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Filho de Peixe – Conheça os jovens atores do Momento filhos de Astros de Hollywood

Já diz o ditado: “filho de peixe, peixinho é”. Sim, o assunto voltou à tona das manchetes do mundo da sétima arte após a estreia da terceira temporada do fenômeno Stranger Things. Tudo porque no elenco temos a presença ilustre de Maya Hawke, filha dos atores Ethan Hawke e Uma Thurman. O papel da jovem é importante e ela vem sendo muito elogiada. Nenhum elogio, no entanto, tem sido mais intenso do que o do paizão coruja, quatro vezes indicado ao Oscar, cheio de orgulho da cria.

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Pensando nisso, o CinePOP traz uma seleção de herdeiros de Hollywood. Os filhos de astros que estão ascendendo na carreira como seus pais fizeram no passado. Para esta lista, porém, serão levados em conta apenas os novos e promissores nomes que surgiram nos últimos anos. Portanto, nada de veteranos como Michael Douglas (filho de Kirk Douglas), Jamie Lee Curtis (filha de Janet Leigh) ou Jane Fonda (filha de Henry Fonda).  Vem conhecer.

Maya Hawke

Como sempre, começamos a lista com o tópico que a inspirou. A jovem nova yorkina, de 21 anos, vem sendo notícia desde que estreou a terceira temporada de Stranger Things. A performance de Hawke como Robin é tão chamativa que a atriz conseguiu ser destaque dentro de um programa com uma fanbase já estabelecida e personagens mais do que queridos do público. É inegável que a moça está pronta para o sucesso. Seu próximo trabalho é o drama Mainstream, ao lado de Andrew Garfield, dirigida por outra famosa herdeira, Gia Coppola, sobrinha de Sofia Coppola e neta do grande Francis Ford Coppola. Ah sim, como dito acima, Maya é filha dos atores Ethan Hawke e Uma Thurman.

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Wyatt Russell

A família de Wyatt Russell contém outra jovem peixinho. Kate Hudson poderia estar incluída nesta lista, mas como já faz sucesso há quase vinte anos, não se enquadra mais no quesito de uma atriz em ascensão. Hudson é irmã de Wyatt, já que ambos são filhos da veterana Goldie Hawn (A Morte Lhe Cai Bem). O ator, no entanto, é filho do padrasto de Kate, um tal de Kurt Russell. Wyatt, de 33 anos, veio ganhando destaque em filmes indies como Jovens, Loucos e Mais Rebeldes e Ingrid Vai para o Oeste, além do chocante episodio Playtest, da série Black Mirror. Ano passado, o jovem ator ganhou bastante destaque ao protagonizar sua primeira grande produção, o terror da Paramount Operação Overlord. Atualmente, Wyatt pode ser visto na série Lodge 49 e ano que vem estará no suspense de grande hype The Woman in the Window, protagonizado por Amy Adams, Julianne Moore e Gary Oldman, e dirigido por Joe Wright.

Bill Skarsgard

E pensar que por pouco o papel que levou o ator ao estrelato não ficou com outro. Will Poulter (O Regresso) havia sido contratado para viver o palhaço Pennywise, vilão do terror It – A Coisa (2017), mas não pôde permanecer no projeto, dando lugar a Skarsgard. O jovem sueco de 28 anos, criou um dos personagens mais icônicos do cinema recente, recebendo elogios a torto e a direito por seu desempenho. Ele, é claro, é filho de Stellan Skarsgard (Os Vingadores) e irmão de Alexander Skarsgard (Big Little Lies). Depois de ter aparecido ano passado em Deadpool 2 e na série Castle Rock, o ator ensaia seu retorno como o palhaço maldito na continuação It: Capítulo 2, onde aterrorizará Jessica Chastain e James McAvoy.

Billie Lourd

Filha da saudosa Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia de Star Wars, o primeiro trabalho da moça de 26 anos foi de fato um filme desta mesma franquia. O Despertar da Força (2015) trouxe Lourd como a Tenente Connix, papel que reprisou em Os Últimos Jedi (2017), ganhando cada vez mais destaque. Ela voltará ao personagem este ano com o desfecho da trilogia em A Ascensão Skywalker. Fora isso, Billie marcou presença em séries como Scream Queens e American Horror Story, e filmes como Fora de Série, dirigido por Olivia Wilde, lançado este ano.

O’Shea Jackson Jr.

Alguns filhos são tão parecidos com seus pais, que se torna óbvio descobrir seu parentesco. Mais do que isso, O´Shea Jackson Jr. é tão parecido com Ice Cube, que interpretou o pai em sua biografia Straight Outta Compton – A História do NWA (2015), e foi elogiadíssimo pelo feito. Jackson, de 28 anos, vem conquistando seu espaço em Hollywood por conta própria, e participando de projetos bem ecléticos, vide dramas independentes (Ingrid vai para o Oeste), thrillers de ação (Covil de Ladrões), comédias (Casal Improvável) e blockbusters (Godzilla II – Rei dos Monstros). O drama Just Mercy, seu próximo trabalho, sai ano que vem e traz o ator ao lado de gente do quilate de Brie Larson, Jamie Foxx e Michael B. Jordan. Além disso, uma sequência para Covil de Ladrões está em fase de pré-produção.

Alice Englert

Apesar de já estar na estrada há alguns anos – desde 2012 quando protagonizou o drama Ginger & Rosa, ao lado de Elle Fanning -, a jovem Alice Englert, de 25 anos, não é muito conhecida do grande público. Filha da diretora vencedora do Oscar Jane Campion (O Piano), a atriz australiana bem que tentou escrever seu nome nas estrelas, mas Dezesseis Luas (2013) – herdeiro de Crepúsculo que protagonizou – não caiu no gosto geral. Atualmente, Alice pode ser vista em séries como Top of the Lake e Ratched. E este ano lançou o terror Them That Follow, ao lado de nomes como a vencedora do Oscar deste ano Olivia Colman (A Favorita) e Kaitlyn Dever (Fora de Série).

Max Irons

Britânico, de 33 anos, Max Irons é filho do lendário Jeremy Irons (vencedor do Oscar por O Reverso da Fortuna). Max não é um iniciante, no entanto, tendo começado sua carreira em 2004, numa pontinha em Adorável Julia, com Annette Bening. As tentativas do ator em se tornar um astro também ainda não deram certo, tendo visto os maiores filmes que participou naufragar com crítica e público, vide A Garota da Capa Vermelha e A Hospedeira. O ator, porém, se recuperou e entregou trabalhos sólidos no indicado ao Oscar A Esposa e na minissérie Little Drummer Girl. Atualmente pode ser visto na série The Condor, baseada no livro Six Days of the Condor (que já rendeu o filme Três Dias do Condor, 1975, com Robert Redford), ao lado de William Hurt e Mira Sorvino, que está em sua segunda temporada.

Jaden Smith

Ame-o ou odeie-o. O filho de Will Smith nos foi forçado goela abaixo pelo orgulhoso astro. Tudo bem que o menino, hoje com 21 anos, estreou bem no cinema ainda pequenininho ao lado do pai no drama À Procura da Felicidade, e depois seguiu para trabalhos igualmente satisfatórios (mesmo quando os filmes não acompanhavam), vide o remake de O Dia em que a Terra Parou, com o atual queridinho Keanu Reeves. No entanto, foi quando começou a entrar em nova fase de sua carreira, já adolescente, que Jaden atraiu negativamente atenção para si. Primeiro na reimaginação de Karate Kid e depois no fiasco Depois da Terra, mais uma vez ao lado do paizão, dirigidos por M. Night Shyamalan (também amargando má fase). Jaden está disposto a deixar a negatividade para trás e esse ano aposta tudo no romance dramático Life in a Year, no qual fará par com a modelo transformada em atriz Cara Delavingne.

Patrick Schwarzenegger

Não existe muito a fazer quando seu pai é simplesmente um dos maiores astros que Hollywood já viu. Bem, só resta continuar tentando. Com este sobrenome trava-línguas, é impossível confundir o parentesco de Patrick. Sim, o jovem de 25 anos é filho (mas bem que poderia ser neto) do governator em pessoa, Arnold Schwarzenegger – que teve o rapaz quase aos 50 anos de idade. Sem poder tentar seguir os passos do pai, Patrick chega de forma tímida e aceita participações em filmes como Como Sobreviver a um Ataque Zumbi e séries como Scream Queens. Sua grande chance foi no romance O Sol da Meia Noite, no qual protagonizou ao lado da it-girl Bella Thorne. Seu próximo trabalho, o thriller de ficção Warning, será ao lado das beldades Annabelle Wallis, Alice Eve e Charlotte Le Bon.

Emma Roberts

Bem, essa não é nenhuma novata. A figura mais conhecida da lista, porém, não poderia ficar de fora. Apesar de já estar na estrada como atriz há quase vinte anos (isso mesmo, ela começou bem novinha), Emma Roberts tem apenas 28 anos de idade. Sobrinha da mega estrela Julia Roberts e filha do canastrão mor Eric Roberts, Emma já tem nada menos do que 56 créditos na filmografia como atriz. Diabos, existem veteranos com menos trabalhos! Tudo, desde o infantil Aquamarine, passando por Nancy Drew, até o indie A Arte da Conquista, o suspense Nerve e o terror Pânico 4 pode ser encontrado no currículo da moça. Vocês querem séries? Temos Scream Queens e American Horror Story! Só falta mesmo para a menina uma indicação ao Globo de Ouro, Emmy e, se não for pedir demais, Oscar – quem sabe no futuro. Este ano, a jovem lança o terror The Hunt, ao lado de Betty Gilpin, a Debbie da série GLOW.

‘Friends’, ‘Plantão Médico’, ‘Party of Five’ e as Séries Clássicas que Completam 30 anos em 2024

A TV a cabo emplacou no Brasil em meados dos anos 90. Isso significou um divisor de águas para toda uma geração, que podia se relacionar de uma forma inédita em especial com programas de televisão, em especial as séries e as sitcoms. Antes, a relação dos cinéfilos com filmes era na base das exibições da TV aberta, cinema e locadoras. Em matéria de séries, podíamos contar apenas com o que era mostrado nos canais convencionais.

A TV a cabo chegou para revolucionar esse consumo. Nesse segmento o canal Sony foi importantíssimo para despertar a paixão dos fãs pelas séries de TV. Talvez os mais novos não consigam mensurar, mas antes desta época, os brasileiros não tinham o costume de consumir séries de TV como fazem hoje. Precisamos levar em conta também que a partir dos anos 90, programas revolucionários mudariam para sempre a audiência da TV norte-americana. Sitcoms como ‘Friends’, ‘Seinfeld’, ‘Mad About You’, ‘Married with Children’, ‘Everybody Love Raymond’, ‘The Nanny’, ‘That 70s Show’ e ’3rd Rock from the Sun’, por exemplo, foram todas exibidas no canal a cabo, e fizeram parte da rotina dos espectadores pela primeira vez, em suas exibições inéditas nas noites de cada dia da semana. Era um verdadeiro banquete.

Falando em séries de TV marcantes, abaixo citaremos de algumas que estão completando 30 anos de sua estreia em 2024. Umas ainda populares até hoje, outras rapidamente caídas no esquecimento. Confira abaixo.

Friends

Talvez nenhuma outra sitcom tenha trazido tanta alegria para o mundo nos últimos 30 anos quanto ‘Friends’. Porém, nos últimos tempos a comédia foi também fonte de tristeza, devido à partida precoce de um de seus seis astros, Matthew Perry, o eterno Chandler. Mas não podemos deixar nos abater, pois o ator ficou conhecido pelas risadas que trouxe ao público, e assim gostaria de ser lembrado. ‘Friends’ é importante culturalmente, e fez parte da vida de algumas gerações. Seja para os mais velhos, que ainda pegaram os episódios inéditos passando na TV à cabo, os que descobriram nos DVDs, nas exibições da TV aberta ou já na era dos streamings. Nunca, um grupo de seis amigos bem diferentes fez tanto sucesso.

Plantão Médico (E.R.)

Outro fenômeno de audiência de 30 anos atrás na TV, ‘Plantão Médico’ foi o primeiro grande sucesso de uma série retratando o dia a dia de médicos de uma sala de emergência. Depois, séries médicas virariam tendência e até hoje fazem a cabeça do público. Aliás, o título original é justamente esse: a sigla de Emergency Room. ‘Plantão Médico’ não foi a primeira série de hospital da TV americana, mas foi a que elevou o conceito a outro patamar de popularidade. Fora isso, revelou ao mundo um certo George Clooney, que ganhou notoriedade ao interpretar o Dr. Doug Ross por cinco temporadas, e depois retornou para participações na sexta e na décima quinta e última.

