Será que vai ser adiado em um ano para o natal de 2024?

36) Lisa Frankenstein
Estreia: 9 de fevereiro.

Com roteiro de Diablo Cody, essa é a nova produção de terror adolescente misturado com comédia da roteirista, depois de ‘Garota Infernal’. Aqui, o conto de Frankenstein é subvertido, quando uma jovem é quem traz um morto de volta à vida nos anos 80. Quem estrela é Kathryn Newton.

35) The Ministry of Ungentlemanly Warfare

Com um nome que é um tremando trava-língua, esse é o novo trabalho do diretor Guy Ritchie. O filme é baseado em um livro e fala sobre um grupo soldados altamente treinados, recrutado pelo exército britânico para matar nazistas atrás das linhas inimigas. Ou seja, pode ser o ‘Bastardos Inglórios’ de Ritchie. O elenco traz Henry Cavill, Alan Ritchson e Eiza González.

34) The Electric State

Ficção científica pós-apocalíptica capitaneada pelos irmãos Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Vingadores: Ultimato’) sobre uma adolescente em uma jornada pelo Oeste americano devastado, ao lado de um robô e um andarilho excêntrico, a fim de encontrar seu irmão mais novo desaparecido. Millie Bobby Brown e Chris Pratt são os protagonistas.

33) Clube dos Vândalos
Estreia: 21 de junho.

Em um dos casos mais curiosos e inusitados de tempos recentes, ‘Clube dos Vândalos’ estava pronto para ser lançado e vinha despertando falatório de prêmios, quando a Disney decidiu que não iria mais lançar o longa. Agora, a Universal resolveu pegar e distribuir a produção, baseada em uma história real sobre um grupo de motoqueiros arruaceiros. Tom Hardy e Austin Butler protagonizam.

32) O Senhor dos Anéis: A Guerra de Rohirrim / Estreia: 13 de dezembro.

Sim, em 2024 teremos mais um filme de ‘O Senhor dos Anéis’, mas pode não ser o que você está pensando. Depois da trilogia original, da trilogia ‘O Hobbit’ e da série ‘Os Anéis de Poder’ da Amazon Prime Video, a franquia da Terra-Média retorna na forma de uma animação para os cinemas.

31) Rebel Moon 2
Estreia: 19 de abril.

É difícil dizer em que posição ficará ‘Rebel Moon 2’ em nossa lista. Isso porque a primeira parte do novo blockbuster de Zack Snyder ainda não estreou. Será a partir dele que iremos medir o nível de ansiedade para sua sequência. Mas como ainda não temos esse parâmetro, resolvemos coloca-lo bem no meio, por via das dúvidas.

30) Bob Marley – One Love
Estreia: 14 de fevereiro.

Será que estaremos diante de um novo ‘Barbenheimer’? Acontece que a cinebiografia do lendário Bob Marley irá estrear no mesmo dia de ‘Madame Teia’. Bem, acho que não. Seja como for, é claro que o maior representante mundial a música reggae e do estilo rastafari precisava ganhar seu próprio filme nas telonas.

29) Garfield – Fora de Casa
Estreia: 24 de maio.

Ter Chris Pratt como dublador de sua animação parece o mesmo do que ter uma mina de ouro. É isso o que pensaram os realizadores do novo filme do gato mais guloso da cultura pop, Garfield. Pratt já dublou ‘Uma Aventura Lego’ e mais recentemente ‘Super Mario Bros – O Filme’. Agora ele volta na voz do gato laranja que adora lasanha e odeia segundas-feiras.

28) Bad Boys 4
Estreia: 14 de junho.

Existe vida após o tapa ouvido ao redor do globo? É isso que o astro Will Smith está disposto a provar com sua primeira superprodução após o desastroso Oscar de 2022. O ator irá apostar no quarto ‘Bad Boys’ para recuperar um pouco de seu prestígio perdido.

27) Back to Black
Estreia: 12 de abril.

Além de Bob Marley, outra grande estrela da música irá receber uma homenagem através de um filme em 2024. Bob Marley é imortal e atemporal. Já Amy Winehouse foi um fenômeno meteórico, que nos deixou rápido demais, em 2011.

26) Rivais
Estreia: 26 de abril.

Rivais’ era para ter sido uma das sensações do fim de ano de 2023. Por alguma razão foi arrastado para 2024. O filme sobre um triângulo amoroso entre uma moça e dois rapazes, tendo o mundo do tênis de pano de fundo, deverá mostrar um outro lado, bem mais maduro e ousado, da jovem Zendaya. Do mesmo diretor de ‘Me Chame pelo seu Nome’.

Toda casa tem seus segredos no teaser de ‘Quem Vê Casa’, nova série da Netflix com Lisa Kudrow

A Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘Quem Vê Casa…‘ (No Good Deed), nova série de comédia sombria estrelada por Lisa Kudrow (‘Friends’).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 12 de dezembro.

Liz Feldman (‘Disque Amiga para Matar’) é responsável pela série. Ela também servirá como showrunner e produtora executiva ao lado de Will Ferrell e Jessica Elbaum.

“Três famílias muito diferentes competem para comprar a mesma vila de estilo espanhol da década de 1920, que eles acham que resolverá todos os seus problemas. Mas, como os vendedores já descobriram, às vezes a casa dos seus sonhos pode ser um pesadelo total.”

O elenco ainda conta com Linda Cardellini, O-T Fagbenle, Abbi Jacobson, Denis Leary, Poppy Liu, Teyonah Parris, Ray Romano e Luke Wilson.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Adaptação de ‘Torre do Terror’ ainda irá acontecer? Scarlett Johansson responde!

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Scarlett Johansson (‘Jurassic World: Recomeço’) revelou que a adaptação de ‘Torre do Terror‘, baseada na popular atração do parque temático da Disney, ainda está em desenvolvimento.

A atriz afirmou que tem sido difícil construir uma narrativa, mas que o projeto está lentamente ganhando forma.

“É algo difícil de se adaptar. É mais difícil do que as pessoas imaginam, porque há pouca narrativa envolvendo a atração. Não quero dizer que é uma mitologia rasa, mas meio que é.”

Ela completa, “O mistério é parte da atração. E esse é o projeto divertido de se fazer parte, pois tem um potencial ilimitado, mas se provou muito difícil de adaptar. No entanto, nós vamos descobrir um jeito. A adaptação está tomando forma.”

Taika Waititi (‘Thor Ragnarok’) será responsável pela direção.

Waititi e Johansson já haviam trabalho juntos no aclamado ‘Jojo Rabbit‘, que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Johansson, e a vitória por Melhor Roteiro Adaptado para Waititi.

“Milagrosamente, qualquer rivalidade entre a Disney e Johansson foi dissipada. A atriz permanece envolvida com o Disney e estrelará ‘Torre do Terror’, baseada na popular atração temática, que contará com a direção do Taika Waititi. A atriz revelou que ainda visita o parque da Disney ao menos 10 vezes por ano, e adora discutir sobre os filmes do estúdio,” reportou o site.

Josh Cooley, conhecido por seu ovacionado trabalho nas animações ‘Divertidamente‘ e ‘Toy Story 4‘, assinará o roteiro.

‘Torre do Terror’ será baseado na popular atração temática dos parques do complexo Disney, que foi construída como um elevador de queda livre. Vale lembrar que ela já ganhou uma adaptação em filme para televisão em 1997, estrelando Steve GuttenbergKirsten Dunst.

A atração não seria a primeira a ganhar uma releitura em live-action, considerando que a Casa Mouse já lançou a franquia Piratas do Caribe, o terror Mansão Mal-Assombrada e está prestes a divulgar o aguardado Jungle Cruise.

Johansson já foi indicada duas vezes ao Oscar pelos filmes Jojo Rabbit‘História de um Casamento’. Ela também reprisará seu papel como Natasha Romanoff em Viúva Negra, que chega em 09 de julho ao Disney+, e participará do remake de A Pequena Loja dos Horrores e da sequência ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta 2’.

Maika Monroe confirma ‘Corrente do Mal 2’ como seu PRÓXIMO projeto: “Será muito sombrio”

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Maika Monroe (‘A Mão que Balança o Berço’) declarou que a aguardada sequência ‘Corrente do Mal 2‘ (They Follow) finalmente sairá do papel.

A atriz confirmou que a continuação será seu próximo projeto, e as filmagens devem começar muito em breve.

“Vamos filmá-la! [A sequência ‘Corrente do Mal 2’] será meu próximo trabalho. Será muito sombria. Nós realmente vamos ultrapassar os limites com este novo filme. Até mesmo lendo o roteiro, você tem uma sensação de nostalgia, com os movimentos lentos da câmera e tudo mais.”

