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‘Cowboy Bebop’: Série live-action da Netflix ganha novas imagens promocionais; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens promocionais da aguardada série live-action de ‘Cowboy Bebop‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de novembro.

A adaptação é fruto de uma parceria entre a Netflix e a Tomorrow Studios e terá 10 episódios em sua primeira temporada.

O elenco conta com John Cho, Mustafa Shakir, Daniella Pineda, Elena Satine e Alex Hassell.

Andre Nemec, Josh Appelbaum, Jeff Pinkner, e Scott Rosenberg são os produtores executivos. O diretor da produção original, Shinichiro Watanabe, atuará como consultor.

Com toques de filosofia, diálogos profundos e psicológicos, o anime ‘Cowboy Bepop’ traz a história de um grupo de caçadores de recompensa que viaja em uma nave intitulada Bepop. E, à medida que eles procuram trabalho, as conversas vão se tornando ainda mais interessantes e reflexivas.

‘Primal’: 2ª temporada da aclamada animação de Genndy Tartakovsky ganha previsão de estreia; Confira!

A animação adulta Primal, criada pela mente brilhante de Genndy Tartakovsky, é uma das melhores produções da atualidade – e os fãs estão extremamente ansiosos para assistir à aguardada 2ª temporada.

Nos últimos dias, a página oficial do Television Critics’ Association confirmou que o próximo ciclo já tem previsão de estreia e deve ser lançado no Adult Swim no verão estadunidense de 2022 (isso é, entre junho e agosto).

Confira o anúncio:

Enquanto detalhes concretos sobre a próxima iteração não são revelados, temos de nos contentar com algumas atualizações esparsas – e, recentemente, Tartakovsky ofereceu uma nova imagem de bastidores que anuncia o término do storyboard dos capítulos futuros.

Confira:

Em entrevista ao SyFy Wire, Tartakovsky disse que os fãs podem esperar um ciclo bastante diferente do anterior.

“O maior desafio da 2ª temporada foi não ser clichê”, ele comentou. “Quando entramos num gênero como esse, é fácil fazer o que já foi feito. E, inicialmente, esbarramos nisso e eu odiei, porque era muito fácil. E estava errado”.

Ele continua:

“Eu desconstruí tudo e então reimaginamos totalmente a 2ª temporada. E, pelo fato da narrativa ter tido bastante sucesso na primeira temporada, decidi experimentar mais. Não quero dizer avant-garde, mas é relativamente diferente em relação ao modo como contamos as histórias… Estou muito animado para isso. Acredito que seja o melhor trabalho que fiz, porque é diferente. Será uma experiência diferente”.

Lembrando que a produção é transmitida pela Warner Channel no Brasil.

 

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A animação foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (Samurai JackStar Wars: A Guerra dos Clones).

‘Traição”: Minissérie de espionagem com Charlie Cox ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Traição’ (Treason), nova minissérie de espionagem estrelada por Charlie Cox (‘Demolidor’).

A produção tem estreia agendada para o dia 26 de dezembro na plataforma de streaming.

Confira:

Matt Charman, conhecido por seu trabalho no aclamado drama de espionagem Ponte de Espiões, escreveu a minissérie, que conta com seis episódios.

O drama acompanha Adam Lawrence, treinado e preparado pelo MI6, cuja carreira parece definida. Mas quando o passado o alcança na forma de Kara, uma espiã russa com quem ele compartilha um passado complicado, Adam é forçado a questionar tudo e todos em sua vida. Um triângulo amoroso se forma entre Kara, Adam e sua esposa, Maddy; três pessoas que estão tentando expor os segredos umas das outras, navegar em relações políticas e diplomáticas, enquanto se apegam às suas vidas pessoais e daqueles que mais amam.

Olga KurylenkoOona ChaplinCiarán Hinds, Tracy Ifeachor, Avital Lvova, Alexandra Guelff, Brian Law, Adam James e outros completam o elenco.

Crítica | ‘Bonnie e Clyde’ encerra sua temporada em São Paulo com espetáculo memorável

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da história de Bonnie Parker e Clyde Barrow. A dupla improvável se tornou extremamente conhecida nos anos 1920, à época da Grande Depressão, em que conquistaram um status controverso de heróis por fazerem o necessário para sobreviverem em meio a um cenário de devastação e fome. Não é surpresa que, depois de terem sua história levada aos cinemas e à televisão, ganhariam uma adaptação teatral na Broadway que se tornaria um sucesso de público. E, quase uma década e meia depois de sua estreia nos Estados Unidos, o musical Bonnie & Clyde chegou ao São Paulo e encerrou uma ótima temporada neste último domingo, 14 de maio.

A trama acompanha os personagens titulares, interpretados por Eline Porto e Beto Sargentelli, apresentando ao público dois jovens com sonhos que, eventualmente, não se realizam. Bonnie quer ser famosa, uma estrela de cinema e uma poeta, e sonha com o momento em que sua foto estará estampada em revistas e enfeitando outdoors; Clyde, por sua vez, tem uma propensão ao errado e carrega como ídolos o pistoleiro Billy the Kid e o mafioso Al Capone. Ambos têm um desejo em comum: a fama. E, de certa forma, a peça discorre sobre o assunto tendo como máscara uma história de amor que atravessou gerações. Afinal, em um lugar como o subúrbio industrial de West Dallas, as coisas não parecem muito prósperas – e os dois se veem em um beco sem saída, mergulhados em frustrantes esperanças que nunca se concretizam.

Porém, depois que se conhecem por um acaso, Bonnie e Clyde começam a desfrutar de um apreço pela vida que foi acendido de forma quase simbiótica. Apesar da vida criminal de Clyde ao lado do irmão, Buck (Claudio Lins), Bonnie se sente atraída de forma inexplicável – e a recíproca também é verdadeira. Não é surpresa que, pouco antes do encerramento do primeiro ato, ambos unem forças para partir em uma aventura inenarrável, movida a roubos e ao enfrentamento de uma justiça que insistia em deixá-los estagnados. E a jornada é apenas um dos muitos pontos altos dessa versão que não deve nada à original.

É quase óbvio falar que o elenco é o principal elemento: Porto e Sargentelli, que são um casal na vida real, desfrutam de uma química apaixonante, que oscila entre o amor, a sedução e a luxúria de modo envolvente e que nos leva em uma insana valsa regada a balas e a revólveres; Lins insurge como o bem-vindo escape cômico da narrativa como Buck, dividindo boa parte das cenas com a irretocável Mariana Gallindo como Blanche (originalmente interpretada por Adriana Del Claro), que nos arremessa de volta para os anos 1920 no momento em que solta a voz na canção “Você Volta pra Prisão”. Como se não bastasse, o quarteto supracitado abraça com tanta vontade os personagens que torna o trabalho de espectador muito mais fácil e divertido – nos convidando a uma montanha-russa de sentimentos que perdura muito depois da peça terminar.

A adaptação brasileira tem um quê de diferencial, principalmente por arquitetar uma experiência bastante imersiva que funde o público com o palco em um único organismo vivo. A própria ambientação, feita no 033 Rooftop, nos remete ao Oeste dos Estados Unidos, enclausurada em uma espécie de cabaré western e pincelada com tons de vermelho e de azul que se transmutam à medida que os arcos se desenrolam – e, ainda que as duas horas demorem a passar pelos assentos poucos confortáveis, conseguimos até esquecer um pouco a dor na lombar para apreciar a atuação e o cuidado com o cenário.

Devo também mencionar o trabalho exímio da banda que acompanha as canções, contribuindo novamente para a atmosfera à medida que recupera o bluegrass, o blue e o gospel das canções originais, incrementando-as com sutis brasilidades – como é de costume quando musicais da Broadway vêm para cá. É quase impossível não começar a se remexer na cadeira quando o violoncelo, o clarinete e a bateria se fundem em um só em uma explosão de narcóticas sensações.

Bonnie & Clyde vai deixar saudades – mas isso não quer dizer que não tenha terminado numa nota agridoce. Pelo contrário, as apresentações finais da produção entregaram a mesma paixão de antes e trouxeram uma experiência não muito usual no circuito teatral nacional. Agora, podemos reviver as memórias dia após dia e esperar que, caso tudo dê certo, a temporada se estenda por mais algum tempo.

10 músicas pop internacionais INSPIRADORAS para você ter na sua playlist

A música é um dos principais motores do mundo e tem a capacidade não apenas de nos convidar a mexer o esqueleto na pista de dança, como também de emergir como hinos de empoderamento e de liberdade que nos levam a acreditar em mudanças positivas e necessárias.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez canções pop internacionais inspiradoras que você precisa ter na sua playlist, incluindo artistas como MadonnaBeyoncéLady Gaga (e aqui, quando mencionamos “pop”, queremos dizer incursões populares, e não necessariamente do gênero em questão).

Confira nossas escolhas abaixo:

“EXPRESS YOURSELF”, Madonna

A evocativa “Express Yourself” é uma construção que amalgama dance-pop e deep-funk em um hino feminista bastante dançante, além de ser acompanhado pelas notas do saxofone e de uma percussão irretocável. Falando sobre aceitação e sobre empoderamento, a canção foi elogiada pela crítica por suas mensagens de igualdade de gênero e, mais tarde, servindo como um dos grandes anthems LGBTQ+.

