Jovem, intensa e autêntica, Dani só queria levar uma vida normal. Mas, desde criança, vive em descompasso com seu mundo. Enquanto encanta a todos com o talento que a torna uma brilhante escritora, ela tenta de todas as formas controlar seus medos e constantes crises de ansiedade.
A ABC renovou oficialmente a série ‘Station 19‘ para a 6ª temporada.
“A narrativa emocionante e a base de fãs fiel que ‘Station 19’ continua a cultivar é um resultado do trabalho e dedicação da Krista Vernoff e de seu talentoso elenco e equipe,” afirmou Craig Erwich, presidente da ABC Entertainment, em declaração oficial. “Pareado com ‘Grey’s Anatomy’, o retorno de ‘Station 19’ garante mais oportunidades de crossovers e uma noite emocionante na televisão.”
Things aren’t cooling down in Seattle. ❤️🔥 #Station19 is getting another season, and we’re coming back Feb 24 with all-new episodes! pic.twitter.com/GIPM7r3IHE
Criada por Stacy McKee, a série é o segundo spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘.
A trama segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.
A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer do drama ‘Duetto‘, coprodução brasileira estrelada pelo astro Michele Morrone, conhecido pela franquia ‘365 Dias‘.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de setembro.
A trama se passa na Itália, em 1965, e conta a história de encontro entre Cora, uma adolescente brasileira, e o famoso e controverso cantor italiano Marcello Bianchini. Mas a história começa em São Paulo. Depois da trágica morte de seu pai em um acidente de carro, Cora viaja com a avó, Lúcia, para a sua cidade natal, na Apúlia. Entre o passado familiar, os dramas e histórias da cidadezinha italiana, Cora trilhará seu caminho para a maturidade e a vida adulta.
A HBO renovou oficialmente a série ‘We’re Here‘ para a 4ª temporada.
Apesar disso, o trio protagonista – Shangela, Eureka e Bob the Drag Queen – não irá retornar para o próximo ciclo.
A nova temporada contará com a presença de três novas Drag Queens: Sasha Velour (vencedora da 9ª temporada de Drag Race), Jaida Essence Hall (vencedora da 12ª temporada de Drag Race) e Priyanka (vencedora da 1ª temporada de Drag Race Canadá).
O quarto ano, que contará com 6 episódios, trará um olhar mais imersivo nos sistemas de política de duas cidades nos EUA, explorando a legislação anti-LGBTQ+, a oposição e seus efeitos na comunidade.
“Nós ficamos muito inspiradas pelas histórias e pelo importante trabalho feito nas últimas três temporadas de ‘We’re Here’,” declararam Velour, Hall e Priyanka em comunicado oficial. “Estamos ansiosas para continuar essa jornada através do país para fazer nossas vozes serem ouvidas, espalhar amor e explorar novas histórias por meio da arte Drag. Queremos agradecer toda a equipe da série por nos escolherem para essa experiência incrível.”
O ciclo final estreará oficialmente no dia 24 de maio.
A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.
Peter Stylianou e Sean Cronin são responsáveis pela direção.
Nas ruas encharcadas de neon de Londres, Thomas, um artista conceitual pós-graduado e desempregado, se apaixona por Rhea, uma mulher misteriosa que se revela uma vampira. À medida que seu romance distorcido se desenrola, a saúde de Thomas se deteriora e ele perde totalmente o controle.
O elenco conta com Ruaridh Aldington, Madalina Bellariu Ion, Craig Conway, Angela Dixon, Andrew Lyle-Pinnock, Natasha Patel, Andrew Lee Potts, Diana Yekinni, Ayvianna Snow, Kenton Lloyd Morgan e Timothy Blore.
Sem data de estreia, o terror está programado para 2025.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026, pela 20th Century Studios.
Na trama…
“Dois colegas ficam presos em uma ilha deserta (O’Brien e McAdams), sendo os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles devem superar seus problemas do força e inteligência para saírem vivos.”
Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.
Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.
A confirmação da segunda temporada de ‘Punho de Ferro’ trouxe também outra novidade. Segundo o site Entertainment Weekly, a série da Netflix demitiu o atual líder criativo, que será substituído para o novo ciclo.
Vale ressaltar que o primeiro ciclo de ‘Punho de Ferro’ recebeu muitas críticas negativas, ao ponto de ser considerada a pior série das quatro produções originais desenvolvidas pela Marvel e Netflix.
Na segunda temporada, Misty Knight terá participação garantida. Ela foi uma das personagens principais na primeira temporada de ‘Luke Cage‘.
