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11 Anos de Pânico 4 | Terror faz aniversário e separamos várias CURIOSIDADES….

É impossível falar sobre a franquia Pânico (Scream) sem mencionar (sempre) a importância que o original teve para o terror slasher. Escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven (um dos grandes mestres do gênero), Pânico não apenas revitalizou um subgênero saído dos anos 80, mas igualmente foi o responsável pelo uso de muito humor consciente e metalinguagem como nunca anteriormente em filmes assim.

Natural que tamanho sucesso – que fez muitos críticos o terem como um dos melhores filmes da década de 1990 – gerasse uma sequência logo no ano seguinte. Planejada como uma trilogia, o terceiro longa demorou mais a sair do forno devido ao impasse com a protagonista Neve Campbell (Craven não queria fazer o filme sem ela), o que terminou por tirar o roteirista Williamson de jogada, ficando de fora de seu primeiro Pânico. Mas eis que onze anos depois Pânico 4 foi saía papel, com toda a trupe de atores, Craven na direção e Williamson no roteiro, voltando à raízes. Foi a reunião da banda.

E é justamente dele que falaremos aqui. Pânico 4, a sequência tardia e, digamos, subestimada da franquia completa 11 anos de seu lançamento nos cinemas em 2021.

Como forma de homenagear este tardio Pânico, que não recebe a atenção e o valor que de fato merece, resolvemos comentar algumas curiosidades sobre este longa que se encaixa perfeitamente na franquia. Ah sim, devo mencionar também que o texto contém spoilers, com segredos da trama. Caso não tenha assistido ao filme, volte à matéria após tê-lo feito. Confira.

Bilheteria e Nova Trilogia

Pânico 4 era planejado para ser o início de uma nova trilogia, com um quinto filme já em fase de pré-produção na época após o lançamento deste. Além do trio protagonista (Campbell, David Arquette e Courteney Cox), Marley Shelton (que vive a policial Hicks) e Hayden Panettiere (Kirby) também retornariam. Porém, segundo relatos, a morte de Wes Craven (em 2015) e o programa de TV Scream, da MTV, igualmente lançado em 2015, colocaram um ponto final na sonhada nova trilogia. No entanto, a bilheteria de US$97 milhões mundiais (num orçamento de US$40 milhões) e avaliações de críticas mornas (60% de aprovação) são fatores que também podem ter custado a continuidade do quinto filme na época. O novo capítulo sairá de fato ano que vem, com novos onze anos de diferença.

Kirby está viva!

Como dito acima, Kirby (Hayden Panetierre) seria uma das personagens retornando num eventual quinto filme, planejado para um lançamento logo após este. Muitos fãs inclusive pedem na internet que a loirinha seja incluída no elenco do novo Pânico (2022). Outros tantos podem coçar a cabeça se perguntando como ela voltaria se morreu aqui. Acontece que o roteiro original constava uma cena onde ficaria claro a sobrevivência da personagem – o trecho terminou sendo cortado. Porém, o próprio Wes Craven num comentário do DVD afirmou que Kirby ficou viva e podemos notar na cena de seu ataque que ela continua se mexendo.

Kevin Williamson Pistola

Embora muitos tenham celebrado o retorno do roteirista original Kevin Williamson à franquia (após ter ficado de fora em Pânico 3), as coisas não correram de forma tão suave como todos possam pensar. Segundo relatos, a relação do escritor era tão ruim com os produtores, os irmãos Weinstein (Bob e Harvey), resultando em inúmeros conflitos, que eles terminaram trazendo Ehren Kruger (roteirista do terceiro) de volta para reescrever trechos e cenas. Williamson expressou seu desagrado no lançamento do filme, porém, o cineasta Wes Craven jogou panos quentes afirmando que a espinha dorsal, ideias principais, conceito e história do colega foram mantidos e que Kruger fez apenas pequenos ajustes.

Término Numa Boa

Como todos sabem os atores David Arquette e Courteney Cox, intérpretes do policial Dewey e da repórter Gale Weathers, se conheceram nos bastidores do primeiro Pânico (1996) e após o segundo (1997) se casaram em 1999. No terceiro (2000), Cox inclusive usa o nome do então companheiro nos créditos. Porém, todo sonho um dia acaba e a relação do casal chegou ao fim, com o anúncio da separação já em 2010. Ou seja, durante as gravações de Pânico 4, a dupla de atores precisou ser profissional e passar por cima do sofrimento a fim de concluir a produção. Podemos notar que Courteney Cox já não usa mais o sobrenome Arquette nos créditos do quarto filme.

O Bebê de Dewey e Gale

Numa das primeiras versões do roteiro, o casal Dewey e Gale teria um filho no quarto filme: um bebê. No entanto, lembrando a máxima do quão problemático pode ser trabalhar com crianças e animais num set de filmagem, a ideia foi alterada. E você, gostaria de ter visto o casal como pais de uma criança?

A Rede Antissocial

Pânico 4 é o primeiro da franquia a estar mais intimamente ligado com o mundo que temos hoje. Nos primeiros filmes, celulares e a internet estavam engatinhando ainda. Já no quarto temos blogs, webcams, Facebook e Twitter no meio da sociedade. Porém, esse elemento seria ainda mais forte no roteiro. Numa das primeiras versões do texto, ao invés dos já icônicos telefonemas, o assassino usaria as redes sociais, em especial o Facebook, para se comunicar e apavorar suas vítimas – coisa que ocorre numa das cenas na abertura. Na abertura também as personagens Rachel e Chloe (Anna Paquin e Kristen Bell) brincam com o fato numa gag do diálogo.

A Abertura Original

Segundo Wes Craven num comentário do diretor, a abertura do filme seria diferente. Originalmente, o começo do longa se passaria numa festa comemorando o término do livro de Sidney. No local, Ghostface apareceria e atacaria Sidney, a ferindo seriamente. O resto do filme se passaria três anos após o ocorrido. No entanto, mais uma vez os irmãos Weinstein, os produtores, entraram em cena interferindo. Segundo eles, um pulo no tempo perturbaria o ritmo do filme. E você, o que acha?

A Rainha do Grito Emma Roberts

Hoje, a jovem Emma Roberts, sobrinha de Julia Roberts, possui inúmeros trabalhos no gênero terror em sua carreira, ao ponto de alguns fãs a considerarem uma nova Rainha do Grito. Séries como American Horror Story e Scream Queens, e filmes como A Enviada do Mal e a Caçada provam isso. No entanto, tudo começou aqui com Pânico 4, que foi a primeira incursão de Emma Roberts no gênero terror em sua carreira. E que papel! Podemos dizer que a moça começou com o pé direito.

Policial Hicks Cortada

Acima comentei que embora pareça ter sido morta no filme, Kirby (Hayden Panetierre) fez surgir uma dúvida, pela primeira vez na franquia, sobre um personagem ter sobrevivido. Os fãs a querem de volta e até o saudoso Wes Craven afirmou que ela tinha ficado viva. No entanto, com outra loirinha do terror, ocorre algo diferente. A policial Judy Hicks (Marley Shelton) embora tenha claramente sobrevivido ao desfecho do filme, essa não era a ideia inicial. Numa primeira versão do roteiro, a oficial da polícia seria eliminada off-screen (quando um personagem é morto sem que vejamos) e seu cadáver apareceria achado por Sidney no clímax da história. A policial Judy Hicks está confirmada no quinto filme, ainda bem, pois foi uma das boas adições aqui.

Outros Ghostfaces

Deve ser o maior barato participar da criação do roteiro de um filme Pânico e poder acompanhar de perto quem será o assassino da vez na trama. Na maioria das vezes faz todo o sentido na história e a revelação é sempre uma surpresa (cof cof – tirando você Pânico 3 – cof cof). E no quarto filme isso não é diferente. Porém, nem sempre foi assim. Num dos tratamentos do roteiro, seria revelado que Ghostface, ou um deles, seria Trevor (Nico Tortorella), o namorado de Jill (Emma Roberts), emulando ainda mais o primeiro filme. Justamente por isso, por ser muito próximo ao longa original, a ideia foi vetada.

Outra que terminou de fora foi a que traria o policial Hoss (Adam Brody) como um dos assassinos. Essa proposta é até interessante. Primeiro porque daria uma importância maior ao personagem, que praticamente entra mudo e sai calado, e inclusive podemos notar certo comportamento suspeito de sua parte em algumas cenas (o que corrobora com o  fato) – se bem que aqui todos agem de forma suspeita propositalmente. No entanto, ter um agente da lei como um dos criminosos traria ineditismo à franquia.

A Cena de Wes Craven

Muitos podem não se dar conta, mas era uma espécie de tradição para a franquia Pânico trazer uma ponta do diretor Wes Craven, dando seu melhor de Alfred Hitchcock (outro que adorava aparecer em pontas mudas nos seus filmes). Isto é, tirando no primeiro Pânico, que todos estão cansados de reconhece-lo como o faxineiro Freddy (com as vestimentas de Freddy Krueger) no corredor do colégio. Porém, o diretor também apareceu em Pânico 2, como um médico no hospital, e em Pânico 3, como um turista no estúdio atrás de Jay e Silent Bob (Jason Mewes e Kevin Smith). O gracejo voltaria a ocorrer em Pânico 4, com Craven inclusive perguntando aos fãs no Twitter qual ponta deveria fazer no filme. No final, o cineasta terminou interpretando o legista numa cena do necrotério em que examina os cadáveres de Jenny (Aimee Teergarden) e Marnie (Britt Robertson). Mas você lembra desta cena? Nem eu. Acontece que ela terminou deletada do filme, e pode ser vista apenas no material extra do DVD e Blu-ray do filme.

A Despedida de Wes Craven

Wes Craven é um verdadeiro mestre do terror. Além da franquia Pânico, ele foi o responsável pela criação de um dos maiores maníacos do cinema, ninguém menos que Freddy Krueger em A Hora do Pesadelo, franquia da qual dirigiu dois longas, incluindo o primeiro. São muitas pérolas, mas também algumas escorregadas. Nada que tire seu brilho como realizador proeminente e eternizado do gênero. Seu último trabalho no cinema, soando como despedida, foi aqui em Pânico 4, em 2011, há dez anos atrás. O diretor nos deixaria quatro anos depois, em 2015.

‘LA to Vegas’ é cancelada pela FOX; Não terá 2ª temporada!

Depois de apenas uma temporada, a FOX cancelou a comédia ‘LA to Vegas‘.

Amir Talai foi quem divulgou a notícia em seu twitter:

“Eu amo todos vocês, fãs da série. É por isso que fico de coração partido ao dizer que nosso programa não voltará. Eu não tenho uma explicação para vocês, mas isso não importa realmente. Acabou. Vou sentir falta da família ‘LA to Vegas’, e isso inclui vocês.”

A 1ª temporada registrou uma média de 0.7 na demo, e um total de 2.3 milhões de espectadores.

‘Little Monsters’: Comédia com zumbis estrelada por Lupita Nyong’o ganha a primeira arte; Confira!

A comédia com zumbis ‘Little Monsters‘, estrelada por Lupita Nyong’o (‘Pantera Negra‘), ganhou a primeira arte.

Confira:

Escrito e dirigido por Abe Forsythe, a premissa do longa é muito semelhante ao filme ‘Cooties: A Epidemia‘.

