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Crítica | Viola Davis vive uma guerreira poderosa no majestoso épico de ação ‘A Mulher Rei’

Entre os séculos XVII e XX, existiu um grupo de mulheres guerreiras no Reino de Daomé, no continente africano (hoje conhecido como Benim). Tais guerreiras eram conhecidas como Agojie, ou, como foram apelidadas pelos brancos europeus, Amazonas de Daomé, em virtude de suas similaridades com as amazonas que povoaram a mitologia greco-romana por tantos anos. Responsáveis por compor boa parte do exército do reino, as Agojie eram lutadoras poderosas – uma formação feminina e incomum para a época, mas que foram recrutadas pelo rei em virtude da forte baixa de guerreiros homens nas múltiplas batalhas enfrentadas. Agora, a história dessas incríveis mulheres é levada às telonas com o épico de ação ‘A Mulher Rei’.

O longa-metragem, comandado por Gina Prince-Bythewood (‘The Old Guard’) é uma celebração da cultura africana e, além de seu caráter esplendoroso, ajuda a desmistificar os estereótipos perpetuados pela visão segregada dos europeus – que, como bem sabemos, enxergavam a África como um grandioso mercado de escravos e nem ao menos tratavam suas populações como pessoas. A diretora, dessa maneira, consegue capturar cada um dos elementos com respeito máximo, promovendo uma exaltação da pluralidade cultural e escalando um elenco estelar que brilha do começo ao fim da produção. E o mesmo pode ser dito do roteiro assinado por Dana Stevens, que, aliando-se a Maria Bello para desenvolver a trama, faz questão de trazer as clássicas referências da jornada do herói para recriar essas mulheres que não têm o devido reconhecimento nos nossos estudos.

A trama é centrada em Nanisca (Viola Davis), uma general que fica responsável pelo treinamento das Agojie e que é a peça principal do iminente conflito entre os Fons, povo que habita Daomé, e a comunidade inimiga conhecida como Oyó, que os vem subjugando há décadas. Depois de serem ameaçados pelo perigoso e mortal Oba Ade (Jimmy Odukoya), que nutre de um terrível passado com a protagonista, cabe a Nanisca defender seu povo e livrá-los das correntes de uma exploração interminável – que inclusive coloca em risco a vida de suas meninas e o poder do Rei Ghezo (John Boyega). E é nessa necessidade de fortalecimento que entra Nawi (Thuso Mbedu), uma jovem rebelde que recusa a se casar e é entregue ao Rei para que seja treinada como uma Agojie – algo que lhe vem a calhar muito bem, considerando que ela, por fim, encontra quem é de verdade.

Dizer que Davis faz um trabalho espetacular é cair na redundância; afinal, a atriz, que venceu o Oscar por sua performance irretocável em ‘Um Limite Entre Nós, é considerada uma das melhores de todos os tempos e consegue se metamorfosear como nenhuma outra. Em ‘A Mulher Rei’, isso não seria diferente – e sua própria escalação é motivo o suficiente para querermos ver a produção. Como bem sabemos, Hollywood não tem uma reputação boa em relação a atrizes mais velhas, mas isso não impediu que Prince-Bythewood e o time de produtores executivos contratasse Davis para um dos maiores papéis de sua carreira, permitindo que ela esmiuçasse lados ainda não vistos em sua carreira e comandando cada cena com imponência de tirar o fôlego. Desde o modo como encarna Nanisca até os olhares cândidos que lança ao final do filme são elementos que nos dão confiança que ninguém mais além dela poderia viver a General nas telonas.

Todavia, não é apenas Davis quem está primorosa: Mbedu utiliza os convencionalismos da supracitada jornada do herói para fugir das restrições irreverentes e arrogantes de Nawi e se tornar uma guerreira ímpar, não pensando duas vezes antes de defender suas irmãs e lutar contra aqueles que querem tirar sua recém-descoberta família. Lashana Lynch volta com força tremenda como Izogie, mentora de Nawi, desfrutando de uma química apaixonante com Mbedu; e Sheila Atim interpreta Amenza, braço-direito de Nanisca que não apenas a acompanha em todas as batalhas, mas aponta quando ela comete erros ou quando deixa as dúvidas tomarem conta dela. Atim e Davis, ambas com background considerável no teatro, até mesmo aproveitam o espaço para pincelar suas rendições com alguns detalhes sutis, mas que fazem toda a diferença em cena (como o timing impecável e o confronto de olhares).

A diretora também tem preocupação considerável em se livrar das fórmulas com que o continente africano foi retratado no cenário mainstream, recusando-se a usar os costumeiros e ofensivos filtros alaranjados e abrindo espaço para arquitetar cenários idílicos que refletem a fauna e a flora com respeito. E isso não seria possível sem a presença de Polly Morgan, cuja direção de fotografia é emocionante e instigante, e a trilha sonora de Terence Blanchard, cujo resgate dos estilos musicais da época é certeiro em boa parte do longa (mesmo que no final peque no excesso melodramático que poderia ser mais cauteloso).

Apesar de fabulosamente bem solidificado, a obra não é livre de falhas, como já falei no parágrafo anterior – e talvez o problema que mais apareça é a multiplicidade de tramas que, por vezes, são deixadas de lado. Além da presença desnecessária de dois europeus (cujo sotaque forçado também não os ajuda a personificar os personagens), temos Ode (Adrienne Warren), uma das mulheres do reino vizinho que é capturada pelas Agojie e que se torna uma delas (“aqui eu vou ser a caçadora, não a caça”, ela diz em certo momento). Ode é olhada com certa esnobação pelas outras guerreiras, mas prova seu valor; porém, visto que esse arco não é perscrutado como deveria, ficamos com uma sensação de incompletude que é resolvida com um triste adeus.

Mesmo com deslizes eventuais, ‘A Mulher Rei’ é um majestoso espetáculo que cumpre com o que promete, nos avivando e nos comovendo com uma potente narrativa que precisa ser vista na maior das telas. Não lidamos apenas com a recontagem de uma história necessária, mas uma recriação que, à medida que se vale de uma nostalgia muito bem-vinda, é original, encantadora e aplaudível em sua totalidade.

Crítica | Christoph Waltz brilha na angustiante e frustrante série de suspense ‘O Consultor’

Talvez um dos maiores medos do ser humano seja a incerteza. O abstrato conceito pode se aplicar a diversos momentos da nossa vida, seja no âmbito pessoal, seja no trabalhista, seja no romântico. E esse é o mote principal da nova série de suspense do Prime Video, ‘O Consultor’: a incerteza do que realmente se esconde por trás de uma máscara “receptiva” e que coloca em xeque o futuro de pessoas que não têm para onde correr.

A trama é ambientada em uma companhia multinacional que produz jogos para dispositivos eletrônicos e traz como enfoque a trágica morte de seu CEO, Sang (Brian Yoon), que coloca um ponto de interrogação no futuro da empresa e de seus funcionários. E, enquanto discorrem sobre os inesperados acontecimentos, os jovens Elaine (Brittany O’Grady) e Craig (Nat Wolff) se veem sem chão e sem prospecto para conseguirem outro trabalho – principalmente depois de terem devotado a carreira e a vida a Sang. Mas as coisas tomam um rumo surpreendente quando o misterioso Regus Patoff (Christoph Waltz) aparece no meio da noite para cuidar dos assuntos pendentes e, de fato, tomar controle do corpo laboral e das propriedades intelectuais da companhia. O que Elaine e Craig não imaginavam é que a próspera instituição se transformaria em um pesadelo regado a crimes éticos, disputas de ego e uma falta de planejamento que poderia culminar em uma drástica ruína.

A série, composta por oito breves episódios, é baseada no romance homônimo de Bentley Little, lançado em 2016 – e, como adaptação, honra o material original e nos instigar desde a primeira cena. A ideia por trás da obra, supervisionada por Tony Basgallop (‘Servant’), é apostar fichas em um suspense de mistério que deixa as respostas no ar e se recusa a cair na condescendência para explicar o que realmente está acontecendo ao público. E, considerando o potente episódio piloto, era apenas natural que ficássemos ansiosos para descobrir os segredos que o Sr. Patoff esconde – e por que sua presença é tão agourenta e ameaçadora. Todavia, à medida que a narrativa chega ao fim, poucas perguntas são respondidas (abrindo margens para uma possível segunda temporada) e somos fadados a nos contentar com explicações rápidas e incompletas.

Os dois jovens protagonistas chamam a atenção dos espectadores por todos os motivos certos – e por sólidas atuações que trazem um misto de emoções ao cenário burocrático pintado por Basgallop e seu time criativo. O’Grady entrega uma bela performance como Elaine, que funcionava como braço-direito de Sang e, agora, não tem certeza do que acontecerá com sua carreira recém-iniciada; Wolff, que no ano passado participou do western ‘Murder at Yellowstone City’, faz um retorno glorioso às telinhas como o conturbado Craig, que sofre com a falta de reconhecimento e com o desequilibrado relacionamento com a noiva, Patti (Aimee Carrero).

Mas é Waltz quem usurpa os holofotes ao interpretar Regus. O ator, que já ganhou duas estatuetas do Oscar por ‘Bastardos Inglórios’ e ‘Django Livre’, encarna o consultor titular com proeza destemida e enfurecida, garantindo que a proposital unilateralidade das feições e dos gestos de seu personagem entre em dissonância explosiva com sua personalidade passiva-agressiva. Sua mera presença causa desconforto, não pelas coisas que fala, mas pelo sarcástico sorriso amarelo que lança a qualquer um que cruze seu caminho. E isso não é tudo: Regus tem um poder descomunal em convencer as pessoas a seu redor a fazerem o que ele bem entende, seja engajar em uma disputa pelo escritório que ficou vago na companhia, seja acompanhá-lo em um sequestro (sim, é isso mesmo que você leu). Conforme a narrativa se desenrola, não podemos deixar de nos perguntar quem é Patoff e o que ele realmente deseja?

Como já mencionado, o elenco é o grande ponto alto da produção – porém, esse não é o único aspecto que merece atenção. Temos, por exemplo, a simples e prática fotografia do esforço em conjunto de Elie Smolkin, Eduardo Enrique Mayén e Jess Hall, que apostam na sobriedade claustrofóbica das cores frias e neons e em enquadramentos e angulações que podem até não fugir do óbvio, mas dialogam com precisão com o organismo vivo que a empresa se torna. Ademais, a música insurge em seu espectro funcional, mergulhada na conjunção entre o minimalismo tétrico e o suspense operístico.

Não obstante, os deslizes existem e se fundem em uma bola de neve inescapável que deixa um gostinho de frustração ao passo que nos aproximamos do capítulo de encerramento. Afinal, a angustiante atmosfera arquitetada nos primeiros episódios clama por explicações palpáveis que, por mais que não sejam carregadas com a “reviravolta do século”, ao menos satisfaçam o anseio do público. Infelizmente, não é isso o que acontece: o roteiro, a encargo também de Basgallop, falha em concretizar quaisquer teorias que tínhamos ao começar a série, abrindo espaço para tantas explicações, que é uma tarefa quase impossível não se cansar.

‘O Consultor’ sofre com uma antecipação derradeira que não faz jus ao que foi vendido. Entretanto, ainda que o desapontamento seja o único sentimento justificável com o término da narrativa, somos convencidos de que algo bom está por vir em virtude das irretocáveis atuações e de uma ambientação que parece dizer mais do que consegue (ou do que pode).

‘Vidas Passadas’: Aclamado drama romântico da A24 é ADIADO no Brasil

‘Vidas Passadas’, novo e aclamado drama romântico da A24 que foi exibido no Festival de Sundance 2023, foi oficialmente adiado no Brasil.

O longa-metragem chegaria em agosto em território nacional, mas foi postergado para o dia 15 de fevereiro de 2024.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem conquistou 98% de aprovação, com nota 9.10/10 baseada em 185 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, a produção é uma “memorável estreia para a diretora e roteirista Celine Song “utiliza os laços entre seus personagens principais para apoiar observações pungentes sobre a condição humana”.

Confira os principais comentários abaixo:

‘Vidas Passadas’ se desenrola como uma maravilha, cimentada em um raro equilíbrio de humor e tristeza lindamente personificado por Magaro e Lee” – Little White Lies.

“Fazendo uma estreia totalmente garantida, a roteirista e diretora Celine Song modula perfeitamente o delicado equilíbrio tonal deste sábio e melancólico filme” – Screen International.

“É um filme diminuto em seu escopo e sua estrutura, mas posa com grandiosidade” – RogerEbert.com.

“Uma estreia dolorosamente adorável. O toque de Song é hábil, delicado e com certeza fica um pouco empoeirado no final” – WBUR’s Arts & Culture.

“Song faz tudo parecer tão natural e real, permitindo que um vislumbre de fora desse relacionamento fervente floresça em algo mais próximo do conhecimento profundo e da intimidade genuína” – Silver Screen Riot.

O longa marca a estreia de Celine Song na cadeira de direção. Ela também fica responsável pelo roteiro.

A trama acompanha um romance de infância entre Nora e Hae Sung, colegas de classe em uma escola primária em Seul que termina abruptamente quando a família de Nora emigra para o Canadá. Doze anos depois, Nora, agora uma estudante de dramaturgia em Nova York, percebe que Hae Sung está procurando por ela nas redes sociais. Eles se reconectam online, começam a falar com frequência e até imaginam um reencontro. Entretanto, mais uma dúzia de anos se passaram antes que eles finalmente se encontrassem em alguns dias fatídicos durante sua visita a Nova York. Embora suas vidas tenham mudado dramaticamente, eles permanecem ligados por uma conexão melancólica.

Greta LeeTeo Yoo estrelam.

Ji Hye YoonChoi Won-youngMin Young AhnJohn MagaroJonica T. GibbsEmily Cass McDonnellFederico RodriguezConrad SchottKristen Sieh completam o elenco.

Emmy Awards 2023 | Confira a lista de vencedores da premiação!

A Academia de Artes e Ciências Televisivas divulgou hoje, 15 de janeiro, os vencedores da 75ª edição do Emmy Awards, que visa premiar o melhor da televisão e dos streamings.

Confira a lista completa abaixo, atualizada em tempo real:

COMÉDIA

MELHOR ATRIZ
Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar”
Rachel Brosnahan, “A Maravilhosa Sra. Maisel
Quinta Brunson, “Abbott Elementary” (VENCEDORA)
Natasha Lyonne, “Poker Face”
Jenna Ortega, “Wandinha”

MELHOR ATOR
Jason Segel, “Shrinking”
Bill Hader, “Barry”
Jeremy Allen White, “O Urso” (VENCEDOR)
Martin Short, “Only Murders in the Building”
Jason Sudeikis, “Ted Lasso”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Alex Borstein, “A Maravilhosa Sra. Maisel”
Ayo Edebiri, “O Urso” (VENCEDORA)
Sheryl Lee Ralph, “Abbott Elementary”
Juno Temple, “Ted Lasso”
Hannah Waddingham, “Ted Lasso”
Jessica Williams, “Shrinking”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Anthony Carrigan, “Barry”
Phil Dunster, “Ted Lasso”
Brett Goldstein, “Ted Lasso”
James Marsden, “Jury Duty”
Ebon Moss-Bachrach, “O Urso” (VENCEDOR)
Tyler James Williams, “Abbott Elementary”
Henry Wrinkler, “Barry”

MELHOR ATRIZ CONVIDADA
Becky Ann Baker, “Ted Lasso”
Quinta Brunson, “Saturday Night Live”
Taraji P. Henson, “Abbott Elementary”
Judith Light, “Poker Face” (VENCEDORA)
Sarah Niles, “Ted Lasso”
Harriet Walter, “Ted Lasso”

MELHOR ATOR CONVIDADO
Jon Bernthal, “O Urso”
Luke Kirby, “A Maravilhosa Sra. Maisel”
Nathan Lane, “Only Murders in the Building”
Pedro Pascal, “Saturday Night Live”
Oliver Platt, “O Urso”
Sam Richardson, “Ted Lasso” (VENCEDOR)

MELHOR SÉRIE
“Abbott Elementary”
“Barry”
“O Urso” (VENCEDORA)
“Jury Duty”
“A Maravilhosa Sra. Maisel”
“Only Murders in the Building”
“Ted Lasso”
“Wandinha”

SÉRIE LIMITADA, FILME PARA TV OU ANTOLOGIA

MELHOR ATRIZ
Lizzy Caplan, “A Nova Vida de Toby”
Jessica Chastain, “George & Tammy”
Dominique Fishback, “Swarm”
Kathryn Hahn, “As Pequenas Coisas da Vida”
Riley Keough, “Daisy Jones & The Six”
Ali Wong, “Treta” (VENCEDORA)

MELHOR ATOR
Taron Egerton, “Black Bird”
Kumail Nanjiani, “Bem-Vindos ao Clube da Sedução”
Evan Peters, “Dahmer: Um Canibal Americano”
Daniel Radcliffe, “WEIRD: The Al Yankovic Story”
Michael Shannon, “George & Tammy”
Steven Yeun, “Treta” (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Annaleigh Ashford, “Bem-Vindos ao Clube da Sedução”
Maria Bello, “Treta”
Claire Danes, “A Nova Vida de Toby”
Juliette Lewis, “Bem-Vindos ao Clube da Sedução”
Camila Morrone, “Daisy Jones & the Six”
Niecy Nash-Betts, “Dahmer: Um Canibal Americano” (VENCEDORA)
Merritt Wever, “As Pequenas Coisas da Vida”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Murray Bartlett, “Bem-Vindos ao Clube da Sedução”
Paul Walter Hauser, “Black Bird” (VENCEDOR)
Richard Jenkins, “Dahmer: Um Canibal Americano”
Joseph Lee, “Treta”
Ray Liotta, “Black Bird”
Young Mazino, “Treta”
Jesse Plemons, “Amor & Morte”

MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLOGIA
“Treta” (VENCEDORA)
“Dahmer: Um Canibal Americano”
“Daisy Jones & the Six”
“A Nova Vida de Toby”
“Obi-Wan Kenobi”

DRAMA

MELHOR ATRIZ
Sharon Horgan, “Mal de Família”
Melanie Lynskey, “Yellowjackets”
Elisabeth Moss, “The Handmaid’s Tale
Bella Ramsey, “The Last of Us”
Keri Russell, “A Diplomata”
Sarah Snook, “Succession” (VENCEDORA)

MELHOR ATOR
Jeff Bridges, “The Old Man”
Brian Cox, “Succession”
Kieran Culkin, “Succession” (VENCEDOR)
Bob Odenkirk, “Better Call Saul”
Pedro Pascal, “The Last of Us”
Jeremy Strong, “Succession”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Jennifer Coolidge, “The White Lotus” (VENCEDORA)
Elizabeth Debicki, “The Crown”
Meghann Fahy, “The White Lotus”
Sabrina Impacciatore, “The White Lotus”
Aubrey Plaza, “The White Lotus”
Rhea Seehorn, “Better Call Saul”
J. Smith-Cameron, “Succession”
Simona Tabasco, “The White Lotus”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
F. Murray Abraham, “The White Lotus”
Nicholas Braun, “Succession”
Michael Imperioli, “The White Lotus”
Theo James, “The White Lotus”
Matthew Macfadyen, “Succession” (VENCEDOR)
Alan Ruck, “Succession”
Alexander Skarsgard, “Succession”

MELHOR ATRIZ CONVIDADA
Hiam Abbass, “Succession”
Cherry Jones, “Succession”
Melanie Lynskey, “The Last of Us”
Storm Reid, “The Last of Us” (VENCEDORA)
Anna Torv, “The Last of Us”
Harriet Walter, “Succession”

MELHOR ATOR CONVIDADO
Murray Bartlett, “The Last of Us”
James Cromwell, “Succession”
Lamar Johnson, “The Last of Us”
Arian Moayed, “Succession”
Nick Offerman, “The Last of Us” (VENCEDOR)
Keivonn Montreal Woodard, “The Last of Us”

MELHOR SÉRIE
“Andor”
“Better Call Saul”
“The Crown”
“A Casa do Dragão”
“The Last of Us”
“Succession” (VENCEDORA)
“The White Lotus”
“Yellowjackets”

VARIEDADES E COMPETIÇÃO

MELHOR TALK SHOW
“Late Night with Seth Meyers”
“The Daily Show with Trevor Noah” (VENCEDOR)
“Jimmy Kimmel Live!”
“The Problem with Jon Stewart”
“The Late Show with Stephen Colbert”

MELHOR SÉRIE DE COMPETIÇÃO
”The Amazing Race”
“Survivor”
“RuPaul’s Drag Race” (VENCEDORA)
“Top Chef”
“The Voice”

Confira a lista completa aqui!

Primeiras Impressões | ‘MaXXXine’ é um INSTIGANTE e diabólico terror neo-noir

MaXXXine, sequência do terror ‘X – A Marca da Morte’, chega em breve aos cinemas nacionais, mas já tivemos oportunidade de conferir o longa-metragem.

Abaixo, você confere as primeiras impressões do filme, assinadas pelo nosso jornalista e crítico Thiago Nolla:

Ti West cria mais uma obra-prima do terror contemporâneo com MaXXXine, terceiro capítulo da franquia X’. Pegando referências de clássicos neo-noir como ‘Chinatown’ e Taxi Driver’, o filme é uma carta de amor ao gênero e uma ótima conclusão para a saga.

Como poderíamos imaginar, Mia Goth (neta da atriz brasileira Maria Gladys) faz um trabalho primoroso ao fornecer ainda mais camadas à Maxine Minx, mantendo-se fiel à identidade explorada no primeiro filme – e colocando-a em uma crua e instigante jornada tour-de-force.

MaXXXine mantém-se fiel à beleza, à originalidade e à nostalgia dos capítulos anteriores, reiterando a mentalidade genial de West e o poder performático de Goth”.

No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação de 91% baseada em 32 críticas até o momento.

Os críticos elogiaram o filme de maneira geral, destacando especialmente o desempenho da protagonista, Goth.

Confira os principais comentários:

MaXXXine frequentemente aborda, às vezes de maneira desajeitada, mas na maioria das vezes com precisão, a questão da objetificação e humilhação das mulheres em Hollywood, tanto por parte de atores e diretores, quanto pela minimização do gênero de terror”, disse Damon Wise do Deadline.

Maxxxine, tão divertido quanto o filme possa ser ao mergulhar na nostalgia dos anos 80 à meia-noite, apresenta uma estrutura moral que é ao mesmo tempo mais tradicional e mais frágil”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“No final das contas, este é o espetáculo de Mia Goth e os fãs não aceitariam de outra forma. Ela é uma presença magnética que reforça seu domínio como uma nova estrela do terror, capaz de infligir punições tanto quanto recebê-las”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“A trilogia X de West provavelmente será lembrada na história como uma das mais prolíficas empreitadas de terror da década. Certamente, cada um terá seus favoritos distintos e, embora MaXXXine possa não ser o preferido de todos aqui, certamente terá seus fãs dedicados”, disse Jamie Jirak do ComicBook.

“Há camadas complexas que Goth precisa explorar, e ela cria um personagem multifacetado que é simultaneamente vítima e sobrevivente”, disse Tatiana Hullender do
Screen Rant.

“Bacon e Debicki se deleitam em seus papéis, enquanto Goth se diverte intensamente como a personagem principal, uma mulher que sabe se impor. E se você está aqui pela carnificina, MaXXXine certamente saciará seu desejo por sangue”, disse James Mottram da Total Film.

“O resultado é um cataclismo erótico de mortes impressionantes, uma estética de tirar o fôlego, e mais uma atuação poderosa de Mia Goth, disse BJ Colangelo do Slashfilm.

“Estiloso e divertido, mas o mais fraco da trilogia”, disse Chris Bumbray do JoBlo’s Movie.

O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de julho, uma semana após sua estreia nos EUA.

Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Ti West (‘A Casa do Diabo’) retorna à direção.

‘Scandalous!’: Filme com Sydney Sweeney começa a ser rodado em 2025

Em uma recente entrevista ao DeadlineColman Domingo trouxe detalhes sobre sua aguardada estreia diretorial, Scandalous!’, que trará ninguém menos que Sydney SweeneyDavid Jonsson no centro de um dos maiores escândalos amorosos da Old Hollywood.

Durante a conversa, Domingo revelou que as filmagens do longa-metragem devem começar assim que ele e Sweeney terminarem as gravações da 3ª temporada de ‘Euphoria’, no verão norte-americano de 2025.

“Nosso objetivo é filmar logo depois que ambos terminarmos Euphoria’, então espero começar a preparação no próximo ano, provavelmente no terceiro trimestre”, ele afirmou. “Esperamos fazer um filme lindo e doce que seja realmente sobre a possibilidade do amor, mas sob muitas perspectivas – tentando ter privacidade, tentando ter paixão, tentando ter uma vida. E acho que é algo que Sydney e eu conhecemos muito bem. Estamos tentando defender sua humanidade novamente na vida”.

A trama irá explorar o amor clandestino entre as icônicas estrelas da sétima arte Kim NovakSammy Davis Jr. em 1957. Sweeney dará vida a Novak, enquanto Jonsson interpretará Davis.

Além de estrelar, Sweeney ficará responsável pela produção do projeto ao lado de Tani CohenBobby RockJon Levin entra como produtor executivo.

Matthew Fantaci assina o roteiro.

Novak, estrela de ‘Um Corpo que Cai’, e Davis, membro da banda Rat Pack, estavam no auge do poder do estrelato quando se conheceram no programa The Steve Allen Show. Eles se apaixonaram imediatamente, mas, à medida que os rumores se espalhavam, o racismo desenfreado na América ameaçou atrapalhar suas carreiras. Novak sentiu a ira de Harry Cohn, o chefe da Columbia Pictures à época, que tinha a atriz sob contrato. O caso secreto deles se tornou uma grande notícia quando um colunista de fofocas de Chicago, no início de 1958, escreveu um relato detalhado de seu relacionamento, incluindo seus planos de se casar – apesar das constantes negações de ambos. Davis, nove dias depois, resolver se casar com uma corista chamada Loray White.

Fique ligado para mais informações!

Lady Gaga supera Madonna e leva 2,1 MILHÕES de fãs às areias de Copacabana

A titânica musicista Lady Gaga incendiou as areias de Copacabana, no Rio de Janeiro, com um antecipadíssimo e apoteótico show que ocorreu neste último dia 03 de maio.

Como parte do evento Todo Mundo no Rio, Gaga fez um espetáculo gratuito para promover seu mais recente álbum de estúdio, ‘Mayhem’, além de trazer inúmeros hits consagrados de sua prolífica carreira. E, para além do inegável impacto do show, a artista fez história ao quebrar um recorde histórico de público.

Segundo dados da Prefeitura do Rio, Gaga levou nada menos que 2,1 milhões de pessoas às areias de Copacabana, superando o público que Madonna levou ao evento no ano passado (1,6 milhão) e conquistando o título de maior público feminino da história.

No geral, Gaga fica atrás apenas de Rod Stewart (3,4 milhões de pessoas em 1994) e Jorge Ben JorTim Maia (3,3 milhões de pessoas em 1993).

Lembrando que o compilado de originais já está disponível nas plataformas de streaming e conta com os singles “Die With a Smile”“Disease”“Abracadabra”.

Crítica | ‘MAYHEM’ é o melhor álbum de Lady Gaga desde ‘Born This Way’

‘MAYHEM’ é o primeiro compilado de originais de Gaga desde o elogiado Chromatica, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado Love for Sale, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado Harlequin, que funcionou como um projeto-irmão do filme Coringa: Delírio a Dois. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 14 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

‘Superman’: James Gunn defende um dos momentos mais CONTROVERSOS do filme

Superman‘ se tornou um dos filmes mais populares de 2025 ao reintroduzir o icônico personagem agora como parte do DCU.

Agora, o longa-metragem finalmente chegou ao streaming – e veio acompanhado de comentários exclusivos do diretor e roteirista James Gunn, que também é co-CEO da DC Studios. Um desses comentários é destinado a um dos momentos mais controversos da produção, em que Lex Luthor (Nicholas Hoult) coloca as mãos em uma mensagem de vídeo que traz os pais de Superman (David Coresnwet) aconselhando-o a dominar a Terra e a ter um harém de esposas para restaurar a raça kryptoniana.

Causando grande furor e comoção entre os espectadores, a decisão de uma das reviravoltas mais contraditórias e inesperadas do filme foi defendida com unhas e dentes por Gunn.

“Aqui temos o grande choque. Essa é provavelmente a coisa mais controversa que fiz com a origem do Superman, ele disse, como visto no vídeo abaixo. “Sou um grande fã do Superman. Não quero mudar coisas importantes e essenciais sobre o Superman. Sua bondade, sua bondade de coração, o fato de que ele não mata. O fato de que ele está apaixonado por Lois Lane, sabe, até mesmo o cacho na cabeça, todas essas coisas. Quero manter o Superman como Superman”.

Ele acrescenta: “então a questão é: o que você pode adicionar ao mito que seja um pouco diferente e que não altere essencialmente, de forma alguma, quem é o personagem? E embora você saiba que os pais de Clark geralmente são benevolentes nos quadrinhos, esse nem sempre é o caso. Nem sempre foi o caso. Houve histórias em que, mesmo no cânone, isso não aconteceu, e Jor-El nem sempre é tratado como um personagem benevolente.”

“Eles são benevolentes com o filho. Eles o amam, obviamente, mas não são necessariamente benevolentes na forma como pensam sobre os seres humanos. Eles pensam nos seres humanos como inferiores. Então foi isso que causou a reviravolta. Acho que funciona. Não é algo que será adaptado no futuro. É o fato da vida do Superman. Ele foi enviado por seus pais à Terra principalmente para salvá-lo, mas eles também esperavam que ele continuasse a herança kyrptoniana e de certa forma assumisse o controle da Terra como seu governante, e não é isso que o Superman pensa ser.”

Lembrando que ‘Superman’ está disponível na HBO Max.

Superman‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$615 milhões mundialmente – tornando-se a maior bilheteria global da DC em mais de três anos.

Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), sagrando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano, além de conquistar sólidos 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Com Oscar Isaac e Cailee Spaeny, 2ª temporada da antologia ‘Treta’ ganha divertido trailer; Confira!

Netflix divulgou hoje (5) o trailer oficial da 2ª temporada de Treta, elogiada série antológica vencedora do Emmy.

Os novos episódios são focados em um jovem casal (Charles Melton e Cailee Spaeny) que testemunha e grava uma briga intensa entre seu chefe e sua esposa (Oscar Isaac e Carey Mulligan).

A estreia está marcada para 16 de abril na plataforma de streaming.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo será estrelado por Cailee Spaeny (‘Alien: Romulus’), Carey Mulligan (‘Bela Vingança’), Oscar Isaac (‘Cavaleiro da Lua’) e Charles Melton (‘Segredos de um Escândalo’).

Youn Yuh-jung (‘Minari: Em Busca da Felicidade’) e Song Kang-Ho (‘Parasita’) completam o elenco.

Na trama…

Um jovem casal testemunha uma briga alarmante entre seu chefe e sua esposa, desencadeando reviravoltas, favores e coerção no mundo elitista de um clube de campo e sua proprietária bilionária coreana.

O próximo ciclo contará com 8 episódios de 30 minutos de duração.

Lee Sung Jin retorna como criador, showrunner e produtor executivo.

Vale lembrar que a primeira temporada, que ganhou oito Emmy Awards e três Globos de Ouro, já está disponível na Netflix.

‘RuPaul’s Drag Race UK’: Conheça as COMPETIDORAS da 8ª temporada do reality!

WOW Presents divulgou um novo vídeo promocional da 8ª temporada de RuPaul’s Drag Race UK’spin-off do aclamado e premiado reality show.

O vídeo apresenta as competidoras do próximo ciclo: AlikAnita PissCoral-Hole MandiFleshKY KellyLucky Roy Singhma_danni_xMochaNaya ThornParis BabyTequila ThirstThe Delta Quadrant.

A nova temporada tem estreia agendada para o dia 3 de setembro.

Confira:

RuPaul retorna como apresentadora.

O painel de jurados fixos ainda conta com Michelle VisageAlan CarrGraham Norton.

‘Esquadrão 6’: Netflix divulga o filme da melhor forma em vídeo hilário; Assista!

Em seu perfil no Twitter, a Netflix divulgou um novo vídeo reunindo algumas das melhores cenas de ‘Esquadrão 6‘, novo filme de ação estrelado por Ryan Reynolds e dirigido por Michael Bay.

O mais divertido é que os responsáveis pelo marketing tiveram a brilhante de ideia de pôr alguém imitando os sons de carros, motos, helicópteros, socos e chutes, tiros, explosões… E o resultado ficou hilário!

Assista:

Com um orçamento de US$ 150 milhões, a produção é a segunda mais cara da história da Netflix, ficando atrás apenas de ‘O Irlandês’, de Martin Scorsese, cujo montante gasto foi de US$ 175 milhões.

Ironicamente, os filmes mais caros da gigante do streaming formam dois contrastes interessantes. Enquanto ‘O Irlandês‘ foi aclamado pela crítica – com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, recebendo 32 indicações às principais premiações já anunciadas, como o SAG Awards, o Globo de Ouro e o Critics’ Choice Awards, ‘Esquadrão 6‘ parece ir pelo caminho inverso.

Amargando 34% de aprovação no RT, o filme de ação foi considerado sem sentido e exagerado em todas as suas proporções, com um roteiro confuso e mal construído.

Mas independente das disparidades, o novo filme estrelado por Ryan Reynolds traz algumas referências e curiosidades interessantes, que provavelmente passaram despercebidas pela audiência.

Em uma cena na Opera House em Paris, é possível ver que o protagonista aproveitou a ocasião para fazer um belo jabá da sua marca de bebida alcoólica, a Aviation Gin. Na tomada em questão, a garrafa é estrategicamente bem posicionada, como um anúncio publicitário bem notável.

Esquadrão 6‘ também faz algumas referências reais interessantes. O símbolo fantasma posicionado na lateral de um avião, no início do filme, é a mesma logo do Exército Fantasma, operante durante a Segunda Guerra Mundial. A força tática era responsável por criar informações e dados falsos para confundir o exército alemão a respeito do posicionamento do exército norte-americano.

Indo mais além, o personagem de Corey Hawkins é inspirado em um atirador de elite real, chamado Nicholas ‘The Reaper’ Irving. O combatente lutou por diversas vezes no Afeganistão e foi um sniper de primeira linha.

Ainda no campo das referências, é notável que o roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick tenta seguir por um viés semelhante à linguagem de ambos os filmes do ‘Deadpool‘, os quais eles roteirizaram. A exemplo disso, já no final do filme, o personagem 3 faz uma piada com ligação direta à franquia ‘11 Homens e Um Segredo‘, ao dizer: “Na próxima vez, poderíamos só derrubar um cassino?”.

E mesmo com um orçamento generoso para fazer seu filme, Michael Bay decidiu “emprestar” um de seus brinquedinhos para a produção. Ao invés de alugar uma aeronave de pequeno porte, o jatinho usado pelos fantasmas, o N4500X, é de fato do próprio diretor.

E por falar em aviões, o filme de ação trouxe mais uma referência que poucos devem ter percebido. O avião de acrobacias aéreas que aparece no começo da produção é um Edge 540, pilotado por Kirby Chambliss, cinco vezes vencedor do Campeonato Nacional dos Estados Unidos de Acrobacias.

O elenco ainda conta com Ben Hardy, Mélanie Laurent, Adria Arjona, Dave Franco e Payman Maadi.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Ator de ‘Shannara Chronicles’ terá papel misterioso na série; Confiras as imagens!

Agora que as gravações de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ foram retomadas em Atlanta, estão surgindo diversas novidades sobre a vindoura série.

Aproveitando a oportunidade, o Just Jared divulgou algumas imagens dos bastidores, revelando o visual de Desmond Chiam (‘Shannara Chronicles’).

O papel do astro permanece em segredo, mas como ele foi visto em companhia de George Saint Pierre (Batroc), tudo indica que ele será um dos vilões da atração.

Confira:

Lembrando que ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ seria a primeira produção original da Marvel a estrear na Disney+.

O adiamento se deve ao surto de Coronavírus, que atrasou as gravações da série. Originalmente, o projeto estava programado para ser lançado em agosto deste ano.

Recentemente, Anthony Mackie conversou com a Variety e disse que fazer parte do projeto era como rodar um longa-metragem da Marvel Studios, só que bem maior e com orçamento menor.

“Estamos rodando exatamente como um filme. Todos que trabalharam na televisão antes falaram: ‘eu nunca trabalhei em show como esse’. O modo como estamos gravando parece como um filme cortado em série. Então, em vez de um filme de duas horas, é um de seis ou oito horas.”

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

O elenco também conta Sebastian Stan, Daniel Bruh, Emily Van Camp e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘Gossip Girl’: Fãs estão AMANDO o trailer do reboot; Confira as reações!

O reboot de ‘Gossip Girl‘ ganhou seu primeiro trailer e parece que a atração será ainda mais ‘teen‘ do que a original, trazendo novos romances, traições e rivalidades.

Durante muito tempo, a ideia de um reboot não foi aceita pelo público, já que alguns fãs temiam que o elenco original fosse esquecido ou que a nova série manchasse a imagem da aclamada série clássica.

No entanto, expectativas positivas foram criadas após o lançamento do trailer, ainda mais que Kristen Bell está volta como a voz a grande fofoqueira da atração.

Nas redes sociais, grande parte dos usuários já está ansiosa pela estreia do reboot, que acontece em 08 de julho na HBO Max.

Confira as reações:

“Eu assistindo ‘Gossip Girl‘ em 2007 e 2011.”

Confira o trailer legendado:

A produção irá estrear oficialmente no dia 8 de julho.

Karena Evans, aclamada realizadora conhecida por seu trabalho nas séries ‘Snowfall’‘P-Valley’, é a responsável pelos dois primeiros episódios da produção.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘.

A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios.

A série original, que encontrou seu fim em 2012, tornou-se um fenômeno da cultura pop, além de colocar em voga diversos nomes da indústria atual – como Blake Lively, Leighton Meester, Blake Lively, Ed Westwick, Chace Crawford e Penn Badgley.

‘Homem-Aranha 4’: Roteiristas comentam sobre o papel do Venom no FUTURO do MCU

Uma das cenas pós-créditos de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ mostra que uma parte do simbionte permaneceu no MCU depois que Eddie Brock (Tom Hardy) é enviado de volta ao seu universo.

Para quem não se lembra, o personagem é transportado por um breve tempo para o MCU, onde o Venom vê uma reportagem sobre o Homem-Aranha.

Obviamente, tudo foi planejado para que o simbionte se junte a Peter Parker (Tom Holland) em algum momento, fazendo o herói finalmente ganhar seu traje alienígena, como nos quadrinhos.

Durante uma entrevista para o IGN, os roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna garantiram que esta união será mostrada por um ponto de vista bem original.

“Veja bem, quadrinhos, animações e um filme já mostraram como o Venom se conecta ao Homem-Aranha. O legal do MCU é que permite inúmeras novas possibilidades criativas e originais, e é esse o nosso objetivo”, disse McKenna.

Em relação ao próprio Venom, Sommers e seu colega não sabem quando ele irá aparecer em algum filme além de sua franquia.

“Eu não tenho ideia sobre isso porque é algo que está acima do nosso salário. Somos parte de um universo maior, do qual não somos deuses, somos apenas mortais. Acho que foi uma ideia divertida mostrar um parte do simbionte ficando para trás no universo do MCU, mas só sei o que me permitiram ficar sabendo.”

Vale lembrar que ainda não se sabe se o Venom fará parte do próximo filme do Homem-Aranha…

No entanto, um designer da Marvel envolvido com os filmes do Aranha desenhou uma arte conceitual imaginando Parker usando uma versão bem fiel do traje simbionte do Aranha.

Além disso, ele pôs uma legenda bem intrigante.

Confira:

“Enquanto espero o sinal verde mostrar o trabalho que fiz em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, aqui está uma pequena visão do que pode vir a seguir.”

E aí, será que teremos Homem-Aranha contra Venom em breve?

Há alguns meses, a produtora da Sony, Amy Pascal conversou com o The New York Times e disse que o próximo filme do herói não deve ser focado no “espetáculo” e na adição de grandiosos personagens, como acontece em ‘Sem Volta Para Casa‘.

Em vez disso, o vindouro longa terá como pilares a qualidade e a emoção.

“Nem todo filme do Homem-Aranha terá uma multidão de personagens. Essa abordagem adequada para este filme, mas não podemos esperar isso em todos os outros. Você não pode pensar em se superar em termos de espetáculo. Caso contrário, os filmes ficam cada vez maiores sem motivo e isso não gera bons resultados. O que queremos é superar questões de qualidade e emoção.”

Ela também disse que o principal objetivo do estúdio é explorar o fim da adolescência de Peter Parker e como ele vai lidar com as consequências de ‘Sem Volta Para Casa‘.

“O que Kevin [Feige] e eu não queremos perder de vista é que Peter Parker é um garoto normal. Agora ele está órfão. Como ele vai lidar com isso no fim de sua adolescência? Tudo em sua vida está em alta e o que acontece aqui e agora importa mais do que tudo. Ele está sendo movido pela bondade e pela culpa, se esforçando por uma causa maior e é difamado pela pela imprensa. É muita coisa para lidar ao mesmo tempo e há muito potencial nisso.”

Lembrando que Pascal já revelou que a Sony e a Marvel estão desenvolvendo uma nova trilogia do herói com o retorno de Tom Holland no papel principal.

Enquanto promovia o novo filme do Cabeça de Teia, o ator participou de um talk show francês e evitou revelar detalhes sobre o futuro do personagem.

Mesmo assim, ele disse que está animado para acompanhar o que o aguarda no futuro do herói.

“Tudo o que posso dizer é que temos coisas muito, muito emocionantes para conversar. Ainda não sei o que são essas coisas ou o que podem significar. Mas parece que temos um futuro incrivelmente brilhante e, como eu já disse, o Homem-Aranha viverá para sempre em mim.”

Confira:

Assista ao trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Filha de Johnny Depp quebra o silêncio sobre as controvérsias do pai

Ao longo de sua vida, o ator Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’) colecionou diversas polêmicas, envolvendo-se em brigas, casos de alcoolismo e até enfrentou acusações de violência doméstica vindas de sua ex-esposa, Amber Heard.

Apesar de ter sido inocentado das acusações, Depp tornou-se uma figura bastante problemática.

Por conta disso, sua filha, Lily-Rose Depp cresceu recebendo cobranças da mídia para se pronunciar sobre as controvérsias envolvendo seu pai.

No entanto, a também disse à Elle Magazine que planeja continuar em silêncio porque quer ser reconhecida por seu trabalho, não sobre os homens que cercam sua vida.

“Quando me questionam sobre algo que deveria ser tão privado e tão pessoal… Eu realmente me sinto no direito de me isolar no meu jardim secreto de pensamentos. Também acho que não estou aqui para responder a ninguém e sinto que, durante grande parte da minha carreira, as pessoas realmente queriam me definir pelos homens da minha vida, sejam meus familiares ou meus namorados, seja o que for. E estou pronta para ser definida pelas coisas que eu faço.”

Além de explicar porque ela não fala sobre os problemas de seu pai, Lily também rebateu os comentários que afirmam que ela se beneficiou da fama dos pais para investir na carreira de atriz.

Para quem não sabe, sua mãe é a cantora, modelo e atriz francesa Vanessa Paradis.

“A internet parece se importar muito com esse tipo de coisa. As pessoas vão ter ideias preconcebidas sobre você ou como você chegou lá, e posso dizer com certeza que nada vai te dar um papel, a não ser que você seja adequada para o papel. A internet se preocupa muito mais com quem é sua família do que com as pessoas que estão abrindo as portas para você. Talvez você coloque o pé na porta, mas você ainda tem o pé na porta. Há muito trabalho a ser feito, fama não é o bastante.”

Lembrando que Lily vai estrelar a série The Idol, junto com o vencedor do Grammy The Weeknd.

A produção estreia apenas em 2023, na HBO, ainda sem dia confirmado.

Confira o trailer:

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

‘Stranger Things’: David Harbour espera não ser associado a Jim Hopper pelo resto da vida

Embora David Harbour tivesse alguns papéis conhecidos antes de ‘Stranger Things se tornar um fenômeno cultural, a série da Netflix o levou ao estrelato como intérprete de Jim Hopper, o Xerife de Hawkins.

Durante uma entrevista antes da greve dos atores do SAG-AFTRA, Harbour disse ao Insider que é grato pela série lhe dar um começo sério em Hollywood, mas admitiu que está pronto a deixar o papel para trás.

“No primeiro ano de ‘Stranger Things‘, lembro-me de ter uma discussão com uma publicitária e ela me disse: ‘Talvez você não queira tanto ser associado ao programa’, e eu fiquei tipo: ‘Por quê? Eu amo essa série. Eu amo esse personagem’. E eu continuo amando… Mas eu não quero ser apenas aquele personagem. Não quero ser apenas aquele cara de ‘Stranger Things.”

Agora que ele está conseguindo papéis maiores no cinema, Harbour disse que quer seguir os passos de George Clooney, “o cara da série ‘Plantão Médico‘, que construiu uma sólida carreira no cinema”.

“Penso em George Clooney deixando ‘Plantão Médico‘. Agora nós apenas o vemos como George Clooney, mas houve um tempo em que ele era aquele cara de ‘Plantão Médico‘ que está fazendo um filme com Nicole Kidman‘. Estou tentando navegar um pouco nessas águas, e é complicado porque você não quer chatear as pessoas que te amam por um certo personagem. Mas, ao mesmo tempo, você meio que quer sair do ninho. Eu tenho mais para mostrar. Eu tenho coisas diferentes em mim e quero que vocês vejam isso. Não quero que as pessoas me chamem de ‘Hopper’ na rua a cada cinco minutos pelo resto da minha vida.”

Originalmente, as filmagens do ciclo final da série estavam previstas para começarem durante o verão norte-americano (período que engloba os meses entre junho de agosto), mas foram pausada em virtude da greve de roteiristas de Hollywood. Infelizmente, é impossível prever até quando a greve irá durar.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Eu Sou a Lenda 2’: Produção da sequência com Michael B. Jordan não deve começar tão cedo

Há alguns dias, Michael B. Jordan (‘Creed’, ‘Pantera Negra’) confirmou que continua trabalhando no roteiro da aguardada sequência de ‘Eu Sou a Lenda’ – que será co-estrelado por ele e por Will Smith, reprisando seu papel do filme original.

Akiva Goldsman, que assinou a história do longa de 2007, também ficará responsável pelo roteiro.

No entanto, apesar de haver impulso e bastante expectativa por trás da sequência, a produção não deve começar tão cedo.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o projeto não está nem perto da linha de partida, já que, além do roteiro não estar pronto, não há nenhum diretor oficialmente contratado e nenhum cronograma de filmagens previsto.

Essa é uma atualização decepcionante; já que os fãs estão bastante empolgados com as declarações que Smith e Jordan vêm abordando sobre a sequência.

Anteriormente, Smith havia contado alguns detalhes sobre o projeto.

“Tivemos algumas semanas juntos cerca de um mês atrás. Acho que está parecendo bom. Temos algumas ideias realmente sólidas… Acho que vamos levá-las para a tela juntos”, o astro disse. “Esse cara é incrível, então adoraria fazer isso.”

Veterano em franquias de sucesso, Smith define um critério rigoroso para sequências: “[ela precisa] se destacar por si só. Eu me disse que nunca faria aos fãs uma sequência apenas porque seria legal ter uma sequência”.

Eu Sou a Lenda chegou aos cinemas há 14 anos e foi dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’).

Na trama, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.

Alice BragaWillow SmithCharlie Tahan e outros também fizeram parte do elenco.

O longa conquistou 68% de aprovação da crítica, que elogiou especificamente a atuação de Smith, e arrecadou US$585 milhões ao redor do mundo.

‘Mortal Kombat 2’: Atriz do primeiro filme NÃO voltará para sequência

Através do Instagram, a atriz Sisi Stringer afirmou que não reprisará seu papel como Mileena na sequência de ‘Mortal Kombat‘.

Stringer interpretou a icônica personagem no filme lançado em 2021.

Embora não tenha havido um anúncio oficial, especula-se que o papel de Mileena será assumido pela própria Adeline Rudolph, que recentemente foi escalada para interpretar Kitana na continuação.

Nos jogos da franquia ‘Mortal Kombat‘, Mileena é um clone de Kitana, criada através da mistura do DNA de Kitana com o dos Tarkatans, a espécie a qual Baraka pertence.

Karl Urban (‘The Boys’) também foi confirmado como o Johnny Cage. Ao contrário do que se especulava, a equipe criativa decidiu seguir a abordagem dos jogos recentes, onde Cage é um astro de Hollywood veterano e já aparece com cabelos grisalhos.

A produção, que está em desenvolvimento na New Line Cinema, deve começar a ser filmada em junho.

Simon McQuoid retorna como diretor, enquanto Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’, ‘The Umbrella Academy’) substitui Greg Russo como roteirista.

Ed Boon, criador da franquia, foi escolhido como consultor criativo.

Anteriormente, o protagonista Lewis Tan concedeu uma entrevista para o Comic Book e foi questionado sobre o avanço em torno do projeto após a fusão da Warner Bros. Discovery.

Em resposta, o intérprete de Cole Young disse que a mudança:

“Afeta muito o trabalho nos bastidores, mas não a nós em particular, porque estamos mais em contato com a New Line, que é o estúdio sob supervisão da Warner Bros. Mas eles estão muito felizes com o filme e, obviamente, ele teve um desempenho muito bom. É um dos filmes mais vistos da Warner Bros, mesmo tendo sido lançado no pior momento possível.”

Em seguida, ele aumentou as expectativas dos fãs ao dizer que:

“Mas nós estamos a todo vapor. E agora, temos Ed Boon [co-criador dos jogos] conosco também, então recebemos o selo de aprovação da própria lenda. A sequência será absolutamente mais insana e mais ambiciosa.”

O roteirista Jeremy Slater afirmou que o objetivo da sequência é criar algo que corresponda à expectativa dos fãs.

“Eles definitivamente aprenderam algumas lições com o primeiro filme e tenho certeza que agora vamos entregar algo que corresponde à expectativa dos fãs.”

Ele continuou:

“Desta vez sabemos do que o público gostou ou não, sabemos o que deu certo e errado e estamos trabalhando em cima disso. Então, estamos realmente olhando para isso como uma chance de pegar tudo o que funcionou no primeiro e torná-lo ainda melhor para dar ao público o que eles merecem. Algo realmente satisfatório, emocionante e imprevisível.”

Para quem não sabe, Slater também escreveu o roteiro do reboot de ‘Quarteto Fantástico’ e da aclamada série do ‘Cavaleiro da Lua‘.

Slater já havia compartilhado no Twitter que a sequência será ainda maior e mais SAGRENTA que o primeiro filme.

“Estou muito animado por fazer parte dessa equipe! Nós estamos construindo algo ainda maior, melhor e bem mais sangrento, que irá surpreender a todos,” revelou Slater.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para o novo filme.

Até lá, o reboot de ‘Mortal Kombat‘ está disponível no streaming da HBO Max.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

‘Barbie’ já está disponível com LIBRAS na HBO Max

O aclamado filme Barbie já está disponível na HBO Max. Estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling, o filme chegou à plataforma oferecendo opções de legendas em libras e audiodescrição.

De acordo com a plataforma, a inclusão desses formatos “reforça a mensagem de inclusão da produção e destaca a importância da acessibilidade para a comunidade surda”.

A versão com libras está disponível como um título independente na plataforma de streaming, identificado pelo símbolo da linguagem de sinais na capa.

Relembre o trailer:

Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.

A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.

“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”

Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’: Tim Burton explica ausência de Alec Baldwin e Geena Davis

Em uma entrevista recente à revista People, o diretor Tim Burton revelou os motivos que o levaram a não incluir Alec Baldwin e Geena Davis na sequência deOs Fantasmas se Divertem.

Os atores, que interpretaram o casal de fantasmas Adam e Barbara Maitland no filme original, marcaram presença no coração dos fãs, mas ficaram de fora de ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’.

Burton explicou que sua decisão de não trazer os personagens de volta se deveu à sua visão para a sequência: “Acho que para mim, a questão era não querer apenas cumprir uma fórmula. Então, mesmo que eles fossem uma parte tão incrível e essencial do primeiro filme, eu estava focando em algo diferente”.

O diretor buscava explorar novas dinâmicas e narrativas, focando na passagem do tempo e nas relações entre gerações.

“Uma sequência como essa realmente tinha a ver com o tempo. Esse foi o meu gancho, as três gerações: mãe, filha e neta. E isso [seria] o núcleo da história. Eu não poderia ter feito isso pessoalmente em 1989 ou algo assim”, afirmou Burton.

Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘ estreia em 05 de setembro nos cinemas nacionais.

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Burton retorna à cadeira de direção.

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Ben Affleck recorda ‘Demolidor’ e elogia a abordagem moderna da Marvel aos super-heróis

O ator Ben Affleck revisitou recentemente sua experiência interpretando o Demônio de Hell’s Kitchen em Demolidor – O Homem Sem Medo’, lançado em 2003.

Conforme o ComicBookMovie, Affleck comparou seu trabalho no filme de 2003 com a abordagem atual da Marvel, elogiando Kevin Feige, o chefe do Marvel Studios:

“Ele [Feige] trouxe uma clareza de tom para os filmes e descobriu o mais complicado: como equilibrar uma história com pessoas usando pijamas e superpoderes. Quão sério você leva isso? Quanto humor coloca? Quanto pisca para o público? Como deve ser a ação?”, afirmou.

Affleck também destacou o papel crucial da evolução dos efeitos visuais em tornar essas histórias mais convincentes:

“Isso coincidiu com os efeitos visuais chegando a um nível convincente. Abriu caminho para grandes atores, como Bernthal, fazerem acontecer de verdade”, ressaltou.

Ao mencionar a nova série do Demolidor, Affleck demonstrou conhecer o personagem, mas manteve uma postura reservada sobre o Justiceiro:

“Tem um novo Demolidor por aí — ainda não assisti, mas adoro o personagem. Desejo tudo de bom, mas eu não mexeria com o Justiceiro dele”, brincou.

Houve rumores sobre o possível retorno de Affleck como Demolidor em ‘Deadpool & Wolverine’, mas essa participação, por razões não totalmente claras (possivelmente por desinteresse do ator), não se concretizou.

Vale lembrar que a adaptação mais recente do herói é a série da MarvelDemolidor: Renascido’, protagonizada por Charlie Cox.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Homem-Aranha 4’: Kirsten Dunst comenta possibilidade de estrelar possível sequência ao lado de Tobey Maguire

Kirsten Dunst, a eterna Mary Jane Watson da trilogia ‘Homem-Aranha’ dirigida por Sam Raimi, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel em um eventual quarto filme da icônica franquia.

Segundo o ComicBookMovie, Dunst foi questionada sobre a ideia de retornar ao lado de Tobey Maguire em uma sequência, e deu uma sugestão para a trama.

“Isso seria legal, né? Quer dizer, não sei se os fãs gostariam, mas acho que seria um filme interessante. Eu e o Tobey fazendo isso de novo, mas agora com filhos”, afirmou.

Saiba quando as filmagens de ‘Homem-Aranha 4’ serão RETOMADAS após o acidente de Tom Holland

Lembrando que Raimi disse que adoraria trabalhar com Maguire e Kirsten Dunst novamente.

“Eu percebi depois de fazer Doutor Estranho que tudo é possível, realmente qualquer coisa no universo Marvel, qualquer equipe”, disse o cineasta em uma entrevista de 2002 à ComicBook. “Eu amo Tobey. Eu amo Kirsten Dunst. Acho que todas as coisas são possíveis. Eu realmente não tenho uma história ou um plano. Eu não sei se a Marvel estaria interessada nisso agora. Eu não sei quais são seus pensamentos sobre isso. Eu realmente não persegui isso. Mas parece lindo. Mesmo que não fosse um filme do Homem-Aranha, eu adoraria trabalhar com Tobey novamente, em um papel diferente”.

E aí, você gostaria de ver ‘Homem-Aranha 4’?

Autor de ‘Devoradores de Estrelas’ pede desculpas a Alex Kurtzman após críticas a ‘Star Trek’: “Minhas falas foram tiradas de contexto”

O escritor Andy Weir, autor do best-sellerDevoradores de Estrelas (Project Hail Mary), veio a público recentemente para se desculpar com os responsáveis pela franquia Star Trek. A polêmica teve início após comentários de Weir sugerindo que a marca estaria sendo “mal administrada” e revelando que a Paramount havia rejeitado uma ideia sua para o universo da Federação.

Conforme o ComicBook, em suas redes sociais, o autor direcionou uma mensagem direta ao produtor executivo Alex Kurtzman:

“Ei, Alex. Aqui é o Andy Weir. Estou postando para pedir desculpas pelo que disse no podcast do Critical Drinker. Sinto que minhas falas foram tiradas de contexto e transformadas em manchetes sensacionalistas. Espero que você tenha visto as outras partes em que digo o quanto gosto de você como pessoa e o quanto você é um cara legal”, escreveu Weir.

“Eu estava tentando ser engraçado, mas, olhando agora, parece desrespeitoso e maldoso. Então, peço desculpas por isso. Também estava tentando ser autodepreciativo quando disse ‘Mas eles não gostaram da minha ideia, então dane-se!’, mas fora de contexto parece que eu realmente quis dizer isso. Sou uma pessoa direta, sempre fui”, acrescentou.

Weir justificou o deslize afirmando que ainda está se readaptando à exposição mediática.

“E já faz 10 anos que a mídia não se importa muito com o que eu digo, então meio que esqueci de medir minhas palavras agora que tenho um filme em cartaz. Daqui a alguns meses estarei de volta na minha caverna escrevendo livros e ninguém vai ligar de novo. Enfim, se quiser conversar em tempo real, até mesmo para me dar uma bronca, fico feliz em entrar em uma ligação ou Zoom”, afirmou.

‘Devoradores de Estrelas’ se torna o longa mais BEM AVALIADO da carreira de Ryan Gosling no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Enquanto Weir lida com as repercussões de suas declarações, a adaptação cinematográfica de sua obra celebra um sucesso estrondoso. Estrelando Ryan Gosling no papel de Ryland Grace, o longa já ultrapassou a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

No filme, Gosling interpreta um professor de ciências recrutado para uma missão desesperada no espaço profundo para salvar a Terra de uma ameaça de extinção global. A jornada solitária ganha novas camadas emocionais e científicas quando ele encontra o enigmático alienígena Rocky.

A produção conta com nomes de peso dos bastidores de Hollywood, incluindo Amy Pascal (conhecida pela franquia Homem-Aranha no Aranhaverso) e Aditya Sood.

Devoradores de Estrelas’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

LEGO e Universal estão produzindo TRÊS novos filmes, e um deles será dirigido por Patty Jenkins

A Lego e a Universal Pictures estão desenvolvendo três novos filmes, dirigidos por Jake Kasdan, Patty Jenkins e Joe Cornish.

Embora os detalhes dos enredos ainda não tenham sido revelados, o Deadline relatou que a produção dos três projetos está nas mãos de Jill Wilfert e Ryan Christians, do grupo Lego.

Jake Kasdan, conhecido pelos filmes de ‘Jumanji’, está à frente de um dos projetos, que será baseado em um roteiro escrito por Andrew Mogel e Jarrad Paul.

Patty Jenkins, além de dirigir seu filme em parceria com o grupo Lego, também escreve o roteiro ao lado de Geoff Johns.

Para fechar, o terceiro projeto está sob a direção de Joe Cornish, que reescreve um roteiro criado inicialmente por Heather Anne Campbell e inspirado em uma ideia de Simon Rich.

Vale lembrar que a parceria entre Lego e Universal vai além do cinema: recentemente, as empresas lançaram um trailer “brickificado” do filme ‘Wicked ‘e novos produtos inspirados na produção.

Além disso, a Focus Features, outra divisão da Universal, lançou recentemente a biografia de Pharrell Williams,Piece By Piece, feita totalmente com animação de Lego e muito bem recebida pela crítica.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

 

Michael B. Jordan aparece como principal aposta para interpretar o novo Superman

E o astro Michael B. Jordan é atualmente o principal favorito nas apostas para interpretar o próximo Superman, depois de Henry Cavill. Isso porque um site de apostas esportivas que convida os usuários a pagar suas apostas com criptomoedas está usando o próximo grande elenco de filmes do Azulão como uma de suas grandes apostas na indústria do entretenimento.

De todos os atores listados no resumo de apostas, Michael B. Jordan, que foi o antagonista de ‘Pantera Negra‘, encabeça a lista com +125 odds; para comparação, os ex- atores de TV do Superman, Tom Welling (‘Smallville’) e Dean Cain (‘Aventuras de Lois & Clark’) são ambos muito atípicos com +10.000 chances, enquanto a estrela da ‘Patrulha do Destino‘, Matt Bomer, está nos calcanhares de Joran com +150 chances.

Abaixo você confere a lista completa de atores favoritos de apostas para serem escalados como Superman depois de Henry Cavill:

Michael B. Jordan +125
Matt Bomer +150
Oscar Isaac +500
Donald Glover +1000
Zachary Levi +1000
Tyler Hoechlin +1600
Brandon Routh +4000
Dean Cain +10000
Tom Welling +10000

É provável que dessa vez a DC/Warner queriam mesmo inovar trazendo um ator negro para viver o Superman, na versão criada por Grant Morrison do Homem de Aço. E você, também concorda com a escalação do de B. Jordan?

32º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

 

26 de Outubro de 2008 –

Uma qualidade das mostras é tomarmos contato com as novidades. Uma grata surpresa deste ano foi o filme franco-belga “9 MM”, de Taylan Barman.

Primeiro vemos algumas imagens, como um vestuário e um cemitério. Na outra seqüência, a câmera se aproxima de uma porta. Depois de parar, ouvimos um tiro. O filme regride para o começo do dia, onde conheceremos Roger, o pai, Nadine, a mãe, e Laurent, o filho.

O pai é ex-bombeiro, desempregado por um acidente. A mãe é policial. E o filho um jovem refugiado em um grupo de rebeldes do bairro. O primeiro é infeliz com sua condição de inválido; a segunda, infeliz com a vida de casada; o terceiro, infeliz com sua família. A quem foi endereçada a bala???

Acompanhamos um dia dessa família, pelos pontos de cada membro. Como em obras do gênero, uma cena desmente a outra: quando construímos uma idéia de uma personagem, a seqüência seguinte o desconstrói. Barman faz isso muito bem.

O diretor demonstra destreza ao revelar detalhes do psicológico das personagens usando elementos de cena: um traveling ao redor do quarto de Laurent: revistas de rip Rop, cartaz de Che, fotos.

As atuações são fortes, transmitindo todo desequilíbrio instaurado naquela família. Não se trata de um filme para relaxar, mas para gerar reflexão.

Barman é jovem e tem poucos filmes no currículo, segundo o site da Mostra, com este são três. Ele não tem fez nenhum curso. Começou com uma câmera na mão, uma idéia na cabeça e uns amigos como atores. Dirigiu curtas-metragens e venceu um festival de cinema amador. Segundo disse antes da projeção do filme, “9 MM” é o seu trabalho mais, digamos, profissional: foi, por exemplo, o primeiro com um roteiro fechado.

Abaixo, uma entrevista com o simpático Taylan Barman:


Taylan Barman

Cinepop: Como foi fazer o primeiro filme profissional, deixando os filmes caseiros?

Taylan Barman: Não tem muito diferença no final, porque sempre quero falar sobre algo… Bom, claro, tem mais meios, a estrutura, a experiência, mas sempre com essa vontade de falar através da imagem, transmitir uma mensagem. Não é um cinema muito para diversão ou entretenimento, mas para a conscientização de algumas realidades.

Cinepop: E no que você se inspirou para fazer “9MM”?

Taylan Barman: Vi vários acontecimentos e comecei a me perguntar e a analisar um pouco sobre o que eu estava vendo, e também o porquê eu estava vendo certas coisas, como o mal estar das pessoas e o excesso de pressão da sociedade sobre cada individuo. Fiquei meio chocado também a respeito do suicídio. E essa história é na verdade o meu ponto de interrogação sobre o suicídio. Não tem explicações sobre o porquê aconteceu. Em nenhum momento do filme se tem uma indicação de que ele vai se suicidar no final.

Cinepop: Você falou antes da exibição que este foi o primeiro filme com estrutura mais elaborada, com roteiro fechado. O quanto você pretende manter de improviso e o quanto pretende manter de estrutura mais fechada, como roteiro, nos próximos trabalhos?

Taylan Barman: Eu dei liberdade para os atores. O mais importante era os atores serem autênticos, sem parecerem superficiais nas suas falas. Os diálogos estavam no roteiro, mas eles tinham a liberdade, pois cada ator tinha sua técnica. Eles realmente aprenderam os diálogos e aturam sem percebermos que se tratava de um roteiro. Até porque eles tinham a liberdade de falar com as próprias palavras. O principal é se sair bem no final. Eles tinham muita liberdade para atuarem. Na verdade os atores gravaram em planos seqüenciais, o que era mais cansativo para eles, mas os deixavam mais envolvidos com a personagem. Depende muito também dos atores com quem se trabalha: antes, estava acostumado a trabalhar com atores amadores. Com eles eu deixava mais livre a atuação, pois o roteiro fechado os deixavam muito presos. E os profissionais podem gravar um texto e improvisar ao mesmo tempo.

Cinepop: Quais as suas influencias?

Taylan Barman: Não sou muito cinéfilo… Um filme, por exemplo, é “Era Uma Vez América” [de Sergio Leone], que não tem nada haver com “9MM”. O cinema para mim foi algo bem natural, sempre a procura da realidade. Eu também gosto de um cineasta inglês que faz filmes realistas, mas que não me lembra o nome agora.

Cinepop: Quais são os seus próximos projetos e o que você está achando da Mostra?

Taylan Barman: Eu tenho algumas idéias, mas como ando super ocupado com a divulgação do filme, prefiro ver o “9 MM” ser bem lançado e depois me afundar em outros projetos. Porque eu não consigo fazer dois projetos ao mesmo tempo. Então, vou aguardar. Quanto a Mostra, acho muito bom essa oportunidade de poder mostrar o filme ao público e de me encontrar com ele, de compartilhar experiências e de ter um retorno. E a Mostra tem muito público que vai assistir ao filme. E é bom, faz bem para o direto.

Cinepop: Obrigado!

Taylan Barman: Obrigado!

26 de Outubro de 2008 –

COLEÇÃO APLAUSO LANÇA ONZE ROTEIROS DE GRANDES FILMES DA PRODUÇÃO NACIONAL RECENTE

Os roteiros integram a Série Cinema Brasil, que traz também fotos do making-off das produções e apresentação dos diretores e roteiristas. No roteiro de Fim da Linha, por exemplo, o leitor poderá ver o storyboard criado pelos gêmeos Fabio Moon e Gabriel Bá. A lista dos livros com lançamento marcado para a 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, no dia 28 de outubro, inclui roteiros de filmes premiados e de grande sucesso de público, como O Céu de Suely, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, Estômago e Cidade dos Homens.

O escritor de telenovelas, minisséries e seriados de televisão e roteirista Doc Comparato uma vez afirmou que “um bom roteiro não é garantia de um bom filme, mas sem um roteiro não é possível fazer um bom filme”. É com a proposta de mostrar a importância do roteiro na produção cinematográfica aos leitores, cinéfilos e estudantes da área de áudio-visual que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lança onze novos roteiros de grandes filmes da produção nacional dos últimos anos.Na lista, figuram filmes aclamados pela crítica e pelo público, no Brasil e no exterior, como O Céu de Suely, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, Estômago, Chega de Saudade, Cidade dos Homens, Não por acaso, Batismo de Sangue, Onde andará Dulce Veiga, Os 12 trabalhos, Fim da Linha e Quanto vale ou é por quilo? O lançamento será na próxima terça-feira, dia 28 de outubro, no Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – 4º andar), a partir das 19 horas. No mesmo dia, também serão lançadas 20 biografias entre as quais a de Walmor Chagas, Joana Fomm e Lolita Rodrigues.

Além dos roteiros, os livros trazem fotos dos making-off dos filmes, apresentações de diretores e roteiristas e informações sobre o processo de produção. É o caso de Fim da Linha, cujo livro reproduz o storyboard feito especialmente para o filme pelos premiados artistas Fábio Moon e Gabriel Bá, e revela como essa ferramenta é útil durante as filmagens. Em Estômago, uma novidade: a relação das receitas preparadas no filme, com indicação das cenas em que aparecem.

Para os apaixonados por cinema, e que provavelmente já viram esses filmes na grande tela, a leitura dos roteiros trará surpresas. A explicação é simples: o resultado final, depois das filmagens e da montagem, pode ser, e normalmente é, bastante diferente do roteiro inicial. Um exemplo é o de Os 12 Trabalhos, dirigido por Ricardo Elias e com roteiro de Cláudio Yosida. A proposta inicial sofreu tantas alterações que diretor e roteirista decidiram publicar as duas versões.

A produção do roteiro, desde a concepção até a versão final, envolve uma série de mudanças, muita transpiração e tempo de maturação. Caso emblemático é o do diretor e roteirista Philippe Barcinski, de Não por Acaso, que escreveu o texto ao longo de cinco anos. As primeiras linhas foram escritas em 2001 e o filme foi lançado somente no ano passado, no Festival de Cinema do Rio. Lusa Silvestre, roteirista de Estômago, levou quase dois anos para escrever o roteiro do filme até chegar ao texto apresentado no livro publicado pela Imprensa Oficial. “No começo, era só uma brochura com um monte de papel junto. No quase-fim, já era um filme bom, com pegada, personalidade. No fim, fim mesmo, é isso: ele publicado em forma de livro. Fomos das palavras às cenas, e agora voltamos às palavras”, conta.

Histórias interessantes não faltam na criação de um roteiro. A mais inusitada delas é a do roteirista Luiz Bolognesi e da diretora Laís Bodanzky. Num dia de semana qualquer, entre uma cerveja e outra no Clube Piratininga, ao som da Orquestra Tabajara, começou a ser escrito o roteiro de Chega de Saudade, motivado principalmente pela paixão dos amigos pelos tradicionais bailes de salão.

Essas e outras histórias da sétima arte brasileira podem ser conferidas com os lançamentos da Coleção Aplauso. Criada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo em 2004, ela já conta com 156 títulos entre biografias de cineastas, atores, atrizes e dramaturgos, peças de teatro, roteiros de cinema e histórias de emissoras de televisão.


Confira a lista completa dos roteiros com lançamento na Mostra de Cinema

BATISMO DE SANGUE (Helvécio Ratton e Dani Patarra)

Ganhador do Prêmio Jabuti de 1985, Batismo de Sangue foi escrito por Frei Betto e conta a história dos frades dominicanos que apoiaram a luta armada contra o regime militar. Na versão roteirizada pelo diretor do filme, Helvécio Ratton, e por Dani Patarra para a Imprensa Oficial, o personagem central da história é Frei Tito, um dos frades dominicanos que, no final dos anos 60, ajudaram o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional (ALN), liderado por Carlos Marighella, no combate à ditadura. Os dominicanos foram presos e torturados por integrantes dos órgãos clandestinos de repressão, comandados pelo delegado Fleury, que organizou a emboscada em que Marighella foi morto, em dezembro de 1969. Um ano depois, Frei Tito saiu da prisão em um processo de troca para libertar o embaixador da Suíça, Giovani Enrico Bucher, seqüestrado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Tito seguiu para o Chile, passou pela Itália e mais tarde fixou-se na França, nos arredores do convento de La Tourtelle, onde se suicidou em 1974. Neste livro da Coleção Aplauso, o roteirista e o protagonista do filme têm uma história comum. Helvécio Ratton conheceu Frei Tito no Chile, onde ambos viviam exilados, fato que explica ter escrito o roteiro de Batismo de Sangue.

QUANTO VALE OU É POR QUILO? (Sérgio Bianchi)

Se o cinema não se cansa de beber na fonte da literatura, pode-se dizer que Sérgio Bianchi selecionou o que havia de melhor no mundo das letras quando levou para as telas Quanto Vale ou é por Quilo? O filme é uma livre adaptação do conto “Pai contra Mãe”, de Machado de Assis, entremeada com pequenas crônicas do pesquisador Nireu Cavalvanti sobre escravidão no Brasil, e revela as mazelas e contradições de um país em permanente crise de valores. O roteiro agora publicado pela Coleção Aplauso é de Newton Cannito e Eduardo Benaim, além do próprio diretor do filme, Sérgio Bianchi. A narrativa costura dois recortes históricos em intervalos de tempo diferentes: o antigo comércio de escravos do século XVIII e a exploração da miséria pelo marketing social dos dias atuais. Misturando as duas épocas, com a repetição de alguns personagens em situações análogas, o roteiro aponta dois desfechos para o filme, criando uma duplicação de possibilidades que surpreende o leitor. Como “extras”, o livro traz o conto de Machado de Assis que inspirou o filme, algumas crônicas de Nireu Cavalcanti, além de uma pequena coletânea de críticas de jornais e revistas que analisam o filme.

NÃO POR ACASO (Philippe Barcinski, Fabiana Werneck Barcinski e Eugênio Puppo)

Após ter dirigido vários curtas, Philippe Barcinski estreou no longa-metragem com Não por Acaso, ganhando vários prêmios no Brasil e no exterior, como o de Melhor Ator do Festival de Huelva, na Espanha, e de Novo Diretor do Prêmio Hugo, em Chicago. O roteiro foi escrito ao longo de cinco anos, de 2001 a 2006, em parceria com Fabiana Werneck Barcinski e Eugênio Puppo. Toda essa dedicação justifica a tese de Philippe Barcinski para a construção de um bom filme. “Com um bom roteiro nas mãos, escolhendo-se bem os atores, tem-se um bom filme. A partir de um roteiro mal escrito, será muito difícil, por mais eficaz que seja a realização, gerar um bom filme”. O filme se desenvolve a partir de um acidente de trânsito, entrelaçando os dois personagens centrais da história: Ênio (Leonardo Medeiros), um engenheiro controlador de tráfico que vive na Praça Roosevelt, e Pedro (Rodrigo Santoro), construtor de mesas de sinuca. Ênio possui uma mania de controle que também se reflete em sua casa, onde suas ações são extremamente controladas. Ele se surpreende quando reencontra Mônica (Graziella Moretto), sua ex-mulher, que lhe diz que sua filha Bia (Rita Batata), de 16 anos, deseja conhecê-lo. O encontro é adiado devido a um acidente sofrido por Mônica, que atropela Teresa (Branca Messina), namorada de Pedro. Seis meses depois Bia encontra Ênio, mas pai e filha enfrentam dificuldades em se relacionar. Já Pedro é forçado a visitar o antigo apartamento de Teresa, onde agora vive Lúcia (Letícia Sabatella).

CIDADE DOS HOMENS (Elena Soárez e Paulo Morelli)

A fama da dupla Laranjinha (Darlan Cunha) e Acerola (Douglas Silva), do elogiado Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, originou a criação de Cidade dos Homens, filme que tem roteiro de Elena Soárez e encerrou a série de TV da Rede Globo produzida em parceria com a produtora O2 Filmes. O filme foi produzido por Paulo Morelli, que já havia feito três episódios da série. A idéia nasceu dos relatos colhidos numa pesquisa feita com moradores do Rio. A partir daí, Elena Soárez escreveu o texto. “Mas o roteiro final só veio mesmo nos ensaios, quando os próprios atores davam o tom de suas falas. Essa foi a idéia que usamos na série e que deu muito certo”, explica Morelli. A trama aborda uma cena comum nas favelas do Rio e do Brasil: a precoce paternidade de jovens que na maioria das vezes não assumem os filhos, deixando a tarefa para as mães e avós. “A situação é ainda pior porque essas crianças irão crescer tendo o traficante como imagem paterna, do pai poderoso, com dinheiro, mulheres e a ilusão de um futuro melhor”. É a partir das experiências pessoais de Laranjinha, que decide procurar o pai, e de Acerola, que precisa cuidar de um filho pequeno, que o roteiro se desenvolve e traz para discussão uma questão social mais ampla. “Ao contar a história do nascimento de um pai que luta para cuidar do filho em um lugar incrivelmente hostil, de alguma maneira, contamos a história de muitos.
E, a despeito do seu abandono, esses jovens são fortes o bastante para guiar suas vidas com alegria e esperança”, ressalta Morelli.

O CÉU DE SUELY (Mauricio Zacharias, Felipe Bragança e Karim Aïnouz)

Fato raro na cena cinematográfica nacional, O Céu de Suely teve sua estreia fora do país, mais precisamente na Mostra Orizzonti, do Festival de Veneza 2006, sendo o único filme brasileiro selecionado para o evento. Era apenas o início de uma seqüência de conquistas na carreira do diretor Karim Aïnouz, conhecido também por Madame Satã e Abril Despedaçado. Assinam o roteiro do livro da Coleção Aplauso, Mauricio Zacharias, Felipe Bragança, além do próprio Karim Aïnouz. O filme conta a história de uma jovem que volta de São Paulo com seu filho recém-nascido para a casa de sua família, no interior do Ceará. Ela espera a chegada do marido que deve reencontrá-la. Sozinha, Hermila tenta reinventar sua vida, mas continua com o sonho de ir embora para um lugar o mais longe possível. Outra curiosidade do filme está relacionada à atuação da protagonista, Hermila Guedes. Ovacionada pela crítica e pelo público, este foi apenas o seu primeiro papel no cinema.

ONDE ANDARÁ DULCE VEIGA? (Guilherme de Almeida Prado)

Aclamado pela crítica como o melhor filme do diretor Guilherme de Almeida Prado, Onde andará Dulce Veiga? foi lançado no Festival do Rio de Janeiro em 2007. Baseado na obra de Caio Fernando Abreu, o roteiro já havia sido selecionado cinco anos antes, em 2002, para o VI Laboratório de Sundance no Brasil, propiciando o início das filmagens em 2005. O filme conta a história de um jornalista que vai entrevistar uma jovem cantora de rock e descobre que ela é filha da famosa Dulce Veiga, cantora desaparecida no auge da carreira. Atraído pela história, o protagonista passa a investigar o que teria acontecido com Dulce, envolvendo-se em uma trama de surpresas, mistérios e revelações. Diretor e autor deste roteiro, Guilherme de Almeida Prado fez seu primeiro longa, Flor do Desejo, em 1984. Quatro anos depois ganhou o Festival de Gramado com A Dama do Cine Shangai. Para ele, existem dois tipos de cineastas: aqueles que pretendem mudar o mundo e aqueles que podem mudar nossa percepção de mundo. “Prefiro a segunda opção. Acredito que, sem mudar nossa percepção de mundo, não poderemos mudar efetivamente o mundo”.

CHEGA DE SAUDADE (Luiz Bolognesi)

A parceria entre a diretora Laís Bodanzky e o roteirista Luiz Bolognesi vem desde a produção de Bicho de Sete Cabeças, um dos sucessos do cinema nacional na última década. Agora, a dupla aproveita a paixão pelos bailes para fazer Chega de Saudade, ainda em cartaz no Brasil. Premiado no Festival de Brasília nas categorias Melhor Roteiro, Melhor Direção e Escolha do Público, o filme se passa em um Salão de Baile no bairro paulistano da Lapa, onde um grupo de meia-idade se reúne semanalmente. Segundo Bolognesi, que produziu o roteiro, a idéia surgiu quando saiu para tomar uma cerveja com a amiga Laís Bodanzky e ver os casais dançarem no Clube Piratininga ao som da Orquestra Tabajara. “A partir daquele fim de tarde em que a cidade fervilhava na hora do rush, nós descobríamos um novo mundo dentro dos salões e começamos a trabalhar a idéia de um filme. Doze anos se passaram entre essa tarde e a noite em que Chega de Saudade foi projetado pela primeira vez no Festival de Brasília. E se tem alguma coisa que ganhou com essa passagem de tempo, foi o roteiro. Um bom roteiro deve envelhecer na gaveta”, diz Bolognesi na apresentação do livro. No filme, um par de crooners (Elza Soares é um deles) se diverte no salão ao som de uma orquestra. O sonoplasta (Paulinho Vilhena) leva sua namorada (Maria Flor) para conhecer o local, quebrando a rotina dos freqüentadores. A garota provoca ciúmes no namorado quando é cortejada por um cliente assíduo do baile (Stepan Nercessian). A confusão está armada.

OS 12 TRABALHOS (Cláudio Yosida)

Com referências claras ao mito grego de Hércules, Os 12 Trabalhos mostra uma faceta do retrato social de São Paulo por meio de um personagem conhecido, porém pouco compreendido pela população das grandes metrópoles: o motoboy. Dirigido por Ricardo Elias e com roteiro de Cláudio Yosida, o filme conta a história de Herácles, um jovem negro que tenta refazer a sua vida após sair de um reformatório para menores infratores. Um dado que o leitor pode estranhar, mas que será bastante útil para entender a produção de um filme, é o fato de o livro contar com duas versões de roteiro. “Os 12 Trabalhos passou por muitas mudanças desde a versão inicial até a que foi filmada e depois também na montagem. Para que fique mais fácil para o leitor identificar as mudanças, resolvemos publicar as duas versões”, conta Yosida. No primeiro dia no novo emprego, o garoto irá passar por doze provações, cruzando com os mais diferentes tipos de São Paulo. Enquanto o personagem mitológico Hércules enfatiza a grandiosidade dos trabalhos, no caso de Herácles não é isto que se ressalta no filme, e sim a força de vontade necessária aos jovens pobres das metrópoles para sobreviver à sedução do tráfico de drogas, à violência urbana, ao trânsito caótico, às pressões enormes no trabalho e à falta de escolaridade adequada. É da tensão entre a fragilidade aparente de Herácles diante de todos os problemas que se colocam para ele e da sua convicção de buscar um caminho fora da marginalidade que surge o retrato realista de uma das principais questões sociais brasileiras da atualidade: a da falta de perspectivas para a juventude.

FIM DA LINHA (Gustavo Steinberg e Guilherme Werneck – roteiro, e Fábio Moon e Gabriel Bá – storyboard)

Em visita ao Brasil, um alto funcionário do Banco Mundial teria dito que, neste país, jogar dinheiro de um helicóptero é a única forma eficaz de redistribuição de renda. Fim da Linha transforma esta lenda em filme e faz chover dinheiro sobre uma manifestação pela paz em uma grande avenida da cidade de São Paulo.O filme é uma metáfora tensa e bem-humorada das dificuldades, dilemas e seduções criadas por uma sociedade estruturada pela fé no poder do dinheiro. Um político cercado de assessores e seu filho, um jornalista de televisão, sua mulher e seu filho, dois motoristas de táxi, um catador de papel, uma ladra surda-muda (negra e analfabeta), um bebê seqüestrado, um grupo de velhinhos de um asilo e uma tribo de índios. O destino de cada um destes personagens vai se cruzar quando ocorre uma inusitada chuva de dinheiro em pleno centro da cidade de São Paulo. Fim da Linha é o primeiro filme dirigido por Gustavo Steinberg. O roteiro para a Coleção Aplauso é assinado por Guilherme Werneck e Gustavo Steinberg. Um dos destaques do roteiro, e do livro, é a utilização do storyboard – uma espécie de ilustração usada pelos cineastas para visualizar as cenas e os planos antes das filmagens. Para o roteiro de Fim da Linha, foram responsáveis pela produção do storyboard os desenhistas Fábio Moon e Gabriel Bá.

ESTÔMAGO (Lusa Silvestre, Marcos Jorge e Cláudia da Natividade)

Ainda em cartaz nos cinemas, Estômago trata de dois temas universais: a comida e o poder. Mais especificamente, a comida como meio de adquirir poder. O filme foi inspirado no conto “Presos pelo Estômago”, de Lusa Silvestre, que assina, junto com o diretor Marcos Jorge, o argumento do filme. O roteiro, publicado pela Coleção Aplauso da Imprensa Oficial, é de Lusa Silvestre, Marcos Jorge e Cláudia da Natividade. Foram quase dois anos até chegar ao texto final. “No começo, era só uma brochura com um monte de papel junto. No quase-fim, já era um filme bom, com pegada, personalidade. No fim, fim mesmo, é isso: ele publicado em forma de livro. Fomos das palavras às cenas, e agora voltamos às palavras”, conta Lusa Silvestre. Em seu lançamento mundial no Festival do Rio 2007, o filme foi consagrado como grande vencedor, recebendo quatro prêmios: Melhor Filme pelo Público, Melhor Diretor, Melhor Ator e Prêmio Especial do Júri. Em 2008, Estômago teve participação especial no Festival de Berlim, com direito a jantar inspirado nos pratos do filme, e também venceu o Festival Internacional de Punta Del Este, no Uruguai, com os prêmios de Melhor Filme e Menção Especial de Melhor Ator. O filme marca a estreia de Marcos Jorge na direção de longas-metragens, depois de uma bem-sucedida carreira como diretor de curtas, filmes publicitários e artista-plástico especializado em vídeo-instalações.
Estômago é a primeira co-produção cinematográfica realizada a partir do acordo de co-produção bilateral Brasil-Itália, assinado no início dos anos 1970. Ao final do livro, está a relação das principais receitas feitas no filme, com indicação das cenas em que elas são preparadas.

O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS (Cláudio Galperin, Bráulio Mantovani, Anna Muylaert e Cao Hamburger)

Sucesso de público e crítica no Brasil e no exterior, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, dirigido por Cao Hamburger, é um dos filmes mais premiados do cinema nacional nos últimos anos, sendo inclusive o representante brasileiro que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2008. Quem viu o filme certamente terá surpresas quando ler o roteiro publicado pela Imprensa Oficial, pois há diferenças entre o texto final e o longa-metragem, o que torna o livro um instrumento de grande valia para aqueles que querem compreender a dinâmica do processo de produção cinematográfico. Mais conhecido pela série TV e pelo longa-metragem Castelo Rá-Tim-Bum (1999), Cao Hamburger diz que o roteiro final pareceu tão sólido e maduro que foi possível fazer, com segurança, modificações e inventar novas cenas durante as filmagens. O roteiro final é resultado de tratamentos prévios, ao longo dos quais os personagens, os conflitos e os aspectos específicos da trama foram sendo desenvolvidos. A solidez à qual se refere o cineasta é conseqüência desse árduo trabalho de escrita, que envolveu, além do próprio Hamburger, os co-roteiristas Cláudio Gasperin, Bráulio Mantovani e Anna Muylaert.

O filme conta a história de Mauro (Michael Joelsas), um garoto de 12 anos apaixonado por futebol, que acompanha a Copa do Mundo de 1970, no México. Os pais, militantes de esquerda perseguidos pelo regime militar, deixam o menino na casa do avô no bairro paulistano do Bom Retiro, sem saber que esse havia morrido justamente naquele dia. A trama mostra os “anos de chumbo” da ditadura por meio do olhar ingênuo do menino, que sofre com o distanciamento dos pais, a morte do avô, a necessidade de viver com com uma pessoa estranha, em uma nova comunidade. Soma-se ao enredo, a experiência do primeiro amor, quando Mauro se apaixona por Hanna (Daniela Piepszyk). No filme, Hamburger articula o drama individual com o coletivo, em um trabalho de sutileza e sensibilidade raras.

 

25 de Outubro de 2008 –

TRINTA E UM NOVOS TÍTULOS DA COLEÇÃO APLAUSO SÃO LANÇADOS NA 32ª MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO

Com esses novos livros, a Coleção Aplauso chega ao 156º título e comemora seu quinto ano de resgate do cenário cultural brasileiro. Criada em 2004 e desde então com lançamentos especiais na Mostra de Cinema, a coleção lança, agora, 31 novos livros, entre os quais as biografias dos atores Walmor Chagas e Joana Fomm, do cineasta Orlando Senna e roteiros de filmes da recente safra do cinema nacional, como Não por acaso e Estômago.

As biografias de Walmor Chagas, Joana Fomm, Sonia Guedes, Lolita Rodrigues, Louise Cardoso, Geórgia Gomide, Celso Nunes, Regina Braga, Orlando Senna, Ivan Cardoso, Mauro Alice e Agostinho Martins Pereira estão entre os 31 títulos que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lança pela Coleção Aplauso no dia 28 de outubro, no Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – 4º andar), durante a 32º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Além de contar a história desses atores e cineastas que participaram ativamente da formação e evolução do cinema, teatro e da televisão no Brasil, a coleção lançará onze roteiros de filmes produzidos depois da chamada “Retomada do Cinema Nacional”.

Na festa de lançamento, já tradicional durante a Mostra de Cinema, atores, autores, diretores e convidados serão recebidos pelo crítico e comentarista Rubens Ewald Filho, coordenador da coleção, e Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial e idealizador da Aplauso.

Com 156 títulos já lançados, a coleção traça o perfil de dramaturgos, atores, atrizes e diretores de televisão, cinema e teatro, e também publica roteiros cinematográficos e peças de teatro. Além de ser um documento sobre toda a produção cultural brasileira, ela presta homenagem ainda em vida a personagens da cena artística do País.

O perfil dos biografados pela Coleção Aplauso é fruto de várias entrevistas colhidas por jornalistas experientes, que tiveram a tarefa de escrever o texto em primeira pessoa – o que confere aos livros o caráter de um relato autobiográfico, com direito às lembranças da infância e dos momentos mais marcantes da vida de cada artista. O resultado, um retrato profundamente humano de homens e mulheres que deram sua vida para a arte, poderá agora ser conferido por estudantes, pesquisadores e o público em geral. Para facilitar o acesso dos alunos da rede estadual, a Imprensa Oficial preparou uma edição especial com 20 títulos em capa dura que foram enviados a todas as escolas. Desde o início deste ano, essas obras podem ser lidas pelos cerca de quatro mil estudantes da rede pública.

“A Coleção Aplauso tem como proposta lançar livros com informações que corriam o risco de se perder por falta de recursos, interesse comercial e até pela inexistência de uma política voltada para resgatar, valorizar e consolidar a rica trajetória da produção brasileira nas artes cênicas”, diz Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

A cada ano, a Imprensa Oficial consolida sua longa parceria com a Mostra de Cinema. Um dos exemplos deste trabalho é a produção gráfica dos catálogos da Mostra, realizada pela Imprensa Oficial.

“Nosso lançamento em 2007 foi um sucesso enorme e vimos com satisfação toda a classe artística reunida em momentos emocionantes, como a última aparição pública de Rubens de Falco e homenagens a veteranos como Tatiana Belinky”, lembra Rubens Ewald Filho.

Os lançamentos da Coleção Aplauso custam R$ 15,00 (formato de bolso) e R$ 30,00 (especiais) e podem ser adquiridos nas livrarias ou pelo site www.imprensaoficial.com.br.

Os lançamentos


Série Especial

Walmor Chagas – Ensaio Aberto para Um Homem Indignado (Djalma Limongi Batista)


Série Cinema Brasil

Agostinho Martins Pereira – O Idealista (Maximo Barro)

Antonio Carlos da Fontoura – Espelho da Alma (Rodrigo Murat)

Geraldo Moraes – O Cineasta do Interior (Klecius Henrique)

Ivan Cardoso – O Mestre do Terrir (Remier Lion Rocha)

Mauro Alice – Um Operário do Filme (Sheila Schvarzman)

Miguel Borges – Um Lobisomem Sai das Sombras (Antônio Leão da Silva Neto)

Orlando Senna – O Homem da Montanha (Hermes Leal)

Vladimir Carvalho – Pedras da Lua e Pelejas no Planalto (Carlos Alberto Mattos)

José Antonio Garcia (Marcel Nadale)


Série Perfil

Arllete Montenegro – Fé, Amor e Emoção (Alfredo Sternheim)

Geórgia Gomide – Uma atriz brasileira (Eliana Pace)

Isabel Ribeiro – Iluminada (Luís Sergio Lima e Silva)

Joana Fomm – Minha História é Viver (Vilmar Ledesma)

Lolita Rodrigues – De Carne e Osso (Eliana Castro)

Louise Cardoso – A mulher do Barbosa (Vilmar Ledesma)

Regina Braga – Talento é um Aprendizado (Marta Goés)

Sônia Guedes – Chá das Cinco (Adélia Nicolete)

Vera Nunes – Raro Talento (Eliana Pace)


Série Teatro Brasil

Celso Nunes – Sem Amarras (Eliana Rocha)


Roteiros

Fim de Linha, Estômago, Cidade dos Homens, Batismo de Sangue, Onde andará Dulce Veiga?, Os 12 Trabalhos, O Ano em que meus pais saíram de férias, Chega de Saudade, O Céu de Suely, Quanto Vale ou é por Quilo, Não por acaso.

 

21 de Outubro de 2008 –

Sobre “Katyn” – A Mostra de Cinema deste ano traz o útlimo trabalho do veterano diretor polonês Andrzej Wajda. “Katyn” retrata as mudanças provocadas pela 2ª Guerra e pela ocupação Comunista, centrando-se no “Massacre da Floresta de Katyn”. Nesse episódio, milhares de oficiais poloneses foram fusilados e enterrados em vala comum. Para contar essa história, o diretor filma a vida de quatro famílias polonesas.

Tem destaque na trama um General polonês assassinado e sua esposa. No começo, acompanhamos a invasão russa e a prisão dos militares poloneses. Enquanto isso, a esposa do nosso general tenta chegar na Cracóvia.

O filme de organiza para só sabermos o que realmente aconteceu com os prisioneiros no fim, juntamente com a protagonista, quando lê o diário escrito pelo marido. Entenda-se: duas versões se chocaram na época: os alemães acusaram os soviéticos, e no pós-guerra, a acusação de inverteu. Atualmente, é reconhecida a culpa dos soviéticos. Assistindo sem saber desses detalhes, ficamos na mesma situação dos poloneses à época.

Dois aspectos formais chamam atenção: o diretor não nos mostra dias ensolarados, como se reproduzisse o estado de incertezas no futuro vivido pelo país. Mesmo com o fim da guerra, há só a vontade de seguir em frente sem muitos questinamentos, apenas não escutar os bombardeios.

Outro aspecto: há muitos saltos temporais auxiliados por fade-in / fade-out (aquela escurecimento da tela e posterior aparecimento da imagens). Quando a imagem reaparece, estamos anos a frente. E justamente quando os militares são levados para fuzilamento há uma desses saltos.

Ignoramos quem morreu o a realidade dos fatos. As dúvidas terminam com a leitura do diário do general.

Ainda terão mais 2 exibições desse filme. Assistam!

17 de Outubro de 2008 –

Desta sexta, 17, à quinta, 30, de Outubro, Sampa recebe a 32ª Mostra de Cinema de São Paulo. Serão 453 filmes, de 75 países, distribuídos por 22 salas.

Ufa! Para ajudar o “cinepopista” a aproveitar ao máximo a mostra, vale algumas dicas:

» Procure ler a programação antes de decidir qual sala ir, você pode se organizar e assistir maior quantidade de filmes do que indo no escuro;
» Se não tem um filme específico, dê preferência para locais onde tem uma maior quantidade de salas, como o Cine Bombril e a Cinemateca;
» Alguns filmes entram em cartaz no circuito comercial logo em Dezembro ou durante o ano seguinte. Se você não fizer questão da pré-estreia, procure saber quais são esses filmes e assista aqueles exibidos somente na Mostra;
» Compre a Folha de São Paulo do dia 17: o Guia Especial da Mostra é uma arma valiosa;
» Evite filmes iraniano – hehehehe;
E, principalmente, não tenha medo de arriscar, você verá boas e más obras, e a aventura será divertida!

Neste ano, duas retrospectivas prometem: uma com filme de Ingmar Bergman, diretor sueco falecido ano passado, e outra do japonês Kihachi Okamoto. O primeiro é o maior nome do cinema sueco, e filmou singularmente o desespero humano. Se não quer ver algo denso, não vá! O segundo dirigiu filmes de samurai e influenciou diretores como Jim Jarmusch e Quentin Tarantino.

Entre os filmes que estarão em cartaz no circuito normal logo depois – ou um bom tempo depois – da Mostra: “Vicky Cristina Barcelona”, de Woody Allen, “O Casamento de Rachel”, de Jonathan Demme, “Adoração” de Atom Egoyan, “Queime Depois de Ler”, Irmãos Coen.


O Casamento de Rachel

Para os fãs do Che, o Guevara, temos dois filmes: o ficcional “Che”, de Steven Soderbergh, com Benicio Del Toro no papel-título (recebeu troféu de melhor ator em Cannes) e o curioso “Chevolution”, documentário que a “vida” da famosa foto batida por Alberto Korda.

E temos muito mais, como o novo filme do polonês Andrzej Wajda, a adaptação do romance “O Menino de Pijama Listrado” e dois trabalhos do português Domingos Oliveira, além de Pablo Trapero e Jia Zhang-ke.

Muito comentado é o italiano “Gomorra”, de Matteo Garrone, onde vemos a história da máfia napolitana. Rendeu ao diretor um prêmio em Cannes e ameaças de morte. Considerado o “Cidade de Deus” italiano.

E para os que têm fôlego: os 900 minutos de “Berlin Alexandreplatz”, telessérie do alemão Rainer Werner Fassbinder serão divididos em sete dias!

Vale conferir as palestras e conversas com diretores promovidos pela Mostra. E quem quiser ver o melhor da Mostra de 2007, vá ao vão livre do Masp. Aproveitem!

Materia por: Georgenor de S. Franco Neto

 

 

Os 10 Piores Filmes do Ano

O IMDb, considerado o maior banco de dados online de cinema, divulgou a lista com os filmes mais mal avaliados por seus usuários em 2014.

Cameron Diaz ganha Framboesa de Ouro

Entre os lançados nos cinemas nacionais estão ‘Hercules‘ (The Legend of Hercules), épico estrelado por Kellan Lutz que conta com a direção de Renny Harlin (12 Rounds, O Pacto), e ‘O Apocalipse: O Começo do Fim‘ (Left Behind), remake do longa de ação com temática cristã ‘Deixados para Trás‘ estrelado por Nicolas Cage (no fundo do fundo do poço).

A queridinha Selena Gomez também aparece na lista com a “comédia” ‘Behaving Badly‘, em nono lugar.

O critério utilizado para a seleção dos filmes foi o mesmo do ranking dos 10 melhores filmes do ano pelo IMDb.

Veja a lista dos 10 filmes mais mal avaliados de 2014:

 

10. Kite (Nota: 4.3)

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Quando seu pai policial é morto, um jovem mulher acompanha o assassinato com a aparente ajuda de seu ex-parceiro.
Dir: Ralph Ziman Com: India Eisley, Jaco Muller, Annabel Linder

 

9. Behaving Badly (Nota: 4.3)

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O adolescente Rick Stevens tem uma queda por Nina Pennington. Eles formam uma amizade e embarcam em uma jornada juntos, enquanto Nina lida com seu namorado arrogante, Kevin.
Dir: Tim Garrick Com: Nat Wolff, Selena Gomez, Mary-Louise Parker

 

8. Hercules Reborn (Nota: 4.3)

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Quando a noiva de um jovem é seqüestrada por um rei malvado, ele pede ajuda a Hércules. O herói caído estava vivendo  no exílio…
Dir: Nick Lyon Com: John Hennigan, Christian Oliver, Marcus Shirock

 

7. Hércules (Nota: 4.2)

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A história de origem do herói mítico grego. Traído por seu padrasto, o Rei, e exilado e vendido como escravo por causa de um amor proibido, Hércules deve usar seus poderes formidáveis para lutar para retornar ao seu legítimo reino.
Dir: Renny Harlin Com: Kellan Lutz, Gaia Weiss, Scott Adkins

 

6. Mrs. Brown’s Boys D’Movie  (Nota: 4.1)

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A empresa da Senhora Brown vende frutas e vegetais, mas um grupo tenta fechá-la.
Dir: Ben Kellett Com: Brendan O’Carroll, Jennifer Gibney, Eilish O’Carroll

 

5. O Herdeiro do Diabo (Nota: 4.0)

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Depois de uma misteriosa noite de sua lua-de-mel, este casal de recém-casados se depara com uma gravidez não planejada. Enquanto registra tudo para a posterioridade, o marido começa a notar o estranho comportamento de sua esposa – ao princípio atribuido aos nervos da primeira gravidez – mas conforme os meses passam, torna-se evidente que as estranhas mudanças de seu corpo e mente têm origens muito mais sinistras.
Dir: Matt Bettinelli-Olpin, Tyler Gillett Com: Allison Miller, Zach Gilford, Sam Anderson

 

4. Se Beber, Não Entre no Jogo (Nota: 3.8)

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Paródia de produções de sucesso recentes, como Jogos Vorazes, Se Beber, Não Case!, Ted, Carrie – A Estranha, e diversos outros. Nesta história, quatro amigos se divertem em uma noite de festa, e no dia seguinte, eles acordam na arena dos Jogos Vorazes.
Dir: Josh Stolberg Com: Ross Nathan, Sam Pancake, Ben Begley

 

3. Leprechaun: Origins (Nota: 3.3)

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Viajando pela zona rural irlandesa, dois casais descobrem um segredo arrepiante quando os moradores de uma cidade oferecem aos visitantes hospedagem em uma velha cabana na beira da floresta. Logo, os amigos vão descobrir que uma das lendas mais famosas da Irlanda é uma realidade aterrorizante. Remake de ‘O Duende’ (The Leprechaun, 1993), filme de terror B estrelado por Jennifer Aniston antes de alcançar a fama.
Dir: Zach Lipovsky Com: Dylan Postl, Stephanie Bennett, Andrew Dunbar

 

2. O Apocalipse: O Começo do Fim (Nota: 3.1)

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Nicolas Cage estrela. No enredo, milhões de pessoas de todas as partes do mundo desapareceram, deixando para trás tudo o que era material: roupas, óculos, lentes de contato, cabelos postiços, próteses, jóias, sapatos e até mesmo marca passos e pinos cirúrgicos. Todos os bebês, inclusive os que estavam para nascer, desapareceram — alguns durante o parto. Instalou-se o caos no mundo inteiro. Descobre-se então que os cristãos foram enviados ao Paraíso, deixando “para trás” os pecadores.
Dir: Vic Armstrong Com: Nicolas Cage, Lea Thompson, Cassi Thomson

 

1. Saving Christmas  (Nota: 1,5)

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Kirk está apreciando o espetáculo da festa anual de Natal realizada por sua irmã ,até que ele percebe que ele precisa  ajudar o papai noel…
Dir: Darren Doane Com: Kirk Cameron, Darren Doane, Bridgette Cameron

Novo vídeo de ‘Star Wars – O Despertar da Força’ traz bastidores das filmagens em Abu Dhabi

Agora com a produção lançada em praticamente todos os mercados, faltando apenas a China, em que ‘Star Wars – O Despertar da Força‘ abre por lá em janeiro, a Disney liberou um novo vídeo dos bastidores repleto de curiosidades.

Crítica | Star Wars – O Despertar da Força

Depois de meses de expectativa, os cinemas brasileiros finalmente recebem amanhã, dia 17, a sensação ‘Star Wars – O Despertar da Força, com um número à altura do frisson: 1.320 salas. Não se trata de um recorde para o circuito nacional – até agora, a abertura mais ampla da era do multiplex continua com ‘Jogos Vorazes: A esperança – Parte 1, com 1.339 telas no ano passado -, mas as perspectivas do mercado são as mais grandiosas possíveis.

A retomada da saga, agora comandada por J.J. Abrams, chega aqui um dia antes da estreia americana, marcada para a sexta. As pré-estreias brasileiras começam já na meia-noite de quarta para quinta. O longa, baseado na obra de George Lucas, se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi, produção de 1983.

Conheça a história e os personagens de ‘Warcraft’

Em Azeroth, a magia branca e a magia negra são a força vital deste mundo extraordinário e fazem parte da ordem natural que dá forma aos destinos de todos aqueles que vivem neste planeta. O reino humano é governado pelo

Rei Llane (Dominic Cooper) e sua rainha, Lady Taria (Ruth Negga), ambos monarcas benevolentes que residem na resplandecente e pacífica cidade de Ventobravo.

Aquele que lutou ao lado do Rei Llane desde a infância é o bravo guerreiro Anduin Lothar (Travis Fimmel), o Comandante das forças militares de Azeroth. Este reino pacífico, que desfrutou da prosperidade durante anos, é
protegido por um conselho de magos conhecido como Kirin Tor – feiticeiros de elite que mantêm o equilíbrio de poder da longínqua Dalaran, uma cidade que desafia a gravidade, flutuando alto nas nuvens.

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Medivh (Ben Foster), o Guardião de Azeroth e seu mago mais poderoso, junto do Rei Llane e de Lothar, foi ordenado para proteger seus cidadãos a qualquer custo. Mas um jovem mago, Hadggar (Ben Schnetzer), está determinado a rebelar-se contra os ancestrais do Kirin Tor em busca de uma verdade superior. Com Azeroth à beira de uma guerra, sua jornada cruzará o caminho do Comandante Lothar, finalmente mudando todos os seus destinos.

Em outro lado do multiverso, Draenor serve de terra natal para uma raça conhecida como orc – um povo orgulhoso e selvagem que não conhece a vida sem guerras e conflitos. Guerreiros dotados de presas, chegando a ter 2,5
metros de altura, com armaduras personalizadas e uma gama de armamentos brutais forjados em aço, eles são monólitos do combate, nascidos para lutar e criados para sobreviver. Mas o planeta orc está morrendo e, se quiserem ver sua espécie sobreviver, eles devem abandonar seus lares e viajar para outro mundo. Se esse novo mundo precisar ser conquistado para que eles sobrevivam, que assim seja.

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Seu líder é o astuto e tirânico xamã Gul’dan (Daniel Wu), que pode ser a salvação da raça orc. Usando uma magia negra e perigosa, ele abriu um portal para um novo mundo. Com a ajuda de Mão Negra (Clancy Brown), o lutador
mais feroz dos orcs e chefe de guerra, ele reúne os desesperados clãs orcs em um exército de invasão conhecido como a Horda. E embora todos os demais chefes de clã cumpram as ordens de Gul’dan de invadir Azeroth e dominar seu povo, um orc age diferente.

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Durotan (Toby Kebbell), o amado líder do Clã Lobo do Gelo, se lembra de uma época mais simples e nobre, antes de Gul’dan chegar ao poder. Embora desconfiados e desconfortáveis com seu líder de fato, Durotan, sua esposa
Draka (Anna Galvin), o segundo em comando Orgrim (Rob Kazinsky) e todo o Clã Lobo do Gelo se juntam a seus irmãos e irmãs no êxodo em massa através do Portal Negro para Azeroth. Eles temem a magia mortal que abre para eles a  passagem, mas que escolha eles têm se esperam perseverar na sobrevivência de seu povo?

Assim que seu povo migrante chega a Azeroth, Durotan começa a tentar descobrir se pode haver uma maneira mais benevolente de fazer deste mundo seu novo lar. E ele não está sozinho: a guerreira Garona (Paula Patton) – uma
fascinante meio-humana, meio-orc – é uma sobrevivente indomada desses dois mundos, que não pertence a nenhum deles. Onde sua lealdade será depositada finalmente: no povo da tribo que a escravizou ou no inimigo que a libertou?

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À medida que o Portal Negro se abre e leva esses dois grandes exércitos ao conflito direito, um lado enfrenta a destruição iminente e o outro, a devastadora extinção. Na sombra de uma invasão que ameaça resultar em aniquilação global, dois heróis de lados opostos, Lothar e Durotan, se erguem para questionar se a guerra é a única saída.

 

SOBRE AS PERSONAGENS

 

Garona

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Uma escrava do orc Bruxo Gul’dan, Garona é uma linda meio-orc que é fruto de dois mundos, mas não se encaixa em nenhum deles. Ossos quebrados ficam mais fortes quando se solidificam e os ossos de Garona são bem mais fortes do que se pode imaginar. Ela é uma sobrevivente. Uma pária presa entre dois mundos, Garona luta por aceitação e por um lugar que a acolha. Ela transformou

o sofrimento em força para se transformar em uma guerreira autossuficiente e compreende que uma pessoa deve ser temida nesta vida para continuar vivendo. Mas, quando percebe que se sente atraída pela bravura e pelo charme
do humano Lothar, ela se compromete a lutar a seu lado.

 

Anduin Lothar

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Lothar é um guerreiro destemido, que luta lealmente por seu rei para impedir uma guerra que destruirá o mundo, contra um inimigo impossível… para manter seu povo em segurança e para proteger seu único filho. Tendo sacrificado tudo para se tornar o protetor que Azeroth precisa que ele seja, ele se norteia pela lealdade a seu país, frequentemente à custa de seus relacionamentos pessoais. Embora relutante a se abrir para alguém, Lothar defende aqueles que entregaram sua vida a seu rei e seu reino. Um inconformista levemente desequilibrado, com uma autoconfiança natural, o herói humano tem grande talento para montar tanto a cavalo, quanto a grifo… e é impossivelmente corajoso em batalha. Ele VAI determinar o destino de Azeroth.

 

Hadggar

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O poder do herói adolescente e rato de biblioteca Hadggar está em seu conhecimento. Embora ele esteja condenado a carregar a marca de Kirin Tor, Hadggar, ex-Guardião em treinamento, luta para viver uma vida normal. No
entanto, apesar de ter dado as costas ao destino reservado a ele, Hadggar vai acabar sendo atraído pelo mistério que cerca a invasão de Azeroth e aprenderá a agir à altura das responsabilidades de adulto que acompanham seu poder.
Enquanto luta para encontrar seu lugar entre um bando de heróis, Hadggar aprende os segredos de seus próprios poderes… e das forças sombrias que se esgueiram logo abaixo deles.

 

Durotan

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Um amado líder montado em seu Lobo, Durotan está lutando por um lugar para chamar de lar, em que ele possa construir um futuro para sua família. Durotan batalha pela sobrevivência de seu clã e por sua esposa grávida, Draka. Ele acredita em sua espécie e no que seu povo foi um dia, antes de Gul’dan subir ao poder: criaturas de força bruta guiadas por uma ordem natural, cuja disciplina e honra em respeito a seus pares eram inquestionáveis. Ele sabe que, para que seu povo sobreviva, ele e Draka devem liderar o ataque para que os orcs possam fazer de Azeroth um lar.

 

Medivh

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Um Guardião que serve Azeroth como a mais potente arma mágica de todas, Medivh pagou um alto preço para canalizar um poder tão místico. Sendo o mago mais poderoso de todos, ele é o Guardião inequívoco de sua terra e é o único a quem foi dada a habilidade de usar mágica para proteger seus cidadãos e restaurar o equilíbrio da ordem natural nos reinos. Quando não está a serviço da defesa do mundo, ele leva uma vida elusiva – em que ele compete com forças que estão além de nossa compreensão, do alto de uma torre construída na interseção de poderosos meridianos. Ele existe para proteger Azeroth; é a sua única finalidade.
Rei Llane Wrynn

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Todo rei herda os desafios de sua era – para o nobre Rei Llane, essa herança pode ser a maior guerra da longa e rica história de Azeroth. Um governante benevolente, Llane deve encorajar os outros líderes de Azeroth (anões, duendes
e seus pares humanos) a lutar contra o exército orc que está invadindo seu mundo… antes de a aniquilação se tornar inevitável. Batalhando para unir os reinos, Llane tem certeza de que, se o povo de Azeroth não se unir contra este inimigo, não sobreviverá. Ele lutará até o fim para manter seu reino seguro e para proteger seu povo.

 

Lady Taria

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Taria é uma rainha sábia e justa e, em uma era de bestas, brutos e campos de batalhas, sua graça e sua diplomacia lançam um raio de esperança para o povo em sua hora de necessidade. Uma habilidosa pacificadora, que usa sua intuição feminina para conquistar a confiança de Garona, Taria sabe que o povo de Azeroth deve se unir para poder acabar com este conflito. Ela sabe que “líderes fortes devem merecer a confiança de seu clã”, e ela tem certeza de que deve cativar a fé de Garona. Feliz em ser a esposa de Llane Wrynn, seu rei, Taria deu à luz seu filho, Varian. Eles se consideram iguais em seu casamento e têm respeito mútuo verdadeiro.

 

Orgrim

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Orgrim é o detentor do poderoso Martelo da Perdição, uma das armas mais mortais em toda a espécie dos orcs. Chegando a ele através das gerações, a genealogia de seus ancestrais de grandes guerreiros é uma linhagem que
alimenta sua fúria e sua impecável habilidade no campo de batalha. A guerra é o seu legado. Com sua lealdade a Durotan forjada por muitas batalhas e caçadas a seu lado nas dunas do Vento Gélido, ele permanece ferozmente leal a seu Chefe e a seu povo e é uma das forças motoras dentro da tribo do Lobo do Gelo. Mas, conforme eles marcham para dentro de Azeroth, seu antigo mundo vai sendo deixado para trás.

 

Draka

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Brava companheira de Durotan e mãe de seu único filho pequeno, Draka lutaria para proteger sua família e seu povo até seu último suspiro. Batalhando ao lado de seu parceiro e Chefe, ela e Durotan forjaram um amor que sobreviveu a um planeta agonizante e os transportou para um novo mundo. Defendendo Durotan, não importa o que aconteça, ela carrega seu filho para um futuro incerto.

 

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‘A Chegada’: Aliens invadem a Terra em novos trailers da ficção científica com Amy Adams

Foram divulgados dois novos trailers do drama de ficção científicaA Chegada‘ (Arrival), do diretor Denis Villeneuve (‘Os Suspeitos’, ‘O Homem Duplicado’).

Jeremy Renner e Amy Adams estrelam. Esta é a nova parceria dos atores após o indicado ao Oscar ‘Trapaça’.

Assista:

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Na trama, baseada em um conto do autor Ted Chiang, uma especialista em linguística (Adams) é recrutada pelas forças armadas após naves alienígenas pousarem ao redor do mundo. Seu trabalho é descobrir se os extraterrestres vêm em paz ou se eles representam uma ameaça.

Renner vive um professor de física que auxilia a linguista a se comunicar com os alienígenas.

Eric Heisserer adaptou o roteiro. Glen Basner, David Linde, Shawn Levy e Dan Levine são os produtores.

A Chegada‘ estreia no Brasil dia 10 de novembro.

Pug estrela comercial hilário de ‘Doutor Estranho’

Doutor Estranho‘ chega aos cinemas na próxima semana, e ganhou um novo vídeo.

Nele, Benedict Cumberbatch apresenta a nova linha de fantasias para cachorros, com trajes dos Capitão América, Homem de Ferro e até mesmo uma versão canina do Incrível Hulk.

Mas o melhor de tudo é o Pug que ostenta a capa espetacular do ‘Doutor Estranho‘.

Assista:

O CinePOP já assistiu ‘Doutor Estranhoe aprovou o filme!

Doutor Estranho‘ segue a história do neurocirurgião Doutor Stephen Strange que, após um acidente de carro horrível, descobre o mundo oculto da magia e dimensões alternativas.

O filme é estrelado por Benedict Cumberbatch (‘Aliança do Crime’), Chiwetel Ejiofor (‘Perdido em Marte’), Rachel McAdams (‘Meninas Malvadas’), Michael Stuhlbarg (‘Steve Jobs’), Mads Mikkelsen (‘007 – Cassino Royale’) e a vencedora do Oscar Tilda Swinton (‘O Grande Hotel Budapeste’).

Dirigido por Scott Derrickson (‘A Entidade’).

Ouça a trilha sonora dos créditos finais de ‘Doutor Estranho’

A Marvel agendou a data de estreia de ‘Doutor Estranho’ no Brasil para 2 de Novembro.

 

‘Jurassic World 2’ contrata ator de ‘À Espera de um Milagre’

O premiado ator James Cromwell é a nova adição no elenco de ‘Jurassic World 2‘.

Cromwell é conhecido por seu trabalho nos filmes ‘Babe, o Porquinho Atrapalhado‘ e ‘À Espera de um Milagre‘.

Ele se junta a Toby Jones (‘Alice Através dos Espelhos’), Daniella Pineda (‘The Originals’) e Justice Smith (‘Cidades de Papel’).

Ontem, o produtor Frank Marshall revelou em seu perfil no Twitter que as filmagens de ‘Jurassic World 2‘ começaram oficialmente esta semana em Londres.

Na legenda, o produtor da franquia escreveu:

“Meu escritório em Londres em funcionamento. E então, começou…”

Confira:

 

A equipe ficará em Londres até meados do começo de abril, em seguida, todos seguem para o Havaí.

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

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‘Mulher-Maravilha’: Primeiras reações são POSITIVAS; Confira!

A Warner Bros. realizou a primeira exibição de ‘Mulher-Maravilha‘ para a imprensa norte-americana e as primeiras reações caíram na internet.

O CinePOP separou alguns tuítes elogiando a produção, e afirmando que o filme tem mais cenas de ação que ‘Batman vs Superman‘.

Confira:

“@AndrewKruzel @PattyJenks Eu não posso entrar em detalhes, mas @GalGadot entrega uma bela atuação, poderosa, @PattyJenks é tão boa com atores. #WonderWoman” –Marc Andreyko (@marcandreyko)

“Acabei de ver a Mulher-Maravilha. Não é permitido falar sobre isso ainda … mas posso dizer que Patty Jenkins é um ser humano maravilhoso que é muito boa para este mundo.” –Anna Klassen (@AnnaJKlassen)

“#MulherMaravilha tem mais ação que #BatmanvsSuperman” –Batman-News.com (@BatmanNewsCom)

“Vi algo que esta noite que estava sonhando em ver desde que eu era pequena. “Maravilha” o que era? @wonderwomanfilm #sheiswonderwoman #wonderwoman” –Tiffany Smith (@TiffanysTweets)

“@Tay_Hartman @BatmanNewsCom  Assinei embargo, mas estão publicando as reações. Realmente é bom. Sombrio, mas engraçado também. Gadot está grandiosa e as amazonas são brilhantes” –Andy Lea (@andyleasreviews)

 

 

Após polêmica, axilas da ‘Mulher-Maravilha’ são “corrigidas” em novo trailer 

 

Resta saber se a reação procede, ou se seguirá as mesmas reações positivas que ‘Esquadrão Suicida‘ recebeu antes de sua estreia

Warner gastou mais em publicidade com ‘Mulher-Maravilha’ do que com ‘Esquadrão Suicida’ 

Ares é confirmado como vilão em ‘Mulher-Maravilha’!

A estreia do novo filme da personagem acontece em 1º de junho de 2017.

Gal Gadot elogia o Batman de Ben Affleck em entrevista

Gal Gadot fala sobre a bissexualidade da ‘Mulher-Maravilha’ 

Chris Pine (franquia ‘Star Trek‘) será Steve TrevorRobin Wright vive Antíope e Connie Nielsen será a Rainha Hipólita, mãe de Diana, também estão no elenco.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.