Site Página 2168

Crítica em Vídeo | Soul – Emocionante animação da Pixar sobre espiritismo

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO da animação da Disney/Pixar intitulada ‘Soul‘, que finalmente foi lançada na plataforma Disney+. 

Emocionante e alto astral, o filme traz uma bela história não só para as crianças, mas principalmente para os adultos…

Assista:

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa recebeu diversos elogios pela sua encantadora construção narrativa, capaz de cativar as audiências mais diversas.

Bob Odenkirk teve “problema cardíaco”, mas já está estável

O mundo do entretenimento foi surpreendido pela notícia de que o astro Bob Odenkirk, estrela de Better Call Saul, teria sofrido um mal súbito durante as gravações da produção. O aclamado ator desmaiou dentro de set de filmagens na última terça-feira (27).

Segundo o TMZ, Bob foi hospitalizado devido a um “incidente relacionado ao coração”, mas agora ele está fora de perigo.

Bob está sendo tratado em um hospital de Albuquerque. Ele não estava consciente nas primeiras horas no hospital, embora agora está lúcido.

O representante de Bob disse:

“Bob e sua família gostariam de expressar sua gratidão aos incríveis médicos e enfermeiras que cuidam dele, bem como seu elenco, equipe e produtores que ficaram ao seu lado. Os Odenkirks também gostariam de agradecer a todos pela efusão de votos de boa sorte e pedir privacidade neste momento, enquanto Bob trabalha em sua recuperação.” 

Mais informações serão divulgadas em breve.

‘A Ilha da Fantasia’: Reboot da clássica série estreia no Globoplay; Assista ao trailer!

O reboot de ‘A Ilha da Fantasia‘ (Fantasy Island) já está disponível no catálogo do Globoplay.

A trama é ambientada em um resort de luxo, onde literalmente qualquer fantasia solicitada pelos convidados é realizada, embora raramente resultem como o esperado. O resort é administrado por Elena Roarke (Roselyn Sanchez), que deixou de lado suas próprias ambições, e até mesmo o amor de sua vida, para defender o legado de sua família. Sofisticado, perspicaz e sempre charmoso, o exterior calmo de Elena mascara os desafios das responsabilidades que ela assumiu como administradora desta ilha misteriosa.

Assista ao trailer:

A 2ª temporada já está confirmada.

Criada por Liz Craft e Sarah Fain (‘The 100’), a série ainda traz no elenco Kiara Barnes, John Gabriel Rodriquez, Dave Annable, Odette Annable, Maricelis Galanes, Rick Holmes e Bellamy Young.

John Wick teria 75 ANOS, até Keanu Reeves aparecer….

John Wick‘ é hoje uma das maiores franquias de ação da indústria do cinema, rendendo não apenas quatro filmes, mas um spin-off chamado ‘Bailarina‘, estrelado por Ana De Armas. Muito desse sucesso se deve principalmente a presença carismática do astro Keanu Reeves, que na flor da idade leva o seu físico ao extremo, com cenas simplesmente incríveis.

No entanto, as coisas poderiam ter sido muito diferentes se alguma produtora tivesse demonstrado interesse na versão original do roteiro, antes de Reeves entrar para o elenco. Isso porque, em um trecho do ‘They Shouldn’t Have Killed His Dog‘, o produtor Basil Iwanyk revelou que John Wick era originalmente um personagem de 75 anos.

“O protagonista era um homem de 75 anos, isso porque a história acontece 25 anos depois dele se aposentar. Queriamos ver algéum como Clint Eastwood. Eu pensei, ok, só havia um ou dois nomes com os quais você poderia fazer isso: Clint Eastwood ou Harrison Ford. Fora isso, não sabíamos como iriamos fazer. Porém o roteiro de John Wick era bem subversivo e muito divertido, algo fora do tom das produções que esses atores participam. Tendo primeiro uma proposta dramática e também uma ótima premissa para um filme de ação”, falou Iwanyk.

Talvez poderiam colocar Sylvester Stallone ou Arnold Schwarzenegger, mas dá para entender que Iwanyk queria um ator com uma veia dramática mais forte. Porém, o agente de Keanu Reeves estava naquele momento procurando um personagem de destaque, para o seu contratado voltar aos holofotes.

“Lembro-me de pensar comigo mesmo, Keanu é uma das grandes estrelas de ação dos últimos 25 anos – o que aconteceu com ele? O que ele está fazendo? E ele estava dirigindo seu filme, ‘Man of Tai Chi’, e fazendo ’47 Ronin’. Entregamos a ele o roteiro, e falamos: ‘Obviamente, você não tem 75 anos’”, disse Iwanyk, dizendo que, ainda assim, o astro ficou empolgado com a história e quis protagoniza-la.

Lembrando que a estreia de ‘John Wick 4‘ está marcada para 24 de março de 2023.

Assista nossa entrevista com o Keanu Reeves:

Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Rina Sawayama e Scott Adkins se juntam ao elenco da sequência.

Também foram confirmados os retornos de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.

 

Após a Netflix, Amazon Prime vai apostar no plano COM ANÚNCIOS

De acordo com a Variety, a Amazon Prime Video também vai apostar nos planos com anúncios a partir de 2024, modelo que já foi implementado pela Netflix este ano.

A novidade vai ser testada primeiro na Prime Video dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Canadá, até se espalhar para a França, Itália, Espanha, México e Austrália.

Por enquanto, ainda não há previsão para o plano com anúncios aqui no Brasil.

Como irá funcionar o plano com anúncios?

O grande diferencial das plataformas de streaming sempre foi a ausência de interrupções por intervalos comerciais, então como irá funcionar o novo plano?

Para quem deseja continuar com o plano padrão, é previsto um aumento de US$ 2,99 por mês nos EUA… A equivalente a R$ 15,00 por aqui. Mas não se sabe se o valor no Brasil sofrerá reajustes.

Ainda assim, a nova opção não vai exibir tantas propagandas quanto na TV aberta ou em plataforma rivais…

Na Netflix, os intervalos são de 15 a 30 segundos, dependendo do filme ou série selecionada.

Já na Prime Video, ainda não foi revelado como os anúncios serão disponibilizados.

Como justificativa, a Amazon apontou que a decisão vai ajudar a empresa a continuar investindo em conteúdos atraentes e aumentar investimentos em um período maior de tempo.

Além disso, para quem não sabe, a Amazon já veicula anúncios em outros lugares, como na plataforma Freevee, que não exige assinatura e permite que os usuários assistam filmes e séries de TV em troca de acompanharem anúncios que interrompem o conteúdo em momentos repentinos e aleatórios.

Alguns anúncios combinam propagandas de patrocinadores com recomendações de filmes, e outros permitem que os assinantes façam compras rápidas no comércio online.

Agora só resta saber como os assinantes da plataforma irão reagir à novidade.

Em relação à Netflix, os assinantes estão reclamando que vários títulos não estão disponíveis no plano com anúncios.

Confira:

Cartazes e teaser de ‘Presence’, terror que fez os espectadores abandonarem o cinema

O terror ‘Presence‘, que estreou oficialmente no festival Sundance 2024 e fez diversos espectadores abandonaram a sala de cinema por ser considerado “muito intenso”, ganhou novos cartazes e teaser.

A produção acompanha uma história sobrenatural através da perspectiva da entidade maligna.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

img 1352
img 1352
img 1353
img 1353

img 7413

Stephen Rodrick, repórter da Variety que acompanhou a sessão, afirmou que “eu não posso aguentar esse nível de estresse tão tarde na noite” após deixar precocemente a sessão, enquanto outros cinéfilos também se mostraram extremamente abalados com a experiência.

O próprio elenco do filme ficou afetado com a exibição. A atriz Lucy Liu afirmou: “Estou devastada. Meu corpo está reagindo como se eu não estivesse no filme.”

Apesar de parecer um típico filme de casa mal-assombrada, o grande diferencial da produção foi ter sido filmada sob a perspectiva da entidade que assombra o local, colocando o público à espreita da família ao lado do fantasma.

Na trama…

Após se mudaram para uma nova casa, a família Payne – uma mãe, pai e seus dois filhos – logo descobre que não está sozinha na residência.

O filme brinca com as convenções do terror de uma casa mal-assombrada a partir da perspectiva do fantasma situado em uma casa recentemente reformada, com novos habitantes se mudando para lá – uma família, liderada por Lucy Liu e Chris Sullivan.

Como as famílias costumam fazer neste gênero, elas chegam com excesso de bagagem, tensões que esperam que se dissipem em um novo lar, um novo começo após um período de mal-estar.

A jornalista Rafa Gomes estava na exibição e traz a crítica direto do Festival de Sundance:

https://cinepop.com.br/critica-presence-steven-soderbergh-brilha-na-direcao-em-intimidador-drama-sobrenatural-467048/

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Lucy Liu, Julia Fox e Chris Sullivan.

O roteiro foi assinado por David Koepp (‘Anjos e Demônios’).

O terror será programado para estrear no dia 17 de janeiro de 2025.

A RETOMADA da Marvel nos cinemas ganha data de estreia no Disney+

O filme que marcou a retomada da Marvel nos cinemas ganhou data de estreia no Disney+.

Com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, este é o segundo maior filme de super-heróis do ano, atrás apenas de ‘Superman’ (US$611.7M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 265.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 240.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 506.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$29.4M), México (US$27.4M), França (US$15.3M), Brasil (US$13.5M) e Austrália (US$11M).

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 118 milhões no território norte-americano – o que representa a quarta maior estreia doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M) e ‘Superman‘ (US$125M).

A produção ainda recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Apesar de ter mantido a mesma média de ‘Superman‘ e ‘Thunderbolts*‘, a aprovação do filme ficou acima de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (B-).

