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Dakota Fanning luta pela sobrevivência no trailer de ‘Vicious’, novo terror do diretor de ‘Os Estranhos’

A Paramount+ divulgou o primeiro trailer de ‘Vicious‘, novo terror do diretor Bryan Bertino (‘Os Estranhos’).

Estrelado pela Dakota Fanning (‘Os Observadores’), o longa acompanha uma jovem que deve passar a noite lutando por sua existência após perder a noção da realidade ao receber um misterioso presente de uma visitante noturna.

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O longa estreará no serviço de streaming no dia 10 de outubro.

O elenco ainda contará com Kathryn Hunter, Mary McCormack, Rachel Blanchard Devyn Nekoda.

Além de dirigir, Bertino também é responsável pelo roteiro da produção.

Shrek e Burro embarcam em nova aventura no trailer da sequência ‘Shrek 5’; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo teaser trailer da aguardada sequência ‘Shrek 5‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de junho de 2027.

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Fãs de ‘Shrek’ estão CHOCADOS após descobrirem piada sacana no filme 

Dia das Crianças | ‘Toy Story’, ‘Shrek’ e outros filmes para conferir com a criançada

Mike Myers (Shrek), Eddie Murphy (Burro Falante) e Cameron Diaz (Fiona) irão retornar no elenco de dublagem.

Mais detalhes sobre o quinto filme da franquia não foram revelados.

Shrek tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.

Relatório revela a verdadeira causa da morte de Carrie Fisher

Relatórios realizados pelo Departamento Legista do município de Los Angeles constataram que a causa da morte da atriz Carrie Fisher foi a apneia do sono e o uso de drogas.

Segundo o documento, a veterana sofria de uma Aterosclerose no coração, além de consumir drogas que não foram especificadas. O material também revela que Fisher havia consumido uma série de entorpecentes pouco antes de sua morte.

Em resposta ao relatório, a filha única da atriz, Billie Lourd, emitiu um comunicado exclusivo à revista People. Nele, ela é franca sobre os problemas com vício de sua mãe, orientando também outras pessoas que sofrem com o mesmo problema a buscarem ajuda.

Leia na íntegras:

“Minha mãe lutou contra o abuso de drogas e doença mental por toda sua vida e ela acabou morrendo por isso. Ela foi propositalmente aberta em todo seu trabalho sobre os estigmas sociais que norteiam estas doenças.

Ela falou sobre a vergonha que atormenta pessoas e suas respectivas famílias confrontadas por essas enfermidades. Eu conheço minha mãe, ela gostaria que sua morte encorajasse outros a serem francos a respeito de suas lutas. Busque ajuda, lute por suporte do governo com programas para saúde mental. Vergonha e estigmas sociais são os inimigos do progresso das soluções e eventualmente da cura. Te amo mamãe”.

‘Aquaman’: Randall Park entra para o elenco durante as refilmagens

O cineasta James Wan confirmou que a adaptação de ‘Aquaman‘ trouxe um novo membro ao seu elenco, durante o período de refilmagens.

Através da sua conta oficial do Twitter, ele anunciou que o ator Randall Park também faz parte do quadro de personagens.

Vale ressaltar que Park também participou de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘.

Confira a publicação:

O novo filme da DC chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2018.

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Além de Amber Heard, o elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

‘Aladdin’: Will Smith é substituído por Robin Williams em arte de fã; Confira!

Os amantes da clássica animação Aladdin bem sabem que a icônica voz do Gênio da Lâmpada foi feita por ninguém menos que o astro Robin Williams.

Sua versão original do personagem é um dos melhores aspectos da produção, que conseguiu suprir as expectativas do público na dublagem brasileira.

Na versão live-action da produção, Will Smith assume o trono de Williams, entregando um visual bem diferente do gênio original, o que inclusive gerou uma certa revolta entre os fãs.

O artista conceitual BossLogic decidiu brincar com a questão, substituindo Smith por Williams em uma arte que está fazendo bastante sucesso entre os internautas.

E o resultado é realmente bom…tão bom que chega a ser melhor do que a versão oficial!

Confira:

 

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Still missing the OG #genie #Aladdin #robbinwilliams

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O filme chega aos cinemas em 24 de maio de 2019.

Marwan Kenzari vive o vilão Jafar, Naomi Scott é Jasmine, Menda Massound é Aladdin’ e Will Smith dubla o Gênio da Lâmpada. O elenco ainda conta com Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

Guy Ritchie, da franquia ‘Sherlock Holmes‘, é quem dirige a adaptação.

Coronavírus: ‘Contágio’ se torna o segundo filme mais visto da Warner em 2020

A pandemia do coronavírus despertou nos cinéfilos um certo fascínio por longas que abordem temáticas relacionadas ao assunto e o drama Contágio’, dirigido por Steven Soderbergh, conquistou um novo nível de popularidade inimaginável.

A produção, lançada em 2011, se tornou o segundo filme mais visto da Warner Bros. em 2020, ficando apenas atrás da franquia Harry Potter’.

O índice de interesse pela produção cresceu vertiginosamente nos últimos três meses. Em dezembro de 2019, ‘Contágio‘ ocupava a 270ª posição na lista de filmes mais vistos na plataforma da HBO. Desde que o surto começou a se espalhar, a busca pelo filme cresceu, alcançando hoje patamares surpreendentes.

A trama de ‘Contágio‘ segue com uma premissa bem realista e até mesmo a contaminação e a proliferação do vírus apresentados na narrativa são precisos, com embasamento científico.

No drama, pouco depois de voltar de uma viagem de negócios, Beth Emhoff morre de uma suposta gripe. Enquanto a epidemia mortal se espalha, os médicos precisam identificar o vírus para conseguir combatê-lo e acabar com o pânico da população.

Contágio‘ conta com Kate Winslet, Gwyneth Paltrow, Marion Cotillard, Matt Damon, Lawrence Fishburne e Jude Law no elenco.

‘The Batman’ terá suas filmagens finalizadas em março após diversos contratempos

Após diversos contratempos e interrupções das filmagens, em virtude da pandemia do coronavírus, a produção do filme solo de ‘The Batman‘ está finalmente perto de seu fim.

E segundo o portal Deadline, as gravações devem ser finalizadas em algumas semanas, com a projeção de encerramento sendo especificamente para meados do mês de março.

A notícia vem pouco depois do anúncio de que as gravações seriam novamente interrompidas, após um dublê de Robert Pattinson testar positivo para Coronavírus.

Por hora, a data de estreia do longa permanece imutável.

Assista ao trailer:

Segundo Walter Hamada, o chefe de filmes da DC, ‘The Batman‘ se passará em uma Terra diferente e não fará parte do DCEU.

“No multiverso, existe uma Terra com a versão de Liga da Justiça com Gal [Gadot], Jason [Momoa] e Ezra [Miller], e outra com o Batman de Pattinson”.

Segundo assim, as franquias não terão crossover e seguirão caminhos distintos.

Confira o logo e o primeiro cartaz OFICIAL de The Batman.

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘Our Flag Means Death’: Série de Taika Waititi ganha cartaz oficial; Confira!

A vindoura série da HBO Max, ‘Our Flag Means Death‘, produzida e estrelada por Taika Waititi, ganhou oseu cartaz oficial, que traz o elenco principal em destaque.

Confira, com o trailer legendado e siga o CinePOP no YouTube:

A produção irá estrear oficialmente no dia 3 de março.

David Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.

Our Flag Means Death é livremente baseado nas aventuras reais de Stede Bonnet, um aristocrata mimado que abandona sua vida cheia de privilégios para se tornar um pirata.

Rhys Darby interpreta Bonnet.

Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.

Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.

Kristian NairnNathan FoadSamson KayoRory KinnearCon O’NeillVico OrtizEwen BremnerDavid FaneJoel FryGuz Kahn e Matthew Maher também fazem parte do elenco. Leslie JonesNat FaxonFred ArmisenSamba Schutte aparecerão como personagens recorrentes.

