A série original da Netflix, ‘The End of the F**king World‘, baseada na HQ homônima de Charles Forsman, ganhou um novo trailer.
Confira:
Estrelada por Jessica Barden and Alex Lawther, a trama conta a jornada de dois jovens problemáticos que decidem fugir de casa. ‘The End of the F**king World‘ estreia nesta sexta-feira (05) nos EUA.
A popular trilha sonora do sucesso de bilheterias ‘O Rei do Show‘ vai ganhar um novo álbum, que traz as canções originais com um releitura diferente.
A músicas ganharão versões em remix, regravadas por diversos artistas como Kesha, Missy Elliot, Sara Bareilles, Pink e Panic! at the Disco.
Confira a lista completa de canções:
The Greatest Show – Panic! at the Disco
A Million Dreams – Pink
A Million Dreams (Reprise) – Willow Sage Hart
Come Alive – Years & Years and Jess Glynne
The Other Side – MAX and Ty Dolla $ign
Never Enough – Kelly Clarkson
This Is Me (The Reimagined Remix) – Keala Settle, Kesha and Missy Elliott
Rewrite The Stars – James Arthur and Anne-Marie
Tightrope – Sara Bareilles
From Now On – Zac Brown Band
Faixas bônus:
The Greatest Show – Pentatonix
Come Alive – Craig David
This Is Me – Kesha
Rewrite The Stars (Acoustic) – Zendaya
O álbum será lançado em 16 de novembro, pela Atlantic Records.
Sucesso absoluto nas bilheterias, ‘O Rei do Show‘ arrecadou mais de US$ 420 milhões mundialmente.
A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ chega aos cinemas em breve e as primeiras avaliações já estão entre nós. Conquistando 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu vários elogios por sua abordagem sangrenta e por trazer de volta a mesma divertida atmosfera do original.
O longa ainda foi elogiado por ainda manter um certo nível de simbolismo, abordando a temática familiar com muito coração e irreverência.
E para te preparar para o que vem por, separamos as principais avaliações que já estão disponíveis. Confira e aguarde ansiosamente!
Confira:
“Trazendo de volta as estrelas do original, à medida que traz uma nova leva de sobreviventes para a narrativa, o filme é bem divertido para aqueles de nós que, ironicamente, acham zumbis reconfortantes em tempos sombrios”. – John DeFore, Hollywood Reporter
“Entre todos os intestinos voadores e crânios sendo esmagados como se fossem melões fora do prazo de validade, ‘Atire Duas Vezes’ possui outro órgão molengo em seu centro: Um grande e bobo coração”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly
“Depois de 10 anos de espera, teria sido legal ver um filme de zumbi com mais em sua essência do que aquela mesma rotina boba de gente morta”. – Kate Erbland, indieWire
“Sim, sim, é só um filme, você diz. Mas como o título ‘Atire Duas Vezes’ faz referência direta aos video games de atiradores, a sociedade não pode apenas sentar passivamente e aceitar uma atitude que faz piada do pacifismo e reverencia uma violência tão extrema”. – Peter Debruge, Variety
“Todo mundo nas telonas está bem o bastante para fazer isso dormindo, mas ainda assim Harrelson, Eisenberg, Stone, Breslin e Deutch não fazem o trabalho de maneira preguiçosa”. – Michael Phillips, Chicago Tribune
“Se você gostou do primeiro ‘Zumbilândia’, você vai adorar ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’. É pura diversão, tem cenas de ação sem parar e tem coração. Merece dois joinhas sangrentos de zumbis”. – Brandon Davis, ComicBook.com
A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.
O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.
O penúltimo episódio de ‘Lovecraft Country‘ proporcionou uma experiência avassaladora para a audiência e o mesmo parece ter se repetido com a atriz Jurnee Smollett, que sofreu dolorosas queimaduras durante as gravações da emblemática cena de incêndio, que marca o início do massacre de Tulsa.
A informação foi revelada pela própria atriz, por meio de sua conta oficial do Instagram. Na publicação, ela brinca a respeito dos ferimentos, afirmando que embora sua personagem seja invulnerável, o mesmo não acontece com ela.
Na ocasião, Smollett ainda explicou que preferiu terminar a cena, mesmo com as chamas atingindo seu braço, para então recorrer a um atendimento médico.
Confira:
“Leti pode ser invulnerável, mas Jurnee não é…O fogo ficou um pouco perto demais na cena Leti/Hattie…Começou a queimar meu braço…Terminei a tomada primeiro e sai correndo do set gritando. Misha Trill me fez ir ao hospital para dar uma olhada”.
Uma publicação compartilhada por Jurnee Smollett (@jurneesmollett) em
Recebendo grandiosos elogios, a produção foi aclamada pelas performances dos astros Jonathan Majors e Jurnee Smollett-Bell, com a trama sendo considerada “uma abordagem emocionante sobre a tradição lovecraftiana, que prova que os deuses antigos não são a única coisa que fazem barulho no cosmos”.
Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.
O astro Ben Affleck está a todo vapor em novos projetos e as gravações de seu vindouro filme, ‘Hypnotic‘, estão acontecendo na cidade de Austin, no estado do Texas.
E as primeiras imagens dos bastidores das gravações foram divulgadas pelo portal Just Jared. Nas imagens, o vencedor do Oscar aparece gravando algumas tomadas no parque, ao lado da atriz mirim Hala Finley, que interpreta sua filha na trama.
Segundo o portal Deadline, a trama acompanha um detetive (Affleck), que se vê enroscado em um mistério envolvendo sua filha desaparecida (Finley) e um programa secreto do governo.
O ícone do hip hop LL Cool J e a lenda da NFL Peyton Manning uniram forças para contar a história de como e onde o emblemático gênero musical começou.
A nova série documental ‘Hip Hop Was Born Here‘ estreia no dia 22 de julho no Paramount+ e promete uma imersão profunda na gênese, evolução e impacto cultural do hip hop, com foco em sua cidade natal: Nova York.
Com cinco episódios, a primeira temporada é apresentada porLL Cool J e leva o público por uma jornada histórica através dos bairros, estúdios e pontos de encontro onde o hip hop ganhou vida.
Confira o trailer:
Além de entrevistas com lendas como Big Daddy Kane, Doug E. Fresh, Method Man, Remy Ma, Rev. Run, Roxanne Shanté, Salt (de Salt-N-Pepa) e outros nomes fundamentais, o projeto também destaca a análise de faixas clássicas e as histórias por trás dos bastidores.