Party of Five (O Quinteto)

Uma das coisas mais legais das séries de 30 anos atrás na TV americana, é perceber o quanto elas foram influentes e como serviram para revelar talentos para o cinema. Atores que continuam até hoje na ativa. Por exemplo, nos dois itens acima tivemos personalidades como Jennifer Aniston e George Clooney migrando com sucesso para o cinema. Já em ‘Party of Five’ foi a vez de Neve Campbell, Jennifer Love Hewitt (duas Scream Queens dos anos 90) e Matthew Fox (que encontraria sucesso em ‘Lost’). Enquanto as duas séries acima foram ao ar nos EUA pela rede NBC, ‘O Quinteto’ (como ficou conhecido no Brasil) foi exibido pela Fox Network por lá. Por aqui, todas passavam no canal Sony (um dos mais significativos para a cultura popular na TV nos anos 90). A história mostrava um grupo de cinco irmãos, de idades distintas, precisando se cuidar sozinhos depois da morte dos pais.

Minha Vida de Cão

Continuando o tema de grandes atrizes reveladas em séries há 30 anos, quem chega à lista é ninguém menos que Claire Danes. Ao contrário das demais acima, ‘My So Called Life’ foi exibida pelo Multishow aqui no Brasil, e nos EUA pela rede ABC. A série, no entanto, teve um efeito ‘Chaves’. Acontece que o programa adolescente, que trazia questões que falavam diretamente com o público jovem, de uma forma bem honesta e direta, não durou muito. Aliás, não durou quase nada, com apenas uma temporada de 19 episódios. Muitos podem nem ter se dado conta disso, devido às constantes reprises. Além de ser protagonizada por Danes, o programa ainda trazia participação de um certo Jared Leto, como Jordan.

Ellen

Embora não seja a série mais popular a ter sido lançada há 30 anos, ‘Ellen’ foi uma das mais importantes e representativas. Isso porque o programa foi o primeiro da TV norte-americana e mundial a apresentar uma personagem LGBTQI+ como protagonista. É claro que estrelando tínhamos Ellen DeGeneres, comediante famosa em circuitos de stand-up, que ganhava sua grande chance de se tornar uma personalidade também na TV. DeGeneres é uma mulher lésbica também na vida real, e o programa foi a oportunidade de inclusão social de sua comunidade em grande estilo – como nunca antes neste escopo. Ellen pegou essa oportunidade e não a desperdiçou. Na época, a atriz chegou a estrelar também alguns filmes, até se tornar uma das mais populares apresentadoras de talk-show da TV.

Mulher Nota Mil

Adaptações de filmes de sucesso ou cult na forma de séries de TV não eram novidade nem há 30 anos, quando ‘Mulher Nota Mil’, um dos mais queridos e divertidos filmes de John Hughes dos anos 80, migrava para as telinhas, recontando a história de dois amigos nerds criando a mulher perfeita (no melhor estilo ‘A Noiva de Frankenstein’) com seu computador nos anos 90. Aliás, está mais do que na hora de trazer essa história reformulada para os novos tempos, assim como outros clássicos de Hughes para os dias de hoje. Imagine como seria com os realizadores certos, abordando questões atuais, que não existiam na época? ‘Mulher Nota Mil’, a série, deu certo e durou cinco temporadas, de 1994 a 1998. Todos que viveram a época, certamente lembram da exibição do programa na rede Globo.

Thunder – Missão no Mar

Essa só os fortes irão lembrar! Exibido na rede Globo em meados dos anos 90, o programa fez sucesso com os fãs de ação. Isso porque estrelando a série tínhamos ninguém menos que o grandalhão Hulk Hogan – famoso por sua participação em ‘Rocky III’ e em diversos filmes ainda nos anos 80. O gigante aloirado interpretava Hurricane, parceiro de Bru (Chris Lemmon), dois ex-membros dos fuzileiros navais trabalhando como mercenários. A equipe era formada ainda pelo veterano Edward (Patrick Macnee, lendário ator da série britânica ‘Os Vingadores’), a belíssima Kelly (Carol Alt) e a graciosa Jessica (Ashley Gorrell), a filha de Hurricane. Mas a atração principal do programa era mesmo a lancha high-tech conhecida como Thunder, uma espécie de “Supermáquina” do mar. O programa durou apenas uma temporada, com 22 episódios, mas marcou época antes da era da TV à cabo.

Robocop

A trajetória do policial robô mais famoso do cinema não foi fácil. Tudo começou de maneira satisfatória, com o filme cult de Paul Verhoeven em 1987, que pegou o mundo de surpresa. Ultraviolento e incrivelmente ácido em sua crítica social sobre o fascismo e o corporativismo, ‘Robocop – O Policial do Futuro’ é um filme bem à frente de seu tempo e segue mais atual do que nunca. É claro que o sucesso despertaria interesse dos executivos do estúdio em tirar uma sequência do papel, mesmo que a história não pedisse, com o primeiro filme fechadinho em si mesmo.

E nem mesmo um dos maiores quadrinistas, dono de um texto super questionador na época, conseguiu equiparar a qualidade do material. Frank Miller escreveu o segundo e o terceiro filme (1990 e 1993), mas algo não concatenou como no primeiro. O terceiro em especial pôs um fim na carreira do personagem mecânico no cinema por um bom tempo. A solução, pensava-se, foi levar suas aventuras para as telinhas (em outra produção que chegou a ser exibida na rede Globo). O programa, no entanto, durou apenas uma temporada com 23 episódios.

Bônus: A Dança da Morte

Nem todos os livros do mestre do terror Stephen King se tornam filmes. Alguns deles se tornam minisséries de TV. E isso acontece desde os primórdios de suas adaptações. De fato, a segunda obra adaptada ao audiovisual da carreira de King foi ‘Os Vampiros de Salem’ (1979), minissérie em dois episódios exibida pelo canal americano CBS. Depois vieram ‘It – Uma Obra Prima do Medo’ (1990) e ‘Tommyknockers’ (1993), com a exibição agora no canal ABC – embora aqui no Brasil muitos acreditassem se tratar de filmes, com suas fitas VHS duplas nas locadoras.

Quem cresceu nessa época, sem dúvida lembra destas infames fitas duplas. Tudo isso para chegarmos até ‘A Dança da Morte’, que está completando 30 anos de sua estreia. Novamente pela rede ABC, a minissérie era a mais longa até então, com quatro episódios ao invés de dois, como de costume. ‘A Dança da Morte’ fez sucesso nas locadoras no Brasil na época, falava sobre o apocalipse, a luta épica entre o bem e o mal, e trazia Molly Ringwald (estrela dos anos 80) como protagonista. A história foi readaptada em uma minissérie em nove episódios pela Paramount+ em 2020.

Crítica | Dopesick – Michael Keaton estrela minissérie do Star+ que denuncia a ganância de uma empresa farmacêutica

A prova de quando a ganância não tem limites. Baseada no livro Dopesick: Dealers, Doctors and the Drug Company that Addicted America, de Beth Macy, Dopesick é um filme denúncia, um projeto que grita aos nossos olhos, que nos mostra como a ganância de uma empresa farmacêutica que criou um poderoso opioide, medicamentos prescritos para o tratamento e alívio da dor, altamente viciante, que mata mais que armas de fogo nos Estados Unidos, mais forte da mesma classe da morfina e da heroína.

Os absurdos de todo o processo burocrático de legalização, campanhas mentirosas de marketing, as dores de quem fica viciado são bem detalhados nos seis únicos episódios dessa intensa minissérieMichael Keaton e Kaitlyn Dever, foram indicados ao Globo de Ouro 2022 por suas impecáveis atuações.

Na trama, que possui dinâmicas passagens de tempo, acompanhamos o surgimento de um medicamento que impactaria negativamente a sociedade norte-americana (depois a mundial), o OxyContin, e toda a veia de destruição em famílias do interior dos Estados Unidos que buscando alívio para suas incansáveis dores acabam entrando em uma dependência a esse fármaco opioide analgésico potente, análogo semi-sintético da morfina (duas vezes maior que a mesma).

Do lado jurídico vemos a saga dos procuradores adjuntos Rick (Peter Sarsgaard) e Randy (John Hoogenakker) em busca de reunir provas contra a Purdue Pharma, pertencente a membros da rica família Sackler por conta de mentiras na aplicação de validações a circulação de um remédio que causa uma dependência e que é causa de morte de muitas pessoas. Os doutores que eram convencidos pelos representantes de venda da Purdue são aqui representados pelo Dr. Samuel (Michael Keaton) um viúvo que praticamente é o único médico de uma cidadezinha. Uma das pacientes de Samuel, Betsy (Kaitlyn Dever), nos mostra os horrores de um viciado a uma medicamento e toda a dor e tristeza que causa não só a si mas a todos que estão ao seu redor. Bridget Meyer (Rosario Dawson) é a personagem que nos insere nas agências de controle, a DEA e a FDA, travando batalhas poderosas em busca de provas que possam ajudar a conter o medicamento em circulação. Richard (Michael Stuhlbarg), é o médico responsável pelas estratégicas do medicamento e parte da família Sackler que enfrenta embates internos para ter cada vez mais poder e controle.

A roteiro caminha pela narrativa não linear (com muitas passagens ida e volta no tempo) o que de fato faz muito sentido com a edição certeira.  A dor é o elemento de interseção entre todas as subtramas, por ela passam os objetivos de uma empresa gananciosa e nada boazinha que encontra um caminho mortal no sofrimento dos outros para inserir na sociedade um medicamento que causa dores e horrores até hoje. Absurdamente, esse remédio ainda é vendido em alguns lugares de maneira bem menos restritiva do que deveria. O projeto tem o poder de denúncia e tomara que sua mensagem bem forte e clara seja ouvida!

Crítica | ‘Agente Zeta’ – Top 1 do PRIME VIDEO é um competente ‘jogo de espiões’

Jason Bourne, Jack Ryan, Ethan Hunt e, o mais famoso de todos, James Bond, são alguns dos nomes que logo chegam pelas nossas memórias quando pensamos em espionagem no cinema. Personagens que marcaram época e levaram milhares de pessoas aos cinemas, envolvidos por um tema fascinante para o público: o jogo de espiões.

Crítica | ‘Relay – Contrato Perigoso’ – Suspense na HBO MAX mergulha em um clima intenso de conspiração, paranoia e espionagem

 

Em 2026, o mundo da espionagem ganhou mais uma homenagem no audiovisual, desta vez em um eficiente filme espanhol que apresenta, de forma explosiva e com ritmo frenético, uma trama que envolve segredos familiares e ações que interligam as forças de inteligência de dois países completamente diferentes.

Agente Zeta, dirigido por Dani de la Torre, é filme repleto de reviravoltas que, por meio de um espelho geopolítico – passando até pelo Rio de Janeiro -, consegue transmitir o eterno embate sobre controles da narrativa quando nações entram em choque por ações que geram consequências. O longa-metragem, estrelado pelo astro do cinema espanhol Mario Casas, alcançou o Top 1 do Prime Video já na sua semana de estreia na plataforma, mostrando a força desse tema para o público.

 

Yago (Mario Casas) é um agente da inteligência espanhola (CNI), de codinome Zeta, que está tirado um tempo de folga em um lugar isolado para cuidar de sua mãe. Quando uma série de assassinatos de ex-agentes, camuflados em embaixadas espanholas pelo mundo, começa a acontecer, Yago é chamado para rastrear um desses alvos que conseguiu sobreviver (Luis Zahera). A partir daí, seu destino se cruza com Alfa (Mariela Garriga), uma agente da inteligência colombiana, e, aos poucos, eles vão descobrindo verdades sobre um misterioso acontecimento fatal do passado que revelará enormes surpresas.

O roteiro, muito bem escrito por de la Torre, Oriol Paulo e Jordi Vallejo, consegue sustentar a atenção do público com seguidas revelações que mudam a maneira como olhamos para essa história. Num primeiro momento, tudo parece bem confuso: há muita informação, e um leque de personagens importantes surge conforme os minutos vão passando. De trama de espionagem, logo vamos entendendo que uma camada sobre família começa a se abrir – e, nesse momento, a obra cresce, nos conduzindo a dramas pessoais e dilemas com um desfecho difícil de prever.

