Em entrevista ao EW, Melissa Benoist, que interpreta a personagem principal na série ‘Supergirl‘, revelou estar muito satisfeita com o desfecho da série, além de afirmar que era o momento certo para concluir a narrativa.
“Eles vieram até a mim porque queriam saber se eu tinha alguma opinião sobre como deveria ser o final da Kara na série. Eu tinha um pedido e nem era algo que eles estavam pensando em fazer. Então, eles me contaram o que estavam planejando e é realmente adorável. É um ótimo final. Me sinto fantástica sobre isso.”
Ela continua, “Todos nós sentimos que era hora de concluir a trama. Nós temos muito orgulho do que conquistamos nos últimos anos. Tem sido uma grande jornada: trocamos de emissora, trocamos as locações das filmagens e também mudamos o dia em que a série é exibida. Nós passamos por muita coisa nessa série e, criativamente, acredito que todos nós sentimos que fizemos tudo o que podíamos e era a hora certa para encerrar.”
Intitulado A Few Good Women, o próximo episódio da última temporada irá ao ar no dia 6 de abril.
Confira as imagens promocionais:
Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.
Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.
Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.
Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.
Com 142 críticas publicadas até o momento, o filme ‘O Predador: A Caçada‘ conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral é que a produção é um dos filmes mais divertidos do ano, com ótimas cenas de ação e sequências tensas, conseguindo se destacar dos filmes anteriores da franquia ao invés de usá-los como elemento nostálgico.
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘O Predador: A Caçada’ entrará para a história como um dos filmes mais divertidos de 2022.” (MovieFreak)
“Essa pré-sequência consegie capturar o espírito do filme original e, ao mesmo tempo, traz algo completamente novo. A produção instantaneamente conseguiu se destacar na franquia.” (Rolling Stone)
“Suas cenas intensas não se apoiam apenas no que já conhecemos da franquia. Não é um filme carregado pela nostalgia, o que é algo raro de se ver atualmente.” (Independent UK)
“‘O Predador: A Caçada’ toma muito cuidado com a autenticidade dos seus protagonistas, mas não tiveram a mesma atenção com o roteiro.” (New York Times)
“Diretor Dan Trachtenberg entrega o melhor filme de ação do ano.” (Irish Times)
“Um filme tenso e divertido que consegue trazer cenas surpreendentemente emocionais.” (RogerEbert)
Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!
Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) é responsável pela direção.
A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.
Em entrevista com a Marvel, Zoe Saldaña revelou acreditar que não teria muito destaque na sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ – que serve como encerramento da trilogia.
A atriz pensou que, após os trágicos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, sua personagem só apareceria brevemente na história para se despedir.
“Eu fiquei surpresa com a dimensão da participação da Gamora em ‘Guardiões da Galáxia 3’ depois do que aconteceu em ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Pensei que só retornaria em umas duas cenas para me despedir. James Gunn é um grande roteirista porque ele consegue desenvolver conflitos genuínos, universais e emocionantes – e ele sabe como utilizá-los.”
Ela completa, “Todos nós ficamos tristes quando nos sentimos negligenciados ou rejeitados. Nós temos um grande nível de compaixão uns pelos outros, então ele criou essa história linda que evoca esses sentimentos universais, que nos emocionam profundamente. Fiquei muito surpresa por ter chorado tanto.”
Vale lembrar que o James Gunn já descartou comandar um quarto filme da franquia. Em uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, o diretor negou a possibilidade de dirigir uma nova sequência, pelo menos não com a formação conhecida da equipe e com o envolvimento dele.
Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ já está em cartaz nos cinemas nacionais.
Confira algumas reações da crítica:
“[‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] tem cenários de ação espetaculares, é divertido, divertido e emocionante. É um encerramento perfeito e bonito para seus personagens e a saga. E é o melhor filme da Marvel desde Ultimato (e Top 3 em geral).” – Valentina Morillo, do El Español.
“Posso confirmar que derramei uma lágrima durante [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’]. E que ficaria muito feliz em assistir a um filme solo de Adam Warlock. Revisão completa (e entrevistas com o elenco) em breve.” – Rory Cashin, da Joe.
“Este filme… meu coração está cheio e partido ao mesmo tempo, foi MUITO para processar, uma história muito complexa, mas me deixou incrível” – @ForumLily.
“‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ é um final brilhante para uma trilogia brilhante. É muito engraçado, emocionante e todos têm seu momento de destaque. Warlock de Will Poulter é uma adição incrível, mas o foco está justamente em contar um final satisfatório para os Guardiões. Vou sentir falta deles.” – Ian Sandwell, do Digital Spy.
“[‘Guardiões da Galáxia Vol.3 ‘] é provavelmente o filme mais triste e sombrio do MCU e uma conclusão maravilhosamente arredondada para a trilogia de Gunn, onde todos na luta contra um vilão malvado (mas bastante superficial) obtêm seu grande momento novamente. Tenha lenços prontos!” – Markus Trutt, do FilmStarts.
“Fui com uma ideia preconcebida para [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] e James Gunn conseguiu me surpreender de vez. É mais sombrio e tem até toques de terror, mas ainda é muito engraçado e com muito de personalidade. Rocket e Nebulosa se destacam em uma despedida muito digna.” – Jesús Agudo, do Ecartelera.
“‘[Guardiões da Galáxia Vol. 3’] é, mais do que nunca, Star Wars como uma comédia idiota. Estranhos adoráveis, grande ação da Marvel e piadas bobas. Mas nada pode prepará-lo para todas as emoções. A história de origem de Rocket Raccoon é linda e comovente.” – Alexander Kardelo, do Movie Zine.
Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
Em entrevista ao site People, Lex Scott Davis (‘A Primeira Noite de Crime’) comentou sobre o possível retorno de astros da série original no novo spin-off de ‘Suits‘, que está sendo desenvolvido pela NBC.
Estrelada por Stephen Amell (‘Arrow’), a produção será o segundo derivado do universo do seriado.
“Não é impossível. Eu amaria ver o retorno [de personagens veteranos], mas ainda teremos que ver. Nunca se sabe,” revelou o atriz.
Intitulado ‘Suits: L.A.‘, o derivado focará em um novo protagonista, Ted Black (Amell), um ex-promotor federal de Nova York que “se reinventou representando os clientes mais poderosos de Los Angeles”.
Segundo a sinopse oficial,
“Para salvar sua empresa em crise, Ted Black deverá assumir um papel que desempenhou com desprezo durante toda a sua carreira. Ele estará acompanhado por um grupo estelar de pessoas que testam sua lealdade, enquanto falham em evitar misturar suas vidas pessoais e profissionais.”
Aaron Korsh, criador da série original, assinará o roteiro do piloto e servirá como produtor executivo ao lado de David Bartis, Doug Liman, Gene Klein e da diretora Victoria Mahoney.
As filmagens foram iniciadas neste mês, em Vancouver.
Em menos de duas semanas, a adaptação musical ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa atualmente se encontra no TOP 13 das maiores arrecadações do ano, tendo ultrapassado ‘Alien: Romulus‘ (US$350.8M), ‘É Assim que Acaba‘ (US$350M) e ‘Robô Selvagem‘ (US$321.6M).
Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 262.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 96.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 359.2 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$36M), Austrália (US$12.9M), Coreia (US$8.5M), México (US$6.7M) e Filipinas (US$3.5M).
Vale lembrar que ‘Wicked‘ abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 114 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – representando mais do que o dobro do desempenho de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M)
Com uma estreia global de US$ 164.2 milhões, a adaptação também se tornou a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).
Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa agradou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore. A avaliação está dentro da média de filmes do gênero, como ‘Os Miseráveis‘ (A), ‘Chicago‘ (A-), ‘Annie‘ (A-) e ‘Mamma Mia‘ (A-).
Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!
‘Depois da Caçada‘ (After the Hunt), próximo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’, ‘Rivais’), abrirá a 27ª edição do Festival do Rio.
A estreia brasileira do filme acontecerá no histórico Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, tradicional palco da Gala de Abertura do Festival. Neste ano, o festival dará entre os dias 2 e 12 de outubro, marcando onze dias de maratona cinéfila.
Este será o terceiro filme de Guadagnino a ser exibido no Festival do Rio, após ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, exibido na mostra Panorama Mundial no 19° Festival do Rio (2017), e ‘100 Escovadas Antes De Dormir‘, que fez parte da mesma seleção no 8° Festival do Rio (2006).