“O hip hop nasceu aqui. É mais do que música – é um movimento que mudou o mundo,” declarou LL Cool J, que também é produtor executivo da série por meio de sua empresa Rock the Bells.
Peyton Manning assina como co-criador e produtor executivo via sua Omaha Productions, marcando sua primeira colaboração com a CBS/Paramount fora do universo esportivo.
“A música pode não ser minha especialidade, mas tanto o esporte quanto o hip hop exigem trabalho duro, paixão e têm o poder de unir as pessoas,”afirmou Manning. “Contar essa história, especialmente de Nova York, era algo que precisava ser feito – e ninguém melhor que o Todd [LL Cool J] para liderar isso.”
‘Hip Hop Was Born Here‘ também conta com a participação de Jadakiss, Lady London, Marley Marl, Grandmaster Caz, Sheek Louch, Bimmy, Crystal Caines, entre outros.
A série promete ser mais do que um tributo nostálgico — é uma celebração cultural e um resgate histórico de um dos movimentos artísticos mais influentes do último século.
Uma nova polêmica envolvendo ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ já está circulando pela internet. Dessa vez, referente a baixa nota do público que o filme tem recebido no site Rotten Tomatoes, em comparação com a boa aceitação da crítica especializada.
Embora o Rotten Tomatoes confirme que a nota está correta e não houveram erros, um grupo de direita denominado Down With Disney’s Treatment of Franchises and its Fanboys ( algo como “Abaixo a Disney e seu tratamento das franquias e dos fãs”), declarou que usou bots no sistema de votação para influenciar o resultado negativo do filme.
O grupo assumiu que houve um movimento com perfis falsos para negativar as notas. O moderador acusa a Disney de “introduzir mais personagens femininas no universo da franquia”, de tornar Poe Dameron uma “vítima do movimento anti-mansplaining”, e alerta para o perigo de transformar Poe e Luke “em gays”. Para o entrevistado, homens “devem ser recolocados como os senhores da sociedade”.
Após as declarações, o jornal alegou que o Rotten Tomatoes diz que está encarando de forma muito séria a declaração e que tem “um time de pessoas monitorando” as plataformas do site. Até agora “eles não identificaram nenhuma atividade que não fosse usual”.
Em uma entrevista ao The Wrap, o vice-presidente da empresa diz que o site preza pela autenticidade e garante que o número é real:
“A autenticidade das notas de crítico e de usuários são muito importantes para nós e temos uma equipe de especialistas em segurança, redes e bancos de dados que monitoram de perto nossas plataformas. Eles determinaram que não há problema nessa nota. Com Star Wars: Os Últimos Jedi vimos um aumento nas pessoas publicando críticas de usuários escritas, já que os fãs são muito apaixonados por esse filme e a franquia”
Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a sequência recebeu elogios quanto à evolução da narrativa, direção e desenvolvimento dos personagens. Considerado um dos melhores filmes da franquia, a produção conquistou a maior parte dos críticos norte-americanos.
Porém, o filme tem a pior média de toda a historia da saga dada pelo publico também no Rotten Tomatoes, conquistando apenas 56% de aprovação, tornando-o a pior recepção no site de toda a saga, lembrando que ‘O Despertar da Força’ tem 88% de aprovação do público, ‘Rogue One’ tem 87%, já ‘Ataque dos Clones’ tem 57% e até mesmo ‘A Ameaça Fantasma’ tem 59%.
Em termos de comparação: ‘Liga da Justiça’, por exemplo, que foi mal nas críticas em geral, conquistou 80% com as notas dadas pelo público no site.
Apesar da nota, o Episódio VIII já está trilhando seu caminho de sucesso nas bilheterias, tendo uma ótima abertura mundial. Em dois dias, fez US$ 105,8 milhões mundialmente, segundo o Deadline.
Deste valor, US$ 60,8 milhões foram gerados em 48 mercados internacionais, com destaque para Reino Unido (US$ 10,2 milhões), Alemanha (US$ 6,1 milhões), França (US$ 6 milhões), Austrália (US$ 5,6 milhões). No Brasil, o filme abriu com US$ 2,5 milhões.
Já nos EUA, o filme já arrecadado US$ 45 milhões em pré-estreias, de acordo com a Forbes.
Apesar do valor alto, o filme conquistou US$ 7 milhões a menos do que ‘O Despertar da Força’ – que arrecadou US$ 52 milhões em 2015.
Com o valor, o filme se torna a segunda maior abertura nos EUA, ultrapassando ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2’, que arrecadou US$ 43,5 milhões. O primeiro lugar ainda é de ‘O Despertar da Força’, com US$ 57 milhões.
Na trama, Virgílio ouve uma mensagem em sua secretária eletrônica de Clara (Thaila Ayala) informando o fim de um relacionamento que ele, curiosamente, não se lembra de ter com ela. Nixon vive Toni, gerente do museu de Nova York.
Coringafoi o grande filme de outubro e um dos maiores do ano até agora. Sua pegada mais “pé no chão” para abordar o arqui-inimigo do Batman agradou muita gente ao redor do mundo, que descreveu sua experiência como um “soco no estômago”. Mas também teve um pessoal que se identificou com o personagem e abriu um debate enorme sobre o longa. Fato é que o drama chegou a 900 milhões de dólares em bilheteria – sem estrear na China – e ganha cada vez mais espaço na mídia. Em meio a essa discussão se o filme é ou não uma obra “incel”, ele faz uma grande piada com seu próprio espectador.
[ALERTA DE SPOILER] Caso você não tenha visto Coringa ainda, saiba que vamos falar de pontos importantes da trama nesse post. Siga por sua conta e risco.
Coringa está próximo do bilhão com classificação etária para maiores
Para começar, vamos esclarecer o que é incel, termo frequentemente usado nas críticas negativas acerca do filme que funciona como uma abreviação das palavras Involuntary Celibate (involuntariamente celibatários). Ele surge no final dos anos 90, na própria internet, e passa a ser usado em fóruns de discussão até chegar à grande mídia para falar sobre assassinatos e tiroteios.