Crítica | Sex Education volta mais saborosa que a primeira vez

No início de 2019, a Netflix surpreendeu os espectadores com o seriado Sex Education, falando sem tabus sobre dúvidas sexuais escondidas até entre amigos. Ambientada no interior da Inglaterra e com uma excepcional trilha sonora, a produção apresentou personagens apaixonantes, destacando as suas diferenças e vulnerabilidades. A segunda temporada potencializou essas disparidades e ultrapassou as expectativas sobre a difícil habilidade de lidar com sentimentos, emoções e sexualidade na adolescência, além do contínuo aprendizado na vida adulta.

Depois de todo o drama no fim última temporada, o primeiro episódio é verdadeiramente  promissor. Principalmente por compor uma evolução do descobrimento sexual de Otis (Asa Butterfield) por meio do seu incontrolável desejo pelo auto prazer advindo dos mais variados lugares, até do gorduroso queijo brie. Esta sequência inicial ao som de “I Touch Myself” (na tradução, Eu me toco), de Scala & Kolacny Brothers, é de uma admirável inversão de olhares para masturbação, de um ato obsceno para uma ação compreensível, tal como Eric (Ncuti Gatwa) declara ao amigo: “você descobriu as maravilhas do seu próprio pênis”.

Ao explorar as maravilhas da masturbação, Sex Education também ressalta os contrapontos do ato, como a agressão sexual. Após Aimee (Aimee Lou Wood) ter encontrado um ambiente seguro ao lado do namorado Steve (Chris Jenks) e afirmado a sua amizade com Maeve (Emma Mackey), uma simples ida de ônibus à escola torna-se o seu pior pesadelo. A jovem protagoniza uma das cenas mais tristes ao dizer a todos que está bem depois de ter tido suas calças estragadas pela ejaculação de um estranho no transporte público, contudo sozinha no seu quarto as lágrimas descem incessantemente. 

São muitos dilemas explorados em quase oito horas de projeção, todavia Laurie Nunn orquestra com brilhantismo todos os elementos de forma organizada, entrelaçada e os apresenta como um verdadeiro retrato do ensino médio, com direito a explicações de como fazer a chuca e masturbação mútua. Além dos alunos, os professores e os pais também ganham mais destaques sobre suas vidas íntimas, no entanto, a grande virada de mesa é a introdução de Jean Milburn (Gillian Anderson), a mãe de Otis, no ambiente escolar. 

Com a volta às aulas, ocorre uma neurose coletiva de que todos estão contaminados com clamídia. Embora Otis afirme está “out of business”, por conta de expulsão de Maeve, ele vê-se obrigado a voltar e compartilhar seu conhecimento com os seus companheiros, afinal clamídia é uma doença sexualmente transmissível apenas através do sexo sem proteção. Apesar de tragicômica, a pandêmia nervosa convoca os pais para discutir sobre a educação sexual dos filhos e, consequentemente, o discurso de Jean sobre os três “T” (Trust, Talk e Truth, isto é, Confiança, Conversa e Verdade) a leva à posição de orientadora sexual escolar. 

Os pilares de Jean vão percorrer todos os episódios e, sobretudo, o drama de cada adolescente. Os personagens secundários ganham destaque e trajetórias cativantes, como o esportista Jason (Kedar Williams-Stirling) em um caminho de autoconhecimento e aceitação; Ola (Patricia Allison), a primeira namorada de Otis, com suas próprias questões a resolver; assim como Lily (Tanya Reynolds) e o seu talento criativo e os receios do vaginismo. Para apimentar mais o afiado elenco, entram em cena a nerd Viv (Chinenye Ezeudu), o francês descolado Rahim (Sami Outalbali) e o franzino cadeirante Isaac (George Robinson). 

Sob o comando de Ben Taylor e roteiro de Laurie Nunn, o sétimo episódio é um idílico momento a ser destacado. No meio de discórdias, triângulos amorosos e agressões, as  meninas do seriado Maeve, Ola, Lilly, Aimee, Viv e Olivia (Simone Ashley), apesar de todas as diferenças, se unem em um movimento de sororidade ao trauma sofrido por Aimee ao som da belíssima canção “Seventeen”, de Sharon Van Etten

As teorias de Freud, leia-se O Complexo de Édipo, por exemplo, apresentam-se mais evidente com a inserção da mãe de Maeve (Anne-Marie Duff) e sua irmãzinha na trama, assim como a desastrosa relação parental entre Otis e Remi Milburn (James Purefoy). Mesmo que distante um do outro durante todo enredo, o casal mais problemático e esperado dá passos em direção de uma possível resolução para os seus dilemas emocionais, entretanto, essa temporada mostra que Otis e Maeve precisam se resolver antes de, enfim, aceitar um ao outro. 

A evolução de cada personagem é marcante e analisá-las seria um prato cheio para os críticos, no entanto, me abstenho a ressaltar o perfeito arcabouço criado, tendo empoderado um dos melhores personagens gays da atualidade, Eric, e o seu embaraço emocional com Ahrim e  Adam Groff (Connor Swindells). Aliás, os dramas da família Groff valeriam uma dessecamento a parte ao dar voz, finalmente, aos desejos de Mrs. Groff (Samantha Spiro).

Sendo umas das produções televisivas mais ousadas dos últimos tempos a falar de sexo e suas idiossincrasias abertamente, Sex Education é um deleitoso debate de costumes, valores, religião, moralidade, desejos e, principalmente, imperfeições. Apesar de todas essas palavras soarem como um drama adolescente, o seriado subverte o gênero tornando-se vibrante e cativante, embora preserve a sua atmosfera bucólica e os seus personagens cheios de dilemas da chamada educação sentimental, infelizmente, não ensinada nas salas de aulas. 

‘Call of Duty’: Tom Hardy e Chris Pine podem estrelar adaptação do jogo

A versão live action do aclamado gameCall of Duty‘ ganhou novidades. Segundo a revista Variety, o diretor de ‘Sicario 2: Soldado‘, Stefano Sollima, estaria negociando assumir a produção.

Além disso, o cineasta comentou, em entrevista ao Metro, que pretende ter Tom Hardy (‘Venom’) e Chris Pine (‘Mulher-Maravilha’) como protagonistas.

“Gosto de quase tudo em que Hardy fez. Já Pine, sinto que ele é mais difícil, mas é inteligente: pode ter seu senso de humor, mas também é bom em papeis dramáticos”

Pouco conhecido nos Estados Unidos, ‘Sicario 2‘ deve ser sua vitrine para Hollywood. Caso ele e a Blizzard (produtora do game e agora dos filmes baseados nele) fechem acordo, a expectativa é que Sollima ganhe ainda mais prestígio.

Kieran Fitzgerald (‘Dívida de Honra’) escreve o roteiro. Ainda não há previsão de estreia.

‘The Batman’ terá membros da Corte das Corujas como antagonistas, diz rumor

Há alguns meses, rumores apontaram que o Pinguim seria o vilão de The Batman, filme que terá direção de Matt Reeves, porém, haviam especulações de que o vilão também poderia ser usado em Aves de Rapina, caso não fizesse parte do novo filme do herói.

Acontece que o The Wrap revelou que o vilão deAves de Rapina será um personagem nunca antes visto nos cinemas, ou seja, podemos supor que o Pinguim esteja então em The Batman.

Além disso, de acordo com informações de Grace Randolph, que comanda o canal Beyond The Trailer no Youtube, Reeves pretende utilizar a Corte das Corujas no filme, deixando o Pinguim como vilão secundário.

Esse boato ganhou força quando o jornalista Humberto Gonzalez, do The Wrap, ironizou, dizendo que esse deve realmente ser o vilão do filme solo do Homem-Morcego.

“O vilão de ‘Aves de Rapina’ seria originalmente O PINGUIM, mas esse não é mais o caso. Poxa, eu me pergunto em que outro filme da DC Oswald Cobblepot pode ser o vilão?”