Na trama, “David (England), um músico rebelde, se oferece para acompanhar a viagem escolar de seu sobrinho, depois de se apaixonar pela professora, Caroline (Nyong’o). As intenções de Dave se complicam quando descobre que Caroline tem interesse em Teddy McGiggle (Gad). O que nenhum deles imaginava, no entanto, é um surto repentino de zumbis. Será que David conseguirá superar a situação e ter uma chance de ganhar o coração de Caroline, ou os zumbis chegarão lá primeiro?”

O elenco também inclui  Josh Gad (‘A Bela e a Fera‘) e Alexander England (‘Alien: Covenant‘).

O longa ainda não possui previsão de lançamento.

‘O Exterminador do Futuro 6’: Diretor afirma que a franquia está ‘desgastada’

Em entrevista ao Total Film, Tim Miller, o diretor de ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, afirmou que a imagem da franquia está desgastada.

“Acho que a franquia está um pouco desgastada. Não quero falar mal de nenhum dos filmes anteriores – alguns até tiveram elementos interessantes –, mas acho que eles apenas se passavam no universo do ‘Exterminador do Futuro’ – era uma coisa diferente.”

Ele completa, “O segundo filme foi um revelação. É um daqueles filmes que você lembra o que estava fazendo quando o assistiu pela primeira vez. Acho que não percebi o que estava tentando fazer ao tentar dar seguimento [a esse filme]…”

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Jovens lutam pela sobrevivência no trailer do suspense ‘No Limite do Perigo’; Assista!

O suspense ‘No Limite do Perigo‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Andrey Simonov.

Quatro jovens de Moscou viajam para Altai para fazer rafting em um rio que corta a montanha. Isolados da civilização, frente a frente com a natureza, nossos heróis só querem saber de relaxar, mas acabam forçados a lutar pela sobrevivência quando algo dá errado. Eles pedem a ajuda de um grupo que encontram no rio. O que eles não sabiam era que os colegas são criminosos e agora os jovens são reféns de criminosos.

Evgeniy Atarik, Vilen Babichev e Grigoriy Chaban estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘A Bruma Assassina’: John Carpenter quer fazer sequência do terror

Em entrevista ao NME, o diretor John Carpenter revelou que estão rolando discussões sobre uma possível sequência do clássico ‘A Bruma Assassina‘ (The Fog).

“Estão acontecendo algumas conversas sobre uma sequência de ‘A Bruma Assassina’. Há discussões de sequências para vários dos meus filmes, que ainda não aconteceram por causa de diversos motivos.”

Ele completa, “Mas, sim, nós estamos conversando sobre isso e eu estou aberto a essa possibilidade.”

Lançado em 1980, e escrito por Carpenter e Debra Hill, o longa original era ambientado em Antonio Bay, uma comunidade pesqueira, que está prestes a comemorar cem anos de fundação, mas justamente nestes dias acontecem estranhos acontecimentos enquanto o lugar é coberto por uma estranha bruma brilhante. Stevie Wayne, a proprietária e operadora da rádio local, vê que algo muito grave está acontecendo e se preocupa em alertar a população.

Jamie Lee Curtis, Adrienne Barbeau e Tom Atkins estrelaram a produção.

Vale lembrar que, em 2005, um remake do terror, intitulado ‘A Névoa‘, foi lançado, mas a produção fracassou nas bilheterias (arrecadando apenas US$ 46.2 milhões mundialmente) e foi massacrado pelos críticos (apenas 4% de aprovação no Rotten Tomatoes).

‘Jack Ryan’: Abbie Cornish tem retorno confirmado na 4ª temporada

De acordo com o Deadline, Abbie Cornish (‘Sucker Punch: Mundo Surreal’) reprisará seu papel como a agente da CIA Cathy Mueller na 4ª temporada de ‘Jack Ryan‘.

A personagem, interesse amoroso do protagonista na série e nos livros, foi vista pela última vez na primeira temporada, não tendo sido sequer mencionada durante o segundo ciclo.

Infelizmente, ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada.

Criada por Carlton CuseGraham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.

Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.

O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih Haaz Sleiman.

Dragon Ball Super: Super-Herói

(Dragon Ball Super: Super Hero)

 

Elenco:

Zach Aguilar
Kara Edwards
Toshio Furukawa

 

Direção: Tetsuro Kodama

Gênero: Anime

Duração: 120 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 18 de Agosto de 2022

Sinopse: 

O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku. Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan. Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói.

Curiosidades: 

» Esse filme terá uma grande passagem de tempo, uma vez que o roteirista Akira Toriyama declarou que a produção será uma história original ao invés de um remake ou adaptação dos novos arcos narrativos que estão sendo escritos para o mangá;

» O longa alegadamente se passará após a Saga Granolah, do mangá;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Após cortes no orçamento, BBC anuncia que aclamada comédia será finalizada na 5ª temporada

Logo após confirmar um corte gigantesco de mais de US$ 100 milhões no orçamento reservado para o desenvolvimento de suas séries originais, a BBC anunciou que a aclamada comédia sobrenatural ‘Ghosts‘ será finalizada na 5ª temporada.

Em comunicado oficial, os produtores executivos Mathew Baynton, Simon Farnaby, Martha Howe-Douglas, Jim Howick, Laurence Rickard e Ben Willbond declararam:

“Após cinco anos incríveis assombrando os corredores da Casa Button, nós decidimos que estava na hora da nossa amada comédia ‘Ghosts’ descansar em paz. Nós acabamos de filmar a quinta e última temporada da série, e mal podemos esperar para que todos possam conferi-la.”

Infelizmente, o ciclo final ainda não possui previsão de lançamento.

Vale lembrar que a série ganhou um remake americano, estrelado pela Rose McIver (‘iZombie’), que atualmente está exibindo sua segunda temporada.

A série foi criada por Mathew Baynton e Simon Farnaby.

A trama gira em torno da Button Hall, uma casa em ruínas que é o lar de inúmeros espíritos inquietos que morreram ali ao longo dos séculos – cada fantasma é um produto de seu tempo, resignado a brigar um com o outro por toda a eternidade sobre a mais inapta das queixas diárias.

O elenco conta com Charlotte Ritchie, Kiell Smith-Bynoe, Lolly Adefope, Simon Farnaby, Martha Howe-Douglas, Jim Howick, Laurence Rickard, Ben Willbond e Katy Wix.

‘Demolidor: Renascido’: Novo vídeo dos bastidores indica introdução de vilão BIZARRO da Marvel

As gravações de ‘Demolidor: Renascido‘ estão a todo vapor, e novos detalhes sobre o reboot da Marvel continuam ser divulgados.

Um vídeo recente dos bastidores, mostrando uma silhueta sinistra grafitando uma pintura do Rei do Crime, indicou a introdução do vilão Muse.

Para quem não conhece, Muse é um personagem tão intrigante quanto aterrorizante. Ele não é apenas um vilão; mas um sádico assassino em série, com um senso de propósito distorcido.

Muse acredita que suas vítimas não têm sentido até que ele as transforme em sua versão de “arte”, usando seu sangue e partes do corpo para compor suas “obras”.

Confira:

Ainda sem data de estreia definida, ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência ao título homônimo dos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Vale lembrar que, quando Charlie Cox voltou a interpretar o Demolidor em ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, os fãs reclamaram bastante de suas cenas de ação.

Entre as críticas, muitos disseram que as coreografias de luta estavam muito artificiais devido ao CGI e sem os movimentos imprevisíveis que o herói ostentava em sua série antiga da Netflix.

Mas isso irá mudar na aguardada ‘Demolidor: Renascido‘…

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Marvel Studios contratou o coordenador de dublês Philip Silvera, que trabalhou na extinta série da Netflix.

Silvera foi o principal responsável pelo estilo de luta do Homem sem Medo, um dos pontos mais elogiados na atração original.

Além de retornar à função, Silvera também foi promovido a diretor de segunda unidade na nova série.

‘V/H/S/8’ é CONFIRMADO!

O site Bloody Disgusting confirmou que o oitavo capítulo da franquia de terror antológico ‘V/H/S‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Produzido pelo Shudder e o Studio 71, o novo filme está programado para estrear em 2025.

Confira o cartaz promocional e siga o CinePOP no YouTube:

Anúncio VHS 8, estreia em 2025.

Vale lembrar que o filme mais recente da saga, ‘V/H/S/Beyond‘, focou em uma coleção de segmentos voltados para o gênero de ficção científica.

 

Confira a lista dos diretores e roteiristas da nova iteração:

  • Stork: Dirigido por Jordan Downey, com roteiro de Downey e Kevin Stewart
  • Fur Babies: Escrito e dirigido por Christian Long e Justin Long
  • Live and Let Dive: Dirigido por Justin Martinez, com história de Martinez e Ben Turner, e roteiro assinado por Turner
  • Dream Girl: Dirigido por Virat Pal, com roteiro de Pal e Evan Dickson
  • Stowaway: Dirigido por Kate Siegel, com roteiro de Mike Flanagan
  • Apresentação especial de Jay Cheel (‘Cursed Films’)

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‘Dexter: Ressurreição’ registra de 3 milhões de espectadores e supera estreia de ‘Pecado Original’

De acordo com o The Hollywood Reporter, a série derivada ‘Dexter: Ressurreição‘ registrou 3.1 milhões de espectadores em sua estreia global, através de múltiplas plataformas.

A média foi calculada dividindo o tempo assistido mundialmente pela duração total.

Para termos de comparação, a audiência supera a os números registrados por ‘Dexter: Pecado Original‘, que alcançou 2.1 milhões de espectadores em seus três primeiras dias.

O site ainda afirma que 221 mil espectadores conferiram o episódio através do canal Showtime, enquanto 2.88 milhões de espectadores acompanharam a produção por plataformas de streaming – o que representa 93% de sua audiência total.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Michael C. Hall no papel titular, a nova série ainda contará com o retorno de David Zayas (Detetive Angel Batista), Jack Alcott (Harrison Morgan) e James Remar (Harry Morgan), John Lithgow (Arthur Miller/Trinity Killer) e Jimmy Smits (Miguel Prado) e David Magidoff (Teddy Reed).

Os novatos Krysten Ritter, Neil Patrick Harris, Ntare Guma Mbaho MwineKadia SarafDominic Fumusa, David Dastmalchian, Steve Schirripa, Eric StonestreetEmilia Suárez completam o elenco.

Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) será o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.

Uma Thurman também integra o time, dando vida a Charley, Chefe de Segurança de Leon. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.

Elijah Wood retornará como Frodo em ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’; Confira o elenco COMPLETO!

A Warner Bros. anunciou o elenco completo do próximo capítulo da franquia ‘O Senhor dos Anéis‘, intitulado ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum‘ (The Lord of the Rings: The Hunt for Gollum).

A produção contará com Andy Serkis como Golum/Smeagol; Ian McKellen como Gandalf; Kate Winslet como Marigol; Jamie Dornan como Strider; Leo Woodall como Halvard; Lee Pace como Thranduil; e Elijah Wood como Frodo.

O longa está programado para estrear no dia 17 de dezembro de 2027.

Confira o 1º cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

Andy Serkis confirma início da produção de ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’

O enredo de ‘A Caçada por Gollum’ se passará em um período que não foi explorado nos filmes originais, detalhado nos apêndices dos livros de J.R.R. Tolkien.