Em um resumo bem raso, o Incelé aquele cara que condena os homens do mundo como “inferiores a ele” e mulheres como “piranhas”. Ele se auto-intitula um cara legal e acredita que isso deveria fazer com que as moças transassem com ele. Só que ser legal com objetivo de “se dar bem” não é ser legal, é ser babaca, então a estratégia caça-sexo não costuma funcionar.
Diante dessa frustração, o incel se sente injustiçado e passa a agir de forma agressiva, seja ofendendo gratuitamente as mulheres – conhecidas ou não-, seja fazendo tiroteios escolares para mostrar o quanto era legal e injustiçado pela sociedade.
Dentro do contexto do que é um incel, cabe a você decidir se Coringaé ou não uma ode a essa galera. O ponto é que há outra mensagem que está sendo pouco comentada, talvez por conta dos holofotes dados a questão incel, que é a maneira como Todd Phillips pega grandes símbolos da mitologia do Batman e os corrompe ante a visão realista proposta.
O filme veio para mudar mais uma vez a imagem do Coringa
Durante o desenrolar do filme, a equipe criativa pega elementos praticamente santificados na vida do Batman e quebra tudo. É um movimento iconoclasta na história do Morcegão de Gotham. Além de seu maior rival ser nada menos que um maluco frustrado, cai por terra a imagem boa e justa de seu pai, Thomas Wayne.
Comumente tratado como o homem de bem, um cavaleiro branco na luta pelo povo de Gotham, Thomas ganha uma representação mais coerente com sua (dis)função social. É praticamente impossível se tornar bilionário sem explorar trabalhadores, pagando salários dignos e proporcionando condições dignas a todos. A cabeça do empresário foca na multiplicação do lucro próprio e, nesse ideal do bilhão, a conta não fecha.
Então, é uma forçada de barra monstruosa vender a família Wayne como um exemplo a ser seguido. Veja bem: na Marvel, o Homem de Ferro é um bilionário, mas em momento algum esconde ser um babaca que faz o que faz por ego e pra tentar limpar sua própria consciência. É uma motivação egoísta, mas que ajuda os outros. Já Thomas Wayne, um médico bilionário, é candidato à Prefeitura de Gotham com a campanha de limpar a cidade. Sério, a DC ter forçado esse personagem como “Cara Legal” por décadas beira o ridículo. É mais fácil comprar a ideia de um órfão que se veste de morcego pra bater em bandido do que em um bilionário (e político) gente boa. Coringa entende isso e mostra a face oculta dos Wayne, com denúncias de traição, corrupção, eugenia e até mesmo loucura. A cena dele agredindo um doente mental confesso, que pode ou não ser seu filho, é emblemática. É iconoclastia pura mostrar que Thomas Wayne não era a solução para Gotham, apenas parte do problema.
A imagem de bom moço do patriarca Wayne enfim foi por água abaixo
Da mesma forma, o ponto de virada da vida de Bruce ganha um novo significado nesta versão. Era comum mostrar o assassinato dos Wayne como um reflexo da pobreza e vilania de Gotham. Todos já sabem de cor a cena em que Joe Chill tenta assaltar Thomas e Martha no beco, quando, num ato de bravura, Thomas reage ao assalto e Joe atira nos dois à sangue frio, deixando o pequeno Bruce Wayne desesperado e traumatizado para o resto da vida. No filme de 2019, o crime é cometido após Thomas Wayne dizer que as pessoas invejam os ricos por serem pobres e ridiculariza os problemas do povo de Gotham em rede nacional.
Em meio ao caos das ruas, Thomas é elevado ao causador das mazelas da cidade. Como disse anteriormente, ele é parte do problema, mas não é O problema em si. Sua morte é um ato político vazio e deturpado, e reflete num pequeno Bruce, que não se joga desesperado sobre seu corpo e nem ao menos chora. Sua reação é o mesmo olhar perdido e intrigado, como se buscasse uma motivação naquilo, que fez em seu primeiro encontro com Arthur Fleck. A piada do Coringa foi, indiretamente, ter aberto as portas da loucura para seu futuro nêmesis.
Bruce Wayne: justiceiro ou lunático? A linha é bem tênue
Mas talvez o maior caso dessa ideia iconoclasta de Phillips é o próprio Coringa. Quando Batman: O Cavaleiro das Trevas chegou aos cinemas em 2008, o Coringa de Heath Ledgertrouxe uma versão anárquica do Palhaço do Crime para o imaginário popular. De 2008 até 2019, praticamente todos os países do mundo passaram por algum tipo de crise financeira e social, e tiveram que viver ou assistir ao caos rolando em seus jardins. Nesse contexto, aquele Coringa adentrou no imaginário popular como a grande ameaça ao Sistema, à corrupção e injustiças sociais, e o personagem passou a ser idolatrado por algumas pessoas. “Talvez ele não seja tão louco assim”.
A brilhante atuação de Heath Ledger elevou o personagem a um patamar ideológico
Desde então, passou a haver essa idolatria absurda acerca do personagem e ele passou a ser rodeado por um viés político (ou apolítico) muito forte e qualquer representação dele que fosse diferente era rapidamente rejeitada. O Coringa de Jared Leto sofreu um pouco com isso quando tentou retomar o lado gângster do Palhaço e deixou o viés revolucionário de lado – Digo que “sofreu um pouco” porque o resto das críticas é bastante coerente. Jared Leto e David Ayer fizeram um péssimo trabalho em Esquadrão Suicida (2016).
Houve um processo de iconografia pesado acerca do personagem e sua imagem virou um símbolo de subversão, um “sopro de lucidez num mundo insano”. Ele foi santificado.
Meu Deus, isso aqui realmente existiu ou foi alucinação coletiva?
O problema é que essa idolatria cai em um doente mental, sem escrúpulos, extremamente violento e fazendo o que quer sem dar satisfação a ninguém. A partir de 2008, a galera revoltada com as corrupções do dia a dia, como não dar seta no trânsito, não respeitar filas ou propriedade privada, passou a amar quem mais criticava. Ou você acha que o Coringa dá seta quando está dirigindo?