O ComicBookMovie revelou que ‘The Batman‘ deve mesmo trazer um ator mais jovem como o Homem-Morcego e servir como um reboot para o personagem, mas que continuará parte do Universo Estendido DC.

E ideia é mostrar as primeiras aventuras do herói, antes dele conhecer o Superman e a Mulher-Maravilha.

Com isso, a Warner pode iniciar uma franquia sem ligação direta com os outros filmes.O Heroic Hollywood revelou que a Warner Bros. está aguardando a recepção de ‘Aquaman‘ antes de aprovar o filme solo do Batman.

“Então, essencialmente, eles querem desenvolver esse filme do Batman como se fosse um reboot, como se fosse novo. Mas eles não vão fazer nenhuma declaração clara sobre isso, eles só vão fazer um filme sobre um Batman mais jovem, que – eu acredito que acontece no passado, o que criará um passado para o personagem – permitindo que ele cruze com os outros personagens da DC novamente no futuro … Eles vão fazer o Batman como uma própria franquia autônoma, eles basicamente vão começar de novo até certo ponto, mas eles vão deixar uma porta dos fundos aberta para que, dependendo de como os próximos filmes de DC a partir daí, eles podem decidir de que continuidade ele é e se vão ou não avançar no conceito do Universo Compartilhado e fazer mais filmes crossover. “, eles afirmaram.

Nada foi oficialmente confirmado. Novas informações devem sair em breve.

A DC Films já tem outros projetos em desenvolvimento no momento, como Mulher-Maravilha 1984’, ‘The Flash e o longa solo do Coringa, sem falar nas gravações de Shazam!’, em andamento no momento. Sendo assim, faz sentido o filme do herói ficar para após isso.

‘The Batman’: “Quero encontrar uma forma graciosa e legal de sair”, comenta Ben Affleck; Saiba mais!

‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ | O que esperamos da série?

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis chega ao Disney+ nesta quinta-feira (18), com um novo episódio a cada semana, totalizando nove episódios. Após muita polêmica com o CGI mostrado no trailer original da produção, novos materiais promocionais foram liberados com uma melhora considerável na computação gráfica da verdona. A princípio, há quem não ligue muito para a questão da computação gráfica e dos efeitos especiais, contanto que a história seja boa e envolvente. No entanto, a situação do primeiro trailer era realmente assustadora, a ponto de desligar parte do público da trama de tão estranha que estava a Mulher-Hulk. 

Pois bem, a trama gira em torno de Jennifer Walters, uma advogada de Los Angeles que é prima de Bruce Banner e, caso sigam à risca sua origem dos quadrinhos, vai sofrer um acidente e vai acabar recebendo uma transfusão sanguínea do primo. Só que, como seus genes são alterados pela radiação gama, Jen herda parte dos poderes de Banner, se transformando na Mulher-Hulk. O problema é que a sua origem nas HQs era muito corrida, quase improvisada. Então fica nossa expectativa para que ela ganhe um pouco mais de desenvolvimento e tenha uma “criação” nas telas à altura do que é a personagem. 

Além de sua origem, um ponto muito interessante da Mulher-Hulk é sua personalidade mais divertida, usando do sarcasmo quase como uma arma especial. Ou seja, é o tipo de personagem que tem tudo para se encaixar como uma luva no MCU. Explorar esse jeitão mais descontraído dela é um trunfo que a Marvel não apenas pode, como PRECISA usufruir ao máximo disso. Sem contar que a Jennifer Walters é a personificação do Girl Power. Dona de si, a advogada é uma adulta solteira que se amarra em namorar, independentemente dos julgamentos, e ama ser parte desse mundo de super-heróis. Apesar de hoje em dia já ser mais comum esses heróis que gostam do que fazem, se souberem trabalhar direitinho, a Mulher-Hulk tem tudo para se destacar. 

E como não podia deixar de ser, a maior expectativa para a série é que ela seja uma comédia sobre o mundo do direito, sem medo de ser feliz. Desde os quadrinhos, a Mulher-Hulk sempre brilhou mais quando teve o humor como seu aliado. Aqui, a presença de Tatiana Maslany, que tem um bom timing para a comédia, é um bom sinal. Mas nada supera as referências que a produção tomou para o roteiro. Filmes e séries como Legalmente Loira e Fleabag dão bons indícios de que podemos acreditar nesse humor de tribunais. Ah sim, a tradicional quebra da quarta parede também marca presença. Se seguirem os quadrinhos, essa conversa da personagem com o público será motivo de muitas risadas. 

Por fim, com a presença de Mark Ruffalo, Benedict Wong e Charlie Cox na série, já temos a presença do Hulk, Wong e do Demolidor garantidas. Fica a expectativa por mais menções ao Universo Cinematográfico Marvel e até mesmo aparições surpresas de personagens já conhecidos ou inéditos nesse universo compartilhado. 

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis chega ao Disney+ nesta quinta-feira (18). Ansiosos?

Crítica | Baymax! – Série Derivada de ‘Operação Big Hero’ é Fofa e Educativa Para a Criançada

Desde que a plataforma da DisneyPlus foi disponibilizada para assinantes na América Latina, os espectadores têm podido contar com uma oferta de produções seguras para toda a família. Ainda que recentemente a plataforma tenha modificado sua configuração para expor um conteúdo de faixa etária um pouco mais alta, a maioria das produções são de conteúdo que pode ser assistido por todas as idades, em família, a qualquer hora do dia. Esse é o perfil da plataforma, e o mais novo lançamento que se alinha nesse perfil é a sérieBaymax!’, que foi disponibilizada essa semana aos assinantes.

Baymax (na voz original de Scott Adsit) é o agente pessoal de saúde de Hiro (Ryan Potter), porém, enquanto o jovem cuida de sua vida pessoal, Baymax circula pela cidade, buscando ajudar outros seres vivos que também precise de algum tipo de ajuda. Com seu jeitinho voluntarioso e carinhoso de ser, ele se aproxima de pessoas e animais aleatoriamente, que estejam precisando de algum cuidado médico. Aos pouquinhos, ele vai conquistando a confiança dos desconhecidos, porém, o que ele não esperava era que até ele eventualmente fosse precisar de ajuda também. Por isso, toda a amizade construída ao longo de sua jornada será fundamental também para ele.

Com uma primeira temporada bem, bem curtinha, de apenas seis episódios e média de dez minutinhos cada (na verdade, um pouco menos que isso, já que cada parte tem pouco mais de três minutos de créditos ao fim), a nova série animada do ‘Baymax!’ é um material didaticamente pensado e calculado para oferecer entretenimento, conteúdo e ensinamento, tudo na medida certinha para o público-alvo: a garotada mais jovem, entre 7 e 12 anos, mas que, justamente por isso, provavelmente assistirão junto com pais ou responsáveis, que querem aprovar o que os filhos veem.

Nesse sentido, a série é uma produção que pode inclusive ser utilizada em sala de aula, uma vez que o roteiro de Julia Fitzmaurice para a criação de Don Hall joga luz sobre situações corriqueiras que podem se passar com qualquer um dos expectadores, tais como a primeira menstruação; a ingestão indevida de objetos pequenos por animais; alergias e intolerâncias a alimentos e a necessidade de os idosos também praticarem exercícios para uma melhor qualidade de vida. Toda a construção do arco, desde a apresentação do problema até a solução pelo agente de saúde é tão mastigadinha, que fica até com ares de ‘Telecurso 2000’, pois ensina o espectador a como reagir em algum desses casos. Mérito ao episódio três, “Sofia”, que aborda de maneira empática e tranquilizadora a menstruação como algo natural ao corpo feminino.