Anteriormente, a artista havia revelado detalhes sobre a trama: “[O roteiro] está incrível. [A sequência] será muito diferente do longa original. Acho que o primeiro filme é um pouco mais intenso e dramático, e sinto que esta sequência é mais realista. A trama acompanha a história de duas mulheres que estão lidando com muita coisa mentalmente. Achei uma abordagem bem interessante.”

Crítica | Corrente do Mal – Uma carta de amor aos anos 70

Vale lembrar que o estúdio NEON, responsável por supervisionar o projeto, já divulgou o primeiro cartaz da sequência:

Sucesso nos cinemas, ‘Corrente do Mal‘ arrecadou US$ 21.5 milhões, com um orçamento de apenas US$ 2 milhões. Além disso, a produção se tornou extremamente popular no mercado de vídeo, tornando-se um enorme sucesso em VOD.

Algo apavorante está rondando os adolescentes de um subúrbio de Detroit. A bela Jay, de 19 anos, não parece perceber: ela aproveita o outono ao lado de sua irmã Kelly, de seus amigos de escola e de seu novo namorado, Hugh, com quem faz sexo pela primeira vez. Após o ato, porém, ela não consegue evitar a sensação de que alguém – ou algo – está seguindo todos os seus passos. À medida que a ameaça torna-se mais real, Jay e seus amigos descobrem que ela se tornou o principal alvo de uma força macabra e inexplicável.

‘Versace: American Crime Story’: Confira primeira imagem de Penélope Cruz como Donatella Versace

O site da revista americana Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem oficial da atriz Penélope Cruz como a estilista Donatella Versace.

Confira:

Crítica | American Crime Story (1ª Temporada) 

A terceira temporada de ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo assassino em série Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach. A série também conta com Ricky MartinDarren Criss e Edgar Ramirez.

O assassino se matou poucos dias depois.

‘Face the Wild’: Expert em sobrevivência lança série com o Facebook

O expert em sobrevivência, o aventureiro Bear Grylls, está lançando uma nova série em parceria com a Facebook Watch, a nova plataforma de streaming da rede social.

Buscando trazer conteúdos inéditos, a produtora de conteúdo vai trazer aos usuários ‘Bear Grylls: Face the Wild‘, que relata as aventuras do apresentador em meio ao desconhecido, sempre ao lado de algum usuário do Facebook, escolhido mediante a um sorteio.

Confira o trailer, seguido pela sinopse oficial:

“O especialista em sobrevivência, Bear Grylls, surpreende os seguidores do Facebook, que o inspiraram, com a chance de experimentar a terra selvagem em primeira mão. Os participantes compartilham suas histórias notáveis ​​enquanto o urso os ajuda a sair de suas zonas de conforto e abraçar o poder do excelente exterior. Esta nova série lança no dia 21 de março e apresenta uma jornada diferente a cada semana – algumas inspiradoras, algumas divertidas e algumas mais dolorosas – apenas no Facebook Watch! “

Bear Grylls ficou mundialmente conhecido pela sua série produzida pela Discovery Chanel, intitulada ‘À Prova de Tudo‘. Na popular produção, ele mostrava técnicas de sobrevivência em condições adversas, em meio à natureza selvagem.

‘Aquaman’: Duração do trailer que sai amanhã é revelada; Vem ver!

O trailer deAquaman que será exibido amanhã na San Diego Comic-Con 2018 é mesmo um trailer completo com tudo o que tem direito. De acordo com o site Trailer Track, o trailer terá 2 minutos e 30 segundos de duração.

Novas imagens do evento revelam os detalhes dos figurinos dos protagonistas. Os uniformes estão todos dispostos na SDCC e evidenciam a qualidade do tecido e a textura das armaduras e artefatos.

Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

Andor | Tudo que você precisa saber sobre a nova série do universo Star Wars

Após as reações mistas de O Livro de Boba Fett, a Disney agora aposta em um personagem menos conhecido e com menos fãs, o que permite mais liberdade para a equipe criativa de Andor, nova série do Disney+ no universo Star Wars. Com a iminência da estreia, o CinePOP separou tudo o que você precisa saber sobre a série. Confira!

Quando estreia?

A estreia da série acontece nesta quarta-feira (21), com a estreia dos três primeiros episódios no Disney+. Ao todo, a primeira temporada conta com 12 episódios. A partir da próxima semana, a plataforma vai liberar um novo capítulo semanal. E já há planos para uma segunda temporada.


Qual a história?

A série é uma prequel que acontece entre a segunda trilogia e o filme Rogue One: Uma História Star Wars (2016). Mais precisamente, a história acontece cinco anos antes de Rogue One. A trama acompanha o espião e líder de inteligência Rebelde, Cassian Andor (Diego Luna) em sua eterna luta contra o Império. A série vai mostrar um pouco mais das origens e influências do personagem.


Elenco e produção

A série é uma criação de Tony Giroy, que escreveu o roteiro de Rogue One e trabalhou em grandes filmes, como O Abutre (2014). Ou seja, ele conhece Cassian Andor como ninguém. O elenco da série é encabeçado por Diego Luna, mas a produção conta com grandes nomes, como Forest Whitaker, Fiona Shaw e Stellan Skarsgård. Confira um guia sobre os personagens clicando aqui.


O que assistir antes?

Por ser uma série que se passa em um universo compartilhado, é interessante estar por dentro do que está acontecendo nele para não perder nenhuma referência ou easter egg que eventualmente apareçam na série. No entanto, como a estreia já é amanhã, está muito em cima para mergulhar de vez no universo Star Wars. Então, caso consiga um tempinho, vale a pena conferir Rogue One: Uma História Star Wars, que está disponível no catálogo do Disney+.


Por que assistir à série?

Para alguns fãs, está havendo uma certa saturação do universo Star Wars. Com a grande quantidade de produções da franquia sendo lançadas anualmente, alguns estão meio cansados da superexposição desse universo em conteúdos de qualidade questionável. No entanto, a própria Disney já deu sinal verde para a segunda temporada da série, que também terá 12 episódios. Ou seja, a própria empresa está confiante do sucesso da série, o que costuma ser um bom sinal. Da mesma forma, a pegada da série é ser mais “urbana”, deixando um pouco de lado a família Skywalker, o que pode trazer um jeitão de série de guerra, que é muito bem-vindo para a saga.

Andor estreia nesta quarta-feira (21), somente no Disney+.

Crítica | 45 do Segundo Tempo – Tony Ramos BRILHA em Emocionante e Comovente Dramédia Nacional

Nem todas as histórias são felizes. Apesar de nós, seres humanos, estarmos sempre atrás dessa tal felicidade, a verdade é que a maior parte do tempo nós passamos apenas existindo, repetindo movimentos e ações, construindo ou destruindo relações e planos, mas, no final, a maioria de nós se sente satisfeito com a vida que teve, apesar de uma ou outra coisa querermos ter feito diferente. A vida é esse ciclo de etapas pelas quais vamos passando, mas, na ficção, no audiovisual, a coisa é diferente. Há uma exigência de que o cinema e a literatura, em sua maior parte, seja positiva, feliz, alegre, leve, ainda que nem todas as histórias humanas sejam o tempo todo coloridas. Numa pegada muito mais humana e sincera, estreia essa semana nos cinemas o drama nacional ‘45 do Segundo Tempo’.

Pedro (Tony Ramos) acaba de perder Calabresa, sua cachorrinha e companheira há anos. Isso acontece no mesmo dia em que tem um empréstimo negado pelo banco por conta da sua idade e seu restaurante é interditado pela vigilância sanitária. Nesse mesmo dia, também, ele reencontra seus antigos amigos de escola, Ivan (Cássio Gabus Mendes), hoje um advogado bem-sucedido, e Mariano (Ary França), que, para a surpresa de todos, virou padre. Após o encontro, Pedro fica nostálgico e toma uma importante decisão: após o fim do campeonato de futebol – e certo de que o Palmeiras irá sagrar-se campeão – ele irá se matar. Então, chama os amigos para lhes comunicar a decisão, na esperança de, pelos próximos dias, poderem compartilhar juntos momentos de alegria e nostalgia sobre o passado juvenil.