A direção é competente: reúne elementos marcantes de um suspense político com o acréscimo da ação em cenas muito bem elaboradas, mantendo a plena compreensão da história, sem desvios desnecessários e com pouco uso de soluções convenientes. É bem interessante assistir a um obra sobre espionagem fora do eixo hollywoodiano; mais contextos se abrem, novas formas de enxergar o desenvolvimento dos personagens também, e as dinâmicas geopolíticas ganham novos contornos.

O QUE VOCÊ FARIA? 10 filmes com DILEMAS desconcertantes!

Agente Zeta e seu ‘jogo de espiões’ busca um estilo próprio dentro de um subgênero cinematográfico ligado ao suspense, se consolidando como um entretenimento de alto nível que deixa o público atento em cada cena, preparando muito bem seu final surpreendente.

GLAAD Media Awards 2022 | Lil Nas X, ‘Pose’, ‘Eternos’ e mais na lista de indicados à premiação; Confira!

Nesta última quarta-feira, 19 de janeiro, foram anunciados os indicados à 33ª edição dos GLAAD Media Awards, premiação que visa celebrar a representatividade LGBTQIA+ na mídia mainstream, incluindo no cinema, na televisão e na música, entre os dias 01 de janeiro e 31 de dezembro do ano passado.

Os nomeados foram revelados pela finalista do icônico programa de competição ‘RuPaul’s Drag Race’Gottmik, através do TikTok.

“Mídia pode criar uma mudança positiva – e os indicados deste ano representam poderosos projetos, histórias e criadores que mudaram a cultura positivamente e trouxeram ao público histórias LGBTQIA+ novas e impactantes”, declarou o presidente da GLAADSarah Kate Ellis“Há mais indicados este ano do que nunca [246 entre 30 categorias], destacando um aumento no cenário da visibilidade LGBTIQA+ e servindo como lembrete do papel crítico que os filmes, a televisão, a música, o jornalismo e outras forma de mídia podem ter na aceitação crescente dos LGBTQIA+ em face a constantes ataques contra nossa comunidade”.

A cerimônia de vencedores acontecerá em Los Angeles no dia 02 de abril de 2022 e em Nova York no dia 06 de maio de 2022.

Confira a lista de indicados abaixo:

INDICADOS NAS CATEGORIAS DE LÍNGUA INGLESA

MELHOR FILME – LANÇAMENTO AMPLO
Eternos (Walt Disney Studios Motion Pictures)
Everybody’s Talking About Jamie (Amazon Studios)
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (Netflix)
tick, tick… BOOM! (Netflix)
Amor, Sublime Amor (Walt Disney Studios Motion Pictures)

MELHOR FILME – LANÇAMENTO LIMITADO
Breaking Fast (Vertical Entertainment)
Gossamer Folds (Indican Pictures)
The Obituary of Tunde Johnson (Wolfe Video)
Mães Paralelas (Sony Pictures Classics)
Plan B (Hulu)
Port Authority (Momentum Pictures)
Shiva Baby (Utopia)
Swan Song (Magnolia Pictures)
Tu Me Manques (Dark Star Pictures)
Twilight’s Kiss (Strand Releasing)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Changing the Game (Hulu)
“Cured”, Independent Lens (PBS)
Flee (NEON)
The Lady and The Dale (HBO)
The Legend of the Underground (HBO)
No Ordinary Man (Oscilloscope Laboratories)
Nuclear Family (HBO)
“Pier Kids”, POV (PBS)
Pray Away (Netflix)
Pride (FX)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Dickinson (Apple TV+)
Gentefied (Netflix)
Love, Victor (Hulu)
The Other Two (HBO Max)
Uma Galera do Barulho (Peacock)
Sex Education (Netflix)
Shrill (Hulu)
Special (Netflix)
Twenties (BET)
Work in Progress (Showtime)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
9-1-1: Lone Star (FOX)
Batwoman (The CW)
The Chi (Showtime)
Patrulha do Destino (HBO Max)
Good Trouble (Freeform)
Grey’s Anatomy (ABC)
The L Word: Generation Q (Showtime)
Pose (FX)
Star Trek: Discovery (Paramount+)
Supergirl (The CW)

MELHOR NOVA SÉRIE
4400 (The CW)
Chucky (Syfy/USA Network)
Hacks (HBO Max)
Harlem (Prime Video)
The Long Call (BritBox)
A Vida Sexual das Universitárias (HBO Max)
Sort Of (HBO Max)
With Love (Prime Video)
Y: The Last Man (FX)
Yellowjackets (Showtime)

MELHOR FILME PARA TV
The Christmas House 2: Deck Those Halls (Hallmark Channel)
Trilogia Rua do Medo (Netflix)
Nash Bridges (USA Network)
Um Crush para o Natal (Netflix)
Under the Christmas Tree (Lifetime)

MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLOGIA
Dopesick (Hulu)
Halston (Netflix)
It’s a Sin (HBO Max)
Little Birds (Starz)
Love Life (HBO Max)
Master of None Presents: Moments in Love (Netflix)
Rurangi (Hulu)
Station Eleven (HBO Max)
Vigil (Peacock)
The White Lotus (HBO)

MELHOR PROGRAMA DE REALITY
12 Dates of Christmas (HBO Max)
Dancing with the Stars (ABC)
Family Karma (Bravo)
I Am Jazz (TLC)
Legendary (HBO Max)
MTV’s Following: Bretman Rock (MTV)
Queer Eye (Netflix)
RuPaul’s Drag Race (VH1)
The Voice (NBC)
We’re Here (HBO)

MELHOR PROGRAMA INFANTIL
“Berry Bounty Banquet”, Strawberry Shortcake: Berry in the Big City (YouTube Kids)
City of Ghosts (Netflix)
“Family Day”, Vila Sésamo (HBO Max)
“Gonzo-rella”, Muppet Babies (Disney Junior)
“Joie de Jonathan”, Fancy Nancy (Disney Junior)
Ridley Jones (Netflix)
Rugrats (Paramount+)
Summer Camp Island (Cartoon Network/HBO Max)
We The People (Netflix)
“Whatever Floats Your Float”, Madagascar: A Little Wild (Hulu/Peacock)

MELHOR PROGRAMAÇÃO INFANTIL E PARA A FAMÍLIA
Amphibia (Disney Channel)
Centaurworld (Netflix)
“Claudia and the Sad Goodbye”, O Clube das Babás (Netflix)
Diário de uma Futura Presidente (Disney+)
Doogie Kamealoha: Doutora Precoce (Disney+)
High School Musical: O Musical: A Série (Disney+)
The Loud House (Nickelodeon)
“Manlee Men”, Danger Force (Nickelodeon)
The Owl House (Disney Channel)
Power Rangers: Dino Fury (Nickelodeon/Netflix)

MELHOR ARTISTA MUSICAL
Brandi Carlile, In These Silent Days (Low Country Sound/Elektra Records)
BROCKHAMPTON, ROADRUNNER: NEW LIGHT, NEW MACHINE (RCA Records/Question Everything)
Demi LovatoDancing with the Devil… the Art of Starting Over (Island Records)
Elton JohnThe Lockdown Sessions (Interscope Records)
HalseyIf I Can’t Have Love, I Want Power (Capitol Records)
Kaytranada, Intimidated (RCA Records)
Lil Nas XMONTERO (Columbia Records)
Melissa Etheridge, One Way Out (BMG)
Mykki Blanco, Broken Hearts and Beauty Sleep (Transgressive Records)
St. VincentDaddy’s Home (Loma Vista Recordings)

ARTISTA REVELAÇÃO
Arlo Parks, Collapsed in Sunbeams (Transgressive Records)
Asiahn, The Interlude (Third&Hayden/Motown)
girl in red, if i could make it go quiet (AWAL)
Jake Wesley Rogers, Pluto (Facet/Warner Records)
Japanese BreakfastJubilee (Dead Oceans)
Joy Oladokun, in defense of my own happiness (Amigo Records/Verve Forecast/Republic Records)
Lauren JaureguiPrelude (Attunement Records/AWAL)
Lily Rose, Stronger Than I Am (Big Loud Records/Back Blocks Music/Republic Records)
Lucy Dacus, Home Video (Matador Records)
VINCINT, There Will Be Tears (Vincint Cannady)

MELHOR PRODUÇÃO DA BROADWAY
Chicken & Biscuits
Company
Thoughts Of A Colored Man

MELHOR VIDEOGAME
Boyfriend Dungeon (Kitfox Games)
Far Cry 6 (Ubisoft)
The Gardener and the Wild Vines (Finite Reflection Studios)
Kena: Bridge of Spirits (Ember Lab)
Life is Strange: True Colors (Deck Nine Games/Square Enix)
Psychonauts 2 (Double Fine/Xbox Game Studios)
Rainbow Billy: The Curse of the Leviathan (ManaVoid Entertainment/Skybound Games)
Tom Clancy’s Rainbow Six Siege (Ubisoft)
Unpacking (Witch Beam /Humble Games)
UNSIGHTED (Studio Pixel Punk /Humble Games)

MELHOR REVISTA EM QUADRINHOS
Aquaman: The Becoming, de Brandon Thomas, Diego Olortegui, Skylar Patridge, Scott Koblish, Wade Von Grawbadger, Adriano Lucas, Alex Guimarães, Andworld Design (DC Comics)
Barbalien: Red Planet, de Tate Brombal, Jeff Lemire, Gabriel Hernández Walta, Jordie Bellaire, Aditya Bidikar (Dark Horse Comics)
Crush & Lobo, de Mariko Tamaki, Amancay Nahuelpan, Tamra Bonvillain, Nick Filardi, Ariana Maher (DC Comics)
The Dreaming: Waking Hours, de G. Willow Wilson, Javier Rodriguez, Nick Robles, M.K. Perker, Matheus Lopes, Chris Sotomayor, Simon Bowland (DC Comics)
Guardians of the Galaxy, de Al Ewing, Juann Cabal, Juan Frigeri, Federico Blee, Cory Petit (Marvel Comics)
Harley Quinn: The Animated Series – The Eat. Bang! Kill. Tour, de Tee Franklin, Max Sarin, Erich Owen, Marissa Louise, Taylor Esposito (DC Comics)
Killer Queens, de David M. Booher, Claudia Balboni, Harry Saxon, Lucas Gattoni (Dark Horse Comics)
Star Wars: Doctor Aphra, de Alyssa Wong, Minkyu Jung, Ray-Anthony Height, Federico Sabbatini, Victor Olazaba, Rachelle Rosenberg, Joe Caramagna (Marvel Comics)
Superman: Son of Kal-El, de Tom Taylor, John Timms, Daniele Di Nicuolo, Steve Pugh, Clayton Henry, Gabe Eltaeb, Hi-Fi, Romulo Fajardo Jr., Steve Buccellato, Dave Sharpe (DC Comics)
Wynd, de James Tynion IV, Michael Dialynas, Andworld Design (BOOM! Studios)

MELHOR GRAPHIC NOVEL/ANTOLOGIA
Cheer Up! Love and Pompoms, de Crystal Frasier, Val Wise, Oscar O. Jupiter (Oni Press)
DC Pride [antologia] (DC Comics)
Eighty Days, de A.C. Esguerra (Archaia/BOOM! Studios)
The Girl from the Sea, de Molly Ostertag, Maarta Laiho (Graphix/Scholastic)
Girl Haven, de Lilah Sturges, Meaghan Carter, Joamette Gil (Oni Press)
I Am Not Starfire, de Mariko Tamaki, Yoshi Yoshitani, Aditya Bidikar (DC Comics)
Marvel’s Voices: Pride [antologia] (Marvel Comics)
Renegade Rule, de Ben Kahn, Rachel Silverstein, Sam Beck, Jim Campbell (Dark Horse Comics)
The Secret to Superhuman Strength, de Alison Bechdel, Holly Rae Taylor (Mariner Books/HMH)
Shadow Life, de Hiromi Goto, Ann Xu (First Second/Macmillan)

MELHOR EPISÓDIO DE VARIEDADES OU TALK SHOW
“Bisexual Superman Is Not Ruining Your Childhood, B*tch Please”, The Amber Ruffin Show (Peacock)
“Culture War! Diverse Pilots and Trans Rights”, The Daily Show with Trevor Noah (Comedy Central)
“Elliot Page”, The Oprah Conversation (Apple TV+)
“Jenny Hagel Investigates Why America’s Lesbian Bars Are Vanishing”, Late Night With Seth Meyers (NBC)
“Mj Rodriguez on Historic Emmy Nomination and Hopes for Trans Community’s Future”, The View (ABC)