Dirigido por Dan Abraham, Mark Kennedy, Lissa Treiman e Dean Wellis, a sérieBaymax!’ é uma ótima ideia de conteúdo para o catálogo da DisneyPlus, encabeçado pelo balão-robô carismático que roubou os holofotes no filme original, ‘Operação Big Hero’. As histórias poderiam ter pelo menos o dobro do tempo, para que tanto a trama quanto os personagens ganhassem mais profundidade, mas, ainda assim, consegue manter o mesmo nível de fofura da produção anterior e com toques de ‘Ron Bugado‘. Dá para ver a temporada inteira na hora do recreio!

Crítica | Ad Astra: Rumo às Estrelas – Brad Pitt brilha em reflexivo e fascinante drama espacial

A exploração do espaço pelo homem faz parte da sétima arte desde que Georges Méliès realizou o clássico curta-metragem Viagem à Lua, de 1902. De lá pra cá, a relação do homem com o universo foi objeto de inúmeras produções, desde clássicos do cinema pensante como 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Solaris à obras mais modernas e comerciais como Gravidade, Perdido em Marte ou Interestelar. Ad Astra: Rumo às Estrelas é mais um longa a adentrar o gênero. E, mesmo ainda tendo que provar que resiste a barreira do tempo, parece uma obra destinada a marcar seu nome.

Em um mundo em que a exploração do universo está bem avançada, o major e engenheiro espacial Roy McBride (Brad Pitt) recebe uma importante missão. 20 anos após o desaparecimento de seu pai (Tommy Lee Jones), um lendário astronauta que estava em uma missão para buscar vida inteligente em Netuno, Roy recebe a notícia de que o mesmo pode estar vivo. Então, embarca em uma missão que busca responder de uma vez por todas se seu pai está vivo ou não, além de solucionar um mistério que ameaça a sobrevivência do sistema solar.

A trama é relativamente simples e temática edipiana de “homem com problemas com o pai” não é particularmente nova. Mas o que torna Ad Astra algo maior são dois fatores principais: a grande atuação de Brad Bitt; e o talento de James Gray como diretor e contador de histórias.

Com uma filmografia que navega por diversos estilos e tamanhos de produção, com trabalhos memoráveis como Seven – Os Sete Crimes Capitais, Clube da Luta, Bastardos Inglórios, A Árvore da Vida e Era uma Vez em… Hollywood, Brad Pitt constrói um personagem complexo, repleto de nuances e determinado. Recém-separado da esposa (Liv Tyler), Roy é um sujeito que vive para seu trabalho, como reflexo direto do trauma de perder o pai ainda jovem. Ele é um major condecorado, piloto experiente, e alguém que não perde a tranquilidade mesmo nos momentos de maior tensão. Sua calma e seu foco, é claro, vão sendo colocados à prova na medida em que a missão vai avançando.

Com apenas sete filmes em 25 anos de carreira, o diretor e roteirista James Gray é um dos nomes mais cultuados desta nova Hollywood. Sem grande reconhecimento por parte do público, uma vez que faz um cinema menos comercial, ele é um queridinho da crítica, responsável por obras como Os Donos da Noite, Amantes e Era Uma Vez em Nova York. O trabalho anterior do cineasta, Z: A Cidade Perdida acompanha um explorador britânico (Charlie Hunnam) em busca de uma cidade perdida no meio da Amazônia. O filme tem uma grande relação com Ad Astra, uma vez que as duas obras seguem exploradores com um objetivo claro, mas que descobrem muito mais ao longo do caminho.

Embora tenha bons coadjuvantes como Tommy Lee Jones, Liv Tyler, Ruth Negga, Donald Sutherland e Natasha Lyonne, o filme é praticamente Brad Pitt. Não é exagero, o ator está presente em quase 90% das cenas. No tocante à utilização do ator, além da bela atuação, há de se valorizar o roteiro reflexivo e a opção de Gray na utilização de tomadas próximas do rosto do ator. É praticamente um filme inteiro de closes, o que surpreendentemente funciona. O espectador é jogado diretamente no rosto de Pitt e pode acompanhar o desenrolar de suas ações e emoções.

Gray contou com a ajuda fundamental do diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, parceiro de longa data de Christopher Nolan, responsável por Interestelar e Dunkirk. Ele também fez as fotografias de O Espião Que Sabia Demais e Ela, dois trabalhos repletos de personalidade. Em Ad Astra, Van Hoytema une a melancolia de Ela com o espetacular de Interestelar, criando uma experiência realmente envolvente e fascinante. Além dos closes em Brad Pitt, a fotografia conta com belíssimas tomadas espaciais.

Produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, através de sua RT Features, o longa conta ainda com um belo trabalho de design de produção de Kevin Thompson (Birdman), que cria cenários espetaculares e variados. O público tem a oportunidade de visitar a Terra, a Lua e Marte, além de vagar por diferentes espaços do sistema solar. Cada local tem sua característica especial.

Escrito por Gray e Ethan Gross, o roteiro é simples, mas transmite um sentimento genuíno. O longa trata de solidão, desamparo e sobre o lugar do homem no mundo. Fala sobre exploração espacial, sobre buscar algo maior do que nós, mas foca principalmente na autodescoberta ou na tentativa de buscar paz em si mesmo. A cada viagem espacial, Roy passa por um processo automático de avaliação psicológica, o espectador pode assim conferir o estado de espírito do personagem e, ao mesmo tempo, refletir sobre suas atitudes. Tais relatos e a utilização de uma narração em off dão um tom de pessoalidade muito forte à produção. Por sinal, a narração, que em muitas obras acaba explicando demais as coisas, aqui é usada com o objetivo de conversação. O filme não quer explicar o que está acontecendo, mas trocar com o espectador o sentimento de seu protagonista.

Ad Astra é uma obra épica e ao mesmo tempo intimista sobre descoberta. Do mundo à sua volta e do mundo dentro de você. É complexo, delicado e reflexivo. E ainda oferece algumas sequências de ação bem eletrizantes, como uma perseguição na lua e uma queda livre de uma estrutura na Terra. Com cenas que remetem a clássicos como 2001 e Apocalypse Now, o filme é hipnotizante e traz Brad Pitt em uma de suas mais belas performances.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Bill Skarsgård diz que voltaria para um terceiro filme

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ chegou aos cinemas brasileiros nesta última quinta-feira (05) com animosidade generalizada – principalmente por trazer a aguardada conclusão da icônica primeira parte.

E mesmo com aceitação mista por parte do público e da crítica especializada, o longa alcançou a marca de 200 milhões de dólares apenas em seu final de semana de estreia, talvez pavimentando o caminho para uma trilogia. É claro que isso não confirma nenhum plano dos estúdios Warner Bros., mas Bill Skarsgård já anunciou que toparia retornar para mais sequências.

“O livro termina onde o segundo filme termina, então este é o capítulo final desta história”, ele comentou, em entrevista ao site Entertainment Weekly. “Há esse aspecto interessante de voltar no tempo, antes de tudo isso acontecer. E pode ser que haja uma história que vale a pena ser explorada. Obviamente seria uma história fora do livro, mas dentro do mesmo universo. Então, seria algo interessante. Acho que seria legal.

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård no papel de Pennywise e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto’: Adaptação da Disney ganha belíssimo cartaz

Depois de seu segundo trailer, ‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘ ganhou um novo e belíssimo cartaz oficial.

Confira:

Inicialmente previsto para 9 de agosto de 2019, o filme agora estreia apenas em 28 de maio de 2020.

Assista ao trailer:

A trama do livro traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos, incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.

O novato Ferdia Shaw interpretará o personagem principal. Josh Gad será Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.

O longa é Kenneth Branagh (‘Assassinato No Expresso do Oriente) na direção.

A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.

‘After – Depois da Verdade’: Sequência ganha novo cartaz nacional; Confira!

A sequência ‘After – Depois da Verdade‘, segundo filme baseado na série de livros ‘After‘, da escritora e roteirista Anna Todd, ganhou um novo cartaz oficial nacional.