O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa uma professora de agressão sexual.
Em A VIDA À PARTE, numa cidade italiana repleta de arte, uma família rica se vê devastada quando Rebecca nasce com uma mancha vermelha que desfigura seu rosto. A dor e o desespero tomam conta de todos, enquanto antigos segredos familiares começam a emergir. No entanto, é através de seu talento musical que Rebecca encontrará forças para superar os fantasmas do passado e reconstruir sua vida.
A trama é contada pela ótica de Tish, uma jovem de 19 anos que vê o amor de sua vida e pai de seu filho, Fonny, ser injustamente acusado de um terrível crime. Com o casamento em espera e o noivo na prisão, as famílias do casal lutam para limpar o nome do rapaz, à medida que uma série de emoções intensas invadem este drama.
Sobre a oportunidade de trazer à vida a emocionante história de Tish e Fonny, Jenkins pontuou para a revista Variety:
“James Baldwin é um homem a frente de seu tempo e seus questionamentos sobre a consciência americana permanecem pujantes até hoje. Poder transmitir o poder do amor que há entre Tish e Fonny é um sonho que eu tenho tido há muito tempo. Ao lado da Baldwin Estate, eu estou realmente animado para fazer esse sonho se tornar realidade”.
Produzido sob os cuidados Annapurna Pictures, as filmagens de ‘If Beale Street Could Talk’ devem começar em outubro deste ano.
O ator Nathan Fillion, mais conhecido por ter estrelado a série ‘Castle’, já está em um outro projeto.
Intiulado ‘The Rookie’, a produção original da ABC ganhou seu primeiro teaser.
Assista:
Confira a sinopse oficial:
“Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida ”.
Grant vai reprisar seu papel como Mr. Seifert. Já o personagem de Banderas permanece um mistério, com suas informações ainda em sigilo.
‘The Hitman’s Wife’s Bodyguard’ (‘O Guarda-Costas da Esposa do Assassino de Aluguel’) trará o guarda-costas vivido por Reynolds protegendo a esposa de um assassino. As filmagens começam em março.
A sequência trará Morgan Freeman (‘Um Sonho de Liberdade’) como o novo membro do elenco e também contará com o retorno dos astros principais, além do diretor Patrick Hughes e do roteirista Tom O’Connor.
Ainda não há data de lançamento definida. Confira nossa crítica do primeiro filme:
O agente de proteção vivido por Ryan Reynoldstem um novo cliente: um assassino de aluguel que mata a sangue frio. No entanto, eles já estiveram em lados opostos de uma bala por muitos anos e sempre se odiaram. Agora, eles estão presos juntos e tem 24 horas para chegar a Haia, antes que o vilão vivido por Gary Oldman acabe com a vida deles.
Os artistas fizeram a performance da canção de abertura do musical,“Alexander Hamilton“, para uma garotinha que não pôde conferir a peça, em virtude da reclusão social.
A confirmação foi feita através de seu Twitter oficial e veio recheada de novidades: além de ter estreia marcada para o dia 15 de outubro de 2021., o longa trará o elenco original da peça da Broadway.
Confira:
Disney presents: Hamilton.
With The Original Broadway Cast.
Filmed onstage at The Richard Rodgers Theatre.
In A Theater Near You.
October 15, 2021.#Hamilfilmpic.twitter.com/z4ohfWXzi3
‘Hamilton’ levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.
Outros créditos no cinema de Miranda incluem ‘Moana’, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e ‘O Retorno de Mary Poppins’, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.
As expectativas em relação a quem será o próximo Capitão América do MCU estão cada vez maiores, desde a estreia da série ‘Falcão e o Soldado Invernal’. E muitos esperam que Sam (Anthony Mackie) assuma o manto do herói, anteriormente vivido por Chris Evans.
E a contar pelas novas imagens de um brinquedo, tal especulação deve mesmo se cumprir. Um usuário do Twitter compartilhou fotos de uma figura de ação que traz Sam trajando um uniforme todo repaginado e inspirado no traje do antigo Capitão América.
Entre os detalhes presentes no brinquedo, é possível ver Sam com o escudo do herói, com o seu uniforme ainda estampando o emblema do personagem em questão.
Lembrando que o próximo episódio será lançado na sexta-feira (26 de março).
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
The Last of Us já se consagrou como uma das séries mais assistidas da 1ª metade de 2023. Adaptando a aclamada franquia de games, a original da HBO ainda traz de volta a icônica trilha sonora de GustavoSantaolalla.
Vencedor de dois Oscar por Melhor Trilha Sonora Original, o compositor argentino se popularizou entre os gamers por seu brilhante trabalho feito para o jogo.
E em uma entrevista à jornalista RafaGomes, Santaolalla contou detalhes de sua amada criação musical, ponderando sobre o que faz ela ser um hit atemporal tão grandioso em meio a um público tão específico.
Ao longo do bate-papo, o artista também revelou se toparia assinar a trilha sonora de alguma adaptação de super-herói.
Confira:
Lembrando que o próximo capítulo da série estreia no dia 05 de março.
A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.
Relembre o trailer:
A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que ‘The Last of Us’ é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.
Confira os principais comentários:
“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.
“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.
“‘The Last of Us’ se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Para comemorar o lançamento de Barbie nos cinemas a partir de 20 de julho, o CinePOP elencou os 33 títulos que influenciaram o visual e o roteiro da produção mais esperada de 2023.
Em entrevista ao Letterboxd, a cineasta Greta Gerwig detalhou os motivos de cada filme na sua lista, desde clássicos da comédia musical até grandes sucessos do cinema francês. Nas palavras da diretora e roteirista, o formato mais buscado por ela era de uma estética de “autêntica artificialidade” presentes em várias obras citadas.
Podemos, portanto, observar que a grande parte dessas produções tem a estética e a musicalidade em evidência, desde os clássicos de Jacques Demy até as genialidades de Spielberg, Coppola e Kubrick.
Além disso, algumas performances do passado foram essenciais para Margot Robbie e Ryan Gosling comporem seus respectivos personagens, Barbie e Ken. Será que você conhece todos os títulos abaixo?
Estrelado pela jovem Judy Garland, o musical O Mágico de Oz é o filme de referência mais evidente desta lista. Segundo a diretora, os palcos do longa eram exatamente o que ela buscava emular na concepção surrealista de Barbie. Com paisagens e céus pintados ao fundo, o clássico dos anos 1930 apresenta o conceito — chamado por ela — de “autenticamente artificial”.
Se O Mágico de Ozé lembrado até hoje pela estrada de tijolos amarelos, Barbie, por sua vez, tem uma estrada de tijolos rosas em total referência ao mundo mágico da menina Dorothy (Judy Garland). E, talvez, a mensagem de ambos os filmes seja semelhante.
2. Os Guarda-Chuvas do amor (1964), de Jacques Demy
O melodrama musical francês apresenta um visual colorido e surpreendente bonito; algo também trabalhado em Barbie. De acordo com Gerwig e o seu diretor de fotografia Rodrigo Pietro — fotógrafo de O Segredo de Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee —, a obra de Jacques Demy os ajudou a pensar sobre as camadas de cores e como filmar cinco tons diferentes de rosa sem sobrecarregar a imagem.
Além do deslumbre de cores, Os Guarda-chuva do amor ostenta outra referência chave do lançamento da Warner Bros. O cabelo da Barbie (Margot Robbie) em algumas cenas é muito parecido com o penteado de Catherine Deneuve no romance de 1964.
3. Duas Garotas Românticas (1967), de Jacques Demy
Encantada pelo magnetismo visual dos musicais de Jacque Demy, Greta listou três filmes do diretor francês. Da dupla Catherine Deneuve e Françoise Dorléac, as irmãs Delphine e Solange, a diretora pegou emprestado o figurino, como os enormes chapéus, e a estética de “mundo construído” tão própria do Demy.
4. O Segredo Íntimo de Lola (1969), de Jacques Demy
Novamente a estética de Demy serviu a Greta Gerwig como inspiração. Para ela, as obras do diretor podem ser descritas como doces e coloridas, ao mesmo tempo que comoventes e profundas. Com enquadramentos simétricos e a utilização de tonalidades diferentes das mesmas cores, o filme ajudou a cineasta a compor o seu mundo cor-de-rosa.