MELHOR SEGMENTO JORNALÍSTICO TELEVISIVO
“Capehart Condemns Marjorie Taylor Greene’s Transphobic Speech Against Equality Act”, The Sunday Show with Jonathan Capehart (MSNBC)
“Danica Roem to LGBTQ Americans: You Have to Care About Politics”, State of the Union (CNN)
“HIV/AIDS: 40 Years Later”, TODAY (NBC)
“McBride On Anti-Trans Bills: ‘This Is Legislative Bullying Plain & Simple'”, Stephanie Ruhle Reports (MSNBC)
“Valedictorian Says His Graduation Speech on Mental Health & LGBTQ Identity Was Cut Off”, GMA3: What You Need to Know (ABC)

MELHOR PROGRAMA JORNALÍSTICO
“Anderson Speaks to Legendary AIDS and Gay Rights Activist”, Anderson Cooper Full Circle (CNNgo)
“Gay Panic”, This is Life with Lisa Ling (CNN)
“Life After Pulse”, (WESH)
“Mama Gloria”, AfroPop: The Ultimate Cultural Exchange (PBS)
“Pride of The White House”, (MSNBC)
“PRIDE on ABC News Live: What’s Next for the LGBTQ+ Community”, (ABC News Live)
“Trans in Texas” United Shades of America (CNN)
“Trans in Trumpland”, (Topic)
“TransAmerica”, (NBC News NOW)
“The Week in Pride”, The Week with Joshua Johnson (MSNBC)

MELHOR ARTIGO IMPRESSO
“Billy Porter Breaks a 14-Year Silence: ‘This Is What HIV-Positive Looks Like Now'”, de Billy Porter, contado por Lacey Rose (The Hollywood Reporter)
“Books Probed by a Texas Lawmaker by Women, People of Color, LGBTQ Writers. They’re Asking: ‘Really?'”, de Talia Richman & Corbett Smith (The Dallas Morning News)
“Bowen Yang is Defining Funny for a New Generation”, de David Canfield (Entertainment Weekly)
“Diary of an ICE Detainee”, de Yariel Valdes Gonzalez (Washington Blade)
“Elliot Page is Ready for This Moment”, de Katy Steinmetz (TIME)
“The Hearts of Venezuela”, de Taylor Hirschberg (Out)
“Inside the Sparkling, Rainbow-Filled World of JoJo Siwa”, de Jason Sheeler (People)
“Keeping Trans Kids From Medicine Doesn’t Make Them Disappear”, de Jennifer Finney Boylan (The New York Times)
“Lawmakers Can’t Cite Local Examples of Trans Girls in Sports”, de David Crary & Lindsay Whitehurst (The Associated Press)
“The Year of the Black Queer Revolution”, de Ernest Owens (Rolling Stone)

MELHOR COBERTURA EM REVISTA
The Advocate
Entertainment Weekly
People
POZ
Variety

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE
“Across the South, a Trans Housing Movement Grows” by Raquel Willis (VOGUE.com)
“As Anti-Trans Violence Surges, Advocates Demand Policy Reform”, de Jo Yurcaba (NBCNews.com)
“Let’s Talk About (Queer) Sex: The Importance of LGBTQ-inclusive Sex Education in Schools”, de David Oliver (USAToday.com)
“LGBT+ Afghans Fear Being Forgotten 100 Days Since Taliban Takeover”, de Hugo Greenhalgh (Openlynews.com)
“Megan Rohrer, the Evangelical Lutheran Church’s First Trans Bishop, Wants to Get Messy”, de Nico Lang (them.us)
“No, DaBaby, HIV Will Not ‘Make You Die in 2 to 3 weeks.’ Here’s the Truth.”, de David Artavia (Yahoo.com)
“‘No Time For Intolerance:’ Dr. Rachel Levine Has A Job To Do”, de Dawn Ennis (Forbes.com)
“T.J. Osborne is Ready to Tell His Story”, de Sam Lansky (TIME.com)
“What I’ve Learned After Living with HIV in Secret for Years”, de Tony Morrison (GoodMorningAmerica.com)
“The Word Missing From the Vast Majority of Anti-Trans Legislation? Transgender”, de Orion Rummler & Kate Sosin (19thnews.org)

MELHOR JORNALISMO ONLINE
“+Talk: HIV & Faith”, de Karl Schmid, Mike Spierer e Brent Zacky (Plus Life Media)
“Caretakers” [série], de Geena Rocero, Jon Mallow, Dan Greenberg, Sheena Alexis Suarez, Erin McIntyre, Chelsea Rugg, Shant Alexander, and Victoria Malabrigo (PBS.com)
“Covid Confessions: Drag Performers Share Their Experiences Working During The Pandemic”, de Alec Fischer (Fischr Media)
“For Ruth Ellis Center Staff, Helping LGBTQ Homeless Youth is Personal”, de Scott Gatz, John Halbach, Maria Tridas e Emily Geraghty (LGBTQ Nation)
“How Queer Characters Have Evolved In Children’s Animation”, de Chris Snyder, Kyle Desiderio, Jess Chou, A.C. Fowler e Kuwilileni Hauwanga (Insider)
Legendary” [série], de Peppermint, Matt McDonough, Jennifer Tiexiera, Michael Seligman, Julia Hoff, Ryan Murray, Ximena Sanchez e Tom Lofthouse (NowThis/Discovery+)
“Meet the Logo Legends: Brooklyn Trans Liberation”, de Terron Moore, Sean Devaney, Sam Manzella, Christopher Rudolph e Zachary O’Connor (Logo)
“The Power of Layshia Clarendon”, de Katie Barnes, Jennifer Karson-Strauss, Andy Sharp e Jennifer Holt (ESPN.com)
“Transnational” [série], de Eva Reign, Alyza Enriquez, Freddy McConnell, Vivek Kemp, Courtney Brooks, Sarah Burke, Hendrik Hinzel, Alyza Enriquez, Dan Ming, Trey Strange e Daisy Wardell (VICE News)
“Tyra Banks Interview: SI Swimsuit Cover Model Leyna Bloom” (Sports Illustrated Swimsuit)

MELHOR BLOG
Holy Bullies and Headless Monsters
Mombian
My Fabulous Disease
Pittsburgh Lesbian Correspondents
The Reckoning

RECONHECIMENTO ESPECIAL
All Boys Aren’t Blue, de George M. Johnson [filmed reading + performance]
“Alok Vaid-Menon”, 4D with Demi Lovato (Cadence13/OBB Sound/SB Projects)
CODED: The Hidden Love of J.C. Leyendecker (Paramount+)
Jeopardy!, Champion Amy Schneider
The Laverne Cox Show (Shondaland Audio/iHeartMedia)
Life Out Loud with LZ Granderson (ABC News)
Cobertura esportiva dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020

INDICADOS NAS CATEGORIAS DE LÍNGUA ESPANHOLA

MELHOR SÉRIE EM LÍNGUA ESPANHOLA
#Luimelia (Atresplayer Premium)
Manual Para Galanes (Pantaya)
Maricón Perdido (HBO Max)
Pequeñas Victorias (Prime Video)
Todo lo otro (HBO Max)

MELHOR JORNALISMO TELEVISIVO EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Grupo Firme en Contra del Acoso”, Despierta América (Univision)
“El Mes del Orgullo” (CNN en Español)
“Impacto Positivo: Bamby Salcedo”, Primer Impacto (Univision)
“Orgullo LGBTQ: 52 Años de Lucha y Evolución” (Telemundo 47)
“Preocupa Exclusión de Niñas Trans en Equipos Femeninos”, Hoy Día (Telemundo)

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Anacaona Reyes: Visibiliza a la Comunidad Trans y Educa Desde el Capitolio”, de Maricarmen Rivera (Elvocero.com)
“Ana Macho: Sobre Hacer Música Que Rebasa Límites”, de Ronald Avila (ElNuevoDia.com)
“Ángel Cruz Aprendió a “Desaprender” los Credos Sociales”, de José Karlo Pagán Negrón (PrimeraHora.com)
“Así Viven la Menstruación los Hombres Trans”, de Miriam Martínez (Vice.com)
“Casa Frida Rescata a Pareja Gay de Homofobia en Jamaica”, de Edgar Ulises (Homosensual.com)
“Claudia: La Enfermera Trans que Lucha Contra el Covid en Ciudad Juárez”, de Louisa Reynolds (Nexos.com)
“En Casa con Kany García y Jocelyn Trochez”, de Carole Joseph (PeopleEnEspanol.com)
“Oyuki, la Madre Trans de Seis Hijos que Rompe Prejuicios en México”, de Eduard Ribas i Admetlla (EFE.com)
“Somos Invisibles”: La Discriminación y los Riesgos se Multiplican para los Indígenas LGBTQ+”, de Albinson Linares (Telemundo.com)
“Una Vida Transgénero: ‘Es Momento de que nos Dejemos Ver’”, de Marcos Billy Guzman (ElNuevoDia.com)

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE EM LÍNGUA ESPANHOLA (VÍDEO OU MULTIMÍDIA)
“Alexa: Su Vida y la Justicia que no llega a un Año de su Asesinato”, de Marcos Billy Guzmán e Adlín González (El Nuevo Día)
“Expulsados México: Cómo la Comunidad Transgénero se Unió para Ayudar a los Migrantes” de Patricia Clarembaux, Anna Clare Spelman e Celemente Sánchez (Univision Noticias)
“Marcha del Orgullo LGBTI: Día de Festejo, Pero También de Protesta”, de Jair Cabrera Torres (La Jornada)
“Ser Mujer, ser Trans y ser Mapuche”, de Natalia Barrera Francis, Paula Daibert e Claudia Escobar (AJ+ Español)
“Vogue en el Paro Nacional y Transmilenio: ¿Qué hay detrás?”, de Jahira Quintero, Laura Salomón e Dani Jara (El Espectador)

RECONHECIMENTO ESPECIAL EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Celebrando el Mes del Orgullo” (Telemundo)

Opinião | Os 5 anos de ‘Witness’, controverso álbum de Katy Perry

Quando ouvi Witness, quinto álbum de estúdio da icônica Katy Perry, pela primeira vez, não consegui entender muito bem a que estava sendo apresentado. Depois de quatro álbuns extremamente coesos e dançantes – com baladas muito bem estruturadas ao longo de pop-bangers envolventes e convidativos -, sua mais nova entrada na indústria fonográfica me passou um sensação campesina e circinal demais para ser levada a sério. Ao longo de dezessete faixas (referindo-me, aqui, à versão deluxe), Perry parecia travar uma batalha consigo mesma para terminar as faixas sem cair na repetição, sem perceber que esbarrava nas ruínas do formulaico mais de uma vez e não sabia em que direção seguir.

O resultado não demorou muito para aparecer: apesar de ter estreado em primeiro lugar na parada da Billboard 200, o álbum foi recebido com pesadas críticas que detonavam as concepções do extenso time de produtores e dos variados estilos musicais que uniam-se em uma amálgama gritante e conturbada que tentava ser tudo e nada ao mesmo tempo. Perry, um ano depois da estreia do CD, havia declarado ao NY Times que havia mergulhado em uma “situação depressiva” e com o “coração partido”.

“Eu ponho muita validade na reação do público, e o público não reagiu da maneira que eu esperava”, ela comentou. Não é surpresa que ela tenha saído para uma espécie de retiro espiritual para se curar da frustração, demorando nada menos que dois anos para fazer um sólido comeback com “Never Really Over” (uma das melhores canções de 2019 que inclusive entrou para nossa lista de fim de ano). Entretanto, a carreira outrora meteórica da artista parecia injustamente estagnada em sucessos medianos, estendendo-se até o recente lançamento do sólido e pueril “Daisies”. Claro que, em comparação com nomes novos no cenário fonográficos, ela ainda apresentava-se de maneira competente e bastante nostálgica (nos relembrando das erasPrism e Teenage Dream), mas nunca chegando à aclamação comercial e crítica que recebera no início da carreira.

Cinco anos depois do début de Witness, resolvi dar mais uma chance ao álbum, tentando focar exatamente no que deu errado – e o resultado tardio é um compilado de poderosas letras e um conceito futurista e à frente de seu tempo que luta para ganhar espaço em meio a uma gestação confusa, recheada de estilos que não deveriam ter vez (pelo menos não com aquilo que Katy planejava nos entregar). Afinal, durante a construção da obra, a cantora havia declaro que seu adeus ao colaborador de longa data Dr. Luke representaria o início de uma era completamente reformulada, da qual estava muito orgulhosa – uma era de ressignificação do pop para algo mais pessoal e autocrítico quando em comparação aos mercadológicos hits que vinha entregando.

