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10 filmes pra você que gosta de se arriscar fazendo comida!

Sempre é bom e fortalece qualquer relacionamento fazer um almoço ou jantar especial para seu par romântico. Mas não tem graça pedir pelo serviço de entregas, o ideal e mais criativo é pegar uma receita e colocar a mão na massa! Para você que já se inspirou ou pretende se inspirar para tal objetivo, segue abaixo alguns filmes:

 

Toast: A História de uma Criança com Fome

Dirigido pela cineasta S. J. Clarkson e ambientado no final da década de 1960, conhecemos um jovem amante da culinária que foi criado por uma mãe com limitações nesse quesito. Quando ela falece, seu pais e casa com outra mulher que é uma excelente cozinheira. Assim, o protagonista parte para uma disputa em relação a atenção do pai.

 

A Grande Noite

Dirigido pela dupla Stanley Tucci e Campbell Scott, A Grande Noite , filme pouco badalado dos anos 1990, ambientado na década de 1950, nos mostra as dificuldades de dois irmãos com um restaurante italiano após um outro concorrente fazer um enorme sucesso. No elenco, nomes como: Minnie Driver, Ian Holm, Isabella Rossellini, Allison Janney e Tony Shalhoub.

 

O Tempero da Vida

Lançado mais de duas décadas atrás, o longa-metragem apresenta a história de um jovem amante da culinária em meio a complexidades políticas do lugar onde mora.

 

Amor À La Carte

Nessa comédia romântica dirigida pela cineasta norte-americana Ellie Kanner, acompanhamos um chef de cozinha que precisa fazer um acordo com uma executiva de alimentos congelados para salvar seu negócio.

 

Arrasando na Cozinha

Na trama dirigida por Raymond Yip acompanhamos o embate entre dois amantes da culinária, numa competição, um chef de cozinha francês e um cozinheiro cantonês.

 

Delicioso – Da Cozinha para o Mundo

Na trama, ambientada às vésperas da revolução francesa, conhecemos Pierre Manceron um habilidoso chef que com a ajuda de uma jovem talentosa resolve arriscar tudo e cria um dos primeiros restaurantes do mundo.

 

Tempero do Chef

Na trama, acompanhamos a história de um chef de cozinha que vai preso e condenado a ter que dar aulas durante um determinado tempo num centro para jovens autistas. Durante esse período conhece pessoas que o ajudarão a entender melhor a vida.

 

Dieta Mediterrânea

Nessa comédia romântica espanhola, Dieta Mediterrânea, nos mostra dilemas na vida de uma chef de cozinha, dividida entre dois amores e sua paixão pela culinária.

 

Soul Kitchen

Na trama, dirigida pelo experiente cineasta turco Fatih Akin, conhecemos um homem numa maré de conflituosas situações que envolvem a mulher que ama, o irmão e um restaurante.

 

A 100 Passos de um Sonho

Dirigido pelo experiente cineasta sueco Lasse Hallström, a comédia dramática A 100 Passos de um Sonho nos mostra diversos conflitos quando a dona de um restaurante se sente ameaçada pela chegada de um novo empreendimento culinário na mesma rua.

 

Os Filmes Mais Marcantes da Carreira de Anton Yelchin

Hoje, dia 11 de março, o jovem Anton Yelchin faria 30 anos de idade. Nos deixando muito cedo, o ator russo faleceu em 2016, aos 27 anos, devido a um estúpido acidente com seu carro. Sem querer, Yelchin entrou para o hall dos artistas que morrem com tal idade, donos de um futuro brilhante pela frente. Com uma carreira de impressionantes 68 créditos como ator, Yelchin era versátil e deixará saudade.

Relembrando a carreira de Anton Yelchin…

Como forma de homenageá-lo neste dia especial, o CinePOP resolveu relembrar alguns de seus trabalhos mais memoráveis. Vem com a gente se emocionar.

Juventude

Em 2001, quando ainda era um menino, de 12 anos, Yelchin participou de produções chamativas, como 15 Minutos (com Robert De Niro) e Na Teia da Aranha (com Morgan Freeman). Porém, foi em Lembranças de um Verão – do mesmo ano – que o pequeno atuou lado a lado como coprotagonista do lendário Anthony Hopkins, numa adaptação de Stephen King.

Alguns anos mais velho, ele esteve no centro do drama criminal chocante Alpha Dog (2006), que conta com um grande elenco de atores veteranos e outros, então, promissores. No ano seguinte, foi a vez de comandar a ação em Charlie – Um Grande Garoto. Este foi o primeiro filme que Anton Yelchin protagonizou. Na trama, um adolescente se torna uma espécie de psicólogo para seus colegas de escola. O filme contou com um Robert Downey Jr. pré-Homem de Ferro (2008) e Kat Dennings.

Blockbusters

Anton Yelchin não ficou famoso apenas protagonizando dramas independentes, e conforme foi amadurecendo na vida real, seus projetos acompanharam se tornando mais ambiciosos. Não é demagogia dizer que o jovem ator estava no caminho do estrelato. E a prova disso foi o ano de 2009, que serviu como divisor de águas em sua carreira. No mesmo ano, o rapaz apareceu em duas produções grandiosas, que fazem parte das mais famosas franquias da sétima arte. Star Trek veio antes – e serviu como reboot da série estelar, na qual Yelchin viveu o tripulante russo Chekov. Logo em seguida foi a vez de O Exterminador do Futuro: A Salvação, o filme mais diferente da franquia, no qual viveu uma versão mais nova de Kyle Reese, personagem imortalizado por Michael Biehn no filme de 1984.

Em 2011, Yelchin fez parte do remake do clássico terror oitentista, A Hora do Espanto. Desta vez, a produção estava maior, recheada de efeitos e sacadas criativas (como mover a ação para Las Vegas, local onde a vida noturna fala mais alto). No filme, o ator vive Charley, o protagonista que recebe em sua vizinhança um novo morador bem peculiar: o vampiro Jerry, papel de Colin Farrell. Fora isso, o jovem voltaria a interpretar Chekov nas continuações de Star Trek: Além da Escuridão (2013) e Sem Fronteiras (2016) – lançado após sua morte.

Animações

Muitos podem não saber disso, mas Anton Yelchin foi a voz do Smurf desastrado nas adaptações em live action das clássicas histórias, imortalizadas pelo adorado desenho da década de 1980. Os Smurfs foi lançado em 2011 e sua continuação chegou em 2013. Outro trabalho memorável de dublagem foi em Piratas Pirados, dos estúdios Aardman (responsável por A Fuga das Galinhas e Wallace e Gromit), no qual viveu o Pirata Albino da versão americana.

Romances

Anton Yelchin também ficou famoso pelos romances que estrelou. Um em especial se tornou muito querido para uma geração: Loucamente Apaixonados (2011) coloca o ator para viver um intenso caso de amor com a personagem de Felicity Jones. Aqui, a barreira do relacionamento é bem crível, já que ela, inglesa, expirou a data de seu visto e precisou voltar para a Inglaterra. Quem nunca? O filme também conta com uma Jennifer Lawrence em início de carreira.

A escolha do ator para tais filmes sempre prezou por algo mais e um peso na dramaticidade nos casos de amor contidos nas obras. Assim, Encontro Marcado (2014)  igualmente faz doer o coração, ao mostrar o relacionamento surgido entre uma mulher mais velha e casada (separada) com um rapaz mais jovem. Seu par aqui é a bondgirl francesa Bérénice Marlohe.

Dramas

Aqui temos dois dos filmes mais memoráveis da carreira de Anton Yelchin. O primeiro é o longa dirigido por Jodie Foster, lançado bem na época em que Mel Gibson estava caído no fundo do poço de sua carreira. Um Novo Despertar (2011) traz Gibson como um pai de família surtando devido a depressão, encontrando num fantoche de castor a força para seguir em frente. Yelchin vive seu filho, e faz par com Jennifer Lawrence (ela, de novo). Novamente apostando na dinâmica de pai e filho, Força para Viver (Rudderless, 2014) mostra um pai (Billy Crudup) descobrindo uma verdade aterradora sobre seu filho, após sua morte. O show é de Crudup, mas Yelchin é parte do todo, na pele de um jovem músico que ajuda o protagonista a superar seu trauma.

Terror Cult

Ao contrário de A Hora do Espanto (2011), um remake de proporções maiores, bancado por um grande estúdio, Anton Yelchin também dedicou sua carreira a pequenas pérolas escondidas. Produções do cinema independente, que caíram nas graças dos cinéfilos, se tornando cultuadas por grupos específicos de fãs. Deste segmento de sua carreira saíram obras como O Estranho Thomas (2013), Amantes Eternos (2013), Enterrando Minha Ex (2014) e Sala Verde (2015) – todos com propostas e teores diferentes.

O Estranho Thomas é a adaptação do primeiro livro, de uma série de contos, do autor especialista em terror Dean R. Koontz. Na trama, o ator vive um rapaz com dons sobrenaturais, que começa a notar estranhos eventos ocorrendo em sua cidadezinha. O longa faz uso de muito bom humor, mesclado com sustos e efeitos, tudo dirigido por Stephen Sommers, de A Múmia (1999). Já Amantes Eternos (2013) é um filme de vampiros muito original, dono de diversas cenas memoráveis, dirigido pelo rei do cinema indie estranho Jim Jarmusch, e protagonizado por Tilda Swinton e Tom Hiddleston.

A proposta de Enterrando a Minha Ex (2014) é cômica e o terrir subverte o gênero dos filmes de zumbis, criando uma grande metáfora para um relacionamento que já se encontra sem vida e o que fazer para terminá-lo de vez. Sala Verde (2015) é o mais hardcore do pacote, literalmente um terror heavy metal. Na trama, uma banda de metaleiros (da qual Yelchin faz parte) se apresenta num bar de skinheads, quando algo sai terrivelmente errado e agora esta turma precisará lutar por sobrevivência. O filme traz um desempenho elogiado e assustador de Patrick Stewart – o Professor Xavier, de X-Men.

Ranking | Da PIOR à MELHOR reviravolta dos filmes de M. Night Shyamalan….

M. Night Shyamalan parece carregar um fardo em sua carreira: afinal, após ‘O Sexto Sentido’, o cineasta trouxe um elemento novo às narrativas de suspense ao maximizar o plot twist e nos deixar em um profundo estado de choque – algo que ele tentaria fazer em suas obras seguintes. É claro que, em certas produções, Shyamalan alcançou o objetivo que almejava, como ‘Sinais’, ‘Fragmentado’ e o subestimado ‘A Vila’, enquanto falhou miseravelmente em entregar conclusões e reviravoltas com títulos como ‘A Dama na Água’, ‘Vidro’ e ‘Tempo’. Agora, o diretor está de volta com um ambicioso projeto intitulado ‘Armadilha’ (que, permitindo que ele se restrinja aos próprios impulsos, sagra-se como uma de suas obras mais honestas).