No cinema argentino, francês e espanhol o gênero da dramédia faz muito sucesso. Produções com motes similares a ‘45 do Segundo Tempo’ têm boa recepção dentre o público mais adulto, então, por que no Brasil seria diferente? O espanhol ‘Viver Duas Vezes’ figurou durante um bom tempo entre os mais vistos da Netflix, enquanto o francês ‘Intocáveis’ até hoje bate recorde de audiência. Nessa mesma pegada o roteiro de Vinicius Calderoni, Rafael Gomes, Luna Grimberg, Laura Malin, Leonardo Moreira e Luiz Villaça constrói um drama cômico, ou dramédia, centrada no universo masculino da terceira idade com personagens paulistanos que vivem na capital urbana. Através da jornada reflexiva do protagonista, o espectador é convidado a olhar com mais generosidade para essa geração de senhores que tiveram uma educação super rígida e cheia de fobias, e que hoje são pais e avós em um mundo livre e tecnológico que não espera o ritmo deles.

A beleza e a singeleza com que os três personagens são construídos é comovente, especialmente o personagem que Tony Ramos entrega ao público, com muita propriedade de suas escolhas sem, por isso, ser triste. Há algum alívio, de fato, em se ter controle sobre a única coisa de que não temos controle na vida. A química entre os três atores torna leve até mesmo os momentos mais pesados, com direito a diálogos sagazes e bastante sincerões, que arrancam o riso mesmo em situações impróprias. Porque assim é a vida.

Com uma direção passional de Luiz Villaça e um bocado de metáforas (a dualidade entre religião e futebol, a viagem em um ônibus dos anos 1970 e a respiração na cena do estádio), ‘45 do Segundo Tempo’ é um belo e tocante filme. Faz rir e chorar, e provavelmente cativará o coração de quem for assistir.

Crítica | O Caso Richard Jewell – Grande elenco é o destaque em novo filme de Clint Eastwood

Um dos maiores diretores da história, Clint Eastwood já viveu dias melhores. Desde que conquistou o Oscar de Melhor Filme com seu Menina de Ouro, vem mesclando grandes obras (Cartas de Iwo Jima e Snipper Americano) com outras bem problemáticas (A Troca e Além da Vida). Nos últimos anos, a situação ficou ainda pior com a realização apressada dos fracos A Mula e 15h17 – Trem para Paris.

O Caso Richard Jewell segue essa atual tendência de obras menos ambiciosas, com tramas mais intimistas, embora envolva um acontecimento grandioso. É verdade ainda que o longa é mais bem acabado que os projetos mais recentes do cineasta, que aqui conta com um elenco incrível para contar sua história.

O filme conta a história real de Richard Jewell (Paul Walter Hauser), um homem que sonha em ser policial e que ganha a vida aceitando pequenos trabalhos como segurança. Enquanto trabalhava nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, ele encontrou uma bomba em um parque local e logo foi alçado a um herói nacional. Com o passar dos dias, no entanto, Jewell passou a ser visto como um dos possíveis suspeitos do atentado, sendo acompanhado de perto pelo FBI e pela mídia.

Eastwood e o roteirista Billy Ray fazem a opção de contar a história através de Jewell, não investindo muito no debate se ele era ou não culpado. O interesse aqui está mais no drama do protagonista do que no suspense de uma eventual investigação.  

Sam Rockwell surge com destaque na pele do advogado Watson Bryant, que tentará ajudar Jewell, o que nem sempre é fácil, uma vez que a admiração deste último pelos agentes da lei muitas vezes faz com que seja solícito demais com que busca incriminá-lo. Hauser e Rockwell entregam atuações excelentes no longa, mas o destaque vai mesmo para a veterana Kathy Bates, que vive Bobi, mãe de Richard. Orgulhosa e super protetora com o filho, ela é uma das pessoas que mais sofre com a presença constante dos holofotes da imprensa e da política.

Jon Hamm, Olivia Wilde e Nina Arianda completam o elenco principal da produção. O trio está bem em cena, embora a personagem de Wilde seja um dos problemas mais claros do filme. Ela vive a jornalista que dá o furo de reportagem de que o FBI está investigando Jewell. A partir daí, toda a imprensa passa a olhar para o sujeito e a força policial se esforça para provar que ele é culpado. A jornalista é retratada de forma fútil, exagerada e nada ética. Em determinado momento, vemos a mesma oferecendo sexo em troca de uma informação. A situação fica ainda pior diante do fato da personagem real, Kathy Scruggs, não estar mais viva para se defender.

O Caso Richard Jewell é uma obra irregular, mas com muitos méritos. O principal é justamente prender a atenção do espectador por seus 129 minutos de duração. Para isso, conta com belos trabalhos de montagem (Joel Cox) e trilha sonora (Arturo Sandoval). Clint Eastwood segue sendo um diretor muito talentoso, mas, em alguns momentos, parece distorcer a história para encaixar suas visões pessoais de vida. A saga do homem simples que é engolido pelo Governo e pela Mídia é de fácil identificação. E o material que tinha em mãos era de fato valoroso, o que torna os exageros ainda mais incômodos.

É um filme sobre o jogo do poder, mas que vale mesmo pela vulnerabilidade do homem comum.

Filme visto durante a cobertura do Festival do Rio 2019

‘Old Man’: John Lithgow entra para novo drama criminal da FX

Segundo a Variety, John Lithgow entrou para o elenco do novo drama criminal da FX‘Old Man’. Além disso, Jon Watts (Homem-Aranha: Longe de Casa) também está a bordo do projeto e irá comandar o episódio piloto além de servir como produtor executivo.

O ator recentemente participou do remake de ‘Cemitério Maldito’ e também ganhou notoriedade por seu papel como Winston Churchill na aclamada série ‘The Crown’.

Lithgow se junta ao previamente anunciado Jeff Bridges.

Baseada no romance homônimo, escrito por Thomas Perry, a série acompanha Dan Chase (Bridges), um agente da CIA aposentado que agora vive em reclusão, até que um assassino de aluguel o obriga a voltar aos tempos de guerra.

Bridges também será o produtor executivos da série, ao lado de Warren Littlefield, Dan Shotz e David Schiff.

As gravações da série tem previsão de início para o outono nos EUA.

‘Lucifer’: Tom Ellis já assinou contrato para a 6ª temporada

Conforme anunciado há algumas semanas, a Netflix e a Warner Television decidiram estender a série Lucifer para mais um ano – e, ao que tudo indica, tudo está caminhando de acordo com o planejado.

Segundo o TVLine, Tom Ellis finalizou um novo contrato com as emissoras para continuar na produção como o personagem-título. Os showrunners Ildy ModrovichJoe Henderson também participaram do mesmo acordo e voltarão para o próximo ciclo.

A plataforma de streaming resolveu voltar atrás com sua decisão de cancelamento devido à gigantesca popularidade da série.

A quinta temporada da série irá estrear em 2020, e será dividida em duas partes, cada qual com oito episódios. Além disso, foi confirmado que o último ano terá um episódio musical.

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta também com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘RuPaul’s Drag Race’: Shea Couleé e Miz Cracker serão as participantes do ‘All Stars 5’

VH1 divulgou a primeira entrada da 5ª edição de RuPaul’s Drag Race: All Stars’.

Criado em 2012, o spin-off de RuPaul’s Drag Race’ funciona como a competição original; entretanto, ele traz drag queens que já participaram do reality show para uma nova tentativa de conseguir a coroa e o prêmio de US$100 mil, além de participar do Hall da Fama da lendária apresentadora RuPaul.

O derivado já coroou cinco participantes: Chad Michaels (2012), Alaska Thunderfuck (2016), Trixie Mattel (2018), Trinity the Tuck (2019) e Monét X Change (2019).

Assista:

As novas competidoras são: Shea Couleé (9ª temporada), Miz Cracker (10ª temporada), Alexis Mateo (3ª temporada e All Stars 1), Blair St. Clair (10ª temporada), Mariah Balenciaga (3ª temporada), India Ferrah (3ª temporada), Jujubee (2ª temporada, All Stars 1), Derrick Barry (8ª temporada), Mayhem Miller (10ª temporada) e Ongina (1ª temporada).

‘All Stars 5’ estreia no dia 05 de junho de 2020.

MTV divulga vídeo com os momentos mais MEMORÁVEIS de Lady Gaga no Video Music Awards!

MTV divulgou um compilado em seu canal do YouTube com os melhores momentos da lendária popstar Lady Gaga na premiação do Video Music Awards.

Confira:

Gaga foi a grande vencedora da última edição do evento ao levar para casa cinco estatuetas do evento – incluindo Artista do AnoMúsica do Ano. Como se não bastasse, a Mother Monster também se tornou a primeira homenageada com o Tri-Con Award (prêmio anteriormente conhecido como Vanguard Award), por seu impacto e seu legado na música, na moda, no cinema e por seu ativismo. Agora, a artista é a 3ª pessoa mais premiada da história do VMA, com nada menos que 18 condecorações.