A representação da subversão é linda, enquanto a subversão em si é criticada à exaustão. É nesse ponto que Todd Phillips dá um tiro certeiro. EmCoringa, o personagem título passa por muitas situações ruins. Ele é um fracasso na vida e está cercado constantemente por suas próprias frustrações, até o momento em que ganha uma arma e começa a ter sensações de pequeno poder. Esses momentos de adrenalina somados ao fim de seus remédios revelam que seu sonho não era trazer alegria ou ser bem sucedido na vida. Ele só quer descontar suas frustrações em quem acredita serem os culpados por sua tragédia. Sua mãe, a vizinha, Thomas Wayne, Murray Franklin, os caras do metrô… enfim, ele tem, ao longo do filme, algumas oportunidades de dar a volta por cima na vida ou só acabar com ela e encerrar seu sofrimento existencial. Porém, em todas elas, ele opta por punir quem ele enxerga como culpado. Com isso, a face do Coringa se espalha por Gotham como um símbolo da guerra de classes, uma resposta ao sistema. De uma hora para outra, as pessoas que não suportavam as corrupções do dia a dia saíram às ruas incendiando lojas, assassinando pessoas e idolatrando um doente mental. Espera, onde foi que eu já vi isso mesmo? A grande sacada do filme é quebrar essa ideia do Palhaço badass e deixar claro que a galera estava cultuando um doente mental fracassado. Era desse tipo de gente que eles tiravam inspiração.
De forma bem sutil, a grande piada do filme é a própria plateia, formada por fãs de um louco.
Coringa está em cartaz nos cinemas de todo o país.
Lançado há poucos dias na plataforma da Dona Netflix, o documentário ‘LA Originals’ abre um mundo completamente desconhecido para o espectador comum, e consegue nos transportar a uma viagem vertiginosa por Los Angeles – a cidade que nunca dorme – através de dois personagens icônicos da cultura pop estadunidense: o fotógrafo Estevan Oriol e o tatuador e artista Mister Cartoon.
Ok, você nunca ouviu falar deles, mas, acredite, você já viu o trabalho deles por todos os lados.
Vamos começar por Mister Cartoon. De origem mexicana, ele começou sua arte grafitando as paredes de Los Angeles. Em seguida, foi estudar letras, como desenhá-las, e criou uma assinatura própria na forma de escrever nos muros, através de letras arredondadas ou mais quadradas, tornando a forma da letra, em si, uma manifestação artística. Daí pras tatuagens foi um pulo, e rapidamente ele se tornou o tatuador queridinho das celebridades da música e do cinema. Na sua clientela figura nomes como Kobe Bryant, Christina Aguilera, Eminem, Slash, Pharrel, Beyoncé, Justin Timberlake, Prodigy, Paul Wall, Snoopy Dogg (ele foi o cara que fez a primeira tatuagem do Snoopy Dogg!), e por aí vaí. E sim, todos eles aparecem no filme.
Já Estevan Oriol começou a carreira como fotógrafo e rapidamente entrou para o meio do hip hop surgido na Califórnia, em plena ascensão no fim dos anos 1980. O cara conseguiu capturar imagens do grupo Cypress Hill e em pouco tempo aumentou sua clientela de famosidades. Foi quando Estevan conheceu Cartoon, e juntos resolveram abrir um negócio, o S.A. Studios, em Downtown LA. O local ficou internacionalmente conhecido como “O” lugar. Era lá que as celebridades se reuniam para jogar papo fora, fazer uma tatuagem ou usar o espaço para uma sessão de fotos (como a própria Kim Kardashian o fez). Foi assim que Estevan passou não só a fazer sessões de fotos para capas de CDs de hip hop – muitas das quais se tornaram bastante conhecidas – como também passou a dirigir videoclipes, dentre os quais alguns memoráveis do grupo Blink 182, do Snoopy Dogg, do Eminen, etc.
Dirigido pelo próprio Estevan Oriol, o documentário ‘LA Originals’ dá rosto às pessoas por trás da ascensão da cultura do hip hop na costa oeste estadunidense e aos responsáveis pela inserção e mistura da cultura mexicana ao hip hop (e daí surgiram os cholos). Pode parecer distante, mas esses dois caras eram as referências para muitos artistas latino-americanos em uma Hollywood extremamente branca, e através desses caras que atrizes como Michelle Rodriguez, de ‘Velozes e Furiosos’, encontraram afeto. Dentre outras coisas, eles organizaram a premiere do filme ‘Machete’, com Danny Trejo, numa noite de gala que exaltava os low rides (carros baixos ou rebaixados) e a identidade mexicana em plena Los Angeles.
Com pouco mais de uma hora de duração, o início do filme é um pouco devagar, porém, insista: ‘LA Originals’ é um importante registro da cultura pop estadunidense, e dá voz a artistas cujos nomes são pouco conhecidos fora do meio das celebridades. Comparativamente, Estevan e Cartoon teriam sido para o hip hop californiano e a arte de rua o que o artista Basquiat foi para a cultura negra e os anos 1980 em Nova York, e todos eles ajudaram a moldar o que hoje nós temos como referência no mundo da música e das artes, cada um a seu modo. ‘LA Originals’ é um importante documentário a ser assistido, embora seja parcial, posto que é dirigido, produzido e gravado pelo próprio Estevan. Ainda assim, vale a pena assistir.
Em post no Twitter, o artista conceitual de ‘Aquaman‘, Pascal Blanché, revelou alguns dos designs alternativos que foram criados para o vilão Arraia Negra.
Confira:
Finally got the green light to showcase some of the designs I made for #Aquaman ! Watch this space and let’s start with.. Black Manta 🙂 the first pict the final design, the others are early researches and experimentations. I had lot of fun working on this character. pic.twitter.com/j6furnMTbn
‘Aquaman‘ continua com uma performance sólida nas bilheterias! O longa dirigido por James Wan liderou as bilheterias dos EUA pelo terceiro final de semana seguido, com US$ 30.7 milhões.
Internacionalmente, o filme acrescenta surpreendentes US$ 56.2 milhões ao seu montante, elevando sua arrecadação total a US$ 940.7 milhões mundialmente.
‘Aquaman‘ deve ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão até o próximo final de semana, com chances de se tornar a maior bilheteria da história da DC.
O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.
A produção conta a história de Nicole, uma mãe solteira de Atlanta, que perde seu esposo de maneira bem misteriosa. Agora sozinha, ela tenta criar o seu jovem filho, uma garoto com habilidades surpreendentes.
O filme chega aos cinemas nacionais em 13 de março.
Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.
A VH1divulgou um novo vídeo da quinta temporada ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’, que traz cenas inéditas do workroom e dos desafios do spin-off.
