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Saiba quais são as ÚNICAS 11 Atrizes (Até o Momento) em Atividade com mais de uma Estatueta do Oscar em Casa

O anúncio dos indicados ao Oscar 2024 ocorreu na última terça-feira, dia 23 de janeiro de 2024. Depois disso, é campanha atrás de campanha, numa verdadeira corrida dos estúdios pela vitória, até o dia 10 de março, quando ocorre a cerimônia e serão revelados todos os vencedores da noite. Alguns dos nomeados deste ano já possuem estatuetas do Oscar decorando suas casas, como Emma Stone, Robert De Niro e Jodie Foster.

Ou seja, esses atores conhecem muito bem essa tal corrida do ouro mencionada acima. O que nos leva ao tema desta nova matéria. Ser indicado ao Oscar é uma grande honra. Vencer é melhor ainda. Agora imagina vencer mais de uma vez. Pois é, existem atores que caem nas graças dos membros da Academia, donos de grande talento, e terminam premiados mais de uma vez em suas carreiras. Aqui, iremos trazer as únicas 11 atrizes ainda vivas e trabalhando, prestigiadas com mais de uma estatueta do maior prêmio do cinema. Você sabia de todas? Confira abaixo.

01) Hilary Swank

Começamos a matéria com a atriz mais jovem a ter esse incrível reconhecimento. Swank tinha apenas 25 anos quando recebeu sua primeira indicação ao Oscar e saiu vitoriosa pelo papel em ‘Meninos Não Choram’, sobre uma jovem que vive como um rapaz. Antes disso, seu papel mais marcante havia sido em ‘Karatê Kid 4’.

Cinco anos depois, e Hilary Swank fazia de novo. Recebia uma nova indicação como atriz principal e saía novamente vitoriosa, por ‘Menina de Ouro’, no qual interpreta uma boxeadora. A carreira a atriz, no entanto, é bem curiosa. Pois quando não está sendo indicada e ganhando o Oscar, no geral seus filmes são fracassos de crítica ou dramas menores que o público sequer toma conhecimento.

02) Cate Blanchett

Australiana de 54 anos, Cate Blanchett é considerada uma das melhores atrizes, não apenas de sua geração, mas de todos os tempos ainda trabalhando. Por coincidência, Blanchett e Swank dividiram as telas no thriller sobrenatural de Sam Raimi, ‘O Dom da Premonição’. Ao contrário da colega, Blanchett possui, além das duas estatuetas, outras seis nomeações, sendo a última bem recente (em 2023 por ‘Tár’) – o que faz dela também uma das atrizes mais vezes indicada ainda em atividade.

Blanchett já tinha uma indicação quando ganhou o Oscar de melhor coadjuvante por ‘O Aviador’, de Martin Scorsese. Depois disso, foram mais três indicações que separam seu primeiro prêmio do segundo Oscar, em 2014 por ‘Blue Jasmine’, de Woody Allen, dessa vez como atriz principal.

03) Renée Zellweger

O caso de Renée Zellweger, texana também de 54 anos, é igualmente curioso. Acontece que a atriz realizou um dos retornos aos holofotes mais bem-sucedidos de que se tem notícia. Quando surgiu em cena, Zellweger viria a se destacar quatro anos após sua estreia nas telonas, com ‘Jerry Maguire’, no qual fez par com Tom Cruise e muitos acharam que deveria ter sido indicada ao Oscar. Daí foi um passo para o estrelato.

Foram duas indicações como atriz principal (‘O Diário de Bridget Jones’ e ‘Chicago’) até de fato ganhar o Oscar (como coadjuvante) por ‘Cold Mountain’. A carreira da atriz continuou a toda, mas na virada para a década de 2010, Zellweger daria uma freada e se afastaria dos holofotes. Quando voltou, seu rosto estava irreconhecível, devido a inúmeros procedimentos estéticos. Mas a atriz sacudiu a poeira e deu a volta por cima, sendo indicada e vencendo o prêmio novamente, dessa vez como atriz principal, pelo recente ‘Judy – Muito Além do Arco-Íris’.

04) Jodie Foster

Atualmente em cartaz com a nova temporada da excelente ‘True Detective’, Jodie Foster recebeu sua quinta indicação ao Oscar este ano, como coadjuvante pelo drama de esporte ‘Nyad’. A veterana de 61 anos começou a carreira ainda menina, em filmes da Disney. Quando fez ‘Taxi Driver’, de onde saiu sua primeira nomeação ao Oscar, Foster já havia feito mais filmes que ambos o diretor Martin Scorsese e o protagonista Robert De Niro, apesar de ter apenas 14 anos.

Foster é uma das poucas atrizes que levou dois prêmios de atriz principal em um intervalo bem curto de tempo. Foram apenas 3 anos que separaram o primeiro Oscar por ‘Acusados’, onde vive uma vítima de estupro atrás de justiça, de ‘O Silêncio dos Inocentes’, seu longa mais famoso no qual vive a agente do FBI Clarice Starling. Entre outras coisas, a aparição de Foster em ‘True Detective’ ecoa rapidamente aos cinéfilos uma Clarice mais experiente.

05) Frances McDormand

Com a rainha ninguém mexe. Muito se fala em Meryl Streep como a melhor atriz viva de Hollywood. E ninguém quer tirar o mérito dela, afinal é a recordista de indicações na história do Oscar, mesmo dentre as atrizes que não estão mais aqui, e inclusive comparando com os atores também. Isso que é moral. Porém, outra atriz surge com um recorde grandioso e impressionante. Falamos de Frances McDormand – muitas vezes subestimada.

Frances McDormand é a atriz que possui o melhor rendimento de todas, com 3 indicações ao Oscar de atuação e mais 3 vitórias. Fora isso, apenas ela e Meryl Streep possuem 3 estatuetas em casa de todas as atrizes ainda em atividade. Sendo que as 3 de McDormand são como atriz principal, ao contrário de Streep. ‘Fargo’, ‘Três Anúncios para um Crime’ e ‘Nomadland’ são os 3 filmes que premiaram a atriz. Fora isso, ela ainda possui mais um Oscar como produtora de ‘Nomadland’ e uma indicação como produtora de ‘Entre Mulheres’.

06) Meryl Streep

Agora sim, chegamos a “bambambã” Meryl Streep. Como dito no item acima, Streep pode ser a recordista de indicações de atuação na história do Oscar, são 21 no total, mas Frances McDormand tem um aproveitamento melhor e 3 Oscar como atriz principal. Seja como for, Meryl Streep ainda é dona da p%##a toda e já fez de tudo um pouco. Sua primeira vitória sairia logo em 1980, por ‘Kramer vs. Kramer’, como coadjuvante no papel de uma mãe lutando pela guarda dos filhos.

Três anos depois viria o prêmio como atriz principal no Oscar, por ‘A Escolha de Sofia’, no papel de uma mãe que precisa escolher entre seus dois filhos na época da guerra. Assim seguiram décadas de indicações sem vitória, que chegou até a virar piada. Em 2012, finalmente viria o segundo Oscar como atriz principal, e o terceiro no total – pelo filme ‘A Dama de Ferro’, no qual interpretou Margaret Thatcher, a icônica Primeira Ministra Britânica dos anos 80.

07) Jessica Lange

Contemporânea de Meryl Streep, Jessica Lange, de 74 anos, é uma das maiores veteranas de Hollywood ainda em atividade e uma verdadeira Primeira Dama do Cinema Mundial. Lange, que também faz parte do seleto grupo das atrizes com mais de um Oscar de atuação em casa, começou sua carreira ainda na década de 1970, e seis anos após sua estreia nas telonas, já era premiada com o Oscar de coadjuvante pela comédia ‘Tootsie’, na qual vive uma atriz de caso com o diretor de uma novela.

Foram mais 4 indicações ao Oscar depois disso, todas como atriz principal, mas sempre batendo na trave. Até que 12 anos depois de sua vitória, Jessica Lange marcaria um golaço, dessa vez como atriz principal, no drama ‘Céu Azul’, no qual atuou ao lado de Tommy Lee Jones.