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Crítica | At Midnight – Engolido pelos clichês comédia romântica acaba encontrando Freud mesmo que de relance

Está aberta a temporada na eterna busca anual do filme mais água com açúcar do ano! At Midnight, novo lançamento da Paramount Plus se joga de peito aberto na previsibilidade, na busca pelo carisma envoltos de clichês mas tudo isso de forma nada pretenciosa buscando conquistar a atenção do público dentro do charme no fofo, e até mesmo ingênuo, jogo de sedução proposto onde acaba encontrando Freud mesmo que de relance. Dirigido pelo nova-iorquino Jonah Feingold, o filme busca ter identidade própria de conto de fadas mas bastam poucos minutos para nos lembrarmos de Anna Scoot e William Thacker, inesquecíveis personagens de Um Lugar Chamado Notting Hill.

Na trama, conhecemos Alejandro (Diego Boneta) um exemplar funcionário de um hotel de luxo no México que tem o sonho de ter seu próprio empreendimento nos Estados Unidos. Certo dia, chega para se hospedar no hotel a mundialmente conhecida atriz hollywoodiana Sophie (Monica Barbaro), que vem de uma enorme decepção amorosa com um outro ator. Ela está no México para rodar a continuação de uma franquia de sucesso que faz parte. Alejandro e Sophie se conhecem de maneira inusitada e a partir desse dia combinam encontros sempre à meia-noite para se conhecerem melhor. Será que esse romance vai dar certo?

O roteiro, talvez de forma nada intencional, troca a reflexão banal e salta para pequenos paralelos com os princípios de prazer e desprazer nas linhas de Freud. A questão aqui é achar caminhos para entendermos os personagens na busca do que seria proporcionar prazer e evitar o desprazer. Mas aí o filme se perde novamente. O conceito de ‘não se apaixonar’, algo comum entre os protagonistas, acaba virando uma busca incessante para gerar reflexões sobre a questão mas cai em um efeito redundante gerando uma enorme dor de cabeça de quem se prendeu a reflexões ou até mesmo para quem ainda busca se segurar firme e forte até o fim do filme.

O pot-pourri de clichês já vistos em outras comédias românticas incomodam mas tem seu charme. Talvez parte do público se sinta seguro dentro de uma fórmula já estabelecida, a famosa receita de bolo seguida por produções que adotam o não se arriscar como meta. Às vezes assistimos à filmes em momentos difíceis, então nossa exigência acaba sendo algo que toque de alguma forma nosso coração e nos leve para o sonhar, nisso, o filme cumpre seu papel.

10 Romances Dramáticos

Tudo por Amor (Dying Young, 1991)

2

O que seria de qualquer lista romântica sem uma das representantes máxima do subgênero, a musa Julia Roberts. Mas nem só de comédias leves e sonhos de Cinderela viveu a musa. Aqui, com 24 aninhos, e já duas indicações ao Oscar no currículo, Roberts vive uma jovem com desejo de recomeçar a vida. Ela arruma emprego cuidando de um rapaz com câncer, interpretado por Campbell Scott. Nem precisa dizer que os dois se apaixonam, e lá vêm as lágrimas. A obra é baseada no Livro de Marti Leimbach e a direção é do inconstante Joel Schumacher.

Um Amor para Recordar (A Walk to Remember, 2002)

1

Segundo romance do escritor Nicholas Sparks adaptado para o cinema, Um Amor para Recordar é também um dos mais adorados pelos fãs do autor. Esta lista, aliás, poderia contar somente com obras de Sparks, já que seus textos sempre contam com os mesmos elementos, o principal deles sendo “um amor sofrido demais”. Aqui, os sumidos Mandy Moore e Shane West interpretam Jamie, a filha do pastor da cidade e Landon, o rebelde infrator local. Tais personalidades tão distintas se apaixonam de forma inesperada, somente para serem testados pela doença terminal da menina. A veterana Daryl Hannah também está no elenco, e a direção é de Adam Shankman, de Rock of Ages: O Filme.

Doce Novembro (Sweet November, 2001)

8

Talvez só exista um par tão perfeito quanto Sandra Bullock para o ator Keanu Reeves no cinema. E ele é Charlize Theron. Aqui, a dupla refaz a parceria do suspense Advogado do Diabo (1997), num filme bem diferente. Trata-se da refilmagem de Por Toda a Minha Vida (1968), de Robert Ellis Miller. O remake é dirigido pelo irlandês Pat O´Connor, de Círculo de Paixões (1997) – com Liv Tyler e Joaquin Phoenix, e também apresenta um romance inusitado entre duas pessoas bem diferentes. Uma delas, no caso Theron, é uma doente terminal de câncer. Apesar de adorada pelas românticas irremediáveis, a produção recebeu três indicações ao Framboesa de Ouro, o anti-Oscar (pior ator e atriz para Reeves e Theron respectivamente, e pior refilmagem ou sequência).

Agora e Para Sempre (Now is Good, 2012)

10

Talvez o filme atual que venha à mente da maioria quando se pensa em jovem terminal de câncer buscando novas experiências. A menina Dakota Fanning entrou na fase mais madura de sua carreira, embora muitos ainda não tenham percebido. O motivo é que a atriz tem optado por produções do cinema independente americano (este aqui, britânico, com direito a sotaque) e muitas dessas obras são desconhecidas do grande público. De cabelos curtos, Fanning é uma jovem que resolve criar uma lista com tudo o que deseja realizar antes de partir. Agora e Para Sempre é baseado no livro de Jenny Downham.

Diário de uma Paixão (The Notebook, 2004)

5

Eu disse que a lista poderia ter apenas produções baseadas em Nicholas Sparks, mas esta será a última selecionada, prometo. Não por menos, esta é considerada a obra quintessencial no que diz respeito a adaptações do escritor. Mesmo quem não tem consciência de se tratar de uma adaptação, aprova este romance intenso protagonizado por Ryan Gosling e Rachel McAdams. A história de Romeu e Julieta, ou da Dama e o Vagabundo, é recriada nos anos 1940. Um jovem pobre e apaixonado começa um relacionamento com uma burguesa e passam por todos os empecilhos imagináveis. O interessante aqui é mostrar o depois, com o casal de pombinhos agora interpretado pelos veteranos James Garner e Gena Rowlands (mãe do diretor do filme, Nick Cassavetes, do recente Mulheres ao Ataque), enfrentando o Alzheimer dela.

50% (50/50, 2011)

3

Agora, um filme no qual o doente é o rapaz, para variar. Esse é também provavelmente o melhor filme da lista. Uma mistura de comédia, com drama edificante e sério, esta produção trata o câncer de forma indulgente e para cima, de forma respeitosa. O ótimo Joseph Gordon-Levitt é Adam, um jovem que se descobre com câncer. Ao mesmo tempo em que é deixado pela egoísta namorada, vivida por Bryce Dallas Howard (que não quer lidar com este problema em sua vida), seu melhor amigo interpretado pelo sempre divertido Seth Rogen, faz de tudo para animá-lo e fazê-lo seguir. O rapaz reata os laços com mãe, papel de Anjelica Huston (ótima) e vê surgir em sua vida uma nova promessa de felicidade, na forma de sua psicóloga, Anna Kendrick.

Amor Louco (Mad Love, 1995)

7

Outro saído diretamente dos anos 1990, esse filme traz como protagonistas a dupla saída de Batman Eternamente, do mesmo ano. O sumido Chris O´Donnell (então com 25 anos) e Drew Barrymore (20 aninhos na época) interpretam estudantes colegiais muito diferentes que… você adivinhou, se apaixonam. Onde estão os casais parecidos do cinema? Ele é Matt, um rapaz certinho, e ela vive Casey (o mesmo nome da primeira vítima do terror Pânico, interpretada pela própria), a doidinha de plantão. Depois de problemas e do comportamento errático constante, Casey é internada num hospital psiquiátrico. Seu cavaleiro reluzente a resgata do local, somente para depois perceberam que a menina sofre de transtorno bipolar.

Antes que o Dia Termine (If Only, 2004)

4

Este filme feito para a TV nos Estados Unidos, traz a sumida Jennifer Love Hewitt como a protagonista. A atriz, que teve o seu auge com filmes de terror e algumas comédias no fim da década de 1990, vive Sam, uma musicista americana vivendo em Londres com o marido Ian, papel de Paul Nicholls. O casal passa por dificuldades de relacionamento. É quando de forma impactante, a personagem de Hewitt sofre um acidente de trânsito fatal. Na manhã seguinte, o casal recebe uma nova chance de ficar junto. A obra tem elementos que depois foram utilizados no suspense romântico com Sandra Bullock, Premonições (2007). Duas curiosidades são a presença do talentoso Tom Wilkinson (Conduta de Risco) no elenco e a direção de Gil Junger, do cultuado 10 Coisas que eu Odeio em Você (1999). Hewitt também produz o filme.

Para Sempre (The Vow, 2012)

9

Muitos acreditam que este romance é baseado num livro de Nicholas Sparks. Talvez até mesmo os produtores, que o venderam de forma agressiva desta maneira. O motivo para isso é que temos como protagonistas as estrelas de duas de suas obras mais conhecidas e adoradas, Rachel McAdams (Diário de uma Paixão) e Channing Tatum (Querido John). No filme, Tatum é um jovem precisando lidar com uma realidade devastadora: Após envolverem-se em um acidente de carro, sua esposa (McAdams) o apagou de sua memória. De todo o resto ela lembra. O fato faz seus pais (Jessica Lange e Sam Neill) tentarem resgatar a antiga vida da filha longe dele, enquanto o marido tenta desesperadamente reconquistá-la. O filme fez sucesso com o público jovem e figurou com indicações no MTV Movie Awards e Teen Choice Awards.