Pensando nisso, resolvemos criar uma nova matéria homenageando o diretor. Mas não apenas isso, aqui ao invés de falarmos de seus filmes, iremos ranquear as reviravoltas contidas em suas produções. Portanto, tenha em mente que o ranking não diz respeito ao filme como um todo, e sim apenas aos seus desfechos.

Além disso não levarei em conta as séries do diretor, vide Wayward Pines e Servant. Ah sim, lembrando que o ranking vai da pior à melhor reviravolta – e reflete a opinião deste que vos escreve (deixe a sua nos comentários). E claro, o texto conterá spoilers sobre os desfechos dos filmes do diretor.

#12 – Sem Reviravolta

armadilha

‘Armadilha’ posa como um dos longas mais “pé no chão” de Shyamalan. Em outras palavras, é notável a diferença estrutural e criativa entre recentes incursões como ‘Batem à Porta’ e ‘Tempo’ (envolvidos em uma agourenta ambientação quase sobrenatural) e esta: a simples narrativa ganha força ao não tentar dar um passo maior que a perna, permitindo que o realizador utilize as cartas que lhe são dadas sem construir enredos pedantes e ambiciosos demais para serem levados a sério. De fato, o desenrolar dos eventos é pautado em um sólido e enervante thriller que usa e abusa da ótima habilidade performática do elenco, em especial a de Hartnett.

A plot twist de ‘Armadilha’ já é revelada no trailer, mesmo assim o filme guarda ótimas surpresas até seu desfecho.

#11 – Diabo Fanfarrão

Sim, Demônio (2010) é um filme de M. Night Shyamalan. Embora não tenha sido dirigido pelo cineasta, tem produção, roteiro e a proposta era que lançasse o selo de terror de Shyamalan, o Night Chronicles, que morreu na praia logo na largada devido à recepção do filme. Night só não dirigiu porque estava ocupado com O Último Mestre do Ar, também lançado em 2010, e que por sinal não se encontra na lista por não possuir uma reviravolta propriamente dita.

O lance com Demônio é que é simplesmente idiota demais. A proposta era ter cinco pessoas presas em um elevador, sendo uma delas o próprio diabo se divertindo um pouco com os humanos. A ideia é criativa e poderia render um grande suspense ou terror, enquanto os espectadores nervosos brincam de adivinhar quem é o coisa ruim. O resultado, porém, trouxe o diabo apagando a luz do local para dar mordidas nas pessoas?!! Fora isso, trapaceia sobre a identidade verdadeira, já que mata o culpado, só para depois trazê-lo de volta.

#10 – Agência anti-heróis

Decepção, teu nome é Vidro. Acho que agora, dois anos após a estreia do filme, podemos finalmente dizer: Vidro não é bom. Pelo contrário, jogou na privada nossas expectativas sobre o encontro de dois outros grandes filmes do diretor: Corpo Fechado (2000) e Fragmentado (2017). Depois de sua nova subida rumo ao sucesso com A Visita (2015) e Fragmentado, o mundo estava novamente de olho no diretor, e Vidro era um projeto ambicioso.

Esse é justamente o problema com o diretor, para ele, ser ambicioso vem atrelado a ser pretensioso. Assim, ao invés de uma trama muito legal sobre heróis reais vivendo no nosso mundo, Shyamalan inexplicavelmente decide centrar o filme todo dentro de um hospital psiquiátrico com os protagonistas presos grande parte da projeção. E o final? Não poderia ser mais anticlimático e broxante, com um grupo secreto trabalhando para exterminar “os super” da face da Terra, e pior, tendo êxito, eliminando da pior forma possível qualquer possibilidade da história continuar.

#9 – Shyamalan, o salvador do mundo

Essa era a fase em que o diretor havia iniciado uma guerra com os críticos de cinema, numa birra após metade dos jornalistas terem detonado A Vila (2004). Assim, neste trabalho seguinte, Shyamalan criou para si como ator no filme um personagem importante (o seu maior até então): um escritor cujo texto será responsável por salvar o mundo!? E não, não é uma paródia. Ele leva essa história a sério! A tentativa era dar um tapa de luva de pelica nos jornalistas, e para isso o cineasta inclusive inclui na trama um crítico de cinema (esse sim, um personagem pedante na visão do diretor), o vilão da história, a quem Shyamalan tratou de dar uma morte horrível no filme.

Será que o diretor não percebeu realmente quem estava sendo pretensioso e egocêntrico com estes argumentos? Tudo é muito ruim no texto de A Dama na Água, um exercício em futilidade extremamente enfadonho, saído de um conto de fadas de ninar que o diretor contava para seus filhos (só ele para levar algo assim para os cinemas na forma de uma produção de milhões de dólares). Resultado: é bobo demais para os adultos e sombrio demais para as crianças. Ah sim, a reviravolta aqui é saber quem dentre os condôminos de um prédio que mais parece um manicômio irá desempenhar papeis numa guerra mitológica contra criaturas meio lobo meio planta – e sim, o crítico de cinema e o personagem de Shyamalan estão no meio disso.

#8 – A “força” de Will Smith jr.

Este filme trouxe Shyamalan apenas como diretor de aluguel, o que não deixa de ser triste para um realizador autoral como ele, que surgiu fazendo tanto barulho. Tudo bem, ao menos ele estava colaborando com o astro Will Smith e sua família, baseada em uma ideia do próprio sobre os mantras da cientologia, e estaria realizando uma obra de ficção científica e ação, numa superprodução – um tipo de obra a qual não estava acostumado. Sem dúvida Depois da Terra trouxe uma experiência muito enriquecedora para o diretor como profissional.

Deu certo? Não muito. O filme não tem nada de verdadeiramente especial. Nem mesmo a reviravolta podemos dizer que é daquelas tão ruins (como as citadas acima) que nos deixa de queixo caído. É simplesmente… bléh. Aqui, logo de cara nos dizem que o planeta onde Will Smith pai e “Will Smith filho” caem é a Terra, tirando qualquer possibilidade de surpresa, vide O Planeta dos Macacos. Fora isso, a verdadeira reviravolta é saber que o monstro conhecido como Ursa escapou e que a prole de Smith precisa superar seu medo e enfrenta-lo, deixando fluir o seu “rage”, uma espécie de “força” do filme.

#7 – Plantas matam, mas será que falam?

Aqui temos o oposto de Sinais (2002), um bom filme com uma reviravolta, digamos, que deixa a desejar. Fim dos Tempos é um filme ruim, com uma reviravolta que até faz sentido na trama, não é das mais imbecis e que, se fosse bem trabalhada num filme melhor, seria melhor aceita. Fim dos Tempos soa muito como um episódio de Além da Imaginação (Twilight Zone). Na época foi muito vendido por ser o primeiro filme de censura alta de Shyamalan e seu projeto mais declaradamente dentro do terror. Ok, gostamos.

A ideia é que pessoas em massa começam a se matar, e logo os EUA suspeitam de algum ataque terrorista químico. Boa, tocando na paranoia americana. No fim das contas, tudo estava relacionado a uma substância exalada pelas plantas através do vento. Tudo bem, tem algum respaldo científico. O maior problema aqui é que o filme possui muitas, mas muitas mesmo, cenas ruins, como quando Mark Wahlberg fala com uma planta (e pior, ela é de plástico) – a cena já virou meme e gerou um quadro no SNL. Fora isso, as atuações, em especial de Wahlberg e Zooey Deschanel (que faz sua esposa no filme) estão piores do que iniciantes em um curso de teatro. Bem, talvez seja o diálogo duvidoso que Shyamalan os serviu

#6 – Extraterrestres “Cascão”

Sinais (2002) não é um filme ruim, muito longe disso. De fato, na época, trouxe de volta o nome do diretor ao topo das bilheterias, fazendo as pazes com o sucesso após a recepção morna de Corpo Fechado (2000). Em matéria de críticas e público, Sinais lembrava mais O Sexto Sentido. Desta vez, ainda mais puxado para o terror, sem esquecer do drama, o elemento sobrenatural era a presença de possíveis alienígenas visitando nosso planeta e encontrando humanos incautos numa cidade rural do interior dos EUA. Até aí tudo bem.

Embora ninguém tenha percebido muito na época ou realmente ligado, com o passar dos anos um fato no filme começou a incomodar demais os fãs e a ser debatido constantemente nas redes sociais: sim, existem alienígenas no filme e a única coisa capaz de derrota-los é… água! E como assim essas criaturas vêm para um planeta onde a maior parte que o constitui é justamente a substância que pode mata-los?! Bom, ao longo dos anos também surgiram argumentos defendendo o roteiro de Shyamalan. Dentre as possíveis explicações estaria o desesperado desta raça ou simplesmente o fato de terem mandado na frente os “espiões” para averiguarem a situação por aqui e retornar para informar.

#5 – O “mentor” era o terrorista

Shyamalan abre o filme com uma cena impactante. Numa viagem de trem, um terrível acidente mata todos os passageiros, menos um. E não apenas isso, o sujeito sai ileso. Uma premissa para lá de intrigante, que poderia seguir por diversos caminhos. O escolhido pelo diretor foi fazer um comentário sobre super-heróis de quadrinhos, numa bela homenagem, e questionar como seria se eles vivessem realmente entre nós. Tudo bem… continua sendo único e precursor para a época. Mesmo que no percurso recaia a alienar a todos que não necessariamente sejam adeptos do subgênero.

Afinal, todos estavam indo ao cinema assistir ao novo filme do diretor de O Sexto Sentido. Ainda assim viveu para ser um dos mais cultuados do cineasta, especialmente pelos nerds. Agora, a reviravolta em si… bem, digamos apenas que deixou muita gente a ver navios, pelo mesmo motivo comparativo com O Sexto Sentido. O protagonista é inquebrável. Sua contraparte se quebra com facilidade. O protagonista descobre que o “sr. Vidro” foi o responsável pelo atentado no trem, assim como vários outros atos criminosos, e o fez apenas para encontrar sua antítese, se revelando como um super-vilão.

#4 – Esses não são os seus avós

Depois de um período em baixa, Shyamalan encontrou o caminho de volta rumo ao topo, e sua redenção foi esta pequena obra despretensiosa, que foi sendo descoberta aos poucos pelos fãs, sem fazer muito alarde em sua estreia. Para tal, o diretor aderiu a um estilo que estava em voga na época, o found footage. Sem nomes muito conhecidos no elenco, A Visita é quase uma experiência documental. Na trama, dois adolescentes vão passar um tempo na casa dos avós, os quais não tinham muito contato devido ao relacionamento não muito saudável entre sua mãe e eles. Assim, a mãe manda os filhos para outra cidade para ficar com os parentes, enquanto todos os dias fala com as crias através de ligações em vídeo.

