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Jake Gyllenhaal, Christian Bale, Adam Sandler e os Atores que se Transformaram para um Papel

Há certo tempo, escrevi uma matéria (que acaba de ser relançada) sobre doze atrizes que se transformaram – ou costumam se transformar – para seus papeis no cinema. E o esforço dá certo, já que na maioria das vezes tais intérpretes são lembradas para nomeações por seus desempenhos nestas produções. É claro que só a mudança física de nada serviria se elas não viessem acompanhadas de uma performance igualmente poderosa – coisa que todas as artistas citadas na lista são conhecidas por entregar. Você pode conferir a lista no link abaixo.

12 Atrizes que se Transformaram para um Papel

Agora, chegou a vez dos homens. E para a lista dos atores pensamos em algo diferente. Iremos nos concentrar em trabalhos mais recentes, mesmo que de atores que costumam sempre modificar sua aparência por toda a filmografia. A ideia se deve porque certas transformações são mais batidas e foram muito comentadas ao longo dos anos por todos os especialistas, sejam as dos anos 1980 – como Robert De Niro em Touro Indomável –, dos anos 1990 – como Jim Carrey em O Mundo de Andy – ou até mesmo da década de 2000 – vide Tom Hanks em Náufrago. Assim, optamos por nos concentrar em transformações ocorridas de 2010 para cá. Vamos a elas.

Christian Bale

Um dos atores mais camaleônicos que o cinema já viu, Bale intercala seus filmes com performances em que está com sua própria aparência e os que não pode ser reconhecido. Não bastasse a notória (e perigosa) mudança de peso radical, passando do esquelético em O Operário (2004) para a montanha de músculos que sequer coube no figurino de Batman Begins (2005), Bale segue em trabalhos recentes se mostrando um dos artistas mais versáteis, não apenas de sua geração, mas do cinema em geral.

Sua primeira indicação ao Oscar seguida de vitória surgiu justamente de uma destas grandes transformações recentes. Continuando o modo de O Operário, Bale emagreceu bastante e apresentou um visual precário para interpretar um ex-boxeador viciado em crack na biografia O Vencedor (2010), de David O. Russell. A segunda indicação veio servida por outra grande metamorfose, e novamente num filme de Russell. Em Trapaça (2013), Bale engordou e exibiu um penteado bizarro para interpretar um vigarista de primeira. Sua quarta e mais recente indicação veio com o retrato do controverso político americano Dick Cheney em Vice (2018), onde mais uma vez engordou e fez uso de uma maquiagem que o envelheceu, tornando-o irreconhecível ao grande público.

Joaquin Phoenix

Não podemos falar de transformações sem falar de Joaquin Phoenix. Há debate inclusive se ele não deveria ter sido o primeiro item da lista. Antes de mais nada, precisamos falar de seu insano desempenho como o palhaço Coringa, que lhe rendeu o Oscar de melhor ator este ano. Phoenix emagreceu, e contorceu seu corpo ficando corcunda para o retrato do sofrido personagem, dono de um dos psicológicos mais abalados do cinema. O ator já havia ensaiado uma performance parecida em O Mestre (2012), de Paul Thomas Anderson. Outras de suas metamorfoses podem ser vistas em trabalhos como Ela (2013), Vício Inerente (2014), Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), A Pé Ele Não Vai Longe (2018) e Maria Madalena (2018), onde interpretou Jesus Cristo.

Gary Oldman

Outro grande cameleão do cinema, Gary Oldman foi o ator que mais tempo eu levei para reconhecer de trabalho para trabalho. Afinal, dificilmente víamos seu rosto “destransformado” em filmes como Drácula de Bram Stoker (1992), Amor à Queima-Roupa (1993), O Profissional (1994) e O Quinto Elemento (1997). Em Hannibal (2001), por exemplo, sua atuação não creditada fez com que o público demorasse a descobrir que se tratava do ator no papel do farrapo humano Mason Verger, tamanho o brilhantismo da maquiagem. Diabos, Oldman fez até o papel de um deficiente físico de baixa estatura no pouco visto Na Ponta dos Pés (2003), e num filme no qual tínhamos um anão de verdade, o ator Peter Dinklage.

Mas é claro que aqui o foco é em seu desempenho vencedor do Oscar na pele de Winston Churchill em O Destino de uma Nação (2017). O vigor de sua atuação mereceu o prêmio incontestavelmente, mas se não soubéssemos, quem de fato reconheceria o ator no papel?

Jim Carrey

Como citamos acima, seu fenomenal desempenho em O Mundo de Andy (1999) é muito comentado. Assim como seu trabalho em O Máskara (1994), na transição de um personagem introspectivo para outro que é a definição do sem-vergonha. Mas na última década, Carrey igualmente coleciona trabalhos onde as pessoas muitas vezes têm dificuldade de reconhecê-lo. O escolhido aqui na lista é um desempenho não creditado do ator, que certamente passou em branco pelo grande público – assim como o próprio filme em que se encontra. Amores Canibais (2016), da cineasta Ana Lily Amirpour, traz Carrey na pele de um ermitão, um sem-teto que vaga pelo deserto, portando barba e cabelos longos, dentes apodrecidos e um óculos modernoso, já que este é um filme pós-apocalíptico. Ah sim, o ator também se transformou comicamente para viver o vilão no recente Sonic – O Filme.

Eddie Redmayne

Aqui temos outro ator que adora desafios. A cada nova performance, um estilo diferente, mais puxado para o humor ou o drama. Para uma atuação contida ou um exagero. Eddie Redmayene rapidamente se tornou um grande intérprete e o trabalho que serviu como divisor de águas em sua carreira foi o papel do astrofísico Stephen Hawking em A Teoria de Tudo (2014), atuação que lhe rendeu o Oscar de melhor ator. Mas nossa escolha foi um trabalho ainda mais complexo, que veio no ano seguinte. Em A Garota Dinamarquesa (2015), Redmayne entrega um estupendo desempenho, repleto de puro brilhantismo ao viver o primeiro homem da história a realizar a mudança de sexo para se tornar uma mulher. Sentimos a transformação do personagem, provida pelo ator, mesmo antes de começar de fato a incorporar a nova persona feminina. Resultado, nova indicação ao Oscar.

Matthew McConaughey

A Academia adora transformações físicas, isto é fato. E aqui temos outro ator cujo prêmio foi recebido justamente por um trabalho assim. McConaughey ressurgiu das sombras e o epicentro de tal renovação foi Clube de Comprar Dallas (2013), onde viveu um malandro que se descobre com AIDS e começa a contrabandear os remédios que fazem parte do coquetel para conter a doença – ajudando inúmeros portadores. Para o papel, McConaughey emagreceu absurdamente, além de portar um “bigodon”, cabelos mais escuros e longos.

Jared Leto

Por falar em Clube de Compras Dallas (2013), longa de Jean-Marc Vallée, o filme não foi bom apenas para Matthew McConaughey, e o excêntrico Jared Leto igualmente saiu com uma estatueta do Oscar da premiação. Seu personagem é um transexual portador do vírus da AIDS, e Leto consegue emocionar no papel. O ator também perdeu bastante peso, e a equipe de maquiagem fez algo sensacional ao transformar o artista na trans Rayon. No entanto, um papel destes interpretado por um ator hétero, nos tempos politicamente corretos de hoje, possivelmente seria visto com maus olhos.

Javier Bardem

O ator espanhol igualmente levou um Oscar por um desempenho irreconhecível, na pele do matador sem remorso Anton Chigurh na obra-prima dos irmãos Coen, Onde os Fracos Não Tem Vez (2007). Poderíamos citar também seu recente trabalho em Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar (2017), onde interpretou o personagem título, fazendo uso de muita maquiagem pesada e efeitos visuais. Mas o escolhido para esta lista foi outro vilão, de outra franquia bilionária. Na pele de Silva em 007 Operação Skyfall (2012), Bardem optou por um visual mais clean (dentro do possível), com um penteado rico em volume, cabelos loiros platinados e uma arcada dental digna de Jaws.

Jamie Foxx

O versátil Jamie Foxx é outro intérprete que já pode descansar sossegado, sendo dono de uma estatueta da Academia. A vitória veio por Ray (2004), onde interpretou o músico icônico Ray Charles. Em 2009, participou ao lado de Robert Downey Jr. de O Solista, uma obra que tem muito a ver com música também, na qual ele viveu um homem sem-teto e para isso seu visual precisou corresponder. Mas a transformação que iremos mencionar aqui é a de um filme “maldito”, que desagradou mais do que agradou. Falamos do filme de super-herói O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014), longa que pôs um fim nas investidas do cineasta Marc Webb no personagem, mas que trouxe um Foxx irreconhecível na pele de Max Dillon, vulgo Electro. Tanto sua caracterização humana – de óculos, pouco cabelo e dentes separados – quanto sua versão vilanesca (parecendo um membro do blue man group) apresentam um exímio trabalho de maquiagem.