“BELIEVE”, Cher

Sendo a patrona da música pop e uma das deusas da indústria fonográfica, Cher é um dos ícones mais poderosos de todos os tempos e nunca deixou de se posicionar a favor daqueles que precisavam. Com “Believe” sendo reestruturada para os dias atuais, a canção é um hino de esperança para aqueles que não acreditam no poder do amor – ou nem mesmo que são destinados a encontrar em alguém. Lançada em 1998, a faixa promocional de seu álbum homônimo é uma das mais importantes de sua carreira.

“ALL THE LOVERS”, Kylie Minogue

A artista australiana Kylie Minogue percebeu que havia se tornado um ícone LGBTQ+ no final dos anos 1980, alguns anos depois de começar a fazer sucesso mundial. Hoje, Minogue é dona de músicas indispensáveis para se ouvir no Mês do Orgulho – e uma delas prova seu status como Rainha do Dance“All The Lovers”, uma synth-ballad de tirar o fôlego com um clipe espetacular que fala sobre o amor verdadeiro.

“BORN THIS WAY”, Lady Gaga

O maior hino LGBTQ+ do século XXI – quiçá da história – foi a primeira música a mencionar a comunidade queer em todos os seus aspectos. A iteração, mergulhada irrefreavelmente no electropop, celebra a vida em todas as suas fases e incita o empoderamento das minorias sociais, funcionando como um mote de libertação da própria artista.

“BRAND NEW ME”, Alicia Keys

Começando sua jornada sociopolítica de empoderamento, a performer tem seu repertório a pungência clássica do piano a seu favor para “Brand New Me”. Exibindo seu amadurecimento artístico e criativo ao lado de Emeli Sandé, que viria a se tornar uma de suas frequentes colaboradoras, a faixa serve como denúncia a relacionamentos abusivos profissionais e pessoais – e como devemos tomar cuidado com os narcisistas que se escondem nas sombras.

“FORMATION”, Beyoncé

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

“GOOD AS HELL”, Lizzo

Apesar de ‘Cuz I Love You’ ser considerada a obra-prima de Lizzo, a performer já demonstrava sua incrível capacidade lírica e musical alguns anos antes, principalmente com o lançamento de “Good as Hell”. O lead single de ‘Coconut Oil’ só iria cair na popularidade tempos depois de ter sido lançada oficialmente, consagrando-se como uma das melhores, senão a melhor canção da artista. Misturando soul-popR&B hip-hop, a irretocável faixa explora temas de empoderamento e amalgama mensagens bastante positivas a uma dançante e envolvente estrutura fonográfica, cortesia da composição de Lizzo e da produção de Reed.

“HIGHER”, Rihanna

Se você nunca ouviu “Higher”, não tem ideia do que está perdendo. O único defeito de uma das músicas mais ovacionadas da carreira de Rihanna, presente no álbum ‘ANTI’, é sua curta duração: a amálgama artística na canção beira o divino, seja pelos explosivos e dramáticos vocais da cantora, seja pela propositalmente anacrônica produção que une bluesjazzR&B e um pouco de electro-trap, canalizadas para uma potente e espetacular balada.

“MARCH, MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

“JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

‘O Tatuador de Auschwitz’: Adaptação do ACLAMADO livro ganha trailer e data de estreia!

Peacock revelou recentemente o primeiro trailer oficial de ‘O Tatuador de Auschwitz’, minissérie baseada no romance homônimo assinado por Heather Morris.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 02 de maio na plataforma de streaming, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A incrível história, baseada em fatos, de um amor que os cruéis muros de Auschwitz não foram capazes de impedir Nesse romance histórico, um testemunho da coragem daqueles que ousaram enfrentar o sistema da Alemanha nazista, o leitor será conduzido pelos horrores vividos dentro dos campos de concentração da Alemanha nazista e verá que o amor não pode ser limitado por muros e cercas. Lale Sokolov e Gita Fuhrmannova, dois judeus eslovacos, se conheceram em um dos mais terríveis lugares que a humanidade já viu: o campo de concentração e extermínio de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial.

No campo, Lale foi incumbido de tatuar os números de série dos prisioneiros que chegavam, trazidos pelos nazistas – literalmente marcando na pele das vítimas o que se tornaria um grande símbolo do Holocausto. Ainda que fosse acusado de compactuar com os carcereiros, Lale, no entanto, aproveitava sua posição privilegiada para ajudar outros prisioneiros, trocando joias e dinheiro por comida para mantê-los vivos e designando funções administrativas para poupar seus companheiros do trabalho braçal do campo. Nesse ambiente, feito para destruir tudo o que nele tocasse, Lale e Gita viveram um amor proibido, permitindo-se viver mesmo sabendo que a morte era iminente.

Jonah Hauer-KingMelanie Lynskey, Anna PróchniakJonas Nay estrelam.

Tali Shalom-Ezer fica responsável por dirigir os seis episódios da produção.

‘A Criatura de Gyeongseong’: 2ª temporada da série de SUSPENSE coreana ganha cartaz oficial; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial da 2ª temporada da série de suspense coreana ‘A Criatura de Gyeongseong‘.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 27 de setembro.

Nos novos episódios, “antigos mistérios são revelados quando Chae-ok encontra Ho-jae, um homem muito parecido com Tae-sang. O que será que o destino reserva para eles?”.

Confira, junto ao trailer:

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Na sombria primavera de 1945, um homem e uma mulher lutam para sobreviver em meio a uma batalha contra monstros criados para satisfazer a ganância humana.

A série foi criada por Kang Eun-kyung e Chung Dong-yoon.

O elenco conta com Park Seo-jun, Han So-hee, Claudia Kim, Kim Hae-sook, Cho Han-cheul e Wi Ha-jun.

Assista aos HILÁRIOS erros de gravação da 1ª temporada de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’

A Netflix divulgou os hilários erros de gravação da temporada de estreia de Avatar: O Último Mestre do Ar.

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada já está sendo rodada e que Miya Cech dará vida à Dobradora de Terra Toph.

O TIME AVATAR TÁ REUNIDO E AGORA COM A TOPH!

As gravações da segunda temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar já começaram. ⛰️️

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Netflix Brasil (@netflix-br.bsky.social) September 25, 2024 at 12:13 PM

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

Uma das cenas que Robert Pattinson mais ODIOU gravar é de um de seus filmes mais conhecidos

Crepúsculo é uma das sagas mais conhecidas tanto na literatura quanto no cinema – e trouxe Kristen StewartRobert PattinsonTaylor Lautner como protagonistas de uma narrativa fantástica povoada por vampiros e lobisomens.

Porém, ainda que tenha conquistado uma legião de fãs, o quarto capítulo da franquia, intitulado ‘Amanhecer – Parte 1’, contou com certas cenas que deixaram Pattinson, intérprete de Edward Cullen, um tanto quanto desconfortável.

Durante uma entrevista à revista Parade em 2011, o astro foi questionado sobre detalhes sobre o projeto e revelou que uma das sequências que mais lhe causaram desconforto envolveu os momentos de intimidade com Stewart, que interpretou seu par romântico, Bella Swan.

“Acho que quanto mais confortáveis estamos um com o outro, mais difícil fica fazer qualquer tipo de cena de relacionamento realmente intensa”, ele contou, à época. “Você meio que pensa: ‘não quero passar vergonha na frente dessa pessoa’, ‘eu sei o que ela está pensando agora’, então fica ridículo depois de um tempo. Assistir a outras pessoas fazendo sexo nunca vai ser tão espetacular assim. É estranho quando há tanto alarde sobre isso. Você pensa: ‘Meu Deus, espero que isso esteja à altura’. A parte mais difícil foi evitar uma classificação indicativa para maiores de 18 anos. É engraçado quando as pessoas falam sobre as cenas de sexo no livro, porque não há cenas de sexo nele. Volte e leia. Elas sempre ficam pretas.”

Pattinson também revelou que as cenas em questão não foram tão “românticas” quanto o público imaginava:

“Mostramos romance no quarto e também em um cenário maravilhoso à beira-mar. Era impossível com as ondas. Estávamos tentando nos beijar e julgamos mal a força da maré, então foi uma das coisas mais difíceis que já tive que fazer na minha vida. Havia ondas enormes e Kristen e eu estávamos em cima de caixas amarradas à praia. Nossa, era absolutamente impossível. Uma coisa que eu tenho a dizer é que filmamos essas cenas no Caribe, então a água estava morna”.

A saga acompanha a jovem estudante Bella Swan, que, ao se mudar para a pequena cidade de Forks, conhece Edward Cullen, um belo e misterioso adolescente. Edward é um vampiro, cuja família não bebe sangue, e Bella, longe de ficar assustada, se envolve em um romance perigoso com sua alma gêmea imortal.

Crítica | ‘Fallout’ retorna com uma 2ª temporada ainda mais ÉPICA e envolvente

Cuidado: spoilers à frente.

O texto a seguir discorre sobre o primeiro episódio da 2ª temporada.

O cenário do entretenimento tem uma maneira bastante peculiar de se comportar, percebendo as variações de gostos e apreços do público para remodelar o mercado como bem entende. Não é surpresa que, desde meados da década passada, o show business vem passando por um índice elevado de adaptações de games, como foi o caso de ‘Tomb Raider’, ‘The Witcher’, ‘The Last of Us’ e ‘Minecraft’. Enquanto algumas acertaram em cheio e conquistaram a crítica e os espectadores, outras falharam em capturar a essência das obras originais e não justificaram a própria existência. Felizmente, Fallout pertence ao primeiro grupo.