Oscilando entre dois espectros de uma mesma sonoridade, Perry havia percebido o quão libertador era resgatar controle daquilo que sempre amou fazer: música. Utilizando sua mentalidade reaberta depois de um considerável hiato, ela decidiu unir-se a um time criativo que a auxiliaria a trazer temas nunca antes vistos (ou infundidos com batidas mascaráveis), incluindo desconstruções acerca de estereótipos femininos, empoderamento, um sutil flerte com a nova onda do feminismo e até mesmo metáforas políticas inteligentes – o que nos leva ao primeiro single, intitulado “Chained to the Rhythm”. A música é um implacável híbrido disco-dancehall que puxa elementos até mesmo do noventista house-pop, guiada por letras ácidas de descontentamento com o governo de Donald Trump (recém-elegido como presidente dos Estados Unidos e principal motivo por ter transformado a performer em uma “inimiga” nacional). A ilusória sensação de liberdade, que insurgiria como temas de outras faixas adjacentes, é o mote com o qual Katy trabalha com tanta paixão.

Entretanto, é sabido o que acontece quando uma mulher ousa falar mais alto numa sociedade conservadoramente hierárquica: boicote. Não digo apenas em relação a números, mas em relação à própria recepção artística de uma imagem que não segue os padrões. Como fica provado com a futurista “Roulette” (facilmente a melhor rendição do álbum) ou com o simbolismo didático de “Swish Swish” (com uma viciante batida digna dos anos 1990), Katy encontrou a sua voz para falar o que pensa – e, da mesma forma que tantas outras artistas, foi silenciada por uma força maior. O mesmo acontecera a Dixie Chicks e sua brutal queda depois de um posicionamento político contra o presidente George Bush, ou até mesmo à Christina Aguilera e à Lady Gaga depois de discorrerem sobre tabus como sexo, drogas e irreverência artística.

Enquanto é visível uma enraizada problemática que vai além da nutrição musical, Witness está longe de ser um álbum ruim; questionavelmente controverso, diria. Afinal, em meio a tantas declamações para serem feitas, Katy acabou dando vida a algo, como citado alguns parágrafos acima, amorfo demais para alcançar o status de palpável. “Déjà Vu” mergulha de cabeça no house-club e nos conquista por sua narcótica ambiência dark, mas é sucedida por uma série de composições sem pé nem cabeça cujos conceitos (talvez à frente de seu tempo, talvez tendo dado de cara com algo que não estava programado) foram varridos para debaixo do tapete. O grande deslize, eventualmente, molda-se no desperdiçado potencial e no acatamento de um paradigma prosaico que tangencia a trivialidade – algo que não deveria ter espaço, mas esparrama desde o princípio com a oscilante faixa titular até baladas como “Save as Draft” e a incompreensível “Act My Age”.

Katy Perry, em Witness, mostrou que está disposta a correr riscos grandes para investir em sua versatilidade e, ainda que nem tudo tenha corrido como o planejado, ela entregou ao mundo um capítulo novo de sua carreira – que esperamos que tenha reconhecimento o quão antes possível.

‘New Amsterdam’: Episódio FINAL da série ganha data de exibição!

A adorada série médica ‘New Amsterdam‘ chega ao fim com sua 5ª temporada e, agora, a NBC revelou quando o último episódio será exibido.

O capítulo final, que terá duas horas de duração, será lançado em 13 de janeiro de 2023.

Inspirado nas histórias reais do Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

‘A Morte do Demônio – A Ascensão’ ganha dois novos clipes ASSUSTADORES; Confira!

O terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ ganhou dois novos clipes assustadores.

Confira:

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de abril.

Lee Cronin (‘The Hole in the Ground’) é responsável pela direção.

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

Sam Raimi e Bruce Campbell servem como produtores.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

Retro Dance #09 | A nostálgica originalidade de ‘1989’, um dos melhores álbuns de Taylor Swift

Toda carreira musical eventualmente preza por mudanças – e tais mudanças são muito bem-vindas. É claro que, apesar das múltiplas tentativas, essa busca por algo novo às vezes enfrenta obstáculos e acaba caindo em convenções conhecidas e monótonas ao invés de oferecer ao público algo original e interessante. Felizmente, não é isso o que acontece com 1989, quinto álbum de estúdio de Taylor Swift e que representa, de longe, um incrível ápice em sua carreira iniciada aos quinze anos de idade.

É costumeiro perceber que, logo após um sucesso, a expectativa de determinado público-alvo, ávido por mais composições e obras envolventes, alcance níveis inenarráveis – e por mais que certa parte dos ouvintes não se relacione com o estilo musical de Swift, é inegável dizer que a jovem cantora carrega consigo uma mentalidade mercadológica de ponta e, por vezes, invejável. Não é surpresa que o período que sucedeu o lançamento de Red serviu para seu amadurecimento e sua fluida transição para a multimilionária indústria do pop – e mais: seu aguardado disco também serviu para reafirmar sua paixão pelo clássico synth-pop da década de 1980, trazida com força em diversas faixas.

A produção musical pode até ser mimética, mas não peca em apenas imitar ou homenagear construções já existentes. Mesmo que a primeira track, Welcome to New York”, funcione como uma apresentação teatral e animada, ainda que previsível, ela não revela o restante do conteúdo – e esse é o aprazível pano de fundo que nos acompanha do começo ao fim. Swift é auxiliada por nomes como Max Martin e Shellback e mostra-se inspirada em grande parte do CD, ainda que deslize aqui e ali, talvez apenas para suprimir algumas necessidades mais populares e modestas. De qualquer forma, mesmo os perceptíveis equívocos não conseguem apagar ou desconstruir o que a artista procura como mensagem principal.

Não há como negar que Taylor acaba deixando para trás suas tendências country e abra portas para um respaldo que não aparecia com tanta força em sua carreira. Porém, ela prefere aglutinar ao renegar o que a colocou no topo da indústria musical, tanto que algumas músicas retomam a beleza da guitarra e a presença extremamente sutil do baixo e do banjo – escolhas nostálgicas que, em geral, funcionam (e aqui, menciono, por exemplo, I Wish You Would”, que resgata seus vestígios interioranos dos Estados Unidos de modo belo e competente).

1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.

A quebra nessa fluidez quase mágica vem no miolo do disco, mais precisamente com a pedante Shake It Off”. Aqui, desde a instrumentalização vocal até o arranjo composicional se forçam em um monótono e repetitivo ciclo que, na verdade, não contribui em nada para a obra e se torna datada em pouquíssimo tempo. Felizmente, a volta por cima já ocorre nas próximas faixas, alçando voo em duas belíssimas e melódicas baladas – This Love”, que sem dúvida explora a potência da cantora, e Clean”, uma conclusão bastante satisfatória e que resume cada uma das mensagens das composições anteriores.

1989 é uma ótima adição à discografia de Taylor Swift que, recheada de competentes construções, representa uma brusca e adorável mudança em seu estilo, encontrando um equilíbrio quase perfeito entre suas raízes e sua nova perspectiva.

Conheça o ELENCO de ‘O Problema dos 3 Corpos’, nova série sci-fi da Netflix!

Baseada na trilogia homônima de ficção científica do autor Liu Cixin, a série ‘O Problema dos Três Corpos chega ao catálogo da Netflix em 21 de março.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional nos levando a conhecer o elenco protagonista da atração.

Confira:

Ambientada numa China futurista, a trama vai mostrar alienígenas do sistema solar vizinho se preparando para invadir a Terra.

Esse sistema consiste em três estrelas orbitando umas às outras em um sistema de três corpos. Um único planeta habitável existe lá, frequentemente sofrendo mudanças extremas de temperatura e clima, causando um ciclo de mortalidade fora do normal.

Entre os críticos, a atração foi recebida de forma mediana, recebendo 67% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das nove análises publicadas até o momento, seis são positivas e três são negativas.

Confira:

“‘O Problema dos Três Corpos‘ certamente tem seus pontos altos, mas a oscilação da trama consegue diminuir qualquer boa vontade que os episódios evocam com o público.” – AwardsWatch

“É uma virada de página absoluta que muda de modo e gênero com confiança, atuando como um forte retorno para os showrunners de ‘Game of Thrones’, David Benioff e DB Weiss.” – Paste Magazine

“O que realmente faz a série funcionar são os personagens e, embora eles possam demorar para conquistarem o público, você estará torcendo por eles no final.” – The Mary Sue

“Mesmo com vários desvios inteligentes em relação ao material original, a primeira temporada do programa é, na melhor das hipóteses, um drama mediano. E embora o espetáculo interplanetário criado por David Benioff e DB Weiss seja grandioso, pouco dele chega perto de replicar o sucesso de ‘Game of Thrones’.” – Rolling Stone

Benioff e Weiss continuam sendo mestres em adaptação e, junto com o roteirista Alexander Woo, abriram um ponto de entrada acessível para uma história profundamente esotérica, ao mesmo tempo em que reproduzem a ação em um escopo adequadamente épico.” – Variety

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto prevê, pelo menos, três temporadas.

“A decisão fatídica de uma jovem na China dos anos 1960 reverbera no espaço e no tempo até os dias atuais. Quando as leis da natureza se desfazem inexplicavelmente diante de seus olhos, um grupo unido de cientistas brilhantes une forças com um detetive inabalável para enfrentar a maior ameaça na história da humanidade.”

A direção fica a cargo do indicado ao Oscar Derek Tsang (‘Dias Melhores’)

Além de Weiss e Benioff, Alexander Woo, roteirista de ‘True Blood‘, também está escrevendo a adaptação.

Especial Alien | Relembrando ‘Prometheus’, o capítulo mais SUBESTIMADO da franquia ‘Alien’

Quando achávamos que a franquia ‘Alien’ tinha chegado ao fim com um interessante encerramento através do título ‘Alien – A Ressurreição’Ridley Scott surpreendeu a todos ao encabeçar o subestimado longa-metragem ‘Prometheus’.

Lançado em 2012, a trama acompanha uma equipe de cientistas embarca em uma jornada espacial para descobrir a verdade sobre a origem da raça humana. No planeta de destino, eles encontram criaturas poderosas e revelações assustadoras.

A produção trouxe um elenco de peso às telonas, incluindo Noomi RapaceMichael Fassbender (em um dos melhores papéis de sua carreira), Guy PearceIdris ElbaLogan Marshall-GreenCharlize Theron. Apesar das justificáveis críticas ao roteiro (e um final um tanto quanto frustrante), a obra teve recepção positiva e recebeu elogios por explorar sua própria mitologia – ainda que ambientado no mesmo universo dos títulos originais. Além disso, a obra arrecadou US$403.4 milhões nas bilheterias mundiais.

Para continuar nosso especial da saga ‘Alien’, preparamos uma breve lista elencando algumas curiosidades de bastidores de ‘Prometheus’.

Confira:

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  • O compositor Marc Streitenfeld fez com que a orquestra tocasse suas composições ao contrário e depois inverteu digitalmente as composições para o filme final. Isso fez com que a música parecesse incomum e perturbadora, o que ele considerou adequado para o filme.
  • Scott chamou o filme de ‘Prometheus’, vendo o nome se adequar perfeitamente aos temas do filme: “é a história da criação; os deuses e o homem que se opôs a eles”. Na mitologia grega, o Titã Prometeu era um servo imortal dos deuses, que roubou e deu à humanidade o dom do fogo, um benefício imensurável que mudou a raça humana para sempre (para melhor e para pior). Isso tornou a humanidade perigosa para os deuses.

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  • Theron foi originalmente escalada como Elizabeth Shaw, mas teve que recusar o papel devido a conflitos de agenda. Mais tarde, outra mudança de cronograma liberou Theron para fazer o filme, permitindo assim que ela assumisse o papel de Meredith Vickers, já que Rapace já havia sido escalada para o papel de Shaw.
  • Scott sugeriu que um Engenheiro fosse enviado à Terra para impedir a crescente agressão da humanidade, mas foi crucificado; a implicação é que ele seria Jesus Cristo. Ele sentiu, porém, que esta seria uma alegoria religiosa muito óbvia para o filme.