A expectativa é que a nova leva de episódios possa ficar para 2019, já que ainda há na fila… ‘Justiceiro‘, a terceira temporada de ‘Demolidor’ (confirmada em 2015), e a segunda de ‘Luke Cage’ e ‘Jessica Jones’.
‘Vingadores 4‘ ganhou uma nova sinopse. Divulgada pelo site Comic Book Movie, o material teria aparecido primeiramente na Licensing Magazine.
Confira a descrição:
“Uma culminação de 22 filmes interconectados, o quarto capítulo da saga dos ‘Vingadores’ vai levar as audiências a testemunharem um ponto de virada desta épica jornada. Nossos amados heróis vão verdadeiramente entender o quão frágil é essa realidade e os sacrifícios que precisam ser feitos para sustentá-la”.
A 6ª temporada de ‘The 100‘ ganhou um novo e intenso trailer, repleto de cenas de ação.
Assista:
Confira as primeiras imagens promocionais da 6ª temporada:
O próximo ciclo da série irá estrear no dia 30de abril.
“Enquanto nós começamos a explorar esse novo mundo, eu realmente queria que fosse um novo livro,” disse o showrunner Jason Rothenberg sobre a sexta temporada. “O primeiro volume terminou, e agora podemos contar uma aventura completamente nova com as pessoas que passamos a amar. Será insano, incrível, bonito e muito, muito diferente.”
O 7º episódio de ‘Roswell: New Mexio‘, intitulado “Como La Flor”, ganhou uma nova promo, que mostra que perto de sua mãe, Liz e seus poderem podem acabar ficando fora de controle.
O drama conta a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.
Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.
As filmagens de ‘Thor: Amor e Trovão‘ seguem a todo vapor e a roteirista do longa, Jennifer Kaytin Robinson, compartilhou várias novas imagens dos bastidores, por meio de sua conta oficial do Instagram.
O ator se junta aos previamente anunciados Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses), Jaime Alexander (Lady Sif) e Jeff Goldblum (Grão-Mestre).
Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Ben Falcone também está no elenco em um papel não revelado.
Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.
A animação ‘Wish: O Poder dos Desejos‘ segue em exibição nos cinemas brasileiros, com a proposta de resgatar a magia de outrora através de uma estética mais clássica e vintage, que remete ao saudoso e glorioso passado da Disney Animation.
E durante uma entrevista ao CinePOP, o produtor Juan Pablo Reyes revelou detalhes a respeito do novo longa, afirmando que muito mais do que uma bela homenagem a clássicos como ‘Pinóquio‘ e ‘Branca de Neve‘, ‘Wish‘ é de fato uma conexão entre o passado e o futuro da empresa.
Na ocasião, Reyes ainda comentou sobre como a animação visa inspirar sua audiência, despertando-na para seus sonhos mais ousados e complexos. Para o produtor, ‘Wish‘ também reforça os principais valores que tornaram a Disney uma empresa amada pelas famílias, à medida em que se mantém atenta às necessidades atuais de seu público.
A trama acompanha uma jovem garota chamada Asha, que deseja uma estrela e obtém uma resposta mais direta do que esperava quando uma estrela problemática desce do céu para se juntar a ela. Asha, então, enfrentará um dos inimigos mais formidáveis do universo e terá que se unir à Star, uma força cósmica e uma bola ilimitada de pura energia e talvez caos.
Em apenas quatro dias da 77a edição do Festival de Cannes, o evento apresentaou entrevistas importantes e filmes interessantes, mas ainda não tem um declaração polêmica ou uma obra apaixonante. O CinePOP fez o resume do dia 17 de maio no maior festival de cinema do mundo.
Os temas comentados no vídeo são a entrevista coletiva com Francis Ford Coppola e elenco de Megalopolis e mais quatro filmes, três em competição e um em sessão da meia-noite, isto é, horário de filmes peculiares com uma proposta ousada e diferente.
Entre ele estão Três Quilômetro até o Fim do Mundo (Three Kilometres to the End of the World), do romeno Emanuel Parvu; Tipos de Gentileza (Kinds of Kindness), do grego Yorgos Lanthimos; e Oh, Canada, do norte-americano Paul Schrader. Os três em competição pela Palma de Ouro.
Para finaliza a noite O Surfista(The Surfer), de Lorcan Finnegan, produzido e protagonizado por Nicolas Cage, foi apresentado na Sessão da Meia-Noite. Confira abaixo a declaração do sobrinho de Cage, após a apresentação do seu filme no festival:
O reboot do filme do anti-herói ‘Spawn’ está vindo por aí e suas filmagens devem começar em maio, segundo o Omega Underground.