Brad Pitt

O veterano Pitt é outro que desde cedo pegou o gostinho por mudanças no seu visual galã nas telonas. Tanto que já em 1995, quando atuou em 12 Macacos, o ator fez questão de apresentar uma caracterização, digamos, peculiar para seu personagem. Assim seguiram obras como O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) e Bastados Inglórios (2009), por exemplo, que pouco lembram o Pitt que conhecemos na vida real. Aqui dois trabalhos poderiam ser citados. Primeiro, em A Grande Aposta (2015), filme indicado ao Oscar, produzido por Pitt, no qual ele faz uma participação na pele de um economista estilo nerd, mais rechonchudo, de barba e mais desleixado. Mas a que escolhemos é sua “imitação” do amigo George Clooney, de cabelos grisalhos platinados, fazendo caras e bocas como um atrapalhado general na sátira militar da Netflix, Máquina de Guerra (2017).

Adam Sandler

Adam Sandler, ame-o ou odeie-o. Famoso humorista, Sandler já viveu tipos de caracterizações pra lá de estranhas em suas comédias, vide um filho de diabo com problema de fala e cabelo emo em Little Nicky (2000), e se travestiu para viver a irmã gêmea de seu personagem em Cada um tem a Gêmea que Merece (2011). Mas aqui, iremos nos concentrar em suas obras mais sérias e dramáticas. O simples fato de Sandler evitar seus maneirismos, vozes caricatas e atuação exagerada já faz pensarmos estar diante de outra pessoa. Mas na pele do enrolador negociante de diamantes Howard Ratner no injustiçado Joias Brutas, Sandler entrega um dos melhores desempenhos de sua carreira – pelo qual muitos acreditam que o ator deveria ter recebido uma indicação ao Oscar. De óculos, cordões, anéis e uma prótese nos dentes, Sandler constrói seu personagem tipicamente judeu, que só pensa em dinheiro e mantém um caso extraconjugal.

Jake Gyllenhaal

De ator adolescente, Jake Gyllenhaal se tornou um ator favorito para muitos no início da última década. Mais precisamente quando protagonizou O Abutre (2014), o jovem foi celebrado e sua atuação elogiada ao ponto de ser considerado injustiçado sem uma menção ao Oscar daquele ano. Um dos melhores trabalhos, e um dos melhores filmes de sua carreira, o ator emagreceu e ficou com a aparência cadavérica do sociopata Louis Bloom, cuja ambição desenfreada o afastou totalmente dos elementos humanos que nos compõem, como a apatia. No ano anterior, Gyllenhaal já havia chamado atenção na pele do policial obcecado em desvendar seus casos, e o ator cria tiques específicos para ele, como piscar constantemente, no filme Os Suspeitos (2013). Mas o que lhe rendeu o título de ator sanfona, foi seguir de perto os colegas Robert De Niro, Tom Hanks e Christian Bale, que iam do ponto A do sobrepeso à magreza extrema em pouquíssimo tempo. Depois de perder muito peso, ele o encontrou todo de volta ao viver um boxeador musculoso em Nocaute (2015).

Nostalgia! Filmes Clássicos dos anos 90 para Curtir na Netflix!

Se você é um cinéfilo um pouco mais antigo, é inegável que deve ser apaixonado pelos anos 80 e os anos 90! Todos nós somos. Sabe aquele meme do “saudade do que não viveu”, pois é, Hollywood faz até mesmo os que não estavam vivos na época sentirem esta nostalgia imensa. Cada época tem o seu valor e a sua importância, mas as décadas de 80 e 90, apesar de terem sido as épocas mais incorretas da história, trazem também bastante inocência de um mundo mais simples e sem internet, redes sociais e aplicativos. A época das locadoras de vídeo, na qual se você quisesse assistir a um filme tinha três opções: precisava ir até a locadora e torcer para ele não estar alugado, esperar ele passar na TV ou, é claro, assistir no cinema.

Os anos 90 foram para muitos a descoberta dos filmes. Uma era de amadurecimento cinematográfico. Toda uma geração de cinéfilos começou a conhecer mais de perto a arte de se fazer cinema através de publicações impressas de revistas especializadas. E se os anos 80 foram o berço do puro suco do cinema entretenimento, a década seguinte trouxe mais conteúdo aos seus blockbusters – que deixaram de ser apenas escapismo. Pensando nessa década repleta de verdadeiras obras-primas da sétima arte e, claro, no fator nostalgia, trazemos para você 10 dicas de clássicos dos anos 90 presentes no acervo atual da Netflix. Confira.

O Último dos Moicanos

Épico de ação de tirar o fôlego, este filme do veterano Michael Mann (o mesmo de ‘Fogo Contra Fogo’ – também disponível na Netflix) traz ninguém menos que o GOAT Daniel Day-Lewis em um dos poucos (senão o único) filmes de ação de sua carreira. E antes que falem em apropriação cultural, o ator não vive um indígena no filme, mas sim um homem branco europeu, que foi adotado e criado pela tribo Moicana. O longa faz parte do acervo impressionante de filmes do ano de 1992 – que ainda inclui ‘Questão de Honra’, ‘Os Imperdoáveis’, ‘Perfume de Mulher’ e ‘Cães de Aluguel’, só para citar alguns. Época boa demais.

Mensagem para Você

Tom Hanks e Meg Ryan foram “a dupla” romântica da década de 90! Apenas outra se aproxima de tal química: Julia Roberts e Richard Gere. Tudo começou é claro com o sucesso ‘Sintonia de Amor’ (1993), romance que virou febre na época. Poucos podem saber, mas antes disso, eles já haviam trabalhado no obscuro ‘Joe Contra o Vulcão’ (1990). O ápice culminou neste ‘Mensagem para Você’, um filme afetuoso que tem a cara do feriado de fim de ano. A produção é de 1998, mesmo ano de grandes romances da década, vide ‘Cidade dos Anjos’, ‘Encontro Marcado’, ‘Afinado no Amor’ e o vencedor do Oscar, ‘Shakespeare Apaixonado’.

Thomas Crown – A Arte do Crime

A Netflix disponibiliza em seu catálogo atual simplesmente todo o acervo dos filmes do maior espião do cinema, 007. O que inclui, é claro, os quatro longas estrelados por Pierce Brosnan (três deles nos anos 90). Além disso, Brosnan marcou em outro filme de espionagem, desta vez interpretando um ladrão sofisticado, no remake de ‘Crown – O Magnífico’ (1968). Você sabia que a história está ganhando uma nova roupagem? Desta vez o filme será estrelado e dirigido por Michael B. Jordan, a ser lançado em 2027. A versão de Brosnan foi lançada em 1999, considerado por muitos o melhor ano da década de 90 para o cinema e um dos melhores da história, já que contém longas como ‘Clube da Luta’, ‘Matrix’, ‘O Sexto Sentido’ e ‘À Espera de um Milagre’.

Minha Mãe é uma Sereia

Agora voltamos para o início da década, para o ano de 1990 precisamente. Quem aparece aqui é a menina de ouro da época, Winona Ryder, que vinha do sucesso de ‘Beetlejuice’ (1988) e no mesmo ano lançava um certo ‘Edward – Mãos de Tesoura’. Ryder deu a volta por cima em sua carreira com a série sensação ‘Stranger Things’, que chegou ao fim ano passado, e voltou para a sequência de ‘Beetlejuice’. Agora ela estará na terceira temporada de ‘Wandinha’. No clássico, Ryder atua ao lado de uma pequenina Christina Ricci (a Wandinha do cinema), mas a grande atração aqui é a estrela Cher, que havia ganhado um Oscar, e interpreta a mãe das duas. O ano de 1990 é a casa de obras inesquecíveis como ‘Esqueceram de Mim’, ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’, ‘Uma Linda Mulher’ e ‘Os Bons Companheiros’, é claro.

Batman Eternamente

Enquanto o mundo aguarda ansiosamente pelo novo ‘Batman’ de Robert Pattinson, continuação do sucesso de 2022 que parece embargado (mas é prometido para 2027); a Netflix disponibiliza o clássico que marcou o fim da era Tim Burton e o início da era Joel Schumacher. O filme estava mais alinhado com o que a Warner queria para o personagem na época: ou seja, algo mais próxima às aventuras dos quadrinhos, com ação e personagens coloridos. E nessa primeira investida deu certo, já que o filme se mostrou um sucesso. No elenco, o saudoso Val Kilmer substituía o primeiro Batman, Michael Keaton; enquanto Jim Carrey e Tommy Lee Jones viviam os vilões da vez (Charada e Duas Caras), e o Robin dava as caras pela primeira vez (nas formas de Chris O’Donnell).  O filme foi lançado em 1995, mesmo ano de obras icônicas como ‘Seven’, ‘Os Suspeitos’, ‘Toy Story’ e ‘As Patricinhas de Beverly Hills’.