Confira:
Criado em 2012, o spin-off de ‘RuPaul’s Drag Race’ funciona como a competição original; entretanto, ele traz drag queens que já participaram do reality show para uma nova tentativa de conseguir a coroa e o prêmio de US$100 mil, além de participar do Hall da Fama da lendária apresentadora RuPaul.
‘A Festa de Formatura’, adaptação musical da clássica peça da Broadway e realizada por ninguém menos que Ryan Murphy, já está disponível na Netflix e, para promover o filme, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional em que a icônica Meryl Streep canta “It’s Not About Me”.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 11 de dezembro.
A história gira em torno de quatro atores de teatro que viajam para Indiana, onde ajudam uma adolescente cujo baile de formatura foi cancelado após tentar levar sua namorada como acompanhante.
Meryl Streep dá vida a Dee Dee Allen, atriz vencedora de dois prêmios Tony que agora se vê no fundo do poço após receber críticas negativas por sua aparição no fracassado musical sobre Eleanor Roosevelt. NicoleKidman, por sua vez, faz parte do quarteto protagonista como Angie Dickinson.
James Corden e Andrew Rannels também fazem parte do grupo principal, dando vida a Barry Glickman e Trent Oliver, respectivamente. Ariana Grande, Keegan-MichaelKey, Kerry Washington, Andrew Rannells, Ariana DeBose e outros completam o elenco.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
Durante o Super Bowl LVI, a Netflix aproveitou para divulgar um vídeo promocional com os futuros lançamentos em seu catálogo – e, com o teaser, apresentou cenas inéditas do aguardado sci-fi‘O Projeto Adam’, estrelado por Ryan Reynolds e Jennifer Garner.
Com estreia marcada para 11 de março, a trama acompanha um piloto que viaja no tempo se une a seu eu mais jovem e seu falecido pai para aceitar seu passado enquanto salva o futuro.
O longa é dirigido por Shawn Levy(‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.
Na trama, Reynolds vive um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para realizar um misterioso propósito.
Lembrando que o ator já trabalhou com Levy na adorada comédia de ação ‘Free Guy’, que chega no dia 26 de janeiro à plataforma do Star+.
Se você já assistiu a ‘007 – Casino Royale’, com certeza conhece o nome da atriz francesa Eva Green – e, se você nunca ouviu falar dessa incrível e subestimada performer, certamente deveria.
Ascendendo à fama depois de ter co-protagonizado o filme supracitado, a carreira de Green é, de fato, marcada por altos e baixos. Mas isso não significa que a artista não tenha entregado performances memoráveis tanto no cinema quanto na televisão, desde sua participação em ‘Reino dos Céus’, como a Princesa Sibylla, até sua aclamada rendição na série ‘Penny Dreadful’, que lhe rendeu diversas indicações.
No dia de hoje, 06 de julho, Green completa 42 anos – e é claro que não poderíamos deixar seu aniversário passar em branco.
Para celebrá-la, montamos uma breve lista elencando seus cinco melhores papéis, que você pode conferir abaixo:
5. PRINCESA SIBYLLA, Reino dos Céus
O épico histórico de Ridley Scott pode até ter tido recepção mista por parte dos especialistas, mas é um consenso quase universal de que o melhor aspecto do longa-metragem é o elenco. Além de Orlando Bloom e Jeremy Irons, Green fez um trabalho notável como a Princesa Sibylla, monarca do século XII que foi casada com Guy de Lusignan e que comandou o Reino de Jerusalém entre os anos 1186 e 1190. A atriz recebeu inúmeros elogios, que notaram sua presença imponente nas telonas e sua elegante compostura em cena.
A estreia oficial de Eva Green no cenário cinematográfico ocorreu há pouco tempo, mais precisamente em 2003, com a estreia de ‘Os Sonhadores’. No drama romântico comandado por Bernardo Bertolucci, a trama companha um estudante universitário que se envolve em um triângulo romântico com um irmão e uma irmã. A atriz dá vida a Isabelle, parte desse entrelaço erótico, uma personagem descrita como livre e, trazendo para os dias de hoje, empoderada em relação a usar o seu corpo como bem entender. A rendição de Green ganha ainda mais camadas quando mergulhada em referências do cinema clássico e do new wave francês, que aposta fichas na arte performática.
É bem provável que o drama francês ‘A Jornada’ tenha passado longe de seu radar – mas não tem problema: é sempre tempo de conhecer uma das atuações mais incríveis de Green. No longa, comandado por Alice Winocour, a atriz interpreta Sarah, uma mulher que tenta equilibrar seu trabalho como astronauta, preparando-se para um ano na Estação Espacial Internacional, e sua vida pessoal como mãe de uma menina de oito anos de idade chamada Stella (Zélie Boulant). Green foi aplaudida pelo público e pela crítica especializada e conquistou indicações tanto ao César quanto ao Lumière Award de Melhor Atriz.
2. VESPER LYND, 007 – Casino Royale
Green já havia participado de algumas produções cinematográficas antes de estrelar ‘007 – Casino Royale’, mas foi sua aclamada rendição como a bond girl Vesper Lynd que atraiu maior atenção do público e lhe concedeu fama mundial. Na trama, Vesper é uma agente secreta que trabalha diretamente com a Família Real inglesa e é escalada para supervisionar Bond (Daniel Craig), além de financiá-lo em um jogo de pôquer de altos riscos. Por sua performance, Green levou para casa o BAFTA de Estrela em Ascensão e foi considerada uma das melhores bond girls de todos os tempos pelos especialistas internacionais.
Nenhuma outra performance de Green poderia ocupar nossa lista além de Vanessa Ives no ovacionado terror gótico ‘Penny Dreadful’. Na trama, a atriz interpreta uma médium com poderes incríveis e com um passado obscuro que a torna alvo de diversas forças malignas.
Ao longo de três temporadas, o criador John Logan arquitetou uma das melhores personagens do cenário televisivo do século, apostando fichas em uma complexa mulher que só poderia ser vivida por Green. Afinal, enquanto ela nos tira o fôlego desde o primeiro momento que dá as caras, são cenas particulares que reafirmam nossa paixão pela versatilidade inegável da artista – e, aqui, faço questão de pontuar as sequências de possessão demoníaca e sua espetacular rendição na iteração final. Não é surpresa, pois, que ela tenha faturado indicações tanto ao Globo de Ouro quanto ao Critics’ Choice Awards.