08) Sally Field

Sally Field, de 77 anos, já foi companheira do icônico Burt Reynolds por 4 anos. No período estrelou 4 longas ao lado dele. Field é outra que começou a carreira bem jovenzinha, e ganhou destaque nos 82 episódios da série cômica ‘A Noviça Voadora’, da década de 60. No cinema, ficou eternizada como a mãe de ‘Forrest Gump’ e para as gerações mais novas foi a tia May de ‘O Espetacular Homem-Aranha’.

Por falar em melhores rendimentos, Sally Field está no páreo, pois das 3 estatuetas de melhor atriz às quais foi indicada, levou duas. A primeira saiu em 1980 como protagonista de ‘Norma Rae’, no papel de uma mãe solteira sindicalista. Cinco anos depois viria um segundo prêmio como protagonista por ‘Um Lugar no Coração’, onde interpreta uma viúva, mãe de duas crianças precisando salvar sua fazenda na década de 1930. A terceira indicação, mais recente, foi em 2013 por ‘Lincoln’, de Steven Spielberg.

09) Dianne Wiest

A veterana Dianne Wiest deve muito a Woody Allen. Isso porque as duas estatuetas do Oscar que guarda em casa, como atriz coadjuvante, saíram de produções dirigidas pelo lendário cineastas. A primeira, saiu em 1987, ao viver uma das irmãs de Hannah em ‘Hannah e Suas Irmãs’. Depois, já na década de 1990, levaria novamente como uma cantora de cabaré na década de 30, no policial cômico ‘Tiros na Broadway’.

Wiest, que é mais conhecida dos cinéfilos pelo papel da mãe em ‘Edward Mãos de Tesoura’, de Tim Burton, possui ainda mais uma nomeação como coadjuvante, na comédia dramática ‘O Tiro que Não Saiu Pela Culatra’, da década de 80.

10) Jane Fonda

Agora chegamos à rainha de tudo. Jane Fonda foi um símbolo sexual ainda na década de 1960. Sua beleza e forma física em ‘Barbarella’ ainda impressionam até hoje. Atualmente, ela é a octogenária mais bela do mundo, aos seus gloriosos 86 anos de idade. Fonda possui nada menos que 7 indicações ao Oscar em sua carreira.

A primeira nomeação da atriz foi em 1970 e dois anos depois venceria sua primeira estatueta como protagonista no thriller ‘Klute – O Passado Condena’, no qual viveu uma prostituta precisando da ajuda de um policial para tirar um psicopata de sua cola. Depois viriam mais duas indicações, com a segunda seguida de vitória, novamente como protagonista, por ‘Amargo Regresso’, sobre uma mulher casada, cujo marido foi para a Guerra do Vietnã, que se apaixona por um veterano cadeirante da mesma guerra. Fonda ainda obteve mais três indicações depois disso.

11) Maggie Smith

Terminando a matéria das grandes atrizes ainda em atividade com mais de uma estatueta do Oscar em casa, agora temos na lista a lendária Maggie Smith, de 89 anos. A veteraníssima britânica começou a carreira ainda na década de 50, e tem mais de 85 créditos como atriz no currículo. Para as gerações mais novas, será sempre a professora Minerva McGonagall da franquia ‘Harry Potter’.

A primeira indicação de Smith saiu ainda em 1966, mas a vitória como protagonista seria em 1970, com o filme ‘Primavera de uma Solteirona’. No fim da mesma década, em 1979, Smith seria premiada novamente, desta vez como coadjuvante na comédia de Neil Simon, ‘Califórnia Suíte’. Depois disso, a atriz ainda receberia mais duas nomeações, sendo a mais recente em 2002, como coadjuvante em ‘Assassinato em Gosford Park’.

Bella Thorne é assombrada no cartaz e trailer do terror ‘I Still See You’

O suspense sobrenatural ‘I Still See You‘, estrelado pela Bella Thorne, ganhou cartaz e trailer.

Confira:

“A trama se passa nove anos depois que um evento apocalíptico matou milhões de pessoas, e deixou um mundo habitado por fantasmas.”

Dermot Mulroney e Richard Harmon completam o elenco.

O filme será lançado nos cinemas e VOD no dia 12 de outubro.

Última temporada de ‘iZombie’ ganha trailer; Confira!

A CW divulgou o primeiro trailer da 5ª (e última) temporada de ‘iZombie‘.

Confira:

Criada por Diane RuggieroRob Thomas, a série é baseada nos quadrinhos da Vertigo, selo adulto da DC Comics.

Olivia Moore era disciplinada, médica residente com sua trajetória de vida completamente traçada. Porém, uma noite ela decide ir a uma festa. Nessa festa ela acaba sendo arranhada por um zumbi e se torna um. Agora, transformada em morta-viva, conseguiu um emprego no departamento legista para ter acesso aos cérebros de que deve se alimentar para manter sua humanidade. Mas, a cada cérebro que consome, ela herda traços da personalidade daquela pessoa, além disso, também tem acesso as memórias por meio de rápidas visões, algo que fez com que tivesse a oportunidade de ajudar a solucionar os crimes e como estas pessoas foram assassinadas.

O elenco ainda inclui Rose McIverMalcolm Goodwin, Rahul Kohli, Robert Buckley, David AndersAly Michalka e Bryce Hodgson.

A última temporada da série irá estrear no dia 2 de maio.

‘Cats’ FRACASSA nas bilheterias e entra para o TOP 20 nas piores estreias da história

Após ter sido massacrada pelos críticos, a adaptação de ‘Cats‘ fracassou nas bilheterias. O longa estreou com apenas US$ 6.5 milhões nos EUA, falhando em alcançar até mesmo as projeções mais pessimistas (que indicavam um resultado em torno de US$ 7 milhões).

Com o resultado, o filme entrou para o TOP 20 das piores estreias da história (considerando apenas filmes lançados em mais de 3000 salas de cinemas).

No mercado internacional, a produção se saiu ainda pior, arrecadando apenas US$ 4.4 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 10.9 milhões.

Considerando o grande orçamento da produção, algo em torno de US$ 80-90 milhões, vai ser muito difícil para o filme conseguir algum retorno financeiro – especialmente pelo fato do público ter dado uma nota C+ para a produção, o que deve contribuir para uma grande queda nas próximas semanas.

Vale lembrar que o longa amargou apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que o roteiro é insosso e por causa dos infames efeitos visuais nos personagens não dá para levá-los a sério.

Confira as principais reações:

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)

A adaptação é baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco conta com Jennifer Hudson, Judi Dench, Taylor Swift, James Corden, Idris Elba, Rebel Wilson e Ian McKellen.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Após 14 anos, o reality ‘Keeping Up with the Kardashians’ chegará ao fim!

Através do seu Twitter, Kim Kardashian anunciou que o reality show ‘Keeping Up with the Kardashians‘ chegará ao fim, após 14 anos em exibição.

“É com o coração pesado que decidimos, como uma família, dizer adeus ao programa. Depois de 14 aos, 20 temporadas, centenas de episódios e várias séries derivadas, nós estamos muito gratos com vocês que nos assistiram todos esses anos – através dos bons tempos, a felicidade, as lágrimas, os vários relacionamentos e as crianças. Nós iremos guardar esses memórias para sempre, assim como todas as pessoas que conhecemos nessa jornada,” declarou Kim.

A última temporada irá estrear em 2021.

Criado por Ryan Seacrest e Eliot Goldberg, o reality show é exibido desde 2006, tornando-se um enorme sucesso na cultura popular e catapultando a família Kardashian ao estrelato.

O programa traz uma espiada nas façanhas e na vida privada da privilegiada família Kardashian-Jenner.

Khloé Kardashian, Kim Kardashian West, Kourtney Kardashian, Kris Jenner, Kendall Jenner, Kylie Jenner e Caitlyn Jenner estrelam a produção.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Filme contará os bastidores da criação do terror clássico

De acordo com o Deadline, ‘Chain Saw Confidential‘, um filme cômico que mostrará os bastidores da criação do clássico terror ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, está em desenvolvimento.