O remake seriado do Prime Video estreou em 2023 e, em pouco tempo, sagrou-se uma das melhores releituras de jogos para o audiovisual, construindo uma história sólida e envolvente em cima de um universo pós-apocalíptico e retrofuturista que critica a contínua corrida nuclear que se estende pelo mundo. Contando com nomes como Ella Purnell, Walton Goggins e Aaron Moten, a temporada de estreia tornou-se um sucesso inimaginável, culminando em um grande finale que preparou terreno para um segundo ciclo inspirado no quarto jogo da franquia principal, Fallout: New Vegas’. E, ao estrear na plataforma de streaming neste último dia 16 de dezembro, os showrunners Graham Wagner e Geneva Robertson-Dworet reiteraram o motivo dos fãs adorarem essa produção.

Para aqueles que não se recordam, o ciclo de estreia terminou com um reencontro entre Lucy (Purnell) e Maximus (Moten), que estavam juntos desde que se conheceram nos ermos e desenvolveram uma profunda relação romântica interrompida por um ataque inesperado, com Lee (Sarita Choudhury) e Hank (Kyle MacLachlan). Lee revelou a Lucy que Hank estava envolvido no ardiloso plano da Vault-Tec, a companhia de tecnologia que domina os Estados Unidos com suas invenções, de causar uma guerra nuclear no mundo a fim de que ele seja reconstruído a seu bel-prazer. Hank é interceptado pelo Necrótico (Goggins), que finalmente o encontra para descobrir onde a esposa e a filha estão, mas consegue fugir após balear Maximus – levando Lucy e o Necrótico em uma busca interminável para encontrá-lo.

Agora, adentramos a segunda temporada – que se inicia com uma potente cena liderada por ninguém menos que Justin Theroux. O astro havia sido confirmado há alguns meses no elenco, interpretando o verdadeiro Robert Edwin House, CEO das Indústrias RobCo que utilizou uma espécie de dublê que o representasse na iteração anterior (vivido por Rafi Silver). A sequência em questão nos dá o tom derradeiro e perigoso dos próximos episódios ao apresentar House como um calculista e impiedoso magnata que desenvolveu um chip de controle cerebral e esteve ativamente envolvido com os ataques nucleares que destruíram o planeta.

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Logo de cara, o antagonista emerge como fio condutos da jornada que Lucy e o Necrótico irão enfrentar. Afinal, a improvável dupla parte em uma missão para garantir que Hank pague pelo que fez e revele os segredos que sabe sobre a Vault-Tec e os planos para o futuro da Terra – enquanto esquadrinham um território desconhecido conhecido como Nova Vegas (uma versão apocalíptica da outrora vibrante Las Vegas). Conforme entram na perigosa cidade, os dois começam a ter um pouco mais de entendimento do que os espera – incluindo experimentos com o chip já mencionado que estão atados a uma artimanha problemática.

O capítulo de reestreia acerta ao trazer mais destaque aos núcleos de Lucy e o Necrótico, Hank e até mesmo Norm (Moisés Arias), que permanece preso no Cofre 21 ao lado de um robô senciente que tenta convencê-lo a entrar em uma das câmaras criogênicas – e que culmina em uma atitude inesperada que acorda todos os executivos-júnior da Vault-Tec de uma só vez, prenunciando um caos político e bélico que terá peso significativo no desenrolar da narrativa. E, considerando que apresentações são desnecessárias, há espaço de sobra para explorar enredos secundários, principalmente entre os protagonistas, para fornecer mais complexidade e nos deixar ainda mais instigados para um prospecto derradeiro e melancólico.

Algumas escolhas soam descartáveis, em especial quando o foco se destina a núcleos coadjuvantes que não trazem o teor de que precisávamos para o primeiro episódio da nova temporada; todavia, o comprometimento estético e quase conspiratório que permeia tanto o roteiro assinado pela dupla de showrunners quanto a sólida direção de Frederick E. O. Toye é forte o suficiente para garantir um aproveitamento máximo do elenco, com menções óbvias a Purnell, Goggins e MacLachlan, e dar as cartas de um jogo que apenas começou.

Fallout retorna com antecipação inescapável pelos assinantes do Prime Video e cumpre com o prometido ao manter o altíssimo nível de qualidade do ciclo predecessor, ampliando o universo dos games ao traduzi-los para uma carta de amor não apenas a essa subestimada arte, mas às eternizadas histórias sobre a desmedida ambição humana cujos corolários envolvem nada além de guerra, destruição e barbárie.

Nick e Charlie nas novas imagens de ‘Heartstopper Para Sempre’, longa que encerra FENÔMENO da Netflix; Confira!

Heartstopper Para Sempre’ (‘Heartstopper Forever’), longa que vai encerrar a série de sucesso da Netflix, ganhou duas novas imagens dando destaque aos protagonistas Charlie (Joe Locke) e Nick (Kit Connor).

O filme tem lançamento agendado para o dia 17 de julho em sua grade de programação.

Confira:

Vale lembrar que a vencedora do Oscar Olivia Colman (‘A Favorita’) não retornará para o desfecho da história como Sarah Nelson, mãe de Nick (Connor).

De acordo com o portal Tudum, o papel de Sarah será assumido pela atriz Anna Maxwell Martin. Além disso, o lendário Derek Jacobi foi confirmado na produção em um papel que ainda permanece em segredo.

A criadora da franquia, Alice Oseman, destacou a importância vital da relação entre Nick e Sarah para o encerramento da história. Devido a conflitos de agenda que impediram a participação de Colman, Oseman optou por realizar um recasting em vez de excluir a personagem da trama.

“Estou muito animada que tantos integrantes do elenco de Heartstopper tenham retornado e estarão no filme final. É uma alegria apresentar dois novos membros da família Heartstopper, dois ícones dos palcos e das telas britânicas, Anna Maxwell Martin como Sarah Nelson e Derek Jacobi em uma participação especial”, afirmou.

Oseman explicou que a presença da personagem é indispensável para o arco emocional de Nick neste capítulo final: “Quando comecei a trabalhar no roteiro de Heartstopper Forever, eu sabia o quanto era importante que Sarah, mãe de Nick, estivesse presente na história. Desde a primeira temporada, vimos o quanto Nick é próximo da mãe; ela é uma das poucas pessoas a quem ele recorre em momentos de crise”.

“Na terceira temporada, conseguimos ajustar a trama para evitar a aparição de Sarah, mas não faria sentido ela estar ausente deste capítulo final, considerando algumas das dificuldades emocionais que Nick enfrenta”, acrescentou.

Sobre a transição entre as atrizes, a autora demonstrou gratidão pelo legado de Colman e entusiasmo com o trabalho de Martin: “Somos profundamente gratos pela bela interpretação de Olivia como Sarah nas temporadas 1 e 2 de Heartstopper, em momentos tão icônicos como quando Nick se assume bissexual. Sabemos que sua atuação viverá para sempre no coração dos fãs”.

“Estamos felizes em receber a incrível Anna Maxwell Martin no papel de Sarah em Heartstopper Forever. Anna incorpora perfeitamente a energia gentil e pé no chão de Sarah, e foi mágico ver suas cenas com Kit Connor durante as filmagens”, destacou.

‘Heartstopper Forever’: Criadora confirma que filme final só chegará após o último livro

O elenco ainda conta com Yasmin Finney, Will Gao, Corinna Brown, Kizzy Edgell, Tobie Donovan, Rhea Norwood, Jenny Walser, Fisayo Akinade, Nima TaleghaniLeila KhanBradley RichesDarragh HandEddie Marsan.

Heartstopper’ está disponível na Netflix.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ criada por Alice Oseman, que também atua como roteirista da adaptação, a produção conquistou grande sucesso e chegou ao Top 10 da plataforma em mais de 50 países.

Na trama, o sensível Charlie conhece Nick, um popular jogador de rúgbi, no colégio. O que começa como uma amizade improvável logo evolui para algo mais profundo. Ao lado de seus amigos, Charlie e Nick embarcam em uma jornada de autodescoberta e aceitação, aprendendo a apoiar uns aos outros enquanto descobrem quem realmente são.

Diretor da sequência de ‘Sexta-Feira 13’ sofreu ameaças dos fãs

De acordo com o We Got This Covered, o diretor de ‘Jason Vai Para o Inferno’, Adam Marcus, disse recentemente que já sofreu ameaças de fãs da franquia por conta do resultado de seu filme.

O diretor foi adicionado a um grupo criado no Facebook para debater sobre o filme, e publicou a seguinte mensagem:

“Estou tão impressionado com tudo isso! Quero expressar meu agradecimento aos administradores, TJ e Cory, por criar este grupo. Há algo tão extraordinário em criar um espaço seguro para as pessoas conversarem. Vocês devem saber com quanta porcaria (incluindo ameaças de violência) eu precisei lidar desde que fiz ‘Jason Vai Para o Inferno‘. É tão louco alguém agir dessa maneira, mas acho que é o mundo em que vivemos agora.”

O nono filme da saga ‘Sexta-Feira 13‘ é um dos menos populares e foi massacrado pela crítica e pelo público, que odiou as reviravoltas bizarras escritas por Marcus.

A capacidade de Jason em trocar de corpo foi uma ideia muito mal recebida.