A primeira reviravolta é que os idosos estão se comportando de forma completamente bizarra e assustadora. Estariam eles possuídos? Seriam alienígenas disfarçados? Vampiros? Não, aqui Shyamalan dá um tempo de elementos sobrenaturais para uma reviravolta final bem gélida e real. Acontece que os tais idosos não eram os avós dos meninos, e sim dois loucos fugidos de um manicômio das redondezas, que mataram os parentes dos protagonistas e assumiram seus lugares, inclusive recebendo os rebentos “em sua casa”. Macabro demais e uma das reviravoltas mais perturbadoras em um filme do diretor. Pena que ele se estende além da conta no terceiro ato.

#3 – A introdução do Shyamaverso

Depois de ter voltado à boa forma com A Visita de forma mais tímida, Shyamalan estava pronto para passos maiores. E o deu com este Fragmentado, cuja recepção o colocava de volta aos tempos áureos, lá da época de O Sexto Sentido e Sinais. Não bastasse o novo filme ser uma experiência arrepiante e pra lá de sombrio, que tocava em assuntos bem sérios como sequestro e abuso de jovens mulheres, também mostrava o lado mais delirante do autor, novamente voltando a usar temas que ficam entre o real e o sobrenatural.

Um verdadeiro tour de force do protagonista James McAvoy – que de tão impressionante, na época muitos pediam por sua indicação ao Oscar -, Fragmentado mostra o ator vivendo um sujeito dono de inúmeras personalidades, entre elas uma mulher e uma criança. E McAvoy realmente arrebenta. No final vislumbramos a fera tão temida e anunciada durante a projeção. Mas a verdadeira reviravolta veio quase na cena pós-créditos, que mostrava Bruce Willis de volta ao seu personagem de Corpo Fechado, anunciando o universo interligado de Shyamalan no cinema. A empolgação não podia ser contida. Pena que dois anos depois ganhamos Vidro

#2 – A alegoria da caverna de Shyamalan

É neste momento que serei apedrejado. Mas calma, lembre-se que esta é a minha lista de melhores reviravoltas do diretor. Aceitamos todas as opiniões e por isso queremos que você coloque a sua aqui embaixo, nos comentários. Existem dois tipos de pessoas, os que odeiam A Vila e os que amam A Vila. Tudo bem, admito que os que odeiam provavelmente estão em maior número. O que posso dizer também é que os que odeiam estão errados (risos). Sim, A Vila é anticlimático também. Brinca de uma forma muito interessante, inventiva e aterrorizadora como o mito da Alegoria da Caverna de Platão – de onde também saíram obras-primas como O Show de Truman (1998), por exemplo. Aqui, uma comunidade vivendo numa aldeia rural da Pennsylvania de 1897, é atormentada por criaturas monstruosas que vivem numa trégua com os humanos, desde que estes não atravessem a floresta que cerca a aldeia.

Quando aparições das bestas se tornam mais constantes, um acidente fará uma jovem cega enfrentar seus medos e atravessar a floresta em busca de medicamentos. A ideia sem dúvida é ambiciosa. A primeira revelação é a que não existem os tais monstros de verdade. E essa acontece bem antes do filme terminar, o que talvez tenha sido um erro. A segunda e mais comentada é que de fato toda a história se passa nos tempos atuais, ou seja, em 2004 quando o filme foi lançado. A ideia por trás do porque os mais velhos criaram tamanha farsa é identificável e muito melancólica. Pode não ser um filme perfeito, mas uma de suas maiores qualidades é nos fazer temer algo, sem realmente saber o que. Capacidade de um bom contador de histórias. Ainda hoje, A Vila segue como obra subestimada e meu favorito na filmografia do diretor.

#1 – Bruce Willis estava morto

Não tinha como ser diferente. O Sexto Sentido é a obra-prima de M. Night Shyamalan e também sua maldição. Pouquíssimos são os casos de um diretor que chega em cena chutando a porta com os dois pés como Shyamalan fez aqui. Em pouco tempo, ele era enaltecido como o novo Deus da sétima arte e isso foi algo bem nocivo para sua carreira. Especialmente porque após a reviravolta aqui, todo mundo esperava que seus próximos filmes seguissem nessa linha. As produções de Shyamalan precisavam ter uma reviravolta criativa, inteligente e chocante. Todos os outros filmes de sua carreira possuem detratores.

Com O Sexto Sentido pode até ser que exista um ou outro maluco que diga que não goste para chamar atenção, no demais é um filme bem unânime. E por mais que não seja necessariamente o meu favorito, é indiscutível que é o favorito da maioria, em especial do grande público. Nessa não tem erro. Bruce Willis estava morto o tempo todo. O menino que via gente morta era uma distração muito clara para o que era óbvio e estava o tempo todo na nossa frente. Como não vimos? Talvez os poucos que não gostem tenham sido os que receberam spoilers de “amigos” que viram o filme antes. O Sexto Sentido também pode ser considerado um dos carros-chefes do movimento “não conte o final” (conhecido hoje como spoilers) para os novos tempos.

Oiii?? Unicórnio Assassino começa um massacre no violento trailer de ‘CarousHell’

O terror ‘CarousHell‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Steve Rudzinski e Aleen Isley, o filme será lançado em 2019.

Na trama, “Um unicórnio é libertado de sua prisão e começa um massacre para ter vingança de uma criança que o destratou.”

‘Aladdin’ deseja se tornar um príncipe em novo clipe; Assista!

A Disney divulgou um novo clipe do live-action ‘Aladdin‘.

Confira:

Dirigido por Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes‘), o live-action será lançado quase 27 anos após a estreia da animação.

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

O elenco conta com Menda Massound (Aladdin), Marwan Kenzari (Jafar), Naomi Scott (Jasmine), Will Smith (Gênio), Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

‘Redeemer’: Matthew McConaughey se reúne com criador ‘True Detective’ em nova série

De acordo com o Deadline, Matthew McConaughey irá se unir novamente com o criador de ‘True Detective‘, Nic Pizzolatto, na nova série do canal FX, intitulada ‘Redeemer‘.

O canal já deu sinal verde para a primeira temporada, sem necessidade de avaliação do piloto.

Inspirada pelo livro ‘The Churchgoer‘, escrito por Patrick Coleman, a trama segue um ministro que se tornou um dissoluto guarda de segurança cuja busca por uma mulher desaparecida no Texas o leva a uma conspiração criminosa repleta de corrupção, pois seu passado e presente se entrelaçam em torno de um mistério de crescente violência e engano.

McConaughey também servirá como produtor executivo da série.

Novas informações devem sair em breve.

‘Monster Hunter’: Milla Jovovich enfrenta monstro gigante no teaser da adaptação; Confira!

A Sony Pictures divulgou o teaser legendado da adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada pela Milla Jovovich (‘Resident Evil‘).

Confira:

O longa estreará nos cinemas nacionais em dezembro.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Sem muitas surpresas, a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, terá baixa classificação etária (PG-13). O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”.

O orçamento ficou na casa dos US$ 60 milhões.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

‘Bullet Train’: Filme de ação com Brad Pitt ganha data de estreia

A Sony Pictures finalmente anunciou quando ‘Bullet Train‘, filme de ação estrelado pelo Brad Pitt (‘Era uma Vez em… Hollywood’), será lançado.

O longa está programado para estrear no dia 8 de abril de 2022.

Dirigido por David Leitch (‘Deadpool 2’), a produção é baseada no livro Maria Beetle de Kotaro Isaka.

Na trama, cinco assassinos se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?

O roteiro da adaptação foi escrito por Zak Olkewicz.

O elenco ainda conta com Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-Johnson, Hiroyuki Sanada, Sandra Bullock e o cantor Bad Bunny.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Our Flag Means Death’: Série de Taika Waititi sobre piratas ganha trailer LEGENDADO; Confira!

HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘Our Flag Means Death‘, série produzida e estrelada por Taika Waititi, que gira em torno de piratas.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A produção irá estrear oficialmente no dia 3 de março.

David Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.

‘Our Flag Means Death’ é livremente baseado nas aventuras reais de Stede Bonnet, um aristocrata mimado que abandona sua vida cheia de privilégios para se tornar um pirata.

Rhys Darby interpreta Bonnet.

Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.

Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.

Kristian NairnNathan FoadSamson KayoRory KinnearCon O’NeillVico OrtizEwen BremnerDavid FaneJoel FryGuz Kahn e Matthew Maher também fazem parte do elenco. Leslie JonesNat FaxonFred ArmisenSamba Schutte aparecerão como personagens recorrentes.

Jason Momoa quebra o silêncio sobre o seu futuro na DC após o lançamento de ‘Aquaman 2’

Em entrevista ao Variety, Jason Momoa (‘Velozes e Furiosos 10’) quebrou o silêncio sobre o seu futuro na DC após o lançamento da sequência ‘Aquaman e o Reino Perdido‘.

Apesar dos rumores indicarem o reboot do personagem, o ator se mostrou bastante confiante com sua permanência no novo universo que está sendo construído pelo James Gunn.

“Eu acredito que seguirei envolvido com o Universo da DC. Não há ninguém maior do que o Aquaman. Mas eu espero que os espectadores estejam ansiosos para assistir o segundo filme. É muito divertido. Eu adoro fazer cenas de comédia.”

Ele completa, “Há alguns momentos realmente divertidos com o Patrick Wilson. Eu adoro aquele cara. Nós nos divertimos muito trabalhando juntos. Somos como irmãos. Há muitas coisas legais acontecendo nesta sequência.”

Vale lembrar que, alegadamente, os testes de exibição de ‘Aquaman 2‘ não foram nada positivos. Segundo o insider ViewerAnon, que já trouxe vários rumores que se provaram verdadeiros, os espectadores saíram da sessão frustrados e detonaram a produção, classificando-a como o “PIOR filme do DCEU“.

O BigScreenLeaks confirmou a informação através de fontes que também viram o filme.

“Há uma razão pela qual tenho evitado qualquer pergunta sobre AQUAMAN E O REINO PERDIDO, mas desde que o ViewerAnon divulgou, não me traz alegria apoiá-lo e dizer que as exibições de teste para este filme não foram boas. Realmente esperando que Wan corrija este filme antes de dezembro.”

“Não tenho nenhum prazer em revelar que os testes de audiência [de ‘Aquaman 2’] não foram positivos. Espero que o James Wan consiga consertar esse filme até dezembro. Ouvi dizer que algo que quase nunca acontece durante testes de exibição aconteceu com esse filme,” revelou o Big S, que ainda detalhou que alguns espectadores chegaram a abandonar a sessão antes do término do filme.

Quando perguntado se reação negativa aconteceu por conta da presença controversa da Amber Heard, o insider ViewerAnon negou: “Acho que isso não tem nada a ver com a Mera, porque ela quase não aparece no filme.”

Vale destacar que, enquanto apresenta seus planos para o futuro da DC, James Gunn declarou seu amor por ‘The Flash‘ e ‘Besouro Azul‘. O cineasta afirmou que ambos filmes são fantásticos, mas não mostrou muito entusiasmo por ‘Aquaman e o Reino Perdido‘.

Aquaman 2‘ tem previsão de estreia para 25 de dezembro de 2023.