A produção será baseada no livro ‘Chain Saw Confidential: How We Made the World’s Most Notorious Horror Movie‘, escrito por Gunnar Hansen e publicado em 2013.

A adaptação será dirigida por David Dubos, e mostrará toda a diversão, terror e loucura nos bastidores do longa original de Tobe Hooper, que custou apenas US$ 140 mil e arrecadou US$ 30 milhões, gerando diversas sequências, reboots e spin-offs.

Robert Abramoff servirá como produtor executivo.

Vale lembrar que um novo filme oficial da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ está em desenvolvimento. O reboot recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

Oficialmente intitulado ‘Texas Chainsaw Massacre‘, o novo longa da franquia foi classificado pelo MPA por “extrema violência, terror sangrento e linguagem”.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme original, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface.

Anteriormente, o produtor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘) havia confirmado que o novo filme será uma sequência direta do longa original, dirigido por Tobe Hooper.

“Será uma sequência direta, com o mesmo personagem. Veremos um Leatherface mais velho.”

Ele completa, “Tudo será clássico, como nos filmes antigos. Nossa abordagem é parecida com o reboot de ‘A Morte do Demônio’ – fazer tudo real, sem efeitos visuais. É uma abordagem velha guarda do gênero. Lentes vintage… será muito parecido com o filme original.”

Ainda sem data estreia, a expectativa é que o reboot seja lançado em 2021.

David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, escreveu o roteiro do novo filme.

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, será o produtor da nova versão.

Elvis

(Elvis)

 

Elenco:

Austin Butler

Tom Hanks

Olivia DeJonge

Kodi Smit-McPhee

 

Direção: Baz Luhrmann

Gênero: Biografia

Duração: 159 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 14 de Julho de 2022

Sinopse: 

O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge).

Crítica | Elvis – Austin Butler BRILHA na frenética cinebiografia de Baz Luhrmann

Curiosidades: 

» A cinebiografia vai acompanhar a evolução do Rei do Rock até se tornar um ícone global, passando por seu conturbado relacionamento com o empresário, o Coronel Tom Parker, que será vivido por Tom Hanks;

» Os pais do Elvis Presley seriam vividos originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, mas os atores acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do COVID;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

HBO Max divulga teaser LEGENDADO da animação adulta ‘Velma’; Confira!

A HBO Max divulgou o trailer legendado da série de animação adulta ‘Velma‘, spin-off de ‘Scooby-Doo‘.

Confira:

Até o momento, não há uma data de estreia definida, mas sabemos que acontecerá em algum momento de 2023. Mindy Kaling, conhecida por sua participação em ‘The Office‘, será responsável pela voz de Velma.

Vale lembrar que, anteriormente, o diretor e roteirista James Gunn havia revelado que a personagem Velma, vivida por Linda Cardellini, seria lésbica na versão original do roteiro live-action de ‘Scooby-Doo‘, lançado em 2001.

A Warner Bros., no entanto, acabou descartando essa ideia.

“Em 2001, Velma era explicitamente gay no meu roteiro inicial”, ele escreveu. “Mas o estúdio continuou diluindo e diluindo, tornando-a ambígua (na versão filmada), e então em nada (a versão lançada) e finalmente dando a ela um namorado (na sequência)”. 

Em uma entrevista feita em 2002, Sarah Michelle Gellar, que viveu Daphne na adaptação para as telonas, havia revelado ao Sci Fi Wire uma cena em que sua personagem e Velma se beijavam. A sequência eventualmente foi deletada do corte final.

“Não era apenas para, tipo, diversão”, ela comentou. O beijo aconteceria durante a cena da troca de corpos, onde a alma de Daphne entraria no corpo de Fred (Freddie Prinze Jr.).

Em seu Instagram oficial, Gunn revelou que foi convidado a escrever e dirigir um terceiro filme para fechar a trilogia, segundo o Comic Book.

Na época, Gunn foi o responsável pelo roteiro das duas primeiras adaptações, mas as fracas bilheterias do 2º filme impediram o avanço da franquia nas telonas.

Quando um fã perguntou porque a Warner não concluiu a trilogia, o cineasta respondeu:

“Fiz um acordo para escrever e dirigir o terceiro em 2004, mas como o segundo não arrecadou o retorno suficiente para garantir um terceiro, eles acabaram descartando a ideia.”

Embora nunca saibamos o que Gunn planejou para a sequência, sua experiência nos filmes anteriores o ajudou a criar um universo único em ‘Guardiões da Galáxia’.

‘Barbie’ já arrecadou quase US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O live-action de ‘Barbie‘ já arrecadou quase US$ 800 milhões mundialmente. O filme ultrapassou a arrecadação total de ‘Velozes e Furiosos 10‘ (US$704.7m), tornando-se a terceira maior bilheteria do ano.

O longa dirigido por Greta Gerwig registrou uma queda de apenas -42% nas bilheterias norte-americanas, arrecadando US$ 93 milhões. Ao total, a produção já arrecadou US$ 351.4 milhões no país.

Internacionalmente, o filme já soma impressionantes US$ 423.1 milhões através de 69 mercados (mantendo-se no topo das bilheterias de 57 países). Em comparação ao final de semana anterior, o longa sofreu uma queda de apenas -32% no mercado internacional.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 774.5 milhões mundialmente.

Em menos de duas semanas, o longa já ultrapassou a bilheteria total de lançamentos populares como ‘Mulher-Maravilha‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ e ‘O Homem de Aço‘.

Com o imenso sucesso, o caminho está livre para a Mattel fazer o que quiser com adaptações de suas linhas de brinquedos. A empresa já está desenvolvendo sequências e filmes derivados da produção.

Em entrevista ao portal, Ynon Kreiz tocou no assunto:

“A Barbie, como marca, tem muitas iterações diferentes. A linha de produtos da Barbie é uma marca muito ampla. Além da figura principal da Barbie, ela tem família, ela tem muitos elementos em seu universo. De fato, é um universo muito rico… É uma marca muito ampla e muito elástica, em termos de oportunidades.”

Kreiz continuou:

“No início, não estamos dizendo: ‘Ok, vamos pensar já nos filmes dois e três’. Nosso plano sempre foi acertar o primeiro e fazer disso um sucesso. E se for um sucesso, as oportunidades se abrirão muito rapidamente, uma vez que você estabelece o primeiro filme como uma representação bem-sucedida de uma franquia na tela grande… Filmes de sucesso se prestam a mais filmes. Nossa ambição é criar franquias de filmes a partir de nossas variadas linhas.”

De acordo com a Variety, 14 propriedades da Mattel estão em desenvolvimento ativo, incluindo ‘Barney e Seus Amigos’, ‘Polly Pocket’, ‘Thomas e Seus AmigoseAmerican Girl‘.

Lembrando que ‘Barbie‘ continua em cartaz nos cinemas.

Assista nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Terror slasher estilo ‘Sexta-Feira’, contado da perspectiva do assassino, ganha novo trailer BRUTAL

O terror slasher ‘In a Violent Nature‘, que promete subverter as expectativas do gênero ao ser narrado através da perspectiva do assassino, ganhou um novo trailer brutal.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 31 de maio.

Vale destacar que o terror causou uma grande comoção durante sua exibição no Festival de Cinema de Chicago. Um espectador chegou a gravar áudios durante a sessão, que mostram pessoas se sentindo mal com o conteúdo do filme.

Um membro da audiência vomitou durante a exibição, e algumas pessoas saíram da sala por causa das cenas fortes.

Chris Nash é responsável pela direção e roteiro.

Quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…

O elenco conta com Ry Barrett, Andrea Pavlovic, Cameron Love, Reece Presley, Liam Leone, Charlotte Creaghan, Lea Rose Sebastianis, Sam Roulston, Alexander Oliver Lauren Taylor.

‘Acompanhante Perfeita’: Terror com Sophie Tatcher arrecada US$ 15 milhões em estreia GLOBAL

O terror de ficção científica ‘Acompanhante Perfeita‘ arrecadou US$ 9.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa abriu no TOP 2 do país, atrás da animação ‘O Homem-Cão‘ (US$36M).