Confira:

Roger Kumble, conhecido pelo clássico ‘Segundas Intenções‘, dirige a sequência.

Tessa tenta esquecer Hardin, o jovem caótico e revoltado que partiu seu coração em vários pedaços. Mas ela está prestes a descobrir que alguns amores não podem ser superados. Como apagar da memória as noites apaixonadas em seus braços, ou a eletricidade de seu toque?

O elenco conta com Josephine Langford, Hero Fiennes Tiffin, Dylan Sprouse, Selma Blair, Charlie Weber e Candice King.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou ótimos US$ 69.4 milhões mundialmente.

‘O Homem de Toronto’: Comédia de ação com Kevin Hart e Woody Harrelson ganha primeira imagem oficial

Sony Pictures divulgou hoje (06) a primeira imagem oficial da vindoura comédia de ação O Homem de Toronto, estrelada por Kevin HartWoody Harrelson.

Confira:

O filme é dirigido por Patrick Hughes, com roteiro assinado por Robbie FoxJason Blumenthal.

A história é centrada em um atrapalhado homem que é forçado a trabalhar junto a um assassino profissional depois de ambos serem confundidos após uma estadia em um Airbnb.

Kaley Cuoco Pierson Fodé também fazem parte do elenco.

A Sony agendou a estreia do longa-metragem para 17 de setembro de 2021.

‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis’ ganha adorável linha de Funko POPs!

Hasbro divulgou recentemente a primeira linha de colecionáveis Funko POP do vindouro longa-metragem ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

Disponíveis em pré-venda no Entertainment Earth, os brinquedos incluem o herói-titular, Wenwu, Katy, Xialang e muitos outros.

Confira:

Lembrando que o filme estreia em 02 de setembro nos cinemas nacionais.

Confira também as imagens oficiais e o primeiro pôster:

“Quem disse que você só pode receber presentes no seu aniversário? Hoje, estou dando a você o primeiro vislumbre do pôster de ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘. O filme estreia em 03 de setembro (o trailer será lançado em algumas semanas). Estamos quase lá, pessoal!”

Conheça o elenco completo:

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

Crítica | 5º episódio de ‘American Horror Story: Double Feature’ é um dos mais cruéis de toda a série

American Horror Story: Double Feature’ foi anunciada com grande antecipação pelos fãs da icônica antologia criada por Ryan Murphy e tinha um extenso legado a manter vivo no cenário do entretenimento contemporâneo. Afinal, o parco material promocional não revelou muito sobre a história, mas já deixou os espectadores animados em, provavelmente, retornar às raízes do que outrora colocar a produção no centro dos holofotes e nos braços de uma aclamação contínua (ao menos até a quarta temporada).

É claro que a decisão de Murphy e de Brad Falchuk, seu recorrente colaborador, em dividir a narrativa principal em duas poderia muito bem dar errado – mas não foi esse o caso. Ao contrário do que a maré indicava, ‘Double Feature’ fez uma estrondosa estreia ao misturar terror e drama na medida certa e arquitetar reviravoltas que, apesar de não serem originais, e sim emulativas, nos mantiveram presos às telinhas em uma correnteza sem saída que nos arrastou para a pequena cidade de Provincetown. Acompanhando a saga da família Gardner em um ciclo vicioso de mentiras e de provações, o quinto e penúltimo episódio da primeira parte, ‘Red Tide’, manteve-se num nível altíssimo e se mostrou como um dos mais cruéis já criados para o show.

Em “Gaslight”, como ficou intitulado o mais recente episódio, o foco da trama retorna para uma já conturbada Doris (Lily Rabe em uma atuação espetacular, novamente), que dá luz ao seu segundo filho e retorna para a casa da qual queria escapar. Entretanto, quando acreditava que o pior havia passado, ela enfrenta um turbilhão de emoções que envolvem o marido, Harry (Finn Wittrock), a filha mais velha, Alma (Ryan Kiera Armstrong), e a presença inconveniente de Ursula (Leslie Grossman). Depois de cinco semanas deixada de lado em uma rede de intrigas que culminou em uma explosão de emoções e frustrações, Doris descobre que a família vem tomando pílulas que aumentam o lado criativo das pessoas – e presencia uma cena tenebrosa em que Alma se alimenta do sangue do irmão mais novo. Influenciada pela filha e por Ursula, ela resolve usar o comprimido também, apenas para encarar a própria mediocridade e se transformar numa criatura abjeta e sedenta por sangue.

O ponto de maior sucesso do episódio é, sem dúvida alguma, o intrincado roteiro assinado por Falchuk e por Manny Coto. Enquanto Coto ficou creditado nos erros burlescos da péssima American Horror Stories, ele parece ter feito uso das mesmas pílulas que giram em torno da vida dos personagens em um competente e chocante fluxo imaginativo que não se restringiu em qualquer momento e mergulhou fundo em temas de importante discussão: por um lado, temos o próprio título da iteração, que faz alusão à prática de histeria dos homens contra as mulheres para diminuírem seus problemas; de outro, o paradoxo entre comodismo e talento que irradia de modo implacável e que coloca em xeque as diferentes personalidades de Doris e Alma, por exemplo.

Mais do que isso, há o intrínseco complexo de sociopatia de Alma que desponta de sua controversa personalidade. Antes frustrada por não ser tão boa quanto outros violinistas, a jovem transformou-se em uma máquina incontrolável que descartou a mãe como se fosse um pedaço de plástico: ela sabia que, tomando o comprimido, Doris não conseguiria lidar com a falta de talento e abandonaria a família (sem escolha, é claro), permitindo que ela e o pai trilhassem seus caminhos sem obstáculos. Armstrong, nesse quesito, entregou uma memorável performance digna de atenção; Grossman, por sua vez, permanece sólida e diverte-se com uma das melhores atuações de sua carreira, encarnando um lado antagonista que até mesmo ultrapassa o de Margaret Booth em ‘1984’.

“Gaslight” é alicerçado nas sólidas bases construídas nos capítulos anteriores e, por esse motivo, tem todo o direito de dar algumas deslizadas. Felizmente, isso não acontece – e até mesmo a direção mimética de John J. Gray não esbarra no óbvio e aproveita para resgatar elementos do expressionismo alemão com uma homenagem sutil a ‘Nosferatu’, pouco antes do ato final. E, apesar dos Gardners terem maior tempo de cena que os outros personagens, Karen (Sarah Paulson) e Mickey (Macaulay Culkin) também causam impacto no altercado relacionamento que possuem. Karen, outrora encarada como uma louca mulher sem prospecto de vida, prova ser a mais madura da cidade e, carregada por uma epifania niilista, coloca um fim em seus problemas em um poético e comovente adeus.

American Horror Story: Double Feature’ perpetua a esplendorosa história que começou algumas semanas atrás e, cometendo pontuais deslizes, explora seu potencial ilimitado e aproveita um fresco panorama para viciar o público com uma narcótica e inspiradora tragédia.

‘Clark’: Bill Skarsgård vive Clark Olofsson no novo drama sueco da Netflix; Assista ao teaser!

A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de seu novo drama biográfico sueco, intitulado ‘Clark’ e centrado no famoso gângster sueco Clark Olofsson.

A série ainda não tem data de estreia confirmada.

Confira:

Bill Skarsgård será o personagem titular.

A minissérie é composta por seis episódios e baseada na autobiografia de Olofsson, ‘Vafan var det som hände’. Comumente referido como uma “celebridade”, o criminoso começou sua carreira ainda em 1960 e tornou-se uma das personalidades mais controversas da história sueca contemporânea. Com o passar dos anos, Clark também foi responsável pela ascensão do conceito Síndrome de Estocolmo, conseguindo escapar de prisões e cometendo roubos por toda a Europa.

Jonas Åkerlund entra como diretor.

