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‘The White Lotus’: Ben Kingsley e Max Minghella se juntam ao elenco da 4ª temporada

De acordo com o Deadline, Ben Kingsley (‘Homem de Ferro 3’) e Max Minghella (‘O Conto da Aia’) foram confirmados no elenco da 4ª temporada da aclamada série antológica ‘The White Lotus‘.

Em caráter recorrente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O elenco grandioso ainda contará com Steve Coogan (‘Uma Noite no Museu’), Laura Dern (‘Jurassic Park’), Caleb Jonte Edwards (‘Black Snow’), Alexander Ludwig (‘Vikings’), AJ Michalka (‘The Goldbergs’), Sandra Bernhard (‘Pose’), Chris Messina (‘Objetos Cortantes’), Corentin Fila (‘Quando se Tem 17 Anos’), Nadia Tereszkiewicz (‘Jovens Amantes’), Marissa Long (‘Harrison Bergeron’), Vincent Cassel (‘Cisne Negro’), Heather Graham (‘Eles Vão Te Matar’), Rosie Perez (‘The Flight Attendant’), Ben Schnetzer (‘Madison’), Tobias Santelmann (‘Os Casos de Harry Hole’), Pekka Strang (‘Memórias de um Verão’), Frida Gustavsson (‘Vikings: Valhalla’) e Laura Smet (‘The Bridesmaid’).

Vale lembrar que a Helena Bonham Carter (‘The Crown’) deixou o elenco da produção, e foi substituída por Laura Dern (‘Jurassic Park’).

“Durante as gravações da quarta temporada deThe White Lotus, ficou claro que a personagem criada por Mike White para a atriz Helena Bonham Carter não se encaixou na narrativa. O papel será reformulado, reescrito e reescalado nas próximas semanas. A HBO, os produtores e o Mike White estão tristes por não terem mais a oportunidade de trabalhar com a atriz, mas esperam colaborar novamente com ela no futuro”, declarou um porta-voz do canal.

A quarta temporada será ambientada na França, e terá o hotel Château de La Messardière, em Saint-Tropez, como locação principal.

White retorna como produtor e showrunner.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

Atriz de ‘Glee’ muda de nome após se assumir transgênero

A atriz e cantora de ‘Glee’, Charice Pempengco, agora atende pelo nome Jake Zyrus após ter revelado à apresentadora Oprah Winfrey que sua “alma é de fato masculina”.

O ator de 25 anos começou a fazer sucesso em 2007 no Youtube e sua popularidade cresceu ainda mais quando foi convidado por Ryan Murphy a participar de alguns episódios da série musical ‘Glee’.

Segunda-feira, 19, Jake compartilhou no Twitter a experiência de ser atendido pelo novo nome:


“Meu primeiro tweet como Jake. Maravilhado. Vi todos os comentários amorosos e estou tão feliz. Eu amo cada um de você e nos vemos em breve”.

Saturday Night Live: Tina Fey e Amy Schumer apresentarão os dois últimos episódios da temporada

A temporada 43 de Saturday Night Live vai encerrar seu ciclo com chave de ouro, trazendo as comediantes Amy Schumer e Tina Fey como as apresentadoras dos dois últimos episódios.

O anúncio foi feito através da Twitter oficial do programa, que ainda revelou as atrações musicais. No dia 12 de maio, Kacey Mussgraves fará a performance. Já no episódio do dia 19, encerrado com a ex-participante do SNL, Tina Fey, Nicki Minaj será a artista convidada.

Confira:

POLÊMICA! ‘Capitã Marvel’: Fãs negativam filme no RT e detonam Brie Larson

Polêmicas envolvendo fãs e o cinema não se restringem apenas ao Brasil. O filme solo de ‘Capitã Marvelestá enfrentando uma forte reação negativa, por parte de vários usuários do Rotten Tomatoes.

Semelhante ao que muitos brasileiros fizeram com ‘Marighella‘ no IMDB, muitos foram ao agregador de avaliações e – mesmo antes da estreia do longa – negativaram o filme, fazendo duras críticas à própria Brie Larson.

Entre as reações, fãs acusam a atriz de ser racista, sugerindo ainda que ela teria dito que “homens não precisam comparecer aos cinemas”. Outros a criticam por ser feminista, alegando que sua postura amplamente conhecida impactaria no norte das produções da Marvel, comprometendo a qualidade de seus filmes.

Outros usuários ainda criticaram a atriz, afirmando que ela seri “anti homens brancos”, afirmação que a própria protagonista chegou a refutar posteriormente.

As primeiras reações a Capitã Marvel’ devem sair nesta terça-feira, 19 de fevereiro.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘O Mandaloriano’: Nave do protagonista ganha versão em LEGO

A série original do Disney+, ‘O Mandaloriano‘, ganhou uma um set de LEGO. Dessa vez, o conjunto traz a nave do personagem homônimo e alguns acessórios adicionais.

O brinquedo já está à venda na loja da Amazon, pot US$ 129.

Confira:

Lembrando que ‘O Mandaloriano’ já está em exibição na Disney+.

Confira o trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Crítica | On The Count of Three: Christopher Abbott e Tiffany Haddish em incrível dramédia sobre suicídio

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

Uma subversiva anedota sobre lealdade e amizade entre dois amigos, On The Count of Three não é o tipo de comédia dramática que se espera. Flertando muito mais com o drama do que com o humor, a produção é um misto dos sentimentos de seus próprios protagonistas e tem seu roteiro construído exatamente a partir das oscilações emocionais e conflitantes de cada um deles, vividos brilhantemente aqui por Jerrod Carmichael e Christopher Abbott.

Com Carmichael ainda fazendo a sua estreia na direção, o aclamado comediante cruza as barreiras mais inusitadas e traz temáticas complexas e delicadas como o racismo, a depressão e a ideação suicida para o centro da trama. A partir de um roteiro que sabe equilibrar assuntos tão díspares com um humor ácido e às vezes amargo, o diretor cerca a audiência com uma profundidade que não vai deixá-la se esquecer do filme tão cedo assim.

Trazendo um roteiro assinado por Ari Katcher e Ryan Welch, a produção acompanha dois melhores amigos que decidem fazer um pacto de se suicidarem juntos, após viverem vidas repletas de frustrações e traumas. Mas antes que o fatídico fim encerre os seus respectivos sofrimentos, eles terão um único dia de acertos de contas, onde o passado e as circunstâncias mal resolvidas voltarão à tona pelo que promete ser a última vez.

Angustiante e avassalador, On the Count of Three é capaz de nos absorver para a tela, nos tomando por inteiro e sufocando a nossa respiração com precisão. Nos levando às extremidades emocionais dos protagonistas da forma mais sinestésica possível, a dramédia é capaz de ser simultaneamente intensa, levemente cômica e profundamente drástica para a audiência e a faz comprar as motivações de seus personagens com facilidade.

Promovendo uma viagem quase catártica, Carmichael e Abbott desaparecem em seus papéis e revelam uma apaixonante dinâmica relacional que só fortalece o teor da trama. Com atuações surpreendentes, eles rapidamente se tornam a essência deste longa, que às vezes parece fazer um meticuloso estudo psicológico sobre o suicídio e doenças emocionais. E aqui, Abbott ainda é capaz de roubar a cena nos momentos mais emblemáticos da produção, mostrando a versatilidade e riqueza de sua atuação – como um ator que tem tudo para conquistar as premiações no futuro.

Com uma direção madura e consistente, que explora as sombras – sempre destacando a expressividade de seus protagonistas -, On The Count of Three mantém seu pico de intensidade do começo ao fim. Entregando um desfecho que poderosamente contradiz o seu intencional e caótico início, a produção faz dos seus polêmicos temas um debate surpreendente e inesperado sobre a esperança de um novo começo, mesmo em meio ao caos de uma alma sofrida e exausta.

Crítica Netflix | De Volta ao Baile: Comédia teen com Rebel Wilson abusa das piadas apelativas, mas diverte por sua nostalgia

Se apropriando da mais pura nostalgia dos anos 90 e 2000, De Volta ao Baile é o tipo de prazer culposo que tem as digitais da Netflix impressas em toda sua extensão. Dos clichês exagerados ao excesso de piadas apelativas, a comédia dirigida por Alex Hardcastle é uma jornada colorida sobre amadurecimento, que replica todo tipo de reflexão barata que alguma vez já vimos em outras produções do gênero.

Como uma colcha de retalhos formada de fragmentos de outros filmes, o longa não reinventa o gênero de comédias teens e nem quer. Despretensioso e com um roteiro bem simplista, Depois do Baile funciona como uma clássica Sessão da Tarde que nada exige do seu público – a não ser duas horas de ânimo, necessárias para conferir as inúmeras reprises de estereótipos que tanto já vimos em filmes como Ela é Demais, Nunca fui Beijada, Sexta-feira Muito Louca, entre outros.