E para você, qual é o melhor filme da franquia?

 

‘Homem-Aranha 3’: Peter Parker encontra Deadpool em divertido fan pôster; Confira!

Um dos maiores desejos dos fãs da Marvel é ver um encontro entre o ‘Homem-Aranha‘ e o ‘Deadool’ nas telonas, mas isso pode estar bem longe de acontecer.

Pensando nisso, o BossLogic criou um divertido fan pôster de ‘Homem-Aranha 3‘ mostrando o encontro entre os personagens.

Na legenda, os criadores do pôster deram ao filme o criativo título de ‘Homem-Aranha: Saindo de Casa’.

Confira:

Infelizmente, a reclusão social imposta devido ao Coronavírus acabou acarretando na suspensão e adiamento das filmagens de vários projetos em Hollywood.

E um dos longas impactados pelo quadro mundial foi ‘Homem-Aranha 3‘, cujas filmagens estavam agendadas para o verão norte-americano, período que compreende os meses de junho a setembro.

Com as incertezas em relação a um quadro de melhora mais significativo, a data das gravações da continuação seguem de forma incerta, como revelou Tom Holland.

Durante uma live no programa Jimmy Kimmel Live, o intérprete do Teioso revelou que não sabe quando as filmagens de ‘Homem-Aranha 3‘ irão acontecer.

Parte da incerteza ainda envolve as gravações do aguardado e tumultuado ‘Uncharted‘, que tinham começado pouco antes da quarentena. Com essa produção também parada, Holland não sabe qual dos filmes será prioridade quando a situação global voltar ao normal.

Disse:

“Eu não tenho certeza de quando filmaremos o filme. Eu estava em Berlim, fazendo esse longa chamado ‘Uncharted‘, com Mark Wahlberg. Nós estávamos prontos para começar, fomos ao set para o primeiro dia de filmagens e então a produção foi fechada e tivemos que voltar para casa. Então, independente de qual filme seja, ‘Homem-Aranha 3‘ ou ‘Uncharted‘, eu não sei dizer qual eu irei gravar primeiro. Mas ambos estão sendo feitos nesse momento e eles são realmente bons, contam com roteiros bem fortes e são fantásticos. Então venha o que vier”.

Recentemente, a Sony Pictures revelou que as expectativas em relação ao início das filmagens de ‘Homem-Aranha 3‘ ainda permanecem para o verão norte-americano, mas não há nada confirmado.

Dirigido por Jon Watts, o longa foi adiado de julho de 2021 para outubro do mesmo ano.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Homem-Aranha 3’: Peter Parker invade o Multiverso em novo fan pôster; Confira!

Muitos fãs continuam se perguntando como as outras versões do Homem-Aranha serão introduzidas no próximo filme do Cabeça de Teia.

Já que o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) foi confirmado na sequência, a resposta mais óbvia é que Tobey Maguire e Andrew Garfield cheguem ao MCU através de uma abertura no Multiverso.

Pensando nisso, uma fã publicou em seu perfil do Instagram uma imagem mostrando o momento em que o Aranha de Tom Holland foge das garras do Dr. Octopus enquanto os outros heróis posam em frente ao portal dimensional.

Confira:

No entanto, parece que a reunião entre os heróis pode ser mais difícil do que os fãs imaginavam.

Conhecido em Hollywood por seu temperamento explosivo, Maguire estaria dando problemas para a Sony e a Marvel durante as negociações para reprisar seu papel como Peter Parker na sequência’.

Segundo o jornalista Daniel Richtman, Maguire está exibindo um comportamento de “diva” e exigindo mais tempo de tela e mais dinheiro, provavelmente  mais do que os US$ 15 milhões que o ator havia pedido inicialmente.

O astro de 46 anos ainda não foi confirmado no elenco, e segue como uma incerteza.

Lembrando que Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octopus!, e o Collider afirmou que Garfield e Kirsten Dunst já estão confirmados no elenco. Garfield viveu Peter Parker nos dois ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, enquanto Dunst interpretou Mary Jane Watson na trilogia original de Sam Raimi.

Dr. Octopus e Electro retornam! O que mais queremos ver em ‘Homem-Aranha 3’?

Você está empolgado?

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

Daniel Craig se emociona ao falar sobre seu adeus a James Bond em ‘007 – Sem Tempo para Morrer’

Daniel Craig está na pele de James Bond desde 2005, e ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ marca sua última interpretação como o espião mais famoso do cinema.

Desde sua estreia em ‘007 – Cassino Royale‘, ele também deu vida a Bond em ‘007 – Quantum of Solace‘ (2008), ‘007 – Operação Skyfall‘ (2012) e ‘007 – Contra Spectre’ (2015).

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o astro se emocionou ao refletir sobre sua jornada e sua despedida da franquia.

James Bond estava lá antes de mim e continuará depois de mim. Mas é difícil não se apegar ao personagem, sou grato por ter tido a chance de fazer parte de tudo isso. Sentirei muita falta disso.”

Ele continuou:

“Com sorte, continuarei trabalhando e terei muitos outros papéis adoráveis, mas é uma coisa rara.”

Já em exibição nos cinemas, 007 – Sem Tempo para Morrer’ já arrecadou US$ 121.2 milhões em 17 mercados – incluindo o Brasil, onde o filme abriu em primeiro lugar.

A sequência superou as projeções iniciais, que indicavam uma estreia internacional em torno de US$ 90 milhões.

Cary Joji Fukunaga (‘Beasts of No Nation’) é responsável pela direção.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada. 

O elenco também traz o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright, além de apresentar Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘The Old Guard 2’: Elenco se reúne nas imagens dos bastidores da sequência; Confira!

As gravações de ‘The Olg Guard 2‘ já começaram e a protagonista Charlize Theron compartilhou imagens dos bastidores em seu perfil do Twitter.

Para quem não conhece, a trama baseada nos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández acompanha um grupo de seres imortais que têm sua identidade revelada quando um de seus membros é capturado misteriosamente, agora eles precisam lutar para voltar ao anonimato.

Nas imagens, a estrela se junta à diretora Victoria Mahoney e aos colegas KiKi Layne, Chiwetel Ejiofor, Luca Marinelli e Marwan Kenzari.

Confira:

“Vamos trabalhar”, escreveu ela.

Lembrando que o elenco também conta com o retorno de Matthias Schoenaerts e Veronica Ngo, além dos novatos Uma Thurman (‘Kill Bill’) e Henry Golding (‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’).

Enquanto aguardamos por mais novidades, confira a nossas críticas do filme original:

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

‘Eternos 2’: Chloé Zhao lança dúvidas se voltará para a direção da sequência

Antes do lançamento de ‘Eternos‘, a adaptação dirigida por Chloé Zhao (‘Nomadland’) prometia ser uma das produções mais marcantes do MCU.

Um dos atrativos era o elenco repleto de estrelas, como Angelina Jolie, Selma Hayek, Gemma Chan, Richard Madden, Kit Harington, Brian Tyree Henry e Kumail Nanjiani.

No entanto, o longa foi bombardeado tanto pela crítica quanto pelos fãs, recebendo apenas 47% de aprovação no Rotten Tomatoes e tornando-se o primeiro filme da Marvel com pontuação negativa.

Pouco mais de um ano após a estreia, Zhao foi questionada pelo The Hollywood Reporter se estava interessada em fazer uma sequência.

Em resposta, ela lançou dúvidas ao dizer:

“Sem comentários.”

Em seguida, foi perguntado como ela reagiu aos comentários negativos sobre a adaptação, ao que ela respondeu:

“Quando você está na Marvel e lida com um público tão grande, eu realmente valorizo ​​e respeito o fato de cada um de nós ser tão único em nossas opiniões. É emocionante que sejamos todos tão diferentes e estejamos todos mudando e crescendo. Todos os dias. É quase impossível deixar todos perfeitamente felizes, e fazer isso é dizer que todos são iguais. Então, acho que inevitavelmente haverá essa [diferença de opiniões], e você só precisa se manter fiel ao tipo de filme que deseja fazer, a quem você é e às pessoas com quem está colaborando. Isso é tudo o que você pode fazer, sem deixar de se divertir. Todo o resto está fora de seu controle.”

Apesar da rejeição, não podemos negar que a trama introduz elementos que deixam o público curioso para saber onde tudo isso vai dar.

A chegada de Eros (Harry Styles), o irmão de Thanos (Josh Brolin), e a indicação de que há mais Eternos espalhados pela galáxia, são algumas das reviravoltas que prometem abalar o futuro do MCU.

Vale lembrar que, Zhao já havia dito ao The Playlist que adoraria explorar mais do passado do MCU e investir no futuro da franquia.

“O que eu adorei neste filme é que ele está tão ligado à origem do MCU quanto ao futuro, o que pode nos levar à grandes repercussões. Com passado e futuro garantidos, podemos brincar e fazer o que quisermos, como num filme independente. Eu adoraria voltar para um segundo filme trabalhando a mesma equipe, então veremos.”

E aí, você está na torcida para descobrir o que podemos esperar dos personagens imortais do MCU?

Confira a nossa crítica do filme:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘What If…?’: 2ª temporada ganha cartaz em clima NATALINO; Confira!

A 2ª temporada de ‘What If…?‘ chega à Disney+ em 22 de dezembro e a página da Marvel no Instagram divulgou um novo cartaz em clima de comemoração, destacando o multiverso natalino.