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  • O diretor instruiu Theron a ficar nos cantos e se mover de forma sombria e sinuosa, a fim de acentuar a natureza distante e enigmática de Vickers.
  • O Planetário foi um dos efeitos visuais mais complexos, contendo de oitenta a cem milhões de polígonos e levando várias semanas para ser renderizado como uma cena única e completa.
  • Na sequência em que Peter Weyland holográfico se dirige à tripulação do Prometheus, o sublinhado musical que podemos ouvir cita o tema original de ‘Alien, o 8º Passageiro’ – que foi escrito por Jerry Goldsmith, mas nunca utilizado no filme de 1979.

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  • Scott estava determinado desde o início a fazer com que Fassbender interpretasse o androide David, apesar de seus agentes pedirem um preço muito alto como honorários.
  • Theron se viu com dificuldades durante suas cenas de ação, devido ao hábito de fumar, principalmente nos segmentos que exigiam que ela corresse na areia com botas pesando quatorze quilos.
  • Embora Scott tenha sugerido que o elenco poderia ter dormido e efetivamente “vivido” no interior do set do Prometheus durante as filmagens iniciais, isso não aconteceu devido a precauções de saúde e segurança.

Satellite Awards 2025 | Fernanda Torres, ‘Anora’ e mais na lista de VENCEDORES da premiação!

E foram anunciados, recentemente, os vencedores da última edição do Satellite Awards.

Dentre os ganhadores, Fernanda Torres foi premiada com a estatueta de Melhor Atriz em Drama por seu incrível trabalho no drama ‘Ainda Estou Aqui’ (pouco depois de ter conquistado uma indicação ao Oscar). ‘O Brutalista’‘Anora’‘Emilia Pérez’ também levaram alguns prêmios para casa.

Veja abaixo a lista completa:

Melhor Atriz em Filme de Drama

  • Fernanda Torres por Ainda Estou Aqui

Melhor Ator em Filme de Drama

  • Colman Domingo por Sing Sing

Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical

  • Demi Moore por A Substância

Melhor Ator em Filme de Comédia ou Musical

  • Keith Kupferer por Ghostlight

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Ariana Grande por Wicked

Melhor Ator Coadjuvante

  • Guy Pearce por O Brutalista

Melhor Filme de Drama

  • O Brutalista

Melhor Filme de Comédia ou Musical

  • Anora

Melhor Filme Internacional

  • Ondas (República Tcheca)

Melhor Animação

  • Wallace & Gromit: Avengança

Melhor Documentário

  • Super/Man – A História de Christopher Reeve

Melhor Diretor

  • Brady Corbet por O Brutalista

Melhor Roteiro Original

  • A Verdadeira Dor

Melhor Roteiro Adaptado

  • Nickel Boys

Melhor Trilha Sonora

  • Emilia Pérez

Melhor Canção Original

  • “Mi Camino” de Emilia Pérez

Melhor Fotografia

  • Duna: Parte 2

Melhor Edição

  • Duna: Parte 2

Melhor Som (Edição ou mixagem)

  • Wicked

Melhores Efeitos Visuais

  • Gladiador 2

Melhor Design de Produção

  • Gladiador 2

Melhor Figurino

  • Wicked

Melhor Elenco

  • Nosferatu

Melhor Minissérie, Série Limitada ou Telefilme

  • Ripley

Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme

  • Cate Blanchett por Disclaimer

Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme

  • Colin Farrell por Pinguim

Melhor Atriz Coadjuvante para a Televisão ou Streaming

  • Diane Lane por Feud: Capote vs. The Swans

Melhor Ator Coadjuvante para a Televisão ou Streaming

  • Robert Downey Jr. por O Simpatizante

Melhor Série de Drama

  • Slow Horses

Melhor Série de Gênero

  • What We Do in the Shadows

Melhor Atriz em Série de Drama ou de Gênero

  • Kathy Bates por Matlock

Melhor Ator em Série de Drama ou de Gênero

  • Hiroyuki Sanada por Xógum

Melhor Série de Comédia ou Musical

  • Hacks

Atriz em Série de Comédia ou Musical

  • Emma Stone por The Curse

Ator em Série de Comédia ou Musical

  • Patrick Brammall por Colin from Accounts

Elenco em Série de Televisão

  • Feud: Capote vs. The Swans

Os Perpétuos se REÚNEM no novo teaser da 2ª e última temporada de ‘Sandman’

Netflix divulgou um teaser inédito da 2ª e última temporada de Sandman, dando destaque à cosmológica família conhecida como Os Perpétuos, que é formada por Destino, Morte, Sonho, Destruição, Desejo, Desespero e Delírio.

O ciclo de encerramento será dividido em duas partes: a primeira leva tem estreia agendada para 3 de julho, enquanto a segunda tem lançamento marcado para 24 de julho.

Além disso, a plataforma de streaming revelou que um episódio bônus será lançado em 31 de julho.

Confira:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Coletivo da Ponte apresenta ‘Barrela’ na capital paulista, com sessões a partir deste sábado

O Coletivo da Ponte, nos dias 22, 23 e 30 de novembro e 13 e 14 de dezembro, apresenta Barrela, de Plínio Marcos, primeira peça do dramaturgo santista censurada pela ditadura militar por vinte anos desde sua escrita, em 1958.

A trama se desenrola em uma noite em que seis detentos, dividindo a mesma cela do presídio, são acordados por gritos de um deles, assombrado pelo fantasma da ex-mulher, e se veem em um jogo de gato e rato repleto de ameaças, humilhações e promessas de morte – até que o café seja novamente servido e o sol anuncie um novo dia.

As apresentações acontecem no Complexo Cultural Funarte, na capital paulista, e conta com Gustavo Nolla na cadeira de direção, com Claudia Nolla assumindo a função de assistente de direção e preparadora corporal.

A dupla também coestrela a produção ao lado de Daya CristineGabriela BonavitaGian VitorIvan TeixeiraMariana NollaRafael OliveiraRoberta BelonyRony Fou.

Veja as informações completas:

Serviço:
Apresentações: 22, 23 e 30/11 | 13 e 14/12 – Sábados às 19h e Domingos às 16h
Local: Complexo Cultural Funarte – Sala Arquimedes | Alameda Nothmann,1058
Dúvidas e mais informações: @coletivodaponte no Instagram

Ficha técnica:
Dramaturgia: Plínio Marcos
Elenco: Claudia Nolla | Daya Cristine | Gabriela Bonavita | Gian Vitor | Gustavo Nolla | Ivan Teixeira | Mariana Nolla | Rafael Oliveira | Roberta Belony | Rony Fou
Preparação Corporal: Claudia Nolla
Assistência de cenografia: Paula Nesi
Cenografia: Rafael Oliveira
Figurino: Jenn Cardoso
Iluminação e projeção: Henrique Balleiras
Sonoplastia: Diana Leocata
Assistência de direção: Claudia Nolla
Direção: Gustavo Nolla
Produção: Coletivo da Ponte
Identidade visual: Gabriela Pinheiro
Fotos de divulgação: Amanda Carrazedo
Apoio: Com que Roupa | Funarte

Série do Prime Video que traz Elizabeth Banks ENCOLHENDO conquista 70% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Uma Esposa em Miniatura, nova série de comédia dramática estrelada por Elizabeth Banks (‘As Panteras’) e Matthew Macfadyen (‘Succession’), já estreou tanto nos mercados internacionais quanto no Brasil (aqui pelo Prime Video) – e vem fazendo um modesto sucesso entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 70% de aprovação, com base em 23 reviews publicadas até o momento. Segundo o consenso geral, a série se beneficia das ótimas atuações de Banks e Macfadyen e que, apesar de perder o fôlego algumas vezes, mantém o ritmo das risadas.

Confira alguns comentários:

“É uma distração bastante agradável” – The Times (UK).

“A estranheza superficial de Uma Esposa em Miniatura permite que ela desafie as convenções do gênero – TIME Magazine.

“A série oferece recompensas insuficientes para prender a atenção por muito tempo. Amarga demais para ser engolida, mesmo sem ser melosa demais, essa maratona de dez episódios provavelmente se beneficiaria de uma redução de tempo” – The Hollywood Reporter.

“A série, com seus dez longos episódios, não é uma adição particularmente valiosa ao cânone da ficção científica, que vem diminuindo” – New Scientist.

Uma Esposa em Miniatura reduz um casamento explosivo a um problema gigantesco e minúsculo. A série é irresistivelmente caótica, com personagens divertidos e imperfeitos e uma premissa intrigante” – Common Sense Media.

“É a surpresa televisiva mais deliciosa de 2026, uma série maravilhosamente ácida, mas ao mesmo tempo incrivelmente agradável” – The Spool.

A série foi criada por Jennifer AmesSteve Turner.

Baseada no conto homônimo de Manuel González, a trama acompanha Lindy e Les, um casal que, após passar por um acidente tecnológico, começa a reavaliar a dinâmica de poder de seu relacionamento, levando a um confronto dramático na disputa pelo controle do casamento.

O elenco ainda conta com Zoe Lister-JonesSofia RosinskyO-T FagbenleSian CliffordRonny ChiengAasif MandviRong FuTricia Black.

Dez episódios foram encomendados para a 1ª temporada.

‘Remake de ‘Cujo’ seria uma péssima ideia’, diz atriz do filme original

Parece que toda adaptação de Stephen King está ganhando remakes hoje em dia, como ‘Cemitério Maldito’, ‘Carrie, a Estranha’, ‘IT’…

Há alguns anos, um remake de ‘Cujo‘ vem sendo planejado, no entanto, de acordo com a atriz Dee Wallace, estrela do clássico original, uma nova adaptação do terror seria uma péssima ideia.

“Não há mais nada que eu possa fazer em relação a isso, eles queriam fazer o cachorro em CGI, o que os fãs não gostariam.”, disse ela ao We Got This Discovered.

Em 2013, a Sunn Classic Pictures anunciou a ideia para um remake e a trama mostraria a origem militar para o cão ou meio que o faria como um animal assassino reequipado como ciborgue. De qualquer forma, tanto Wallace quanto o público em geral não estavam felizes.

Nenhum informação foi divulgada nos últimos anos, o que significa que a ideia pode ter sido engavetada.

Por outro lado, Wallace está estrelando outro remake de um de seus filmes de terror, ‘A Hora das Criaturas’, que deve ser lançado em streaming no final de julho nos EUA.

‘007’: Daniel Craig revela que sempre quis interpretar o Homem-Aranha ou Superman


Depois de interpretar James Bond ao longo de 14 anos, Daniel Craig finalmente irá se despedir do personagem em ‘007: Sem Tempo para Morrer‘, que estreia em novembro.

Durante uma entrevista para a Saga Magazine, Craig foi questionado se sempre quis interpretar o agente secreto, e surpreendeu ao responder:

“Na verdade, não. Sempre me perguntam isso, mas eu nunca sonhei em interpretar James Bond. O que eu queria mesmo era ser o Homem-Aranha ou Superman, também gostava muito de brincar de caubói quando era criança. Ser o James Bond foi uma ironia do destino.”

Mesmo assim, o astro disse que foi uma honra desempenhar um papel tão aclamado por mais de uma década e foi um presente para a própria carreira.

“Agora estou planejando os próximos passos na minha carreira, mas sou muito sortudo por conseguir interpretar um dos melhores personagens da história do cinema. Sou muito grato pela oportunidade e pela transformação que vivi depois dessa trajetória.”

Originalmente previsto para chegar aos cinemas em 09 de abril, a nova aventura do espião agora tem estreia confirmada para 12 de novembro nas salas britânicas e em 25 de novembro no restante do mundo.

O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Gavião Arqueiro’: Conheça Lucky, o ‘Pizza Dog’ de Clint Barton

As filmagens de ‘Gavião Arqueiro‘ estão a todo vapor e diversas imagens dos bastidores mostraram Clint Barton (Jeremy Renner) e Kate Bishop (Hailee Steinfeld) em companhia de um adorável cachorro.

Quem não está familiarizado com os quadrinhos da dupla ficou se perguntando se o cachorro terá alguma importância na trama da série, e a resposta é SIM!

Batizado como Lucky, o golden retriever apareceu pela vez em 2012, na série de quadrinhos solo do ‘Gavião Arqueiro’ (Matt Fraction) e passou a ganhar espaço em diversas HQs da Marvel, como ‘Avengers Assemble Vol. 2′ e ‘All New Hawkeye’.

Originalmente, Lucky se chamava Arrow enquanto estava em posse dos bandidos da Máfia dos Trajes e era constantemente maltratado por eles.

Quando Clint invadiu uma instalação da organização, Arrow logo se juntou a ele e atacou seus donos na tentativa de escapar do cativeiro, mas foi espancado quase até a morte.

