A produtora Gun Interactive divulgou o visual de dois vilões originais que farão parte do jogo baseado na franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.
Os novos antagonistas, Sissy e Johnny, foram criados por Kim Henkel – corroteirista do clássico original de 1974.
Confira as artes conceituais:
Com a inclusão dos novos antagonistas, os jogadores terão exatamente cinco sobreviventes e cinco assassinos para escolher. O jogo colocará quatro sobreviventes contra três assassinos – incluindo o icônico Leatherface e outros membros sádicos de sua família.
Com lançamento previsto para 2023, o jogo será lançado para Playstation 4, Playstation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.
Ambientado ANTES dos eventos do filme original, o jogo contará com diversos mapas diferentes, incluindo a Casa do Leatherface e o Posto de Gasolina.
Em declaração oficial, a Gun Interactive revelou novos detalhes sobre a gameplay do jogo: “Você não pode matar os assassinos nesse jogo. Durante de ‘Friday the 13th’, não haverá armas. Não haverá um grande sistema de combate onde você pode atacar o Leatherface. Esse jogo é sobre sobrevivência. Haverá pequenas formas de se defender, mas o sobrevivente não poderá pegar um bastão de baseball para atacar o Leatherface. A beleza do filme original é que, a menos que você esteja dirigindo um caminhão, você não mata nenhum dos assassinos da história.”
O jogo terá uma estrutura muito diferentes dos outros jogos de terror assimétricos, como ‘Dead by Daylight‘, ‘Friday the 13th: The Game‘ e ‘VHS‘, que só têm um assassino por partida contra um punhado de possíveis vítimas.
“‘O Massacre da Serra Elétrica’ é mais do que apenas o Leatherface, e a estrutura assimétrica irá refletir isso. Não queremos fazer o mesmo jogo duas vezes. Você precisa inovar ou imitar, e eu não preciso dizer o que torna um jogo melhor. E o que traremos de novo? Bem, esse jogo terá três assassinos versus quatro sobreviventes. Todas as mecânicas são construídas em torno dessa estrutura assimétrica. Além disso, quando você repara no filme de 1974, perceberá que há uma família inteira de canibais – não apenas Leatherface. Então, pareceu uma escolha natural ter três assassinos caçando as vítimas,” afirmou Wes Keltner, presidente da Gun Interactive.
A série de suspense ‘A Química da Morte‘, estrelada por Harry Treadaway (‘Penny Dreadful’), já está disponível no catálogo brasileiro da Paramount+.
Na trama, após uma tragédia pessoal, o antropólogo forense Dr. David Hunter deixa carreira de consultor policial para atuar como médico em uma pequena cidade em Norfolk. Quando um assassinato ocorre, e o corpo mutilado de uma mulher é encontrado, a polícia pede sua ajuda na investigação.
Confira o trailer dublado:
A série foi criada por Simon Beckett – e é baseada em seu livro homônimo.
A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
Tim Burton retorna à direção da sequência e tem dado indícios promissores sobre o projeto.
Após conquistar oito indicações ao Oscar – incluindo Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator para Timothée Chalamet –, a cinebiografia ‘Um Completo Desconhecido‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 69.5 milhões – o que representa a sexta maior bilheteria da história da Searchlight Pictures no país.
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 30.5 milhões, tendo conquistado o topo em grandes mercados, como o Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, França e Itália.
Com direção de James Mangold(‘Ford vs Ferrari’), o filme acompanha a ascensão meteórica do jovem Bob Dylan no mundo da música no início da década de 60.
No Brasil, o longa está programado para estrear no dia 27 de fevereiro.
De acordo com o Variety, um filme de terror baseado na personagem clássica Betty Boop está oficialmente em desenvolvimento.
Ela se junta a uma extensa lista de personagens infantis que ganharam suas próprias versões sinistras, incluindo o Ursinho Pooh, Mickey Mouse, Peter Pan, Cinderela, Bambi e Popeye.
Intitulado ‘Boop‘, o longa está sendo descrito como uma “reimaginação dos icônico cartoon da Betty Boop”, lançado nos anos 30.
“Uma equipe de investigadores de podcasts de terror invade um teatro abandonado para descobrir as assombrações da estrela antes conhecida como Boop. Logo, uma simples investigação se transforma em um banho de sangue horripilante enquanto eles lutam para escapar da assassina Boop, que busca vingança.”
Durante a apresentação do FX no TCA 2017, a emissora anunciou que ‘American Crime Story‘ terá episódio inéditos, apenas, em 2018.
O segundo ano da série vai focar nos acontecimentos do furação Katrina, que gerou quase 2.000 mortes em Nova Orleans e no sul da Flórida em 2005.
Mas não é só isso.
Muitos fãs ficarão tristes com essa notícia. No último ano, foi especulado que Lady Gaga voltaria a trabalhar com Ryan Murphy após o sucesso de sua participação em ‘American Horror Story‘, e migraria para outra série de sucesso do mestre da TV: ‘American Crime Story‘.
Em entrevista à imprensa americana, Ryan revelou que Gaga não interpretará a icônica Donatella Versace, conforme se especulou no meio de 2016.
Uma pena. Vale lembrar que Gaga e Donatella são grandes amigas, e bastante parecidas fisicamente.
A terceira temporada de ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo gigolô Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach.
O assassino se matou poucos dias depois.
Segundo Matt Mitovich do TV Line, a terceira temporada do programa deve estrear entre seis e sete meses após a segunda temporada.
As filmagens da sequência ‘Creed 2‘ devem ser iniciadas em fevereiro de 2018. A informação foi compartilhada pelo portal My Entertainment World.
Nenhum diretor para a produção foi anunciado até o momento e a expectativa é que o spin-off chegue aos cinemas na segunda metade de 2018.
Creed II tem as participações de Stallone e Michael B. Jordan (Adonis) confirmadas, além da data de estreia para 2018.
O diretor, no entanto, ainda não está contratado. Ryan Coogler, diretor do primeiro Creed – Nascido para Lutar (2015), finaliza no momento o blockbuster Pantera Negra (2018), para a Disney / Marvel.
Fique ligado no CinePOP para novidades sobre Creed II.
As confusões mais deliciosas sempre acontecem em contextos desconexos. O requinte, a música agradável que emana a sonoridade de figuras clássicas como Chuck Berry e os aperitivos bem elaborados são o cenário impecável da plasticidade de jantares e festas. E ainda que eles enalteçam a beleza da plenitude de seus atributos, são nos dilemas sombrios dos convidados que estão as melhores surpresas da noite. Em A Festa, um jantar entre amigos se transforma em um turbilhão emocional, em uma experiência aguerrida a conflitos internos, súbitos emocionais e explosões sensoriais que promovem uma rápida experiência sinestésica no espectador. Em linhas curtas, é barraco e confusão londrino, pós chá das 17h.