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012)

6

O único filme da lista indicado ao Oscar, O Lado Bom da Vida também trouxe uma indicação para o protagonista Bradley Cooper e deu a vitória para a talentosa Jennifer Lawrence. Esse também não é um filme sobre câncer, mas sim sobre doenças mentais, como a bipolaridade. Após pegar a traição da esposa, o professor Pat (Cooper) surta e é internado num hospital psiquiátrico. Ao ser liberado, a coisa que parece lhe dar forças é a amizade com a igualmente atormentada Tiffany (Lawrence), uma recente viúva, que usa o sexo como forma de escape. A obra é baseada no livro de Matthew Quick, e inspirou o cineasta David O. Russell, que sofre com o filho, portador de um mal similar.

10 Sucessos Inesperados Fenomenais dos Últimos Anos

O que define um sucesso absoluto? No caso de produções cinematográficas é fácil: a junção de uma gorda bilheteria (o que garante a adoração do público) com a aprovação da crítica especializada.

Existem sucessos. E existem os fenômenos. Aquele tipo de filme dos quais estão todos falando e que se você não quiser ficar de fora do assunto, precisa correr para assistir. Mas existem também os sucessos fenomenais inesperados. São aqueles tipos de filme pelos quais todos estavam receosos – seja por qual motivo for -, com os dois pés atrás e que ainda assim viveram para se mostrar a nova sensação do pedaço.

Pensando neste tipo de obra que conseguiu superar a descrença, formulamos nossa nova lista. Estes são os 10 filmes que se tornaram sucesso fenomenal inesperado.

Mulher-Maravilha (2017)

Podemos dizer que parte do sucesso de Pantera Negra se deve ao pioneirismo de Mulher-Maravilha. Antes um grande tabu, quando a primeira superprodução protagonizada por uma heroína mostrou que podia dar muito certo, outras que visavam aceitação de gênero ou raça vislumbraram a luz no fim do túnel. Mas você pergunta: por que Mulher-Maravilha, uma das personagens mais icônicas dos quadrinhos, era incerteza? Bem, por dois grandes motivos. O primeiro é o citado acima. Sim, já havíamos tido superproduções comandadas por mulheres em papeis principais, mas não deste porte, não deste subgênero ainda muito masculino.

Fora que outros haviam naufragado gloriosamente, vide Mulher Gato (2004), com Halle Berry, da mesma DC/Warner, e Elektra (2005), com Jennifer Garner. Chegamos ao segundo motivo, que se divide em uma bifurcação. Primeiro, a nova leva de produções da casa, a citada Warner/DC, não estava na melhor das fases, para dizer no mínimo, vindo de recepções que variavam de mornas a geladas, em filmes como O Homem de Aço (2013), Batman Vs. Superman (2016) e Esquadrão Suicida (2016). Mulher-Maravilha era quase como a última esperança deste universo não afundar.

Segundo, a protagonista Gal Gadot ainda estava em provação, por assim dizer. Muito criticada quando eleita para personificar a amazona, a israelense não havia impressionado incondicionalmente ao viver a heroína em BVS – tudo bem que a participação era pequena. Entretanto, quando chegou a hora de protagonizar seu filme solo, não faltaram elogios para a atriz. Mas com Liga da Justiça, lançado logo depois, pudemos perceber que ninguém a fotografa ou a utiliza como Patty Jenkins. Mulher-Maravilha ultrapassou todas as expectativas, marcando 92% de aprovação junto aos críticos. Além disso, se tornou fenômeno de bilheteria, em terceiro lugar nos EUA e décimo ao redor do mundo. Sim, as mulheres podem. E podem mais! O jogo mudou e Mulher-Maravilha 1984, a continuação a ser lançada ano que vem, já é um dos filmes mais esperados de 2019. Vida longa, Patty Jenkins e Gal Gadot.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

A Sony já havia passado por um backlash parecido há pouco tempo. Em 2016, quando o primeiro trailer do novo Caça-Fantasmas, inteiramente protagonizado por mulheres, foi lançado no Youtube quebrou um triste recorde: se tornou o trailer com mais “descurtidas” da história da plataforma. O motivo: nerds mimizentos chorando e acusando os produtores de terem “acabado com suas infâncias”. Isso antes mesmo de poderem assistir ao longa. Mesmo tentando se envolver no manto do feminismo – como último recurso desesperado -, o filme não emplacou. Tudo bem que a qualidade da obra não ajudou muito.

Imagine o desespero dos executivos do mesmo estúdio, passando novamente por um incrível backlash pelo segundo ano consecutivo. A internet ardeu em comoção quando o primeiro trailer de Jumanji atingiu a rede. Pessoas que cresceram amando o filme original com o saudoso Robin Williams estavam mais do que descontentes com a nova roupagem, acusando-a de ser muito mais um veículo de Dwayne Johnson do que um remake/reboot/continuação de seu adorado filme. E eu de cá pensando com meus botões: “nunca soube que Jumanji tinha esta legião de culto”.

Mas para a extrema felicidade dos produtores, The Rock e todos os envolvidos, foi só a aventura juvenil atingir os cinemas, que o jogo virou de vez a seu favor. A ideia estranha de um novo Jumanji já havia caído nas graças de todos e com a aprovação de quase 80% da imprensa, curiosamente ainda mais alta que a do filme original de 1995, os céticos tiveram fé. O fracasso certo se tornava sucesso, mas não apenas isso, se tornava um fenômeno. O filme foi o quarto mais rentável de 2017 nos EUA (batendo simplesmente todos os lançamentos da Marvel) e o quinto ao redor do mundo, beirando a marca do US$1 bilhão. Alguém duvida que as continuações chegarão correndo?

Fragmentado (2017)

Quem já curtia cinema no final da década de 1990, conheceu de perto a ascensão de M. Night Shyamalan. Pouquíssimas vezes um diretor debutava no cenário mundial enaltecido com o título de gênio da sétima arte. Bastou uma obra (O Sexto Sentido) para Shyamalan ser tratado como o novo Spielberg ou o novo Hitchcock. Exageros da imprensa – que adora títulos. Mas depois, a cada novo trabalho o indiano perdia um pouco de seu prestígio. E isso parecia incomodá-lo. Até que, após o divisor de águas A Vila (2004), o cineasta resolveu declarar guerra aos críticos com A Dama na Água (2006).

Depois disso, parecia que a voz de autor do cineasta havia se calado, entre um desastre pretensioso aqui e um filme de aluguel ali. A volta por cima foi timidamente ensaiada com A Visita (2015), produção intimista na qual Shyamalan se despia de tudo e voltava a falar com o coração, ou com a paixão. Daí o ceticismo em relação a seu próximo trabalho, o então misterioso Fragmentado. Natural a desconfiança. Natural também os novos louros que o diretor recebeu após todos terem conferido o resultado de seu novo projeto.

Fragmentado trouxe um tour de force de James McAvoy – que fez todos gritarem “Oscar” – uma jovem talentosa recém-saída de um cult do gênero (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa) e, acima de tudo, um texto caprichado de seu autor, fazendo de vez as pazes com crítica e público. E sim, com o sucesso. O desfecho que o interliga com outra obra sua, a qual todos pediam sequência, foi a cereja no bolo. O filme somou quase 80% de aprovação junto a imprensa e permaneceu por três semanas em primeiro lugar após sua estreia no início do ano passado – feito impressionando se levarmos em conta as competitivas bilheterias americanas, onde a cada semana filmes se devoram. E que venha Vidro, a continuação prometida para 2019.

Uma Aventura LEGO (2014)

Quando um longa-metragem para o cinema baseado nos brinquedos de encaixe LEGO foi anunciado, nem mesmo o mais visionário espectador fazia ideia do seu resultado. Na verdade, quase ninguém achava o conceito minimamente relevante ao ponto de render uma obra de qualidade. Nem mesmo as presenças dos diretores Christopher Miller e Phil Lord, responsáveis pelo hilário e insano reboot de Anjos da Lei (2012 e 2014), tirava a descrença geral.

Provando que até mesmo o material fonte mais idiota e inanimado pode render um bom filme se houver empenho e vontade, Uma Aventura LEGO surpreendeu dez entre dez espectadores, se mostrando um dos filmes mais divertidos não apenas de seu respectivo ano, como dos últimos anos igualmente. Escracho, metalinguagem, criatividade e excelente timing cômico fizeram de Lego um fenômeno, ao ponto de criar todo um universo derivado de animações da Warner, que já rendeu Lego Batman (2017) e Lego Ninjago (2017).

Uma Aventura Lego conquistou a crítica, com 96% de aprovação, o público, se tornando a quinta maior bilheteria nos EUA em seu respectivo ano, e o mundo. A continuação, programada para o ano que vem, seguirá o mesmo caminho. Alguém duvida?

Deadpool (2016)

Já vimos super-heróis salvando pessoas em filmes, séries, desenhos e quadrinhos. O que nunca havíamos visto era heróis salvando a carreira de seu intérprete. Bem, não desta forma. O ator Ryan Reynolds por pouco não entra para a história como o mais azarado quando o assunto é adaptação de quadrinhos. Tudo porque ele já tinha escorregado não uma, não duas, não três, mas quatro vezes antes de finalmente se redimir na pele de um personagem que, inclusive, já havia interpretado.