O Colecionador de Ossos

Que tal um suspense de gelar a espinha, nos mesmos moldes de clássicos absolutos como ‘O Silêncio dos Inocentes’ (1991) e o citado ‘Seven’ (1995)? Fica melhor ainda se for baseado em um livro extremamente popular na época, e trouxer astros do calibre dos vencedores do Oscar Denzel Washington e Angelina Jolie. Esse filme existe e se chama ‘O Colecionador de Ossos’, um dos melhores e mais subestimados thrillers da década de 90. Denzel interpreta um detetive tetraplégico investigando uma série de assassinatos ligados a um serial killer, com a ajuda da novata Jolie. Só é uma pena que não tenham sido feitos outros filmes da mesma série. É claro que se trata de uma produção de 1999, mesmo ano de grandes suspenses como ‘De Olhos Bem Fechados’, ‘O Talentoso Ripley’, ‘O Informante’ e ‘O Suspeito da Rua Arlington’.

Ace Ventura – Um Detetive Diferente

Jim Carrey virou assunto na internet recentemente ao ser homenageado nos prêmios César, o Oscar do cinema francês. Tudo isso porque o ator apareceu, digamos, fisicamente diferente. O que reflete em duas possibilidades. A primeira é que o ator envelheceu. A segunda é que o ator fez uso de procedimentos estéticos, como preenchimentos faciais. Mas é claro que a internet preferiu optar pela terceira: que ele foi substituído por um clone. Seja como for, aproveitando o hype em torno de Carrey, está disponível na Netflix o primeiro grande sucesso de sua carreira, que verdadeiramente colocou seu nome no mapa. E não falo de ‘O Máskara’ ou sequer de ‘Debi e Loide’. O primeiro sucesso de Carrey foi ‘Ace Ventura’, um detetive muito mais afetuoso em relação aos animais do que aos seres humanos. O filme foi lançado em 1994, que rivaliza com 1999 pelo título de melhor ano da década de 90, e trouxe títulos como ‘Forrest Gump’, ‘Pulp Fiction’, ‘Um Sonho de Liberdade’ e ‘O Rei Leão’.

O Homem da Máscara de Ferro

Outro ator que segue firme e forte desde a década de 90 é Leonardo DiCaprio. Na verdade, o ator possui mais popularidade e prestígio hoje do que jamais possuiu. A prova disso é que ele está indicado ao Oscar este ano por ‘Uma Batalha Após a Outra’, e pode vir a sair vitorioso da grande noite do cinema. Esta marca a sua sétima indicação ao Oscar como ator, e ele já possui a sua estatueta, é claro. Aqui, no auge da febre que foi ‘Titanic’ (1997), DiCaprio lançava seu filme seguinte, com uma aventura dramática de capa e espada, baseado no clássico da literatura de Alexandre Dumas. O ano era 1998, o mesmo de aventuras épicas vide ‘O Príncipe do Egito’, ‘A Máscara do Zorro’, ‘Para Sempre Cinderela’ e ‘Os Miseráveis’.

Somente Elas

Agora chegamos à parte do romance e drama de nossa lista de dicas. Aqui temos uma road trip totalmente girl power, com três mulheres empoderadas. E isso ainda na década de 90, mais precisamente em 1995. Seguindo os passos de ‘Thelma e Louise’ (1991), mas sem um desfecho incrivelmente trágico, aqui temos uma viagem de carro com três mulheres bem diferentes. Quem protagoniza é a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg, que vive a mais equilibrada das três: uma mulher negra e lésbica. Mary-Louise Parker (de ‘Tomates Verdes Fritos’) vive uma patricinha reprimida e, fechando o trio, Drew Barrymore vive… bem, uma jovem “porra-louca”, ou seja, Drew Barrymore na época. A direção é de Herbert Ross, de ‘Footloose’ (1984) e ‘Flores de Aço’ (1989). O filme foi lançado em 1995, mesmo ano de comédias dramáticas clássicas como ‘Enquanto Você Dormia’, ‘Agora e Sempre’, ‘Meu Querido Presidente’ e ‘Razão e Sensibilidade’.

Falando de Amor

Finalizando a lista, temos mais um filme de 1995 (o grande campeão de clássicos na Netflix na década de 90). Mais uma vez, temos um filme totalmente feminino, um romance que aborda as questões da mulher dentro de relacionamentos com muita sinceridade. Mas não apenas isso, pois o filme também aborda outra camada, já que são quatro mulheres negras protagonistas. Do timaço, duas se destacam, a saudosa atriz e cantora Whitney Houston, em seu primeiro filme após o sucesso avassalador de ‘O Guarda-Costas’ (1992); e a duas vezes indicada ao Oscar Angela Bassett. As menos conhecidas Loretta Devine e Lela Rochon completam o quarteto. O longa foi lançado no mesmo ano de romances impactantes como ‘Antes do Amanhecer’, ‘As Pontes de Madison’, ‘Despedida em Las Vegas’ e ‘Caminhando nas Nuvens’.

‘Aves de Rapina’: Ewan McGregor é CONFIRMADO como o vilão do filme; Saiba mais!

Confirmado! De acordo com o Deadline, Ewan McGregor vai mesmo interpretar o vilão em ‘Aves de Rapina‘, o Máscara Negra. O personagem é um criminoso brutal e sádico de Gotham que tem uma obsessão por máscaras.

Recentemente, também foi confirmado que o filme terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

O elenco ainda inclui Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro) e Rosie Perez (Renee Montoya).

O papel da Cassandra Cain ainda não foi escalado.

Além disso, o Discussing Film divulgou o que seria a primeira sinopse do longa, detalhando o ponto de  partida da história. Apesar de se tratar de um rumor, vale a pena conferir:

“Após se separar do Coringa, Arlequina e outras três super-heroínas (Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya) se unem para salvar a vida de uma pequena garota (Cassandra Cain) das garras de um cruel lorde do crime.”

O filme será dirigido pela Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘).

Aves de Rapina‘ chegará aos cinemas no dia 7 de fevereiro de 2020.

‘MIB: Homens de Preto – Internacional’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

O reboot ‘MIB: Homens de Preto – Internacional‘ ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar disso, a performance do longa está muito abaixo do esperado, o que pode comprometer a continuidade da franquia.

Nos EUA, a produção acumula US$ 65 milhões. No mercado internacional, foram US$ 154 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou US$ 219 milhões mundialmente.

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8‘), o roteiro foi escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de ‘Homem de Ferro‘).

M (Thompson) é uma agente que durante sua jornada de auto-afirmação, estreia na divisão londrina do MIB. Lá, ela conhece um agente conhecido por seus talentos, H (Hemsworth). Os dois estão envolvidos em um caso de assassinato misterioso, que vai levá-los ao redor do mundo para encontrar a solução.

Chris Hemsworth Tessa Thompson estrelam. Liam Neeson, Rebecca Ferguson, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois completam o elenco. Emma Thompson reprisará o seu papel de Agente O de ‘Homens de Preto 3‘.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

‘Enquanto Estivermos Juntos’ surpreende e vence ‘Bloodshot’ nas bilheterias

O romance ‘Enquanto Estivermos Juntos‘ surpreendeu nas bilheterias, mesmo com a ameaça do coronavirus. O longa estreou com US$ 9.5 milhões e garantiu a segundo posição nas bilheterias, barrando o aguardado ‘Bloodshot‘ (US$ 9.3m).

Apesar de ter sido massacrada pelos críticos (apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção parece ter agradado os espectadores, recebendo uma surpreende nota A.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O filme é comandado pelos Irmãos Erwin, com roteiro assinado por Jon Erwin e Jon Gunn.

A HISTÓRIA REAL DA VIDA DE JEREMY CAMP, ESTRELA DA MÚSICA CRISTÃ, EM SUA JORNADA DE AMOR E PERDA QUE PARECE PROVAR QUE HÁ SEMPRE ESPERANÇA.

O elenco inclui KJ Apa, Britt Robertson, Shania Twain, Melissa Roxburgh e Gary Sinise.

