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Em Home Video | Proud Mary – nem Taraji P. Henson salva

O fato de uma obra cinematográfica possuir representatividade nem sempre automaticamente a torna bem produzida em quesitos de audiovisual. É importante, mesmo que algumas sejam ruins, ter esse tipo de abordagem no cinema para que, desta forma, abram-se mais portas para investimentos nessas produções. É evidente que quando o filme/série de TV alcança o almejado e a visibilidade necessária a fim de chamar a atenção dos grandes estúdios para investir é ainda melhor.

O longa-metragem que tem direção assinada por Babak Najafi (Invasão a Londres) e roteiro de John Stuart Newman (Dirty Work), Christian Swegal (Solar) e Steve Antin (Burlesque) possui uma protagonista mulher em uma produção de ação e conta a história de Mary (Taraji P. Henson), uma assassina que trabalha para uma família do crime organizado em Boston. Ela vê a vida mudar completamente ao cruzar o caminho de um menino, quando um trabalho segue por uma rota inesperada.

A narrativa de Proud Mary é fraca. Não existe palavra para melhor resumir este filme, que parece utilizar elementos clichês do gênero ação com uma tentativa forçada de te fazer acreditar na veracidade da trama e dos personagens. É como adentrar um universo que fica o tempo todo na superfície, sem mergulhar ao fundo para buscar mais riquezas para a história. O enredo tem uma tentativa de começo, meio e fim, mas deixa o telespectador sem compreender muito bem como tudo aconteceu, já que a química e a personalidade dos personagens não tem tempo de ser construída.

Os diálogos são baseados em frases prontas, curtas e que não provocam efeito algum no público. Parece que foram escritos por alguém com pouca experiência nesta etapa de produção do roteiro. A química entre os personagens também não contribui para a trama já que a mesma não dá tempo disso se desenvolver. Tudo acontece muito rápido, dando a impressão de que não existe um histórico crível entre eles.

Se existe aquele filme na carreira de um ator em que ele participou pois precisava pagar uns boletos ou porque estava devendo um favor para um amigo, este é o de Taraji P. Henson. A atriz, que já é conhecida por papeis memoráveis como em Estrelas Além do Tempo (2016), não consegue amenizar as dificuldades de evolução do roteiro. Billy Brown como Tom e Danny Glover como Benny também de nada servem para contribuir ao longa-metragem. Ambos interpretam personagens rasos, sem muito a acrescentar e a dificuldade de criar uma identidade para com o espectador é enorme. Do outro lado, o jovem Jahi Di’Allo Winston,que dá vida a Walter, também tenta entregar mais do que lhe é oferecido pela escrita, porém, recai no estereótipo ao passar dos minutos da produção.

No quesito técnico, Najafi não oferece nada de novo ou que já não tenha sido visto antes. A direção é aquele chiclete que você está mascando há trinta minutos, já perdeu o gosto, mas você continua insistindo em masca-lo, um ciclo vicioso que dura uma hora e meia. Sem contar que existem cortes no longa-metragem que mereciam um tratamento menos bruto e mais delicadeza, o que dá a sensação de que o tempo estava acabando e precisavam finalizar o trabalho.

Para a conclusão final, Proud Mary é um filme raso que não serve nem para passar o tempo naquele dia em que o espectador não quer pensar muito. Infelizmente, nem o talento de Taraji P. Henson consegue salvar o roteiro deste fiasco completo – merecia, inclusive, um Framboesa de Ouro.

‘Operação Red Sparrow’: Assista ao novo teaser eletrizante exibido durante o Super Bowl

O thriller Operação Red Sparrow‘, estrelado por Jennifer Lawrenceganhou um vídeo inédito exibido no Super Bowl. Assista:

Na trama, Dominika Egorova (Jennifer Lawrence) é selecionada contra sua vontade para se tornar uma “pardal”- uma mulher sedutora treinada no serviço de segurança russo. Dominika aprende a usar seu corpo como uma arma, mas luta para manter o senso de si mesma durante o processo de treinamento desumanizante. Descobrindo suas habilidades em um sistema injusto, ela surge como um dos elementos mais fortes do programa. Seu primeiro alvo é Nate Nash (Joel Edgerton), um oficial da CIA que administra a infiltração mais delicada da agência de inteligência russa. Os dois jovens entram em uma espiral de atração e decepção, que ameaça suas carreiras, lealdades e a segurança de ambos os países.

O longa reúne Jennifer Lawrence com seu diretor de Jogos Vorazes, Francis Lawrence, além de Joel EdgertonMatthias SchoenaertsCharlotte RamplingMary-Louise Parker e Jeremy Irons que completam o elenco.

O filme estreia no Brasil dia 1º de Março de 2018.

‘Operação Red Sparrow’: Diretor rebate comparação com as histórias da Viúva Negra

‘Operação Red Sparrow’: Jennifer Lawrence revela que o filme a ajudou superar o vazamento de fotos íntimas

‘O Parque dos Sonhos’: Paramount divulga o primeiro trailer da animação; Assista!

A Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer da animação O Parque dos Sonhos (‘Wonder Park’), que chega ao Brasil em março de 2019. Assista:

O longa é produzido por Josh Appelbaum, André Nemec e Kendra Haaland e conta a história de um parque de diversões onde a imaginação de June, de 12 anos, ganha vida.

Jennifer Garner, Matthew Broderick, John Oliver, Mila Kunis, Kenan Thompson, Ken Jeong, Norbert Leo Butz, Brianna Denski e Ken Hudson Campbell estão no elenco dos dubladores.

BBB 22 | Filmes sobre ‘CONFINADOS’ para entrar na onda dos reality shows

Sucesso da televisão nacional há mais de 20 anos, o Big Brother Brasil começou sua nova edição. Com promessa de confusões e situações engraçadas, o reality foi importado da gringa, mas logo se tornou um fenômeno fazendo dele o Big Brother com maior engajamento do público no mundo. Pensando nisso, CinePOP separou alguns filmes nos quais os personagens também estão confinados ou sob a vigia de um “grande irmão” para você entrar no clima dos reality shows. Confira!


1984

Adaptação da obra homônima de George Orwell – que inspirou a criação do Big Brother, inclusive – esse filme conta a história de um funcionário estatal que trabalha reescrevendo a história para sob a ótica de um governo que monitora e controla a população por meio de câmeras e monitores espalhados por todo canto. Porém, quando ele se apaixona por uma colega de trabalho, algo proibido pelo governo, ele vai passar a compreender melhor sua real situação.

Jogos Vorazes 

Num futuro distópico, 12 distritos coexistem sob um governo que privilegia os ricos e explora os pobres – será que é distópico assim? -, fazendo com que a elite tenha muita diversão enquanto o proletariado apenas sobreviva. Anualmente, eles fazem um evento no qual dois jovens de cada distrito são escolhidos para irem a uma arena onde duelarão entre si até a morte. Os vencedores deixam a vida miserável e se tornam celebridades, mas para sobreviver, além de matar os outros, os participantes vão precisar conquistar o público para receber ajuda e mantimentos.

O Show de Truman

Clássico moderno, esse filme conta a história de Truman, um rapaz comum que trabalha, tem esposa e sonha com uma vida melhor, apesar de nunca efetivamente fazer alguma coisa para mudar. No entanto, chega um momento em que ele começa a reparar em coisas estranhas acontecendo ao seu redor. Encucado com esse mistério, ele começa a investigar e descobre que sua vida é um grande reality show, que começou quando ele ainda era um bebê. Será que ele vai conseguir escapar e enfim ver o mundo real?

Matrix

Outro clássico dos anos 90, Matrix conta a história de um rapaz comum que começa a receber mensagens de seu computador e acaba descobrindo que sua realidade não passa de uma simulação feita por máquinas que conquistaram a humanidade. Assim, ele é convocado por um grupo de rebeldes a explorar seu real potencial, já que ele é considerado “O Escolhido”, para ajudá-los a derrotar essas máquinas e trazer o mundo para a vida real novamente.

Nerve: Um Jogo Sem Regras

Um novo aplicativo é sucesso entre os jovens. Nele, você aceita missões e desafios que outras pessoas fazem e, se cumpri-los, seus likes, visualizações e dinheiro aumentam. Assim, várias pessoas começam a sair pelas ruas fazendo idiotice pra ganhar uma graninha. Nesse contexto, uma jovem excluída de um colégio decide entrar nele, se tornando um sucesso na internet sem nem entender muito bem a dimensão que ela tomou. Agora, ela deve se aliar a um desconhecido para tentar sair desse jogo monitorado 24h por dia com vida.

 

Menção honrosa:

Jogador N°1

Ok, apesar de não ser sobre um reality show ou mostrar pessoas monitoradas 24h por dia, esse filme traz um jogo virtual que toma muito tempo da vida de seus jogadores. Na trama, um videogame é sucesso mundial e ocupa a vida de praticamente todo mundo. Quando seu criador morreu, ele escondeu três easter eggs que, se coletados, dariam as ações da empresa a quem encontrasse todos. Assim, um jovem humilde viciado na plataforma vai se unir aos amigos para tentar encontrar os eggs e vai precisar da ajuda do mundo para derrotar um diretor da companhia rival que queria tomar o jogo para si.

Crítica | A Princesa e a Plebeia 3: As Vilãs Também Amam – 3º Filme da Franquia Foca na Personagem Mais Legal da Trama

Desde o primeiro ‘A Princesa e a Plebeia’, lançado no fim de 2018, o público infantojuvenil e jovem que é apaixonado por filmes de Natal tem sido presenteado anualmente com uma nova sequência desta que já se tornou uma franquia natalina de sucesso na Netflix. Entretanto, depois que o mote do primeiro filme se esgotou com a troca da princesa e da plebeia, o surgimento de uma vilã cheia de malícia foi o que deu uma revigorada na trama. Tanto que agora a terceira sequência é toda centrada nela, e chegou este mês na Netflix sob o nome ‘A Princesa e a Plebeia: As Vilãs Também Amam’.