Além disso, a produção acrescenta US$ 5.5 milhões através do mercado internacional – totalizando uma estreia global de US$ 15 milhões.

Com 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa estrelado pela Sophie Tatcher (‘Herege’) recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore – que é considerada positiva para o gênero.

Vale lembrar que a produção contou com um orçamento de apenas US$ 10 milhões.

Acompanhante Perfeita‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro.

Crítica | ‘Acompanhante Perfeita’ traz ÓTIMAS atuações em um terror prático e despretensioso

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Além de assinar o roteiro, Drew Hancock faz sua estreia diretorial.

O elenco ainda conta com Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’), Lukas Gage (‘Você’), Megan Suri (‘It Lives Inside’) e Rupert Friend (‘Obi-Wan Kenobi’).

Zach Cregger, diretor de ‘Noites Brutais‘, é responsável pela produção.

Casal romântico em pôster de filme 'Acompanhante Perfeita'

Sydney Sweeney é destaque em clipe inédito da adaptação de ‘A Empregada’; Confira!

A Lionsgate divulgou um clipe inédito do suspense ‘A Empregada‘ (The Housemaid), adaptação do romance homônimo de Freida McFadden.

Na cena, Sydney Sweeney é apresentada aos outros membros da família após ter sido contratada pela Amanda Seyfried.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=LNXS6zE2PCc

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de janeiro de 2026.

Na trama…

“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco.

Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.

Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

Atriz de ‘Pretty Little Liars’ vive romance ÉPICO no trailer de ‘O Último Nascer do Sol’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer dublado de ‘O Último Nascer do Sol‘ (The Last Sunrise), drama romântico baseado no livro homônimo de Anna Todd.

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 26 de agosto.

Confira:

O filme é dirigido por Carlson Young (‘Upgraded – As Cores do Amor’), com roteiro assinado por Anna Klassen.

Na trama…

Ry (Maia Reficco) é uma universitária com uma doença crônica que está em uma viagem de verão a Maiorca com sua mãe (Eva Longoria). Ao se apaixonar inesperadamente por Julián (Fernando Lindez) e começar a viver o momento, a piora de seu estado de saúde e segredos de família há muito ocultos ameaçam colocar tudo a perder antes que o verão termine.

Andrés VelencosoChloé SweetloveSabrina Barlett completam o elenco.

Foto da 15ª temporada de ‘NCIS’ traz Gibbs e McGee em cativeiro no Paraguai

Uma nova imagem da 15ª temporada da série investigativa ‘NCIS’ trouxe os agentes especiais Leroy Gibbs (Mark Harmon) e Timothy McGee (Sean Murray) em um grande enrascada.

A dupla ficou presa em um cativeiro no Paraguai, em uma área controlada por rebeldes, após uma viagem em busca de um fuzileiro naval da SEAL.

Confira:

A produção, desenvolvida pelo canal norte-americano CBS, retorna em 26 de setembro.

 

Fusão entre a AT&T e Time Warner é aprovada

A fusão entre as gigantes At&T e Time Warner foi aprovada pelo juiz norte-americano Richard Leon, mediante a alegação feita pelos executivos de ambas as empresas, que pontuaram que a união seria a única forma de uma companhia de mídia sobreviver em um ambiente crescentemente dominado por conglomerados de tecnologia. As instituições pontuaram que essa seria a saída ideal, combinando estúdios de cinema, emissoras de TV, distribuição e dados em apenas uma corporação.

O juiz descordou da alegação feita pelo Departamento de Justiça, que ratificava que, ao combinar a segunda maior empresa de telecomunicações com a maior provedora de TV paga do país, propiciaria uma concentração absurda de poder nas mãos de apenas um conglomerado. O órgão ainda pontuava que isso afetaria os preços dos serviços, argumento que fora rebatido pelo agente jurídico.

Com a autorização liberada, a AT&T e a Time Warner podem oficializar a fusão de US$ 85,4 bilhões, que trará a HBO, Turner e a Warner Bros. para o mesmo conglomerado, ao lado da recente aquisição da DirecTV.

Acordos dessa natureza devem se tornar cada vez mais comuns no cenário do entretenimento, principalmente pela drástica perda de assinantes da TV paga, em virtude de uma série de plataformas de streaming presentes a preços baixos.

Durante sua longa história, a AT&T foi a maior companhia telefônica e o maior operador de televisão a cabo do mundo. No seu auge, cobriu 94% da área dos Estados Unidos, constituindo um monopólio.

‘Star Wars’: Mark Hamill compartilha montagem de fã que reúne os personagens originais; Confira!

O veterano Mark Hamill teve dificuldades em lidar com o desfecho de seu personagem em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, verbalizando com bastante frequência sua posição.

E dessa vez, ele decidiu compartilhar uma montagem feita por um fã, que reúne a formação original da franquia. Na imagem, General Leia, Luke Skywalker, Han Solo e Lando Calrissian estão lado a lado, dentro da Millennium Falcon.

Na arte da foto, ainda está escrito “Star Wars, Como deveria ter sido”. Acrescentando a isso, Hamill ainda escreve uma hashtag na publicação, indicado “oportunidades perdidas”.

Confira:

Star Wars: Episódio IX’ deve acabar com a saga Skywalker e traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.

O filme estreia no dia 19 de dezembro de 2019.

Bruce Willis se prepara para enfrentar a quarentena com clássico figurino de ‘Armagedom’

O astro Bruce Willis surpreendeu os fãs do clássico sci-fi ‘Armagedom‘, ao aparecer nas redes sociais trajando o famoso macacão laranja usado por seu personagem no filme.

A imagem, compartilhada por Rumer Willis (uma das filhas do ator) em sua conta do Instagram, traz o veterano posando com o famoso figurino.

Vale lembrar que Willis está passando a quarentena ao lado de sua ex-esposa, a atriz Demi Moore, bem como ao lado de seus três filhos com ela.

Confira a imagem:

Lançado em 1998, o filme acompanha um grupo de operários petrolíferos enviados pela NASA para destruir um gigantesco asteróide em rota de colisão com a Terra.

O elenco do filme inclui também Ben Affleck, Billy Bob Thornton, Liv Tyler, Owen Wilson, Will Patton, Peter Stormare, William Fichtner, Robert Duvall, Michael Clarke Duncan, Keith David e Steve Buscemi.

Dirigido por Michael Bay, a partir de um roteiro co-escrito por J.J. Abrams, Armagedom contou com um orçamento de US$ 140 milhões, faturando mais de US$ 500 milhões nos cinemas, se tornando um sucesso estrondoso.

‘007’: Christopher Nolan seria o diretor mais cotado para comandar a franquia

O futuro da marca ‘007‘ pós saída de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson está começando a ser traçado pela Amazon e novos rumores divulgados pelo The Wrap indicam que o cineasta Christopher Nolan seria o mais cotado para comandar esse renascimento.

Um artigo publicado pelo veículo divaga a respeito das possibilidades e rumos de James Bond nas telonas, indicando que “meia dúzia de fontes internas” teriam revelado que o diretor de ‘A Origem‘ e ‘Oppenheimer‘ seria o nome favorito pelo estúdio.

Recentemente, a Variety revelou que Nolan quase dirigiu um filme da franquia, depois de ‘Tenet‘. No entanto, o cineasta abriu mão do projeto sob a alegação de falta de controle criativo. Diante da decisão, ele acabou dirigindo o aclamado ‘Oppenheimer‘, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Diretor.

O Futuro de 007

Em entrevista ao Deadline, Andy Jassy, CEO da Amazon, quebrou o silêncio sobre os próximos passos de James Bond e da icônica franquia ‘007‘.

O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.

“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”

Vale lembrar que, alegadamente, os produtores originais Barbara Broccoli e Michael G. Wilson entraram em conflito com a direção escolhida para o 26º filme da saga, o que acabou causando um atraso no desenvolvimento do projeto.