A série de fantasia medieval ‘Camelot’, baseada nas atemporais novelas de cavalaria do Rei Arthur e da Távola Redonda, foi cancelada depois de apenas uma temporada – mas foi o suficiente para arrancar atuações incríveis de um elenco estelar. Na trama, Green interpreta a meia-irmã de Arthur Pendragon, Morgan (inspirada em Morgana Le Fay), uma vingativa mulher que deseja usurpar o trono de Camelot – e que enfrenta, em seu caminho, o poderoso mago Merlin, que jura impedi-la de conquistar tal feito.
O Collider divulgou com exclusividade os novos pôsteres oficiais de ‘O Pálido Olho Azul’, suspense de mistério da Netflix estrelado por Christian Bale (‘Batman’, ‘Vice’).
A produção, escrita e dirigida por Scott Cooper, tem estreia agendada para o dia 06 de janeiro de 2023 na plataforma de streaming.
Confira, junto ao teaser trailer:
O longa adapta a obra homônima de Louis Bayard.
Em 1830, um detetive é contratado para investigar, com muita discrição, o terrível assassinato de um dos cadetes da Academia Militar de West Point. No entanto, o código de silêncio dos cadetes se mostra um obstáculo incontornável para a investigação, fazendo com que o detetive peça a ajuda de um dos alunos da academia: um jovem que entraria para a história como Edgar Allan Poe.
Harry Melling (O Gambito da Rainha), Gillian Anderson (The Crown), Lucy Boynton (Bohemian Rhapsody), Charlotte Gainsbourg (Antichrist), Toby Jones (Atômica), Harry Lawtey (Industry), Simon McBurney (Carnival Row), Timothy Spall (Mr. Turner), Hadley Robinson (Moxie), Joey Brooks (Molly’s Game), Brennan Cook (Encounter), Gideon Glick (Marvelous Mrs. Maisel), Fred Hechinger (The White Lotus), Matt Helm (Tragedy of Macbeth), Steven Maier (The Plot Against America), Charlie Tahan (Ozark) e Robert Duvall (O Juiz) também estrelam.
‘Air: A História por Trás do Logo‘, aclamada cinebiografia que conquistou 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já está disponível no Prime Video.
A produção foi lançada hoje,12 de maio, na plataforma de streaming.
A trama revela a parceria revolucionária entre Michael Jordan e o incipiente departamento de basquete da Nike, um verdadeiro divisor de águas no mundo dos esportes e da cultura contemporânea com a marca Air Jordan.
Relembre o trailer:
Nos cinemas, a produção se tornou um grande sucesso, tendo arrecadado US$ 79.2 milhões mundialmente. O filme marcou o primeiro grande lançamento global da Amazon nas telonas.
‘AIR: A História Por Trás do Logo‘ revela a inacreditável parceria revolucionária entre o então novato Michael Jordan e o incipiente departamento de basquete da Nike, um verdadeiro divisor de águas no mundo dos esportes e da cultura contemporânea com a marca Air Jordan. Esta história comovente retrata a arriscada aposta que definiu a trajetória de um time nada convencional, a visão intransigente de uma mãe que conhece o valor do imenso talento de seu filho e o fenômeno das quadras que se tornaria o maior jogador de basquete todos os tempos.
O roteiro é co-assinado por Affleck e Alex Convery.
O Disney+ divulgou um cartaz animado da 2ª temporada de ‘Meu Papai (ainda) é Noel‘ (The Santa Clauses), série que dá continuidade à clássica franquia natalina ‘Meu Papai é Noel‘.
Lembrando que o próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 8 de novembro.
“Na segunda temporada, a família Calvin está de volta ao Polo Norte enquanto Scott continua seu papel de Papai Noel depois que os planos de aposentadoria foram frustrados ao não conseguir encontrar um sucessor digno na primeira temporada.
Agora que Scott e sua família salvaram o Natal com sucesso, Scott volta seu foco para treinar seu filho Calvin para eventualmente assumir o “negócio da família” como Papai Noel.”
Tim Allen e Elizabeth Mitchellreprisam seus papéis como Scott Calvin/Papai Noel e Carol/Mamãe Noel.
Jason Winer, conhecido por seu trabalho em obras como ‘The Big Leap’ e ‘Modern Family’ (que lhe renderam indicações ao Emmy Awards), fica responsável pela direção e pela produção executiva.
“Scott Calvin está prestes a fazer 65 anos e percebe que não pode ser o Papai Noel para sempre. Ele está começando a não dar conta dos seus deveres como Papai Noel e, mais importante, ele tem uma família que poderia se beneficiar de uma vida no mundo normal, especialmente seus dois filhos que cresceram no Polo Norte. Com muitos elfos, crianças e família para agradar, Scott sai em busca de um Papai Noel substituto adequado enquanto prepara sua família para uma nova aventura em uma vida ao sul.”
Jack Burditt entra como showrunner, além de ser produtor executivo.
Lançado em 1994, o filme original arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente, garantindo duas sequências ‘Meu Papai é Noel 2‘ (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3‘ (2006).
‘Da Ponte Pra Lá‘, suspense nacional estrelado pelo João Guilherme (‘De Volta aos 15’), chegou recentemente ao catálogo da Max Brasil.
Com um total de sete episódios, a produção é ambientada na cidade de São Paulo, a trama traça paralelos sobre diferenças sociais e culturais dos jovens da periferia e do centro das grandes cidades, ao mesmo tempo, em que fala sobre paixão e luto, temas contextualizados entre dois mundos divididos por um grande mistério. Nele, uma jovem periférica se infiltra na escola mais exclusiva da alta sociedade paulistana em busca de uma única resposta: quem matou seu melhor amigo?
Apesar de inúmeros rumores apontarem para um filme solo envolvendo Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), nada foi oficialmente confirmado pela Marvel Studios – e nem mesmo nomes envolvidos com esse suposto projeto puderam comentar sobre o assunto.
Em uma recente conversa com a Variety durante a estreia oficial de ‘Agatha Desde Sempre’ (série derivada de ‘WandaVision’), a realizadora Jac Schaeffer foi questionada sobre o longa-metragem (via CBM).
Schaeffer, que é showrunner do spin-off estrelado por Kathryn Hahn, está trabalhando no roteiro ao lado de Megan McDonnell, como afirmam os boatos. Porém, ela apenas disse que está “de dedos cruzados” para um filme focado na Feiticeira Escarlate: “todos nós queremos Wanda, então estamos de dedos cruzados para que isso aconteça”.