Confira, junto com o novo teaser e os títulos dos episódios:

“Em uma semana, revisite um Multiverso de infinitas possibilidades. #WhatIf, da Marvel Studios começa a ser transmitido em 22 de dezembro no @DisneyPlus. Desembrulhe 9 novos episódios diariamente.”

Episódio 2×01: ‘E se… ‘Nebulosa se juntasse à Tropa Nova?’
Episódio 2×02: E se… ‘Peter Quill atacasse os heróis mais poderosos da Terra?’
Episódio 2×03: ‘E se… Happy Hogan salvasse o Natal?’
Episódio 2×04: ‘E se… ‘O Homem de Ferro colidisse com o Grão-Mestre?’
Episódio 2×05: ‘E se… Capitã Carter lutasse contra Hydra Stomper?’
Episódio 2×06: ‘E se… Kahhori remodelasse o mundo?’
Episódio 2×07: ‘E se… Hela encontrasse os Dez Anéis?’
Episódio 2×08: E se… Os Vingadores se reunissem em 1602?’
Episódio 2×09: E se… O Doutor Estranho Supremo tivesse intervindo?’

Anteriormente, o produtor Bryan Andrews conversou com o Deadline sobre o que o público pode esperar dos próximos episódios.

“Obviamente, você pode esperar histórias mais originais e que lentamente se desenvolvem para um terreno mais selvagem. Na 1ª temporada, Kevin queria manter a história um pouco mais próxima do que foi estabelecido nos filmes, com uma coisa ou outra diferente, mas ainda ressoando a trama dos filmes. Isso não acontece com frequência na 2ª temporada.”

Como já foram lançados muitos filmes entre as fases 3 e 4 do MCU, Andrews disse ainda que as possibilidades para brincar com ideias alternativas são infinitas.

“Há muito mais filmes para explorar e coisas para pegar inspiração, então não precisamos ter apenas um pequeno momento. Podemos expandir e as coisas podem ficar um pouco mais malucas. Nós aumentamos o nível de loucura na 2ª temporada e a 3ª promete muito mais. Agora temos personagens com os quais não tivemos a chance de trabalhar antes, e será divertido ver como eles serão apresentados aos favoritos do público. Mal posso esperar para que os fãs assistam.”

Lembrando que ‘What If…?‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

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HBO Max | ‘Batman’ (1989) – Conheça Anton Furst, o criador da Gotham de Tim Burton

Designer foi responsável por dar vida à icônica estética no filme de 1989

Recentemente, fotos vazadas dos bastidores do vindouro filme The Flash mostraram em totalidade a recriação da famosa batcaverna apresentada inicialmente em Batman de 1989, dirigido por Tim Burton, bem como a presença do icônico batmóvel utilizado tanto na obra mencionada como em sua sequência lançada em 1992. Tendo isso em mente é certo que a estética gótica que tão perfeitamente casou com Gotham City no passado voltará.

Porém, é interessante voltar um pouco para o lançamento da primeira aventura protagonizada por Michael Keaton. Em 1989 trabalhar com a propriedade do Batman era um pouco estranho; de fato, àquela altura o herói há muito tinha sido resgatado do estilo camp que marcou o seriado dos anos 60 e a censura do Comic Code Authority não mais era uma ameaça aos quadrinhos, visto que há muito a gerência de Dennis O’Neil recuperara um pouco da visão pulp proposta por Bill Finger nos anos 40.

Ainda assim, a estética (ou arquitetura) de Gotham permaneceu bastante padronizada dos anos 70 até 80; os detalhes para pichações ou lixos em becos (um possível legado de Watchmen) estavam presentes para desconstruir a ideia de um cenário seguro natural à histórias em quadrinho, porém a cidade permanecia indistinguível da Nova York daquele mesmo período.

Apesar de seus ilustres cidadãos, Gotham ainda era representada como uma cidade comum até os anos 80

E então, em 1985, Tim Burton realizou sua estreia no mundo dos longa metragens com As Aventuras de Pee-wee após vir de uma série de curtas realizados desde 1971 (com alguns deles como The Island of Doctor Agor e King and Octopus Animation já exibindo sua inclinação para o mesmo traço estilizado que ele iria popularizar anos depois no Stop Motion).

O diretor já havia conquistado atenção no até então mais recente Os Fantasmas se Divertem (onde ele demonstra as possibilidades de execução do stop motion) e ao ingressar no primeiro projeto para adaptar Batman para as telonas desde 1966 ele precisava encontrar um designer de produção que estivesse alinhado a sua identidade visual. Anton Furst também não era um estranho na indústria; antes de ingressar no projeto Batman ele havia trabalhado com Stanley Kubrick no design de Nascido para Matar.

Sua carreira antecedia a bem antes desse trabalho junto ao lendário realizador, tendo em 1979 integrado a equipe que desenvolveu os efeitos especiais vistos em Alien – O Oitavo Passageiro, ainda que sua participação não tenha sido creditada. Nesse mesmo ano, Furst teve uma outra participação não creditada no desenvolvimento de efeitos especiais em 007 – Contra o Foguete da Morte.

Os efeitos especiais em “Alien – O Oitavo Passageiro” são alguns dos mais marcantes já feitos

As interpretações de Furst e Burton andaram em concordância desde o início, com ambos decidindo que uma cidade como Gotham precisava evocar o gênero a que seu nome era dedicado. Cada construção deveria lembrar, para Burton, a ideia de monstros escondidos nas sombras e mistérios que acontecem apenas à noite. Já Furst identificava que, arquitetonicamente falando, cada construção da cidade deveria lembrar a estética medieval dos enormes castelos e catedrais; com suas colunas longas e finas, bem como as gárgulas observando a todos do alto.

Já no quesito iluminação a atenção de ambos se voltou para o legado técnico do Expressionismo Alemão, principalmente no tocante ao uso de luz e sombra para desenvolvimento dos personagens. Furst entendia que a variação de sombras e iluminação poderiam servir para externar sentimentos dos indivíduos em tela, de forma similar ao que um cenário geralmente realizava.

Sombra e luz foram essenciais para criar o ar teatral que Burton desejava.

A dualidade de Bruce Wayne, representada pela mansão no topo e pela caverna excessivamente sombria no subterrâneo é um exemplo. Por este segundo ser uma locação diretamente identificada com a persona de Batman, sua iluminação é majoritariamente escassa. O ideal de Expressionismo pode ser visto também em diferentes cenários ao longo do filme, com a presença constante de decorações inspiradas no movimento Art Déco.

Outro elemento icônico, o Batmóvel de capô estendido, nasceu da apreciação de Furst pelo passado, mais especificamente pelos carros utilizados nas corridas em campos de sal em Wendover, estado de Utah, que passaram a ter grande notoriedade nos anos 30. O design é bastante semelhante, sendo eles veículos rebaixados e alongados que não dificilmente alcançam altas velocidades nesse tipo de terreno plano.

O trabalho de Anton Furst em Batman lhe rendeu um Oscar de Melhor Direção de Arte em 1990, bem como um BAFTA de Melhor Design de Produção também pela aventura do Homem-Morcego. Infelizmente, em 24 de novembro de 1991 sua vida chegou a um trágico fim quando o mesmo cometeu suicídio, que veio após um divórcio e tentativas de se recuperar do vício em Halcion; ele deixou dois filhos.

‘Click’: Um dos filmes mais REFLEXIVOS da carreira de Adam Sandler

Quem não gostaria de controlar o tempo? Chegou aos cinemas no ano de 2006 um longa-metragem onde a crise existencial corre em paralelo com a comédia tendo o tempo como elemento vital na narrativa. Click, dirigido pelo cineasta nova iorquino Frank Coraci e protagonizado por Adam Sandler, bate na tecla do desperdício da vida aos olhos de um workholic que navega nas desilusões de seus próprios atos. O projeto é muito mais profundo do que aparenta, principalmente se alcançarmos reflexões jogadas nas entrelinhas.

Na trama, conhecemos Michael (Adam Sandler) um arquiteto preocupado em crescer na empresa em que trabalha, por vezes estressado que joga todo o foco de seu presente na dedicação incansável a seu trabalho por vezes tentando agradar o seu chefe Ammer (David Hasselhoff). Sem tempo para a família, perdendo momentos importantes na criação dos dois filhos pequenos, e se distanciando cada vez mais da esposa Donna (Kate Beckinsale), certo dia após mais uma crise de irritação por coisas banais, vai até uma enorme loja e lá, num escritório escondido que fica no estoque, acaba encontrando um homem misterioso chamado Morty (Christopher Walken) que lhe oferece um controle remoto mágico com o poder de avançar ou voltar no tempo. O uso descontrolado do objeto vai levar Michael a diversos conflitos e ele começa a rever algumas escolhas.

Indicado para o Oscar de Melhor Maquiagem, Click tem um ar filosófico que avança nas reflexões sobre o desperdício da vida, questão que muitos enfrentam num cotidiano profissional cada vez mais acirrado, competitivo, deixando muitas vezes confuso o lado pessoal. Aqui o roteiro encontra a atemporalidade. A narrativa consegue chegar em um ótimo ritmo na mistura da melancolia com a diversão, com a crise existencial correndo em paralelo com a comédia. Isso é um grande feito já que para onde o olhar do espectador passa há caminhos para reflexões.