A trama focará na busca por Gollum após ele deixar as Montanhas Sombrias, quando Gandalf suspeita que a criatura sabe a localização do Um Anel. Nos livros, o mago pede a Aragorn para rastrear Gollum pela Terra-média antes que as forças de Sauron o encontrem.

Serkis assume a cadeira de direção.

Ian McKellen revela que Gandalf e Frodo irão aparecer em ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’

Senhor dos anéis

Patty Jenkins não queria Gal Gadot como ‘Mulher-Maravilha’

Gal Gadot conquistou o coração do mundo com seu carisma impresso em ‘Mulher-Maravilha’, mas a atriz não foi a primeira opção da cineasta Patty Jenkins.

Durante uma entrevista com a revista Playboy, a diretora admitiu que não queria que ela fosse a escolhida para assumir o manto, mas confessa que a mesma sensibilidade que cativou a audiência, acabou a conquistando também:

“Me lembro que quando li a notícia de que Gal seria a ‘Mulher-maravilha’, meu coração afundou. Há tempos eu e o estúdio estávamos conversando sobre isso e quando fiquei sabendo da decisão, pensei: ‘então é isso aí né’. Eu tenho certeza que não teria feito a mesma escolha, mas quando comecei a prestar atenção nela, acompanhando de perto, foi simplesmente inacreditável. Honestamente, eles tomaram a decisão mais correta, muito mais do que eu o faria. Acho que eu não teria conseguido vasculhar o mundo com tanta profundidade para encontrá-la, como eles fizeram, buscando além das fronteiras norte-americanas. Acho que eu não teria feito uma busca internacional, escolheria alguém daqui dos Estados Unidos. E a certeza de que eles encontraram a Gal e a escolheram é um presente mágico para mim”.

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

‘Riverdale’: Episódio musical baseado em ‘Carrie, A Estranha’ ganha cartaz retrô; Confira!

O episódio especial de ‘Riverdale‘, que focará em uma peça musical baseada no clássico de Stephen King, ‘Carrie, A Estranha‘, ganhou um novo cartaz, com uma pegada bem retrô, que remete ao clássico filme

Confira:

Madchen Amick (‘Twin Peaks‘) interpretará Margaret White!

O episódio irá ao ar no dia 18 de Abril, e terá Cheryl Blossom (Madelaine Petsch) interpretando a personagem principal.

“O episódio terá 11 músicas do musical. Carrie: O Musical, foi escrito por Lawrence D. Cohen com letras de Dean Pitchford, e música por Michael Gore, e estreou na Broadway em 1988. A versão do colégio Riverdale será dirigido por “futuro vencedor do Tony” Kevin Keller (Casey Cott) e o documentário dos bastidores ficará responsável por Jughead Jones (Cole Sprouse). Fangs Fogarty (Drew Ray Tanner), visto pela última vez tendo um momento com o Kevin no corredor da escola, será o assistente de direção.”

No Brasil, Riverdale é transmitida simultaneamente pelo canal pago Warner Channel e a 1ª temporada estreou na Netflix dia 13 de fevereiro.

Crítica | Relive: Thriller da Blumhouse faz alucinante viagem no tempo

O desejo de refazer, retirar o que disse e de voltar atrás é o que fazem dos filmes com temática de viagem no tempo tão prazerosos. Como epifanias que transitam em linhas temporais distintas e fatos decisivos para o resto do curso da vida de alguém, longas como esse despertam a imaginação da audiência com desejos inalcançáveis e irremediáveis. O novo thriller da Blumhouse, Relive, traz o amado gênero como pilar de seu roteiro, acrescentando vários outros à trama, promovendo uma experiência cinematográfica imersiva e completa.

A produtora co-criada por Jason Blum sabe o que faz. Retomado um fértil território criativo – esquecido após o auge do terror nos anos 2000 -, com boas ideias e filmes aterrorizantes que levam o público ao delírio, a Blumhouse tem explorado os seus baixos orçamentos para abrir caminho no cinema independente. Indo na contramão daqueles thrillers e filmes de terror B de qualidade duvidosa (como The BlobA Bolha Assassina), ela volta ao Festival de Sundance uma vez mais. Após o sucesso de Corra!, cujos direitos de distribuição foram adquiridos por ela, a empresa marca presença com um longa que traz a essência do que ela sabe fazer de melhor: entreter e instigar as audiências.

Em Relive, David Oyelowo interpreta Jack, um policial honesto que perde seu irmão, cunhada e sobrinha em um terrível assassinato. Tentando descobrir como todos foram tão brutalmente mortos, ele vai dedicar seus esforços para tentar fechar a ferida aberta. Mas o caso se complica, quando sua sobrinha aparentemente morta passa a se comunicar com ele – direto do passado, o levando a muito mais que resolver o crime, mas sim a evitar que a tragédia aconteça. Proporcionando um nó na mente do espectador, a narrativa – desenvolvida por Jacob Estes e Drew Daywalt, dribla a percepção de todos, sendo amarrada com tanta cautela, que passamos a maior parte do tempo tão perdidos como o protagonista.

Desenrolando os fatos de maneira, aparentemente, aleatória, o thriller segura o nosso fôlego, nos intrigando com uma espécie de quebra-cabeça turvo, onde a cada pedaço acoplado, mais complexo fica. Com uma tensão crescente, estabelecida pelos personagens de Oyelowo e Storm Reid, Relive faz jogos mentais com a audiência, nos levando a pensar em alternativas que poderiam mudar o futuro que já sabemos, mantendo nossa atenção vidrada na narrativa. Unindo um leque caprichado de gêneros, o longa mescla o suspense com a ação acelerada, encorpada por uma forte carga dramática, que é coroada com pequenos elementos do terror.

Unindo as pontas soltas com precisão, o filme dirigido por Estes tem seu ápice na viagem do tempo, que trabalha de maneira diferenciada, sem as batidas cápsulas tão usadas no cinema em longas do gênero. Consolidando toda essa premissa de maneira original, passado e presente conversam entre si, a fim de que ambos possam resultar em um futuro diferente. O que hipnotiza nossa atenção no thriller é justamente querer saber como esses dois fragmentos do tempo, o que era e o que é, podem se colidir para alternar o vindouro. E por meio das poderosas atuações da nossa dupla de protagonistas, somos arrebatados por uma produção insana, de ritmo acelerado e enredo bem amarrado.

Com uma direção que usa de artimanhas visuais para exprimir a sensação de viagem no tempo, focando também nas emoções dos personagens, Relive passeia pelos gêneros mais diversos com habilidade e leveza. Com um clímax extasiante e uma conclusão até um tanto óbvia, o longa traz fragmentos que são quase como referências de produções amadas como Sicário, De Volta Para o Futuro, Sem Segurança Nenhuma e até mesmo Corra!. Com elenco predominantemente negro, a Blumhouse se consolida mais uma vez como uma marca valiosa para o cinema com forte representatividade, nos permitindo ter o prazer de desfrutar de filmes como este, cheio de cliffhangers, reviravoltas e que vai – facilmente – explodir sua mente.

‘Dois Irmãos’: Conheça Corey, personagem de Octavia Spencer, em cena divulgada; Assista!

A nova animação da Pixar, ‘Dois Irmãos‘, segue com sua jornada nas telonas e uma cena da produção fora divulgada, apresentando a personagem Corey, dublada originalmente pela vencedora do Oscar Octavia Spencer.

Assista:

 

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Meet Corey… orrr The Manticore, voiced by @OctaviaSpencer, in this brand-new clip from #PixarOnward. See the film in theaters now!

Uma publicação compartilhada por Walt Disney Studios (@disneystudios) em


A produção recebeu uma nota A- da audiência e conquistou os críticos, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso deve ajudar a animação a manter uma boa estabilidade nas próximas semanas.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ já está em exibição nos cinemas.

Do pior ao melhor: Ranking de todos os filmes assistidos no Festival de Sundance 2021

Nicolas Cage, Alexander Skarsgard, Tessa Thompson, Boyd Holbrook, Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield são alguns dos grandes nomes que passaram pelo Festival de Sundance 2021 com novos filmes.

E para coroar mais uma cobertura do evento feita pelo CinePOP, por meio da nossa jornalista Rafa Gomes, separamos um ranking com todos os filmes vistos durante os seis dias de festival do pior ao melhor. Confira!

18 – Cryptozoo

A still from Cryptozoo by Dash Shaw, an official selection of the NEXT section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Johnny Dell’Angelo.
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Com uma proposta profundamente ousada, a animação Cryptozoo – dirigida por Dash Shaw, apresenta um universo de criaturas míticas, que tentam sobreviver em meio a um mundo onde os seres humanos querem dominá-las e abusá-las. Dublada pelos atores Michael Cera e Zoe Kazan, a produção traz uma estética bem peculiar e autoral, que levemente se assemelha às animações do bloco Adult Swim, da WarnerMedia, onde vemos desenhos mais maduros como Rick and Morty e Uma Família da Pesada.

Peculiar e inquietante, a animação não é para todos. Premiada no Festival de Sundance com o Innovator Award, ela demora para cativar o público e sua estranheza absurda é desconfortável de um jeito pouco cativante. Com uma qualidade técnica que realmente impressiona, Cryptozoo está – notavelmente – à frente do seu tempo. Ainda assim, ela exige da audiência uma flexibilidade e ousadia

17 – Wild Indian

Michael Greyeyes appears in Wild Indian by Lyle Mitchell Corbine Jr., an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Eli Born.
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Makwa, um jovem menino Anishinaabe, teve uma vida difícil, sendo um sobrevivente de abuso doméstico. Ele e seu único amigo, Ted-O, gostam de se distrair brincando na floresta, até o dia em que Makwa mata um colega de escola de forma chocante. Depois de encobrir o crime, os dois meninos passam a viver vidas muito diferentes. Agora, como homens adultos, eles devem enfrentar a verdade do que fizeram e do que se tornaram.

Estrelado por Jesse Eisenberg e Kate Bosworth, o drama – que marca a estreia na direção de longas-metragens de Lyle Mitchell Corbine Jr. – é espetacular em seus dois primeiros atos, mas perde o seu rumo em sua última meia hora. Construindo uma narrativa rica e instigante, que arrebata a audiência, o longa se transforma em uma promessa não cumprida. Com um desfecho mediano, ele não honra a ousadia inicial do seu roteiro e deixa a audiência à deriva, esperando por mais. Lindamente dirigido, Wild Indian é incapaz de alcançar todo o seu potencial em tela.

16 – John and the Hole

Charlie Shotwell appears in John and the Hole by Pascual Sisto, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Paul Özgür.
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Enquanto explora os bosques vizinhos, John (Charlie Shotwell), de 13 anos, descobre um bunker inacabado – um buraco profundo no solo. Aparentemente sem qualquer motivo, ele droga seus ricos pais (Michael C. Hall e Jennifer Ehle) e sua irmã mais velha (Taissa Farmiga), arrastando os seus corpos inconscientes para o bunker, onde os mantém presos. Enquanto esperam ansiosamente que John os liberte, o garoto volta para casa, onde pode finalmente fazer o que quiser.