As Agentes 355

(The 355)

 

Elenco:

Jessica Chastain

Penélope Cruz

Lupita Nyong’o

Diane Kruger

BingBing Fan

Sebastian Stan

 

Direção: Simon Kinberg

Gênero: Ação

Duração: 124 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 20 de Janeiro de 2022

Sinopse: 

Quando uma arma ultrassecreta cai nas mãos de um grupo de mercenários que ameaçam o mundo, a agente da CIA Mace Brown (Jessica Chastain) terá que unir forças para uma missão letal com a agente alemã Marie (Diane Kruger); a ex-membro do MI6, especialista em computadores, Khadijah (Lupita Nyong’o); a psicóloga Graciela (Penélope Cruz), e com Lin Mi Sheng (Bingbing Fan), uma mulher misteriosa que está rastreando todos os seus movimentos. Cheio de adrenalina, ‘As Agentes 355’ apresenta inúmeras cenas de ação ao redor do mundo, dos cafés de Paris e mercados do Marrocos à riqueza e glamour de Xangai.

Curiosidades: 

» ‘As Agentes 355’: Ação com Jessica Chastain e Lupita Nyong’o é MASSACRADA pela crítica

» O diretor Simon Kinberg (roteirista, diretor e produtor de ‘X-Men: Fênix Negra‘, produtor de ‘Deadpool‘ e ‘Perdido em Marte‘ e roteirista e produtor dos filmes X-Men), também é corroteirista e coprodutor do longa;

» A produção executiva é de Richard Hewitt (‘Bohemian Rhapsody‘);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

Jovens são oferecidas como sacrifício no trailer do terror ‘Sacrilege’; Assista!

O terror ‘Sacrilege‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por David Creed.

Quatro amigas vão para um chalé remoto para um fim de semana de diversão. O que começa como um retiro idílico rapidamente se transforma em uma luta por suas vidas quando um culto pagão local as oferece à sua Deusa como um sacrifício pelo Solstício.

O elenco conta com Tamaryn PayneEmily Wyatt, Sian AbrahamsNaomi Willow, Ian ChampionRory WiltonEmma Spurgin Hussey.

O terror será lançado em VOD no dia 27 de setembro.

‘Locke & Key’: 3ª temporada será a ÚLTIMA da série; Confira as novas imagens!

A Netflix anunciou que a 3ª temporada da série de fantasia ‘Locke & Key‘ será a última da produção.

Em comunicado oficial, os showrunners Carlton Cuse e Meredith Averill declararam: “Quando começamos a desenvolver a série, sentimos que três temporadas eram ideais para trazermos a história da família Locke a uma conclusão satisfatória. Como roteiristas, somos gratos por termos tido a oportunidade de contar nossa versão da incrível história de Joe Hill e Gabriel Rodriguez.”

Confira as primeiras imagens oficiais do ciclo final:

A última temporada será lançada no streaming ainda em 2022.

Criada por Meredith Averill, Aron Eli Coleite e Carlton Cuse, a série é baseada nos quadrinhos homônimos criados por Joe Hill e Gabriel Rodríguez.

A trama conta a história dos irmãos Locke: Tyler, Kinsey e Bode, que se mudam com a mãe, Nina, para a antiga mansão da família na Nova Inglaterra depois do violento assassinato do pai. Na casa, eles começam a encontrar chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo.

O elenco conta com Darby StanchfieldJackson Robert ScottConnor Jessup, Emilia Jones, Bill Heck, Laysla De OliveiraThomas Mitchell Barnet e Griffin Gluck.

Espectadores estão ODIANDO a série derivada de ‘The Witcher’; Confira as reações!

A série derivada ‘The Witcher: A Origem‘, que serve como pré-sequência de ‘The Witcher‘, finalmente estreou na Netflix… mas não tem agradado os espectadores.

A produção conquistou apenas 7% de aprovação do público no Rotten Tomatoes. De acordo com a Forbes, essa é a média mais baixa da história da Netflix. Dentre os críticos, a recepção não está muito diferente, com apenas 38% de aprovação.

No Twitter, os espectadores estão sendo muito vocais sobre a produção.

Confira as reações:

Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían) estrelam.

O elenco ainda conta com Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril), Lenny Henry (Balor) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

“A Origem conta uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

Diretor de ‘Terrifier 2’ quer comandar novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13’

Em entrevista ao Slash Film, Damien Leone, conhecido por dirigir o ultraviolento ‘Terrifier 2‘, expressou o seu desejo em dirigir um novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13‘.

Além de muito sangue, o cineasta detalhou como seria sua visão para o projeto.

“Já faz tempo que eu declaro que, se algum dia tiver a oportunidade de fazer o remake de um slasher, eu queria que fosse ‘Sexta-Feira 13’. Jason sempre foi o meu assassino favorito quando eu era criança. Minha ideia seria um filme ambientado nos anos 80. Eu tentaria criar a versão mais assustadora possível do Jason, porque acredito que esse lado dele foi perdido com o passar a franquia. Você acaba ficando muito confortável com esses vilões, então você precisa ficar com medo deles novamente.”

Ele completa, “Acredite ou não, eu já tive discussões com alguns executivos que estão com os direitos da franquia, mas sinto que ainda sou muito desconhecido para fazer parte da lista de cineastas que seriam abordados para dirigir um novo capítulo desta saga.”

Anteriormente, o produtor Ryan Turek revelou que adoraria desenvolver um novo filme da franquia através da Blumhouse“Eu e o Jason [Blum] concordamos que seria incrível desenvolver um filme da franquia ‘Sexta-Feira 13’. Nós queremos voltar às origens desta saga. Você não precisa complicar demais para criar um filme desta franquia. Você só precisa ter um acampamento de verão, conselheiros e Jason Voorhees com a máscara. Eu já declarei que ‘Halloween’ é o meu slasher favorito, mas ‘Sexta-Feira 13’ é uma franquia que eu adoraria ter a oportunidade de explorar. Eu amo tudo sobre essa saga. Se nós pudéssemos nos aventurar no universo de Crystal Lake, isso seria incrível.”

Vale lembrar que uma série baseada na franquia, intitulada ‘Crystal Lake‘, está em desenvolvimento pelo serviço de streaming do Peacock. A produção, no entanto, só deve ser lançada em 2024.

Através do seu Instagram, Adrienne King, que terá um papel recorrente na produção, revelou que já está tendo reuniões com o criador Bryan Fuller (‘Hannibal’) e com a equipe da série. Sua postagem, no entanto, termina com #Coming2024 – o que indica que não veremos o aguardado retorno do Jason Voorhees este ano (pelo menos não nas telinhas).

“Feliz sexta-feira, campers! Eu e o Bryan Fuller, nosso brilhante conselheiro e produtor da vindoura série ‘Crystal Lake’, tivemos a chance de nos encontrarmos para conversarmos sobre o projeto. Foi muito divertido e mal posso esperar para compartilhar novos detalhes,” declarou a King.

Kevin Williamson, criador da franquia ‘Pânico‘, vai escrever um dos episódios.

O show é idealizado pelo conhecido produtor e roteirista Bryan Fuller, conhecido por séries como ‘Hannibal‘, ‘Deuses Americanos‘ e ‘Star Trek Discovery‘, que será o responsável pelo roteiro e também atuará como produtor.

“Fuller vendeu quatro temporadas para Crystal Lake. Apenas uma encomendada oficialmente até agora, mas o Peacock teria que pagar uma multa bastante pesada se eles não encomendassem uma segunda temporada”, afirmou a Variety,.

Os direitos da franquia estavam divididos e impossibilitados de serem adaptados, sobretudo quando mudou da Paramount Pictures para a New Line Cinema. Isso impediu a realização de qualquer projeto nos cinemas ou TV.

A dupla Sean S. Cunningham e Victor Miller, diretor e roteirista do filme original, respectivamente, estavam envolvidos nessa situação. Em maio, Miller saiu vitorioso na batalha judicial, onde recebeu controle sobre os personagens originais.

Vale destacar que ‘Crystal Lake‘ está sendo descrita como um drama, no estilo de Bates Motel.

“Descobri Sexta-Feira 13 através das páginas da Famous Monsters quando eu tinha dez anos de idade, e tenho pensado nessa história desde então. Quando se trata de horror, a A24 está acima de qualquer outro estúdio. Estou emocionado por explorar Crystal Lake nessa parceria”, disse o próprio Fuller.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

‘O Corvo’: Bill Skarsgård quebra tudo em novo clipe CHEIO DE AÇÃO do reboot

A Lionsgate divulgou um clipe inédito do reboot de ‘O Corvo‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais em 22 de agosto.

A trama acompanha Eric Draven (Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.

ocorvo poster

Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.

Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco de O Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.

Hailee Steinfeld solta a voz em canção original do terror ‘Pecadores’; Confira!