A grande maioria das cenas serão gravadas em Nova York e o o longa terá um baixo orçamento, girando em torno dos US$ 10 milhões em gastos.
Recentemente, o criador do personagem, Todd McFarlane, revelou ao Azcentral que o Spawnnão será um filme convencional de super-herói, mas sim algo mais próximo de um terror sobrenatural.
“O roteiro já está pronto e já conhecemos nosso elenco. Será um filme bem sombrio, pesado, sério e para maiores de idade. Não será um filme de super-herói. Não acho que a maioria das pessoas o colocariam nesta categoria. Será um filme empolgante sobrenatural, como muitos dos bons filmes assustadores. A única coisa fantástica será o Spawn, todo o resto será normal”
McFarlane também havia revelado que o personagem título não será o protagonista dessa vez e não irá dizer nenhuma palavra durante todo o filme:
“Spawn não dirá uma palavra o filme inteiro. Esse filme é sobre o xerife e as pessoas perseguindo o fantasma. É isso… O papel principal não é do Spawn, o papel principal é de um policial, como o xerife Brody de ‘Tubarão’. Acho que podemos encaixar um ator bastante significativo que queremos. Ao contrário de outros filmes de super-heróis, não precisamos de um ator para colocar próteses e maquiagem ou ir à academia. Nós só precisamos que ele atue”
Todd McFarlane, publicou em seu twitter uma foto do seu notebook, mostrando parte do roteiro do reboot, com a seguinte legenda: “Prévia do roteiro do filme de Spawn: Aqui vai uma parte de uma cena (relativamente) inicial do último roteiro de Spawn. Aguardem novidades em breve!”
‘American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada), ganhou um novo teaser liberado pelo FX. Assista:
De acordo com o Bloody Disgusting, Jessica Lange irá retornar para a 8ª temporada de ‘American Horror Story‘. Segundo o site, ela irá reprisar o seu papel de Constance Langdon, da primeira temporada da série.
A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.
Recentemente, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem: ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.
“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não.”
Ao longo da história do cinema, poucas franquias se tornaram tão icônicas quanto a saga do pugilista Rocky Balboa. Iniciada nos anos 70, a história do Garanhão Italiano seguiu nos cinemas até 2018, quando fez sua última participação na franquia Creed. Porém, a última vez que o público viu Rocky se apresentar nos ringues foi em 2006, no filme que encerrou sua franquia original.
A história traz um toque emocional que combinou perfeitamente com a filosofia do personagem, conquistando o público de forma mais certeira que um cruzado de direita, se tornando um dos melhores capítulos da franquia. Neste fim de semana, o CinePOP traz 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre os bastidores de Rocky Balboa. Confira!
Dirigindo
O filme é dirigido pelo próprio Sylvester Stallone, que defendia que o filme fosse o último da franquia. Por conta disso, ele inseriu flashbacks de todos os filmes anteriores da saga.
Improviso
No cargo de diretor, Stallone permitiu e incentivou que os atores improvisassem bastante. Isso refletiu majoritariamente nas cenas de diálogo entre Rocky e a Pequena Marie.
Inspiração
Reprodução/ Al Bello /Allsport
A inspiração para o filme foi uma luta que aconteceu na vida real. O lendário George Foreman se aposentou dos ringues em 1977. Só que, aos 45 anos, ele fez sua volta em um desafio ao campeão mundial da época, Michael Moorer, de 26 anos. Assim, após 10 rounds, Foreman nocauteou o rapaz, se tornado o campeão mundial de pesos-pesados mais velho da história. A luta aconteceu em 1994.
Roteiro
A primeira versão do roteiro era bem diferente. Rocky seria dono de uma academia para treinar jovens, Adrian estaria viva e o Rocky Jr. estaria servindo a Força Aérea. Porém, Sly sentiu que faltava apelo emocional. Assim, ele decidiu deixar o Rocky viúvo, porque isso traria um impacto psicológico forte para o protagonista e também faria com que ele tentasse se aproximar do filho.
Ponto turístico
Inclusive, o túmulo de Adrian Balboa virou um marco tão icônico da franquia que foi mantido como ponto de visitação na Filadélfia.