Outro ponto importante é sobre a seguinte questão: Qual o sentido da vida? Revisitando partes dela, para frente ou para trás, já que avança o que não quer, muta o que não quer ouvir, vemos Michael e seus conflitos bem definidos, seja no seu trabalho ou em casa com sua família. Nesse último ponto, mesmo que não aparecendo muito, vemos uma confusa e insatisfeita esposa que começa a se distanciar, algo que fica nítido nas entrelinhas e conforme o tempo avança fica óbvio que as escolhas do presente que se encontra acaba levando o protagonista a um futuro triste, solitário. Será que era assim que ele queria que terminasse sua história?

Click se disfarça nas cenas que fazem rir sempre com um elementos que podemos pensar sobre nossas próprias vidas. De bobo não tem nada essa obra!

 

Crítica | xXx: Reativado

Um filme de ação à moda antiga

Quando o ator Vin Diesel se tornou um astro de ação, no início da década passada, seu estilão nas telas foi muito comparado ao dos brucutus que reinaram nos anos 1980 e 1990, considerados em extinção quando Diesel ascendia. O ator não nega as raízes e as comparações vinham em forma de elogio para ele, que mantinha a tocha acesa para o subgênero.

Se no início da década passada este tipo de cinema soava sem força, hoje, com super-heróis aos montes, banhados a muito efeito de computação, manter a tocha acesa soa como remar contra a maré. Mais eis que surge Vin Diesel novamente, clamando por seu trono nas bilheterias, numa era onde ele talvez se veja extinto também. Além de ator e astro, Diesel adentra os novos tempos como empresário do ramo, com bastante controle criativo nas rédeas de lucrativas franquias. Se Velozes e Furiosos deu tão certo que chega este ano ao seu oitavo episódio, com quase $3 bilhões em caixa, contando apenas os três últimos filmes, é hora de tentar revitalizar outra marca pré-estabelecida.

xXx ou Triplo X, pegou carona no sucesso de Diesel, tentando capitalizar em cima da temática dos filmes de agentes secretos, muito em voga na época. O ano era 2002, James Bond tinha as formas de Pierce Brosnan (parecendo velho junto ao público) e ganhava um novo exemplar com Um Novo Dia para Morrer; Tom Cruise e seu Missão: Impossível saíam do bem sucedido segundo filme (2000) e as portas eram abertas para um novo espião, mais jovem e ágil, na pele de Matt Damon em A Identidade Bourne. Triplo X era ainda mais moderno e arrojado, indo na contramão da classe do agente da Rainha, por exemplo, e apelando mais para a geração vídeo game Thug Life.

Xander Cage (Diesel) é um esportista radical, que realiza os atos mais audaciosos imagináveis, sempre indo contra as autoridades e as regras, a fim de quebrar recordes e fazer valer a máxima da atitude ‘stick it to the man’. Seria um rebelde elevado à décima potência. Justamente por isso, uma agência do serviço secreto americano, personificado por Augustus Gibbons (Samuel L. Jackson), achou que Cage seria o homem ideal para ser seu mais novo espião!? Bom, em 2002 já percebíamos que xXx não era o tipo de filme para ser levado a sério, no qual a diversão só é de fato encontrada se você embarcar na insanidade de tudo, desacreditando conceitos físicos e dando espaço para toda quebra de realidade – é o chamado salto de fé, aqui mais para ‘um triplo mortal de costas no ar de fé’.

Uma malfadada continuação em 2005 depois – estrelada por Ice Cube (numa época em que Diesel achava que sua carreira não ficaria presa aos estereótipos por ele criados) – e Xander Cage está de volta, quinze anos depois de sua primeira incursão nos cinemas, sim o tempo passa. Dado como morto, Cage passa seu tempo arriscando o pescoço na República Dominicana, descendo ribanceiras de florestas com esquis (sim, você leu certo) e ruas bastante íngremes com seu “skate envenenado”, para que o vilarejo onde vive possa ter acesso ao jogo de futebol. Tudo isso em 10 minutos de filme, 10 minutos em que jogamos pela janela qualquer sinal de bom senso, lógica e inteligência se quisermos ter uma experiência minimamente aceitável aqui.

Depois de um breve encontro com Neymar, Gibbons sai de cena. Em seu lugar, a nova manda-chuva da agência é a loira gelada Jane Marke (papel da indicada ao Oscar, Toni Collette). Cabe a ela recrutar novamente Cage para uma segunda missão suicida. O objetivo agora é recuperar um item (o MacGuffin da vez), que tira satélites de órbita e pode invadir os computadores de qualquer agência de segurança do mundo, roubado por um time de especialistas, comandados por Xiang (Donnie Yen, o cego de Rogue One). Serena (papel da indiana Deepika Padukone, estreando no cinema americano), Talon (Tony Jaa, de Velozes e Furiosos 7) e Hawk (Michael Bisping, lutador de MMA na vida real) completam o time de antagonistas.

Como não gosta de andar na linha, Cage exige sua própria equipe para desbaratinar os planos dos malfeitores, e então entram em cena Adele Wolff (papel da estonteante Ruby Rose, da série Orange is the New Black), Nicks (o chinês Kris Wu, também debutando em Hollywood) e Tennyson (Rory McCann, o ‘cão’ da série Game of Thrones). O interessante aqui é que todos estes personagens secundários ganham espaço para destaque dentro da trama, entre uma cena e ação e outra, o que é mais do que se pode dizer de tantos filmes que abarrotam seus personagens na tela. Inclusive, há espaço para participações bem especiais, que não valem a pena ser mencionadas para não estragar a surpresa. A estrela da TV Nina Dobrev (Diários de um Vampiro) também empresta seu carisma para a versão de Q deste universo, a agente high tech Becky.

xXx: Reativado soa como um filme cujo roteiro já vem sendo requentado desde quando tais obras estavam no auge. Não trabalha com originalidade, mas sim com criatividade, carisma e graça. Já vimos essa história antes, mas não custa ver de novo se quem está contando vende a coisa com vontade. É exatamente o que Vin Diesel (que também produz o longa), o roteirista F. Scott Frazier (graças a Deus um roteiro com apenas um autor assinando) e o diretor D.J. Caruso (Paranoia e Controle Absoluto) fazem aqui, vendem seu peixe com frescor e tempero de novidade, mesmo que a mercadoria tenha sobrado na mesa por alguns dias.  O terceiro Triplo X é um filme de ação à moda antiga, exala testosterona, exalta ânimos e nervos com muita pancadaria (afinal, de que outra forma se resolve uma disputa), e arruma tempo para enaltecer a figura de Vin Diesel como o galã que toda mulher quer levar para a cama (o sujeito tem menos cabelos que Bond, mas muito mais lábia). Os trogloditas estão com os dias contados, mas enquanto não desaparecem, procuram se divertir.

 

10 Filmes Lançados Recentemente que Você NUNCA ouviu falar…

Muito se fala sobre a magia do cinema. E ela pode ter diversos significados para cada pessoa. Um dos aspectos mais interessantes, no entanto, é o poder de certos filmes em se tornarem lendas de nossos tempos, resistindo muito ao passar dos anos, apresentados de geração para geração, sendo abraçados por grande parte do público. Veja por exemplo o caso de ícones como Cantando na Chuva, Casablanca e O Mágico de Oz. Ou no caso de produções um pouco mais recentes, que tal alguns dos primeiros blockbusters de todos os tempos, Tubarão, Star Wars e De Volta para o Futuro. Esses fenômenos de aceitação continuam acontecendo, é só olhar para os filmes de Christopher Nolan e Quentin Tarantino.

Mas para tudo existe uma contraparte, e se certos filmes conseguem ganhar uma fama absurda, chegando até mesmo aos não adeptos do cinema e fazendo parte da cultura pop, mesmo para os que não assistiram ao filme, existe também o caso oposto. Filmes que apesar do imenso talento envolvido, seja um diretor renomado ou alguns dos maiores atores da atualidade, terminam passando tão em branco que se tornam obscuros até mesmo para cinéfilos mais experientes. É deste segundo caso, que não deixa de ser um fenômeno igual, que iremos adereçar aqui nessa nova matéria. Confira abaixo dez filmes recentes que você nem sabia que tinha sido lançados.

Renascida do Inferno

Outra atriz que está no auge de sua popularidade atualmente, seja por ter assinado a direção do thriller de prestígio Não se Preocupe, Querida – ou toda a controvérsia ao redor dos bastidores do filme -, Olivia Wilde já está nessa estrada artística há muitos anos. Hoje, o nome da jovem atriz e cineasta é bastante badalado, mas também há sete anos ela lançava um projeto de terror de alto conceito que passou batido pela maioria. Wilde estrelava como uma cientista de uma equipe que inadvertidamente abre um portal para o inferno e termina possuída.

 

Bruxa de Blair

Em Hollywood é quase impossível um filme fazer tremendo sucesso e se tornar febre sem que os produtores almejem fazer dele uma franquia e continuar sua história. Mesmo que o filme em questão não peça uma sequência. Ainda mais quando tal produção faz parte de um gênero específico e mais comercial, como digamos, o terror. Tente fazer esse exercício e pensar em um filme de terror de muito sucesso que não tenha gerado uma continuação. Com o fenômeno A Bruxa de Blair (1999), pioneiro no subgênero do found footage moderno ocorreu justamente isso. Poderia ter parado no filme original, mas logo no ano seguinte os produtores tratam de lançar a atrocidade conhecida como A Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras (2000), que nem de longe lembrava o original. Esse entrou para a história como um dos piores de todos os tempos. Porém, mais insignificante ainda foi a tentativa de um reboot há exatos seis anos, que muitos sequer ouviram falar e que tentou reviver sem sucesso o estilo found footage. A desgraça foi tanta que hoje o filme tem até mesmo outro título: A Maldição de Blackhills – Bruxa de Blair 3.