Para promover o lançamento do terror ‘Pecadores‘ – que já está em exibição nos cinemas nacionais –, Hailee Steinfeld divulgou uma canção original da trilha sonora do longa, intitulada Dangerous.

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De acordo com o The Hollywood Reporter, o aclamado thriller de vampiros deve arrecadar em torno de US$ 40-45 milhões em sua estreia nos EUA.

Enquanto a Warner Bros. está projetando uma abertura modesta de US$ 35 milhões, os estúdios rivais não descartam a possibilidade da produção ultrapassar US$ 50 milhões domesticamente.

O longa irá brigar com ‘Um Filme Minecraft‘ pelo topo das bilheterias no país, que compartilha da mesma projeção em seu terceiro final de semana em exibição. O site ainda afirma que a adaptação live-action do jogo deve fechar ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões globalmente até o próximo domingo (20).

Orçado em US$ 90 milhões, o filme dirigido por Ryan Coogler foi aclamado pelos críticos, conquistando impressionantes 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção foi elogiada por sua qualidade técnica e pelo preciso roteiro, que une elementos socioculturais da América de Jim Crow ao universo ficcional de vampiros.

‘Ted’ retorna no divertido trailer da 2ª temporada da série derivada; Confira!

O Peacock divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Ted‘, série derivada da comédia homônima estrelada por Mark Walhberg (‘Transformers’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de março.

Criada por Seth MacFarlane (‘Uma Família da Pesada’), a série se passa antes dos eventos do primeiro filme. Situada em 1993, a trama acompanha Ted, o melhor amigo de pelúcia do jovem John Bennett, um adolescente de 16 anos que mora em uma casa da classe trabalhadora em Boston com seus pais e primo.

Paul Corrigan e Brad Walsh servem como showrunners.

MacFarlane retorna como a voz do urso Ted. Alanna Ubach intepreta Susan Bennett, Scott Grimes como Matty Bennett, Max Burkholder como John Bennett e Giorgia Whigham é Blaire.

Sofia Vergara compartilha último dia de gravação de ‘Modern Family’

Para documentar o último dia das gravações da oitava temporada da premiada série ‘Modern Family’, Sofia Vergara publicou em seu Instagram uma série de fotos e até um vídeo com o elenco e a equipe de produção nos bastidores do programa.

Dentre as publicações feitas, a atriz compartilhou uma divertida foto do casal Julie Bowen (Claire Dunphy) e Ty Burrell (Phil Dunph) fazendo caretas.

Confira todas as postagens:

❤❤❤❤

Uma publicação compartilhada por Sofia Vergara (@sofiavergara) em

Last day of the 8th season❤❤❤#modernfamily

Uma publicação compartilhada por Sofia Vergara (@sofiavergara) em

“Último dia da oitava temporada”

 

Sexy people.

Uma publicação compartilhada por Sofia Vergara (@sofiavergara) em

Last shooting day#modernfamily

Uma publicação compartilhada por Sofia Vergara (@sofiavergara) em

“Último dia de filmagens”

 

Stalker in the back

Uma publicação compartilhada por Sofia Vergara (@sofiavergara) em

Miss u guys alreadyyyyy!!#modernfamily season8 #lastshot

Uma publicação compartilhada por Sofia Vergara (@sofiavergara) em

“Já estou com saudades pessoal!”

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Cartaz criado por fã traz Homem-Aranha com nova armadura; Confira!

Um fã de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ desenvolveu um cartaz para o filme que traz o Homem-Aranha com sua nova armadura.

Confira:

 

‘Patrulha do Destino’: Matt Bomer entra para o elenco como Negative Man

Após o anúncio de novidades relacionadas a ‘Patrulha do Destino‘, mais um novo membro de seu elenco foi anunciado.

E de acordo com o TVLine, o astro Matt Bomer emprestará sua voz para o papel Negative Man. Além disso, o ator aparecerá como o alter ego do super herói, Larry Trainor, em cenas de flashback.

A caracterização física de Negative Man ficará com o dublê Matthew Zuk.

 

A Patrulha do Destinose junta a série doMonstro do Pântano’, por James Wan, e as animações Young Justice: Outsiders‘ e Harley Quinn, seriado solo da Arlequina, que chegam ao serviço de streaming da DC à partir de 2019.

 

‘O Método Kominsky’: 2ª temporada da aclamada série da Netflix ganha primeiro cartaz; Confira!

A segunda temporada da aclamada série original da Netflix, ‘O Método Kominsky‘, ganhou o seu primeiro cartaz.

Confira:

Criada por Chuck Lorre (‘Two and a Half Men‘), a produção acompanha Sandy Kominsky, um ator que anos atrás teve uma breve aventura com o sucesso e agora é um respeitado professor de Hollywood. A produção conquistou dois Globos de Ouro em 2019, nas categorias de Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical e de Melhor Série de Comédia.

O elenco é composto por Michael Douglas e Alan Arkin.

Assista ao trailer do novo ciclo:

A segunda temporada estreia na Netflix no dia 25 de outubro.

 

 

‘Expresso do Amanhã’: 2ª temporada ganha suas primeiras imagens; Confira!

A 2ª temporada de ‘Expresso do Amanhã’ estreia só em 2021, mas a TNT não perdeu tempo e já compartilhou algumas imagens inéditas do vindouro ciclo.

O material, divulgado pela revista EW, traz Sean Bean em destaque com o milionário Wilford.

Confira:

E aí, você está ansioso para a próxima temporada?

Assista ao teaser:

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Confira TODAS as estreias da Netflix nesta semana

O mês de outubro está a todo vapor e a Netflix preparou uma seleção de novas estreias, que chegam ao longo dos próximos dias na plataforma de streaming.

E dentre os lançamentos desta semana, o grande destaque é a aguardada 3ª temporada da amada série ‘Você‘, que chega na grade de programação na próxima sexta-feira (15).

Confira a agenda:

12/10

Tudo por um Pop Star
Até onde você iria para ver seu ídolo de perto? Três meninas do interior encaram mil desafios para ir ao show de sua banda favorita na capital.

Abe
Um menino (Noah Schnapp) de 12 anos mora no Brooklin, Nova Iorque, com a mãe judia de origem israelense e o pai palestino de origem muçulmana. O jovem, aprendiz de um chefe de cozinha brasileiro (Seu Jorge), ama gastronomia e tenta usar desse artifício para manter as duas famílias unidas.

13/10

O Fio Invisível
A conexão entre duas jovens mães, uma visitante e uma pessoa local, revela uma catástrofe ambiental iminente e um colapso espiritual. Dirigido pela premiada Claudia Llosa.

Entre Frestas
Polônia, 1985: insatisfeito com o resultado de uma investigação de assassinato, um jovem oficial de Varsóvia na era comunista resolve descobrir a verdade por conta própria.

Violet Evergarden: O Filme
Com o fim da guerra, o avanço tecnológico traz mudanças à vida de Violet, que espera rever o major que a ajudou.

14/10

Outra Vida: Temporada 2
Os riscos aumentam cada vez mais enquanto Niko (Katee Sackhoff) e sua tripulação testemunham a aniquilação de um planeta. Como negociar com alienígenas capazes de tamanha brutalidade?

15/10

Você: Temporada 3
Casados e com um bebezinho, Love (Victoria Pedretti) e Joe (Penn Badgley) tentam levar uma vida normal no subúrbio abastado de Madre Linda. Mas velhos hábitos são difíceis de largar.

The Trip
Decididos a pôr um fim no casamento assassinando um ao outro, um casal se dirige a uma cabana remota, mas logo precisam enfrentar uma ameaça ainda maior.

No Jogo do Amor
Depois de uma experiência de troca de casais, quatro amigos chegam a uma cabana de praia remota para enfrentar as consequências e encarar as verdades.

 

Spirit of the People: Amber Heard entra para elenco de peça de Jeremy O. Harris

A atriz Amber Heard está de volta aos palcos — ao lado de Brandon Flynn (13 Reasons Why) e Lío Mehiel (Mutt) — no elenco da estreia mundial de Spirit of the People, nova peça escrita por Jeremy O. Harris, autor do aclamado ‘Slave Play‘. A novidade foi compartilhada pela Variety.

A produção será apresentada no Williamstown Theatre Festival 2025, que passa por uma transformação radical sob direção de um “coletivo criativo” liderado por Harris, Kaia Gerber, Alyssa Reeder, Alex Stoclet e o coreógrafo Christopher Rudd. A ideia? Reimaginar o festival como um “Coachella do teatro contemporâneo”, misturando arte, celebridades e temas políticos de forma multidisciplinar.

Com direção de Katina Medina Mora, Spirit of the People promete romper com os moldes anteriores da obra de Harris. A peça é descrita como “um confronto com verdades desconfortáveis sobre terra e destruição”, e será falada em parte em espanhol — um desafio que o autor admite ter assumido de propósito: “Eu quis me desafiar”, afirmou à Variety.