Picotado
O primeiro corte do filme tinha cerca de 2h30 de duração e contaria com cenas como a do Rocky seguindo uma mulher até um elevador por tê-la confundido com a Adrian e um reencontro entre o lutador e seu filho. Porém, a MGM pediu que o filme tivesse no máximo 1h45 e ele teve de cortar diversos momento.
Surpresa
Um dos maiores desafios da produção foi encontrar uma arena para gravar a luta final. Isso porque as principais arenas dos EUA já estavam com eventos agendados. Então, Stallone viu que haveria uma luta de Boxe real organizada pela HBO. Ele conversou com os organizadores e perguntou se poderia fazer as filmagens da coletiva e da luta no mesmo dia do evento, porque assim aproveitariam não só a estrutura, mas o público também. Eles concordaram e aí veio outra preocupação: o medo que o público não encarasse bem as filmagens e vaiassem ou avacalhassem as cenas. Mas, para a surpresa do Sly, assim que ele pisou no ringue, a torcida enlouqueceu puxando coros de “Rocky!” espontaneamente.
Preparo
A primeira sequência gravada foi justamente a luta final do filme. Isso porque Stallone atuou e dirigiu o filme. Então, ele gravou o fim primeiro para aproveitar os seis meses de treinamento, já que precisava estar com o físico impecável nas cenas em que aparecesse sem camisa, e teria de reduzir os treinos para se dedicar a direção do resto do longa.
Pancadão
A luta final, segundo o próprio Stallone, não contou com golpes ensaiados. Segundo o diretor, os dois atores lutaram de verdade, tanto que a hora em que Rocky cai e tem dificuldade para levantar, foi uma reação completamente real dele, que sentiu o golpe. Ele chegou a ser nocauteado durantes as gravações.
Pela última vez
A cena em que o Rocky sobe lentamente as lendárias escadarias, que foi usada à exaustão para promover o filme, foi justamente a última cena a ser filmada. Stallone sabia que ficaria emotivo e ela deveria representar o fim de sua jornada junto ao personagem.
Às vezes um filme de terror pode até não ter uma história muito convincente, mas a forma como é construída tem elementos ou cenas tão impactantes, que acabam ficando no nosso imaginário por muito tempo depois de o longa ter terminado. Isso às vezes pode acontecer por causa do grau de semelhança com algum episódio em nossa vida particular por conta da possibilidade de aquela história acontecer na nossa realidade. Ou simplesmente porque a produção foi bem-feita, superando sua história original e causando um verdadeiro impacto no espectador. Isto ocorre em ‘Tin & Tina’, novo terror psicológico espanhol, lançamento na plataforma da Netflix neste mês.
Espanha, 1981. O casal Lola (Milena Smit) e Adolfo (Jaime Lorente) acabou de casar. Os dois têm uma vida inteira pela frente para disfrutar, enquanto a Espanha ainda se recupera das consequências da ditadura franquista e se prepara para receber as Olimpíadas de 1982. Lola e Adolfo têm seus sonhos dizimados no dia de seu casamento, quando a jovem sofre inesperado aborto e recebe a notícia de que não poderá mais ter filhos. Meses se passam e o casal não consegue superar a perda, até que Adolfo sugere que adotem uma criança. A ideia nobre os leva a um convento, onde Lola decide adotar um casal de irmãos gêmeos que se afeiçoara a ela. Porém, uma vez que a convivência em família começa, Tin (Carlos González Morollón) e Tina (Anastasia Russo) começam a demonstrar uma fervorosa devoção católica para justificar toda e qualquer atitude deles, e o que inicialmente poderia ser apenas consequências de uma educação rígida do convento aos poucos vai se tornando o pior pesadelo de Lola.
Em exatas duas horas de duração ‘Tin & Tina’ consegue construir um envolvente ambiente de terror psicológico com uma bela fotografia e uma ótima direção de arte que ao mesmo tempo consegue recriar um cenário dos anos 80 e confere elementos bizarros o suficientes para transformar o set em algo ligeiramente confortável para o espectador, mas com uma pontinha azeda que nos deixa em dúvida se aquele ambiente é realmente seguro quanto parece.
Neste contexto, se sobressaem as atuações das crianças albinas, absolutamente hipnotizadoras em um misto de uma inocência infantil e diálogos coerentes que nos faz sentir raiva e empatia delas por conta de seus argumentos plausíveis. Fazendo o contraponto, a ótima Milena Smit (de ‘Mães Paralelas’, último longa do Almodóvar) balanceia a equação como uma mãe que quer se dedicar à maternidade, mas que entra em conflito com as crenças e o comportamento das crianças adotadas. No filme de Rubin Stein o único um pouco fora de sintonia é Jaime Lorente, que tem bem menos cenas que seus colegas de elenco e cujo personagem abusa em desacreditar da esposa até mesmo em momentos muito evidentes, o que leva o espectador a perder a paciência com ele.