E ainda que Rebel Wilson force um humor caricato demais com piadas apelativas desnecessárias, ela acerta na maior parte do tempo, principalmente por se apresentar como um contraste da nova geração – reprimida por tantas militâncias que muitas vezes são mais enfadonhas do que de fato positivas. E ao construir toda a trama em cima de um moodboard do Pinterest de referências POP, os roteiristas Brandon Scott Jones, Andrew Knauer e Arthur Pielli apelam para o fator saudosista da audiência que já chegou na casa dos 30, em uma manobra que ainda que não seja nova, sempre funciona muito bem.

As referências das décadas de 90 e 2000 ainda fazem com que De Volta ao Baile se torne uma espiral prazerosa, afetando diretamente a sua estética, o design de produção e, obviamente, o design de figurino. Trazendo de volta uma série de tendências perigosíssimas que marcaram a época (que Deus não permita que as camadas de blusa e a calça baixa voltem à moda!), Hardcastle e seu time de roteiristas brincam com as nossas memórias e nos conquistam mais pelo apelo ao passado, do que por sua qualidade fílmica. E honestamente? De Volta ao Baile é sobre isso. E tá tudo bem.

Com uma trilha sonora deliciosa que rapidamente capta os ouvidos da geração millennial e com frases de efeito bem cafonas que só poderiam ter surgido dos anos 2000, a comédia teen é do tipo que – ainda que seja esquecível – promete duas horas de boas lembranças de uma divertida época que nem os hipsters conseguiriam resgatar em sua totalidade hoje. Um prazer culposo que não ficará gravado na memória, De Volta ao Baile pode até ser um rolê mais para os jovens adultos, mas ainda assim possui um certo carisma para encontrar as gerações mais novas, mesmo que elas percam metade de suas piadas.

5 Suspenses Nacionais Baseados em CRIMES REAIS

O cinema norte-americano sempre trouxe as figuras mais horripilantes da sua história criminal como personagens âncoras de algumas obras. Seja para representar as marcas deixadas na memória social do seu povo, seja para canalizar as dores dessas tragédias em uma projeto catártico. 

Conhecemos, a título de exemplos, a história de Ted Bundy, vivido por Zac Efron, em Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal (2019), assim como Aileen Wuornos, vivida por Charlize Theron, em Monster: Desejo Assassino (2003), além do já clássico Monsieur Verdoux, interpretado por Charlie Chaplin em filme homônimo de 1947. 

Todavia, não são apenas os estadunidenses que fazem filmes baseados nas manchetes de jornais e crimes bárbaros. Se você é curioso para saber sobre as histórias e os detalhes dos processos judiciais dos casos que chocaram o nosso país, prepare-se para a lista a seguir selecionada pelo CinePOP

Com previsão de lançamento para o próximo ano, A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais são exemplos de obras como os listados abaixo. Confira!

Macabro (2020)

Lançado em julho deste ano nos drive-ins brasileiros, o longa de Marcos Prado (Tropa de Elite), apresenta o sargento Teo (Renato Góes) como o encarregado de realizar a prisão dos irmãos Ibraim e Henrique de Oliveira, conhecidos como Irmãos Necrófilos. Os jovens foram responsáveis por oito assassinatos, entre eles de uma criança, e de ter relações sexuais com os cadáveres após os homicídios. 

Recorrente nas páginas do jornal A Voz da Serra, entre 1991 e 1995, os irmãos aterrorizaram a região rural de Janela das Andorinhas, em Nova Friburgo, o que levou a evasão de 70% da população local e a criação de diversos mitos sobre os dois acusados. A maioria das pessoas acreditava que ambos eram possuídos pelo demônio e tinham poderes de atravessar a densa mata da região pulando de copa em copa das árvores. 

O Lobo Atrás da Porta (2014)

Com um talentoso elenco, Fernando Coimbra retomou o já esquecido caso de Neyde Maria Maia Lopes, batizada pelos jornais de 1960 de A Fera da Penha. Na produção, Leandra Leal dá vida à acusada, na pele de Rosa. Ela envolve-se num relacionamento amoroso com Bernardo (Milhem Cortaz), após se conhecerem no trem, na estação Central do Brasil. O romance torna-se trágico a partir da descoberta de Rosa sobre o casamento e a filha de Bernardo. 

Com ciúmes, Rosa aproxima-se da mulher do seu amante (Fabíula Nascimento) e da pequena Clara (Isabelle Ribas), de 4 anos. Ao ganhar a confiança da menina, Rosa a sequestra da escola e a leva para um matadouro. Com repercussão exaustiva na mídia após o corpo da menina ter sido encontrado, no dia 30 de junho de 1960, num Matadouro na Penha, a amante do pai da menina é levada para depor na polícia e depois de 24h confessa o crime. 

A amante matou a menina de 4 anos com um tiro à queima-roupa e depois queimou o cadáver. O fogo assustou os cavalos e os funcionários do local encontraram o corpo carbonizado. Com uma enorme revolta popular, a polícia não conseguiu levar Neyde para a reconstrução do crime por risco de linchamento público. O caso foi encenado no programa Linha Direta Justiça (2003) e também no filme Crime de Amor (1965), com Joana Fomm, além de render diversos livros. 

Última Parada 174 (2008)

Se você tem por volta dos seus 30 anos ou mais, com certeza, lembra-se da transmissão ao vivo do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro, pelo jovem Sandro Barbosa do Nascimento (Michel Gomes). Na obra de Bruno Barreto, a narrativa acompanha Sandro desde o seu desamparo familiar, o qual o leva às ruas, até o caso da Chacina da Candelária, em 1993. Sobrevivente do atentado, responsável por matar oito garotos em situação de rua, ele passa por inúmeras instituições de auxílio a jovens delinquentes. 

Após um assalto, no dia 12 de junho de 2000, Sandro consegue um revólver 38 e entra no ônibus 174 já alterado pelo uso de entorpecentes. A partir da abordagem de um policial militar, avisado por um dos passageiro do porte de arma do rapaz, Sandro faz de refém 11 pessoas dentro do ônibus. 

O caso repercute imediatamente em todas as casas brasileiras por conta da transmissão televisiva. O terror é estabelecido por horas aos olhos de milhões de brasileiros e acaba com a morte da professora Geisa Firmo Gonçalves, grávida de dois meses, com três tiros nas costas, e do próprio Sandro, asfixiado pelos policiais militares envolvidos na lamentável operação. 

Carandiru (2003)

Baseada no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, o obra de Hector Babenco retrata personagens e cotidianos dentro do presídio Carandiru até o dia 2 de outubro de 1992, quando ocorreu a chacina comandada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. O evento causou a morte de morte de 111 detentos. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar uma rebelião no local.

Considerada como desastrosa, a justiça julgou o comandante Ubiratan e 23 policiais pelo homicídio de 102 detentos dos 111 mortos naquele dia, o coronel nunca respondeu pelo crime e foi ainda eleito deputado estadual de São Paulo em 2002. Em 2006, Ubiratan foi assassinado com um tiro no abdômen. No muro do seu prédio foi escrita a frase “aqui se faz, aqui se paga”, em referência ao massacre do Carandiru.

Para representar todas as histórias dentro desta tragédia, o elenco contou com Rodrigo Santoro (Lady Di), Lázaro Ramos (Ezequiel), Wagner Moura (Zico), Milhem Cortaz (Peixeira), o rapper Sabotage (Fuinha) e Luiz Carlos Vasconcelos, como Dr. Drauzio Varella. 

O Bandido da Luz Vermelha (1968)

Considerado clássico do cinema nacional, a obra do então jovem de 22 anos Rogério Sganzerla é baseada livremente no verdadeiro criminoso João Acácio Pereira da Costa, apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha’. A nomenclatura é advinda do recorrente porte de uma peculiar lanterna de bocal vermelho, semelhante ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, o qual tinha o mesmo apelido. 

Narrado de forma jocosa por radialistas, o filme apresenta a infância de abuso do protagonista vivido por Paulo Villaça e seus maneirismos, além de incluir o detetive Cabeção (Luiz Linhares) e a prostituta Janete Jane (Helena Ignez) em seu percurso. Ele sempre assaltava casas luxuosas, entre 2 e 4 da manhã, cortava a energia da propriedade e usava um lenço para cobrir o rosto, além da simbólica lanterna. 

Constantemente manchete do jornal Notícias Populares, o bandido da luz vermelha infernizou a cidade de São Paulo durante cinco anos. Diferente do destino do filme, no qual comete suicídio, o verdadeiro meliante foi preso em 1967 em Curitiba, sob a identidade falsa de Roberto da Silva. 

João Acácio confessou quatro assassinatos e foi julgado por outras sete tentativas de homicídio e 77 assaltos. Passou 30 anos na cadeia e retornou em liberdade à sua cidade natal em Joinville, onde foi morto a tiro numa briga de bar em 1998. O criminoso tornou-se célebre por vestir-se de maneira extravagante, com perucas e cores fortes, e usar todo o dinheiro dos roubos com prostitutas e boates. 

Bônus:

O Caso dos Irmãos Naves (1967)

Aqui o crime é cometido pela justiça e polícia brasileira, sob o regime autoritário de Getúlio Vargas em 1937. Apesar de esquecido na nossa memória social, o filme de Luís Sérgio Person denuncia a tortura e as barbaridades cometidas pelos militares com os irmãos Joaquim (Raul Cortez) e Sebastião Naves (Juca de Oliveira) para confessar um crime, o qual eles não cometeram. 