Rumores ainda apontavam que o diretor Christopher Nolan estava interessado em comandar o próximo filme da franquia, mas as negociações falharam quando Broccoli se negou a ceder o “corte final” ao aclamado cineasta.

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Park Chan-wook presidirá o júri de Cannes 2026 e faz história como primeiro sul-coreano na função

O aclamado cineasta sul-coreano Park Chan-wook foi anunciado nesta quinta-feira (26) como presidente do júri da competição oficial da 79ª edição do Festival de Cannes, realizado entre os dias 12 e 23 de maio de 2026, na França. Ele se torna o primeiro diretor sul-coreano a liderar o júri principal do evento, um marco histórico para o cinema do país.

Park mantém uma relação histórica com o festival, onde venceu o Grand Prix com Oldboy – Dias de Vingança (2003) e o prêmio de Melhor Diretor por Decisão de Partir (2022), consolidando-se como um dos autores mais prestigiados da Croisette. O diretor sul-coreano e os jurados escolherão o sucessor de Foi Um Simples Acidente, vencedor de 2025 da Palma de Ouro entregue pela atriz Juliette Binoche ao cineasta iraniano Jafar Panahi

É importante destacar que o também consagrado diretor Bong Joon-ho já havia atuado como presidente do júri da Caméra d’Or em 2011 — prêmio dedicado ao melhor primeiro filme do festival —, mas nunca comandou o júri da competição principal, embora seja, até hoje, o único sul-coreano vencedor da Palma de Ouro, por Parasita (2019).

Diretor vive grande fase com ‘A Única Saída

Em paralelo à nomeação histórica, Park Chan-wook lançou em janeiro nos cinemas brasileiros A Única Saída, seu mais novo thriller satírico. O longa explora a obsessão pelo sucesso, o ego masculino e os efeitos corrosivos da sociedade capitalista e ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Veneza 2025

Lee Byung-hun em A Única Saída

Sua filmografia é marcada por clássicos modernos como Lady Vingança (2005), além de obras como Eu Sou um Cyborg, e Daí? (2006) e A Criada (2016). Sua obra é frequentemente comparada à de mestres como Alfred Hitchcock, cuja influência é visível em sua abordagem visual e temática, marcada por obsessões psicológicas, tensão erótica e dilemas morais complexos.

Brasil pode marcar presença no júri

Com a escolha de Park Chan-wook, cresce também a expectativa sobre a composição do júri, e existe a possibilidade de uma presença brasileira entre os jurados, com o ator e diretor Wagner Moura surgindo como um nome forte nos bastidores.

Nos últimos anos, o Brasil tem ampliado sua presença em grandes júris internacionais. O cineasta Kleber Mendonça Filho integrou o júri da competição oficial de Cannes em 2021, após conquistar o Prêmio do Júri em Cannes com Bacurau (2019).

Fernanda Torres no júri do Festival de Veneza 2026
Fernanda Torres no júri do Festival de Veneza 2026

Já a atriz Fernanda Torres participou do júri do Festival de Veneza no ano passado, após o reconhecimento internacional de sua atuação em Ainda Estou Aqui (2024), premiado na edição anterior do evento. Ainda no final do ano passado, Karim Aïnouz foi integrante do júri da 22ª edição do Festival de Marrakech, presidido exatamente por Bong Joon-ho.

Um dos grandes autores do cinema contemporâneo

A inventividade de Park Chan-wook, seu domínio visual e sua capacidade de capturar as múltiplas pulsões de mulheres e homens com destinos singulares proporcionaram ao cinema contemporâneo momentos verdadeiramente antológicos”, declararam Iris Knobloch, presidente do Festival de Cannes, e Thierry Frémaux, delegado-geral do evento em release enviado à imprensa. 

 “Estamos entusiasmados em celebrar seu imenso talento e, de forma mais ampla, esse cinema poderoso de um país profundamente conectado aos questionamentos do nosso tempo.”, encerram os elogios ao cineasta de 62 anos. 

Este é o primeiro grande anúncio da 79ª edição do Festival de Cannes, que deve revelar alguns dos principais filmes do próximo circuito de premiações, a exemplo de O Agente Secreto, Valor Sentimental e Anora. A seleção oficial, composta normalmente por cerca de 22 filmes, será anunciada em meados de abril.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha imagens inéditas divulgadas pela Empire

Vingadores: Guerra Infinita teve muitas novas imagens divulgadas na internet, retiradas da revista Empire. Entre as imagens, podemos ver detalhes do heróis e novas cenas de ação do filme. Confira:

Pantera Negra, o filme mais recente do estúdio, teve 134 minutos (2 horas e 14 minutos).

A estreia acontece dia 26 de Abril.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

‘Watchmen’: Aguardada série da HBO ganha período para estreia; Veja foto!

A HBO oficializou o pedido por uma temporada completa da série Watchmen, baseada nos quadrinhos de Alan Moore, com produção de Damon Lindelof (‘Lost’).

Além disso, a emissora divulgou a primeira arte, anunciando que o seriado chega em 2019. Confira:

“Nada acaba…”

O elenco ganhou novos membros. Segundo o DeadlineYahya Abdul-Mateen II, que viverá o vilão Arraia Negra no inéditoAquaman’, Tom Mison, da série ‘Sleepy Hollow‘ estarão presentes no seriado.

Além dele, Frances Fisher (‘Titanic‘) e Jacob Ming-Trent (‘Superfly‘) também ingressaram à trama. Nenhum detalhe referente aos personagens fora divulgado no momento.

O veterano Jeremy Irons (‘Batman V Superman: A Origem da Justiça’) será um dos protagonistas. O elenco ainda conta com Louis Gossett Jr., Regina King, Don Johnson, Adelaide Clemens, Andrew Howard e Tim Blake Nelson.

O criador da série, Damon Lindelof, veio a público esclarecer alguns detalhes da sua nova produção para a HBO.

Em uma extensa carta aberta publicada por meio da sua conta oficial do Instagram, o criativo, que também esteve por trás dos sucessos ‘Lost‘ e ‘The Leftovers‘, avisou os fãs que a nova produção não será baseada nos quadrinhos da Vertigo.

Em um enxerto, ele afirma que o material original é sagrado e não pode ser “recauchutado”.

Confira:

“Não temos o desejo de ‘adaptar’ as edições criadas pelo Sr. Moore e o Sr. Gibbons há trinta anos. Esses volumes são sagrados e não serão recauchutadas nem recriados, tão pouco reproduzidos ou reinicializados. Esse material será ‘remixado’, considerando que a qualidade dessas famosas ‘canções’ são boas demais e nós não somos tolos ao ponto de reproduzir. Esses 12 volumes originais são o nosso Antigo Testamento, para esclarecer. ‘Watchmen‘ é um cânone”.

Com as filmagens dos episódios ocorrendo por volta de agosto a dezembro de 2018, a estreia possivelmente acontecerá entre setembro e outubro de 2019, contando com a ideia de que a terceira temporada de ‘Westworld’ também levará dois anos para ficar pronta.

Damon Lindelof, é também o produtor executivo da série.

Crítica | ‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ é diversão em estado puro

Sequência do sucesso de 2021, Godzilla e Kong: O Novo Império é o novo capítulo do universo compartilhado conhecido como MonsterVerse. Depois de se enfrentarem em embates mortais, os titãs Godzilla e Kong terão de trabalhar juntos para protegerem o mundo e a humanidade do sádico King Skar, um primata gigantesco que sonho em conquistar a superfície com uma nova Era Glacial.

Ao lado dos monstros, um grupo de humanos vai tentar desvendar os mistérios da Terra Oca em busca de respostas e potenciais aliado nessa batalha pelo futuro do planeta como eles conhecem.