O terror, originalmente planejado para ser lançado no Festival de Cannes 2020, é extremamente ambicioso e sustenta a sua narrativa de forma sólida e hipnotizante, nos intrigando a ponto de querer esmiuçar o que se passa no psicopata adolescente. No entanto, à medida em que a narrativa também cresce e se desenvolve com vigor até o final do seu segundo ato, o longa perece em um desfecho preguiçoso e blasé. Faltou no roteiro a mesma audácia do jovem John.

15 – How it Ends

Zoe Lister-Jones and Cailee Spaeny appear in How it Ends by Daryl Wein and Zoe Lister-Jones, an official selection of the Premieres section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Daryl Wein.
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No dia em que um asteroide está programado para obliterar a Terra, Liza (Zoe Lister-Jones) recebe um convite para uma última festa antes que tudo acabe. Ao longo do trajeto, ela decide se reconciliar com os amigos e familiares que a machucaram no passado, antes de se despedir desta vida. No entanto, ela descobrirá que acima de todos, ela precisará fazer as pazes consigo mesma.

Dirigido e roteirizado por Daryl Wein e Zoe Lister-Jones, a comédia dramática pré-apocalíptica traz uma bela e apaixonante mensagem, regada por um humor delicioso, que se intercala com uma proposta mais ácida, mas ao mesmo tempo mais doce. Gravado ao longo de toda a pandemia, a produção é ideal para estes tempos de incerteza, insegurança e reconciliação que todos temos vivido. Divertido, mas também profundo, How it Ends tem uma direção simples, mas reside na essência do seu roteiro, que nos leva a refletir sobre as escolhas que fazemos e sobre as cobranças que infligimos em nós mesmos.

14- Prisoners of the Ghostland

Nick Cassavetes and Nic Cage appears in Prisoners of the Ghostland by Sion Sono, an official selection of the Premieres section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute.
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Na traiçoeira cidade fronteiriça de Samurai Town, um implacável ladrão de banco (Nicolas Cage) é libertado da prisão pelo rico senhor da guerra O Governador (Bill Moseley), cuja “neta” adotiva Bernice (Sofia Boutella) está desaparecida. O homem oferece ao prisioneiro sua liberdade em troca de recuperar a mulher. Amarrado em um terno de couro que se autodestruirá em cinco dias, o bandido sai em uma jornada para encontrar a jovem – e seu próprio caminho para a redenção.

O primeiro filme em língua inglesa feito pelo aclamado cineasta e poeta japonês Sion Sono é uma deliciosa e caótica surpresa, que traz Nicolas Cage explorando o lado mais exagerado de sua atuação. Divertido e explosivo, o longa é uma combinação de Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão com samurais. Caricato e cheio de referências ao cinema oriental, a produção não quer ser levada muito a sério e faz dos seus exageros uma experiência cinematográfica que inusitadamente beira o cômico.

13 – Passing

Ruth Negga and Tessa Thompson appear in Passing by Rebecca Hall, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Edu Grau.
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Irene Redfield (Tessa Thompson), uma refinada mulher de classe alta dos anos 1920, acidentalmente reencontra uma antiga colega de escola, Clare Kendry (Ruth Negga). Duas mulheres negras que conseguem “se passar” por brancas, elas optaram por viver em lados opostos da linha de cores. Com Clare se afeiçoando cada vez mais pelo estilo levado pela comunidade afro do bairro Harlem, ela vai gradativamente tentar se apropriar da vida que Irene leva com seu esposo e filhos.

Estreia na direção da atriz Rebecca Hall (Homem de Ferro 3), o drama de época – que conta com Alexander Skarsgard no elenco, traz uma bela fotografia em preto e branco e mostra os contrastes entre a comunidade caucasiana e afro-americana no auge da década de 20 – antes das Leis de Jim Crow, que oficializaram a segregação racial nos Estados Unidos. Com uma belíssima fotografia, o drama aborda questões pontuais como identidade, racismo e as consequências das nossas escolhas. Contemporâneo e bem dirigido, a maior fraqueza do longa é o seu final, que poderia ser um pouco mais confrontador. Ainda assim, Passing é uma ótima experiência cinematográfica.

12 – First Date

Tyson Brown and Shelby Duclos appear in First Date by Manuel Crosby and Darren Knapp, an official selection of the NEXT section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Manuel Crosby.
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Mike, um adolescente apaixonado, finalmente cria coragem para convidar Kelsey para um encontro. Para tentar impressioná-la, ele usará suas economias para comprar o seu primeiro e mal acabado carro. Mal ele sabia que o veículo fazia parte de um rolo envolvendo tráfico de drogas, mafiosos e muito dinheiro. E o que era para ser um simples rolê a dois, se transformará em uma alucinante e caótica jornada que é – literalmente – tiro, porrada e bomba.

Dirigido e roteirizado pelos amigos Manuel Crosby e Darren Knapp, First Date é Superbad – É Hoje com esteroides. Hiperbólico em quase todos os aspectos, o filme gera uma leve estranheza em seus primeiros minutos, mas rapidamente conquista a audiência por sua ousadia, humor ácido e exageros. Com um elenco repleto de atores anônimos, a comédia mescla a estranheza natural da adolescência ao gênero de ação, proporcionando o riso frouxo. Com a proposta de ser puro entretenimento, a comédia é uma deliciosa pedida para se desligar do caos do mundo em que estamos vivendo.

11 – I Was a Simple Man

Steve Iwamoto and Constance Wu appear in I Was a Simple Man by Christopher Makoto Yogi, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Eunsoo Cho.
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Masao é um idoso que está cada vez mais doente. Distante dos seus filhos e isolado em sua antiga casa na costa norte de Oahu (Havaí), ela começa a ter devaneios ligados à sua juventude e as escolhas feitas em seu passado. Cada vez mais debilitado e com seus últimos sopros de vida se aproximando, ele vai contar com a ajuda da sua desconfortável filha e neto – os poucos que decidiram lhe estender a mão após uma vida de ausência e distanciamento paterno. Seus dias finais serão marcados por dolorosas memórias que ainda o perseguem.

Dirigido pelo havaiano Christopher Makoto Yogi, I Was Simple Man é um simbólico e delicado relato sobre o fim da vida. Estrelado por Constance Wu, a produção faz um contraste entre o presente e o passado de um homem que escolheu abandonar a sua família, após uma perda. Com a abordagem narrativa com ares de Terrence Malick, o drama é uma experiência sinestésica e emocionante sobre o fim da vida.

10 – Rita Morena: Just a Girl Who Decided To Go For It

A still from Rita Moreno: Just a Girl Who Decided to Go For It by Mariem Pérez Riera, an official selection of the U.S. Documentary Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo: West Side Story copyright 1961 MetroGoldwynmayer Studios Inc. All rights reserved. Courtesy of MGM Media Licensing.
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Talentosa, enérgica e cheia de alegria, Rita Moreno encanta o público há mais de 70 anos. Quer seja exibida na televisão, no cinema ou no palco, sua arte transcende o canto, a dança e a atuação, à medida que ela se reinventa continuamente e supera os limites criativos. Moreno é uma pioneira e uma das performers mais autênticas do nosso tempo, e ela tem o status EGOT para provar isso.

O documentário dirigido por Mariem Pérez Riera e produzido por Lin-Manuel Miranda passeia por todas as fases da vida da emblemática artista latina. Com uma memória excepcional e relatos fascinantes sobre a vida de imigrante em uma América profundamente preconceituosa, Moreno exala ainda mais o seu carisma, compartilhando momentos gloriosos e dolorosos de sua trajetória. Sua voz é ainda ecoada por entrevistas feitas com artistas latinos – como Miranda e Eva Longoria – que cresceram cercados pela influência da artista e que foram diretamente beneficiados pela forma como ela rompeu barreiras e fronteiras para conquistar Hollywood.

09 – Together Together

Ed Helms and Patti Harrison appear in Together Together by Nikole Beckwith, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Tiffany Roohani.
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Quando Anna, de 26 anos, se torna uma barriga de aluguel de um designer de aplicativos solteiro e de meia-idade, chamado Matt, ela espera apenas poder pagar os seus estudos com o dinheiro que a nova função lhe trará. Mas enquanto o entusiasmo desenfreado de Matt o leva a se inserir persistentemente em sua vida e a convidá-la para a dele, Ana verá sua personalidade irritadiça se dissolver em um encantamento. Gradativamente, a dupla de solitários se abrirá um ao outro, cedendo à intimidade de sua experiência compartilhada e criando uma amizade improvável.

Ed Helms estrela essa comédia não romântica de forma primorosa. Subvertendo o seu próprio estereótipo, ele faz do geek Matt um personagem encantador para audiência, quase se aproximando de um “crush”. Sob a direção e roteiro da Nikole Beckwith, Together Together é uma deliciosa produção que nos faz apaixonar por uma ideia, nos embalando em uma trama cativante e com um final impactante.

08 – Eight for Silver

Alistair Petrie, Amelia Crouch and Simon Kunz appear in Eight for Silver by Sean Ellis, an official selection of the Premieres section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Sean Ellis.
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No final do século XIX, o brutal barão Seamus Laurent (Alistair Petrie) mata um clã romani, lançando uma maldição sobre sua família e vila. Nos dias que se seguem, os habitantes da cidade são atormentados por pesadelos, com o filho de Seamus desaparecendo e um outro garoto da comunidade morrendo. Caberá ao patologista visitante John McBride (Boyd Holbrook) combater essa nova e assustadora ameaça.

Sean Ellis faz de Eight for Silver uma experiência cinematográfica cativante. Como um filme de terror, o longa com Boyd Holbrook é rico em mistérios e jumpscares, à medida em que também constrói uma atmosfera de terror psicológico. Como um filme independente lançado em Sundance, a produção é um primor em sua qualidade técnica, conforme ainda aborda uma questão social profundamente importante: O reconhecimento da ancestralidade das terras nas quais hoje habitamos.

07 – R#J

Camaron Engels and Francesca Noel appear in R#J by Carey Williams, an official selection of the NEXT section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Charles Murphy.
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Na bela Verona, uma guerra tão antiga quanto o tempo está se formando entre casas rivais, mas está sendo capturada de uma nova maneira. Montague e Capulet Gen Zers estão usando seus smartphones para documentar as erupções de violência que assolam suas comunidades. No meio de tudo isso, Romeu se apaixona por Julieta. Enquanto as tensões entre suas famílias aumentam, os dois imploram por paz e procuram desesperadamente por uma maneira de escapar de seu destino infeliz.

Carey Williams, eleito um dos Novos Rostos do Cinema Independente pela revista Filmmaker Magazine, faz a sua versão contemporânea do clássico Romeu e Julieta – de William Shakespeare. Seguindo uma premissa semelhante a de Buscando… e estrelado por Diego Tinoco (On My Block) e Russell Hornsby (O Ódio que Você Semeia), o longa é hipnotizante pela caracterização de seus personagens e pelo roteiro performático, que traz um novo vigor ao inesquecível conto. O casal mais famoso da literatura ganha uma roupagem diferente em meio ao universo das redes sociais e sua história nunca esteve tão contemporânea como agora.

06 – Judas e o Messias Negro

Judas e o Messias Negro não apenas relata o legado de Fred Hampton como líder dos Panteras Negras e a conspiração do FBI, mas também abre um espaço de fala igual ao homem que se tornou infame por sua traição – destacando os sistemas de desigualdade e opressão que alimentaram os dois papéis.