BTS The Weeknd também foram homenageados, levando três dois prêmios, respectivamente. The Weeknd eventualmente foi homenageado com a estatueta de Vídeo do Ano.

Confira a lista de ganhadores completa abaixo:

VÍDEO DO ANO

Billie Eilish: “everything i wanted”
Eminem: “Godzilla” [ft. Juice WRLD]
Future: “Life Is Good” [ft. Drake]
Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me”
Taylor Swift: “The Man”
The Weeknd: “Blinding Lights” (VENCEDOR)

ARTISTA DO ANO

DaBaby
Justin Bieber
Lady Gaga (VENCEDORA)
Megan Thee Stallion
Post Malone
The Weeknd

MÚSICA DO ANO

Billie Eilish: “everything i wanted”
Doja Cat: “Say So”
Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (VENCEDOR)
Megan Thee Stallion: “Savage”
Post Malone: “Circles”
Roddy Ricch: “The Box”

MELHOR COLABORAÇÃO

Ariana Grande / Justin Bieber: “Stuck with U”
Black Eyed Peas: “RITMO (Bad Boys for Life)” [ft. J Balvin]
Ed Sheeran: “Beautiful People” [ft. Khalid]
Future: “Life Is Good” [ft. Drake]
KAROL G: “Tusa” [ft. Nicki Minaj]
Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (VENCEDOR)

ARTISTA REVELAÇÃO 

Doja Cat (VENCEDORA)
Jack Harlow
Lewis Capaldi
Roddy Ricch
Tate McRae
YUNGBLUD

MELHOR POP

BTS: “ON” (VENCEDOR)
Halsey: “You should be sad”
Jonas Brothers: “What a Man Gotta Do”
Justin Bieber: “Intentions” [ft. Quavo]
Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me”
Taylor Swift: “Lover

MELHOR HIP-HOP

DaBaby: “BOP”
Eminem: “Godzilla” [ft. Juice WRLD]
Future: “Life Is Good” [ft. Drake]
Megan Thee Stallion: “Savage” (VENCEDOR)
Roddy Ricch: “The Box”
Travis Scott: “HIGHEST IN THE ROOM”

MELHOR ROCK

blink-182: “Happy Days”
Coldplay: “Orphans” (VENCEDOR)
Evanescence: “Wasted on You”
Fall Out Boy: “Dear Future Self (Hands Up)” [ft. Wyclef Jean]
Green Day: “Oh Yeah!”
The Killers: “Caution”

MELHOR ALTERNATIVO

The 1975: “If You’re Too Shy (Let Me Know)”
All Time Low: “Some Kind of Disaster”
FINNEAS: “Let’s Fall in Love for the Night”
Lana Del Rey: “Doin’ time”
Machine Gun Kelly: “Bloody Valentine” (VENCEDOR)
twenty one pilots: “Level of Concern”

MELHOR LATINO

Anuel: “China” [ft. Daddy Yankee, Ozuna, KAROL G and J Balvin]
Bad Bunny: “Yo Perreo Sola”
Black Eyed Peas: “MAMACITA” [ft. Ozuna and J. Rey Soul]
KAROL G: “Tusa” [ft. Nicki Minaj]
Maluma: “Qué Pena” [ft. J Balvin] (VENCEDOR)

MELHOR R&B

Alicia Keys: “Underdog”
Chloe x Halle: “Do It”
H.E.R.: “Slide” [ft. YG]
Khalid: “Eleven” [ft. Summer Walker]
Lizzo: “CUZ I LOVE YOU”
The Weeknd: “Blinding Lights” (VENCEDOR)

MELHOR K-POP

(G)I-DLE: “Oh My God”
BTS: “ON” (VENCEDOR)
EXO: “Obsession”
Monsta X: “SOMEONE’S SOMEONE”
Tomorrow X Together: “9 and Three Quarters (Run Away)”
Red Velvet: “Psycho”

VÍDEO PARA O BEM

Anderson .Paak: “Lockdown”
Billie Eilish: “all the good girls go to hell”
Demi Lovato: “I Love Me”
H.E.R.: “I Can’t Breathe” (VENCEDOR)
Lil Baby: “The Bigger Picture”
Taylor Swift: “The Man”

MELHOR VÍDEO FEITO EM CASA

5 Seconds of Summer: “Wildflower”
Ariana Grande / Justin Bieber: “Stuck with U” (VENCEDOR)
blink-182: “Happy Days”
Drake: “Toosie Slide”
John Legend: “Bigger Love”
twenty one pilots: “Level of Concern”

MELHOR PERFORMANCE DA QUARENTENA

Chloe & Halle: “Do It” from MTV’s Prom-athon
CNCO: Unplugged at Home (VENCEDOR)
DJ D-Nice: Club MTV presents #DanceTogether
John Legend: #togetherathome Concert Series
Lady Gaga: “Smile” from One World: Together at Home
Post Malone: Nirvana Tribute

MELHOR DIREÇÃO

Billie Eilish: “xanny” (direção: Billie Eilish)
Doja Cat: “Say So” (direção: Hannah Lux Davis)
Dua Lipa: “Don’t Start Now” (direção: Nabil)
Harry Styles: “Adore You” (direção: Dave Meyers)
Taylor Swift: “The Man” (direção: Taylor Swift)
The Weeknd: “Blinding Lights” (direção: Anton Tammi)

MELHOR FOTOGRAFIA

5 Seconds of Summer: “Old Me” (fotografia: Kieran Fowler)
Camila Cabello: “My Oh My” [ft. DaBaby] (fotografia: Dave Meyers)
Billie Eilish: “all the good girls go to hell” (fotografia: Christopher Probst)
Katy Perry: “Harleys in Hawaii” (fotografia: Arnau Valls)
Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (fotografia: Thomas Kloss) (VENCEDOR)
The Weeknd: “Blinding Lights” (fotografia: Oliver Millar)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

A$AP Rocky: “Babushka Boi” (direção de arte: A$AP Rocky e Nadia Lee Cohen)
Dua Lipa: “Physical” (direção de arte: Anna Colomer Nogué)
Harry Styles: “Adore You” (direção de arte: Laura Ellis Cricks)
Miley Cyrus: “Mother’s Daughter” (direção de arte: Christian Stone) (VENCEDOR)
Selena Gomez: “Boyfriend” (direção de arte: Tatiana Bianca van Sauter)
Taylor Swift: “Lover” (direção de arte: Ethan Tobman)

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Billie Eilish: “all the good girls go to hell” (efeitos: Drive Studios)
Demi Lovato: “I Love Me” (efeitos: Hoody FX)
Dua Lipa: “Physical” (efeitos: EIGHTY4) (VENCEDOR)
Harry Styles: “Adore You” (efeitos: Mathematic)
Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (efeitos: Ingenuity Studios)
Travis Scott: “HIGHEST IN THE ROOM” (efeitos: Artjail, Scissor Films e Freenjoy)

MELHOR COREOGRAFIA

BTS: “ON” (coreografia: Son Sung Deuk, Lee Ga Hun e Lee Byung Eun) (VENCEDOR)
CNCO / Natti Natasha: “Honey Boo” (coreografia: Kyle Hanagami)
DaBaby: “BOP” (coreografia: Dani Leigh and Cherry)
Dua Lipa: “Physical” (coreografia: Charm La’Donna) (VENCEDOR)
Lady Gaga / Ariana Grande: “Rain on Me” (coreografia: Richy Jackson)
Normani: “Motivation” (coreografia: Sean Bankhead)

MELHOR EDIÇÃO

Halsey: “Graveyard” (edição: Emilie Aubry, Janne Vartia e Tim Montana)
James Blake: “Can’t Believe the Way We Flow” (edição: Frank Lebon)
Lizzo: “Good as Hell” (edição: Russell Santos e Sofia Kerpan)
Miley Cyrus: “Mother’s Daughter” (edição: Alexandre Moors e Nuno Xico) (VENCEDOR)
Rosalía: “A Palé” (edição: Andre Jones)
The Weeknd: “Blinding Lights” (edição: Janne Vartia e Tim Montana)

‘A Sentinela’: Olga Kurylenko quer vingança no trailer do novo thriller francês da Netflix; Confira!

Netflix divulgou hoje (05) o trailer oficial de A Sentinela, thriller francês estrelado por Olga Kurylenko (‘007 – Quantum of Solace’).

Confira:

O filme é dirigido por Julian Leclercq.

Transferida para casa depois de uma traumatizante missão de combate, uma soldada francesa altamente treinada utiliza suas habilidades letais para caçar o homem que machucou sua irmã e vingá-la.