O Natal desse ano em Belgravia terá uma participação especial: a Estrela da Paz, uma relíquia importantíssima que a igreja confiará à duquesa de Montenaro para a celebração de fim de ano. Porém, logo após sua chegada, a relíquia desaparece do cofre do palácio, e a princesa Margareth (Vanessa Hudgens) e Stacy (Vanessa Hudgens) terão que bolar um elaboradíssimo plano para recuperar o objeto, e isso envolverá pedir a ajuda de Fiona Pembroke (Vanessa Hudgens), a prima má que, desde o filme anterior está fazendo serviço comunitário para cumprir sua pena por ter tentado roubar o trono. Porém, dever favor à Pemmie poderá trazer consequências para o reino, especialmente quando ela insiste em trazer os serviços do ex-agente secreto Peter Maxwell (Remy Hii) para a ação, mesmo ele sendo nem um pouco confiável.

Definitivamente, o maior acerto em ‘A Princesa e a Plebeia: As Vilãs Também Amam’ é finalmente dar espaço suficiente para a personagem Fiona se desenvolver – ela que roubou a cena no segundo filme da franquia e permitiu que Vanessa Hudgens mostrasse uma faceta bem mais desenvolta em sua carreira. E, claro, o público ficou ansioso por um pouco mais de história sobre a prima má, e é disso que se trata este terceiro longa, que traz um gostinho de como Fiona se tornou especialista em malvadezas, com direito a cenas estilo ‘Missão Impossível’ e coreografia seduzente de um tango editadas e montadas em ritmo alucinante.

Apesar de centrada na vilã (e do título em português que dá spoiler), o roteiro de Robin Bernheim baseado nos personagens de Megan Metzger traz um tom bem mais infantil à trama, colocando os coadjuvantes de Fiona como personagens caricatos bobaloides. Entretanto, a magia do Natal permanece como o centro da produção, preenchendo cada cena com muita luz e figurinos glamurosos em um cenário belíssimo oriundo do imaginário nórdico de uma noite feliz de Natal.

Se por um lado a franquia ganha com o background da personagem mais legal, por outro o filme muda o tom e foca em outro público, o que torna seu objetivo irregular. Com pouco romance e muitos looks fashions que faz a gente querer renovar o guarda-roupa, ‘A Princesa e a Plebeia: As Vilãs Também Amam’ é um entretenimento bem tranquilo para a família toda assistir no final de semana do Natal.

‘Detetive Pikachu’: Quantidade de Pokémon presentes no filme é revelada

Muitos fãs estão ansiosos para conferir uma vasta gama de Pokémon na abordagem fotorrealista de ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘. Pelo visto, segundo a produtora Mary Parent, haverá ao menos 60 Pokémon distintos no filme recebendo animação e texturas de alta qualidade em entrevista ao site Pokémon.com.

“Desde o início, nossa ideia é que a animação tenha a maior qualidade possível. Essas criaturas realmente precisam parecer como se estivessem ao seu lado no mundo real e esse será o sucesso deste filme.”

Recentemente, ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘ ganhou novas imagens promocionais. No caso, a coleção do jogo de cartas inspirado no filme mostra mais detalhes de outras criaturas que aparecerão no filme.

Confira:

De acordo com o ComicBook, a Warner Bros. já começou a desenvolver a sequência do aguardado ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘ antes mesmo de sua estreia. O site afirma que Oren Uziel (‘Anjos da Lei 2‘) foi contratado para escrever o roteiro.

O primeiro trailer do longa surpreendeu com a boa recepção do público ao se tornar um dos mais assistidos de 2018 – com mais de 60 milhões de visualizações –, o que explica a confiança do estúdio.

O filme foi dirigido por Rob Letterman, que coescreveu o roteiro com Nicole Perlman.

“Harry Goodman desaparece misteriosamente, e isso leva seu filho de 21 anos, Tim, a ter que descobrir o que aconteceu. Entra na investigação também o antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu – um super-investigador hilário, muito fofo e que faz a gente morrer de rir. Ele é um quebra-cabeças até para si mesmo!

Ao descobrir que conseguem se comunicar entre eles, Tim e Pikachu se tornam parceiros relutantes numa jornada arrepiante para desvendar o intrincado enigma. Ao seguirem pistas pelas ruas neons de Ryme City – uma moderna cidade onde humanos e pokémons vivem em harmonia em um mundo hiper realista na versão live action -, os dois encontram uma diversidade de pokémons pelo caminho, e acabam descobrindo uma terrível ameaça que pode destruir a harmonia com que esses dois povos vivem e pode até mesmo destruir por completo o universo Pokémon!”

Ryan Reynolds dublará o personagem-título. Justice SmithKathryn Newton, Karan Soni Ken Watanabe completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

‘3 From Hell’: Novo pôster estampa o trio de ‘Rejeitados pelo Diabo’; Veja!

O terror ‘3 From Hell‘ ganhou um novo pôster oficial.

Confira:

Escrito e dirigido por Rob Zombie, o longa é uma sequência de ‘Rejeitados pelo Diabo‘ e ‘A Casa dos 1000 Corpos‘.

Após um encontro brutal com a polícia, Otis, Baby e Spaulding conseguem sobreviver à rajada de balas. Sua recuperação “satânica” os leva para a cadeia, mas uma fuga inevitável libera o trio de volta ao mundo.

Sid Haig, Bill Moseley e Sheri Moon Zombie retornam. O elenco ainda conta com Daniel RoebuckDavid UryBill Oberst Jr., Sean WhalenKevin Jackson, Pancho MolerClint HowardKevin JacksonAustin StokerDee WallaceJeff Daniel PhillipsRichard RiehleDot-Marie Jones e Tom Papa.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 16 de setembro. No Brasil, segue sem previsão de estreia.

Quem poderia interpretar [SPOILER] na sequência de ‘Sonic – O Filme’?

Cuidado: spoilers à frente.

O final de ‘Sonic – O Filme’ trouxe duas cenas pós-créditos – e uma delas buscou expandir a mitologia já apresentada no live-action ao trazer outro conhecido personagem do panteão dos jogos para as telonas: Tails.

A raposa atravessou um portal nos últimos momentos da produção, procurando pelo personagem-título. E, apesar de ter sido dublada por Colleen O’Shaughnessey na rápida sequência, é possível que os estúdios Paramount optem por um nome de maior peso para viver o personagem na próxima iteração.

Com isso, o site ScreenRant separou uma lista com os possíveis atores e atrizes que poderão viver Tails.

Confira abaixo a matéria:

GATEN MATARAZZO

Gaten Matarazzo é uma das jovens estrelas da adorada série Stranger Things, que também serviu de impulsão de carreira para nomes como Millie Bobby Brown e Finn Wolfhard também. Entretanto, apesar de ter conquistado o coração do público ao viver o adorável Dustin, o ator participou apenas da dublagem de Angry Birds 2’ – e ele seria perfeito para viver Tails em Sonic 2.

THOMAS MIDDLEDITCH

Thomas Middleditch é conhecido por uma série de programas de TV e filmes – conhecido mais por seu papel na aclamada Silicon Valley. Seu timing cômico e sua voz imediatamente reconhecível seriam uma adição incrível para o elenco do próximo longa-metragem, além do fato dele ser grande amigo de Ben Schwartz (dublador oficial do Sonic).

ALISON BRIE

Ganhando fama por sua interpretação na comédia GLOW, Alison Brie ascendeu à fama e agora pode ser vista em inúmeras produções de grande calibre, incluindo Uma Aventura LEGO, BoJack Horseman e o recente longa-metragem Entre Realidades. Sua personalidade cândida (e um pouco bizarra) poderia acrescentar um elemento surpreso para a construção de Tails, trazendo carisma e mais agilidade ao longa.

ZACH CALLISON

Zach Callison é um jovem ator conhecido por seu trabalho em Steven Universe. Ele também participou de obras como The Goldbergs e Sofia the First. Seu talento já foi nos mostrado diversas vezes e provou que merece um papel de destaque em uma produção de calibre blockbuster – o tipo de talento que a Paramount busca.

KATE MICUCCI

Kate Micucci é uma talentosa atriz, comediante e musicista. Ela já trabalhou ao lado de Schwartz no reboot de Ducktales e também interpreta Sadie em Steven Universe.  Apesar de suas fantásticas habilidades, ela normalmente dá vida a papéis secundários ou com aparições rápidas – e, caso fosse chamada para interpretar Tails, poderia incrementar a raposa com um brilhantismo e uma empatia incríveis

WILLIAM JACKSON HARPER

O icônico ator já provou sua capacidade de nos emocionar e nos envolver com uma atuação impecável em The Good Place, que há algumas semanas chegou ao seu series finale. William Jackson Harper também participa de Midsommar e O Preço da Verdade, também nos mostrando mais de uma vez sua versatilidade performática. Apesar de não ter uma voz tão “afetada” quanto a das outras escolhas, Harper poderia imprimir uma nova e interessante perspectiva para Tails.

KRISTEN SCHAAL

Kristen Schaal é outra incrível atriz de projetos animados e live-actions. Sua fenomenal atuação estende-se desde a infanto-juvenil Gravity Falls até a adulta ‘Bob’s Burgers’, tendo uma experiência gigantesca com variedade inenarrável de dublagem – colocando-a no topo da lista para viver a personagem nas telonas.

 

O filme teve uma estreia sólida nos cinemas arrecadando US$ 68 milhões no final de semana estendido nos EUA, o longa quebrou o recorde de MAIOR estreia para uma adaptação de videogame no país, superando o lançamento de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 54.3m).

Além disso, a produção se tornou a quarta maior estreia no feriado do Dia do Presidente.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 43 milhões através de 40 mercados, incluindo o Brasil (onde o filme faturou US$ 3 milhões), totalizando uma estreia global de US$ 111 milhões.

Por fim, o público deu ao longa uma nota A, o que deve garantir a boa estabilidade da produção nas próximas semanas.