Shaka King faz um excepcional trabalho de direção no drama biográfico, explorando com precisão as atuações dos aclamados atores Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield, que brilham em suas caracterizações e entregam performances apaixonantes e poderosas. Produzido por Ryan Coogler (Pantera Negra), o longa é preciso em seus relatos e promove uma pontual reflexão sobre poder, influência, injustiça e racismo.

05 – Jockey

Clifton Collins Jr. appears in Jockey by Clint Bently, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Adolpho Veloso.
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O experiente jóquei Jackson (Clifton Collins Jr.) resistiu há décadas de corridas no circuito de equitação, mas agora está enfrentando o que poderia ser sua última temporada enquanto sua saúde se deteriora. Com a ajuda de Ruth (Molly Parker) e um novo cavalo promissor, Jackson começa a se preparar para o próximo campeonato. Seus planos saem de controle quando um jovem jóquei (Moisés Arias – Rico de Hannah Montana) aparece e afirma ser seu filho. Pego entre o anseio por uma conexão e a incerteza sobre seu próprio futuro, Jackson enfrenta questões difíceis sobre seu legado.

Dirigido e co-roteirizado por Clint Bentley – a partir da sua experiência como filho de um jóquei -, o drama traz uma combinação monstruosa de atuações, com Collins Jr. (Westworld) facilmente roubando a cena. Sua performance ainda lhe rendeu um prêmio do Festival de Sundance e promete reverberar ao longo de 2021, tornando-o um dos possíveis pré-indicados da temporada de premiações (ainda que seja muito cedo para especular o ano de 2022!). Cheio de reflexões e com uma exímia qualidade técnica, o longa tem tudo para conquistar também o público geral.

04 – Mass

Jason Isaacs and Martha Plimpton appear in Mass by Fran Kranz, an official selection of the Premieres section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Ryan Jackson-Healy.
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Imagine a interação mais temida, tensa e emocionalmente desgastante em que você poderia se encontrar e a multiplique por 10. Isso é exatamente o que dois pares de pais – Richard (Reed Birney) e Linda (Ann Dowd); Jay (Jason Isaacs) e Gail (Martha Plimpton) – estão enfrentando. Anos depois de uma tragédia causada pelo filho de Richard e Linda ter destruído todas as suas vidas, Jay e Gail estão finalmente prontos para conversar em uma tentativa de seguir em frente.

Estreando na direção e roteiro, Fran Kranz já mostra não apenas a profundidade da sua sensibilidade com esse filme, bem como sua habilidade técnica de desenvolver uma história. Poderoso, o drama mostra o “Lado B” de um tiroteio escolar, trazendo as sequelas de um trágico crime, para as famílias que são forçadas a lidar com a despedida repentina de seus filhos. Catártico e emocionante, Mass leva a audiência para um outro patamar, com diálogos precisos e atuações exorbitantes. Nunca um filme feito com tão pouco orçamento foi tão capaz de transformar a nossa experiência cinematográfica.

03 – On the Count of Three

Christopher Abbott and Jerrod Carmichael appear in On the Count of Three by Jerrod Carmichael, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Marshall Adams.
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Val (Jerrod Carmichael) chegou a um lugar onde sente que a única saída é encerrar a sua vida. Mas ele se considera um pouco fracassado e então ele acha que precisa de ajuda. Por sorte, o melhor amigo de Val, Kevin (Christopher Abbott), está se recuperando de uma tentativa fracassada de suicídio, então ele parece ser o parceiro perfeito para executar esse plano duplo de suicídio. Mas antes de irem embora, eles têm alguns negócios pendentes para resolver.

Carmichael estreia na direção de maneira brilhante, nessa comédia dramática de humor sombrio, que pende muito mais para o drama, do que para o riso. Com um roteiro brilhante e intenso e atuações extraordinárias, On the Count of Three é um complexo, porém simples filme sobre o valor da vida, à medida que aborda questões importantes como vícios e abuso sexual. Explosiva e dinâmica, a produção ainda possui um final espetacular e visceral.

02 – Coda

Emilia Jones appears in CODA by Siân Heder, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute.
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Ruby (Emilia Jones) é o único membro ouvinte de uma família surda. Aos 17, ela trabalha de manhã antes da escola para ajudar seus pais e irmão a manter seu negócio de pesca em Gloucester funcionando. Mas ao ingressar no coral de sua escola, ela se sentirá atraída por seu parceiro de dueto (Ferdia Walsh-Peelo) e por uma paixão latente por cantar. Seu entusiasta e amoroso maestro (Eugenio Derbez) ouve algo especial e incentiva Ruby a considerar a escola de música e um futuro além da pesca, deixando-a dividida entre a obrigação com a família e a busca de seu sonho.

Siân Heder teve seu primeiro longa (também lançado em Sundance), intitulado Tallulah, comprado pela Netflix e agora retorna com essa poderosa comédia dramática teen, vencedora de quatro prêmios e que mostra um lado pouco explorado no cinema. A produção é dona de uma delicadeza e de um humor grandiosos. Nos surpreendendo e nos fazendo apaixonar por cada uma das pequenas subtramas presentes no enredo, Coda consegue ser hilário, romântico, catártico e dramático simultaneamente, com uma sensibilidade raramente vista em tela.

01 – Summer of Soul (…Or, When the Revolution Could Not Be Televised)

A still from Summer Of Soul (Or, When The Revolution Could Not Be Televised) by Ahmir “Questlove” Thompson, an official selection of the U.S. Documentary Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Mass Distraction Media.
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Em 1969, durante o mesmo verão de Woodstock, um festival de música diferente aconteceu a 160 quilômetros de distância. Mais de 300.000 pessoas compareceram à série de concertos de verão, conhecida como Festival Cultural do Harlem. O evento foi filmado, mas depois daquele verão, as filmagens ficaram escondidas em um porão por 50 anos. Nada nunca foi visto. Até agora.

Dirigido por Ahmir “Questlove” Thompson – que estreia como cineasta -, o documentário não apenas é habilmente editado, como segue uma narrativa múltipla que pouco se vê no gênero documental. Aqui, música, história, contexto social, política e economia se entrelaçam, em uma produção capaz de conquistar até aqueles menos afeiçoados por filmes desse porte. Completo e reflexivo, Summer of Soul ainda projeta os holofotes para mais um apagado capítulo da história afro americana, trazendo uma coleta documental rica e completamente inédita.

‘Django Livre’: Vencedor do Oscar de Quentin Tarantino será REMOVIDO da Netflix

O aclamado vencedor do Oscar ‘Django Livre‘, estrelado por Jamie Foxx, Leonardo DiCaprio e Christoph Waltz, será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no dia 01 de março.

Na trama, Django é um escravo, comprado pelo caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz para auxiliá-lo em uma missão. A dupla acaba fazendo amizade e, após resolver os problemas do caçador, parte em busca por Broomhilda, esposa de Django. Para isso, eles devem enfrentar o vilão Calvin Candie, proprietário da escrava.

Relembre o trailer:

Kerry Washington, Samuel L. Jackson, Walton Goggins e Dennis Christopher completam o elenco.

Quentin Tarantino assina o direção e o roteiro do longa.

 

 

 

Crítica | Legítimo Rei – Épico sangrento segue a cartilha dos filmes de guerra

Após o grandioso Coração Valente (1995), de Mel Gibson, o escocês David Mackenzie (A Qualquer Custo), retoma a história de independência da Escócia a partir do início do século XIV. Sendo um sucessor histórico do famoso épico, Legítimo Rei (Outlaw King) destaca a jornada de fracassos e vitórias de Robert the Bruce (Chris Pine) para tornar-se o autêntico rei da Escócia.

Após a derrota de William Wallace em batalha, Robert e seu pai (James Cosmos) juram obediência dos escoceses ao rei da Inglaterra Edward I (Stephen Dillane) em busca de restabelecer a paz no reino. Ele é apontado como guardião da Escócia junto com seu rival John III Comyn (Callan Mulvey) e, em gratidão a sua honraria, recebe o posto de coletor de impostos e uma esposa, Elizabeth Burgh (Florence Pugh), afilhada do rei.

Nesse contexto histórico, Legítimo Rei possui dois elementos fortes em sua narrativa. Primeiro, o romance entre Robert e Elizabeth, afinal a atriz Florence Pugh se sobressai em todas as suas cena como uma jovem determinada e corajosa. Segundo, a crueldade bárbara medieval, tanto nos momentos de luta, quanto do pequenos embates entre os homens do rei e o povoado. Ou seja, o filme cresce em momentos de romance e batalhas sangrentas, entretanto, os outros desenlaces da saga de Robert carecem de emoção.

Com maestria, Mackenzie explora as belas paisagens escocesas, mas as encenações de invasões aos povoados aparentam serem risíveis. Justamente porque pretende-se mostrar que Robert avança em seu plano e é uma ameaça ao reino inglês, contudo a impressão é oposta. Com o dever de carregar o filme, a atuação de Chris Pine é regular e apresenta muito pouco das sensações do personagem. Apenas quando ele descobre que a sua esposa e a filha Marjorie (Josie O’Brien) foram aprisionadas, o seu rosto resplandece sua derrota pessoal.

Em contrapartida, o seu aliado James Douglas, vivido por Aaron Taylor-Johnson vocifera bravura, revolta e orgulho por toda a história, tendo mais relevância em cena do que o próprio protagonista. Os outros coadjuvantes não conseguem nenhum destaque, enquanto o antagonista Príncipe de Gales Edward (Billy Howle) é personificado como imbecil e hediondo. Um homem que tem coragem de destripar um aldeão, mas no meio da batalha implora por ajuda sem honra.

Como vilão, o personagem que virá a ser o rei Edward II é estereotipado e ao invés de ser um inimigo a ser temido, torna-se um tropeço no meio do caminho. Sem conseguir trazer a sensação de estupor da guerra naquele momento, Legítimo Rei segue um passo a passo das produções de época, com aldeias, castelos e lutas de espadas, mas perdendo o vigor.

Apesar da morte William Wallace servir de estopim para a revolta de Robert, o personagem histórico é representado apenas por um pedaço do seu braço, já esquartejado e espalhado pelos cantos da Inglaterra. O filme não consegue transmitir a verdadeira relevância de Robert the Bruce e a sua temperança em frente às consecutivas derrotas, as baixas na família e a descrença das pessoas.

Seu único grande momento é na última batalha, em que para encorajar o seu pequeno exército ele grita: “Conheço todos vocês como homens, mas hoje nós seremos animais ferozes”. Com 10 minutos de duração, a sequência não economiza no banho de sangue junto com o lamaçal do campo de batalha. Entre homens, armaduras, espadas e cavalos, é impossível distinguir os detalhes, mas os espíritos de hostilidade e triunfo são impressos fortemente.

Com um recorte de apenas um ano e meio, Legítimo Rei limita-se entre a morte de William Wallace e o começo da conflagração de Robert até a sua vitória que simbolicamente é o ponto de partida para o seu sucesso nos anos posteriores. Para finalizar este capítulo da história escocesa, Mackenzie destaca o reencontro do casal, celebrando a união do lutador triunfante e da mulher que passa meses pendurada em uma jaula ao relento em lealdade ao marido.