Agnes Lindström Bolmgren, Wilson GonzalezAdam LundgrenAlicia AgnesonMalin LevanonVilhelm BlomgrenHanna BjörnGediminas Vilaniskis e Vikte Simukauskiene completam o elenco.

Skarsgård ganhou notoriedade por interpretar o palhaço demoníaco Pennywise nas duas partes do remake ‘It – A Coisa’. Seus outros trabalhos no cinema incluem ‘Atômica’Vilões e a Saga Divergente.

Åkerlund, por sua vez, é um aclamado diretor de videoclipes e já colaborou com inúmeras lendas da música, incluindo Lady Gaga (“Telephone”, “Paparazzi”, “John Wayne”), Madonna (“God Control”, “Music”, “Ghosttown”) e o grupo Roxette (“Fingertips’ 93”, “Run to You”, “One Wish”).

Dia do Orgulho LGBTQIA+ | ‘Carol’ é um dos filmes queer mais essenciais do século

Há poucas histórias de amor que, quando adaptadas para o cinema, não se tornam melodramáticas ou clichês. Felizmente, esse não é o caso de Carol, longa-metragem do diretor Todd Haynes.

Baseado no livro O Preço do Sal’, de Patricia Highsmith, a história gira em torno de duas personagens principais: Carol Aird, interpretada com sutileza e perfeição por Cate Blanchett, e Therese “Terry” Belivet, vivida com exímia cautela por Rooney Mara.

Therese trabalha numa loja de departamentos em Nova York, na qual sempre realiza as mesmas funções e se porta da mesma maneira. Um cenário claustrofóbico povoado por mães atadas às suas crianças e pacotes e mais pacotes cheios de brinquedos. É possível inclusive sentir a angústia da própria personagem toda vez que as portas se abrem e mais um dia de trabalho se inicia.

Mas tudo muda quando, ao fundo, uma figura que destoa das demais, principalmente pela escolha de cores que compõe seu figurino: é Carol. Therese se interessa imediatamente por ela. E nós nos interessamos pela provável história das duas – ainda mais pelo fato do filme se iniciar com uma dúbia cena de jantar entre elas, com falas soltas e uma atmosfera tensa.

As protagonistas se conhecem num estilo aparentemente clichê: Carol se aproxima da funcionária para comprar uma boneca, mas ela a convence a comprar um trenzinho para a filha – algo um pouco chocante para a época em que a história se passa (1952). E assim que todos os detalhes estão resolvidos, nos deparamos com o fantasioso incidente incitante à la Cinderela: a freguesa deixa seu par de luvas bem à frente de Therese. E nesse momento sabemos que a história acabou de começar.

A princípio, notamos a clara diferença entre as protagonistas, a qual, de algum modo – e devido à ótima química entre Blanchett e Mara – as completa. Enquanto esta usa roupas com tons mais escuros e menos chamativas, aquela opta pelo vermelho-berrante e por casacos e echarpes bufantes que realçam sua beleza. Uma diferença óbvia, mas que, com o passar do tempo, dá um toque especial na relação que constroem.

Assim que o segundo encontro das duas acontece, sentimos que talvez Carol tenha se precipitado. Apesar dos magníficos diálogos serem dinâmicos e profundos, Terry ainda se porta como uma boneca de porcelana prestes a se quebrar. Podemos quase perceber que a confiança da personagem de Blanchett assusta sua companheira, deixando-a até um pouco confusa.

Mas com o passar do tempo, a relação das duas vai se tornando mais forte. Os encontros se tornam mais frequentes e passamos a conhecer suas backstories. Terry tem uma paixão secreta por fotografia, a qual pratica às escuras por não ter os aparatos necessários para se especializar, visto que se sente pressionada pelo namorado Richard (Jake Lacy) a se casar com ele e viajar para a França. Enquanto isso, Carol tenta equilibrar suas emoções enquanto enfrenta o divórcio não-consensual com Harge Aird (Kyle Chandler) e tenta fazer o máximo para conseguir a custódia da filha.

O mais incrível é a multiplicidade de referências que encontramos no longa. Caroltorna-se incrível por conseguir refletir o cotidiano das personagens em suas relações, ao mesmo tempo que cria uma realidade paralela em plena década de 1950 em que o amor lésbico não possui obstáculos. E do mesmo jeito que vemos em Thelma e Louise’, Carol e Terry deixam tudo para trás e entram numa viagem Oeste adentro, consumando sua relação amorosa.

O clímax principal vem de forma abrupta. Quando pensamos que o clichê mais famoso de todos – o “felizes para sempre” – finalmente chegou para nosso casal, Carol descobre que seu ex-marido pode não ter entendido muito bem o conceito de divórcio e manda um espião coletar evidências da relação homossexual que mantém com Terry a fim de provar que não é mentalmente capaz de cuidar da filha.

É aí que vemos a genialidade do filme. Enquanto pensávamos estar assistindo à construção de uma relação entre elementos opostos, vemos, no momento da virada que marca o fim do segundo ato, que os papéis se inverteram. Carol, a mais madura e “superior” mostra o seu interior frágil e desamparado, enquanto Terry passa a segurar as pontas.

Mas obviamente a saga não poderia terminar por aí. Temos a presença de um quinto elemento na trama que serve como um guia. Interpretada pela fantástica Sarah Paulson, a qual não precisa de muitas falas para mostrar a importância de seu papel durante o longa, temos a amiga de infância de Carol, Abby Gerhard. Através de cenas meticulosamente arquitetadas, serve como a guia de ambas as personagens. Possui uma história passada com Carol, a qual não terminou bem, e ampara Terry quando sua amiga a abandona.

O melodrama escolhido por Haynes configura-se como uma épica história de amor que não força os limites do clichê, mas sim que mostra de forma comovente a história de duas mulheres que tiveram de lutar para ficarem juntas numa sociedade que não aceitava relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo.

E, conforme nos aproximamos do final, toda a jornada de Carol e Terry se junta à primeira cena, onde tudo o que pensávamos estava errado. Onde tínhamos certeza de que a “boneca de porcelana” estava prestes a rachar ao meio e a equilibrada “deusa” mantinha total controle, na verdade estávamos olhando para o contrário.

Caroltornou-se um dos filmes mais promissores de 2015. Sua sutileza e a forma como arranja música e atuações mostra a simplicidade do diretor em transformar uma história a priori polêmica – o livro foi recusado por diversas editoras na época em que foi escrito – em algo tocante. A pureza das atuações e a química de todos os personagens não faz nada além de contribuir para a construção dessa maravilhosa obra de arte.

‘Avatar: O Caminho da Água’ ganha INCRÍVEIS cartazes individuais; Confira!

Disney divulgou novos cartaz individuais belíssimos da aguardada sequência Avatar: O Caminho da Água.

Confira:

Recentemente, projeções indicaram que o longa de James Cameron deve arrecadar em torno de US$ 150-175 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA. Há analistas que até preveem uma estreia superar a US$ 200 milhões no país.

Para termos de comparação, uma estreia de US$ 150 milhões estaria 95% acima do lançamento do filme original, que estreou com US$ 77 milhões nos EUA, em 2009.

O site Deadline afirma que ‘Avatar 2‘ deve se beneficiar da falta de concorrência – após a Warner Bros. ter adiado ‘Shazam 2‘ para evitar bater de frente com os Na’vi – e do movimentado período de final do ano – sempre muito rentável para a indústria cinematográfica.

Além disso, a produção garantiu uma estreia simultânea na China, onde o primeiro filme arrecadou impressionantes US$ 260 milhões (impulsionado pelo 3D e IMAX).

Lembrando que Avatar: O Caminho da Água‘ chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Confira o trailer:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Miley Cyrus foi SUBSTITUÍDA como Mainframe no terceiro filme

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ marca o encerramento da adorada trilogia de James Gunn para a Marvel Studios – e, enquanto boa parte do elenco retornou para a produção, uma das atrizes foi substituída no terceiro longa-metragem.