Marilyn LimaMichael NabokoffMartin SwabeyCarole WeyersAndrey GorlenkoAntonia MalinovaGabriel Almaer e outros completam o elenco.

A Sentinela estreia no dia 05 de março.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Assista à primeira parte COMPLETA da 6ª temporada!

Paramount+ divulgou a primeira parte completa da 6ª temporada de RuPaul’s Drag Race: All Stars’.

O novo ciclo estreia no dia 24 de junho.

Confira:

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Kylie Sonique Love (Season 2), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).

Quais são as suas favoritas para vencer a temporada?

‘Alerta Vermelho’: Gal Gadot, The Rock e Ryan Reynolds mandam recado especial para os fãs brasileiros; Confira!

O filme de ação ‘Alerta Vermelho‘, estrelado por Gal GadotThe RockRyan Reynolds, já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, o elenco se reuniu para mandar uma mensagem especial para os fãs brasileiros.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a produção recebeu apenas 42% de aprovação, com nota 4.9/10 baseada em 71 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “O grande orçamento e o elenco estelar somam-se a uma comédia de ação com ingredientes espalhafatosos, que só tornam os resultados medianos mais decepcionantes”.

Separamos as principais críticas:

“Eu dei ao filme toda a minha atenção, e tudo o que me devolveu foi uma dor de cabeça. No que me diz respeito, isso diz tudo.”, Sara Michelle Fetters, MovieFreak.com

“A produção original mais cara da Netflix teria se beneficiado se parte de seu orçamento de US$ 250 milhões tivesse sido gasto no desembaraço do roteiro.”, Wendy Ide – Observer

“Os três megastars carregam o filme inteiro nos ombros e acabam enterrados vivos sob o peso de tudo isso.”, Valerie Complex – Deadline Hollywood Daily

Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds mal estão atuando neste filme de ação”, Richard Roeper – Chicago Sun-Times

“Desfrute do do filme como puro entretenimento para os olhos, mas não espere mais do que isso.”, Trevor Johnston – Radio Times.

“O filme é um pastiche sem vida de vários filmes de ação blockbuster das últimas quatro décadas” – Slant Magazine.

“O produto final não faz jus ao poderoso trio protagonista” – Digital Spy.

“O filme é bastante divertido graças à ação e à atmosfera de comédia” – Mama’s Geeky.

Alerta Vermelho é um aventura mundial que se assemelha a ‘Missão Impossível’, a James Bond e a Indiana Jones” – Solzy at the Movies

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

Rock in Rio 2022 | Jão, Di Ferrero, Maria Rita e mais são confirmados no line-up do festival

Rock in Rio revelou hoje (05) novas atrações de sua mais nova edição.

Além do icônico line-up já confirmado para o evento, Jão também cantará no dia 09 de setembro no Palco Sunset, com um convidado especial. Além disso, Di FerreroVitor Kley cantarão juntos no mesmo dia e no mesmo palco.

Como se não bastasse o dia 10 de setembro também será marcado por muito talento, incluindo Maria RitaGilsonsBala Desejo, todos no Palco Sunset.

Lembrando que as vendas começam hoje, às 19h, no site oficial do festival.

Confira o anúncio:

Lembrando que o Rock in Rio acontecerá nos dias 02, 03, 04, 08, 09, 10 e 11 de setembro de 2022, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

Confira o cronograma abaixo:

PALCO MUNDO

02/09

  • Iron Maiden
  • Dream Theater
  • Megadeth
  • Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira

03/09

04/09

08/09

09/09

10/09

11/09

PALCO SUNSET

02/09

  • Bullet for My Valentine
  • Living Colour feat. Steve Vai
  • Metal Allegiance
  • Black Pantera convida Devotos

03/09

  • Racionais
  • Criolo convida Mayra Andrade
  • Xamã convida Brô Mc’s
  • Papatinho + L7ennon convidam Mc Hariel e Mc Carol

04/09

  • Gilberto Gil
  • Emicida & Convidados
  • Luísa Sonza convida Marina Sena
  • Matuê

08/09

  • Jessie J
  • Corinne Bailey Rae
  • Gloria Groove
  • Duda Beat

09/09

10/09

  • Maria Rita & Convidado
  • Gilsons & Convidado
  • Bala Desejo & Convidado
  • Ceelo Green

11/09

Para mais informações, clique aqui!

‘Central Park’: Aventuras musicais no trailer oficial da 3ª temporada!

A Apple TV+ divulgou recentemente o trailer oficial da 3ª temporada da elogiada animação Central Park.

Os novos episódios chegarão à plataforma de streaming no dia 09 de setembro de 2022.

Confira:

Kristen Bell irá retornar ao próximo ciclo, mas, diferente de voltar como Molly (jovem que interpretou nas iterações anteriores), dará vida a uma personagem nova chamada Abby, filha mais nova de Paige (Kathryn Hahn).

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Apple TV+.

Loren BouchardJosh Gad criaram o projeto.

Na segunda temporada de Central Park, a família Tillerman continua a navegar e a viver pelo parque mais famoso do mundo. Molly experimenta os processos e as tribulações da adolescência, Cole é desafiado por um momento realmente vergonhoso na escola, Paige continua em busca da história de corrupção do prefeito e Owen tenta equilibrar a administração do parque e de sua equipe à sua família, tudo com um sorriso no rosto. Enquanto isso, Bitsy fica cada vez mais perto de reclamar Central Park para si, com Helen ao seu lado. A cada passo, nós somos guiados por nosso amigável e incrível narrador, Birdie.

Gad, Leslie Odom Jr.Kathryn Hahn, Emmy Raver-LampmanTituss BurgessDaveed DiggsStanley Tucci fazem parte do elenco.

Grammy Awards 2023 | ‘Encanto’ conquista duas estatuetas da premiação!

Extremamente aclamada pelos críticos (com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes) e agradando o público, a animação ‘Encanto‘ continua a conquistar prêmios depois de ter feito bonito no ano passado.

Durante a pré-cerimônia do Grammy Awards 2023, o longa-metragem levou para casa as estatuetas de Melhor Compilação de Trilha Sonora para Mídia VisualMelhor Trilha Sonora para Mídia Visual – esta última entregue à compositora Germaine Franco, tornando-a a primeira mulher de cor a conquistar o feito.

Lembrando que a animação já está disponível no serviço de streaming do Disney+!

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Crítica | ‘Encanto’ é a melhor animação da Disney desde ‘Moana – Um Mar de Aventuras’

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

‘The Walking Dead’: Sussurradores são destaque nas imagens do próximo episódio

A AMC divulgou as imagens promocionais do próximo episódio de ‘The Walking Dead‘, intitulado Bounty.

Confira:

O episódio irá ao ar no dia 24 de fevereiro.

No episódio, “O grupo selvagem liderado pela Alpha confronta Hilltop em uma tentativa de recuperar sua filha; uma busca por suprimentos para o Reino se transforma em uma tarefa perigosa.”

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Jeffrey Dean Morgan e Ross Marquand.

The Walking Dead‘ já foi renovada oficialmente para a 10ª temporada.

‘Manto e Adaga’ é CANCELADA pelo Freeform após duas temporadas

De acordo com a Variety, o canal Freeform cancelou oficialmente a série ‘Manto e Adaga‘ (Cloak and Dagger) depois de apenas duas temporadas.

Vale lembrar, no entanto, que os protagonistas ainda serão vistos no crossover com ‘Runaways‘, que acontecerá na 3ª temporada da série. O terceiro ano irá estrear no dia 13 de novembro.

Criada por Joe Pokaski, a produção é baseada nos quadrinhos da Marvel.

A série apresenta os personagens Tyrone Johnson e Tandy Bowen, a dupla Manto e Adaga, enquanto eles descobrem seus poderes recém adquiridos, ao mesmo tempo em que se apaixonam um pelo outro. Manto é capaz de se teletransportar através da “dimensão da escuridão”, mas também pode deixar os inimigos presos em outro mundo. Adaga tem a capacidade de criar punhais de luz com sua mente. Seus punhais podem tanto drenar a vida de seus alvos quanto curá-los.

Olivia Holt e Aubrey Joseph estrelam.

 

‘Eu Nunca…’: Novo vídeo destaca os momentos mais engraçados da série

Para promover a comédia adolescente ‘Eu Nunca…’, criada por Mindy Kaling, a Netflix divulgou um novo vídeo com os momentos mais engraçados da série.

Confira:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Crítica | 1ª temporada de ‘Eu Nunca…’ é um presente para quem gosta de comédias adolescentes

Lang Fisher entra como showrunner e roteirista.