Em se tratando de terror psicológico, o roteiro ambienta o espectador na história, mas sem evidenciar qualquer tipo de violência, o que pode ser frustrante para os fãs do gênero. Aos mais sensíveis, a sugestão do que acontece é mais interessante do que ver acontecer de fato. ‘Tin & Tina’ é desses filmes cuja estética fica grudada na nossa retina mesmo depois que ele acaba, porque essas duas crianças são macabras e bizarras demais para serem esquecidas.
À medida que o relacionamento entre Marvel e Netflix fica cada vez mais tênue, o poderoso estúdio está entrando em uma parceria de quatro séries animadas com a Hulu.
Os estúdios Marvel – que será controlado por boa parte da Disneyapós a concretização do acordo com a Fox – ganhou sinal verde para quatro produções e um especial com a nova plataforma de streaming, marcando uma fusão interessante e que pode funcionar muito bem.
As séries adultas serão baseadas nos populares personagens da Marvel Television. ‘M.O.D.O.K.’, ‘Hit-Monkey’, ‘Tigra & Dazzler’ e ‘Howard the Duck’ já ganharam encomendas para episódios pilotos.
Similar à parceria que mantinha com a Netflix, todos os shows culminarão em um especial intitulado ‘The Offenders’. Todas elas terão como produtor executivo Jeph Loeb. É válido dizer que a Hulu e a Marvel já possuem uma produção juntas intitulada ‘The Runaways’, que deve ganhar renovação para terceira temporada em breve.
Confira as descrições das séries:
‘M.O.D.O.K.’ é centrado em um supervilão megalomaníaco com uma cabeça gigantesca e um corpo minúsculo, que luta para manter o controle de sua organização do mal e de sua família.
‘Hit-Monkey’ conta a história de um macaco da neve japonês, cujo mentor é o fantasma de um assassino estadunidense e que o guia através do submundo de Tóquio em uma obscura saga de vingança.
‘Tigra & Dazzler Show’ é ua história de dois super-heróis e melhores amigos e suas lutas por reconhecimento entre pessoas poderosas na cidade de Los Angeles.
‘Howard theDuck’ está preso em um mundo do qual nunca conseguiu escapar, mas ele espera voltar para casa com a ajuda de sua amiga Beverly antes que o Dr. Bong continue a “torturá-lo”.
‘The Offenders’ traz todos os personagens mencionados em um único time para tentar salvar o mundo e certas partes do universo.
Ainda não há previsão de estreia para nenhuma das séries.
Caso o acordo seja fechado, ele se junta ao previamente anunciado Eddie Redmayne (‘A Teoria de Tudo’) em um papel ainda não revelado.
O filme, produzido por Steven Spielberg, esteve na geladeira por mais de uma década e finalmente vai começar a caminhar.
O longa é baseado no documentário de Brett Morgan, intitulado ‘Chicago 10‘, que traz os relatos do infame julgamento de 1969, que ajuizou sete acusados pelo governo federal de conspiração e mais outros crimes. O grupo é oriundo da ascensão dos protestos da contracultura na cidade de Chicago, na Convenção Democrática Nacional, em 1968. O julgamento parou o país e iniciou uma conversa sobre uma desordem intencional para enfraquecer o governo norte-americano.
Além de dirigir, Sorkin assina o roteiro da produção.
Pouco depois da queda de Saddam Hussein, o ex-policial iraquiano Muhsin al-Khafaji perdeu tudo e batalha dia após dia para manter ele e sua doente filha, Mrouj, a salvo. Mas quando ele descobre que sua filha mais velha Sawsan está perdida, Khafaji mergulha numa busca desesperada para encontrá-la.
A partir de fevereiro de 2012, mais precisamente durante sua apresentação no Super Bowl XLVI, Madonnacomeçou a promover seu décimo segundo álbum de estúdio, um acrônimo para seu próprio nome intitulado ‘MDNA’. A produção era o primeiro compilado de originais desde 2008, quando havia lançado o conturbado ‘Hard Candy’, cuja recepção por parte da crítica não foi tão sólida quanto se imaginava. Retomando a parceria com William Orbit, que simplesmente havia ficado responsável pelo revolucionário ‘Ray of Light’, a performer mergulhava de cabeça no drástico retorno ao impactante pop do início de sua carreira, abrindo espaço para a forte influência do EDM através de 16 faixas e dois remixes. O resultado, todavia, foi bem aquém do esperado e se mostrou ainda mais oscilante e fragmentado que sua investida anterior – não pelo teor lírico, mas sim pela inexplicável produção que dividiu a narrativa em um tríptico sem pé nem cabeça.