“Gene Kelly era meu crush”, confessa Greta Gerwig sobre um dos seus filmes favoritos. Segundo ela, Cantando na Chuva possui inúmeras qualidades, mas o mais incrível é a cena do balé dos sonhos dentro do balé dos sonhos. Em suas palavras, “é uma das coisas mais incríveis, lindas e completamente desequilibradas”.
As cenas de coreografia foram em sua grande maioria inspiradas na composição rítmica e mirabolante do gênio Gene Kelly, também presente em Duas Garotas Românticas (1967).
6. Sinfonia de Paris (1951), de Vincente Minnelli
Este é um dos grandes clássicos musicais da época de ouro de Hollywood. Protagonizado (novamente) por Gene Kelly, Sinfonia de Paris narra o romance entre um ex-soldado americano (Kelly), que tornou-se pintor na capital francesa, e uma balconista de loja (Leslie Caron).
Ganhador de seis Oscar, a cena de abertura de uma rotina matinal inspirou o que seria o despertar da Barbie. Além da primeira sequência, Greta revela ter se inspirado nas ambientações completamente monocromáticas de roxo, amarelo e verde para apresentar as tarefas cotidianas da personagem Leslie Caron.
7. Os Sapatinhos Vermelho (1948), de Emeric Pressburger e Michael Powell
Várias cenas deste filme estão presentes no longa de Greta Gerwig. De acordo com a entrevista, uma delas é quando a Barbie esta caminhando até a casa da Barbie “Estranha” (Kate McKinnon). Além disso, os óculos “de gatinho” de Ryan Gosling vêm desta produção.
Mais uma vez, a diretora ressalta a teatralidade, as cores e a “autêntica artificialidade” presentes em Os Sapatinhos Vermelhos como algo almejado na sua composição do mundo da boneca da Mattel.
Conforme afirma a cineasta, Emeric Pressburger e Michael Powell eram inventivos, teatrais e também cinematográficos. Em Neste Mundo e no Outro, as construções são extraordinárias. Na entrevista, ela exemplifica a cena: “O céu – onde eles têm aqueles círculos com todos olhando para baixo – é tão impressionante, e, também, tem aquela perspectiva de desaparecimento e se transforma em uma pintura fosca, que é tão linda”.
Greta conta que as referências do filme são a partir do seu encanto para as soluções de câmera realmente inteligentes, por exemplo, o movimento de hold still, isto é, de pessoas paradas na tela, enquanto uma ação ocorre ao redor. O estilo pode ser visto no ótimo A Pior Pessoa do Mundo (2021), de Joachim Trier.
9. All That Jazz – O Show Deve Continuar (1979), de Bob Fosse
Este filme também está dentro do termo “autêntica artificialidade”. Segundo a diretora, a cena inicial dos bailarinos se preparando para a audição é uma obra-prima. No filme, um diretor e coreógrafo (Roy Scheider) sofre um enfarte e, com a vida por um fio, revê momentos da sua trajetória, transformando-os em sua imaginação em números musicais.
Pode-se, então, dizer que os aspectos do existencialismo de Barbie vêm desse projeto, sobre as conjecturas da vida em forma de musical. No trailer, há uma cena na qual a protagonista pergunta: “Vocês já pensaram em morrer”?
10. O Céu Pode Esperar (1978), de Buck Henry e Warren Beatty
Com um conceito extremamente elevado, mas sempre humano, nas palavras de Gerwig, O Céu Pode Esperar é, de certa forma, meio maluco, mas funciona em uma bonita composição.
Uma das cenas em destaque é quando os “passageiros” estão embarcando para o Paraíso em um avião e há uma névoa no solo. Greta confessa ter pensando em realizar a “névoa” na sua obra, mas foi dissuadida pelo seu diretor de fotografia Rodrigo Prieto a não utilizar gelo seco no set de filmagem.
11. Oklahoma! (1955), de Fred Zinnemann
Adaptado de uma dos musicais mais célebres da Broadway, o balé em audiovisual de Oklahoma! é extraordinário. Com coreografias da grande dançarina Agnes de Mille (1905-1993), os números musicais foram de enormes orientações para a produção da Warner.
As cores inebriantes de toda cinematografia de Pedro Almodóvar é representada por esta comédia de desencontro e reencontro entre mulheres e suas desilusões amorosas.
Como afirma Greta Gerwig, todos nós reconhecemos esta referência no trailer com fotografias bem semelhantes ao clássico de Stanley Kubrick. A cena faz um paralelo com o momento em que a boneca Barbie vem ao mundo em 1959, trazendo consigo uma ruptura no modo em que as meninas encaravam as bonecas, sempre bebês, representando somente a relação mães e filhas.
A partir de Barbie, criada por Ruth Handler, as meninas podiam contar suas próprias histórias e desenvolver a ideia de tornarem quem elas quisessem. Por isso, a Barbie sempre foi a boneca de diversas facetas e profissões, ou seja, uma mulher de escolhas.
Na trama, uma repórter (Rosalind Russell) abandona o trabalho para levar uma vida doméstica, ao lado do noivo rico. Seu editor e ex-marido (Cary Grant) tenta convencê-la a mudar de ideia.
Com rico jogo de discussões, os diálogos rápidos são uma das inspirações de Greta na construção da maneira de Barbie expressar-se no longa.Jejum de Amoré um dos melhores filmes de fala rápida de todos os tempos, na opinião da diretora.
15. Núpcias de Escândalo (1940), de George Cukor
Para encarnar Barbie, Greta Gerwigsugeriu aMargot Robbieassistir a performance de Katharine Hepburn na comédia romântica Núpcias de Escândalo, ao lado de Cary Grant e James Stewart. A razão é porque a personagem de Hepburn se descreve como uma estátua grega inabalável, no entanto, ela começa a desmoronar e faz o seu percurso para se reencontrar. Algo semelhante ao enredo do filme, não?
Este, entretanto, é um dos filmes preferidos da produtora e atriz. Ou seja, as referências já estavam no escopo da interpretação de Margot Robbie antes mesmo do pedido da diretora.
16. Mordedoras de 1935 (1935), de Busby Berkeley
Mais cenas de danças. Nessa comédia, o diretor Nicolaeff (Adolphe Menjou) ensaia um show para conseguir dinheiro e pagar as dívidas num luxuoso hotel. A cena de sapateado com milhares de dançarinos é uma das inspirações mais fortes dessa produção, nomeada como “surreal” por Greta.
Nessa comédia romântica, Oscar (John Barrymore) é um diretor de sucesso na Broadway e Lily (Carole Lombard) uma de suas atrizes. Ela, entretanto, decide deixar sua companhia e os tempos de prosperidade terminam. Durante um encontro no trem, ele tenta convencê-la a voltar a atuar.
A dinâmica dos atores em cena lembram muito a performance pretendida por Gerwig para Margot Robbie e Ryan Gosling: como ser engraçado ao discutir um com o outro. Além disso, a diretora lembra ter sugerido uma intensidade dramática de John Barrymore, a qual Ryan se apropriou perfeitamente, segundo ela, e colou no filme.
A comédia de Jerry Lewis está nessa lista por causa da sua abertura. Na cena inicial, vemos uma casa recortada em quadrados e a câmera percorre cada cômodo em uma tomada contínua e mostra cada uma das garotas se arrumando.
Desta sequência, confessa Greta, veio a ideia do espelho sem fundo de Barbie, pelo qual o espectador olha e somente vê a própria personagem pela moldura aberta.
Única referência italiana da lista saiu das mãos do mestre Federico Fellini. Com música e a tal “autêntica artificialidade” buscada por Greta, E La Nave Va possui um “maravilhoso mar completamente falso”, com certeza ponto de parâmetro para as cenas das Barbies na praia.
Da concepção de um dos mais engenhosos diretores do cinema alemão,Asas do Destinoparticipa como referência do cruzamento entre dois mundos. Os paralelos são traçados pela presença de anjos em meio aos mortais até que um deles se apaixona e deseja tornar-se humano e experimentar as alegrias (e as dores) do cotidiano. O que será que Barbie vai encarar ao sair do seu paraíso cor-de-rosa?
Passado no início do século 20, em Paris, Desejos Proibidosapresenta um gracioso trabalho de câmera e o retrato visual do luxo e da perda. Por conta do estonteante tomadas e enquadramentos deMax Ophüls, Greta relata ter a fotografia desse filme — em suas palavras — simplesmente extraordinário como um norte e lembrete do que ela e toda a equipe deviam buscar na produção de Barbie.