Existe na humanidade uma curiosidade pelo grotesco. Desde a Grécia Antiga, as tão famosas ‘tragédias gregas’ eram sucesso nos teatros ao retratar o sofrimento de seus personagens, o que causava identificação e despertava o interesse. Com o passar dos tempos, a desgraça foi aumentando e sendo retratada sob diferentes perspectivas, inclusive a cômica. Afinal, as comédias físicas extraem riso de pessoas se machucando ou fazendo acrobacias perigosas; O politicamente incorreto costuma brincar com situações pesadas ou sofridas para fazer graça. A situação escalou de tal forma que até mesmo um subgênero cinematográfico foi criado. Os ‘Filmes-Catástrofe’ fizeram a carreira de diretores como Roland Emmerich, cujos projetos consistem em acabar com a vida na Terra de formas catastróficas, enquanto os protagonistas enfrentam seus dramas pessoais antes da morte certa.

Diante disso, não é absurdo dizer que existe um ‘prazer culposo’ em ver cidades famosas ou pontos turísticos icônicos sendo pulverizados nas telas dos cinemas, seja por tsunamis, meteoros ou, neste caso, por monstros gigantes. Partindo desse ponto, Godzilla e Kong: O Novo Império abraça esse público ao rodar o mundo destruindo os potenciais turísticos das mais diversas capitais. Com jeitão de ‘World Tour’, o Godzilla roda o planeta caçando Kaiju’s que apareçam causando problema. Nessa turnê, o Rei dos Monstros visita cidades como Roma, Cairo e Rio de Janeiro, além da península de Gibraltar. Não por acaso, todos esses lugares possuem pontos símbolos fortíssimos no imaginário popular. Entendo essa paixão pelo grotesco, esse prazer pela destruição, o diretor Adam Wingard faz o lagartão visitar e acabar com tudo. E sabe o que é pior? É divertidíssimo acompanhar verdadeiros símbolos da civilização humana sendo reduzidos a pó, enquanto os titãs se digladiam no que restou desses cartões-postais.

O diretor entende que o público-alvo do filme quer ver destruição e lutas entre monstros gigantes, então abraça isso utilizando os golpes mais criativos possíveis. Ele já havia feito um trabalho mais que competente em Godzilla vs. Kong, mas aqui ele tenta tornar tudo maior e mais extravagante. Então, o Godzilla passa por um processo de evolução baseado na absorção extraordinária de radiação, enquanto o Kong recebe uma manopla metálica que potencializa seus golpes. O interessante é que esses upgrades são justificados pelo roteiro, que assume o Kong como protagonista. O que é muito justo, considerando o Godzilla foi o grande protagonista do anterior, relegando o primata ao papel de coadjuvante. Dessa forma, sai o núcleo humano ligado ao lagartão e entram os personagens que se relacionam com o gorila. Pela ótica deles, a história é narrada, enquanto os monstros lutam e tomam suas ações.

Nesse ponto, o núcleo humano é realmente o ponto baixo da aventura. Foi uma escolha do roteiro e da direção, que até funciona no começo, mas logo se mostra cansativa. Como as criaturas não falam, se comunicam apenas por olhares, expressões corporais e porrada, os humanos intercalam as cenas de ação aparecendo apenas para explicar, palavra por palavra, o que acabou de acontecer ou que vai acontecer em seguida. São diálogos tão exaustivamente expositivos, até em momentos que realmente não precisavam de explicação, que você meio que torce para que caia uma pedra gigante em cima deles o quanto antes. Os maiores destaques são Bryan Tyree Henry, que retorna como o podcaster Bernie, e Dan Stevens, que interpreta o Caçador. Ele é um personagem novo que certamente surgiu após o diretor assistir Guardiões da Galáxia e se encantar pelo Senhor das Estrelas. Como não devem ter conseguido contratar o Chris Pratt, não duvido nada que o Wingard tenha chamado o Dan e falado: “Faça sua melhor imitação do Chris Pratt. A abordagem é idêntica à de James Gunn com o Senhor das Estrelas, mas com menos coração. Ou seja, consegue divertir, mesmo que não seja tão memorável quanto o líder dos Guardiões. Já Bryan é o alívio cômico do filme. Ele alterna alguns momentos de sacadas geniais com outros de piadas repetidas ou batidas. Ainda assim, acho que o saldo para ele é mais positivo que negativo. Quem está terrível é a querida Rebecca Hall, que atua de forma desleixada. Seu trabalho está além do caricato e tem tanto carisma quanto um dedo mindinho. Ela parece fora do tom da galhofa ao mesmo tempo em que não consegue trabalhar uma atuação séria. Destoa dos demais e fica muito abaixo.

Nesse ponto da relação entre humanos e monstros, o filme anterior conseguiu um equilíbrio melhor. E ainda que tenha havido essa regressão na fluidez da relação entre esses dois núcleos, o compromisso do longa com a diversão incessante compensa toda a exposição humana. A sensação que dá é que o diretor sentou na cadeira com o pensamento: “como posso fazer para deixar isso ainda mais legal?”. A partir daí, despejou ideias e tentou abraçar todas elas.

Godzilla e Kong: O Novo Império é um filme que tenta ser maior e melhor que seu antecessor sem ter medo de errar. Obviamente, comete alguns erros no caminho, mas nada que comprometa a diversão de ver esses titãs destruindo tudo em tela. Sobre isso, vale lembrar que o longa foi filmado para IMAX. Por ter sempre muita coisa acontecendo em tela, é uma experiência interessantíssima conferir o filme em uma sala com essa tecnologia.

Ah sim, vale ressaltar a presença de um personagem fenomenal: o Mini-Kong. Seguindo a história básica do Robin, esse molequinho encapetado rouba a cena em todo momento que aparece, enquanto fica na dúvida se ajuda ou não o Kong. É simplesmente impossível não gargalhar com as furadas que esse baixinho de 40 metros se mete ao longo da trama, seja tocando o terror nos vilões ou sendo usado como porrete. Para falar a verdade, essa criaturinha laranja é a síntese perfeita do que é O Novo Império. É divertido, criativo e muito bobo, mas de um jeito positivo. Foi uma adição sensacional ao longa.

Enfim, quem gostou de Godzilla vs Kong certamente vai gostar de O Novo Império. Ainda que não tão bom quanto o anterior é um filme que preza pela megalomania e pela diversão, é como viajar pela imaginação de uma criança brincando com seus bonequinhos de plástico no parquinho. E depois desse filme, fica a curiosidade para saber o que mais Adam Wingard tem em mente para a franquia, porque o que não falta para o diretor é um arsenal de criaturas monstruosas e uma série de cartões-postais pelo mundo que ainda não foram vandalizados.

Godzilla e Kong: O Novo Império está em cartaz nos cinemas.

Crítica | Hypnotic: Ameaça Invisível – Alice Braga se junta a Ben Affleck em Thriller MAIS VISTO do Prime Video

De boas ideias Hollywood está cheia. Aliás, a recente greve evidenciou o quanto a indústria de cinema estadunidense depende dos seres humanos com boas ideias para criar histórias que possam ser desenvolvidas em produções cinematográficas. Entretanto entre esses muitas vezes há um abismo enorme: uma boa ideia pode ter uma péssima execução, assim como uma ideia ruim pode ser produzida e competentemente transformada em algo melhor. Os cinéfilos sabem disso e já viram este fenômeno acontecer algumas vezes nas telonas. E agora esse fenômeno volta a se repetir com ‘Hypnotic: Ameaça Invisível’thriller de ação que atualmente é o filme MAIS VISTO do catálogo do Prime Video.

Danny Rourke (Ben Affleck) é um policial detetive afastado de seu cargo desde que uma tragédia se abatera sobre sua família: sua filha Minnie (Hala Finley) fora raptada em um parque e segue desaparecida desde então. Por fazer terapia, Danny acaba de ser liberado para voltar à sua rotina e se junta a seu parceiro Nicks (JD Pardo) para investigar a denúncia de um possível assalto a banco. Enquanto observam as movimentações nos arredores, Danny percebe algo incomum no suspeito (Carl Everett): ele parece dar comandos aos transeuntes na rua e curvá-los a fazer sua própria vontade. Diante do ineditismo da situação, Danny não poupará esforços para descobrir o que realmente está acontecendo, mesmo que isso o leve a confiar na cartomante Diana Cruz (Alice Braga), cuja reputação é questionável.