Diferente do álbum predecessor, a artista se mostrou pronta para recuperar o fôlego e falar mais aberta e explicitamente sobre temas como amor e vingança – talvez o hiato de quatro anos e sua experiência diretorial com ‘W.E.’, que lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Canção Original, tenha lhe feito bem. Em meio a uma estética que voltava a colocá-la no centro dos holofotes da controvérsia, Madonna opta por construir uma espécie de droga sintética cujo objetivo é viciar seus fãs – mas as escolhas, novamente, são equivocadas em grande parte das tracks. Em ‘MDNA’, que faz uma menção “mascarada” para o uso e os efeitos do ecstasy (MDMA), os ápices restringem-se mais aos materiais promocionais e à incrível capa do CD (que premedita as distorções e onomatopeias das quais ela se vale) do que às canções em si.
Enquanto quatro singles foram lançados nessa nova era, o mais famoso é, sem dúvida, a futurista “Girl Gone Wild” – surpreendentemente uma coesa construção aparatada por quatro compositores e três produtores. Madonna procura criar um pastiche de sua própria carreira ao abrir a música com um breve e ambíguo solilóquio cujas raízes se fincam em “Act of Contrition”: “eu sinto muito por ter te ofendido”, ela diz, pouco antes de falar que o que mais quer é “ser boa”. Entretanto, como já provou diversas vezes, ela não consegue evitar: ser má é a sua sina – e o que fez nos apaixonar por sua presença inegável e atemporal na indústria do entretenimento. De forma hipnótica, ela nos conduz por uma competente narrativa e certos usos explosivos do electro-dance que não conseguem ofuscar o repetitivo e extenuante refrão.
Esse deslize, talvez proposital, talvez acidental, mantém-se como o único elemento que une as outras duas partes da obra. Em “Gang Bang”, Madonna jura vingança contra um enlace romântico que lhe trouxe dúvidas e mágoas e que, agora, vai pagar por seus pecados até mesmo no Inferno – em um cíclico espectro que não tem fim. Em “Give Me All Your Luvin’”, o apreço pelos anos 1980 reflete as inspirações em Toni Basil, instigando uma suposta crítica que é pincelada pela momentânea presença de Nicki Minaj e M.I.A. (colocando-as ou tirando-as, o produto final seria o mesmo: infantiloide e datado). Em “I Fucked Up”, a progressão é exatamente a mesma, apesar do mid-tempo ser usado como força-motriz e encobrir com um teor reflexivo e apologético; “B-Day Song” é apenas mais uma reciclagem de tudo que ouvimos não apenas aqui, mas sim nos primeiros anos de sua carreira, procurando buscar os soubrettes ecoantes de ‘Like a Virgin’.
A cantora, outra vez, parece não ter ideia do que está fazendo – o que é um infortúnio. ‘MDNA’, caso gerado através de uma cautela mais potente, poderia facilmente criar um paralelo entre passado e presente para um nome que nunca saiu da popularidade. No final das contas, somos deixados à mercê de referências jogadas em qualquer lugar, como é o caso da medíocre citação de Olivia Newton-John em “Superstar” (que passa longe de ser uma das piores faixas, apesar disso não significar muita coisa). Outra problemática encontrada reside no fato de Madonna não conseguir transformar arquiteturas pueris em ambiguidades ousadas, como fizera anteriormente: “Turn Up the Radio” se infiltra no período pós-discoteca e se sustenta por meros dezesseis segundos antes de se render a versos pobres e previsíveis; “I’m A Sinner” é tão calculável quanto a música supracitada e se prende a uma linearidade gritante.
Devo mencionar, não obstante, alguns dos pontos altos espalhados profusamente por essa jornada: na primeira parte, Madonna dá vida a uma interessante faixa, representativa da mais pura definição de EDM, “I’m Addicted”: ela nos convida para uma críptica e colorida aventura que atravessa as fronteiras da música e da arte – dentro do tempo que precisava ter e dos crescendos e reviravoltas que queríamos há algum tempo. “Masterpiece”, que integrou o longa-metragem mencionado nos primeiros parágrafos, é uma semi-balada elegíaca e evocativa que cria poesias envolventes e que, por isso mesmo, não tem nada a ver com qualquer coisa que tenha sido apresentada. “Beautiful Killer” estende seus braços para os acordes do baixo e do sincretismo fonográfico, uma pequena e não totalmente lapidada joia perdida num turbilhão incompreensível.