A série é uma comédia coming-of-age que gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Sendhil Ramamurthy e Richa Shukla completam o elenco.

Sunday Is Coming…

…WINTER IS COMING…

…Em resumo, está chegando a quarta temporada de Game Of Thrones – GoT para os íntimos – uma das séries de maior sucesso da TV. GoT tem qualidades suficientes para ombrear com séries como Breaking Bad ou The Sopranos… Olha, a ideia inicial deste texto era falar de todas essas qualidades: a ótima direção, a engenhosidade de George R. R. Martin em criar uma fantasia para adultos, de como a narrativa pode ser lido como um estudo sobre política, ou o quanto a força gravitacional do Poder molda o caráter das pessoas. Depois, falaria sobre meus personagens prediletos, como Daeneryz Targaryen (Emilia Clarke), Stannis Baratheon (Stephen Dilane) e os insuperáveis Tyrion Lannister (Peter Dinklage) e Arya Stark (Maisie Williams). Mas, essas coisas não interessam. Quero mesmo é falar da única unanimidade de Westeros: Joffrey Baratheon (Jack Gleeson) é um filho da PUTA!

Sim, podemos discordar sobre os méritos da série, sobre as soluções de roteiro, sobre os homicídios cometidos por R. R. Martin, sobre qual personagem no agrada mais ou sobre quem ficará com o trono de ferro. Não importa! No final, concordaremos, apenas, que todo espectador de GoT já teve a vontade de descer o braço em Joffrey. Ele é um verdadeiro MOTHERFUCKER!

Ele acredita ser o único alfajor do pacote. Mimado, pateta, imbecil, covarde, tão arrogância que é incapaz de perceber seus defeitos. Sádico, idiota, como se dizia antigamente, um moleque pimpão. Ou, sendo mais atual, ele é um coxinha. Um coxinha mimado! “Uê, Uê! Fui contrariado!! Uê, Uê!! Mamãe!!! Uê, Uê, Me dá minha coroa! Snif, snif…” Ora, droga, dá vontade de dar umas boas chineladas e mandar ele calar a boca.

Muitas das qualidades que R. R. Martin imprimiu em GoT podem ser percebidas a partir desse FDP!

Primeiro, R. R. Martin é um grande criador de personagens. Mesmo nos mais coadjuvantes a complexidade é percebida, todos muito verossímeis. Isto não é fácil. Mais difícil ainda, é criar vilões. Mesmo não deixando muito claro a fronteira de bem e mal, GoT tem figuras bem malvadas. Mas, a maioria de seus vilões tem carisma; em algum momento, eles revelam sua face humana. Em toda a arte narrativa, com facilidade encontramos vilões carismáticos. De Shakespeare à novela da Globo, os vilões exercem algum fascínio no público – e construir figuras assim é complicado. Contudo, bem mais difícil, é bolar um vilão complexo e que seja odiado por todo público. A frase a seguir é estranha: ser odiado por todos é a qualidade de Joffrey!

Essa repulsa coletiva é conseguida pela combinação entre maldade em estado bruto e um grande poder colocados no interior de uma personagem extremamente burra, que se considera tão autossuficiente que é incapaz de notar suas limitações. Joffrey é tão mimado que não percebe seus erros. E esse lado mimado é o ponto decisivo para impedir uma identificação do público. Um vilão grandioso, em algum grau, tem noção de seus limites e possui algum traço que o ligará com o público. Joffrey é sádico (gerando consequências nocivas), burro (por não perceber seus erros), mimado (mesmo errando, ele continua se achando o melhor!) e tem o poder. Podemos aturar um colega de trabalho sádico, burro e mimado, mas é mortal um chefe sádico, burro e mimado.

E se GoT é uma narrativa sobre o Poder, Joffrey é a representação de como o poder colocado nas mãos de um maníaco gera consequências desastrosas.

Por fim, o terceiro traço da série que encontramos ao redor de Joffrey é o prazer sádico de R. R. Martin em maltratar seu público. Ele vem matando alguns personagens muito queridos, mas, dar ao público o prazer de ver Joffrey sofrer, não, isso não! Um desses raros instantes foi o tapa na cara de Joffrey dado por Tyrion Lannister, grande momento catártico de GoT.

E enquanto a quarta temporada não começa, vamos rir um pouco mais de Joffrey!

Joffrey 1

Tem medo de AVIÃO? Cuidado ao assistir a esses filmes!

Um dos medos mais comuns que existe é o de avião. Mesmo esse transporte sendo repetidamente comprovado como um dos mais seguros do mundo quando o avião está nas alturas algumas pessoas podem ficar um pouco mais ansiosas para a viagem acabar o mais rápido possível. Abaixo, fizemos uma lista com alguns filmes onde o avião é um elemento importante dentro do desenvolvimento das tramas:

 

A Sociedade da Neve

Na trama, voltamos ao início da década de 70 onde um grupo de pessoas, integrantes ou amigos e parentes de um time de rúgbi uruguaio que ia até o Chile para uma partida precisam sobreviver após o avião em que estavam se chocar com as montanhas numa região praticamente inacessível da temida Cordilheira dos Andes. Ao longo de muitos dias, a esperança e o luto andaram lado a lado. A fé, o acreditar, se tornam figuras presentes nos pensamentos de cada um deles.

 

O Sequestro do Voo 375

Na trama, ambientada no final da década de 80 conhecemos um homem chamado Nonato (Jorge Paz), uma pessoa completamente descontrolada e insatisfeita com os rumos de sua vida que resolve planejar o sequestro de um voo comercial buscando mudar a rota do mesmo para a capital do Brasil e atingir o palácio do planalto. Cabe ao piloto Murilo (Danilo Grangheia), responsável máximo pelo voo, conseguir encontrar alguma saída para essa situação extrema.

 

Sully: O Herói do Rio Hudson

Na trama, conhecemos a história do incrível do pouso heroico no Rio Hudson de um avião nos Estados Unidos, com lotação, e todos escapam ilesos. Analisando todo o contexto do acidente, e os problemas sucessivos logo após a decolagem, o longa metragem faz um completo raio-x também do comandante do avião, o piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger (Tom Hanks) e toda a burocracia que ele e o co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart) para provar que a melhor decisão foi a tomada.

 

O Voo

Na trama, acompanhamos a trajetória conflituosa de Whip Whitaker (Denzel Washington) um piloto de aviões comerciais, alcoólatra, usuário de drogas, que se torna o grande queridinho da mídia colocado, como um herói norte-americano, quando consegue pousar uma aeronave em inúmeras condições adversas, após uma pane no sistema. Quando passam alguns dias, a ficha cai para outras versões dos fatos: ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento do acidente e agora precisa lutar contra si mesmo por não aceitar seu novo status de grande salvador da pátria.

 

7500

Lançado em 2019 na Prime Video, 7500, protagonizado por Joseph Gordon-Levitt, nos mostra uma ação terrorista em um voo em uma parte da Europa e as escolhas que um co-piloto precisa tomar.

 

Momento Crítico

Dirigido pelo cineasta Stuart Baird, esse ótimo filme de ação apresenta boas surpresas ao longo das suas intensas duas horas de projeção. Na trama, quando um grupo de criminosos sequestra um avião, um agente especial e um coronel precisam entrar em sintonia para resolver a situação.

 

Passageiro 57

Com um orçamento de 15 milhões de dólares, o longa-metragem dirigido por Kevin Hooks, lançado em 1992 nos cinemas de todo o planeta, nos mostra a ação de um terrorista em uma avião e somente um ex-policial que está no voo poderá detê-lo.

 

Pouso de Emergência

Lançado ano passado, o longa-metragem Pouso de Emergência nos leva até a história de um avião comercial que perde os dois motores e precisa se preparar para um pouso de emergência.

 

Alerta de Emergência

Exibido no Festival de Cannes anos atrás, o longa-metragem sul-coreano Alerta de Emergência conta a história de um homem que dentro de um avião faz enormes ameaças.

 

Desespero Profundo

Na trama conhecemos a história de um grupo de pessoas que está em voo que cai no oceano pacífico e precisam lutar pela sobrevivência.

 

Festival Varilux | O Último Suspiro – Terror apocalíptico francês pega emprestado de Stephen King

Fim dos Tempos

Mistura dos livros de Stephen King com um episódio de séries como Black Mirror, O Último Suspiro é uma das mais inventivas produções cinematográficas dentro do acervo do Festival Varilux deste ano. Misto de ficção científica e terror (não deixe o título semi-romântico te enganar), o filme traz como chamariz as presenças do francês Romain Duris (Todo o Dinheiro do Mundo) e a ucraniana Olga Kurylenko (007 – Quantum of Solace) – exibindo domínio indefectível da língua francesa – como o casal protagonista.