Primeiro foi Blade Trinity (2004), malfadada conclusão de uma boa franquia de herói obscuro. Depois – e talvez o pior da lista – foi X-Men Origens: Wolverine (2009), no qual personificou de forma totalmente equivocada o mercenário tagarela Wade Wilson, ao qual nunca se referem como Deadpool. E claro, não poderia faltar Lanterna Verde (2011), o pseudo divisor de águas para ao ator – como satirizado em Deadpool 2. Ah sim, e como esquecer de RIPD (2013), baseado nos quadrinhos de Peter M. Lenkov e Lucas Marangon. Apostando todas as suas fichas, Reynolds investiu em levar Deadpool de forma correta para as telonas, mas para isso era necessário muito sangue, palavrão, metalinguagem e censura alta, aposta arriscadíssima até então.

Depois de um teste de filmagens ter “vazado” na internet, a resposta foi mais do que positiva e os fãs clamavam por um filme do anti-herói, mas com a condição de ser produzido pela FOX nos termos do ator, em contato direto com a vontade dos fãs. Deadpool quebrou barreiras, se mostrou um filme de super-heróis de censura alta, que proibia a entrada justamente de seu público-alvo, e ainda assim se tornou um sucesso fenomenal. Assim como Pantera Negra mostrou que era possível para um elenco negro, Mulher-Maravilha cimentou as super-heroínas, Deadpool antes deles criava um subgênero dentro do cinema de super-heróis, mais adulto, lascivo e subversivo. Logan (2017) seguiu e a continuação Deadpool 2 (2018) também. O próximo da lista é Jovens Mutantes (2019). Com 83% de aprovação da imprensa, o filme de baixo orçamento se tornou o sexto mais rentável nos EUA em 2016 e o nono mundialmente. Impressionante para um personagem desconhecido e proibido. E que venham novas produções no estilo.

 

Pantera Negra (2018)

Tudo bem que só de ser um filme da Marvel, a garantia de sucesso é certa. O lance aqui é que ninguém esperava, nem em seus sonhos mais felizes, o tamanho de tal sucesso. O primeiro super-herói negro em grande escala do cinema trazia uma carga social muito importante, dirigido por um cineasta negro e com um elenco majoritariamente negro. O personagem já havia causado boa impressão em seu debute na aventura Capitão América: Guerra Civil (2016), mas ter um filme solo era algo diferente.

Com o lançamento, veio o burburinho. A Marvel havia acertado novamente. Mas algo inédito acontecia, até mesmo para os padrões da casa – que precisou reconhecer o fenômeno. Pantera Negra se tornava um marco social, transcendendo Hollywood ou até mesmo uma produção cinematográfica. O filme se tornou a produção mais rentável do ano nos EUA e a segunda ao redor do mundo – ficando atrás somente de outro fenômeno, este esperado: Vingadores: Guerra Infinita.

Com a crítica não foi diferente e Pantera Negra marca 97% de aprovação, quase a nota máxima. O maior legado da superprodução, no entanto, foi mostrar que filmes deste porte protagonizados e comandados por negros funcionam. E funcionam muito bem. Sinal de bem-vindos novos tempos e de que Hollywood pode mudar sossegada, sem precisar se preocupar com o lucro.

It: A Coisa (2017)

Pensa que a Warner só acerta em produção de terror quando se fala da franquia Invocação do Mal? Pois pense de novo. Indo contra todas as expectativas e descrenças, o diretor Andy Muschietti, apadrinhado de Guillermo del Toro, já havia ensaiado no gênero, com Mama (2013) – filme que ficou entre erros e acertos. It, no entanto, era muito mais ambicioso, quase um épico dividido em duas partes e, por isso mesmo, uma aposta arriscada.

Junte a isso o fato de que as obras de Stephen King na maioria das vezes não rendem filmes… bem, por assim dizer, muito bons – cof cof A Torre Negra cof cof. Além disso, It já havia sido transposto ao audiovisual, na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios, que chegou por aqui como um filme longo nas locadoras. Apesar daquele filme portar uma participação icônica de Tim Curry como o irreverente palhaço Pennywise, basta uma segunda visita atualmente para perceber que nos apegávamos puramente a um valor nostálgico e que a obra não é lá muito boa.

O novo It funcionou e muito bem. A começar pelo título em português, A Coisa no lugar do esquisito Uma Obra-Prima do Medo. O elenco infantil é um deleite, destaque para a carismática Sophia Lillis, a única mulher do grupo. E quanto ao palhaço, numa síndrome de Coringa – Jack Nicholson contra Heath Ledger -, Bill Skarsgard mostra que nem sempre o clássico é melhor, num desempenho simplesmente impressionante. O filme é nostálgico, horripilante, mas também poético. Melhor que tudo isso, apresentou para uma nova gama de jovens fãs, a mitologia de Stephen King criada da forma ideal. It marca 85% de aprovação da imprensa e se tornou um dos filmes de terror mais rentáveis da história, a sétima maior bilheteira de 2017 nos EUA e a décima terceira no mundo. Alguém mais não consegue esperar pela parte dois, com Jessica Chastain e James McAvoy?

Guardiões da Galáxia (2014)

Mais uma vez, seguindo os passos de Pantera Negra, Mulher-Maravilha e Deapool, temos outro filme de super-heróis de quadrinho quebrando paradigmas na lista. Guardiões da Galáxia, no entanto, veio antes de todos esses e quebrou sua barreira antes. E qual foi a barreira desta vez, você pergunta. Bem, não foi a racial, de gênero ou a de censura alta. A barreira que a superprodução quebrou foi a de elevar personagens do time C ao primeiro escalão no patamar.

Tudo bem, você pode até dizer que a Marvel já havia conseguido tal feito com personagens como Homem de Ferro e Thor, que antes de seus respectivos filmes não eram heróis favoritos de ninguém. Mas estes são os que podemos chamar de personagens do time B, conhecidos ao menos nos círculos de aficionados. Com Guardiões, nem mesmo os amantes de quadrinhos sabiam bem do que se tratava.

Bastou um cineasta empenhado, do nível de James Gunn, para pouco tempo depois da estreia todos estarem apaixonados pelos personagens. Hoje em dia, Gamora, Rocket e Groot são itens indispensáveis em qualquer convenção de super-heróis. O filme não foi apenas sucesso, foi um fenômeno. E mostrou que com esforço e qualidade, qualquer personagem pode se tornar uma estrela e qualquer história pode cativar, se tornando icônica. Com 91% de aprovação da imprensa, o filme foi a terceira maior bilheteria de seu respectivo ano, tanto nos EUA quanto ao redor do mundo. O segundo, Vol. 2, seguiu a mesma linha. Mas a polêmica em torno do criador Gunn deixa uma nuvem de incerteza quanto ao terceiro filme.

Corra! (2017)

Ninguém tinha ouvido falar de Corra! até seu lançamento. O filme era vendido como um thriller racial. Confesso que não soube muito bem o que pensar ao assistir pela primeira vez a prévia. Sem entender o tom planejado, pensei estar vendo algo de péssimo gosto, que navegava por águas perigosas. E aí vieram as primeiras críticas, extremamente favoráveis. Mas até aí… quantos filmes já receberam aval da imprensa e morreram na praia. Junto às críticas, o falatório do público, um boca a boca garantindo o sucesso de bilheteira.

Pouquíssimo tempo após Fragmentado ter deixado a liderança das bilheterias americanas (duas semanas para ser mais preciso), outra obra de terror com muito a dizer se posicionava em primeiro. Corra! deu trabalho e fez frente à superproduções com Logan e Kong: Ilha da Caveira. Podemos, inclusive, dizer que o filme deu o pontapé para o fenômeno cultural e social alcançado por Pantera Negra. Afinal, a obra, por mais questões que levante, ainda é emoldurada no contexto do entretenimento.

Corra! fez mais e subiu até o Oscar. Quem imaginaria. Indicado para melhor filme. São os sinais dos novos tempos. Elogios da imprensa – com 99% de aprovação – e uma bilheteria impressionante para um filme tão pequeno – o que se traduz na aceitação plena do filme – é a receita que a Academia tem prestado atenção. Filmes como Corra! mostram que ideias podem valer mais do que astros e efeitos.E isso precisa ser valorizado. No comando, Jordan Peele, mais acostumado a atuações cômicas. Quem não quer ver o próximo trabalho do sujeito?

Um Lugar Silencioso (2018)

E que excelente época para os filmes de terror. O ano de 2017 foi excepcional, com obras como Fragmentado, Corra! e It: A Coisa. Todos querem ser os próximos. Alguns conseguem. É o caso com Um Lugar Silencioso, fenômeno do terror em 2018, enaltecido pela crítica, com 95% de aprovação.

Assim como Corra!, o filme traz um diretor inusitado no comando da produção. O ator John Krasinski é mais conhecido por sua participação numa série cômica, no entanto, deu o próximo passo ao confeccionar uma obra totalmente fora de sua zona de conforto. Para isso, escalou a parceira da vida real Emily Blunt e juntos criaram um clássico moderno. Muito semelhante a um episódio de Além da Imaginação, Um Lugar Silencioso nos apresenta uma realidade na qual qualquer barulho pode se tornar mortal.

O grande elemento do filme é o silêncio. Ele é primordial para uma sessão da obra. Além disso, Um Lugar Silencioso foi quase inteiramente confeccionado na linguagem de sinais, o que o transforma, na maior parte da projeção, em um terror mudo. O nível de tensão é alto. O longa é o mais rentável do ano dentro de seu gênero e está pronto para ganhar uma continuação. Mas será que precisava mesmo?

‘The Originals’: Hope não perdoa Elijah após a morte de [SPOILER] no trailer do 5×09

*SPOILERS ABAIXO*

Período de luto na série ‘The Originals‘.

A morte da Hayley foi chocante não só para os espectadores, como também para todos os personagens na série, em especial para Elijah, que indiretamente foi um dos grandes responsáveis. No trailer do nono episódio, já tendo recuperado suas memórias, Hope não consegue perdoá-lo.