Quando um antigo poder é libertado, Aquaman deve forjar uma perigosa aliança com um aliado improvável para proteger Atlântida – e todo o mundo – de uma devastação irreversível.‎ 

Além de Momoa e Wilson, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

James Wan retorna como diretor.

 

 

Confira o INTENSO trailer de ‘Você Nunca Me Encontrará’, novo terror psicológico

O terror australiano ‘Você Nunca Me Encontrará‘ (You’ll Never Find Me) ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Indianna BellJosiah Allen são responsáveis pela direção.

Um homem isolado que vive nos fundos de um parque de caravanas desolado é visitado por uma jovem desesperada que busca abrigo contra uma violenta tempestade. À medida que a chuva piora, estas almas solitárias começam a se sentir ameaçadas – mas quem deveria realmente ter medo?

Jordan CowanBrendan Rock estrelam a produção.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 22 de março.

‘Lobisomem’: Terror da Blumhouse será para MAIORES por “violência sangrenta”

O reboot de ‘Lobisomem‘, próximo terror da Blumhouse, recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade – ou menores acompanhamos de um responsável.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta, imagens sinistras e linguagem”.

A nova versão será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2025.

Na trama, Blake (Christopher Abbott) herda a remota casa de sua infância na zona rural do Oregon depois que seu próprio pai desaparece e é dado como morto. Desgastado com sua vida na cidade grande, Blake convence sua esposa Charlotte (Julia Garner) a dar um tempo do tumulto e visitar a propriedade com sua filha, Ginger (Matlida Firth).

Mas quando a família se aproxima da casa da fazenda na calada da noite, eles são atacados por um animal monstruoso e, em uma fuga desesperada, se barricam dentro da casa enquanto a criatura ronda o perímetro. Conforme a noite avança, no entanto, Blake começa a se comportar estranhamente, transformando-se em algo irreconhecível, e Charlotte será forçada a decidir se o terror dentro de sua casa é mais letal do que o perigo de fora.

Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’) será responsável pela direção.

Sam Jaeger (‘The Handmaid’s Tale’), Ben Prendergast (‘O Predestinado’) e Benedict Hardie (‘Upgrade: Atualização’) completam o elenco.

 

‘O Instituto’: Adaptação do livro de Stephen King abre com 80% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 10 críticas publicadas até o momento, a adaptação de ‘O Instituto‘, série baseada no livro homônimo de Stephen King, abriu com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a forma bem-sucedida que a adaptação captura da tensão do material de origem, mas alguns críticos não ficaram empolgados com a narrativa – considerando-a clichê e pouco inventiva.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Se você encarar ‘O Instituto’ como uma história adolescente sobre resistência e revolta, e uma metáfora sobre como os jovens foram sacrificados pelos mais velhos para alimentar suas agendas e guerras, há algum fundamento.” (Los Angeles Times)

“Nem mesmo os melhores esforços das estrelas Ben Barnes e Mary Louise Parker são suficientes para tornar esta adaptação mais do que uma entrada aceitável no crescente catálogo de produções baseadas em obras do Stephen King.” (The Daily Beast)

“Devido ao orçamento modesto, ‘O Instituto’ não parece uma adaptação clássica de Stephen King — embora o autor atue como produtor executivo —, mas a série consegue te manter tenso e especulando sobre o motivo dessas crianças serem obrigadas a sofrer.” (San Jose Mercury News)

“É uma série simples, refinada e ocasionalmente envolvente, mas, assim como o livro em si, parece mais uma bandeja de clichês do universo de Stephen King do que uma versão totalmente desenvolvida ou evoluída da fórmula.” (The Hollywood Reporter)

“Apesar da narrativa de ‘O Instituto’ parecer previsível desde o início — e honestamente a história é um pouco familiar mesmo que você não seja um viciado em obras do Stephen King —, ainda assim é divertida.” (Io9.com)

“A adaptação de ‘O Instituto’, da MGM+, traduz bem a tensão e o mistério do romance de Stephen King, embora com algumas moderações mistas.” (Screen Rant)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Quando Luke Ellis (Joe Freeman), um gênio de 12 anos, é sequestrado, ele acorda no Instituto, uma instalação cheia de crianças que chegaram lá da mesma maneira que ele e que possuem habilidades incomuns. Em uma cidade próxima, o assombrado ex-policial Tim Jamieson (Ben Barnes) veio em busca de começar uma nova vida, mas a paz e a tranquilidade não irá durar, uma vez que sua história e a de Luke estão destinadas a colidir.

O elenco ainda conta com Simone Miller, Jason Diaz, Fionn LairdHannah GallwayJulian RichingsRobert JoyViggo HanveltArlen SoBirva PandyaDan BierneMartin RoachJane Luk.

Jack Bender (‘Mr. Mercedes’) fica responsável pela direção, a partir do roteiro assinado por Benjamin Cavell (‘Justified’).

A MGM+ Studios encomendou oito episódios para a primeira temporada.

o instituto poster

‘Evil Dead Burn’: Novo ‘A Morte do Demônio’ ganha data de estreia no Brasil

A Sony Pictures finalmente anunciou quando o novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, intitulado ‘Evil Dead Burn‘, será lançado no Brasil.

O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho – duas semanas antes da estreia no território norte-americano.

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

O elenco conta com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Confira as primeiras imagens e siga o CinePOP no YouTube:

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

‘Mulher-Maravilha’ é uma oportunidade de falar sobre emponderamento feminino, diz Zack Snyder

A estreia de ‘Mulher-Maravilha‘ tem movimentado o debate sobre emponderamento feminino em todos os âmbitos.

E para Zack Snyder, um dos pais da história apresentada nos cinemas, a heroína é uma oportunidade única de mostrar como as mulheres genuinamente são. A afirmação foi feita por ele no livro ‘Wonder Woman: The Art and Making of The Film‘.

Na obra, ele pontua:

“Ela oferece uma oportunidade singular de abordar sobre o que consiste ser uma mulher forte, poderosa e independente. É uma perspectiva necessária para o mundo, assim como também é fundamental para a forma como retratamos os heróis nos cinemas. Para mim, é de sua importância ter uma representatividade igual tanto para homens e mulheres e eu amo a pureza que existe na ‘Mulher-Maravilha’. Ela não carrega um passado conturbado, ela não busca vingança por aquilo que lhe fizeram. Ela simplesmente é uma heroína”.

Confira algumas fotos do livro:

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Crítica em vídeo | ‘Perdidos no Espaço’ – Primeiras Impressões

A nossa jornalista Rafa Gomes já assistiu aos cinco primeiros episódios da série remake da Netflix, ‘Perdidos no Espaço‘, e te traz SEM SPOILERS, suas primeiras impressões.

Assista:

Leia as primeiras impressões de ‘Perdidos no Espaço’ 

 

Os 10 Filmes Mais Aguardados do Festival de Sundance 2019, segundo o IMDBPro

Uma das grandes expectativas em relação ao Festival de Sundance é justamente saber quais filmes terão vida longa em 2019, pós evento. Em anos anteriores, Me Chame Pelo Seu Nome, Whiplash: Em Busca da Perfeição e Corra! se perpetuaram, conquistando estatuetas nas principais premiações como o Oscar.

E como de costume, o IMDBPro fez sua mais nova lista dos 10 Filmes Mais Aguardados que terão estreia mundial nesta edição, baseado nas expectativas dos usuários da plataforma.

Entre as principais apostas está a biografia de Shia LaBeouf, roteirizada por ele, intitulada Honey Boy. O topo da lista ficou com o novo longa de Joe Berlinger, estrelado por Zack Efron e Lily Collins, Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, que conta a história do serial killer Ted Bundy.

Confira a lista completa:

1- Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile / U.S.A.  

Direção: Joe Berlinger:

Elenco: Zack Efron, Lily Collins

A história de Ted Bundy é contada a partir da perspectiva de sua namorada, Elizabeth Kloepfer, que lutou para aceitar a realidade da natureza do namorado.

2- Velvet Buzzsaw

Direção: Dan Gilroy

Elenco: Jake Gyllenhaal, Toni Collette

A trama é ambientada no mundo da arte contemporânea de Los Angeles, onde artistas de elite e megacolecionadores pagam um preço alto quando o artístico e o comercial colidem.

3- The Mustang

Director: Laure de Clermont-Tonnerre

Elenco: Connie Britton, Mathias Schoenaerts

A trama conta a história de Roman Coleman, um violento detento que consegue uma nova chance para participar em um programa de reabilitação terapêutico, que envolve o treinamento de cavalos.

4- Honey Boy / U.S.A.

Direção: Alma Har’el

Elenco: Shia LaBeouf, Lucas Hedges, Maika Monroe

Cinebiografia do astro Shia LaBeouf, roterizada pelo próprio ator. A produção acompanha o sucesso meteórico de uma estrela de TV teen e seu conturbado relacionamento com seu pai.

5- Big Time Adolescence / U.S.A.

Direção: Jason Orley

Elenco: Pete Davidson, Griffin Gluck, Jon Cryer

É engraçado: os humanos têm crescido há muito tempo, mas de alguma forma ainda somos péssimos nisso. Basta olhar para Mo (Griffin Gluck), de dezesseis anos de idade. Ele é brilhante o suficiente e vem de uma boa família, mas seu melhor amigo é … Zeke (Pete Davidson). Sim, aquele Zeke – o cara que abandonou a faculdade, agressivamente desmotivado, que costumava sair com a irmã mais velha de Mo. O pai bem-intencionado de Mo (Jon Cryer) está menos entusiasmado com esse estado de coisas. 

6- The Report / U.S.A.

Direção: Scott Z. Burns

Elenco: Jon Hamm, Annette Bening, Adam Driver

O funcionário do Senado, Daniel Jones, recebe a difícil tarefa de liderar uma investigação sobre o Programa de Detenção e Interrogatório da CIA. Depois de analisar provas extensas, ele aprende sobre suas “técnicas de interrogatório aprimoradas” – provadas ser brutais, imorais e ineficazes – , que a CIA adotou após o 11 de setembro. Quando Jones e o Comitê de Inteligência do Senado tentam divulgar os resultados de sua investigação, no entanto, a CIA e a Casa Branca fazem grandes esforços para impedir que a verdade seja divulgada.

7- Paradise Hills / Spain, U.S.A.

Direção: Alice Waddington

Elenco: Emma Roberts, Awkwafina, Milla Jovovich

Quando Uma acorda sozinha em uma estranha ilha chamada Paraíso, ela instantaneamente suspeita que seja tudo menos isso. Dirigida pela Duquesa (Milla Jovovich), a Paradise Hills é um centro de cura emocional que, em sua essência, serve como um internato reformatório para mulheres jovens privilegiadas. No entanto, por trás dos caminhos cobertos de rosas e da decoração de conto de fadas, Uma e suas amigas aprendem que algo mais sinistro está em ação.

8- Native Son / U.S.A.