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

 

‘Echo 3’: Apple encomenda nova série do roteirista de ‘A Hora Mais Escura’

Segundo o SlashFilm, o roteirista Mark Boal, conhecido por seu trabalho em obras como A Hora Mais EscuraGuerra ao Terror, assinou contrato com a Apple e vai desenvolver uma nova série intitulada ‘Echo 3’.

Composta por dez episódios, a obra gira em torno de dois homens em busca de uma mulher que desapareceu na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela.

Boal entra como co-showrunner ao lado de Jason Horwitch.

A série é uma adaptação da aclamada série de televisão israelita ‘When Heroes Fly’, que contou a história de quatro veteranos da Guerra do Líbano que se reuniram para uma missão na Colômbia.

As gravações serão realizadas com diálogos em inglês e em espanhol. Ainda não se sabe quando a produção terá início ou quando chegará ao serviço de streaming.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Pré-sequência de ‘Alice no País das Maravilhas’ e ‘Peter Pan’ com Angelina Jolie ganha pôster oficial

‘Alice e Peter – Onde Nascem os Sonhos’ (Come Away), pré-sequência de Alice no País das MaravilhasPeter Pan estrelada por Angelina Jolie, ganhou seu pôster oficial.

A Imagem Filmes lança a fantasia por aqui dia 18 de Fevereiro de 2021.

Confira, com o trailer:

O filme é a estreia diretorial em live-action de Brenda Chapman (Valente).

Em Come Away, antes de Peter se tornar Pan e Alice visitar o País das Maravilhas, eles eram irmãos que viviam em uma idílica casa de campo com seus pais e seu irmão mais velho. Após a trágica morte do irmão, Alice (Keira Chansa) e Peter Pan (Jordan Nash) decidem ajudar seus pais, Rose (Jolie) e Jack (David Oyelowo) a superarem a dor dessa perda tão traumática.

Marissa Kate Goodhill assina o roteiro.

‘Star Trek: Strange New Worlds’ terá o mesmo formato episódico da série original

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o roteirista e produtor Akiva Goldsmith falou sobra as vindouras temporadas dos inúmeros shows de Star Trek – e focou especialmente na aguardada produção ‘Strange New Worlds’.

“Será diferente dos outros shows por ser realmente episódico. Se você pensar na série original, tinha um tom mais liberal – não digo em termos políticos, mas sim de fluidez. Por exemplo, Robert Bloch às vezes escreveria um episódio de terror. Ou Harlan Ellison levaria ‘City on the Edge of Forever’ para um forte sci-fi. E então teríamos episódios cômicos, como ‘Shore Leave’ ou ‘The Trouble With Tribbles’“.

Ele continua: “então [o co-showrunner] Henry Alonso Myers e eu estamos tentando entregar isso. Ficamos bastante enamorados com uma história serializada. E estou falando com você dos bastidores, onde estamos rodando ‘Picard’, que é profundamente serializado. Mas ‘Strange New Worlds’ será mais uma aventura da semana com arcos de personagens serializados”.

Babs Olusanmokun (‘Black Mirror’), Christina Chong (‘Tom e Jerry’), Celia Rose Gooding (‘Jagged Little Pill’), Jess Bush (‘Skinford’) e Melissa Navia (‘Billions’) foram recentemente escalados para a produção. O grupo se junta aos já confirmados Anson Mount como o Capitão Christopher Pike; Rebecca Romijn como Número Um; e Ethan Peck como o Oficial de Ciência Spock.

Confira o primeiro teaser abaixo:

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.

Relembre o último lip sync da 6ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

A 6ª temporada do reality show RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off da premiada competição RuPaul’s Drag Race’, terminou nesta última semana e, para lembrar o último episódio, a página oficial do programa no YouTube divulgou um vídeo promocional para relembrar o lip sync das quatro finalistas.

As queens dublaram a elogiada canção “Stupid Love”, de Lady Gaga.

Confira:

Lembrando que Kylie Sonique Love, que já havia participado da 2ª temporada da série principal, foi coroada a campeã, fazendo história ao se tornar a primeira mulher transsexual e a primeira participante old school a conseguir tal feito no reality.

A nova temporada também trouxe no elenco A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).

Leia o roteiro de ‘Homem-Aranha – Sem Volta para Casa’ GRATUITAMENTE na internet

Ótimas notícias para os fãs de ‘Homem-Aranha’!

Deadline disponibilizou gratuitamente hoje (26) o roteiro oficial de ‘Sem Volta para Casa’, terceiro filme da franquia estrelada por Tom Holland como o personagem titular.

O roteiro em questão carrega o título de produção ‘Serenity Now’, e foi assinado por Chris McKenna e Erik Sommers.

Você pode conferir o documento clicando aqui!

Durante uma entrevista para a Variety, Sam Raimi, o diretor da trilogia original do ‘Homem-Aranha‘, revelou como reagiu ao rever Tobey Maguire reprisando seu papel como Peter Parker no novo filme do Cabeça de Teia.

Enquanto promovia ‘You’re Dead Hélène’, um curta indicado ao Oscar e produzido por ele, Raimi também comentou sobre as performances de Willem Dafoe e Alfred Molina, intérpretes do Duende Verde e do Dr Octopus, respectivamente.

“Eu amei ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘. Foi muito divertido, e o público com quem eu estava foi à loucura. Foi muito gratificante ver Alfred e Willem desempenhando seus papéis. Esses caras levaram seu personagens a outros níveis. E Tobey estava incrível, como sempre. Se eu pudesse definir esse filme em uma palavra, seria ‘revigorante’.”

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Crítica | Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é o filme DEFINITIVO do Cabeça de Teia 

Sequência direta de ‘De Volta para Casa‘ e ‘Longe de Casa‘, ‘Homem-Aranha 3: Sem Volta para Casa‘ mostrará os novos conflitos de Peter Parker. Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Os Melhores Videoclipes de 2022 (Até Agora)

Junho está chegando ao fim e, como é de costume aqui no CinePOP, começamos a preparar diversas listas especiais ranqueando o suprassumo de 2022 até agora.

E, para finalizar nossas matérias musicais, preparamos um ranking selecionando os dez melhores videoclipes lançados até agora – desde a explosão celebratória de “Vegas”, música original da cinebiografia ‘Elvis’ assinada por Doja Cat, até a divertida e ácida viagem de “This Hell”, performada pela incrível Rina Sawayama.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu clipe favorito:

10. “BOYS DON’T CRY”, Anitta

Para promover ‘Versions of Me’, seu mais recente álbum de estúdio, Anitta apostou fichas em um retorno pragmático ao synth-pop e pop-rock dos anos 1980 – aproveitando para canalizar esforços para o divertido videoclipe de “Boys Don’t Cry”. Unindo-se a Christian Breslauer, Anitta comandou uma jornada mimética que prestou homenagens a diversos clássicos da indústria do entretenimento, desde ‘Os Fantasmas se Divertem’‘Harry Potter’ até a icônica “Thriller”, de Michael Jackson.

9. “VEGAS”, Doja Cat

Com o videoclipe de “Vegas”, música original da cinebiografia ‘Elvis’, Doja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca nesse clipe dirigido por child..

8. “AS IT WAS”, Harry Styles

smash-hit “As It Was”lead single do mais recente álbum de Harry Styles‘Harry’s House’, não se tornou um sucesso ao redor do mundo apenas pela ótima canção, mas também por um coeso e aventuresco videoclipe marcado pelo uso explosivo de múltiplas cores e uma afeição pela dança contemporânea que já virou marca da carreira do cantor. O clipe, comandado por Tanu Muino, pega elementos emprestados de “Take on Me”, da banda a-ha, e cria uma narrativa sobre um relacionamento que passa por altos e baixos.

7. “SAOKO”, ROSALÍA

“SAOKO” com certeza é uma das músicas mais bizarras que você já ouviu – e só poderia ter sido performada por ROSALÍA. O single de ‘MOTOMAMI’, seu terceiro álbum de estúdio, veio acompanhado de um incrível videoclipe comandado por Valentin Petit, na cidade de Kyiv, Ucrânia. Na obra, Petit utilizou técnicas de chroma-key para gestar uma narrativa absurda que faz alusões a produções como ‘Spring Breakers’‘Street Fighter’‘Anjos Caídos’, acompanhada por figurinos incríveis e uma paleta de cores propositalmente conflitante.

6. “THIS HELL”, Rina Sawayama

Dando início a sua próxima era, Rina Sawayama lançou o lead single “This Hell” e, recentemente, protagonizou o videoclipe oficial, dirigido por Ali Kurr. Na divertida e envolvente produção, Rina participa de uma cerimônia matrimonial com outras duas pessoas e enfrenta preconceituosos através de muita música e dança – e de passos que remetem aos anos 1970, enquanto os exuberantes figurinos dialogam diretamente com sua identidade artística.

5. “BOYFRIEND”, Dove Cameron

Há algo de bastante familiar e, ao mesmo tempo, original sobre o videoclipe de “Boyfriend”, comandado por Lauren Sick. A estética urbana e quase futurista da produção e se concilia com a história discorrida e com a composição de Dove Cameron, que apresenta um novo lado de sua carreira. Sexy, soberba e intensa, a obra mereceu entrar para nossa lista e, caso você ainda não a tenha assistido, tenho certeza de que irá se surpreender.

4. “OUT OF TIME”, The Weeknd

Além de ter lançado um dos melhores álbuns da carreira em 2022, Abel Tesfaye, ou, como o conhecemos, The Weeknd, também trabalhou consideravelmente na estética visual de ‘Dawn FM’. O videoclipe de “Out of Time”, dirigido por Cliqua, expande as incursões metalinguísticas arquitetadas pelo disco e discorre sobre um relacionamento ilusório que termina com um gancho inesperado e a presença marcante de Jim Carrey – tudo engolfado em uma sóbria paleta de cores e uma elegante condução imagética.