Um dos seus filmes preferidos da diretora. A relação entre a produção de Spielberg e Barbie é por conta da crença fervorosa em milagres, coisas fora do comum, mas de fato verdadeiras. Este ideal entre fantasia e veracidade era algo presenciado com efeito nesta ficção, o qual Greta desejava levar para o mundo de Barbie.
Por quê? Por causa da comédia física de Charlie Chaplin. Para Greta, as expressões, os trejeitos e gestos tinham que ser engraçados no filme. Vendo a performance irreverente de Ryan Gosling, não temos dúvida da assimilação do comando.
25. As Grandes Aventuras de Pee-wee (1985), de Tim Burton
O excêntrico personagem Pee-wee (Paul Reubens) também incorpora a noção de humor físico. Tal como Ken (Gosling), o personagem é uma criança dentro de um homem. Ele embarca numa aventura pelos Estados Unidos para reencontrar sua amada bicicleta.
Em um momento do filme, o protagonista sente-se entediado e pula de um trem em movimento, um ato inesperado e hilariante. É este tipo de efeito buscando por Greta no personagem Ken.
26. Grease – Nos Tempos da Brilhantina (1978), de Randal Kleiser
Como Barbie foi criada no fim dos anos 1950, Greta traça um paralelo com o musical pela busca da estética dessa época, mesmo que evidentemente falsa. Algo que, para ela, funciona muito bem em Grease – Nos Tempos da Brilhantina, com Olivia Newton-John e John Travolta.
Isso porque o filme é um musical adolescente high school dos anos 1950, mas realizado no fim dos anos 1970 e todos do elenco têm 30 e pouco anos de idade. Em outras palavras, uma produção repleta de incoerências, mas de todo modo divertido e ao encontro do espírito da época almejada.
O filme mais recente entre todas as referências. Greta Gerwig admitiu que o longa entrou na sua lista a partir da ligação do diretor Peter Weirantes dela começar as gravações do seu projeto.
Como ela havia assistido o longa um pouco antes, a conversa com o cineasta foi bastante produtiva e ele explicou todo o processo de filmagem para dar um aspecto de estar dentro de um estúdio, mesmo tendo sido tudo realizado do lado de fora. O que será que Truman (Jim Carrey) e Barbie têm em comum?
28. 29. Meu Tio (1958) e PlayTime (1967), de Jacque Tati
Vamos juntar as referências 28 e 29, porque as motivações são exatamente as mesmas. Segundo Greta, Jacque Tati é o rei da piada lenta. Se você não assistiu um desses títulos, veja e entenda que a graça do filme é construída pouco a pouco e uma piada dura várias cenas para chegar ao seu ápice.
No entanto, é a construção dos cenários práticos e muito bem montados do filme Playtime, que inspirou a cineasta para o prédio da empresa Mattel. As semelhanças entre o mundo corporativo de ambas as produções são evidentes.
30. Splash: Uma Sereia em Minha Vida (1984), de Ron Howard
Por que não trazer referências da sua própria infância para o filme? Splash é o exemplo das produções que Greta cresceu assistindo e, por isso, tem um charme particular para ela. Clássica produção da Sessão da Tarde, da TV Globo, a comédia romântica também tem uma ponta de nostalgia para os brasileiros.
Embora Splash: Uma Sereia em Minha Vidanão apresente um conceito elevado, Greta aprecia a interação entre Daryl Hannah (Madison) e Tom Hanks (Allen Bauer) e a tagline clichê da produção: “um peixe fora d’água”. Entre os enredos de crossing-worlds [mundos cruzados], este de uma sereia e um humano é um dos seus preferidos. Vale lembrar que já citamos o de um anjo e uma mulher em Asas do Desejo.
31. Os Embalos de Sábado à Noite (1977), de John Badham
Desde a primeira concepção de Barbie, Greta o idealizava com uma trilha sonora fora do comum e Os Embalos de Sábado à Noite tem esse soundtrack incrível graças às canções do grupo Bee Gees.
Para ela, Os Embalos de Sábado à Noite é um filme movido pela música, sem ser um musical, tal como ela acredita que seja Barbie: uns 50% musical.
Motivada por este documentário da HBO Max, a diretora visualizou a personagem Barbie numa vibe disco, meio “dorky”, isto é, bobona no melhor sentido, por conta da sua energia positiva e dançante.
Para encerrarmos o livro de referências de Barbie nada mais simbólico do que o maestro do cinema ítalo-americano. “[O Poderoso Chefão] é um triunfo do gênio estético de Robert Evans e [Francis Ford] Coppola.”, afirma Greta. A gente, com certeza, concorda que O Poderoso Chefão deve servir de referência para qualquer pessoa com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.
‘O Grito‘ traz a arrepiante história de Karen (Sarah Michelle Gellar), uma assistente social que, depois de visitar uma estranha casa amaldiçoada após assassinatos ocorridos em um momento de terror, vê sua viva virar de cabeça para baixo. Ela tenta resolver o mistério por trás da maldição, que cresce e se altera de acordo com suas vítimas. É uma cadeia de horror que não perdoa ninguém.
A versão americana de ‘O Grito‘rendeu duas continuações. Ainda não há data de estreia para o filme.
A trama apresenta o hotel do título, um lugar secreto que funciona como hospital de criminosos. E é justamente para onde os protagonistas vão após realizaram um roubo. A face do local é “a enfermeira” (papel da veterana Jodie Foster), há mais de vinte anos responsável por cuidar dos membros que lá chegam. Dessa vez, no entanto, o lugar enfrentará o maior problema de sua existência.
O ano de 2023 é muito especial para os fãs de Indiana Jones. Isso porque a saga do arqueólogo mais famoso do mundo chega ao fim com seu novo filme, que já está nos cinemas.
Porém, ao contrário das expectativas da Lucasfilm – e dos fãs em geral, Indiana Jones e a Relíquia do Destino não se tornou unanimidade entre crítica e público. Feito para dar um fim digno ao maior personagem dos cinemas, o longa queria apagar da mente dos apaixonados pelas aventuras de Indy o sabor agridoce deixado por Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, lá em 2008. Mas não conseguiu exatamente. Por isso, ranqueamos os filmes da saga do PIOR para o MELHOR. Confira!
Feito com a missão de limpar a barra da franquia com um capítulo final digno, Indiana Jones e a Relíquia do Destino tinha potencial, mas esbarrou na falta de personalidade ao recontar uma história de encerramento que não soube lidar com as próprias propostas. Dessa vez, nosso querido Indiana Jones está se aposentando da vida de professor universitário e vive com a frustração de ser uma peça descartável em uma sociedade que só pensa no futuro e até onde as revoluções científicas vão levar a humanidade. Nesse contexto, sua afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge) ressurge em busca da Anticítera, uma relíquia do matemático Arquimedes que supostamente permitia viagens no tempo, e que foi obsessão de seu pai em vida. Quando ela toma posse, nazistas infiltrados no governo americano começam a persegui-la e ao seu padrinho, que deixa a aposentadoria rumo a uma aventura final.
Por ser ambientado em 1969, um ano tão emblemático para a história dos EUA, talvez fique a sensação de que esses eventos históricos poderiam ser melhor explorados. Mas a verdade é que o grande problema desse filme é ter dois protagonistas que não se complementam. Pois é, Helena reúne todas as características de uma personagem que foi introduzida para dar continuação à franquia. Porém, como é um filme do Indiana Jones e a proposta é ser uma grande despedida para Harrison Ford e o lendário arqueólogo, ele precisa solucionar tudo para não perder o brilho. Ou seja, Helena é relegada do protagonismo verdadeiro, mas também é importante demais para ser uma mera coadjuvante. Ao mesmo tempo, Indy é retratado como uma personagem descartável, mas que se força a ser protagonista. É uma contradição bastante complicada e que muitos considerarão como desrespeitosa ao grande herói das aventuras oitentistas. Além disso, todo o arco de conclusão do Indiana Jones é muito similar àquele já apresentado em O Reino da Caveira de Cristal, mas conduzido de forma mais triste e sombria, como um remake não assumido do final de 2008.