Além de Heard, Flynn e Mehiel, o elenco conta com Ato Blankson-Wood, James Cusati-Moyer, Emma Ramos, Zachary Booth e Tonatiuh.

A peça faz parte de uma temporada repleta de estreias autorais e reinterpretações provocativas, como a remontagem do experimental Camino Real, de Tennessee Williams. Segundo o festival, esta será uma “erupção teatral multidisciplinar” — e tudo indica que o palco será tão explosivo quanto necessário.

Flashback deve juntar as duas gerações de personagens em ‘It: A Coisa – Parte 2’; Saiba mais!

Como juntar as duas gerações de personagens e aproveitar o elogiado elenco mirim em ‘It: A Coisa – Parte 2’? No cinema, a resposta é simples: Flashbacks.

E, pelo visto, é realmente como deve acontecer na continuação, de acordo com o ator Jeremy Ray Taylor, o Ben, em entrevista à imprensa americana.

“Então, flashbacks é a solução mais prática para cruzarmos nossos caminhos. Então, de qualquer forma, vai ser muito emocionante e divertido”

It: A Coisa se tornou a maior bilheteria de todos os tempos para um filme de terror, e a Warner Bros. oficializou o Capítulo 2. A sequência teve sua estreia marcada para o dia 6 de setembro de 2019.

O grande sucesso de terror do ano, ‘It: A Coisa’, chegou em DVD e Blu-ray nos EUA e muitos fãs tiveram tempo de sobra para descobrir alguns segredos escondidos no filme, que podem ter passado despercebidos no cinema.

Eis então que um detalhe assustador estava em uma cena específica do filme e muita gente não viu.

A cena em questão, é o momento em que as crianças estão conversando em um beco após o ataque ao Ben, até ai tudo bem, porém misturado aos desenhos do mural atrás deles, existe o rosto de Pennywise, observando-os enquanto fazem os planos.

Medonho não?! Você reparou nesse detalhe? Confira abaixo uma imagem da cena:

O diretor Andy Muschietti divulgou no Instagram a primeira arte conceitual que ele fez do novo Pennywise para ‘It – A Coisa‘, desenhada em 2015.

Porém, um detalhe chamou atenção na imagem. Muschietti marcou a atriz Jessica Chastain na foto, cotada para viver a Beverly na versão adulta. Seria a confirmação definitiva do envolvimento da atriz com a Parte 2? Confira:

Andy Muschietti explicou o seguinte sobre a versão adulta de Mike Hanlon em ‘It: A Coisa – Parte 2‘:

“Minha ideia para Mike no segundo filme é bastante sombria com relação ao livro. Eu quero fazer de seu personagem o único que reunirá todos os outros personagens de volta. Mas como ele foi o único que permaneceu em Derry, haverá consequências. Eu quero que ele seja um viciado em drogas, de verdade. Um bibliotecário tóxico. Quando o segundo filme, ele estará afundado. Ele não será apenas um colecionador de relatos sobre o que Pennywise tem feito em Derry. Ele assumirá o papel de tentar descobrir como derrotá-lo. A única maneira que ele poderá fazer isso é tomar drogas para alterar sua mente.”

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ pode ser dividido em Parte 1 e Parte 2

‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta!

A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Julian Dennison não pode assistir ‘Deadpool 2’ por ser jovem demais

A classificação de Deadpool 2 foi tão séria que até o ator Julian Dennison acabou ficando sem poder assistir o filme por conta de sua idade.

Em uma entrevista ao programa de Jimmy Kimmel, Dennison revelou que ainda não assistiu o filme.

“Tenho 15 anos e a censura na Nova Zelândia é de 16. Então não posso assistir ainda. Fui ao cinema e eles me disseram ‘ah sim, você pode apresentar o filme, fazer tudo que quiser, mas você não vai poder assistir”

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

Mesmo sem ter conseguido superar a bilheteria de seu antecessor nos EUA, ‘Deadpool 2’ quebrou um novo recorde. De acordo com dados publicados pelo Exhibitor Relations, o filme se tornou a maior abertura internacional da Fox com US$ 176 milhões.

Nos Estados Unidos, o novo filme do Mercenário Tagarela arrecadou menos que o esperado pelo estúdio, fazendo US$ 125 milhões no final de semana, valor abaixo da abertura do primeiro – que arrecadou US$ 134 milhões em sua estreia em 2016.

A expectativa era que o filme arrecadasse em torno de US$ 150 milhões.

Mesmo assim, o filme teve a terceira melhor semana abertura do ano, atrás de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Pantera Negra’.

Mundialmente, o filme já soma US$ 301 milhões.

Para comparação, o primeiro ‘Deadpool‘ arrecadou US$ 285 milhões mundialmente em sua estreia em 2016.

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

Deadpool 2‘ recebeu a classificação indicativa de 16 anos no Brasil, por “Drogas, Violência Extrema e Conteúdo impactante“.

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

 

5 Cinebiografias de Ícones da Música para Entrar no Ritmo de Rocketman

Rocketman chegou aos cinemas na última quinta-feira e já se mostrou uma das melhores adaptações biográficas de um músico já feitas. Como Cinema e Música andam de mãos dadas há algum tempo, e nós separamos alguns filmes para quem busca grandes obras baseadas em ícones da música internacional. Confiram!

 

Johnny & June (2005)

Antes de dirigir Logan e lançar um trailer memorável ao som de Hurt, James Mangold trouxe aos cinemas a cinebiografia de uma das maiores vozes da música americana: Johnny Cash. Tendo o intenso Joaquin Phoenix no papel de Johnny Cash, o filme acompanha a vida do lendário músico desde a infância traumática em uma fazenda de algodão em Nashville, passando por seus anos de Serviço Militar e suas inúmeras tentativas de ser músico em Memphis até chegar ao sucesso e conhecer seu amor: June Carter.
Apesar da trama girar em torno do relacionamento de Johnny e June, vemos muito do lado humano por trás do lendário Man In Black. E toda sua história com ícones da música, como Elvis Presley e Jerry Lee Lewis, é retratada de forma incrível. O roteiro foi baseado na biografia de Johnny Cash e contou com atuações impecáveis de Reese Whiterspoon, que venceu o Oscar de Melhor Atriz por esse papel, e ainda rendeu uma indicação de Melhor Ator para Joaquin Phoenix.

Não Estou Lá (2007)

“Inspirado na música e nas muitas vidas de Bob Dylan”, Não Estou Lá chegou aos cinemas em 2007 e trouxe ao mundo uma atuação fantástica da polivalente Cate Blanchett vivendo Jude Quinn, a versão sessentista do artista. O filme é incrível por pegar seis atores de alto nível para representarem diferentes fases do Músico, Poeta, Escritor e Lenda da Contracultura Americana. Cada personagem é uma analogia a vida de Bob Dylan e tal qual na vida, suas tramas se entrelaçam e entregam uma história incrível e alucinante.
Marcus Carl Franklin vive Woody, um espelho da adolescência/ juventude de Dylan e seu fascínio pela música. Christian Bale interpreta Jack Rollins, representando a fase de protesto do artista, e o Pastor John, que seria ele na época em que se converte ao cristianismo. Richard Gere abusa da metalinguagem ao dar vida a Billy The Kid, uma referência a Pat Garrett and Billy the Kidfilme em que Bob Dylan fez toda a trilha musical e ainda atuou. O saudoso Heath Ledger é Robbie Clark, um ator que interpreta a vida de Jack Rollins e reflete a fase de decadência de Bob Dylan. Por fim, Ben Whishaw dá as caras como Arthur Rimbaud, a inspiração visual de Bob Dylan.
É um projeto MUITO interessante e valem as 2h15 de filme.

The Beach Boys: Uma História de Sucesso (2014)

Esse é um daqueles filmes que passaram batidos no Brasil quando lançaram, mas merecem muito a atenção do público. Ele acompanha toda a trajetória de um dos fundadores dos The Beach Boys, Bryan Wilson, do sucesso estrondoso dos anos 60 até sua decadência psicológica nos anos 80. Fazendo uso de uma narrativa não-linear, o filme traz Paul Dano como a versão jovem de Bryan e John Cusack em sua versão “mais vivida”. Ambos trabalham muito bem e humanizam o personagem.
O elenco ainda conta com Elizabeth Banks e Paul Giamatti. A produção do filme demorou muitos anos para começar por conta de roteiros sem tanta precisão histórica. Quando eles conseguiram uma trama que retratasse com fidelidade a história de Bryan, o projeto começou a tomar forma e acabou virando um dos filmes mais interessantes de 2014.