Quando questionada se poderia discutir sobre qualquer coisa acerca do projeto, ela riu e respondeu: “agora não!”.
Lembrando que a produção chega ao Disney+ amanhã, 18 de setembro.
Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes.
Em uma recente aparição ao podcast Reclaiming, Olivia Munn revelou ter recusado uma oferta de pelo menos um milhão de dólares para concordar em ficar em silêncio sobre um incidente traumático ocorrido em um set de filmagem.
A atriz, conhecida por seu trabalho em produções como ‘New Girl’, ‘The Newsroom’ e ‘X-Men: Apocalypse’, relembrou a experiência e, embora não tenha detalhado o incidente nem nomeado o filme, ela afirmou que o ocorrido se deu no início da era #MeToo, que começou por volta de 2017.
“Houve coisas que aconteceram neste set de filmagem, pessoalmente para mim, que realmente não foram boas e foram tão traumáticas, que tive que registrar reclamações no estúdio”, ela conta. “Cheguei a um ponto em que me ofereceram muito dinheiro, muito dinheiro – sete dígitos – para aceitar o pedido de desculpas. Mas veio junto com um acordo de confidencialidade”.
Munn continua: “não que eu fosse falar sobre isso, de verdade, porque eu só queria superar tudo. E é por isso que não quero falar sobre as coisas específicas que aconteceram naquela situação. Mas eu disse: ‘não vou assinar um NDA’. E eles disseram: ‘você precisa fazer isso’. E eu simplesmente senti que era muito errado. Foi no início da era #MeToo e do Time’s Up… Quando as pessoas tinham como alvo qualquer um que assinasse um NDA e diziam: ‘oh, você só fez isso por dinheiro’. Então eu estava com medo de que, [ao assinar o acordo], tirar qualquer validade sobre [o que aconteceu]… Eu estava preocupada que o estúdio, em um esforço para diminuir minha voz, vazasse que eu havia assinado um NDA por dinheiro.”
A atriz também se recordou de que seu advogado a incentivou a pensar um pouco sobre o assunto, mas ela insistiu que sua decisão era irredutível e que ela mesma queria contar à equipe jurídica da outra parte.
“Uma pessoa me disse: ‘isso é muito dinheiro, você seria louca se não aceitasse isso’”, ela afirmou. “E eu respondi: ‘sei que isso é muito dinheiro para você, mas não dinheiro o suficiente para me fazer perder a voz’. E saímos de lá e lembro-me de ter me sentido muito orgulhosa de tudo”.
Vale lembrar que Munn já veio a público várias vezes para denunciar maus comportamentos em sets de filmagem. Em 2017, ela foi uma das seis mulheres que acusaram o diretor Brett Ratner de assédio sexual, alegando que Ratner se masturbou na frente dela enquanto visitava o set ‘Ladrão de Diamantes’.
Já em 2018, durante as gravações de ‘Predadores’, Munn foi aos executivos da agora extinta 20th Century Fox para reclamar sobre o fato de ter que atuar ao lado de um criminoso sexual registrado – e amigo de longa data do diretor Shane Black.
O Studiocanal ainda afirmou que a versão de Cavayé irá abraçar o “clássico atemporal” de Hugo enquanto “transportará o público em um evento cinemático moderno em 2026”.
Mais detalhes não foram revelados.
“O filme manterá o lado literário e dramático, a profundidade dos personagens e as questões sociais que estão no cerne da história, o que infelizmente continua cada vez mais relevante hoje em dia. Mas há um aspecto do romance que, em última análise, o torna uma história de aventura, ainda que com profundidade”, disse Cavayé em uma entrevista ao Deadline. “Quero intensificar isso de uma forma que nunca foi realmente destacada em outras adaptações. O filme permanecerá fiel ao romance de Victor Hugo, ao mesmo tempo em que introduz códigos e dinâmicas de suspense, como a cena de perseguição em que Valjean rouba o pão”.
Na trama…
Na França do século XIX, o ex-prisioneiro Jean Valjean, perseguido ao longo de décadas pelo impiedoso investigador Javert por ter violado sua liberdade condicional, busca redenção pelo seu passado e decide acolher a filha da prostituta Fantine.
Segundo o Deadline, Zachary Hart (‘Slow Horses’) foi escalado para o elenco regular da vindoura adaptação de ‘Assassin’s Creed’, nova série live-action da Netflix baseada na popular franquia de jogos da Ubisoft.
Acredita-se que Wallace interpretará um dos protagonistas na adaptação, que funciona como um thriller eletrizante que gira em torno da guerra secreta entre duas facções obscuras: uma empenhada em determinar o futuro da humanidade por meio do controle e da manipulação, enquanto a outra luta para preservar o livre arbítrio.
A série acompanha os personagens — que serão diferentes dos jogos — em eventos históricos cruciais, enquanto lutam para moldar o destino da humanidade.
O projeto foi firmado entre a Netflix e a Ubisoft em 2020. As gravações devem começar apenas em 2026, na Itália – que servirá como cenário principal da trama, mas sem detalhes sobre o período em que a história se passará
Lembrando que o game foi adaptado pela primeira nas telonas em 2017, com Michael Fassbender no papel principal, além de Marion Cotillard e Jeremy Irons.
Orçado em US$ 125 milhões, o longa dirigido por Justin Kurzel foi um fracasso comercial e crítico, arrecadando US$ 240 milhões pelo mundo, o que acabou com os planos para futuras sequências.
O Apple TV finalmente revelou a data de estreia da 2ª temporada de ‘Sugar’, série de mistério noir estrelada pelo indicado ao Emmy Colin Farrell (‘Pinguim’).
O novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 19 de junho.
O próximo ciclo irá introduzir atores como Shea Whigham (‘Fargo’), Raymond Lee (‘Quantum Leap’), Sasha Calle (‘The Flash’), Jin Ha(‘Pachinko’), Laura Donnelly(‘The Nevers’) e Tony Dalton(‘Better Call Saul’). Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.
Nos novos episódios, o detetive John Sugar (Farrell) retornará à Los Angeles, onde assumirá o caso de uma nova pessoa desaparecida ao mesmo tempo em que continua buscando respostas pelo sumiço de sua irmã.