Os irmãos eram comerciantes de cereais na cidade de Araquari, no interior de Minas Gerais. Após o sumiço do primo e sócio Benedito com o pagamento de 90 contos de réis, algo em torno de 270 mil reais, eles foram dar queixa na delegacia. O delegado local, no entanto, foi substituído pelo tenente militar Chico Vieira, o qual acusou os irmãos de inventar a história, matar o primo para ficar com a parte dele e ocultar o cadáver. 

Por meses, o tenente e seus soldados submeteram os irmãos a diversas torturas para que confessassem o crime e o esconderijo do dinheiro. Um dos métodos era amarrar os corpos dos irmãos em árvores e untá-los com mel para serem atacados por abelhas e formigas. Outra estratégia do militar foi prender a mãe, as esposas e os filhos de ambos, os quais também foram torturados psicologicamente e sexualmente. 

Após 15 anos, cumprida a pena de oito anos e a morte de Joaquim, Sebastião reencontra Benedito vivo e busca provar sua inocência perante a sociedade, com a ajuda do advogado João Alamy Filho, o qual escreveu o livro homônimo (1960) sobre os acontecimentos dos seus clientes. O caso foi apresentado no programa Linha Direta Justiça (2003) e na série de reportagens Os Olhos Que Condenam no Brasil (2019), da TV Cultura.

‘Pantera Negra’: Nova arte conceitual revela uniforme inédito do vilão Killmonger

Em seu twitter, o artista Ryan Meinerding revelou como seria o uniforme do vilão Killmonger (Michael B. Jordan), comentando que a intenção era ressaltar as cicatrizes do personagem, porém essa versão acabou não indo para os cinemas. Confira:

Segundo o Box Office Mojo, em apenas quatro dias o filme solo do herói conseguiu ser a maior bilheteria em uma segunda-feira de todos os tempos, arrecadando US$ 40,2 milhões. Com isso, o filme chegou a um total de US$ 242 milhões em 4 dias.

Esse total dentro deste período supera ‘Os Vingadores’ (US$ 226,3 milhões), ‘Jurassic World’ (US$ 234 milhões) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 241,6 milhões).

Pantera Negra‘ soma US$ 404 milhões mundialmente e também bateu mais um recorde e se tornou o filme mais bem avaliado do Universo Cinematográfico da Marvel no Rotten Tomatoes. Com 98% de críticas positivas, o filme tirou o primeiro lugar de ‘Homem de Ferro‘, que tem 94% de avaliações positivas.

Com mais de 200 avaliações computadas, não parece que a classificação de’Pantera Negra‘ cairá drasticamente nas próximas semanas, já que a classificação de’ Homem de Ferro‘ foi criada com 250 críticas.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘Alita: Anjo de Combate’: Ficção científica de Robert Rodriguez ganha trailer incrível

Alita: Anjo de Combate, nova superprodução de ficção científica dirigida por Robert Rodriguezganhou um novo trailer repleto de ação. Assista:

A produção teve sua data de estreia adiada pela Fox. Antes prevista para 20 de julho de 2018, e agora está marcado para 21 de dezembro do mesmo ano.

O longa produzido por James Cameron passa agora a disputar bilheteria com outros dois blockbusters: ‘Aquaman’ e ‘Bumblebee’, que estreiam no mesmo dia.

O filme ainda não possui data de estreia no Brasil.

Enquanto isso, assista um vídeo dos bastidores:

O filme tem roteiro e produção de James Cameron. No elenco, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez, Jackie Earle Haley e Rosa Salazar como Alita. A estreia ocorre no dia 20 de julho de 2018 nos EUA.

Baseado no mangá Battle Angel Alita, conta a história da personagem-título, que vivem em um mundo cyberpunk ambientada no século 26. Na trama, o caçador de recompensas Daisuke Ido encontra uma ciborgue avariada e resolve tratá-la como filha, dando-lhe o nome de Alita. Inspirada no pai adotivo, a menina eletrônica decide, então, seguir seus passos e tornar-se também uma caçadora.

Avante Eleitores! | Vingadores usam o Twitter para incentivar brasileiros a votarem

E houve uma tarde como nenhuma outra em que os heróis mais poderosos da Terra se uniram por um motivo comum…

Quem entrou no Twitter na tarde desta sexta-feira (28) provavelmente foi surpreendido por alguns dos atores mais famosos de Hollywood enviando mensagens em português e interagindo com celebridades brasileiras por meio da hashtag #NemTodoHeróiUsaCapa. A primeira mensagem, assim como nos cinemas, foi de Samuel L. Jackson respondendo a um Tweet do ator e humorista Fábio Porchat. Na mensagem, o Nick Fury pede para que os eleitores brasileiros comentem sobre o motivo pelo qual vão às urnas neste domingo (30) depositar seus votos para presidente e governador, nas cidades em que haverá segundo turno. Ele aproveitou para convocar alguns dos Vingadores mais famosos para se juntarem a ele na campanha, como o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), o Hulk (Mark Ruffalo), o Thor (Chris Hemsworth), o Máquina de Combate (Don Cheadle) e o Wong (Benedict Wong).

 

Os Vingadores compraram a ideia e passaram a responder ou retweetar mensagens de celebridades nacionais ou perfis de fãs. Essa ação rendeu momentos bem divertidos, como essa interação de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro, com o apresentador Luciano Huck.

Vale lembrar que um dos quadros mais famosos do antigo programa do apresentador era justamente o Lata Velha, em que ele reformava carros de forma duvidosa em troca de uma apresentação incomum do dono do automóvel. Essa interação, inclusive, remonta a um dos momentos mais aleatórios e divertidos do Caldeirão dos últimos tempos. Como esquecer da vez em que o Luciano se vestiu de Homem de Ferro parar surpreender um garotinho, que reagiu com a pureza da resposta das crianças?

Outro vingador que interagiu bastante, principalmente com os fãs anônimos, foi o Mark Ruffalo, que não chega a surpreender, já que ele se manifesta a favor da democracia no Brasil desde antes do início oficial das eleições, se opondo a diversas falas e ações do atual presidente, Jair Bolsonaro, no tocante a situação ambiental da Amazônia. No primeiro turno, inclusive, Mark tentou puxar uma campanha de incentivo ao voto, que contou com a adesão do eterno Luke Skywalker, Mark Hamill.

E apesar de já ter se manifestado anteriormente contrário ao atual presidente, Mark fez questão de ressaltar que a hashtag #NemTodoHeróiUsaCapa tem como principal objetivo reduzir o número de abstenções. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o primeiro turno das eleições 2022 bateu o maior número de abstenções da democracia brasileira desde 1998. Foram mais de 31 milhões de abstenções registradas, totalizando mais de 20% dos votos.

E a regra é clara: se o Hulk participa, o Thor não fica para trás. E cá entre nós, se te dissessem no início do ano que você veria o Deus do Trovão convocando a Juliette para uma missão no Twitter, você acreditaria? Pois é, parece um suco de aleatoriedade, mas rolou mesmo. Chris Hemsworth utilizou seu perfil para chamar a ex-BBB Juliette, fenômeno das redes durante a pandemia, para integrar o time contra as abstenções. Afinal, desumano mesmo é não exercer seu direito ao voto.

Ele também aproveitou sua influência para relembrar aos brasileiros de avaliarem questões importantes na hora de escolher seu candidato, como por exemplo, a questão da Amazônia, que vem sofrendo com o descaso do governo e batendo recordes seguidos de queimadas e desmatamento. Vale lembrar que a questão da Amazônia é muito debatida internacionalmente, dada a fundamental importância da preservação da floresta para o clima mundial.

 

E tal qual a Fase Quatro do Universo Cinematográfico Marvel, nosso topa todas, Wong (Benedict Wong), marcou presença no rolé. Ele comentou que não devemos votar em partidos ou em figuras públicas, mas sim em suas propostas para ajudar o povo, como o combate à fome. Lembrando que, em julho de 2022, a imagem de brasileiros fazendo fila para pegarem doações de ossos para comer rodou o mundo. Atualmente, mais de 33 milhões de brasileiros se encontram em situação de insegurança alimentar. Ou, num português mais claro: estão passando fome.

O ‘Capitão Planeta’/ Máquina de Combate, Don Cheadle, que fez uma campanha gigantesca nas últimas eleições norte-americanas para que seus compatriotas fossem votar, também fez sua parte, respondendo à mensagem sobre votar contra o preconceito e a xenofobia. Após o resultado do primeiro turno, com o resultado das urnas na região nordeste do país, milhares de brasileiros sofreram xenofobia dos fãs de políticos, que não souberam respeitar a escolha de voto alheia e despejaram um caminhão de preconceito nas redes sociais disfarçado de revolta política.

https://twitter.com/DonCheadle/status/1586084878239555584?s=20&t=58xns20aoeckvEk6hopHXA

Os fãs sentiram falta de dois Vingadores, a Viúva Negra e o Capitão América. No entanto, a Scarlett Johansson não tem conta no Twitter, enquanto Chris Evans até tem conta, mas tem pavor de redes sociais, então é pouquíssimo ativo nelas. O pobre coitado, inclusive, em uma das poucas vezes que entrou nas redes para interagir, acabou vazando um nude sem querer, o que fez com que ele se afastasse novamente por um tempo. Mas pode ser que ele adira à campanha mais tarde. Até as 18h, hora de publicação desta matéria, ele não havia se manifestado.