3. “HOLD MY HAND”, Lady Gaga

Que Lady Gaga sabe como compor baladas incríveis já não é mais surpresa para ninguém – e sua escalação inesperada para o elogiado ‘Top Gun: Maverick’ arrancou da artista a incrível arena-rock “Hold My Hand”. Comandado por Joseph Kosinski, o videoclipe é interpolado por cenas do filme e traz Gaga usando a jaqueta oficial de Tom Cruise na obra, além de posar à frente de um avião de caça com seu nome e tocar um piano de cauda em plena pista de pouso.

2. “FILS DE JOIE”, Stromae

Stromae retornou com força para o mundo da música com o lançamento de ‘Multitude’ e, obviamente, um álbum tão importante para sua carreira quanto este viria acompanhado de ótimos videoclipes. Um deles é “Fils de Joie”, uma investida narrativa simples e grandiosa ao mesmo tempo, que aposta na melancolia de uma sociedade hipócrita e em no belíssimo cenário superssimétrico de Bruxelas.

1. “KING”, Florence + The Machine

Autumn de Wilde já tinha revelado suas incríveis habilidades artísticas há alguns anos, quando comandou a belíssima e instigante adaptação de ‘EMMA.’, estrelada por Anya Taylor-Joy. Agora, unindo forças com o icônico ato Florence + The Machine, ambas deram vida a uma era irretocável intitulada ‘Dance Fever’.

De Wilde comandou todos os videoclipes promocionais do novo álbum de Florence – e escolher entre obras tão impecáveis não foi um trabalho fácil. Dessa maneira, escolhemos “King” para ocupar o primeiro lugar da nossa lista: a produção é um embate engendrado entre presente, passado e futuro, ambientada em um cosmos fantasioso, um corpo de baile incrível e uma fotografia evocativa que dialoga com um proposital anacronismo narrativo.

‘La Brea’: Episódio de reestreia da 2ª temporada ganha trailer oficial e data de exibição; Confira!

A NBC divulgou a promo oficial do 8º episódio da 2ª temporada da série de ficção científica ‘La Brea‘, intitulado “Stampede”.

O capítulo marca a reestreia do mais recente ciclo, agendado para o dia 31 de janeiro de 2023.

Confira:

Uma aventura épica começa quando um buraco enorme se abre no meio de Los Angeles, puxando centenas de pessoas e edifícios para suas profundezas. Aqueles que caíram encontram-se em uma misteriosa e perigosa terra primitiva, onde eles não têm escolha a não ser se unir para sobreviver. Enquanto isso, o resto do mundo busca desesperadamente entender o que aconteceu. Na busca por respostas, uma família dilacerada por este desastre terá que desvendar os segredos desse evento inexplicável para encontrar um caminho de volta para o outro.

O elenco é composto por Natalie Zea, Zyra Gorecki, Chiké Okonkwo, Eoin Macken, Jack Martin e Jon Seda.

‘Gotham Knights’: Pistas misteriosas e descobertas enervantes na sinopse oficial do 8º episódio; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial do oitavo episódio de Gotham Knights, intitulado “Belly of the Beast”.

Na trama, “uma série de pistas misteriosas leva Turner e Duela a uma das reuniões secretas da Corte. Enquanto isso, Stephanie descobre que o vício de sua mãe é pior do que imaginava, e pede ajuda ao pai, Arthur. Por fim, um lapso no tempo leva Harvey a fazer uma descoberta enervante”.

O capítulo vai ao ar no dia 09 de maio.

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca Marchm e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

‘Camaleões’: Thriller criminal com Benicio del Toro, Justin Timberlake e Alicia Silverstone ganha mais um cartaz INÉDITO; Confira!

Netflix divulgou mais um cartaz inédito de Camaleões (‘Reptile’), thriller criminal estrelado por Benicio del ToroJustin TimberlakeAlicia Silverstone.

A produção chega à plataforma de streaming em 06 de outubro.

Confira, junto ao trailer:

Grant Singer faz sua estreia diretorial com o filme, além de co-assinar o roteiro ao lado de Del Toro e Benjamin Brewer.

Na trama, um detetive da Nova Inglaterra trabalha para solucionar o assassinato de um corretor de imóveis e, como resultado do caso, passa por uma reflexão sobre si mesmo.

Michael PittAto EssandohKarl GlusmanSky FerreiraEric BogosianDomenick LombardozziFrances FisherMatila LutzOwen TeagueCatherine Dyer e outros completam o elenco.

‘X-Men ’97’ estreia ESTA SEMANA no Disney+!

A aguardada animação X-Men ’97’ chega esta semana ao catálogo do Disney+.

A produção, que funciona como um revival da clássica X-Men: A Série Animada’, estreia na plataforma de streaming no dia 20 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Beau DeMayo, que foi afastado do projeto em virtude de polêmicas envolvendo sua conta no OnlyFans.

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Lembrando que a 2ª e a 3ª temporada já estão em desenvolvimento.

Uma nova aventura COMEÇA no divertido trailer de ‘Sonic 3’; Confira!

Sonic 3‘ já se tornou um dos filmes mais aguardados dos próximos meses e, agora, a Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer da sequência.

Confira:

DUBLADO

LEGENDADO

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Sonic retorna às telonas nessa temporada de férias em sua aventura mais emocionante até agora. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta. 

Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.

Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la

Apesar da trama não ter sido revelada, a continuação irá contar com o anti-herói Shadow the Hedgehog, que marcou presença na cena pós-créditos do segundo filme.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Membros de um clube de jardinagem se envolvem num ASSASSINATO em trailer inédito de série…

NBC divulgou o trailer inédito de Grosse Pointe Garden Society, drama de assassinato no estilo ‘Desperate Housewives’.

A produção tem estreia agendada para o dia 23 de fevereiro, ainda sem confirmação de chegada ao Brasil.

Confira:

A série foi criada por Jenna BansBill Krebs.

Quando quatro membros de um clube de jardinagem suburbano se envolvem num assassinato escandaloso, eles são forçados a enterrar o corpo – nos seus próprios canteiros de flores bem cuidados. Neste novo e suculento drama, todo mundo tem sujeira… Mas alguns segredos nunca ficam enterrados.

O elenco protagonista é formado por AnnaSophia Robb (‘The Carrie Diaries’), Melissa Fumero (‘Brooklyn Nine-Nine’), Aja Naomi King (‘How to Get Away with Murder’) e Ben Rappaport (‘Mr. Robot’).

Artigo | Como ‘Barbie’ se baseou na filosofia árabe para falar sobre governos falhos e autoritários

Há dois anos, Greta GerwigMargot Robbie faziam história ao unirem forças para o aclamado live-action Barbie – que não apenas superou todas as nossas expectativas, como tornou-se um sucesso de arrecadação e de crítica, além de ter conquistado oito indicações ao Oscar.

Baseada na famosa franquia de brinquedos lançada pela Mattel, a narrativa convida o público a conhecer a Barbieland, um país fictício e fora da realidade como a conhecemos em que todas as múltiplas variantes da boneca vivem, bem como outros personagens que fazem parte do mesmo universo – como Ken, Allan e Midge. O enredo principal acompanha a versão mais famosa de Barbie, interpretada por Robbie, que se vê compelida a sair de sua terra natal quando eventos estranhos a arrancam de uma perfeição intangível – permitindo que ela comece a vivenciar emoções humanas como a frustração, a tristeza, a raiva e a monotonia. Ao lado de seu companheiro Ken, cuja versão protagonista é interpretada por Ryan Gosling, ela cruza a barreira entre a ficção e a realidade para descobrir o que está acontecendo e como ela pode recuperar a própria vida.

O filme trouxe à tona inúmeras questões importantes, lançando-se a questões sobre feminismo, disparidade de gênero e até mesmo capitalismo predatório – porém, um dos temas que aparece pela estrutura do projeto, ainda que de maneira mais indireta, refere-se à Cidade Excelente, termo cunhado pelo filósofo árabe Al-Farabi, que viveu em meados do século XII. Através de releituras das obras de Platão, em especial a República, ele disserta sobre a existência humana e de que forma os indivíduos podem utilizar suas capacidades para encontrar a felicidade – em que as cidades, em si, deve “guiar-se pela busca da sabedoria, ao preço de, se não o fizerem, arruinarem a si mesmas e a seus habitantes”.

Segundo Al-Farabi, um único ser humano não tem a capacidade de suprir as próprias necessidades e, dessa maneira, faz-se necessário que participe de um coletivo para que as múltiplas e diversas habilidades confluam em harmonia. Assim, essa jornada de aperfeiçoamento culmina na excelência em si, em que tal agrupamento, caso “bem organizado e bem dirigido” (a cidade em si), permite que o humano caminhe em direção à felicidade e à completude, sejam elas como for.

Todavia, é importante destacar que, para que a cidade insurja como meios para esse fim específico de plenitude, ela precisa de um governante que utilize de valores como justiça, amor e sabedoria, por exemplo, para que não desvie os humanos em caminhos a uma pseudo-felicidade. Destarte, Al-Farabi divide os próprios conceitos entre as chamadas cidades excelentes (que levam à felicidade em si) e as cidades desviadas (que guiam os humanos a direções errôneas).

A cidade excelente, em si, não se configura como uma utopia, e sim como uma arquitetura mais palpável. A utopia é inatingível, enquanto a cidade excelente pode ser traçada ao início, ao momento em que a existência é como tal, uma existência primordial caracterizada pela autossuficiência e pela impossibilidade de uma existência anterior a ela. Partindo desse princípio, as cidades excelentes é una e completa em si, não se deixando levar pelas paixões e pelos instintos, mas sim pela trajetória de aperfeiçoamento de seus habitantes e de que forma agem para que atinjam o objetivo da felicidade, prezando pelo desenvolvimento dos humanos. E, dentro dessa arquitetura, é possível que diferentes habitantes estejam na mesma cidade (espiritual), ainda que em lugares e tempos distintos.