Considerado o pior filme da saga por 15 anos, o filme lançado em 2008 perdeu o posto em 2023, mas não é absurdo dizer que mesmo sem ter tanto prestígio, ele tem seu valor. Lançado em uma época em que os super-heróis “realistas” começavam a ditar os rumos do entretenimento popular, chegando a afetar ícones dos anos 80, como a franquia Duro de Matar, é louvável que Steven Spielberg tenha se mantido fiel ao mais puro e simples compromisso com a aventura alucinante que o levou ao sucesso irredutível que ele mantém até hoje. A trama acompanha um Indiana Jones mais velho e cansado, que ainda assim segue com sua rotina de alternar as aulas na universidade com suas aventuras mortais ao redor do mundo. Dessa vez, os nazistas dão espaço aos soviéticos, que estão atrás de uma misteriosa caveira de cristal, cujas habilidades permitiriam que seu portador atingisse o conhecimento máximo, chegando até a ler mentes. No meio dessa trama paranormal, Indy sofre uma traição e acaba sendo jogado no caminho dos soviéticos para ajudá-los a recuperar a tal caveira, levando essa turminha do barulho em uma aventura sem precedentes pela América do Sul.
Talvez o grande problema desse filme – fora a estética que flerta com os filmes dos anos 60, mas traz a saturação típica dos longas do final da década de 2000 – seja a insistência incômoda da direção em mostrar que o herói da infância de grande parte do público está velho e acabado. Todo mundo sabia da idade avançada de Harrison, mas ele é metido em situações aqui que beiram o desrespeito com o personagem e o ator. Além disso, o Mutt Williams (Shia LaBeouf), que acompanha o Indy em grande parte do filme, é um coadjuvante ainda mais chato que a Willie. De qualquer forma, se você não sentir incômodo com essa proposta de ver um Indy cansado, é bem provável que você se divirta muito com as famosas aventuras exageradas do arqueólogo.
Esse filme traz uma curiosidade muito interessante. Ele foi o segundo da saga a ser lançado nos cinemas. Porém, cronologicamente falando, ele se passa antes do primeiro filme da franquia, não que isso afete em alguma coisa a ordem de assistir a saga. E mesmo estando em terceiro no nosso ranking, O Templo da Perdição passa muito longe de ser um mau filme. Ambientada em grande parte na Índia, essa aventura asiática do Dr. Jones começa em Xangai, onde ele negocia a troca de uma urna histórica por um diamante, mas acaba sofrendo um golpe e se vê na urgência de fugir com seu parceiro mirim, Short Round (Ke Huy Quan), e a atriz/ cantora/ rainha dos gritos, Willie Scott (Kate Capshaw). Na fuga, eles passam por outra trairagem e acabam na Índia, onde uma aldeia nativa se vê afundada na crise após uma seita sobrenatural roubar sua pedra sagrada e todas as crianças do vilarejo. Assim, Indy e seus amigos vão tentar ajudá-los enquanto procuram uma forma de voltar para a cidade. O problema é que a tal seita é bem mais poderosa do que eles imaginam.
Esse capítulo causou bastante polêmica dentre os fãs, justamente por trazer um tom mais sombrio e adulto para a saga. Enquanto parte do fandom é apaixonada por essa pegada mística de rituais e cenas mais pesadas, há quem não curta por achar que destoa muito do resto da franquia. A ideia de Spielberg eGeorge Lucas, inclusive, era mesmo fazer algo mais voltado para o terror. Ainda há algumas polêmicas culturais, como a exaltação ao exército britânico ante o massacre promovido na Índia. Mas, no final das contas, há tantos momentos memoráveis nesse filme, que é quase impossível não se divertir com ele. Como não gostar de uma aventura que promove uma sequência de tirar o fôlego em um carrinho de ferro em uma mina abandonada? Não dá!
Ok, ok, sei que essa aqui é polêmica, já que Caçadores da Arca Perdida revolucionou o gênero da aventura nos cinemas e se tornou o exemplo perfeito de como se fazer um filme do gênero. No entanto, o primeiro lugar do ranking tem um ponto que faz toda a diferença. A trama deste longa começa na América do Sul, com o arqueólogo tentando extrair um ídolo de ouro de uma caverna repleta de armadilhas. Essa sequência se tornou uma das mais famosas da história do cinema, além de marcar a estreia do fantástico Alfred Molina(o Doutor Octopus deHomem-Aranha 2) nas telonas. Com um resultado frustrante, Indy retorna para a universidade, onde é intimado pelo serviço secreto dos EUA, que pede sua ajuda para encontrar a lendária Arca da Aliança, que está sendo procurada pelos nazistas, que querem usar os supostos poderes divinos do artefato para varrer os EUA e ganhar a Segunda Guerra Mundial. Assim, o arqueólogo vai parar no Cairo, onde suas pesquisas indicam que está escondida a arca.
O filme é praticamente perfeito. Apesar de alguns malas-sem-alça cismarem em dizer que a participação do Indiana Jones não afeta o destino da guerra, o filme usa justamente dos erros e afobações de seu protagonista para contar uma história de como ele quase complica tudo, mas consegue salvar o dia no final. É uma aventura que só mesmo tendo muita amargura no coração para tentar colocar defeito. O filme é tão bom e envelheceu tão bem, que até hoje é capaz de entreter, divertir e assustar as novas gerações. É arte purinha.
E no topo do ranking, temos a consolidação do sonho de Steven Spielberg com uma aventura tão fantástica quanto a original, que explora o passado e flerta com o futuro do nosso herói, enquanto ele se mete em outra confusão com os nazistas, mas agora acompanhado por seu carismático pai. Spielberg nunca escondeu de ninguém que seu grande sonho cinematográfico era dirigir um filme doJames Bond. Inclusive, foi desse sonho que surgiu a ideia de fazer a saga de um aventureiro que fosse tão másculo e implacável quanto o agente secreto. Então, quando ele decide fazer a – até então – última aventura de seu personagem mais icônico, revelando ao público uma complicada relação entre pai e filho, ele foi certeiro ao escalar o lendário ex-007, Sean Connery, para interpretar o Dr. Jones Pai. Sua personalidade excêntrica misturada às trapalhadas típicas de ter um senhor de idade envolvido numa busca mortal contra os nazistas consegue fazer um contraponto muito divertido à virilidade das ações do Indy, ao mesmo tempo que ele exercer tanta influência sobre o aventureiro acaba sendo um complemento perfeito para a personalidade do herói. Para melhorar tudo, eles retornam aos desertos africanos, onde reencontramos velhos conhecidos e damos gargalhadas com a confusões que o pobre Dr. Marcus Brody (Denholm Elliott) arruma. Ainda há um mistério acerca da belíssima acompanhante de Indy na jornada e um vilão nojento que anseia por encontrar o lendário Graal, o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia.
O longa consegue contar mais do passado do Indiana de forma divertida, e que hoje não seria bem-vista por alguns. No entanto, é feita com tanta paixão e combina tanto com o tom do filme, que é impossível não se entreter com as origens do jovem Indiana Jones. Além disso, ele promove um resgate ao espírito de aventura descompromissada do primeiro filme, deixando de lado esse tom mais sóbrio e abraçando a ideia de um trama para toda a família. É aquilo, por mais perfeito que Caçadores da Arca Perdida seja, é muito difícil de competir com um filme que traz um 007 e um Indiana Jones para serem pai e filho, desenvolvendo sua relação ao longo da história e criando uma das maiores aventuras de todos os tempos, senão a maior.
E aí, concorda com nosso ranking? Monte o seu nos comentários!
Desde que o mundo começou a questionar e a pedir novas representações e representatividade nas produções audiovisuais as produtoras começaram (aos poucos, é verdade) a ouvir esses pedidos e, muitas vezes, a repensar seus roteiros e produções em andamento. Assim, nos últimos anos, temos tido lançamentos, tanto nos cinemas quanto nos streamings, de filmes e séries sobre culturas diversas, com equipe ou elenco pertencente a essas culturas ou cujas construções narrativas tivessem uma preocupação maior em não estereotipar, rir ou diminuir essas culturas. Nesse esforço coletivo, tem havido erros e acertos, mas, acima de tudo, tem se demostrado um grande esforço de todos, o que sinaliza boa vontade, mesmo que não seja perfeito – ainda.