Dos candidatos à eleição presidencial que disputam a vaga máxima da política brasileira neste domingo, o ex-presidente Lula aderiu à campanha e respondeu ao Tweet de Robert Downey Jr., marcando seus companheiros políticos para usarem a hashtag.

Já o atual presidente, Jair Bolsonaro, não se pronunciou nas redes acerca desse manifesto “super-heróico” pela democracia e o direito ao voto.

Apesar da grande adesão, nenhum político, celebridade ou empresa assumiu sua autoria. No entanto, ela vem movimentando as redes com muito vigor.

As eleições acontecem neste domingo (30) em todo o Brasil. Votem.

Crítica | Fogo Ardente – Novela Mexicana da Netflix vira SENSAÇÃO por trazer bombeiros gostosos

Se você assina a Netflix já deve ter observado nos últimos dias que uma determinada produção apareceu de repente e, do nada, pulou para as primeiras posições na lista do Top 10 da plataforma. Desde sua estreia, ela tem se mantido forte ali, sem arredar o pé dentre as mais vistas na gigante do streaming. Também, pudera! Trata-se nada menos do que ‘Fogo Ardente’, nova novela mexicana que chegou à plataforma e vem ajudando a apagar o fogo dos assinantes, digamos assim.

Poncho (Iván Amozurrutia) e Daniel Quiroga (Mauricio Hénao) são irmãos. Enquanto um é festeiro e só quer saber de mulheres, o outro é responsável e trabalha como jornalista investigativo. Certo dia, porém, Daniel desaparece, e, em seguida, é encontrado morto. Poncho fica desnorteado, sem saber quem poderia querer matar seu irmão. Na busca por respostas, ele começa a puxar o fio da investigação levantada por Daniel, e, aos poucos, começa a descobrir verdades não só do passado dos dois mas também fatos sombrios que envolvem um dos mais prestigiados quartéis de bombeiro do país. Então, para descobrir a verdade por trás do assassinato do irmão, Poncho decide deixar seu trabalho como dançarino de boate um pouco de lado e se alistar no agrupamento, mesmo que isso signifique enfrentar seus maiores medos.

Com 39 episódios no total, ‘Fogo Ardente’ não é nem uma série (com várias temporadas), nem uma minissérie (história episódica limitada), mas sim uma novela, com mais capítulos que uma minissérie mas com apenas uma temporada, encerrando sua história ao final. Porém, não é como as novelas brasileiras de TV aberta, que demoram meses no ar; de igual maneira, ‘Fogo Ardente’ também não é como as novelas mexicanas clássicas que tanto fizeram sucesso no Brasil nos anos 1990, recheadas de dramalhão e atuações caricatas: a produção atual se inspira nas antecessoras, mas seu resultado final é melhor.

Já de início o público é fisgado pela sequência de abertura no primeiro episódio, em que diversos bombeiros molhados, suados e bezuntados estão posando seminus segurando suas mangueiras… para fotos de um calendário. As partes mais calientes do roteiro de Valentina Pollarolo e Jean Pierre Fica nos remete aos romances hot de banca de jornal, com cenas de homens bonitos proferindo diálogos cafonas o suficiente para nos fazer corar, ou realizando ações que mais parecem a realização dos nossos sonhos mais secretos. (In)felizmente, há história também em ‘Fogo Ardente’.

Tirada a parte hot, a história criada por José Ignacio Valenzuela se alterna entre o drama, o suspense e o romance ora investindo mais em um gênero, ora em outro, mas cozinhando o espectador na temperatura certa para seguir adiante nos episódios. Vale observar que a escolha do elenco do corpo de bombeiros parece ter sido bem a dedo mesmo, pois não apenas só há homens bonitos ali, como também as mulheres (Esmeralda Pimentel), e todos ficam sempre bem enquadrados, com a iluminação e as cores lhes favorecendo em cena. Todo mundo é tão esteticamente perfeito, que parecem maquiados de photoshop.

Numa pegada ‘Toy Boy’ encontra romance de banca de jornal proibido, ‘Fogo Ardente’ é uma novela de prazer culposo mesmo, sem nada explícito, feita para agradar o público que gosta desse tipo de produção e anda saudoso de filmes ou séries do gênero. Ideal para ver nos dias mais frios do ano, porque, afinal, é de fazer arder o fogo sem fazer queimar.

Crítica | La Casa de Papel 4: Série retorna com boas cenas de ação e reviravoltas, mas sofre pela falta de conclusão

Série espanhola que virou fenômeno na Netflix, La Casa de Papel acaba de retornar para sua quarta temporada. Lançada em 2017, a série focou num mirabolante plano de assalto à Casa da Moeda da Espanha em suas duas primeiras temporadas (ou partes, como chama a gigante do streaming). O terceiro ano começa com a captura de um dos criminosos, e com o grupo se reunindo para um novo golpe, com a intenção de resgatar o companheiro. Eis então que a turma decide assaltar a Reserva Nacional do Banco da Espanha, com mais um plano do astuto Professor (Álvaro Morte).

A quarta temporada começa exatamente onde acabou a anterior. O Professor acredita que Lisboa (Itziar Ituño) havia sido assassinada pela polícia, enquanto que, dentro do Banco, o grupo se une para tentar salvar a vida de Nairobi (Alba Flores), atingida por um tiro. Fora do local, o líder da equipe conta com a ajuda de Marselha (Luka Peros) para tentar superar o luto e dar seguimento ao plano. 

A série mantém a dinâmica que deu muito certo nos anos interiores, fomentando um jogo de gato e rato, e insistindo em muitas reviravoltas. Reviravoltas, por sinal, que estão cada vez mais absurdas. O que não chega a ser um problema, uma vez que os fãs de LCDP acompanham a série justamente por causa disso. Assim sendo, há de se valorizar os vários momentos em que temos uma virada de jogo, tanto do lado de fora quando do de dentro. É interessante notar ainda a dinâmica da investigação policial, com os agentes da lei assumindo cada vez mais as funções de antagonistas, principalmente quando tratamos da inspetora Alicia (Najwa Nimri).

Desde a primeira temporada que a trama criada por Álex Pina nos faz torcer pelos criminosos, dando-lhes personalidades carismáticas, uniformes chamativos e alcunhas peculiares. Agora, a torcida está cada vez maior, uma vez que Alicia jamais demonstra uma honra profissional ou vontade de fazer justiça, como era com Raquel (antes de virar Lisboa). A inspetora parece motivada pela violência e pelo sadismo. Aqui, ela conta com a ajuda de Gandía (José Manuel Poga), chefe de segurança do governador do Banco da Espanha, que consegue se tornar uma espécie de John McClane (personagem de Bruce Willis em Duro de Matar) dentro do prédio.

Mas a série tem bem mais do que criminosos contra policiais. Os conflitos internos entre o grupo são fonte de importantes momentos ao longo da temporada. Neste sentido, é importante separar conflitos interessantes, como a rivalidade entre Tóquio (Úrsula Corberó) e Palermo (Rodrigo De la Serna), em que ambos buscam assumir um papel de liderança. Não é muito diferente da disputa entre Berlim (Pedro Alonso) e Nairobi na primeira temporada, mas cumpre sua função narrativa. 

Por outro lado, as discussões por causa de relacionamentos estão cada vez mais banais e ridículas. Os conflitos entre Denver (Jaime Lorente) e Estocolmo (Esther Acebo), e Tóquio e Rio (Miguel Herrán) são de deixar o espectador querendo pular as cenas. Temos crises de ciúmes, conversas aleatórias e casais realmente sem química. A dinâmica entre Denver e Estocolmo ainda traz uma complicação maior: Arturito (Enrique Arce). E, aqui, precisamos gastar algumas linhas falando de Arturito. Ele já era um personagem chato, feito para ser intolerável por parte do público. Mas isso fica ainda pior nesta nova temporada. Todas as cenas com Arturito são desnecessárias e absurdas – e temos até uma sugestão de crime sexual por parte do personagem -, algo que não faz muito sentido no caminhar da história. Fica parecendo que o único objetivo do personagem é irritar o público. Os roteiristas deveriam pensar em modos mais interessantes de criar conflito do que inserir um sujeito completamente intragável em cena.

La Casa de Papel 4 segue oferecendo aquilo que seu público gosta. Muitas idas e vindas, personagens femininas fortes e algumas frases de empoderamento. Há de se destacar ainda a introdução de uma personagem transsexual no núcleo principal, que acontece de forma natural e inteligente. 

Apesar das qualidades, a sensação é que a série está sendo vítima do próprio sucesso. Só o fato de Berlim ser querido pelo público justifica que o personagem siga aparecendo em flashbacks mesmo após sua morte. São cenas completamente desinteressantes e que pouco contribuem com a narrativa. Aqui, acompanhamos inclusive um casamento do personagem, que em nada faz a história avançar. Agora, diante da morte de outro importante personagem, é de se esperar que a série repita a fórmula na quinta parte. Afinal, é mais um produto de algoritmo da Netflix do que qualquer outra coisa.