Sem Retorno

O nome do astro Ryan Reynolds é um dos mais quentes na atualidade para superproduções de ação. Apenas em anos recentes, o ator protagonizou projetos como Esquadrão 6, Alerta Vermelho, Free Guy, O Projeto Adam e Dupla Explosiva (e sua sequência). É indiscutível que sua sorte mudou mesmo quando conseguiu se redimir, através de seu próprio esforço, ao tirar do papel o filme Deadpool como deveria – que igualmente já rendeu uma continuação e uma terceira parte está sendo produzida agora no MCU. Antes desse divisor de águas, porém, Reynolds protagonizou esse thriller de ação e ficção científica do diretor Tarsem Singh, sobre um milionário moribundo que através de um experimento revolucionário transfere sua consciência para um corpo mais jovem e saudável – o de Reynolds. Você conhecia?

Lila & Eve – Unidas Pela Vingança

A rainha Viola Davis está arrebentando atualmente em cartaz no sucesso A Mulher Rei – que já desperta falatório de possíveis prêmios, em especial para a atuação da protagonista e pode vir a render uma nova indicação ao Oscar para a estrela. Imagina se algum filme pudesse juntar o talento de Davis com o da musa Jennifer Lopez, realizando um dueto único nas telas? Bem, nem precisa imaginar mais, porque esse encontro de fato ocorreu e muitos sequer tomaram conhecimento. Foi há sete anos, neste thriller que é uma espécie de Desejo de Matar (1974) com uma dupla feminina.

Lugares Escuros

A esta altura ninguém tem qualquer dúvida sobre o starpower de Charlize Theron, uma das estrelas mais poderosas de Hollywood. Produtora, vencedora do Oscar, badalada em filmes prestigiados e grandes blockbusters, tudo o que falta mesmo para ela é assumir a direção de um longa. Nos últimos tempos, Charlize parece estar em todos os lugares ao mesmo tempo: seja dublando duas vezes Morticia nas animações da Família Addams, seja em participações na Marvel (em Doutor Estranho 2) e na série de sucesso The Boys, ou seja em filmes da franquia Velozes e Furiosos (na qual atualmente grava sua terceira participação). Em breve lançará também as sequências de Old Guard e Atômica. Mas olhando para um passado recente, de menos de dez anos atrás, a união com a autora Gillian Flynn (Garota Exemplar) parecia ser a certeza de um suspense único e memorável. Não foi bem assim. Afinal, você já tinha ouvido falar de Lugares Escuros?

Regressão

Continuamos pelos thrillers gélidos que contém em seu elenco alguns dos rostos mais famosos de Hollywood. Aqui, o tópico da vez é a jovem estrela Emma Watson, a eterna Hermione da franquia Harry Potter. A atriz fez sua estreia nas telas no primeiro filme da série, selecionada a dedo para o papel feminino protagonista ainda menininha. Desde então, tentava pelas beiradas se estabelecer em outros papeis, afinal Harry Potter não duraria para sempre. Assim, logo após o fim da saga, Watson tratou de emplacar em sucessos como: As Vantagens de Ser Invisível, Bling Ring – A Gangue de Hollywood, Noé, o recente Adoráveis Mulheres e, principalmente, no blockbuster A Bela e a Fera. Mas a tentativa da atriz em um suspense meio terror não seria, digamos, muito feliz. Isso porque poucos ficaram sabendo do lançamento de Regressão, escrito e dirigido pelo chileno Alejandro Amenábar – de Preso na Escuridão e Os Outros -, o qual atuou ao lado de Ethan Hawke.

O Bom Dinossauro

A Disney hoje é um estúdio colosso, que engloba propriedades bilionárias como por exemplo a Marvel, a LucasFilm (franquias como Star Wars e Indiana Jones, por exemplo), além de todo o acervo da extinta 20th Century Fox. Antes disso tudo, o estúdio era conhecido por suas animações, verdadeiros marcos da sétima arte, que sempre se tornavam ícones culturais, desde que Branca de Neve e os Sete Anões foi lançado lá em 1937. Ou seja, não é comum que a Disney lance um filme em animação que passe tão em branco que não caia no conhecimento geral. É raro, mas acontece. Foi justamente o caso com este O Bom Dinossauro, provavelmente um dos filmes mais esquecidos e obscuros da parceria Disney / Pixar.

Evereste

Um filme baseado em eventos reais trágicos, de uma magnitude digna de uma superprodução, bancada por um grande estúdio (a Universal Pictures) e um dos elencos mais renomados da década passada, era para ter sido um dos longas mais badalados e famosos dos últimos anos, um verdadeiro rolo compressor. Mas o desastre de uma equipe de escaladores no topo do Evereste ocorrido em 1996, dirigido pelo mesmo cineasta islandês de Vidas à Deriva e o recente A Fera (atualmente em cartaz), resultou num blockbuster de mais de US$55 milhões de orçamento mais rapidamente esquecido dos últimos tempos. Nem mesmo os talentos de gente como Jake Gyllenhaal, Josh Brolin, Keira Knightley, Sam Worthington, Jason Clarke, Robin Wright, Vanessa Kirby e Emily Watson foi o suficiente.

Jem e as Hologramas

Quando pensamos em desenhos animados que marcaram toda uma geração da década de 1980, os que vêm logo à mente são He-Man, Caverna do Dragão, Thundercats e As Tartarugas Ninja. Para as meninas, além de She-Ra, em um aspecto menos conhecido existia Jem e as Hologramas. Criado por Christy Marx, o desenho falava sobre um grupo de amigas colegiais que secretamente faziam sucesso numa banda de pop rock fenômeno sem que ninguém as reconhecesse. Era o princípio das identidades secretas dos super-heróis, aqui aplicada ao mundo do entretenimento. O desenho se tornou cult e fez certo sucesso, durante 1985 até 1988. Mas trinta anos depois, quando quase ninguém lembrava mais dele, foi quando decidiram fazer sua versão para o cinema de carne e osso. Resultado: você soube?

A Origem do Dragão

Esse talvez seja desconhecido até mesmo para os maiores fãs do lendário lutador e ator Bruce Lee. Quando pensamos em Lee lembramos logo de seus maiores trabalhos no cinema, em especial Operação Dragão (1973). E quando falamos na biografia do astro no cinema, a que se destaca ainda hoje é Dragão – A História de Bruce Lee, lançada exatos vinte anos depois de seu citado grande trabalho. Essa permanece como a biografia definitiva de Lee nas telas, mas o que muitos podem não saber é que um novo projeto do tipo, contando parte de sua trajetória nos anos 1960, e usando a estética semelhante a dos filmes do ator, foi lançado. Em especial, o longa, que completa seis anos em 2022, narra o duelo lendário e controverso entre um jovem Bruce Lee e o mestre do kung fu Wong Jack Man. Você já tinha ouvido falar?

‘Project Blue Book’: Trailer da série de ficção científica no estilo ‘Arquivo X’

A nova série de ficção científica do canal History, ‘Project Blue Blook‘, ganhou seu primeiro trailer.

Confira:

Confira também, a primeira imagem, que mostra o ator Aidan Gillen cara a cara com um alienígena capturado pelo governo.

Robert Stromberg, vencedor do Oscar e Emmy por efeitos especiais, dirigiu os dois primeiros episódios. ‘Project Blue Blook‘ terá 10 episódios, e será baseada nas investigações secretas das Forças Aéreas dos EUA que ocorreram nos anos 50 e 60, e trouxeram à tona as conspirações envolvendo alienígenas.

“A série segue o Dr. J. Allen Hynek, um brilhante professor universitário recrutado pela Força Aérea dos EUA para liderar esta operação clandestina que pesquisou milhares de casos, muitos dos quais nunca foram resolvidos. Cada episódio irá se desenvolver a partir dos arquivos reais, misturando teorias de OVNIs com eventos históricos autênticos de uma das épocas mais misteriosas da história dos Estados Unidos.”

Robert Zemeckis e Jack Rapke serão os produtores executivos.

‘The Wandering Earth’: Netflix adquire direitos de ficção científica chinesa; Saiba mais!

De acordo com o Variety, a Netflix vai distribuir internacionalmente o longa chinês de ficção científica ‘The Wandering Earth‘. A produção virou um fenômeno e já arrecadou mais de US$ 600 milhões em seu país de origem – por enquanto, representa a maior bilheteria mundial do ano.

O longa ainda não possui previsão para ser lançado no serviço de streaming.

Confira o trailer:

Dirigido por Frant Gwo, o longa é baseado no livro homônimo de Liu Cixin.

Quando descobrem que o sol está se extinguindo, um grupo de bravos astronautas parte para encontrar um novo planeta para toda a raça humana.

O elenco inclui Jing Wu, Chuxiao Qu, Guangjie Li, Man-Tat Ng e Jin Mai Jaho.