Nefer (na voz original de Eleanor Tomlinson) é uma princesa do reino das múmias, submerso ao mundo dos homens para protegê-las a todas, para que, desse modo, elas possam viver livremente. Seu pai, o Faraó (voz de Sean Bean), decide que é chegado o momento de casá-la, e, por isso, realiza um ritual de escolha do pretendido – que, acidentalmente, elege Thut (Joe Thomas), um ex-corredor de bigas cujo trauma do passado o impede de competir. Mesmo se sentindo obrigado a casar, os dois tentam uma solução diplomática, e Thut recebe a missão de guardar o anel de noivado para entregá-lo na época certa a Nefer. Porém, quando o ambicioso Lord Carnaby (Hugh Bonneville) descobre o túmulo vazio de uma múmia e, consequentemente, encontra o reino perdido das múmias vivas, a liberdade de todas as múmias do local ficará em risco, e Nefer e Thut deverão não só recuperar o anel perdido, mas também proteger a população.
Com uma hora e meia de duração, ‘As Múmias e o Anel Perdido’ estreia nos cinemas brasileiros a partir do final de semana pós-Carnaval como uma grande aposta da Warner em angariar o público que ainda está naquele período de transição, entre o fim das férias e a volta às aulas e também que não é tão criança, mas ainda não é tão adolescente assim.
Esteticamente bem feito, não passa despercebido, porém, o tom ocidental imprimido na narrativa do roteiro de Javier López Barreira e Jordi Gasull ressoando ao longo do enredo, mesmo que nos menores detalhes, que o talvez ao espectador menos crítico passe despercebido, mas que, porém, ao público que anda atento e exigente por narrativas representativas fica bem evidente. Exemplos ocorrem quando as múmias chegam a Londres e reconhecem o local como de grande prosperidade, comparando-o ao reino de Roma; quando Nefer, ao chegar numa apresentação teatral egípcia, pergunta qual colônia seria aquela; ou, acima de tudo, no tom de pele claro demais para múmias que se dizem egípcia – em épocas em que se retoma o tom de pele negro de Cleópatra, desenhar múmias egípcias com tom de pele claro e narizes finos é complicado… Por outro lado, é visível o esforço na construção desses personagens – dessa vez caracterizados com seus desenhos nos rostos. Dava para Juan Jesús Garcia Galocha, como diretor, ter repensado esses pontos.
Salvo este quesito, ‘As Múmias e o Anel Perdido’ é uma aventura de animação divertidinha e engraçada em alguns aspectos, bem-feita e antenada na garotada, com toques de Tik Tok e Just Dance. Uma opção para a garotada encerrar as férias no cinema.
Insurgindo como um dos últimos heróis a tentar impedi-lo, Homem de Ferro estava frente a frente com Thanos (Josh Brolin) e ainda defendia seus semelhantes. Isso é, até o Titã arrancar um pedaço da armadura nanotecnológica de Stark e enfiá-la no estômago dele.
Ao passo que levantava sua Manopla do Infinito, pronto para mandar o herói para sua trágica ruína, Dr. Estranho (Benedict Cumberbatch) conseguiu falar com ele e oferecer a Joia do Tempo em troca da vida de Tony. E, como todos sabemos, Thanos aceitou o acordo e deixou o herói viver.
No momento em que Thanos levantou sua manopla para matar o personagem de Downey Jr., quatro Joias foram ativadas – a da Alma, do Poder, da Realidade e do Espaço. O Titã, entretanto, não precisava de todas essas pedras para mantar Tony, então por que ele iria usar essas quatro para se livrar de seu inimigo?
De acordo com um usuário do Reddit, o motivo é bem simples: Thanos respeitava o Homem de Ferro o suficiente para lhe dar uma morte bem cerimoniosa. Compartilhado pelo usuário First-Fantasy, a teoria também diz que o Titã utilizaria as Joias da Alma e do Poder para derrotá-lo.
Logo depois, ele utilizaria a Joia da Realidade para limpar o cadáver de Tony e deixá-lo apresentável o suficiente antes de utilizar a Joia do Espaço para transportá-lo de volta para a Terra, para que seus amigos pudessem realizar um funeral digno de seu defensor. A teoria parece dialogar diretamente com a declaração dos Irmãos Russo sobre como Thanos era nobre com sua causa e como suas motivações não eram baseadas em assassinato, mas sim na manutenção do balanço da vida no universo.
A Apple vai se aventurar no espaço em uma de suas primeiras séries produzidas pelo seu novo serviço de streaming, Apple TV+. A produção, intitulada ‘For All Mankind‘, ganhou mais um trailer oficial.
Assista:
Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.
Segundo o Entertainment Weekly, as filmagens da 4ª temporada de ‘The Crown’ foram finalizadas mais cedo do que o previsto – principalmente devido à pandemia do coronavírus que vem se espalhando há alguns meses.
De acordo com o site, “a produção foi encerrada alguns dias antes do previsto. Dessa forma, a nova temporada deve chegar à Netflix no final do ano, com Olivia Colman reprisando seu papel como Rainha Elizabeth II”.
Relembre o trailer do ciclo anterior:
O novo ano será ambientado em 1976, o que inclui a introdução de um novo elenco: Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret).
A terceira temporada vai contar a ascensão do Primeiro Ministro Harold Wilson (Jason Watkins) e o desgaste do casamento entre Margaret e Antony Armstrong-Jones (Ben Daniels), além de outras tramas históricas. Também veremos a versão adulta dos Príncipe Charles e a Princesa Anne, que serão interpretados pelos desconhecidos Josh O’Connor e Erin Doherty.
Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.
Seguindo o sucesso magistral de ‘Ray of Light’, Madonnaestava pronta para embarcar em sua mais nova jornada – abrindo o novo século com o divertido e dissonante ‘Music’. Resgatando o costumeiro pop de suas investidas anteriores e acrescentando a ele elementos do house, da electro-music (que ajudara a colocar na indústria mainstream dois anos antes) e até mesmo do new wave, a lendária cantora e compositora aproveitava para retomar a parceria com William Orbit e chamando, pela primeira vez, o icônico produtor francês Mirwais Ahmadzaï, Madonna desejava voltar para as pistas de dança com força e com um som diferente do bubblegum adolescente que dominava as paradas de todo o mundo.
Mais de uma vez, a performer provou estar sempre atenta ao que estava acontecendo no cenário musical do restante do planeta, buscando sempre se afastar do óbvio ou ao menos trazer de volta incursões já esquecidas pela constante mudança da indústria fonográfica. Em 2000, Madonna enfrentava um novo problema: a dominação do R&B. É claro que alguns anos antes ela já havia explorado as temáticas e as sonoridades do gênero em questão com ‘Bedtime Stories’, mas agora estava na hora da contemporaneidade abraçar de ver essas novas inflexões. ‘Music’ veio como uma resposta para si mesma e ganhou vida como um projeto de bastante apreço pela artista, ainda mais por não parecer com absolutamente nada do que ela havia apresentado no passado.
No geral, seu oitavo álbum de estúdio é competente o bastante para nos manter entretidos, seja pela forte presença dos sintetizadores, dos drills e do proposital autotune – que seria reavido diversas vezes nos anos seguintes. Entretanto, intrigante (e um tanto quanto frustrante) é o seu resultado final: assemelhando-se a uma gigantesca colcha de retalhos, Madonna exibe estampas instrumentais diversas e um apreço pela ressonância explosiva que nunca, de fato, encontra um único caminho para seguir. Por vezes, essa ousadia deliberada funciona, como podemos ver na faixa-título; em outras iterações, como “Runaway Lover”, o experimentalismo fala tão alto que chega a ser difícil encontrar qualquer indício de linha ou coesão criativas. De qualquer forma, é necessário dar os créditos necessários para o atrevimento com o qual o CD é gerido – afinal, render-se às mudanças, principalmente tão fortes quanto essas, nunca é uma tarefa fácil.
Enquanto a presença de Orbit é presença com imediatismo em diversas tracks, Ahmadzaï cai uma luva para a estética que Madonna buscava. A rainha do pop é embebida nos toques sintéticos do post-punk e do electro-punk e transformada em uma robótica entidade cuja missão na terra é levar seus fãs para um mundo – em algo que se correlaciona, de certa maneira, com a PC music que artistas como Charli XCXe A.G. Cook utilizariam. Da mesma forma que deixa de levar para esses conceitos apocalípticos (no melhor sentido da palavra, diga-se de passagem), o produtor não deixa de prestar atenção à visão que a lead singer já tinha em mente: Ahmadzaï estende suas ramificações para uma espécie de electro-country que faz um ótimo uso do violão e do baixo em “I Deserve It”, e do electro-rock retumbante de “Amazing”.
