‘Donzela’ (‘Damsel’), novo filme de fantasia estrelado por Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’, ‘Enola Holmes’), chega amanhã, 08 de março, ao catálogo da Netflix – e parece que não fez o sucesso prometido entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 61% de aprovação com base em 18 reviews até o momento. Apesar dos elogios à atuação de Brown, a direção e o roteiro tiveram recepção mista por parte dos especialistas.
“Surpreendentemente pobre em fantasia ou sentimento, ‘Donzela’ só irá agradar aos curiosos para ver o que Brown está fazendo” – Fish Jelly Films.
“‘Donzela’ é intenso e emocionante, e foi surpreendente ver o quão sangrento o filme pôde ficar” – Nerd Reactor.
“O humor aqui – não intencional, é claro – vem do choque entre o comprometimento feroz de Brown e a absoluta indignidade daquilo com que ela está se comprometendo” – San Francisco Chronicle.
“‘Game of Thrones’ para pré-adolescentes” – The Only Critic.
A história gira em torno de Elodie (Brown), uma jovem princesa que acredita estar prometida para o príncipe Henry – apenas para descobrir que, na verdade, servirá de sacrifício para um perigoso dragão.
Essa não é a primeira vez que Brown e a plataforma de streaming colaboram, visto que ambos trabalharam juntos na aclamada e premiada série sci-fi‘Stranger Things’, que rendeu à atriz duas indicações ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, e em duas adaptações de ‘Enola Holmes’, que se tornaram um grande sucesso crítico e comercial.
A adaptação em live-action do clássico ‘A Espada Era a Lei’ dos estúdios Disney recebeu uma atualização decepcionante. Segundo o cineasta Juan Carlos Fresnadillo, a produção do filme está atualmente paralisada.
Durante uma entrevista ao Collider, Fresnadillo declarou: “Fui vinculado ao projeto há muito tempo e me preparei muito para a Disney para esse filme. Não sei exatamente o que aconteceu, mas o estúdio decidiu adiar o projeto. Então, no momento, está em uma situação de espera, e honestamente não sei o que vai acontecer. Mas acho que é uma ótima história. Eu adoraria fazer parte disso se decidissem dar sinal verde para o projeto. Tenho muitos amigos na mesma situação. Eles se prepararam por muito tempo e, de repente, ‘Vamos ver’.”
Ele ainda continuou: “Mas, como você pode imaginar, essa indústria está sempre lidando com muitos projetos, e você não sabe exatamente quais são os que vão dar certo. Então, sim, “A Espada Era a Lei”, realmente espero que aconteça porque acredito que há uma grande base de fãs esperando por isso.”
Lembrando que a animação, lançada em 1963, foi a última antes da morte de Walt Disney e narra a infância do futuro Rei Arthur.
Juan Carlos Fresnadillo, conhecido por seus filmes de terror como ‘Extermínio 2’ e ‘Intrusos’, assumiu a direção do longa, enquanto Bryan Cogman (‘Game of Thrones’) está encarregado do roteiro, e Brigham Taylor (‘Mogli: O Menino Lobo’) está na produção.
A história gira em torno de Elodie (Brown), uma jovem princesa que acredita estar prometida para o príncipe Henry – apenas para descobrir que, na verdade, servirá de sacrifício para um perigoso dragão.
Essa não é a primeira vez que Brown e a plataforma de streaming colaboram, visto que ambos trabalharam juntos na aclamada e premiada série sci-fi‘Stranger Things’, que rendeu à atriz duas indicações ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, e em duas adaptações de ‘Enola Holmes’, que se tornaram um grande sucesso crítico e comercial.
A estrela Sofia Boutella compartilhou recentemente como ela enfrentou as duras críticas à ‘Rebel Moon’, na qual interpreta Kora, a protagonista da saga de Zack Snyder, revelando que, apesar de pensar que estava preparada, as críticas realmente a afetaram.
Durante uma entrevista ao Vulture, a atriz expressou:
“Eu sempre pensei que estava totalmente preparada para enfrentar esses golpes, e então li as críticas que surgiram. A resposta crítica a Rebel Moon tem sido amplamente negativa, com resenhas apontando o ritmo do filme e a densa lore.”
Boutella continuou, refletindo: “E eu vou ser honesta sobre isso. Sinto que estou carregando o peso disso por todos que se importaram tanto com este projeto, e isso me afetou. Não é sobre a maneira como pareço. Se alguma coisa, tenho tido bastante sorte e as pessoas têm gostado do meu trabalho, mas o filme foi criticado. Isso realmente me afetou por todos os que investiram tanto coração, lágrimas e suor neste projeto. É difícil ver algo sendo criticado dessa forma. Estou orgulhosa de ter feito parte disso, e se Rebel Moon não seguir adiante, será uma parte muito importante da minha vida que defenderei para sempre.”
Lembrando que ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ já foi filmado e será lançado na Netflix no dia 19 de abril de 2024.
‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.
Confira o trailer:
Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:
A atriz Dakota Johnson recentemente abordou seu último filme, ‘Mamame Teia’, expressando sua decisão de nunca mais se envolver em um projeto semelhante.
Durante uma entrevista ao ComicBook, Johnson comentou: “Infelizmente, não fiquei surpresa com a recepção do filme. Fazer filmes é um processo complexo, e hoje em dia as grandes e até mesmo as pequenas produções, e isso é preocupante, estão sujeitas as decisões de comitês. A arte sofre quando é dominada por números e algoritmos. Acredito que o público é incrivelmente inteligente e sempre consegue distinguir entre o genuíno e o artificial. Mesmo que a inteligência artificial comece a ser usada na criação de filmes, as pessoas não vão se interessar por isso.”
A atriz também compartilhou sua experiência pessoal com o projeto, afirmando: “Foi definitivamente uma experiência única fazer parte desse filme [Madame Teia]. Nunca havia enfrentado algo semelhante antes. Provavelmente não me envolverei em projetos desse tipo novamente, pois não me sinto conectada a esse universo. Isso ficou claro para mim agora. Às vezes, na indústria cinematográfica, você assina para fazer uma coisa e, no decorrer da produção, tudo muda drasticamente. Foi uma jornada de aprendizado genuína, embora seja desapontador fazer parte de algo tão criticado, eu entendo os motivos.”
Vale ressaltar que, após três semanas de lançamento, ‘Mamame Teia’ ainda não conseguiu ultrapassar a marca de US$ 100 milhões em bilheteria, o que é considerado um fracasso.
Para efeito de comparação, ‘Morbius’ teve uma arrecadação total de US$ 167,5 milhões, também considerado um fracasso no gênero. Outros filmes, como ‘As Marvels’ (US$ 206,1 milhões), ‘The Flash’ (US$ 139 milhões), ‘Shazam! 2’ (US$ 133,4 milhões) e ‘Besouro Azul’ (US$ 128 milhões), também enfrentaram resultados abaixo do esperado.
Apesar disso, com um orçamento de apenas US$ 80 milhões, ‘Madame Teia’ não teve um resultado tão desastroso quanto outros fracassos recentes do gênero. No entanto, a performance do filme ainda está longe de ser aceitável.
Nossa jornalista Janda Montenegro também teve a oportunidade de entrevistar Dakota Johnson, que comentou sobre o filme e com quais heróis e vilões ela quer lutar nas próximas iterações.
Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.
‘Madame Teia’ destaca Dakota Johnsoncomo a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).
Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.
Em uma recente entrevista ao podcast The Joe Rogan Experience, Zack Snyder afirmou que mais pessoas assistiram a ‘Rebel Moon’, seu mais recente projeto que estreou na Netflix, do que ao aclamado indicado ao Oscar ‘Barbie’.
Durante a conversa, o famoso cineasta discorreu sobre o alcance que a plataforma de streaming tem em comparação aos tradicionais estúdios cinematográficos. Ele também utilizou a matemática básica para provar seu ponto e deduziu que ‘Rebel Moon’, apesar de ser massacrado pela crítica, provavelmente teve mais espectadores do que ‘Barbie’ (que arrecadou US$1,4 bilhão ao redor do mundo e se tornou o título de maior arrecadação da Warner Bros.).
“‘Rebel Moon’, certo? Digamos que agora esteja com quase 90 milhões de visualizações. 80 ou 90 milhões de contas assistiram ao filme, mais ou menos. Eles assumem [que sejam] dois espectadores por exibição, certo? Esse é o tipo dematemática”, ele explicou. “Então, se aquele filme estivesse no cinema como modelo de distribuição, seriam cerca de 160 milhões de pessoas assistindo com base nessa conta. 160 milhões de pessoas a US$10 o ingresso, seriam… Que conta é essa? Não sei. 160 milhões vezes dez. Isso dá 1,6 bilhão. Então, provavelmente mais pessoas viram ‘Rebel Moon’ do que ‘Barbie’ nos cinemas”.
Snyder continua:
“Essa é a loucura da Netflix. Esse é o modelo de distribuição que eles criaram. Eu estava participando de uma coisa outro dia e estávamos falando de ‘Rebel Moon 2’. E ele disseram: ‘bom, fale sobre o primeiro’. E eu respondi: ‘não, vá assistir. Eu sei que você tem [Netflix] na sua casa’. Não é o caso dos cinemas. Você poderia assistir no seu celular agora e assistir aqui, se quisesse. Essa é a loucura. Esse modelo, essa máquina que eles criaram é outra coisa. É realmente insano se você pensar sobre”.
Vale lembrar que o seu próximo filme, a sequência ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘, será lançada pela plataforma de streaming no dia 19 de abril.
O primeiro filme foi massacrado pelos críticos – conquistando apenas 21% de aprovação no Rotten Tomatoes – e decepcionou no serviço de streaming, registrando apenas 23.9 milhões de visualizações em seus quatro primeiros dias – quase metade da audiência do recente ‘O Mundo Depois de Nós‘.
Para comparação, os filmes que foram mais vistos no mesmo período:
– Mistério no Mediterrâneo 2 – 42,9 milhões
– A Mãe – 42,9 milhões
– O Mundo Depois de Nós – 41,7M
– Agente Stone – 33,1M
– Certas Pessoas – 28,3M
‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dará continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.
Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:
Em entrevista ao podcast Joe Rogan Experience, o diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’) revelou não entender porque é considerado uma figura “odiada” por parte dos espectadores na indústria cinematográfica.
Apesar de comandar blockbusters que costumam atrair a atenção do público, as produções mais recentes do cineasta foram recebidas com reações extremistas – ame ou odeie.
“Eu lembro de um artigo que dizia: ‘Zack Snyder: Ame ou Odeie’. E eu fiquei tipo: ‘Me odiar?’. Eu não entendo! Pelo o quê? É apenas um filme. Não tenho o menor problema com os espectadores não gostarem dos meus filmes. Essa não é a questão. Quem se importa? O problema é: por que você me odiaria? Eu não entendo isso.”
Ele completa, “Essa é uma escolha de vida para muitas pessoas. Não é apenas um filme. Se eu dirigisse uma comédia romântica, você ficaria: ‘Ok, isso foi divertido’. Eu amo a reação acalorada dos fãs. Não estou criticando isso, de forma alguma. Mas, para outras pessoas, não se trata apenas de um filme. Em certo nível, você precisa entender que essa é a religião deles. E eles têm opiniões fortes sobre isso.”
Vale lembrar que o seu próximo filme, a sequência ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘, será lançada pela Netflix no dia 19 de abril.
O primeiro filme foi massacrado pelos críticos – conquistando apenas 21% de aprovação no Rotten Tomatoes – e decepcionou no serviço de streaming, registrando apenas 23.9 milhões de visualizações em seus quatro primeiros dias – quase metade da audiência do recente ‘O Mundo Depois de Nós‘.
Para comparação, os filmes que foram mais vistos no mesmo período:
– Mistério no Mediterrâneo 2 – 42,9 milhões
– A Mãe – 42,9 milhões
– O Mundo Depois de Nós – 41,7M
– Agente Stone – 33,1M
– Certas Pessoas – 28,3M
‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dará continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.
Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:
Em uma recente entrevista à Byline TV, a jornalista India Willoughby revelou que denunciou J.K. Rowling, autora da famosa saga ‘Harry Potter’, à polícia após uma fala transfóbica proferida pela romancista (via Variety).
Willoughby revelou que denunciou Rowling à Polícia de Northumbria por repetidamente errar seus pronomes como parte de uma contínua rivalidade nas redes sociais.
“J.K. Rowling definitivamente cometeu um crime. Eu sou legalmente uma mulher. Ela sabe que sou mulher e me chamou de homem”, a locutora afirmou. “É uma característica protegida e isso constitui uma violação tanto da Lei da Igualdade como da Lei de Reconhecimento de Gênero. Ela tweetou isso para 14 milhões de seguidores”.
Ela continua: “Denunciei J.K. Rowling à polícia pelo que ela disse, o que não sei se será tratado como um crime de ódio, comunicações maliciosas – mas é uma ofensa direta, no que me diz respeito”.
Em declaração à Variety, um porta-voz da Polícia de Northumbria disse: “nesta segunda-feira, 04 de março, recebemos uma reclamação sobre uma postagem nas mídias sociais. Estamos, atualmente, aguardando falar mais com a reclamante”.
Através do X, Rowling respondeu aos comentários de Willoughby, dizendo que havia consultado um advogado que lhe disse que “eu não só tinha um caso claramente vencível contra India Willoughby por difamação, mas que o ataque obsessivo de India contra mim nos últimos anos pode atingir o limite legal para assédio”.
A escritora também alega que “as visões críticas de género podem ser protegidas pela lei como uma crença filosófica. Nenhuma lei obriga ninguém a fingir acreditar que India é uma mulher.”
Por fim, Rowling diz:
“Consciente como estou de que é um crime mentir às autoridades, terei simplesmente de explicar à polícia que, na minha opinião, India é um exemplo clássico do narcisista masculino que vive num estado de raiva perpétua que ele não pode obrigar as mulheres a aceitá-lo segundo seu próprio valor”.
Vale lembrar que, recentemente, Rowling reafirmou seu posicionamento transfóbico em uma série de tweets, respondendo a questionamentos sobre a possibilidade de ser presa caso comentários transfóbicos se tornassem crimes no Reino Unido.
Em resposta a um projeto de lei que discutia a possibilidade de ataques à identidade de gênero se tornarem uma ofensa criminal, Rowling declarou:
“Aceitaria feliz em cumprir dois anos se a alternativa for o discurso forçado e a negação forçada da realidade e da importância do sexo”.
I’ll happily do two years if the alternative is compelled speech and forced denial of the reality and importance of sex. Bring on the court case, I say. It’ll be more fun than I’ve ever had on a red carpet.
A adaptação em live-action de ‘Bambi’ sofreu outra perca em sua produção, com a diretora Sarah Polley (‘Entre Mulheres’) desistindo de dirigir o filme, conforme relatado pelo IndieWire.
Segundo a reportagem, não houve drama na separação, apenas um reconhecimento de que as coisas não se encaixaram.
É importante ressaltar que recentemente a roteirista Lindsey Anderson Beer (‘Sierra Burgess é uma Loser’) também anunciou sua saída do projeto.
O clássico ‘Bambi‘ é uma produção da chamada Era de Ouro da Disney, do nível de obras-primas como ‘Mogli: O Menino Lobo‘ e ‘O Rei Leão‘. Essa nova fita, aliás, deverá utilizar a mesma tecnologia de fotorrealismo dos demais filmes citados.
A Disney está ciente de que a história é menos épica em escopo que esses dois filmes já citados, porém é ainda mais trágica, e não há a intenção de inserir uma narrativa maior no conto, devendo assim ser mais fiel ao original.
Lançado em 1942, ‘Bambi’ é um dos filmes mais memoráveis do panteão da Casa Mouse e uma de suas histórias mais tristes. Baseado no romance de Felix Stalten, o longa arrecadou mais de US$267 milhões nas bilheterias mundiais.
“Um casal separado descobre que o cachorro que eles compartilham está sofrendo de depressão após o término do seu relacionamento. Tentando levantar seu astral, os dois decidem passar o feriado juntos de férias na ensolarada Flórida.”
Jessica Swale (‘Onde Fica o Paraíso’) será responsável pela direção.
O roteiro foi assinado pela dupla Linsey Stewart e Dane Clark.
Nos últimos dias, foi lançada na Netflix uma série documental intitulada ‘American Conspiracy: The Octopus Murders’ (‘Conspiração Americana: Os Assassinatos da Octopus’), uma série documental que explora a misteriosa morte do jornalista Danny Casolaro.
Em 1991, Casolaro foi encontrado morto em uma banheira no Hotel Sheraton, em West Virginia, com os pulsos cortados entre dez e doze vezes – levando os legistas a acreditarem que ele havia se matado.
Entretanto, o laudo promulgado se tornou bastante controverso após especialistas encontrarem anotações do jornalista sobre um trabalho que chamava de Octopus e que envolvia inúmeras histórias muito familiares aos jornalistas que trabalhavam em Washington nos anos 1980 – incluindo o caso Inslaw sobre um fabricante de software cujo proprietário acusou o Departamento de Justiça de roubar seu produto de trabalho, a teoria da Surpresa de Outubro de que durante a crise de reféns no Irã, o país reteve deliberadamente reféns americanos para ajudar Ronald Reagan a vencer as eleições presidenciais de 1980, o colapso do Banco de Crédito e Comércio Internacional e o Irã-Contra.
Apesar de ter dividido o público, amargando 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção fez um sucesso considerável entre a crítica internacional, conquistando 88% de aprovação.
“É um corte significativo acima da média dos crimes reais, estética e, principalmente, tematicamente” – Rolling Stone.
“A série de quatro episódios é um estudo envolvente do personagem de um homem possuído e um emocionante thriller de conspiração com implicações de longo alcance” – The Indian Express.
“‘American Conspiracy’ é uma visão fascinante de um caso que não só tem enormes implicações… Mas também dá muitos insights sobre como os jornalistas podem se aprofundar em histórias que às vezes têm um começo bastante singelo” – Decider.
Antes de Peter Farrelly conquistar seus dois primeiros Oscar com ‘Green Book: O Guia‘, o aclamado cineasta construiu seu nome em Hollywood através de algumas das comédias mais icônicas e divertidíssimas dos anos 90 e 2000. ‘Quem Vai Ficar com Mary?‘ (1998), ‘Debi & Lóide‘ (1994), ‘Eu, Eu Mesmo e Irene‘ (2000) e ‘O Amor é Cego‘ (2001) marcaram as décadas de seus respectivos lançamentos, eternizando o diretor como um exímio storyteller do humor.
Quase 30 anos depois de sua estreia nos cinemas com ‘Debi & Lóide‘ e dois Oscar no currículo e ele está de volta ao gênero que o moldou, fazendo de Ricky Stanicko seu grande retorno à comédia pastelão. Na trama, um trio de melhores amigos são acostumados a se esquivar dos problemas com a ajuda de um outro amigo imaginário – que dá nome ao filme. Essa longa e extensa rede de mentiras, iniciada ainda na infância, se tornará cada vez mais insustentável, quando uma história mal contada começa a ganhar vida para além da imaginação. Após 20 anos de conversa fiada e falta de responsabilização, eles se vêm obrigados a contratar um ator para se passar por Ricky, mas as coisas sairão de controle.
E embora Farrelly possua um currículo sólido que o garante uma fácil entrada entre os principais estúdios de Hollywood, ‘Ricky Stanick‘ – que teve sua estreia nesta quinta-feira, 07 de março -, custou mais de uma década para ganhar as telas. Durante uma coletiva de imprensa fechada, da qual o CinePOP participou, o diretor e roteirista revelou que o longa demorou 15 anos para sair do papel – algo que acontece com frequência com seus projetos.
“Como muitos dos meus projetos, esse demorou uma eternidade para ser feito. Honestamente, acho que levamos 15 anos! Mas todos eles demoram, é inacreditável. ‘Debi & Lóide‘ levou uns cinco anos para ser feito. ‘Quem Vai Ficar com Mary?‘ demorou 10 anos. E é por isso que eu sempre trabalho em três ou quatro coisas ao mesmo tempo e, com sorte, uma delas dá certo. Mas este foi um projeto que estava cozinhando há muito tempo. Por conta disso, olho para trás e fico grato porque conseguimos trabalhar nele ao longo dos anos e acho que o resultado ficou cada vez melhor com o tempo. E estou muito orgulhoso disso! Eu amo o que fizemos. E esses caras…não poderia ter tido um elenco melhor do que esses caras”.
E ‘Ricky Stanick‘ conta com um elenco de peso, que reúne alguns dos nomes mais populares da atualidade. Zac Efron, John Cena, Jermaine Fowler, Andrew Santino e o veterano William H. Macy protagonizam a comédia, que ainda faz uma reflexão sobre o peso e as consequências da mentira nas nossas dinâmicas relacionais.
Para Efron, trabalhar com Farrelly pela segunda vez ainda possui um valor todo especial. Ambos colaboraram juntos na aclamada dramédia ‘Operação Cerveja‘, que teve sua première mundial no Festival de Toronto 2022. Dessa vez, seu papel carrega uma carga muito mais cômica e leve, que também reflete sua dinâmica profissional com o popular diretor, conforme comentou durante a coletiva:
“Sabe, trabalhar com Pete é a melhor coisa. Pete tem um senso de tom incrível. Ele sabe o que está fazendo e você pode confiar nele para praticamente tudo. É muito divertido trabalhar com ele. Tipo, descobrir planos, ideias, personagens…tudo é simplesmente divertido e construtivo. Então eu faria qualquer projeto com ele! ‘OperaçãoCerveja‘ foi maravilhoso e esse foi ainda mais divertido”.
Santino complementou o raciocínio do colega de elenco, pontuando a precisão de Farrelly em conduzir um set marcado por muito improviso e cenas que podem acabar fugindo do roteiro original. Para o comediante, é desafiante manter o equilíbrio, mas o cineasta soube conduzir todo o processo criativo com firmeza e foco.
“Foi incrível trabalhar com ele. Pete gosta de usar pessoas de sua vida e quase todos os filmes que ele fez envolve gente de seu círculo, o que eu acho incrível. E ele simplesmente sabe como realmente permanecer concentrado e focado no que quer, o que é difícil de fazer com a comédia. Penso em todas as comédias em que já estive envolvido, como séries de TV. E às vezes é difícil. As pessoas pegam embalo e e começam a cair nessas discussões estranhas e você perde o controle. E ele é tão bom em dizer: ‘Calma, volta aqui de novo’. E então você consegue brincar em tela, mas sempre voltando para o centro. E ele é provavelmente o melhor com quem já trabalhei nisso. Tipo, controlar a comédia é algo tão difícil de se fazer”.
Fowler foi ainda mais longe nessa reflexão e ponderou sobre os meandros de dirigir uma comédia onde os atores naturalmente sentem o desejo de sobrepor as sacadas cômicas uns dos outros:
“Especialmente com comediantes. Nós sempre queremos superar um ao outro em cena. É desafiante lidar com isso e ele te conduz de forma direta. Ele vai dizer não quando necessário”.
Para John Cena, um dos aspectos que mais o atraiu para o projeto foram as camadas existentes por trás de todo esse viés cômico citado anteriormente. Segundo o ator, existe uma jornada preciosa que o público descobrirá ao assistir a produção na Prime Video:
“Para mim, o que me pegou foi o conceito de tudo. Como você torna um amigo imaginário real? E então você lê o roteiro de novo e de novo. E, cara, eu nunca quero dizer ao público o que extrair de um filme, mas há tanta coisa ali que você pode tirar do roteiro e da jornada de todos os personagens. Acho que você descobre algo novo toda vez que assiste ao longa. Originalmente, eu só queria saber como eles deram conta de construir essa história. E ela é tão lindamente escrita e, à medida que você a vê se desenvolvendo…eu mesmo, toda vez que assisto acabo extraindo algo novo. Foi essa originalidade que me chamou a atenção”, concluiu.
Vale lembrar que Ricky Stanickjá está disponível no streaming da Prime Video.
Nesta semana, a Amazon Prime Video anunciou que os valores de assinatura de seus planos de streaming irão aumentar a partir de amanhã, no dia 8 de março.
No entanto, é possível manter o preço antigo de assinatura caso os usuários renovem o plano antes do reajuste. Ou seja, hoje é o último dia em que é possível realizar a renovação através do pagamento único anual pelo valor de R$119,00.
O plano mensal saltará de R$14,90 para R$19,90. Já o plano anual vai de R$119,00 para R$166,80 – representando um aumento entre 34% a 40%, respectivamente.
A partir de 8 de março, o valor da assinatura mensal será R$19,90 e a anual R$166,80 – preço equivalente a 13,90/mês. Mas anota aí: ainda dá tempo garantir a maratona das suas séries e filmes favs no preço de 9,92/mês por mais um ano assinando o plano anual até 7 de março.
Vale lembrar que este é o segundo reajusta da plataforma de streaming desde sua implementação em território nacional – cujo valor começou com R$9,90 em 2019 (o menor dentro do mercado de streamings no Brasil).
O renomado astro Jason Momoa, conhecido por seu papel em ‘Aquaman’, compartilhou recentemente suas experiências no aguardado ‘Duna: Parte 2’, sequência dirigida por Denis Villeneuve, onde interpreta o Mestre das Espadas, Duncan Idaho.
Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Momoa revelou sua empolgação ao falar sobre o novo filme, enfatizando seu amor pela produção. “Com certeza, cara, eu vi. Vi algumas vezes. Assisti há algum tempo e assisti novamente antes do lançamento. Eu amo esse filme. Eles arrasaram. Estou incrivelmente orgulhoso. E falando em orgulho, Denis Villeneuve é meu diretor favorito no mundo. Ele e Julian Schnabel estão no topo da lista. Eles assinaram meu cartão do DGA quando me tornei membro do Directors Guild of America. Foi uma honra enorme”.
Momoa prossegue: “Mas Denis, estou imensamente orgulhoso dele. Trabalhei com o produtor Cale Boyter em ‘Duna’, e começamos a sair juntos, e ele disse: ‘Cara, eu tenho que te colocar em uma comédia.’ E é isso aí, tenho ‘Minecraft’ com Jack Black, e Cale está produzindo esse também. Construí uma família de amigos incrível em ‘Duna’. O Timmy me mandou mensagem outro dia. O Javier é incrível. O Josh Brolin é como um irmão mais velho para mim. Estou muito feliz por todos. Isso é o que há de legal. Você constrói esses relacionamentos e depois eles simplesmente vão lá e arrasam, cara. Estou empolgado para ver o que o futuro reserva e é simplesmente maravilhoso. É uma verdadeira obra-prima”.
Lembrando que ‘Duna: Parte 2’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.
O filme conquistou grande aclamação entre os críticos, alcançando uma impressionante aprovação de 94% no Rotten Tomatoes, com base em 341 críticas.
Dentre os comentários, os jornalistas e críticos que já conferiram a produção rasgaram inúmeros elogios ao longa-metragem, considerando-o um “espetáculo” de Villeneuve e um “clássico sci-fi instantâneo”.
Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.
A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.
O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.
A estrela de ‘Jurassic World: Domínio’, DeWanda Wise, abordou recentemente a possibilidade de entrar para o Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), revelando seu interesse em interpretar uma heroína específica.
Segundo a CBR, Wise foi questionada se estaria disposta a interpretar a Tempestade na próxima versão live-action dos X-Men. Em resposta, a atriz afirmou:
“É a única personagem da Marvel que me interessa… é a única personagem da Marvel que já me despertou interesse. Acredito que podemos tornar isso realidade e agradeço aos fãs por isso.”
DeWanda Wise, é conhecida por seu trabalho em ‘Jurassic World: Domínio’, ‘Ela Quer Tudo’, ‘Amigo Imaginário’ e ‘Alguém Especial’.
Lembrando que em breve ‘X-Men ’97’, sequência da clássica animação dos mutantes, estreará no Disney Plus.
Com lançamento marcado para 20 de março, a atração será exibida semanalmente na plataforma de streaming.
“‘X-Men ’97‘ terá estreia de com dois episódios na Disney+ em 20 de março.“
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) March 1, 2024
Anteriormente, o Comic Book divulgou que a classificação indicava será TV-14.
O motivo é porque “o conteúdo deste programa contém material que a maioria dos pais consideraria impróprio para crianças menores de 14 anos”.
Para quem não sabe, a animação original tinha classificação para crianças maiores de sete anos de idade, o que representa uma diferença considerável nos novos episódios.
De qualquer forma, não há com o que se preocupar, já que a classificação TV-14 é equivalente à PG-13, usada pela Marvel Studios nos filmes do MCU.
Durante um painel especial da Marvel Studios na San Diego Comic-Con, Beau DeMayo, criador e produtor da vindoura série, revelou que a produção é uma carta de amor à animação original (via Marvel.com).
“Nós colocamos uma coisa interna para [os executivos da Marvel e da Disney], dando a eles um gostinho do que o show é”, ele revelou. “E é engraçado ver os seus heróis surtarem por algo que você está fazendo. O tamanho e o escopo de algo como esse e mandar uma carta de amor [aos criadores Eric e Julia Lewald, de ‘X-Men: The Animated Series] é gigantesco”.
Lembrando que a produção chegará ao catálogo do Disney+ ainda em 2023 e que uma 2ª temporada já está em desenvolvimento.
Vale destacar que, entre as novidades, está a nova liderança do time, onde os ‘X-Men‘ são chefiados por ninguém menos que o Magneto. Além disso, a animação contará com o mutante brasileiro Mancha Solar, Senhor Sinistro, Emma Frost, Calypso, Sebastian Shaw e Valerie Cooper.
O cineasta Zack Snyder, famoso por seu trabalho em ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’, explicou recentemente por que optou por fazer o Batman (Ben Affleck) quebrar sua regra principal nos quadrinhos: não matar.
Na época do lançamento de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’, Snyder enfrentou muitas críticas por essa mudança drástica no Homem-Morcego.
Durante sua participação no podcast de Joe Rogan, o cineasta afirmou: “As pessoas sempre dizem: ‘O Batman não pode matar. O Batman não mata, é canônico.’ E eu penso: ‘É a primeira coisa que quero fazer quando você diz isso.’ Porque quero ver o que acontece. E então dizem: ‘Só não o coloque em uma situação em que ele precise matar alguém.’ Você está protegendo seu herói de uma maneira estranha. Você o torna irrelevante se ele não puder estar nessa situação.”
Lembrando que ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ recebeu 72% de aprovação dos críticos e 93% de aprovação do público.
Determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.
‘The Walking Dead: The Ones Who Live’ marca o tão aguardado retorno de Rick Grimes (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) à franquia, e esta série derivada do sucesso de 2009 já alcançou um impressionante marco ao se tornar a produção mais bem avaliada da franquia no Rotten Tomatoes.
Até o momento, ‘The Walking Dead: The Ones Who Live’ angariou uma impressionante aprovação de 90% pela crítica especializada e de 95% pelo público.
Anteriormente, este título era detido por ‘The Walking Dead: Dead City’, uma série derivada centrada em Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan), que conquistou uma aprovação de 80%, além do selo “Fresh” do site de avaliações.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Apesar de ser emocionante ver os protagonistas se reencontrando, a premissa da série rapidamente se torna cansativa – o que nos faz lembrar dos problemas desta franquia que simplesmente não sabe quando terminar.” (CNN)
“Para aqueles que estavam esperando por respostas durante anos, ‘The Ones Who Lived’ é igualmente triste, sinistra e satisfatória.” (IGN Movies)
“Apesar da atuação e da construção deste universo serem excelentes, apenas os fãs mais devotos irão acompanhar este novo derivado que oferece pouca novidade para os espectadores.” (LA Weekly)
“O episódio piloto é excelente; está cheio de respostas para questões deixadas em aberto desde o final da série original.” (Visable Black Woman)
“Ao explorar o amor proibido entre o Rick e a Michonne, este novo derivado mistura perfeitamente as distintas eras do universo de ‘The Walking Dead’.” (CBR)
“Apesar da série se beneficiar das poderosas performances de Andrew Lincoln e Gurira, não espere que este spin-off reinvente a franquia.” (The Wrap)
A série estreou recentemente na AMC, nos Estados Unidos, e é possível que sua avaliação sofra alterações no Rotten Tomatoes à medida que mais críticas forem sendo registradas.
No Brasil, ainda não há uma data de estreia definida para ‘The Walking Dead: The Ones Who Live’.
“Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”
A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 3 de abril.
A série foi criada por Alan Yang (‘Master of None’) e Matt Hubbard (’30 Rock’).
A bilionária Molly Novak (Rudolph) tem a vida dos sonhos, recheada de jatinhos privados, uma mansão gigantesca e um yacht enorme – tudo que seu coração deseja. Entretanto, quando seu marido a trai, ela se torna alvo da publicidade e holofote do sensacionalismo dos tabloides. Ela chega ao fundo do poço quando descobre, para sua surpresa, que tem uma fundação de caridade comandada por Sofia Salinas (Rodriguez), que se junta a Molly para impedir que a imagem dela decaia ainda mais. Com seu devoto assistente Nicholas (Booster) ao seu lado, e com a ajuda de Sofia e de seu time – incluindo o contador Arthur (Faxon) e o primo apaixonado por cultura pop Howard (Funches) -, Molly embarca em uma jornada de autodescobrimento. Devolver aos outros o que ela conquistou pode ser exatamente o que ela precisa para se reerguer.
‘Divertida Mente 2’ ganhou um novo trailer inédito focado nas queridas emoções tendo que lidar com a chegada da ansiedade. A animação da Disney Pixar está marcada para estrear dia 13 de junho de 2024.
Lembrando que no novo longa teremos a estreia das novas emoções Ansiedade (laranja), Inveja (verde água), Vergonha (rosa) e Tédio (roxo escuro).
A Ansiedade ganhou bastante destaque entre o público por conta de seu visual e seu jeitinho paranoico.
Em entrevista para a Empire, o diretor Kelsey Mann revelou mais alguns detalhes sobre a já adorada personagem.
“Existem vários tipos de ansiedade ao longo da vida, mas iremos focar mais especificamente na ansiedade social, que surge quando queremos nos encaixar e fazer parte de um grupo, o que é típico da adolescência. Ela é planta em Riley aquele sentimento do tipo: ‘Seráque sou boa o suficiente?'”
Legendado
“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.”
A sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’ divulgou novas imagens assustadoras do mais recente terror com os personagens infantis. Sob a direção de Rhys-Frake Waterfield, o filme promete mergulhar os espectadores em uma experiência aterrorizante.
As imagens foram divulgadas pela ITN Studios.
“Os dias de aventuras e diversão chegaram ao fim, pois Christopher Robin, agora um jovem, deixou o Ursinho Pooh e Leitão para se defenderem sozinhos. Com o passar do tempo, sentindo raiva e abandonados, os dois se tornam selvagens. Depois de sentir o gosto por sangue, Ursinho Pooh e Leitão partem para encontrar uma nova fonte de comida. Não demora muito para que sua fúria sangrenta comece”, diz a sinopse.
Lembrando que ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’ foi severamente criticado, recebendo uma aprovação de apenas 3% no Rotten Tomatoes.
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