Em contraposição às cidades excelentes, Al-Farabi delineia uma gama de cidades contrárias que se dividem em: “a cidade ignorante, a cidade depravada, a cidade errática e a cidade desorientada”.. Grosso modo, a cidade ignorante comporta os habitantes (ou existentes) que desconhecem a felicidade e que nem ao menos sabem que podem alcançá-la através da própria cidade e de seu governante ou de seu grupo de governantes; a depravada, por sua vez, engloba as ações dos habitantes que se assemelham às cidades ignorantes, ainda que desfrutem das opiniões das cidades excelentes; a errática, outrora compartilhando das ideias e das ações das cidades excelentes, foi bombardeada com opiniões externas que mudaram o conceito da cidade em si e foram transmutadas em um tortuoso caminho que leva os existentes a um caminho diferente da felicidade; e, por fim, a desorientada traz o governante como um símbolo falso de inspiração, cujos motivos e objetivos podem ser usados para “falsificações, imposturas e ilusão”, deturpando a ideia da felicidade e induzindo os habitantes a uma realização equivocada.

Para além das delineações acerca das cidades contrárias às excelentes, Al-Farabi também discorre sobre a caracterização dos habitantes dessas cidades, explorando de que forma a pseudo-felicidade ou a falta de conhecimento dela existe em detrimento do que é a verdadeira felicidade. E, a partir das análises feitas pelo pensador, é possível associar esses conceitos a Barbie.

Infundido com questões existencialistas e metafísicas que nutrem de inúmeros paralelos com o pensamento de Al-Farabi, um dos pontos de encontro entre a produção cinematográfica e A Cidade Excelente reside no personagem de Ken e de que forma ele emerge como um governante da cidade contrária à excelente após afastar-se do status quo em que todos os Kens estavam submissos à Barbie e colocar em prática um plano de “sequestro social” em que os valores de uma outrora cidade excelente são deturpados a seu bel-prazer e através de motivos ególatras que não prezam pelo aperfeiçoamento do humano, mas sim pela conquista bélica de algo que apenas ressoa familiar à felicidade.

Em determinado momento do longa-metragem, Ken se depara com uma série de livros que exaltam a masculinidade em sua forma mais estereotipada – um recurso estilístico adotado com sabedoria por Gerwig na produção – e, tendo contato com uma perspectiva que se afasta do papel a que era destinado na Barbieland, ele resolve voltar para casa para mostrar aos outros Kens que, na verdade, o mundo real é essencialmente pautado no patriarcalismo e no tradicionalismo de gênero, em que “as mulheres devem ser submissas ao homem”. Assim, ele utiliza um conhecimento recém-adquirido para remodelar a estrutura social do lugar onde mora e afastá-lo do conceito de cidade excelente para transformá-la em uma cidade contrária.

É possível associar as ações de Ken aos quatro tipos de cidades contrárias delineadas por Al-Farabi. Iniciando com a cidade ignorante, em que os habitantes desconhecem a felicidade, Ken anuncia aos outros companheiros que eles devem tomar propriedade de Barbieland para saírem da condição de subjugados às Barbies e alçarem voo em direção à soberania. Nota-se o diálogo que a construção do arco do personagem de Gosling à cidade do coletivo, uma das subcategorias da cidade ignorante, em que os supostos governantes “estão em conformidade com a designação de suas cidades, onde cada um deles somente governa a cidade na qual ele é soberano com o intuito de realizar seus caprichos e sua propensão”. Ora, ao serem influenciados pelo Ken “primordial”, por assim dizer, os outros Kens percebem que podem utilizar a exaltação da masculinidade tóxica e estereotípica para mascararem as inseguranças e adotarem um semblante de governantes sem permitir que a busca da felicidade seja, de fato, uma opção dos habitantes. E, impotentes às forças externas e às opiniões diferentes que adentraram Barbieland, as Barbies se transfiguram em figuras submissas – refletindo o caráter de uma cidade errática.

As feições da cidade ignorante e da errática, quando unidas dentro do cosmos construído por Gerwig, culminam nas características da cidade depravada: à medida que a influência externa trazida por Ken rearranja o modelo de cidade que outrora existia em Barbieland, as ações de cada um dos personagens também passam a se respaldar nas ações dos existentes na cidade ignorante, por mais que acreditem estar em uma cidade excelente e emulem, de modo inautêntico, seus ideários. Por fim, Barbieland se fecha em uma cidade desorientada, em que “seu comandante, o primeiro, é alguém que estima ser inspirado sem que o seja” – ou, no caso, o conglomerado de Kens que ascendem ao poder sem terem as qualidades de um bom governante e premeditando uma queda que, conforme nos aproximamos do desfecho do filme, retorna a própria cidade ao seu status de excelência.

A verdade é que, após a tomada de controle por parte dos Kens, percebemos que Barbieland nunca, de fato, sagrava-se como cidade excelente. A felicidade impressa pelas Barbies ao seu próprio mundo e aos Kens era momentânea e fugaz, visto que a partida da versão interpretada por Robbie indicava uma considerável remodelação no sistema político-social daquela nação e cultivou as sementes necessárias para que o Ken encarnado por Gosling pudesse desmantelar a ordem outrora estabelecida.

Barbie, que poderia ter sido encarada como uma “governante da cidade excelente” ao lado das outras variantes, precisava passar por uma jornada de autodescoberta para perceber que renegar os Kens a meros peões em um jogo muito mais complexo do que parece teria resultados catastróficos – motivo pelo qual, com sua volta a Barbieland e seu entendimento de que a estrutura precisava passar por modificações consideráveis, ela evolui ao patamar de uma verdadeira governante, dotada de todos os requisitos para que a cidade, agora, guie os existentes à felicidade verdadeira.

No vigésimo oitavo capítulo do livro, Al-Farabi discorre sobre as características que fazem de determinado humano um comandante da cidade excelente. O filósofo apresenta doze requisitos inatos que podem ou não destinar-se apenas a um representante do governo da cidade excelente ou a um grupo de pessoas – e, como vemos em Barbie, faz-se a escolha da segunda opção. A personagem de Robbie, ao voltar do mundo real, nota que é necessário haver uma comunhão entre todos os habitantes da Barbieland, considerando que características como devoção ao aprendizado, completude de faculdades, boa memória, compreensão, justiça, sinceridade e tantos outros defendidos por Al-Farabi não estão, indispensavelmente, confinados em apenas um indivíduo – mas podem estar espalhados em vários.

Após compreender que a excelência da cidade será alcançada através de um conjunto de fatores que inclui as Barbies, os Kens (e a presença de Midge e Allan, que entram como escapes cômicos da narrativa e uma menção jocosa aos bonecos fora de linha da Mattel), a protagonista resolve abdicar do lugar que ocupa dentro dessa estrutura social, tornar-se humana e assimilar a felicidade através de uma trajetória inesperada e que a coloca dentro de uma cidade excelente pessoal.

‘Wicked’ ganhará spin-off sobre a INFÂNCIA de Glinda; Saiba mais!

Boas notícias para os fãs de Wicked!

Através das redes sociais, o aclamado autor Gregory Maguire revelou que o icônico universo das bruxas de Oz ganhará mais um livro derivado, dessa vez focado em Galinda/Glinda – que foi eternizada por Ariana Grande nos cinemas.

Intitulado Galinda: A Charmed Childhood, o romance é o primeiro volume da série após Elphie: A Wicked Childhood, que apresentou a infância de Elphaba (vivida por Cynthia Erivo nas adaptações).

Como podemos imaginar, o livro conta a história de origem da eferverscente e popular Galinda, que, quando a conhecemos, já tem uma reputação considerável entre os membros da Universidade Shiz e em Oz.

O lançamento está agendado para o terceiro trimestre de 2026.

Confira:

Confira a sinopse oficial:

Quem era Glinda, a Bruxa Boa, antes de descer flutuando em sua bolha para saudar Dorothy? Quem era Glinda antes de se tornar a colega de quarto magnética e popular de Elphaba Thropp na Universidade Shiz?

Bem, antes disso, ela era Galinda. Com um “ga”.

A caçula de quatro filhos de uma família nobre em decadência, Galinda é mimada e ignorada. Sua graça natural promete elevá-la nas competições de dança do distrito — mas esses esforços a distraem do crescente ressentimento dos comerciantes locais que desaprovam as estratégias de negócios de sua família. Imersa nas autossatisfações e timidezes indefinidas da infância, Galinda não encontra em si mesma nem a astúcia necessária para cultivá-la. Contudo, enquanto seu pai se esquiva habilmente das armadilhas e redes armadas por seus concorrentes, Galinda começa a dançar em direção a uma vida que poderá elevá-la acima de sua infância orgulhosa, ainda que árdua.

‘Galinda’ revela a garota por trás do clichê superficial e extrovertido, oferecendo aos fãs de Wickedseu primeiro vislumbre mais profundo da vida de uma personagem amada e icônica.

Vale lembrar que ‘Wicked: Parte II’ segue em exibição nos cinemas.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

 

Atriz de ‘MICHAEL’ entra para o elenco de ‘The Interrogator’, novo DRAMA da Fox

Segundo o DeadlineJessica Sula (‘MICHAEL’) foi escalada para o elenco do novo suspense dramático da FoxThe Interrogator.

O projeto, que parte da parceria entre a Lionsgate Television e a Fox Entertainment Studios, tem estreia prevista para a temporada 2026-2027 da televisão estadunidense e conta com 12 episódios em sua temporada de estreia.

Sula se junta aos previamente confirmados Stephen Fry (‘Sandman’), Luke Kleintank (‘FBI: International’), Michael Beach (‘O Casal Perfeito’) e Jenna Elfman (‘Dark Winds’).

The Interrogatoracompanha o ex-agente do MI6 Conrad Henry (Fry) e sua equipe de elite. Quando os métodos convencionais falham, o charme peculiar de Henry, seu intelecto superior e suas manobras comportamentais surpreendentes fazem dele o único homem capaz de decifrar os segredos da mente dos criminosos mais perigosos do mundo.