Direção: Rashid Johnson

Elenco: Ashton Sanders, Margaret Qualley, Nick Robinson

Bigger “Big” Thomas, um jovem afro-americano, vive com sua mãe e irmãos em Chicago. Meio indeciso envolvido com uma namorada, ele usa cabelos verdes e uma jaqueta de punk, fuma maconha e carrega uma pistola – mas rejeita o esquema de “dinheiro fácil” de seu amigo para derrubar uma loja da esquina. Cheio de autodeterminação, Big aceita um emprego como motorista da família do rico empresário Will Dalton. Mudando-se para a mansão deles, ele começa a dirigir a filha veemente progressista de Dalton, Mary. Mas seu envolvimento em uma morte acidental coloca Big em rota de colisão com as poderosas forças sociais colocadas contra ele.

9- Them That Follow / U.S.A.

Direção: Britt Poulton

Elenco: Olivia Colman, Kaitlyn Dever, Alice Englert, Jim Gaffigan

No deserto dos Apalaches, os membros de uma comunidade isolada de manipuladores de serpentes pentecostais, liderados pelo pastor Lemuel (Walton Goggins), arriscam suas vidas para se certificar diante de Deus. A filha de Lemuel, Mara (Alice Englert), se prepara para seu casamento com a jovem que seu pai escolheu para ela sob o olhar atento de Hope (Olivia Colman), enquanto tenta esconder um segredo que tem o potencial de levar a igreja de seu pai para ruína.

10 – Little Monsters / Australia

Direção: Abe Forsythe

Elenco: Lupita Nyong’o, Alexander England, Josh Gad

Depois de um breve rompimento, Dave (Alexander England), sem rumo, vai para a casa de sua irmã e passa seus dias expandindo o vocabulário questionável de seu sobrinho. Quando surge a oportunidade de acompanhar uma próxima excursão escolar ao lado da encantadora e enigmática professora Miss Caroline (Lupita Nyong’O), Dave aproveita a oportunidade para impressioná-la. O que ele não previa era Teddy McGiggle (Josh Gad), uma personalidade de televisão infantil desagradável que molda as atividades da excursão. O que ele esperava menos ainda era uma invasão de zumbis, que se desenrola depois que um experimento em uma base militar próxima deu errado.

[EXCLUSIVO] ‘Aprendiz de Espiã’: Dave Bautista fala sobre nova comédia, Marvel e mais em entrevista

Em Aprendiz de Espiã, que estreia na próxima quinta-feira, 12 de março, Dave Bautista interpreta JJ, um agente durão da CIA designado a vigiar uma família. Quando a pequena Sophie (Chloe Coleman) descobre a operação de vigilância em seu apartamento, usa seu poder de persuasão para convencer JJ a ensiná-la a ser uma espiã, em troca de não entregar seu disfarce. Relutante a princípio, ele descobre que não é páreo para o charme e a inteligência da menina.

E em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro deu detalhes a respeito do longa, comentou sobre sua mudança de carreira e ainda compartilhou como é trabalhar com Chloe, bem como e com o Universo da Marvel.

CinePOP: Este filme é sobre alguém que sai de um ambiente muito masculino e vai para outro que requer, talvez, um pouco mais de sutileza. Isso tem alguma semelhança com a sua passagem do mundo da luta livre para o cinema? Seria uma transição parecida?

Bautista: Foi uma transição no que diz respeito ao ambiente. Não foi uma transição tão pessoal para mim, mas há paralelos, sim. O ambiente das lutas é muito competitivo, cruel e movido a testosterona. É hostil, às vezes. É realmente difícil. Eu não compreendi o alívio que senti até realmente ter parado com as competições. É fácil você se tornar a pior versão de si mesmo naquele ambiente, quando parece que você está constantemente na defensiva, e você se defende tanto que começa a ser tornar ofensivo. E para mim, chegou um ponto na minha carreira, cerca de um ano antes de eu sair, em que eu literalmente me isolava de todos, porque eu só não queria mais estar ali, naquele ambiente em que você luta basicamente para sobreviver. Então, eu saí para tentar a carreira de ator, mas eu realmente queria sair, não é um ambiente dos mais fáceis para se trabalhar ou se prosperar.

CinePOP: Você descarta, então, qualquer possibilidade de voltar para as arenas?

Bautista: Sim, essa fase acabou. O negócio é o seguinte, era uma relação de amor e ódio, eu amo o fato de que eles me deram uma chance de me profissionalizar e ver o mundo, mas era um ambiente muito difícil no qual você vale o quanto pesa, e pesa muito. Então, eu saí na hora certa, e voltei, porque eu queria encerrar minha carreira da maneira certa. Mas tudo se repetiu, eu bati cabeça com eles novamente pelas mesmas razões. Então, eu saí de novo. Mas nunca me senti contente com a forma como terminei minha carreira, então voltei no ano passado e terminei do jeito certo, do jeito que eu queria, mas voltei nas minhas condições. Voltei e finalizei minha carreira nas lutas definitivamente. Estou aposentado, e agora eu vou estar no Hall da Fama no próximo ano.

CinePOP: Quão gratificante será isso, estar no Hall da Fama?

Bautista: Sabe, é estranho, e eu quase me sinto mal dizendo isso, mas bem, na verdade não é. Minha última luta significou mais para mim do que entrar para o Hall da Fama, porque eu nunca almejei, eu não preciso de louros, sabe? Não sou esse tipo de pessoa. Não preciso desse selo de aprovação do Hall da Fama. Sinto-me realizado com minha carreira, contente com a forma que eu a encerrei naquela noite. Saber que ofereci um bom entretenimento para pessoas em todo o mundo significa mais para mim do que ter o ‘Hall da Fama’ associado ao meu nome. Eu, sinceramente, não preciso desses louros, mas estou honrado por chegar lá, ainda que essa conquista não signifique tanto para mim como meu último combate. Esse, sim, significou tudo para mim.

CinePOP: Então, ao vê-lo neste filme, eu ficava pensando em atores como Schwarzenegger, John Cena, Dwayne Johnson, e em como essa transição leva sempre a um jogo entre risos e músculos.

Bautista: Acho que minha transição foi feita bem antes deste filme. Eu não acho – eu não diria que minha transição dependia deste filme. Acho que minha transição como produtor é definitivamente mais palpável neste filme, mas eu não penso como um entertainer. É algo que eu nunca me propus a ser. Nunca me propus a ser Dwayne Johnson. Eu certamente nunca me propus a ser John Cena. Não, eu só queria ser ator. Eu queria ser ator. Foi por isso que me apaixonei, foi para isso que eu trabalhei. Mas para conseguir o que eu queria, para obter esse tipo de respeito, eu tive que seguir por um caminho diferente do típico cara de ação, estereotipado.

CinePOP: Mas como produtor, parece que, com a sua experiência, é como se as escolhas para atuar acabam nos filmes de ação e comédia, do contrário você estaria num drama independente.

Bautista: Exatamente, por isso mesmo eu tive que desistir de vários papéis para conseguir os papéis que eu queria, que eu acreditava que me levariam a crescer como ator, a dividir a cena com atores respeitados, a ser dirigido por diretores respeitados. Tive que deixar passar muitos desses papéis mais típicos, o que significava que eu tinha que passar fome. Sabe, por três anos, eu mal trabalhei.

CinePOP: E, obviamente, você atuou em Guardiões. Você foi bastante franco em seu apoio em relação às denúncias contra o diretor James Gunn. Você sente que é algo que poucos fariam?

Bautista: Não posso falar pelos outros, mas talvez eu ache óbvio que seria uma atitude esperada. Eu não pensei muito nisso, eu simplesmente comecei a defender meu amigo. Eu segui o meu instinto, fui fiel a mim mesmo e ao meu amigo. É por causa de James que eu estou trabalhando e fui capaz de seguir em frente como ator, então eu devia a ele pelo menos isso. Mas é algo que naturalmente eu faria, porque eu sou aquele cara que defende seus amigos.

CinePOP: O que você aprendeu com a Chloe, em Aprendiz de Espiã?

Bautista: Ela é sempre gentil com todo mundo. Acho que ela não aprendeu isso comigo. Ela só tem um coração gentil. Mas eu acho que o que mais me impressionou nela desde o primeiro dia das filmagens foi o quão profissional ela era, toda organizada, como ela estava bem preparada. Porque eu nunca sou assim, e eu gosto de pensar que aprendi um pouco disso. Mas eu ainda luto com isso, porque não é da minha natureza. Eu tenho o espírito um pouco mais livre, me preparo menos, sou mais impulsivo, é o meu estilo de atuar. É difícil para mim ficar no roteiro, eu tenho que me encontrar dentro dele, encontrar o meu swing. Normalmente não estou tão preparado, mas encontrei uma maneira de fazer isso funcionar para mim.

CinePOP: Foi difícil ficar sério durante algumas cenas do filme?

Bautista: Sim. Para mim, foi. Nós tivemos bem mais do que alguns momentos em que foi muito difícil ficar sério. Com Ken Jeong era muito difícil ficar sério, mas também com Kristen Schaal, porque ela é tão engraçada, faz umas expressões, umas caretas. Foi muito, muito difícil.

CinePOP: E a dança, Dave. Quão fácil foi para você dançar?

Bautista: Ah, foi horrível. Sabe, é engraçado, porque eu gosto de dançar, eu sou aquele grande pateta que vai passar a noite dançando, sem parar. Eu realmente não tenho esse medo de passar vergonha. Eu percebi que não sou bom, mas eu também gosto de me divertir, e trabalhei em boates por 13 anos, então é como se fosse natural para mim. Mas foi divertido, embora um pouco embaraçoso ter que fazer todas aquelas danças em frente de todas aquelas pessoas. Até porque não seria o tipo de dança que eu normalmente faria. Foi um pouco estranho, mas eu não me importo de me divertir, e foi divertido.

CinePOP: Você e Chloe viveram várias situações bem legais como espiões no filme. Se por acaso tiver uma sequência, que tipo de ação de espião que seria assim, tipo, ‘cara, eu não vejo a hora de fazer isso’?

Bautista: Tem uma, que estava originalmente no roteiro, uma cena no carro, em que eu deveria estar Chloe a dirigir. Nós íamos ter bastante ação, dirigir como espiões, e JJ., claro, ia ficar enjoado com a maneira que ela dirige. Podemos fazer coisas muitos legais ainda com isso, mas já fizemos muitas no filme.

CinePOP: Você fez suas próprias cenas de ação nesse filme?

Bautista: Não, de jeito nenhum. Eu gosto de fazer muitas das minhas próprias cenas de lutas, mas acrobacias e coisas assim, eu não tenho vontade de fazer, nem sou qualificado para isso. Eu não me considero um dublê. Paguei minhas dívidas com luta livre profissional, fui muito mais do que espancado, e não tenho nada para provar a ninguém. Então, eu realmente tenho um dublê muito competente, desde o primeiro filme dos Guardiões da Galáxia, pra ser sincero. Se é algo que é meio perigoso, estou mais do que feliz em dizer: ‘Ei, Rob, você se importa?’ E ele está mais do que feliz em dizer: ‘Não, deixe-me fazer isso’.