Clint consegue salvar a vida do canino e decide levá-lo a um veterinário… Apesar de sobreviver ao ataque, o cachorro acaba perdendo um olho.

Sentindo-se em dívida, Clint o adota e o batiza como Lucky (Sortudo), dando início a uma forte relação de companheirismo e amizade.

A partir daí, Lucky se torna a sombra de Clint e até mesmo já ganhou uma edição em quadrinhos sob seu próprio ponto de vista.

De forma cômica, a HQ é narrada por Lucky, que chama a si mesmo de ‘Pizza Dog’ por causa do seu vício na comida.

Como Lucky foi visto em diversas imagens dos bastidores, tudo indica que a adaptação seguirá alguns elementos da história escrita por Fraction em 2012.

No entanto, ainda não há como saber se ele terá sua origem alterada de alguma forma.

E aí, o que você achou de conhecer um pouco sobre o ‘Pizza Dog’?

Vale lembrar que a trama de ‘Gavião Arqueiro‘ será ambientada em 2025, dois anos após a derrota de Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra.

Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop, a mãe de Kate.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço.

Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Para quem não sabe, a série é baseada nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A trama será focada no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton se aposente, oficialmente.

A adaptação das HQs de Gavião Arqueiro será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+, e a estreia está prevista somente para o fim de 2021.

‘Shang-Chi’ pode se tornar essencial para o futuro do MCU, diz Kevin Feige

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ estreia amanhã, mas Kevin Feige, diretor criativo do estúdio, já tem grandes planos para a criação de uma franquia.

Em entrevista ao Comic Book, o cineasta disse que o herói vivido por Simu Liu pode se tornar um personagem essencial para o futuro do MCU.

“Estou sempre confiante e nervoso em proporções iguais quando lançamos um novo filme. As primeiras reações me dão grande esperança de que todos queiram ver mais sobre os novos personagens que introduzimos no cinema. Parece que essa sensação está ampliada com o Shang-Chi. Nós certamente temos muitas ideias de onde levá-lo e onde colocá-lo.”

Ele continuou:

“O mais interessante é quando percebemos que o filme está funcionando, pois não perguntam apenas sobre o personagem-título, mas também dos coadjuvantes. E neste caso em particular, isso é animador, porque achamos que eles são espetaculares. Acreditamos que há um grande potencial nessa franquia e Shang-Chi pode ser essencial para o que estamos planejando.”

Pelo visto, Feige nutre uma grande ambição com as histórias de ‘Shang-Chi’, já que queria adaptar o personagem desde o início dos anos 2000, como revelou ao Rotten Tomatoes.

“‘Shang-Chi’ ‎‎é um personagem que estava na lista dos ‘Não seria ótimo se pudéssemos fazer um filme dele?’ Isso foi há uns vinte anos, provavelmente.”

Ele explicou o porquê, rendendo elogios à narrativa do Mestre do Kung Fu.

“É uma história incrível! Um jovem que percebe que seu pai é essencialmente um dos maiores vilões e criminosos do mundo. Como você lidaria com isso? Como você lida com isso quando é apenas uma criança? Como você evolui a partir disso?”

Feige disse que o diretor Destin Daniel Cretton (‘O Castelo de Vidro’) foi a escolha perfeita para o projeto por causa de sua formação com histórias intensas e por estar acostumado a trabalhar com orçamentos muito menores do que os blockbusters da Marvel.

“Essa foi uma grande e impulsionadora história que queríamos explorar algum dia. Procurar o cineasta ideia para fazer isso era muito importante e Destin [Daniel Cretton] foi essa pessoa. Ele é delicado e talentoso, sabe fazer mágica com pouca verba e sempre entregou seu melhor em produções que tiveram um custo mais baixo em comparação com os filmes da Marvel Studios. Acho que a visão dele sobre essa história de pai e filho foi a mais certeira que podíamos esperar.”

E aí, você também está empolgado para a nova aventura da Marvel?

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

O filme estreia em 2 de setembro nos cinemas.

Trailer de ‘Mulher-Hulk’ vira PIADA nas redes sociais; Confira as reações!

A Disney+ finalmente divulgou o primeiro trailer da aguardada série da ‘Mulher-Hulk’, estrelada por Tatiana Maslany.

Desde que a atração foi anunciada, o público estava curioso para descobrir como ficaria o visual da estrela caracterizada como a heroína.

No entanto, o resultado final foi recebido de forma negativa e os fãs estão fazendo piada com o “CGI de centavos” que a Marvel usou não só para a criação da protagonista como também dos demais personagens.

As críticas também incluem os visuais do Hulk (Mark Ruffalo), Abominável (Tim Roth) e Titania (Jameela Jamil).

Confira as reações:

A produção chegará à plataforma de streaming no dia 17 de agosto.

Confira:

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Ginger GonzagaRenée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Anu Valia entra como co-diretora ao lado de Kat Coiro.

A história é centrada na advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner que recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

‘Pamela Anderson – Uma História de Amor’: Documentário da Netflix abre com 100% de aprovação

A Netflix já disponibilizou o documentário ‘Pamela Anderson – Uma História de Amor’, descrito como a história real por trás da vida da polêmica estrela de cinema.

A produção vem surpreendendo os críticos e conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 22 avaliações publicadas até o momento, todas são positivas.

Entre os comentários, os jornalistas destacaram como o documentário consegue desconstruir a imagem polêmica imposta sobre Anderson ao longo de sua carreira.

Além disso, os elogios também reforçam o olhar humanizado que o diretor Ryan White (‘The Keepers’) escolheu para contar a história.

Confira:

“O resultado final é um retrato revelador e, às vezes, surpreendentemente triste, mesmo que, previsivelmente, não se encaixe nas contradições de sua personalidade.” – BuzzFeed.

“É um produção cativante, especialmente para aqueles que nunca pensaram muito sobre quem realmente é Pamela Anderson.” – Associated Press.

“O resultado deste documentário é uma visão humanizada de uma mulher muitas vezes reduzida a uma caricatura de desenho animado, embora ocasionalmente pareça um produto licenciado.” – CNN.

“Não posso dizer que ‘Pamela Anderson – Uma História de Amor‘ é um acréscimo essencial ao cânone, mas me fez pensar sobre essa mulher muito famosa sob uma luz diferente.” – TV Guide.

“‘Pamela Anderson – Uma História de Amor‘ sai tão real quanto esse formato permite. Desprotegido? Não. Profundo? Na verdade não, mas um tanto sincero. Sem filtro, com defeitos e tudo? Talvez, mas apenas aqueles que ela quer que vejamos, crianças.” – Roger Moore.

“‘Pamela Anderson – Uma História de Amor‘ devolve a Anderson sua autonomia e permite que ela conte suas próprias histórias, com seus defeitos e tudo.” – Whynow.

Mostrando vídeos e diários pessoais, Pamela Anderson fala sobre a ascensão à fama, os romances turbulentos e o escândalo da sex tape.

‘As Marvels’ recebe nota abaixo do esperado no CinemaScore; Confira!

Já em exibição nos cinemas, ‘As Marvels recebeu apenas 62% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, mas está fazendo o maior sucesso entre o público, já que a audiência lhe concedeu 85% de avaliações positivas no site.

No entanto, o público dos EUA parece dividido com o novo filme da heroína.

Através do Twitter, o CinemaScore divulgou que a adaptação recebeu nota B, uma nota abaixo do esperado, já que a maioria das produções da Marvel Studios registrou A+, A ou A- nos últimos anos.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.

Confira a publicação:

“A nota é B para As Marvels‘. Deixe-nos saber sua opinião nos comentários!”

Confira a critica sobre “As Marvels

Relembre o trailer:

Batman pode aparecer na série do ‘Pinguim’? Matt Reeves responde!

A série dedicada ao ‘Pinguim‘ chega ao catálogo da Max em 19 de setembro, e os fãs já estão se perguntando se o Batman (Robert Pattinson) vai aparecer em algum episódio.

Durante uma entrevista para a SFX Magazine (via Games Radar), a showrunner Lauren LeFranc e o produtor Matt Reeves foram questionados obre o assunto.

Em resposta, LeFranc disse o seguinte:

“Eu entendo por que o desejo das pessoas seria ter o Batman, ou pensar que, a série não teria o mesmo impacto sem o Batman. Para mim, acho que tem um impacto diferente. Os filmes de Matt são através das lentes do Batman, então você está no alto, olhando para a cidade. É uma perspectiva diferente. Com Oz, você está nas ruas da cidade, você está na sarjeta, na lama e na fuligem. Ele está olhando para cima, querendo abrir caminho até o topo. Então é uma experiência diferente. Acho que Gotham é uma cidade interessante o suficiente para merecer ter mais portas destrancadas dentro dela, e para nós caminharmos por elas e ver o que achamos através de outros olhares.”

Reeves acrescentou:

“Sabemos que este é o mundo do Batman. Mas, não sinto que estaria faltando algo fundamental na série se o Batman não aparecesse. Você está indo por um beco diferente. Então o espectro do Batman está lá. O espectro do Charada está lá. O espectro de tudo o que acontece no filme continua lá.”

E aí, você está animado para assistir?

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Estrelada por Colin Farrell, a produção estreará oficialmente no dia 19 de setembro.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ é adiado por tempo INDETERMINADO

Uma péssima notícia para os fãs do teioso: a sequência ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘, antes prevista para março de 2024, foi adiada pela Sony Pictures por tempo indeterminado. A informação é do Deadline.

Anteriormente, já era especulado que a continuação de ‘Através do Aranhaverso‘ seria adiada devido à produção que ainda não havia sido concluída.

Agora, com a greve dos atores acontecendo em Hollywood, a Sony decidiu remover a data de lançamento do filme, visto que não poderia ter o elenco de voz participando das gravações. Uma nova data será anunciada no futuro.

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ segue em cartaz nos cinemas.

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Sam Neill fala sobre a possibilidade de RETORNAR para ‘Jurassic World 4’

O ator Sam Neill, conhecido por interpretar o Dr. Alan Grant na franquiaJurassic Park, falou recentemente sobre a possibilidade de retornar para Jurassic World 4’.

Em entrevista à Forbes, o ator se mostrou incerto sobre o seu retorno: “Tudo o que sei é o que vejo nas redes sociais, que raramente olho. Não faço ideia do que ninguém está pensando”.

Questionado se gostaria de voltar à franquia, Neill disse: “Olha, obviamente posso jogar tênis – você vê isso no programa, mas quanto a correr de dinossauros, talvez seja isso”.

Jurassic World 4’ tem estreia prevista para 02 de julho de 2025 e promete iniciar uma “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente. O roteiro já está sendo finalizado e não deve contar com o retorno dos personagens de Jurassic World, interpretados por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

A produção do novo filme está a cargo dos produtores Frank Marshall e Patrick Crowley, que trabalharam emJurassic World. Steven Spielberg será o produtor executivo por meio de sua produtora.

A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.

Além de Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, David Koepp também é o roteirista do filme original ‘Missão: Impossível’ (1996), do primeiro filme do ‘Homem-Aranha’ (2002), ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’ (2008) e do mais recente ‘Indiana Jones e o Medalhão do Destino’ do ano passado.

O longa mais recente da franquia Jurassic World: Dominio’ já está disponível no Prime Video.

Relembre o trailer:

‘Babygirl’: Thriller erótico com Nicole Kidman ganha novo trailer intenso; Confira!

Babygirl, o aclamado thriller erótico estrelado por Nicole Kidman e Harris Dickinson, ganhou um novo trailer intenso.

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 9 de janeiro de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

No filme, Kidman interpreta uma CEO bem-sucedida que se envolve com seu novo estagiário, Samuel (Dickinson). O relacionamento entre os dois ameaça colocar em risco tanto a vida profissional quanto pessoal de ambos.

Além de dirigir, Halina Reijn também assina o roteiro do longa.

O elenco ainda conta com Antonio Banderas, Sophie Wilde, Gaite Jansen, Izabel Mar e Esther McGregor.

Babygirl rendeu a Kidman o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza deste ano.

Pôster do filme Babygirl com Nicole Kidman.

‘The White Lotus’: Criador revela trama que achou “sombrio demais” para mostrar

Mike White, criador e diretor de The White Lotus, levou a aclamada série da HBO a lugares ainda mais desafiadores em sua terceira temporada, incluindo uma chocante cena de incesto entre irmãos.