Michelle Rodriguez estrelará série de ação em realidade virtual de Robert Rodriguez

O diretor Robert Rodriguez (Alita: Anjo de Combate) está desenvolvendo uma nova série de ação em realidade virtual chamada ‘The Limit’. Agora, de acordo com o Deadline, a atriz Michelle Rodriguez (Lost’, ‘Velozes e Furiosos) será a protagonista. A série mostrará a atriz como uma arma de destruição em massa determinada a destruir a agência secreta que a criou.

A trama da ação, escrita por Robert e seu filho, Racer Max, foi planejada como uma experiência de realidade virtual e produzida em um novo formato cinematográfico, meio-termo entre o padrão Widescreen e vídeos em 360°.

As filmagens já foram finalizadas e o lançamento de ‘The Limit’ será no ainda inédito aplicativo do canal Surreal, que ficará disponível para download até o meio desse ano.

‘Bordertown’: Nova série de drama criminal chega à Netflix

O seriado finlandês, Bordertown, já está disponível no catálogo da Netflix Brasil.

Após boa aceitação de público e crítica, a série vem com o selo “oginal Netflix e mostra a história do policial Kari Sorjonen, que decide se mudar para uma pequena cidade com o intuito de se aproximar da família. O trabalho de detetive em Helsinki fez com que ele não conseguisse dar atenção necessária à mulher que luta contra um câncer. Com ela recuperada, o policial acha que seria bom uma mudança de hábito. Porém, as coisas começam a dar errado e as consequências são muito perigosas.

Criada por Mikko Oikkonen, a primeira temporada conta com 11 episódios, de uma hora cada um. Vale destacar também que uma segunda temporada já foi anunciada.

Assista o trailer:

Bordertown já está disponível na Netflix.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘Jurassic Park’ – incluindo ‘Jurassic World: Domínio’

Jurassic World: Domínio enfim chega aos cinemas brasileiros hoje e os fãs já vão sair das sessões se perguntando qual capítulo da saga é o melhor. Pensando nisso, o CinePOP, que já viu o novo filme, fez um ranking de toda a saga, incluindo Jurassic World: Domínio.

Confira:

6. Jurassic Park III (2001)

Massacrado pela crítica, Jurassic Park III foi dirigido por Joe Johnston, que tentou se desvencilhar ao máximo do trabalho feito e consagrado por Steven Spielberg nos anos anteriores. Para isso, ele levou o Dr. Grant (Sam Neill) para a Ilha Sorna, onde ele acaba sendo enganado por uma família que procura o filho desaparecido. Além de destruir a vida amorosa do protagonista, o filme ainda muda o comportamento de certos personagens e mata o principal astro da saga, o Tiranossauro, para dar lugar ao psicótico Espinossauro. Além disso, ele flerta mais com o suspense do que com a aventura e traz alguns dinossauros feitos com um CGI bem meia boca.

 

5. Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

O segundo capítulo da trilogia Jurassic World trouxe o diretor J.A. Bayona para dar ao filme um tom mais próximo do suspense e do terror. No entanto, dá para sentir uma interferência do estúdio, que parece ter pedido para ele segurar um pouco a mão. Então, apesar de ter a melhor direção da trilogia nova, fica uma falta de coesão na história, que traz a destruição da Ilha Nublar por meio da erupção do vulcão. Assim, o governo precisa decidir entre resgatá-los ou deixá-los para morrer. Claro que nada sai como o esperado.

 

4. O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

Protagonizado pelo sarcástico Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum), o segundo e último filme da franquia Jurassic a ser dirigido por Steven Spielberg é uma adaptação bem liberal do romance homônimo de Michael Crichton. A trama gira em torno do Dr. Malcolm, que revelou ao mundo os horrores que viveu na Ilha Nublar em 1993. Porém, a InGen, sob nova direção, usa seu dinheiro e influência para descreditá-lo no meio acadêmico, fazendo com que ele fosse visto como louco. No entanto, após convocação de um doente John Hammond, ele descobre que sua namorada foi mandada para a Ilha Sorna, uma segunda ilha onde os dinossauros eram feitos, para documentar a vida deles na natureza. Então, ele aceita integrar um time que vai para a ilha para tirar seu amor de lá. O problema é que a nova direção da empresa enviou um grupo de mercenários para capturarem algumas espécies e levarem para o continente, onde planejam fazer um novo parque.

O interessante é que mesmo mantendo a excelência técnica do filme original, mesclando com maestria o CGI com os animatrônicos, o próprio Steven Spielberg já assumiu que não gosta tanto desse filme. Ele tem dois momentos bem distintos. O primeiro é toda a saga de Malcolm indo para a ilha e tentando sair de lá. Se o filme fosse só isso, seria uma boa sequência, ainda mais brutal que o primeiro longa, mas o segundo momento é o do T-Rex na cidade. Ele funciona como um conto anacrônico isolado, mas acaba estendendo por demais o filme e não dialoga bem com a proposta trazida. Mesmo assim, é uma aventura com momentos memoráveis e um suspense bem trabalhado.

 

3. Jurassic World: Domínio (2022)

O novo e último capítulo da saga traz uma direção não muito inspirada de Colin Trevorrow e um roteiro quase inexistente. Só que a reunião do trio original com o novo elenco traz ao filme um jeitão de parque de diversões para os fãs da saga.

Além disso, os novos dinossauros misturam muito bem os efeitos práticos com o CGI, dando um aspecto de realismo muito bem-vindo. Sem contar as novas espécies e as cenas de ação de tirar o fôlego.

 

2. Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

Reiniciando a franquia Jurassic nos cinemas, Jurassic World se passa décadas depois da tragédia original e traz o parque funcionando nos dias atuais. A InGen revitalizou a ilha melhorou a tecnologia, fazendo do Jurassic World uma das principais atrações do mundo. Porém, quando o primeiro híbrido do parque escapa de seu padoque, o público passa a correr sérios riscos, dada a imprevisibilidade do animal “nascido” para matar.

Há quem não goste muito das propostas desse filme, como ter os Velociraptores “treinados”, mas ver o parque funcionando e ter a dupla de irmãos comandando grande parte da história faz desse filme uma aventura muito boa de assistir.

 

1. Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

Por fim, em primeiro lugar no ranking, não tinha como ser diferente. O primeiro Jurassic Park é um clássico imortal do cinema e responsável por despertar o amor pela sétima arte em algumas gerações.

A trama é adaptada do livro homônimo pelo próprio autor, Michael Crichton, e leva um grupo de cientistas para um fim de semana em uma ilha, onde um bilionário decidiu investir na clonagem de dinossauros para abrir um parque temático. As coisas dão errado, os dinossauros escapam e agora o grupo precisa encontrar um jeito de sobreviver e pedir ajuda ao continente para deixar a ilha.

Trazendo os dinossauros mais realistas que o cinema já viu, Steven Spielberg praticamente redefiniu os conceitos de blockbuster com esse longa.

E aí? Concorda com o ranking? Diga nos comentários!

Jurassic World: Domínio está em cartaz nos cinemas do Brasil.

Star Wars – George Lucas completa 78 anos!

George Walton Lucas Jr. Esse é um nome que você com certeza já viu – repetidas vezes – nos créditos de alguns dos filmes mais bem-sucedidos da história do cinema. O jovem tímido que nasceu em 14 de maio de 1944 na cidade de Modesto, ao norte da Califórnia, se aventurou a cursar Cinema na Universidade da Carolina do Sul, na década de 1960, e foi lá que – pasmem! – ele conheceu ninguém menos que Francis Ford Coppola, com quem mais tarde fundou a American Zoetrope, uma instituição que visava apoiar a criação de filmes independentes fora do circuito de Hollywood.

A trajetória do roteirista, diretor e produtor George Lucas caminha em paralelo com a história da cultura pop mundial, e, por isso, para comemorar os 78 anos do criador do universo de ‘Star Wars’, listamos aqui os principais momentos de sua vida longa e próspera – com o perdão do trocadilho. ; )

Industrial Light & Magic (1975)

Não, este não é o nome de um filme, mas sim de uma empresa, criada pelo George Lucas com a finalidade de conseguir atender suas próprias necessidades de efeitos visuais em longas-metragens. Sim, esse é o nível de perfeccionismo que o divo tem: criar uma empresa porque as que existem no mercado não são capazes de reproduzir em imagem a megalomania que ele tem na cabeça. E deu super certo, pois ela continua ativa no mercado e já foi responsável por efeitos em ‘Jurassic Park’, ‘O Exterminador do Futuro 2’ e ‘Os Vingadores: A Era de Ultron’, por exemplo. Nada mal, hein?

Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977) – direção, roteiro e produção

Tecnicamente, este foi o terceiro longa do Georgito, porém foi com o sucesso desse – juntamente com o lucro do filme anterior, ‘Loucuras de Verão’, uma comédia dramática – que ele conseguiu dinheiro o suficiente para montar a própria empresa, a Lucasfilm. Também foi o pontapé inicial que apresentou ao cinema efeitos especiais jamais vistos, levando o espectador a uma experiência realmente intergaláctica. É também neste filme que começa uma das melhores parcerias do mundo do cinema: George Lucas e o compositor John Williams.

Star Wars – O Império Contra-Ataca’ (1980) – produtor executivo

Esse foi o filme que solidificou Darth Vader como um dos maiores vilões de todos os tempos. É também nesse filme que uma das paternidades mais famosas do cinema foi revelada, gerando uma das falas mais icônicas da indústria cinematográfica, e abriu a década que seria recheada de cultura pop.

Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida’ (1981) – produtor e roteirista

Porque em time que se está ganhando, não se mexe, e George chama Harrison Ford para uma empreitada sobre arqueólogos aventureiros que lutam contra o mal em nome de proteger o patrimônio da humanidade. Falando assim parece até sinopse de documentário do History Channel, mas esse é o mote da franquia Indiana Jones, que ajudou a firmar Steven Spielberg como um dos maiores diretores de Hollywood – e também marcou mais uma parceria de sucesso da indústria, além de uma das mais longevas amizades sinceras da vida de Georgito.

‘Labirinto: A Magia do Tempo’ (1986) – produtor

Um filme de magia que tem ninguém menos do que David Bowie no papel principal. Só que ele na verdade é o vilão, mas é também o Príncipe dos Duendes, e fica difícil não se apaixonar por ele. George Lucas foi produtor desse belo filme, porque tudo que envolve fantasia tem que ter o dedo dele.

‘Willow na Terra da Magia’ (1987) – roteirista e produtor

Como dito, tudo que tem magia, tem George Lucas no meio, e nesta aventura ele foi roteirista e produtor da história de um anão bem feio – mas que igualmente gera atração e empatia no espectador, o que nos deixa com sentimentos muito confusos – que acha um bebê humano e atravessa toda uma jornada para proteger essa criança.