Confira:

Apesar de ‘The Originals‘ estar chegando ao fim, a CW já encomendou oficialmente o spin-off da série, intitulado ‘Legacies‘.

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série irá girar em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

‘Alita: Anjo de Combate’ ganha novos comerciais; Assista!

Alita: Anjo de Combate‘ ganhou novos comerciais.

Confira:

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme chega aos cinemas nacionais em 14 de fevereiro de 2019.

Veneza

 

Elenco:

Dira Paes

Danielle Winits

Eduardo Moscovis

 

Direção: Miguel Falabella, Hsu Chien Hsin

Gênero: Drama

Duração: 131 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 17 de Junho de 2021

Sinopse: 

Conhecer Veneza era o maior sonho de Gringa, uma velha cafetina cega, dona de um bordel numa cidade do interior do Brasil. Em meio às histórias peculiares e aos muitos causos do bordel, Rita, a provável herdeira do lugar de Gringa, decide realizar o sonho daquela que toma como uma mãe. Para isso, contará com a ajuda das suas colegas do bordel e de Tonho, um atraente fornecedor que recebe sexo como remuneração de seus serviços.

Crítica | Veneza – Miguel Falabella se firma como o Almodóvar Brasileiro (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado na peça Venecia, do escritor argentino Jorge Accame;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Criança tenta sobreviver 2ª Guerra Mundial no trailer de ‘A Guerra de Anna’; Assista!

O drama de guerra ‘A Guerra de Anna‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Crítica | A Guerra de Anna – Filme Retrata a Sobrevivência de uma Criança na II Guerra Mundial 

O longa é dirigido por Aleksey Fedorchenko.

Uma menina de seis anos chamada Anna tem toda a família assassinada em uma execução em massa de judeus. Por um milagre, ela sobrevive e passa as próximas centenas de dias escondida na chaminé em desuso de um comandante nazista. Relembrando sua vida que a guerra tomou, com os fundamentos culturais ensinados por seus pais e com a ajuda de um amigo, Anna precisa sobreviver e manter sua humanidade nas condições mais inumanas possíveis.

Marta Kozlova, Lyubov Vorozhtsova e Vladimir Sapin estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.

Herança amaldiçoada no trailer do terror ‘The Inheritance’; Assista!

O terror ‘The Inheritance‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

A dupla Chad Barager e Kevin Speckmaier é responsável pela direção.

A herança de uma mulher a leva para a Europa, onde ela vai descobrir um segredo de família obscuro e perturbador. Uma vez que ela está sozinha no antigo solar da família, ocorrências paranormais começam a acontecer pela casa e se intensificam lentamente. Ela é forçada a enfrentar seus medos para descobrir segredos obscuros à espreita na história de sua família. E, quanto mais ela investiga os segredos que a casa possui, mais aterrorizantes se tornam as respostas.

Natalia Ryumina e Nick Wittmanstar estrelam a produção.

O terror será lançado em DVD e VOD no dia 13 de abril.

‘Downton Abbey 2’: Uma nova era começa no teaser da sequência; Confira!

A Focus Features divulgou o primeiro teaser da ‘Downton Abbey 2: Uma Nova Era‘.

Confira, com as imagens oficiais:

Vale lembrar que o longa estreia no dia 18 de março de 2022.

Confira o anuncio oficial da sequência:

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) será responsável pela direção.

Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O filme original foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

Laurie e Michael se enfrentam no teaser INTENSO de ‘Halloween Ends’; Confira!

A Universal Pictures divulgou o primeiro teaser do terror ‘Halloween Ends‘, que marcará a conclusão da nova trilogia.

No vídeo, Laurie Strode e Michael Myers se enfrentam em uma luta mortal.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de outubro.

Em entrevista ao SYFY WIRE, o produtor John Carpenter revelou que o terceiro filme será muito diferente dos anteriores da franquia.

“O novo filme será diferente dos outros [da franquia]. Será interessante. Dave [Gordon Green] é um ótimo diretor. Eu amo trabalhar com ele.”

Anteriormente, o diretor David Gordon Green já havia confirmado que o próximo filme será distinto: “O tom de ‘Halloween Ends’ será muito diferente dos filmes anteriores. Eu gosto de experimentar coisas novas dentro do gênero, explorando novos temas e personagens no decorrer dos filmes. Então, decidi usar abordagens diferentes para cada filme nessa trilogia.”

Vale lembrar que o próximo filme será ambientado QUATRO anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘.

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

Personagem de John Cena na adaptação de ‘Barbie’ é revelado

Durante o painel no CinemaCon 2023, a Warner Bros. Discovery exibiu um novo trailer do aguardado filme ‘Barbie‘.

O vídeo revelou novos detalhes da trama, incluindo qual será o papel do ator John Cena (‘Pacificador’) na trama. Aparecendo rapidamente no trailer, o astro interpretará o Ken Tritão. A revelação parece ter confirmado um rumor anterior, que apontava Cena como o interesse amoroso da Dua Lipa, que viverá a Barbie Sereia.

O trailer inédito ainda apresentou novas cenas de Margot Robbie como a famosa boneca, além de Ryan Gosling como Ken e outras participações.

Confira a descrição:

Barbie está na praia rosa aproveitando sua vida luxuosa com Ken, dançando a noite toda. Mas o mundo fica azedo – torradas queimadas, água fria e pés planos (este último faz ela e suas amigas gritarem). A Barbie de Robbie procura a Barbie estranha, interpretada por Kate McKinnon, que é como uma boneca de pano. A Barbie estranha diz à Barbie perfeita: “Você pode voltar à sua vida normal ou pode conhecer a verdade sobre o universo”. A música “Closer to Fine” do Indigo Girls toca durante o trailer, enquanto a Barbie de Robbie embarca em uma nova jornada que a leva ao mundo real. O CEO da Mattel Toy de Will Ferrell fica sabendo disso e fica louco com as bonecas invadindo o mundo real. Há um momento em que um cara na praia dá um tapa no traseiro da Barbie e ela o nocauteia; Ken e ela são presos.

 Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de julho.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

 

 

 

Hayden Panettiere estrelará ‘Alerta Amber’, novo SUSPENSE da Lionsgate

De acordo com o Deadline, Hayden Panettiere, que recentemente retomou sua carreira como atriz no terror ‘Pânico VI‘, foi contratada para estrelar o suspense ‘Amber Alert‘, que está sendo desenvolvido pela Lionsgate.

Tyler James Williams (‘Abbott Elementary’) também foi confirmado no elenco.

Na trama…

“Uma viagem comum se torna um jogo mortal de gato e rato. A história seguirá Jaq (Panettiere), que está ansiosa para chegar ao seu primeiro dia em um novo emprego, e seu motorista, Shane (Williams), que está apenas tentando ganhar um pouco mais com seu trabalho. Um alerta de sequestro de criança em seus telefones mudará tudo isso quando descobrirem que estão atrás de um carro que corresponde à descrição do sequestrador. Incapazes de deixar escapar um possível traficante de crianças, eles iniciam uma perseguição que colocará suas próprias vidas em risco.”

Além de dirigir, Kerry Bellessa também assina o roteiro ao lado de Joshua Oram.

O site afirma que o projeto já se encontra em pós-produção.

Joseph Restaino, Tony Stopperan e Leal Naim servem como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ator de ‘Hellraiser’ se junta ao elenco do novo terror de Adam Wingard, diretor de ‘Você é o Próximo’

De acordo com o Deadline, Drew Starkey (‘Hellraiser’) foi confirmado no elenco de ‘Onslaught‘, novo terror do diretor Adam Wingard (‘Você é o Próximo’).

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco ainda contará com Dan Stevens (‘Abigail’), Adria Arjona (‘Pisque Duas Vezes’) e o lutador brasileiro Alex Pereira.

Na trama, Arjona interpreta uma mãe desesperada que usa seus tons antigos e particulares para proteger as pessoas que ama após descobrir de uma ameaça escapou de uma secreta base militar.

Stevens dará vida a um cientista alemão que estava trabalhando no experimento que escapou.

Simon Barrett assinará o roteiro – retomando sua parceria com o diretor, iniciada com os já mencionados ‘Você é o Próximo‘ e ‘O Hóspede‘.

Barrett e Wingard também servirão como produtores ao lado de Aaron Ryder, Andrew Swett, Alexander Black Jeremy Platt.

Jon Rosenberg e Natalie Sellers atuarão como produtores executivos.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Piratas do Caribe’: Produtor acredita que Johnny Depp aceitaria estrelar novo filme

Em entrevista ao Entertainment Weekly, o produtor Jerry Bruckheimer comentou o futuro da franquia ‘Piratas do Caribe‘, confirmado que o próximo filme da saga servirá como um reboot.

No entanto, ele não descarta o retorno do ator Johnny Depp à franquia – relevando acreditar que o ator aceitaria reprisar seu icônico papel como o Capitão Jack Sparrow.

“Se [o Johnny Depp] gostar da forma que o papel dele for escrito, acredito que eu aceitaria retornar [como Jack Sparrow]. Tudo gira em torno do roteiro, como todos nós sabemos.”

Ele completa, “[O novo filme] será um reboot, mas, se fosse por mim, ele estaria de volta. Eu o amo. Ele é um ótimo amigo, um excelente artista e tem um visual único. Ele criou o Jack Sparrow. Não estava apenas na página; ele deu vida ao personagem.”

Anteriormente, rumores apontavam que a Disney estaria interessada no retorno do artista, apesar de ter cortado relação com ele após a polêmica envolvendo o julgamento com sua ex-esposa, Amber Heard, que o acusou de abuso doméstico.