De acordo com um novo comunicado emitido pela própria Disney (via Comic Book Movie), foi confirmado que a Marvel escalou a dubladora Tara Strong como a nova voz de Mainframe, sistema operativo que integra o grupo conhecido como Saqueadores. Este é o segundo papel da atriz no MCU, depois de seu trabalho como Miss Minutes na série ‘Loki’.

Strong substituiu a indicada ao Grammy Miley Cyrus, dubladora original da personagem em Guardiões da Galáxia 2’.

O que você achou da mudança?

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Crítica | Sophie Charlotte se entrega de corpo e alma à cinebiografia ‘Meu Nome é Gal’

Gal Gosta é, inegavelmente, uma das maiores artistas da história do Brasil – e, sem sombra de dúvida, uma das grandes vozes da indústria fonográfica mundial. Ao longo de sua carreira, ela levou para casa nada menos que cinco prêmios do Grammy Latino, além de ter contribuído de forma bastante ativa para a popularização do movimento contracultural conhecido como Tropicália, cuja revolução estética, sonora e comportamental ajudou a combater a mancha social deixada pela Ditadura Militar entre os anos 1960 e 1980. Através de uma voz que seria relembrada por eras, Gal eternizou canções como “Baby” e “Divino, Maravilhoso” – e agora, pouco mais de um ano depois de seu falecimento, ela é homenageada mais uma vez com a cinebiografia Meu Nome É Gal.

O projeto é comandado por Dandara Ferreira e Lô Politi, que já trabalharam juntas para exaltar a carreira da artista com a série documental ‘O Nome Dela É Gal’, que estreou em 2017. Aqui, a dupla une forças para dramatizar a vida e a carreira de Gal em um recorte ambientado nos anos mais difíceis da Ditadura, em que a música e as outras facetas da arte culminavam em um hino de luta e de liberdade frente a uma constante represália que podava e punia a própria expressão. Não é surpresa que o começo do longa nos premedite ao lançamento do álbum ao vivo ‘Fa-Tal: Gal a Todo Vapor’, uma das incursões mais importantes do cenário nacional e que serviu como resposta ao exílio de seus amigos e colegas – além de mostrar uma renovação de repertório magnífica que a acompanharia até sua morte.

Considerando o supracitado recorte temporal, era óbvio que Ferreira e Politi abririam espaço para uma espécie de “narrativa de origem”, mostrando a saída de Gal da Bahia, sua chegada ao Rio de Janeiro e o início de uma carreira que passaria por altos e baixos em virtude do explosivo momento em que ela, Caetano Veloso, Rita Lee, Gilberto Gil e tantos outros viviam. O problema é que, apesar das ótimas intenções (que incluíram a representação de Gal a uma nova geração que, provavelmente, não a conhece, e a celebração do corpo artístico como uma poderosa arma de combate), a obra parece não acreditar em si mesma e aposta em uma fragmentação cronológicas quase cubista que não mostra nada além do que conhecíamos sobre Costa e sua música. Aliás, é frustrante ver como ela é colocada em segundo plano em prol de uma universalização temática que insurge como obstáculo para criar laços sólidos com o enredo e com o elenco.

Na trama, Sophie Charlotte entrega uma das melhores performances de sua carreira ao encarnar a personagem titular, demonstrando ter respeito à sua importância e reiterando seu conhecimento sobre as várias camadas de sua vida. Aliás, é notável como a atriz se transmuta na performer e consegue navegar por minúcias de caracterização aplaudíveis – seja no fraseamento dos diálogos, seja nos movimentos corporais que são imediatamente reconhecíveis. E isso não é tudo: temos a presença de Rodrigo Lélis em sua estreia no circuito dos longas-metragens como Veloso, fazendo um sólido trabalho e roubando os holofotes com uma interpretação incrível que reflete as preocupações e as angústias de uma sombria época da nossa história; Dan Ferreira, interpretando Gil, e Camila Márdila, entregando-se de corpo e alma a mais uma ótima atuação como Dedé Gadelha, também fazendo um trabalho digno de aplausos; mas é Luis Lobianco quem comanda as cenas de que participa ao viver Guilherme Araújo, empresário dos membros da Tropicália que não tem o devido crédito e que merece nosso reconhecimento.

Apesar do espetacular elenco, é necessário falar sobre os deslizes – que, na verdade, ganham expressividade no conjunto geral da obra. A direção é forte e está aliada com elementos imagéticos bem construídos, como a fotografia (que auxilia a construir uma intimidade significativa entre os personagens e ajuda a nos transportar para esse microcosmos setentista) e a direção de arte (cuja paleta de cores alterna entre a urgência artística e a sobriedade cronológica); todavia, não podemos desviar nosso olhar da já mencionada montagem, que não dá o tempo necessário a cada sequência, e ao fato de que vários aspectos da vida de Gal são deixados de lado para culminar em um pot-pourri um tanto quanto superficial.

Os equívocos têm certa força, porém, o resultado é positivo e supera nossas expectativas – ainda mais em comparação com outras iterações do gênero que nos decepcionaram em anos anteriores. Dessa forma, ‘Meu Nome é Gal’ é um projeto com intenções belíssimas e que consegue, em parte, cumprir com o prometido, mesmo se esquecendo de recursos imprescindíveis para garantir que o filme se consagre como uma obra-prima.

‘The Circle’: 6ª temporada do REALITY ganha trailer e data de estreia na Netflix!

A Netflix divulgou o trailer da 6ª temporada do reality show ‘The Circle‘, uma de suas produções mais adoradas pelos assinantes.

Além disso, foi revelado que o próximo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 17 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Michelle Buteau retorna como apresentadora.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

‘Saturday Night’: Filme sobre o PRIMEIRO episódio de ‘Saturday Night Live’ ganha trailer INÉDITO; Confira!

Sony Pictures divulgou o trailer inédito de Saturday Night, biografia tragicômica que reconta os bastidores do primeiro episódio do famoso programa de esquetes Saturday Night Live’.

O longa tem estreia agendada para o dia 11 de outubro nos cinemas norte-americanos.

Confira:

O longa é dirigido por Jason Reitman, que também assina o roteiro ao lado de Gil Kenan.

Às 23h30min do dia 11 de outubro de 1975, uma trupe feroz de jovens comediantes e escritores mudou a televisão – e a cultura – para sempre. Saturday Night é baseado na história real do que aconteceu nos bastidores nos 90 minutos que antecederam a primeira transmissão de Saturday Night Live’. Cheios de humor, caos e da magia de uma revolução que quase não aconteceu, contamos os minutos em tempo real até ouvirmos aquelas famosas palavras…

Gabriel LaBelleRachel SennottCory Michael SmithElla HuntDylan O’BrienEmily FairnMatt WoodLamorne MorrisKim MatulaFinn WolfhardNicholas BraunCooper HoffmanAndrew Barth FeldmanKaia GerberTommy DeweyWillem DafoeMatthew RhysJ.K. Simmons estrelam.

Episódios FINAIS de ‘Cobra Kai’ chegam ao streaming; Saiba onde assistir!

Os últimos episódios de ‘Cobra Kai, série de sucesso no universo deKarate Kid, já estão disponíveis no catálogo da Netflix.

A leva de encerramento da atração foi lançada na plataforma de streaming hoje, 13 de fevereiro.

Relembre o trailer:

Após um resultado chocante no Sekai Taikai, Miyagi-Do e Cobra Kai devem acertar as contas com seus passados ​​enquanto enfrentam um futuro incerto dentro e fora do tatame. Quase 40 anos após os eventos do All Valley Karate Tournament de 1984, tudo resultará nisso.

O elenco conta com Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser, Jacob Bertrand, Peyton List, Dallas Dupree Young, Gianni DeCenzo, Courtney Henggeler, Vanessa Rubio, Alicia Hannah-Kim e Thomas Ian Griffith.