Straight Outta Compton: A História do N.W.A. (2015)

Lançado em 2015, Straight Outta Compton foi um verdadeiro fenômeno e muitos consideram que foi um dos filmes esnobados no Oscar (indicado apenas a Melhor Roteiro Original). O filme conta de forma crua a história do N.W.A.Niggaz Wit Attitudes), com todos os conflitos e choques de realidade da formação de um dos grupos mais influentes do Gangsta Rap americano no auge dos anos 80.
Composto por Dr. Dre, Ice Cube, Eazy E, DJ Yella, MC Ren e Arabian Prince, o grupo e sua história acabam se misturando ao processo de revolução no cenário do Hip-Hop da época, que viria a criar grandes ícones do gênero de hoje, como o próprio Dr. Dre e até mesmo o carismático Snoop Dogg. E como suas letras remetem a origem de seus membros, preparem-se para ver brigas de gangues, muita violência, sexo e drogas. Se o objetivo do “Gangsta Rap” era mostrar a realidade das ruas que a TV ignorava, o do filme é retratar isso e sua influência no grupo.
Filmaço!

Bohemian Rhapsody (2018)

Um dos maiores fenômenos do ano passado, Bohemian Rhapsody trouxe para os cinemas a história de uma das maiores bandas de todos os tempos, dando foco ao lendário vocalista: Freddie Mercury. Embalado por alguns dos maiores sucessos do Queen, era difícil que o filme não fosse um sucesso, dada a enorme quantidade de fãs assíduos do grupo. Mesmo com algumas modificações em datas e personagens, usando o recurso da Licença Poética, o público abraçou o longa como se fosse uma das canções da Banda e o transformou em um grande sucesso de bilheteria. A grande polêmica, no entanto, foi quanto a sexualidade e extravagância de Freddie e como elas foram suavizadas na adaptação.
A crítica internacional se dividiu um pouco em questão ao filme, mas nem isso foi o suficiente para impedir Bohemian nas premiações. Ele foi um papa-títulos no Oscar e deixou a cerimônia com 6 troféus, incluindo o de Melhor Ator para Rami Malek. Muitos desses prêmios foram contestados, como Melhor Edição – que não desceu para muitos especialistas até hoje, só que o resultado final mostra que o longa tem sim qualidade.
Rocketman segue uma linha mais pessoal do que Bohemian Rhapsody, até porque o próprio Elton John está vivo e pôde opinar em certos momentos que ele viveu. E quem melhor para julgar uma cinebiografia do que o próprio personagem principal? O filme está em cartaz nos principais cinemas do Brasil.

Crítica | ‘O Jovem Ahmed’ – Filme Alerta Para os Perigos da Alienação Religiosa

Nos últimos anos, diversos filmes europeus – e, mais especificamente, franceses – têm abordado o tema da imigração na Europa, tanto sob a ótica dos imigrantes quanto sob a perspectiva de quem já mora no continente. A razão dessa temática estar sendo retratada com tanta frequência é porque a realidade do continente está cada vez mais atrelada à mistura das diversas culturas que se instalaram naquele território – culturas estas que trazem consigo novas línguas, novas religiões, novos costumes etc, em comparação aos que ali já viviam.

É nessa pegada que ‘O Jovem Ahmed’ chega aos cinemas, retratando o conturbado cotidiano de Ahmed (Idir Ben Addi, convincente como um rapaz inseguro), um jovem adolescente profundamente dedicado à reza e aos estudos da religião islâmica. Já na primeira cena o espectador é confrontado com uma situação cotidiana que, em um primeiro momento parece ser apenas introdutória, mas que mostra o quanto o contraste social está profundamente enraizado no dia a dia do cidadão europeu: Ahmed está na escola, e sua professora, Sra. Ives (Myriem Akeddiou), o está ajudando na lição quando, de repente, Ahmed se levanta e vai embora, sem se despedir. Então, na cena seguinte, é explicado ao espectador que a atitude do protagonista tem a ver com seu horário de reza (cumprido pontualmente) e que ele não quer mais apertar a mão da professora para se despedir porque seu imã (orientador religioso no islamismo) lhe disse que no islamismo o homem só pode tocar na mãe, na irmã ou na esposa, e não deve dirigir a palavra a nenhuma outra mulher.

Essa cena inicial dá o tom do roteiro e da direção de Jean-Pierre e Luc Dardenne, que busca retratar o quanto a irresponsabilidade juvenil, somada ao aproveitamento de pessoas mal intencionadas (sob a desculpa de orientação religiosa) está fundando uma geração de jovens totalmente alienados socialmente, porém extremamente dedicados à uma interpretação extremista das religiões – o que, por sua vez, gera ainda mais conflitos sociais e dificuldades de adaptação cultural no continente europeu.

Mais do que papéis memoráveis ou cenas chocantes, ‘O Jovem Ahmed’ propõe uma reflexão do cotidiano, através de uma crônica inocente de um adolescente influenciável pelo seu meio. Embora a época de sua estreia não seja favorável (em pleno carnaval!), o filme é um bom material para ajudar a entender como a atual e as próximas gerações europeias estão sendo constituídas: com base no medo do outro e da imposição de uma única visão/doutrina/vontade sobre os demais. Nesse sentido, o filme faz um importante alerta sobre a influência de doutrinas extremistas na vida dos jovens imigrantes sedentos por se sentirem pertencentes a algum lugar.

Pastor Cláudio

(Pastor Cláudio)

 

Elenco: —

 

Direção: Beth Formaggini

Gênero: Documentário

Duração: — min.

Distribuidora: Arthouse

Orçamento: —

Estreia: 14 de Março de 2019

Sinopse: 

Um encontro histórico entre duas figuras pessoalmente antagônicas: o bispo evangélico Cláudio Guerra, responsável por assassinar e incinerar os opositores à ditadura militar brasileira, e Eduardo Passos, um psicólogo e ativista dos Direitos Humanos.

Curiosidades: 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Hillbilly Elegy’: Freida Pinto entra para novo filme original da Netflix

Freida PintoBo HopkinsOwen Asztalos foram elencados no mais novo filme da NetflixHillbilly Elegy. As informações são da Variety.

Amy Adams, Glenn Close, Haley Bennett e Gabriel Basso completam o elenco. Ron Howard será o diretor.

Baseado no romance autobiográfico best-seller de J.D. Vance, o longa é uma exploração moderna do “sonho americano” e conta a história de três gerações de uma família apalaque contada pelo membro mais novo do núcleo, um estudante de direito de Yale que é forçado a voltar para sua terra natal. Close será a avó da família.

Vanessa Taylor (A Forma da Água) será a roteirista. Howard, Brian GrazerKaren Lunder serão os produtores. O orçamento do filme será em torno de 45 milhões de dólares, considerado baixo dentro da indústria cinematográfica.

Ainda não há data de estreia prevista para o filme.

‘The Witcher’: Henry Cavill revela que levou todo o figurino para casa

Em uma recente entrevista ao NME, o astro Henry Cavill foi questionado se, depois que as filmagens da primeira temporada de The Witcher acabaram, ele levou para casa alguma lembrancinha (um objeto ou então os figurinos).

Cavill, que deu vida ao guerreiro geneticamente modificado Geralt de Rivia, revelou então que “levou tudo para casa”, acrescentando que “não é fácil colocar [os trajes]” e que “levava cerca de duas horas de cabelo e maquiagem todo fia, então agora eu só fico em casa parecendo legal”.

Confira o vídeo:

Apesar da recepção amarga por parte dos críticos, a série teve recepção bastante positiva por parte do público. Devido ao sucesso, o site We Got This Covered revelou que a produção já foi renovada secretamente para a 3ª temporada e que o novo ciclo adaptará o romance ‘Tempo do Desprezo’ (segundo livro da saga assinada por Andrzej Sapkowski).

A primeira temporada já está disponível na plataforma!

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Crítica | 1ª temporada de ‘The Witcher’ não enfeitiça como poderia

J.K. Rowling publica carta aberta se defendendo das alegações de transfobia; Confira na íntegra!

J.K. Rowling pode ser conhecida por uma das sagas infanto-juvenis mais icônicas dos últimos vinte anos, mas está ganhando as redes sociais por um motivo bastante condenável: transfobia.

Nos últimos dias, Rowling voltou a realizar comentários polêmicos sobre gênero e sexualidade, dizendo com todas as palavras que “se sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se sexo não é real, a realidade das mulheres é apagada. Eu conheço e amo as pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a habilidade de muitas pessoas poderem discutir sobre suas vidas. Não é ódio se eu digo a verdade. A ideia de que mulheres como eu, que foram empáticas com as pessoas trans por décadas, odeiam as pessoas trans porque elas acreditam que sexo é real é absurda.”