Kleintank interpretará Voss, um membro do pequeno círculo de analistas/conselheiros de Conrad Henry. Ele é um ex-membro das Forças Especiais, um denunciante do Exército com um forte código moral. Um ex-garoto de fazenda do Colorado, ele é quieto, gosta de atividades ao ar livre e prefere cachorros a pessoas – exceto por um improvável romance clandestino com a colega de equipe Florence, que só pode permanecer em segredo por um tempo limitado.

Beach interpretará Louis, o primeiro membro da equipe de Henry. Com um humor seco e espirituoso, um sorriso paternal e um brilho no olhar que esconde um passado muito difícil, Louis é um faz-tudo na equipe e especialista em audiovisual e TI. É a voz que informa Henry sobre fatos e números. É ótimo com eletrônica, ótimo com explosivos e consegue até resolver problemas de encanamento. Louis também é o melhor amigo de Henry, seu confidente, seu guia moral – porque eles sempre foram a salvação um do outro.

Elfman interpretará Woodrow, uma estrela em ascensão na CIA, até que uma missão malsucedida a fez despencar na carreira. Agora, ela se encontra na DIA como supervisora ​​do grupo de Henry. Ela vê isso como uma despromoção — o primeiro passo em sua escalada de volta ao ponto de partida. Ela supervisiona os casos de Henry, o pressiona e frequentemente discute com ele — Conrad está sempre sete passos à frente, enquanto Woodrow raramente está mais do que cinco. Mas a dupla nutre um respeito mútuo relutante que resulta em uma parceria divertida e improvável.

Sula será Astrid, uma psicóloga criminal perspicaz, divertida e idealista, e, embora novata no mundo da espionagem, tem um talento natural para isso. Ela é a filha um tanto distante de Henry, e fica claro que herdou do pai tanto a habilidade inata de ler as pessoas quanto seu dom para a astúcia – ela poderia ter sido uma golpista de sucesso. Ela é uma mestre na arte de mudar de forma e manipular, embora use esses poderes apenas para o bem.

O episódio piloto foi escrito por Fry, com revisões de Matt PykenWilliam Harper.

Dan DworkinJay Beattie entram como produtores executivos. Paul McGuigan entra como diretor.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘Blade’: Fãs reagem à escolha de Mahershala Ali como novo intérprete do anti-herói

Após anos sem filmes do ‘Blade’, a Marvel atendeu ao pedido dos fãs e nunciou o reboot do anti-herói no cinema, agora interpretado por Mahershala Ali, duas vezes ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Será difícil substituir Wesley Snipes, mas os fãs já estão comemorando o retorno de um personagem tão aclamado sendo interpretado por um ator premiado.

Confira as reações:

“Todos ficamos iguais ao Taika quando Mahershala pôs aquele boné do Blade‘”

Mahershala Ali escalado como Blade? Tá brincando? É a escolha perfeita” Estou tão animada” Eu amo ele!”

“Enquanto todos pensavam que ninguém além de Wesley Snipes poderia interpretar o Blade…”

“O Boca de Algodão morreu para que o Blade pudesse surgir.”

E você, o que achou da escolha?

Lembrando que ‘Blade não fará parte da Fase 4 do MCU e deve estrear somente depois de 2021.

Por enquanto, maiores detalhes não foram informados. Espera-se que pelos próximos meses sejam divulgados elenco, detalhes da trama e uma data de estreia.

‘Westworld’: Homem de Preto ganha destaque nas imagens do próximo episódio; Confira!

A HBO divulgou novas imagens do próximo episódio de ‘Westworld‘, que vai ar amanhã (19).

Intitulado ‘Decoherence‘, o episódio será focado nas narrativas de Maeve (Thandie Newton), Charlotte Hale (Tessa Thompson), Serac (Vincent Cassel), Jake (Michael Ealy), e O Homem de Preto (Ed Harris).

Confira as imagens e o teaser:



Confira a lista com o títulos dos próximos capítulos:

Temporada 3, Episódio 6: “Decoherence”
Data: 19 de abril
Sinopse: “Muitas pessoas dizem que você precisa de terapia?”.
Escrito por Suzanne Wrubel & Lisa Joy; dirigido por Jennifer Getzinger.

Temporada 3, Episódio 7: “Passed Pawn”
Data: 26 de abril
Sinopse: “Um amigo verdadeiro é aquele que chega quando o resto do mundo vai embora”.
Escrito por Gina Atwater; dirigido por Helen Shaver.

Temporada 3, Episódio 8: “Crisis Theory”
Data: 03 de maio
Sinopse: “É hora de enfrentar a música”.
Escrito por Denise Thé & Jonathan Nolan; dirigido por Jennifer Getzinger.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘Men’: Novo filme do diretor de ‘Ex_Machina’ e ‘Aniquilação’ contrata protagonistas

De acordo com o Comic Book, Jessie Buckley (‘Estou Pensando em Acabar com Tudo’) e Rory Kinnear (‘007: Sem Tempo para Morrer’) vão estrelar o próximo filme do diretor Alex Garland, responsável por sucessos como ‘Ex_Machina’ e ‘Aniquilação.

Intitulado ‘Men‘, o longa será produzido pela DNA Films (‘Extermínio’) em parceria com a A24, a companhia por trás de ‘O Farol’, Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’ e ‘Hereditário’.

Além de dirigir, Garland também assina o roteiro, que acompanha uma mulher (Buckley) que sai de férias para o interior da Inglaterra após a morte de seu ex-marido.

O papel de Kinnear não foi epecificado, então nã ose sabe se ele será o ex-marido ou algum personagem que irá cruzar o caminho da viajante.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, então não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão de estreia.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Lembrando que o último trabalho de Garland foi na minissérie ‘Devs‘.

Assista ao trailer:

Ambientada em um cenário tecnológico de vanguarda, a minissérie de oito episódios de uma hora cada fala sobre os alcances da tecnologia por meio da história de uma jovem engenheira de software chamada Lily Chan (Sonoya Mizuno, ‘Annihilation‘), que trabalha para Amaya, uma reconhecida empresa de tecnologia da computação quântica com sede no Vale do Silício, o centro tecnológico da Califórnia.

Sem acreditar no suposto suicídio de seu noivo Sergei (Karl Glusman, ‘Nocturnal Animals’), Lily começa a investigar a causa e de sua morte e rapidamente se dá conta de que todas as pistas levam a Forest (Nick Offerman, ‘Parks and Recreation‘), o enigmático CEO de Amaya e a Devs, a divisão secreta da companhia. Em sua busca pela verdade, Lily descobre uma conspiração tecnológica que poderia mudar o mundo.

O elenco conta com Sonoya MizunoNick Offerman, Jin Ha, Zach Grenier, Stephen McKinley Henderson, Cailee Spaeny e Alison Pill.

 

Nicolas Cage é confundido com sem-teto e é expulso de bar nos Estados Unidos; Assista ao vídeo!

Através do Twitter, o The Sun publicou um vídeo em que o ator Nicolas Cage é expulso de um bar em Las Vegas, nos EUA, após ser confundido com um sem-teto.

Visivelmente alcoolizado, descalço e com a barba desgrenhada, o astro foi avisado que só poderia entrar no local usando máscara para evitar possíveis transmissões do Coronavírus.

Ignorando o aviso, Cage entrou no bar e se sentou num sofá, gritando e pedindo que lhe servissem bebidas.

Testemunhas disseram que o ator pronunciava palavras sem sentido e não foi reconhecido inicialmente, então foi convidado a se retirar com toda a gentileza dos funcionários.

Preocupado, um dos clientes o ajudou e o levou até a sua casa.

“Estávamos no bar Lawry’s quando notamos que um homem parecendo um sem-teto estava completamente bêbado e criando confusão do lado de fora. Para nosso espanto, era Nicolas Cage, mas acho que não o reconheceram logo de imediato. Ele estava completamente ‘desgastado’ e arrumando briga com os funcionários, que o tratavam com gentileza a todo momento. Ele estava em um estado muito ruim e andando descalço. Depois de um tempo, conseguiram convencê-lo a se retirar.”

Parte do ocorrido foi gravado e compartilhado pelo portal.

Confira:

Falando em Cage, os fãs do astro podem estar bem ansiosos para assistir o seu próximo filme, o metalinguístico The Unbearable Weight of Massive Talent‘. Mas o ator não compartilha do mesmo entusiasmo e revelou à revista EW que não verá a produção.

Segundo ele, assisti-lo em tela interpretando uma versão exagerada de sim mesmo seria uma viagem mental complicada demais.

“Deixe-me apenas dizer que em ‘Massive Talent’, estou entregando a versão de Tom Gormican do chamado ‘Nick Cage’, que é uma versão muito neurótica e altamente ansiosa de Nic Cage, que ele insistiu para que eu fizesse. Então quero deixar registrado que não irei pessoalmente participar da exibição do filme porque essa é uma viagem mental muito complicada para mim”.

Mas independente disso, Cage encorajou os seus fãs para assistirem o longa nas telonas:

“Me disseram que é um bom filme e que as pessoas realmente gostam da viagem, e sei que o estúdio está muito entusiasmado com isso. Eu fiz o filme para o público. Estou esperançoso de que eles se divirtam com o resultado”.

Confira a descrição do trailer, exibido durante a CinemaCon 2021:

Vários trechos dos papéis de Nicolas Cage no cinema são apresentados, de ‘Con Air’, passando por ‘A Lenda do Tesouro Perdido’ a ‘Motoqueiro Fantasma’, chegando aos dias atuais. O agente de Nic fala sobre sua atuação e ele quer se aposentar. Ele diz a alguém para contar aos estúdios que foi uma “tremenda honra fazer parte da arte de contar histórias e da construção de mitos”.

O personagem de Neil Patrick Harris o convence a assumir um papel de US$ 1 milhão, interpretando seus papéis para um bilionário, chamado Javi. Javi, vivido por Pedro Pascal, fala com Cage sobre seus filmes favoritos. Ele tem uma estátua de cera do ator, que se oferece para comprá-la por um valor baixo.