Na trama, Duris e Kurylenko são marido e mulher separados, pais de uma jovem que possui uma doença grave e terminal. Sua condição exige que a menina viva dentro de uma “bolha”, extremamente tecnológica, o que levanta a questão se o filme estaria se passando alguns anos no futuro. Em outro trecho, a personagem da ex-bond girl usa um computador de mesa que soa mais avançado do que o normal, corroborando para a teoria. O enfoque, no entanto, não é dado para tal fato. O foco aqui é o apocalipse – que chega na forma de uma densa bruma espalhada através de Paris.

Em mais um dia normal nos arredores da cidade francesa, Mathieu (Duris) chega de viagem e vai direto visitar a família (ex-mulher e filha) no prédio de frente ao seu. Após um grande estrondo, muito semelhante a um terremoto (desastre natural anunciado na TV um pouco antes, em países da Europa), o sujeito parte para a rua e encontra somente o pânico das pessoas. A correria generalizada tem como motivo a nuvem de fumaça saída do solo (ou do subsolo de estações de metrô) que rapidamente se espalha e mata com tremenda facilidade todos que a respiram.

O ataque, à primeira vista, é confundido com um ato terrorista, comum em países europeus. Mas, depois de devidamente instalados num apartamento vizinho no último andar de um prédio, o ex-casal (ao lado de um casal de velhinhos) percebe que a névoa permanece em uma determinada altura, deixando sua locomoção restrita aos telhados parisienses ou, através do uso de máscaras de gás (às vezes improvisadas), pelo nível térreo.

De fato, O Último Suspiro tem como forte teor a semelhança com algum episódio da clássica serie Além da Imaginação, na qual uma realidade fantástica e assustadora é a nova ordem do dia, fazendo personagens comuns precisarem lutar por suas vidas. Outro mote aqui é a respiração. A cada momento, os sobreviventes precisarão testar seu fôlego em cenas incrivelmente tensas, que farão o público igualmente puxar o ar a cada reviravolta, sabendo que seu maior antagonista é um nevoeiro de elevado nível tóxico.

Escrito por Guillaume Lemans (72 Horas), Jimmy Bemon e Mathieu Delozier, O Último Suspiro é criativo e imprime certa originalidade ao tema do fim do mundo. O roteiro cria cenas gélidas que se acumulam e só escalam. É uma situação de sobrevivência que acrescenta novos elementos a cada guinada, seja um feroz cão solto pelas ruas, a falta de ar proporcionada por instrumentos defeituosos ou até mesmo a paranoia humana, que transforma cidadãos pacatos em algozes mortais.

Duris convence como herói de ação, com sua fachada de homem comum, e Kurylenko igualmente imprime charme e renome ao projeto. A direção de Daniel Roby é dinâmica e não dá muito descanso ao espectador durante seus 90 minutos de projeção. Um dos maiores acertos do longa, no entanto, e algo que o cinema europeu sabe fazer bem, é não dar respostas demais, deixando a maior parte do trabalho à nossas imaginações. Não sabemos de onde veio esta ameaça, nem seu motivo. Tudo o que precisamos saber é que ela necessita ser circundada para a nossa sobrevivência. Ah sim, e acrescentando ainda mais à aura cult por natureza do filme, a conclusão é tipicamente dúbia e desesperançosa.

Steven Spielberg Completa 77 Anos | Conheça os 10 Melhores filmes do Diretor

Steven Spielberg é sinônimo não apenas de cinema entretenimento, mas também é o responsável pela entrada de muitas crianças na paixão pela sétima arte. Um dos mais celebrados realizadores de todos os tempos, o artista elevou a todo um novo patamar o conceito de diretor-celebridade, reinando absoluto e de forma sem precedentes durante a década de 1980, o berço dos blockbusters.

Spielberg chegou com a onda revolucionária que tomou Hollywood de assalto nos anos 1970, fazendo parte do movimento que contava com cineastas como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, George Lucas e Brian De Palma, todos colegas seus até hoje. Mas do pacote, somente Spielberg transcendeu ser “apenas” um diretor, se tornando uma entidade própria da sétima arte. Isso porque mesclou como nenhum outro o cinema popular de entretenimento (inclusive sendo “pai” do primeiro blockbuster da história e produzindo / dando seu selo de qualidade a inúmeras obras de sucesso no período) com filmes autorais de “arte”, o que lhe rendeu prestígio de premiações.

Indicado para absurdos 17 prêmios no Oscar e vencedor de 3 (dois como diretor e um como produtor), além de um Oscar honorário, é claro que não poderíamos deixar de homenagear este que é uma das figuras mais importantes para o cinema como temos hoje. Para isso, resolvemos listar seus 10 melhores filmes como diretor – numa votação entre os críticos e o grande público. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

10 | Minority Report – A Nova Lei (2002)

Começamos a lista com esta que foi a primeira colaboração entre Spielberg e o astro máximo do cinema, Tom Cruise. Quando se está no topo, busca-se trabalhar com profissionais de grandiosidade igual. Assim, o maior diretor do cinema precisava colaborar com o maior astro de Hollywood. E o projeto para tal foi esta ficção científica raiz baseada num conto do autor especialista no gênero, Philip K. Dick. Na trama futurística, mais atual do que nunca, crimes foram erradicados através de uma nova tecnologia adaptada pela polícia e implementada pelo governo, onde prende-se o infrator antes que cometa a infração. O procedimento começa a ser investigado pela corregedoria a fim de tirar qualquer dúvida sobre possíveis falhas em seu sistema. Afinal, o crime precisa de fato ocorrer antes que haja a punição.

09 | Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977)

Steven Spielberg ficaria conhecido, entre outras coisas, por seus filmes de fantasia – e neste quesito engloba-se a ficção científica. E se temos na filmografia do diretor obra como Minority Report, só temos a agradecer por este primeiro trabalho do cineasta no gênero. O segundo grande filme de sua carreira explora um dos temas favoritos do artista, especialmente nesta época de seu começo: a vida inteligente fora da Terra. O espaço e o desconhecido sempre cativaram a imaginação de Spielberg, e aqui o cineasta colocava em prática tudo o que sabia sobre o tema. Na trama, estranhas ocorrências começam a acontecer numa cidade americana, com seus moradores sendo aterrorizados por forças sobrenaturais. O governo sabe de tudo, mas esconde as informações. O segredo se revela como visitantes interplanetários. Mas Contatos Imediatos vai além, e coloca em foco o drama específico de uma família e a obsessão de seu patriarca – papel de Richard Dreyfuss. O longa foi indicado para 8 Oscar, dentre os quais a primeira indicação para Spielberg como diretor.

08 | Indiana Jones e a Última Cruzada (1989)

Talvez nem todos saibam, mas o herói Indiana Jones nasceu da vontade de Spielberg em dirigir um filme da franquia 007 no cinema. Seu colega George Lucas o convenceu a abandonar esta ideia, afirmando possuir algo melhor reservado para o amigo. Foi então que sugeriu a criação de um aventureiro / professor de arqueologia – cuja jornada se passaria na década de 1930, e os vilões seriam nazistas. Assim fica inclusive mais fácil entender a brincadeira interna de colocar Sean Connery como o pai do protagonista nesta terceira aventura – já que o saudoso veterano ficaria para sempre imortalizado como o primeiro (e melhor para a maioria) intérprete do agente James Bond no cinema.

07 | Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993)

Como esta lista está nos mostrando, Steven Spielberg é uma fábrica de criar sucessos. E o diretor que havia reinado na década de 80, seguiu exibindo ótima forma pela década seguinte. Um dos ápices foi esta adaptação do livro do romancista Michael Crichton – que revolucionou a história do cinema com seus efeitos especiais gerados por computadores, nunca antes apresentados desta forma. Só quem era criança na época e pôde conferir o filme nas telonas sabe o impacto geracional que a obra teve. Existe antes de Jurassic Park e depois. No quesito do que temos hoje em relação a blockbusters, este filme foi um dos grandes responsáveis e o primeiro a utilizar o CGI a favor da história. Ao contrário do que temos hoje com muitas superproduções vazias de conteúdo, Jurassic Park contou uma grande história e utilizou personagens inesquecíveis. Os dinossauros estavam de volta em grande estilo e o mundo apenas olhou em admiração.