A produção dirigida por Sally Porter é curta, dura menos que alguns episódios de ‘Game of Thrones’, mas seu frenético nível de intensidade é hipnotizante. Com pouco mais de uma hora de duração, A Festa sabe honrar seu tempo de tela sem se preocupar com o tempo em si, à medida que involuntariamente faz dele uma de suas fortes características. Unapologetic, o longa não introduz os seus personagens, mas como em uma peça teatral, lhes confere o direito de se anunciarem. Com suas respirações compassadas ou arrítmicas, o pequeno elenco composto por Patricia Clarkson, Timothy Spall, Emily Mortimer, Cillian Murphy, Kristin Scott Thomas, Bruno Ganz e Cherry Jones se enclausuram em uma casa com amplas portas de vidro, um agradável pátio e a sensação de uma prisão sem grades. Entre as quatro paredes de um ambiente que os parece engolir a cada diálogo, as celebrações de uma conquista política ganham feições emocionais.
E como se Festim Diabólico (1948) e Deus da Carnificina (2011) se encontrassem, A Festa reside em si mesmo. Sem precisar cruzar as fronteiras da insistente porta de entrada da casa – que anuncia um novo e peculiar convidado a cada momento – a trama consiste em seus personagens. Sejam eles com seu emocional contido ou extravasado, cada qual representa muito mais do que a junção de sete personalidades absurdamente distintas. Essas figuras são as palavras que constroem o roteiro, que mesmo sendo simples, carrega uma profundidade arraigada na psique humana. Se pessoas naturalmente são complicadas, neste jantar os abismos que muitas vezes nos fazem chegar a essa conclusão ganham proporções bíblicas. E sem um único prato de comida para aplacar as exaltações, nossos personagens digladiam entre si, centrados em seu próprio ego e princípios, tentando absorver a caótica revelação do intelectual Bill, na figura assustada e cautelosa que Timothy Spall reproduz.
April é aquela que se sobressai por seu ar pedante, frio e calculista. Com uma fala pontuada, que resguarda qualquer emoção notável, ela é a materialização do cinismo. Sua bela construção feita por Patricia Clarkson traz uma das personagens mais instigantes, que psicologicamente intriga a audiência ao lado do enérgico Tom (Murphy), com seus níveis de adrenalina exagerados, se mostrando uma grande incógnita durante a primeira metade do longa. E como uma audiência não convidada que invade os lados ocultos da alma dos personagens ao entrar como penetra em um jantar intimista, vemos uma série de camadas se soltarem, revelando as motivações dos protagonistas que, dentro desta epifania emocional caótica, se expõem gradativamente. Ao externar alguns de seus pensamentos mais catastróficos, testemunhamos a mesma dinâmica dos clássicos de Alfred Hitchcock e Roman Polanski se desenhar diante de nós, em torno do mistério de Marianne, a figura sem rosto mas tão conhecida por todos e tão presente. Nós não a vemos, mas as reações reflexivas desta elite londrina nos levam à imaginação, onde montamos um autorretrato cego dela – pensando quem seria essa figura tão peculiar e surpreendente.
Extasiante, A Festa é uma irônica comédia de humor negro, que invade os cômodos da elite intelectual londrina, trazendo um olhar provocativo sobre a mente humana e suas reações espontâneas sobre as circunstâncias da vida. Ao mostrar um grupo de personagens elaborados, com uma consciência social extraída de seu ciclo erudito e letrado, Sally Porter iguala as diversas camadas sociais, validando que entre as quatro paredes da alma, onde nossas emoções, sensações, temores e incertezas se abrigam, todos agimos com a mesma irracionalidade emocional. Local este que também guarda o ego, o vemos absolutamente aflorado, entre conversas que inicialmente tentam maquiar os sentimentos com o racionalismo, acarretando de fato em explosões sensoriais que alcançam a própria audiência. O poder do enclausuramento é essa ebulição incontrolável. E em preto e branco, sua sensação de sufocamento é ainda mais viva.
Após ganhar seu primeiro cartaz animado, a série original da Netflix, ‘The Witcher’, ganhou várias novas imagens, que apresentam os personagens da produção ao público, bem como alguns misteriosos símbolos.
O material foi compartilhado pelo ator Henry Cavill, por meio de sua conta oficial do Instagram.
Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em
Criada por Lauren Schmidt, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
Henry Cavill será o protagonista da série. O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
O entusiasmo dos fãs com a vindoura chegada do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’ está cada vez mais crescente, principalmente pelo fato do diretor Zack Snyder ter se comprometido a entregar uma versão muito mais diferente daquela exibida nas telonas.
E um dos personagens que mais havia gerado expectativa nos fãs em relação ao futuro da franquia foi certamente o Exterminador, popular vilão dos quadrinhos, interpretado por Joe Manganiello.
Com uma breve aparição na versão final de ‘Liga da Justiça‘, era esperado que ele tivesse um maior destaque nos próximos longos. Infelizmente, a contar pelas drásticas mudanças feita na DC, é muito improvável que o astro volte a vestir o manto do vilão, em um confronto com o Batman.
Mas pensando justamente nisso, o aclamado artista conceitual BossLogic desenvolveu um belo cartaz, que imagina o grandioso embate entre Batman e Exterminador.
Conforme Snyder havia prometido, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue.
Na última semana, o estúdio Iron Heads divulgou as armaduras de guerra do Flash e do Ciborgue que eles criaram para o filme.
Confira, com o teaser:
A Warner vai gastar mais de US$ 30 milhões para finalizar a versão do diretor.
A equipe de Snyder trabalhará junta nos próximos meses para concluir os efeitos visuais, editar tudo e concluir outros aspectos da pós-produção do filme.
“O mais adorável é que podemos explorar esses personagens de maneiras que você não consegue versão teatral mais curta”, disse Snyder.
A 2ª temporada da aclamada comédia ‘Ted Lasso’ estreia nesta sexta-feira (23) e a Apple TV+ divulgou uma cena inédita do primeiro episódio da produção.
O material em questão traz o protagonista homônimo – vivido por Jason Sudeikis – aprendendo as regra do “papo entre garotas”, com a ajuda da sua chefe, Rebecca (Hannah Waddingham).
Vale lembrar que as primeiras avaliações dos novos episódios já estão disponíveis. No Rotten Tomatoes, o ciclo abriu com nada menos que 100% de aprovação, com nota 8.82/10 baseada em 15 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “a segunda temporada é um triunfo que mergulha de cabeça nos pontos fortes do show à meddia que dá mais protagonismo ao elenco coadjuvante”.
Confira os principais comentários abaixo:
“Até melhor que a primeira temporada… E isso diz bastante” – Mama’s Geeky.
“A série continua a brilhar tão forte quanto da primeira vez” – Digital Trends.
“Uma das principais forças da nova temporada é o elenco coadjuvante” – USA Today.
“O sucesso do show seria insignificante sem uma narrativa eloquente, sagaz e original” – AwardsWatch.
“‘Ted Lasso’ abraça o fato de que a vida, às vezes, é bem difícil; é também comprometida com a ideia de que podemos deixar tudo mais fácil para o outro” – Collider.
A nova temporada estreia oficialmente no dia 23 de julho.
A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.