CinePOP: É muito bacana estar no filme de maior bilheteria de todos os tempos.

Bautista: Sim, mas você sabe, eu não tenho qualquer responsabilidade por isso, eu mal estou nele, mas sim, ainda assim é legal estar envolvido. Na verdade – eu sinto que fiz parte de Guerra Infinita, porque eu acredito que contribuí mais para esse filme, nem tanto para Ultimato. Mas eu estava lá. Tipo, eu assisti como um fã, e é assim que eu me relaciono com o filme, como um fã.

CinePOP: Você chorou?

Bautista: Claro que chorei.

CinePOP: O que você tem pela frente, quais são seus próximos projetos?

Bautista: Bem, é algo que eu não posso falar ainda. É um programa de televisão, que eu provavelmente vou fazer no próximo ano. E, obviamente, continuar meu relacionamento com a Marvel. Mas eu tenho alguns projetos previstos para serem lançados no próximo ano. Acabei de sair das filmagens de Army of the Dead, com Zach Snyder, para a Netflix. Tem também Duna. E claro, Aprendiz de Espiã.

Confira o trailer legendado:

No filme, após uma missão dar muito errado, o agente da CIA JJ (Bautista) é rebaixado para a função de vigilância. Em serviço, ele acaba sendo descoberto pela menina Sophie (Chloe Coleman). Chantageado pela garota, ele se vê forçado a ensiná-la todas as técnicas para ser uma espiã.

A direção é de Peter Segal (‘Agente 86’) e o roteiro é assinado por Jon e Erich Hoeber, ambos de ‘RED: Aposentados e Perigosos’.

[EXCLUSIVO] ‘Tom e Jerry’: Sequência pode se passar no Brasil, afirma diretor

A versão live-action de ‘Tom & Jerry‘ chega aos cinemas nesta próxima quinta-feira (11) e vai levar o populares personagens das telinhas em uma grandiosa aventura na cidade de Nova York.

Mas a jornada dos personagens pode seguir para novos territórios, caso a produção conquiste um sequência. Segundo o diretor do longa, Tim Story, existe a possibilidade de trazer a popular dupla para o Brasil. A informação foi revelada durante uma entrevista ao editor-chefe do CinePOP, Renato Marafon.

Na ocasião, ele ponderou com bom humor sobre a ideia de uma continuação nas terras brasileiras, mas esclareceu que ainda não há planos determinados para um vindouro capítulo na saga dos bichanos:

“Olha só, que ideia incrível seria! Se isso for um convite, eu diria sim! Porque não o Brasil? Eu amo esse país. Eu não faço ideia a respeito de uma sequência, mas trazer esses personagens de volta seria um sonho realizado e uma coisa que eu te garanto é que viajaremos para algum lugar, talvez o Brasil”.

Ao longo do bate papo, Story ainda ponderou sobre a escolha de desenvolver o filme como um híbrido entre live-action e animação em 2D, afirmando que o objetivo era preservar a essência dos amados personagens, a fim de manter um vínculo com o público mais velho, que cresceu com a produção.

“Nós sempre tivemos essa ideia de fazer uma versão híbrida. Esse hibridismo sempre consistiu em trazer os animais em animação, o que eu achei incrível desde o começo. Uma coisa que nós queríamos muito fazer era garantir que traríamos algo que fosse o mais próximo daquilo que você se lembra sobre o desenho quando era criança. E um das maneiras de fazer isso era mantê-los em animação 2D, sendo de acordo com a animação com a qual você cresceu, e não tornando-os mais humanos, como alguns filmes fizeram no passado. Nós queríamos dizer: ‘Não, esses personagens são animados, se você cortá-los ao meio, eles voltam à sua forma original, eles não morrem’. E isso foi muito divertido, porque nos deu uma tela ilimitada para trazer varias coisas que os tornam divertidos para dentro das telas”.

Confira o trailer do longa:

O elenco é formado por Michael PeñaChloë Grace-Moretz, Ken JeongRob DelaneyJordan BolgerPallavi Sharda

Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

‘Pam & Tommy’: Sex tape de Pamela Anderson cai na internet na nova promo do 5º episódio da minissérie

A aclamada minissérie original da Star+, ‘Pam & Tommy‘, segue a todo vapor e seu 5º episódio, intitulado “Uncle Jim and Aunt Susie in Duluth“, ganhou uma intensa promo oficial.

No teaser, Pamela Anderson (Lily James) e Tommy Lee (Sebastian Stan) terão que lidar com as consequências do vazamento de sua fita íntima e o relacionamento do casal começa a fugir de controle.

Assista:

Ambientada nos primórdios da internet, Pam & Tommy é baseada na incrível história real por trás da primeira sex tape que viralizou protagonizada por Pamela Anderson e Tommy Lee. O vídeo, roubado da casa do casal por um eletricista insatisfeito, passou da curiosidade clandestina do VHS para tornar-se uma sensação mundial quando chegou à web em 1997.

E abrindo com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu diversos elogios pelas poderosas performances de ambos os atores. Além disso, a crítica especializada ponderou sobre abordagem dada à atriz e modelo Pamela Anderson, que aqui é trazida como uma mulher “totalmente realizada”.

E segundo o consenso geral, “Pam & Tommy às vezes enfraquece sua própria crítica ao voyeurismo cultural com uma estilização lúgubre, mas a performance de Lily James dá a essa sórdida obra um coração inegável”.

Assista ao trailer:

Confira alguma imagens da série:

Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling (‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga (‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno (‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.

Crítica | A Casa Que Jack Construiu – Um vazio sórdido, sádico e satírico

Assistir a um filme de Lars Von Trier e esperar leveza é uma das coisas mais contraditórias deste planeta. Já é de entendimento universal que o diretor e roteirista aprecia provocar as pessoas com a sua arte. Para o bem ou para o mal, o cineasta instiga a imoralidade dos seres humanos e destaca o seu pior. Se apreciamos as suas obras Ninfomaníaca Vol.1 e 2 (2013), O Anticristo (2009), Dogville (2003) e Dançando no Escuro (2000), A Casa que Jack Construiu (The House That Jack Built) se distancia de pontos críticos e arroja-se na perversão disparatada.

Como em outros filmes do autor, a perturbação mental é o ponto de partida da narrativa, que se constrói por meio da conversa entre o protagonista e uma voz que o interpela. Este outro, por vezes, faz o papel do público, questionando características pouco críveis da história e, em outros momentos, soa como sua própria consciência. Dividido em cinco incidentes, Jack (Matt Dillon) narra episódios sórdidos da sua vida ao seu interlocutor em uma descarga de misoginia, estupidez, perversidade e jocosidade do seu transtorno obsessivo compulsivo.  

Ao decorrer dos assassinatos cometidos, Jack explica os seus atos como arte por meio de como ele armazena os corpos em um frigorífico num minucioso trabalho de artesanato e fotografia. As referências artísticas surgem na tela em pinturas cubistas, surrealistas, expressionistas como um repertório a ser alcançado a cada tentativa de homicídio.

Se andarmos sobre a racionalidade dos fatos, o filme torna-se intragável, afinal a sordidez nunca foi um espetáculo apreciável. As histórias de serial killer, no entanto, chamam a atenção e atraem o público, as pessoas têm uma espécie de curiosidade e catarse no processo de estudar o comportamento do outro, mas esse outro precisa adequar-se a determinadas regras, mesmo que o seu principal fundamento seja desviá-las.

O seriado Dexter (2006-2013), da Showtime, por exemplo, tinha um protagonista nessa proporção, mas ele tinha princípios – só matava outros assassinos – e, desse modo, era aceito pelo público. Ao decodificar esse mítico relacionamento entre a plateia e o caniceiro, Lars Von Trier torna-se obsceno. A obscenidade, no entanto, faz parte da sua trajetória no cinema e de tantos outros cineastas sem causar estranhamento.

Se o perturbador Encaixotando Helena (1993), de Jennifer Lynch, mostra o terror da mente masculina inconformada por meio da mutilação física, Jack segue o mesmo desprezo pelas mulheres e, apesar de não apenas matar pessoas do sexo feminino, são elas que personificam os seus relatos, salientando situações obtusas e satirizando a violência pelo grau de estupidez.

É grotesca a representação feminina no filme, tanto que o narrador é questionado pelo seu interlocutor sobre os motivos dessa depreciação feminina. Por sua vez, Jack despeja um discurso mais tenebroso sobre o homem ser sempre o criminoso e a mulher, a vítima. Enquanto isso, as suas palavras são ilustradas por obras barrocas, demonstrando o suplício feminino através do tempo. Nesses embates mentais, o narrador palestra sobre arquitetura, engenharia, catedrais e até sobre o processo de decomposição da uva para torna-se um doce vinho. Isso tudo em uma tentativa de explicar-se.

O filme é todo sob a visão de Jack, portanto, ninguém consegue entendê-lo, superá-lo, ou mesmo ousar um movimento de maior capacidade. Assim, todos são covardemente açoitados, manipulados e displicentes a sua mercê. Em determinado momento, a voz de Jack se confunde com a do próprio diretor em uma sequência de imagens de guerras, genocídio, Hitler, Mussolini e os próprios filmes de Lars Von Trier, enquanto ele fala de si mesmo.

Em seu último relato, Jack está em busca de realizar um experimento o qual prova uma das ações do exército nazista para matar muitos gastando pouca munição. A cena remete ao repugnante A Centopeia Humana (2009), de Tom Six, que flertava com as histórias de experimentos desumanos conduzidos durante a Segunda Guerra Mundial. Por outro lado, por conta de um erro na compra da bala necessária para o feito, Jack se atrapalha, mata mais gente no caminho e torna-se uma lembrança de Fargo (1996), em que a banalidade da violência gera o escárnio, uma grande característica dos irmãos Coen.  

Após os cinco episódios e duas horas de projeção, o serial killer dá-se conta que não terminou de construir sua casa, pois ele sempre derrubava os pilares em busca do material perfeito. Contudo, seu material favorito sempre esteve no seu frigorífico: os corpos gelados preservados da decomposição. Ao usá-los para construir suas estruturas, ele finalmente consegue atravessar a porta da sua verdadeira moradia.

No epílogo deste percurso macabro, Lars Von Trier mergulha no surrealismo e a voz do interlocutor ganha um rosto (Bruno Ganz) e nome. A partir de então, alguns diálogos são retomados como se o caminho feito por Jack ganhasse, por fim, um rumo. Em uma alegoria das etapas do inferno, em analogia ao livro A Divina Comédia (1320), os dois visitam lugares nas profundezas em busca de uma resposta. 