Joe Locke traz atualização PROMISSORA sobre o filme de encerramento de ‘Heartstopper’

A Netflix anunciou recentemente que a aclamada série Heartstopper não terá uma quarta temporada. Em vez disso, a plataforma revelou que a história do adorado casal Nick e Charlie chegará a uma conclusão em um filme.

Agora, em uma recente entrevista à BBC, o astro Joe Locke, que interpreta Charlie, trouxe uma atualização interessante sobre o longa-metragem e prometeu um bom encerramento da atração para os fãs.

“[As filmagens] estão indo muito bem, já terminamos quase dois terços agora, e tudo está indo bem”, ele contou. “Estamos nos divertindo muito rodando [o filme], é um encerramento muito bom para a história”.

O longa ainda não tem data de estreia confirmada.

Segundo o Deadline, o longa-metragem terá a direção de Wash Westmoreland (‘Para Sempre Alice’).

Oseman, a criadora da série de graphic novels que inspirou Heartstopper, retorna como roteirista do filme. A trama se baseará no sexto e último volume dos quadrinhos, ainda inédito.

Vale lembrar que a primeira temporada da série adaptou os volumes 1 e 2, a segunda temporada foi baseada no volume 3, e a terceira temporada cobriu os volumes 4 e 5.

A data de lançamento do Volume 6 ainda não foi divulgada, pois a obra está em processo de escrita. Oseman expressou o desejo de que o livro seja lançado antes da conclusão da série na televisão.

Locke e Connor se juntam à equipe de produtores executivos do filme ao lado de Oseman, Lyn, Patrick Walters, Iain Canning e Emile Sherman, todos produtores das três temporadas anteriores.

“Estou absolutamente radiante por termos a oportunidade de contar o final da história de Heartstopper, declarou Oseman. “Sou imensamente grata a todos que trabalharam arduamente para tornar isso possível e aos incríveis fãs de Heartstopper por sua paciência e paixão. Mal posso esperar para apresentar este final mágico.”

Heartstopper’ está disponível na Netflix

William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell e mais fazem parte do elenco.

Keke Palmer e Jack Whitehall descobrem antigos SEGREDOS no trailer da comédia satírica ‘The ‘Burbs’; Confira!

Peacock divulgou recentemente o primeiro teaser trailer de ‘The ‘Burbs’, nova série satírica estrelada por Keke PalmerJack Whitehall.

A série tem estreia agendada para o dia 8 de fevereiro na plataforma de streaming, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

A série foi criada por Celeste Hughey.

Ambientada nos subúrbios contemporâneos, ‘The ‘Burbs’ acompanha um jovem casal que retorna à casa de infância do marido. O mundo deles vira de cabeça para baixo quando novos vizinhos se mudam para a casa ao lado, trazendo à tona antigos segredos da rua sem saída, e novas ameaças mortais destroem a ilusão de sua pacata vizinhança.

Julia DuffyPaula PellMark ProkschKapil Talwalkar também fazem parte do elenco protagonista.

‘O Deus da Floresta’: Ella Rubin é escalada para a nova série de SUSPENSE da Netflix

Segundo o DeadlineElla Rubin (‘Until Dawn’, ‘Uma Ideia de Você’) foi escalada para o elenco de O Deus da Floresta, adaptação seriada do romance best-seller assinado por Liz Moore.

Rubin integra o elenco ao lado de Maya Hawke (‘Stranger Things’, ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’) e Kerry Condon (‘Os Banshees de Inisherin’), previamente confirmadas..

Moore assume os cargos de co-showrunner, roteirista e produtora executiva ao lado de Liz Hannah (‘The Girl from Plainville’).

A série acompanha o misterioso desaparecimento de uma adolescente, Barbara Van Laar, em um acampamento de verão em 1975, que remete ao desaparecimento não resolvido de seu irmão mais velho, catorze anos antes. A série conta a história da abastada família Van Laar enquanto lutam para manter a união familiar, desenterrando segredos devastadores no processo.

Hawke dará vida a Judy Luptack, uma investigadora inteligente e quietamente determinada que é escalada para desvendar o mistério por trás do desaparecimento de uma jovem garota em um acampamento de verão em Nova York.

Rubin interpretará Louise Donnadieu, uma conselheira da classe trabalhadora no Acampamento Emerson, cuja vida vira de cabeça para baixo quando uma de suas jovens campistas, Barbara, desaparece. Condon interpreta a mãe de Barbara, Alice Van Laar.

Produzida pela Sony Pictures Television, O Deus da Florestaé um drama multigeneracional ambientado nas montanhas Adirondack. À medida que passado e presente colidem, a riqueza e a influência dos Van Laar se desfazem, revelando as consequências danosas do privilégio e do abuso de poder.

Mais detalhes não foram revelados.

Showrunner de ‘Lucifer’ reage ao abaixo-assinado para impedir o fim da série

Mais uma vez os fãs de ‘Lucifer‘ sentiram a esperança acabar quando a Netflix anunciou que a quinta temporada da série seria a última.

Pensando nisso, uma parte do público já está divulgando um abaixo-assinado para a renovação do programa na plataforma de streaming.

Até o momento, a petição já passou das 50.000 assinaturas no Change.org, chamando a atenção da showrunner Ildy Modrovich, que publicou no Twitter seus sentimentos em relação ao pedidos dos fãs.

Desculpe, eu mantive silêncio sobre esse assunto. A verdade é que eu estou devastada. Por mim, eu faria ‘Lucifer‘ para sempre. Mas também sou imensamente grata a vocês e a Netflix por nos darem a chance de continuar nossa história juntos. E eu sei que 5ª temporada será uma carta de amor para os nossos #Lucifans!

Originalmente, ‘Lucifer’ foi criado para uma história em quadrinhos de Neil Gaiman, em ‘Sandman’, e ganhou sua própria versão publicada pela editora Vertigo, em parceria com a DC Comics.

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta também com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

Para evitar contágio do Coronavírus, Octavia Spencer diz que vai trocar apertos de mãos por saudação de Wakanda

A propagação do Coronavírus se tornou uma situação ainda mais preocupante agora que diversos países entraram em estágio de alerta.

Até o momento, mais de 100 mil casos foram confirmados ao redor do mundo, deixando mais de 4.000 vítimas fatais.

Por conta disso, a atriz Octavia Spencer publicou em seu perfil do Instagram que vai trocar os apertos de mãos pela saudação de Wakanda, do filme ‘Pantera Negra‘.

Ainda que a publicação seja uma brincadeira, é uma ação válida para preveni o contágio.

Confira:

“Meu novo apertão de mão será assim nos próximos meses.”

 

Ver esta publicação no Instagram

 

My new handshake for the next few months!

Uma publicação partilhada por Octavia Spencer (@octaviaspencer) a

Lembrando que a atriz vai estrelar a vindoura série ‘A Vida e a História de Madam C.J. Walker, que chega ao catálogo da Netflix em20 de março.

Em seu canal do Youtube, a Netflix divulgou o trailer de ‘A Vida e a História de Madam C.J. Walker, minissérie sobre uma mulher negra que acumulou uma fortuna milionária depois de criar produtos cosméticos para cabelos afro.

A trama se passa no iníco do século 20 e mostra como Walker se tornou a primeira negra na história dos EUA a faturar US$ 01 milhão a partir de um pequeno negócio, sem depender de herança ou benefícios particulares.

Assista ao trailer:

Através de oito de episódios, a trama acompanhará Sarah Breedlove, mais conhecida como Madam C.J. Walker, e sua luta para vencer as barreiras da América na virada do século e fazer história como mãe, empresária, filantropa, e uma mulher negra que se torna heroína para seus filhos.

Dirigida por Kasi Lemmons (Harriet‘) e DeMane Davis, a série é baseada na biografia ‘On Her Own Ground‘, escrita por A’Lelia Bundles, jornalista e tataraneta de Walker.

O roteiro foi escrito por Nicole Jefferson Asher em parceria com Bundles.