Quando as cortinas se abrem, um criativo e performático Charles Dickens surge no palco, ávido por trazer sua prolífica imaginação à vida para o seu público – que aguarda atentamente por seu conto. Um exímio contador de histórias, ele abre a animação ‘O Rei dos Reis’ com mais uma daquelas clássicas fábulas natalinas, mas é brutalmente interrompido por um de seus pequenos filhos. Vidrado no Rei Arthur, ele é como seu pai. Se perde em suas visões criativas e dá asas à suas confabulações artísticas. Mas aquilo que mais os conecta também os coloca a um abismo de distância um do outro. Até que um novo rei emerge nesse hiato. Ele não é fruto de um conto, tão pouco de uma fábula. Mas sendo sim as evidências de um relato comprovado pela ciência e pelo tempo, sua trajetória e seu reinado atravessam os séculos, se infiltram na literatura, passam pelas mãos de Dickens e chegam aqui nas telonas como uma encantadora animação que – muito mais do que ser cristã – é absolutamente atemporal em um mundo de cólera.
‘O Rei dos Reis’ é a Bíblia contada pela ótica de um pai de família, que tenta se reconectar com seu pequeno através de um relato que desperte sua mente muito mais do que qualquer outro reinado registrado em obras históricas. Honrando os escritos do milenar romancista, o longa do sul-coreano Jang Seong-ho é também uma excelente adaptação do Novo Testamento, concentrando-se no nascimento, vida, ministério, morte e ressurreição de Cristo. Unindo os traços literários do autor britânico ao Evangelho de Jesus, o diretor é capaz de transformar dois pólos distintos em uma belíssima e catártica experiência sobre cura, redenção, amor e família. Traduzindo as páginas da Bíblia para uma linguagem de fácil entendimento – sem esvaziar o texto de toda sua profundidade e complexidade -, Rob Edwards entrega nos braços do público um entretenimento raro, daqueles em que a jornada nos faz redescobrir aquilo que já tanto conhecíamos.
Nos fazendo apaixonar ainda mais por quem Jesus foi nessa Terra e ainda é, ‘O Rei dos Reis’ é uma animação familiar que transcende suas diretrizes de gênero e se transforma em uma aventura aconchegante, desafiante e até mesmo ousada, sobre o homem mais importante a pisar neste mundo -, quer alguns assim o reconheçam ou não. Com um conceito artístico todo autoral, que ainda celebra as raízes, culturalidade e características físicas do povo judeu, o longa foge da “eurocentrização” dos personagens bíblicos e abrange os momentos mais emblemáticos do ministério de Cristo. Com um elenco de vozes que ajudam a imergir a audiência na trama, o longa de Seong-ho é profundamente transformador e perfeito para todos os públicos, mesmo em seus momentos de maior dramaticidade.
Usando a imaginação pueril para embalar o público em cada aspecto da história, o roteirista Edwards consegue tornar a narrativa ainda mais convidativa para as crianças, sem distanciar a audiência adulta dessa atmosfera. Extraindo das páginas toda a essência dos escritos originais, ‘O Rei dos Reis’ é o que acontece quando arte e espiritualidade se entrelaçam em um perfeito casamento – entregando criatividade artística e significado por meio do entretenimento. Celebrando a Páscoa em um experiência cinematográfica tão catártica e abrangente, capaz de dobrar até os corações mais céticos, a nova animação da Angel Studios é um banquete para os olhos e um sopro de frescor e substancialidade em meio a um indústria corrompida por distorções e frivolidades.
Cercado de muitos mistérios sobre a produção, o cineasta Ron Howardencerrou as filmagens do spin-off ‘Solo – Uma História Star Wars‘ e todo o material do filme ainda se manteve em segredo. Até agora.
Ao que tudo indica, um cineasta que frequentou um evento no Harkins Theatre, no Arizona, compartilhou imagens de “um copo de fidelidade de filmes” que ele recebeu na cadeira do cinema.
Em 2004, a atrizHalle Berry estrelou ‘Mulher-Gato’, que é considerado um dos piores filmes de super-heróis da história, além de ter sido um desastre de bilheteria para Warner Bros, tendo custado US$ 100 milhões e arrecadando apenas US$ 82 milhões.
Pensado nessa bomba que foi o filme solo da vilã, a própria Berry faz piada dele. E o exemplo mais recente foi durante o evento GLAAD Media Awards, onde a atriz afirmou:
“Olha, cada história constrói a próxima, não é verdade?. É como diz o velho ditado: por trás de cada Pantera Negra existe uma grande e negra Mulher-Gato”
Apesar da piada, ‘Pantera Negra’ já somou mais de US$ 1.2 bilhões e é atualmente a 3ª maior bilheteria dos Estados Unidos.
Quinto irá viver Charlie Manx, imortal sedutor que se alimenta de almas de crianças, e depois deposita o que resta delas em Christmasland – uma aldeia natalina criada pela imaginação de Manx, onde todo dia é Natal e a infelicidade é contra a lei. No entanto, Manx encontra seu mundo inteiro ameaçado quando uma jovem da Nova Inglaterra (Ashleigh Cummings) descobre que tem um dom bastante especial.
Julho se encerra com o filme do Universo Cinematográfico Marvel mais “histórias em quadrinhos” já feito. Com estreia marcada para esta quinta-feira (24), Quarteto Fantástico: Primeiros Passoschega aos cinemas para quebrar o tabu da primeira Superfamília das HQs de nunca ter conseguido uma adaptação cinematográfica realmente boa. Com direção de Matt Shakman(WandaVision), o filme é uma aventura que faz brilhar os olhos de qualquer um que já tenha lido as aventuras clássicas do grupo nos gibis.
Muito disso se deve à opção de ambientar o filme em um universo alternativo, no qual o mundo vive uma realidade retrofuturista. Ou seja, apesar das pessoas se vestirem como nos anos 60, sua tecnologia é consideravelmente mais avançada, muito próxima do conceito que essa década tinha do que seria o futuro. Isso dá ao longa uma roupagem simplesmente fascinante.
Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.
A trama se passa quatro anos após o acidente espacial que deu poderes ao grupo. Então, eles já são heróis consolidados e amados por todo o mundo. Mais do que isso, são celebridades. Enquanto Sue Storm (Vanessa Kirby) assume a liderança diplomática da Fundação Futuro, Reed Richards (Pedro Pascal) tem um programa televisivo que ensina ciência para a molecada, e Johnny Storm(Joseph Quinn) é um fenômeno publicitário. Já Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach), ainda se acostumando com o corpo de pedra, leva uma vida mais pacata, centrada em se reconectar com seu bairro de origem.
O filme brilha por finalmente encontrar um equilíbrio na forma como retrata o grupo. Todos têm seu tempo de tela, apesar dos irmãos Storm serem o coração dessa aventura. Mesmo assim, é muito interessante ver o trabalho de Ebon para criar sua versão de OCoisa. O drama do personagem é abordado de forma muito sutil, refletido principalmente em seu comportamento durante o longa. Enquanto os outros buscam aparições públicas e estampam seus rostos em revistas e produtos, O Coisa é mais reservado, como se ainda buscasse aceitar a própria aparência. Justamente por se sentir um monstro, ele é o membro do Quarteto que ostenta as ações e reações mais humanas da história. Ele é mais sensível, ele percebe a gravidez de Sue, ele passa um bom tempo desenvolvendo seus dotes gastronômicos e regressando ao bairro onde nasceu e cresceu, revisitando velhos amigos e relembrando o que fez ele ser quem era. É muito sutil, mas muito bonito.
Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.
Mas quem rouba a cena mesmo é Sue Storm. Ela é retratada como o extremo oposto de Reed, e isso fica nítido desde a cena de abertura, que traz o casal descobrindo a gravidez. Enquanto o futuro papai se perde em desespero e preocupação, ela trasborda de alegria, quase como um alívio por eles enfim terem conseguido engravidar, apesar de todos os percalços que enfrentaram nos últimos anos. Mesmo com as preocupações de Reed sobre os efeitos da radiação nas células do feto, ela crê que o bebê virá perfeito e mantém um ar de esperança e fé no futuro. É realmente inspirador. Como Mulher Invisível, ela consegue se destacar da mesma forma. E isso é lindo! Principalmente porque as últimas adaptações a reduziram apenas a um interesse amoroso ou motivo de piadas sexistas. Neste filme, a Sue é peça fundamental e tem um potencial enorme para encantar os fãs e terminar o longa como a personagem favorita de muitos. Seja por seus poderes que fazem justiça aos quadrinhos ou por sua humanidade belíssima.
Já o Johnny segue um molecão. O Tocha Humana é um jovem adulto mundialmente famoso por suas garotas. No entanto, ele carrega a frustração de não ter encontrado uma única mulher que considere interessante o suficiente para manter uma relação duradoura. É como se ele fosse mulherengo para tentar suprir o tédio de ser um super-humano. Nesse contexto, quando cruza caminho com a Surfista Prateada (Julia Garner), seus olhos brilham. Ele fica fascinado pela criatura alienígena e começa uma investigação por conta própria, já que sua falta de maturidade faz com que Reed não o leve muito a sério. Ele conquista com seu carisma e humor afiado, mas também por esse hiperfoco em ajudar a resolver um mistério sem precedentes. E o mais legal é que além de querer provar seu valor, sua maior motivação é manter a família unida – com o amor que sente pelo futuro sobrinho.
Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.
Quem acaba ‘sobrando’ um pouco na trama é o Reed de Pedro Pascal. Não por ser ruim, mas porque seu Senhor Fantástico parece estar dando seus primeiros passos nesse universo. Enquanto o resto do grupo está em um estágio avançado de exploração de poderes, ele ainda é muito limitado no uso da elasticidade. Tanto que há uma cena na qual ele se estica mais e sofre bastante com isso. O longa foca mais em sua persona como cientista e na culpa que carrega pelo acidente no espaço. Não ter previsto a onda de radiação o transformou em um homem mais frio e pragmático, colocando as probabilidades de catástrofe a frente da própria vida. No contexto da gravidez, homens costumam ficar mais preocupados e atentos a riscos, agora imagine esse efeito na mente dele. É interessante, só que deve ser melhor explorado mais para frente.
Por outro lado, a dupla Galactus (Ralph Ineson) e Surfista Prateada é sensacional! Mesmo sem aparecer muito, já que o filme é curto, os momentos em que eles pintam na tela são de tirar o fôlego. A introdução do Devorador de Planetas é para lavar a alma de todos os fãs traumatizados com a nuvem de poeira cósmica do longa de 2007. Ele é retratado novamente como uma força da natureza, só que também tem uma consciência. O gigante é atormentado pela fome e busca um sucessor para poder ter descanso. Porém, enquanto não encontra, ele segue se alimentando dos planetas. Já a Surfista é uma arauto atormentada por suas escolhas. Ela tem uma história de origem desenvolvida, mas se destaca mesmo pelas cenas de ação ridiculamente criativas.
Reprodução/ 20th Century Studios/Marvel Studios.
Falando nisso, essa falta de vergonha de suas origens nas histórias em quadrinhos é o grande mérito do filme. Mesmo que o roteiro não seja complexo e apele para soluções rápidas, ele usa e abusa da criatividade para conseguir esses feitos das formas mais espetaculares possíveis. E isso é típico dos gibis clássicos do grupo. Dispositivos científicos que são construídos rapidamente para feitos incríveis, carros voadores e viagens espaciais acontecendo em um estalar de dedos. O longa poderia se contentar com o simples, como em colocar a Surfista Prateada voando pelos prédios de Nova York, mas ele prefere explorar os poderes dela em cenários nunca antes abordados nas telonas. É muito mais legal colocá-la surfando um buraco negro, por exemplo, ou driblando canos de lava. No fim das contas, a direção de Matt Shakman sempre opta por retratar o filme da forma mais legal possível. E isso é digno de muitos aplausos. É um filme com cheirinho de banca de jornais.
Por ter um roteiro simples – e passar num piscar de olhos -, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos consegue transpor para as telas a sensação maravilhosa de abrir um gibi qualquer do grupo e se deliciar com uma aventura descompromissada por menos de duas horas. É rápido, é dinâmico, é caloroso… É uma experiência familiar completa! Inclusive, Shakman aposta em um artifício que faz muita falta nos filmes com super-heróis, que é abordar essas criaturas extraordinárias utilizando seus poderes em situações cotidianas. Se falta luz e você consegue ‘acender’ o próprio corpo, por que não usar a mão como lanterna? E qual exatamente deve ser o intelecto de um homem para conseguir montar um berço sem passar raiva? É divertidíssimo ver esses super-humanos em situações extremamente humanas, e isso é um dos grandes destaques do filme. Esses pequenos momentos de pura simplicidade são de arrancar sorrisos até dos mais carrancudos.
Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.
O único ponto negativo nessa aventura do Quarteto é o tempo de duração. O filme é um dos mais curtos do MCU, então ele termina deixando aquele gosto de querer ver mais. Mais do filme, mais daquela realidade fantástica, mais daquelas pessoas e sociedade, mais de uma utopia digna dos Jetsons. É tudo tão bonito e fascinante que você torce para que o tal reboot prometido para o Universo Cinematográfico Marvel siga essa estética depois dos próximos longas dos Vingadores.
E isso se deve muito ao grande gênio que inspirou a essência desse filme: Jack Kirby. Lenda máxima das histórias em quadrinhos, o ilustrador co-criou os principais personagens da casa. Junto a Stan Lee, com quem terminou brigado, ele deu vida a ícones como Homem de Ferro, Thor, Hulk, os X-Men e o próprio Quarteto Fantástico. Além de ter criado o Capitão América junto a Joe Simon na década de 1940. Ele também definiu os rumos do universo cósmico da Marvel nos quadrinhos, usando e abusando das cores e psicodelia em suas artes.
Jack Kirby em 1992. Foto: Divulgação/ Susan Skaar.
O filme é uma grande carta de amor ao legado de Jack Kirby para a cultura americana e para a Marvel em si. Na década de 1960, a “Fórmula Marvel” de fazer quadrinhos foi revolucionária. Consolidada como um fenômeno justamente pela parceria entre Lee e Kirby, ela apostava na liberdade máxima aos ilustradores, que desenhavam as histórias sem terem um roteiro pronto. Dessa forma, eles criavam personagens, uniformes e situações para que roteiristas, como Stan Lee, criassem os argumentos, os diálogos. Claro que as ilustrações vinham de debates entre as duplas, gerando um trabalho bastante orgânico e humano. Porém, a genialidade dessa parceria rendeu batalhas jurídicas que se estenderam por décadas nos tribunais. Stan se definia como o criador desses personagens, enquanto Kirby e seus familiares brigavam na justiça pelo reconhecimento de seu trabalho na criação dos mesmos, o que incluiria uma porcentagem justa dos lucros relacionados a eles.