Vale lembrar que a Disney havia anunciado uma expansão da franquia com dois novos filmes: um derivado estrelado por Margot Robbie e um reboot/sequência.

Segundo o DisInsider, o filme estrelado por Margot Robbie, que teria roteiro escrito por Christina Hodson (‘Bumblebee’), está em pausa e, provavelmente, não seguirá adiante.

O insider ainda destaca que o único projeto em desenvolvimento agora é uma espécie de sequência/reboot. Este novo filme traria de volta personagens importantes como Will Turner e Elizabeth Swann e o Capitão Jack Sparrow, mas em papéis reduzidos, pois o filme seguiria uma nova direção com novos personagens.

É importante destacar que tudo isso não passa de rumores.

Relembre o trailer do último filme da franquia, ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar‘:

Cinebiografia do Michael Jackson ultrapassa US$ 570 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A cinebiografia ‘MICHAEL‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 570 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa tem mantido uma excelente estabilidade nas telonas, sofrendo uma queda global de apenas -33% em comparação ao final de semana anterior – um feito impressionante, considerando a força de lançamentos recentes como ‘O Diabo Veste Prada‘ e ‘Mortal Kombat 2‘.

Atualmente, o filme segue no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$894.2M), ‘Pegasus 3‘ (US$649.9M) e ‘Devoradores de Estrelas‘ (US$638.4M).

De acordo com o Deadline, a produção tem registrado um desempenho acima de ‘Bohemian Rhapsody‘ neste mesmo período, e está a caminho de se tornar a maior cinebiografia da história do cinema. No território norte-americano, por exemplo, o longa do Rei do Pop soma US$ 240.4 milhões – superando a arrecadação total da cinebiografia do icônico vocalista da banda Queen, Freddie Mercury (US$216.6M).

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 336.8 milhões através de 82 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 577 milhões.

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 39% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a cinebiografia conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore e alcançando impressionantes 97% de aprovação do público no RT.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Michael’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

Funko divulga colecionáveis exclusivos para a D23 Expo

A marca de bonecos Funko divulgou nesta semana alguns dos novos colecionáveis que serão lançados com exclusividade na D23 Expo, o evento anual realizado pela Disney, que atualiza a imprensa e os fãs com todos os detalhes mais importantes de suas séries de TV, adaptações de quadrinhos e demais elementos que cercam o universo POP da empresa.

E para esta edição, a Funko criou modelos diferenciados dos famosos “cabeçudinhos”, trazendo personagens de ‘Star Wars, ‘Guardiões da Galáxia e até mesmo dos quadrinhos de ‘Hulk‘.

Confira:

 

 

 

 

 

 

 

 

‘Vidas à Deriva’: Sam Claflin e Shailene Woodley estão à deriva em nova imagem

O drama ‘Vidas à Deriva’, estrelado por Shailene Woodley e Sam Claflin, ganhou uma nova image.

Confira:

A produção, que será dirigida por Baltasar Kormákur (‘Evereste’) acompanha a história real de Tami Oldham (Woodley) e seu noivo, Richard Sharp (Claflin), que decidem velejar juntos ao redor do mundo, partindo do Taiti.

Ao longo da viagem, eles acabam sendo direcionados para um enorme furacão. Após ficar um período inconsciente, Tami acorda no meio do Pacífico, com seu barco em ruínas, instrumentos em situação crítica e com seu noivo desaparecido. Ela deve lutar para sobreviver, mesmo estando machucada e com poucos mantimentos.

Adrift’ foi escrito por Aaron e Jordan Kandell, os mesmos responsáveis pelo roteiro de ‘Moana – Um Mar de Aventuras’.

EXCLUSIVO! ‘American Gods’: Ricky Whittle conta tudo sobre a 2ª temporada

A 2ª temporada da aclamada série ‘American Gods‘ é uma das grandes promessas de 2019 e a jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o protagonista Ricky Whittle (Moon Shadow), durante a CCXP 2018.

Na entrevista, o astro conta todos os detalhes do novo ciclo.

Confira:


O canal Starz confirmou que o novo ano estreia dia 10 de março de 2019 nos EUA.

No Brasil, a série chega um dia depois, pela Amazon Prime.

O segundo ano enfrentou muitos problemas nos bastidores, com o afastamento dos showrunners originais, Michael Green e Bryan Fuller, e a demissão de seu substituto, Jesse Alexander. Um novo showrunner ainda não foi anunciado.

Gillian Anderson e Kristin Chenoweth já anunciaram que não retornarão para a 2ª temporada.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

American Gods‘ já está renovada para o terceiro ano.

Episódios de ‘Supergirl’ e ‘Batwoman’ sofrerão atrasos em virtude do coronavírus

Os fãs de ‘Supergirl‘ e ‘Batwoman‘ terão que esperar um pouco mais para conferir novos episódios das respectivas séries.

Em virtude da pandemia do coronavírus, que acarretou na interrupção das filmagens das produções, os capítulos finais dos ciclos atuais em exibição não puderam ser gravados.

Isso significa que, no próximo domingo (29), serão exibidos reprises de ambas as séries na emissora The CW.

De acordo com o portal ComicBook, enquanto Batwoman vai exibir ‘A Mad Tea Party’, Supergirl apresentará ‘Back From The Future Part Two’.

Os novos episódios ainda não possuem data de exibição.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série Supergirl originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Aquaman 2’: Jason Momoa faz brincadeira sobre sua dieta bizarra para o filme

As gravações da sequência ‘Aquaman 2‘ começam em breve e o astro Jason Momoa instigou os fãs em relação ao início dos trabalhos, ao fazer uma brincadeira sobre sua suposta dieta para entrar em forma.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, o também ator da série original da Apple TV+, ‘See‘, compartilhou um story em que ele e um membro da equipe técnica se deleitam com uma porção de caviar.

Ironicamente, o ator brincou sobre a situação, afirmando que essa seria a sua dieta para estrelar ‘Aquaman 2‘. Para os que não sabem, a iguaria de luxo consiste em ovas de esturjão (uma espécie de peixe) não-fertilizadas.

Confira o seu story:

Anteriormente, o protagonista Jason Momoa revelou ao Entertainment Tonight que o novo filme será majestoso.

“Há muito mais guardado em diversos níveis”, ele comentou. “[A continuação] será grandiosa. Muito maior!”.

Lembrando que Nicole Kidman, Patrick WilsonYahya Abdul-Mateen II vão reprisar seus papéis como a Rainha Atlanna, o Mestre do Oceano e o vilão Arraia Negra, respectivamente. Momoa retorna como o personagem-titular.

A atriz Amber Heard também garantiu ao Entertainment Weekly que vai retornar como Mera, após um abaixo-assinado viralizar pedindo a saída da atriz do elenco.

“Estou super animada com a quantidade de amor dos fãs e a quantidade de apreciação dos fãs que Aquaman adquiriu e que gerou tanta empolgação para Aquaman e Mera. Isso significa que significa que voltaremos. Estou tão animada para filmar a sequência.”, disse a atriz.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

Crítica | Boa Sorte, Leo Grande – Emma Thompson desperdiça seu talento em comédia com premissa sex-positive

A sexualidade feminina no auge da melhor idade por si só rende discussões indispensáveis e Boa Sorte, Leo Grande (Good Luck to You, Leo Grande) tenta surfar nessa vertente, com uma comédia sobre a feminilidade e a sensualidade de uma mulher que – teoricamente – não deveria mais desejar por essa área em sua vida. Mas ainda que as intenções sejam boas, o longa de Sophie Hyde caminha por uma rota cafona e blasé, se apropriando do talento nato de Emma Thompson para entregar uma história que se esforça demais para se provar, que de fato não nos convence.

Na trama, Nancy Stokes (Thompson) é uma mulher que viveu todo o seu casamento sob uma submissão incorreta, onde seus direitos e desejos sempre foram abafados e até mesmo negados. Agora, viúva e com seus filhos bem encaminhados, ela se compromete a tentar ter um orgasmo pela sua primeira vez na vida. Para vencer o desafio, ela recorre a um jovem michê, o que tornará o íntimo processo de autodescoberta em uma tumultuada jornada.

Como conceito, Boa Sorte, Leo Grande parece ser uma boa ideia, ao tentar expandir as discussões relacionadas à sexualidade de mulheres na casa dos 60-70 anos – que majoritariamente foram educadas desde a juventude a aceitar que a vida íntima no casamento não seria tão favorável para a mulher, como para o homem. Mas com Katy Brand entregando um roteiro simplista demais que apenas cumpre todos os itens da agenda militante, a produção não entrega a reflexão que tanto promete e ainda desperdiça a performance de Thompson, que é a única coisa realmente genuína na curta duração do longa.

Com a veterana completamente comprometida com sua personagem Nancy, ela é um sopro de vigor diante do ator Daryl McCormack, que peleja em meio à expressões faciais fracas e uma atuação medíocre e pobre, que se torna cansativa em apenas 20 minutos de filme. Fora isso, a martirização exagerada da vida conjugal não apenas subverte algo tão precioso – que é o casamento – como tenta reduzi-lo a um “erro”, sugerindo que seria impossível a mulher ser tão intimamente satisfeita nesta união, como o homem é.

Com discussões tão rasas e vazias, a comédia se torna um filme qualquer, aleatório e pouco tem a acrescentar para a audiência. Não levantando fundamentos bem pautados, a produção de Hyde perece no ar como um desperdício de reflexão e, principalmente, de entretenimento. Irrelevante para o debate e pouco engraçado, Boa Sorte, Leo Grande ainda tenta se aproveitar de uma forte cena de nudez de Thompson, que corajosamente se despede no auge dos seus 63 anos, apenas para ver sua poderosa cena se perder em um filme tão fraco, que sequer deveria ser lembrado.