Surgem algumas cenas de Cage fazendo performances com Javi e tudo culmina com ambos segurando armas de ouro um contra o outro. Javi diz: “Você é a última pessoa que quero matar”. Cage também não quer matar Javi e ambos declaram o amor que possuem um pelo outro.

O trailer ainda conta com uma montagem de várias cenas, todas elas trazendo Nic Cage gritando seu nome por cerca de 15 segundos. Em seguida, o vídeo se encerra com Javi e Cage na piscina, tentando dizer a palavra “cuzão” corretamente.

Segundo o The Hollywood Reporter, a trama acompanha Cage que, após o sucesso de filmes como ‘60 Segundos‘, atingiu o fundo do poço em sua carreira. Agora, ele tenta conseguir um papel no próximo filme de Quentin Tarantino, à medida que se reconecta com sua filha adolescente e luta para tentar acabar com uma terrível dívida financeira.

No filme, Cage desenvolve conversas internas com sua versão mais jovem, que é um astro hollywoodiano dos anos 90 e bem sucedido. Na trama, o ator conhece um bilionário mexicano que quer contratá-lo para um projeto. Mas ele vai acabar descobrindo que esse homem é um magnata do mundo das drogas e Cage vai ser recrutado pela CIA para tentar capturar esse traficante.

Inicialmente, ‘The Unbearable Weight of Massive Talent‘ foi escrito sem o consentimento de Cage por Tom Gormican (‘Ghosted‘) e Kevin Etten (‘Euphoria‘). Gormican enviou o material para Cage, acompanhado de um bilhete, e o ator topou assumir também o cargo de produtor do projeto.

Escrito como uma espécie de amostra, o projeto rapidamente ganhou o interesse de diversas produtoras e após uma guerra entre a HBO Max e a Paramount, a divisão Lionsgate conseguiu os direitos de produção do longa, que ainda não tem data de estreia.

Além de roteirizar, Gormican assume a direção de ‘Unbearable Weight‘.

‘The Boys’: Criador da série promete evento apocalíptico causado pelo Capitão Pátria

A cada temporada de ‘The Boys‘, o Capitão Pátria (Antony Starr) revela novas camadas de crueldade, provando-se ser capaz de qualquer atrocidade para manter sua imagem como o maior ‘super-herói’ que já existiu.

E, durante uma entrevista ao WGA, o showrunner Eric Kripke revelou que os roteiristas estão preparando um evento apocalíptico que será causado pelo vilão.

“O foco da série é acompanhar a meta-mitologia em torno do lento desenrolar do Capitão Pátria. Os roteiristas e Antony Starr estão trabalhando no clímax de toda a série, então esse cara vai se tornar um sociopata completo, e ele tem que ser detido antes que possa causar – e ele pode – algum tipo de evento apocalíptico.”

Kripke acrescentou que ele e os roteiristas já estão lançando as bases para essa direção.

“Estamos construindo a ponte para chegarmos nesse momento. Então, a questão é: ‘Quais são as barreiras que o impedem de fazer isso? Por que ele ainda não fez isso? Quais são as coisas que ele precisa?’ E, por fim: ‘como podemos impedi-lo?'”

Kripke concluiu que, quando esse momento chegar, não será uma evolução do Capitão Pátria, mas uma desconstrução, considerando que ele está prestes a ser desmascarado.

Provavelmente, isso só deve acontecer na última temporada da atração.

Enquanto isso, o próximo episódio da 3ª temporada chega ao catálogo da Amazon Prime Video em 17 de junho.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

 

 

 

Showrunner de ‘Ahsoka’ diz que está “cautelosamente otimista” pela estreia da série

Há alguns dias, a protagonista Rosario Dwason revelou que a série dedicada à Ahsoka Tano chegará ao catálogo da Disney+ entre setembro e novembro, ainda sem data específica.

A série está sendo liderado por Dave Filoni, co-criador da personagem na animação ‘Star Wars: The Clone Wars‘.

Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.

Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.

No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.

“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Outras adições ao elenco incluem Natasha Liu Bordizzo, Eman Esfandi, Ivanna Sakhno, Ray Stevenson e Mary Elizabeth Winstead.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

Fãs LAMENTAM a morte de Andre Braugher, o Capitão Holt de ‘Brooklyn Nine-Nine’; Confira as reações!

Foi divulgado ontem que o ator e humorista Andre Braugher, de 61 anos, faleceu na última segunda-feira (11), vítima de uma doença não informada até o momento.

Com vasta carreira na televisão, Andre ficou imortalizado na TV americana com o papel do Capitão Raymond Holt, na série de comédia policial Brooklyn Nine-Nine.

Ao longo de mais de 30 anos de carreira, o ator recebeu 11 indicações ao Emmy, o Oscar da TV, e levou o troféu para casa duas vezes.

Seu primeiro Emmy veio pela atuação na série Homicídio (Homicide: Life On The Street), em 1998, enquanto o segundo veio em 2006 por sua atuação na minissérie Thief. Por B99, foram quatro indicações.

Nas redes sociais, inúmeros fãs prestaram homenagem ao astro e compartilharam mensagens de lamento pela perda precoce.

Confira as reações:

 

Fim da censura – Cinema Italiano livre do cerceamento

Liberação põe fim a um longo período de restrição da indústria

Há uma frase do diretor italiano Dario Argento que é “na Itália o censor é muito velho e há muitos juízes e psiquiatras que te analisam”. A fala do cineasta é importante visto que tanto seus trabalhos como os de muitos outros (e nessa lista estão incluídos nomes como Federico Fellini e Bernardo Bertolucci) de alguma forma foram afetados pela então vigente censura do cinema italiano.

Foi apenas recentemente que o governo da Itália baniu de vez a legislação que concedia a órgãos públicos, mais especificamente o Ministério de Assuntos Internos, a autoridade de editar ou banir filmes que contivessem material tido como “impróprio”. Em uma declaração sobre a decisão o Ministro da Cultura Dario Franceschini apontou para a nova mudança onde “o sistema de controle e intervenção que ainda permite o Estado em intervir na liberdade de artistas está definitivamente encerrado”.

A prática de censura no cinema italiano já é bem antiga, remontando até mesmo antes do fascismo. Foi a partir de maio de 1914, por meio do Decreto Real n.534 (à época o país era governado pelo Rei Vítor Emanuel III até a adoção de um modelo republicano em 1946) que se estipulou o objetivo de “proibir o público de assistir: espetáculos ofensivos à moralidade, decência pública e cidadãos privados; espetáculos que sejam contrários à reputação nacional e ao decoro ou à ordem pública, ou que possam perturbar as boas relações de eventos internacionais….”.

O cinema já era uma realidade para a Itália no início do século XX

O cenário italiano para esse tipo de decisão, no início do século XX, de certa forma já concedia um clima adequado para que tal decisão viesse a de fato entrar em vigor no ano de 1914. Processos de maior controle sobre todo material cultural que era produzido já existiam desde 1910, onde os prefeitos tinham autonomia para regularizar obras tidas como imorais. Ironicamente, conforme dito no artigo The First Phases of Film Censorship in Italy escrito por Marco Grifo, o pedido por um escritório de regulamentação partiu de uma fonte inesperada.

“O pedido de ter um único escritório central de conceder liberações para os filmes foi feito pelos próprios produtores, de modo a limitar eventuais perdas financeiras que eles poderiam sofrer devido aos gostos individuais dos prefeitos. Também foi uma esperança de estabelecer ordem em um clima de confusão.”

A partir de 1913 essa regulamentação ficou mais ampla com a proposta de lei do parlamentar Luigi Facta no qual um único escritório teria a autoridade para censurar ou liberar quaisquer produções italianas ou estrangeiras que fossem ser exibidas para um grande público. No ano seguinte o verdadeiro processo de censura foi implementado para todo o território onde as avaliações seriam conduzidas por duas comissões compostas por oficiais do Diretório Geral de Segurança Pública e políticos no geral.

Parlamento italiano de 1913 votou pela adoção das primeiras medidas de censura

Quando o governo fascista de Mussolini ascendeu em 1922 ele de início manteve o sistema de comissões regulatórias vigente até então com algumas introduções pequenas de novos elementos que deveriam ser pesados também. Roberto Gulì em seu Film Censorship During Fascism concede um ponto de vista interessante sobre a relação do então novo regime fascista com o hábito já pré-estabelecido de censura.

“Os parâmetros para se avaliar os filmes de acordo com os méritos permaneceram inalterados: os auditores continuavam a procurar por aptidões morais, presença de cenas violentas, repugnantes ou cruéis… até as que pudessem incitar ódio entre as várias classes sociais. O aparente desinteresse durante a aurora do fascismo sobre a censura de filmes é, em parte, devido ao fato que a maior preocupação de Mussolini era, como se sabe, mais relacionada ao controle das notícias e informações do que filmes fictícios.”

O autor prossegue indicando que esse aparente desinteresse foi colocado de lado a partir de 1934 com a criação do Subsecretariado do Estado para Imprensa e Propaganda, quando a responsabilidade de avaliar as produções audiovisuais passou para o Subsecretário de Estado que tinha seu próprio departamento para filmes. 

A chegada do governo fascista de Mussolini apenas intensificou o controle que já existia

Segundo Gulì a censura fascista se diferenciou pois “fortaleceu a chamada censura preventiva, ou seja, na fase de pré-produção, especialmente por meio de manter um controle sobre o roteiro; e a gradativa transferência de poderes cerceadores das comissões revisoras para funcionários mais graduados”.

Com isso em mente a máquina de controle do Estado funcionava com alvos pré-visualizados, ou seja, certas obras nem mesmo precisavam passar pelas comissões para sofrerem proibições como aquelas vindas dos Estados Unidos, França e União Soviética. Isso porque os censores miravam principalmente por obras que contivessem mensagens que batiam de frente com as ideias defendidas pelo governo. 