‘Sugar’ é uma abordagem contemporânea e única de um dos gêneros mais populares e significativos da história da literatura, do cinema e da televisão: a história de detetives. Farrell estrela como John Sugar, um investigador particular que acompanha o misterioso desaparecimento de Olivia Siegel, a querida neta do lendário produtor de Hollywood Jonathan Siegel. Enquanto Sugar tenta determinar o que aconteceu com Olivia, ele também descobrirá segredos da família: alguns muito recentes, outros há muito enterrados.
De acordo com o Comic Book, um dos diretores de ‘Game of Thrones’, Matt Shakman, está sendo considerado para assumir a direção de uma série da Marvel para aDisney+.
Até o momento, não foi revelada em qual das produções Shakman está envolvido, mas fontes acreditam que seja ‘WandaVision’ ou ‘Loki’, já que ambas estão prestes a serem filmadas.
Além de ‘Game of Thrones’, Shakman também dirigiu episódios de ‘The Good Wife’, ‘Psych‘, e da sitcom ‘It’s Always Sunny in Philadelphia‘.
Vale lembrar que o início das gravações de ‘WandaVision‘ deve ocorrer em 21 de setembro deste ano, em Los Angeles, segundo o site Production List.
Conhecido por publicar a agenda de diversas produções em Hollywood, o site também confirma o retorno de Paul Bettany como o Visão.
Confira:
Apesar de estrear somente em 2021, as gravações da série devem ter sido planejadas para dar tempo de Elizabeth Olsen se preparar para sua participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.
Lembrando que ‘WandaVision’ estará disponível no catálogo daDisney+.
Confira o logo:
Alguns fãs se perguntaram se a série iria se passar antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, já que o Visão foi morto durante o filme, após ter a Joia da Mente arrancada de sua cabeça.
Durante uma rápida entrevista para a Variety,Elizabeth Olsen disse que a série terá um tom divertido e será ambientada na década de 1950, mas não há nenhuma relação com o dispositivo de viagem no tempo visto em ‘Vingadores: Ultimato’ e sim resultado de uma ilusão criada por Wanda para viver com o Visão, que também será parte da ilusão.
Pode parecer estranho, mas é algo que combina com as ilusões criadas pela personagem em ‘Vingadores: Era de Ultron’, além de combinar com rumores anteriores de que a série iria se concentrar nos poderes de alteração da realidade de Wanda. Parece uma forma inteligente de mostrar como Wanda lida com a morte do Visão e também uma maneira de manter o peso de seu sacrifício.
Em seu perfil do Twitter,Charlize Theron divulgu um breve teaser de ‘The Old Guard’, vindoura adaptação baseada nos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández.
Para quem não conhece, a trama acompanha um grupo de seres imortais que têm sua identidade revelada quando um de seus membros é capturado misteriosamente, agora eles precisam lutar para voltar ao anonimato.
Lembrando que o longa estreia no catálogo da Netflix em 10 de julho.
A produçõe é fruto de uma parceria da Netflix com a Skydance, e o roteiro é assinado pelo próprio Rucka.
Com esse mais novo investimento, a Netflix parte para uma competição ainda mais acirrada com suas concorrentes, Marvel e DC, que estão ingressando no mercado de serviços de estreaming com uma série de produções originais.
Durante uma entrevista para a Elle Magazine, Dafne Keen (‘Logan’) comentou sobre o futuro de sua carreira e disse que pretende ajudar a melhorar a imagem das personagens femininas.
Aproveitando a oportunidade, ela criticou alguns filmes da Disney por causar impactos negativos nas meninas.
Apesar de não mencionar títulos e não se aprofundar nas críticas, a estrela de ‘Fronteiras do Universo‘ disse que:
“Se você assiste aos filmes da Disney com um olhar mais crítico, você percebe que são extremamente prejudiciais para as meninas, e não me refiro apenas aos títulos mais antigos. Eles são perigosos porque você não consegue identificar o que está realmente errado.”
Ela continuou:
“Uma criança vê um filme da Disney e acha que tudo que está passando na tela é como deveria ser, acho que temos um longo caminho para mudar isso.”
Ainda que ela não tenha explicado o que vê de errado nos filmes do estúdio, seu argumento sugere a rivalidade entre as meninas e a submissão feminina, algo que era bastante comum há não muito tempo atrás.
Lembrando que Keen está repisando seu papel como Lyra Belacqua na 2ª temporada de ‘Fronteiras do Universo‘.
Falando nisso, a HBO divulgou a promo oficial do episódio ‘Tower of the Angels’, que vai ao ar em 07 de dezembro.
Confira:
A nova temporada acompanhará os planos de Lord Asriel (James McAvoy) depois que ele abriu uma ponte para um novo mundo, enquanto Lyra (Dafne Keen) segue seus passos rumo ao desconhecido e tenta lidar com a morte do melhor amigo.
Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.
Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.
O elenco inclui Dafne Keen, Ruth Wilson, James McAvoy, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.
O primeiro livro foi adaptado aos cinemas em 2006, com o filme ‘A Bússola de Ouro‘. Com orçamento de US$ 180 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 372 milhões mundialmente, o que encerrou a continuidade da franquia.
Através de um comunicado, a esposa do ator Michael Nader (‘The Flash’), Jodi Lister, confirmou que ele faleceu no dia 23 de agosto após uma intensa luta contra o câncer.
Ele tinha 76 anos de idade e estava em sua casa na Califórnia quando veio a óbito.
“Com o coração pesado, estou compartilhando a notícia do falecimento do meu amado Michael. Passamos 18 anos maravilhosos juntos com os muitos cães que criamos e adotamos”, disse ela.
Para quem não o conhece, ele deu vida ao icônico vilão Nicholas Pike na série original do Flash, exibida entre 1990 e 1991.
Em seu perfil do Twitter, o ator John Wesley Shipp, intérprete de Barry Allen, lamentou a morte do colega de elenco, cok quem também contracenou em ‘All My Children’.
“Descanse com alegria, meu amigo. Estávamos destinados a trabalhar juntos, primeiro no flash, depois em ‘All My Children‘. Foi um prazer em ambas as vezes.”
Um olheiro de time de basquete que está em baixa na carreira (Sandler) descobre um jogador excepcional no exterior e leva o fenômeno para os EUA sem a aprovação do seu time. Agora, a dupla tem apenas uma chance de brigar por um espaço na NBA.
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