Com um roteiro fraco e repleto de facilidades, principalmente no que diz respeito à rápida recuperação de feridas por parte de seus personagens, a série parece cada vez mais disposta a ficar enrolando seu público em busca de audiência. Ainda que ofereça bons momentos, a verdade é que a quarta temporada avança muito pouco na narrativa e falha ao não oferecer um final satisfatório. Pouco muda na situação dos personagens do início ao final da temporada. São oito episódios de idas e vindas, mas a sensação final é de que continuamos parados. O tradicional cliffhanger só colabora para mostrar que a série está mais preocupada em garantir as próximas temporadas (já está renovada até a sexta) do que garantir um entretenimento de qualidade a seus fãs. O que é uma pena.

LCDP segue uma experiência divertida. Mas até quando os fãs terão paciência diante de tantos truques narrativos baratos em busca de audiência e fidelidade do público?  

‘No Good Nick’: Série com Melissa Joan Hart e Sean Astin é cancelada após uma temporada

Netflix cancelou outra de suas séries originais: segundo a Variety, a plataforma resolveu encerrar a dramédia No Good Nick após uma temporada.

O primeiro e único ciclo havia sido dividido em duas partes e trouxe como protagonistas Melissa Joan Hart Sean Astin.

Assista ao trailer oficial:

A comédia dramática girou em torno de Nicole (Siena Agudong), uma garota de 13 anos que tenta se infiltrar em uma família que ela julga ter arruinado sua vida. No entanto, conforme ela começa a conhecê-los, sua percepção começa a mudar, levando-na a um grande conflito. Será que vale a pena continuar com o plano de vingança?

A série foi criada por David H. Steinberg e Keetgi Kogan e estreou no serviço no dia 15 de abril deste ano.

‘O Mandaloriano’: Terminam as filmagens da 2ª temporada; Confira a nova foto!

A série ‘O Mandaloriano’ tornou-se um dos maiores sucessos do ano passado, e não demorou muito para que a produção fosse renovada para mais um ciclo. Agora, as filmagens da próxima iteração finalmente chegaram ao fim!

Gina Carano, que interpreta Cara Dune no show, fez o anúncio oficial em seu Instagram com uma nova imagem de bastidores.

Confira:

 

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That’s a wrap on season 2.. I absolutely love this work and the people in it. 🤍 #storytelling ✨#themandalorian

Uma publicação compartilhada por G I N A J🌹Y C A R A N O (@ginajcarano) em

Lembrando que a estreia da 2ª temporada está prevista para o outono norte-americano, entre setembro e dezembro de 2020.

Lembrando que ‘O Mandaloriano’ já está em exibição na Disney+.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Uma Lição de Vida

A educação é uma baita escolha no caminho para você ser feliz. Com um hiato de 3 anos, chegou ao circuito de cinema no Brasil ,esse mês, o maravilhoso filme Uma Lição de Vida. Contando a saga de um homem em busca do simples objetivo em aprender a ler e escrever – isso aos 84 anos – o diretor britânico Justin Chadwick (que dirigiu o interessante A Outra) conseguiu reunir todos os elementos para transformar esse trabalho em algo que emociona até os corações mais duros que possam existir. A atuação de Oliver Litondo, que interpreta o protagonista Maruge, é uma das coisas mais lindas que vimos no cinema neste ano.

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Na trama, conhecemos melhor um país que sabemos muito pouco infelizmente, o Quênia. Lá, após um incentivo na educação, surge um senhor carismático de 84 anos chamado Maruge (Oliver Litondo) que possui uma vontade inspiradora de aprender a ler e escrever. Lutando contra todo tipo de preconceito que vocês possam imaginar, Maruge contará com a ajuda da corajosa professora Jane (Naomie Harris) para realizar o seu grande sonho.

Esse trabalho entra naquelas longas listas de filmes que devem ser usados por educadores de todo o mundo como forma de inspirar o aprender. Rompendo barreiras, mostrando uma realidade distante de muitos nesse planeta, o sentimento fala tão mais forte que ao final das sessões a emoção toma conta da gente de uma maneira que vira algo marcante. Alguns se incomodam pelos clichês que existem no filme e da maneira como foi conduzida essa história. Mas meus amigos, acreditem, vocês precisam abrir o coração e deixar a história contagiar vocês por inteiro. A direção é competente, preenche todas as lacunas do passado do protagonista o que nos ajuda a entender a cada minuto melhor essa grande história de superação.

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O absurdo maior em torno desse lançamento, não tem nada haver com o filme em si. Tem haver com a distribuição bisonha que foi feita pelo filme aqui no Brasil. O que adianta comprar os direitos do filme se não há o mínimo de carinho para colocar ele nas salas quando o mesmo entra em circuito? O filme em questão não foi absorvido pelos magnatas dos multiplex, talvez pelos não tão conhecidos atores , talvez pela grande oferta de outros filmes (muitos deles blockbusters). O fato é que esse filme ficou apenas uma semana em cartaz no RJ e isso, meus caros amigos, é de uma tristeza sem tamanho. Não perca a chance dessa história conquistar o seu coração!

Crítica | ‘Sally’ – Uma história real e emocionante sobre a primeira norte-americana a viajar para o espaço

Em busca de uma história real, marcante e cheia de camadas, o documentário Sally nos conduz pela trajetória pessoal e profissional de Sally Ride, a primeira astronauta norte-americana a viajar para o espaço. Corajosa e pioneira, ela abriu caminhos em um ambiente dominado pelo machismo dentro dos estudos aeroespaciais. Disponível no Disney Plus, o projeto, vencedor de um prêmio no Festival de Sundance deste ano, já desponta como um dos grandes documentários lançados em 2025.

O roteiro é cirúrgico ao revelar os detalhes mais significativos da trajetória de Sally Ride, desde o circo midiático em torno de sua primeira missão até os debates sobre sexualidade em uma década de 1970 e 1980 ainda marcada por forte preconceito contra quem decidia se assumir. Além disso, somos guiados pela própria Sally em muitos momentos, por meio de áudios e vídeos da época. Nessa narrativa em grande parte contada por ela mesma, o documentário nos ajuda a compreender o contexto social da época e as inúmeras pressões que ela enfrentou por todos os lados.

Um dia a NASA colocou um anúncio com vagas para selecionar o primeiro grupo de mulheres astronautas do programa espacial norte-americano. Num mundo dominado por homens, Sally foi uma das selecionadas. Num primeiro momento somos convidados a conhecer um pouco sobre a protagonista desta história, como se fosse uma espécie de prólogo sobre o que o projeto abordaria mais pra frente. Esses primeiros minutos são fundamentais para reter nossa atenção, somos logos fisgados pelas dicas de camadas que logo se abririam. Embarcamos em um universo de sonhos e segredos.

Graduada simultaneamente em Inglês e Física pela prestigiada Universidade de Stanford, Sally Ride era altamente qualificada para ocupar qualquer cargo que desejasse na NASA. No entanto, a pressão da opinião pública e o ambiente conservador da época a fizeram manter em segredo, por toda a vida, seu relacionamento com Tam O’Shaughnessy — revelação trazida de forma sensível por este documentário. Ao expor essa parte até então oculta de sua história, o filme propõe um exercício de revisitar os mesmos acontecimentos sob uma nova perspectiva, iluminando os sacrifícios pessoais que Sally precisou fazer em sua trajetória. Tudo isso é conduzido com delicadeza e profundidade pelo roteiro.

Dirigido por Cristina Costantini, Sally chega para mostrar todas as verdades de uma vida dedicada a sua profissional mas também com sacrifícios dolorosos. Depois das soviéticas Valentina Tereshkova e Svetlana Savitskaya, Sally Ride marcou seu nome como uma das poucas mulheres a irem para o espaço. Você precisa conhecer essa história!

Crítica | Chloe e Halle Bailey superam todas as expectativas com ‘Ungodly Hour’

A dupla Chloe x Halle, formada por Chloe e Halle Bailey, surgiu ainda em 2013 com uma arte que fazia covers a diversas divas do pop. Não demorou muito para que a lendária Beyoncé se apaixonasse pela rendição que as irmãs haviam realizado com “Pretty Hurts”, uma de suas músicas mais icônicas. A partir daí, as duas aceitaram o convite de integrarem a multi-milionária Parkwood Entertainment, supervisionada pela Queen-B, e entrando em uma carreira meteórica em tempo recorde. Não é surpresa que, sendo consideradas como o brilhante futuro do R&B, elas já tenham sido indicadas a duas categorias do Grammy Awards e, a cada dia, são agraciadas com uma fama merecida.

Agora, dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZA, Cardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.