Robert Rodriguez encabeçou projetos de grande reconhecimento público, como ‘Sin City’, ‘Pequenos Espiões‘ e as séries ‘O Mandaloriano’ e ‘O Livro de Boba Fett’. Desse modo, não faz muito sentido que um sujeito com essa trajetória e que tem um vencedor do Oscar no seu elenco, Ben Affleck, não consiga alcançar o ponto certo de sua produção, criando um vácuo entre o elenco, que parece distanciado da trama, e a história elaborada, cheia de nuances, mas que, ao contrário do título, não consegue hipnotizar o espectador. Ao contrário, parece que o diretor subestima o espectador, evidenciando coisas frequentemente na trama, como se não fôssemos capazes de perceber sozinhos (por exemplo, um sinal de “escadas” enormemente escrito num estacionamento, quando é evidente que aquela porta levaria a uma escada interna).

O roteiro dele com Max Borenstein parte de uma boa ideia – a manipulação mental de um mal feitor em cima da sociedade para fazer com que as pessoas façam o serviço sujo por ele. Dessa boa ideia, para se justificar o enredo acaba se apoiando em temas complexos demais para serem desenvolvidos em uma hora e trinta de duração, tais como teoria da conspiração, segredos obscuros do governo, problemas interpessoais entre os personagens, etc. Em determinado ponto os personagens simplesmente vão para o México sem nenhuma justificativa desse deslocamento para o país, o que nos leva a pensar que é somente para contemplar o diretor e assinalar o quanto os estadunidenses têm livre passagem na fronteira, ao ponto de ironicamente manipular os guardas – coisa que pessoas de outras nacionalidades não conseguem.

A real é que nem mesmo os grandes nomes envolvidos nessa produção conseguiram fazer dela algo superior ao mediano.

Lisa Sheridan, atriz de ‘CSI: Miami’, é encontrada morta em seu apartamento

Lisa Sheridan, conhecida por seu papel nas séries ‘CSI: Miami’‘Invasion’, morreu aos 44 anos na segunda-feira, dia 25.

A atriz foi encontrada morta em sua casa, em Nova Orleans. A família disse que está certa de que o falecimento não ocorreu devido a suicídio.

Seu agente, Mitch Clem, também confirmou a notícia em uma declaração à revista PEOPLE, e acrescentou que ele e a família estão aguardando o exame da perícia. “Todos nós amávamos muito Lisa e estamos devastados”, Clem disse. “Ela morreu na segunda de manhã, em seu apartamento. Estamos aguardando uma resposta mais confirmativa”.

Ele continou: “A família inequivocadamente confirmou que isso não foi suicídio. Qualquer sugestão contrária não tem absolutamente fundamento algum”.

Sheridan também participou dos programas Halt and Catch FireThe Mentalist.

‘As Panteras’ ganha novo cartaz internacional; Confira!

Sony Pictures divulgou o novo cartaz internacional do longa As Panteras.

Confira:

Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

As Panteras‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de novembro.

‘Dispatches From Elsewhere’: Sally Field na nova cena do episódio 01×07; Confira!

Dispatches From Elsewhere, nova série da AMC com Jason Segel, teve uma nova cena do episódio 01×07 divulgada.

O capítulo vai ao ar hoje à noite.

Confira:

Além de estrelar, Segel fica responsável pela criação e pela produção da série ao lado de Garrett BaschScott RudinEli Bush.

A série é centrada em quatro pessoas comuns que percebem que algo falta em suas vidas, mas não conseguem descobrir o que é. Esse grupo diverso se encontra quando cruza caminho com um quebra-cabeça que se esconde no âmago do vida cotidiana. À medida que aceitam esse misterioso desafio, eles percebem que sua jornada é mais profunda do que parece e que seus olhos foram abertos para um mundo de possibilidades e magia.

Sally FieldAndré BenjaminEve Lindley completam o elenco. Richard E. Grant é o narrador da produção.

‘The Batman’: Filmagens do longa serão retomadas em setembro

Segundo a Variety, as filmagens do vindouro e ambicioso The Batman serão retomadas ainda este ano, mais precisamente em setembro. O longa havia sido colocado em hiato devido à pandemia do COVID-19 e, para que volte à ativa, seguirá os protocolos de segurança e saúde pública.

Recentemente, a Warner Bros. revelou o logotipo oficial da produção.

Confira:

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘Legends of Tomorrow’: Atriz de ‘Bates Motel’ entra para a 6ª temporada da série

Deadline revelou recentemente que Aliyah O’Brien foi elencada na vindoura 6ª temporada da série Legends of Tomorrow, dando vida a uma personagem que soa como uma anti-heroína alienígena.

Segundo a descrição oficial, “O’Brien dará vida a Kayla, uma guerreira mortal com sede de sangue e pouca paciência para a incompetência humana. Ela será testada conforme trabalha com e contra as Lendas, visto que não está acostumada a cometer erros”.

O’Brien é conhecida por atuar em diversas produções, principalmente no drama de suspense Bates Motel, no qual deu vida a Regina Wall. Seus outros créditos incluem Supernatural e Monster Trucks.

Vale lembrar que as gravações do próximo ciclo seguem a todo vapor, sob os rígidos protocolos de segurança contra a COVID-19.

O elenco conta com Caity Lotz, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano e Dominic Purcell.

Crítica | ‘Pose’ aposta no drama familiar para o 5º episódio da última temporada

Apesar de ter esbarrado em certos obstáculos na semana passada, Pose continua, episódio a episódio, mostrando que é uma das melhores e mais importantes séries da atualidade – e até mesmo da história. Através de personagens complexos e temas cuja importância se estende para os dias de hoje, a produção, criada por Ryan Murphy, vem se afastando de uma superficialidade iconográfica desde a temporada anterior e abrindo espaço para reflexões sobre o que significa ser humano e se colocar no lugar do outro, canalizando esforços para o que a comunidade LGBTQ+ enfrenta numa sociedade movida pelo tradicionalismo retrógrado.

Caminhando para o series finale, que será exibido em pouco tempo, é apenas natural que Murphy já venha finalizando os arcos dos protagonistas, como fez com Pray Tell (Billy Porter) no quarto capítulo, por exemplo. Agora, chegou a hora de termos um relance do que o futuro aguarda para nossas amadas personagens, especialmente no tocante a Angel (Indya Moore), que, depois de cair inúmeras vezes, encontrou seu final feliz ao lado de Papi (Angel Bismark Curiel), ambos prestes a unirem laços matrimoniais – mas, como é de se esperar, regados a mais problemas que surgem quando tudo parece perfeito.

A princípio, Steven Canals, que fica a encargo da direção e assina o roteiro ao lado de Brad Falchuk, resolve retomar a leveza atmosférica de capítulos anteriores, indicando a nós que, talvez, faça uso de um filler para dar mais dinamismo a uma narrativa que vem se concentrando com força no flashback. Entretanto, essa sutileza aponta para a evolução do outrora conturbado relacionamento entre Angel e Blanca (Mj Rodriguez), principalmente quando esta descobriu que a filha estava usando drogas; e do encerramento entre Blanca e Elektra (Dominique Jackson) mais uma vez, mostrando que o amadurecimento chegou para ambas as personagens em um ciclo de amor e respeito mútuos que ainda tem muito a ser explorado – por mais que o fim esteja próximo. É preciso dizer que certas escolhas artísticas talvez pequem por não se casarem com a trama principal, como colocar Elektra em uma breve narração sobre os negócios que fechou com a máfia nova-iorquina.

Não se enganem: o enredo que inicia o episódio, intitulado “Something Borrowed, Something Blue”, é o dá forças para todos os eventos consecutivos, mas não a condução da cena de abertura – algo que deixa o restante da iteração um pouco desconexa. Felizmente, Canals é ágil o suficiente para perceber os erros que cometeu e tentar repará-los antes das revelações finais e de mais uma reviravolta que coloca os laços de todos em xeque. Elektra, chamando a si mesma como uma “reencarnação de Cleópatra”, sente-se completa por ter vencido todas as adversidades e poder dar o que suas filhas bem entenderem – uma reforma absoluta para Blanca e o casamento dos sonhos para Angel -, e é justamente isso que torna a história ainda mais densa.