Em A Casa que Jack Construiu, Lars Von Trier fala de si mesmo e seu complicado relacionamento com a arte e o sadismo, algo que por mais que se explique não faz sentido aos olhares alheios, pois o entendimento de um não perpassa a intenções internas do outro. Enfim, o sortilégio encontra uma saída, mas não uma punição. Ele desaparece na escuridão ao som de Hit the road Jack, de Ray Charles, para encerrar com uma última piada.

Todo Dia

(Every Day)

 

Elenco:

Angourie Rice

Justice Smith

Debby Ryan

Maria Bello

Jacob Batalon

Direção: Michael Sucsy

Gênero: Romance / Drama

Duração: 95 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: — milhões

Estreia: 26 de Julho de 2018

Sinopse:

Todo Dia‘ conta a história de Rhiannon, uma garota de 16 anos que se apaixona por uma alma misteriosa chamada “A” que habita um corpo diferente todos os dias. Sentindo uma conexão incomparável, Rhiannon e A trabalham todos os dias para encontrar um ao outro, sem saber o que ou quem o próximo dia irá reservar. Quanto mais os dois se apaixonam, mais as realidades de amar alguém que é uma pessoa diferente a cada 24 horas afeta eles, levando o casal a enfrentar a decisão mais difícil que eles já tiveram que tomar.

Crítica | Todo Dia – O amor nasce e cresce a partir de quem somos (Nota: 9.0)

Curiosidades:

» O longa é baseado no best-seller de David Levithan;

 

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

‘Aquaman’ vai explicar slogan usado para divulgar ‘Liga da Justiça’

Lá na época de ‘Batman vs Superman – A Origem da Justiça’, o herói Aquaman havia ganhado um cartaz revelando que Jason Mamoa seria o personagem nos próximos filmes da DC, porém, a arte trazia uma frase: “Unite The Seven” (algo como “Unir os Sete”, em tradução livre).

Na época, haviam especulações de que a frase teria alguma relação com ‘Liga da Justiça’, o que acabou não se comprovando. E agora, finalmente, foi revelado que a frase faz parte da trama do filme solo do herói.

De acordo com o Collider, se trata do plano de Orm (Patrick Wilson) para se tornar o Mestre do Oceano, unindo os sete reinos para iniciar uma guerra contra a superfície. No filme, é mostrado que temos o Reino das Criaturas do Fosso, O Reino Brine, O Reino de Xebel, O Reino Fisherman, O Reino Perdido, e o Reino de Atlântida.

Confira o cartaz:

Pela manhã, o diretor James Wan revelou uma imagem do trailer. O vídeo será exibido durante a San Diego Comic-Con, que acontece de 19 a 22 de Julho.

A apresentação da Warner acontece sempre no terceiro dia do evento, ou seja, o trailer provavelmente estará disponível dia 21 de Julho.

Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

Primeiras impressões ‘Obi-Wan Kenobi’ | Série equilibra perfeitamente nostalgia com inovação

A tão aguardada série do Jedi Obi-Wan Kenobi enfim chegou ao Disney+. Nos primeiros dois episódios lançados nesta sexta-feira, 27, a produção já disse a que veio e deixou os fãs de Star Wars doidinhos pelo próximo capítulo. Em meio a muitos mais altos do que baixo, esses primeiros episódios já foram o suficiente para criar uma expectativa no fandom sobre o que esperar da série.

Atenção: SPOILERS a seguir.

Uma das poucas unanimidades positivas da trilogia prequel foi a escalação de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi. Sua versão mais jovial e esperançosa do personagem cativou os fãs com impressionante rapidez, elevando o ator ao status de queridinho da franquia. Isso porque, diferentemente de Alec Guinness – o primeiro a dar vida ao personagem -, McGregor era fanático pela saga e seus heróis.

Então, ao trazer de volta o ator para dar vida ao personagem dez anos após a execução da Ordem 66, a produção permite que todo aquele otimismo do jovem Jedi dê espaço a um pouco mais de medo e amargura. É interessante ver aquele garoto envelhecido e conformado com sua vida solitária e de cativeiro em Tatooine, contrastando com o que já havíamos visto previamente dele com este ator.

E a atuação de Ewan McGregor nestes primeiros episódios é muito convincente.

Além disso, o roteiro o coloca na posição de protagonista, mas divide bem o tempo de tela para que os coadjuvantes brilhem tanto quanto ou até mais do que ele. Outro ponto que chama atenção da trama é como eles exploram outros planetas, novos ou já conhecidos, misturando a estética clássica de Star Wars com as maravilhas tecnológicas do presente.

Em tempos em que o CGI parece cada vez mais primitivo, é bom ver a mistura perfeita de efeitos práticos e computação gráfica na medida.

O ponto mais fraco, porém, desse início da série são os vilões. Os Inquisidores tinham tudo para ser incríveis, mas a mistura de um visual que não funcionou bem em tela com a falta de apelo deles é meio frustrante.

Historicamente, os vilões de Star Wars costumam ter um visual incrível e/ ou presença em tela. Até os vilões de quem quase não se lembra. No entanto, o Grande Inquisidor foi adaptado de forma estranha para a tela, com uma maquiagem que ficou mais esquisita do que ameaçadora. Para piorar, ele fica segurando a Terceira Irmã, a Reva, que demonstrou ter presença, de atingir seu potencial maléfico. Ela é boa, muito boa nas maldades, mas ele atrapalha. Fica a expectativa para que isso se resolva da melhor forma até o fim.

Ainda mais com o final do segundo episódio. Sabemos que não dá para competir com o Darth Vader, tanto que uma cena dele fora da armadura respirando em uma câmara d’água já foi o bastante para arrepiar. Mas seria legal se ela pudesse se consolidar como uma grande vilã e não apenas como uma correspondente do Vader.

Por fim, a pequena Leia Organa foi a alma desse início do show. É assustador como acertaram na escolha da atriz e como trabalharam bem a personalidade infantil de um dos maiores ícones da Cultura Pop, fazendo com que enxergássemos a eterna personagem da Carrie Fisher na pequena atriz em poucos minutos de tela. Tomara que vejamos muito ainda da interação entre ela e o Obi-Wan.

Dosando com maestria a inserção de novos elementos com a famosa nostalgia, que virou a muleta número 1 de Hollywood neste século, Obi-Wan Kenobi parece caminhar para se tornar uma das melhores produções no universo Star Wars desde que a franquia foi comprada pela Disney. Vamos ver como virão os próximos episódios.

Crítica | O Bebê – Minissérie de Terror da HBO Max é Esquisita e Cômica

Para muitas, a maternidade é uma dádiva, um sonho sonhado e estimulado desde que se é jovenzinha. Para outras, maternidade é uma experiência nem um pouco interessante. E como o mundo não é dividido em pares duais, entre esses dois polos há nuances, como as mulheres que não queriam ou não planejavam ter filhos e que, por alguma razão, acabaram os tendo, mesmo que adotados, e, durante o processo, acabaram se desenvolvendo mães. Independentemente da jornada, a maternidade nem sempre é fácil, nem sempre é esse comercial de margarina que é vendido nos filmes e séries que crescemos vendo. Alegoricamente, é disso que se trata ‘O Bebê’, nova minissérie de terror cômico da HBO Max, já está disponível na plataforma com episódios semanais.

Natasha (Michelle de Swarte) está bem sozinha. Ela gosta de encontrar as amigas para jogar, fumar e conversar, porém, quando uma delas traz sua filha para a noite das garotas e a outra conta que está grávida, Natasha percebe que o mundo de suas amigas está mudando e não inclui mais programas como os que ela curte. Indignada com a postura das colegas, Natasha decide alugar uma cabana num ponto isolado na costa para espairecer a cabeça e pensar nos próprios sentimentos. Porém, o que era para ser um final de semana reflexivo se torna seu pior pesadelo, uma vez que, tão logo se instala no local, um corpo cai da colina bem ao lado da casa e, milagrosamente, um bebê também cai dos céus, literalmente em seu colo. Sem jeito, ela deverá decidir se está interessada ou não em maternar uma criança, mesmo que a criaturinha pareça estimular um comportamento meio bizarro nas pessoas.

Dividido em oito episódios com apenas trinta minutos cada, ‘O Bebê’ é uma coprodução estadunidense-britânica, gravada na Inglaterra com um elenco principal carregado no sotaque inglês. Assim, o roteiro de Sian Robins-Grace, a partir da criação dela e de Lucy Gaymer, é todo baseado naquele senso de humor britânico que muitas vezes não provocam o riso em nós, brasileiros. A protagonista não pronuncia uma fala sem dizer um palavrão, algumas situações acabam sendo esquisitas para nós, mas devem fazer algum sentido naquela cultura, então a gente meio que releva.

Fazemos esta ressalva porque os dois primeiros episódios têm muito essa pegada meio bizarra, que pode acabar afastando o espectador; porém, insista: a partir do terceiro episódio a coisa toda fica tão surreal, que se torna cômico. Ao longo, o clima suspensivo de terror vai conduzindo o enredo do bebê assassino que mata pessoas. Aliás, Albie Hills, a criança que interpreta o bebê, é extremamente expressiva! É espantoso como, mesmo sem falar, ela consegue transmitir uma série de emoções que fazem crescer a atmosfera do medo sobre esse personagem tão inofensivo quanto maléfico.

Com uma pegada muito peculiar, à sua maneira ‘O Bebê’ acaba jogando luz sobre as dificuldades de maternar. Através do artifício da ficção especulativa, a minissérie toca num tema profundo, mesmo que este não seja seu objetivo. Para quem curte novidades no terror, vale a pena assistir ‘O Bebê’ pela criança misteriosa e assassina. Só é uma pena esse lance de episódio semanal, que quebra o clima. Ao menos os três primeiros episódios estão disponíveis gratuitos no app da HBO Max.

10 razões pelas quais Robert Pattinson seria um ótimo Batman

Há poucas semanas, foi confirmado que Ben Affleck não retornará ao papel de Bruce Wayne em ‘The Batman‘, novo filme-solo do personagem que está sendo desenvolvido por Matt Reeves. Desde então, vários nomes foram cotados para o papel. Dentre eles, um chamou mais a atenção dos fãs, para o bem, mas principalmente para o mal: Robert Pattinson.

Após surgir para o mundo como Cedric Diggory em ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘, o ator foi lançado ao estrelato como Edward Cullen na quadrilogia ‘Crepúsculo‘. Na pele do vampiro que brilha diante da luz do sol, Pattinson se tornou objeto de paixão de milhões de adolescentes, mas ficou marcado por momentos de atuação realmente constrangedores.

Diante disso, se formou a ideia de que Pattinson era um ator de segunda categoria, apenas mais um rostinho bonito que não sabia atuar e que estaria destinado à romances adolescentes de qualidade duvidosa. Mas o tempo passou e ele evoluiu muito em sua carreira, fruto de escolhas que fugiam completamente do óbvio. Então, o que haveria de errado na possibilidade de interpretar o Homem-Morcego? O CinePOP responde: NADA! Vem conferir a nossa lista de 10 motivos pelos quais esta ideia não é tão maluca assim!