Depois disso, George Lucas continuou a saga de ‘Star Wars’, intercalando com ‘Indiana Jones’. Porém, no meio do caminho, outros episódios interessantes fizeram a diferença em sua trajetória, como, por exemplo, o fato de ter conhecido o mitólogo Joseph Campbell, em 1984, quando o escritor foi dar uma palestra no Palace of Fine Arts, em São Francisco, do ladinho das instalações da Lucasfilm. George estava na plateia e foi cumprimentar o palestrante ao final do discurso. Nascia ali uma amizade profunda, uma vez que os estudos da jornada do herói de Campbell influenciaram a forma como Lucas escrevia seus roteiros, incluindo os da saga de ‘Star Wars’. A amizade também rendeu uma entrevista memorável de Cambell para o jornalista Bill Moyers no Rancho Skywalker, de George Lucas, na Califórnia, que mais tarde se tornaria o livro ‘O Poder do Mito’ – um dos livros mais cultuados por escritores no mundo todo.

Dentre os acontecimentos mais recentes, uma das notícias que abalaram o mundo cinematográfico foi o anúncio que George Lucas fez, em 2012, de que iria vender a Lucasfilm para a Disney, o que significava que a franquia dos Skywalkers passaria a ser da empresa do Mickey Mouse. A venda atingiu o valor de U$4,05 bilhões e, por mais que muitos fãs não tenham gostado da transação no início, fato é que, graças à essa venda, hoje podemos desfrutar dos parques temáticos de Star Wars (o primeiro será inaugurado no final de maio, no parque da Califórnia).

Como vocês podem ver, George Lucas é um nome de fundamental importância não só para a indústria do cinema, mas para a cultura pop de modo geral. Apesar disso, até hoje George Lucas nunca recebeu um Oscar, embora tenha sido nomeado algumas vezes. Será que agora, depois de completar 78 anos, a Academia vai começar a considerar finalmente dar uma estatueta para ele, nem que seja pelo conjunto da obra? Cenas dos próximos capítulos…

 

Ranking das temporadas de ‘Game of Thrones’ – Da Pior à Melhor

A aguardadíssima oitava (e última) temporada de Game of Thrones chega às telinhas da HBO neste domingo, 14 de abril. Com apenas seis episódios – embora alguns com mais de uma hora de duração -, o ano promete dar um ponto final não só na disputa pelo Trono de Ferro, mas também no conflito com o exército do Rei da Noite.

Aproveitando o retorno da série, o CinePOP decidiu fazer um ranking de todas as temporadas até aqui, da pior à melhor. É uma boa forma de relembrar o que aconteceu até o momento, além de discutir o que deu certo e o que não funcionou tão bem.

Veja como ficou a nossa lista! E não deixe de dizer qual seria a sua ordem de preferência nos nossos comentários.

7. Sétima temporada (2017)

Um show de fan service. Assim pode ser descrita a penúltima temporada de Game of Thrones. Embora com grandes momentos, como a morte de Olenna Tyrell e o confronto entre o exército de Jaime Lannister contra um dragão de Daenerys Targaryen, o ano parecia mais interessado em fomentar o ship Jonerys (Jon Snow + Daenerys) do que em desenvolver a história. Isso fica evidente no momento da morte de Viserion, em que sua “mãe” parece nem ligar muito para o que estava acontecendo.

GOT, desde o início, foi uma série que ficou marcada por surpreender os fãs. E por despedaçar apegos ou sentimentos. A produção sempre foi brutal e não poupou os espectadores. Ao se render ao casalzinho e investir em reencontros (como a união dos Starks), Game of Thrones entregou uma temporada previsível ao máximo. E que poderia ter sido bem melhor.

 

6. Quinta temporada (2015)

Importante parte dos livros, Dorne sempre foi irrelevante na série. E justo quando decidiram abordar o reino, o fizeram da pior forma possível. Tudo envolvendo Dorne é péssimo na temporada, e mal desenvolvido. Desde a sede de vingança de Ellaria Sand pela morte de Oberyn Martell ao assassinato de Myrcella.

Outros pontos fracos do ano estão no núcleo do Porto Real, com o casamento de Margaery e Tommen, e em Meereen, com Dany sofrendo com os Filhos da Harpia. Pelo menos, valeu pela cena dela escapando voando em seu dragão.

Um momento importante, e bom, da temporada é Jon Snow assumindo como novo Lorde Comandante da Guarda da Noite, sendo responsável por negociar com os “selvagens” além da muralha.

 

5. Segunda temporada (2012)

Muita coisa importante e legal aconteceu na segunda temporada de GOT. Tivemos o encontro de Arya com Tywin Lannister, Brienne prometendo lealdade a Catelyn, Tyrion brilhando como Mão do Rei e, é claro, a incrível Batalha da Água Negra.

Mas também não podemos deixar de reconhecer alguns pontos negativos, como a traição de Theon e a tomada de Winterfell, quase tudo envolvendo a magia de Melisandre, e todo o péssimo núcleo de Dany em Qarth.

A trama andou muito pouco com relação ao primeiro ano e não tivemos nenhuma morte realmente relevante para a história.

 

4. Sexta temporada (2016)

Uma verdadeira confusão. Assim pode ser descrita a sexta temporada de Game of Thrones. São várias as histórias desconexas, além do início da oferta de fan service através do ressuscitamento de Jon Snow e do reencontro do personagem com a irmã Sansa. Ainda temos Arya cega, Sam visitando a família com Gilly, Cersei esperando o julgamento e, mais uma vez, Dorne.

É claro que também tivemos coisas boas, como a história de origem de Hodor (“Hold the Door!”) e, principalmente, a Batalha dos Bastardos. O confronto entre os exércitos de Jon Snow e Ramsay Bolton é brutal e empolgante, com direito ao clássico momento de vingança de Sansa.

Ah! De negativo na batalha só Rickon Stark, que estaria vivo até hoje se soubesse correr em zigue-zague.

 

3. Primeira temporada (2011)

Se nos cinemas, geralmente, as continuações são inferiores aos originais, nas séries é bem comum ter uma primeira temporada pior que as seguintes. Afinal, há a necessidade de introduzir de forma clara e didática boa parte dos cenários e personagens. No caso de Game of Thrones, ainda há todo um debate político e histórico por trás.

Ainda assim, é impossível não reconhecer a qualidade e o impacto do primeiro ano da série. A introdução de Ned Stark e sua família marcam o elemento mais bem sucedido da temporada. E o fato de Ned morrer só ajudou a transformar a série em um fenômeno. O protagonista morrendo na primeira temporada? Só em GOT.

O lado político é o elemento que melhor funciona, enquanto que o núcleo de Daenerys e seu casamento com Khal Drogo não é tão bem desenvolvido.

 

2. Quarta temporada (2014)

É impressionante o número de acontecimentos importantes (e bombásticos) vistos ao longo da quarta temporada de Game of Thrones. Só de mortes marcantes, tivemos Joeffrey, Oberyn Martell, Shae, Ygritte e Tywin Lannister. Por sinal, a de Oberyn vem num julgamento por combate brutal, que terminou com o Montanha esmagando os olhos do carismático personagem.

Outro ponto alto da temporada foi a “road trip” entre Arya e o Cão de Caça, que terminou com este último lutando contra Brienne. E, pra terminar, ainda tivemos a impactante batalha na Muralha, com Jon Snow tentando impedir o avanço dos Selvagens. O penúltimo episódio da temporada é todo dedicado ao confronto e mostra o lado estrategista de Jon, além de colocá-lo contra a amada Ygritte.

 

1. Terceira temporada (2013)

Não foi uma decisão fácil, mas uma olhada aprofundada no terceiro ano de GOT nos mostra o motivo de ter sido escolhido o melhor de toda a série. Pra começo de conversa, não podemos ignorar que é nesta temporada que temos o episódio mais brutal e chocante de todos vistos até aqui. Sim, estamos falando do Casamento Vermelho.

O capítulo foi o responsável por mostrar para o mundo – especialmente para as pessoas não familiarizadas com os livros – quem era George R. R. Martin. Tudo muda na série após o Casamento Vermelho, e as mortes de Catelyn Stark, Robb Stark, Talisa e Vento Cinzento. É um acontecimento que modifica não só a narrativa, mas o comportamento e a percepção do fã com relação à série. Ned Stark havia provado que ninguém estava seguro, mas é aqui que descobrimos que há formas piores de morrer do que ser guilhotinado em praça pública.

A terceira temporada marca ainda uma evolução na narrativa de Daenerys. Ela deixa para trás o núcleo chato de Qarth e vai libertar os escravos de Astapor, com direito ao primeiro grito de “Dracarys”. Impossível esquecer. 

Fugir é a melhor solução no novo teaser de ‘American Horror Story: 1984’; Assista!

American Horror Story: 1984‘ mais um teaser assustador que emula a icônica cena do espantalho em Annabelle 2: A Criação do Mal.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

‘King Richard’: Liev Schreiber entra para o elenco da cinebiografia

Segundo a VarietyLiev Schreiber (Ray Donovan) entrou para o elenco da nova cinebiografia da Warner Bros.King Richard.

O ator dará vida ao treinador de tênis Paul Cohen, em oposição a Will SmithReinaldo Marcus Green entra como diretor.

Saniyya SidneyDemi Singleton completam o elenco.

A história, assinada por Zach Beylin, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Green fez seu début nos cinemas com o drama Monsters and Men, em 2018 no Festival de Sundance. O longa recebeu o prêmio especial do júri. O diretor também é conhecido por supervisionar os episódios da próxima série da NetflixTop Boy.

King Richard tem estreia marcada para 25 de novembro de 2020.

‘A Crônica Francesa’: Filme de Wes Anderson tem estreia ADIADA por tempo indeterminado

O calendário de estreias cinematográficas mudou de uma hora para outra no dia de hoje.

Além do adiamento da nova trilogia de Star Wars e das próximas sequências de Avatar, a Disney também anunciou a remoção do lançamento de Mulan de seu cronograma oficial. Agora, o aguardado filme de Wes Anderson, intitulado ‘A Crônica Francesa’ (‘The French Dispatch’) também sofreu um destino similar.

Segundo o IndieWire, o longa-metragem também foi retirado do calendário da Casa Mouse e não tem mais previsão de chegada aos cinemas. Vale lembrar que a obra tinha estreia marcada para outubro deste ano.

A Crônica Francesa‘ (The French Dispatch) é uma carta de amor aos jornalistas.

Ambientado na redação de uma revista americana em uma cidade fictícia francesa do século XX, o filme apresenta uma coleção de histórias publicadas na The French Chronicle, a revista em questão.

Escrito e dirigido por Wes Anderson, o filme é estrelado por Benicio del Toro, Frances McDormand, Jeffrey Wright, Adrien Brody, Timothée Chalamet, Léa Seydoux, Tilda Swinton, Mathieu Amalric, Lyna Khoudri, Stephen Park, Owen Wilson e Bill  

‘Ammonite’: Drama com Kate Winslet e Saoirse Ronan ganha novo trailer oficial; Confira!

A NEON divulgou o novo trailer oficial do drama lésbico-histórico estrelado por Kate WinsletSaoirse Ronan‘Ammonite’.

Francis Lee comanda o projeto.

Confira:

Winslet dá vida à famosa paleontóloga britânica Mary Anning, que se torna amiga de uma mulher londrina pela qual se apaixona (Ronan). A história é ambientada nos anos 1920, numa cidade costeira do Reino Unido.

O elenco também é formado por Fiona ShawJames McArdleGemma JonesAlec Sacareanu.