Um exemplo foi A Grande Ilusão, filme francês de Jean Renoir de 1937, que mesmo vencendo o prêmio de Melhor Conjunto Artístico no Festival de Veneza trazia uma história que criticava a noção de que a guerra é algo que devesse ser almejado (indo contra o pensamento militarista do fascismo) e que estabelecia como palco central um campo de prisioneiros de guerra aonde o diálogo entre soldados de diferentes nacionalidades desmontava quaisquer preconceitos prévios.

“A Grande Ilusão” traz consigo uma forte mensagem pacifista

Outro caso memorável foi o que aconteceu à O Grande Ditador de 1940, a sátira definitiva de Charles Chaplin que explicitamente ridicularizava os movimentos nazista e fascista italiano. A maior parte da Europa só viria a ter acesso a obra no pós Segunda Guerra, porém no caso da Espanha em específico a obra só seria liberada após a morte do ditador Francisco Franco em 1975. 

Dessa maneira o fim da guerra marca um momento de reavaliação da censura italiana, ainda que ela não tenha sido erradicada. Na parte do país que havia sido ocupada pelos aliados houve um cuidado de erradicar toda e qualquer obra que fizesse apologia ao fascismo enquanto que na antiga República de Saló (localizada ao norte do país e que foi o território que Mussolini manteve controle entre 1943 e 1945) manteve-se intacto a estrutura de cerceamento que já existia.

Mesmo com a aprovação de novas leis que em tese deveriam reformar o sistema de avaliação cinematográfica, o decreto de 1945 em que se estipulou a criação de um novo órgão chamado Escritório Central de Cinema permaneceu vivo o hábito de que, na Itália, era necessária a existência de um representante estatal para determinar que filmes deveriam ser banidos ou exibidos; não apresentando grande variação do que já era praticado desde 1914 ou 1922.

Filme de Chaplin permaneceu banido de muitos países da Europa até depois da guerra

É na confusão de poder italiana do período que entra a Igreja como um elemento por vezes decisivo sobre o cinema. No artigo ‘It Existed Indeed…it was all over the papers’: memories of film censorship in 1950s Italy da dupla Daniela Treveri Gennari e Silvia Dibeltulo é indicado como o controle do Vaticano sobre o cinema se consolidou.

 “Isso só foi possível graças a centralização do poder alcançada por Giulio Andreotti.. que operava em concordância com os desejos do Vaticano… Andreotti lembra Montini de todas as operações que ele se encarregou visando uma consolidação da presença católica no cinema italiano. Essas intervenções incluíam uma contribuição financeira ao Centro Católico Cinematográfico; a presença de um representante católico no júri do Festival de Filmes de Veneza…”

A estimativa de obras abolidas durante o período da censura é abordada por Nick Vivarelli em sua matéria Italy Abolishes Film Censorship, Ending Government Power to Ban Movies para a Variety no qual ele, através da fonte original vinda do portal Cinecensura, estima que 247 filmes italianos, 130 norte-americanos e 321 obras de outros países foram abolidas da Itália desde 1944 (isso não contando o período prévio a esse ano) bem como mais de 10.000 obras foram obrigadas a cortar cenas.

Mesmo com o cerco em torno das liberdades criativas, o cinema italiano conseguiu prosperar durante a segunda metade do século XX; entre os anos 50 e 70 o país viu o florescer da melhor época da comédia com obras como Os Eternos Desconhecidos e Amarcord de Federico Fellini. Esse também foi o período que os grandes nomes do audiovisual da Itália surgiram; não só do já mencionado Fellini (que ocupa o topo dos nomes) mas também de Sergio Leone (que conquistaria Hollywood ao remodelar o gênero western), Dario Argento (que uniu o gênero terror à um senso estético apurado), Roberto Benigni (referência na comédia) e muitos outros.

Em suma, o fim oficial da censura no cinema italiano tem um peso considerável tanto prático (ainda que muitos dos filmes historicamente banidos há tempos já tenham sido vistos pelo público) quanto simbólico pois representa o suspiro de alívio de uma indústria que agora poderá autodeterminar quais filmes são indicados para quais segmentos e cujos  cineastas não mais precisaram passar pela experiência de verem suas obras constantemente editadas e cortadas para se adequar ao censor. 

‘Besouro Azul’ pode desbancar ‘Barbie’ e assumir liderança nas bilheterias dos EUA

Após um reinado de quatro semanas liderando nas bilheteiras dos EUA, ‘Barbie‘ pode finalmente ceder sua posição de destaque, já que o filme de super-herói da DC, ‘Besouro Azul, voa para conquistar o cobiçado lugar.

De acordo com o THR, o filme está caminhando para uma abertura de US$ 25 milhões a US$ 27 milhões nos EUA, impulsionado por US$ 10 milhões em sua estreia no país.

Apesar de não alcançar completamente as expectativas iniciais – que indicavam uma abertura de US$ 28 milhões a US$ 32 milhões – o filme pode tomar o lugar de ‘Barbie‘, que visa arrecadar entre US$ 20 a US$ 21 milhões neste final de semana nos EUA.

Lembrando que ‘Besouro Azul‘ já está em cartaz no Brasil.

Assista a entrevista:

Ele também foi só elogios à atriz:

“Eu vi uma fita da Bruna e senti que ela era tão forte. Ela era muito consciente, muito vulnerável, muito feroz. Ela me deu tudo o que acho que representa uma mulher latina e as mulheres com quem eu cresci. E ter uma pessoa tão talentosa e tão profissional, durante toda a filmagem, trazendo suas próprias ideias, e realmente incorporando a personagem? Não consigo ver uma Jenny diferente na minha mente.”, ele afirmou.

Cuidado: breves spoilers à frente.

‘Besouro Azul’ chega amanhã, 17 de agosto, nos cinemas brasileiros – e um dos trunfos do filme é, sem sombra de dúvida, a participação mais que merecida de Bruna Marquezine como a co-protagonista brasileira Jenny Kord.

Mas quem é ela?

Diferente do que poderíamos imaginar, Jenny foi criada para o longa-metragem dirigido por Ángel Manuel Soto e se tornou peça essencial para as aventuras vividas pelo personagem titular, cujo nome verdadeiro é Jaime Reyes (Xolo Maridueña). Entretanto, sua história dialoga com outras personas que, de fato, existem nos quadrinhos – como o pai, Ted Kord, que deu vida ao segundo Besouro Azul nas HQs.

Na trama, vemos que o pai de Jenny desapareceu, deixando o controle das Indústrias Kord nas mãos da irmã, Victoria (Susan Sarandon). Entretanto, Jenny não concorda com a direção em que a tia está levando a empresa, visto que, movida por uma mentalidade assustadoramente neoimperialista, ela deseja colocar as mãos em uma tecnologia alienígena de ponta para criar supersoldados e armamentos bélicos de destruição em massa – dialogando com sua predileção pelo poder e pelo domínio. Entrando em conflito com os ideais controversos de Victoria, Jenny resolve agir por conta própria e rouba o Escaravelho (o artefato extraterrestre que se tornou objeto de glória para a tia) a fim de que ele não caia nas mãos erradas.

Mas, ao quase ser pega, ela encontra uma oportunidade em Jaime de salvar o futuro da humanidade ao lhe dar o Escaravelho e pedir a ele que o guarde com sua vida. Como já podemos imaginar, o objeto escolhe o protagonista como seu hospedeiro e inicia um processo de simbiose imparável que lhe garante poderes sobre-humanos e o coloca na mira de Victoria e seus asseclas. Logo, Jenny utiliza seu conhecimento sobre o funcionamento da empresa para se unir à família de Jaime e garantir que sua voz também seja ouvida.

O passado da personagem é pouco explorado, com exceção de algumas inserções importantes para o andamento do enredo e para a primeira cena pós-créditos (a que destinaremos uma matéria única um pouco mais para a frente). Jenny diz a Jaime em determinado momento que, apesar de ter vivido em uma suntuosa mansão, se sentiu solitária pelo apreço de Ted às coisas que criava – além de ter perdido a mãe, que adorava pintar, quando tinha apenas seis anos de idade. Logo, encontrar um senso de pertencimento em um lugar inesperado foi uma das grandes guinadas que a jovem teve na vida, garantindo que o amor pelos membros dos Reyes não fosse afetado pelas mãos inescrupulosas de Victoria.

O que também descobrimos é que Jenny não tinha ciência de que o pai vestia o traje do Besouro Azul antes de Jaime. Ao adentrar as facilidades secretas escondidas na mansão Kord, ela percebe que muitas coisas sobre seu passado foram deixadas às escondidas, empoeirando até serem redescobertas. E, para finalizar, era de se esperar que Jenny se tornasse par romântico de Jaime, ainda que tenha consumado o amor que sente pelo herói apenas na última cena da produção. Mas o que mais nos chama a atenção é que, caso James Gunn e Peter Safran resolvam dar continuidade a esse mais novo microcosmos da DC, a personagem interpretada por Marquezine tem muito potencial a ser explorado – e, bom, é isso o que queremos, eventualmente.

Lendário samurai negro ganhará filme com diretor de ‘A Cor Púrpura’

Yasuke, o lendário guerreiro africano que se tornou o primeiro samurai negro, está prestes a ter sua história contada nos cinemas, e o cineasta Blitz Bazawule, conhecido pelo musicalA Cor Púrpura, será o responsável pelo novo longa.

Segundo a Variety, o filme será produzido pela Warner Bros., que superou outras três propostas de estúdios e serviços de streaming pelo roteiro. O projeto recebeu o título provisório de ‘Black Samurai’ (Samurai Negro – tradução livre)

Blitz Bazawule escreveu o roteiro por conta própria e dirigirá e produzirá o filme sob sua bandeira Inward Gaze.

Além do aclamado musicalA Cor Púrpura, Bazawule é conhecido pelos filmes ‘O Enterro de Kojo’, Black Is King e ‘Native Sun’.

Yasuke é reconhecido historicamente como o primeiro samurai negro. Sua história remonta ao século XVI, durante o turbulento período Sengoku no Japão, também conhecido como a Era dos Estados Combatentes. É provável que tenha chegado ao Japão como um escravo ou como parte do séquito de um missionário jesuíta.