Por anos e anos, Kirby foi escanteado de seu pedestal conquistado com méritos no panteão da Marvel, mas os fãs de seu trabalho não deixaram que ele fosse esquecido. Esse filme é uma vitória para os admiradores e fãs das obras de Jack Kirby, seja pelas participações especiais que o homenageiam ou pela estética fabulosa que remete a suas obras, tudo é feito para honrá-lo. Ao fim, o longa ainda traz uma citação do quadrinista. É verdadeiramente lindo. É como ver um amigo de longa data enfim recebendo o devido reconhecimento pelo qual batalhou ao longo da vida. É uma pena que ele não esteja mais entre nós para ver aonde sua arte o levou.
Divulgação/ 20th Century Studios/Marvel Studios.
Enfim, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos pode não ser o melhor filme do Universo Cinematográfico Marvel – a trilogia Guardiões da Galáxia segue no topo -, mas certamente é o mais legal. Seu desprendimento daquele realismo chato para abraçar o fantástico como regra, e a homenagem viva a Jack Kirby são um deleite para os fãs, que enfim têm um filmaço do Quarteto Fantástico para chamar de seu. Ah sim, o longa tem duas cenas pós-créditos. A primeira é sensacional para quem liga para continuidade e futuro do MCU, já a segunda é um presentão para os fãs da Marvel em suas diversas mídias.
Mais do que crescer, é o amadurecer que encontra as maiores barreiras na vida das pessoas. Porque amadurecer tem a ver com um ponto de equilíbrio entre a passagem do tempo, as decisões (boas ou ruins) que tomamos, a generosidade com que olhamos para nossa própria trajetória e nossa capacidade de abrir mão de pessoas, objetos, lugares que fizeram sentido em uma parte de nossa vida, mas não fazem mais no hoje. Esse equilíbrio que é o ponto de virada, e é tão difícil de alcançar. Daí tantos livros e filmes buscando formas de conversar com o público jovem sobre esse tema, como vemos em ‘Labirinto dos Garotos Perdidos’, novo lançamento da Filmicca e atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros.
Miguel (Giuliano Garutti) é um jovem rapaz de uma cidade pequena do interior que acaba de chegar numa grande metrópole para encontrar com Pedro (Lucas Bocalon), um jovem um tanto quanto misterioso que convida Miguel a ficar em sua casa mesmo sem conhecê-lo muito bem. Enquanto Miguel tem ideias de um relacionamento com Pedro, este, por sua vez, rapidamente deixa claro que suas intenções são apenas de hospedagem e, às vezes, uma relação sem compromisso. Essa breve rejeição faz com que Miguel vagueie pela cidade em busca de conforto e afeto, e, nessa jornada, acaba esbarrando em homens às vezes interessantes, às vezes bizarros, sem perceber que, de muito perto, é seguido por uma sombra misteriosa.
‘Labirinto dos Garotos Perdidos’ é um filme super experimental, de baixo orçamento e muita vontade de fazer acontecer, e isso fica claro já nos primeiros minutos. Nem por isso, entretanto, o filme deixa de entregar soluções criativas para multiplicar ambientes, trazer cenas de relacionamento com questões diversas e um certo número de atores diferentes para compor a busca do protagonista no alívio de sua angústia. O cinema guerrilha é assim, fazendo do limão a limonada.
Através da mistura de gêneros (fantasia, terror, suspense, romance, drama e um quê de humor) o roteiro de Matheus Marchetti bebe na fonte do clássico ‘Peter Pan e os Meninos Perdidos’ para retecer esse mote de maneira contemporânea e (por que não?) queer. Em vez do menino que se recusa a crescer e que vive na Terra do Nunca com outros rapazes abandonados pelos pais, em ‘Labirinto dos Garotos Perdidos’ temos um rapaz que, numa cidade sem nome, busca encontrar, junto a outros rapazes de certa forma rejeitados por uma sociedade homofóbica, acolhimento, pertencimento e afeto, como toda e qualquer pessoa do mundo. Esses meninos perdidos buscam diversão a qualquer custo, mas, aqui, estamos falando de conteúdo sexual.
E não são poucas as cenas de intimidade entre os personagens, o que também demonstra clareza e firmeza do diretor Matheus Marchettiem construir essas cenas – muitas das quais, um tanto quanto explícitas – para defender sua ideia de perdição dos meninos. Vemos isso, inclusive, já na cena de abertura.
Metafórico e alegórico, faltou em ‘Labirinto dos Garotos Perdidos’ um pouco mais de acontecimentos ao longo da trama, para não resumir a trajetória do protagonista a apenas uma eterna busca de satisfação física. Mesmo que haja criatividade e certo humor nas relações entre os homens, o protagonista acaba que só pula de um encontro para o outro sem intervenções externas, enquanto, encontro após encontro, vai se despindo e perdendo no caminho suas (poucas) posses e de qualquer resquício de amor-próprio na sua trajetória coming of age.
‘Labirinto dos Garotos Perdidos’ é um filme interessante que traz a vivência queer para as telonas durante o mês do Orgulho, como uma opção para o espectador.
Falar do futuro do Arrowverse é uma coisa complicada para os fãs. Afinal, ‘Arrow’ está confirmado para terminar na próxima temporada, com Emily Bett Rickards (Felicity) dizendo adeus no último episódio do ano atual. ‘Crise nas Terras Infinitas’ está próximo de estrear e pode ter um grande impacto dramático no universo compartilhado da DC na The CW.
Como se não bastasse, inúmeros rumores sobre ‘The Flash’ também insurgiram nas redes sociais, indicando que vários atores sairiam da série após o término dos novos episódios. Porém, tudo indica que Caitlin Snow/Killer Frost (Danielle Panabaker) retornará para a próxima temporada.
Panabaker recentemente fez sua estreia na direção com ‘Godspeed’ e, em entrevista ao site Entertainment Tonight, falou tanto sobre o episódio em questão quanto seu personagem. Quando questionada sobre Caitlin e seu suposto romance na série, ela deu indicativos de que retornaria para o ano que vem.
“Não sei. Acho que é o relacionamento no qual ela foca é consigo mesma. Não acho que terá romance nesta temproada, mas quem sabe na próxima”, ela declarou.
O novo filme do astro Ryan Reynolds para a Netflix, intitulado ‘6 Underground‘, ganhou seu novo trailer oficial. A produção é dirigida por Michael Bay.
Confira:
‘6 Underground‘ será a produção mais ambiciosa da história do serviço de streaming. As informações foram reveladas hoje pelo Hollywood Reporter.
O site afirma que a Netflix desembolsou US$ 30 milhões de cachê para convencer o astroRyan Reynolds estrelar a produção.
O orçamento do blockbuster ficou na casa dos US$ 170 milhões.
Reynolds é o protagonista do longa, que conta a história de seis bilionários que, por alguma razão ainda não revelada, decidem forjar suas mortes e formar um grupo de elite para combater bandidos.
O filme ainda conta com Rhett Reese ePaul Wernick como os roteiristas. A dupla já trabalhou com Reynolds nos dois filmes da franquia de ‘Deadpool‘.
Uma publicação compartilhada por Lady Gaga (@ladygaga) em
“A jornada continua. Você pode oficialmente se juntar a mim em Chromatica no dia 29 de maio”, ela escreveu.
A versão padrão é composta por 16 faixas e traz colaborações com Ariana Grande, Elton John e BLACKPINK. A versão deluxe, que será distribuída pela Target, tem três faixas adicionais.
Apesar de adiado por tempo indeterminado, o novo CD continua disponível para pré-venda e será composto de 16 faixas. É possível também adquirir a versão deluxe, que terá três músicas a mais.
Este é o primeiro álbum de estúdio de Gaga em quatro anos. Seu último lançamento solo ocorreu em 2016, com o premiado ‘Joanne’; logo depois, a artista migrou para as telonas com o remake de ‘Nasce Uma Estrela’, filme que estrelou e pelo qual ficou responsável pela aclamada trilha sonora.
Durante o mais recente painel da DC FanDome, foi revelado que Lisseth Chavez (‘The OA’, ‘The Fosters’) entrou para o elenco da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’.
Chavez dará vida a uma personagem chamada Esperanza “Spooner” Cruz, que terá papel único na luta do time titular contra alienígenas do espaço.
Recentemente, em uma entrevista ao TVLine, o showrunner Phil Klemmer afirmou que as personagens Sara e Ava enfrentarão problemas no novo ciclo da série:
“A Sara ter sumido será o elemento mais interessante na dinâmica da próxima temporada. E também dará a chance da Sara ter uma narrativa independente. Nós veremos como a Sara a Ava irão agir na ausência uma da outra. Não é como se a Sara não conseguisse sobreviver após ter sido levada de refém em uma dimensão alienígena. E não é como se a Ava não pudesse liderar com a Sara. Elas podem, mas não querem”.
Em entrevista ao podcast de Eddie Izzard, Ewan McGregor revelou alguns detalhes interessantes sobre a vindoura série ‘Obi-Wan Kenobi’, derivadada da franquia ‘Star Wars’ para a qual reprisa o papel titular.
McGregor confirmou a previsão e o local onde o show será rodado.
“Começamos a rodar no final da primavera [estadunidense], e creio que iremos para Los Angeles. É bem divertido – toda semana temos uma nova notícia… Há um outro tabloide expondo que vamos gravar em uma bizarra cidade. E então devemos ir para Boston, mas era Boston na Inglaterra. Mas não. Ficaremos em Los Angeles”.
Lembrando que a presidente da Lucasfilm,Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:
“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.
Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.
O trio inglês Years & Years, composta pelo famoso tecladista e vocalista Olly Alexander, lançou hoje (22) a versão reimaginada da aclamada canção “The Edge of Glory”, de Lady Gaga, para a comemoração de dez anos do álbum ‘Born This Way’.
A faixa faz parte de uma série de regravações para celebrar as bodas de uma das maiores produções da história da música.
Confira:
Composta por seis faixas, o álbum de remixes já conta também com Orville Peck, que apresentou uma nova versão de “Born This Way (The Country Road Version)”, Big Freedia, que regravou “Judas”, e Kylie Minogue, que emprestou sua voz para “Marry the Night”.
As outras canções que farão parte do especial são “Highway Unicorn (Road to Love)” e “Yoü and I” com artistas ainda a serem anunciados.
‘Born This Way The Tenth Anniversary’ tem lançamento marcado para o dia 25 de junho (uma semana depois do anteriormente confirmado).
O aclamado drama de ficção científica dirigido por Denis Villeneuve, intitulado ‘A Chegada‘, se tornou uma das produções mais aclamadas de 2016 e conquistou o coração da crítica e do público.
Na trama, quando misteriosas naves espaciais aterrissam em todo o mundo, uma equipe de elite – liderada pela linguista Louise Banks – é reunida para investigar. Enquanto a humanidade hesita à beira de uma guerra mundial, Banks e sua equipe correm contra o tempo em busca de respostas. E para encontrá-las, ela terá de se arriscar pondo em perigo a própria vida e, muito possivelmente, a do resto da humanidade.
Contando com Amy Adams, Jeremy Renner e Forest Whitaker no elenco protagonista, o longa levou para casa o Oscar de Melhor Edição de Som, além de conquistar indicações a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Mixagem de Som, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhor Edição.
Para comemorar seu aniversário de cinco anos, comemorado hoje, 11 de novembro, o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores – que você confere abaixo:
Villeneuve e o roteirista Eric Heisserer criaram uma linguagem alienígena totalmente funcional e visual. A dupla, ao lado do restante dos membros da produção, conseguiu criar uma “bíblia logograma”, que incluia mais de uma centena de logogramas operáveis.
A linguagem extraterrestre circular em tinta foi criada pela artista canadense Martine Bertrand.
Ted Chiang, que criou a história que baseou o longa-metragem, aprovou a adaptação, dizendo: “acho que esse é um daqueles raros casos em que é tanto um bom filme quanto uma boa releitura. E, quando consideramos a reputação das adaptações de obras sci-fi, isso é quase um milagre”.
O nome original do filme seria ‘Story of Your Life’, o mesmo do conto. Entretanto, testes revelaram que o público não gostou do título, motivo pelo foi mudado para ‘A Chegada’.
Adam foi a primeira e única escolha de Villeneuve para o papel de Louise. Ela aceitou fazer parte do projeto 24 horas depois de ter recebido o roteiro.
O compositor Jóhann Jóhannsson comeentou que começou a gravar a trilha sonora antes mesmo do início das filmagens – e que ele e o diretor gostavam de trabalhar na música conforme o longa ganhava vida.
Na história original, nove “espelhos” chegam aos Estados Unidos, um total de 112 no mundo inteiro. O filme reduziu o número e alterou as dimensões das espaçonaves para um efeito mais profundo.
Apesar de conquistar indicações de Melhor Atriz no Globo de Ouro, no BAFTA, no SAG Awards, no Critics’ Choice Awards e até mesmo no Saturn Awards, Adams não faturou uma nomeação ao Oscar. Especialistas e cinéfilos consideraram esta uma das maiores esnobações da premiação à época.
‘A Chegada’ foi incluído na lista dos 1001 Filmes para ver antes de Morrer, editado por Steven Schneider.
Os alienígenas do filme são cefalópodes. A ideia foi baseada em previsões de um ramo da ciência de que a Terra será dominado por cefalópodes no futuro.
Lygia Fagundes Telles, ícone nacional e alcunhada como a “dama da literatura brasileira”, faleceu hoje, 03 de abril, aos 98 anos de idade.
As informações foram confirmadas por sua assessora pessoal, Lucia Riff. Lygia faleceu em sua casa, de causas naturais.