Antes mesmo de ser confirmado, o filme já passou por uma polêmica controvérsia envolvendo a família de Anning, que alegaram que a sexualidade da paleontóloga nunca havia sido confirmada. Seus parentes declararam que a vida sexual de Mary a traria humilhação, por ser exposta nas telonas.

Lee, por sua vez, respondeu às acusações dizendo que “depois de ver a história LGBT ser heteronormatizada na nossa cultura, e dado uma figura histórica cuja vida não traz evidências de relacionamentos heterossexuais, não é permitido que ela ganhe uma nova perspectiva, em outro contexto? Como um diretor gay, continuarei a explorar temas de classe, gênero e sexualidade em meu trabalho, tratando meus personagens com a verdade e o respeito que merecem”.

O cineasta ganhou aclame crítico por seu trabalho em ‘Reino de Deus’, que estreou no Festival de Sundance de 2017. O drama focado no romance entre um fazendeiro e um imigrante foi indicado ao prêmio BAFTA de Melhor Filme Britânico.

Winslet, por sua vez, é conhecida por ter protagonizado o drama histórico Titanic, além de ter levado para casa o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em ‘O Leitor’. Recentemente, participou do longa ‘Roda-Gigante’, de Woody Allen.

Ronan ganhou bastante aclame por diversas performances, tendo sido indicada duas vezes na categoria e Melhor Atriz por LadybirdBrooklyn. Seu último trabalho foi em Duas Rainhas, história baseada em fatos reais no qual contracenou com Margot Robbie.

‘Ammonite’ estreia em breve no Brasil.

‘Elite’: Cayetana e Phillippe são destaque no novo teaser da 4ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser da 4ª temporada de ‘Elite’, cujos episódios estreiam em 18 de junho.

O vídeo traz Cayetana (Georgina Amorós) e o recém-anunciado Phillippe (Pol Granch), que será um dos novos personagens do próximo ciclo.

Confira:

Vale lembrar que Danna Paola, Ester Expósito, Jorge López, Álvaro Rico e Mina El Hammani não retornam como Lu, Carla, Valerio, Polo e Nadia para a 4ª temporada.

Paola não gostou dos rumos de sua personagem na terceira temporada e pediu para deixar a série, assinando contrato para retornar para outra série que ela participava, ‘La Doña‘. Expósito também não volta, mas recentemente estrelou outra minissérie da Netflix, chamada ‘Alguém Tem que Morrer’.

Manu RiosCarla DíazMartina Cariddi e Granch são as novas adições no elenco.

Confira nossa crítica da temporada anterior:

Curiosidades | ‘A Mentira’, aclamada comédia teen com Emma Stone, completa 12 anos!

Antes de ganhar o Oscar por ‘La La Land: Cantando Estações’ e de ter participado de obras como ‘Birdman’‘A Favorita’Emma Stone ganhou reconhecimento internacional com a aclamada rom-com adolescente A Mentira.

Lançada em 2010, a produção, dirigida por Will Gluck, reviveu um gênero já cansado e imediatamente entrou para a lista de clássicos ao lado de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’‘Meninas Malvadas’. Aqui, Stone dá vida a Olive Penderghast, uma jovem de dezessete anos arrastada para um turbilhão de acontecimentos que vira sua vida de cabeça para baixo. Depois de ter mentido para sua melhor amiga (Aly Michalka) sobre ter perdido a virgindade, Olive se torna a “prostituta” da escola e começa a fingir transar com os alunos do colégio que frequenta – atraindo a ira dos professores e de um culto cristão que domina a escola.

Além de elogiosas críticas e um elenco de ponta que inclui Stanley TucciAmanda BynesPatricia ClarksonLisa KudrowThomas Haden Church, a produção arrecadou incríveis US$75 milhões (contra um orçamento de apenas US$8 milhões).

Para celebrar o 12º aniversário do longa-metragem, separamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • O filme parte da perspectiva de Olive, que reconta os eventos através de uma apresentação ao vivo em seu quarto. Stone, para conseguir o papel, reproduziu a mesma sequência através da webcam de seu próprio computador.
  • Antes de ser escalada para o filme, Stone foi considerada para viver uma das protagonistas da ação fantástica cyberpunk ‘Sucker Punch: Mundo Surreal’. Entretanto, quando conseguiu o papel, resolveu migrar de um projeto para o outro.
  • Todas as cenas narradas e em frente à webcam foram rodadas em um dia. Stone tinha teve uma diária de 14 horas de duração em que simplesmente olhava para a câmera e falava seu monólogo. De vez em quando, andava pelo set de filmagens para alongar os músculos de tanto ficar sentada.
Penn Badgley as “Todd” and Emma Stone as “Olive Penderghast” in Screen Gems’ EASY A.
  • O roteiro é parcialmente inspirado no clássico romance A Letra Escarlate, de Nathaniel Hawthorne. Lançada em 1850, a história é centrada em Hester Prynne, que tem uma filha através de um caso romântico e luta para recomeçar uma vida de penitência e dignidade. Marginalizada pelo povoado em que morava, ela passou a usar uma letra A vermelha (aludindo ao adultério que cometera) para lembrar a todos do que ela havia feito – o que Olive espontaneamente passa a fazer depois de ter sua reputação “manchada”.
  • Olive diz que seu nome é um anagrama para “I love” (“eu amo”). Entretanto, seu sobrenome, Penderghast, também é um anagrama para a frase “pretend shag” (“fingir transar”), que é o mote principal do longa-metragem.

  • Bynes interpretou a antagonista Marianne Bryant, uma fanática religiosa que se torna a principal inimiga de Olive. Apesar de ser elogiada pela atuação, ela disse que decidiu se afastar da atuação depois de se ver no filme (segundo uma entrevista dada em 2018).
  • No roteiro original, Olive teria uma irmã mais nova chamada Ginger, e não um irmão adotado chamado Chip.
  • Dois estudantes que pagaram a Olive para dizer que transaram com ela são chamado Phil Lord e Christopher Miller. Soa familiar? É porque os nomes dos personagens foram baseados na icônica dupla de realizadores que ficaria responsável pela animação vencedora do Oscar ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’.
Emma Stone as “Olive Penderghast” and Patricia Clarkson as Olive’s mother, “Rosemary” in Screen Gems’ EASY A.
  • Na Espanha, o partido socialista da cidade de Valladolid (PSOE) queria censurar e proibir a divulgação dos cartazes do longa-metragem, com a justificativa de que eram ofensivos para com as mulheres.
  • Nas primeiras versões do roteiro, Olive não cantaria a música “Knock on Wood” na sequência do pep rally na quadra do colégio. Na verdade, ela performaria uma versão de “Nobody Does It Better”, música-tema de ‘007: O Espião que me Amava’, de 1977.

Curiosidades | ‘Cabaret’, clássico musical estrelado por Liza Minnelli, completa 50 anos em 2022!

O cenário cinematográfico é apaixonado pelo gênero musical – e um dos que melhor representam esse estilo narrativo é, sem sombra de dúvida, o clássico Cabaret.

Lançado em 1972 e dirigido pelo lendário Bob Fosse, o longa trouxe nomes como Liza MinnelliMichael YorkJoel Grey às telonas e apresentou uma nova perspectiva da Alemanha nazista dos anos 1930. Na trama, a cantora de cabaré estadunidense Sally Bowles (Minnelli) conhece o acadêmico britânico Brian Roberts (York), que está terminando seus estudos na universidade. Apesar da confusão de Brian acerca de sua sexualidade, os dois se tornam amantes – mas a chegada de um abastado e decadente jovem, Maximilian von Heune (Helmut Griem) complica as coisas para eles. O triângulo amoroso, então, se desenrola em meio à ascensão do partido nazista e o colapso da República de Weimar.

Aclamado pela crítica especializada e condecorado com inúmeras honrarias, o filme conquistou oito prêmios do Oscar, incluindo Melhor Direção para Fosse, Melhor Atriz para Minnelli e Melhor Ator Coadjuvante para Grey, além de ser selecionado pela Biblioteca do Congresso para preservação nos Estados Unidos, por sua relevância cultura, estética e histórica.

No próximo dia 13 de fevereiro, a obra completa cinquenta anos de existência – e é claro que não poderíamos deixar suas bodas passarem em branco. Pensando nisso, o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores da produção.

Confira:

  • O autor inglês Christopher Isherwood, que criou a personagem Sally Bowles para um conto lançado em 1937, apreciou a atenção que o filme trouxe à sua carreira, mas acreditava que Minnelli era muito talentosa para o papel. Segundo ele, Sally foi baseada em Jean Ross, uma cantora amadora de dezenove anos que vivia sob a ilusão de que tinha qualidade de estrela musical – a antítese da “filha de Judy Garland“.
  • O filme levou oito estatuetas da Academia para casa, mas não a de Melhor Filme (além de ter perdido o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado para ‘O Poderoso Chefão’). Em 2020, o longa permanece com o recorde de maior número de vitórias no Oscar com exceção da de Melhor Filme.

  • Anos antes de estrelar o filme, Minnelli cantou “Maybe This Time” quando apareceu ao lado da mãe, Garland, no London Palladium.
  • Em 1972, durante uma entrevista com Dick Cavett, Minnelli comentou que descobriu que Sally Bowles era uma pessoa verdadeira, chegando a colocar anúncios no jornal numa tentativa fracassada de conhecê-la. Acredita-se, porém, que a atriz não sabia que Sally Bowles não era o nome real dela, e sim Jean Ross.
  • Minnelli fez o design de seu cabelo e de sua maquiagem com a ajuda do pai, o diretor Vincente Minnelli.

  • Em preparação para reprisar seu papel como o Mestre de Cerimônias, Grey fez uma extensa pesquisa para conquistar o sotaque alemão perfeito.
  • A música “Married”, que faz parte da versão original da Broadway, foi cortada da adaptação cinematográfica. A canção pode ser ouvida em um rádio, no fundo de uma cena, em que Brian e Sally falam sobre casamento.
  • Vários interiores do filme foram construídos em palcos de som, em Munique, que recentemente haviam ficado disponíveis depois de servirem de estúdio para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, de 1971.

  • O negativo original de Cabaret foi perdido há muito tempo e pode nunca ser encontrado. Boa parte da restauração do filme para VHS, DVD, digital e outros formatos modernos teve que ser refeito, quadro a quadro.
  • Billy Wilder (‘Se Meu Apartamento Falasse’), Joseph L. Mankiewicz (‘Cleópatra’) e Gene Kelly (‘Cantando na Chuva’) foram considerados pelos produtores para comandar a adaptação, antes de Fosse ser contratado. Pouco depois de ser escalado como diretor, Fosse insistiu em revisar o roteiro já escrito por Jay Presson Allen, instruindo, eventualmente, que o roteirista Hugh Wheeler revesse o conteúdo da história para torná-lo mais fiel à história original.

‘Riverdale’: Sabrina Spellman está de volta na promo oficial do episódio 06×19; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial de “The Witches of Riverdale, 19º episódio da 6ª temporada de Riverdale que traz Kiernan Shipka de volta como a icônica Sabrina Spellman.

Na trama, “quando vários caem na isca do mais recente plano de Percival, Cheryl pede ajuda à sua amiga bruxa Sabrina Spellman. Enquanto isso, Percival dá a Reggie um ultimato”.

O capítulo vai ao ar no dia 10 de julho.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.