06 | E. T. – O Extraterrestre (1982)

Recentemente em uma matéria sobre os filmes indicados ao Oscar na categoria principal que muitos desconhecem, incluí este grande sucesso da sétima arte. Que E. T. é um fenômeno absoluto de público e um dos filmes infantis mais adorados da história todos sabem. Mas que o filme igualmente obteve prestígio em premiações e emplacou inclusive no Oscar, isso nem todo mundo pode ter em mente. E. T. foi indicado para nada menos que 9 Oscar, incluindo melhor filme e melhor diretor para Spielberg (sua terceira indicação como diretor). O cineasta usou sua própria experiência de lar desfeito na infância para essa história sobre uma família sofrendo com o divórcio dos pais, onde a mulher precisava assumir a dianteira e o comando, numa época em que isso não era muito comum. Novamente, é através de uma visita vinda do espaço que a vida de todos ao redor se transformará para sempre.

05 | Prenda-me se for Capaz (2002)

Dos anos recentes, nenhum outro marcou a carreira de Steven Spielberg tanto quanto o ano de 2002. O diretor ainda entrega sucessos atualmente, e seus dois últimos filmes The Post e Jogador Nª 1 demonstram que o realizador ainda consegue cativar o público como poucos. No entanto, quando falamos de seus filmes mais queridos, o ano de 2002 foi o mais recente a trazer produções que realmente caíram no gosto dos fãs. Depois de Minority Report, o cineasta entregava no mesmo ano uma nova parceria com um astro extremamente quente. Falamos do menino de ouro Leonardo DiCaprio, a escolha perfeita para viver o jovem golpista Frank Abagnale Jr. que, numa história fantástica demais caso não fosse real, se passava por médico, advogado e piloto de avião na década de 1960. Como se não bastasse, Tom Hanks entra em cena na pele do agente do FBI caçando o jovem infrator. O desejo que fica é de uma nova colaboração entre Spielberg e DiCaprio.

04 | Tubarão (1975)

Chegando ao pódio nos deparamos com o que é uma das produções mais populares da carreira de Steven Spielberg. E não é para menos, já que o filme tem a honraria máxima de ser o primeiro blockbuster da história, o primeiro filme a ultrapassar nos EUA a marca de US$200 milhões em bilheteria. O longa fez tanto sucesso que se transformou num fenômeno. O público saía da exibição e voltava para a fila para assistir novamente, fila esta que dava voltas no quarteirão – daí o termo “arrasa-quarteirão”. Fora isso, Tubarão causou tanto impacto que as pessoas verdadeiramente ficaram com medo de frequentar as praias. Melhor para o filme, já que as mesmas corriam para os cinemas durante as férias de verão. No entanto, é sabido também que a produção do filme foi bem problemática, resultado num verdadeiro pesadelo para um então jovem Spielberg de 25 anos. A trama, é claro, fala sobre ataques de um grande tubarão branco nas praias de uma pequena cidade localizada numa ilha. O filme igualmente foi indicado ao Oscar na categoria principal.

03 | Os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Nesta época, Steven Spielberg era o melhor dos dois mundos. O diretor era um sucesso financeiro absoluto, quebrando recordes de bilheteria, um atrás do outro. E este foi o segundo blockbuster de sua carreira, em um curto espaço de tempo. Fora isso, era o terceiro filme, num período de 6 anos, com prestígio de chegar até o Oscar. O cineasta estava no topo do mundo e queria mais. Aqui, como dito, era criado um novo herói para o cinema, saído da mente do produtor George Lucas, e do desejo de Spielberg em comandar 007. Harrison Ford, igualmente se tornava parte deste sucesso, ao ser escalado para viver o personagem de sorriso canastrão, pau para toda obra, que se metida em aventuras tão grandiosas que não ficam devendo nada para qualquer super-herói atual. E pensar que Tom Selleck, o escolhido original para o papel, perdeu uma bela bocada devido aos compromissos com a série Magnun (1980-1988). Ah sim, Os Caçadores da Arca Perdida também foi indicado ao Oscar de melhor filme.

02 | O Resgate do Soldado Ryan (1998)

Existe uma brincadeira, talvez um pouco ácida demais, que diz que “até mesmo William Shakespeare saberia que Soldado Ryan é um filme melhor que Shakespeare Apaixonado” – mas foi o segundo que se tornou o verdadeiro vencedor na categoria principal dos prêmios da Academia em 1999. Seja como for, aqui o cineasta recebia seu segundo Oscar como diretor, e colaborava pela primeira vez com outro nome de peso do cinema em Hollywood, o astro boa-praça Tom Hanks – curioso foi a primeira união da dupla ter saído em um filme de gênero, digamos, tão intenso, incomum para os dois. Essa foi a primeira incursão do cineasta num filme de guerra levado ao pé da letra, no qual somos jogados no meio do conflito de uma forma tão real e única, que só o diretor saberia mostrar. É claro que Spielberg já havia abordado o tema duas outras vezes, na comédia 1941 – Uma Guerra Muito Louca (1979) e em Império do Sol (1987) – muito mais focado em um campo de concentração japonês e visto através dos olhos de uma criança. O Resgate do Soldado Ryan é o segundo filme de Spielberg preferido na opinião de críticos e do público, e ganha nossa medalha de prata.

01 | A Lista de Schindler (1993)

Não podia ser outro. Se O Resgate do Soldado Ryan se mostrou um dos melhores filmes do gênero guerra na história do cinema, ele precisa agradecer muito a este trabalho anterior do cineasta. Mesmo quando entregou seus primeiros filmes “ditos mais sérios”, isso é, com temas não recomendados a todo tipo de público, em especial os mais jovens, Spielberg falhou em agradar uma parcela da crítica ou dos fãs. A Cor Púrpura (1985) e Império do Sol (1987) são filmes muito bons e que marcaram toda uma geração. No entanto, nenhum outro drama do diretor geraria uma comoção de apreço unânime tão forte e arrebatadora quanto A Lista de Schindler. Esse é um daqueles filmes perfeitos, que não possui detratores. Mesmo quem não gosta por razões pessoais reconhece suas inúmeras qualidades e sua importância fílmica para a sétima arte. De extrema importância pessoal para o diretor, vindo de família judia, a obra é um estarrecedor retrato do que foram os campos de concentração nazista durante a Segunda Guerra Mundial, ao mesmo tempo em que é uma edificante e belíssima história sobre um herói, um homem que salvou sozinho inúmeros judeus do extermínio. Imprescindível.

Atriz de ‘O Esquadrão Suicida’ se junta ao elenco do reboot de ‘Anaconda’

De acordo com o Deadline, Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) entrou para o elenco do reboot de ‘Anaconda‘, que está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.

A nova versão será estrelada por Jack Black (‘Jumanji: Bem-vindos à Selva’) e Paul Rudd (‘Homem-Formiga’).

Na trama…

“Um grupo de amigos enfrentando uma crise da meia idade decide recriar seu filme favorito. Eles viajam até uma floresta tropical e precisam lutar pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.”

Tom Gormican será responsável pela direção e roteiro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Juntos, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente.

Sofia Carson vive romance ÉPICO no trailer de ‘Meu Ano em Oxford’, novo filme da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Meu Ano em Oxford‘, romance estrelado por Sofia Carson (‘Continência ao Amor’) e Corey Mylchreest (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 1º de agosto.

Iain Morris (‘Descobrindo a Vida’) é responsável pela direção.

“A trama acompanha Anna, uma jovem americana ambiciosa que, ao realizar seu sonho de estudar na Universidade de Oxford, vê sua vida transformada ao conhecer um local charmoso e inteligente que impacta profundamente suas escolhas”.

O elenco ainda conta com Dougray Scott, Catherine McCormack, Harry Trevaldwyn, Hugh Coles, Poppy Gilbert e Barney Harris.

O Olhar Misterioso do Flamingo

(La misteriosa mirada del flamenco)

 

Elenco:

Tamara Cortés
Paula Dinamarca
Matías Catalán

 

Direção: Diego Céspedes

Gênero: Drama

Duração: 109 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 26 de Março de 2026

Sinopse: 

Em O OLHAR MISTERIOSO DO FLAMINGO, Lidia, uma menina de 11 anos, vive com sua querida família em uma isolada cidade mineradora no deserto do Chile. Quando uma doença desconhecida e mortal começa a se espalhar, rumores ganham força: dizem que o contágio acontece por meio de um simples olhar. Com a comunidade mergulhada no medo e sua família sendo apontada como culpada, Lidia embarca em uma jornada para descobrir se essa lenda é apenas fruto do preconceito ou se há algo de verdadeiro por trás do mito.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, a dupla Diego Céspedes também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: