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SUCESSO! Com R$ 10 milhões, ‘Velozes e Furiosos 10’ tem a MAIOR abertura do ano nas bilheterias brasileiras

A franquia ‘Velozes e Furiosos‘ é muito querida pelos brasileiros, e isso reflete nas bilheterias.

Segundo o Comscore, o décimo filme da franquia teve o maior dia de abertura nas bilheterias de 2023.

O filme já foi assistido por mais de 470 mil espectadores em apenas 2 dias nos cinemas. Somando as sessões de pré-estreia, ‘Velozes e Furiosos 10 já arrecadou mais de R$ 10 milhões no Brasil.

Para se ter uma ideia, Velozes e Furiosos 9‘ arrecadou R$ 12,5 milhões e levou 680 mil espectadores aos cinemas nos três dias do fim de semana em sua estreia no Brasil em 2019. Ou seja, o décimo filme deve ter uma abertura ainda maior.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 7,5 milhões nas prévias de quinta-feira nas bilheterias norte-americanas. Para comparação, ‘Velozes e Furiosos 9‘ abriu com US$ 7,1 milhões e ‘Hobbs & Shaw‘ fez US$ 5,8 milhões nas prévias de quinta-feira.

Velozes e Furiosos 10‘ deve arrecadar em torno de de US$ 60 milhões no fim de semana. Isso tornaria a sétima maior estreia da franquia, entre ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 70 milhões) e o spinoff de ‘Hobbs & Shaw‘ (US$ 60 milhões).

Embora possa parecer que ‘Velozes e Furiosos 10‘ ficou sem combustível nos Estados Unidos, o filme será totalmente turbinado no mercado internacional.

Segundo o Deadline, o novo filme da franquia está projetado para obter uma bilheteria global de aproximadamente US$ 295 milhões em seu primeiro final de semana, com potencial para ultrapassar os US$ 300 milhões caso supere as expectativas.

É importante ressaltar que apenas US$ 60 milhões devem ser provenientes dos Estados Unidos. Ao que parece, o público norte-americano pode ter perdido parte do entusiasmo pela saga, mesmo que ela continue a ser um sucesso em diversos outros países.

No mercado internacional, o filme deve abrir com US$ 235 milhões e $ 60 milhões nos EUA. Isso levaria a um total de US$ 295 milhões em todo o mundo, tornando-se o terceiro melhor começo global para um filme ‘Velozes e Furiosos‘ depois de ‘Velozes e Furiosos 8‘ (US$ 541,9 milhões) e ‘Velozes e Furiosos 7‘ (US$ 397,6 milhões).

Embora a arrecadação nos Estados Unidos possa não corresponder às expectativas, é notável o impacto e a popularidade de ‘Velozes e Furiosos‘ em escala global. A franquia tem uma base de fãs fiel e apaixonada em várias partes do mundo, o que contribui para o sucesso financeiro do filme.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Jason Momoa, que interpreta o vilão brasileiro Dante em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Questionado sobre sua inspiração para compor o personagem brasileiro, Momoa revelou que foi… um colar.

“Eu estive no Brasil. Me diverti muito no Brasil. Pessoas maravilhosas. A coisa em que me baseei pra criar o personagem é muito estranha. Eu nunca tinha feito isso antes, mas baseei ele em cores. Eu o baseei em um colar que meu amigo fez. Ele era todo colorido e achei ele tão lindo. Eu não sou de usar muitas cores. Eu construí esse personagem ao redor dessas cores. Elas pareciam calorosas e convidativas, mas quando você chega perto dele, ele simplesmente é mau. E ele já tinha dominado você. Eu não queria que ele usasse armas. Eu queria usar facas para que ele chegasse bem perto. Ele é muito sádico e sente prazer em machucar as pessoas e leva isso longe demais. Mas ele era muito convidativo e caloroso. Então foi aí que eu comecei. O filme entrega tudo aquilo que os fãs querem e um pouco mais.”, ele afirmou.

Assista:

Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.

A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.

O consenso de quem já conferiu o longa é que há grandes cenas ações, algumas até mesmo absurdas, e que o vilão interpretado por Jason Momoa é um grande destaque.

Lembrando que o filme estreia hoje, 18 de maio, nos cinemas.

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Sandra Bullock e Brad Pitt BRILHAM em comédia milionária assistida por 35 milhões de pessoas na Netflix

As comédias românticas atingiram o seu auge nos anos 90 e 2000 com grandes musas do cinema encantando audiências do mundo inteiro com histórias de amor que nos faziam se apaixonar. Entre um filme e outro de Meg Ryan, surgiram duas grandes estrelas que se tornaram as principais representantes do subgênero: Julia Roberts e Sandra Bullock.

Com filmes cada vez mais clichês que começaram a cansar o público, as comédias românticas foram desaparecendo lentamente dos cinemas e as poucas que eram realizadas estreavam direto no streaming e repetiam fórmulas já conhecidas e ultrapassadas, enterrando e desvalorizando o subgênero. Eis que precisava de uma rainha para provar que as comédias românticas ainda vivem e podem encontrar seu público e fazer sucesso, e Sandra Bullock voltou às telonas para realizar o feito. E sim, ela foi muito bem sucedida.

A comédia romântica de ação ‘Cidade Perdida‘, estrelada por Bullock e Channing Tatum, que ultrapassou a marca de 35 milhões de visualizações na Netflix. O filme chegou a figurar em primeiro lugar no catálogo por mais de uma semana.

Confira nossa crítica:

A brilhante, porém reclusa autora Loretta Sage (Bullock) escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”

Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

A dupla Adam e Aaron Nee (‘Band of Robbers‘) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.

O grandioso elenco também conta com Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’), Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’), Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) e Brad Pitt, que fará uma participação especial.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘PÂNICO’, segundo o Rotten Tomatoes

Quem acessa o CinePOP sabe que o site nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.

Com o sétimo filme a caminho, decidimos mostrar o ranking da franquia no agregador de críticas Rotten Tomatoes.

Vamos lá?

6. Pânico 3

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 41%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 38%

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 38%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

5. Pânico 4

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 60%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 57%

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, mas é o meu preferido. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica atrás do terceiro, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

4. Pânico (2022)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 76%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 82%

Pânico‘, de 2022, é recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar a franquia.

Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.

As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS DESTRUIDORAS de toda a franquia.

 

3. Pânico (1996)

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 80%

Obviamente eu não concordo com o primeiro filme estar em terceiro lugar na lista. Apesar das sequências serem maravilhosas, nenhuma conseguiu realmente ser melhor que o original. Mas, segundo os críticos, duas sequências foram melhores. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo.

 

 

2. Pânico 6

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 77%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 91%

Acho muito legal que os críticos prestigiaram o sexto filme da franquia, mesmo eu particularmente achando o mais fraco de todos.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett retornam para a cadeira de direção e continuam a provar que são uma das duplas mais interessantes do cenário contemporâneo do terror. Afinal, eles emprestaram suas habilidades para projetos como ‘V/H/S/’ e ‘Casamento Sangrento’ – trazendo um filme que se enverga mais para a ação do que para o terror.  Aqui, os realizadores sabem como conduzir a narrativa de formas subversivas, nos jogando em caminhos diversos e levando-nos a tentar imaginar quem é o culpado sem fornecer muitas pistas e garantindo que tanto os fãs de longa data quanto os novatos possam se divertir. Como se não bastasse, o classicismo dos jump-scares é deixado de lado para um mistério de suspense muito prático e que nos deixa vidrados na tela do começo ao fim.

Há um gigantesco quebra-cabeças a ser resolvido e, talvez mais do que nunca, a audiência é parte ativa do desenrolar da trama. A principal ideia é fomentar uma mitologia atemporal que é querida por todos: o mote do “legado” é ímpar para os diretores e estende-se a níveis estratosféricos, como quando os protagonistas descobrem um santuário que engloba cada um dos homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface. Não é surpresa, pois, que também tenhamos a presença ilustre de Courteney Cox como Gale Weathers (que, apesar de ter menos tempo de cena que os capítulos predecessores, ainda causa grande comoção por seu lendário status) e o retorno mais que merecido de Hayden Panettiere como Kirby Reed, que sobreviveu ao ataque de Jill Roberts (Emma Roberts) e Charlie Walker (Rory Culkin) e agora trabalha para o FBI como uma poderosa agente.

‘Pânico VI’ é um bom filme, mas não tomou riscos. Ninguém importante morreu. Mesmo assim, é um dos filmes mais sangrentos e ambiciosos da franquia, tendo Nova York como pano de fundo. Eu esperava mais, principalmente por que em nenhum momento o filme parece realmente aproveitar Nova York (salvo a cena do metrô), e a revelação dos assassinos é broxante. Na minha lista pessoal, esse fica em sexto lugar.

1. Pânico 2

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 82%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 58%

Eu particularmente não acho o melhor filme da franquia, mas que é uma baita sequência, é. Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

Sinceramente, escolher o melhor Pânico é uma tarefa difícil. É como escolher um filho preferido. Cada um tem o seu charme e potencial.

 

Bônus: Pânico – A Série de TV

Porcentagem dos críticos no Rotten Tomatoes: 61%
Porcentagem do público no Rotten Tomatoes: 59%

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última  temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.

“É uma grande responsabilidade dirigir um filme de super-herói”, revela Sam Raimi [EXCLUSIVO]

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor Sam Raimi (‘Arraste-me para o Inferno’) foi questionado se prefere dirigir filmes de super-herói ou terror, e respondeu:

“Bem, é uma grande responsabilidade dirigir um filme de super-herói, porque a verdade é que qualquer um desses personagens que você coloca vestindo uma roupa colante vermelha e azul, eles se tornam heróis para as crianças, mesmo sem merecer. Então, você se encontra em uma posição em que precisa realmente conquistar isso e garantir que os personagens sejam reais e consistentes, enfrentando conflitos com os quais as crianças possam se identificar.”, ele afirmou.

Segundo Raimi, o personagem precisa gerar identificação com o público.

“Você quer que esses conflitos sejam sérios para que as crianças pensem: “Sim, eu já estive nessa situação, só que no meu caso era com a lição de casa”. Eu não sei o que as crianças estão pensando, mas elas veem que o super-herói não consegue superar essa situação. E então, em um filme com um super-herói, o ser humano dentro dele cresce, aprende algo e encontra uma maneira de superar esse obstáculo. As crianças assistem a isso, e você orquestra tudo, e o herói voa pelos céus. Não há nada igual para um diretor do que criar essa sensação de admiração e, de uma forma muito simples, inspirar as crianças, servindo como um bom exemplo. Claro, eu ainda adoro sentar no fundo do cinema, fazendo barulhos e assustando as crianças. Mas ambos os gêneros são gratificantes.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga CinePOP no Youtube:

O terror conquistou impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama a direção de Raimi, que, mais uma vez, se mostra um mestre do gênero ao equilibrar perfeitamente risos com tensão, além de destacar as excelentes performances de Rachel McAdams e Dylan O’Brien.

Crítica | Rachel McAdams e Dylan O’Brien lutam pela sobrevivência no insano e divertido thriller ‘Socorro!’

Socorro!‘ já está em exibição nos cinemas.

Em SOCORRO!, dois colegas ficam presos em uma ilha deserta após serem os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles precisam superar antigos ressentimentos e trabalhar juntos para sobreviver, mas, no fim, trata-se de uma inquietante batalha de vontades e perspicácia, marcada por humor ácido, para sair com vida.

SOCORRO! tem direção do visionário cineasta Sam Raimi, que desafia os limites do gênero, e é estrelado pela atriz indicada ao Oscar® Rachel McAdams e Dylan O’Brien. O filme é produzido por Raimi e Zainab Azizi, com produção executiva de JJ Hook, roteiro de Damian Shannon & Mark Swift, e música original de Danny Elfman.

Crítica | Rachel McAdams e Dylan O’Brien lutam pela sobrevivência no insano e divertido thriller ‘Socorro!’ 

‘Socorro!’: Novo terror de Sam Raimi abre com 91% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

‘Socorro!’: Primeiras impressões do novo TERROR de Sam Raimi são EXTREMAMENTE POSITIVAS; Confira as reações!

‘Socorro!’: Sam Raimi cobre Rachel McAdams e Dylan O’Brien de vômito, sangue e água em novo filme de terror

‘A Empregada’, ‘Hamnet’, ‘Socorro!’, ‘Extermínio’ e os Filmes mais ESPERADOS de Janeiro 2026 nos cinemas!

» Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro;

 

10 filmes para você que vai acompanhar a Copa do Mundo e ama futebol!

Que o futebol é uma paixão nacional não há como negar! Mas não é só por aqui que esse emocionante jogo tem um enorme número de fãs, percebemos mais isso quando chegamos no período de Copa do Mundo. Países literalmente param para acompanhar os jogos, telões são colocados nas grandes praças pelo mundo.

O cinema ao longo dos anos, já nos apresentou algumas tramas que tem o Futebol no epicentro de sua história. Pensando em alguns projetos dentro desse contexto, separamos abaixo 10 filmes para você que vai acompanhar a Copa do Mundo e ama futebol!

 

Heleno

O longa mostra um pouco da história do craque do Botafogo, Heleno de Freitas. Um esportista mulherengo e metido que vivia intensamente dentro e fora dos gramados. Viveu um triângulo amoroso com duas belas jovens e, de tão intenso as duas relações, não conseguimos definir quem ele mais amava: ele mesmo ou as mulheres de sua vida. Dinheiro, brigas, mulheres, glamour e uma personalidade muito forte compuseram a fórmula explosiva que o levou a um desfecho infeliz.

 

Um Time Show de Bola

Um Time Show de Bola conta a história de Amadeo, um adolescente que vive e trabalha como garçom em num bar de pouco movimento numa pequena cidade na Argentina. O tímido jovem é um exímio jogador de pebolim (também conhecido como Totó em algumas regiões brasileiras) e morre de amores por sua amiga de infância Laura. Certo dia, é desafiado pelo jovem mais malandro do vilarejo, Colosso, para uma partida e acaba vencendo dando um show. Anos mais tarde, Colosso se transforma no melhor jogador de futebol do mundo, e volta para casa disposto a se vingar da única derrota que sofreu em sua vida. Como num passe de mágica, seus eternos amiguinhos do seu jogo de Pebolim ganham vida e juntos embarcam numa emocionante viagem cheia de aventuras para salvar Laura e o vilarejo onde moram.

 

Hermano

Na trama, somos apresentados a Daniel (Fernando Moreno), um jovem que foi abandonado ainda bebê e criado por uma família amorosa e muito especial. Sua vida gira em torno do sonho de ser um grande, rico e famoso jogador de futebol. Esse sonho ele deseja que seja compartilhado com seu irmão de criação Julio (Eliú Armas). Ambos moram em uma favela, em Caracas, e o cotidiano dos jovens passa por enfrentar as dificuldades desse traiçoeiro lugar. Certo dia, um olheiro de um grande time de futebol dá a chance da vida deles, uma oportunidade para serem testados no maior clube de futebol da Venezuela. Essa chance chega ao mesmo tempo com uma tragédia e o forte envolvimento de Julio com a bandidagem local.

 

Papéis ao Vento

Na trama, conhecemos um grupo de amigos muito unidos que passam por um momento de tristeza quando um deles falece precocemente por conta de uma doença. A única herança que ele deixara para sua única filha foi o dinheiro investido em um passe de um jogador de futebol perna de pau. Para tentar recuperar o dinheiro em questão, os amigos farão de tudo para tornar o perna de pau em pelo menos um jogador negociável/rentável e assim conseguirem recuperar o dinheiro investido e dar uma boa vida para a filha do amigo.

 

Geraldinos

Dirigido por Pedro Asbeg e Renato Martins, o longa-metragem Geraldinos presta uma homenagem ao grupo de torcedores mais famosos de um estádio de futebol brasileiro. Com imagens históricas de uma época em que o torcedor podia acompanhar seus ídolos de pertinho, o filme navega por depoimentos e imagens marcantes de um época que bate saudade.

 

Gol! – O Sonho Impossível

Lançado 17 anos atrás nos cinemas de todo o mundo, longa-metragem britânico Gol! – O Sonho Impossível nos mostra a incrível história de um jovem mexicano que é descoberto pelo seu gigante talento para o futebol por um olheiro de um grande time da Europa.

 

O Roubo da Taça

Na trama, ambientada no começo da década de 80 no Rio de Janeiro, conhecemos Peralta (Paulo Tiefenthaler, em grande atuação) um trambiqueiro, flamenguista e corretor de seguros que passa os dias se atolando em dívidas de jogo e dando pouco atenção a sua charmosa esposa Dolores (Taís Araújo). Certo dia, após receber um singelo ultimato do dono da casa de jogos onde passa a maioria de suas noites perdendo dinheiro, tem a inusitada ideia de invadir a sede da CBF com a ajuda do enrolado amigo Borracha (Danilo Grangheia) e roubar a Taça Jules Rimet, que está em posse dos brasileiros após o tricampeonato mundial, após vencer a Copa do Mundo de Futebol do México, em 1970. Obviamente muitas coisas dão erradas após o roubo e a polícia começa a desconfiar da dupla de malandros.

 

O Divino Baggio

O mais importante na vida é que tudo depende de você. Lançado recentemente na mais famosa plataforma de streamings do mundo, a Netflix, o filme italiano O Divino Baggio, baseado em fatos reais, é um profundo drama que acerta em focar no lado pessoal (e apenas com pitada sobre os feitos futebolísticos) de um dos esportistas mais famosos europeus, Roberto Baggio. Dirigido pela cineasta Letizia Lamartire vamos conhecendo melhor o ídolo, o relacionamento conturbado com seu distante pai, seus dramas na profissão e seu curioso encontro com a fé budista.

 

Nefta Football Club

Um dos indicados ao Oscar de Melhor Curta-Metragem anos atrás, Nefta Football Club usa da criatividade de um assunto comum com a fragilidade do olhar ingênuo. Sacada bastante interessante do cineasta Yves Piat que entre outros pontos incorpora à sua história a essência do futebol pelo olhar das crianças.

 

Fé de Etarras

Fé de Etarras é uma comédia sobre um grupo de militantes, suas dúvidas e desejos por uma nova missão ao mesmo tempo que a Espanha joga a Copa do mundo de futebol da África do Sul. Dirigido pelo cineasta espanhol Borja Cobeaga o filme tem cenas hilárias e várias analogias com diversas situações que a Espanha viveu ao longo de seu tempo na história.

 

Nebraska

EM NOME DO PAI

Todo filmado em preto e branco, Nebraska marca a volta do cineasta Alexander Payne dois anos depois do estrondoso sucesso do drama Os Descendentes, indicado para cinco Oscar (incluindo melhor filme e diretor) e vencedor de roteiro adaptado. Payne é um dos mais talentosos diretores trabalhando em Hollywood atualmente, e seu currículo inclui obras cultuadas pelos cinéfilos como Eleição (1999), As Confissões de Schmidt (2002) e Sideways – Entre umas e outras (2004), todos com prestígio em premiações. Nebraska, seu novo trabalho, entra para o hall de filmes a serem assistidos com o pai. Essa é uma grande homenagem, e uma das grandes obras do cinema sobre o relacionamento entre pai e filho.

O veterano Bruce Dern (Django Livre), de 77 anos, ganha de Payne um grande presente a essa altura de sua carreira, ao ser escolhido para viver Woody Grant, um idoso problemático. O sujeito infeliz cisma que acabou de ganhar 1 milhão de dólares num certificado de uma coleção de livros. Trata-se de um esquema que apenas o idoso, que já não bate mais tão bem da cabeça, não percebe ser uma fraude. Enlouquecendo sua esposa, vivida pela ótima June Squibb (O Grande Ano), ao sair desvairadamente pelas ruas em busca de seu prêmio, o protagonista desperta a preocupação de seus filhos, vividos por Will Forte (Vizinhos Imediatos de 3° Grau) e pelo ator e diretor Bob Odenkirk (da série Breaking Bad).

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Até que para lhe dar paz de espírito, seu filho mais novo, vivido por Forte, decide levá-lo até a tal cidade para recolher seu prêmio. Nessa viagem pelas estradas, pai e filho irão se conhecer melhor, e serão forçados a conviverem, passando por diversas aventuras, e exorcizando seus demônios. Mais adiante, a impagável Kate (Squibb) se juntará a dupla, assim como Ross (Odenkirk), numa reunião familiar hilária. Nebraska consegue ser sensível, emotivo, e também muito engraçado, em seu retrato realístico de uma típica família de classe média, que poderia facilmente ser a minha ou a sua. Pai e filho são pedidos para confrontarem o passado, quando no caminho param na cidade onde o protagonista cresceu.

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Velhos desafetos, antigos amores, e grandes amizades voltam à tona nessa nostálgica obra genealógica. Payne realiza um filme incomum, mas com grande coração, e que se torna a segunda ótima produção do ano em preto e branco, ao lado do único Frances Ha. O humor se faz presente e eficiente na maioria das cenas, principalmente nas interações do alcoólatra resmungão e de poucas palavras vivido por Dern. Numa das melhores cenas do filme, o idoso resolve fazer uma parada na casa do irmão. Em outro momento seus filhos resolvem retratar um mal feito a ele, reavendo um item emprestado e nunca devolvido por décadas, num momento de muita graça.

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Quem também recebe grande chance e destaque é o humorista Will Forte, oriundo do programa Saturday Night Live, cujo papel de maior destaque havia sido na paródia Corra que o Agente Voltou, no qual interpreta uma sátira de MacGyver. Aqui, Forte desempenha seu primeiro papel sério, e se sai bem como o perdedor honesto e de bom coração, David. Mas todos os louros vão para a caracterização e performance implacável de Bruce Dern. O veterano indicado apenas a um Oscar de coadjuvante em 1978, está em sua melhor forma, e é muito provável que seja lembrado em época de premiações. O texto do estreante Bob Nelson, e a direção de Payne criam uma obra ímpar sobra a família, que se torna um dos pontos altos do cinema em 2013.

De 2012 a Independence Day | Rankeamos os Filmes Catástrofe de Roland Emmerich do Pior ao Melhor

Ser colocado numa caixinha e estereotipado pode ter suas vantagens. Até mesmo para um artista, como um diretor de cinema. Veja que maravilha fez para a carreira de gente como Alfred Hitchcock, considerado “o mestre do suspense”, Martin Scorsese, conhecido por seus dramas criminais de máfia, ou até mesmo Steven Spielberg, que sempre será lembrado por seus filmes família e aventuras de matinê. Em menor escala, mas seguindo nesta vertente, está o cineasta Roland Emmerich, que hoje clama o posto como um dos reis do cinema catástrofe de Hollywood.

Muitos podem querer acusar Roland Emmerich de fazer o mesmo filme repetidas vezes, mas a verdade é que o diretor está aí, até hoje empregado, produzindo filmes com grandes nomes no elenco, para os maiores estúdios de Hollywood, adentrando a quarta década de atividade. Quantos mais podem exibir tamanha constância? A carreira do diretor alemão é o que podemos descrever como uma história de sucesso.

Moonfall – Ameaça Lunar, seu último filme, já está disponível para aluguel no Amazon Prime Video. Para celebrar essa tremenda destruição, decidimos recapitular todos os filmes de Roland Emmerich dentro do subgênero “cinema catástrofe”, ranqueando-os do pior ao melhor. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

08) Independence Day: O Ressurgimento

Lançado dez anos depois do revolucionário Independence Day original, essa sequência deixou todos estupefatos com a sua existência. A questão é que um total de zero pessoas acreditava que o longa de 1996 precisava ter uma continuação. Mas numa Hollywood regida por sequências, e retornos de marcas pré-estabelecidas, a 20th Century Fox achou por bem revitalizar a marca, com o retorno de um dos filmes sobre invasão alienígena em larga escala definitivos do cinema moderno. Por bem ou por mal, O Ressurgimento marcou a primeira e única (até o momento) sequência da carreira de Emmerich. A principal barreira que esse segundo filme enfrentou foi a ausência do carisma do protagonista Will Smith. Até existiam planos para um eventual terceiro filme que, devido ao resultado, digamos, pobre deste segundo, foram varridos para debaixo dos panos.

07) Godzilla

Antes de Hollywood saber o que fazer com o monstrão lagarto radioativo japonês, e da propriedade cair nas mãos da Warner (se estabelecendo num universo dividido de monstros com King Kong e outros), a primeira entrada da criatura em terras do tio Sam ocorria em 1998 pelas mãos da Columbia / Sony. E adivinha quem estava por trás do projeto? Nenhum outro senão o alemão Roland Emmerich. O diretor conseguiu a vaga no comando da produção graças ao primeiro Independence Day, sucesso estrondoso que havia sido lançado dois anos antes. Dessa forma, quando o estúdio viu a chance de apresentar Godzilla para uma audiência ocidental, o nome para a tarefa não podia ser outro além de Emmerich. Afinal, o sujeito já havia devastado o planeta com uma das invasões alienígenas mais convincentes da história do cinema. O que seria para ele trazer um bichão escamoso para detonar Nova York? Assim, com uma mega produção e uma das maiores campanhas de marketing para um filme na década de 90, Godzilla foi um das maiores produções do fim da década. Porém, tamanho investimento não se valeu, quando o longa resultou num fracasso de crítica e não atingiu seu potencial nas bilheterias. Hoje, quase 25 anos depois, o filme pode ser visto como item cult.

06) 10.000 AC

Tudo bem, este filme de 2008 não é necessariamente parte do subgênero cinema catástrofe. Trata-se de uma aventura envolvendo tribos de homens das cavernas, onde um protagonista precisa resgatar sua amada das garras de uma tribo rival – e para isso ele sai numa jornada repleta de perigos. De qualquer modo resolvemos incluir o longa na matéria, pois esta ainda é uma superprodução grandiosa, repleta de muitos efeitos especiais. A “catástrofe” aqui resume-se a ataques de tigres dentes-de-sabre, o estouro de uma manada de mamutes e todo tipo de perigo animal propício da pré-história. Ou seja, os perigos de sobrevivência do homem daquela época eram muitos sem precisar de nenhuma ameaça externa. Justamente por isso, 10.000 AC surge como ponto fora da curva na filmografia de Roland Emmerich, e sua qualidade de “documentário do National Geographic” pré-histórico o fizeram em pouco tempo cair no esquecimento.

05) Moonfall: Ameaça Lunar

Chegamos ao mais novo exemplar de cinema-catástrofe da carreira de Roland Emmerich. Como dito no início do texto, Moonfall é o grande lançamento deste primeiro fim de semana de fevereiro 2022. Voltando à velha forma, o diretor emplaca um novo filme de destruição com todos os elementos que fazem os fãs deste tipo de entretenimento vibrarem e optarem por assistir na maior tela de imersão possível. São entretenimentos como Moonfall que ainda seguram as salas de cinema, já que são equivalentes a simuladores de parques de diversão. Quem comanda a ação nas telas aqui é a vencedora do Oscar Halle Berry, como uma astronauta da NASA que é a única capaz de salvar nosso planeta da destruição iminente, após a lua sair de órbita e entrar de forma desgovernada em rota de colisão com a Terra.

04) 2012

Curiosamente, 2012 não foi lançado… bem, em 2012. E sim estreou nos cinemas em 2009. Seja como for, esse é outro filme tipicamente do cinema-catástrofe – daqueles que são tão repletos das conveniências e clichês do gênero, que muitas vezes terminam parecendo uma paródia. E se Moonfall traz a lua para cair na nossa cabeça, 2012 foi mais simples e direto. A ideia por trás da destruição em massa aqui é: o calendário Maia disse que o fim do mundo seria em 2012 e é verdade. Tudo começa a acabar porque começa. E nós que lutemos para sobreviver. Afinal, para que complicar muito, não é mesmo? No meio desse cataclismo figuras como John Cusack, Woody Harrelson, Thandie Newton e Danny Glover vivendo o segundo presidente negro de filmes assim (o primeiro sendo Morgan Freeman em Impacto Profundo) tentam encontrar uma forma de se salvarem. Como sempre, 2012 foi prezado por seus efeitos, mesmo que a história em si e os dramas dos personagens não importem muito.

03) Midway: Batalha em Alto Mar

Tudo bem, tudo bem. Já sabemos. Essa é a segunda trapaceada da lista. Assim como 10.000 AC, este não é exatamente um filme catástrofe. É um filme de guerra. Por outro lado, podemos argumentar que a guerra não deixa de ser a maior das catástrofes humanas. A batalha de Midway foi um momento marcante durante a Segunda Guerra Mundial, seis meses após os ataques a Pearl Harbor. Aeronaves norte-americanas e japonesas travaram uma batalha nos céus e tais relatos já haviam sido transformados em uma superprodução de Hollywood. Uma das obras mais famosas foi lançada em 1976, e trazia no elenco nomes da época como Charlton Heston, Henry Fonda e Robert Mitchum. Sendo um especialista em filmes de larga escala, efeitos grandiosos, muita destruição e explosão, Roland Emmerich se sentiu em casa ao aceitar o projeto como seu próximo trabalho. Assim o diretor deu sua própria versão de Midway, o filme que lançou em 2019, antes do recente Moonfall.

02) O Dia Depois de Amanhã

Até agora na lista, por mais que gostemos dos filmes de Roland Emmerich, precisamos reconhecer que muitos críticos e parte do público torcem o nariz para seus exageros cinematográficos banhados a muita pirotecnia. Ou seja, até agora na lista os filmes apresentados possuem seus defensores, mas igualmente possuem muitos detratores. Ao chegarmos na segunda posição a coisa muda um pouco de figura. Os dois primeiros itens da matéria são os mais unânimes da carreira de Roland Emmerich, e os filmes que a maioria concorda que são os melhores em sua filmografia. De fato, muitos ainda irão apontar para este item aqui, que colocamos em segundo, como o MELHOR filme do diretor. Em partes podemos concordar. O Dia Depois de Amanhã, lançado em 2004, não criou muita expectativa, por já naquela época este tipo de filme se encontrar “manjado”, em especial pelo seu diretor. Mas foi só o longa estrear para percebermos que era verdadeiramente bom, dono de boas atuações e personagens com quem verdadeiramente nos importávamos. E num filme assim, é preciso ter bons personagens. O filme acabou nos convencendo e desde então não saiu mais do gosto e do imaginário popular como um dos melhores representantes do subgênero. Ah sim, na história, devido ao aquecimento global, o clima do planeta fica louco e tudo começa a congelar. Como são as coisas, O Dia Depois de Amanhã talvez esteja mais atual hoje do que na época de seu lançamento.

01) Independence Day

Se olharmos mais friamente, O Dia Depois de Amanhã talvez seja realmente um filme melhor. Mas não tem jeito. É impossível separar um filme de seu contexto e de sua época de lançamento. Sendo assim, Independence Day foi muito mais importante e revolucionário para os blockbusters, do que O Dia Depois de Amanhã – este último lançado numa época em que filmes assim já era muito comuns e estavam banalizados. Acredite ou não, mas Independence Day fez parte do movimento dos filmes de entretenimento que colocaram o cinema blockbuster no patamar que ele se encontra hoje. Então, se você pode curtir seu filme preferido da Marvel a cada fim de semana, ou os super-heróis da DC, saiba que isso é graças, em partes, ao Independence Day original, de 1996. É verdade que os blockbusters surgiram na década de 80 (ou melhor, ficaram estabelecidos). Mas foi na década de 90 que eles deram um passo maior em termos de qualidade técnica. Pois foi no período que o chamado CGI (efeitos especiais gerados por computadores) foi implementado, com o filme O Exterminador do Futuro 2. Depois seguiram Jurassic Park (1993), O Máskara (1994) e Twister (1996), por exemplo. Independence Day veio nessa esteira e ainda de quebra mostrou como nunca anteriormente como poderia ser um filme de invasão alienígena em larga escala com a tecnologia que se tinha em mãos na época. Fazendo o público vibrar, sem acreditar no que estava vendo. Um verdadeiro fenômeno.

2ª temporada de ‘Queer Eye’ ganha trailer legendado; Confira!

Confira o trailer legendado da segunda temporada de ‘Queer Eye‘:

Além disso, a Netflix divulgou um novo vídeo musical da canção ‘All Things‘, a música tema da série. O clipe traz todo o elenco ao lado da cantora Betty Who.

O revival foi uma surpresa, conquistando uma nova leva de fãs. A série original, intitulada ‘Queer Eye For The Straight Guy’, foi ao ar entre os anos de 2003 e 2006 e se tornou uma sensação na época.

Os novos episódios serão lançados no dia 15 de junho.

‘Run’: Sarah Paulson vai estrelar novo suspense do diretor de ‘Buscando’

Sarah Paulson (‘American Horror Story‘ e ‘Bird Box‘) será a protagonista de ‘Run‘, novo suspense do diretor Aneesh Chaganty, que ano passado dirigiu o excelente ‘Buscando…‘.

Paulson interpretará uma mãe que cria sua filha adolescente em isolamento, apenas para ver sua vida começar a se desenrolar quando ela descobre o passado sinistro de sua mãe.

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

A Lionsgate lançará o longa nos cinemas no dia 24 de janeiro de 2020.

‘Snowpiercer’: Série baseada no filme ‘Expresso do Amanhã’ retorna ao canal TNT

Inicialmente desenvolvida pelo canal TNT, a série ‘Snowpiercer‘ trocou de lar e foi anunciada na programação da TBS, um canal pago que foca seu conteúdo original principalmente em comédias. Agora, segundo o Deadline, a produção retorna para a TNT.

“Tivemos a oportunidade única de testar e explorar mais detalhadamente onde esse programa terá melhor desempenho. Enquanto ainda estamos adicionando dramas ao TBS, depois de algumas pesquisas e considerações, decidimos manter ‘Snowpiercer’ na TNT,” disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TNT em uma declaração. “Agora que vimos essa incrível série de ficção científica pós-apocalíptica na íntegra e compreendemos melhor o público que este programa atrai, estamos confiantes de que seu desempenho será mais forte na TNT.”

A produção irá estrear somente em 2020, durante a primavera norte-americana.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Um grupo de pesquisadores cria um experimento capaz de pôr fim à ameça do aquecimento global, mas seus planos não saem como o planejado e eles acabam eliminando quase toda a vida da Terra, que, por sua vez, transforma-se em um deserto de gelo. Os únicos sobreviventes vagam pelo planeta a bordo de um trem chamado Snowpiercer, mas nem todos estão conformados com a situação. Com isso, uma revolução está prestes a eclodir.

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

No Brasil, a série será lançada pela Netflix, que assumirá a distribuição internacional da produção.

‘A Noiva de Frankenstein’: Roteirista revela detalhes sobre a trama do reboot

Em entrevista ao The Boo Crew, o roteirista David Koepp revelou novos detalhes sobre a trama do reboot de ‘A Noiva de Frankenstein‘, afirmando que a história será relevante e explorará situações atuais.

“Eu entreguei à Universal uma nova versão do roteiro e eles parecem ter realmente gostado e estão buscando diretores para o projeto. Se tornou uma história sobre como nós estamos estendendo nossas vidas; podemos criar vida, podemos enganar a morte? É uma questão que se torna cada vez mais relevante com o passar do tempo.”

Ele completa, “Outra questão importante é que a protagonista é uma mulher que foi ressuscitada, não criada. Certas pessoas sentem que precisam adorá-la e isso é muito relevante nessa era do #metoo. Quais são os direitos dela como pessoa, uma pessoa que existe, se ela estava morta? Há muitas questões interessantes que serão exploradas.”

Recentemente, Koepp afirmou ter desenvolvido uma nova versão do roteiro do reboot de ‘A Noiva de Frankenstein‘, com uma nova visão que se afasta do modelo Dark Universe que eles estavam querendo criar anteriormente.

“Eu reescrevi o roteiro do reboot de ‘A Noiva de Frankenstein’. A Universal foi muito generosa por me deixar tentar novamente, porque eles encerraram o fiasco que foi o Dark Universe. Quero dizer, não foi exatamente um fiasco, mas foi decepcionante. Agora, eu tenho uma nova versão da história que eles realmente gostaram. Acredito que eles estão procurando diretores para o projeto atualmente. Não será um blockbuster com orçamento de US$ 150 milhões e grandes estrelas do cinema. Também não será tão intimista quanto ‘O Homem Invisível’, mas será uma história coesa e se passará nos dias atuais.”

Após o sucesso do reboot de ‘O Homem Invisível‘, que arrecadou ótimos US$ 123.1 milhões mundialmente, a Universal Pictures irá investir em produções independentes de terror com baixo orçamento para trazer seus monstros clássicos de volta à vida.

A proposta original da Universal era criar um universo compartilhado, intitulado Dark Universe, nos moldes dos filmes da Marvel, trazendo uma abordagem mais focada em ação e aventura em grandes blockbusters hollywoodianos. Após o decepcionante resultado de ‘A Múmia‘, todos os planos para o novo universo foram engavetados.

Vale lembrar que a Universal retomará sua parceria de sucesso com a Blumhouse com um novo filme do ‘Drácula‘, comandado por Karyn Kusama, de ‘Garota Infernal’.

Na trama de ‘A Noiva de Frankenstein‘, lançado em 1935, o Dr. Frankenstein e seu monstro retornam, pois não estavam mortos como inicialmente se acreditava. O pesquisador planeja parar suas demoníacas experiências, mas quando um cientista louco sequestra sua esposa, ele concorda em ajudá-lo em criar uma nova criatura, uma mulher, para ser companheira do monstro. 

‘Brinquedo Assassino’: Devon Sawa entra para o elenco da série sobre o Chucky

De acordo com o Collider, Devon Sawa (‘Premonição’) entrou para o elenco da série ‘Chucky‘, que irá continuar o universo da franquia clássica ‘Brinquedo Assassino‘.

O elenco também contará com Zackary Arthur (‘Transparent’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind (‘Juntos e Misturados’).

Vale lembrar que Brad Dourif voltará a dublar o Chucky e Jennifer Tilly retornará como a Tiffany.

Confira a sinopse oficial:

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

A série estreia no SyFy em 2021.

Assista ao primeiro teaser:

Em entrevista ao Syfy Wire, Don Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

Vale lembrar que a Jennifer Tilly já confirmou o seu retorno na produção. Brad Dourif, que dublou o vilão em todos os filmes da franquia, também retorna.

‘Eternos’: Filme da Marvel com herói LGBTQ+ é BANIDO em mais CINCO países

Após diversas polêmicas envolvendo representação LGBTQ+ nos cinemas, ‘Eternos‘ continua enfrentando problemas em seu lançamento. De acordo com o Deadline, o novo filme da Marvel não será exibido na Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Bahrein e Omã.

Na Arábia Saudita, Bahrein e Omã, os censores queriam cortar todas as cenas de intimidade no filme e a Disney optou por não fazer as edições necessárias – o que foi responsável para os certificados de distribuição no longa não fossem emitidos.

Já em Catar e Kuwait, o longa foi banido. Segundo o site, o problema não veio apenas da cena de beijo gay, mas porque esses mercados tem problemas históricos com a representação de deuses e profetas, que é algo que eles consideram blasfêmia.

Nos Emirados Árabes Unidos – o que inclui Jordânia, Líbano e Egito –, será lançada uma versão editada do filme que irá remover todas as cenas de intimidade – sejam elas heterossexuais ou homossexuais. Essa é uma prática normal nesses mercados.

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem já está em exibição nos cinemas nacionais.


Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Os Monstros’: Primeiro trailer do reboot de Rob Zombie será lançado amanhã!

Através do seu Instagram, o diretor Rob Zombie (‘Rejeitados pelo Diabo’) anunciou que o primeiro trailer do reboot de ‘Os Monstros‘ será lançado amanhã (13).

Além disso, uma nova imagem oficial da produção foi divulgada, destacando os atores Jeff Daniel PhillipsSheri Moon Zombie.

Confira:

A nova versão contará com Jeff Daniel Phillips como Herman Munster, Sheri Moon Zombie como Lily Munster e Daniel Roebuck como Vovô Munster.

O elenco ainda incluirá Richard BrakeCatherine SchellDee Wallace, Cassandra Peterson e Jorge Garcia, além de Butch Patrick e Pat Priest – atores da série original.

Para quem não conhece, a série original teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios. Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio. A nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência malsucedida do vovô.

Sandrine Holt estrelará novo TERROR do diretor de ‘A Mosca’ e ‘Crimes do Futuro’

De acordo com o Deadline, Sandrine Holt, de ‘Fear the Walking Dead‘ e do vindouro reboot ‘Demolidor: Renascido‘, estrelará o terror ‘The Shrouds‘, novo filme dirigido pelo aclamado cineasta David Cronenberg (‘A Mosca’ e ‘Crimes do Futuro’).

A atriz interpretará uma mulher misteriosa, esposa de um bilionário, que participa de um projeto estranho envolvendo seu marido.

Na trama…

“Karsh, um empresário inovador e viúvo em luto, constrói um novo dispositivo para se conectar com os mortos dentro de uma mortalha. Esta ferramenta funerária instalada em seu próprio cemitério de última geração, embora controversa, permite que ele e seus clientes observem seu ente querido falecido se decompor em tempo real.”

“Quando o negócio revolucionário de Karsh está prestes a ser lançado no mercado internacional, vários túmulos dentro de seu cemitério são vandalizados e quase destruídos, incluindo o de sua esposa. Enquanto ele luta para descobrir um motivo claro para o ataque, o mistério de quem causou esse estrago e por quê, o leva a reavaliar seus negócios, casamento e fidelidade à memória de sua falecida esposa, além de empurrá-lo para uma nova direção.”

O elenco ainda contará com Vincent Cassel (‘Irreversível’), Diane Kruger (‘Bastardos Inglórios’) e Guy Pearce (‘Amnésia’).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Evil’: Atriz quer que a Netflix RESGATE a série do cancelamento

Após o anúncio do cancelamento de ‘Evil‘, a atriz Katja Herbers quebrou o silêncio sobre a notícia, pedindo a ajuda da Netflix para a continuidade da série.

“Todos estão tristes que a Paramount Plus decidiu que a quarta temporada será a nossa última. Netflix, você está interessada? Quer fazer um resgate?,” declarou a artista através do Twitter, em uma publicação já apagada.

Vale destacar que, apesar do cancelamento, a série não terminará sem um desfecho apropriado. Em entrevista ao Deadline, os criadores Robert e Michelle King revelaram que o ciclo final recebeu a encomenda de quatro episódios extras para que a narrativa seja devidamente finalizada.

O ciclo de encerramento tem estreia prevista para maio de 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira, junto às imagens promocionais, e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que as três primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A produção foi criada por RobertMichelle King, dupla responsável pela aclamada ‘The Good Wife‘.

A trama gira em torno da batalha entre ciência e religião. A narrativa principal foca em Kristen Bouchard, uma psicóloga cética que cruza caminho com David Dacosta, um padre católico ainda em treinamento, e um empreiteiro corrupto para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências extraordinárias para encontrarem alguma explicação científica ou sobrenatural por trás dos eventos.

O elenco conta com Katja Herbers, Mike Colter, Aasif Mandvi, Michael Emerson, Christine Lahti, Kurt Fuller, Brooklyn Shuck, Skylar Gray, Maddy Crocco e Dalya Knapp.

No Brasil, a série está disponível no catálogo da Globoplay!

Penúltimo episódio de ‘Pinguim’ quebra novo RECORDE de audiência

De acordo com o Deadline, o penúltimo episódio de ‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘, quebrou um novo recorde de audiência – tornando-se o capítulo mais assistido da produção até o momento.

O sétimo episódio registrou 1.9 milhões de espectadores através da HBO e o serviço de streaming do Max na noite de domingo – o que representa um aumento de 6% na audiência nas últimas duas semanas.

A Warner Bros. Discovery ainda reportou que a série teve a sua melhor performance semanal desde o seu lançamento no território norte-americano.

Além disso, o primeiro episódio já ultrapassou a marca de 16 milhões de espectadores – dois milhões a mais do que havia sido reportado anteriormente pela companhia, em outubro.

Vale lembrar que o capítulo final, intitulado Great or Little Thing, vai ao ar no dia 10 de novembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

Peter Dinklage busca justiça no novo trailer do remake de ‘O Vingador Tóxico’; Confira!

O remake de ‘O Vingador Tóxico‘, estrelado por Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), ganhou um novo trailer com cenas inéditas.

Confira siga o CinePOP no Youtube:

O longa recebeu 92% de aprovação dos críticos, e chega aos cinemas estadunidenses em 29 de agosto – ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original. 

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Atriz de ‘Vingança’ estrelará novo TERROR de aranhas assassinas; Confira a 1ª imagem!

De acordo com o Bloody Disgusting, Matilda Lutz (‘Vingança’ e ‘O Chamado 3’) será a protagonista de ‘Crawlers‘, novo terror de aranhas assassinas.

Na trama…

“Serena, a gerente sobrecarregada e subestimada do complexo de apartamentos Paradiso Palms, descobre uma morte misteriosa. Mas o que começa como uma suspeita de surto viral rapidamente se transforma em algo muito mais aterrorizante: uma infestação catastrófica de aranhas venenosas que se espalha rapidamente pelo prédio.”

“Presos em quarentena sem saída, os moradores são forçados a uma luta desesperada pela sobrevivência enquanto a ameaça se multiplica a cada segundo. Armada apenas com seu conhecimento íntimo do prédio, Serena pode ser a única capaz de mantê-los vivos… se conseguir enfrentar seu maior medo.”

Confira a primeira imagem e siga o CinePOP no YouTube:

crawlers still

Angel Gómez Hernández (‘Vozes’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Jayson Rothwell (‘Natal Sangrento’).

O terror será lançado pela Saban Films nos cinemas norte-americanos no dia 2 de outubro.

“Este filme será uma experiência de terror visceral que te deixará arrepiado da melhor forma possível. É um terror verdadeiro que deixará o público tenso na cadeira, com o coração palpitando,” declararam Shanan Becker e Jonathan Saba, presidentes do estúdio.

“Vai ser maravilhoso”, afirma Patty Jenkins sobre ‘Mulher-Maravilha 2’

Após algumas especulações e nada de contrato assinado, o próprio presidente da DC tranquilizou os fãs de ‘Mulher-Maravilha’, confirmando que a diretora Patty Jenkins volta para assumir a sequência.

E sobre este assunto, a cineasta compartilhou seu entusiasmo e até mesmo uma certa apreensão inicial, que a fizeram relutar em assumir o compromisso.

Durante uma rodada de perguntas e respostas após a exibição do filme à cineastas e roteiristas mulheres, no evento Women in Film, ela pontuou:

“Eu tive um devaneio em relação à ‘Mulher-Maravilha 2’, pensando que não havia a necessidade de me comprometer com um segundo filme e que eu não precisava dessa espécie de conclusão precedente. Mas enquanto eu pegava no sono eu tive outra epifania, em que eu pude ver as coisas com mais clareza. Eu tenho em mãos a personagem mais incrível de todos os tempos, alguém que eu realmente amo, com o elenco prontinho para trabalhar comigo nesta etapa da minha vida… e eu tenho a liberdade criativa para construir a história que eu quiser com eles! Foi aí que eu percebi que não se trata de fazer mais e sim de fazer algo novo. A sequência será um filme próprio, e ele vai ser maravilhoso”.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

‘The Rain’ e mais 29 títulos estreiam na Netflix em maio; Confira a lista completa!

Mais um mês se aproxima e com a ele a Netflix anuncia a chegada de novos conteúdos em sua grade de programação.

Além da estreia da série original ‘The Rain’, a plataforma retoma algumas de suas queridinhas produções, com o retorno de ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ e sua quarta temporada e ‘Cara Gente Branca’, que chega com seu segundo ciclo.

Os fãs de Tina Fey podem se animar ainda mais, com o lançamento do novo episódio de ‘O Próximo Convidado Dispensa Apresentação, com David Letterman’. Ela será a personalidade mais recente a sentar na poltrona do apresentador.

Em se tratando de filmes, a Netflix traz novas produções do seu catálogo original, como ‘Contando os Segundos’ e ‘O Caçador e a Rainha do Gelo’.

E para te ajudar a se atualizar com o que vem por aí, nós trouxemos a lista completa com todos os títulos que estreiam em maio. Então separe o litrão de refri, renove o estoque de pipoca e que comecem as maratonas!

01/05

Duck Butter
Perfectos Desconocidos
Contando os Segundo
O Caminhos das Nuvens
27: Gone Too Soon

02/05

Chappie

04/05

Kong: O Rei dos Macacos
The Rain’ (temporada 1)
O Próximo Convidado Dispensa Apresentação com David Letterman: Tina Fey
Cara Gente Branca’ (temporada 2)
O Jogo do Detetive’ (temporada 1)
Gran Hotel’ (temporada 1)
Anon
A Partida Final

11/05

Bill Nye Saves the World’ (temporada 3)
A Barraca do Beijo
Gênio Diabólico
Spirit – Cavalgando Livre’
Quem Foi?

13/05

Geek’ (temporada 1)

18/05

Cargo
Mais Uma Página

22/05

Mob Psycho 100’ (temporada 1)

24/05

Red Trees

25/05

Brinquedos que Marcam Época’ (temporada 2)
Ibiza: Tudo Pelo DJ
Caçadores de Trolls

26/05

O Caderno de Sara
O Caçador e a Rainha do Gelo

30/05

Unbreakable Kimmy Schmidt’ (temporada 4)

‘Stumptown’: Cobie Smulders vai estrelar nova série da ABC

A nova série da emissora ABC, intitulada ‘Stumptown‘, está  ganhando forma e já tem sua protagonista. Segundo a revista Variety, a atriz Cobie Smulders (‘Vingadores: A Era de Ultron‘) vai estrelar a produção.

Baseada na graphic novel homônima, a série acompanha Dex Parios (Smulders), uma veterana do Exército que acaba de retornar para casa. De raciocínio rápido e autoconfiante, ela parece incapaz de manter sua vida pessoal nos eixos. E à medida que ela tenta criar uma nova vida em Portland, Oregon, ela divide seu tempo como uma investigadora particular, digladiando também com o seu passado – que gradativamente a alcança.

A graphic novel é assinada por Greg Rucka, Jason Ritchman e Matthew Southworth, que também assumem as funções de produtores executivos do projeto, junto a Justin Greenwood e Ruben Fleischer (‘Venom‘). 

‘Stumptown’ será o sexto piloto que a emissora encomendou neste ano, além de ‘NYPD Blue’‘Triangle‘, ‘The Baker and the Beauty’, entre outros.

‘Vingadores: Ultimato’: Tony Stark enfrenta o coronavírus em imitação de apresentador de talk show

Em meio à pandemia do coronavírus, quem melhor que o herói Tony Stark para desenvolver uma tecnologia capaz de resguardar a vida da população mundial?

Pensando nisso, o apresentador de talk show, Stephen Colbert, decidiu se transformar no personagem dos quadrinhos, fazendo uma impressionante imitação do herói vivido por Robert Downey Jr.

Em um vídeo compartilhado por ele mesmo, ele orienta seus fãs a ficarem em casa protegidos, enquanto desenvolve uma nova tecnologia, com a ajuda de JARVIS.

Confira o resultado, a partir do minuto 2.41:

Assista à nossa crítica do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, capítulo que marca a despedida de Robert Downey Jr. da franquia:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Kung Fu’: Reboot da clássica série dos anos 1970 ganha suas primeiras imagens

O reboot da clássica série dos anos 70, ‘Kung Fu‘, ganhou suas primeiras imagens oficiais, divulgadas pela emissora The CW.

A produção também ganhou data de estreia e começa sua jornada no dia 07 de abril.

Confira as imagens:

Inspirada na série original criada por Ed Spielman, ‘Kung Fu‘ é uma produção da Warner Bros. Televisision, em associação com a Quinn’s House e a Berlanti Productions.

Christina M. Kim (‘Lost‘) assume a função de roteirista, além de ser uma das produtoras executivas, ao lado de Martin Gero (‘Blindspot‘, ‘LA Complex‘), Greg Berlanti (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘) e Sarah Schechter (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘).

O elenco da série conta com Olivia Lang, Tony Chung, Ludi Lin (‘Mortal Kombat’), Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

Confira a sinopse oficial:

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

Segundo a Variety, a conhecida diretora Hanelle Culpepper irá comandar o reboot.

Culpepper é uma veterana da indústria do entretenimento e já trabalhou em shows como ‘Star Trek: Picard’‘Star Trek: Discovery’‘Mayans M.C.’‘Lucifer’‘Criminal Minds’‘Gotham’‘Supergirl’ e muitas outras produções.

Para quem não conhece, ‘Kung Fu‘ permaneceu no ar entre 1972 e 1975 e conta a história de Kwai Chang Caine (Carradine), um monge Shaolin e mestre em artes marciais que foge da China para os EUA quando seu mestre é assassinado.

Vagando e combatendo o crime, Caine se isola no Velho Oeste americano, ao mesmo tempo em que tenta encontrar pistas sobre o verdadeiro assassino de seu mestre.

Mesmo que muitos não tenham visto a série, seu impacto cultural continua presente no cinema, tanto que Carradine foi escalado como vilão de ‘Kill Bill‘ em homenagem ao seu trabalho na série.

Crítica | My Old School: Documentário com Alan Cumming subverte o gênero com história surreal

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Em 1993, Brandon Lee protagonizou um dos causos reais mais pitorescos do Reino Unido. Um brilhante e perspicaz aluno do Ensino Médio em uma escola de prestígio da Escócia, ele se destacou entre os colegas de classe, sonhava em cursar Medicina e apesar de suas estranhezas, construiu um leque de amizades – abrigando alunos que até então eram vítimas constantes de bullying. Sua impressionante história, cheia de factoides surpreendentes e quase cinematográficos, não passava de uma farsa criada por um adulto que desejava reviver os tempos de escola, a fim de corrigir sua adolescência desajeitada. Mas quase 30 anos depois de tudo isso, Jono McLeod retorna para os corredores de sua antiga escola Bearsden Academy, para uma catártica experiência que poderia até ser pouco convidativa – se não fosse tão bem contada assim.

Em uma combinação excelente entre o fator documental e o drama, My Old School é uma inesperada e sensível jornada que mesmo diante de um relato tão problemático consegue ser doce e salpicada com um toque de humor. Com uma narrativa espetacular e muito bem construída, a produção convida a audiência para um peculiar reencontro escolar, em que ex-colegas de classe ajudam a remontar a farsa de Lee a partir de suas próprias experiências com ele. E sem ressentimentos e com imparcialidade genuína, McLeod faz de seu documentário uma caixa de memorabilia, entregando uma experiência diferente para o público, ao mesclar gêneros e formatos distintos.

Com o auxílio da animação, a bizarra história de Brandon Lee vira uma divertida e pitoresca viagem pelo espaço-tempo, que honra os amantes de documentários, à medida em que proporciona uma aventura aos apaixonados por ficção, que naturalmente não seriam atraídos pelo aspecto documental da narrativa. E nessa mistura, Alan Cumming se torna uma surpresa maravilhosa. Dublando a entrevista em áudio feita com Lee (cujo nome verdadeiro é outro), o astro entrega a expressividade certeira, provando uma vez mais que é capaz de navegar entre os mais diversos formatos narrativos, sempre com autenticidade e perspicácia.

Trazendo um sabor agridoce para a audiência, My Old School nos leva às emoções mais díspares e conflitantes. Ao mesmo tempo em que enxergamos um narcisista incapaz de descobrir o seu verdadeiro chamado profissional, conhecemos também um homem frágil que anseia por cumprir uma promessa não dita ao seu pai em seu leito de morte. Ao mesmo tempo, a estranheza de seus métodos nos intriga, nos confunde e nos provoca sentimentos mistos. Mas a narrativa bem alinhada e a direção dinâmica e interativa de Jono McLeod cumprem o seu papel ao entregar um desfecho delicado, que não julga o seu personagem aqui analisado, mas busca compreendê-lo para além de suas mentiras e decisões problemáticas. E será que um dia o falsário Brandon Lee realizará seu sonho de ser médico? Não sabemos. O que sabemos é que – definitivamente – algumas histórias reais são bem mais estranhas do que qualquer ficção.

Crítica | Bergman Island | Caprichosa metalinguagem em homenagem ao gênio sueco

Falar de cinema dentro de um filme é um fascínio para os amantes da sétima arte. Em estreia na mostra competitiva do Festival de Cannes 2021, a diretora Mia Hansen-Løve (O que Está por Vir) executa com proeza e certa melancolia uma homenagem ao cineasta sueco Ingmar Bergman, falecido em 2007. Ela nos leva em excursão à ilha de Fårö, em Gotlands län, na Suécia, onde Bergman passou seus últimos dias, escreveu seus roteiros e rodou muitas de suas obras. 

Prolífero artista, Bergman deixo um legado de mais de 50 filmes, em que tratava de temas, desde a metafísica (O Sétimo Selo, 1957), até a introspecção psicológica (Persona,1966) e análise da vida de casal (Cenas de um Casamento, 1974), além da reflexão familiar (Fanny & Alexander, 1982). Assim, todos esses elementos são apresentados no roteiro de Mia Hansen-Løve a partir da curiosidade do casal de cineastas Chris (Vicky Krieps) e Tony (Tim Roth), o qual parte em visita à ilha de Fårö, em busca de conhecimento e inspiração.

Ele é um famoso diretor e especialista na obra do autor sueco, já ela é uma roteirista impregnada com a indecisão de qual final dar para o seu atual trabalho. Além do papel de escritora, ela reflete sobre o seu ofício de mãe, já que não para de pensar na filha pequena deixada alguns dias longe de seus cuidados para focar no trabalho. Desse modo, a diretora francesa projeta uma metalinguagem para falar do processo de criação, influência e admiração no cinema. 

Progenitor de nove crianças de seis mulheres diferentes, Ingmar Bergman foi um pai ausente e alguns dos diálogos do filme processam a vida pessoal atabalhoada do diretor em evidência da enorme quantidade de obras realizadas. Em busca de um lirismo para sua aventura “descortinando Bergman”, Chris conhece o jovem cineasta e pesquisador Hampus (Hampus Nordenson), responsável por lhe apresentar curiosidades da ilha e dos suecos com as quais ela começa a compor o seu roteiro. 

Um segundo filme entra em cena com os personagens Amy (Mia Wasikowska) e Joseph (Anders Danielsen Lie). Eles se reencontram depois de um longo tempo para o casamento de um amigo em comum na ilha de Fårö. Durante três dias, Amy tem a chance de reviver os sentimentos alojados no seu peito, enquanto Joseph mostra-se hesitante com a aproximação da jovem. A fábula de Amy e Joseph ganha contornos tão vívidos e febris que por um momento, a escritora e o diretor da narrativa principal tornam-se secundários.

Acompanhar o sofrimento de Amy por um amor fugaz e idealizado invoca mais curiosidade  do que as andanças e compromissos diários de Chris e Tony. Assim, a vida dos criadores e das criaturas dividem a tela e a nossa atenção. Existe, entretanto, uma atração em ambas as narrativas por conta da cumplicidade de querer enxergá-los como parte da história, não como criações para nos provocar precisas emoções. Ao jogar com a metalinguagem, Mia Hansen-Løve brinca com a nossa percepção de vivenciar sentimentos legítimos por frações de segundos diante da tela. 

Bergman Island não é um filme de conclusões e resoluções, mas de processo. Aqueles que sabem apreciar a marcha ao invés da chegada vão admirar o esforço de Mia Hansen-Løve de nos apresentar um outro lado de Bergman e a vertente oposta da construção de uma história. Os percursos dos personagens parecem entreabertos, mas é por conta dessas possibilidades em jogo, que o seu trabalho possui um zelo particular. 

Pôster de fã para ‘Halloween’ mostra todo o amor de Michael Myers por Illinois

O novo ‘Halloween’ está chegando e um fã super talentoso resolveu criar um pôster para o filme, mostrando todo o amor de Michael Myers pela cidade de Illinois. Confira:

Enquanto isso, a atriz Jamie Lee Curtis encerrou suas filmagens de ‘Halloween’ e para marcar a despedida, ela publicou duas fotos em suas redes sociais. Confira:

“Três gerações de mulheres fortes da família Strode. Terminamos as filmagens desse retorno surpreendentemente assustador para Haddonfield”, ela afirmou.

 

Além disso, foram divulgadas novidades do elenco. Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’) se juntou o elenco, no papel de melhor amiga de Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ – a neta da personagem de Jamie Lee Curtis (Laurie Strode).

O diretor e roteirista Nick Castle, que interpretou Michael Myers em ‘Halloween: A Noite do Terror’, voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’) e Dylan Arnold (‘Mudbound’).

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

‘O Animal Cordial’: Elogiado terror nacional terá classificação de 18 anos

‘O Animal Cordial’, de Gabriela Amaral Almeida, acaba de ganhar data de estreia no Brasil: 9 de agosto. Produzido por Rodrigo Teixeira, da RT Features, e distribuído pela California Filmes.

Além disso, o longa recebeu classificação indicativa e no Brasil será proibido para menores de 18 anos. A diretora concorda com a decisão, mas acrescenta:

“Isso tira a oportunidade de que o público jovem tenha acesso a um gênero que está em formação no Brasil. Já que ​o cinema não é mais a única forma de acessar conteúdos audiovisuais, a maioridade cinematográfica deveria ser 16 anos”

O filme é uma fábula violenta sobre desejo na sociedade brasileira, o primeiro slasher movie dirigido por uma mulher no Brasil. O longa deu a Murilo Benício o prêmio de Melhor Ator no Festival Internacional de Cinema do Rio, em 2017, e os prêmios de Melhor Atriz e Melhor diretora para Luciana Paes e Gabriela Amaral Almeida no FantasPoa 2018.

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer do terror:

Confira, com algumas críticas:

“Gabriela Amaral Almeida criou um filme intenso, que quase não deixa espaço para respirar, com reviravoltas que levam aos lugares mais sombrios do coração humano.”
ScreenAnarchy, Shelagh Rowan-Legg

“Animal Cordial captura a definição da palavra hipnotizante, e o faz com bravura.”
Cinepunx, Jaime Burchardt

“Animal Cordial é um olhar desconcertante sobre a inadequação masculina.”
Bloody Disgusting, Kalyn Corrigan

“Nada irá prepará-lo para as profundezas de insensatez deste filme.”
Quiet Earth, Marina Antunes

“Na superfície, Animal Cordial é um thriller intenso que nos apresenta a jornada de descoberta de personagens oprimidos e inconscientes de quem são e do que desejam. Debaixo desta primeira camada, há muitas outras que dão conta de temas como disputa por controle (especialmente no que tange aos relacionamentos homem-mulher), embate racial e confrontos de classes sociais.”
That Moment in, Kim Lo

“A diretora Gabriela Amaral Almeida nos coloca em um grupo de pessoas que estão escondendo segredos e possivelmente uma ou duas tendências psicopatas”.
Never Think Impossible

“Almeida fez uma estreia e tanto com seu longa-metragem. Eu mal posso esperar para ver o que ela vai fazer depois” 
Jaime Burchardt, Cinepunx

Na trama, um restaurante de classe média em São Paulo é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos. Entre a cruz e a espada, Inácio – o homem pacato, o chefe amistoso e cordial – precisa agir para defender seu restaurante e seus clientes dos assaltantes.

O elenco conta com Murilo Benício, Luciana Paes, Camila Morgado, Irandhir Santos e Humberto Carrão.

10 curiosidades de MIB: Homens de Preto – Internacional | O filme que falhou em tentar trazer a MIB para a nova geração

Uma das franquias mais curiosas e divertidas dos últimos anos é MIB: Homens de Preto. Com um capítulo inicial fazendo muito sucesso e um segundo filme apresentando uma considerável queda na qualidade, a saga recuperou sua honra vários anos depois, com o fim da trilogia encerrando os caminhos dos Agentes J e K de forma emotiva e interessante. Porém, em 2019, a Sony tentou trazer a franquia de volta com um Spin Off que tinha muito potencial, mas acabou sendo uma das aventuras mais chatas daquele ano. No fim das contas, os bastidores dessa produção polêmica foram cheios de confusões, o que explica o fracasso do filme. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades sobre MIB: Homens de Preto – Internacional. Confira!


Spin Off

Inicialmente, esse filme estava programado para ser o lendário crossover de MIB com a franquia Anjos da Lei, que seria comandado pela dupla Chris Miller e Phil Lord. Porém, após uma série de contratempos, que incluíram também o famoso vazamento de e-mails, a Sony decidiu não arriscar com esse projeto e lançar algo supostamente mais seguro: um Spin Off para trazer a MIB para as novas gerações.


Um clássico

A ideia do Spin Off era de revitalizar a franquia de todas as formas possíveis. Além de dar mais destaque às personagens femininas, a produção contratou uma equipe para reavaliar e fazer versões mais modernas das icônicas armas da saga. No entanto, teve uma que permaneceu a mesma: o Neuralizador. O responsável pelo novos designs, Pierre Bohana, explicou que esse apagador de memórias era tão autêntico e icônico que o máximo que ele teve de fazer foi usar a computação para dar um mecanismo de funcionamento um tiquinho mais elaborado, porque de resto seria um erro mexer no que já é perfeito.


Tradição

Ao mesmo tempo em que queriam conquistar o público novo, com mais tecnologia e novos aparatos criativos, trazendo essa inovação para a saga, os produtores sabiam que precisam também agradar aos fãs da trilogia original. Então, uma forma encontrada para tentar resgatar aquele clima do primeiro filme, ele convidaram o brilhante compositor Danny Elfman, que comandou a trilha sonora do longa de 1997, para compor a trilha do quarto capítulo da franquia.


Ajudou muito

Além de Elfman, para dar esse toque de antigo e novo se encontrando em tela, a produção convidou Chris Bacon para compor a trilha em conjunto. No entanto, até mesmo pelo renome e respeito de Danny no mercado, suas decisões pesaram mais. E isso refletiu diretamente na trilha da Agente M. Inicialmente, ela seria acompanhada de uma versão da trilha clássica da MIB. Só que Danny fez uma intervenção para que ela tivesse sua trilha sonora própria, já que seria a personagem responsável por criar um vínculo emocional com o público. E assim foi feito.


Ignorado

A protagonista da vez é a personagem de Tessa Thompson, que investiga a MIB desde a infância e consegue ser aceita no time com o codinome de Agente M. Só que essa não foi a primeira vez que esse título foi citado na saga. Lá em 1997, em MIB: Homens de Preto, acontece uma das participações especiais mais famosas da história do cinema, quando Michael Jackson surge numa base da Antártica conversando por meio de uma tela. Ele sugere que possa ser o Agente M, mas o Zed o ignora. Nos filmes seguintes, não é revelado se ele se tornou ou não o tal Agente M, mas caso seu pedido tenha sido aceito, faz sentido que a personagem de Thompson herde o título, já que Michael faleceu em 2009.


Novato

Uma das boas adições deste filme à franquia foi o ETzinho “Pawny”. Feita toda com CGI, a criaturinha é interpretada pelo humorista Kumail Nanjiani, que foi indicado pela própria Tessa Thompson. E apesar de só precisar fazer a voz do alienígena, coisa que poderia ter sido feita em um estúdio, Kumail foi até Londres para ensaiar com a Tessa e o Chris Hemsworth, para melhorar a interação entre seus personagens.


Digno

Uma das boas cenas desse filme é quando o Agente H (Chris Hemsworth) está desarmado no meio de uma briga e se vê diante de um martelo. Ele se estica todo para pegar a arma e joga a ferramenta de uma maneira toda errada. A piada dessa cena é óbvia e presta uma homenagem legal ao papel que o lançou ao estrelato, o deus nórdico Thor, nos filmes da Marvel. O mais engraçado disso tudo é que se você prestar atenção, vai conseguir ouvir brevemente a música tema dos Vingadores ao fundo enquanto o loirão joga o martelo.


Alinhado

Além de terem estreado juntos o sucesso Thor: Ragnarok, lançado em 2017, Chris Hemsworth e Tessa Thompson compartilham mais uma semelhança: ambos nasceram em 1983. Além deles, outros dois membros do elenco principal deste filme fazem aniversário em 83. São eles: Rebecca Ferguson e Rafe Spall.


Flopou

Apesar dos esforços para trazer de volta a franquia para o topo de Hollywood, o que incluiu campanhas de marketing voltadas para os diferentes mercados (por exemplo, no Brasil, eles fizeram uma campanha toda voltada para o humorista Sérgio Mallandro, que chegou até a virar agente na versão brasileira do filme), MIB: Homens de Preto – Internacional arrecadou apenas 259 milhões de dólares, obtendo a pior bilheteria da franquia. Além disso, a Sony investiu cerca 110 milhões de dólares na produção do filme, com o resto sendo financiado pelas produtoras Hemisphere e Tencent. Ou seja, foi um grande fracasso.


Polêmicas

Com o fracassos nas bilheterias e nas críticas, não demorou para surgirem os culpados. Assim que foi divulgado o fraco desempenho do longa, surgiram boatos de bastidores dizendo que a produção do filme foi uma das mais caóticas da história de Hollywood. Segundo as notícias divulgadas pelo The Hollywood Reporter, o embate entre velho e novo na saga ficou representado pelas divergências criativas entre o diretor do filme, F. Gary Gray, que ameaçou abandonar o cargo inúmeras vezes, e o produtor Walter Parkes, que trabalhou no filme de 1997. De acordo com o site, Gary queria se manter fiel ao roteiro original, que traria questões polêmicas para o filme, como o debate sobre os refugiados e brincaria com grande ícones da história, como vilões incorporados nos Beatles, enquanto Parkes queria um filme de humor pastelão. Há boatos de que tudo que fosse minimamente novo incomodava e era removido do roteiro por Parkes, inclusive horas antes das filmagens. A situação ficou tão crítica que Chris Hemsworth e Tessa Thompson contrataram roteiristas particulares, com dinheiro do próprio bolso, para reescreverem algumas de suas fala, diante do tamanho da tragédia que havia ficado o remendo no roteiro. Não tinha como dar certo, né?

MIB: Homens de Preto – Internacional está no catálogo da Netflix.

Crítica | Ligações Perigosas – Intriga, Romance HOT e Traições na série da Lionsgate+

Vivemos a era das novas adaptações. Sucessos que viraram a cabeça de leitores e espectadores no passado estão ganhando novas roupagens para o público atual, numa tentativa de atrair as atuais gerações para narrativas primevas que conquistaram o público anterior. Lançado primeiramente em 1988, o filme de romance de épocaLigações Perigosas’ causou frisson em Hollywood por trazer os bastidores da corte parisiense retratados por debaixo dos panos com muita safadeza e libido. Após uma releitura fracassada e contemporânea feita pela Netflix, uma nova adaptação do romance francês chega esse mês em formato seriado e com o mesmo título, em episódios semanais estreando todo domingo na plataforma da Lionsgate+, antiga Starzplay.

Camille (Alice Engert) é uma inocente e bonita cortesã das ruas de Paris, obrigada a tal por conta das circunstâncias da vida. É no cabaré em que trabalha que, em sua primeira noite, conheceu o jovem Valmont (Nicholas Denton), que contratara seus serviços por estar interessado em aprender os truques de como amar a uma mulher, em todas as suas formas. Com o passar do tempo, os dois caem perdidamente apaixonados um pelo outro. Porém, há uma realidade que Valmont não conta à amada: ele é um homem falido, sem nenhum tipo de posse, e sua perspectiva de ascender socialmente reside no fato de ele se envolver amorosamente com várias mulheres casadas para depois chantageá-las, e, com isso, conseguir ganhar algum dinheiro. Dispostos a ficarem juntos de uma vez por todas, os dois decidem marcar de fugir juntos, entretanto, um infortúnio do destino fará com que o casal não se encontre, e as consequências dessa noite impactarão na vida dos dois amantes para sempre.

Dividido em oito episódios de cerca de uma hora de duração cada, a nova adaptação de ‘Ligações Perigosas’ traz uma leitura mais picante e provocante dessa história, como bem tem sido boa parte das novas adaptações de romance de época que tem feito sucesso com o público. Aliás, essa tem se tornado uma das características principais da plataforma Lionsgate+, então, para quem curte esse gênero, fica a dica.

Luxuosamente produzido – desde as locações reais, passando pelo figurino deslumbrante e os objetos em cena condizentes com a época – inicialmente o casal protagonista pode parecer meio cru, mas isso faz parte da própria aura de inocência juvenil desses dois que acreditavam no amor até serem destruídos pela sociedade. Aos poucos Nicholas Denton e Alice Engert vão ganhando confiança e conquistam o espectador pelo seu crescimento em cena através da malícia que os personagens vão ganhando em suas trajetórias e pelo amadurecimento que imprimem a Valmont e Camille, indicado pelo roteiro de Harriet Warner para a história criada por Chordelos de Laclos.

Leonora Lonsdale e Olly Blackburn dividem bem a direção da série, balanceando um quê de ‘O Fantasma da Ópera’ com ‘Guerra e Paz’ e uma pitada de Marquês de Sade por debaixo das saias e corpetes, transformando ‘Ligações Perigosas’ num romance hot com diálogos intensos e verborrágicos com uma leve pegada pop. Tudo é sedução e disputa em um jogo de quem vence na sociedade parisiense do século XVIII. Em episódios de duração suficientes, a nova série é uma caliente opção para acompanhar no domingo à noite.

20 apostas MUITO prematuras para o OSCAR 2022

Poucos dias se passaram desde que Nomadland consagrou-se o grande vencedor do Oscar 2021, premiado como Melhor Filme, Melhor Direção (Chloé Zhao) e Melhor Atriz (Frances McDormand). A cerimônia fechou a temporada de premiações dos filmes do ano passado. E abriu as portas para um cenário de especulação sobre o que vem por aí.

Apaixonado por premiações e sem conseguir se controlar na expectativa, o CinePOP decidiu separar para vocês algumas apostas muito prematuras sobre o que pode pintar no Oscar 2022.

É importante destacar que as apostas dizem respeito às categorias principais, especialmente Melhor Filme.

Amor Sublime Amor

Lançada em 1961, a versão original de West Side Story levou para casa nada menos que 10 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme. Se por um lado a falta de originalidade pode prejudicar, por outro é impossível ignorar a grandiosidade do projeto e o envolvimento de Steven Spielberg, um cineasta muito querido pela Academia.

 

Em um Bairro de Nova York

Mais um musical que promete fazer barulho. O filme é uma adaptação de In the Heights, peça de Lin-Manuel Miranda que antecedeu o trabalho em Hamilton. Em um Bairro de Nova York talvez tenha maiores chances em categorias como Melhor Canção Original (o EGOT de Lin parece questão de tempo), mas as primeiras críticas do filme apontam que ele pode sim surpreender na temporada de premiações.

 

Cry Macho

A volta de Clint Eastwood ao mundo do faroeste é daqueles projetos que parecem destinados ao Oscar. É bem verdade que os últimos trabalhos do cineastas não tiveram muito destaque em premiações, mas Clint sempre foi um nome importante na indústria. Além de tudo, o filme contará com Clint atuando no que pode ser sua despedida à frente das telas. Aos 90 anos, ele tem se concentrado cada vez mais na direção. 

 

The French Dispatch

Dirigido por Wes Anderson e estrelado por Tilda Swinton, Frances McDormand, Bill Murray, Owen Wilson, Saoirse Ronan, Benicio Del Toro, Timothée Chalamet e Adrien Brody. Só isso já parece o bastante para colocar o longa na próxima temporada de premiações. O filme estava marcado para estrear em 2020, mas acabou adiado por causa da pandemia.

 

House of Gucci

Ridley Scott pode não ser amado pelos críticos, mas está sempre recebendo um carinho por parte da Academia. O diretor quatro vezes indicado ao Oscar chega com novo projeto em 2021. E não é qualquer projeto. House of Gucci conta a história do assassinato de Maurizio Gucci, empresário do mundo da moda Gucci. O crime foi orquestrado por sua ex-esposa. No elenco, nomes como Lady Gaga, Adam Driver, Al Pacino e Jared Leto.

 

Soggy Bottom

Em Paul Thomas Anderson nós confiamos! O diretor de Magnólia, Sangue Negro e O Mestre chega em breve com seu mais novo projeto: Soggy Bottom. Passado na Califórnia dos anos 70, o filme acompanha um estudante do ensino médio que também é um ator mirim de sucesso. O elenco traz Bradley Cooper, Benny Safdie e Cooper Hoffman, filho do grande Philip Seymour Hoffman.

 

Nightmare Alley

Primeiro filme dirigido por Guillermo del Toro após A Forma da Água, vencedor de quatro estatuetas do Oscar. Bradley Cooper e Cate Blanchett lideram o elenco do novo projeto. Eles vivem os dois protagonistas: um vigarista que chega ao fundo do poço e sua psiquiatra, que aos poucos se revela mais problemática que ele. Rooney Mara e Toni Collette completam o time.

 

Don’t Look Up

Adam McKay surgiu para o mundo dirigindo comédias como O Âncora e Ricky Bobby, mas aos poucos foi se tornando um dos queridinhos das temporadas de premiações. Seus últimos trabalhos foram A Grande Aposta (2015) e Vice (2019), dois filmes premiados no Oscar. Em 2021, o cineasta lança Don’t Look Up, comédia estrelada por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence sobre dois astrônomos que tentam alertar o mundo sobre os riscos de um asteroide acabar com a vida na Terra. Cate Blanchett, Timothée Chalamet, Meryl Streep e Jonah Hill completam o elenco.

 

Duna

Mesmo indicado em oito categorias no Oscar 2017, A Chegada deixou a temporada de premiações com um gostinho de que merecia mais reconhecimento. E o novo trabalho do diretor Denis Villeneuve também deve chegar fazendo muito barulho. A nova versão de Duna para os cinemas era um dos filmes mais aguardados do ano passado, mas acabou adiado por causa da pandemia. Adaptação de clássico de Frank Herbert, o filme traz Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Zendaya, Jason Momoa, Oscar Isaac e Javier Bardem à frente do elenco.

 

Canterbury Glass

A crítica pode não gostar de David O. Russell, mas ano após ano lá está ele na temporada de premiações. O Lado Bom da Vida, Trapaça, Joy: O Nome do Sucesso… E agora é a vez de Canterbury Glass. E para buscar esta indicação, o cineasta contará com a ajuda de uma das sensações do momento, a atriz Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha). O elenco conta ainda com Margot Robbie, Zoe Saldana, Robert De Niro e Christian Bale

 

Não Se Preocupe Querida

Após estrear na direção com o ótimo Fora de Série, Olivia Wilde chega com um projeto bem mais ambicioso em 2021. Trata-se do drama Não Se Preocupe Querida, com Florence Pugh e Harry Styles como protagonistas. O drama com elementos de suspense conta a história de uma dona de casa dos anos 50 que vive numa comunidade utópica com o marido. Aos poucos, ela começa a desconfiar que a companhia para qual ele trabalha possui alguns segredos terríveis.  

 

A Journal for Jordan

Em seu primeiro trabalho como diretor desde Um Limite Entre Nós (2016), que recebeu quatro indicações ao Oscar, Denzel Washington agora conta a história do sargento Charles Monroe King. Antes de ser morto durante a Guerra do Iraque, ele escreve um diário para o filho falando sobre como poderia levar uma vida decente mesmo crescendo sem um pai. Michael B. Jordan é o protagonista.

 

Next Goal Wins

Adaptação para a ficção do documentário O Próximo Gol Leva (2014). Dirigido por Taika Waititi, o filme conta com Elisabeth Moss, Michael Fassbender e Armie Hammer no elenco. A trama acompanha a saga da seleção de futebol da Samoa Americana, que perdeu uma partida para a Austrália pelo placar de 31 x 0, durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002.

 

King Richard

Drama que explora o sucesso das tenistas Venus e Serena Williams, destacando a importância do pai e treinador Richard Williams. Will Smith foi o escolhido para o papel de Richard e atua ao lado de Jon Bernthal, Dylan McDermott, Tony Goldwyn e Aunjanue Ellis. A direção é de Reinaldo Marcus Green.

 

The Tragedy of Macbeth

A clássica peça de William Shakespeare chega aos cinemas em breve pelas mãos do cultuado diretor e roteirista Joel Coen (Onde os Fracos Não Têm Vez). O elenco traz ninguém menos que Denzel Washington e Frances McDormand como lorde e lady Macbeth, respectivamente. 

 

Blonde

Adaptação de livro homônimo de Joyce Carol Oates, que é uma reimaginação da vida pessoal e profissional de Norma Jeane Baker, mais conhecida como Marilyn Monroe. Ana de Armas foi a escolhida para interpretar Marilyn e irá contracenar com nomes como Julianne Nicholson, Bobby Cannavale, Adrien Brody e Sara Paxton. A direção é de Andrew Dominik, de O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford.

 

Spencer

Além de Marilyn, outra famosa loira vai aparecer em destaque nas telas em 2021. Spencer, de Pablo Larraín, contará parte da história da princesa Diana, especialmente o período em que decide se separar do príncipe Charles. Lady Di será interpretada por ninguém menos que Kristen Stewart. O diretor é o mesmo de Jackie, cinebiografia de Jacqueline Kennedy Onassis.

 

The Power of the Dog

A cultuada diretora Jane Campion (O Piano) chega em breve com o aguardado The Power of the Dog, adaptação de livro homônimo escrito por Thomas Savage. A trama acompanha a relação de dois irmãos que dividem um rancho, e que entram em conflito quando um deles decide se casar. Benedict Cumberbatch, Kirsten Dunst e Jesse Plemons formam o trio principal.

 

C’mon C’mon

Novo filme da produtora A24, C’mon C’mon traz Joaquin Phoenix na pele de um artista de meia idade que embarca em uma viagem através do país na companhia do jovem sobrinho. Gaby Hoffmann e Jaboukie Young-White também estão no elenco. A direção é de Mike Mills, de Mulheres do Século 20.

 

Red, White and Water 

Outra produção da A24. Após trabalhar na série Room 104, a diretora Lila Neugebauer faz sua estreia em longas com Red, White and Water. O drama acompanha a saga de uma oficial do exército americano que sofre um trauma grave no cérebro durante o combate no Afeganistão. De volta aos Estados Unidos, ela terá que ajustar sua vida às novas limitações. Jennifer Lawrence é a protagonista do filme, que conta ainda com as presenças de Brian Tyree Henry e Samira Wiley.

Os monstros estão à solta no novo trailer de ‘Creepshow’; Assista!

Shudder divulgou hoje, 19, o segundo trailer oficial do remake de ‘Creepshow’, supervisionado por Greg Nicotero (‘The Walking Dead’).

Confira:

A primeira temporada terá 6 episódios:

  • By the Silver Water of Lake Champlain: Baseado em uma história de Joe Hill (‘NOS4A2‘), adaptado por Jason Ciaramella e dirigido por Tom Savini!
  • House of the Head:  Escrito por Josh Malerman (‘Bird Box‘)
  • The Companion: Escrito por Joe Lansdale
  • The Man in the Suitcase: Escrito por Christopher Buehlman
  • All Hallows Eve: Escrito por Bruce Jones
  • Night of the Paw: Escrito por John Esposito
  • Bad Wolf Down: Escrito por Rob Schrab

O elenco conta com David Arquette (da franquia ‘Pânico‘), Tricia Helfer (‘Lucifer‘) e Dana Gould (‘Stan Against Evil‘).

Ainda sem data divulgada, espera-se que a estreia ocorra ainda em 2019.

‘Uma Galera do Barulho’: Zack Morris aparece na nova imagem de bastidores; Confira!

O reboot de ‘Uma Galera do Barulho’ ganhou uma nova imagem de bastidores estampando o personagem Zack Morris (interpretado por Mark-Paul Gosselaar).

Confira:

 
 
 
 
 
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One of these blondes is going be Zack Morris. #sbtb #reboot

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A atriz trans Josie Totah será a grande protagonista do reboot da clássica série oitentista. Ela interpretará a bela Lexi, uma adolescente popular que frequenta a escola Bayside High e que se apresenta como o típico estereótipo de garota passiva agressiva.

O reboot contará com episódios de 30 minutos de duração e mostrará as consequências de uma determinação feita pelo governador Zack Morris (personagem que fez parte da série original na fase da adolescência e que fora interpretado no passado por Mark-Paul Gosselaar), que mandou fechar uma série de escolas que traziam pouco rendimento para o estado da Califórnia. A decisão levou todos os alunos dessas unidades a serem redistribuídos para outras escolas de alta performance, entre elas a Bayside High.

A nova versão foi criada por Tracey Wigfield e será exibida na plataforma de streaming da NBCUniversal, intitulada Peacock. O serviço será lançado em abril de 2020. A produção ainda não tem data de estreia.