Contudo, conforme a Variety, apesar de sua propensão a explorar as falhas e sombras do comportamento humano, White revela que há uma linha que ele se recusa a cruzar: o assassinato-suicídio envolvendo toda uma família.

“Por mais sombrios que sejamos neste programa, isso seria sombrio demais”, afirma White.

Essa decisão fundamental explica por que Timothy Ratliff (Jason Isaacs), um dos personagens centrais da temporada, não concretiza seu plano de envenenar a esposa e os filhos após descobrir que está prestes a ser desmascarado em um escândalo financeiro. No final, ele opta por deixá-los viver, mesmo ciente de que, em breve, todos descobrirão que ele perdeu absolutamente tudo.

Para White, encontrar o equilíbrio é crucial. “Você mostra o pior do comportamento humano e as consequências trágicas disso. Mas, ao mesmo tempo, precisa haver algum tipo de empatia, um fio de humanidade que torne tudo isso suportável. É essa mistura que mantém a série palatável e, ao mesmo tempo, imprevisível”.

A inspiração para o complexo personagem de Timothy veio de uma figura real e perturbadora: Xavier Dupont de Ligonnès, o aristocrata francês que, em 2011, desapareceu após supostamente assassinar sua esposa, quatro filhos e dois cachorros.

A história foi sugerida a White por um produtor. Inicialmente, ele achou a ideia “deprimente demais”, mas o caso continuou a assombrá-lo.

“Fiquei obcecado com a ideia de alguém que ama tanto a própria família que acredita estar poupando-a da ruína. Como se o mundo fora da bolha de privilégios deles fosse tão hostil que a morte fosse preferível. E aí imaginei esse homem descobrindo tudo isso logo no início de umas férias em um paraíso distante, enquanto o escândalo estoura do outro lado do mundo. Isso me pareceu a essência de The White Lotus, explicou.

Na trama, a família Ratliff tem os celulares confiscados ao chegar ao resort na Tailândia, mas Timothy consegue contornar a regra e logo descobre que o FBI está em seu encalço. Drogado com lorazepam, furtado da esposa, Victoria (Parker Posey), ele passa a temporada tendo visões de suicídio, que rapidamente se transformam em planos de assassinato-suicídio, à medida que percebe o quão despreparada sua família está para encarar uma vida fora da elite.

“Não é apenas uma fantasia. É um plano, ainda que turvado por drogas”, explica Jason Isaacs sobre o arco de Timothy. “Mesmo se ele não estivesse dopado, o terror que sente é real. É o medo do abismo”.

Para compor o personagem, Isaacs se inspirou em Robert Maxwell, magnata britânico envolvido em escândalos de fraude e desvio de dinheiro. Embora a morte de Maxwell por afogamento em 1991 tenha sido oficialmente considerada acidental, Isaacs vê de outra forma: “Ele pulou de seu iate para evitar enfrentar as consequências em terra firme. Pensei muito nisso para construir Timothy”.

“Ele está o tempo todo tentando encontrar uma saída”, explica Isaacs. “Sempre há alguém a quem culpar, algo que ele pode fazer. E quando não há mais nada, a ideia da morte como um retorno sereno se torna irresistível”.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Max.

Ambientada na Tailândia, a temporada mais recente foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

‘Quem Ama, Cuida’: Juliana Paes explica decisão de não retornar à Globo em nova novela

Juliana Paes, a renomada estrela brasileira conhecida por papéis icônicos em produções da TV Globo como ‘A Dona do Pedaço’ e A Força do Querer, esclareceu recentemente o motivo de sua ausência nas próximas novelas da emissora.

Durante uma entrevista ao portal Metrópoles, Paes explicou que a recusa do convite se deu pelo seu compromisso prévio com as gravações da série ‘Os Donos do Jogo’, da Netflix.

“Não existe nenhum tipo de recusa. Eu estou comprometida com a segunda temporada de Os Donos do Jogo. Eu adoraria [fazer a novela], mas a gente ainda não consegue estar em dois lugares ao mesmo tempo, então a gente tem que priorizar compromissos que a gente já assumiu”, afirmou a atriz.

Juliana Paes fez questão de ressaltar que mantém um excelente relacionamento com a Globo e que as portas continuam abertas para um futuro retorno.

“Com certeza [sinto saudade], eu só tenho amigos ali, tenho uma relação excepcional, me sinto em casa, e sempre vai ser assim”, garantiu.

Lembrando que a estrela Juliana Paes foi convidada para integrar o elenco da próxima novela das 21h,Quem Ama Cuida, a nova produção de Walcyr Carrasco que substituirá ‘Três Graças’ no ano que vem.

A série ‘Os Donos do Jogo’ está disponível na Netflix.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Depois de ‘Elite’, astro André Lamoglia retorna à Netflix com o drama criminal ‘Os Donos do Jogo’

Confira a sinopse oficial:

No Rio de Janeiro, Profeta um jovem que busca ascender no império do jogo do bicho. A série explora a violência, a corrupção e a luta pelo poder entre os líderes da contravenção, mostrando os bastidores e as alianças necessárias para sobreviver no mundo do crime. Com uma narrativa recheada de intrigas e dilemas morais, a produção promete entregar uma experiência dramática e intensa, cheia de reviravoltas e personagens complexos

A série é uma criação de Heitor Dhalia (‘DNA do Crime’), Bernardo Barcellos e Bruno Passeri. Dhalia também dirige a produção ao lado de Rafael Miranda Fejes e Matias Mariani.

O elenco principal é liderado por André Lamoglia, Chico Diaz, Giullia Buscaccio, Juliana Paes, Mel Maia e Xamã.

Outros nomes conhecidos também fazem parte da produção, como Adriano Garib, Bruno Mazzeo, Dandara Mariana, Henrique Barreira, Igor Fernandez, Pedro Lamin, Ruan Aguiar, Stepan Nercessian e Tuca Andrada.

Steven Spielberg CONDENA o uso de Inteligência Artificial em roteiros e decisões criativas: “Não acredito que exista substituto para a alma”

O lendário cineasta Steven Spielberg manifestou-se sobre o avanço e o crescente uso da inteligência artificial (IA) na indústria do entretenimento. Embora o diretor reconheça o valor da tecnologia para áreas científicas, como “encontrar soluções para problemas médicos”, ele deixou claro que traça uma linha firme quando o assunto é o processo criativo em Hollywood.

De acordo com a Variety, Spielberg rejeita veementemente a ideia de computadores substituírem o trabalho intelectual humano na escrita de histórias:

“Onde eu não gosto da IA é quando ela ocupa uma posição ou uma cadeira vazia na mesa de roteiristas. Não estou disposto a substituir isso, porque realmente não acredito em consciência artificial. Não acredito que exista substituto para a alma. Não acho que isso seja um algoritmo capaz de ser inventado”, afirmou.

O diretor ainda reforçou que a própria essência de sua profissão entra em conflito com a premissa da sensibilidade robótica. Para ele, delegar sentimentos a uma máquina anula o propósito do cinema: “Um computador que acredita sentir mais do que nós sentimos é algo completamente contrário à forma como fui criado e à maneira como vou continuar exercendo meu trabalho como produtor e diretor no futuro”.

Spielberg ponderou que consegue enxergar um cenário em que a IA sirva para otimizar a logística de produção e “economizar muito trabalho”, atuando em funções técnicas e burocráticas, como a busca automatizada de locações. Todavia, ele reitera que o controle artístico deve permanecer intocável.

Para o cineasta, ditar os rumos estéticos e narrativos de uma obra é uma exclusividade humana, defendendo a autonomia dos profissionais de cada departamento:

“Não me diga como escrever meus diálogos para esse personagem. Não me diga para onde a câmera tem que ir. E também não me diga como o cenário deve ser, a menos que a IA seja apenas uma ferramenta em um grande arsenal do designer de produção. Use a IA como ferramenta, mas não use a IA como palavra final em nada criativo. É aí que eu traço o limite”, acrescentou.

Spielberg finalizou seu posicionamento com um aviso claro para os estúdios que tentam baratear a criação artística por meio de softwares:

“Acho que tudo que for autenticamente considerado arte precisa vir do ser humano. Caso contrário, você nunca ouviu essas músicas que são mashups simplesmente brilhantes e você pensa, ‘Meu Deus, esse é o Michael Jackson fazendo o Weeknd’, ou ‘Isso é funk da música “Bonita Applebum” do A Tribe Called Quest,” feita com uma voz meio soul do Al Green, e é brilhante.’ E você responde: ‘Legal.’ Mas aí ele ganha seus 15 minutos de fama e simplesmente se dissipa no éter de outras coisas da internet. Não há como ancorar isso. Não há humanidade nisso, por mais brilhante que seja”, concluiu.

‘Capitão América 4’ ganha nova PRÉVIA com cenas inéditas: Confira!

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ está gerando grandes expectativas entre os fãs do UCM, sendo o maior lançamento da Marvel Studios em 2025.

Recentemente, o filme ganhou uma nova prévia especial, que revela cenas inéditas ainda não mostradas em trailers anteriores.

Confira:

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.

Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Wolfgang Petersen, diretor de ‘A história sem fim’ e ‘Inimigo meu’, morre aos 81 anos

Wolfgang Petersen, lendário cineasta alemão, morreu aos 81 anos, na última sexta-feira (12), vítima de um câncer no pâncreas. A informação foi confirmada por sua produtora ao site da revista Variety nesta terça-feira (16).

Petersen começou a carreira na Alemanha e dirigiu filmes ousados como ‘A consequência‘ (1977) sobre um amor homossexual. Ele despontou para Hollywood em 1981, quando dirigiu ‘O barco: inferno ao mar‘, que teve seis indicações ao Oscar, com duas delas para Wolfgang, como melhor diretor e melhor roteiro adaptado.

Depois disso, o cineasta começou uma carreira de sucesso no cinema americano. Um dos filmes mais conhecidos é o clássico infanto-juvenil ‘A história sem fim‘ (1984).

Entre os outros filmes de sucesso estiveram ‘Força aérea um‘ (1997), com Harrison Ford, ‘Epidemia‘ (1995) com Dustin Hoffman e Morgan Freeman, e o espetacular ‘Inimigo meu‘ (1985), com Dennis Quaid.

Brichos – A Floresta é Nossa

(Brichos 2 – A floresta é nossa)

Elenco: Vozes de: Marcelo Tas, Antonio Abujamara, Fabíula Nascimento.

Direção: Paulo Munhoz

Gênero: Animação

Duração: 85 min.

Distribuidora: Signopus

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Dezembro de 2012

Sinopse: Os habitantes da Vila dos Brichos precisam decidir o futuro da sua cidade, ameaçada de perder sua oresta para investidores terroristas internacionais. Armados de coragem, inteligência e bom humor, nossos heróis encaram o desao que será decidido nas areias de Noforest, na gelada Iceforest e
na exuberante Brainforest.

Curiosidades:
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Trailer:


Cartazes:


Fotos:

 

 

Crítica em Vídeo | ‘Risco Imediato’ e ‘Cada um sua Casa’

Acaba de sair do forno a nova edição do Cine Agenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as críticas do final de semana: ‘Risco Imediato‘ e ‘Cada um sua Casa‘.

Assista, com a crítica a Velozes e Furiosos 7 abaixo:

Risco Imediato‘ acompanha um jovem casal de americanos, Tom (James Franco) e Anna Reed (Kate Hudson), que se endivida gravemente ao renovar a casa da família de Anna, em Londres. Com os sonhos de ter sua própria casa e começar uma família indo pelo ralo, eles descobrem que o inquilino do apartamento abaixo está morto e deixou uma mala com uma fortuna. Apesar de inicialmente hesitantes, Tom e Anna decidem que o plano é simples: tudo que eles precisam fazer é pegar o dinheiro e usar apenas o que é necessário para tirá-los da dívida. Mas quando começam a gastar e não conseguem parar, eles tornam-se o alvo do real dono da grana – e é aí que coisas muito ruins começam a acontecer com pessoas boas.

Em ‘Cada Um Na Sua Casa‘, quando a Terra é invadida pelos confiantes Boov – uma raça alienígena em busca de um novo lar – todos os humanos são prontamente deslocados, enquanto os Boov se ocupam de organizar o planeta. Porém uma esperta garota chamada Tip (voz de Rihanna) consegue evitar ser capturada e acidentalmente transforma-se em cúmplice de um Boov exilado chamado Oh (voz de Jim Parsons). Os dois fugitivos percebem que há muito mais em risco que um simples dano às relações intergaláticas e embarcam na aventura de suas vidas.