Crepúsculo é passado

Deve um ator ser estigmatizado por um trabalho infeliz? Será que ele não deve receber novas oportunidades? Lembramos que Ryan Reynolds fez Lanterna Verde antes de brilhar com Deadpool. O lançamento de Crepúsculo já completou mais de 10 anos, não há porque o ator continuar marcado, ainda mais que já demonstrou seu talento inúmeras vezes, como vamos tratar mais à frente. Já chegou a hora de perdoarmos Pattinson por seu vampiro sexy. E o mesmo vale para Kristen Stewart; mas nem tanto para Taylor Lautner, é bem verdade.

Idade apropriada

Para embarcar em mais uma história de origem do Homem-Morcego, é necessária a contratação de um ator jovem. E este ainda é o caso de Robert Pattinson, que possui 32 anos. Ele é mais novo que George Clooney (36), Val Kilmer (36), Michael Keaton (38) e Ben Affleck (44) quando assumiram o personagem. Só é um aninho mais velho que Christian Bale, que tinha 31 anos à época do lançamento de Batman Begins. Também ajuda o fato do ator não só ser jovem, como parecer mais novo. Se necessário, pode se passar por um Bruce Wayne ainda mais jovem.

Bonito-feio (ou feio-bonito)

Ok, ok, este é um lado subjetivo. Nem todo mundo pode concordar. Mas ele não se tornou um símbolo sexual à toa. Sua beleza não característica pode ajudar no desenvolvimento de um personagem complexo e interessante. Vamos lembrar que Bruce Wayne não é necessariamente um galã, mas sim um sujeito vaidoso, arrogante e, eventualmente, galanteador. Filmes como Lembranças e Água para Elefantes já mostraram que o ator tem sim a capacidade de viver um sujeito conquistador.

Experiência em blockbusters

Ainda que algumas pessoas possam desvalorizar suas experiências em Harry Potter e o Cálice de Fogo e Crepúsculo, é inegável que estamos diante de um ator que sabe como lidar com a pressão de milhões de fãs ensandecidos. Não é ninguém que não saiba aonde está pisando. Já lidou com a rotina de milhões de entrevistas, produções caras e participações em Comic-Cons mundo afora.

Confiança

A carreira de Robert Pattinson é uma antes e uma depois de Bom Comportamento. O filme dirigido pelos irmãos Benny Safdie e Josh Safdie foi uma das sensações do cinema em 2017, e muito por causa do impressionante trabalho do ator. À época do lançamento, quando chegou até a ser contado para o Oscar, o astro falou à Variety: “Acho que sou mais confiante agora. Este foi um papel desafiador e aprendi muito sobre minhas habilidades como ator. Sempre que faço um novo filme, fico mais confiante.” Tal confiança é fundamental para assumir o papel do Batman e saber que vai ter que lidar com a fúria de milhões de nerds.

Transpira tensão

Aqui vamos citar Bom Comportamento novamente (e não pela última vez). O Batman é um super-herói marcado pela tensão, pelo tormento. E Pattinson transpira perfeitamente tais elementos. Foi assim no referido filme, mas também no ainda inédito High Life, excelente longa de Claire Denis exibido no Festival de Toronto de 2018. Na produção, ele atua ao lado de Juliette Binoche.

Interesse

Não há dúvida que algo importante para quem assume um papel de filmes de super-heróis é o interesse no gênero e o respeito aos fãs. Em entrevista ao canal CBC Television, em 2012, Pattinson brincou que estaria desesperado para fazer um filme de super-herói. Mais sério, ele falou que atores também podem buscar atuações fora da caixa em blockbusters e citou o grande trabalho de Heath Ledger em Batman: O Cavaleiro das Trevas. Tendo esta referência, só gera mais curiosidade para vê-lo na pele do Morcego.

Entrega à direção

Desde que deixou Crepúsculo, Pattinson se revelou um ator muito comprometido com seus diretores. Trabalhou com nomes consagrados como David Cronenberg, James Gray e Claire Denis, mas também buscou o contato com cineastas mais jovens, como David Michôd e os irmãos Safdie. É possível imaginar uma ótima relação com Matt Reeves, que tem certa experiência com filmes comerciais, mas que sempre mostrou uma personalidade, principalmente em Cloverfield: Monstro.

Versátil

Em 15 anos de carreira, Robert Pattinson já atuou em romance adolescente, comédias, dramas, filmes históricos, suspenses, ficção científica, aventuras e por aí vai. Já fez filme de grande orçamento e produções quase de garagem. Já trabalhou com diretores consagrados e jovens iniciantes. Falta um filme de super-herói em sua trajetória. O por que não agora? Vem, The Batman!

Realmente talentoso

Chegamos ao item que os haters de Crepúsculo vão jurar de pé junto que não é verdade. Mas é certo que a carreira de Pattinson pós Edward Cullen é repleta de ótimos trabalhos. Água para Elefantes, Cosmópolis, The Rover – A Caçada, Mapas para as Estrelas, A Infância de Um Líder, Z: A Cidade Perdida, Bom Comportamento e High Life são exemplos de atuações marcantes do ator. E, como destacado anteriormente, em produções de estilos e gêneros diferentes. Ele é sim um ator bastante talentoso.

 

O que você acha da ideia?

‘Legacies’: Thomas Doherty em imagem da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de ‘Legacies’ mais uma imagem oficial estampando o vampiro Sebastian (Thomas Doherty). 

Confira:

O novo  ano trará diversos novos nomes, como Bianca Kajlich (‘Dawson’s Creek’), que será a Xerife Mac. A personagem é descrita como a “linha humana de defesa em um cidade dominada por monstros. Apesar de seu conturbado passado, ela está disposta a se abrir para um novo romance quando a oportunidade aparecer”.

Leo Howard (‘Why Women Kill’) também foi contratado para o próximo ciclo. Howard será o filho de Mac, Ethan, um atleta competitivo e um estudante de coração imenso que passa a frequentar a Mystic Falls High. Ele terá uma irmã chamada Maya, encarnada por Bianca Santos (‘The Fosters’).

Alexis Denisof (‘Buffy: A Caça-Vampiros’) será o Professor Vardemus.

‘Legacies’ estreou em 25 de outubro de 2018. Ainda não há data prevista para o lançamento da segunda temporada.

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

‘Um Lugar Silencioso 2’ deve abrir com massivos US$ 60 milhões nas bilheterias

Segundo projeções iniciais (via Variety), a sequência de ‘Um Lugar Silencioso’ promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

O novo capítulo deve abrir com US$ 60 milhões apenas em seu primeiro final de semana. Caso mantenha o entusiasmo do público, é possível que o número cresça exponencialmente.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘Star Trek: Lower Decks’: Prepare-se para o “segundo” contato na nova cena divulgada da série

CBS divulgou uma cena oficiail de ‘Star Trek: Lower Decks’, série animada do famoso panteão intergaláctico.

Além disso, a emissora revelou o título oficial dos quatro primeiros episódios: “Second Contact”“Envoys”“Temporal Edict”“Moist Vessel”.

Confira, junto às novas imagens:

A animação irá estrear no dia 6 de agosto.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick and Morty‘).

A trama será ambientada em 2380 e irá focar na equipe de apoio de uma importante nave da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

‘Agora Muppets’: Nova série do Disney+ ganha dois cartazes nacionais incríveis; Confira!

A Disney+ divulgou dois novos cartazes nacionais da série original ‘Agora Muppets‘.

Confira, junto ao trailer:

A produção estreia no dia 22 de janeiro de 2021.

A trama gira em torno de Scooter, que tem a missão de entregar uma nova série de TV dos Muppets para a plataforma de streaming. Ele está atrasado para entregar o show, então deve enfrentar todos os obstáculos em seu caminho.

Os membros convidados da produção também incluem Linda Cardellini, Taye Diggs, Aubrey Plaza, Seth Rogen e muitos outros.

‘New Order’: Distopia de Michel Franco ganha angustiante trailer oficial; Confira!

NEON divulgou recentemente o trailer oficial de ‘New Order’, angustiante filme distópico dirigido por Michel Franco (‘Chronic’).

Confira:

Concebido seis anos atrás, essa distopia ambientada em um futuro próximo parece ter sido arrancada de manchetes nunca escritas. Enquanto os protestos crescem nas ruas, a família high society de Marianne se prepara para um casamento. A princípio, apenas manchas esverdeadas e a aparição de Rolando, ex-funcionário procurando por fundos médicos de emergência, invadem as festividades. Mas logo a festa não consegue impedir um acerto de contas que cresce no horizonte – seguindo-se de uma rápida desintegração da lei e da ordem.

Naian González NorvindDiego BonetaSamantha Yazareth AnayaDario Yazbek Bernal e Patricia Bernal estrelam a produção.

O filme fez parte da seleção oficial do Festival de Toronto e do American Film Institue, além de ter levado o grande prêmio do júri no Festival de Veneza.

‘New Order’ chega aos cinemas estadunidenses em 21 de maio, sem previsão de estreia no Brasil.

‘Lucifer’: Tom Ellis e Lauren German mandam recado especial para os fãs brasileiros; Confira!

A 6ª e última temporada da adorada série ‘Lucifer’ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um recado especial que os astros Tom EllisLauren German mandaram para os fãs brasileiros.

Confira:

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (Tom Ellis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘Duna’: Elogiada adaptação de Denis Villeneuve conquista 11 indicações ao BAFTA 2022

‘Duna’, adaptação comandada por Denis Villeneuve, conquistou diversos elogios por parte da crítica especializada e fez bonito ao conquistar 11 indicações ao BAFTA 2022.

O título disputa as estatuetas de Melhor FilmeMelhor Roteiro AdaptadoMelhor Trilha Sonora OriginalMelhor ElencoMelhor FotografiaMelhor EdiçãoMelhor Design de ProduçãoMelhor FigurinoMelhor Maquiagem & Cabelo, Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais, tornando-se o filme mais nomeado da edição.

Os vencedores serão anunciados no dia 13 de março.

Lembrando que o filme já está disponível no catálogo da HBO Max!

Segundo o jornalista Josh Encinias em atendimento a uma das sessões de ‘Duna’, o aclamado diretor Denis Villeneuve já deu início à produção da 2ª parte da adaptação – e que as filmagens devem começar em meados de 2022 (mais precisamente no dia 18 de julho do ano que vem).

Villeneuve já deu início à escrita do roteiro e começou a trabalhar no projeto antes mesmo de ganhar sinal verde na Warner Bros.. Segundo ele:

“Estou escrevendo a parte dois, agora, e me sinto com oito anos de idade de novo. Isso é muito incomum para mim. É a primeira vez que experimento ver um dos meus filmes e tenho um momento de pura gratidão, alegria e eu digo: ‘obrigado, vida, por me dar a oportunidade de trazer isso para as telas'”.

O diretor pretende fazer uma trilogia.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?