Madonna dá um tiro cego com ‘MDNA’ e, quando os últimos segundos da última faixa dão adeus, ficamos com uma sensação agridoce, pelo fato do aguardado retorno da rainha do pop depois de quatro anos não ter entregado o que podia. Oscilante e acriançando, o álbum se volta mais para uma tentativa desesperada da performer se manter atenta às demandas da esfera musical – sendo que ela definitivamente não precisava disso.
‘Mulher-Maravilha 1984’ teve um forte impacto nas bilheterias de 2020, mas vem sofrendo uma série de críticas negativas por parte do público – sendo até mesmo comparado ao fracasso crítico e comercial de ‘Lanterna Verde’.
Entretanto, Reese Witherspoon não faz parte desse grupo. A atriz vencedora do Oscar postou em seu Twitter oficial uma mensagem aclamando o longa-metragem, mencionando as “ótimas sequências de ação e os vilões” e dizendo que “a surpresa no final” foi épica.
Até agora, o filme arrecadou já arrecadou US$ 85 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de semana passado.
Nos EUA, o filme arrecadou US$ 16,7 milhões no final de semana estendido – o que representa a MAIOR estreia no país desde a reabertura dos cinemas após a pandemia de COVID. O filme foi lançado em 2.100 salas de cinemas nos EUA, e conseguiu uma boa abertura nas telonas.
No Brasil, o filme fez R$ 8,7 milhões em seu primeiro final de semana, tornando-se o maior lançamento depois da reabertura dos cinemas no Brasil.
Ao todo, 494 mil pessoas foram conferir o filme nas telonas dos cinemas.
O Brasil conquistou a quarta maior bilheteria do filme no mundo, atrás apenas de China, Taiwan e Tailândia, mesmo com apenas 70% do mercado exibidor aberto no país. Isso reafirma a força das produções e dos fãs brasileiros da DC no país, que somam diversos recordes de bilheteria recentes com filmes como ‘Coringa‘, ‘Aquaman‘ e ‘Liga da Justiça‘.
Após a notícia da abertura, a Warner confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento.
“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres-Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
A cantora e compositora Mariana Diamandis, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds, anunciou hoje (12) em seu Twitter oficial que “Ancient Dreams in a Modern Land” será o próximo single oficial de seu quinto álbum de estúdio homônimo.
A faixa é precedida pelas canções “Man’s World” e “Purge the Poison” e será lançada na próxima quarta-feira, 19 de maio.
O álbum, por sua vez, estreia em todas as plataformas digitais em 11 de junho.
Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de ‘The Family Jewels’, que misturava indie-pop e new wave. Desde então, fez fama com a divulgação de ‘Electra Heart’ (2012), com os famosos singles“How to be a Heartbreaker” e “Primadonna”, e ‘Froot’ (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.
Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de ‘Para Todos os Garotos que já Amei’.
Na trama, “o Escritório de Advocacia Independente encurrala Monica Lewinsky, mantendo-a encarcerada em um quarto de hotel por doze horas traumatizantes”.
Uma chinesa imigrante é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.
Dinklage dará vida a Casca Highbottom, reitor da Academia e criador não-intenconal dos Jogos Vorazes. Quando os jogos foram oficialmente anunciados, Highbottom serviu como rosto público do evento, começando uma espiral que duraria anos e que culminaria em seu assassinato pelo futuro presidente Coriolanus Snow.
Boehm será Lamina, tributo do Distrito 7. Dillon dará vida a Mizzen, tributo do Distrito 4, enquanto Strates será sua mentora, Persephone Price. Kuse e Bruscheidt serão os tributos Brandy e Tanner, respectivamente, do Distrito 10. Abold será Reaper, tributo do Distrito 11. Shapiro e Reilly serão dois membros do Covey, Billy Taupe e Maude Ivory, respectivamente. E, por fim, Somner será Spruce, do Distrito 12.
O restante do elenco conta com Tom Blyth, que será o jovem Coriolanus Snow, e Rachel Zegler, que será Lucy Gray Baird.