Crítica | Benedetta – Entre Nudez, Sangue e Oração, a Freira Lésbica de Paul Verhoeven

Baseado no livro acadêmico Atos Impuros: A Vida De Uma Freira Lésbica Na Itália Da Renascença, de Judith C. Brown, o octogenário Paul Verhoeven cria uma sátira provocativa ao catolicismo no período da peste negra na Itália do século XVII. Com um enredo de libertinagem, corrupção e hipocrisia, Benedetta estreou no Festival de Cannes 2021. Os elementos citados são os condimentos para a exploração cômica e erótica do cineasta holandês, responsável pelos controversos Instinto Selvagem (1992), Showgirls (1995) e Elle (2018). 

Na pele da provocativa, inescrupulosa e cínica Benedetta Carlini está Virginie Efira (Um Amor Impossível). A atriz é a mistura perfeita de sarcasmo e luxúria, pontos exatos de exploração da sua imagem em tela. É preciso deixar o fato histórico de lado para envolver-se nas sequências de deboche, como uma imensa cobra em CGI (Computer-Generated Imagery) a entrar nas cavidades da irmã e imediatamente ser destroçada por Jesus (Jonathan Couzinié), personificado como um cavalheiro de branco e pronto para salvar sua esposa Benedetta

Levada para o convento por seus pais ainda menina, Benedetta é uma figura difícil de lidar. Ela sempre tem uma resposta afiada para tudo e maneja muito bem a reação alheia. Se a premissa de lesbianismo dentro de um convento pode soar ousada para o período, a forma como o caso é tratado com zombaria à igreja, é o que chama mais atenção na obra. Ou seja, o filme é uma denúncia à  hipocrisia dos dogmas religiosos que prega uma coisa, mas faz outra. 

Longe de mostrar o sexo explícito entre as atrizes, como em Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche, Paul Verhoeven explora em suas lentes os corpos de Virginie Efira e de Daphné Patakia (que vive a amante Bartolomea). O relacionamento entre as duas não aparenta ser sedutor, amoroso ou cordial. A princípio, é uma estripulia infantil, um jogo de provocação, uma penúria para, enfim, torna-se um encontro carnal em busca do prazer e poder. 

Benedetta sempre mostrou-se arredia e até mesmo lunática, ao ter sonhos acordada aos braços de Jesus, a quem ela se direciona como seu marido. A chegada de Bartolomea, uma campesina desamparada é o que desperta o desejo latente da irmã e coincide com os seus planos de ascensão ao poder como Madre Superiora. Algo completamente velado e dissimulado, o trunfo do filme é fazer o espectador, ora desconfiar, ora acreditar na freira.

Com o aparecimento dos estigmas nas mãos e pés de Benedetta, ela começa a trilhar seu caminho para a cadeira mais alta de uma mulher na igreja, ou mesmo ser consagrada Santa. Assim, começa as dúvidas, a inveja e as angústias das outras freiras. Elas não confiam que Bernadette assuma a liderança e seja a escolhida pelo Senhor. O posto cobiçado pela freira é ocupado pela soberana Felicita (Charlotte Rampling), uma das suas principais oponentes.

É triste ver o desempenho sisudo e o olhar perdido da atriz inglesa entre as cenas de galhofas, como quando ela vai ao encontro do Núncio Papal (Lambert Wilson) para revelar a informação de conjunção carnal entre duas freiras. Ela é recebida durante a refeição do religioso, enquanto sua serva visivelmente grávida dele aperta os seios e jorra leite para anunciar o parto iminente. Uma cena para despertar o riso e o absurdo, mas desproporcional a trama precedida. 

Além das cenas de encontro com Jesus e servas lactantes, a sequência mais polêmica é a utilização da imagem da Virgem Maria como um sex toy, ou seja, um brinquedo sexual entre os encontros de Benedetta e Bartolomea. Talvez Paul Verhoeven tivesse Monty Python em mente ao compor a sátira, mas ele não encontrou uma boa dosagem entre o escárnio e a denúncia. Por vezes, o tom sério ganha a impressão de filme de época, mas as motivações e ações em torno das cenas desabam para a chacota.

Benedetta poderia ser melhor se seguisse uma prerrogativa de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975) ou A Vida de Brian (1979), de Terry Gilliam e Terry Jones, respectivamente. Por outro lado, Verhoeven mistura uma seriedade na narrativa histórica, na qual os momentos cômicos soam pueris ao invés de tirada artística; e a nudez constante, que poderia ser celebrada como uma libertação da repressão religiosa, aparenta ser um desejo voyerista.

‘Creed II’: Ryan Coogler explica por que não retornou para a direção

O diretor Ryan Coogler concedeu uma entrevista à Variety para promoverPantera Negra e acabou explicando o motivo de não ter retornado para dirigir Creed 2. Segundo ele, o apego emocional com o primeiro filme afetou seu retorno, além de dizer que o projeto está em boas mãos:

‘Creed’ era sobre eu e meu pai, então é um filme que considero difícil de assistir. É difícil até pensar sobre, porque tenho muitos laços emocionais, sem falar de o quanto que me importo com as pessoas envolvidas. Tem uma questão de timing e esse filme, por qualquer razão que fosse, tinha que ser feito naquela hora. Acredito que é uma benção. É incrível que encontraram um cineasta como Steven Caple Jr., com quem fiz faculdade e tenho muito respeito e amor. Mal posso esperar para ver o que ele está fazendo”

Enquanto isso, a sequência Creed 2 ganhou um belo cartaz, desenvolvido pelo artista conceitual e fã, Bosslogic. Confira:

 

Stallone assina o roteiro da sequência. Michael B. Jordan reprisa o papel de Adonis Creed, Tessa Thompson volta como Bianca e Dolph Lundgren será Ivan Drago. Ryan Coogler, que dirigiu o primeiro filme, volta apenas como produtor. Steven Caple Jr. (‘Class’) assume a direção.

Creed 2 tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018. Fique ligado no CinePOP para novidades.

‘American Horror Story: Apocalypse’: Sarah Paulson vai interpretar duas personagens na 8ª temporada

Em uma nova entrevista ao Screen Rant, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem na 8ª temporada de ‘American Horror Story‘, que ganhou o subtitulo ‘Apocalypse‘.

Segundo a atriz, ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.

“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não”

O tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada) será lançado nos EUA dia 12 de setembro.

Confira o visual e os cartazes da nova temporada.

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter. Emma Roberts e Taissa Farmiga devem retornar.

Além disso, o ator Billy Eichner publicou uma foto do elenco reunido em seu Instagram, porém, apenas uma pessoa não foi mostrada, sendo coberta com o emoji de um fantasma e sendo chamada de “amiga(o) secreta(o)”. Especula-se que seja Jessica Lange, já que seu retorno ainda está sendo mantido em segredo. Confira:

Especula-se que a “temporada especial” trará o retorno da musa Jessica Lange, que interpretou a diabólica Constance Langdon na primeira temporada e a Suprema Fiona Goode na terceira.

Segundo a MTV, a atriz já revelou que gostaria de retornar para uma última participação na série, e esse seria o momento ideal para seu retorno.

Os fãs têm especulado há tempos que a bruxa Madison Montgomery (Emma Roberts) tem alguma ligação com o infame “cirurgião das estrelas” Charles Montgomery (Matt Ross), o médico da primeira temporada. Além deles terem o mesmo sobrenome, ambos moravam em Los Angeles. Mas nada de concreto foi estabelecido entre os dois personagens.

O anúncio abre a porta para vários astros que passaram pela primeira e pela terceira temporada, como Dylan McDermott, Kate Mara, Alexandra Breckenridge, Zachary Quinto e Gabourey Sidibe.

Crítica com SPOILERS | ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ traz aventura genérica salva pelo vilão

Caso você tenha ignorado o título, vamos ressaltar aqui novamente que essa crítica contém revelações importantes sobre a trama de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, os famosos SPOILERS. Então, se você ainda não tiver assistido e não quiser saber das principais revelações da trama, não leia este texto. Caso queira ler a crítica sem spoilers, basta clicar aqui.

Desde que foi anunciado que Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), principal vilão desta nova Fase da Marvel, seria introduzida para o público em geral no terceiro filme do Homem-Formiga, houve uma dúvida generalizada por parte dos fãs acerca dessa decisão. Recentemente, o CEO da Marvel Studios, Kevin Feige, disse que escolheu abrir a Fase Cinco com Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania para começar o novo projeto com rostos mais conhecidos do público. Apesar de mercadologicamente ser uma decisão que faz bastante sentido, narrativamente é uma escolha complicada, porque o Homem-Formiga teve sua construída na leveza e no bom humor, flertando muito pouco com a seriedade. Então, ao colocar a ameaça principal para ser Kang, o Conquistador, uma das versões mais perigosas do vilão, deveria acontecer uma mudança brusca no tom do filme. No entanto, o roteiro e a direção não souberam dosar bem essa alteração, fazendo com que o longa tenha momentos muito similares aos dois capítulos anteriores da franquia e outras partes mais sérias que não foram tratadas com o devido peso. Ou seja, é um filme sem coesão.

Outro problema grave desse filme é a escolha de vilão secundário. Não me entenda mal, a adaptação do M.O.D.O.K. ficou muito boa, mesmo com a alteração na origem do personagem. Nos quadrinhos, ele foi feito para ser um vilão bobo de aparência tosca mesmo, e nisso o filme acerta. A direção deve ter achado uma boa ideia concluir o arco de Darren Cross (Corey Stoll) – que para muitos já estava concluído há sete anos – o transformando em um vilão clássico dos quadrinhos que provavelmente não teria espaço em nenhum outro filme do MCU.