Nascida em São Paulo e criada no interior paulista, Telles é uma das romancistas e contistas mais importantes da história da literatura e carrega um legado gigantesco que acompanhou seus mais de oitenta anos de carreira. Além de deixar marca na literatura, ela também foi advogada e teve enorme peso na fase pós-modernista brasileira, construindo narrativas universais cujos temas oscilavam entre a morte, o amor, o medo, a loucura e a fantasia.
Foi a partir de 1970 que Telles conquistaria consagração mundial, lançado obras ovacionadas como ‘Antes do Baile Verde’, ‘As Meninas’ (que conquistou o prestigiado Prêmio Jabuti) e ‘Seminário dos Ratos’. Em 1982, foi eleita para a 28ª cadeira da Academia Paulista de Letras; três anos mais tarde, ocuparia a 16ª cadeira da Academia Brasileira de Letras; em 2016, se tornaria a primeira mulher brasileira a ser indicada ao Prêmio Nobel de Literatura, aos 92 anos.
Telles também agia como ativista política e, em suas obras, defendia a liberdade ampla e irrestrita, lutando contra a repressão no período da Ditadura Civil-Militar brasileira e comentando, diversas vezes, que a denúncia das formas de opressão e de cerceamento da da expressão deveria ser feita de forma indireta, a ser percebida nas entrelinhas e nas metáforas.
Nas redes sociais, os internautas lamentaram o falecimento de Lygia:
“A beleza não está nem na luz da manhã nem na sombra da noite, está no crepúsculo, nesse meio tom, nessa incerteza…”
Quando me perder ainda tentarei me encontrar na sua escrita. Descanse em paz minha fav da literatura, Lygia Fagundes Telles pic.twitter.com/oKPosfrLPD
‘Orange County à Venda’ (Selling the OC), novo spin-off de ‘Sunset – Milha de Ouro’, popular e elogiado reality show que gira em torno de um grupo de agentes imobiliárias de luxo, finalmente chegou na Netflix.
A produção foi lançada no último dia 24 de agosto na plataforma.
A série derivada, que foi anunciada pouco depois de ‘Tampa Bay à Venda’, acompanha Jason Oppenheim, um dos fundadores da Oppenheim Group, se mudando para Orange County, na Califórnia, e deixando o escritório principal da franquia imobiliária em West Hollywood nas mãos da corretora Mary Fitzgerald (conforme visto na última temporada da produção original).
Alexandra Hall, Austin Victoria, Kayla Cardona, Alexandra Jarvis, Alexandra Rose, Brandi Marshall, Gio Helou, Lauren Brito, Polly Brindle, Sean Palmieri e Tyler Stanaland estão no elenco.
Relembre o trailer:
Vale lembrar que tanto a série original quanto o primeiro spin-off estão disponíveis na Netflix.
A não ser que você tenha passado a vida embaixo de uma pedra, com certeza já ouviu falar de Shakira.
A icônica artista latina é detentora de algumas das canções mais memoráveis de todos os tempos, que lhe renderam três estatuetas do Grammy e outras doze do Grammy Latino. Podemos citar, dentre os vários hits de sua carreira, “Hips Don’t Lie”, “Whenever, Wherever” e “Empire”.
No dia de hoje, 02 de fevereiro, Shakira completa 46 anos de idade e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve matéria elencando dez músicas para conhecer a discografia da artista.
Veja abaixo as nossas escolhas:
“WHENEVER, WHEREVER”
Álbum: Laundry Service
O álbum de estreia de Shakira na língua inglesa, ‘Laundry Service’, contou com diversas canções famosas, incluindo a envolvente e dançante “Whenever, Wherever”. Ainda que em inglês, a faixa manteve a artista fiel às suas raízes, trazendo elementos andinos e contando até mesmo com colaboração de Gloria Estefan na composição lírica.
“LA TORTURA”, feat. Alejandro Sanz
Álbum: Fijación Oral, Vol. 1
Uma das músicas mais vendidas de todos os tempos, “La Tortura” ajudou a cimentar a carreira de Shakira no mercado internacional e a reuniu com o artista espanhol Alejandro Sanz. A faixa, presente no álbum ‘Fijación Oral, Vol. 1’, é influenciada pelas incursões do reggaeton e conta a história de uma mulher que foi emocionalmente “torturada”, visto que seu namorado a traiu e, eventualmente, a deixou por outra mulher – e agora voltou rastejando, pedindo por perdão.
“HIPS DON’T LIE”
Álbum: Oral Fixation, Vol. 2
Shakira conquistou seu primeiro #1 na Hot 100 com a clássica canção “Hips Don’t Lie”, uma das assinaturas de sua carreira. Aliando-se a Wyclef Jean, a música traz o melhor do pop latino e do reggaeton para um vibrante e efervescente convite às pistas de dança – isso sem comentar uma incrível coreografia que dominou o mundo.
“Beautiful Liar” pode não ser oficialmente uma música presente nos álbuns de Shakira, mas seu icônico status nos fez colocar na lista. Participando da canção ao lado da lendária Beyoncé, cada uma das artistas imprimiu seu próprio estilo em uma exuberante e sensual investida. Indicada ao Grammy na categoria de Melhor Colaboração e ao Grammy Latino de Música do Ano, a track foi um sucesso tanto de vendas quanto de crítica.
“SHE WOLF”
Álbum: She Wolf
Shakira nunca teve medo de explorar coisas novas para se manter original em meio ao urgente cenário mainstream da música – e “She Wolf” é uma das provas dessa camaleônica habilidade. Na iteração, a artista traz hi-NRG, synth-pop e electropop que detalha o tédio que ela sente acerca de seu parceiro – que não consegue satisfazê-la de nenhum modo e a faz procurar outros para se completar.
“WAKA WAKA (THIS TIME FOR AFRICA)”
Single sem álbum
As músicas-tema da Copa do Mundo de Futebol não costumam alcançar as nossas expectativas – mas Shakira conseguiu entregar o que apenas podemos compreender como a melhor delas. A aclamada faixa, intitulada “Waka Waka (This Time for Africa)”, serviu como hino de aceitação e empatia, nos levando à África do Sul com uma mistura de afro-fusion e soca (reiterando a poderosa globalização da performer).
Shakira e Rihanna mergulharam de cabeça no new wave e no pop-rock com o massivo sucesso “Can’t Remember to Forget You”. A música, acompanhada de um videoclipe marcado por visuais estonteantes e coreografias incríveis, fala sobre a necessidade de esquecer alguém que lhe fez mal, apesar de amá-lo. Apesar das críticas mistas, o dueto fez um barulho comercial considerável.
Shakira é conhecida por sua versatilidade invejável no cenário fonográfico e por uma capacidade de dialogar com o público das formas mais poéticas possíveis. Em “Empire”, a artista dá uma guinada em sua carreira, retornando ao rock no início de sua discografia e aproveitando os elementos do dubstep para construir uma potente e antêmica jornada regada ao fervor da paixão.
A sensual e vibrante “Chantaje” reuniu Shakira com Maluma e teceu uma instigante “batalha de sexos” entre dois eu-líricos que gostam um do outro e sentem atração um pelo outro, mas não sabem como agir. A faixa, que amalgama pop e reggaeton, recebeu indicações a Música do Ano e a Canção do Ano no Grammy Latino e entrou para diversas listas de canções latinas essenciais do século.