A maior conquista desse novo álbum é, com certeza absoluta (e como já foi mencionado por cima), a versatilidade sonora à qual somos apresentados. Afinal, seguindo os passos – e as claras influências – de Destiny’s Child, Aaliyah e Alicia Keys, Chloe e Halle não pensam duas vezes antes de provarem para o que vieram. A introdução mescla-se com fluidez a “Forgive Me”, uma faixa bombardeada com o espectro do trap e do trap-pop através das batidas de uma seca percussão e de um orgânico piano ao fundo – e, apesar de sua coesão do começo ao fim e de performances on point de ambas as integrantes da dupla, é um tanto quanto destoante quanto colocada ao lado das críticas e pungentes tracks que a procedem, incluindo a onírica “Baby Girl” e a nu-funk “Do It” (que não poderia ser mais representativo à estética noventista que influencia as cantoras).

À medida que as breve treze faixas vão se desenrolando, percebe-se que as artistas tratam sua imagem sem quaisquer escrúpulos, transformando-se em audaciosas vozes para a nova geração e em futuros ícones da música, livrando-se de rótulos segregacionistas para dar vida a um gênero próprio – do mesmo modo que Solange com ‘When I Get Home’, ou até mesmo AURORA com basicamente todas as suas produções. Essa concepção abstrata começa a se concretizar com a trindade formada por “Tipsy”, a faixa homônima Ungodly Houre “Busy Boy” – esta certamente uma das melhores canções do ano.

“Tipsy” funde em um mesmo escopo sinestésico o oitentismo dos sintetizadores, os drills e a familiar retroatividade de uma bateria usada de forma nada ortodoxa, resgatando o aspecto atribulado do new jack swing com poder descomunal e uma letra que discorre sobre relacionamentos tóxicos e um estigma histérico comumente associado às mulheres pretas; Ungodly Hour reduz o tempo em uma apaixonante declamação romântica que tangencia uma deliciosa e pecaminosa blasfêmia muito bem estruturada e que não perde a chance de ser uma das entregas mais mercadológicas da obra; concluindo o streak irretocável, “Busy Boy” opta por uma atmosfera dark que nos arremessa de volta para os últimos anos da década de 2010, pegando certas progressões que dialogam com o extinto e subestimado grupo Mis-Teeq.

“Catch Up”, por sua vez, é um irreverente divisor de água que dá início à segunda metade do álbum, optando por afastar-se do confortável saudosismo e fixar-se na atualidade e num futurista prospecto para o gênero analisado nesta crítica. É a partir daí que o interlúdio-esque “Overwhelmed”, pecando pela curtíssima duração, se arquiteta e prepara o terreno para a balada com ares new-wave “Lonely”, valendo-se de inflexões emocionantes que alcançam agudos que não achávamos necessários até ouvirmos. Já em “Don’t Make It Harder On Me”, temos um convite gospel guiado pelo baixo e pela guitarra e por um dos maiores anthems R&B dos últimos anos, revestindo-se com solilóquios sobre superação e amadurecimento.

Em comparação às obras que nos entregaram nos anos anteriores, as irmãs Bailey parecem finalmente ter se rendido à esfera menos faturada e mais voltada à cultura mainstream – e talvez esse seja o único erro desse glorioso CD. Afinal, à medida que o retorno às faixas lentas e respaldadas nos conceitos fonográficos da elegia épica, percebe-se que, novamente, nada é o que parece ser e, se imaginávamos alguma coisa, a construção das tracks muda de direção no meio do caminho – “Wonder What She Thinks of Me” é a principal representante desse choque proposital. “ROYL”, nutrindo-se de uma mimética cortesia para ‘Lemonade’, é a perfeita canção para fechar esse ciclo de pura sensorialismo que não nos cansa em momento algum.

‘Ungodly Hours’ supera todas as expectativas que tínhamos acerca da identidade da dupla Chloe x Halle, mostrando que, dia após dia, sua presença ganha mais fúria em um momento crítico para a representatividade e para o padronizado entretenimento contemporâneo.

Nota por faixa:

  • Intro – 5/5
  • Forgive Me – 4/5
  • Baby Girl – 5/5
  • Do It – 4,5/5
  • Tipsy – 5/5
  • Ungodly Hour – 5/5
  • Busy Boy – 5/5
  • Catch Up (feat. Mike WiLL Made-It) – 4,5/5
  • Overwhelmed – 4/5
  • Lonely – 4,5/5
  • Don’t Make It Harder On Me – 5/5
  • Wonder What She Thinks of Me – 4,5/5
  • ROYL – 5/5

‘Crônicas de Natal: Parte Dois’: Papai Noel e Mamãe Noel estampam cartaz oficial da sequência; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de Crônicas de Natal: Parte Dois’, sequência do filme de 2018 que marca o retorno de Kurt Russell como Papai Noel.

Confira, junto ao trailer:

Já faz dois anos desde que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal – e muito mudou. Kate, agora uma adolescente cínica, está relutantemente passando os feriados natalinos em Cancún com o novo namorado de sua mãe e seu filho, Jack (Jahzir Bruno). Indisposta a aceitar essa nova versão da família, Kate decide fugir. Mas quando um encrenqueiro misterioso e mágico chamado Belsnickel ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal de uma vez por todas, Kate e Jack são arrastados para uma nova aventura com Papai Noel (Russell).

O filme será lançado no dia 25 de novembro.

A sequência será dirigida por Chris Columbus – que também volta a produzir.

A sequência também contará com o retorno Goldie Hawn, Darby Camp, Kimberly Williams Paisley e Judah Lewis. Os novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno completam o elenco.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos

‘Falcão e Soldado Invernal’ se reúnem em novo comercial DUBLADO com cenas inéditas; Confira!

Disney+ divulgou um novo comercial DUBLADO da série ‘Falcão e Soldado Invernal‘.

Confira:

A aguardada série será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

Elenco de ‘Eu Nunca…’ lê tweets em português em novo vídeo HILÁRIO; Confira!

A 2ª temporada de ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) estreou na Netflix e, para promovê-la, a gigante do streaming reuniu Maitreyi Ramakrishnan (Devi), Poorna Jagannathan (Nalini) e Richa Moorjani (Kamala) para ler tweets de fãs brasileiros.

Confira:

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

Nos capítulos recém-lançados, Devi está cheia de coragem para tomar decisões ousadas, enquanto lida com o seu tumultuado relacionamento com a mãe, novos amores e a chegada de novos colegas na escola.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

Os PIORES Filmes Originais da Netflix em 2021

Da mesma maneira que a Netflix entregou produções incríveis ao longo de 2021, também pisou na bola diversas vezes e apostou fichas em títulos esquecíveis e que não cumpriram com as expectativas geradas.

Desde a péssima adaptação de A Mulher na Janela, um thriller psicológico que, de fato, não conseguiu honrar o material original, até a execrável comédia romântica Amor sem Medida, que se tornou palco de inúmeras controvérsias, separamos os dez piores filmes originais lançados pela gigante do streaming neste ano.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. UM NINHO PARA DOIS

Apesar de ter títulos muito bons em sua carreira (como ‘Poderia Me Perdoar?’‘Missão Madrinha de Casamento’), Melissa McCarthy participou de algumas produções que poderiam facilmente ser eliminadas de sua filmografia – e um deles é o recente drama Um Ninho para Dois. Mesmo tentando ao máximo superar o fraco roteiro com sua versátil rendição, o problema do longa foi se deixar levar pela presunção desmedida e querer entregar mais do que conseguiu, mergulhando num raso e cansativo melodrama novelesco.

 

9. A MULHER NA JANELA

Joe Wright e Amy Adams são dois dos nomes mais aclamados do cenário do entretanimento, mas nem o peso que os artistas representam conseguiu salvar A Mulher na Janela’ do fracasso. Massacrado pela crítica, o longa-metragem não conseguiu capturar a essência do romance original de A.J. Finn, com um plot convulsionado e recheado de diálogos medíocres.

 

8. CÉU VERMELHO-SANGUE

“Os múltiplos equívocos poderiam facilmente ser ignorados – se a obra não se levasse a sério. O entretenimento está ali e até cumpre com o objetivo de divertir, mas só quando não se volta para mensagens subliminares de maternidade e abandono. Optar por uma homenagem aos slashers seria um caminho melhor e mais coeso, mas o realizador insiste em apostar fichas em um drama escondido que força laços com os espectadores e tenta aprofundar personalidades bastante estereotipadas, no sentido de tipos sociais em longas-metragens. Nadja é a anti-heroína que, vítima de uma maldição, tenta fazer o máximo para não se render à escuridão; Elias é a personificação da inocência e, à medida que seu arco se desenrola, mergulha em um mandatório amadurecimento e sacrifício; Farid (Kais Setti) é o ajudante-herói que, no final das contas, é encarado como o culpado antes do grand finale – e por aí seguimos.” – Thiago Nolla

7. UM CLÁSSICO FILME DE TERROR

“‘Um Clássico Filme de Terror‘ traz umas das reviravoltas mais bobas que já vi em uma produção do gênero. Além de desconstruir tudo o que tínhamos visto anteriormente, não faz o menor sentido no contexto geral da história. Para piorar a situação, o roteiro nunca se prontifica a explorar sua própria reviravolta e, quanto mais pensamos em todas as suas circunstâncias, mais ridículos e improváveis ficam esses acontecimentos.” – Nefferson Taveira

6. ENCRENCÃO

Encrencão pode ter passado do radar mainstream dos assinantes da Netflix – e talvez isso tenha sido por um motivo bom. A animação gira em torno de um insuportável cãozinho que vive no luxo e que vê a vida mudar completamente quando a dona falece inesperadamente. Lançando-se em uma aventura para recuperar o que perdeu (se é que podemos chamar essa infeliz proposta de aventura), ele não tem qualquer evolução de arco e continua tão esnobe quanto antes.

 

5. ESQUADRÃO TROVÃO

“Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.” – Rafaela Gomes

 

4. ELE É DEMAIS

Na onda de remakesreboots, o clássico noventista ‘Ela É Demais’ (que já não era aquelas coisas) recebeu uma versão modernizada que invertia os papéis de gênero e que ficou intitulada Ele é Demais. Estrelada por Addison RaeTanner Buchanan e outros, a história é centrada em uma jovem popular que aceita o desafio de transformar um garoto desajeitado e antissocial no próximo rei do baile de sua escola. Além da produção ser totalmente irrelevante, ela é pincelada com atuações forçadas e uma narrativa que não faz nada além de copiar o filme original – motivo pelo qual foi massacrada tanto pelo público quanto pela crítica.

3. A BARRACA DO BEIJO 3

‘A Barraca do Beijo’ fez sua estreia lá em 2018 e, apesar dos clichês, se tornou um prazer culposo dos assinantes da Netflix e dos amantes de comédia romântica. Mas o que ninguém entendeu foi o motivo do filme se transformar em uma trilogia, expandindo um universo narrativo (se é que podemos chamá-lo disso) totalmente desnecessário e que funciona apenas como uma amulação de qualquer outra produção do gênero. O terceiro capítulo, consagrando-se como o pior deles, é uma mistura vergonhosa de más atuações, um fraco roteiro e uma direção sem sentido.

 

2. VOZES E VULTOS

Outro título que prometia reacender a emoção dos espectadores foi o terror Vozes e Vultos. O longa-metragem marcou o retorno da indicada ao Oscar Amanda Seyfried ao gênero em questão, mas, apesar de interessantes trailers e imagens promocionais, a obra não conseguiu cumprir com o prometido. Trazendo inúmeros temas para um arrastado enredo de duas horas, o filme também peca por um desfecho frustrante e pela falta de coerência.

 

1. AMOR SEM MEDIDA

Amor sem Medida se tornou um sucesso de exibição no mercado internacional – mas uma boa recepção financeira não tira o fato do longa-metragem ser um dos piores títulos não só de 2021, mas também de todo o catálogo da Netflix. Trazendo Leandro HassumJuliana Paes, o enredo é centrado entre uma advogada recém-divorciada e um conceituado cardiologista de baixa estatura. Entretanto, nem mesmo a despreocupada comédia pastelão consegue salvar a obra de ser uma completa bomba, infundida em personagens caricatos e rodeada de controvérsias acerca do capacitismo, que chamaram a atenção de nomes como Peter DinklageJuliana Caldas.

‘O Soldado que Não Existiu’: Drama de guerra com Colin Firth estreia na Netflix!

‘O Soldado que Não Existiu’ (Operation Mincemeat), drama da II Guerra Mundial baseado em fatos reais, já está disponível na Netflix.

A produção estreou hoje, 11 de maio, no catálogo da plataforma de streaming.

A história, adaptada do romance homônimo de Ben Macintyre, é ambientada em 1943, momento no qual os Aliados se preparavam para reconquistar a Europa nazista. O time responsável pela missão, porém, enfrenta um obstáculo impossível de ser contornado: proteger uma invasão massiva de colidir com o poderio germânico e evitar um potencial massacre. Dois oficiais da inteligência britânica, Ewen Montagu (Colin Firth) e Charles Cholmondeley, portanto, criam uma estratégia de desinformação, centrada no cadáver de um homem.

Relembre o trailer:

John Madden, indicado ao Oscar por Shakespeare Apaixonado, fica responsável pela direção, com roteiro assinado por Michelle Ashford (‘Masters of Sex’).

Matthew Macfadyen, Kelly Macdonald e Johnny Flynn completam o elenco.

‘Alguém Avisa?’: Comédia natalina com Kristen Stewart já está disponível no Prime Video!

Prime Video acaba de disponibilizar em seu catálogo a elogiada comédia romântica natalina LGBTQIA+ ‘Alguém Avisa?‘ (‘Happiest Season’), estrelada por Kristen Stewart e Mackenzie Davis.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 01 de outubro.

Conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby (Kristen Stewart) descobre que Harper (Mackenzie Davis) vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer.

Relembre o trailer:

O filme tem direção de Clea DuVall e conta também com Alison Brie, Dan Levy, Victor Garber e Mary Steenburgen no elenco.

Oscar 2023 | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ conquista o prêmio de Melhor Figurino

Os vencedores do Oscar 2023 estão sendo revelados hoje (12) e o adorado Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ não ficaria fora da lista de ganhadores.

A incrível Ruth Carter conquistou a estatueta de Melhor Figurino por seu incrível trabalho no longa-metragem. Ela já levou o prêmio na mesma categoria por Pantera Negra, o primeiro capítulo da franquia.

Lembrando que ‘Pantera Negra 2‘ continua em exibição nos cinemas.

No filme, o mundo de Wakanda se expande. Após a morte do ator de T’Challa (Chadwick Boseman) o foco de Wakanda para Sempre’ são os personagens em volta do Pantera Negra. Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milage lutam para proteger a nação fragilizada de outros países após a morte de T’Challa. Enquanto o povo de Wakanda se esforça para continuar em frente neste novo capítulo, a família e amigos do falecido rei precisam se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o), integrante dos Cães de Guerra, e Everett Ross (Martin Freeman). Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d’água, Talokan, e seu rei Namor (Tenoch Huerta).

‘Outlander’: 2ª parte da 7ª temporada ganha teaser trailer; Confira!

A primeira parte da 7ª temporada do aclamado drama de época ‘Outlander‘ chegou ao fim no último dia 11 de agosto e, agora, foi divulgado o teaser trailer oficial da segunda metade do novo ciclo.

A próxima leva de episódios estreia em 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Lembrando que a série chegará ao fim na 8ª temporada.

Vale lembrar que um spin-off, que servirá de pré-sequência da série original, foi confirmado e está em produção.

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Donald Glover diz que está “VELHO demais” para interpretar o Miles Morales no live-action do Homem-Aranha

Em uma recente participação ao Lie Detector Test, um dos programas da revista Vanity FairDonald Glover disse que se sente velho demais para interpretar o Miles Morales na versão live-action do Homem-Aranha.

Os fãs de Glover, que ganhou reconhecimento mundial através de sua carreira como ator, roteirista, diretor e músico, já haviam expressado interesse em vê-lo como o Teioso em uma possível adaptação cinematográfica – mas o mais próximo que receberam foi uma participação em voz em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’.

“Eventualmente, haverá um live-action focado em Miles Morales – e acho que eles provavelmente estão mais preocupados comigo interpretando Prowler ou algo assim”, ele comentou. “Estou velho demais para ser o Homem-Aranha agora”.

Lembrando que Glover divide os holofotes na recém-estreada série ‘Sr. e Sra. Smith’ ao lado de Maya Erskine.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.

O elenco também conta com Wagner Moura, Alexander Skarsgård, Eiza González, Sarah Paulson, Sharon Horgan, Ron Perlman, Billy Campbell, Úrsula CorberóPaul Dano, Michaela Coel, John Turturro Parker Posey.

Glover é creditado como co-criador e produtor executivo de ‘Sr. e Sra. Smith‘, ao lado de Francesca Sloane, que também atua como showrunner.

‘O Urso’: 3ª temporada chega ESTA SEMANA ao catálogo do Disney+!

A 3ª temporada de O Urso, estrelada pelo ator Jeremy Allen White (‘Shameless’), chega esta semana ao catálogo do Disney+.

O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de julho na plataforma de streaming.

No Rotten Tomatoes, a nova leva de episódios abriu com 94% de aprovação com base em 63 reviews – mas amargou apenas 59% de aprovação por parte do público.

Os críticos em geral elogiaram a terceira temporada por manter a excelência do programa, mas apontaram que o novo ano é inferior aos anteriores.

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“‘O Urso’ ainda alcança momentos de transcendência na jornada dos seus personagens em busca de excelência profissional e crescimento pessoal, mas o programa mostra-se mais imperfeito do que sua aclamação efusiva poderia sugerir”, disse Alison Herman da Variety.

“Episódio por episódio, a terceira temporada de ‘O Urso’ está à altura do melhor que o programa já apresentou. Talvez até melhor”, disse Daniel Fienberg do The Hollywood Reporter.

“O novo ano de ‘O Urso’ não alcança exatamente o triunfo decadente da segunda temporada, mas em seus momentos de profunda introspecção emocional, ainda é — para usar uma comparação comum na gastronomia — notavelmente delicado. Talvez isso seja suficiente por enquanto”, disse John Nugent da Empire.