Novamente, nota-se um emprego antológico que, apesar de não seguir a mesma estrutura dos anos anteriores, é uma opção interessante para a brevidade dessa série tão implacável. Se observarmos cada um dos capítulos como pequenos contos de superação e de amor-próprio, é possível até mesmo traçar uma linha separada de cada protagonista, que une-se pelo momento em que vivem e pela cultura do ballroom, que permitiu que se transformassem numa família. Tais predileções também impedem que as fórmulas são jogadas para debaixo do tapete e se respaldam numa liberdade maior que transmutam a si mesmas conforme o que se quer contar – nesse caso, apostando na exuberância de um casamento e de uma festa de despedida de solteira em contraposição ao melodramático momento em que escolhas irresponsáveis podem mudar uma vida inteira.

Os holofotes são destinados a Angel e a Papi, essencialmente, mas, como é de se esperar, Jackson rouba a cena com mais uma performance soberba como Elektra. A matriarca da antiga Casa Abundance não leva desaforos para casa, como bem sabemos, e repete o mesmo discurso recheado de sarcasmo e ironia para um dono de uma loja de vestidos que se recusa a atendê-las por seres mulheres transsexuais – colocando em voga, como é de se esperar, um preconceito injustificável que vem acompanhando a comunidade queer desde sempre. Porém, tudo é mascarado com uma veia ácida que não funcionaria em mais nenhum lugar além daqui.

É triste pensar que Pose está chegando ao fim e que, a cada semana, percebemos que o adeus já é inevitável. Em sua mais recente entrada, os pontuais equívocos são ajustados, apesar de ainda existirem – mas vê-se que, ao que parece, estamos sendo preparados para uma emocionante conclusão.

‘Naomi’: Nova série da CW ganha primeiro clipe oficial; Confira!

Durante a última edição da DC FanDome, a The CW divulgou o primeiro clipe oficial da aguardada série ‘Naomi’, estrelada por Kaci Walfall.

Confira:

Anteriormente, o ComicBook.com anunciou que a adaptação contratou um novo produtor executivo para supervisionar o projeto, dirigido por Ava DuVernay.

As informações indicam que DeMane Davis, conhecido por seu trabalho em obras como Queen Sugar‘A Vida e a História de Madam CJ Walker’, se juntou à DuVernay para dar vida à narrativa.

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Walfall dá vida à personagem titular. Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell, e acompanha uma jovem forasteira que vem à nossa Terra para protegê-la de um genocida que destruiu seu mundo natal.

A série fará parte do mesmo universo de ‘Painkiller‘, vindouro spin-off de ‘Raio Negro’.

‘The Kardashians’: Negócios, glamour e talento no novo teaser oficial do reality show; Confira!

O clã Kardashian-Jenner está de volta com um novo reality show, dessa vez feito em parceria com a Disney.

A série, intitulada ‘The Kardashians, ganhou mais um teaser oficial, que revela que as paredes serão quebradas, indicando que os segredos da família mais badalada e barraqueira dos Estados Unidos serão novamente revelados.

No Brasil, a série será lançada pelo streaming Star+, no dia 14 de abril.

Confira:

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

The Kardashians‘ ainda não possui data de estreia.

Crítica | ‘Lemonade’ se consagra como a magnum opus de Beyoncé

Publicado originalmente em 09 de maio de 2019.

Beyoncé Knowles-Carter tornou-se bastante conhecida no final da década de 1990 ao integrar o grupo conhecido como Destiny’s Child. Desde então, a cantora norte-americana construiu uma carreira marcada por diversos sucessos, consagrando-se como uma das maiores artistas da indústria musical de todos os tempos. Entretanto, não seria até 2016 que Beyoncé entregaria a seus fãs e ao público de todo o mundo o melhor álbum de sua carreira: Lemonade, cuja construção, desde sua pré-produção até a chegada nos serviços de streamings, louva a cultura negra e o empoderamento feminino de forma impecavelmente envolvente e numa fusão de diversos gêneros musicais que o transformou em um lançamento necessário e memorável para os anos que virão.

A priori, é ímpar tem em mente que o disco é inteiramente visual; ainda que as poderosas letras, delineadas com maestria pela cantora em colaboração com nomes importantes da esfera fonográfica (incluindo The Weeknd, Kendrick Lamar e James Blake), perpassem por dias de luta e dias de glória e resgatem sua belíssima e aplaudível herança, os videoclipes não funcionam como produções à parte, e sim com extensão de algo inovador e renovador ao mesmo tempo. Afinal, é justamente aqui que Beyoncé abre portas para canções declarativas ao R&B, ao soul, ao jazz e ao folk, gêneros historicamente datados da cultura afrodescendente que encontrou uma expressão única ao serem marginalizados na sociedade estadunidense, bom, desde sempre.

A estética visual, por exemplo, fala muito alto quando nos restringimos aos vídeos de “Hold Up” e “Formation”. O primeiro, de forma deliciosamente contemporânea, traz a lead singer encarnando Oxum, deusa da água iorubá do amor, da sensualidade e da fertilidade – ora, não é nenhuma surpresa que a artista declare no refrão “eles não te amam como eu te amo”, partindo de um escopo bastante pessoal para uma universalidade incrível que já se provou próprio de sua identidade musical. A canção, por sua vez, traz batidas próprias de um delicioso reggae, além de fazer claras referências de bandas que a influenciaram para construir o CD em si – como Soulja Boys. Talvez aqui, Knowles-Carter abra espaço para explorar timbres vocais sem qualquer peso artificial, fluidamente escorrendo em uma sutileza categórica e emocionante.

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

De qualquer forma, essas não são as únicas composições a roubarem nossa atenção – muito pelo contrário: fica bastante claro os esforços de Beyoncé em transformar cada uma das produções pelas quais fica responsável em um discurso de “mais amor e menos ódio”, sem perder a força de seus solilóquios. Ora, não é à toa que ela traga samples de todas as pessoas que já lhe inspiraram na vida, incluindo a própria avó, Agnéz Deréon, e a avó de seu marido Jay-Z, Hattie White (bem como nomes como Malcolm X e Frank Ocean, este último com quem já trabalhou diversas vezes). A primeira faixa, “Pray You Catch Me”, é uma balada desconstruída que reflete as dores de um eu lírico marcado por dores, mais uma vez, passando do particular para o universal.

Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

Enquanto “Love Drought” e “Sandcastles” unem-se em uma narrativa com início, meio e fim – focando principalmente em mentiras e na consequente reconciliação -, “Freedom” volta com uma atmosfera quase gospel, marcada por um coro enérgico que vai ao encontro da instrumentalização própria do hip-hop, incluindo as batidas demarcadas de uma jovem banda colegial, ramificando suas mensagens de louvor para as gerações atuais. Lamar, que instantaneamente é reconhecido conforme entra na transição entre o segundo e o terceiro atos logo antes do último refrão, acrescenta ainda mais dinamismo à track.

Lemonade é nada menos que necessário. Uma nova e ocultada perspectiva de uma história que se repete há séculos e que, mais que nunca, reflete a importância do “conhecer a si mesmo”. Como já reafirma a premissa principal dessa obra-prima, se a vida lhe dá limões, faça uma limonada; e, bom, foi exatamente isso o que Beyoncé resolveu fazer.

Nota por faixa:

1. Pray You Catch Me – 4,5/5
2. Hold Up – 5/5
3. Don’t Hurt (feat. Jack White) – 4,5/5
4. Sorry – 5/5
5. 6 Inch (feat. The Weekend) – 5/5
6. Daddy Lessons – 5/5
7. Love Drought – 4/5
8. Sandcastles – 5/5
9. Forward (feat. James Blake) – 4,5/5
10. Freedom (feat. Kendrick Lamar) – 5/5
11. All Night – 4,5/5
12. Formation – 5/5
13. Sorry – Original Demo – 5/5