E de fato seria uma ótima ideia, mas não como coadjuvante do Kang. Isso porque a presença de M.O.D.O.K. em cena tira o peso das crueldade do vilão principal, que é o Kang. É como se a Marvel tivesse medo de deixar as maldades do seu grande malfeitor terem impacto, então colocam essa cabeça flutuante de CGI logo em seguida para tentar arrancar um riso do público. E realmente é impossível não gargalhar toda vez que essa tosqueira em forma de vilão brota na tela. Seu visual esquisitão destoa do resto. Seria uma excelente escolha para ser o vilão principal de um filme do Homem-Formiga que mantivesse a essência dos dois primeiros da saga, mas para ser o coadjuvante de um longa que busca a seriedade… Não deu certo.

Ainda no tema de vilões secundários, a participação de Bill Murray que prometia ser bem interessante se mostrou apenas uma forma de dizer que mais um ator de peso estava em uma produção do MCU, porque a verdade é que se a sequência do Lorde Krylar não estivesse no filme, não faria a menor diferença. E cá entre nós, o Bill não fez o mínimo de esforço no papel. Provavelmente o Peyton Reed devia ser muito fã dele e implorou pra Marvel deixar trabalhar com ele uma vez na vida, porque só assim para explicar essa quase participação especial do ator no filme.

É interessante ver como a Marvel popularizou essa ideia dos três vilões num filme, algo que era extremamente problemático há 20 anos, reduzindo a participação de um ou dois deles, colocando eles nos filmes apenas para ocupar uns 12 minutos de filme com uma sequência de ação genérica ou uma piadoca antes deles serem descartados.

Outro problema desse filme é algo já recorrente na franquia do herói: eles simplesmente não sabem o que fazer com a Vespa. Mesmo que a Evangeline Lilly não seja exatamente um poço de carisma, a escalação da atriz passou pela aprovação do diretor, Peyton Reed, que comanda a saga desde 2015. Parece que todo filme em que ela aparece, fica a promessa de que ela terá mais desenvolvimento na próxima aventura. Aí, quando chega, a direção segue deixando a Vespa de lado, e a personagem fica nesse marasmo de ser a personagem favorita de ninguém. E quem conhece a Vespa dos quadrinhos sabe como é triste desperdiçar uma personagem assim.

E a situação fica ainda mais incômoda quando até mesmo os pais da Hope, Hank Pym (Michael Douglas) e Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que são heróis na aposentadoria, cansados da vida de heróis, são mais interessantes e têm mais tempo de tela que uma super-heroína no auge e com suas tecnologias em dia. Só deixa mais nítido que a direção não tem a menor ideia de como usá-la.

Falando em Hank Pym, ele ganha bastante destaque neste capítulo, o que é ótimo, já que ele é um excelente personagem. E seu trabalho com as formigas permite que os insetos ganhem muito mais relevância do que no filme anterior. Ao mesmo tempo, as formigas socialistas acabam virando um artifício de escrito que só ressalta a fragilidade de roteiro. Na sede de fazer um Ultimato em miniatura, eles transformaram as formigas em soluções rápidas para conflitos.

O problema disso é que tira o peso das situações. Afinal, se der problema, é só esperar que as formigas resolvem. Na verdade, esse filme no geral convive com uma grande problemática de falta de consequência por conta dos próprios poderes do protagonista. No primeiro filme, é dito que o herói se encolhe, mas mantém a mesma resistência e densidade de seu tamanho normal. Então, ao encolher a nível subatômico, ele praticamente fica invencível às ameaças diminutas. Tanto que ele só se fere de verdade com o Kang, que não é dali. Tudo bem, isso até passa, o incômodo mesmo é ter as formigas como solução para todos os problemas. É como se o Gandalf chamasse as águias para resolver a trama de O Senhor dos Anéis em 15 minutos. Seria possível e mais fácil? Sim, mas então pra quê fazer um filme disso?

Outro problema narrativo é a divisão dos personagens em núcleos familiares. Isso geralmente funciona em filmes com grandes equipes, mas até nisso aqui o longa dá uma bola fora. A interação entre Scott, Hope e Cassie foi bem interessante na cena do carro. Enquanto isso, não pudemos ver Hank e Jan agindo como um casal. Ao dividir os núcleos entre a família Lang e a família ‘Pym Van Dyne’, o filme relegou um espaço de desenvolvimento para Hope em sua ‘nova’ família e a deixou como um estorvo para sua antiga família, já que ela mal interage de forma interessante com os próprios pais.

Mas nem só de erros vive esse filme. Como disse na crítica sem spoilers, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania não é um filme ruim, só é genérico ao extremo e desperdiça um potencial gigantesco de ser excelente. Os maiores destaques dessa aventura são o próprio Scott Lang, que vive afogado no carisma super-humano de Paul Rudd. Sério, é assustador como esse cara é talentoso e sabe usar isso a seu favor. Basta ele aparecer em tela para você comprar a ideia dele para o Scott e provavelmente dar uma risada sincera.

Em contraponto a ele, Jonathan Majors dá show como essa variante de Kang, o Conquistador. E pelas cenas pós-créditos, já foi confirmado que ele interpretará a maioria das outras versões do vilão. Também é impressionante como em aparições de segundos no Conselho dos Kangs já podemos ver trabalhos diferentes do ator para “o mesmo” personagem. Ele sabe ser inocente, sabe se impor em cena e sabe como passar a sensação de ameaça de um homem disposto a qualquer coisa por seus objetivos. É um vilão muitíssimo promissor, mesmo que tenha sido momentaneamente descartado.

Por fim, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania peca por querer ser mais do que ele é. Numa analogia completamente aleatória, esse filme é como um hambúrguer artesanal cheio de adicionais exóticos colocados por um cozinheiro inexperiente só para aumentar o preço e chamar atenção. Por mais que ele soque o máximo de ingredientes disponíveis, ainda é um hambúrguer. E, às vezes, um chef mais experiente conseguiria executar um hambúrguer muito mais gostoso e eficiente se fizesse uma receita básica de pão, carne bem temperadinha, queijo e molho. É um longa que peca pelo excesso, mas que não chega a ser uma catástrofe. Só decepciona porque tinha potencial para ser melhor.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania está em cartaz nos cinemas do Brasil.

Crítica | Till: A Luta Por Justiça – Drama Real pode dar 1ª Indicação ao Oscar a Danielle Deadwyler

Filme visto no Festival do Rio 2022.

Um dos grandes benefícios de ter um festival de cinema acontecendo na sua cidade é que o espectador tem a chance não só de assistir a filmes que, em outras circunstâncias, provavelmente não seriam exibidos na tela grande, mas, acima de tudo, o cinéfilo tem a oportunidade de ver, muitas vezes antecipadamente, a filmes com fortes chances de serem indicados às principais premiações da temporada. É assim que o longa ‘Till: A Busca por Justiça’ teve sessões emocionadas durante o Festival do Rio 2022, e já desponta como um forte indicado ao Oscar de Melhor Atriz em 2023.

Mamie Till (Danielle Deadwyler) é uma mãe com o coração apertado. Seu filho, Emmett Till (Jalyn Hall), de quatorze anos, está indo passar as férias com os primos e o tio, na fazenda em que trabalham na pequena cidade de Money, no Mississipi. Nada disso seria motivo para Mamie se sentir apreensiva, não fosse o fato de seu filho ser um rapaz preto, muito festivo, alegre, conversador, que, inconscientemente, chama muita atenção para si mesmo. Jovem e inocente, Emmett não percebe a maldade do mundo que o cerca. Quando, durante a viagem, algo terrível acontece com seu menino, Mamie se vê obrigada a tirar forças de onde nem sabia que tinha para lutar por justiça não só para seu próprio filho, mas para todas as crianças negras nos Estados Unidos no ano de 1955.

Till: A Busca por Justiça’ é desses filmes que costumam estrear na segunda metade do ano por aqui já de olho nas premiações do hemisfério norte. E o longa responde a vários requisitos para receber algumas indicações, dentre os quais o figurino, belamente composto acompanhando a década de 1950 em personagens cujo poder aquisitivo destaca o abismo do contexto social; os cenários e produção de arte, que recriam em tons solares o contexto sombrio no qual a história se encaixa, alternando apenas na última cena, quando a luz se esvai. É bem possível que a produção seja cotada nestas categorias.

Mas o carro-chefe das indicações provavelmente será Danielle Deadwyler, que desde a primeira cena demonstra que irá conduzir com sua entrega emocional as mais de duas horas de filme. A câmera da diretora Chinonye Chukwu (que atualmente andou no Top 10 da Netflix com seu ‘Clemência’, cuja crítica pode ser lida aqui) em close no rosto da atriz garante uma total imersão do espectador no sofrimento dessa mãe – até em demasia. Por mais da metade longa vemos Danielle chorar, e muito, ao ponto de gerar profundo desconforto na gente. Se por um lado isso desponta a atriz para receber indicações a prêmios, por outro gera mal estar em quem assiste a essa história inspirada em eventos reais.

Till: A Busca por Justiça’ joga luz sobre mais um triste episódio real do racismo estrutural que rege a sociedade estadunidense. Com participação bem especial de Whoopi Goldberg, que também é produtora do longa, ‘Till: A Busca por Justiça’ é um importante e potente drama que coloca o dedo bem fundo em uma ferida aberta da história daquele país, sem se esquivar de evidenciar o horror das consequências do racismo, mostrando, de maneira bem evidente, as violências ao corpo negro e seus reflexos para a comunidade, especialmente para as mães. Fica o alerta de gatilho.