De certa maneira, Madonna volta a seguir sua premissa de “fazer o que bem entende” – afinal, isso funcionou com estabilidade surpreendente em sua já consolidada carreira. Certas delineações parecem fora do tom a que se desejava alcançar, como se vários fragmentos independentes entre si se misturassem em conflito bélico e recheado de vibrantes elementos; porém, quando a cautela impera, a performer cria mágica – como também já fizera inúmeras vezes. “Don’t Tell Me”, mais do que o lead single homônimo, é a representação máxima daquilo que se esperava de uma A-list: temos a perfeita fusão entre o trip-hop e o country, cujos brilhantes adornos são acompanhados de uma envolvente guitarra e de um flerte tanto com o folk e o dance. Como se não bastasse, Madonna traz os sólidos vocais de ‘Ray of Light’ para melismas aplaudíveis que precedem e sucedem o refrão.
Ela volta a fazer o mesmo com a sequencial “What It Feels Like a Girl”, provavelmente uma das melhores músicas de sua carreira. Acompanhado da surda presença de sintetizadores de uma bateria que relembra o onirismo de ‘True Blue’ e que até busca algumas referências do final dos anos 1990, a sinestésica semibalada é temperada com os acordes acústicos do guitarrista David Torn. Em outra perspectiva, certos empirismos não exploram o potencial que cultivam nas primeiras progressões, como “Paradise (Not For Me)” e “Gone”, ou falham drasticamente por tentarem ser mais do que pretendem (“Nobody’s Perfect”, que seria trazida para 2019 como complemento artístico de diversas faixas de ‘Madame X’).
Chegando ao fim com uma esquecível e sem vida rendição do clássico “American Pie”, ‘Music’ pode não chegar aos pés dos últimos álbuns lançados por Madonna, mas é bastante aprazível quando os segundos finais terminam. E, mesmo que com seus deslizes, é inegável dizer que vários artistas revisitaram esse pastiche fonográfico para buscarem suas próprias identidades – de forma subversiva ou mimética.
A Warner Bros. divulgou através do YouTube uma das faixas da trilha sonora original de ‘Mulher-Maravilha 1984’, composta pelo vencedor do Oscar Hans Zimmer.
Lembrando que o longa já estreou nos cinemas nacionais.
“Mulher-Maravilha 1984 são três filmes em um … E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso.” – Alex Abad-Santos | Vox
“A sátira social perversamente pungente do filme deve ocasionalmente dar um passo para os super-heróis, é claro. E embora a nova edição de Gadot e Jenkins proporcione as esperadas emoções e empolgação, esta sequência compartilha a falha significativa de seu antecessor.” – Alonso Duralde | TheWrap
“Se Mulher-Maravilha 1984 não consegue atingir as alturas do primeiro filme, ainda assim ele voa lindamente quando é mais importante.” – Angie Han | Mashable
“Gal Gadot retorna como a princesa amazona com as pulseiras à prova de balas, apresenta um casal de inimigos dignos e traz um filme muito divertido, mesmo que seja extremamente agitado e quase esgote suas energias com pesadas duas horas e meia.” Brian Truitt | EUA Today
“Uma aventura vibrante e virtuosa repleta de todo o coração e heroísmo que esperamos da luz brilhante da DC. Mulher Maravilha 1984 é realmente a heroína que 2020 precisava o tempo todo.” – Ben Travis | Empire Magazine
“Mulher-Maravilha 1984 realmente brilha como uma dose bem-vinda de escapismo perfeito e dourado.” – Laura Griffiths | Starburst
“Todos nós esperamos por Gadot e valeu a pena. Um blockbuster muito necessário cheio de humor, espetáculo e otimismo.” – Jamie Graham | TotalFilm
“A história da Mulher Maravilha em 2020 pode ser edificante e inspiradora, mas este filme não é nada disso.” Seanan McGuire | Polígono
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
Assim como o terror, produções de desastres naturais têm um espacinho especial no coração dos cinéfilos – principalmente pelo fato de colocar a majestosa e incontrolável natureza contra a pequenez do homem e sua ambição desmedida. Desde ‘O Dia Depois de Amanhã’ até o recente ‘Destruição Final: O Último Refúgio’, são inúmeros os títulos do gênero em questão – mas um deles tornou-se um clássico da Sessão da Tarde e ainda é revisitado por inúmeros espectadores: ‘Impacto Profundo’.
Lançado em 1998, o longa-metragem foi lançado na mesma época que ‘Armageddon’ e ficou um pouco ofuscado, apesar de ter sido relativamente melhor recebido pela crítica internacional. Arrecadando uma considerável bilheteria ao redor do mundo (US$349 milhões), a narrativa trouxe nomes como Robert Duvall e Téa Leoni enfrentando a iminência de um evento catastrófico – um meteoro que irá se chocar com a Terra.
Em comemoração ao seu aniversário de 23 anos, o CinePOP resolveu relembrar a icônica produção ao construir uma breve lista com dez curiosidades de bastidores.
Confira:
HOMENAGEM CIENTÍFICA
Depois de descobrir que um comete estava em rota de colisão com a Terra, um dos astrônomos morre em um acidente de automóvel. A sequência é inspirada na morte real de Eugene Shoemaker, cientista que ajudou a descobrir um cometa que colidiu com Júpiter em 1994.
CELEBRANDO UM LEGADO
O diretor de fotografia Dietrich Lohmann estava muito doente durante a fase de produção do longa-metragem – e o elenco e a equipe criativa descobriram que ele estava morrendo em virtude de leucemia. Uma dedicatória especial foi feita a Lohmann nos créditos finais, visto que ele morreu pouco depois do término das gravações.
AMEAÇA VERDADEIRA
Pouco antes do lançamento do filme, astrônomos anunciaram que o asteroide 1997 XF11 cairia na Terra a uma velocidade de 161 km/h às 18h30min do dia 26 de outubro de 2028, quinta-feira, ajudando a aumentar a venda de ingressos. Pouco depois, uma nova órbita previu que o asteroide em questão desviaria do planeta por 965 mil quilômetros.
FIGURINOS DESCONFORTÁVEIS
Jon Favreau, que interpretou o Dr. Gus Partenza no filme, disse que o elenco ficava bastante desconfortável dentro dos uniformes de astronautas. Durante as pausas, eles tinham que ser pendurados em uma espécie de cabides gigantes pelos trajes e levados para fora para tomar um pouco de ar.
COLABORAÇÃO GOVERNAMENTAL
Vários lugares federais, como a Sala de Situação da Casa Branca e as salas de planejamento estratégico no porão do Pentágono, foram visitados com permissão pelo roteirista Bruce Joel Rubin, para que pudesse realizar pesquisas para os rascunhos iniciais da história.
SPIELBERG NO COMANDO
O aclamado diretor Steven Spielberg estava interessado em dirigir o filme, mas resolveu dar espaço para Mimi Leder (‘A Little Piece of Heaven’) comandar a produção. Spielberg, por sua vez, ficou nos bastidores como produtor executivo.
MAIS DESASTRES
Na edição especial em Blu-ray, mais especificamente no featurette‘Making an Impact’, é mostrado que havia uma cena no storyboard original que mostrava um navio empalando o Edifício Chrysler na cidade de Nova York, durante a sequência do tsunami. Entretanto, a cena não passou dos primeiros processos de animação digital e, por essa razão, não foi incluída no corte final.
NASA EM PESO
Um dos oficiais da NASA no filme é intepretado por Gerry Griffin, que é, na vida real, ex-diretor de voo da agência espacial. Griffin também presidiu a missão Apollo 12 e, mais tarde, tornou-se diretor do Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas.
IMPROVISAÇÃO HILÁRIA
Durante a reunião escolar, um dos estudantes faz a hilária observação: “agora, você vai transar mais que qualquer aluno na sua sala” para o jovem astrônomo Leo Biederman (Elijah Wood). A fala foi improvisada por Jason Dohring e as reações dos outros alunos foram genuínas.