Shakira voltou com força (e ódio) no começo de 2023, principalmente depois de seu ex-marido, Gerard Piqué, tê-la traído. Para poder colocar um ponto final nesse trágico capítulo de sua vida, ela se aliou ao produtor argentino Bizarrap para o especial “Shakira: Bzrp Music Sessions, Vol. 53”, ou “Out of Your League” – canção que “quebrou a internet” pelo caráter sarcástico e irônico, rendeu à artista seu primeiro Top 10 na Hot 100 desde 2007 e foi extremamente elogiada pela crítica especializada.
Foi divulgado um novo teaser oficial de ‘Justified: Cidade Primitiva’ (Justified: City Primeval), revival da aclamada série ‘Justified’ que traz Timothy Olyphant de volta como Raylan Givens.
A produção estreia em 18 de julho nos Estados Unidos, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.
Baseada no livro ‘City Primeval: High Noon in Detroit‘, de Elmore Leonard, a produção se passa dez anos após a série original.
Na trama…
Raylan ainda vive em Miami, para onde ele se mudou ao final da série original. Um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida leva Raylan a Detroit, onde ele cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como ‘O Selvagem de Oklahoma’, um violento sociopata que já escapou dos melhores de Detroit – e pretende fazê-lo novamente. A advogada de Mansell, Carolyn Wilder, tem toda a intenção de representar seu cliente, mesmo quando ela se encontra presa entre um policial e um criminoso, com seu próprio interesse em jogo.
Dave Andron e Michael Dinner, que produziram a série original, entram como showrunners, roteiristas e produtores executivos. Além de estrelar, Olyphant também tem crédito de produtor executivo ao lado do showrunner original, Graham Yost.
O Prime Video lançou a segunda temporada de ‘Reacher‘, baseada em Bad Luck and Trouble, o 11º livro da série best-seller global de Lee Child.
E parece que o novo ciclo já está fazendo grande sucesso entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, a segunda iteração abriu com nada menos que 100% de aprovação, com nota 8.30/10 baseada em 20 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“Um pouco cafona, claro, mas muito divertida” – Guardian.
“[Alan] Ritchson leva seu papel a sério, mas ele está a bordo das piadas – e esse é um ótimo balanço tonal” – Chicago Tribune.
“‘Reacher’ é cativante, emocionante e implacavelmente divertido” – FandomWire.
“As altercações são menos terríveis desta vez, mas o apelo de toda a obra de ‘Reacher’, francamente, é sobre os caras malvados tendo o que merecem. O que acontece” – Wall Street Journal.
“Uma temporada mais forte, mais engraçada e mais divertida do que sua estreia. Não admira que a terceira temporada já tenha recebido sinal verde” – Empire.
O público poderá assistir aos três primeiros episódios de uma só vez e os cinco restantes serão disponibilizados semanalmente, até o dia 19 de janeiro.
Na segunda temporada, o veterano investigador da polícia militar Jack Reacher (Alan Ritchson) recebe uma mensagem codificada de que os membros de sua antiga unidade do Exército dos EUA, a 110ª MP de Investigações Especiais, estão sendo misteriosa e brutalmente assassinados um por um. Para desvendar os culpados e as razões por trás dos crimes, Reacher se reúne com três de seus ex-companheiros de equipe: Frances Neagley (Maria Sten), Karla Dixon (Serinda Swan) e David O’Donnell (Shaun Sipos).
Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.
Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.
A Sony Pictures divulgou recentemente o trailer de ‘Venom: A Última Rodada’, trazendo Eddie Brock (Tom Hardy) e Venom de volta à ativa e fugindo de uma sombria organização governamental após a viagem pelo multiverso que foi revelada nas cenas pós-créditos de ‘Venom: Tempo de Carnificina’ e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.
Como visto no trailer, a dupla enfrenta inimigos muito poderosos, incluindo o personagem ainda não revelado vivido por Chiwetel Ejiofor, a Dra. Payne (Juno Temple) e Toxina (Stephen Graham). E, como se não bastasse, eles lidam com a invasão de simbiontes do planeta natal de Venom – informação que pode prever a aparição de um dos maiores vilões da Marvel Comics: Knull.
Knull é um dos simbiontes mais poderosos do panteão super-heroico e é costumeiramente referido como o “deus dos simbiontes”. Kull criou o Klyntar (o nome oficial da espécie simbionte), levando ao nascimento de personagens favoritos dos fãs, como Venom e Carnificina. Knull tem sido um grande impulsionador e agitador no Universo Marvel desde sua introdução, influenciando secretamente a cruzada de Gorr, o Açougueiro de Deuses, contra os deuses, forjando a infame Necroespada e lutando contra vários heróis, incluindo Venom e o Surfista Prateado. Sua miríade de poderes inclui força incrível, manipulação de matéria, cura, mudança de forma, voo e domínio sobre todos os simbiontes. Existem poucos vilões no Universo Marvel com tanto poder ou influência quanto Knull.
Knull também foi um personagem central no enredo King in Black, que foi um dos eventos mais importantes da Marvel de todos os tempos. O crossover trouxe Knull e os simbiontes invadindo a Terra eentrando em conflito com os heróis na superfície do planeta. Os Vingadores, os Guardiões da Galáxia e os X-Men foram forçados a se unir a Venom para impedir a invasão simbionte e derrotar Knull de uma vez por todas.
Depois de um enredo longo e árduo, Eddie Brock assumiu os poderes do Capitão Universo para finalmente derrotar Knull e se tornar o novo Rei de Preto (como aponta o título da narrativa). Com o deus dos simbiontes derrotado, Venom toma seu lugar, tendo salvado a Terra e sua espécie ao mesmo tempo. Apesar de sua morte precoce, no entanto, Knull continua sendo um dos vilões mais temíveis que já ameaçou o Universo Marvel, tendo quase trazido a catástrofe para a Terra.
Lembrando que ‘Venom 3‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.
‘Citadel: Honey Bunny’, nova série derivada de ‘Citadel’, já está disponível no Prime Video – e, agora, foi divulgada uma cena inédita da produção.
‘Citadel: Honey Bunny’ tem uma narrativa fascinante que funde os elementos emocionantes de um thriller de ação de espionagem com o fascínio comovente de uma história de amor, tudo ambientado na vibrante tapeçaria dos anos 90. Honey Bunny é a série indiana do universo ‘Citadel’.
Confira, junto ao trailer:
A série foi criada pela dupla Raj e DK, que também dirigem os episódios ao lado de Sita R. Menon.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
A icônica cantora e compositora Mariah Carey foi condecorada na última cerimônia de vencedores Video Music Awards com o prestigiado Michael Jackson Vanguard Award pelo conjunto de sua obra e pelo legado deixado na indústria fonográfica.
Também vencedora da estatueta de Melhor R&B no evento, Carey recebeu o prêmio das mãos de Ariana Grande, artista que já citou a lendária performer como sua maior inspiração.
Agora, a MTV divulgou o discurso completo da homenageada.
Confira:
Lembrando que seu próximo álbum de estúdio, ‘Here For It All’, tem lançamento agendado para o dia 26 de setembro.
Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”, “Obsessed” e “Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.
Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstarAriana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.
O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.
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