‘A Ilha da Fantasia’: Terror da Blumhouse com Lucy Hale ganha trailer LEGENDADO

A Sony Pictures acaba de divulgar o trailer legendado de ‘A Ilha da Fantasia‘, novo terror da Blumhouse com a atriz Lucy Hale (‘Pretty Little Liars‘).

A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro de 2020.

Confira:

O enigmático Sr. Roarke (interpretado por Michael Peña) realiza os sonhos secretos de seus sortudos convidados em um luxuoso e remoto resort tropical. Mas quando as fantasias se transformam em pesadelos, os convidados precisam resolver o mistério da ilha para escapar com vida.

O elenco ainda conta com Michael Rooker, Michael Peña, Charlotte McKinneyParisa Fitz-Henley, Austin Stowell e Jimmy O. Yang.

Jeff Wadlow é o responsável pela direção, roteirizando ao lado de Chris Roach e Jillian Jacobs. Todos colaboraram anteriormente com a Blumhouse no terror ‘Verdade ou Desafio‘.

O longa é baseado na série clássica ‘Ilha da Fantasia‘, exibida pela ABC de 1977 até 1984. A trama é similar à série, com a exceção de que alguém está matando os convidados na ilha.

‘Resident Evil 8’: Novo trailer deve ser lançado em agosto!

A Capcom havia anunciado que novas informações do jogo ‘Resident Evil 8: Village‘ serão divulgadas em agosto. De acordo com o insider Dusk Golem, um novo trailer da aguardada sequência também deve ser lançado.

No entanto, detalhes sobre a estreia do vídeo ainda não foram divulgados.

Confira o primeiro trailer:

O novo capítulo da saga será lançado em 2021 para Playstation 5, Xbox Series X e PC.

A história se passará alguns anos após os eventos de ‘Resident Evil 7‘, onde o protagonista Ethan Winters viajou para Louisiana para procurar pela sua esposa desaparecida, Mia. No novo jogo, Ethan e Mia estão vivendo felizes e deixando o passado pra trás. Finalmente conseguindo superar os eventos traumáticos, o mundo de Ethan vira de cabeça pra baixo quando Chris Redfield – um rosto inesperado, mas familiar –, faz um retorno chocante, o que desencadeia uma série de eventos que leva Ethan a procurar respostas pelas ações chocantes de Chris, levando-o a uma vila misteriosa…

Vale lembrar que rumores apontam que ‘Resident Evil 8‘ pode ter três personagens jogáveis. Ethan será o grande protagonista do novo jogo e será jogável por cerca de 50-60% da história.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

Homem precisa amputar a perna com machado no clipe TENSO de ‘In the Earth’; Confira!

O terror pandêmico ‘In the Earth‘, dirigido por Ben Wheatley (‘Rebecca – A Mulher Inesquecível‘), ganhou um novo clipe tenso.

Confira, com o trailer completo:

O longa de baixo orçamento foi filmado completamente durante o período de quarentena.

Conforme o mundo busca pela cura de um desastroso vírus, um cientistas e um guarda florestal se aventuram em meio à selva para fazer uma testagem rotineira de equipamento. Entretanto, durante a noite, sua jornada se transforma em um pesadelo conforme a floresta ganha vida.

Joel Fry (‘Game of Thrones’) estrela a produção. Ellora TorchiaHayley SquiresReece Shearsmith completam o elenco.

Nos EUA, o terror será lançado nos cinemas no dia 16 de abril.

‘An Unquiet Grave’: Ritual invoca entidade sinistra no novo trailer do terror; Assista!

O terror ‘An Unquiet Grave‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Terence Krey é responsável pela direção.

Após perder sua esposa em um acidente de carro, Jamie convence sua irmã, Ava, a voltar ao local do acidente para ajudá-lo em um estranho ritual. Logo, se torna claro que ele tem intenções muito mais sinistras…

Jacob A. WareChristine Nyland estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD pelo RLJE Films no dia 18 de janeiro.

Ator de ‘Stranger Things’ se junta ao elenco de ‘Horizon’, faroeste estrelado por Kevin Costner

De acordo com o Deadline, Jamie Campbell Bower, conhecido pelo seu papel como o maligno Vecna da série ‘Stranger Things‘, entrou para o elenco do faroeste de época ‘Horizon‘, que será dirigido, estrelado e produzido por Kevin Costner (‘Yellowstone’).

Além dele, Luke Wilson, Sienna Miller e Sam Worthington também foram confirmados no elenco. Infelizmente, detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.

Costner também coescreveu o roteiro ao lado de Jon Baird. A dupla já havia colaborado anteriormente no livro ‘The Explorers Guild‘, lançado em 2015.

Esse será o primeiro longa dirigido por Costner desde ‘Pacto de Justiça‘, de 2003.

A trama narrará um período multifacetado de 15 anos de expansão e colonização do oeste americano, antes e depois da Guerra Civil. Vivenciada pelos olhos de muitos, a jornada épica é repleta de perigos e intrigas, desde a constante investida de elementos naturais até as interações com os povos indígenas que viviam na terra, mostrando a determinação e, muitas vezes, crueldade daqueles que buscavam colonizá-la.

Em comunicado oficial, Toby Emmerich, presidente do grupo Warner Bros Pictures, declarou: “Estamos muito animados em trabalhar com o Kevin em seu aguardado retorno à direção com faroeste épico. A visão ambiciosa de Kevin para esta história é a perfeita cristalização de sua afinidade com o oeste americano e a sua paixão em dar vida a esse ponto de virada na história com todo o drama humano, complexidade cultural e imenso escopo que ela merece.”

Vale lembrar que o longa está sendo desenvolvido pela Warner Bros. e New Line.

Twisters

 

Elenco:

Daisy Edgar-Jones
Glen Powell
Brandon Perea
Anthony Ramos

 

Direção: Lee Isaac

Gênero: Suspense

Duração: 122 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 11 de Julho de 2024

Sinopse: 

Em TWISTERS, Kate Cooper é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens, o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

Crítica: 

Crítica | Twisters resgata o apogeu do cinema catástrofe com maestria técnica e entretenimento de primeira

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Este novo filme não é uma continuação do clássico ‘Twister‘ (1996), nem planeja trazer de volta personagens antigos. O estúdio está descrevendo o longa como um ‘novo capítulo’;

» Mark L. Smith e Frank Marshall (‘Jurassic World: Domínio’) assinam o roteiro;

» O elenco ainda contará com Maura Tierney (‘The Affair’), Harry Hadden-Paton (‘Downton Abbey’), Sasha Lane (‘Docinho da América’), Kiernan Shipka (‘Mad Men’), Nik Dodani (‘Atypical’), David Corenswet (‘Pearl’), Tunde Adebimpe (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’) e Katy O’Brian (‘The Mandalorian’);

Trailer:

 

Cartazes: 

Cartaz do filme "Twisters" no cinema IMAX.
twisters

Fotos: 

Julia Roberts estrelará novo filme do diretor de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’

De acordo com o Deadline, Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’) será a protagonista de ‘After the Hunt‘ (Depois da Caçada, em tradução literal).

Luca Guadagnino, diretor dos aclamados ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, ‘Até os Ossos‘ e ‘Suspíria – A Dança do Medo‘, comandará o longa.

Descrito como um “thriller dramático”, o filme segue uma professora que se encontra em uma encruzilhada pessoal e profissional quando um estudante faz uma acusação contra um dos seus colegas e um segredo sombrio de seu passado ameaça vir à tona.

Nora Garrett assina o roteiro.

O projeto está sendo desenvolvido pela Amazon MGM Studios.

Brian Grazer e Allan Mandelbaum irão servir como produtores através da Imagine Entertainment.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Scout Taylor-Compton enfrenta tubarões assassinos no trailer de ‘Into the Deep’; Confira!

O terror ‘Into the Deep‘, estrelado pela Scout Taylor-Compton (‘Halloween’), ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Christian Sesma é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Chad LawJosh Ridghway.

Na trama, piratas modernos em busca de drogas naufragadas sequestram um barco de turistas e os forçam a mergulhar em águas infestadas de tubarões para recuperar o contrabando.

O elenco ainda conta com Callum McGowan, Jon Seda, Stuart TownsendRichard Dreyfuss.

O terror será lançado em VOD no dia 24 de janeiro.

‘Demon Slayer: Castelo do Infinito’ arrecada US$ 70 milhões e quebra RECORDES em estreia nos EUA

Sucesso! ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo do Infinito‘ arrecadou impressionantes US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Além de se tornar a maior estreia da história para um anime e para a Crunchyroll, o longa também alcançou o TOP 6 dos maiores lançamentos domésticos para o mês de setembro.

lém disso, a produção também se tornou a maior abertura da Sony Pictures em mais de dois anos no país.

‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’: Novo longa conquista 96% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Confira a lista das maiores estreias de setembro nos EUA:

  1. It: A Coisa (US$123.4M)
  2. Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice (US$111M)
  3. It: Capítulo 2 (US$91M)
  4. Invocação do Mal 4: O Último Ritual (US$84M)
  5. Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (US$75.3M)
  6. Demon Slayer: Castelo do Infinito (US$60M)

Internacionalmente, ‘Demon Slayer‘ acrescenta US$ 344.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de mais de US$ 400 milhões.

‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’ recebe classificação 18 anos no Brasil; Menores de 16 não podem assistir!

A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.

‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’ recebe classificação 18 anos no Brasil; Menores de 16 não podem assistir!

Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.

‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.

Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.

A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.

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