Não demorou muito para que várias pessoas começassem a se posicionar contra o tóxico comportamento da autora, incluindo os astros da franquia Harry Potter. Agora, em uma tentativa de se defender, Rowling publicou uma carta aberta em seu site oficial.

Confira abaixo a tradução na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

Lembrando que seu novo livro infantil, intituladoO Ickabog, já está disponível oficialmente em português.

Os primeiros cinco capítulos já revelados podem ser lidos em português aqui.

Segundo a autora, a ideia surgiu há muito tempo e foi contada para seus dois filhos mais novos capítulo por capítulo por todas as noites até que ela conseguisse terminá-la. A decisão de finalmente publicá-lo veio com o anúncio do lockdown, como forma de manter as crianças entretidas.

O Ickabog será publicado gratuitamente no site através de iterações e ao longo das próximas sete semanas – de acordo com informações, “um capítulo (ou dois, ou três) por vez. Não é Harry Potter e é uma história totalmente diferente”.

Ao todo, a narrativa é composta por 34 partes, com a versão física programada para lançamento em novembro de 2020.

Além disso, Rowling está promovendo um concurso em que as crianças terão a chance de ilustrar o livro. Os editores ficarão responsável pelo resultado final e 34 dos melhores desenhos (um por capítulo) serão inclusos na versão final.

‘Americanah’: HBO desiste de seguir em frente com o projeto após saída de Lupita Nyong’o

Segundo o Collider, a vencedora do Oscar Lupita Nyong’o foi forçada a deixar a nova série original da HBO MaxAmericanah, devido a problemas de cronograma provindos da pandemia do COVID-19. Dessa forma, a plataforma de streaming decidiu que o projeto não vai seguir em frente.

Corey Hawkins, Uzo AdubaZackary MomohDanai Gurira também faziam parte do elenco.

Baseado no romance homônimo de Chimamanda Ngozi Adichie, a obra gira em torno de Ifemelu (Nyong’o), uma jovem, linda e independente mulher que cresceu na Nigéria e que se apaixonou por seu colega de classe Obinze quando adolescente. Vivendo em um país controlado pelos militares, ambos partem de sua terra natal: Ifemelu chega nos Estados Unidos, onde descobre pela primeira vez o que significa ser negra; Obinze, por sua vez, esperava se reencontrar com ela, mas depois dos trágicos eventos do 11 de setembro, ele se encontra numa perigosa situação, morando em Londres sem a documentação necessária.

A minissérie teria 10 episódios. Gurira ficaria responsável pelo roteiro do episódio piloto e pela produção executiva ao lado de Nyong’o.

Ambas as atrizes e produtoras já trabalharam juntas no aclamado Pantera Negra. Nyong’o ganhou um Oscar por sua incrível performance em 12 Anos de Escravidão e estrelou o thriller psicológico NósGurira, por sua vez, retorna pela última vez como Michonne para a série The Walking Dead. Ela foi indicada ao Tony por sua atuação na peça Eclipsed.

Marco Pigossi lê tweets gringos sobre ‘Cidade Invisível’ em vídeo HILÁRIO; Confira!

‘Cidade Invisível’ tornou-se uma das novas sensações da Netflix e trouxe, pela primeira vez, o folclore nacional para as telinhas dos serviços de streaming.

Tanto sucesso não se restringiu apenas ao Brasil, mas também a diversos países do exterior. Pensando nisso, a plataforma se reuniu com o astro Marco Pigossi para ler alguns tweets internacionais sobre a adorada série.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Os episódios foram dirigidos por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.
Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CoresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘The Bad Batch’: Disney+ divulga as imagens oficiais do 13º episódio da série animada; Confira!

Disney+ divulgou através do Twitter as imagens promocionais do recém-exibido 13º episódio da série animada The Bad Batch, intitulado “Infestação”.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio, “Manto de Guerra”, será exibido em 30 de julho.

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ abre com aprovação MÁXIMA no RT; Confira as críticas!

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é um dos títulos mais aguardados do ano – e parece que tanta espera valeu a pena.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com aprovação máxima por parte da crítica especializada (isso é, 100% de aprovação), com altíssima nota 8.20/10 baseada em 40 reviews até o momento.

Confira os principais comentários abaixo:

“‘Sem Volta para Casa’ compreende a chave do apelo de Homem-Aranha” – ScreenCrush.

“Surpresas soberbas alavancam alguns dos aspectos mais desequilibrados da narrativa” – Fresh Fiction.

“Em seu âmago, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é um filme sobre amizade… Eu adorei e gostei de Peter Parker e todos os seus amigos” – rachelsreviews.net.

“O primeiro e o segundo atos são bem bagunçados, mas o terceiro se acerta e entrega uma emocionante aventura” – Bleeding Cool.

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é melhor apreciado pelas pessoas que já assistiram aos filmes anteriores. Está cheio de nostalgia e de piadas internas” – Culture Mix.

“O diretor Jon Watts transforma a difícil premissa em um filme de super-herói consistentemente divertida, amarrando duas décadas de pontas soltas no processo” – Peter Debruge.

“Facilmente um filme a que você vai querer assistir de novo, ‘Sem Volta Para Casa’ é uma viagem que eu nunca quis terminar. É uma maravilha que algo tão ambicioso tenha surgido” – Kirsten Acuna.

“O filme certamente lembrará o público por que nosso amigável bairro, o Homem-Aranha, continua sendo um dos melhores da Marvel, e isso se deve em grande parte ao desempenho de Tom Holland como Peter Parker” – Caitlin Chappell.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa entende os fãs do Homem-Aranha como nenhum outro filme do Homem-Aranha antes dele” – The Mary Sue.

O filme estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Túmulo de Dobby, o elfo doméstico de ‘Harry Potter’, causa POLÊMICA em praia britânica

No panteão Harry Potter, são poucos os personagens tão adorados quanto Dobby, o elfo doméstico – uma criaturinha humilde e engraçada que ajuda o bruxinho titular em sua batalha contra Voldemort e as forças das trevas.

Para aqueles que não se lembram, Dobby infelizmente morre pelas mãos de Bellatrix Lestrange, uma das asseclas de Voldemort, em Harry Potter e as Relíquias da Morte’ e é enterrado em uma praia idílica.

Na adaptação para os cinemas, a sequência em questão foi rodada em Freshwater West, no condado de Pembrokeshire, País de Gales, o que levou diversos fãs a também prestarem homenagens para o personagem.

Entretanto, as constantes reverências começaram a se tornar um problema para as autoridades locais – visto que, além da quantidade absurda de pedras cravadas com o nome de Dobby, os transeuntes também deixam outros “presentes” para o elfo, como meias.

Não demorou muito até que uma enquete feita pelo National Trust, a Fundação Nacional para Locais de Interesse Histórico ou Beleza Natural do Reino Unido, perguntasse ao público se o túmulo de Dobby deveria permanecer naquela praia ou transferida a outro lugar que não causasse tantos problemas.

Em entrevista à BBCVictoria MacLean, fã da saga mágica, deu sua opinião e disse que, na verdade, deveria haver um debate e um consenso sobre o que poderia ser deixado no túmulo.

“Deixar uma meia nova é lindo, mas depois de um tempo essa meia provavelmente fica coberta de todo tipo de coisa. Quanto às pedrinhas, algumas pessoas se esforçaram para pintar algumas delas, apenas para homenagear um de seus personagens favoritos, e isso é muito bonito de ver”, ela comentou.

MacLean também apontou a ineficácia da remoção do túmulo, dizendo que os fãs irão procurar outro lugar para reconstruí-lo: “deve haver algo que agrade aos fãs mantendo a beleza da praia, porque é uma praia incrível”.

Em uma declaração oficial, o National Trust falou sobre essa problemática e reiterou que entrará em um consenso para que as experiências turística e ambiental não sejam prejudicadas:

“Nos últimos anos, vimos um aumento de visitantes que desejam experimentar tudo o que Freshwater West tem a oferecer, incluindo sua bela praia. Adoramos receber as pessoas no local, mas o aumento do número de visitantes significa que suas instalações e infraestrutura estão sob pressão ainda maior. Queremos que todos tenham uma experiência agradável e segura, ao mesmo tempo que garantimos o cuidado desta paisagem especial para as gerações futuras. Um estudo está em andamento para nos ajudar a entender melhor as questões e considerar opções para um futuro sustentável para Freshwater West, que inclui o túmulo de Dobby. Uma das opções que analisamos na pesquisa é transferir o monumento para um local adequado e acessível ao público.”

A enquete feita pela organização estará disponível até o dia 31 de maio.