Lance será Marcus, um tributo do Distrito 2; Liao será Clemensia Dovecote, uma das amigas mais próximas de Snow e mentora do tributo do Distrito 11; Gibson dará vida a Bobbin, um tributo do Distrito 8; Lansing será Coral, tributo do Distrito 4; Husain irá interpretar Felix Ravinstill, mentor do tributo do distrito 11; e, por fim, Schwartzman será Lucrécio “Lucky” Flickerman, apresentador dos Jogos Vorazes.
Lembrando que o filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes e será lançado no dia 16 de novembro de 2023.
Confira o primeiro teaser:
Na trama, “anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.
A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.
O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.
A WoW e a MTV divulgaram recentemente o trailer oficial da 15ª temporada do aclamado reality ‘RuPaul’s Drag Race’ e aproveitaram para revelar quem serão os jurados convidados.
Gloria Calderón Kellett entra como criadora e showrunner.
A trama acompanha os irmãos Diaz, Jorge (Mark Indelicato) e Lily (Emeraude Toubia), e suas jornadas no amor. Enquanto Jorge vive um romance com Henry (Vincent Rodriguez), Lily acabou de terminar um relacionamento de anos, pouco antes do Natal.
A vencedora do Grammy Olivia Rodrigo lançou hoje (03) a versão completa de “Can’t Catch Me Now”, música inédita para o aguardado ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, que chega aos cinemas em 15 de novembro e que é estrelada por Rachel Zegler (‘Amor, Sublime Amor’) e Tom Blyth (‘Billy the Kid’).
Ouça:
Inspirado no livro homônimo lançado em 2020 pela Editora Rocco, o longa retrata uma história anterior ao primeiro filme com Presidente Snow (Tom Blyth) ainda jovem. A produção traz grande elenco com nomes como Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”, Hunter Schafer, da série “Euphoria”, Josh Andrés Rivera, Jason Schwartzaman, além das participações deViola Davis, como Dra. Volumnia Gaul, e Peter Dinklage, como Dean Highbottom.
Assinada por Nina Jacobson, Brad Simpson e Francis Lawrence – que também atua como diretor e foi responsável pelos últimos três longas da série – a produção traz roteiro escrito por Suzanne Collings, criadora dos livros, em parceria com Michael Arndt, de “Toy Story 3” e “Star Wars: O Despertar da Força” e Michael Lesslie, de “Assassin’s Creed”.
Anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow, aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.
Segundo o ComicBook.com, a STARZ escalou seis novos membros ao elenco de ‘Blood of My Blood’, série derivada do adorado drama fantástico de época ‘Outlander’.
Messham dará vida à Sra. Fitz, criada no Castelo Leoch e tia de Murtaugh; Rae será Arch Bug, guarda-costas do Clã Grant; Malin interpretará Jocasta Cameron, a filha mais nova do Clã Mackenzie; e Davidson será sua irmã, Janet MacKenzie, a quinta filha da família.
Dowler dará vida a Lizbeth, chefe de Julia no Departamento de Guerra, enquanto Eaton será o Soldado Charlton, amigo de Henry Beauchamp. Tanto Lizbeth quanto Charlton farão parte da narrativa ambientada no século XX.
Vickers dará vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, será seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dará vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.
A trama explorará a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).
A produção já está em andamento na Escócia, e vai contar com dez episódios no canal Starz.
Conforme a descrição oficial, “A série focará nessas duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.”
Matthew B. Roberts, showrunner, produtor executivo e roteirista tanto de ‘Outlander’ quanto de ‘Outlander: Blood of My Blood’, expressou seu entusiasmo: “Estamos animados para contar as histórias desses dois casais. As origens de seus relacionamentos exploram temas universais que transcendem períodos de tempo, e estamos ansiosos para que os fãs descubram e se apaixonem por esses personagens e suas histórias de amor, da mesma forma que fizeram com Claire e Jamie.”
Enquanto isso, as sete temporadas de ‘Outlander’ estão disponíveis no catálogo do Star+.
Relembre o trailer:
Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.
O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.
‘Como Morrer Sozinha’ (‘How To Die Alone’), nova série criada e estrelada por Natasha Rothwell, chegou recentemente ao Disney+ – e já está se tornando um sucesso da plataforma de streaming.
Com nada menos que 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série acompanha Mel (Rothwell), uma funcionária negra e falida do aeroporto JFK que nunca se apaixonou e se esqueceu de como sonhar – até que um encontro acidental com a morte a catapulta em uma jornada para finalmente voar e começar a viver por qualquer meio necessário.
Rothwell também entra como showrunner ao lado de Vera Santamaria.
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