“O elenco continua esplêndido e a narrativa é sombria e lírica, de uma maneira que tanto desafia quanto recompensa o público por estar atento aos pequenos detalhes. O que ‘O Urso’ perdeu é o elemento de surpresa que marcou sua estreia”, disse Brian Lowry da CNN.

“Em seu auge, ‘O Urso’ continua inovador, excelente e tão habilmente retratado que assistir pode ser uma verdadeira delícia. No entanto, em alguns momentos, a temporada também parece confusa, exagerada e inconsistente”, disse Alan Sepinwall da Rolling Stone.

“Desta vez, a maior aposta do programa é perseguir corajosamente a disfunção, ao mesmo tempo em que permite espaço para graça e crescimento”, disse Lili Loofbourow do The Washington Post.

“A terceira temporada de ‘O Urso’ não consegue encontrar o equilíbrio ideal, como fez a temporada anterior, mas serve pratos suficientemente satisfatórios para manter os espectadores interessados até que as coisas realmente peguem fogo novamente”, disse Ben Travers do IndieWire.

“Este é o tipo de programa que inspira um afeto profundo e, mesmo com seus defeitos, sinto um grande carinho por ‘O Urso’ . No entanto, sinceramente, este não representa o ápice da série”, disse Rebecca Nicholson do The Guardian.

No Brasil, as duas primeiras temporadas também estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

Jackie Chan e Ralph Macchio no trailer INCRÍVEL de ‘Karatê Kid: Lendas’; Confira!

‘Karatê Kid: Lendas’, filme que trará no elenco as lendas Jackie Chan e Ralph Macchio, ganhou seu incrível trailer oficial.

Confira:

Ben Wang também estrela.

O longa estava programado para estrear no dia 12 de dezembro, e agora chega aos cinemas em 30 de maio de 2025.

O elenco contará com talentos como Aramis Knight (‘Ms. Marvel’), Wyatt Oleff (‘Guardiões da Galáxia’), Joshua Jackson (‘Atração Fatal’), Sadie Stanley (‘Kim Possible’) e Ming-Na Wen (‘Agentes da S.H.I.E.L.D.’).

A trama, ambientada na Costa Leste, focará em um adolescente chinês que encontra força e direção através da mentora de artes marciais.

Jonathan Entwistle (‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) é responsável pela direção.

O roteiro do novo longa é assinado por Rob Lieber, criador da série ‘I Am Not Okay with This‘.

Miley Cyrus divulga prévia de “Easy Love”, faixa de seu novo álbum de estúdio; Ouça!

A vencedora do Grammy Miley Cyrus divulgou hoje (19) uma prévia de “Easy Love”, faixa inédita de seu aguardado álbum Something Beautiful.

A canção será lançada nesta próxima sexta-feira, 23 de maio.

Ouça:

O álbum virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.

O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

Something Beautiful tem lançamento agendado para o dia 30 de maio.

Vale lembrar que o último álbum de estúdio de Cyrus foi o elogiado ‘Endless Summer Vacation’, que lhe rendeu nada menos que duas estatuetas do Grammy Awards pelo single “Flowers” – incluindo Gravação do Ano.

No ano passado, Cyrus integrou o aclamado álbum ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé, na faixa “II Most Wanted” – que lhe rendeu mais um gramofone dourado.

‘O Bad Boy e Eu’: Adaptação de POPULAR romance juvenil ganha trailer; Confira!

Diamond Films revelou o trailer oficial de O Bad Boy e Eu, adaptação do sucesso do Wattpad que conquistou milhões de leitores e leitoras em todo o mundo.

Com Siena Agudong (‘Resident Evil: A Série’) no papel da protagonista Dallas Bryan e Noah Beck (‘Doctor Odyssey’) como o carismático Drayton Lahey, o longa chega aos cinemas de todo o Brasil em 13 de novembro.

Confira:

Baseado no romance de Tay Marley, o filme é centrado na jovem sonhadora Dallas (Agudong), que está determinada a honrar a memória de sua mãe e entrar na melhor escola de dança do país. Tudo parecia sob controle até Drayton Lahey, o bad boy mais popular do colégio, entrar na sua vida. De repente, entre passos de dança, provocações e segredos que ninguém imagina, os dois vão descobrir que às vezes o amor chega justamente quando você menos espera.

Justin Wu assume a cadeira de direção, enquanto Crystal FerreiroMary Gulino assinam o roteiro.

James Van Der Beek (‘Dawson’s Creek’) integra o elenco.

‘One Piece: A Série’: Vídeo revela como foram coreografadas as INCRÍVEIS cenas de ação da 2ª temporada

A segunda temporada de ‘One Piece: A Série, fenômeno da Netflix, já está disponível para os assinantes – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito do mais recente ciclo.

O material nos leva aos bastidores da iteração e explora como foram coreografadas as incríveis cenas de ação.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a nova temporada conquistou aprovação quase unânime, alcançando 100% de aprovação da crítica especializada, com base em 26 avaliações, e 96% de aprovação do público.

Para comparação, a primeira temporada registrou 86% de aprovação da crítica e 95% do público.

Os críticos, em geral, elogiaram a adaptação, destacando especialmente a fidelidade da produção da Netflix em relação à animação original.

‘One Piece’: Jamie Lee Curtis explica por que recusou interpretar Dra. Kureha no live-action

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“One Piece incorpora o otimismo infinito de sua tripulação de piratas com uma segunda temporada que é mais forte e confiante em quase todos os aspectos. Esta é a adaptação live-action que os fãs de longa data merecem”, disse David Opie do GamesRadar+.

“A 2ª temporada de One Piece prova que a adaptação live-action da Netflix pode prosperar por muitos anos e temporadas, desde que continue fiel ao mangá”, disse Ernesto Valenzuela do Discussing Film.

‘One Piece’: Netflix revela processo de criação de Tony Tony Chopper; Confira!

“É sinceramente impressionante ver como eles conseguem concluir tudo tão bem aqui. Que venha a 3ª temporada”, disse Nick Valdez do ComicBook.

“Resumindo, a 2ª temporada de One Piece consolida a série como uma das melhores da TV”, disse Lewis Glazebrook do Screen Rant.

“É bobo, deliberadamente estranho e demonstra seus sentimentos de forma aberta, e isso já é suficiente para dar um impulso à série”, disse Clint Worthington do RogerEbert.

‘One Piece: A Série’: Desbrave os bastidores da 2ª temporada com novo vídeo promocional; Confira!

“Esta temporada aposta ainda mais em emoção e ação de alto risco. Prepare-se para lágrimas enquanto exploramos mais histórias de fundo dos Chapéus de Palha”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

One Piece: A Série’ está disponível na Netflix.

A produção acompanha as aventuras dos Piratas do Chapéu de Palha em sua jornada pelo mundo em busca do lendário tesouro deixado pelo Rei dos Piratas. Nesta nova temporada, a trama adaptará os arcos que antecedem a épica Saga de Alabasta, confirmada como o foco central do terceiro ano da produção.

Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz SkylarPeter GadiotMorgan DaviesIlia Isorelýs PaulinoAidan Scott e Jeff Ward

‘Stranger Things’: 3ª temporada será focado no relacionamento de [SPOILER]

Stranger Things’ estreou em 2016 e atraiu o público por sua premissa de suspense e ficção científica, além do carisma de um elenco com atores ainda desconhecidos. Na segunda temporada, a química entre os personagens cresceu ainda mais e levou até mesmo a uma improvável amizade entre Dustin (Gaten Matarazzo) e Steve (Joe Keery).

Para os fãs que se perguntam se a próxima temporada vai repetir a dose, Matarazzo confirma que haverá muito mais desse relacionamento.

“Você definitivamente vê mais disso”, disse o astro à Entertainment Weekly. “Isso é o que eu realmente gosto sobre [os criadores da série] Matt e Ross [Duffer]: Eles sabem o que os fãs gostam e eles entregam mais disso.”

Os dois personagens formaram uma amizade na segunda metade da temporada anterior, depois que Steve terminou com Nancy (Natalia Dyer) e teve mais tempo livre, tornando-se um mentor para Dustin. Não está claro como a narrativa vai oferecer à dupla mais cenas juntos, mas parece que é algo que os fãs vão gostar.

Em vez de se aprofundar em monstros aterrorizantes, a próxima temporada pretende explorar as relações entre os personagens.

“É maior, e é mais Spielbergiano”, disse David Harbour, intérprete de Jim Hopper, ao Collider. “Eu senti que a primeira temporada era muito Stephen King, a segunda foi muito Spielberg, e temos ainda mais dessa estética. Tem um monte de cor nesta temporada, nós realmente entramos nos anos 80. É 1985, Hopper tem um novo visual, ele tem um bigode, estamos nos apoiando nele de uma maneira muito divertida e interessante.”

Ele continuou:

“Também tem muito amor, como tem sido desde o começo. É a parte especial da série, ela tem um tremendo coração. Eu sempre fico engasgado quando assisto e essa temporada não é diferente. Sua essência vai te dar um tapa no coração, é muito engraçado, bonito e tem grandes surpresas.”

A terceira temporada de ‘Stranger Things’ estreia em 4 de julho. Confira os cartazes e o trailer da produção:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.