PIADA INTERNA
A nave que vai ao espaço destruir o cometa se chama O Messias (The Messiah, no original). Esse não é apenas um nome apropriado, mas também uma piada interna. Quando o primeiro ônibus espacial estava sendo concebido, a NASA construiu uma maquete em tamanho real. Ela recebeu o apelido de Messias porque, de acordo com controlador de voo Jerry Greene, todos que entravam nela exclamavam “Jesus Cristo!” no tocante ao seu tamanho.
A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gagae o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett lançaram recentemente o videoclipe oficial de “I’ve Got You Under My Skin”, novo single do elogiado álbum ‘Love for Sale’.
Confira:
O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado ‘Cheek to Cheek’, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.
A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.
Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado ‘Cheek to Cheek’, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.
Vale lembrar que ‘Love for Sale’ será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singlesao redor do mundo.
Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.
O terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ chegou recentemente à Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming se juntou a Sarah Yarkin (Melody) e Elsie Fisher(Lila) para destrinchar a cena da batalha final no longa-metragem.
Confira:
Nesta sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.
A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.
Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).
Alvarez explicou essa nova visão do Leatherface para a EW:
“É basicamente o mesmo personagem, que ainda está vivo. Nossa opinião é que esse cara provavelmente desapareceu depois de tudo o que fez. Sabe, como você pega um cara que tem uma máscara? Uma vez que ele remove a máscara e foge, é muito fácil para ele se esconder em algum lugar. Essa história vai pegá-lo muitos e muitos anos depois da história original. Ele está escondido há muito, muito tempo, tentando ser uma boa pessoa.”
As informações indicam que Josh Heuston e Edward Davis foram escalados para o ambicioso projeto. Heuston será Constantine, descrito como o filho ilegítimo do Imperador (Mark Strong); Davis, por sua vez, será Harrow Harkonnen, um “político em ascensão de uma família outrora grandiosa, que tem um forte desejo de levar sua Casa à glória do passado”.
A dupla se junta aos previamente confirmados Strong (‘Shazam!’), Jade Anouka (‘Fronteiras do Universo’) e Chris Mason (‘Broadchurch’).
Strong será o Imperador Javicco Corrino, “um homem de uma grande linhagem de imperadores de guerra que é chamado para governar o Imperium e lidar com uma paz frágil”; Anouka será a Irmã Theodosia, uma “talentosa e ambiciosa acólita na Irmandade que esconde um segredo perigoso sobre seu passado”; por fim, Mason será Keiran Atreides, “um espadachim cuja ambição em honrar o nome da família é colocada em xeque quando ele forma uma aliança inesperada com um membro da família real”.
Lembrando que as gravações tiveram início no último dia 22 de novembro, trazendo o vencedor do Emmy Johan Renck no comando dos dois primeiros episódios.
Emily Watson, Shirley Henderson e Indira Varma estrelam a produção. Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.
A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.
Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.
Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!
‘Silêncio’, novo suspense policial espanhol estrelado por Arón Piper (‘Elite’), já está disponível na Netfix.
A minissérie foi lançada na plataforma de streaminghoje,19 de maio.
Sergio Ciscar (Piper) sai da prisão seis anos depois de assassinar os pais. Enquanto estava preso, Sergio não disse uma palavra. Agora, uma psiquiatra e sua equipe têm a missão de descobrir o que ele esconde por trás desse silêncio todo.
Relembre o trailer:
A produção foi criada, escrita e supervisionada por Aitor Gabilondo. Gabe Ibáñez, Esteban Crespo e Gabilondo entram como diretores.
O longa irá abordar a ascensão de Napoleão ao poder durante o período da Revolução Francesa, em que foi um dos maiores líderes militares e como chegou a ser imperador. A trama também dará muito destaque à relação entre Napoleão e sua esposa, Josephine, interpretada por Vanessa Kirby, que foi indicada ao Oscar por seu papel em ‘Pieces of a Woman’.
David Scarpa, conhecido por seu trabalho em ‘The Man in the High Castle’, fica responsável pelo roteiro. Ele já trabalhou com Scott no elogiado drama ‘Todo o Dinheiro do Mundo’.
O filme terá nada menos que 157 minutos e 43 segundos de duração (isto é, 2 horas e 37 minutos).
‘Argylle – O Superespião‘, o filme de espionagem do diretor Matthew Vaughn (‘Kingsman’) estrelado por Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e Bryce Dallas Howard (‘Jurassic World’) já está disponível na Apple TV+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os hilários erros de gravação do longa.
A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.
“Um dos filmes de ação mais caoticamente estúpidos a torturar o público em anos” – Globe and Mail.
“De reviravoltas inesperadas ao elenco incrivelmente carismático, sem mencionar um terceiro ato repleto de acontecimentos hilariamente inesquecíveis, a complexa e simples história de espionagem cativa o público com seu charme exagerado e energia implacável” – Talking Films.
“‘Argylle’ é divertido, com muita ação e um excelente uso da música” – Solzy at the Movies.
“Vaughn e [o roteirista Jason]Fuchs nunca descobrem como concretizar uma ideia inteligente” – Deadline.
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, Robert Rand, que assinou o livro sobre os irmãos Menendez, afirmou que a atração construiu um retrato fictício acerca do que realmente aconteceu.
Um dos subtextos indicados pela série de Ryan Murphy é de que Erik e Lyle Menendez possuíam uma relação de afeto incestuosa, mostrando os irmãos se beijando brevemente no segundo episódio e se banhando juntos no sexto capítulo.
Durante o julgamento, Lyle afirmou que que nunca teve um relacionamento sexual com o irmão. Rand, que assinou o romance de não-ficção ‘The Menendez Murders’ em 2018, contou ao THR que o retrato incestuoso de Erik e Kyle é falsa e que esse pensamento, na verdade, vivia apenas entre as pessoas que os cercavam.
“Não acredito que Erik e Lyle Menendez tenham sido amantes. Acho que é uma fantasia que estava na mente de Dominick Dunne [o repórter interpretado por Nathan Lane na série]”, ele explicou. “Houve rumores durante o julgamento de que talvez houvesse algum tipo de relacionamento estranho entre os próprios Erik e Lyle. Mas acredito que o único contato físico que eles podem ter tido foi o que Lyle testemunhou, que quando Lyle tinha 8 anos, ele levou Erik para a floresta e brincou com ele com uma escova de dentes – que foi o que [o pai deles] José fez com ele. E então eu certamente não chamaria isso de relacionamento sexual de qualquer tipo. É uma resposta ao trauma.”
Vale lembrar que, através de uma declaração oficial, Erik afirmou que a série perpetua “retratos arruinadores de caráter” de ambos.
A declaração também acusouMurphy de ter más intenções com a narrativa delineada.
Confira o texto na íntegra:
“Eu acreditava que tínhamos ido além das mentiras e das representações ruinosas de Lyle, criando uma caricatura de Lyle enraizada em mentiras horríveis e descaradas que se espalham pela série. Só posso acreditar que eles fizeram isso de propósito. É com pesar que digo: acredito que Ryan Murphy não pode ser tão ingênuo e impreciso sobre os fatos de nossas vidas para fazer isso sem má intenção.
É triste para mim saber que o retrato desonesto da Netflix das tragédias que cercam o nosso crime fez com que as verdades dolorosas retrocedessem vários passos – de volta no tempo, a uma época em que a acusação construía uma narrativa sobre um sistema de crenças de que os homens não eram abusados sexualmente, e que os homens vivenciaram o trauma de estupro de maneira diferente das mulheres. Essas mentiras terríveis foram contestadas e expostas por inúmeras vítimas corajosas ao longo das últimas duas décadas, que superaram a sua vergonha pessoal e falaram corajosamente. Então agora Murphy molda sua narrativa horrível por meio de representações vis e terríveis de Lyle e de mim e de calúnias desanimadoras.
A verdade não é suficiente? Deixe a verdade permanecer como a verdade. É muito desmoralizante saber que um homem com poder pode minar décadas de progresso no esclarecimento de traumas infantis. A violência nunca é uma resposta, nunca é uma solução e é sempre trágica. Como tal, espero que nunca se esqueça que a violência contra uma criança cria uma centena de cenas de crimes horríveis e silenciosas, sombreadas por brilho e glamour e raramente expostas até que a tragédia penetre em todos os envolvidos. A todos aqueles que me contataram e apoiaram, obrigado do fundo do meu coração”.
O novo ciclo explora um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Erik.
Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.
Até hoje, Lyle e Erik, cumprindo pena de prisão perpétua, insistem em sua inocência.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.